Latest / Black&CO / EBQ #48 - ONE SHOTS FUJIMOTO: ADEUS ERI E LOOK BACK
Transcript
- 0:05Sejam todos e bem vindos a mais um episódio de entre balões e
- 0:08quadros, o seu clube de leitura da black company, onde a cada
- 0:12semana discutimos de forma leve e descontraída, mangás, mão as
- 0:17quadrinhos e tudo que tá dentro desse universo.
- 0:20No episódio de hoje vamos falar de 2 sobras, mega curtinhas,
- 0:25chamadas lucky back e goodby are ou a belzeri Lu tatu que fujim.
- 0:30O mesmo autor de chenson. Ambas as histórias então são on
- 0:34shots, que tratam de assuntos bem diferentes uma da outra e
- 0:38que está um pouquinho distante da obra mais famosa do autor,
- 0:41que é o chenson. Então hoje eu estou aqui com o
- 0:43Brian. Oi, galera.
- 0:44E também com OGD. Olá, olá pessoal, como é que
- 0:47vocês estão? Então eu vou dar só uma
- 0:49contextualizada. O que que é lucky back é uma
- 0:52história do fujimoto, né? Que vai acompanhar 2 artistas
- 0:56que querem se tornar Manga. Kas uma faz.
- 1:00As 2 desenham, uma faz um desenho um pouco melhor que a
- 1:03outra, mas as 2 são muito amigas.
- 1:04A gente vai acompanhar essa trajetória das 2 e good bayery
- 1:08ou adeus ery é uma história meio estranha, diferente, onde toda a
- 1:13narrativa vai acompanhar a perspetiva dos personagens
- 1:16através da tela de um telefone. Então todos os quadros são na
- 1:20horizontal e é um. O nosso protagonista é um jovem
- 1:24que é meio estranho, ele tem a morte da mãe dele e vai
- 1:27desencadear todo a narrativa. E eu?
- 1:30Eu quero saber então a opinião de vocês.
- 1:32Com qual obra vocês querem começar hoje?
- 1:34Vocês querem começar por adeus, erí ou por lukeback?
- 1:37Olha, eu eu acho que qualquer um.
- 1:39Na verdade, os 2 têm assuntos tão intensos e bastante coisa
- 1:43até pra situar como pode começar pelo lukeback mesmo?
- 1:46Acho que dá pra dá pra contextualizar já.
- 1:48É um GD. Já que você puxou o lukeback, dê
- 1:50a sua primeira impressão. Ou eu, particularmente, não
- 1:54conhecia muitas obras do taksuki?
- 1:55É como você falou o Chen so man. É uma obra que já.
- 2:00Já me Encanto, já me encantou de certa forma, mas eu nunca
- 2:03imaginei que ele, o autor, ele poderia partir para uma obra
- 2:06reflexiva. Eu, particularmente sou muito fã
- 2:09de obras curtas, né? Que passam esse esse sentimento
- 2:12de Ah, essa atitude de reflexão, né?
- 2:16Mas trazendo assuntos. Que são pertinentes na nossa
- 2:20vida real e trazem isso de uma forma não, não vou dizer
- 2:22fantasiosa, mas como eu falei, acho que de uma forma reflexiva,
- 2:25no bom e no mau sentido também, né?
- 2:28Lucky back me chamou muita atenção é pelo fato de trabalhar
- 2:32é aspectos como inveja, como se portar diante de uma ameaça, né?
- 2:37É, eu achei isso bem interessante, como de 11 leve
- 2:42atrito pode nascer 11 relacionamento.
- 2:45Intenso, mas ao mesmo tempo possessivo de certa forma.
- 2:52E como lidar com a situação quando ela chega num ponto
- 2:55extremamente decisivo na sua vida e que isso pode tomar um
- 2:59rumo? Que você pensa assim, cara, se
- 3:00tivesse feito diferente, talvez as coisas poderiam ter sido da
- 3:04melhor maneira. Eu achei look back extremamente
- 3:06impactante nesse ponto, mas tem 11 subtexto que está bem
- 3:11escondido na minha visão, que é da própria reflexão do.
- 3:15Por eu acho que o tatu suki quando escreveu o lukeback, ele
- 3:18queria entender o seu posicionamento como artista,
- 3:23qual era OA visão dele como artista perante o que ele faz e
- 3:27como as outras pessoas podiam sentir também.
- 3:29Eu acho isso muito legal. Eu acho que assim, dentre as 2
- 3:33obras, eu acho que eu vou ter medo da lukeback, acho ela mais
- 3:36simples de entender. Por assim dizer, é, é uma obra
- 3:40que no começo você acha que é algo bobo ou Richa escolar, algo
- 3:44do tipo, e logo você vê que tipo, como OGD falou, né?
- 3:49Às vezes de uma de uma rivalidade, nasce uma amizade.
- 3:51E pensando que foi o autor tinha salomen, falava, fazer isso ao
- 3:55mesmo tempo que você fala, caralho, como ele fez aquele
- 3:58caos, aquele caos. E isso aqui é a coisa mais
- 4:00normal que ele já deve ter feito na vida dele.
- 4:02Ao mesmo tempo, é uma coisa que eu eu eu acho que a gente
- 4:07debateu isso até No No episódio do Tim salmon.
- 4:09É que, principalmente, já é uma, é uma crítica social.
- 4:12Querendo ou não, tem o seu showney luchen ali e tal.
- 4:15Mas é uma crítica social, né? É só que ele usa os poderzinho.
- 4:18E acho que luckyback foi mais realista, né?
- 4:20111 problemas reais, vamos supor assim, de mostrar de maneiras
- 4:25reais. É e eu acho que eu gosto e eu já
- 4:28sou do teu e eu gosto muito do eu acho que eu eu gosto mais do
- 4:31fujim morto quando ele faz obras num xote que obras longas.
- 4:36Eu gosto que ele consegue não enrolar e ser com.
- 4:39Preciso, e eu acho que ele e é muito tocante as obras dele, eu
- 4:43no Quebec, eu acho é uma história tão bonitinha e tão
- 4:49fechadinha que e tão tocante. Ele consegue também abordar
- 4:53muitos assuntos assim, bem japoneses assim, a vida
- 4:56cansativa de Manga, Cato, fica, meu Deus, que coisa bem horrível
- 5:00que eles. Essa coisa é muito para mim, que
- 5:02marca bastante essa busca constante pela perfeição.
- 5:05Trabalho, trabalho, trabalho para chegar em um patamar que
- 5:07talvez nem exista, que ela que associa.
