Latest / MultiStudios / OS PRIMEIROS 6 ANOS MUDAM TUDO | LAILA MENDES E DIANA QUINTELLA DA MINIME | BUSINESS BY CÁSSIO #112
Transcript
- 0:04Sejam bem vindos a mais um multitude especial.
- 0:07Hoje estamos com as diretoras Laila Mendes e Diana Quintela,
- 0:12da escola minimi. A gente vai contar um pouquinho
- 0:14da sistema de ensino, escola bilíngue e um pouquinho mais
- 0:21dessa história de empreendedorismo.
- 0:23Sejam bem vindos. Muito obrigada.
- 0:26Cássia, um prazer pra gente estar aqui.
- 0:27Muito obrigado, falado do nosso assunto favorito que é falar
- 0:30sobre a Mini mi com. Certeza.
- 0:32Então hoje a gente vai contar um pouquinho do segredo da Mini mi.
- 0:36Queria saber um pouco, é como é que começou a história de vocês
- 0:40lá na Mini mi e depois a gente vai falar um pouquinho de cada
- 0:44uma separada. Tá ótimo.
- 0:46A gente é amiga de infância. Cássio assim, na verdade nossas
- 0:49famílias é construíram uma história bem bacana juntas.
- 0:52E a gente fala que a minimi começou quase que quando a gente
- 0:54tinha a idade das crianças que estão lá a.
- 0:56Gente brincava de minimi é de verdade?
- 0:58Sim, a vida adulta deu caminhos diferentes aí pra gente.
- 1:01Eu sou publicitária de formação, sempre trabalhei com mercado
- 1:04Internacional, né? Assim vida executiva, né?
- 1:08Carreira consolidada dentro de é empresa que trabalhava.
- 1:13Realmente multinacional, né? É o meu caso.
- 1:15Não era da Diana assim, né? Mas uma empresa que realmente
- 1:18trabalhava a partir de importação e exportação,
- 1:19participação em evento Internacional, coisas desse
- 1:21tipo. E a Diana é psicóloga de
- 1:24formação também de eu fiz. Carreira em RH eu sou psicóloga
- 1:28de formação. Na época que eu fiz psicologia,
- 1:30eu queria trabalhar com crianças, falava que IA ser
- 1:32psicóloga infantil e tal. Mas é isso, né?
- 1:35Os caminhos. Aí a vida trouxe outros caminhos
- 1:37e acabei entrando no mundo corporativo e executivo de
- 1:40recursos humanos. Anos, quase 20 anos.
- 1:44Até que eu tive meu primeiro filho, o Arthur, que hoje está
- 1:47com 13, acabou de fazer 13. A Laila é madrinha dele, um
- 1:50rapazinho. E aí a Laila, como madrinha, IA
- 1:52de vez em quando comigo procurar creche para ele.
- 1:54Comecei nesse movimento, essa busca que todas as mães, nossas
- 1:58clientes vivem também. Uma dúvida, coloca com já na
- 2:01creche, fica com babá, com avó, enfim, rede de apoio.
- 2:05E a gente viveu, vivi isso Na Na pele e nessa busca de creche eu
- 2:10me deparei com uma expectativa que eu criei.
- 2:13Por mim mesma, né? Mas o que eu idealizei aí de
- 2:16creche, educação infantil, não era o que eu via Na Na prática.
- 2:20Então a miniminasse assim, muito de uma dor de uma mãe nessa
- 2:24busca mesmo, sabe? Aí a gente resgatou a gente, via
- 2:29que faltava o que a gente imaginava, como o que deveria
- 2:33ser uma base do olhar da educação infantil, essa parte
- 2:37pedagógica. De fato, né?
- 2:39O estímulo, o olhar para criança pequena, com potencial que é o
- 2:45bebê nasce com muito potencial. A gente tinha certeza absoluta
- 2:48disso, mas a gente não via Na Na prática.
- 2:51Isso nas escolas que vocês procuravam?
- 2:53Há 13 anos atrás, obviamente, sim, sim.
- 2:55Hoje já melhorou um pouquinho, mas temos um caminho muito
- 2:58grande de valorização da primeira infância, ainda na
- 3:01educação. Não é porque sempre vai assim,
- 3:03querendo ou não é. É diferente quando você tem uma
- 3:06dor e você está está em cima dela trabalhando e às vezes a é.
- 3:10Muitos negócios nascem com não que não tenha que ter cunho
- 3:15financeiro, mas nasce às vezes com cunho financeiro antes da
- 3:17dor. EE, tem outros que nascem da
- 3:20dor. EE vão pro cunho financeiro.
- 3:22Então muda muito. É todos os aspectos do negócio
- 3:26Na Na minha visão. Acho que foi um pouco dos 2
- 3:28Cássio assim, a gente a gente olhava e falava, nossa, mas as
- 3:31escolas que a gente está vendo parecem as escolas que a gente
- 3:33estudou lá em 1980. Então assim, será que não tem
- 3:37nada de novo? E ao mesmo tempo, a gente olhava
- 3:39e falava, caramba, essa escola está com uma fila de espera de
- 3:41100 bebês. Então, assim, o que que tá?
- 3:44Acontecendo tem isso, tem. Tem a demanda, tem tem 1111 gap
- 3:51ali que tá faltando uma qualidade, tá faltando algo
- 3:54diferente, algo inovador. E aí a gente foi realmente há 3
- 3:58anos atrás mergulhamos nesse mundo com muita pesquisa, né?
- 4:02Assim, a gente se aprofundou muito em educação infantil nessa
- 4:06primeira infância, para a gente entender o que tinha dessas boas
- 4:09práticas pelo mundo todo. Literalmente pelo mundo, o.
- 4:12Mundo inteiro e com muita pesquisa saindo do óbvio, né?
- 4:14Com certeza, o que a gente? Estava vendo, não era o que a
- 4:17gente acreditava, mas a gente pensava, poxa, a gente nem é de
- 4:19educação, não. É.
- 4:20Possível que outras pessoas da área, muito mais preparado, já
- 4:23não tenham visto, trabalhado. Mas ela falou que a gente vai
- 4:25pro mundo mesmo. A gente saiu do Brasil para
- 4:27pesquisa. E aí tem uma cidade no interior
- 4:29da Itália chamada rádio Emília, é uma cidade que fica no norte e
- 4:33hoje lá é um grande polo realmente.
- 4:35Produção de conhecimento sobre primeira infância, sobre as
- 4:38escolas da primeira infância. E eles mostram muito essa
- 4:41importância dessa escola, que muitas vezes isso é muito
- 4:43negligenciado, é muito deixado de lado, né?
- 4:45Ah, é a escolinha, não é a escolinha, a escola com muito
- 4:49mais conhecimento sendo processado do que numa pós
- 4:51graduação ali dentro, né? Então assim é essa visão
- 4:54rejemília, mostra muito, né, que não é a tia, é uma professora, é
- 4:58uma pessoa que estuda muito para tá ali, né?
- 5:01E aí a gente se encantou muito pelo que eles colocavam lá.
- 5:05E trouxemos um pouquinho do que a gente aprendeu lá para nossa
- 5:08prática no dia a dia da minimi. Então foi uma influência muito
- 5:10grande que a gente teve. Não, a única, né?
- 5:12Mas hoje lá lá é um lugar que chama muita atenção nesse cinema
- 5:16e foi uma expressão muito grande para gente.
- 5:18Mas você acha que esse vocês acham que assim a gente a gente
- 5:24no Brasil, eu vou. Eu vou perguntar aqui, vocês têm
- 5:26mais experiência que a gente no Brasil?
- 5:28Começou a tratar essa primeira escola?
- 5:31Como um local só para levar o filho e ficar de qualquer jeito.
- 5:35Assim, eu tô usando termos gerais, mas seria para isso.
- 5:39Mas na verdade, é um lugar que tem muito estímulo e tem muito
- 5:42crescimento. Só que a gente não utiliza.
- 5:44Então a gente só vai descobrir isso anos depois, né?
- 5:46Com certeza na vida adulta e sem ter muita consciência de que se
- 5:50a primeira infância tivesse sido diferente.
- 5:53A vida adulta, as escolhas, a carreira, escolhas de
- 5:57relacionamentos, de carreira. Como eu atuo, como eu me coloco,
- 6:00seria eu com certeza muito diferente, né?
- 6:02Tem uma frase que a gente gosta muito e que a gente usa no
- 6:06sentido de que ajuda a gente a reforçar a importância do
- 6:10trabalho que a gente faz, né? Que é que a infância é o chão
- 6:13que a gente pisa a vida inteira. Então a base tá aí e dos zero em
- 6:166 anos, que é a fase da educação infantil, que é a fase que a
- 6:19gente escolheu trabalhar, então a gente optou que a.
- 6:21Menina, o de vocês? O limite é nos 6 anos. 5 ou 6,
- 6:24né? Educação infantil a fase de
- 6:27escola, né, de estudo, segmento chamado educação infantil.
- 6:30E a gente optou exatamente pra que a gente reforce cada vez
- 6:34mais a importância dessa fase, que se essa primeira fase for
- 6:38trabalhada de maneira adequada, como tem que ser, todas as
- 6:42outras etapas da educação. Fundamental 12 média.
- 6:46Aí faculdade, pós graduação e doutorado e tudo mais vão ser
- 6:50lidadas de uma maneira muito mais segura, muito mais
- 6:53consciente, muito mais estruturada da parte cognitiva,
- 6:57mas muito além, né? Porque quando a gente recebe
- 7:01alguém no mercado de trabalho profissional, quando chega
- 7:04nossas entrevistas, né? Eu falo como RH até e a gestão e
- 7:08o desenvolvimento, a avaliação, o cara é muito mais promovido.
- 7:12Pela parte relacional, comportamental, como lida com
- 7:15problemas, como resolve desafios e soluções, como que inova?
- 7:19Do que é a parte teórica que tá lá, escrita no livro, essa gente
- 7:22vê da né? A maneira técnica que aplica,
- 7:25mas o que diferencia realmente as pessoas?
- 7:28O técnico é fundamental, obviamente, mas aí técnico todo
- 7:31mundo sai com ela, né? Que que diferencia realmente a
- 7:34pessoa que vai extrapolar, que vai ceder?
- 7:37É quem tem a parte relacional, comportamental, relacional.
- 7:41Isso já tem estudo mostrando esse, esse outro lado.
- 7:44Tem. O banco mundial fez um estudo há
- 7:46pouco tempo falando dessa importância das soft skills para
- 7:49o mercado de trabalho, né? Então, assim, isso aí já é hoje
- 7:51já é muito bem aí vários estudos, vários é, estou.
- 7:54Falando mas no nessa um exemplo, então, mas nesse tarde você acha
- 7:58que a. Assim, aí uma dúvida minha, a
- 8:01gente não tem mais evolução nisso.
- 8:03Por quê? Porque é caro, porque é difícil,
- 8:05porque a gente não dá valor. Por quê?
- 8:07Porque não? Dá valor?
- 8:08Eu acho que a infância, de uma forma geral é muito
- 8:10negligenciada, né? Assim, eu acho que ainda vem com
- 8:13um ranço de anos atrás de que é de séculos, de que a criança ela
- 8:19não sabe, ela não é capaz, ela não pode, né?
- 8:22Então isso aí é histórico. Eu acho que mudar isso.
- 8:26É um trabalho de formiguinha. Sim, cultura. 25 anos, 50 anos,
- 8:30né? A.
- 8:30Infância começou a ser trabalhada na história da
- 8:32humanidade, né? A infância começa a ser
- 8:34trabalhada enquanto olha, não é um adulto em miniatura, tem.
- 8:39Tem pouquíssimo tempo, é pouco. Século.
- 8:41Criança não sentava a mesa com a família, criança não
- 8:45participava, era diferente. Não?
- 8:47Sim, sim. É porque a gente tem a mania de
- 8:50quando a criança ela tem um. 11 estalo a mais assim, a gente tem
- 8:58essa mania de chamar de Mini adulto que que tem crianças que
- 9:02é, vamos, vamos separar. Algumas crianças tem uma
- 9:05facilidade, eu não sei. Aí eu eu vou usar termos que não
- 9:08sei se seria, mas que são mais ágeis, tem mais alguma coisa,
- 9:12tem outras que por conviver com adultos e outras coisas, ela
- 9:15pega e a gente usa isso é como 11 parâmetro assim para Mini
- 9:20adulto. Mas eu vejo que é o que você
- 9:22está falando. Se você for ver na maioria da
- 9:24população, até em em todas as faixas sociais e tudo, o pessoal
- 9:28dá com uma cidade meio que tipo assim, que Nem Ela falou, uma
- 9:33tia para só cuidar e mais nada. Ninguém está ali querendo
- 9:37estimular nada da criança, nem ensinar.
- 9:41É difícil você pegar assim, assim.
- 9:43Tem um claro que sempre tem os que fogem a regra.
- 9:46Isso aí existe na vida. Mas assim não é a maioria que
- 9:49fala assim, Ah, vou ensinar. Por exemplo, eu tenho uma
- 9:51sobrinha que a mãe acabou ficando em casa.
- 9:55Então assim, outro dia ela falou assim, não, a menina tá com 2
- 9:58anos, por exemplo, ela falou, ela sabe 200 palavras.
- 10:01Eu fiquei meio assim, é, e aí a gente só vai se tocando quando
- 10:06outro dia eu fui numa casa de um outro amigo e aí vi a filha, o
- 10:10filho de 2 anos dele, e aí ele não sabe palavra, aí tu fica
- 10:14meio. Entendeu?
- 10:17Não. Então, então, mas é isso que eu
- 10:19tô falando. Mas aí a gente só vai chegando
- 10:21porque, porque a gente não tem o padrão, é acima de uma certa
- 10:24idade, querendo ou não, por mais que o ensino não seja, a gente
- 10:28tá caminhando para melhorar o ensino, porque eu acho que é
- 10:30cultural, que nem se falaram e tal.
- 10:33Mas você tem assim um padrão, pô, tu tem que saber escrever,
- 10:35ler, não sei o que nessa idade a gente nunca é.
- 10:39Eu acho que olhou. Que nem vocês estão falando ou
- 10:42tá? Começou a olhar tem pouco tempo,
- 10:44o pessoal chegava assim, Ah, manda pra escola, pra sabe
- 10:47educação física, na, na, no segundo grau, nessas coisas a
- 10:51gente tem aula de educação física hoje, o que que quer
- 10:52dizer isso? Não IA fazer nada, Ah, vou jogar
- 10:56bola e não sei o que. Eu acho que todo mundo tratava é
- 11:00essa, essa época que vocês estão falando.
- 11:03Como um Ah, vamos, vou deixar lá, só brincando isso aí.
- 11:07Faço porque os pais precisam trabalhar, não precisam fazer
- 11:10outras coisas. Então, e aí?
- 11:11Compara mesmo? Ou está com a babá em casa ou
- 11:13está na escola, como se fosse o. Mesmo, a mesma coisa mesmo e na
- 11:16verdade não é, né? Não, não é mesmo?
- 11:19E aí a gente enxerga, né, que a gente viu muito isso em milha.
- 11:22E aí é muito além, né? Quando a gente vai estudar
- 11:24educação infantil a fundo neurociência comprovando, né?
- 11:27A gente quem faz, a gente vê na prática que é verdade, né?
- 11:30Mas quando a gente trata um bebê de 6 meses que a gente tem Na Na
- 11:33escola como um ser humano, alguém que tá lá cheio de
- 11:37potencial, com muita vontade de aprender e que pode ensinar
- 11:41também, porque ele é um grande pesquisador, aí a gente vai
- 11:44fazendo, fazendo associações assim.
- 11:46Einstein falava que brincar é a maior forma de pesquisa.
- 11:49A Einstein não é agora, né? Sim, são coisas.
- 11:51De que já já existem. Tempos assim e 40 e 40.
- 11:55Entendeu? Então, assim, só que demora de
- 11:58muito tempo difundir. Realmente, né?
- 12:01Então, EE, quando a gente tem esse olhar pra essa criança,
- 12:05então se um bebê tá aprendendo, se um bebê quando tá com o
- 12:08chocalho na mão, ele tá fazendo uma investigação, isso aqui faz
- 12:12faz só um, pra que mais que serve?
- 12:14Se eu mexo pra cima, faz assim, se eu mexo pra baixo, faz
- 12:16assado. Quando a gente leva a Sério esse
- 12:18olhar e a gente entende que ele realmente tá aprendendo, a
- 12:21professora de uma turma de bebês de 6 meses.
- 12:25Não vai ter aquele o perfil que aí, ele empresarial, como a
- 12:30gente selecione forma essa pessoa e ela vai se reconhecer
- 12:34como realmente uma professora que tá trabalhando com uma
- 12:37questão que a gente exige muito também, que a gente tem muito,
- 12:40na minha limite, sofisticação pedagógica mesmo.
