Latest / Café com Dungeon / Você joga com Estilo? #0152
Transcript
- 0:00Na época do ADED eu não ligava muito pra sessão do mestre, não.
- 0:04Eu lembro que das partes de mestragem que tinha no livro do
- 0:09jogador, eu passava meio batido, né?
- 0:13Eu entendia mais ou menos como como era o jogo ali, né?
- 0:15Eu tava aprendendo inglês inclusive, né?
- 0:17Época do da Ed caixa preta e do ADEDE do livro do mestre do
- 0:23ADED. Acabava que fazer uma leitura
- 0:25bem seletiva. Por mais que eu fizesse uma
- 0:28leitura geral, porque eu tava aos poucos traduzindo ali, né?
- 0:32Ao longo dos anos, eu fui. É numa empreitada ali de
- 0:36traduzir com o dicionáriozinho OOADED.
- 0:38Mas por uma questão minha, né, junto com o Raposo, que era o
- 0:41meu melhor amigo, aquilo obviamente não evoluiu tanto e a
- 0:44gente acabou focando a leitura. Pelo menos eu acabei focando a
- 0:48leitura. No que eu achava mais
- 0:49interessante que ali, que era monstro, combate, Tesouro, né?
- 0:52Era mais ou menos isso que a gente se importava quando era
- 0:55moleque, jogando ADED. Mas depois eu acabei entrando em
- 1:00contato com o vampiro, que foi mais ou menos quando eu comecei
- 1:04a entrar, entrar em contato também com a dragão Brasil, anos
- 1:0890, ainda talvez 96, não sei. 98 eu não lembro exatamente, mas
- 1:13era por aí. E ali eu comecei a ler um pouco
- 1:18mais, com um pouco mais de atenção.
- 1:20O que o livro do vampiro tinha para dizer sobre o mestrar.
- 1:23E a dragão Brasil trazia artigos que dialogavam com isso, não
- 1:27somente com o vampiro, mas também com ADEDE, com outros
- 1:31jogos, mas que puxava um pouco essa questão de dizer, olha, faz
- 1:35assim, faz assado, olha que legal isso aqui, mestre, assim.
- 1:39É, traga 11 inimigo, assim, traga um vilão, construa um npc
- 1:44interessante. Esse tipo de coisa acabou me
- 1:47fisgando muito. Então eu posso dizer que foi
- 1:51assim que eu construí meu interesse sobre como fazer o
- 1:54jogo rodar enquanto mestre, doutor, Narrador enquanto leitor
- 1:59do dragão Brasil, claro, a gente sempre fez uma coisa que virou
- 2:04uma prática, e eu acho que é uma prática muito saudável, que é a
- 2:07resenha com os amigos. A gente terminava a nossa mesa,
- 2:11chegava no colégio e trocava ideia a respeito delas, zoava do
- 2:14que aconteceu, conversava, contava pro pai, contava pra
- 2:18mãe, mas principalmente, conversava entre si sobre as
- 2:20coisas que aconteceram. Mas, claro, a gente tava ali
- 2:23numa bolha. Era Eu e aqueles meus amigos
- 2:25mais próximos que a gente jogava junto.
- 2:28E era interessante. A gente acabava criando as
- 2:31nossas próprias lógicas ali a gente tinha as nossas próprias
- 2:34piadas internas e acabava que tinha uma câmera de ressonância
- 2:38a respeito das ideias de jogo que a gente que a gente tinha.
- 2:41Eventualmente, a gente trazia algumas coisas pra conversa
- 2:44vindo do dragão Brasil, vindo do vampiro, vindo de outros livros
- 2:49que a gente conseguia. Por exemplo, eu lembro quando eu
- 2:51botei as mãos assim que saiu do no Castle falkenstein, lá atrás
- 2:55do Mike pon Smith 11 livraço. E aquilo litro, são muitas
- 2:59ideias interessantes pro grupo. A gente acabou é revigorando
- 3:02várias ideias que a gente tinha ali e trazendo isso pro nosso
- 3:06estilo, né, pra essa nossa bolha.
- 3:08Mas aos poucos, as pessoas do meu grupo, eu, a gente foi
- 3:11conhecendo outros grupos. Isso foi interessante, porque a
- 3:15gente veio entrando em contato com outros mestres, outros
- 3:19jogadores, outras formas de que eles jogavam os mesmos jogos que
- 3:23a gente jogava. E aí?
- 3:26Essas bolhas, algumas vezes essas câmeras de ressonância
- 3:29entravam em conflito às vezes ou não também, às vezes entravam em
- 3:33confluência e a gente aprendia um com o outro.
- 3:36Mas não era raro ver alguém falando, pô, mas você faz assim,
- 3:39você faz assado, pô, joguei com O Mestre tal, ele fez tal coisa,
- 3:43que coisa horrível. E tinha também a coisa do do, da
- 3:47fama, dos mestres, né não? Fulano é o grande mestre, que
- 3:50não sei o quê. E você foi curioso, o que que
- 3:53esse cara faz, né, que é tão bom o jogo dele?
- 3:57Foi interessante porque a gente seguiu, né?
- 4:01Com meu grupo, meu grupo principal, com algumas mudanças
- 4:04ao longo do tempo, alguns membros entrando e outros
- 4:06saindo. Mas existia, né?
- 4:08Esse, esse esse grupo principal aí que me acompanhou durante
- 4:12tantos anos na minha vida, até eu começar a construir conteúdo
- 4:16que foi mais ou menos quando eu passei AAA, buscar meus próprios
- 4:21caminhos ali. E esse grupo naturalmente já
- 4:23tava minguando também. E já estava entrando ali num num
- 4:26inverno, né? Chegou ao seu fim, é?
- 4:29Cada pessoa tomou seu rumo, várias pessoas pararam de jogar
- 4:32e tal, e eu continuei jogando EEE.
- 4:35Acabei dobrando a aposta e me tornei produtor de conteúdo e
- 4:38conheci muita gente nova nesse processo.
- 4:42Pra mim foi a prova dos 9, porque eu comecei a pegar tudo
- 4:46aquilo que eu tinha pensado, que eu tinha praticado com meus
- 4:49amigos, que eu tinha desenvolvido no meu grupo
- 4:51pessoal e comecei a levar. O público, né, pra falar a
- 4:56respeito daquilo, inclusive, pô, comecei em alto estilo, eu
- 5:00comecei participando, é sendo colaborador no blog do Diogo
- 5:04Nogueira do ponto de experiência que hoje em dia é, por mais que
- 5:07eu tenha uma participação pontual, né, eu me sinto parte
- 5:10um pouco da história, do ponto de experiência.
- 5:13E pra mim foi, é foi muito importante é começar a produzir
- 5:17conteúdo ali. Ali e também logo depois, no RP
- 5:20de notícias, no pedidos, no play, porque aquilo ali eu tava
- 5:23dando a minha cara a tapa. Eu começava a trazer algumas
- 5:26ideias, começava a pesquisar também algumas coisas, começava
- 5:30a ver o que que eram ideias que eram interessante trazer para
- 5:33comunidade e o que que eram ideias que é melhor ficar
- 5:35comigo, guardar para mim. Porque talvez não fizesse
- 5:38sentido para todo mundo, talvez só fizesse sentido para aquele
- 5:41meu grupo lá atrás. Mas o fato é que isso.
- 5:46Veio evoluindo junto comigo enquanto produtor de conteúdo.
- 5:49Muitas vezes as pessoas vinham falar, pô, e aí, como é que você
- 5:52diz pra pra mim que, pô, que estou afim de melhorar meu
- 5:55combate, né? Ou, pô, quero ver no meu podcast
- 5:58falar sobre como construir um vilão.
- 6:01E aí eu me via muitas vezes é buscando esse repertório que eu
- 6:05vim acumulando ao longo do tempo ou tentando construir alguma
- 6:08coisa, pensar alguma coisa é a respeito desse repertório que eu
- 6:12tinha pra sintetizar nessas conversas e tudo mais.
- 6:16Acaba que quando a gente se dá conta, né?
- 6:20A gente tá dialogando com uma dimensão que é é muito, é muito
- 6:24fluida da diversão. O que é importante pro seu grupo
- 6:29se divertir? Eu tava falando para as pessoas
- 6:32o que eu achava que era importante pro meu grupo lá
- 6:34atrás, pra aquele grupo se divertir, ou do que recém eu
- 6:38tava fazendo, que era mestrar consistentemente em eventos, que
- 6:41era construir uma aventura pro público.
- 6:44Que é mestrar pra pessoas online.
- 6:47Então que que é que eu tava fazendo pra esses grupos?
- 6:50É claro, quando você tá produzindo conteúdo, jogando com
- 6:52grupos diferentes, flanando por vários sistemas, você começa a
- 6:56ter realmente mais repertório, mais variedade.
- 6:59E a sua dica? As suas dicas, né?
- 7:01Acabam sendo uma coleção mais apurada.
- 7:05Mas ainda assim, eu tava dialogando com uma dimensão do
- 7:08da diversão, era minha opinião sobre aquilo.
- 7:11É de uma maneira, de uma maneira mais rasa mesmo, ó, eu gosto
- 7:15disso aqui porque isso é que é divertido, é que nem No No
- 7:18Instagram, Oo Negão 5 estrelas, né?
- 7:20Fala i like coconut because coconut is very good.
- 7:25E é isso que o que eu tinha pra dizer, né?
- 7:28Eu gosto de eu eu recomendo fazer tal coisa, porque é assim
- 7:31que eu gosto de tal coisa no combate.
- 7:35Faça isso aqui, porque isso aqui é o que eu acho mais legal, né?
- 7:38E acaba que a gente IA fazendo uma coleção de de ideias assim e
- 7:43compartilhando. Veja bem, as ideias são boas,
- 7:46né? Eu acho que normalmente o futuro
- 7:48de conteúdo que tem um trabalho interessante.
- 7:51Esse cara aí, ele tá trazendo boas ideias e por isso que o
- 7:53público ouve ele, né? EE traz pra si as próprias
- 7:57dicas, mas ainda assim a gente tá lidando normalmente com dicas
- 8:03soltas dentro do nosso, duma curadoria muito pessoal que a
- 8:06gente tem em cima delas, né? E é natural que a gente encontre
- 8:10outros produtores de conteúdo que às vezes simplesmente
- 8:12discordam de nós e que tem uma ideia diferente, né?
- 8:16E que não tem muito como você dizer, cara, olha só isso aqui
- 8:19eu não acho tão legal quanto o que eu tô fazendo, porque ele
- 8:23vai dizer não, eu acho legal, diferente.
- 8:25E tudo bem. A gente vai seguindo, vai
- 8:27trocando ideia, vai se vai se influenciando mutuamente e assim
- 8:31a gente vai vai seguindo, né? É, tem dicas que influenciam
- 8:34vários produtores de conteúdo, né?
- 8:36É, então às vezes eu dou uma dica, aqui no café, eu falava
- 8:39alguma coisa. É quando eu ouço lá No No guia
- 8:43do México café e nada que eu vejo que se espalha, né?
- 8:46E outras pessoas acabam repetindo, às vezes acreditando,
- 8:49às vezes não acreditando, né? Como pelo jeito ali inalienável
- 8:53de de mostrar uma sessão merda ou de jogar uma sessão merda ou
- 8:57né, coisas mais é coisas é menos corriqueiras, como, por exemplo.
- 9:03É cada edição do DED. É um jogo diferente, né?
- 9:06Uma coisa que eu comecei a ver as pessoas falando um pouco mais
- 9:10depois que eu comecei a falar bastante isso no podcast, né?
- 9:13Trazer essa percepção minha e defender um pouco mais ou outras
- 9:17coisas como o cara é importante. Se você quiser entender o qual é
- 9:21daquele jogo, é importante você passar pela sessão e ler, né?
- 9:25Que descreve para aquele autor o que que é RPG.
- 9:28Por quê? Porque aquela ali é a versão que
- 9:30ele tá trazendo para o que é RPG.
- 9:31Naquele momento eu já vi. Alguns produtores de conteúdo é
- 9:35passando pra frente essa essa ideia não dá uma lida lá, porque
- 9:39aquilo ali é o reflexo do que o autor tá pensando.
- 9:41E pode ser que eles tenham chegado a mesma conclusão que eu
- 9:44sem ter sido influenciado por mim, né?
- 9:46Pelo pelo que eu disse diretamente.
- 9:48Mas é é muito fácil que sim também.
- 9:50Essas coisas acontecem, as ideias vão, se vão, se vão se
- 9:55influenciando mutuamente. Porque eu também, obviamente é,
- 9:59sou influenciado fortemente pelo Diogo Nogueira.
- 10:02Pelo enfim, por pessoas com quem eu vim trocando ideia ao longo
- 10:05do tempo, né? Thiago rosa, o pug OOO pedroca,
- 10:10né? Várias pessoas que eu vim
- 10:12crescendo junto no meio do RPG, inclusive.
- 10:15E cara, com o tempo eu vim percebendo que dava para eu
- 10:20fazer algumas coisas mais profundamente em relação a isso.
- 10:24Então quando eu comecei a entender que eu estava buscando.
- 10:27Um tipo específico de Rex krall nos jogos que eu fazia, e aquilo
- 10:31foi me impulsionando a buscar uma jogabilidade específica.
- 10:36Aquilo ali se confundiu muito pra mim pessoalmente com a minha
- 10:38busca pessoal dentro da ucr. O que eu tinha curtido dentro
- 10:42dos jogos old School, eu tava tentando entender como é que
- 10:45funcionava aquilo. Então aquilo confluiu, eu
- 10:48descobri Oo crick Prime foi o disco Gaming, que é mais ou
- 10:52menos o que eu entendia como era a melhor versão possível da ucr
- 10:55ali. Em termos de game play, adotei
- 10:58aquilo pra mim, comecei a experimentar aquilo, um hex
- 11:01krall, tentar chegar numa jogabilidade ideal de hex krall
- 11:04e amarrando tudo isso no próprio conceito de USRE.
- 11:07Pra mim era aquilo, né? E eu tava errado, de fato, não
- 11:11era aquilo, inclusive enchi o saco da comunidade com com esse
- 11:13papo de que é não fazia sentido. Na minha cabeça existia OSR
- 11:17longe das ideias do kric primer, por exemplo, né?
- 11:20Eu que era uma grande besteira da minha parte, mas com o tempo
- 11:25eu vim percebendo, olha. Dá pra gente amarrar, né?
- 11:29Algumas ideias de jogo, algumas dicas de jogo dentro de um todo
- 11:33coerente dentro de uma proposta de jogabilidade e por mais que
- 11:39algumas delas não sejam exatamente dicas que vão
- 11:42confluir com dicas que eu dei, por exemplo, no mestre
- 11:45cafeinado, o que eu tenha dado eventualmente No No ponto de
- 11:49experiência, o que eu tenha falado no perdidos no play ou
- 11:52com ideias que eu tenha levado a um blog onde fui convidado.
- 11:56Ela, aquelas ideias, elas precisam fazer sentido entre si,
- 11:59dentro daquela proposta lúdica e não necessariamente dentro de
- 12:02uma coerência minha como produtor de conteúdo.
- 12:07Rafael balbi, diferente do que seria uma proposta de hacks
- 12:11Kroll, por exemplo, que eu tava desenvolvendo lá, e foi assim
- 12:14que eu comecei a perceber o cook Prime frod School Gaming.
- 12:18Ele tava me explicando esse como era, como se eu tivesse entrando
- 12:21em contato com um mestre. Lá, quando eu tava falando lá
- 12:26atrás, quando eu era moleque, que eu sabia que tinha outros
- 12:28mestres e que tinha um mestre que mestrava muito bem.
- 12:30É como se eu pudesse falar com ele e esse cara me falasse,
- 12:33olha, segue esses pontos aqui, com essas ideias aqui e siga
- 12:40essas práticas e técnicas dessa forma que você vai chegar lá.