- 5:10Cidade criou para elas que aquilo é o bom e talvez elas
- 5:12nunca, nunca existe. Eu gosto dessa amizade também,
- 5:16dessa maneira que ele aborda. Não precisa ser um romance
- 5:19amoroso, mas um amor meio de irmãs assim, dessa coisa delas
- 5:23se complementarem mesmo. E eu acho que tudo isso fecha
- 5:26muito com o traço dele, que enquanto intenso, era muito,
- 5:30não, não é muito grotesco, às vezes assim, muito bizarro.
- 5:34Em lucky back é delicado, ele muda muito o traço, não sei o
- 5:37que que vocês acham. Eu concordo, concordo.
- 5:40É como o Brian falou, é chenson, man, já é uma crítica social,
- 5:44mas tem uma parada que é, eu acho que o próprio autor
- 5:48consegue diferenciar e talvez seja até 11 apego meu.
- 5:52Assim é que quando eu tenho uma obra que se torna já de um
- 5:56gênero extremamente popular, eu acho que ela não impacta tanto,
- 5:59como, por exemplo, o one shot impacta.
- 6:02Eu acho que o autor ele teve, ele teve uma Liberdade muito
- 6:06mais. Eu não vou dizer 11 Liberdade
- 6:08moral, mas 111 Liberdade sentimental, de poder expor o
- 6:13que de fato ele gostaria de expor em uma obra através da sua
- 6:17visão, né? É engraçado assim, eu eu gosto
- 6:20muito de chancial menos, eu acho uma obra incrível de acompanhar,
- 6:23mas se você me falar assim, cara, você prefere as obras,
- 6:27show nenhum dele ou um manchote? Cara, eu acho que nesse momento
- 6:31assim de resposta rápida, eu IA falar, eu IA preferir muito
- 6:33mais, ler novamente, workback. E que o by r do que o
- 6:36pessoalmente de novo, porque é uma obra que é parece que se eu
- 6:39ler de novo, eu vou ter uma nova visão, uma nova, uma nova
- 6:43reflexão. E como eu falei eu nesse one
- 6:46shot, olha como é que é importante?
- 6:47Nós temos ali 11 criação de amizade.
- 6:50Nós temos a palavra que eu queria trazer é quando a gente
- 6:55se vê na obra em muitos aspectos, em vários subtextos
- 6:58desse one shot, a gente se vê na obra porque em alguma coisa que.
- 7:04As personagens fizeram, pensaram ou sentiram, a gente já sentiu
- 7:08na vida, né, por exemplo, e é o que eu acho que o autor fez ali,
- 7:13como você falou, ele busca a perfeição por ser mangaca, pô,
- 7:16olha a crítica que ele, ele se coloca, ele se coloca uma
- 7:19crítica dentro da obra, ele fala assim, será que eu realmente
- 7:21preciso ser perfeito no que eu faço?
- 7:24Será que eu achar alguém melhor do que eu?
- 7:27Será que eu preciso usar essa pessoa ao meu favor?
- 7:30Será que eu preciso tornar esse esse vínculo com essa pessoa
- 7:33algo extremamente? E possessivo ao ponto de não
- 7:38pensar no sonho do próximo, que também quer se tornar
- 7:40independente, é a inveja, pô, será que eu estou sentindo
- 7:43inveja mesmo ou não? Será que é uma coisa que eu me
- 7:47identifiquei muito? É, não sei se vocês também
- 7:50perceberam isso, é o fato de tomar a decisão correta na vida.
- 7:53Lá no começo, já do manchote, do do lockbeto, me pegou muito do
- 7:57tipo assim, cara, eu quero desenhar e vamos supor assim, eu
- 7:59estava satisfeito com com o que eu estava fazendo, né?
- 8:02E aí, Do Nada, uma pessoa da minha família fala, ô, você
- 8:04deveria fazer isso. Aqui, a uma outra pessoa da
- 8:05escola falou, você deveria fazer isso aqui.
- 8:07Aí você deveria fazer isso aqui. E você fala assim, Mano, será
- 8:09que eu realmente tomei a decisão certa da minha vida de carreira?
- 8:12Será que eu não deveria ter feito outra coisa, né?
- 8:15Isso essa parte do mangá me pegou muito, me pegou muito.
- 8:18Principalmente quando eu me identifiquei com essa
- 8:21identificação. Por exemplo, minha família
- 8:22inteira segui uma carreira, eu já segui uma outra que é
- 8:25totalmente inusitada. E eu me pergunto até hoje, será
- 8:27que eu fiz a escolha certa? Será que.
- 8:29E aí vem aquela parte do do do mangá que eu achei incrível que
- 8:32é. E se eu tivesse feito diferente,
- 8:35como é que teria sido, né? E eu me peguei muito na posição
- 8:38da da. Caramba, tá fugindo?
- 8:44Dá, fugindo, dá fugindo. Eu me peguei muito, eu fiquei.
- 8:47Eu fiquei vidrado na página. Quando eu fugi, não estava na
- 8:49parede, falou assim, e se eu tivesse feito o caratê?
- 8:51E chutado o cara que tirou a vida.
- 8:54Que eu, eu me eu, me eu me perguntei muito assim, eu falei,
- 8:56cara, e se eu? E se eu não tivesse escolhido
- 8:58criar conteúdo e tivesse seguido a carreira que meus pais
- 9:00falaram, será que não teria sido diferente?
- 9:01Será que algumas coisas mudaram? E eu?
- 9:03É por isso que eu falo que acho que o lucky Beck foi
- 9:05sensacionalnesse.eu. Acho que OOO autor, ele é
- 9:08simplesmente brilhante nesse nesse subtexto.
- 9:12Concordo, concordo. Eu concordo plenamente com com
- 9:15OGD é já quantas vezes na minha vida já parei pra pensei, e se
- 9:18eu tivesse feito diferente uhum? E como terá que teria sido?
- 9:22E eu acho que ele pegou muito bem.
- 9:24É esse ponto, é ali a imaginação dela cruzando com a história.
- 9:29Eu acho que assim teria dado 11 filme mais bonito que o Your
- 9:33Name e falo mesmo. Amigo tem filme?
- 9:34Tem filme, tem filme, tem, tem, tem.
- 9:37Gostaria de assistir? Não, já eu já é.
- 9:41Já voltei pra assistir hoje à noite, já vou assistir daqui a
- 9:42pouco. É que não dá tempo de assistir
- 9:44antes do nosso podcast, foi? Isso eu sabia, é.
- 9:46Lindíssimo, assista, depois me diga o que achou?
- 9:49E mas eu concordo com tudo que a gente como Jader falou, é, o meu
- 9:54ponto ali no começo foi, é que ela meio que criou essa
- 9:57personalidade de mangaká que ela decidiu levar a Sério depois que
- 10:01ela viu um competidor à altura dela.