- 12:42Ou seja, ela tem que investigar, ela tem que estudar, ela tem que
- 12:44pesquisar pra pensar o que que ela vai trazer de proposta
- 12:48pedagógica, de atividade mesmo, de uma aula.
- 12:51No brincar, no lúdico, no afeto, no acolhimento.
- 12:55Mas que vai desafiar aquele bebê porque a gente quer que ele
- 12:58pesquise. Vai deixar ele sempre com um
- 13:00ponto de interrogação naquele na prenda exatamente que ele fica.
- 13:02Curioso, mas lá, tipo assim tem. Vamos lá, lá com 6 meses já vai
- 13:07para lá. A partir de 4 meses, a gente.
- 13:09Recebe aí, vamos lá. Falando para você de um bebê de
- 13:124 meses, né? Quando uma criança bota alguma
- 13:14coisa na boca ou sacode de um chocalho, ela está levantando
- 13:17hipóteses. Ela está testando essas
- 13:19hipóteses, ela está aprendendo com os resultados desses testes,
- 13:22e isso é metodologia científica que a gente usa no mundo adulto.
- 13:25O ser humano nasce com isso. Não é a toa que o Einstein
- 13:28falava que o brincar é a maior forma de pesquisa, porque
- 13:30obviamente tem que ter o lúdico, o lúdico é a essência da
- 13:33infância, então tem que ter a brincadeira.
- 13:35Né? E quando a gente tem uma
- 13:36professora que é capaz de olhar essas hipóteses, ouvir, entender
- 13:40essas hipóteses e ajudar essa criança a aprofundar a gente vai
- 13:44ter o aprendizado acontecendo de uma outra forma, né?
- 13:46E é simples fazer isso. É nenhum pouco.
- 13:48Sim, mas mas vamos lá para me entender na prática, porque eu
- 13:52agora eu me surpreendi 4 meses, vamos lá, 4 meses e levou para
- 13:56lá. Aí a são quantos alunos por
- 13:58turma? Nessa.
- 13:59Turma 10. 10. Aí.
- 14:02Fica onde o aluno 4 meses é? Ele tem a sala?
- 14:06Não, mas é um bercinho, né? Não.
- 14:08Não. Ele tem uma sala de de
- 14:10desenvolvimento. Sala que tem um chãozinho mais
- 14:12confortável que ele vai ficar no chão.
- 14:14Uma professora, né? Criança que não senta, o bebê
- 14:16que não senta. Sim, não.
- 14:17Mas 4 meses ainda já senta? Não vou perguntar.
- 14:20Eu? Eu sou, olha só, não conheço,
- 14:22não conheço. Não, mas a ideia. 4 meses fica
- 14:24mais num colinho. Aí fica num colinho aí.
- 14:27Fica pra criança de 67 meses que já senta melhor, ele vai estar
- 14:31sentado em outros. Ao menos bebê pequenininho, a
- 14:33gente vai colocar deitado No No chão, porque esse aprendizado é
- 14:37integral. Então essa criança também está
- 14:39no aprendizado psicomotor. Ele está aprendendo.
- 14:43Sentar, por exemplo, picler a fazer perto movimento livre.
- 14:46É movimento livre para que ele possa estar realmente
- 14:48aprendendo. E aí cada fase tem estudiose
- 14:51teóricos específicos que trouxeram para gente muito
- 14:54aprendizado, muito conhecimento e que a gente é usa setor picler
- 14:58aqui, né? É, então a gente traz para nossa
- 15:01prática. Então esse bebê, ele vai estar
- 15:03fazendo uma atividade, investigando, brincando na pé
- 15:06sempre no brincar, que o brincar é muito Sério, né?
- 15:09Muito. E só que esse bebê de que começa
- 15:11com 4, mas não é a grande maioria, tá, a maioria entra com
- 15:1467 meses, né? Quando acaba licença
- 15:16maternidade, né? Ele vai ter aulas de diversas
- 15:21áreas de conhecimento. Então esse bebê tem aula de
- 15:23educação física, que é a psicomotricidade, na verdade.
- 15:26Ele vai ter aula de contação de de histórias, que é biblioteca
- 15:30que a gente chama, ele tem em. Português, porque as aulas são a
- 15:33professora se comunica em inglês com as crianças lá o tempo.
- 15:35Todo ele tem aula de artes. Ele tem aula de artes e uma
- 15:38pergunta, eles tem isso aí? E assim, querendo ou não, a mãe
- 15:42nesse momento ela é muito apegada, né?
- 15:44Com certeza vocês estão pegando o ouro.
- 15:46Como é que é essa relação com a mãe com 6 meses?
- 15:51E a e a escola assim tem que. Ter muita parceria, muita.
- 15:55Porque é um momento assim é, não é assim, eu vejo porque assim eu
- 16:00tô passando por um alguma muita gente em torno agora tá na fase
- 16:05esse ano passado e esse tem muita gente tendo filho, eu
- 16:08conheço de novo, né? Aí o que que acontece?
- 16:11Você vai vendo alguns não anos, porque cada época você vai se
- 16:14sentindo, tem 11, pouco da cultura influencia naquela
- 16:17geração, vamos dizer, então você vai vendo e eu eu tenho visto
- 16:21assim, eu já vi o movimento de os pais deixarem mais.
- 16:24Rolar solto, os pais ficarem mais, os EE tá voltando esse
- 16:29movimento da da mãe e tal, e o pai tentar ficar mais, ter um
- 16:33tempo de, vamos dizer, é junto, um tempo de qualidade junto.
- 16:39Eu tenho visto muito até nos pequenos assim, trabalhar esse
- 16:43outro lado. Mas eu vejo assim, eu pego pela
- 16:46minha mãe, né, que é minha mãe. Sempre foi muito assim, deixar a
- 16:50gente fazer as coisas. E eu não, assim eu tenho.
- 16:53Juro que eu tenho dificuldade de imaginar minha mãe me deixando
- 16:56com 6 meses de de idade. Eu tenho certeza que não é fácil
- 16:59para nenhuma mãe. Então eu tô perguntando, e é, e
- 17:02como é que é essa relação? Que que assim, nesse momento é,
- 17:06eu sei que depois que a mãe muda tudo, né?
- 17:09É então assim, como é que é esse?
- 17:12As famílias, né? Tem que estar muito próximas
- 17:14sempre. A gemília fala isso.
- 17:16Existe um ditado, é um provérbio africano lindo que é, é preciso
- 17:19uma Vila para educar uma criança.
- 17:21Então, a gente precisa sempre ter famílias muito dentro da
- 17:24escola, inclusive a gente é uma das poucas escolas que oferece
- 17:27para as famílias acessarem as câmeras para verem o bebê o
- 17:31tempo real. Né, o bebê é criança?
- 17:33Todos porque é escola inteira, é.
- 17:35A gente pensa nessa. Trouxe o exemplo do bebê de 6
- 17:38meses, claro, eu fui uma mãe que coloquei meus filhos com 6
- 17:41meses, né? Creche é difícil mesmo.
- 17:44Agora tem famílias, né, que optam aqui.
- 17:47Estrutura familiar que for, né? Colocar a criança um pouquinho
- 17:50depois Na Na escola com 2 meses, com 2 anos, por exemplo.
- 17:54E esse vínculo, a ansiedade da separação, como a psicologia
- 18:00traz nessa dificuldade de de estar confiando o que você tem
- 18:03de mais importante na vida, que é um filho dependente da idade
- 18:06dele, claro. Mas quando é pequena não é,
- 18:08porque quando é pequena ela não passou muito com os anos.
- 18:10Ela vai entender, mas. Com 2 anos, com 1 ano e meio.
- 18:13É difícil, igual tá porque a família tá ali, né?
- 18:17Com certeza, a. Primeira vez que a criança vai
- 18:20pra pra escola. É um movimento muito importante
- 18:23pra família e pra criança que imagina.
- 18:26Ela lida com a principal mudança da história dela, que são 2
- 18:29anos. Mas é toda a vida dela, né?
- 18:32E a gente entende muito nosso papel, até pra que a criança
- 18:35entenda que a escola é muito legal.
- 18:37Então a gente, o nosso papel vai além da família, mas começa com
- 18:41a família que se a família não, não tá confiando e segura com a
- 18:44gente, a criança não vai ficar. Então esse nós.
- 18:46Mas acontece isso dela, delas, delas, não.
- 18:52Assim eu vou, eu vou fazer perguntas meio mas vamos dizer,
- 18:59é várias crianças nessa idade. Elas ficam direto.
- 19:05Por exemplo, a minha sobrinha nasceu agora.
- 19:08Aí eu fui lá, aí não fui nos primeiros dias, porque eu já
- 19:11sabia, aí vai, maior multidão de gente, todo mundo.
- 19:14Eu fui o último aí, até porque estavam me cobrando, Ah, você
- 19:17não vai vim ele ver, aí eu fui lá.
- 19:20Aí ele começa, enquanto tava na no colo das minhas primas e tal,
- 19:23ela tava tranquilo, ele saía, ele chorava, aí voltava e
- 19:28chorava. E tá lá assim.
- 19:31Então assim, quando vai para um eu, eu fico pensando.
- 19:36Quando troca Oo ambiente todo? Essa chegada da criança, da
- 19:39escola. Ele tem 11 certo tempo de
- 19:42adaptação, né? Essa chegada da criança na
- 19:45escola é um momento muito delicado.
- 19:47É um momento que assim, Ah, eu preciso que a criança fique 12
- 19:50horas na escola, matriculei meu filho para ficar 7 e meia da
- 19:52manhã às 7:30 da noite, porque eu trabalho o dia inteiro lá no
- 19:55centro da cidade. A escola é na barra, ok?
- 19:58Primeiro dia não vai ficar 12 horas de jeito nenhum, vai ficar
- 20:011 hora com você ainda no campo de visão da criança, segundo
- 20:04dia. A gente já tenta convidar essa
- 20:07criança para entrar para o grupo, mas convite?
- 20:10Raramente vai no seguro. Porque é porque tudo tem que ser
- 20:13no tempo da criança e da família, porque a mãe precisa
- 20:16estar segura também. Esse vínculo precisa ser
- 20:18construído aos poucos, né? A criança não pode ficar na
- 20:21escola, é se sentindo mal. Não é de forma alguma a nossa
- 20:26intenção. Então ela só vai ficar bem
- 20:28quando ela estiver segura e entendendo que ali ela está bem,
- 20:32que ali tem gente para cuidar dela também, assim como a mãe
- 20:35cuida. Claro que o processo você acha
- 20:38que o processo é mais difícil para mãe e para o filho?
- 20:41Depende de cada situação. Não tem regra, tá?
- 20:44Não tem regra. Depende do estilo da criança,
- 20:47depende da família. Tem vezes que a família acredita
- 20:49que vai ser de uma forminha de outra e a gente vai trabalhando.
- 20:53Então sempre é um kinder ovo, um individual.
- 20:55Sempre, sempre. E a gente está preparado para
- 20:57todos os cenários. E como a gente fez 6 anos agora,
- 21:00menininho. Então a gente já viveu muitas
- 21:02entradas de crianças, né? Lá na Mini, esse processo que é
- 21:06conhecido como processo de adaptação, a gente chama de
- 21:08processo de integração, porque o tema adaptar, como que você
- 21:12enxerga, já é lá o quebra cabeça, pronto, falta uma peça,
- 21:15você encaixou. Então a criança que chega, a
- 21:17família que chega e que se adapta, alguma coisa que já
- 21:20existe, né? E a gente acredita que quando
- 21:22chega uma criança nova e uma família nova, porque é um né, um
- 21:25grupo, esse vínculo é muito integral.
- 21:28A gente também se adapta a essa criança nova, a gente também se
- 21:31adapta a essa família. Então, na verdade é um processo
- 21:33que integra, integra uma criança nova, uma família nova, uma
- 21:35realidade que já existe. Uma turma hoje que funciona com
- 21:39uma dinâmica x, com perfil x, chega uma criança ali nova, esse
- 21:43perfil muda, pode ser que mude a dinâmica, já tenha que mudar.
- 21:46Então, a cada criança nova que chega, cada família nova que
- 21:49chega, a minimi também muda um pouco.
- 21:51A gente tá com uma nova. Novo perfil, um outro olhar, a
- 21:54gente aprende junto, assim, cada família que entra, cada família
- 21:57que sai, é uma oportunidade que a gente aprende super, né?
- 22:00Super é um novo olhar, é um novo estilo, é o que você falou, é um
- 22:02novo perfil. E aí a gente tem 6 anos, né?
- 22:06Onde que você ficou fazendo conta?
- 22:08Isso mesmo, a gente abriu em 2020.
- 22:09Não, não, não. Eu fiz a conta, eu fiz a eu fiz
- 22:14a conta. Eu fiz a conta porque eu eu
- 22:15quero fazer uma pergunta. Teve alguém?
- 22:18Claro que deve ter tido alguém tá lá 6 anos ou 5 anos, e aí,
- 22:23como é que é isso? Porque também é outra coisa que
- 22:26eu fui ver. Eu nunca fui assim, porque eu
- 22:29sou filho de militar, então de 3 em 3 anos eu tinha que errar,
- 22:33vaza, escolhe, sai. Eu não tinha o que escolher, eu
- 22:36tinha que sair, então eu me acostumei.
- 22:38Eu me adapto em qualquer lugar eu chego, falo com todo mundo,
- 22:41então isso aí para mim. Claro que no início deve ter
- 22:44sido ruim, mas eu depois de uma época não, não tinha mais
- 22:47escolha. Era 23 anos e troca de cidade,
- 22:51troca de todo mundo, minha família fica.
- 22:53Então eu fui aprendendo meio que do jeito mais difícil da vida,
- 22:58mas hoje eu mas eu vejo um, principalmente esses dias, tá
- 23:01com uma filha de um amigo meu, tava, ele foi levar, eu tava
- 23:05junto e ele eu senti assim uma tensão no carro, ele só falou.
- 23:11Ele falou assim, tô olhando pra você estudar no Marista e ela
- 23:16passou ela, ela já, por que pai? Não sei o que tipo assim, eu vi
- 23:21que essa essa mudança, e aí a gente vai reparando de fase, não
- 23:25é? Eu não tô em fase de ter filho,
- 23:26então eu não não reparo muito nisso, só quando acontece.
- 23:29E aí eu reparei que é um negócio muito diferente.
- 23:32Então eu a pergunta é, tem alguém que tá lá esse tempo e
- 23:36essa e tem uma transição, né? De sair de lá necessariamente é
- 23:42porque tem, tem. Chega.
- 23:43Chega um momento que você ó 6. Anos vai para outro outra
- 23:46escola, não tem como. E aí, como é que é isso que
- 23:49seria agora, o primeiro ano que está acontecendo isso?
- 23:51Não, não. A gente começou em 2020, né?
- 23:54Então, assim é, começamos a pandemia.
- 23:56Exatamente, e ainda tem isso, né?
- 23:58Né, abrimos em janeiro. Um ano, um ano complexo.
- 24:01Um ano letivo, março, paramos. Janeiro de 2000.
- 24:05E 20 isso mesmo. Hoje eu olho e falo, gente, a
- 24:10gente ganhou uma maturidade, talvez a gente não tivesse se
- 24:12não fosse aquele momento, né? A máxima de que com crise se
- 24:15cresce, a gente levou bem a Sério, né?
- 24:17Então acho que foi bom. No fundo, acho que a gente
- 24:20aprendeu muito e a gente é escola que a gente é hoje por
- 24:23conta disso também, né? Isso é fato, mas sim, a gente
- 24:27tem crianças que já se formaram, né, como a gente chama lá.
- 24:30Até porque, quando a gente abriu, em 2020, a gente tinha
- 24:32crianças de 4 anos, então as crianças de 4 em 2020, se
- 24:35formaram no final de. 2020, e. Um, mas ano passado foi a
- 24:38primeira turma que entrou, bebia.
- 24:40Entrou bebê EE. Saiu no passado retrasado, na
- 24:42verdade, né? Que ficou, que ficou esse
- 24:44tempão? Toda a história com a gente, com
- 24:47a gente, e aí a gente também sabe porque é só votando AO
- 24:50processo inicial que você perguntou como é que funciona?
- 24:53Adaptação, integração? A máxima ali é criação de
- 24:56vínculo. A criança.
- 24:57Ela vai criar vínculo com outro núcleo, com uma outra pessoa,
- 25:00além da família nuclear dela, que é a professora, que é
- 25:03assistente, e logo, logo com toda a escola, porque é muito
- 25:07interessante isso. Tem crianças que se está muito
- 25:09conectada com a professora ou com a assistente da professora,
- 25:12mas que pra entrar ela quer a pessoa da portaria é, ou ela
- 25:15quer a moça que vem pra sala dela, que ela conhece ela, quer
- 25:19ela, a pessoa. Que faz essa medida?