- 12:44E como se ele tivesse se sintetizado não o estilo pessoal
- 12:47dele, mas como se ele tivesse sintetizado algumas ideias de
- 12:50jogo. E a partir disso, ele tivesse
- 12:53tirado algumas boas práticas e tivesse passando pra mim e eu
- 12:56com aquilo em mãos, poderia propagar mais ou menos as
- 12:59descobertas que ele fez e as amarrações lógicas que ele fez
- 13:02em torno daquilo. O fint era assim com cook primer
- 13:07e aquilo era um manual de estilo.
- 13:10Vamos cair nessa toca de coelho que é manuais de estilo de RPG.
- 13:15Vamos lá. Bom dia amigos do café com
- 13:34dângel. Estamos aqui para mais um
- 13:35episódio do seu podcast matinal favorito, trazendo sempre muito
- 13:39RPG. Meu nome é Rafael balbi e o meu
- 13:42café eu estou fazendo aqui Na Na no estilo italiano, numa
- 13:46cafeteira italiana. E fica bem mais forte do que o
- 13:49café coado que eu costumo fazer. Então eu tenho que maneirar um
- 13:53pouco, senão eu acabo exagerando na cafeína, porque cada estilo
- 13:57aqui tem sua medida, né? E bom, é tudo questão também de
- 14:01saber usar. Então o bom é que eu tô com um
- 14:04café, cara, aqui funciona na maioria dos estilos, aí, se não
- 14:07em todos, porque é um café bom demais, que é o café ovelha
- 14:11negra. Que é nosso parceiro aqui de
- 14:13longa data e cara, o café. O velho é negra, é um café sem
- 14:17as impurezas da indústria, que fica bom independente do estilo
- 14:20que você prepare, né? Ele tem uma Torra, uma Torra que
- 14:24não é aquela Torra carbonizada da indústria, uma Torra mais
- 14:28clara, gostosa. Você vai sentir o gosto do café
- 14:30de fato e recomendo demais se você quiser amanhecer ouvindo
- 14:36café com dânjo tomando um café especial desse.
- 14:39Pode ir lá na internet ovelha, ponto café e utilizar o cupom
- 14:44CCD, tudo minúsculo que você vai conseguir um abatimento aí pra
- 14:48ouvintes do café com dângel pra beber café especial você nunca
- 14:52tomou nenhum café especial ou tá começando nesse mundo?
- 14:55Recomendo o café Magento, é uma boa compra aí que é uma boa
- 14:58porta de entrada, tá? Senão tem uma variedade incrível
- 15:02lá pra você se divertir. Caso você já tenha 11 paladar
- 15:05mais apurado, aí é e bom, se você.
- 15:09Por acaso o Fon assinante do café com dângio?
- 15:12Aí eu te dou cupons especiais progressivos de acordo com seu
- 15:15nível de apoio, tá? Então vá lá, né?
- 15:19No No apoiac café com dângio. Escolhe ali seu nível de apoio
- 15:24que cabe no teu bolso, ajuda a gente e ainda ganha desconto
- 15:28para tomar café e participa de sorteio dos nossos parceiros aí,
- 15:31né? A gente tem parceiros aí da, do,
- 15:34do meio editorial, de RPG brasileiro, né?
- 15:36E de outros ramos aí inclusive é, tem a tria, nossa parceira
- 15:39aí, que tem sempre lançamentos, a gente tem a caramelo jogos, a
- 15:44gente tem a laserhead press, a gente tem bastante parceiros aí,
- 15:48então, cara, a gente consegue desconto com todos eles e ainda
- 15:50faz sorteios. Beleza, então apoia ponto s
- 15:55barra café com dângelo e ajuda a gente a bater metas, porque a
- 15:58gente batendo metas de arrecadação, a gente volta a ter
- 16:01mais dias na semana com café com dângelo.
- 16:04Já pensou a gente voltando a ter 5 dias na semana de papo sobre
- 16:09RPG pela manhã? Então fala aí com a gente.
- 16:12Apoia ponto s barra café com dângel.
- 16:15Bom, vamos pro episódio, mas antes eu quero passar aqui na
- 16:18nossa delay, né? Na nossa enquete.
- 16:21O episódio anterior foi sobre ergonomia e meses da tri e
- 16:27editora é a pergunta quantitativa aqui foi, você
- 16:32achou essa mecânica central do meses estranha?
- 16:35E 60% disseram que não e 40% disseram que sim.
- 16:39Achei interessante porque a galera fala muito de que
- 16:42estranha, né? OAA mecânica central do meses.
- 16:45É, eu mesmo senti 11 certo estranhamento no início, mas
- 16:49depois a gente acaba vendo o valor dela, que é realmente eu
- 16:52acho que tem esse valor da ergonomia aí muito interessante.
- 16:55Então obrigado pela participação gente, e vou ler aqui, né?
- 16:58O que o pessoal trouxe é de comentário.
- 17:00O Rafael Bacelar, grande Band Bacelar, falou, já li meses esse
- 17:05ano e não curti, não. Mecânica central e de classes
- 17:08bem interessantes, mas de resto não encaixa como SRE deixa a
- 17:12desejar se tentar encarar um narrativista.
- 17:15Pra rodar no estilo ucr, as regras de inventário, darkness,
- 17:18flashback e orientações do capítulo do mestre são ruins no
- 17:21sentido de serem contradas à proposta práticas ucr, abstração
- 17:26e controle narrativo demais. Não parece um sistema ruim, só
- 17:29não se encaixa pra algumas propostas e já teria um sistema
- 17:33melhor. É bom cara.
- 17:35Assim, eu acho que o principal dele, né?
- 17:39É que ele sintetiza muitas coisas que eu enxergo sim na
- 17:42ucr, no game play da ucr. Dos jogos gerais aí da osr, né?
- 17:48Ele acaba sintetizando bem ali, principalmente a divisão de
- 17:50papéis ali, entre entre é o cara que é o cerebral, o cara que é o
- 17:56mais mais ladino da situação. Especialista é o guerreiro, né?
- 18:00Oo cara que fica mais na defesa. Ali ele consegue estabelecer,
- 18:04né? Bastante esse esses papéis aí
- 18:06que eu acho uma coisa bem, bem, o escudo das ideias aí.
- 18:09É ele abstrai muita coisa ali, com inventário, com Tesouro e
- 18:14tal, mas não é nada estranho, né?
- 18:16Em termos de dinâmica, acaba que ele não não vai para lugares
- 18:19estranhos, AOSR é, mas ele faz de maneira diferente mesmo,
- 18:23então Eu Acredito que seja mais um estranhamento da tua parte.
- 18:25Eu Acredito que se você jogar EE der 11 chance para ele,
- 18:29provavelmente você vai se surpreender positivamente, viu?
- 18:33Inclusive com essa com essas ideias aí de flashback, de
- 18:36controle narrativo que ele traz. Porque ele ele normalmente a
- 18:40gente veria. Eu acho muito controle
- 18:43narrativo. Conflitando com jogos SR.
- 18:45Se você tem um SR. Muito focado é na disputa da
- 18:50ficção, né? E não na construção narrativa.
- 18:53Ou pelo menos é muito mecanizado nesse sentido, aquilo é um jogo
- 18:57muito mecanizado, mesmo sendo um jogo que traz muito desafio e o
- 19:01fato dele ter essa essa camada abstrata forte.
- 19:06Da mecânica é o que permite que ele que ele adquira, né?
- 19:11Que ele traga pro game play dele recursos como flashback ou como
- 19:16darkness e tal, sem doer muito nessa disputa da ficção.
- 19:20Por quê? Porque ela acontece num nível
- 19:22mais abstrato, naturalmente. Então acredito que são alguns
- 19:27estranhamentos que talvez passem pelo que eu senti também, viu?
- 19:30Bacelar, mas eu acho que é uma questão que o cara da usr ali.
- 19:35É se ele se ele entender que a usr não é necessariamente só
- 19:39sobre o playsty ou que o fim te propõe, que foi um erro que eu
- 19:42cometi no passado. Como eu falei na introdução, eu
- 19:44acho que você vai ver valor aqui e vai ver como a usr pode ser
- 19:48divertida e diversa. Dentro disso, acho um bom
- 19:51exemplo de da usr Moderna, que não se apega necessariamente aos
- 19:56retroclones a primeira geração. Beleza, então valeu o gamer x
- 20:0107. Cara, se você tivesse nome, eu
- 20:05eu te responderia com mais Felicidade ainda no coração,
- 20:08viu, cara? Próxima vez, se vocês puderem
- 20:09botar o nome de vocês, não é mais fácil responder vocês com o
- 20:13nome, sabendo o nome de vocês? Então vamos lá.
- 20:15O arquétipo por dado me parece uma boa ideia até eu lembrar que
- 20:19as médias dos dados são 2 e meio, 3 e meio, 465 e meio,
- 20:22respetivamente. O vanguarda ladino é muito
- 20:26parecido com o arquétipo cerebral e o protetor tem uma
- 20:28maior variância de dados e é tão grande essa variância que ficou.
- 20:32Na dúvida que que ficam? Na dúvida se as porcentagens
- 20:36permitem ele proteger. Bem, pelo relato, esse sistema
- 20:40parece ruim só olhando da a matemática por cima e mas o
- 20:44conceito de ergonomia em termos de design ficou muito clara.
- 20:47Achei muito didático. Obrigado, cara.
- 20:49Ainda bem que você curtiu aí OOO episódio falando sobre
- 20:53ergonomia, falando sobre sobre essa questão de.
- 20:58Da facilidade de uso, né? Da da usabilidade em si, de como
- 21:01as regras se apresentam, né? E de como ela ela dialoga com a
- 21:05jogabilidade? Mas sobre as estatísticas, cara,
- 21:09eu IA, eu quero te convidar pra fazer esse mesmo exercício
- 21:13estatístico. É puxando um pouco pro lado do
- 21:19não somente do dos dados que o personagem tem.
- 21:24Mas pros tipos de teste que se faz no meses, porque cada tipo
- 21:30de personagem, e tem muita beleza nisso, se relaciona
- 21:33intimamente, né, com mais eficiência, com um tipo.
- 21:36De rolagem. O tipo de rolagem, por exemplo,
- 21:39cerebral pede uma margem de sucesso no 2 e 3,
- 21:42principalmente, né? Enquanto é jogadas com você, vai
- 21:46entrar na porradaria. Você tem uma margem diferente
- 21:49que atende mais aquele dado que o jogador tá jogando ali é,
- 21:53então existe. Existe alguma alguma nuance, né?
- 21:57De de estatística aí? Que contempla muito bem e é isso
- 22:04aí. Inclusive foi foi o parte do do
- 22:06elogio de ergonomia que eu fiz, que contempla muito bem essa
- 22:10ideia do do que seria trivial para aquele seu tipo de
- 22:14personagem fazer, né? É ainda EE, além deles dizerem
- 22:19que cara, se for uma coisa trivial para o seu personagem
- 22:21fazer, não precisa nem rolar. Quando você for rolar por uma
- 22:24coisa que normalmente, né? É é está no campo daquela
- 22:29classe, ela vai resolver com bem, mas com com bastante
- 22:32competência. Enquanto quanto mais longe o teu
- 22:36arquétipo tiver daquele tipo de solução, mais dificuldade ele
- 22:39vai ter. Principalmente se você começa a
- 22:41colocar as outras dinâmicas do jogo envolvidas nisso, porque
- 22:44elas vão influenciar muito nessas nessas chances aí, porque
- 22:48o jogo ele é bastante abstrato nesse ponto.
- 22:51Da resolução. Então te convido a dar uma
- 22:53reanalisada, tá, sobre essa, sobre essa questão da das
- 22:57estatísticas aí, né, do do jogo e né, trazendo mais até do que
- 23:02isso, Eu Acredito que ele é construído dessa forma,
- 23:05ergonômica de maneira que torna esse esse cálculo até um pouco
- 23:10desnecessário. Porque uma vez que você vê que
- 23:11esse cálculo, que esse cálculo procede, né?
- 23:13Se você juntar ela é com o crea aqui Oo os arquétipos, com os
- 23:17os, os tipos de testes. Você vai ver que ele vai
- 23:21simplesmente traduzir a jogabilidade que se espera da
- 23:25ficção que aquele jogo retrata, né?
- 23:27E daquela daquela daquela divisão lúdica que se faz de
- 23:31classe no DED old School e que ele tenta de alguma forma
- 23:35retratar. Então acho que AA regonomia
- 23:37passa justamente por aí, inclusive, beleza, o gamer.
- 23:41Então, um abraço, vamos para o episódio.
- 23:49Priores impopulares sobre a RPG de mesa que não necessariamente
- 23:53são as minhas, mas podem ser, sim.
- 23:56Se você rola dado atrás do escudo, você é um mestre
- 23:59inseguro. E aí, concorda?
- 24:02Se você concorda ou se você discorda, vai lá no Instagram.
- 24:05Vamos dialogar a respeito disso. Eu tenho feito essa e outras
- 24:09provocações lá e tem sido muito divertido, a galera respondendo,
- 24:12interagindo, está muito maneiro também.
- 24:14Volta e meia bota o stories lá pra gente trocar.
- 24:16Uma ideia é também tem colocado algumas imagens interessantes,
- 24:20colocando algumas peças ali do cinema e das séries que citam
- 24:25RPG dentro do enredo. Enfim, tem conteúdo rolando lá
- 24:28no Instagram do café com dângeo. Se você ainda não foi lá, vai lá
- 24:32para ajudar a gente a bater 10 k de seguidores, a gente está com.
- 24:369 e pouco. Com a sua ajuda, a gente chega
- 24:38em 10. Vamos lá, instagram.com barra
- 24:41café com danjo. Vamos lá,
- 25:04pode começar. Falar de estilo, RPG e tudo
- 25:07mais. Eu queria começar daquele ponto
- 25:09que eu já abordei antes de um café com dângeno, que é o que
- 25:13RPG é um jogo complexo, né? Eu já debati isso.
- 25:17Eu vou até deixar linkado aqui, no descritivo do no descritivo
- 25:20do episódio, o papo em que a gente fala sobre isso com a
- 25:22galera do do mês de mentoria para mestrar, né?
- 25:26De que o RPG pode ser fácil, pode ser difícil, isso é uma
- 25:30coisa mais pessoal, mas ele é complexo por natureza, né?
- 25:35É, e isso é uma coisa que para mim é tão verdade.
- 25:38E até quando as pessoas tentam defender que ele não é um jogo
- 25:42complexo, que ele é um jogo simples, as pessoas se enrolam
- 25:46tanto e fazem tanto vai e vem, que aquilo ali faz uma
- 25:50caricatura da defesa que elas fazem.
- 25:53E acaba deixando claro que o ponto contrário, né, de que de
- 25:57fato o RPG é um jogo complexo, é fica reforçado.
- 26:01Pô, esse ponto fica mais claro. É complexo a gente conjugar o
- 26:06espaço simulado que a gente encara ali do do mundo, da
- 26:10construção, do do, do que se engendra em torno da narrativa.
- 26:13Também a ficção em si, com as regras, é uma coisa que é um
- 26:18esforço que por natureza ou acho complexo ainda além disso, né?
- 26:22A gente ainda tem ali questões de compartilhamento, né?
- 26:26Da da da nossa criatividade, passando por uma, por um espaço
- 26:30ludificado. Isso também tem a sua
- 26:33dificuldade. Ainda tem as interfaces que o
- 26:36jogo propõe, que são várias e diferentes de acordo com cada
- 26:39jogo. Então me parece que até os jogos
- 26:42mais simples de RPG, eles são complexos em sua natureza.