- 10:03Porque ela, você pega ali o começo, ela fala, AI, que
- 10:06besteira, que é isso? E ela não levava a Sério.
- 10:09Aí ela viu. Uma coisa que ela fazia, que ela
- 10:12gostava muito de fazer, mas que ela levava na brincadeira, sendo
- 10:16ameaçada por uma pessoa mais a Sério, que parecia estar levando
- 10:20mais a Sério, e depois a gente descobre que não.
- 10:22Aí que ela ela meio que que dá um hiperfoco, é?
- 10:26Eu eu acho que assim é pesado quando você está com o hiper
- 10:29flock e alguma coisa e alguém fala assim não para com isso,
- 10:32isso aí não tem futuro, não. Eu acho pesado é ficar ao mesmo
- 10:36importante, é só que ao mesmo tempo, eu acho que a gente isso
- 10:39em um contexto geral falando, acho que a gente precisa, a
- 10:42gente às vezes precisa ouvir isso, porque às vezes a gente
- 10:45está focado muito naquilo e a gente não está vendo, o resto é
- 10:48também é. E às vezes a gente precisa de
- 10:50tipo, você está muito focado nisso, cara, o mundo está
- 10:53acontecendo em volta e ali ela estava tipo, literalmente.
- 10:56Só está desenhando. Você não sai mais com a gente.
- 10:58Você na escola, na escola, ela só desenhava então.
- 11:01E é muito. E é muito legal que tem no meio
- 11:04do final, no meio pro final tem essa inversão dos papéis, né?
- 11:07Porque a fugindo ela era a que treinava, a que treina, a que
- 11:12era muito boa. Mas tenho alguém superior a ela
- 11:15e a. E a kimoto era tipo, na dela,
- 11:18quietinha, não queria sair, aí inverte os papéis, a fugindo
- 11:22está no ápice e a kimoto, que era muito boa, ela quer sair
- 11:26disso e quer viver. Ela quer tipo, fazer outras
- 11:28coisas para ela. Ela não quer passar o resto da
- 11:31vida dela trancado no quarto, como ela fazia na adolescência e
- 11:34na Juventude, enquanto AEA, outra que era mais tipo
- 11:38desapegada a vida e era mais aberta, começou a ficar
- 11:41trancada, só você fazendo mangá. E o outra coisa que eu gosto
- 11:44muito do final é que ele te. Fala isso.
- 11:47Depois também No No adeus é e também no teens também.
- 11:50Quando ela essa coisa do e si que ela transforma e passa o
- 11:53papelzinho com a história pro pelo pro baixo das portas e a
- 11:57outra pega e cria um universo paralelo, tem essa meio fuga pra
- 12:02da realidade, pra uma coisa meio ficção assim, tudo bem, a gente
- 12:04entende que ela morreu de fato, não tem como voltar.
- 12:07Mas tu fica com aquilo. Está aí, sim, sei lá, um
- 12:10universo paralelo, sabe? Essa realidade voltar mesmo que
- 12:13saiba que ela morreu. Não.
- 12:15Vocês têm essa visão também. Eu senti exatamente isso.
- 12:18Total, total total. Tipo, ela para Ela Foi para um
- 12:21céu assim, sabe? Sim, eu, eu falo, eu falo até
- 12:25como, como eu. Como eu comentei antes, é é
- 12:27tanto subtexto que em em vários deles você vai pegar uma.
- 12:31Uma identificação. Eu vou até compartilhar com
- 12:34vocês aqui o porquê que eu achei o lukeback sensacional nesse
- 12:36ponto, e também é é mesclaria com ali, né?
- 12:39Oo adeus erí, que é o fato do luto, por exemplo, como a
- 12:44fugindo. Ela falou assim, cara, se eu
- 12:46tivesse feito diferente, ela estaria nesse momento.
- 12:49Então ela criou essa essa realidade imaginária na cabeça
- 12:52dela, de como estaria, como estariam elas hoje se ela
- 12:55tivesse feito diferente. Eu eu me pego muito nisso, vou
- 12:58até compartilhar com vocês, o meu pai faleceu há uns 3 anos.
- 13:01Atrás eu vou lembrar agora exatamente.
- 13:03Eu acho que 4 anos atrás e uma forma de eu lutar contra esse
- 13:07luto foi imaginando que na verdade, eu podia ter feito
- 13:11diferente e. E que a qualquer momento meu pai
- 13:12me ligaria, como ele sempre me ligou, então, tipo assim, eu,
- 13:15meu pai, meu pai morava em outro estado, né?
- 13:16Os carioca e meu pai mora no Rio de Janeiro, mas hoje eu moro em
- 13:19Santa Catarina e aí eu, eu, eu, eu, eu, eu pensava assim, cara,
- 13:21meu pai vai me ligar daqui a qualquer momento, vou mandar
- 13:23mensagem e tudo mais. EEE essa identificação ali eu
- 13:27achei 11 forma que o autor teve de mostrar como você pode lidar
- 13:31com o luto sem que ele seja tão impactante na sua vida, de
- 13:35maneira negativa, né? Fala assim, ó, cara, é, tá.
- 13:38Tá tudo bem, é o é o é o famoso assim, ó tudo aquilo que ele ele
- 13:41desenhou em em algumas páginas você pode resumir uma simples
- 13:45frase, tá tudo bem, tá tudo bem. Isso pra mim me pegou muito
- 13:49também. E um outro detalhe é desse dessa
- 13:52questão da mensagem por debaixo da porta pegar as pessoas a
- 13:56refletirem sempre em como a gente pode pensar no próximo,
- 14:00né? A gente passou uma parte ali do,
- 14:02do, do, do mangá vendo isso. Eu não sei se vocês votaram, mas
- 14:05isso me me chocou de certa forma, todas as obras depois que
- 14:08a. Os 2 começaram a trabalhar
- 14:09junta. Só tinha a assinatura da da
- 14:12fugina não fugindo, não tinha da kiomoto.
- 14:14E aí isso antes da kiomoto se se expressar falando que queria
- 14:19caminhar seu próprio trilho, eu já tinha notado que cara, por
- 14:22que que só tem o nome da fugindo ali, né?
- 14:24EE aí quando eu vi que AAA kiomoto, ela falou assim, eu
- 14:27queria trilhar meu próprio caminho, eu queria melhorar como
- 14:29artista do do Mato e tudo mais. E a outra falou, cara, você não
- 14:32vai ser boa se você tomar esse caminho.
- 14:35Foi ali que eu vi que era aquela aquela relação abusiva e barra
- 14:39exploratória e eu pensei assim, cara, quantas pessoas hoje
- 14:43trabalham? Empresas trabalham em até mesmo
- 14:46pode ser de independentes, né? Ou trabalham com parcerias, onde
- 14:49o seu trabalho não é devidamente, é valorizado,
- 14:54reconhecido. E aí a pessoa, de maneira tão
- 14:56sutil, tão tímida de maneira falou, eu só queria trilhar.