- 25:21É o ponto de confiança e por quê?
- 25:24E a criança escolheu, elegeu, passou uma questão de confiança.
- 25:27Então, toda a nossa equipe, que são 110 pessoas hoje na Mini mi,
- 25:32todo mundo se envolve de alguma forma com essa criança, né?
- 25:35Na grande. Maioria sim, pode deixar
- 25:37confortável. Professoras dela, mas todo mundo
- 25:40tá olhando e tá atento pra essa criação de vínculo.
- 25:42Imagina, a gente criou esse vínculo lá no início.
- 25:45A gente viu todo processo, a família com a gente. 5 anos, né?
- 25:48Quem faz o ciclo todo? Mas 4 a mesma coisa e tal.
- 25:51A gente vive histórias com aquela família, né?
- 25:54Situações que a família vive, de vitórias, de perdas, Judas, de
- 25:59irmãos, de mudança. A gente vive muita coisa com
- 26:01essas famílias. Aí eles crescem, eles vão
- 26:04embora, né? Então é uma criação de vínculo
- 26:06forte. Eu me emociono em toda
- 26:07formatura, morrendo de saudade. Mas a gente também entende a
- 26:11nossa responsabilidade, assim como a gente tem uma
- 26:13responsabilidade de apresentar pra essa criança que estudar é
- 26:16muito legal o que fazer amigos é muito legal, né?
- 26:18Que tá em outro ambiente, que não é só a casa dela.
- 26:21É muito legal ela fazer essa troca de segmento e ir pra um
- 26:25outro lugar e criar novos vínculos, vai ser muito legal
- 26:28também. Então, o último ano da minimi,
- 26:30em especial, a gente trabalha praticamente o ano inteiro
- 26:34preparando essa. Captação, transição.
- 26:37Com ritos de passagem. Então a gente tem uma noite que
- 26:39é Sleep over, uma noite de pijama na escola.
- 26:42Eles dormem na escola, que é uma.
- 26:44É um Marco, mas assim você já está crescendo.
- 26:47Você já dorme na escola? Dorme na escola, a gente?
- 26:49Faz uma noite de? Pijama, barraquinhas, cabanas e
- 26:52tal. Essa criança escreve um livro,
- 26:54ela faz uma autobiografia dela. Aí ela lança o livro.
- 26:57A gente faz o lançamento desse livro da.
- 27:00Travessa. Sério, muito legal a noite de
- 27:03autógrafos, uma manhã de autógrafos.
- 27:04E tem a formatura, que é uma peça de teatro que a criança
- 27:08participa de toda elaboração, geralmente a sobrevivência dela
- 27:11na mínima mesmo. E a formatura em si, né?
- 27:14Diploma, aquilo tudo. Então, são várias etapas que
- 27:17marcam. Olha, agora realmente a gente
- 27:18está trocando de etapa e ao longo do ano vai além do dos
- 27:22Marcos. É todo o trabalho que toda a
- 27:24equipe pedagógica faz com essa criança.
- 27:26Até com a psicóloga da escola. Psicóloga da escola.
- 27:28Olha que tem. Crianças que sentem mais também,
- 27:31né? Então a gente vai olhando uma
- 27:33por uma. A gente tem um olhar muito
- 27:34individual. Todas as esferas.
- 27:36E a gente tem um projeto lá muito legal, que a gente chama
- 27:39de clube, que é o seguinte, lá na Mini mi a gente tem 10 aulas
- 27:43especializadas, né? Que nem tem no fundamental 2, às
- 27:46vezes aula de artes, de de português, que é a biblioteca,
- 27:50de educação física, de música, de ciências e por aí vai.
- 27:54A gente identifica onde a criança tem mais aptidão, mais
- 27:57interesse, mais habilidade. E ela tem uma aula a mais por
- 28:01semana naquela área de conhecimento, que ela mais tem
- 28:04aptidão. Então é um olhar diferente de
- 28:06aula particular, né? Aula particular você fica um
- 28:09tempo a mais, uma aula a mais na área de conhecimento, que você
- 28:13não se dá bem, que você não gosta, então esquece que você é
- 28:16bom, foca no que você é ruim, em especial na educação infantil.
- 28:20Nosso foco é trabalhar segurança, autoestima, né?
- 28:23Fortalecimento dessa criança. Então ela saber que ela é muito
- 28:27boa em uma área específica e a gente vai incentivar aquilo a
- 28:31trabalhar aquela área de conhecimento, ajuda ela até AA
- 28:34desenvolver aquilo que ela não é tão boa, que é um olhar
- 28:36americano. É um olhar americano, isso aí
- 28:38tem muito. A ver com AA vida de.
- 28:39Múltiplas inteligências, é. Vamos usar seu conhecimento.
- 28:42Né? É de valorização do
- 28:43conhecimento. E quando você faz isso, né, você
- 28:45está construindo uma autoestima, você está construindo um
- 28:48autoconhecimento, até para trabalhar o gap, a dificuldade,
- 28:51né? Então a gente entende que se uma
- 28:53criança. É muito boa em artes e não é tão
- 28:57boa em ciências. Você precisa estimular artes,
- 29:00não ciências, né? Porque quando você estimula
- 29:03artes, que essa criança tem esse talento, você vai tá dando
- 29:07oportunidade de ela ser excelente em artes e ninguém é
- 29:10bom em tudo, né? E se você estimula suas
- 29:12ciências, ela vai acabar sendo mediana em tudo, ela não vai ser
- 29:15boa naquilo que ela realmente tem aquele talento para ser.
- 29:17E quando você estimula artes, ela vai ter uma percepção de si
- 29:21própria e 11 olhar. Para as ciências de uma outra
- 29:24forma de entender que tá tudo bem, eu não preciso ser a
- 29:27melhor, mas eu tenho que ser pelo menos mediana naquilo ali.
- 29:30E ela sabe que ela tem. E ela entende esse potencial de
- 29:33uma outra forma, né? Não é à toa que os Estados
- 29:36Unidos é o maior conhecimento, o maior produtor de conhecimento
- 29:38do mundo. Gente, isso aí tem muito a ver
- 29:40com essa base que ele traz, né? Isso aí ajuda.
- 29:43Mas você não acha que lá o pessoal tem esse, né?
- 29:45Assim, os Estados Unidos tem uma cultura de de ser o melhor em
- 29:48tudo. Isso não gera uma pressão, não.
- 29:52Não na pessoa assim. Ao contrário, a gente está
- 29:55apresentando para criança que ela não.
- 29:57Precisa? Não, não você.
- 29:58Mas os Estados Unidos tem essa cultura de de cobrar não.
- 30:02Sim. Não, a gente pega esse.
- 30:05Não. Então é isso que eu tô falando.
- 30:06Eu tô contrabalançando esse lá dos Estados Unidos porque eu IA
- 30:10falar aqui. Por exemplo, eu sempre tive 111
- 30:13pai que me cobrava lá em casa. Se você chegar num certo nível,
- 30:17é tua obrigação. Tipo assim, é você ser 90 de
- 30:26100, é tua obrigação. Então assim, nunca.
- 30:29Exemplo, nunca você vai ser 11. Absurdo, absurdo é tua
- 30:34obrigação. É tipo um americano.
- 30:36Eu sou o que é o melhor do mundo.
- 30:38Obrigação, tá entendendo? Os Estados Unidos fez isso como
- 30:41sociedade, então eu tô falando isso.
- 30:42E aí, o que você então isso que eu tô falando.
- 30:45Os Estados Unidos faz isso. E aí, como é que vocês
- 30:47contrabalançam isso desse jeito? O que que acontece, né?
- 30:50Assim, quando a gente quando a gente tem na minimi isso de uma
- 30:53forma que a criança começa a perceber que essa essa junção
- 30:57dos conhecimentos é que faz a gente crescer, é que faz a
- 31:01sociedade, que quando ela é boa em ciências e o amigo é bom em
- 31:04artes, isso é muito bom. Né?
- 31:07É bom que as pessoas sejam diferentes, e o que os Estados
- 31:10Unidos faz é cobrar muito aquilo que você é muito bom, porque o
- 31:14que você não é tão bom? Ele não cobra tanto, ele cobra o
- 31:17que você é muito bom, né? Se você está dentro da parte de
- 31:21esportes, de atleta, você tem que ser o melhor como atleta,
- 31:24mas você, eles não vão te cobrar tanto a matemática, se você está
- 31:28dentro de artes, eles não vão te cobrar tanto a literatura,
- 31:32entendeu? Assim você vai direcionando seu
- 31:34caminho desde muito cedo lá. Isso é muito importante até
- 31:37dentro das escolhas profissionais e.
- 31:39Isso ajuda muito essa transição da criança sair da.
- 31:43Educação, essa segurança? É fundamental que ela vai ter
- 31:45mais disciplinas, né? Claro.
- 31:47O meu filho mais novo se formou na primeira turma lá da da minni
- 31:51mi, e aí a gente já fazia o clube.
- 31:53E aí eu vi. A gente viu na prática que super
- 31:56funcionou, porque ele era do Science Club e ele chegou Na Na
- 31:59escola se achando assim. Ciências, eu seguro.
- 32:02Porque ciências eu sei tudo. Tudo bem se eu não souber
- 32:04matemática, mas ciências eu sei tudo.
- 32:06E esse olhar para ele foi ajudando que ele desenvolvesse a
- 32:09matemática, o português e tudo mais que tinha, sabe?
- 32:12E é um feedback que a gente recebe muito positivo das
- 32:14famílias que saem de maneira geral, como as crianças ficam
- 32:18muito bem em relação ao conteúdo pedagógico e em relação.
- 32:22A ela sai é porque se ela sai segura fica mais fácil, né?
- 32:25Com. Certeza.
- 32:26E a criança segura, ela vai aprender e a parte de conteúdo
- 32:29muito melhor, ela está segura para ela aprender, né?
- 32:32Então isso impacta de maneira geral.
- 32:34A gente começou aqui o papo, a gente falando sobre essa questão
- 32:37do impacto da primeira infância na vida Futura, né?
- 32:40E aí a gente olha, enquanto sociedade, não é só Brasil, não,
- 32:43tá? Mas o que a gente está falando
- 32:45aqui, né, de uma maneira. Geral.
- 32:47Assim, a Lara estava falando sobre isso, né, a gente?
- 32:50Ensina na educação infantil que você tem uma aptidão, que você é
- 32:54muito bom em alguma coisa, que você não precisa ser bom em
- 32:56tudo. É só que é um diferencial da da
- 33:00minimi, porque de maneira geral, você vai ver as crianças fazendo
- 33:03aula particular se não cobrarem ser bom em tudo.
- 33:05Não só criança não é duro também no mundo corporativo.
- 33:10Mas eu acho que é por causa da base.
- 33:11Não, então, mas aí não. O que que acontece?
- 33:13A gente não apresenta esse olhar pra pra criança que você precisa
- 33:16dar conta de tudo. Você tem que se formar, tirar
- 33:19notas 2, mas que você tem uma. A gente não ajuda esse jovem a
- 33:23encontrar essa aptidão ao longo do sistema educacional.
- 33:26Aí ele faz lá 16 anos, tem que decidir.
- 33:30É uma aptidão. Você vai ter que fazer faculdade
- 33:32a faculdade é uma área de conhecimento.
- 33:34Que você tem 1 ano ou 2 anos para para resolver uma vida?
- 33:38Então, por isso que a gente defende esse projeto do clube,
- 33:40eu amo, porque eu vejo que vai. Além disso.
- 33:43Né? É a autoestima, é segurança, mas
- 33:45é o que a gente depois vai cobrar dessa criança.
- 33:47É claro que a base ele vai ter, que ele tem que entender o
- 33:51básico, pela tem que ser. Mediante tudo, mas alguma coisa
- 33:54você pode ser excelente. Né?
- 33:56É isso. Eu sou psicóloga de formação.
- 33:58Ao longo da minha vida, fui descobrindo que eu era muito
- 34:00mais de humanas. A Laila é de.
- 34:01De marketing, outra pessoa é de exatas, é de engenharia, porque
- 34:05ao longo da vida você foi se encontrando, mas a gente não
- 34:08ajuda, né? A esse jovem a chegar nessa
- 34:10conclusão, a mesma coisa, essa nossa metodologia de projeto que
- 34:15a Laila trouxe, né? Levanta hipótese, testa
- 34:17hipótese, que é a gestão de projetos.
- 34:19É como a gente trabalha Na Na vida adulta, a gente, enquanto
- 34:23sistema educacional, incentiva muito pouco que o aluno pense,
- 34:26critique, não, não é isso que o conhecimento não venha, save top
- 34:30down, que você possa. Pensar, questionar, será que é
- 34:33isso mesmo? Porque que chegou nessa
- 34:35conclusão? E aí na hora que você chega no
- 34:37mercado de trabalho, que você vê no adulto que que as empresas te
- 34:40pedem, pensa falar da Cachoeira e 9 mas a vida inteira fazia uma
- 34:44pergunta, não, porque não, porque eu falei que não, porque
- 34:47é assim, aceite, é muito difícil, né?
- 34:51A infância, a primeira, a primeira infância, a infância,
- 34:53adolescência. O que a gente exige na vida
- 34:55adulta? A gente está muito nessa troca.
- 34:58É que você tem que ter o que? É o que fala, mas você acha que
- 35:00a gente teria teria que mudar. No caso, você acha essas
- 35:05transições, né? Aproveitando isso, eu eu tô
- 35:08querendo perguntar isso, já tem um acabou esse período, vocês
- 35:13tem alguma parceria para alguém, alguma escola para esse segundo,
- 35:17essa essa transição? Porque querendo ou não, vocês já
- 35:21é criar um padrão, né? Da minimi, então, não, não, não
- 35:27estou dizendo assim, parceria de assim eu indicaria alguém para
- 35:32teoricamente, porque tem os estilos de ensino e tudo isso.
- 35:35Às vezes você troca construtivismo com não sei o que
- 35:39eu não sei, todos os nomes. Então, assim, querendo ou não,
- 35:42se você for para uma linha que está mais próxima da de vocês,
- 35:46vai ter menos impacto na criança, né?
- 35:51A gente já visitou, já conversou com as escolas de ensino
- 35:53fundamental daqui da região toda, né?
- 35:55Então a gente tem a gente busca sempre muito insumo técnico para
- 36:00responder as perguntas das famílias que falam para a gente,
- 36:02Ah, o que que você acha da escola?
- 36:03ABC. Ou d, né?
- 36:05Então, insumo técnico, porque a escolha da escola do fundamental
- 36:09é, tem, é muito de cada família, não existe a escola perfeita, é,
- 36:14não existe a escola única para cada para todas as crianças que
- 36:17saem da minnimia, entende? Então, assim.
- 36:19A gente busca muito essas informações, a gente faz
- 36:22reuniões com as famílias para falar sobre as escolas, né?
- 36:25Assim a gente mostra, olha, a escola tal, ela é uma escola que
- 36:28usa metodologia tal, ela usa, sei lá, o sistema de avaliação
- 36:31dela é assim, os horários dela, né?
- 36:34Informação mais prática são funcionam dessa forma.
- 36:37A alimentação é dessa forma, a comunicação com as famílias é
- 36:41assim, metodologia de ensino. Sim, é, eu tô.
- 36:44Eu tô pensando. Porque eu fico pensando assim,
- 36:47você imagina? Eu vou lá.
- 36:49Eu vou falar a palavra em visto, tá?
- 36:52Porque fica mais fácil. Eu invisto esse tempo da
- 36:54criança. Ela se evolui num, num num, num
- 36:57ponto tal que nem você está falando diferente de um Monte.
- 37:00E aí se eu não escolher um não é que se eu errar, né?
- 37:04Eu acho que não existe, é é certo ou errado aí, mas num
- 37:08certo.se eu não fizer um negócio próximo do que eu trabalhei
- 37:12nesses últimos 645 anos. Na minimi com meu filho, quando
- 37:16eu botar em outra escola, não é que vai desandar, mas eu não vou
- 37:19poder aproveitar tudo aquilo que veio na evolução, concorda?
- 37:23Ou. Não aproveitar, a gente tem
- 37:26família, tem muitas escolas diferentes aqui na.
- 37:28Região, não, sim, eu não estou dizendo que é a mesma, estou
- 37:31dizendo que é aquilo que você falou, ter conectividade, talvez
- 37:33com. Um tipo.
- 37:35De ensino, alguma coisa nesse sentido.
- 37:37Exemplo do bilinguismo, né? As crianças saem da minimi com o
- 37:40inglês. Fluente.
- 37:42Né, falando muito bem. Se for para uma escola que não
- 37:45tem inglês, muito possivelmente, e não tiver mais o contato com
- 37:47inglês, não tiver, sei lá, em um curso, alguma outra coisa assim
- 37:50que permita que ela se desenvolva mais, ela não vai
- 37:53desenvolver aquilo fato, né? Agora, claro, existem opções
- 37:57sim, eles podem optar por falar não, tudo bem, eu vou fazer de
- 38:00inglês, eu vou colocar no curso de inglês, ou então assim, olha,
- 38:03não, tudo bem, para a primeira infância, eu gostei muito da
- 38:05menininho, mas o inglês, o inglês era importante.