- 26:46E a gente vai ter que tratar ele de alguma forma para que algumas
- 26:51pessoas entendam aquilo como uma coisa fácil, apesar de complexa,
- 26:54né? E aí, nesse caso, vale um
- 26:56esforço social, vale um esforço didático, vale um esforço na no
- 27:01próprio espaço de design, e vale também, né?
- 27:05Com com ergonomia, por exemplo. E vale também um esforço aí de
- 27:08manual, né? De jogo, de produto, pra gente
- 27:11tentar passar da forma mais simples possível, essa
- 27:14complexidade que eu acho tão natural dentro do RPG.
- 27:18Bom, e aí nesse caso a gente pode comparar, né?
- 27:21Se você vai jogar War, se você vai jogar.
- 27:23O banco imobiliário, o jogo da vida.
- 27:26Você pode até ter algumas coisas ali que você faz diferente do
- 27:30que outro grupo que joga aquele jogo, né?
- 27:32Outra galera que tá jogando aquele jogo faz, né?
- 27:34Às vezes o dono do jogo ali tem as suas, os seus rituaizinhos,
- 27:39as suas cerimônias ali, né? Ah, o cara do ó fala que vamos
- 27:43jogar na mesa e a gente revela os dados, só só, só em cima da
- 27:46hora, né? Tipo, que aí fica mais
- 27:48emocionante na cabeça dele, sei lá.
- 27:51É, mas certamente que isso não tem tanta importância assim, né?
- 27:55Você não tem como jogar o Word de formas tão diferentes assim.
- 27:58De maneira geral, que você tenha um, tem uma jogabilidade
- 28:02diferente porque você fez determinada coisa que tá na
- 28:05regra. Só que você fez com pequenas
- 28:07minúcias, de maneira diferente, né?
- 28:10Não com mobiliário é a mesma coisa.
- 28:12É jogo da vida agora. RPG não RPGA regra está ali.
- 28:16Se você seguir a regra, ainda assim existe um esforço de
- 28:18interpretação de como te utilizar essa regra e de como
- 28:21fazer ela se acoplar na mídia. É da conversa do RPG, né?
- 28:26Isso é tão verdade que é. Os principais designers da RPG
- 28:30acabaram se preocupando bastante com essa questão do diálogo, né?
- 28:34Do diálogo criativo, do diálogo ficcional, de como isso se
- 28:36relaciona com as regras. Você pegar aí o Vincent Baker e
- 28:41a mega Baker, como eles debateram isso, como eles
- 28:43trabalharam bastante essa questão, né?
- 28:45EE, outros também, então essa, essa essa coisa da gente
- 28:51entender como a gente usa aquele jogo é muito importante no RPG,
- 28:55como a gente usa aquele sistema, como a gente faz aquela rolagem
- 28:58de dado quando a gente pede um teste, como a gente anuncia
- 29:02isso, como é que a gente pergunta para o jogador.
- 29:05São coisas que. Em outros jogos, não importa
- 29:08tanto. De maneira geral, não importa
- 29:10como é que você pede para o cara do banco imobiliário fazer uma
- 29:13rolagem de de qualquer coisa, né?
- 29:16É. Mas no RPG, às vezes isso faz
- 29:18toda a diferença do mundo. Me parece que a gente no meio do
- 29:24RPG, né? A gente tem essa, esse espaço
- 29:28tão frutífero para a gente debater a respeito de qual a
- 29:32melhor forma de fazer de acordo com o que a gente enxerga.
- 29:35Né? Então a gente tem também.
- 29:38Por conseguinte, a gente tem um espaço grande pra dica de RPG.
- 29:42Por isso que eu acho que a RPG tem tanto material de dica.
- 29:45Se você for no drive thru RPG, se você for lá na internet, de
- 29:49maneira geral, né, nas comunidades, se você for nas
- 29:53revistas, se você for nas publicações, você vai ver o
- 29:55tanto de dica que tem pro mestre, né?
- 29:58Produtor de conteúdo. Olha, mete no combate assim,
- 30:01mete contra o combate assado, você joga DED, pega essa regra
- 30:04aqui do do lamentations of the imprincess, pega essa regra aqui
- 30:09do do, do demon Lord, faz assim, faz assado, mistura aqui,
- 30:14mistura ali, essa regra aplica sim, aplica assado, é, deixa
- 30:18isso aqui de lado, usa a regra do legal aqui, né?
- 30:21Então a gente acopla às vezes mecanismos novos, a gente tira
- 30:24outros, a gente ignora algumas regras ou usa outras de maneiras
- 30:28diferentes. Então, esse espaço artesanal do
- 30:31RPG ele é muito pronunciado. Acredito que por isso tudo que
- 30:34eu falei até aqui, né? É, e por conseguinte, esse essas
- 30:37dicas, essas dicas aí que formam um bololo tão grande, né?
- 30:43Que quando você se depara com outro produtor de conteúdo, se
- 30:46você conversar, né, com abertura e com sinceridade, durante 1
- 30:52hora com ele. Certamente você vai encontrar
- 30:55pontos de discordância bem importantes entre o discurso
- 30:59dele e o seu. Isso pra mim é feijão com arroz,
- 31:04né? Talvez algumas pessoas não
- 31:06gostem de mim no meio do RPG, porque eu nunca me neguei a
- 31:09falar, cara, isso aqui eu discordo, né?
- 31:11Às vezes é até meio chato, né? Você vai pra um Painel com
- 31:14outros mestres, O Mestre fala tal coisa, é assim, você fala,
- 31:18pô, eu vejo tal coisa assado, né?
- 31:20Pra mim isso é importante, né? Eu acho que.
- 31:23Principalmente se você é um produtor de conteúdo, as pessoas
- 31:25querem sua opinião e faz faz parte disso.
- 31:28Você fala, ó, minha opinião é essa, espero que é, por mais que
- 31:31eu possa ser, inclusive possa ter uma opinião contrária sua,
- 31:35eu espero que a gente possa conviver aqui com tranquilidade,
- 31:39né? Eu acho que isso é recurso, é
- 31:40bagagem pra todo mundo, como quiral diz, isso é tudo XP, mas
- 31:44eu quero, eu quero expor minha opinião e acredito que as
- 31:46pessoas estejam é, esses anos me dão espaço, Eu Acredito que elas
- 31:50estejam ali pra ouvir minha opinião.
- 31:52Em vez de ficar contemporizando dizendo não, cada um faz como
- 31:55quer, beleza como cada um faz como quer, eu acho que é óbvio,
- 31:58né? Se vem alguém pedir uma dica
- 32:01para mim, 11, sei lá, um cara que me segue no Instagram, ele
- 32:04vem pedir uma dica para mim, eu falo para ele, não, olha só, é,
- 32:09eu acho que você está fazendo de uma forma que não não é tão boa,
- 32:12imagina, experimenta isso aqui, né?
- 32:14Eu estou dizendo para ele o que que eu acho melhor dentro
- 32:15daquilo, mas o fato. É que são dicas esparsas e que,
- 32:21de fato, não tem como dizer qual que tá certo, qual que não tá,
- 32:23qual que é melhor, qual que não é.
- 32:25Mas isso sempre me encafifou, será que não tem como dizer, né?
- 32:31O que que é melhor, o que que é pior?
- 32:33Acho que talvez tenha, né? Se a gente pegar algumas coisas
- 32:36um pouco mais, não vou dizer que são objetivas, 100%, não.
- 32:40Acho que no mundo dos jogos é difícil a gente ter uma coisa é
- 32:44tão objetiva assim quanto, sei lá.
- 32:46Enquanto a gente aferir que A Terra é redonda ou alguma coisa
- 32:49assim, mas a gente, de certa forma, a gente está trabalhando
- 32:54num espaço ali arbitrário, mas que a gente pode ter alguma
- 32:57objetividade na conversa, na lógica que se se constrói em
- 33:00torno daquilo. Então, se você vai falar de
- 33:02dicas de RPG, você está falando de dicas sobre vampiro, a
- 33:05máscara, certamente a gente começa a ter um parâmetro sobre
- 33:09aquilo. Olha, isso aqui não funciona tão
- 33:11bem. Um vampiro, né?
- 33:14Se um cara chega para mim e fala, cara, só começa a
- 33:16abandonar as regras, aqui começa a abandonar a regra.
- 33:19Pode ser que você, em algum momento, esteja usando quase
- 33:22nada das regras de determinado jogo.
- 33:24Então, talvez o que você esteja buscando não encontre guarida
- 33:29naquelas regras. Por outro lado, talvez seja você
- 33:32consiga entender o que que são regras que casam muito bem com
- 33:35aquele jogo específico, com gurps, com Wonder home, sei lá.
- 33:42Certamente você vai ter coisas ali que você vai poder entender
- 33:44que cara cabe como uma luva nesse sistema aqui.
- 33:48Olha, é esse esse jeito de pensar, a rolagem de dados, esse
- 33:52tipo de transparência do mestre. E isso tudo cabe muito bem nesse
- 33:56jogo e não cabe bem naquele outro.
- 33:58Aqui a gente já começa a ter um pouco mais de objetividade, né?
- 34:02E obviamente que a gente vai ver que os jogos falam um pouco
- 34:05sobre como eles devem ser usados também, porque acredito que faz
- 34:08parte de um bom manual, de um jogo.
- 34:11Que ele fale um pouco sobre isso, né?
- 34:14Então a gente vai ver um pouco ali, sei lá, no nos livros de
- 34:18vampiros dos anos 90 que eu já citei aqui, né?
- 34:20Ou outros livros, né? Dos anos 90, você vê claramente
- 34:23muita gente falando de cinema, é de interpretar papel, é de
- 34:28estrutura de arco narrativo. É de enfim, de formas de contar
- 34:34história ali. Essa coisa do storyteller, do
- 34:36storytelling, essa coisa do do roteiro vindo pro pro RPG muito
- 34:41forte dos anos dos anos 90, né? E você vai ver muita dica em
- 34:46torno disso pra esses tipos de jogos, que tem regras muito
- 34:50semelhantes ou muito parecidas, construídas de uma forma muito
- 34:53parecida entre si de maneira geral.
- 34:54Então você pegar o uni system dos anos 90, esse que é o do do
- 34:58wit craft ou do. Do armageddon ele em em alguns
- 35:02pontos ele vai se aproximar do vampiro.
- 35:04Ali ele vai ter suas vantagens e desvantagens, né?
- 35:07E tudo mais. Ele se aproxima do do, do sei lá
- 35:10do do as mágica, que também tem esse tipo de coisa que se
- 35:14aproxima de, enfim, de vários outros jogos que a gente vai ver
- 35:16que se constrói mais ou menos da mesma forma e que mais com maior
- 35:22intensidade ou menor intensidade, vão dividir mais ou
- 35:24menos de dicas semelhantes também.
- 35:27Né? É, mas levando principalmente
- 35:29para o lado do vampiro e desse, é como que a gente dizia na
- 35:33época, né? Era o punk gótico, né?
- 35:35Para esse lado do das aventuras punk góticas.
- 35:38Lá a gente IA caminhando para esse lado, né, de de um jogo
- 35:42cinematográfico com flashback, trazer técnicas de roteiro, et
- 35:46cetera. E isso aí eram dicas que a gente
- 35:48vê na dragão Brasil também muito forte, mas de toda forma.
- 35:52Ainda me parece que as dicas que a gente via ali ou a forma de se
- 35:56usar o jogo dos anos 90 no vampiro passava muito por falar,
- 36:00Ah, bote uma trilha sonora na sua casa, é, traga, se traga os
- 36:07jogadores aqui. EE, escolha o momento de pedir a
- 36:09pizza, depois volte com a imersão.
- 36:12É, sei lá, você vai ver que tinha tinha tinha livro, ele
- 36:17falava, Ah, você não umas velas na mesa, né?
- 36:19Pra ficar um clima, é. Pô, você achar que em algum
- 36:25momento as regras estão entrando na frente da narrativa, se
- 36:29desfaça das regras, né? Esse tipo de dica é muito comum
- 36:33ali porque você tava com 111 site gás do RPG, que tava
- 36:37privilegiando ideias que se caminhavam pra construção da
- 36:41narrativa, né? É priorizando a construção da
- 36:45narrativa acima, até de elementos lúdicos e cara, assim,
- 36:50de certa maneira, isso era. A verve dessa coleção meio solta
- 36:54muitas vezes, de ideias que você tinha para utilizar aquele
- 36:57sistema. Era quase uma praxis, né?
- 37:01Que que meio que se espalhava pela pela, pela comunidade de
- 37:05RPG e que você tinha boas ideias ali, que eram sendo colocados
- 37:09ali em torno daqueles jogos, né? É com o tempo, como eu falei,
- 37:14né? Dos anos 2002, 1010 ali.
- 37:18A gente vai ver que o RPG começa AA entrar por por novos meios
- 37:22ali, né? Principalmente com a internet.
- 37:24Então tem a forj, que começa a debater game design,
- 37:27principalmente mecânicas de jogo, né?
- 37:29Passa muito pelo debate do game designer, da da prancheta, né?
- 37:33Do game designer e das mecânicas que ele imprime.
- 37:36É uma coisa que puxa muito para um game design de videogame, né?
- 37:39Mas a gente vê também o surgimento da ucr.
- 37:42E começa a resgatar esse RPG old School das antigas, né?
- 37:47Com a primeira geração dos Retro clones e tudo mais.
- 37:50E no meio dessa galera, especificamente, a gente vê um
- 37:53contraponto muito forte. É esse RPG design que a gente
- 37:57vai ver surgir com a forj e esse RPG, mas artesanal.
- 38:01E esse RPG artesanal passa muito por um Duty yourself muito
- 38:06forte. Isso não é Duty yourself do
- 38:08autor, né? É um Duty yourself do autor com
- 38:11jogadores com a mesa de jogo, com cada mesa de jogo trazendo
- 38:15esse espaço artesanal do RPG muito forte.
- 38:18E daí logo surge nesse caldo da OSRE, logo surge Oo fint, né?
- 38:24Com o quick primer Freud School game Oo fint é o cara do
- 38:27austrik, né? Ou seja, é um é um dos caras que
- 38:30descobrem ali AA possibilidade da OGL para fazer retroclones,
- 38:34né? Para quem?
- 38:36Acha que é? Pô, qual a graça de fazer só um
- 38:39clone do DED antigo cara AOGL permitiu que se resgatasse esses
- 38:44jogos e por isso daí OOCR é renascense, porque esses jogos
- 38:49você não achava, os colecionadores tinham, os
- 38:53colecionadores tinham e você não tinha acervo digital muito pra
- 38:56esses pra esses jogos, né? Então Oo fint fez esse favor de
- 39:00pegar ali mais ou menos AOGL entender que dava pra fazer
- 39:03isso. Pegar o set de regras e
- 39:05publicar, né? Com com outro nome, algumas
- 39:08alterações, né? Que ele que ele achava
- 39:10interessantes ali e ele publicou, né?
- 39:14E outras pessoas publicaram os seus retroclones com algumas
- 39:17pequenas modificações e isso deu um boom Na Na comunidade OSR com
- 39:22esse duccif muito forte, né? Então muito Zine, muita coisa
- 39:26começou a surgir dali. Né?
- 39:28Enquanto AAA forj trazia muitos game designers independentes, os
- 39:33indie tal AOSR, uma coisa mais é desse craft de mesa, né?
- 39:39Dos grupos mesmo, né? É, e o fins trouxe, né?
- 39:43Junto com OOO retrocone ele trouxe aí, no caso o swords and
- 39:49Wizard, que é um outro retroclui que ele fez do DID antigo, DID
- 39:53zero e tal, ele trazia ali. Um manual, ele resolveu escrever
- 39:58um manual. Esse manual ele tava é se
- 40:02voltando a explicar para jogadores de DID dos anos 2000
- 40:09que era ODID 3.5, né? Ou mais tarde DD 4.0, né?