- 15:00Olha, olha que legal, ela poderia ter falado por que que
- 15:03só tem seu nome? Por que que foi um trabalho
- 15:04valorizado? Ela falou assim, Ela Foi, acho
- 15:06que de maneira tão educada falou assim, eu só queria trilhar meu
- 15:09caminho, eu achei isso de uma. Sutil, ela era artista melhor,
- 15:12né? Das 2 é.
- 15:14Ela era que tinha mais habilidade e é engraçado
- 15:17entrando nisso que tu falou. O desenho foi o que uniu elas e
- 15:21acabou sendo o que separou elas também.
- 15:23Então, no início também essa mensagem, que é o que o que
- 15:26tronou elas Unidas também. No final, separou elas.
- 15:30Sim. Sim.
- 15:30E aí, agora? Falou uma coisa que me me fez
- 15:33pensar também, antes eu eu li 2 vezes, né?
- 15:35Para ter certeza de dos pontos que eu queria conversar com isso
- 15:38hoje. Mas você falou uma coisa que eu
- 15:40eu queria abrir aqui esse jogo. Sabia que quando eu vi AAAA
- 15:45tirinha das 21 da da outra, eu não, eu não vi como 11 melhor
- 15:49que a outra. Sabe o que eu percebi?
- 15:51Eu percebi que o autor, ele quis mostrar uma mensagem, o
- 15:54seguinte, ó, cada um tem um ponto extremamente alto.
- 15:57Por exemplo, se você pegar as tiras da kiomoto, eram os
- 16:01cenários extremamente lindos, muito bem elaborados,
- 16:04extremamente retalhados, mas não tinha criatividade, não tinha
- 16:07roteiro, ela só sabia. Vamos, de certa forma, ela
- 16:10tinha, ela sabia copiar ela, ela conseguia transcrever uma cena
- 16:14para um papel de maneira absurdamente, mas no outro tinha
- 16:17diálogo da, da, da, da da fugir, né?
- 16:20Tinha diálogo, tinha piadas, tinha narrativa.
- 16:24Então ali eu percebi assim, ó, eu acho que o eu acho que Oo
- 16:28autor, ele queria muito fazer o seguinte, ó, ninguém cresce
- 16:31sozinho, a gente pode, cada um quer se juntar que quebra essa
- 16:35inveja de que eu tenho que ser melhor em tudo.
- 16:38Quebra essa inveja e vamos trabalhar juntos, né?
- 16:41E mais uma vez eu vou trazer aqui AA identificação, porque eu
- 16:44vou dar um exemplo. Eu estou me ressaltando aqui
- 16:46porque eu só me conheço, né? Mas, por exemplo, eu sou criador
- 16:48de conteúdo, mas eu sei meus pontos Fortes e pontos fracos.
- 16:51Às vezes vou dar um exemplo aqui, vamos supor que eu seja,
- 16:54sei lá, excelente em narrativa, roteiro e tudo mais.
- 16:59E aí só que eu sou péssimo Na Na Na edição, pô, eu não vou sentir
- 17:03inveja de um cara que tem uma edição mega lomaníaca incrível e
- 17:07eu vou querer tentar ser melhor do que na edição ao invés disso,
- 17:10porque não trabalhar junto? Porque não criar esse, esse,
- 17:12esse, esse sentimento de que, pô, a gente pode crescer e
- 17:15talvez criar um trabalho ainda mais novo, melhor do que
- 17:19trabalhasse sozinho. Eu achei essa sutileza do do do
- 17:22autor extremamente importante logo no começo do mangá.
- 17:25E eu vou mandar uma bomba para você para Observer agora, vocês
- 17:28já viram que o sobrenome? O nome dele é fujimoto e tenha
- 17:31fugino. Será que ele IA fugindo da
- 17:33estadia? Sim, eu tinha notado isso.
- 17:36Por isso que eu eu até trouxe para vocês que eu acho que isso
- 17:39é uma. É um alto desabafo dele.
- 17:42Para com ele mesmo, para com ele mesmo.
- 17:44Com isso, e se? O homem dele, ele tem um tubarão
- 17:46nessa história, sim. Exato, sim.
- 17:49Por isso que pra mim é uma autocrítica dele.
- 17:51Assim, ele fez uma autocrítica de uma maneira brilhante.
- 17:53Para mim, esse lucky back é brilhante, é brilhante, um
- 17:56quadrinho. Um mackinomoto dele também
- 17:58mackinomoto que ele fez. Eu.
- 18:06Eu, eu, eu partilho da mesma ideia do do GD.
- 18:10Tipo, eu acho que tem espaço para todo mundo, ninguém é 100%
- 18:13bom e tem espaço para todo mundo.
- 18:15E apesar que assim eu vi, eu vi de outra forma, para ser bem
- 18:20sincero. Ali, quando elas se separam, eu
- 18:23não. Eu não vi a ela desistindo
- 18:25porque ela não estava ganhando os créditos.
- 18:27Eu vi ela mais como tipo, aí eu acho que já deu, né?
- 18:31Eu, porque ela era muito submissa, né?
- 18:34A. Sim, sim.
- 18:35Ela era muito submissa, fugindo, né?
- 18:37Então eu acho que tipo, Ah, elas cresceram, ficaram.
- 18:40Adulta, ela olhou e falou assim, aprendi a sair de casa.
- 18:43Será que agora, no meu momento de eu aprender a fazer as minhas
- 18:46coisas também, sem depender dos outros?
- 18:48Então eu não vi ali mais como um tipo, Ah, nós estamos ganhando
- 18:51os. Crédito, mas pode ser, pode ser
- 18:53os 2, inclusive. Ah, mas é uma boa interpretação.
- 18:55Também gostei disso, gostei realmente.
- 18:58Mas eu concordo que essa visão, tipo, é.
- 19:01Uma precisar da outra, acho que é é.
- 19:04Então eu eu entendi dessa forma que ela não se importava, mas
- 19:07assim ela tinha as vontades dela, que por um medo ela não
- 19:10foi alesava e graças a fugindo ter tirado ela de casa, ela
- 19:14finalmente criou a coragem. Sabe a amizade da fugindo foi o
- 19:18um empurrão para ela poder sair de casa.
- 19:21EEE seguir o sonho dela a é. Bem, bem, bem do falando.
- 19:25Está fugindo? Poderia ter sido uma inspiração
- 19:27para ela, tanto que agora você falando eu estou tentando
- 19:30lembrar de alguns quadros. Ali do mangá onde AA kyo moto
- 19:36admirava ela enquanto elas trabalhavam.