- 38:07Agora, claro, o bilinguismo não é só o inglês, a gente também
- 38:10usa o bilinguismo por uma questão de formação cerebral ali
- 38:12dentro da menininha, então? Nessa primeira infância, isso aí
- 38:15já aconteceu. E agora eu quero o meu filho,
- 38:16que ele vai para um colégio normal, mega tradicional e que
- 38:19não vai falar inglês. Está tudo bem.
- 38:21E sabe que a gente tem visto? Vai se desenvolver de uma outra
- 38:23forma? Vai, claro que vai, mas vai se
- 38:26desenvolver também, gente, assim é, é o que eu estou falando.
- 38:29Não existe certo ou errado nisso.
- 38:31Existe muito a opção de cada família, né?
- 38:34Assim, são escolas que fazem sentido para aquilo que você
- 38:37acredita enquanto valores da sua família, né, que não é certo ou
- 38:40errado, é de cada um. Então, e assim, Ah, se eu tenho
- 38:44medo de errar na escolha da escola, no fundamental, nada, tá
- 38:47escrito em Pedra. Foi para o primeiro ano numa
- 38:50escola que você não gostou, você pode mudar, né?
- 38:52Não, nada impede. Então, assim, essa escolha é
- 38:58muito individual, a gente tá lá para ajudar.
- 39:00Mas não existe uma escola que a gente fale, não vai pra essa a
- 39:03gente não. Faz muito mais sentido sair da
- 39:05minimi ir pra escola x não nesse sentido.
- 39:07Porque a. Gente tem visto na prática assim
- 39:09mesmo, escolas que tem uma abordagem muito diferente da
- 39:11minimi é essa Constituição da primeira infância, dos zero a 6
- 39:15anos, que é quando crianças. Desenvolvem.
- 39:19Que fala? Mas é quando tem a formação
- 39:21básica mesmo, né? De formação cerebral, neural,
- 39:24valores e tudo mais. Quando a gente faz essa parte
- 39:28muito bem feita. Ela tende a ter uma
- 39:31adaptabilidade em todos os sentidos, independente do do
- 39:35estilo da escola, que for de maneira muito mais suave.
- 39:38Então tem crianças que vão seguir a mesma abordagem da da
- 39:42minimi e talvez seja mais fácil na hora que ela chegue lá, que
- 39:44ela já sabe qual é a forma de aprender.
- 39:47Mas crianças que vão para uma metodologia totalmente diferente
- 39:50da gente, o que a gente tem recebido de feedback?
- 39:52Até da própria criança, porque ela vai lá visitar a gente.
- 39:55É que tem sido também tranquilo para ela, sabe, porque tem muito
- 39:58estilo da e até crianças que vão para fora do Brasil.
- 40:01Que vão para escolas na? China em Singapura, porque essa
- 40:04base foi muito bem feita, né? Se essa base?
- 40:07Essa base de vocês também dá essa possibilidade para escola
- 40:11de Internacional? Sim, a gente tem várias crianças
- 40:14que se mudam no Brasil, com certeza essa.
- 40:16Forma de ensino é muito conectada, é muito conectada,
- 40:19internacionais, inclusive. A gente recebe algumas famílias
- 40:21estrangeiras também. É?
- 40:22A gente tem. Crianças patriada, né?
- 40:24Que fica, depois volta para o seu país de origem e fica bem
- 40:26lá. Então é essa base bem feita, a
- 40:29primeira infância bem feita. Por isso que a gente insiste em
- 40:31não ir para outros segmentos, embora a.
- 40:33Gente. Aí ele fica meio tentada.
- 40:35E várias famílias falam pra gente, né?
- 40:37Não acredito. Faz uma big.
- 40:39Não vão para o primeiro ano, vocês não vão dar.
- 40:41Mas não existe vontade de esticar.
- 40:43Não, não, porque a gente é especializada na primeira
- 40:46infância exatamente por isso. A gente quer fazer muito bem
- 40:48feita essa parte. A gente acredita que se começar
- 40:51a ter outras outros segmentos da nossa escola, lógico, né?
- 40:54Ou expande o que a gente foca, a gente vai vai ter outras áreas
- 40:57pra gente olhar. Então nosso olhar 100% daqui,
- 41:00sai daqui. A minimi é toda feita pra
- 41:03criança dos zero aos 6 anos, arquitetura e olhar e formação
- 41:08da da nossa equipe. Então, hoje não teria?
- 41:11De marketing é muito mais fácil eu vender uma escola que tem da
- 41:14educação infantil e ensino médio focando no ensino médio.
- 41:17É muito mais fácil eu falar pra pra uma família, olha, seu filho
- 41:20vai muito bem no Enem. Se ele fizer aqui a escola ABC
- 41:24ou d, né? Então você acaba deixando a
- 41:26educação infantil de lado. As escolas grandes dificilmente
- 41:29tem um olhar pra educação infantil, de de usar aquilo ali
- 41:33como como a prioridade. Assim, eu não.
- 41:36Eu acho que eles não é por isso. É porque assim, querendo ou não,
- 41:39vocês. Vocês escolheram a área mais
- 41:42difícil da educação, eu acho, porque a escola grande, ela está
- 41:45focada em girar dinheiro. Assim.
- 41:47Não, não dizendo que ela não foca na criança, tá?
- 41:51Sim. Mas ela está focada em dinheiro.
- 41:54E vocês, teoricamente, vocês estão com o bem mais precioso e
- 41:58na época mais complexa, eu acho mais mais da da da estruturante.
- 42:01Então acho que ela faz mais estruturante, eu não sei, nem
- 42:03isso é mais complexa. Não complexa, eu digo assim que
- 42:06nem a gente já falava. Você vai pegar a criança muito
- 42:09nova de você chegar e ter é na outra.
- 42:13A criança, querendo ou não, ela já passou por várias coisas.
- 42:16É, já foi, voltou, tá? É?
- 42:17Mais difícil, a primeira infância mesmo.
- 42:20Então assim, realmente eu acho que é um momento.
- 42:22E aí? E é o que você está falando?
- 42:23Você está com uma escola, não sei que que nem você falou
- 42:26quantos alunos tem lá. 200 e alguma coisa.
- 42:28Então aí tu pega uma escola que tem ensino médio e tal.
- 42:32É a escola de não sei quantos, 1000 alunos.
- 42:34Aí aí, imagina o aí, olha só. O foco não vai ser consigo.
- 42:39Nem imaginar. Mas tu imagina essa criança toda
- 42:42e aí esse, porque todas as pessoas de escola, quando eu
- 42:46falo é querendo ou não é uma responsabilidade absurda.
- 42:51Então assim aí, e aí, o que eu te falo?
- 42:53EE na de vocês, eu acho que é. Assim vocês seriam, sabe o quê?
- 42:58Eu acabei de pensar. Agora vocês seriam a Fórmula 1
- 43:01do ensino, sabe? A Fórmula 1 por quê?
- 43:04Porque a categoria mais importante que eu acho nisso aí,
- 43:07por todo o impacto, por toda a responsabilidade e pela época da
- 43:13criança. Então, assim, fica realmente
- 43:17difícil você pensar no outro sem você focar e tá ali, naquele
- 43:21momento que todo mundo tem uma atenção maior.
- 43:25Eu, eu, eu. Se a gente fosse pro
- 43:27fundamental, a gente perderia esse olhar, entendeu?
- 43:30Não tem como. É muito difícil você conseguir,
- 43:33você conseguir manter essa proximidade com as famílias,
- 43:35você conseguir manter esse olhar desse desse cuidar e educar, que
- 43:39tem que caminhar juntos, né? É, é muito difícil você fazer
- 43:43isso. Investimento, investimento de
- 43:44conhecimento, de formação. A gente manda também equipe para
- 43:48uma parte da da nossa equipe para Itália.
- 43:49Todo ano fazer uma formação lá, a gente já foi aí que a gente
- 43:53foi. Professor, eles foram.
- 43:54Professoras. Vai atualizando a.
- 43:56Gente participa de Congresso, em outros estados, a gente faz
- 43:59pesquisa pública, então, assim, se a gente abre para outros
- 44:02segmentos, o tempo é único, né? A gente vai ter que direcionar a
- 44:05pessoa. Não dá pra fazer tudo, não dá a.
- 44:07Gente optou, está aqui porque é o que a gente acredita.
- 44:10Como propósito, né que você falou?
- 44:11História, né? A menine surgiu por um
- 44:13propósito, sonho de infância, que a gente acredita de
- 44:15contribuição para a humanidade. Tem todos esses olhares antes de
- 44:18de tem pensar como empresa em si, né?
- 44:21E aí a gente acredita que a gente focando nessa primeira
- 44:24infância, esse nosso impacto vai crescer muito maior.
- 44:26Você. Existe uma idade crítica onde o
- 44:29cérebro é moldado para sempre assim uma idade.
- 44:32Específica é, é essa. Faixa etária toda.
- 44:35A gente nessa faixa etária existe.
- 44:37Uma janela de oportunidade neural que não não volta.
- 44:40Gente, aquilo ali não, não existe em outro momento na vida,
- 44:43né? Assim, a as sinapses, a forma
- 44:46como aquilo ali tá se moldando não acontece em outra fase da
- 44:49vida. Então o bilinguismo, né, que a
- 44:51gente tava falando, vai muito além do falar inglês, porque
- 44:54quando a criança é exposta a mais de um idioma, né?
- 44:56Essas sinapses são formadas de uma outra forma.
- 44:59Então, esse esse bilinguismo na primeira infância faz a pessoa
- 45:02ter uma capacidade maior de é é de empatia, porque ela vai olhar
- 45:07as diferenças de um outro jeito, porque ela vai aprender a se
- 45:10comunicar de uma outra forma, né?
- 45:12Não só No No no inglês, mas no idioma dela também, né?
- 45:16É. Hoje existem diversos estudos
- 45:18que mostram isso, né? Que esse cérebro bilíngue, ele
- 45:20tem uma capacidade maior de resolver com problemas
- 45:23complexos, de olhar fora da caixinha.
- 45:26De é entender as diferenças do mundo de um outro jeito, de ter
- 45:29um olhar mais. É empático para isso e vai muito
- 45:34além do falar inglês, até porque a criança nessa faixa etária,
- 45:37ela tá aprendendo a se comunicar.
- 45:38Ela tá aprendendo a linguagem de uma forma global, né?
- 45:40Então a forma como ela tá aprendendo em inglês é muito
- 45:43diferente da forma como a gente enquanto adulto aprende, né?
- 45:46Esse segundo idioma da linguagem, né?
- 45:48É isso. Uma outra, uma.
- 45:51Outra dúvida que eu. Tenho é essa parte de ansiedade
- 45:54infantil. Vocês acham que ela ela está
- 45:56aumentando nessa nessa geração nova?
- 45:59E o que que você acha que isso influencia para é nessa geração?
- 46:04Pra pra ter tanto isso? Os dados mostram que.
- 46:07Aumentaram muito, né? Muito a gente nos dados da da
- 46:10+20 para cá, a gente tem tido muita pesquisa.
- 46:13Que a pandemia estimulou essas pesquisas também.
- 46:16Mas é ansiedade, depressão infantil e de de adolescentes
- 46:20adolescente, suicídio na infância, que não era um dado.
- 46:24Muito relevante. Passou a ser muito é relevante.
- 46:27E aí, com base no que os estudos mostram mesmo, né?
- 46:30A gente mergulha bem nesses estudos.
- 46:32Assim, um grande ponto de agravante é a tela, né?
- 46:37Que se tornou terceira mão aí, né?
- 46:41A coisa tela de. Artismo.
- 46:44Não, mas, mas já até uma. Certa idade você acha o assim,
- 46:48vamos dizer para vocês que estão nesse momento que tem esse de 0
- 46:52a 6? Existe 111 direcionamento para
- 46:57não ter tela até tantos anos não fazer isso, então acho que hoje
- 47:00as pessoas estão muito mais preocupadas.
- 47:01Com isso, né? Se você for olhar 56 anos atrás,
- 47:04talvez não tivessem tanto, né? Hoje os perigos estão muito
- 47:08claros. Hoje está tudo muito mais.
- 47:09Claro. As pessoas estão entendendo mais
- 47:12que não dá para você deixar uma criança com um celular na mão.
- 47:16Assistindo vídeo sozinha ou é é porque também o pessoal não?
- 47:19É, sempre teve, é porque eu acho.
- 47:20Que o pessoal não é? Para ter tela, isso a.
- 47:23Sociedade de pediatria a gente sempre falou zero a 20, tela,
- 47:28depois, a partir da da cidade, o que ela já é, TV.
- 47:31Também, também também. Aí depois começa com ATV.
- 47:35Porque você, o celular, a TV e vídeos tem uma questão de
- 47:39imediatismo. A criança é quem manda no que
- 47:41está ali. A TV TEM um controle remoto, ok,
- 47:43mas menos, né, não é o dedinho passando os shorts, né?
- 47:48Do YouTube Julius é perigosíssimo, são
- 47:51neurologicamente falando, é dopamina que vai.
- 47:54Influenciando o teu cérebro de uma forma é poda neural, é um
- 47:57processo neural. Muito, muito, muito, muito é da.
- 48:00Evolução humana desde que O Primeiro Homem.
- 48:02Existiu. É uma questão de de como nosso
- 48:05cérebro processa para que a gente identifique nossa só só
- 48:08que a gente nunca teve. Tanta geração, porque
- 48:10antigamente nunca teve isso. É, a gente não tinha isso não.
- 48:13Então é porque muita gente que está aí não foi criada no
- 48:16telefone. Veio o telefone, por exemplo, eu
- 48:18fui ter telefone com a primeira geração 20 e pouco.
- 48:21Então é isso? A gente passou uma geração
- 48:23inteira. A gente não sabe como, sem nada
- 48:25é. A gente é a primeira geração.
- 48:27Da transição. Do analógico para o digital, a
- 48:30nossa infância a gente não teve como a infância.
- 48:33Dos nossos filhos, então a gente está tendo que.
- 48:35Aprender a educar de maneira que a gente nunca vivenciou.
- 48:39Então é uma imaginação muito desafiadora mesmo.
- 48:42É muito. É muito fácil.
- 48:43E por isso que os. Perigos da tela.
- 48:44Estão vindo depois de um tempo de uso.
- 48:47É, é muito fácil. Então hoje já tem movimentos
- 48:50assim. O próprio governo hoje começou
- 48:52no Rio, inclusive, é motivo de orgulho.
- 48:54Mas proibir é celulares de escola, você?
- 48:57Tem 1 ano e meio, mas isso tal isso?
- 48:59É, é lei, isso é lei em celular, então?
- 49:01Todo mundo é café Brasil. Inteiro pode estar com, mas não.
- 49:04Pode usar o celular, tem escolas que retiram, mas é, tem umas
- 49:07questões. Mas o?
- 49:08Adolescente, até o jovem não pode usar o celular no Recreio,
- 49:12nos intervalos durante a aula, salvo se for para alguma
- 49:16pesquisa acadêmica. Mas que raro, né?
- 49:17Um fundo pedagógico que você perde um pouco esse rico.
- 49:20Não é porque como é que você controla?
- 49:22É porque o qual o problema? Antigamente?
- 49:23anão. Então eu sei.
- 49:26Mas antigamente? A gente como a gente foi criado,
- 49:29a gente hoje, o celular, ele faz tudo uhum, querendo ou não é.
- 49:33Minha mãe fala muito isso, Ah, é no na Palma da tua mão não tem
- 49:37tudo, você tem tudo. Então a gente não.
- 49:39A gente foi vivendo a transição assim.
- 49:41O celular era meio que rádio. Celular depois tinha uma
- 49:45linhazinha, celular depois falava e fazia não sei o quê.
- 49:48Então a gente foi meio que evoluiu no ensinamento, mas foi
- 49:51um pouco. Não, não, mas não.
- 49:53Eu acho que foi rápido, mas a gente passou pelo é hoje a
- 49:56criança, ela recebe e fala assim, o que ela quiser,
- 50:00querendo ou não. Então o telefone tem o que ela
- 50:01quiser. Esse imediatismo é o que gera
- 50:03muito. Essa ansiedade, né?
- 50:05Entendeu? Porque quando a criança tem tudo
- 50:06na mão ali, ela ela não tem que esperar.
- 50:08Na nossa época, para a gente ver um desenho animado, a gente só
- 50:11podia ver o desenho animado às 10:30 da manhã no.
- 50:13Programa x hoje não, o filme da. Da superciny esperava a semana
- 50:17inteira. É, é isso o filme do.