- 40:15Enfim, como jogar DID antigo que a filosofia era a outra na
- 40:19cabeça dele. E ali ele começou a tentar
- 40:22explicar de uma maneira é. De uma maneira ampla, né?
- 40:27Escalável, por assim dizer. Pra que diferentes mesas de
- 40:30pessoas que não conheciam ele, que talvez nunca tivessem, não
- 40:33tivessem contato com ele, pudessem experimentar esses
- 40:36jogos old School e entender uma filosofia de jogo diferente, uma
- 40:40ideia de game play diferente. E aí ele começa a delinear isso
- 40:45num manual curtinho, que eu já falei muito aqui no café com
- 40:49dângeo, que é o quick Prime frodschool game.
- 40:51O que a gente chegou inclusive a traduzir aqui no café com
- 40:53dângelo, né? Então vou deixar o link no
- 40:55descritivo do episódio, se você não conhece ainda, recomendo
- 40:58fortemente, independente da sua da jogabilidade que você gosta,
- 41:02né? Acho que é um documento
- 41:04importante. Na história do RPGEO kick
- 41:06primer, ele delineia primeiro 4 momentos zen que ele chama que
- 41:10são princípios do jogo, né? Seriam mais ou menos 4
- 41:14princípios que. Que constroem essa ideia de
- 41:17jogabilidade que o fim te quer trazer, né?
- 41:20E aí passa ali pelo por arbitragem, vez, regras,
- 41:23habilidades do jogador heroico e não super herói.
- 41:26E esqueça, equilíbrio de jogo, né?
- 41:29É, de uma maneira geral, o que a gente tá falando aqui.
- 41:31É um jogo que tenta é focar nas dinâmicas dos jogadores com a
- 41:36ficção diretamente, sem um intermédio mecânico forte, né?
- 41:41Então acho que todos esses 4 momentos zen dialogam de alguma
- 41:44maneira com isso, né? As arbitragens em vez de regras.
- 41:47É uma maneira da gente tirar a gravidade das mecânicas do jogo
- 41:52e permitir que a gente brinque um pouco mais com elas, como
- 41:54ferramentas, habilidade do jogador.
- 41:57É muito da gente ter essas mecânicas influenciando menos,
- 42:01né? A ficha do jogador, logo, a
- 42:05jogabilidade que o jogador percebe o herói que não super
- 42:08herói é justamente para manter ali.
- 42:10É OOO jogo sendo jogado por. Sei lá, talvez num nível de
- 42:16poder ali que traga esses desafios.
- 42:20Mais é inocentes, né? Pro jogo, e não necessariamente
- 42:24com poderes que são traduzidos em ficha, né?
- 42:28Se dialoga ali com a habilidade do jogador e por fim, esquecer o
- 42:32equilíbrio de jogo, né? A gente não tá falando aqui de
- 42:35um jogo que quebra. Se você mexe nas suas partes é,
- 42:38ele é feito pra gente. Ele é feito de maneira modular e
- 42:40a gente consegue brincar com elas, né, com essas partes do
- 42:43jogo. E também que a gente não precisa
- 42:45fazer um jogo que seja extremamente.
- 42:48É passado por uma sintonia tão fina a ponto de que você vai
- 42:53botar somente inimigos do mesmo nível dos dos dos personagens
- 42:56ali. E que não.
- 42:57O jogador tem que engajar com a ficção, né?
- 42:59E não com a mecânica daquela das criaturas e dos desafios que ele
- 43:03vem. Então eu consigo encarar que
- 43:05esses momentos, todos eles dialogam muito com essa questão
- 43:07de fazer o jogador engajar com a ficção.
- 43:10Lendo uma nota fica mais claro ainda, né?
- 43:13EE depois desses 4 momentos zen, que são os princípios o fim, a
- 43:16gente traz dicas para dicas para jogadores que são meio que
- 43:21algumas são dicas mesmo, né? Elas são elas, são dicas que se
- 43:26acoplam a essa ideia de jogabilidade que ele tá
- 43:28trazendo, né, para os jogadores. E por fim, ele traz dicas para
- 43:33mestres, seguindo o modelo do tal, né?
- 43:35Ele chama o tal do mestre, tal é OTAO, né?
- 43:39Tem oriental ali. É a ideia do tal do mestre que
- 43:42são boas práticas que ele traz em 4, é em 4 boas práticas ali
- 43:47que é na verdade não são 4 boas práticas, né?
- 43:50São boas práticas e se incluem dentro de desses 4 taos, né?
- 43:56O primeiro é o caminho do vaso chinês, o segundo é o caminho da
- 44:00cabeça de alce, o terceiro é seu combate abstrato, deve ser.
- 44:05E o quarto é o caminho da caravana doner.
- 44:08O primeiro do vaso chinês. Ele tá falando de desse uso da
- 44:11ficção, né? De como a ficção enriquece, né,
- 44:15o game play e de que a gente deve olhar pra pra ficção.
- 44:18Então o vaso chinês é porque e a gente que a gente tem que dar
- 44:21atenção pra aquele vaso chinês que tá descrito no cenário ali,
- 44:25no ambiente, e que a gente tem que colocar ele em jogo.
- 44:28Aquilo ali tem um valor, a gente, a gente tem que
- 44:31aproveitar aquilo ali como jogabilidade, não somente.
- 44:34Botar os jogadores para lutarem na peneira do jasp ou para
- 44:37interagirem num ambiente que não tem nada a mais a ser perdido.
- 44:40anão ser as próprias vidas deles, né?
- 44:43O caminho da cabeça de alce também tem a ver com essa
- 44:45investigação da ficção do jogador.
- 44:48Engajar com a ficção, perguntar respeito O Mestre.
- 44:50Devolver antes da gente engajar com as mecânicas, né?
- 44:54Antes da gente engajar com a esfera mais abstrata.
- 44:57Das mecânicas, o seu combate for abstrato deve ser fala de boas
- 45:01práticas em relação ao combate a, por exemplo, usar
- 45:04granularidade do D20, trazer a questão do vaso chinês aqui para
- 45:08o combate de uma maneira mais clara, botando alguma coisa em
- 45:11jogo, né? E por fim, a caravana boner, que
- 45:14é trazendo boas práticas e relativas a questão de gestão de
- 45:18recursos, de como o ambiente é um desafio para os jogadores e
- 45:22etc. Então ele tá fazendo aqui, ele
- 45:24tá botando um esqueleto. Que trabalha princípios, boas
- 45:29práticas e dicas. Isso aqui é um manual de estilo.
- 45:36Isso é diferente de estilo pessoal.
- 45:39É uma coisa importante o fint, né?
- 45:42Ele? Ele fala o tempo todo no manual
- 45:45dele. Cada pessoa tem que jogar a sua
- 45:47maneira. Isso é uma coisa que parece
- 45:49obrigatória na usr, né? Se você não fala isso, você não
- 45:54ajoelha no milho, não chicoteie as próprias costas e repete isso
- 45:58como um mantra. Toda vez que você vai falar
- 46:00sobre sobre como você acha que as coisas devem ser jogadas,
- 46:04como as regras devem ser usadas, etc, a comunidade usr fica muito
- 46:08Tiririca da vida com você, xinga até a sua terceira geração.
- 46:13No fins ele fala, né? Isso No No crick Prime você vai
- 46:16ver outros outras pessoas que esboçam manuais de estilo ali na
- 46:19usr, com esse momento, com essa mesma questão, tem que dizer,
- 46:22não joga do jeito que você quer, que ninguém tá aqui para dizer
- 46:25para você como você tem que jogar, não sei o quê, mas o que
- 46:27eles falam é, olha, joga de acordo com isso aqui, né?
- 46:30É uma proposta de estilo, então seria tá errado dizer que olha
- 46:34isso aqui, é como você inclusive acha melhor, senão você não tava
- 46:37propondo isso aqui dessa forma. Mas, né, e eu acho que isso
- 46:41inclusive é da natureza artesanal do RPG, né?
- 46:44Acho que todo mundo tem uma ideia de como se joga melhor,
- 46:47mas isso é diferente de dizer que o click Prime for School
- 46:53game é o estilo pessoal do match fint, o que não é, né?
- 46:58O estilo pessoal. Quando a gente fala disso, Ah, o
- 47:01meu estilo como mestre, a gente tá falando de uma colagem de
- 47:06práticas que você, que você veio.
- 47:09É acumulando ao longo da vida e usando situacionalmente.
- 47:13Então isso inclui suas percepções pessoais sobre o
- 47:17sistema que você usa. É percepções pessoais sobre ORPG
- 47:22de maneira geral, as suas percepções sobre o grupo de jogo
- 47:26com quem você costuma jogar ou sobre os grupos de jogo que você
- 47:29está acostumado a jogar. É tem a ver com as suas
- 47:31preferências pessoais ou as preferências dos grupos que você
- 47:35se acostumou a jogar, né? É tem a ver com a sua bagagem
- 47:39cultural, a sua bagagem de dicas e de olhares técnicos sobre RPG
- 47:44e sobre as ferramentas que você viu em diversos jogos, né?
- 47:47O repertório que você foi construindo e também o seu
- 47:50repertório geral. Preferências de como jogar RPG,
- 47:54né? Seja ali determinado ou não, mas
- 47:56é um repertório geral, são preferências suas.
- 47:59Você foi acumulando e guardando ali num saco.
- 48:03Geral ali com cheio de coisas que você vai sacando durante o
- 48:06jogo, entendendo como utilizar. Algumas pessoas, tem um estilo
- 48:10pessoal, é mais claro. Outras pessoas acabam flanando
- 48:14mais, umas pessoas que já conseguem entender o próprio
- 48:17estilo, outras pessoas não, mas o fato é que quando a gente vai
- 48:21para resenha, você pode falar do teu estilo pessoal, mas ele é
- 48:25isso, ele é seu estilo pessoal. Você está falando do seu gosto
- 48:27pessoal, como você gosta das coisas ali acontecendo?
- 48:31É, e aí outras pessoas podem concordar, podem discordar, mas
- 48:36AAAA conversa fica muito nessa esfera subjetiva e até
- 48:39sentimental de o cara é assim que eu gosto, é assim que eu
- 48:41prefiro, né? É, você pode até argumentar uma
- 48:44coisa ou outra, mas de maneira geral, ali você você tá falando
- 48:48de pequenos porções, né? Pequenas, é 111 coleção meio
- 48:54caótica, né, de práticas ali que você juntou.
- 48:59E que podem inclusive serem incoerentes entre si, podem não
- 49:02fazer sentido num Panorama geral.
- 49:05Se você parar pra parar pra entender direitinho, pra falar,
- 49:08cara, vamos estudar isso aqui que eu tô trazendo como como
- 49:11recurso pode ser que não funcione, mas o que importa é
- 49:14que na tua mesa funciona, você consegue sacar aquilo na hora
- 49:17certa, consegue utilizar essa variedade aí de uma maneira que
- 49:20você consegue fazer rodar na tua mesa com teu pessoal, né?
- 49:25Ou nas mesas que você mostra aí em evento, etc.
- 49:29E aí, nesse caso, a gente pode dizer que o seu estilo pessoal
- 49:32ele se relaciona também com a sua personalidade, ou seja, com
- 49:35o ambiente, com a forma com que você veio se formando enquanto
- 49:39jogador de RPG, né? E como pessoa também, né?
- 49:43Como pessoa cultural, como pessoa é, enfim, como pessoa
- 49:47social, né? E tudo mais.
- 49:50Então, o estilo se relaciona com a sua personalidade e dialoga
- 49:54com a diversão. Né?
- 49:56O que importa é se você vai conseguir entregar uma sessão
- 49:59boa, vai se divertir com isso e se as pessoas a sua volta vão se
- 50:02divertir. Acho que o estilo pessoal se
- 50:04comunica muito com isso. Mais de 1000 episódios na
- 50:10primeira temporada, um podcast premiado por suas reflexões
- 50:16sobre o jogo, entrevistas e convidados em uma nova temporada
- 50:20com muito a oferecer a comunidade do RPG.
- 50:29Aventureiros? Numa busca por mais episódios na
- 50:31semana, te convidam a fazer parte do grupo de Telegram,
- 50:35participar de sorteios e enriquecer seu jogo.
- 50:41Esquente a água, moa os grãos e pegue os dados.
- 50:49Apoia.se barra café com Dancing. Contamos com você.
- 51:11Porém, existem os manuais de estilo, né?
- 51:16Que que é um manual de estilo? Tô falando genericamente
- 51:19necessariamente no RPG. Por quê?
- 51:20Porque existe um manual de estilo pra além da RPG, né?
- 51:23Antes mesmo da RPG, talvez, né? Certamente.
- 51:27Então, o que que é um manual de estilo?
- 51:28Um manual de estilo é um manual que estabelece algumas
- 51:32diretrizes mais ou menos detalhadas por uma comunicação
- 51:37visual, né? É que você tá fazendo de repente
- 51:41ali no design, né? Então você tem ali uma
- 51:43comunicação visual que tem diretrizes ou de repente, para a
- 51:47forma com que uma marca. Se expressa, né?
- 51:50Pelo cop, né? Pelo texto que que é aquela
- 51:53marca que vai botar nos anúncios ou nos textos institucionais, ou
- 51:58um projeto ou uma publicação, né?
- 52:01Como é que é? Como é que ela se comunica?
- 52:04Como é que ela se apresenta, né? Como é que ela se constrói
- 52:08enquanto. Enquanto apresentação, enquanto
- 52:10argumento, né? E isso.
- 52:14É uma busca por gerar uma consistência e unidade, né?
- 52:18Dentro daquele projeto é acaba sendo um parâmetro comum entre
- 52:23nós aqui, que a gente estabeleceu para gente, a partir
- 52:26do qual a gente pode avaliar a adequação de um material, né?
- 52:31É perto, é, é contrastado com esse ideal que a gente escolheu
- 52:34para gente. Se a gente for pegar para o
- 52:37campo do design, né, que eu estou, estou bem acostumado.
- 52:40A gente vai puxar pra identidade visual.
- 52:42Então o manual de identidade visual, né?
- 52:44É um manual de estilo, né? Ele ele vai dizer como você usa
- 52:47o logotipo, as variações, a área de proteção, o espaçamento, o
- 52:51tamanho mínimo, quais tipografias a gente vai usar
- 52:54nesse projeto, como é que elas combinam entre si, quais são os
- 52:58limites de uso delas e as cores, a paleta de cores, quais, quais
- 53:03as especificação técnica de cada cor, quais harmonias que essa
- 53:07marca usa ou que esse projeto vai utilizar.
- 53:10Quais ícones, né? Qual família de ícones a gente
- 53:13vai utilizar, quais são as fotos, qual o tipo de foto, como
- 53:15é que a gente usa essas fotos, como é que a gente faz essas
- 53:19fotos, né? E tudo isso convergindo pra uma
- 53:21ideia geral de como uma, de como uma marca ou um projeto
- 53:24específico vai, se vai se expressar, vai se colocar, como
- 53:27é que vai se produzir Pra Ele, né?
- 53:30EE, quais ideias essa construção visual vai buscar reforçar, né?
- 53:36E como evitar? Erros técnicos que prejudiquem o
- 53:39seu, o seu reconhecimento é se a gente está falando de um manual
- 53:44de redação e estilo editorial, né?
- 53:47Como por exemplo, o manual de estilo da folha de São Paulo,
- 53:51né? Isso tinha na biblioteca do meu
- 53:52avô. Meu avô tinha um manual de
- 53:54estilo lá da biblioteca de São Paulo.
- 53:56Eu achei Superinteressante quando era mulher que pegar
- 53:58aquilo e falar, olha que doideira.
- 53:59Então, todo jornalista aqui da folha de São Paulo, eles seguem
- 54:01um manual de estilo. Não basta ele saber ler e
- 54:04escrever e escrever reportagens, ele segue em um estilo, olha que
- 54:08doideira é. Então ele vai seguir um tom de
- 54:11voz, né? Ele vai seguir alguma algumas
- 54:13ideias de gramática e sintaxe, né?