- 19:38E talvez ela pode ter sido uma inspiração.
- 19:40Falar assim, cara, eu não me importo de fato se essa
- 19:42interpretação é muito interessante.
- 19:44Eu não me importo se o trabalho está com teu nome.
- 19:46É, você me inspirou a também crescer, a ser mais autônoma.
- 19:49Eu gostei disso. EE, realmente desde o começo
- 19:52dava para perceber é que AA fugina ela desenhava, ela tinha
- 19:56um storyboard muito bom, mas ela ela ela pecava e algumas coisas
- 20:00em em relação ao desenho, né? Mas ela sempre desenhou muito
- 20:03bem. Personagens é e isso, e
- 20:05inclusive ela se ela se aprimorou nisso, enquanto AA
- 20:10outra, ela só ela ela era focada em cenário, então pra mim ela
- 20:14sempre trabalhava muito bem junta porque era isso.
- 20:16A aqui no ela focava no. Ela era para fazer uma
- 20:19ambientação do cenário e a e a fugindo era a história com com
- 20:23os personagens. Então agora eu vou começar a
- 20:25entrar um pouquinho no em nada em adeus, Eric.
- 20:29Aí a gente pode conversar sobre as 2, então vou retomar aqui.
- 20:32Adeus, Eric. É uma história onde a perspetiva
- 20:36é sobre um de um telefone. Então a gente acompanha toda a
- 20:39história com um olhar de uma câmera da quarta parede, digamos
- 20:42assim, que aí a gente vai acompanhar.
- 20:45A morte então da mãe, do nosso protagonista e como ele tenta
- 20:49mais uma vez, a gente tem o luto para trabalhar aqui.
- 20:51E aí a gente vai ter AA ação da personagem, que é essa história.
- 20:55Eu acho que tem um pouquinho desse suspense, um pouco de
- 20:58Sobrenatural que vamos trazer. Então, primeiramente conversando
- 21:02da ery ser ou não uma vampira. O que que é a personagem da ery?
- 21:07Quem é que quer começar então? Eu vou só começar dizendo aqui a
- 21:10ery entregou um vampiro muito melhor que vamperis deixei aqui.
- 21:17Já que você já que você deu o pontapé, por favor continue,
- 21:19vai. Lá, vai lá.
- 21:20Quando eu comecei a ler, eu estava perguntando, o que que
- 21:23porra que eu estou lendo aqui, cara, eu achei muito estranho a
- 21:26abordagem até finalmente entender o que estava
- 21:29acontecendo ali. Quero um filme para na frente do
- 21:32hospital, explode tudo, eu só um meme da Nazaré tentando entender
- 21:35o que estava acontecendo. Ah, era um filme, eu sei, eu eu
- 21:38fui um pouco pego de surpresa conforme a história foi andando,
- 21:42é não imaginei que a história se repetiria.
- 21:44Vamos? Por assim, né?
- 21:46Quando ele se aproximou da Eri, é, achei achei engraçado a moda
- 21:50de dizer porque nem 11 momento pra gente fica claro isso, ele
- 21:54joga durante o storyboard dele quando ela obriga ele na Word
- 21:59para o filme dele e ele só joga o que estaria acontecendo e
- 22:04tipo, mas ela nunca confirma e depois só depois ela vem e
- 22:07confirma o que estava acontecendo aí e aí eu fiquei
- 22:10assim, tá, mas ele já sabia, porque ele ele começa a
- 22:12questionar quando ela conta Pra Ele.
- 22:14Eu falei. Ele, não entendi bem direito
- 22:16essa parte, para mim ficou um pouco confuso.
- 22:18Mas a história legal ali, quando acontece de ele estar
- 22:23conversando com o pai dele, revelando ali que o pai dele,
- 22:26que a gente tem o pote twist e a revelação da mãe dele, eu fiquei
- 22:30assim, é maneiras e maneiras de lidar com o luto.
- 22:33E tudo se resolveria com o psicólogo.
- 22:35Mais uma vez, um hangar, um psicólogo seria essencial e tudo
- 22:39seria. Resolvido tudo psicólogo?
- 22:41Agora, GD? Olha, eu vou falar para vocês,
- 22:44eu também gostei muito de. Bayerin é gostei muito mesmo.
- 22:48Apesar dele ter é semelhanças com o lucky back, eu já acho ele
- 22:53ele um pouco mais pesado. Eu não vou dizer mórbido, mas
- 22:57por causa de 22 plot twists ali durante a leitura, né?
- 23:00Que nós já temos AA no começo é. Como o Brian falou, eu fiquei
- 23:04meio meio intrigado quando, Do Nada, uma mãe pede para ser
- 23:09filmada até o momento da morte, né?
- 23:10É, é o que eu falei, é um é um texto, é um tipo de de obra que
- 23:15você tenta criar identificação, né?
- 23:18A gente sabe desse quando essas, essas mensagens estão explícitas
- 23:21ali, é porque o autor quer criar uma certa identificação, pode
- 23:24ser com ele mesmo ou com o público que está lendo.
- 23:25Mas eu falei assim, cara, eu nunca conheci alguém.
- 23:28Que estava perdendo um ente familiar ou né, estava prestes
- 23:31AAA falecer, que pediu para se registrar, pediu para ser
- 23:35registrado, né? E eu fiquei assim, cara, eu
- 23:37quero ver até onde isso vai dar, e daí quando tem esse, essa
- 23:39explosão, a gente vê que é um filme.
- 23:41Eu falei, cara, pô, um Alívio cômico legal, até até fiquei,
- 23:45digamos assim, satisfeito, mas aí veio o primeiro point twist,
- 23:48que na verdade não era um filme criado, na verdade, foi só o
- 23:52final que foi alterado, na verdade, a mãe dele pediu para
- 23:55ser filmada. Eu falei, eu acho isso tão
- 23:56mórbido, eu falei, não. Eu vou, eu vou te cortar um
- 23:59pouquinho para fazer 11, trocadilho em que a Virgínia
- 24:03Fonseca gravou o pai moribundo. Foi assim, eu só queria.
- 24:07Fazer este comentário que eu me lembrei da é que.
- 24:10Eu não acompanho ela, né? Eu não acompanho ela, então é
- 24:13bom saber. Bom saber disso, mas é nossa.
- 24:16Mas continuando, é, mas ali já me chocou e eu percebi que o
- 24:20negócio era Sério. Por quê?
- 24:21Porque ao mesmo tempo eu percebia que era uma forma já
- 24:26narrativamente falando. Dele lidar com a perda da mãe,
- 24:30né? Talvez ele queria ter 11 forma
- 24:34mais. De lembrar dela.