- 50:19Hoje não, hoje você pega, quero ver, tá bom, tá aqui, toma, você
- 50:23tá, tá na tua mão. A criança tem isso muito
- 50:25imediato hoje e isso gera ansiedade, né?
- 50:28Isso aí quando você não tem, pô, mas espera aí, como é que eu
- 50:31pode? Como é que eu tenho que esperar?
- 50:32Como assim eu não posso esperar, não é essencial para saúde.
- 50:35Emocional ouvir não limite e esperar também.
- 50:38Frustração como é que você se forma um ser humano sem se
- 50:41frustrar? Sem ouvir não, sem saber
- 50:43esperar. Não é tudo na hora que eu quero.
- 50:44E aí eu celular então isso na escola a.
- 50:48Gente, aprende muito isso na escola, né?
- 50:50Sim, porque é tu. Não.
- 50:52Eu digo assim, na escola é o maior impacto.
- 50:54Não, não, não você. Aprende muito isso na?
- 50:55Escola, mas não, mas é. Se a família não tem um limite
- 50:58em casa? Não, não sim, mas eu digo.
- 51:00Aprende muito na escola, porque na escola que nem se falou, tu
- 51:02entra lá tudo é não quem manda, não, não, não, não.
- 51:06Eu digo assim, tudo não, não é tudo não, que eu quero dizer
- 51:09assim, tem regra, né? É você.
- 51:11Você não manda, você você tá lá pra obedecer assim, eu tô
- 51:15falando da minha geração, na minha geração a professora
- 51:18mandava, tu tinha que sentar lá e ela faz isso, faz aquilo, Ah,
- 51:21tu pode fazer isso, não. Então assim, então, nesse
- 51:25sentido, é um negócio que você aprende muito.
- 51:26Eu em casa recebia muito não, porque minha mãe não, não pode
- 51:29fazer isso, não pode fazer aquilo e então assim, mas hoje
- 51:32você vê, a criança tem muita dificuldade do não.
- 51:36Tudo. Tudo.
- 51:37Ela. Ela pode, gente.
- 51:38Ela quer de amor você dizer não para uma criança.
- 51:41Você está ensinando para ela, né?
- 51:43Dá um trabalho do caramba. E ela ela não tem.
- 51:45Ela não tem ainda a capacidade emocional, cerebral.
- 51:49Mesmo de. De lidar com essas emoções, né?
- 51:52Isso aí é é neural também. Mais uma vez a gente está
- 51:55falando de. De cérebro infantil, formação
- 51:57com 25. Anos, ele precisa de alguém.
- 52:00Maduro dizendo para você, eu nem posso, eu nem posso falar.
- 52:03Um pouco além de senão vamos zerar o nosso programa.
- 52:06Porque o erro? Eu fico alucinado com com o
- 52:10pessoal não ter um desenvolvimento relativo.
- 52:13Hoje em relação a conhecimento, as coisas, eu acho que o pessoal
- 52:17muito raso e esse não assim. Até para que a criança possa.
- 52:22Se melhorar mesmo, se avaliar, não é um não do não porque eu
- 52:26disse não? Porque eu mando aqui, acabou é
- 52:28um não. Explicando.
- 52:29Porque que não? Explicando, acolhendo porque não
- 52:32é a hora, porque. Não sei o que, então assim, eu
- 52:34não eu quero. Empurrar meu amigo porque ele é
- 52:37bom, meu, meu, quero é genuíno a dor da criança, ela tá com raiva
- 52:41real e aí a gente vai explicar Pra Ela que você tá com raiva e
- 52:44sentir raiva não tem problema nenhum, porque né, antes que
- 52:48feio sentir raiva. Não, não.
- 52:49Todo mundo sente, é uma, é uma emoção.
- 52:51Essencial. Base que a gente tem que sentir
- 52:53raiva, vai poder viver, né? Tinha.
- 52:55Agora não tem como, não. Sentir.
- 52:56Na vida vai ser com essa, então controla para criança.
- 53:00Só que a. Criança você controlando?
- 53:01Ela não sabe que a raiva que a criança sim, sim, ela está
- 53:05aprendendo, ela não. Sabe o que fazer mesmo?
- 53:07Então, a gente precisa, tem que acolher, tem que olhar o que que
- 53:10ela faz. Entendi essa raiva.
- 53:11Então a gente primeiro ensina a criança ela entender que ela
- 53:13está com raiva, porque isso que você está sentindo é a raiva.
- 53:16E isso é muito válido. Você vai sentir.
- 53:18Você não controla sua raiva. A gente não controla o
- 53:21sentimento. Você está triste?
- 53:22Você está triste? É controla sua ação que a gente.
- 53:24Controla o que que eu faço? A.
- 53:25Parte de de então, nada. Justifica, nada vai te.
- 53:28Permitir bater no seu amigo porque você está com raiva.
- 53:31Mas aí a criança ela não sabe que tá bom, mas eu faço o que
- 53:33com as raiva? Então a gente tem o segundo
- 53:35passo, explicar para ela ensiná la o que ela pode fazer além de
- 53:39empurrar o amigo. Então isso dá um trabalho
- 53:41enorme. Mas a gente cria adultos
- 53:43funcionais, né? É que ele sabe o que fazer com
- 53:46aquilo que ele sabe com a mulher.
- 53:47Lidar depois com o colega de trabalho, ou com o filho dele,
- 53:51ou com o parceiro, a parceira, enfim, mas ela não pode vir o
- 53:54teu. Amigo, se você fala, só não não
- 53:56faça isso, a criança isso aí para ela não, não é válido.
- 53:59O que ela tem que entender é como que a gente faz a Ana
- 54:02mimimi, a gente abaixa, a gente olha no olho da criança.
- 54:04Eu entendi, você ficou muito chateado porque o amigo pegou o
- 54:06teu carrinho, mas aqui você não pode empurrar de jeito nenhum.
- 54:09O que que você pode fazer? Você pode perguntar para ele se
- 54:11você pode brincar junto. Você pode pegar outro carrinho.
- 54:14O que que você quer fazer? Sair da sala e respirar é.
- 54:17Você pode conversar com alguém, você pode beber uma água e a
- 54:19gente ensina que está tudo bem. Tem isso para tudo mais, né?
- 54:23De receção positiva que muitas. Vezes é mal interpretada, né?
- 54:28Essa educação positiva muitas vezes é você.
- 54:30As pessoas acham que é falar assim, né?
- 54:32É falar assim, não é isso não é você debater com criança,
- 54:36explicar, explicar, explicar com criança não tem debate, não dá o
- 54:39não é o não, você vai falar. A regra é não pode empurrar.
- 54:42O que que você pode fazer ao invés de empurrar?
- 54:45Mas a regra tem que estar muito clara para criança, isso aí,
- 54:47esse limite, deixar ela segura, porque ela entende que no
- 54:50ambiente coletivo o limite dela também é o limite do outro.
- 54:53Então ela também não pode ser empurrada, né?
- 54:55Então isso gera uma segurança para criança ficar bem lá dentro
- 54:57também é fundamental, gente, o educador.
- 55:00Dela seja o professor, sejam os pais.
- 55:03Ele tem que também estar preparado para lidar com esse
- 55:06não, porque a gente está falando de uma criança pequena voltando
- 55:09ao a tela. Ela quer estar lá com a, com a
- 55:11tela dela, com o tablet, com o celular.
- 55:13Aí os pais têm que ser muito firmes e falar, não vou te dar,
- 55:15você não vai ter, porque não é bom, porque te faz mal.
- 55:18A criança vai chorar. Você pode brincar de boneca?
- 55:21Existe. Uma você tem que deixar.
- 55:23Fazer, mas aí? É difícil às vezes pro pros
- 55:25pais. Vê isso, lidar e conversar de
- 55:28novo. Ah, tá bom, toma a tela.
- 55:29Então. E aí a gente fica num.
- 55:31Ciclo, então, mas. Existe, existe.
- 55:33Uma não uma educação continuada, mas alguma coisa que vocês
- 55:37também ajudam nos pais para nesse período ajudar esse esse
- 55:42processo. Porque também é o que você tá
- 55:43falando aqui. Você você faz uma força enorme
- 55:46para o filho não ter as coisas. Não é que não ter é ser educado
- 55:50certinho, tal, tal, tal, tal. Aí chega em casa, aí ele não, eu
- 55:54quero a tela. Toma aqui aí o tudo, o todo.
- 55:58O outro lado que você fez, ele acaba.
- 56:01Então existe um processo. É conjunto com a família, né?
- 56:05A gente tem roda de conversa. Com os pais, periodicamente a
- 56:08gente tem. A gente chama especialistas para
- 56:10falar sobre temas específicos, né?
- 56:12E convida as famílias para participarem, né?
- 56:14Então a gente tem formação de pais também.
- 56:16Formação de pais, claro, e a gente?
- 56:18Tem o dia a dia com eles. Né?
- 56:19Então, se uma criança está com o comportamento que chama a nossa
- 56:22atenção, a gente tem uma psicóloga na escola, orientadora
- 56:25pedagógica, que tem esse papel de orientação mesmo das
- 56:27famílias, né? A gente chama para um bate-papo
- 56:30para ajudar mesmo. Vamos para esse caminho.
- 56:32Nessa estratégia, você pode. Fazer, mas em cada essa
- 56:34estratégia atrás do. Feedback a gente vai junto,
- 56:36então tem essas formações mais amplas, né?
- 56:38Roda de conversa, palestra, bate-papo.
- 56:41Coletivo, mas tem um olhar individual para cada criança.
- 56:44Então a gente acredita muito. A escola é um ambiente coletivo.
- 56:47Regras são coletivas, as aulas são coletivas, mas a criança é
- 56:50individual, o olhar individual, então a gente.
- 56:52Trabalha muito e valoriza. Muito esse olhar individual para
- 56:54essa convivência do coletivo. E isso cabe para as famílias
- 56:58também. Então a gente tem esses e as e
- 57:00as famílias, como já conhecem a gente já tem uma aproximação.
- 57:03Elas têm esse movimento inverso também.
- 57:05Elas buscam a escola. Me ajuda pedindo ajuda, não sei
- 57:08como fazer. Aqui vocês estão.
- 57:09Observando assim aí, e aí a gente vai construindo essa vida.
- 57:12Está muito difícil em casa esse verbote two, meu Deus.
- 57:15Eles não estão conseguindo lidar com esse momento de.
- 57:17Birra, me ajuda? A gente tem muito isso.
- 57:20E cada vez mais. Né?
- 57:22A gente quer realmente incentivar isso a cada vez mais
- 57:24pra que a gente seja essa Vila realmente pronto dessa.
- 57:26Vocês acham que os pais hoje estão mais?
- 57:27Presentes ou eles estão mais culpados?
- 57:31Ah, eu acho que. É difícil responder isso, eu
- 57:34acho que a. Culpa da mãe é uma coisa que
- 57:36nasce com a mãe, o que é muito ruim, que a gente deveria muito
- 57:39falar mais sobre isso, porque é muito ruim você viver se
- 57:43sentindo culpado. E o winnicott, que é um
- 57:46psicólogo, que a gente também é uma base, fala um Monte de
- 57:48educação infantil. Ele ele desenvolveu lá atrás um
- 57:51conceito maravilhoso que é da mãe, suficientemente boa.
- 57:54Você não tem que ser perfeito, você tem que ser suficientemente
- 57:56boa. É o que dá para você ser com a
- 57:58sua busca de querer ser cada vez melhor.
- 58:01Então, quando a gente fala de formação de pais, cara, a gente
- 58:03estuda para fazer uma receita às vezes, né?
- 58:05A gente estuda para tudo também, tem que estudar para ser pai e
- 58:08mãe também, né? A gente não nasce sabendo assim,
- 58:11mas essa culpa impede com que a gente faça muitas coisas e
- 58:14impede com que a gente eduque de maneira firme, de maneira
- 58:18segura. Pai, eu fico longe do meu filho
- 58:19o dia inteiro, eu vou falar não. Não é um ato de amor.
- 58:22Sim, a gente usar o tempo, porque seja pequeno com os
- 58:25nossos filhos, mas que seja um tempo de qualidade.
- 58:28Não tô, não tô trabalhando, não tô com celular, não tô vendo, tô
- 58:31de fato inteira com você. Não adianta nada eu falar pro
- 58:33meu filho assim, olha. Não, não usa a tela, não, tá?
- 58:36Mas eu tô no celular, jantando, então esse momento realmente tá
- 58:40junto. Tá aproveitado, né?
- 58:41É um tema que a gente tem que falar mesmo assim agora.
- 58:45Buscando, né? A gente está realmente o melhor
- 58:47que a gente pode ser sem essa culpa, mas hoje, assim, a gente
- 58:51é 11. Geração híbrida, né?
- 58:53A gente nasceu no analógico e virou digital.
- 58:55A primeira geração nesse sentido e a primeira geração que a gente
- 58:58está ouvindo muito falar de educação parental, como não?
- 59:01Como a minha mãe não ouvia, com certeza.
- 59:04Então hoje tem muita a internet também e hoje a é, porque hoje.
- 59:07Não é porque hoje ela é porque ela dá muito, é porque hoje
- 59:11você, querendo ou não, a gente fala isso.
- 59:13Você dá muito acesso a conteúdo para todo mundo, você tem que
- 59:16saber é, é filtrar e o que que você vai utilizar.
- 59:19A gente fala muito a pô, se você só olhar coisa ruim, você só vai
- 59:22achar que é ruim. Você tem, você tem os 2 ruins
- 59:24que nem você falou, é, tem, você tem para melhorar, porque você
- 59:28tem todo mundo colocando, você tem mais exemplos aí é o que
- 59:32você falou, você consegue olhar mais, pô, como é que tá
- 59:34acontecendo isso no mundo tal, tá isso no outro lado, tá, aí
- 59:37também tem o outro lado é que as pessoas acabam.
- 59:42É botando na conta da internet tudo, né?
- 59:45Não dá, né? A coisa é positiva e a gente tem
- 59:47esse. Controle saber como colocar, né?
- 59:50Então por aí você falando do dos pais presentes.
- 59:53Eu também acredito que hoje a gente tem mais consciência, a
- 59:56gente tem mais tá importante de estarmos presentes e do papel e
- 59:59do papel da criança dentro. Dessa família.
- 1:00:01Eu acho que isso hoje está mudando um pouco, né?
- 1:00:03Assim, acho que o olhar está sendo um pouco diferente dessa.
- 1:00:05Essa presença tem a ver com isso também, né?
- 1:00:08Da do dos pais olharem e falarem não, mas eu, eu, eu tenho que
- 1:00:10estar ali. Eu tenho que estar junto, não é?
- 1:00:12Eu não posso simplesmente delegar, não é um Mini adulto
- 1:00:15que vai estar pronto e se eu deixar lá, né?
- 1:00:17É. Então a gente vê isso também.
- 1:00:20A gente vê que está mudando essa relação, né, por mais que acho
- 1:00:24que ainda falta bastante, mas eu acho que ainda já tem um caminho
- 1:00:29aí que já caminhou. Vocês acham que a gente teve?
- 1:00:32Que existe uma geração de pais super protetores, que criaram
- 1:00:36alguns adultos inseguros, sempre teve, né?
- 1:00:40Não, eu acho que sempre teve, mas.
- 1:00:42Eu, mas eu acho que assim eu vou.
- 1:00:44Não é que sempre teve. Eu acho que na vida tem de tudo,
- 1:00:49mas é na nos últimos 1015 anos, no meio teve uma.
- 1:00:55Teve uma geração que não é o que você está falando, que ela
- 1:00:59ficou. Eu acho que essa geração no meio
- 1:01:01vamos. Dizer é, ficou.
- 1:01:02Ficou assim essa geração de. 20 anos de hoje, né, que é uma
- 1:01:06geração que teve uma infância digital.
- 1:01:08E hoje já está adulta, né? De 20 e poucos.
- 1:01:11É 20, é geração 2000. Né, geração 2000, né?
- 1:01:15É uma. Geração que ela ela, a gente não
- 1:01:18tinha informação sobre a tela naquele momento.
- 1:01:20Né? Em 2000 acho que não, mas 2000
- 1:01:22ainda não tinha tela. Nesse, como tem hoje, não, não
- 1:01:24nem. Perto nem.
- 1:01:26Perto, mas não. Em 2000, ela nasceu em 2000, mas
- 1:01:28em 2010 já tinha. Ela tinha 10 anos.
- 1:01:30Ela Foi uma criança, ela. Foi uma criança.
- 1:01:32Conectada é já tinha celular, 2010 já.
- 1:01:35Estava com o celular e que não, não, não existia.
- 1:01:38A informação que tem hoje sobre como que aquilo ali funciona,
- 1:01:41então impactava, não é? Acho que são, são.
- 1:01:43Sim, são jovens que. Estão a gente vê 11 incidência
- 1:01:47maior sim, que a gente estava falando de.