- 54:16Tipo, se a comunicação é formal, se ela é descontraída, se ela se
- 54:20ela é técnica ou se ela ela busca um tom inspiracional, ou
- 54:25se ele usa, é, sei lá, aquelas diretrizes de Oxford, lá é pra
- 54:30para as vírgulas. Se ele usa padronização de
- 54:33siglas, como é que eles fazem as siglas?
- 54:35Até isso entra, né? Como é que você faz a grafia de
- 54:38termos estrangeiros? Se você vai botar em Itálico, se
- 54:41você vai botar em negrito, se você vai botar uma caixa em
- 54:44volta, se você vai botar 11 numerozinho como nota de rodapé,
- 54:49como é que vão ser as normas de pontuação, como é que você vai
- 54:52formatar os títulos, citações, listas, como é que se faz uma
- 54:57manchete? Isso tudo está no manual de
- 54:58redação do estilo editorial. Mas e no RPG?
- 55:04Bom, no RPG né? A gente não tá falando de manual
- 55:08de estilo, né? É como uma coleção de dicas que
- 55:12uma pessoa fez o fint o David Finn Oo match fint, né David?
- 55:18Não o match fint quando ele não chegou voando do céu e falando,
- 55:23vou registrar aqui com o relâmpago a forma com que eu
- 55:27jogo para que todos possam seguir.
- 55:30A minha erudição lúdica. E criou o click primer.
- 55:34Ele não fez isso. O click primer é o fint tentando
- 55:39explicar num texto o que ele entende que seja a melhor forma
- 55:42de jogar jogos old School para jogadores de TD moderno.
- 55:45E quando ele tá fazendo isso para outras pessoas, para um
- 55:47campo ilimitado de pessoas diversas, que ele não conhece,
- 55:50que ele não sabe quem são, né? Ele tá fazendo um trabalho de
- 55:54construir, né? A partir de boas práticas e que
- 55:58ele enxergou como utilizar. Aquele material, né?
- 56:01Ele vai começar a sistematizar isso em torno de princípios, né?
- 56:07De uma lógica, né? Coerente entre si, né?
- 56:11E que pode ser seguida por pela galera que tá lendo como um
- 56:14norte, um registro de atuação, né?
- 56:17Então ali ele tá combinando com o público, falando, olha, se
- 56:20você seguir essas ideias, né? Né?
- 56:23E na prática, essas essas ideias se traduzem assim, assim,
- 56:27assado, você vai conseguir chegar nesse tipo de jogo que eu
- 56:30tô, que eu tô propondo para você aqui nessas ideias de jogo.
- 56:34E isso é uma. É uma coisa que uma de estilo de
- 56:38RPG vai fazer. Ele vai trazer um registro de
- 56:40uso para aquele sistema. Normalmente ele é feito em cima
- 56:44de um sistema, né? Para ele poder ser seguido por
- 56:47qualquer pessoa, diferente do estilo pessoal, que é muito mais
- 56:51hermético, muito difícil de botar na mesa.
- 56:53E que justamente porque ele pode ser incoerente nas suas Fontes,
- 56:57no seu, nos seus gostos, ele não tem qualquer compromisso de
- 57:01coerência entre si, né? Ele só tem um compromisso.
- 57:05Você pode usar hoje uma técnica que você aprendeu no dragão
- 57:08Brasil e amanhã uma técnica bem diferente que você ouviu, sei
- 57:12lá. 111 produto de conteúdo aleatório falar e você pode
- 57:16buscar pra tua mesa e amanhã não usar mais, depois é utilizar de
- 57:19novo e depois você achar que aquilo ali é muito ruim pro
- 57:22jogo, pra pra etapa do jogo que você tá jogando, né?
- 57:26Ah, isso aqui funcionou no DED, no nível 3, mas agora que a
- 57:29gente tá no nível 15, fazer isso aqui, fica uma merda e tudo bem,
- 57:33né? Tudo bem?
- 57:34Você não tem no seu estilo pessoal, você pode mexer da
- 57:37forma que você quiser e é natural, todo mundo tem seu
- 57:40estilo pessoal. Mais ou menos marcante, mais ou
- 57:43menos perceptível pelos demais sempre.
- 57:46Todo mundo vai ter ali sua própria coleção de né?
- 57:49Seu próprio contexto de uso das coisas, mais um manual de
- 57:52estilo. Não é assim, né?
- 57:54Ele tem que ser coerente, ele tem que seguir um fio, lógico,
- 57:59ele tem que seguir algumas ideias, ele não, não dialoga,
- 58:04né? Com uma esfera pessoal, ele
- 58:06dialoga com a esfera técnica, né?
- 58:09Ele não conversa. Com a diversão, né?
- 58:13Ele conversa com uma esfera, com uma esfera ampla, ali de de uma
- 58:19ideia específica de jogo. Ele dialoga com jogabilidade,
- 58:24ele dialoga com com técnicas lúdicas, né?
- 58:28Por assim dizer, isso não quer dizer que a diversão deva ser
- 58:32abolida. A gente tá falando que o manual
- 58:36de estilo ele dialoga com a esfera técnica, né?
- 58:40É e não com a esfera da diversão e que ele não é um espaço de
- 58:45construção do estilo pessoal da personalidade do jogador, mas
- 58:48com com a com a jogabilidade geral daquele jogo, né?
- 58:53Isso não quer dizer que isso não possa acontecer, né?
- 58:57O manual de estilo ele vai fazer com que O Mestre trabalhe também
- 59:02o seu espaço pessoal ali dentro. E o seu estilo pessoal lida com
- 59:09a esfera da diversão. Lida com a sua esfera de
- 59:13personalidade também. A gente precisa desse dessa
- 59:16pessoa. A gente precisa dos jogadores, a
- 59:18gente precisa da personalidade deles e a gente precisa entender
- 59:22a visão deles, de como eles vão se divertir dentro daquilo.
- 59:25Mas muitas vezes, o estilo pessoal, ele vai encontrar um
- 59:30território fértil dentro de uma proposta de estilo.
- 59:33E é natural que isso aconteça, né?
- 59:36Porque a pessoa começa a se tornar mais autoconsciente.
- 59:40Do que ele faz entender melhor as técnicas que ele usa, né?
- 59:45Debater ele acaba sendo é se tornando possível debater com
- 59:49com mais propriedade a respeito do que ele vem fazendo em mesa
- 59:55com os demais participantes do jogo.
- 59:57Isso permite a ele melhorar com uma dentro daquele daquele
- 1:00:01registro, dentro daquele norte, né?
- 1:00:04A gente tá falando que o estilo, né?
- 1:00:07Proposta de estilo, manual de estilo.
- 1:00:09Ele vai trazer aquelas regras, ou aquelas ideias, ou aqueles,
- 1:00:14de uma maneira ou de outra, aquelas delimitações.
- 1:00:17E muitas vezes vão estimular a criatividade do mestre e dos
- 1:00:22participantes ali para desenvolverem seus estilos
- 1:00:24pessoais. Numa redação de jornal, um
- 1:00:28manual de estilo, ele confere diretrizes que determinam como
- 1:00:31que deve ser o texto daquele jornal.
- 1:00:33Mas, dentro disso, o jornalista pode se expressar de muitas
- 1:00:36formas diferentes. São aquelas limitações que
- 1:00:39impulsionam AA criatividade, porque sedimentam a técnica no
- 1:00:45RPG, todos os participantes, até gente de fora, mesmo que tiver
- 1:00:50olhando um jogo que segue determinado estilo de jogo, né?
- 1:00:53Não um estilo pessoal, mas um estilo de jogo.
- 1:00:56É um manual de estilo, alguma coisa assim.
- 1:00:59Até as pessoas de fora, ou as principalmente as pessoas de
- 1:01:01dentro, ali elas vão poder debater e conversar sobre essas
- 1:01:04diretrizes claras. E poder dar e receber feedback a
- 1:01:08respeito de pontos de melhora, o que permite com que o jogo fique
- 1:01:12aquilo com que o jogo fique com mais qualidade para todo mundo,
- 1:01:15mesmo levando em conta os estilos pessoais.
- 1:01:18Então teve uma vez que perguntaram, né?
- 1:01:20Eu trouxe aqui para o café com Granja, inclusive falaram lá no
- 1:01:23Reddit como eu me torno um mestre melhor.
- 1:01:25Olha, certamente a adoção de um estilo pessoal, do do estilo
- 1:01:28pessoal ajuda, porque você é um cara interessado e vai tentar
- 1:01:32buscar seu estilo pessoal ali. Mas adotar um estilo de jogo,
- 1:01:36manual de estilo, ou existir algum para o jogo que você tá
- 1:01:39jogando, né? Ou criar um manual de estilo,
- 1:01:42alguma coisa assim, certamente vai permitir que você tenha uma.
- 1:01:4711 pouco mais de objetividade nessa sua busca, ainda que não
- 1:01:51seja uma discussão objetiva, como eu falei lá atrás, ela
- 1:01:55passa por uma subjetividade, passa por arbitrariedade.
- 1:01:58Mas o diálogo, né, dentro de princípios, dentro de 10, dentro
- 1:02:03de boas práticas, ele segue um rumo com mais objetividade, né?
- 1:02:08E aí AA gente consegue conversar melhor.
- 1:02:10Isso é uma coisa que a gente experimenta muito facilmente
- 1:02:13dentro da comunidade de joil fantasy.
- 1:02:15Que é o estilo de jogo que eu proponho, né?
- 1:02:17Que a gente tem birgota, a gente tem mesas abertas, a gente
- 1:02:20consegue juntar um grupão de gente e debater o jogo a partir
- 1:02:24desse registro que a gente tem, como é o fantasy?
- 1:02:27E o jogo vai melhorando dentro disso.
- 1:02:29E assim, é óbvio, existem potencialmente zilhões de
- 1:02:34estilos de jogo, às vezes até mesmo sobre os mesmos sistemas.
- 1:02:39Né? É, o importante é que você tenha
- 1:02:41clareza do que você tá perseguindo, né?
- 1:02:43E o estilo de jogo te ajuda nisso.
- 1:02:46Não é essencial que você jogue a partir de um estilo de jogo, mas
- 1:02:50te ajuda muito, né? É exemplos disso, né?
- 1:02:54Teve o exemplo do burrico, né? Eu trouxe aqui no café com
- 1:02:57dângelo recentemente, vou deixar no link do do descritivo do
- 1:03:00episódio ali o causo do burrico equipado, né, que aconteceu em
- 1:03:06beergoten e. Eu fiz uma análise usando as
- 1:03:10lentes, né, do do estilo hall fantasy, e aí isso me permite,
- 1:03:14depois de um tempo, analisar aquela situação e falar, olha,
- 1:03:17seria melhor se eu tivesse feito assim, assim, assado, porque
- 1:03:20isso dialoga melhor com essas boas práticas aqui e me permite
- 1:03:24seguir essas ideias que formam a proposta do jogo.
- 1:03:27Bom, fora isso, né? Eu acho que tem outros outros
- 1:03:30momentos aqui em que eu vi isso acontecer.
- 1:03:32Vou, vou trazer aqui é, teve Oo Kobe, né?
- 1:03:35O Bruno Kobe, que mestrou bergotten comigo, fez um
- 1:03:38intensivão no início lá mestrou pra caramba.
- 1:03:41Eu fiquei vendo a jogabilidade dele, a jogatina dele, o game
- 1:03:44play que ele propunha e tava entendendo como é que ele tava
- 1:03:47atendendo o estilo de jogo old School jogando dentro desse
- 1:03:50registro do all ofendes eu percebi em determinado momento,
- 1:03:54né? É que ele estava jogando muitos
- 1:03:56encontros aleatórios ali, que não estavam dentro da da
- 1:03:59proposta de jogo e não estavam dentro do estilo, em vez de
- 1:04:03simplesmente falar, cara, você está jogando muito encontro
- 1:04:05aleatório, porque eu acho que você está, sei lá, criando mais
- 1:04:07controle, que eu acho que até era motivo ali.
- 1:04:10Mas o fato é que eu conseguir delimitar certinho o efeito
- 1:04:13prático dentro do estilo que fazer com que jogar.
- 1:04:16Muitos encontros aleatórios ocupavam muito espaço da ficção
- 1:04:20e deixava pouca ficção em disputa.
- 1:04:23O que permite um enriquecimento da dessa ficção é mais diverso e
- 1:04:29que permite uma jogabilidade mais acentuada, até para o
- 1:04:32próprio mestre propor o risco. Isso tudo é um debate
- 1:04:35interessante dentro do do estilo do jogo, do all fantasy, que a
- 1:04:38gente só consegue perceber porque tem esse registro de
- 1:04:41jogo. E o COB percebeu isso, entendeu
- 1:04:43isso, concordou e passou AA lidar melhor com esse tipo de
- 1:04:46coisa e ser mais autoconsciente em relação a isso dentro.
- 1:04:50Do biagoten dentro dessa proposta ali, ele pode até
- 1:04:53depois experimentar com isso, indo pro completo inverso disso
- 1:04:56falando, olha só, eu vou mostrar aqui uma mesa experimental de
- 1:04:59mitos de Atlântida, que era um outro sistema, um outro, um
- 1:05:02esquema. Ele estava sendo influenciado
- 1:05:04ali por all fantasy e falou, cara, eu vou fazer 11
- 1:05:06experimento do completo oposto. Eu vou tentar ocupar o máximo
- 1:05:10possível, né? Do espaço de desafio com esses
- 1:05:13encontros e com é é e com situações que vão imprimir o
- 1:05:17desafio de maneira muito acentuada aqui.
- 1:05:20Mas isso tudo são debates que a gente construiu a partir do
- 1:05:24mesmo registro lúdico que o wallfantas trouxe.
- 1:05:28Se não tivesse isso, muito provavelmente IA cair num pô,
- 1:05:30mas qual o problema de eu ter mais controle?
- 1:05:33Eu tô querendo controlar essa parte do jogo, então isso aqui é
- 1:05:35melhor assim, pô, por que que você não acha melhor?
- 1:05:37Mas eu acho melhor, então você não acha, sabe?
- 1:05:40Cai num num espaço ali onde a gente não consegue debater.
- 1:05:44Por isso que eu falo brincando que de uma maneira ou de outra.
- 1:05:48O manual de estilo é uma cagação de regra sistematizada.
- 1:05:52Aí a gente tá combinando em cima dessa regra cagada que a gente
- 1:05:55vai segui la, né? E a gente a gente vê muitas
- 1:05:58possibilidades interessantes a partir disso, porque tá todo
- 1:06:01mundo comungando, né? Das mesmas ideias de jogo é
- 1:06:06outra coisa muito clara também. Outro exemplo que eu posso dar é
- 1:06:10a falta de antecipação das recompensas.
- 1:06:13Né, que é uma boa prática que a gente tem em óleo, fentes o que
- 1:06:16é, a gente antecipa os riscos e a gente antecipa as recompensas
- 1:06:22ou as oportunidades que a gente tem dentro de cada desafio em
- 1:06:26oferentes, a gente entende que o oferentes é um jogo.
- 1:06:28Isso é princípio, né? É um jogo focado em desafio, O
- 1:06:31Mestre, desafio, os jogadores tentam superar o desafio.
- 1:06:35E o que que é o desafio? O desafio é uma conjugação de
- 1:06:39riscos e oportunidades. A gente entendeu em determinado
- 1:06:44momento que os riscos deveriam ser antecipados, porque é e tem,
- 1:06:50a gente é. Obviamente, a gente construiu
- 1:06:52isso em cima do do fint, né? Oo well fantas.