- 24:36Mas eu eu diria mais alegre, mais fantasiosa de lembrar dela
- 24:40e faz. E eu, eu até pensei assim, cara,
- 24:42minha mãe era uma heroína, a cabeça dele, que minha mãe, ele
- 24:46saiu de costas para uma explosão, né?
- 24:48E a minha mãe é uma forma de sacrifício.
- 24:50Eu até levei para esse, tentei levar para esse lado.
- 24:52Falei, cara, eu achei interessante essa forma de dele
- 24:55mudar o final, mas aí vem aquele segundo plot twist.
- 24:58Onde, na verdade, a mãe dele era de uma certa forma abusiva.
- 25:01AA, aqui, não sei se vocês tiveram essa perceção, mas eu
- 25:05tive uma perceção bem, bem singela com o nosso mundo.
- 25:10É, eu não vou dizer que é. Relembro um pouco a síndrome do
- 25:13do Estocolmo, né? Mas, por exemplo, quantas
- 25:15pessoas sofrem violência? É física, moral e dentro de
- 25:20casa, mas a gente não consegue aceitar isso e a gente acaba.
- 25:27Lá no fundo, tentando acreditar que essa pessoa é boa, mesmo ela
- 25:30fazendo tudo de errado com a gente.
- 25:32E eu tive essa perceção. Eu falei assim, cara, será que
- 25:35ele, ele, ele? Porque se tu parar para analisar
- 25:38AAO mangá é uma visão do do rapaz.
- 25:41Então em nenhum momento ele citou.
- 25:43Que a mãe era abusiva aqui teve que se quem teve que relembrar
- 25:46ele foi o pai, né? E a visão dele através de um
- 25:49telefone? Eu acho que na verdade isso é
- 25:51muito crítica de hoje em dia, que no Instagram todo mundo é
- 25:55bonito. No Instagram todas as famílias
- 25:57são lindas, todo mundo é maravilhoso, as mães, os pais
- 26:00são ótimos, os filhos são perfeitos e que na verdade, não
- 26:04é bem assim que o mundo funciona.
- 26:07Eu acho que tem essa temática e eu acho que não vou dar spoiler
- 26:10porque não tem nada a ver com o contexto, mas que está
- 26:12viralizando muito. Que é o documentário da Netflix
- 26:15do catfishing. Quem assistiu vai pegar, vai
- 26:18pegar a referência, por que que eu estou usando ele?
- 26:20Mas é isso, todo na internet, todo mundo tem uma vida linda,
- 26:23todo mundo tem uma vida perfeita, todo mundo é muito
- 26:26bom. EE, eu gosto muito de como AA
- 26:29narrativa traz só no finalzinho que tu vai entender que a mãe
- 26:31dele não era tudo isso, que a mãe dele era bem problemática,
- 26:35só que ele tem tanto problema em aceitar o luto que ele preferiu
- 26:40não, ele preferiu sentir a dor de perder um ente querido do
- 26:43que? Aceitar que a mãe dele era bem
- 26:45problemática. É no caso, só que hoje ele falou
- 26:49síndrome de Estocolmo. No caso ali, da mãe, do do
- 26:52principal, é a gente. É o que a gente entra como
- 26:55famoso parente barra, mãe narcisista que é.
- 26:58Aquela é exatamente. O foco É Ela, até o pai.
- 27:01Você vê que o pai já tinha uma aparência mais apática.
- 27:04Ele, ele já sofria, pelo jeito que a que a mãe, que a mãe do
- 27:08energia, né? É.
- 27:09Aí ele teve que lidar. OOO, sentimento conflitante de
- 27:13que ele ama ela, ele ama ela e ele vai perder ela.
- 27:20Desculpa só continuar. O então tem tudo isso é aquela
- 27:25quando ele mostra a cena do prédio explodindo e depois a
- 27:28gente descobre, é, eu acho que foi uma maneira que ele aceitou
- 27:32o de lidar com o luto dele, né? Que ele não viu a mãe dele eu
- 27:35morrer. Lembrei que você estava falando,
- 27:37a gente tem o caso da situação da mãe narcisista e você falou,
- 27:40Ah, por. Porque a gente a convive ali e
- 27:43tal e tudo mais e pipi e a gente vê pessoas que ficam é porque a
- 27:48nossa sociedade é muito honrar pai e mãe, só que assim a gente
- 27:52honra pai e mãe. Só que assim se é abusivo, é
- 27:55abusivo, não importa se é pai e mãe, é abusivo e ponto.
- 27:59E por causa dessa pressão da sociedade que a gente tem que
- 28:01honrar pai e mãe é parente, não sei o quê, Ah É, releva é
- 28:05parente não é, a vida não é assim, cara, a vida não é assim
- 28:09e eu acho que é ali que cai. E tipo, então ele aceitava a mãe
- 28:13dele, a mãe dele do jeito que era, porque era a mãe dele, né?
- 28:16AA sociedade é assim, e ele é um adolescente que que que entende
- 28:22que ele tem, que independente da mãe dele é ruim com ele ou não,
- 28:25ele tem que gostar da mãe dele. Então ele segue, uma outra coisa
- 28:28que eu queria falar é que você falou Ah, não veria alguém
- 28:31pedindo para ser filmado até o leito de morte.
- 28:33Existe pessoas que fazem isso e até com motivos parecidos, o da
- 28:37Eri, né? Porque o da mãe Era pra Ser
- 28:39narcisista, né? O da Eri.
- 28:41E já era no caso, que tipo ela queria ser lembrada?
- 28:44Ela, ela não, não é na época que ela era narcisista porque ela
- 28:48queria que tivesse um filme sobre ela, não é porque ela ela
- 28:51queria ser lembrada e tem gente que realmente faz isso na vida
- 28:54real, tipo, Ah, eu vou morrer, mas assim, é um pouco egoísta,
- 28:58mas ainda assim, querendo ou não, é uma forma carinhosa de
- 29:00ser lembrada da pessoa e acaba gravando pra pessoa que ficar a
- 29:04lembrar dela. Eu vou lembrar dos momentos
- 29:06felizes com ela, sabe esse fato dela dela ser pedido para ser
- 29:10gravado no nome? Voltando estranheiro assim.
- 29:12E o que que vocês acham que é a ira, então?
- 29:15Ela é humana. Não, ela é humana, ela é humana,
- 29:17é uma pessoa que é. É por isso que eu falo que eu
- 29:19acho que esse mangá, ele é um pouco mais pesado, porque é o
- 29:22protagonista tendo que lidar com luto 2 vezes e de formas
- 29:25diferentes, né? De formas diferentes é, é, é 3,
- 29:29é uma pessoa, uma. Ele perdeu uma pessoa que, de
- 29:32certa forma, não, não, não cuidava dele da maneira que
- 29:36talvez ele cuidava dela. Ele tinha esse pensamento Por
- 29:39Ela, mas aí depois ele acaba com.