- 1:01:49Ansiedade de depressão, de pessoas com com dificuldade de
- 1:01:54relacionamento, né? Tem.
- 1:01:57E se a gente olha, existe hoje. História de criação, história
- 1:02:00de. Formação e agora, dos últimos 50
- 1:02:02anos para cá, que impacta nesse ponto?
- 1:02:04Primeiro a gente tinha, né? Que Oo pai, o homem trabalhava,
- 1:02:08a mãe não trabalhava, ficava ali só com as crianças e tudo mais e
- 1:02:13de uma época de mais firmeza, de mais, não de mais a criança mais
- 1:02:16como autoridade. Aí a gente veio para uma geração
- 1:02:19que as mães entraram no mercado de trabalho também e que as
- 1:02:22crianças tiveram uma outra pessoa nessa, junto com essa
- 1:02:25regente de apoio, seja um funcionário, uma babá, seja uma
- 1:02:28avó, uma tia, quem for são já é uma outra pessoa aí com essa
- 1:02:31questão e a culpa caindo mais sobre essa mãe que começou a
- 1:02:34trabalhar. Então essa mãe mais culpada, ela
- 1:02:36tendia, atende, né? A falar mais feminicida.
- 1:02:40E aí essa. Mãe, que e esse?
- 1:02:42Pai que foram criados com muita autoridade, começaram a ser
- 1:02:45muito mais soltos. Não, isso foi muito ruim pra
- 1:02:48mim. Eu vou.
- 1:02:49Tinha aquele que passou um. Aperto essa alternância de
- 1:02:52gerações com. Isso a gente entra numa.
- 1:02:54Questão de violência de condomínios.
- 1:02:57Então eu fui criada na rua, né? Assim, podia brincar na rua hoje
- 1:03:00em dia, né? Não, hoje quase.
- 1:03:02É que. Hoje, quase quase nenhuma mãe,
- 1:03:05quase nenhuma mãe. É o que você tá falando hoje?
- 1:03:08É, é. Existe como?
- 1:03:10A gente tem acesso AA vários tipos de coisa.
- 1:03:14Você você pondera, vou deixar meu filho, aonde que nem você
- 1:03:17está falando? Antigamente você podia deixar aí
- 1:03:19hoje você deixa na rua, aí você vê, você tem informação do que
- 1:03:21acontece e em em atual tempo, porque antigamente você deixava
- 1:03:26na rua, querendo ou não, a pessoa estava tranquila, você
- 1:03:28estava tranquilo. Hoje você fala assim, fica do
- 1:03:31lado do celular, é bota um PIN no garoto, bota um PIN no
- 1:03:35garoto, aí você vai bota OA galera, usa.
- 1:03:38Esse é tag na criança, quando a gente faz um passeio, todos.
- 1:03:41Vão de tag? Todos OK, tá?
- 1:03:43É OK. É isso mesmo.
- 1:03:44Hoje você está. Acompanhando agora o que que eu
- 1:03:46vejo? Hoje, né?
- 1:03:47Pra pra para as crianças de hoje, né?
- 1:03:50As nossas crianças assim, porque a gente recebe pessoas do
- 1:03:52mercado de trabalho que trabalham com a gente hoje que
- 1:03:54eu tenho 20 e pouco e é nítido isso, tá?
- 1:03:56É bem, é nítido a criação, né? A coisa menos não mais protegido
- 1:04:00e tal. Hoje a gente, essas pessoas de
- 1:04:0320 e pouco 30, estão virando mães e estão vendo também que
- 1:04:06tem um caminho intermediário entre falar só, anão e a criança
- 1:04:11não tem voz. E entre a criança tem todas as
- 1:04:13vozes, é só falar assim. Então, hoje eu percebo uma
- 1:04:16geração mais muito mais consciente, que são nas nossas
- 1:04:19famílias também. E que já entendem que tem que
- 1:04:21ter limite sim, que tem que ter regra sim.
- 1:04:23Que essa próxima geração não é porque é porque você.
- 1:04:26Teve é tipo eu menos super protegido?
- 1:04:29É, é. Porque o que ela falou?
- 1:04:30É, é. Por exemplo, eu fui criado pela
- 1:04:32geração que você falou meu pai ali em cima.
- 1:04:35Aí eu, eu nem tenho filho agora, mas eu eu começo a ver.
- 1:04:39É. É por exemplo, que a geração
- 1:04:422000. E aí você começa a comparar, tu
- 1:04:44fala assim, pô, não dá, né? Certas coisas.
- 1:04:46De vez em quando você vai conversar, você você toma um
- 1:04:49susto de algumas coisas. Eu fico assim.
- 1:04:52Então eu, por exemplo, já se eu. Quando eu for ter o filho ou
- 1:04:56pensar, eu já não vou ser, eu não vou conseguir ser o liberar
- 1:04:59tudo aham porque eu já vi o que que anão é, porque você já viu.
- 1:05:03Você já viu o que que acontece. Você talvez não queira Oo que
- 1:05:07seu pai fez, porque é é igual aquela história, você viu assim,
- 1:05:11pô, estava apertado demais, então você vai tentar ficar ali
- 1:05:13no meio termo. Para ajustar é isso, e esse
- 1:05:16ajuste não é Na Na. Primeira vez, né?
- 1:05:18Sim, não. Claro que não é.
- 1:05:20Continuo demais, soltei demais. Então eu vejo muita diferente
- 1:05:23para essa próxima geração, tá? Vejo mesmo?
- 1:05:26Não. Eu acho que é, é.
- 1:05:27O que a gente está falando? A gente fala muito.
- 1:05:30O mundo é cíclico, é cíclico. Ele, você, você vai aprendendo,
- 1:05:33errando, aprendendo, errando. E a gente está vendo 11, galera
- 1:05:36que. Está tendo filho mais velha,
- 1:05:37então são pessoas mais maduras também, né?
- 1:05:40Mais preparadas em termos até de vida para.
- 1:05:42Lidar com essa, com essa parentalidade, né?
- 1:05:44Pra entender como fazer aquilo ali funcionar sem tanta culpa,
- 1:05:49sem permissividade, mas ao mesmo tempo, também sem ser aquele,
- 1:05:52aquele super protetor, aquele que a sufoca.
- 1:05:55Agora, o principal. Ponto mais do que a idade, mais
- 1:05:58do que a experiência, mais do que o tipo de criação que a
- 1:06:01pessoa teve, o que faz a diferença mesmo nesse olhar é
- 1:06:05essa consciência, consciência do que gerou.
- 1:06:09Tempo, você é muito rígido conceito do que gerou é muito
- 1:06:12liberal, então a gente percebe até a busca dos pais para que
- 1:06:15faça uma rota de conversa com a gente, né?
- 1:06:18É muito maior que compre curso Na Na internet é que tem uma
- 1:06:23consciência maior de que a gente precisa olhar isso aqui.
- 1:06:27Educar um filho exige conhecimento, exige
- 1:06:30conhecimento. Eu preciso estudar isso e hoje a
- 1:06:32gente vê isso aumentando. Claro, né?
- 1:06:35Não existia na geração sim, sim, sim, essa oportunidade.
- 1:06:38Vai todo mundo. Aprendendo já.
- 1:06:40Tive agora quando meu filho mais.
- 1:06:41Velho que tem 13 apenas, embora já, mas apenas, né?
- 1:06:46Não tinha o nível de conhecimento sobre educação que
- 1:06:48eu já tive no meu filho de 10, 2 anos depois.
- 1:06:50Só então isso tá rápido, sabe? E também tu usou ele querendo
- 1:06:54ou. Não, tu usou 11.
- 1:06:56Dá exemplo para o outro. Você vai aprendendo.
- 1:06:58Não tem a gente na Mini mi. Eu já estudava.
- 1:07:00Muito sobre, porque eu sempre me interessante, mas assim eu.
- 1:07:02Vejo a geração, sabe? A gente hoje percebe os nossos
- 1:07:05pais da minimi com muito mais informação na mão.
- 1:07:09Então isso gera consciência, né? Porque o conhecimento gera
- 1:07:12consciência, que gera mudança de atitude, comparação, tudo.
- 1:07:15Né, só faz sentido se muda atitude, né?
- 1:07:17Então a gente tem aí uma, qual a conversa mais difícil que vocês?
- 1:07:21Já tiveram com um pai ou uma mãe na escola mais difícil?
- 1:07:25É, é difícil. Né?
- 1:07:27Porque sem tantas? Né?
- 1:07:29A gente é uma escola muito inclusiva, então esse é um ponto
- 1:07:32que vem. Inclusão de maneira geral, tá?
- 1:07:35Consciência do diferente? Então isso cabe para educação
- 1:07:39anti racista, que é uma Bandeira nossa, a inclusão de atípicos
- 1:07:44mesmo, de uma maneira geral, né? E a inclusão do dia a dia, que
- 1:07:48ninguém é igual a ninguém, né? Então a criança mais agitada tem
- 1:07:51que lidar com a criança que é mais calma.
- 1:07:53Ela já quer estar lá no. Passo 3 e o outro ainda está No
- 1:07:57No passo um. Mas esses são conversas
- 1:07:59difíceis, que são dores muito viscerais, né?
- 1:08:02É? A criança sofre uma fala
- 1:08:04racista, por exemplo. É uma dor latente.
- 1:08:07A gente tem que trabalhar com toda a comunidade escolar e não
- 1:08:10é fácil essa conversa que você está.
- 1:08:12Perguntando é com os pais, né? Sim, a conversa falando não é
- 1:08:14fácil você conversar com uma família.
- 1:08:16Que tem uma criança, uma criança preta, que sofreu alguma questão
- 1:08:19dentro da escola, né? Isso não é isso.
- 1:08:21É uma dor muito forte, não. Eu acho que isso até para quem?
- 1:08:23É isso? Isso tem até hoje.
- 1:08:26Todas as conversas é que que gera exclusão, alguma coisa
- 1:08:31nesse sentido do filho, porque é o que a gente o que eu volto
- 1:08:34falar é, eu fico imaginando assim, não consigo imaginar, mas
- 1:08:37todo mundo fala isso, o pensa, eu acho que eu não sei qual
- 1:08:42seria o maior bem da humanidade. Eu não sei dizer isso.
- 1:08:45Mas eu sei dizer que a partir do momento que a pessoa tem um
- 1:08:48filho, se torna esse esse bem, se torna mó bem para aquela
- 1:08:52pessoa, então é tipo aquela coisa, qualquer coisa você vai
- 1:08:55falar do teu, do filho do outro. Do filho da pessoa, você tem
- 1:08:59alguma coisa igual você falou? Então se você for falar assim,
- 1:09:02Ah, ele é cortal, ele é isso, ele é baixo, ele é gordo, ele é
- 1:09:05magro, ele é qualquer coisa, ele é careca.
- 1:09:07Tudo que você for falar EEA pessoa levar num numa outra
- 1:09:10conotação, vai ser complexo, ainda mais nesse momento que nem
- 1:09:13se falou. Às vezes é a primeira
- 1:09:15maternidade da família, então ela, elas são assuntos
- 1:09:20sensíveis, né? Por isso que a gente pergunta,
- 1:09:22porque você acaba é. Tendo uma percepção muito
- 1:09:26diferente e vocês querendo ou não, não é que tá no automático,
- 1:09:29mas vocês vivem isso todo dia, mas vocês vivem.
- 1:09:32Então assim, é a é o que você tá falando?
- 1:09:34Experiência é igual. Vou, vou comparar com uma coisa
- 1:09:37esdrúxula, mas assim é, eu conheço muito o médico,
- 1:09:41trabalhei com o médico e o médico fala, a primeira vez que
- 1:09:43você vai dar uma notícia de morte é uma parada.
- 1:09:47Ele ele diz que é um negócio, é de é uma experiência muito
- 1:09:51difícil. E aí não é que fica mais fácil,
- 1:09:55mas depois você falou para 1000 pessoas, você sabe os pontos?
- 1:09:59É, é, você vai começando a pegar alguns pontos que para
- 1:10:03introduzir o assunto. Então é mais ou menos igual
- 1:10:06vocês estão falando, vocês já vivem isso.
- 1:10:08A notícia, ela não vai ficar mais fácil, é nunca.
- 1:10:11A gente só tem mais conhecimento.
- 1:10:13Isso aí, estudando. Mais para aquilo, mas.
- 1:10:15Sabe uma coisa que a gente faz muito, até com a nossa equipe
- 1:10:18mesmo de informação assim, cuidado com o automático, né?
- 1:10:21Porque a gente tem que ter esse olhar sensível, tem que voltar
- 1:10:24para dentro, é o que você está. Falando é é porque você tem que
- 1:10:27você tem que estar lá o tempo todo.
- 1:10:29Né, não adianta a gente trabalhar de uma forma que seja,
- 1:10:32seja é, é. Que você esteja ali, mas não
- 1:10:36esteja, né? Tem que estar.
- 1:10:38A criança pequena exige isso de você, porque assim como os pais
- 1:10:41estão. Tendo que aprender a educar de
- 1:10:43uma maneira que não foram educados.
- 1:10:44E é um desafio. E é mais difícil os educadores
- 1:10:47também, né? Eles são professores hoje,
- 1:10:50educadores hoje. Não, não, vocês devem sofrer com
- 1:10:54isso. Que os pais não educaram?
- 1:10:55Eles e que eles não aprenderam Na Na escola.
- 1:10:58Então por isso que é uma formação constante.
- 1:11:00Se não a criança faz alguma coisa, você fala não porque não?
- 1:11:03Porque eu falei eu, né? Como é para você fazer esse meu
- 1:11:05movimento todo que a gente falou essa?
- 1:11:08Essa atualização, como é que funciona essa atualização do do
- 1:11:11da mão de obra lá? Formação também tem de ter uma.
- 1:11:14Formação formal, né? Uma formação continuada uma vez
- 1:11:18por mês, que leva um tempo maior, num sábado que a gente
- 1:11:21traz profissionais, uma coisa mais estruturada e semanalmente.
- 1:11:25A gente tem. Encontros com as equipes, com as
- 1:11:28pequenas equipes, né? Com grupos.
- 1:11:30E a gente traz um tema de estudo.
- 1:11:32A gente escuta elas, a gente orienta, direciona, traz um
- 1:11:35texto pra gente ler e conversar junto.
- 1:11:37Então essa formação tem que ser o tempo inteiro, porque não tem
- 1:11:39ninguém. Que chega por mais estudiosa.
- 1:11:42E a gente tem muito essa equipe, é muito capacitada, é muito boa
- 1:11:45mesmo, que estuda, né? Que faz muitos cursos formais e
- 1:11:48tal, mas para lida do dia a dia. A nossa proposta é muito nossa,
- 1:11:52gente que a gente que criou, a gente que desenvolveu é e
- 1:11:55também. Então para ter essa formação,
- 1:11:56base técnica e do olhar que a gente traz e para que a gente
- 1:12:00não nunca torne nosso olhar automático para que a gente não
- 1:12:03ache que o óbvio é óbvio para todo, para todo mundo.
- 1:12:05E porque. É, é, é.
- 1:12:07Difícil a gente trazer um olhar que não foi o olhar que ela
- 1:12:11viveu, né? Então assim, dá para isso, né?
- 1:12:14É? Não é fácil.
- 1:12:15Para a pessoa vivenciar aquilo sem sair e sair do automático
- 1:12:19para o automático, vai levar ela a fazer as coisas que ela viveu,
- 1:12:22né? Isso não é fácil.
- 1:12:23Então a gente precisa realmente investir muito e a gente faz
- 1:12:26muito isso. Você acha que esse modelo que.
- 1:12:28Vocês têm daria para exportar? Então, a gente.
- 1:12:32Eu acho que AA gente pensa em abrir outras unidades, tá assim,
- 1:12:36falando em termos de gestão, a gente pensa de formatar o nosso
- 1:12:39modelo. Sabe, é tudo processuado uma,
- 1:12:43então, mas a gente não acredita. Mas falando agora de de então.
- 1:12:48Mas falando de? Negócio é, vocês têm vontade de
- 1:12:52abrir outras unidades? Temos no Rio ou fora?
- 1:12:55Primeiro no Rio, depois a gente pode.
- 1:12:57Responder pra fora a gente pode pensar pra fora, mas sem ser
- 1:12:59franquia. É, a gente tem muita
- 1:13:01preocupação. Seria própria?
- 1:13:03Seria própria ou com uma pessoa? 11.
- 1:13:05Parceiro que não seria por um modelo de franquia, seria um
- 1:13:08modelo de um parceiro societário de uma outra forma, sabe?
- 1:13:11Assim que você trazer isso como franquia, você tem que ter um
- 1:13:14modelo muito pronto. E quando você tem um modelo
- 1:13:16pronto, eu digo em termos de planejamento pedagógico, sim,
- 1:13:19seria teria que ser o automático é o.