- 1:06:54Ele vem do estudo do fint, né? E através do fint, a gente veio
- 1:06:58percebendo que a ficção tinha que dar algum tipo de interface
- 1:07:02do jogador com desafio, através do risco que ele corria.
- 1:07:05Então a gente tinha que de alguma forma é mostrar que
- 1:07:08existia esse risco ali. Né?
- 1:07:09Até o princípio apócrifa veio depois falando da antecipação.
- 1:07:13Os blogs de OSR também falavam de antecipação e a gente
- 1:07:16entendia que o risco devia ser antecipado.
- 1:07:18Mas olhando pelo viés do all fantasy e entendendo que um bom
- 1:07:23desafio ele é feito não somente por risco, mas por oportunidade
- 1:07:26também, a gente pode entender quase como ligando o lé concre e
- 1:07:31as recompensas também deviam ser antecipadas.
- 1:07:34E isso foi expresso No No pelo pelo carisma malvadeza quando
- 1:07:38ele tava jogando. Um hex krall comigo antes mesmo
- 1:07:41da da versão definitiva que a gente chegou no keviser hexis
- 1:07:45uma versão bem embrionária do hex krall do kevis and hexis.
- 1:07:49Ele chegou e falou, cara, eu me sinto oprimido porque eu sinto.
- 1:07:53Eu vejo treta pra todo lado que eu olho é e eu e eu fico sem
- 1:07:57vontade de engajar com o jogo. E a gente percebeu que de fato,
- 1:08:01qual era a solução, a gente tinha que botar 11 pouco de
- 1:08:04açuquinha ali pra atrair o jogador também.
- 1:08:07O jogador tinha que ver o desafio, mas também tem alguma
- 1:08:09interface com o desafio, mas tem alguma interface também com a
- 1:08:12oportunidade. Senão ele não iria nunca morder
- 1:08:15aquela isca. Ele não IA nem tentar, né?
- 1:08:19Então a gente começa a entender as boas práticas de jovem
- 1:08:21fantasy a partir disso. Claro, né?
- 1:08:24Porque a gente nem chamava isso de jovem fantasy.
- 1:08:26Exatamente, mas a gente já estava nessa busca, nessa nessa
- 1:08:29delimitação de um de um debates a respeito de uma proposta de
- 1:08:34estilo que mais tarde a gente veio.
- 1:08:36Entender como como é o fantasy, né?
- 1:08:38É, enfim, por todo o processo que a gente passou ali de levar
- 1:08:42essas mesas para público, ter a ter a comunidade.
- 1:08:45É dando nomes a isso e a gente entendendo que essa jogabilidade
- 1:08:49é o que a gente perseguia. É a bastante tempo, né?
- 1:08:53Bom, para continuar com exemplos.
- 1:08:56Agora vou trazer exemplos de outros manuais de jogo, né?
- 1:08:58Que eu considero pelo menos o manual.
- 1:09:00É o manual do mestre cafeinado, não é um não é um manual de
- 1:09:04estilo, é um livro meu, mas que ele é uma compilação, eu acho
- 1:09:08boa de de dicas de RPG que eu botei no Twitter.
- 1:09:12Ele não é um manual de estilo porque não tem uma linha lógica
- 1:09:17seguindo seguindo tipo é permeando todas essas dicas,
- 1:09:21elas vão ter uma coerência necessária entre si, ainda que
- 1:09:24elas sejam coerentes. Talvez porque por conta do
- 1:09:27autor, né? Eu.
- 1:09:29É tento ser minimamente coerente ali dentro, ainda que não não
- 1:09:32fosse obrigado a ser, porque aquilo é uma coleção de de boas
- 1:09:36ideias. Talvez é e assim, talvez não
- 1:09:39funcionem. Todas no mesmo jogo são mais
- 1:09:42provocações na verdade, né? É, mas tem aqui o Sky flush, né,
- 1:09:50que talvez seja um manual de estilo, o laser Dungeon master e
- 1:09:53o rapper of the laser Dungeon Dungeon master.
- 1:09:56Aqui a gente tem. O zlife flush ficou muito
- 1:10:00famoso, né? Por esse livro do, do, do mestre
- 1:10:02preguiçoso, né? E ele tem uma proposta geral que
- 1:10:06eu consigo perceber aqui, a ideia dele, e ele persegue isso
- 1:10:09com bastante obstinação, é reduzir drasticamente o tempo de
- 1:10:12preparação do mestre, focando nos elementos que trazem um
- 1:10:16benefício maior, né? Pra diversão da mesa até, né?
- 1:10:20Ele fala de diversão e tal, mas eu acho que é pra.
- 1:10:23Fazer com que O Mestre, ele ele perca menos tempo e crie menos
- 1:10:26expectativas a respeito do jogo, fazendo com que o jogo fique
- 1:10:29mais leve, tenha mais condições para que as pessoas se divirtam
- 1:10:33ali, né? É, ele permite que o jogo seja
- 1:10:36mais dinâmico, mais focado nos personagens.
- 1:10:39Então ele de certa forma constrói esse mestre que
- 1:10:42participa menos, né? É 11, busca muito parecida com a
- 1:10:46que eu tenho. De maneira geral, eu estou
- 1:10:48falando é minha produção de conteúdo como um todo.
- 1:10:51Que é de redesenhar essa ideia do mestre, né, de tirar tanto
- 1:10:54peso das costas dele. Usar flores faz isso muito bem,
- 1:10:58né? Você vai ver que ele traz também
- 1:11:00alguns princípios ali, dentre outros, né?
- 1:11:02Ele faz ele. Ele, por exemplo, fala que você
- 1:11:05deve se preparar para improvisar, né?
- 1:11:09A sua PrEP é para isso, né? Você não se prepara para para
- 1:11:14construir o jogo previamente, você se prepara para improvisar
- 1:11:17melhor. Isso aqui é uma coisa que
- 1:11:20irradiou. Eu acho que todo meio do RPG é
- 1:11:22uma coisa que a gente repete a torto e direito, né?
- 1:11:25Uma coisa que ele botou em papel, ele positivou no livro
- 1:11:28dele ali, né? A preparação.
- 1:11:30Ela não serve pra criar um roteiro, mas pra dar recursos
- 1:11:33pro mestre, reagir as escolhas do personagem.
- 1:11:36E talvez isso não tenha sido nem ele que criou, né?
- 1:11:38Eu acho que nem foi, porque essas dicas eu já havia entrado
- 1:11:41em contato com Diogo Nogueira, com várias pessoas do meio do
- 1:11:45AOSR, que traziam essa ideia de jogo.
- 1:11:47Ele aqui sistematizou isso dentro do dentro da proposta do
- 1:11:51leasid Angel master dele, né? Ele também tem essa ideia do
- 1:11:54desenvolvimento espiral, por exemplo, né, que é focar no que
- 1:11:57é imediato ao redor dos personagens quando você for
- 1:12:00preparar e fazer com que o mundo vai se expandindo apenas
- 1:12:04conforme os jogadores vão ali vivenciando.
- 1:12:07Ele, isso é uma coisa que me influenciou, né?
- 1:12:10Não é o fantasy. Eu tenho isso influenciando, né?
- 1:12:13Eu não posso dizer que se a gente juntar essa ideia com a
- 1:12:16ideia de. De Distance, do Ron wetdrod,
- 1:12:19você não tem mais ou menos aqui a ideia de interface que eu
- 1:12:22trago para o all fantasy, né? Ele traz uma ideia que a gente
- 1:12:26já viu também no Dungeon World, que é ser fã dos ser fã dos
- 1:12:29heróis, né? O Mestre deve torcer pelos
- 1:12:31personagens e permitir que eles façam coisas épicas.
- 1:12:34A gente tem aqui alguma alguns alinhamentos em torno desse
- 1:12:38mestre que que ele acaba sendo ali um cara que ajuda os
- 1:12:42jogadores, que dá um serve de escada para os jogadores, é um
- 1:12:45desenho de papel. Para um mestre que ele tem,
- 1:12:48então as dicas que ele traz, né? São os princípios que ele traz.
- 1:12:52Dialogam muito com essa ideia geral de jogo do desenho desse
- 1:12:55mestre preguiçoso, né? E por fim, irradia para boas
- 1:12:59práticas. Perceptivas ali também, como
- 1:13:01aquele checklist de 8 passos que ficou famoso também, né?
- 1:13:05Incluir revisar os personagens, criar um começo forte para sua
- 1:13:08aventura. É pensar em cenas potenciais,
- 1:13:11alguns segredos locais fantásticos, é, enfim. 10
- 1:13:15segredos e pistas também, né? São, seria uma boa prática que
- 1:13:18ele tenta colocar ali é, você prepara as informações ali que
- 1:13:23podem ser descobertas em qualquer lugar.
- 1:13:25Você não não atrela elas a um espaço do jogo, elas são os
- 1:13:30abstratas, né? É, também tem a ideia de rece
- 1:13:33King, né, que você vai pegar e vai esquinar, você vai trazer
- 1:13:36vai mudar a skin de um monstro. Então tem uma coisa que até
- 1:13:39ficou famosa na usr, né, que é o que é o artigo sobre o urso.
- 1:13:43É, você pega a ficha do urso e transforma, que eu li em
- 1:13:45qualquer monstro que seja. 11 monstro parrudo, né?
- 1:13:48É, você muda as estatísticas e dá um tom novo Pra Ele, né?
- 1:13:52Isso não é uma dica nova também, mas ele constrói isso tudo, ele
- 1:13:55traz isso tudo de maneira organizada, reforçando a ideia
- 1:13:58principal que ele traz. Então eu considero e de alguma
- 1:14:01forma Oo os life flus trabalha com manual de estilo, né?
- 1:14:05É outro manual de estilo que talvez seja o melhor dos manuais
- 1:14:09de estilo aí da ucr é mais nova, né?
- 1:14:12Não estou falando aqui do fint, eu acho que o fint é orkun cour,
- 1:14:15né? Realmente ele inaugura aí esse
- 1:14:17espaço de de manual de estilo de uma maneira muito interessante,
- 1:14:22mas o mustra, ele é um livrão, ele é, ele é bem robusto, né?
- 1:14:25E ele tem bastante ideias ali, ele chega até a ter meio rocócó,
- 1:14:29meio Exagerado assim, né? Ele traz bastante detalhe,
- 1:14:32porque ele tem uma veia simulacionista que eu.
- 1:14:35Detesto, né? Mas que eu acho que ele faz bem,
- 1:14:38muito detalhe que eu acho desprezível por mim eu enxugava
- 1:14:41muito Oo múster, mas esse é o meu gosto pessoal.
- 1:14:44Ele constrói bastante em cima de uma visão do DED, né?
- 1:14:48Eu acho que é a principal proposta dele ali é de encarar
- 1:14:50ODED como esse War game de exploração.
- 1:14:53Ali ele remonta a raízes do do hobby, né?
- 1:14:57É, e ele ele foca muito nesse desafio estratégico real.
- 1:15:01Ele encara também o jogo como um desafio ali, mas é um desafio
- 1:15:04estratégico, real e passa pela perícia dos jogadores e a
- 1:15:08simulação de um mundo fantástico.
- 1:15:10Perigoso, né? Eu acho que ele também bebe do
- 1:15:13fant, assim como eu com o well fant, né?
- 1:15:15Ele traz ali alguns princípios de jogabilidade amarrados,
- 1:15:18nisso, a ideia do árbitro neutro, né?
- 1:15:20O Mestre, ele não planeja histórias, ele nem favorece
- 1:15:23ninguém, ele só aplica as regras e a lógica do mundo de maneira
- 1:15:27imparcial, né? Essa verve.
- 1:15:30É esse emocionista aí, né? Dessa coisa do da lógica do
- 1:15:33mundo de maneira imparcial, né? Ele é como se fosse um a vontade
- 1:15:38do do mundo, né? Da é a ideia de Conquista real,
- 1:15:43né, de que as vitórias e derrotas elas são significativas
- 1:15:46e baseadas em decisões táticas dos jogadores e não em
- 1:15:49performance teatral ou não a manipulação de dados pelo
- 1:15:53mestre. Então aqui ele dá uma enxugada,
- 1:15:56né? Nessa questão que eu acho muito
- 1:15:57importante. É uma coisa que eu busquei
- 1:15:58também com é o fantasy, né? E a gente entender o que que é o
- 1:16:02Prumo, né? Do do, do, do do que vai fazer
- 1:16:06uma derrota, uma Vitória dentro do jogo, né?
- 1:16:09Ele, ele constrói muito limpando esse espaço, né?
- 1:16:12Tirando performance teatral, tirando construção de história,
- 1:16:14tirando é ilusionismo da parte do mestre, né?
- 1:16:18E também traz a ideia desse desse equilíbrio, né?
- 1:16:21Esse equilíbrio dinâmico que o desafio ele não é balanceado
- 1:16:25matematicamente pelo é matematicamente, mas os
- 1:16:28jogadores sim, eles devem decidir quando lutar, quando
- 1:16:31recuar e fazer uma gestão de risco que dialoga muito com o
- 1:16:34que a gente faz. É uma ofendese também e vem de
- 1:16:38uma percepção do guilesp, né? De que é o jogo, é uma gestão de
- 1:16:43risco, então a gente é. A gente fazer com que o diálogo
- 1:16:49a respeito da jogabilidade passe pela análise de risco DED
- 1:16:53clássico faz muito sentido para entender o que que é esse
- 1:16:55desafio. Só que ele leva para outros
- 1:16:57lados em é quando aí o ofendese traz para outro lado, ele leva
- 1:17:01para o lado tático, né? É, mas é interessante de de
- 1:17:05qualquer forma, porque ele vai amarrando tudo isso muito bem e
- 1:17:08ele traz boas práticas, né? Ele fala de doutrina, tática,
- 1:17:11né, desenvolver procedimentos padrão, né?
- 1:17:14Tipo, a galera vai entrando, vai esticar o teto, vai usar lança.
- 1:17:17É informação quando os inimigos vierem e tipo usarem ali as
- 1:17:21técnicas deles. É procedimentos padrão para
- 1:17:24sobreviver a mais morra, por exemplo, né?
- 1:17:28Ele traz a ideia de estábulo de personagem, né, de que é o jogo.
- 1:17:33No jogo a gente vai dirigenciar múltiplos personagens para uso
- 1:17:37em diferentes missões ali, né? Então tem uma mitigação do
- 1:17:41espaço emocional. Afetado por morte frequente de
- 1:17:45personagens, né? Uma coisa meio de de você ter 11
- 1:17:48manancial ali de personagem. Isso dialoga muito com a ideia
- 1:17:51de campanha, que ele reforça muito durante o jogo, né?
- 1:17:54Ele também reforça a ideia do XP pro Tesouro, né?
- 1:17:57E até faz uma defesa. É de que, reconhecendo a coisa
- 1:18:02do do debate a respeito do do XP puro ser um traço colonial do
- 1:18:07RPG, mas ele ao mesmo tempo. Fala uma argumentação que eu
- 1:18:10defendo muito também, de que o jogador tem opção disso, né?
- 1:18:13Ele tem agência sobre essa, sobre sobre como ele consegue
- 1:18:17esse ouro, né, e que por outro lado, esse ouro ele vai fazer
- 1:18:21com que ele, os jogadores, delimitem mais facilmente os
- 1:18:24objetivos alcançados, as riquezas recuperadas e mantenham
- 1:18:28o foco no sucesso concreto do jogo.
- 1:18:30E o que também é muito alinhado com o que eu curto, né?
- 1:18:33Então recomendo bastante aí o múster.
- 1:18:35É, é um enfim, eu acho que Oo kirau né?