- 29:41Sido uma outra pessoa em que ele de fato se apaixona, hã, cria
- 29:44uma amizade absurdamente incrível, mas que vai perder do
- 29:48mesmo jeito, vai vai ter o mesmo mesmo fim, cara, quando ele tem
- 29:53Ah, cara, eu, eu me quebrou o coração, o terceiro luto dele tá
- 29:57me quebrou, Mano, me quebrou, mas a nossa como futebol tô, eu
- 30:02não vou dizer assim como eu não vou dizer brilhante, mas como
- 30:05ele foi direto, como ele foi sucinto no fato assim, gente, o
- 30:09luto pode acontecer. Com você a qualquer momento.
- 30:13Se com meu personagem aconteceu 3 vezes e ele buscou forças,
- 30:17sabe? É, você também pode, cara, eu
- 30:19achei absurda essa mensagem que ele quis passar por isso, que eu
- 30:22acho que AAAA. Ele era humana, teve um fim
- 30:26trágico, mas que de certa forma é.
- 30:29Foi o não vou dizer amoplatônico, mas foi a pessoa
- 30:32que marcou ele de uma maneira que talvez ninguém marcou.
- 30:35De uma forma positiva, extremamente positiva.
- 30:38É, então vocês acham que aquele encontro deles no final?
- 30:41É. É, é, é a foi a mente dele.
- 30:43É a mente dele. É, foi a mente dele forçando ele
- 30:46AAAA ele, tipo continue. Vivo?
- 30:49Pois é, é, é, é o mesmo. É o mesmo princípio de que a que
- 30:53a fugindo teve com que eu morto. Mas então por que que ele está
- 30:56velho e ele não teve esse tipo? Ele demorou a vida inteira dele
- 30:59para aceitar a morte. Não, não, não.
- 31:01Ele. Ele seguiu a vida dele com Eric.
- 31:04Ele teve quando ele teve a terceira AO terceiro luto, que é
- 31:08a família dele, que a esposa e as e os filhos dele.
- 31:11Aí ele aí ele fala, porra, já é a terceira vez, cara, me dá um
- 31:14tempo aí, vida, não aguento mais.
- 31:17Aí quando ele vai pro finalmente de arrastar para decidir que ele
- 31:22decide ele mesmo se arrastar para cima, é antes dele fazer o
- 31:26ato. Ele tem, ele tem um, ele já
- 31:29tinha, né? Esse essa síndrome fantasiosa na
- 31:31cabeça dele, que ele ele que ele tem essa conversa com, vamos
- 31:35supor assim, OOO, ele, ele conversa com ele mesmo, mas Oo
- 31:39ele mesmo se apresenta como a Ellen?
- 31:41Sim, eu até abordaria aqui um talvez um espiritismo, né?
- 31:45Talvez é a própria ele conversando com ele do além, às
- 31:49vezes é trazendo essa mensagem e ele foi abordado pelo espírito
- 31:55dela e ela mostrando para ele, cara, você passou depois da
- 31:58minha partida, você passou uma nova vida, mas nunca me tirou da
- 32:01cabeça, você sempre ficou trabalhando No No meu material e
- 32:05cara, tá tudo bem, tá tudo bem, não esqueça, eu sou aquela
- 32:08vampira que você achou que eu era, não esqueça do do.
- 32:11No final do seu filme, o final é muito importante e é que.
- 32:14Ele sempre ele viveu sempre no passado, né?
- 32:16Ele viveu preso à mãe, aí a mãe dele morreu, ele viveu aí ele
- 32:20teve uma breve que ele teve um prazer no passado, no presente
- 32:24ali, de viver com a eriri, mas ele sempre se remoendo pelo
- 32:27passado, pela mãe, a mãe, a mãe até pós morte foi, prendeu ele
- 32:32muito assim, ele não tem uma, ele nunca está totalmente livre,
- 32:35ele está sempre acorrentado, meio passado assim.
- 32:38Eu não senti desculpa, é, eu não senti tanto que ele ele.
- 32:41Sentiu a mãe dele assim, a pé da mãe dele.
- 32:44Eu acho que ele sentiu que as pessoas julgaram uma forma como
- 32:48ele ele lidou com aquilo. É, eu tive essa perceção assim.
- 32:52Eu acho que na verdade quem quem sofreu mais foi o pai, porque
- 32:56tem até uma passagem ali no mangá que o pai dele falou, eu
- 32:59quero lembrar da sua mãe como ela era, tanto que o que o Brian
- 33:03falou, e eu concordo, o narcisismo dela não é não é de
- 33:07antes, é ele foi construído, é tanto que numa das.
- 33:11Falas ali, ele falava assim, eu quero lembrar da sua mãe, como
- 33:13ela era, e aí, ou seja, os 2 se apaixonaram, eram super
- 33:17amorosos, aquele aquele primeiro estágio, né, do relacionamento.
- 33:20E aí talvez quando teve um filho, houve mudanças, houve,
- 33:23né? Problemas, pode ser ali mentais,
- 33:26pessoais, cada um, e ela se torna narcisista e talvez por
- 33:30ele, por isso que o pai dele era tão passivo, né, Na Na forma
- 33:34como ele, ele se portava no mangá, e aí ele falou, pô, você
- 33:37está desrespeitando sua mãe, porque ele ainda tem essa
- 33:39memória afetiva da mulher que ele conhece.
- 33:41Conheceu que eles eram apaixonados.
- 33:43O filho não, o filho, talvez já quando nasceu, a mãe já era essa
- 33:46pessoa mais narcisista, mais cruel, mais egoísta.
- 33:51Eu tive essa perceção pelo menos k.
- 33:54O Caio eu não sei. Eu estou Brian, então eu eu
- 33:57entendo. Eu, então eu não sei se é algo
- 34:00que ela sempre foi narcisista ou se é algo que ela se tornou
- 34:03narcisista. É que dá a entender que ela
- 34:06começou a ser mais assim depois que ela perdeu o emprego dela,
- 34:08né? Lá Na Na emissora de TV, né?
- 34:10Então. Dá a entender que tipo depois
- 34:13que teve toda até ela perdeu o emprego, ela começou AA ser mais
- 34:18daquele jeito? Mas eu acho que até isso a gente
- 34:20pode fazer que ele é brilhante, porque ela trabalhava numa
- 34:23profissão que é na TV, que envolve muita imagem.
- 34:26Uhum, então ela tem essa coisa EAO, narcismo geralmente é uma
- 34:30pessoa meio, Ah, vaidoso, essa coisa de de ego.