- 1:13:21Que você não não querem, automático você perde.
- 1:13:23A escuta da criança uhum, porque quando você traz um modelo
- 1:13:26pronto de apostila, por exemplo, franquia.
- 1:13:29É difícil você fazer uma franquia que não vai trabalhar
- 1:13:31com apostila, não tem como, né? Você pede a escuta porque você
- 1:13:35vai trazer aquilo ali. Não tem que trabalhar a página 5
- 1:13:37no dia 29 de abril, acabou é isso, entendeu?
- 1:13:41Então a gente não acredita nesse modelo, a gente acredita que o
- 1:13:44planejamento tem que vir da escuta EE, algum produto
- 1:13:47digital. Desse ensinamento que vocês dão
- 1:13:49para os funcionários, vocês já pensaram em alguma coisa dessa?
- 1:13:54Você sabe, no próximo a gente vai contar.
- 1:13:57Estamos em momento porque eu? Comecei a pensar, eu falei
- 1:14:01assim, pô, existe um você já existe o trabalho, existe tudo
- 1:14:05isso pra pra estar manutenindo. E às vezes não.
- 1:14:08Não é que vai seguir um padrão em outros lugares, mas ajudar
- 1:14:12outras. A gente tem, a gente tem um
- 1:14:14centro de. Formação sim de?
- 1:14:16Até ajudar. Outras pessoas porque assim,
- 1:14:18querendo ou não, o que você falou às vezes é esse extra de
- 1:14:22informação. Ele pode ajudar em outras
- 1:14:24esferas. Outras.
- 1:14:26Profissionais, pessoas, mães, em algumas das formações que a
- 1:14:29gente faz, a gente. Abre para comunidade de uma
- 1:14:31forma global. Então a gente convida educadores
- 1:14:33de outras escolas também, se quiserem participar, entendeu?
- 1:14:35Então a gente tem a gente tem o que a gente chama de centro de
- 1:14:38formação minimi, onde quando a gente chama, por exemplo, nomes
- 1:14:42de mais peso, né? Educadores que.
- 1:14:45Tenham aí uma. Representatividade maior.
- 1:14:47A gente abre para comunidade, para quem quer participar, é
- 1:14:51paga um convite e vai. Mas isso vocês anunciam?
- 1:14:54Sim, anunciam anuncia, mas a gente quer fazer.
- 1:14:56Um modelo mais? Um modelo diferente, não é, é?
- 1:14:59Digital também não está, porque isso não é digital de fazer 6
- 1:15:02anos, né? É, a gente está.
- 1:15:03Começando então, mas 6. Anos não, mas ó.
- 1:15:06Mas 6 anos hoje, 6 anos com o primeiro ano que nem tudo, não.
- 1:15:09Mas é porque 6 anos? Esse no mundo de hoje são 20
- 1:15:13anos. Ah, não, não no mundo, mas eu
- 1:15:15sei que a gente quer. Ter não, eu sei que.
- 1:15:18Vocês querem que é uma base? Forte é uma base forte com.
- 1:15:21Bastante tempo. Tempo assim de pra gente.
- 1:15:24Já chegamos em bastante tempo assim, mas com um número maior
- 1:15:26de pessoas que vivenciaram aquilo que deu certo.
- 1:15:29Real, né? As nossas crianças formadas hoje
- 1:15:32já deve ter passado mais e. 200 crianças lá no total de. 6 anos?
- 1:15:38250. Crianças, estou chutando para o
- 1:15:416? Não, não, eu estou chutando
- 1:15:44assim para o acho que talvez +1000.
- 1:15:47Acho que +1000. Agora.
- 1:15:48Aí tem 1000 crianças. Né?
- 1:15:50Pelo vamos colocar pelo menos pai e mãe, porque você é muito
- 1:15:52mais. Tem a vó que é amigo envolvida.
- 1:15:54Já viram 3000, né? Pessoas impactados, é equipe
- 1:15:58grande. Né, nossa equipe é.
- 1:15:59Impactada, então também é muito grande.
- 1:16:02Pessoas que a gente já passaram por lá também e é isso que move,
- 1:16:05né? Pensar que a gente está.
- 1:16:06Impactando? Sim, com certeza, eu acho.
- 1:16:08Que ajudar? O ajudar é é EE, você vê, na
- 1:16:13verdade, eu acho que vocês ainda não, não, não sentiram isso, mas
- 1:16:16vocês vão sentir. Porque as crianças estão
- 1:16:20pequenas ainda, né? Quando agora você vê assim,
- 1:16:24quando você for olhar e falar assim, não fez 18 anos e eu fiz
- 1:16:28assim, isso é o professor e todo mundo fala, você fez, você
- 1:16:31mudou, você ajudou AA estar num nível tal, eu acho que isso
- 1:16:35acaba sendo 11 outro. Ela muda a forma de materna
- 1:16:44dela, porque ela tá aprendendo, ela tá aprendendo a gente,
- 1:16:47outros olhares, outras pessoas, então isso é muito legal.
- 1:16:50Eu tenho várias que vem vem dar esse olhar pra gente assim, eu
- 1:16:52conheço tudo errado com a minha filha e agora eu estou com outro
- 1:16:55olhar que não é tudo errado, é suficientemente boa, você faz o
- 1:16:58melhor que você. Pode, o que você tem de
- 1:17:01conhecimento, o que você tem que você pode, mas a gente.
- 1:17:03Vai. Fornecendo esse conhecimento e
- 1:17:05elas vão. É você?
- 1:17:06Não. O pai é a mesma coisa, mas fala
- 1:17:08muito da mãe. Mas o pai também, né?
- 1:17:10Sim, eles estão cada vez mais presentes.
- 1:17:11É verdade, não. Hoje tem hoje.
- 1:17:13Eu vejo que tem muito pai e mãe, né?
- 1:17:14Fala que vem sua mãe muito, os pais que estão lá.
- 1:17:16Que vão nas. Reuniões é difícil a gente fazer
- 1:17:18uma reunião. Que vai a sua mãe.
- 1:17:19A mãe na minha época, né? A mãe ainda é mais.
- 1:17:22Ainda é, mas tem muito mais, mas tem.
- 1:17:24Muito mais é porque hoje. Tem o pai, mãe.
- 1:17:26Que é o inverso? Tem.
- 1:17:27Antigamente era muito difícil. Porque você era bem difícil.
- 1:17:34Sim, e? Uma outra pergunta, você acha,
- 1:17:37vocês acham que existe o talento natural ou tudo é o ambiente?
- 1:17:43Você acha que o ambiente também tem uma influência?
- 1:17:47Qual é a qual é? A, vamos dizer assim, a
- 1:17:50proporção. Eu acho que existe o talento
- 1:17:52natural. Sem dúvida, só que quando o
- 1:17:54ambiente não permite que esse talento se desenvolva, ele se
- 1:17:57perde. Então tem um fator muito forte
- 1:17:59também do ambiente, muito forte, muito forte, porque se você não
- 1:18:04tem um ambiente propício para aquilo ali se desenvolver, você
- 1:18:07não vai desenvolver aquele seu talento, você não vai nem saber
- 1:18:10que. Você tem aquele talento, é?
- 1:18:12Você não vai nem saber, é o que a gente falou.
- 1:18:13Dos clubes aqui. Né?
- 1:18:15De que quando você tem uma criança que é muito boa em
- 1:18:17artes, mas você não investe naquilo, ela não vai ser, não
- 1:18:19vai desenvolver aquilo, não vai ser o talento dela.
- 1:18:24E geralmente é no coletivo que o.
- 1:18:25Nosso talento aparece, né? É o talento de se comunicar, o
- 1:18:28talento para ajudar, o talento para construir, né?
- 1:18:34Isso vem do coletivo, né? Qual a maior mentira que?
- 1:18:37Que a gente conta para as crianças ligado a parte
- 1:18:40educacional. A gente conta para as crianças,
- 1:18:42não é? Porque não?
- 1:18:44Eu vou te dar uma não, não vou te dar um exemplo.
- 1:18:47Tem que ser bom em tudo. Você vai chegar lá.
- 1:18:49Você não? Você os 2 tem filhos, né?
- 1:18:51Não, eu não. Porque a mãe você.
- 1:18:53Vou. Pegar a mãe e avô?
- 1:18:55Ah, eu nunca tirei menos de 8. Ninguém nunca foi aluno ruim,
- 1:18:59por exemplo, nenhum pai. Eu nunca encontrei um pai assim,
- 1:19:03não. Agora, agora eu estou numa outra
- 1:19:04fase, mas quando eu estava assim na escola, não sei o quê.
- 1:19:07Puta. Todo pai é todo mundo, é
- 1:19:09inteligente e todo mundo tira o 10.
- 1:19:11Em tudo, em tudo. É exatamente foi isso que a
- 1:19:14Diana que eu vou te. Falar que você é bom em tudo
- 1:19:16que? Você é bom em tudo que você não
- 1:19:18pode errar, que esse comportamento é feio.
- 1:19:21Isso é uma coisa que a gente fala muito.
- 1:19:22Comportamento não é feio, feio é estética.
- 1:19:24Comportamento é certo, é errado, e a gente tende a falar com a
- 1:19:28criança como se ela não entendesse, né?
- 1:19:30Ah, isso é feio, não, isso é certo, isso é feio, pode ir pra
- 1:19:33esse caminho. Não pode ir pra esse caminho a
- 1:19:34criança? Tem que ouvir.
- 1:19:36As coisas começam com uma linguagem lúdica.
- 1:19:38Obviamente a criança, né? Não vai fazer um PowerPoint para
- 1:19:41criança, mas a gente. Tem que falar a verdade, não?
- 1:19:45É a linguagem dela, né? Então esse espaço para criança
- 1:19:48ser o que ela pode ser, ir para desenvolver os talentos.
- 1:19:52Né? E era mentiras que a gente
- 1:19:54ouvia. Não, você só vai entender.
- 1:19:57Essa, na verdade, você só vai. Entender essa?
- 1:20:00Mentira, muitos anos depois. No momento você fala assim, não
- 1:20:03é possível. Tem época que tu acredita
- 1:20:05fielmente. Por exemplo, quando você é mais
- 1:20:07novo, você acredita, porque menina bonita não sente.
- 1:20:09Raiva é menina bonita, meninos. Não choram.
- 1:20:13Meninos. Não podem ficar triste, não pode
- 1:20:15chorar isso aí. É por aí vai, é, tem.
- 1:20:19Tem muito, tem muito. Daqui é outra, né?
- 1:20:22Se vocês pudessem mudar. Uma única coisa no sistema
- 1:20:25educacional brasileiro amanhã. O que seria valorização da vagem
- 1:20:29pré escola? Gente, isso é o.
- 1:20:30Básico, nem isso a gente, que é a valorização da da valorização
- 1:20:33da primeira infância. Entender.
- 1:20:34Essa criança como um ser que. Precisa de muito olhar.
- 1:20:39A criança vai lembrar assim, ela pode não lembrar o fato, mas a
- 1:20:42aquilo ali. Minha memória é festiva de
- 1:20:44qualquer. Forma com certeza, né?
- 1:20:47Olhem as crianças como quem elas são, futuro com todo o potencial
- 1:20:50delas, porque o jargão é. Lindo, né, a criança?
- 1:20:53É o futuro, o futuro. O futuro é o futuro, né?
- 1:20:55Não. E não é o futuro.
- 1:20:56A criança é O Presente. Também.
- 1:20:58A criança tá ali hoje, ela precisa ser olhada.
- 1:21:00Hoje ela faz parte da do hoje. Ela muda uma família.
- 1:21:04Ela ela tem o papel dela No No presente também.
- 1:21:07Ela não é só o futuro não, ela muda muito a.
- 1:21:10Família muda, claro que ela é. Existe antes dela e depois dela.
- 1:21:13Né, com certeza esse futuro só. Existe super presidente
- 1:21:16presente, né não? O futuro vai existir de.
- 1:21:19Qualquer maneira, mas é isso, mas dentro do que coloca.
- 1:21:22O impacto do? Futuro é, depende do presente.
- 1:21:26Qual foi o momento mais emocionante?
- 1:21:27Que vocês viveram na escola lá é um ponto de formatura?
- 1:21:30É a formatura? É.
- 1:21:31Muito emocionante, mas é, tem uma coisa.
- 1:21:33Que me marcou. De uma forma simples, e você?
- 1:21:35Lembra disso que eu te falei, né?
- 1:21:36A gente ficou 8 anos sonhando, planejando, pensando no mimimi,
- 1:21:39né? E aí a gente o primeiro de
- 1:21:41janeiro, né? Obviamente ainda sem ver
- 1:21:44pandemia que depois eu falaria que foi a reabertura.
- 1:21:46Só de pensar já me emociono, mas o primeiro não foi nem o
- 1:21:50primeiro dia da minni mi, que também, mas a primeira vez que
- 1:21:53eu vi trabalhos das crianças, das paredes da da não.
- 1:21:57Eu acho que falei gente. É verdade.
- 1:21:59Cadê? Só marca dos nossos alunos são
- 1:22:01verdade. Eles estão produzindo
- 1:22:03conhecimento. Através do trabalho que eles
- 1:22:06estão fazendo, estão expondo na menina.
- 1:22:08Isso pra mim. Eu parei e fiquei assim, e o
- 1:22:10primeiro dia da gente fica emocionada.
- 1:22:12Teve um Arco-Íris, então assim. Foi lindo, lindo, lindo, 6/01/2
- 1:22:176 de? Janeiro de 2020, pro dia que.
- 1:22:18A gente abriu a portinha laranja da gente pela primeira vez, mas
- 1:22:21nesse dia que eu vi os trabalhos, eu falei.
- 1:22:23Caraca, é verdade, né? Não.
- 1:22:24Eu acho que as crianças estão se emociona no dia a dia lá.
- 1:22:26Esses dias, um menininho. Virou pra mim e falou, a minha
- 1:22:29escola é muito linda isso, isso é é.
- 1:22:32Uma grade as crianças que se formam.
- 1:22:34E voltam lá e voltam, por que que eu não posso voltar?
- 1:22:37Ajudando a minha empresa é falar.
- 1:22:38Eu queria, como é que faz? O bico mim aqui em.
- 1:22:40Cima. Ela tira essa empresa que está
- 1:22:41aqui, uma criança que acha que ela tem, é.
- 1:22:43Um menino que se formou e tem 2 irmãs que ainda são alunas.
- 1:22:46Então essa criança está muito próxima e ela fala que a gente
- 1:22:48fica no centro empresarial, no térreo de um prédio corporativo.
- 1:22:52Aí a criança falou, tem claro que tem espaço para fazer, é
- 1:22:54maior, é só tirar as empresas. Olha que eu fiz de mãe do
- 1:22:58prédio, gente, tira essa empresa aqui em cima.
- 1:23:01Não é uma graça. Já houve um momento de?
- 1:23:04Dúvida sobre continuar Ah, não, nem quando.
- 1:23:08A pandemia nem quando a pandemia a gente a gente falou, a gente
- 1:23:10tinha acabado de abrir, não tinha opção.
- 1:23:12De não dar, não tinha não. Nunca isso a gente nunca pensou
- 1:23:17o. O que uma?
- 1:23:18Criança já ensinou para vocês, nossa, todo dia a gente aprende
- 1:23:21alguma coisa com. Elas, valorizar o dia a dia.
- 1:23:24Valorizar a Alegria, a energia, valorizar o.
- 1:23:27Presente isso que ela. Falou, né?
- 1:23:28De que a criança é O Presente no futuro.
- 1:23:30Acho que isso fica muito verdade pra gente.
- 1:23:32Muito verdade no dia a dia, elas.
- 1:23:33Ensinam muito isso, assim a criança está.
- 1:23:34Admirando a florzinha dali e aquilo é muito grande.
- 1:23:38Ela está muito deslumbrada porque ela viu a terrinha e que
- 1:23:42foi deslumbre. O que acontece agora, sabe?
- 1:23:44É esse olhar pro esse olhar. Pro pro, pra tudo.
- 1:23:48Mas você não acha que é a Inocência?
- 1:23:50Do novo que a gente já viu tanto, a gente meio que leva no
- 1:23:54automático. A criança não, né?
- 1:23:55Então é isso que a gente aprende com ela.
- 1:23:57Da gente sair desse desse, a gente precisa se encantar com
- 1:24:00tudo que a gente da vida fora do.
- 1:24:02Automático, entendeu? Não, com certeza.
- 1:24:04E aí eu vejo que isso me influencia no dia a dia.
- 1:24:06Mesmo, você vê, eu estou no trânsito horroroso, você olha
- 1:24:09para uma florzinha. Ou do céu linda, muito ruim, mas
- 1:24:11se eu não tivesse aqui? Não estaria vendo esse céu
- 1:24:13laranja com esse céu? E a vida fica mais.