- 1:18:39Eu vou deixar o link no distintivo do episódio, o kirau
- 1:18:42tem um uns vídeos de leitura do muster, não é completo ainda,
- 1:18:45mas talvez ele complete em breve e até por pelo kirau ter
- 1:18:49abordado o mister eu achei que não precisava eu trazer ele pro
- 1:18:53café com dângel nem trouxe, então vou deixar o link aí pra
- 1:18:56vocês seguirem a rezendo o kirau com ele tem também um pra não
- 1:19:01ficar na usr só né? Teve aqui o guia do Dungeon
- 1:19:05World. Que ele é um manual de estilo
- 1:19:07também, né? Ele ele traz uma proposta geral
- 1:19:11ali de conduzir o RPG como uma conversação fluida, onde as
- 1:19:15regras são engatilhadas pela narrativa e nunca interrompe a
- 1:19:18ficção, mas que empurra é é a narrativa ali pra direções
- 1:19:22inesperadas. Então ele, ele, ele deriva, né?
- 1:19:25Como ideia de jogo, ele deriva muito do do pensamento do do
- 1:19:30Dungeon road mesmo que é, enfim. E por si, porque, por sua vez,
- 1:19:35deriva do pensamento geral, é de conversação fluida do do Vincent
- 1:19:39Baker, né? Do do Power by the apocalipse,
- 1:19:42do Vincent, da megay Baker. Então meio que isso aqui é
- 1:19:46barbada, né? A gente sabia que em torno de
- 1:19:49que ideia de jogabilidade que ele IA trabalhar, e a gente vê
- 1:19:52irradiando também princípios, né?
- 1:19:54O princípio dele buscar a ficção primeiro, por mais o que eu acho
- 1:19:58que. Ele falha em muitos pontos
- 1:20:00nesses na proposta de jogo Dungeon road.
- 1:20:04Esse manual tenta puxar mais ainda para esse lado, então ele
- 1:20:06reforça essa ideia. Imagino que isso seja muitas
- 1:20:09vezes o divisor de águas para quem está buscando a ficção
- 1:20:12primeiro chegar lá de fato, né? Mas a ideia de que a verdade do
- 1:20:16mundo e as ações descritas pelos jogadores determinam quais
- 1:20:19regras usarem não o contrário, né?
- 1:20:22É o que é o que traz, né? A ideia básica ali do.
- 1:20:26Do gatilho de cada movimento, o negócio, que os movimentos
- 1:20:29acabam depois de um tempo pautando o que o jogador vai
- 1:20:33buscar fazendo a ficção para acionar aquele movimento, né?
- 1:20:36É, mas enfim, não, não vou ter de versar.
- 1:20:41Eu acho que ele trabalha reforçando esse aspecto da
- 1:20:44ficção. Primeiro, o que eu acho
- 1:20:44importante, né? Tendo em vista o que eu falei.
- 1:20:47Agora é outro princípio que o próprio Dan John World traz.
- 1:20:51Ele trabalha também fortemente, que é o jovem, para descobrir o
- 1:20:54que acontece. Então, para você não preparar
- 1:20:57enredos ou finais, preparar situações e veja o que emerge do
- 1:21:00jogo, o que você vê, como é, dialoga com o próprio slife
- 1:21:04flores, né? Que eu citei ali atrás?
- 1:21:06E a ação como pêndulo, né? O Mestre apresenta perigos, que
- 1:21:10são momentos movimentos suaves. Ele reage às falhas ou sucessos
- 1:21:14parciais com consequências, né? Então ele traz os movimentos
- 1:21:17pesados, O Mestre ele pendula em cima disso, né?
- 1:21:21Não deixa de ser uma inspiração, né?
- 1:21:23Pra quando eu eu trouxe não ao fantas a ideia de posturas que
- 1:21:26eu trouxe no episódio anterior aqui, mas que passa, né, por uma
- 1:21:29ideia geral também de de do mestre, pendular, né?
- 1:21:33Do mestre talvez alternar posturas e tal, que é que é um
- 1:21:35princípio que ele traz aqui nessa ideia de ação como
- 1:21:38pêndulo. E algumas boas práticas que
- 1:21:40derivam disso, né? Então fazer perguntas e usar as
- 1:21:43respostas, né? É O Mestre.
- 1:21:45Ele vai deligar a parte da construção do mundo aos
- 1:21:48jogadores durante a sessão por meio dessas perguntas e
- 1:21:50respostas, é desenhar mapas e deixar espaços e espaços em
- 1:21:54branco, né? Então é, ele coloca como uma boa
- 1:21:57prática você criar uma algumas lacunalidades ali no espaço do
- 1:22:01jogo pra que elas sejam definidas durante o jogo, né?
- 1:22:05Pro que é, pro que tem importância lúdica no momento.
- 1:22:08Né? E a ideia de frentes e
- 1:22:10presságios ali organizando ameaças de de longo prazo que
- 1:22:14evoluem caso os personagens não interfiram.
- 1:22:16Pra quem me acompanha, sabe que eu que eu, que eu sou muito
- 1:22:19influenciado por essas ideias, inclusive, né?
- 1:22:22Então você vê como manuais de estilo, eles são, eles trazem
- 1:22:28boas. Ideias que você?
- 1:22:29Vai sintetizando também até em outros manuais de estilo também,
- 1:22:33ou talvez até no seu próprio estilo pessoal, né?
- 1:22:37É outro manual de estilo clássico aí da da usr.
- 1:22:40A galera gosta muito. É o princípios de blog, né?
- 1:22:43O blog principals. Ele também tem uma ideia geral
- 1:22:46de proposta de jogo, que é garantir que o jogo seja sobre
- 1:22:49escolhas reais no mundo pré definido, eliminando uma parcela
- 1:22:55da improvisação que favorece ou prejudica os jogadores
- 1:22:59injustamente da cabeça do da da autora.
- 1:23:03Lá. E aí isso?
- 1:23:05Amarra alguns princípios de jogabilidade, né?
- 1:23:08Olha, é, nunca prepare enredo, você vê como isso aqui é forte,
- 1:23:11né? No meio do do do pensamento de
- 1:23:15RPG, né? É uma coisa que tá tá meio
- 1:23:18hegemônico hoje em dia, graças a Deus, mas pelo menos nesse ramo
- 1:23:21mais alternativo, né? Nunca prepararam enredo, então
- 1:23:25prepare apenas entidades, né? Lugares, monstros, itens e tal.
- 1:23:29E deixa os eventos serem emergentes, é?
- 1:23:34Comprometimento com a preparação.
- 1:23:36O que que está? Anotado antes da sessão é a
- 1:23:39verdade canônica. O Mestre não pode mudar, né?
- 1:23:42É algumas, algumas ideias ali, o Tesouro no meio do jogo para
- 1:23:48ajudar na diversão. Ele não tem que fazer isso, ele
- 1:23:50tem que seguir o que ele foi, o que ele o que ele preparou ali.
- 1:23:54Só que. Coloca boas práticas
- 1:23:56interessantes dizendo o que preparar, né?
- 1:23:58Você não vai preparar tudo, então eles colocam ali que tem
- 1:24:01níveis de verdade que você vai estabelecer.
- 1:24:04Tem algumas coisas que são ossos fundamentais da sua preparação e
- 1:24:07outras coisas que você não deve é é preparar e deve deixar que
- 1:24:12fiquem a cargo de emergência. Então eles trazem essa coisa dos
- 1:24:143 níveis de verdade, né? Consultar primeiro a preparação,
- 1:24:18depois as regras ou tabelas aleatórias, então, por fim.
- 1:24:22Improvisar de forma neutra, né? Tem essa pretensão de
- 1:24:25neutralidade que o que o muster também tem, e tem também a coisa
- 1:24:29das mecânicas diagéticas, né? Focar em interações diretas com
- 1:24:32o mundo é em primeiro lugar, em vez de apenas rolar testes de
- 1:24:36perícias, que é uma coisa que herda do fins também, né?
- 1:24:40É, você tem aí o novo simulacionismo, né?
- 1:24:45E tem como uma ideia principal de jogo ali.
- 1:24:48Acredito que ele seja um manual de estilo.
- 1:24:51Talvez caminhando muito pra uma pra 11, ensaio quase filosófico
- 1:24:57ali, mas acho que ele acaba sendo uma nova estilo, né?
- 1:24:59Que a ideia de jogabilidade que ele traz é uma supremacia
- 1:25:03absoluta do mundo ficcional sobre as regras, as mecânicas
- 1:25:08servindo o mundo. É e se entrar em conflito, né?
- 1:25:12Com a lógica da ficção, as regras devem ser descartadas.
- 1:25:15E esse mundo é um mundo pré determinado, é um mundo que já
- 1:25:19existe. Pelo menos idealmente, né?
- 1:25:22Antes mesmo da jogabilidade começar.
- 1:25:25E os princípios que ele amarra em cima disso é, o mundo é
- 1:25:27sagrado. Ele não pode, ele não deve
- 1:25:30mudar, porque uma regra diz, mas apenas por causas dentro da
- 1:25:33própria ficção, né? Magia, economia, ação de
- 1:25:36personagem, et cetera, e regras são abstrações representativas.
- 1:25:40Outro exemplo, né? o Dragão, ele não morre porque
- 1:25:43chegou a zero pontos de vida, ele morre porque o dano na
- 1:25:46ficção foi insuportável. E os números apenas representam
- 1:25:49isso. Talvez essa seja a parte que eu
- 1:25:51mais gosto do do do jogo, né? Ainda que ele cria ali uma
- 1:25:55separação meio artificial entre as 2 coisas, né?
- 1:25:58Porque no fim das contas, o zero HP representa, né?
- 1:26:02Justamente isso de que o dano na ficção foi insuportável.
- 1:26:06As 2 coisas anjam andam necessariamente juntas.
- 1:26:09É ele ele fazer essa separação talvez ajude uma algumas pessoas
- 1:26:13a. Usarem menos a mecânica de uma
- 1:26:15maneira essencial no jogo, que é até interessante pensando que
- 1:26:19ele trata mundo de jogo como uma coisa, uma verdade prévia, né?
- 1:26:24No inclusive em relação à mecânica eu acho que é isso.
- 1:26:28A mecânica no fundo ajuda AAA materializar esse mundo de
- 1:26:31alguma maneira. EE enfim, não vou nem entrar nas
- 1:26:35críticas aqui tem um episódio sobre isso, eu vou deixar no
- 1:26:38objetivo do episódio, mas o fato é que ele amarra.
- 1:26:41As ideias muito bem em torno dessa ideia de que esse mundo é
- 1:26:45é supremo e ele existe previamente, né?
- 1:26:47Então ele traz boas práticas aqui, por exemplo, de de
- 1:26:51abstrair, né? Ou desabstrair, ou, numa regra,
- 1:26:55ela não faz sentido pra situação atual.
- 1:26:56O Mestre jogadores devem voltar ao jogo livre, né?
- 1:26:59Freeforme pra decidir o que acontece dentro de uma lógica
- 1:27:02particular e mudar o mundo antes das regras se quiser mudar o tom
- 1:27:05da campanha, altere os fatos do mundo ficcional antes de mudar
- 1:27:09as regras. Ele tenta amarrar dessa forma e
- 1:27:11ele fala que eu acho que é uma. É a pior dica que ele pode dar e
- 1:27:15é que todo mundo deve se comportar em jogo como se esse
- 1:27:20mundo de fato existisse, ainda que a gente saiba, no fundo, que
- 1:27:23não tem como ele existir previamente.
- 1:27:25Eu acho 11 boa prática, até disfuncional, mas não há, não,
- 1:27:29não há como dizer e não é uma que não é uma prática coerente
- 1:27:32com os princípios que ele traz, né?
- 1:27:34Então isso aí é um bom, é uma boa, uma boa construção.
- 1:27:39Só para dar outros exemplos aí, né?
- 1:27:40Dentro do que eu já trouxe o próprio múster, né?
- 1:27:43Ele, ele fala de transparência, que é uma coisa que Oh, eu
- 1:27:46fantasy fala também, né? De você realizar rolagens de
- 1:27:49encontros aleatórios abertamente, para evitar a
- 1:27:51tentação de de dar um jeitinho ali, dar o fud, né?
- 1:27:55É fazer a tal da filtragem oracular ali, que é usar os
- 1:28:00dados para decidir detalhes arbitrários, né?
- 1:28:03Tipo, há uma Taverna nessa rua, reduzindo o favoritismo
- 1:28:06narrativo completamente. É destoante, de Joel Wenders, o
- 1:28:11raciocínio jurídico que ele traz ali, né?
- 1:28:13O Mestre, ele deve agir como um juiz, baseando as decisões em
- 1:28:17precedentes na lógica da simulação, sendo capaz de
- 1:28:20justificar cada decisão se for questionado, né?
- 1:28:23É, ele tem as doutrinas das masmorras, né?
- 1:28:26Que eu falei? Aquelas doutrinas que ele falou
- 1:28:30de de defesa, né? De dos jogadores se comportarem.
- 1:28:33Preenche o desafio. Ele fala de disciplina de luz,
- 1:28:36que é gerenciar as tochas e lanternas para evitar
- 1:28:38penalidades e não trair, não atrair os monstros.
- 1:28:41A doutrina de batedores, então mandar manter um batedor 3 m a
- 1:28:46frente da linha principal. A formação de combate, né?
- 1:28:49O uso de falanges de lanças e sinais combinados para retirada
- 1:28:52coordenada, né? Esse tipo de coisa ele traz lá
- 1:28:55dos wargames e tenta colocar aqui dentro do de uma proposta
- 1:28:59Steel dele, dentro de boas práticas, né?
- 1:29:02Enfim. É, acho que algumas coisas aqui
- 1:29:06a gente pode trazer também do lamentations of the Princes, que
- 1:29:11ele tem Oo ruffer reebook do rag, que eu acho que ele teve um
- 1:29:16impacto muito positivo na comunidade old School, né?
- 1:29:20No na usr há tempos atrás. Hoje em dia ele talvez não
- 1:29:23tenha, é, sei lá, talvez não tenha o mesmo impacto, mas ele
- 1:29:28ele foi muito importante, né, naquele momento e tem aqui.
- 1:29:33OA ideia geral, né? OAAA ideia de jogabilidade geral
- 1:29:39de construir essa fantasia estranha focada em horror, esse
- 1:29:44mistério insondável e perigo extremo dentro de uma
- 1:29:47jogabilidade old School, né? A proposta central é meio que se
- 1:29:51afastar dessa fantasia heróica tradicional pro estilo.
- 1:29:55Os jogadores vão enfrentar forças que eles não, que eles
- 1:29:57não podem explicar que. E eles algumas vezes não vão
- 1:30:01conseguir derrotar ou não vão conseguir resolver só seguindo
- 1:30:04as mecânicas de combate, né? E o objetivo então acaba sendo
- 1:30:08trazer, né, esse, esse, essa vulnerabilidade, esse desamparo
- 1:30:12diante do bizarro, né? Dentro da jogabilidade que ele
- 1:30:15constrói ali, então ele traz alguns princípios de
- 1:30:18jogabilidade ali, como por exemplo, o árbitro imparcial,
- 1:30:21né? Ele vai vai ser um funcionário
- 1:30:24do jogo ali, agindo de maneira desinteressada e imparcial.
- 1:30:28Ele não está ali para vencer os jogadores, mas para apresentar
- 1:30:31desafios e aplicar as regras de maneira consistente, tanto a
- 1:30:34favor quanto contra é a depender da situação.
- 1:30:38Ele fala da agência em Liberdade de escolha, ele fala que os
- 1:30:40personagens dos jogadores devem ter a agência real, né?
- 1:30:44Então isso isso entra ali como uma necessidade do, né?
- 1:30:48Que deve ser. É confirmada em jogo por todo
- 1:30:51mundo, né? Eles não podem ser meros
- 1:30:52fantoches ou observadores de eventos.
- 1:30:55O Mestre, ele nunca deve narrar, ou com personagem, sente ou faz,
- 1:30:59deixando que todas as reações ou EE decisões partam
- 1:31:02exclusivamente do jogador. Aqui é um traço de estilo que
- 1:31:06que que eu acho que é muito importante, né?