- 1:24:17Legal. Quando a gente trabalha, a gente
- 1:24:18faz uma migração de mundo corporativo para escola.
- 1:24:23Nossa senhora, não consigo nem me imaginar, né?
- 1:24:25Porque é muito lindo viver a energia das crianças.
- 1:24:28A. Energia daquele lugar, de tudo
- 1:24:30que a gente vive ali e das pessoas que trabalham com a.
- 1:24:33Infância, né? Eu também fico.
- 1:24:34Esse Encanto me pega quando eu vejo aquela professora que faz
- 1:24:37aquilo todos os dias. Mas é.
- 1:24:40A professora que faz aquilo? Todos os dias.
- 1:24:43Numa Alegria que é diferente, sabe?
- 1:24:45Ela está muito encantada vendo o que as crianças dela estão
- 1:24:48entregando para ela. E ela vive aquilo todos os dias.
- 1:24:50Assim, é muito bonito ver a atuação, encantamento.
- 1:24:53A nossa sentido da professora a gente não tem conexão com.
- 1:24:56A criança, né, as meninas da cozinha?
- 1:24:57Cantando e quando fazem muito felizes dali, né?
- 1:25:01Assim falando que foi a Frozen que veio.
- 1:25:03Fazer comida que foi o Homem-Aranha esses dias?
- 1:25:05Um menino falou, eu? Vi, tinha um tinha 11 teia de
- 1:25:08aranha no meu bolo, porque foi o Homem-Aranha que veio fazer, foi
- 1:25:11o Spider que veio fazer. Aí eu só olhei e falei, tomara
- 1:25:13que ele não fale para mãe que me bateia que.
- 1:25:16Ele me chamou do outro. Lado aqui, ó te adeia.
- 1:25:20É porque eu já falo com ele, porque o homem agora a gente vai
- 1:25:22ter que explicar para a mãe falar.
- 1:25:24Não tem a era do Homem-Aranha que veio aí fazer até comida.
- 1:25:27O olhar para as crianças é muito mais legal do que o.
- 1:25:29Olhar dos adultos Ah. Com certeza, o que?
- 1:25:31Vocês querem que? Os ex alunos digam sobre a Mini
- 1:25:34me daqui 20 anos que ele construiu um.
- 1:25:37Caminho mais seguro? É, eu acho.
- 1:25:40Que eu quero que eles percebam o quanto aquilo ali teve impacto
- 1:25:44na vida deles, né? É, teve uma segurança.
- 1:25:47Eu sei quem ele é que. Desenvolveu a escolha deles.
- 1:25:49Maneira das escolhas, né? Que ele sabe que importa?
- 1:25:53Mas que o outro também importa, né, que tem um olhar que ele
- 1:25:55aprendeu a cuidar dele, a cuidar.
- 1:25:57Do outro a cuidar do ambiente, né?
- 1:26:00Isso aí, essa percepção vem da pré escola.
- 1:26:02Eu viajo muito gente na escola. É muita coisa, eu imagino assim,
- 1:26:07ganhando um prêmio. Fora ganhando.
- 1:26:08Prêmio e construindo. O nome deles nos.
- 1:26:11Jornais? É, não é?
- 1:26:14Eu acho que. É um é um.
- 1:26:15É um negócio diferente, né? Vamos ter com certeza, não é?
- 1:26:19Vocês é porque. Vocês esse hoje eu nem perguntei
- 1:26:24isso hoje. Essa limitação de 250 é alguma
- 1:26:27coisa? Que vocês impuseram ou é uma
- 1:26:31limitação para chegar no nível que vocês querem?
- 1:26:35Ou ou tem alguma coisa de pensar em ter mais alunos ali ou não
- 1:26:40ali no espaço físico da gente, não.
- 1:26:41Cabe é, não dá, não. Como a criança falou, é só tu,
- 1:26:44então. A gente trabalha com.
- 1:26:48No recurso na de criança por turma.
- 1:26:51Mas tem. Então, mas é.
- 1:26:54É um do método de vocês, é para poder ter esse olhar.
- 1:26:57Individualizado, no caso, para expandir.
- 1:27:00Seria o que você falou de de repente tem uma outra unidade
- 1:27:03para ter o mesmo padrão, tem uma outra unidade, se não a gente.
- 1:27:06Não, se não, não entrega o que vocês a.
- 1:27:08Gente, a gente não tem como. Expandir.
- 1:27:11O pátio a gente até tem como expandir o espaço físico dentro
- 1:27:14da escola, mas não o pátio. A gente não quer ser uma escola
- 1:27:16nova, mas a gente é não. Então por isso.
- 1:27:18Por isso que por isso que eu perguntei se existe 111, que às
- 1:27:22vezes é o que você falou, para manter o que vocês imaginam como
- 1:27:25entrega e o padrão. Você não não vai chegar, porque
- 1:27:29aí você é aquela que ela falou, aí você tem mais gente, você
- 1:27:32começa a ter todas as outras, não.
- 1:27:34Então mais gente que eu digo de, mas é diferente, entendeu?
- 1:27:37De. Atenção de tudo.
- 1:27:39É. E outra coisa, né?
- 1:27:41Quando? A gente e falando, falando em.
- 1:27:43Termos de marketing. Quando a gente expande o nome
- 1:27:45para várias partes da cidade, a gente tem muito mais potencial
- 1:27:48do que a gente, tem uma escola grande, com certeza.
- 1:27:50Então, não, eu acho que até. Pelo que vocês?
- 1:27:53Escolheram. É não só de marketing, mas pelo
- 1:27:56que vocês escolheram de entrega. É, é.
- 1:27:58Ela muda muito você. Você muda muito você começar a
- 1:28:03ter algumas coisas a mais. Para você poder trabalhar,
- 1:28:06porque é o que você falou, Ah, eu tenho 10 aluno, não sei
- 1:28:09aonde, vamos dizer. Então assim, para você dar
- 1:28:11atenção, muda. Todo mundo vai mudando, né?
- 1:28:14Se eu tiver mais uma unidade, de qualquer maneira.
- 1:28:16Eu tenho 2 turmas com 10 crianças, entendeu?
- 1:28:18Eu tenho uma turma na unidade AE, uma turma na unidade b, né?
- 1:28:22É só que quando a gente quando a gente junta tudo num lugar só, é
- 1:28:25muito mais difícil da gente conseguir fazer, fazer esse
- 1:28:29olhar. Fazer esse olhar
- 1:28:32individualizado. De uma maneira mais efetiva.
- 1:28:35Né? Porque tudo bem, eu vou ter mais
- 1:28:37gente, eu vou ter mais equipe, eu vou ter mais coordenação, eu
- 1:28:39vou ter mais gente de tudo. Mas não funciona da mesma
- 1:28:42maneira quando a gente tem 2 unidades, é, é.
- 1:28:45É, é igual a gente tem. Por exemplo, a faculdade.
- 1:28:48Tu tem 780 alunos aí, por mais que você botasse, vou dar o
- 1:28:53exemplo da faculdade que é mais fácil de todo mundo que está
- 1:28:55vendo entender e todo mundo está grande.
- 1:28:58Eu peguei uma época da faculdade que o professor ainda dava um
- 1:29:01semi acompanhamento. Eu vejo às vezes hoje o cara
- 1:29:03chega e fala assim, ó, tá, aí se vira, lê e faz não sei o que.
- 1:29:07Se eu pegar e botar 10 pessoas com 80, mesmo que eu eu vá até
- 1:29:11ele, tem um burburinho, tem outras coisas, agora você tá ali
- 1:29:14quase um a um, você tem 11 negócio todo individualizado e
- 1:29:18controle, porque tô vai juntando gente, né?
- 1:29:21O fica mais difícil de de controlar, não por parte das
- 1:29:24pessoas, mas de todo mundo mesmo, com certeza.
- 1:29:28Imagina. Eu, eu já fico imaginando,
- 1:29:30imagina as crianças nisso aí? A gente imagina.
- 1:29:33Eu cheguei a estudar em sala que tinha 47 alunos.
- 1:29:36Bom, quando não, quando a gente decidia que não IA ter aula, não
- 1:29:40IA ter aula, com certeza. Você, você pode ser o professor
- 1:29:43que professor ficava não sei o quê.
- 1:29:45E aí, 40, como é que você, eu não, você não compete, então,
- 1:29:48mas eu. Sei só.
- 1:29:49Que hoje a gente é é que você quando está na época, tu nunca
- 1:29:53pensa isso. Você pensa hoje, eu às vezes
- 1:29:55hoje paro assim, pô. 47 alunos ou então há tantos?
- 1:29:59Há. Há o pensamento de cada um você
- 1:30:02querer fazer zoeira para não ter aula, você é, você pensa.
- 1:30:06Outra coisa, quando você vira adulto, quando você tem outro
- 1:30:08tipo de é que Na Na época você não, você tá querendo zoar
- 1:30:12mesmo, não quer deixar isso? Então você você tem esses
- 1:30:15pensamentos, o nosso professor, a professora.
- 1:30:18Sabe o jeitinho que a criança gosta de dormir?
- 1:30:21Ela. Tem 20 anos, ela não sabe.
- 1:30:23Ela não sabe, começa. Realmente.
- 1:30:26É muito mais fácil. Saber.
- 1:30:27A gente está chegando nos. Finalmente, antes de eu vou
- 1:30:31fazer mais 2 perguntas, queria que vocês deixassem A Rede
- 1:30:34Social de cada uma. Como é que fala?
- 1:30:37Como é que tem? É o processo para quem quiser ir
- 1:30:41para minimir. Onde tem as informações da Mini
- 1:30:43mi? Tudo isso para o pessoal que
- 1:30:45está acompanhando a gente. Legal é Mini mi educação.
- 1:30:47Infantil é a nossa rede social no Instagram e no Facebook
- 1:30:51também, né? É o nosso site.
- 1:30:53É Mini educação infantil.com.br, né?
- 1:30:56E ali vocês podem agendar visita pelo WhatsApp pelo próprio site.
- 1:30:59Tem formulário de visita no Instagram também pelo direct do
- 1:31:02Instagram. A gente gosta muito de receber
- 1:31:05individualmente as famílias, né? Assim eu e a Diana, que
- 1:31:07recebemos normalmente as famílias lá para contar um
- 1:31:10pouquinho da história da gente, de tudo, apresentar a escola,
- 1:31:12metodologia, isso tudo. E aí a matrícula é toda online.
- 1:31:17É tudo bem simples para a gente. Mas existe algum?
- 1:31:19Processo desse para poder entrar.
- 1:31:23Algum? Tem algum para entrar na escola?
- 1:31:26Para as mães, é para visitar a escola, não visitar.
- 1:31:30Eu acho que você vai lá e entra. Mas.
- 1:31:32Tem algum pré requisito, alguma coisa assim só pro pessoal para
- 1:31:36entrar na escola? Não só.
- 1:31:39Entrar em contato. É só ter a vaga, não o pré
- 1:31:42requisito é ter a vaga. Quantas então, quantas?
- 1:31:45Vagas hoje, de quanto tem espera?
- 1:31:48Depende da turma. Algumas turmas tem fila.
- 1:31:50De espera aí vocês estão? Acompanhando tem que adiantar é.
- 1:31:58Isso aí, EOA rede. Social de cada uma.
- 1:32:02A gente usar mais eu uso. Mais.
- 1:32:04Vocês não, não, não. Muito pouco, então, eu?
- 1:32:07Vou fazer a pergunta. As 2.
- 1:32:08Agora, se a primeira infância define o adulto, então estamos
- 1:32:12construindo que tipo de sociedade hoje a que a gente
- 1:32:16quer construir? Com a Mini mi, o que que a
- 1:32:18gente? Tá construindo?
- 1:32:19É uma sociedade mais empática, uma sociedade mais preocupada
- 1:32:23com com o cuidado. Com si mesmo, com aonde ela tá?
- 1:32:28Com é? É com a forma como ela lida com
- 1:32:32as relações interpessoais, como ela lida com os sentimentos dela
- 1:32:35e uma mais consciente, uma sociedade que entende que.
- 1:32:38A curiosidade é que muda as coisas, que você ficar
- 1:32:43inconformado com algumas coisas, mas o inconformismo porque você
- 1:32:48pesquisou, porque você criticou e porque você viu que pode ser
- 1:32:52de outro lugar de você buscar o conhecimento.
- 1:32:54É você parar o conhecimento. Abre todas as portas que a gente
- 1:32:58precisa, né? Só que esse conhecimento não é o
- 1:32:59que te falaram, o que é, o que você gerou curiosidade, o que
- 1:33:03você foi investigar e você viu que você também gera
- 1:33:06conhecimento. É, então a gente incentiva as
- 1:33:08crianças. A pensar, fazer pergunta, ficar
- 1:33:11curiosas desde uma primeira, né? Como é que essa plantinha desde
- 1:33:15um bebê, quando um bebê, quando um bebê tá?
- 1:33:17Batucando alguma coisa, ele para de batucar e a professora
- 1:33:19pergunta para onde foi o som parou foi para onde, né?
- 1:33:23Ela tá gerando uma curiosidade, ela tá gerando a criança parar e
- 1:33:26falar. Ué, acho que é uma sociedade que
- 1:33:29saiba pensar, né? Fora da caixinha.
- 1:33:31É isso, como a gente colocou. Aproveitando isso, eu.
- 1:33:34Pensei aqui numa coisa, vocês indicariam algum livro?
- 1:33:37Alguns livros para as mães e pro pessoal é que possa ajudar ou
- 1:33:42que tenha? Ou um livro que vocês tenham de
- 1:33:44cabeceira, que ajuda muito nessa parte educacional?
- 1:33:47Pra para as mães sobre telas tem telas?
- 1:33:50Tem. Geração.
- 1:33:51Ansiosa. Fala sobre.
- 1:33:54Os perigos da das telas mesmo, né?
- 1:33:56E dos riscos? Tem um livro super clássico da
- 1:33:58infância que se chama o cérebro da criança, que é um livro super
- 1:34:02legal para entender esse formato mesmo, né?
- 1:34:05De conta dessa primeira infância, essa.
- 1:34:07Neuroplicidade, isso tudo é bacana também, então quais são
- 1:34:10os 2? Cérebros da criança.
- 1:34:13Eu sabia de poder entender a primeira infância, geração.
- 1:34:15Ansiosa em relação a telas e para finalizar, eu queria que
- 1:34:19vocês. Deixassem uma mensagem para as
- 1:34:22mães. Todo mundo que está acompanhando
- 1:34:24a gente do, do, do sobre a educação, minimi sobre vocês
- 1:34:29quiserem, não? Existe mãe perfeita?
- 1:34:33Relaxa. Existe a mãe presente, quanto
- 1:34:36mais presente a gente é. Mas a gente erra, né?
- 1:34:38Porque a gente está na relação e na relação faz a gente errar.
- 1:34:41Então o que importa é a gente querer estar junto e a gente
- 1:34:44querer acertar e saber que a gente é a melhor mãe para o
- 1:34:46nosso filho. É e aproveitar o?
- 1:34:48Tempo que você tem com o teu filho da melhor forma possível,
- 1:34:51dentro da possibilidade, né? Assim não é não É o Fim do
- 1:34:56mundo, não é essa culpa do vou trabalhar.
- 1:34:58Não precisa existir, gente. E os filhos se orgulham depois
- 1:35:01com. Certeza a gente e olhar a
- 1:35:04infância, né? E esse espaço, esse espaço.
- 1:35:07Para. Para para mãe ser quem ela é,
- 1:35:09para mãe ser profissional, para mãe ser.
- 1:35:12É AAA pessoa que vai sim sair com as amigas.
- 1:35:15Isso aí faz a relação dela com os filhos dela também ser
- 1:35:18melhor. Pais felizes criam filhos.
- 1:35:20Felizes, né? Se a gente não tá bem, a criança
- 1:35:23sabe que a gente tá bem, né? Cuidar da da gente.
- 1:35:26Onde é a máxima do avião que serve pra tudo, né?
- 1:35:29A máscara de oxigênio no primeiro e no então a gente.
- 1:35:32Tem que ter esse olhar. É.
- 1:35:34Gostaria de agradecer vocês. Mais uma vez por terem vindo a
- 1:35:37gente, que agradece, depois a gente.
- 1:35:39Vou pensar, vou. Pensar num numa dinâmica pra
- 1:35:42gente fazer de educação. Depois que eu normalmente eu
- 1:35:47introduzo um assunto, depois a gente fazer uma redonda com mais
- 1:35:50gente legal, tá bom? Obrigado.
- 1:35:53Vocês. Pessoal, acompanhe a gente no
- 1:35:55Spotify, Apple Music, YouTube, curta compartilhe.
- 1:36:00A gente vai deixar as informações da Mini mi Na Na.
- 1:36:03Na descrição e até mais, obrigada, obrigada, tchau.
- 1:36:08Tchau, tchau, tchau.