- 1:31:09Pra pra o with fantasy, porque cara, é um imponderável, né?
- 1:31:15É um jogador que lide com o imponderável da maneira que ele
- 1:31:19acha que ele deve lidar. Não é O Mestre que vai ter que
- 1:31:21dizer isso, né? O dado como autoridade final,
- 1:31:24né? É, embora o árbitro tenha poder
- 1:31:27absoluto para tomar decisões, ele cede essa autoridade aos
- 1:31:30dados assim que eles começam a rolar, e não se deve manipular
- 1:31:33resultados para poupar personagens de má sorte ou erro
- 1:31:37fatal. É, ele fala, a história é
- 1:31:40emergente, então O Mestre não conta uma história, ele
- 1:31:42representa. É ambiente em situações dentro,
- 1:31:46né? Do jogo.
- 1:31:47E a história é o que aconteceu após a sessão ser jogada.
- 1:31:50Nunca algo planejado como final predefinido e desafio real
- 1:31:54versus. Justeza teatral, o jogo deve
- 1:31:57conter situações letais que podem dizimar o grupo se não
- 1:32:00forem abordadas com inteligência.
- 1:32:02O sucesso ou fracasso deve depender literamente das
- 1:32:05habilidades, das habilidades e escolhas dos jogadores, sem
- 1:32:09intervenção do mestre para garantir um final feliz.
- 1:32:12O ragu. Ele constrói muito isso nesses
- 1:32:15princípios é. Como uma maneira.
- 1:32:18De reforçar, né? O jogador tomando decisões em
- 1:32:22ambiente. Estranhos em ambientes de
- 1:32:25insegurança, deixando ele com essa, com essa, com essa solidão
- 1:32:29praticamente dele, com a agência dele, cara, só cabe a você, não
- 1:32:33espera que O Mestre te guie, que ele não vai te guiar, e aí a
- 1:32:36gente vê algumas boas práticas surgindo daí, né?
- 1:32:39Subversão de clichês de mistério, né?
- 1:32:41Então é, O Mestre deve evitar elementos padrão como, sei lá,
- 1:32:45manual de monstros, né? Ele até tem um manual de
- 1:32:48monstros esotéricos lá, que é uma doideira para você construir
- 1:32:51monstros diferentões. É fugir de tabelas prontas, né?
- 1:32:56Então você deve criar coisas novas para as quais os
- 1:32:59jogadores, eles não vão ter um procedimento pronto, né?
- 1:33:02Então você vai forçar com que eles interajam com o mundo pra
- 1:33:05entender o que que eles vão enfrentar.
- 1:33:08Ele traz a ideia de design de aventuras em Três Passos, né?
- 1:33:11Que você cria um, cria um local, uma situação, depois você
- 1:33:14introduz os personagens da situação e, por fim, você se
- 1:33:17afasta e observa o que acontece. Sem ter investimento nenhum em
- 1:33:23um resultado específico, é ele traz a ideia de evitar o
- 1:33:27railroading, né? Uma boa prática é evitar essa
- 1:33:30condução forçada, é fazer um controle rígido de tempo e
- 1:33:34recursos, né? É então tochas, óleo, duração de
- 1:33:39magia, né? Você tem que fazer essa conta
- 1:33:41ali na ponta do lápis, armadilhas mortais e
- 1:33:44perceptíveis, né? Óleo perceptíveis aí, coisa de
- 1:33:47gerar antecipação, né interface. Então ele fala armadilhas óbvias
- 1:33:52que não exigem rolagens para serem vistas como estátua ou
- 1:33:55como uma gema Na Na testa e mãos ensanguentadas são excelentes
- 1:33:59porque desafiam a curiosidade dos jogadores.
- 1:34:01No entanto, disparadas, elas podem ser realmente letais e
- 1:34:04cumprir seu objetivo de matar ou imobilizar.
- 1:34:07E por fim, variedade e ritmo, né?
- 1:34:09Ele fala para mudar elementos das aventuras constantemente,
- 1:34:12então tom, gênero, ambiente, inimigos para manter a campanha
- 1:34:15fresca e os jogadores sempre alertas.
- 1:34:17Se o ritmo diminuir e os jogadores não souberem o que
- 1:34:19fazer, O Mestre não deve fazer algo acontecer de graça só para
- 1:34:23entreter os jogadores. Ele deve lembrar de que é é de
- 1:34:27de que cabe aos jogadores tomarem alguma decisão, né?
- 1:34:31Enfim, a gente vê aqui que esses manuais, eles têm pontos em
- 1:34:34comum, tem pontos que são diferentes uns dos outros.
- 1:34:37Tem Oo all Friends, que é um manual em construção, né?
- 1:34:40Que teve o blog tem OOO próprio manual que eu estou escrevendo
- 1:34:45aqui que tem. É liberado dos assinantes.
- 1:34:48Tem. É muito game play, que a gente
- 1:34:51faz muito, muita sessão de feedback, mas a gente tem
- 1:34:55também, né? O World Friends e tem todos
- 1:34:57esses manuais e tem ideias parecidas, às vezes tem ideias
- 1:35:00opostas. Oo fato é que não importa muito,
- 1:35:04né? Se.
- 1:35:05Aquilo ali funciona na tua cabeça, pro teu estilo pessoal
- 1:35:08ou não. O que importa é que aquilo seja
- 1:35:10coerente com proposta em si e no teu estilo pessoal você vai
- 1:35:13acabar trazendo, né? Fatalmente ideias de todos eles
- 1:35:17e podem ser coerentes do seu estilo pessoal, desde que marque
- 1:35:19ali como você faz, como você gosta de fazer, como o seu grupo
- 1:35:23pede, como você pretende se divertir.
- 1:35:26Mas lembra que quando a gente está falando de manual de estilo
- 1:35:30ou de proposta de estilo, a gente está dizendo de um todo
- 1:35:33coerente, né? E.
- 1:35:36Eu deixo aqui claro, né? Tem muitas preferências minhas e
- 1:35:40eu acabei deixando de lado pra perseguir outras ideias quando
- 1:35:44eu tava desenvolvendo. Enquanto eu estou desenvolvendo
- 1:35:46a ofendese, às vezes você entende que determinada boa
- 1:35:50prática faz mais sentido dentro da jogabilidade que a ofendese
- 1:35:54propõe do que outras que eu tinha pra mim, que são muito
- 1:35:57divertidas e que eu gostava de aplicar, mas que não cabe aqui.
- 1:36:00Então. É, acho que a ideia é que a
- 1:36:04gente vai pegar esses manuais e adotar como norte é, eu gosto de
- 1:36:09ter um norte por vez. Então nesse momento eu estou
- 1:36:12muito focado em will fenders, não somente para jogar e para
- 1:36:15experimentar, mas porque eu estou construindo ele também,
- 1:36:18né? Ativamente.
- 1:36:20Então é, eu estou com ele, mas ainda assim eu acho que vá que
- 1:36:24você ganha, né? Quando você escolhe.
- 1:36:27Né? Um manual?
- 1:36:28E segue aquele norte, você experimenta aquilo, você vê como
- 1:36:32aquilo funciona e a partir dessa prática, você vai tirando coisas
- 1:36:35que você gosta para você ir construindo o seu estilo
- 1:36:38pessoal, que você vai aplicar na sua mesa, com seus amigos, nos
- 1:36:41seus grupos, et cetera. Então você pode até ter misturas
- 1:36:46que você vai fazer ali no seu norte pessoal, no seu, no seu
- 1:36:49estilo pessoal. É, mas ter 2 nortes dificultam
- 1:36:53um pouco o uso da bússola, mas nada impede.
- 1:36:56Como eu falei, né? É, se você, por exemplo, vai
- 1:37:00pegar os lifluors e falar que você vai construir o mundo de
- 1:37:04maneira espiral a partir dos personagens dos jogadores, isso
- 1:37:08parece diametralmente oposto a uma a uma, a um princípio de
- 1:37:12jogo que o novo submaracionismo traz, né?
- 1:37:16É, então, como é que você compõe esses 2 nortes?
- 1:37:19Você não vai compor. Talvez isso seja 111
- 1:37:23idiocicrasia seja uma contradição que nunca afete a
- 1:37:27sua mesa. Então talvez você possa pegar
- 1:37:29umas partes de um e de outro e compor.
- 1:37:31Não tem problema, porque não vai funcionar.
- 1:37:33Se você for criar uma nova estilo, for criar alguma coisa,
- 1:37:36você queria propagar alguma ideia de jogo e aí você tentar
- 1:37:39compor essas 2 coisas, certamente não vai dar certo,
- 1:37:41porque você está propondo alguma coisa que os outros têm que
- 1:37:44entender para poder seguirem como registro também.
- 1:37:47O estilo pessoal pode ser ser incoerente porque ele se
- 1:37:50relaciona mais com a personalidade do do do mestre,
- 1:37:54das pessoas que estão participando e com a diversão,
- 1:37:57do que com a boa técnica e com uma ideia de jogabilidade
- 1:38:00específica. Ao contrário, né?
- 1:38:03Do do do que é o manual de jogo. Manual de estilo.
- 1:38:07Então, até 2027, com o manual, ó e o fantasy bom.
- 1:38:14Vou deixar uma pergunta para você, que é o seguinte, você
- 1:38:16acha que um dia vai sair de fato o manual, ó e ofendes terminado,
- 1:38:23diz aí, sim ou não? E o que que você acha da ideia
- 1:38:26de seguir um manual de estilo? Você acha uma boa ideia ou você
- 1:38:29prefere não seguir um manual de estilo e fazer essa essa colagem
- 1:38:33de boas práticas aí meio solta dentro do seu estilo pessoal, da
- 1:38:36sua, dentro da sua coerência particular?
- 1:38:38Aí conta para mim e bom, é isso, né?
- 1:38:41Vamos para o encerramento. A gente desceu lá em fundura
- 1:38:51para fazer uma incursão. Rápida, entrar, pegar o que der
- 1:38:55e sair antes do elevador subir. Ei, rapaz, depois a gente vê
- 1:39:07isso. É, a gente não pagou.
- 1:39:10A gente desceu direto 2. Minutos no escuro quando a
- 1:39:16portiolla. Abriu.
- 1:39:18A tocha já estava acesa. Não estamos sozinho.
- 1:39:30Primeira sala, 4 corpos. Silvério cutucou um.
- 1:39:35Os outros 4 levantaram. A gente resolveu, mas não foi
- 1:39:42rápido o bastante. O mago caiu ali.
- 1:39:52Primeira descida já tinha sido cobrado dinheiro, dinheiro, que
- 1:40:01mesmo assim a gente ficou pegando moeda, arma, qualquer
- 1:40:06coisa que pagasse a subida. 4. Cercando a gente?
- 1:40:22Vocês querem sair vivos? Depende do preço.
- 1:40:29Tem um caminho, mas vocês vão fechar uma porta?
- 1:40:34Tem. Tem o que lá dentro?
- 1:40:37Gente, e eles não saem? E se a gente não fizer isso
- 1:40:43vocês? Não passam.
- 1:40:47É, a gente não discutiu muito a gente.
- 1:40:50Aceitou a porta, era pesada e demorou.
- 1:40:54Para travar? A gente deixou os orques, deram
- 1:41:09passagem, a gente seguiu rápido, sem olhar para trás, e aí?
- 1:41:14A gente entendeu o preço, parou tudo.
- 1:41:19Do outro lado da porta. E alguma coisa começou a andar.
- 1:41:28Ei, isso não estava no acordo. A gente correu para o elevador,
- 1:41:38mas ele não. Subiu.
- 1:41:44E. Nada.
- 1:41:49E aí a gente ouviu ele chegando, gaider gaiger.
- 1:41:56A carne? Desce essa é uma mesa aberta com
- 1:42:00Carlinhos malvadeza, coautor de Cave rexis e Royal fantasy.
- 1:42:05Se você for descer, o link tá lá nos comentários.
- 1:42:21Pessoal, vou deixar aí nos links dos.
- 1:42:23Dos dos episódios. Aí os anúncios, né?
- 1:42:26O link para o aporce, o link para o Instagram do café com
- 1:42:28dângelo e o link para você jogar o gyger, o gyger, a carne desce
- 1:42:33com Carlinhos malvadeza. Super indicado.
- 1:42:36Vou deixar também os links mencionados no episódio aí, o
- 1:42:38link do blog principals do muchter, a primer for War OOO
- 1:42:43guia do Dungeon road e uma rápida introdução hostil do jogo
- 1:42:47old School, além do princípio apócrifa do novo simacionismo e
- 1:42:51do referrie book do lamentations of the flem Princes, tá?
- 1:42:55É, vou deixar também os episódios do café com dângel
- 1:42:58mencionados aí então o causo do burrico equipado ó é o fentes
- 1:43:01versus OSRO quick primer frod School game em 2024.
- 1:43:06OA playlist aí do quick primer mais princípio apócrifa que eu
- 1:43:11pude abordar na primeira temporada do café e outros
- 1:43:14episódios que eu citei aí, beleza?
- 1:43:17No mais, se você quiser. Apoiar o café com dângel você
- 1:43:20pode ajudar a gente a bater metas e voltar a ter 5 episódios
- 1:43:24semanais. Já pensou?
- 1:43:27Considera apoiar o projeto aí na sua expansão?
- 1:43:29Lá no apoia ponto s barra café com dângel se você gostou
- 1:43:33especialmente do café de hojevocepodedeixarpragente1gorjetamandaoseupixqualquervalorpracafecomdangelo@gmail.com,
- 1:43:40a gente conta com você. Se você tem uma empresa ou uma
- 1:43:43marca e quer ter um dia na semana no café com dângelo, você
- 1:43:45pode financiar mais um episódio. Do do podcast na semana e fazer
- 1:43:50a Alegria da massa rpgista aqui. Então consulta a gente em café
- 1:43:54comdanjo@gmail.com que a gente tem uma proposta especial para
- 1:43:57você. Você pode também consultar a
- 1:43:59gente sobre parcerias e anúncios, aí com os potes, é
- 1:44:04redes sociais, né? Anúncios e Instagram e etcétera.
- 1:44:07A gente trabalha não somente com marca de RPG, mas outros jogos,
- 1:44:10né? E outros ramos, como cafés,
- 1:44:12tecnologia, mídia, educação. E muito mais.
- 1:44:17Você é um produtor de conteúdo, game designer, independente,
- 1:44:20acadêmico ou fã para participar do nosso projeto, conta sobre
- 1:44:23você e fala a respeito de como a gente pode colaborar lá no nosso
- 1:44:27e-mail. Beleza é.
- 1:44:29E por fim, obrigado ao pessoal que apoia com nível e incentivo.
- 1:44:32Aí Rafael, 47, dentre outros, valeu demais ao pessoal do nível
- 1:44:37de apoio comunidade, incluindo aí o Rodrigo gesta Figueiredo,
- 1:44:40Iuri saye da rocha Miranda e o Rafael garotti um salvo
- 1:44:44especial. Os assinantes do nível RPG do
- 1:44:47Jô, dentre eles o Pedro Borges, o Lucas Lucas barjud, o Mateus
- 1:44:51colete, Vieira Silva, o Gabriel Gomes, junger lambreras e Rudolf
- 1:44:55Helmut. Um abraço aos membros.
- 1:44:58Do treinamento ao eufentese. E eles são Abílio Júnior,
- 1:45:01Cleiton, o Daniel Haidar, o Henrique, o Leo gasprotto menino
- 1:45:05e o Marcos Gonçalves. E, por fim, um imenso
- 1:45:07agradecimento aos membros da fé com balbi.
- 1:45:10No caso aqui o Thiago Augusto, meu grande parceiro.
- 1:45:13Um abraço. Até a próxima, pessoal.