- 34:33Então ela já trabalhava num ambiente que embalava o ego
- 34:37dela. Acho que isso um pouco.
- 34:39E eu queria ver, então, Ah, eu. Eu acho dele a história começa
- 34:43já e termina do mesmo ponto, porque a história começa com ele
- 34:46querendo ir de arrasta dele mesmo e termina teoricamente ele
- 34:50conseguindo de fato ir de arrasta.
- 34:52Não é meio um círculo, não sei se vocês acham.
- 34:55Olha, teria essa interpretação, tá?
- 34:58A gente poderia preciso parar para analisar.
- 35:01Em nenhum momento mostra que de fato eles saiu vivo do prédio,
- 35:05né? Apenas explodindo.
- 35:07Ou era uma edição, porque você pode interpretar ele saiu de lá,
- 35:11ele saiu de lá e imaginou a explosão.
- 35:13Você pode imaginar o final, que na verdade, aquilo que que ele
- 35:18conversou foi com talvez um possível espírito da ele
- 35:21voltando para falar que está tudo bem.
- 35:22É foca no final e conclua esse estágio de luto seu da maneira
- 35:27que você sabe fazer. Dá para interpretar também que é
- 35:30um vídeo. Na verdade é um vídeo.
- 35:32E ele finalmente terminou o vídeo da ele.
- 35:36E que também, como você falou, ele na verdade já tirou a vida
- 35:40dele e só está vivendo. Oo pós vida.
- 35:43O pós vida com ele. Olha que olha que legal, nós
- 35:45temos ali, ó aqui, pelo menos umas 4 maneiras de interpretar
- 35:48esse final porque eu achei incrível.
- 35:49É, é realmente dá pra dá pra pensar dessa maneira?
- 35:51Vai eu, eu, eu entendi que a minha visão, realmente eu
- 35:55entendi que ele saiu. Não, ele não.
- 35:56Ele decidiu não se suicidar e ali é ele, encerra no filme da
- 36:00da erem. É a que eu tive também, de fato.
- 36:02Eu também tive e que tipo a explosão desse prédio é em meio
- 36:05ele? Meio peso da vida dele assim.
- 36:08Tipo, ele deu na última pá, no, no, no caixão, para finalizar o
- 36:11luto dele. Exatamente.
- 36:13Então. Eu já vejo a explosão como a
- 36:15realização da vontade da ele. Eu acho que ele fez essa
- 36:18explosão como uma. Ela insistia muito assim, ó.
- 36:20Mas aí depois ele acaba conhecendo uma outra pessoa em
- 36:23que ele de fato se apaixona, cria uma amizade absurdamente
- 36:27incrível, mas que vai perder do mesmo jeito.
- 36:29Vai vai ter o mesmo mesmo fim, cara, quando ele tem Ah, cara,
- 36:35eu, eu me. Quebrou o coração o terceiro
- 36:37luto dele tá me quebrou, Mano, me quebrou, mas nossa, como
- 36:42fujimoto, eu não vou dizer assim como eu não vou dizer brilhante,
- 36:45mas como ele foi direto, como ele foi sucinto no fato, assim,
- 36:50gente, o luto pode acontecer com você a qualquer momento.
- 36:54Se com meu personagem aconteceu 3 vezes e ele buscou forças,
- 36:58sabe? É, você também pode.
- 36:59Cara, eu achei absurda essa mensagem que ele quis passar por
- 37:03isso, que eu acho que AAAA, ele é humana.
- 37:06Teve um fim trágico, mas que de certa forma é foi o vou dizer
- 37:11amoplatônico, mas foi a pessoa que marcou ele de uma maneira
- 37:15que talvez ninguém marcou. De uma forma positiva,
- 37:17extremamente positiva. É, então vocês acham que aquele
- 37:20encontro deles no final? É, é, é a foi a mente dele.
- 37:24É a mente dele. É, foi a mente dele forçando ele
- 37:27AAAA ele, tipo continue. Vivo?
- 37:30Pois é, é, é, é o mesmo. É o mesmo princípio de que a que
- 37:34a fugindo teve com que eu morto. Mas então por que que ele está
- 37:37velho? Ele não teve esse tipo.
- 37:39Ele demorou a vida inteira dele para aceitar a morte.
- 37:42Não, não, não. Ele ele seguiu a vida dele com
- 37:44Eric, ele teve quando ele teve a terceira, o terceiro luto, que é
- 37:49a família dele, que é a esposa e as e os filhos dele.
- 37:52Aí ele aí ele fala, porra, já é a terceira vez, cara, me dá um
- 37:56tempo aí, vida, não aguento mais.
- 37:58Aí quando ele vai pro finalmente de arrastar para decidir que ele
- 38:03decide ele mesmo se arrastar para cima?
- 38:06É antes dele fazer o ato, ele tem, ele tem um.
- 38:09Ele já tinha, né? Esse essa síndrome fantasiosa na
- 38:12cabeça dele, que ele ele que ele tem essa conversa com, vamos
- 38:16supor assim, OOO, ele, ele conversa com ele mesmo, mas o
- 38:20ele mesmo se apresenta como a Ellen.
- 38:22Sim, eu até abordaria aqui. Um talvez, um espiritismo?
- 38:27É, talvez é a própria. Ele conversando com ele, do
- 38:29além, às vezes é trazendo essa mensagem e ele foi abordado pelo
- 38:35espírito. Dela e ela mostrando para ele,
- 38:37cara, você passou depois da minha partida, você passou uma
- 38:41nova vida, mas nunca me tirou da cabeça.
- 38:43Você sempre ficou trabalhando No No meu material e cara, está
- 38:47tudo bem, está tudo bem. Não esqueça, eu sou aquela
- 38:49vampira que você achou que eu era.
- 38:51Não esqueça do do do final do seu filme.
- 38:53O final é muito importante e é que.
- 38:55Ele sempre. Ele viveu sempre no passado, né?
- 38:57Ele viveu preso à mãe. Aí a mãe dele morreu, ele viveu.
- 39:01Aí ele teve uma breve que ele teve um prazer no passado no
- 39:04presente ali, de viver com a. Mas ele sempre se remoendo pelo
- 39:08passado, pela mãe, a mãe, a mãe até pós morte foi prendeu ele
- 39:13muito assim. Ele não tem uma.
- 39:14Ele nunca está totalmente livre. Ele está sempre acorrentado,
- 39:18meio passado assim. Eu não senti desculpa, é, eu não
- 39:21senti tanto que ele ele sentiu a mãe dele assim, a pé da mãe
- 39:24dele. Eu acho que ele sentiu que as
- 39:27pessoas julgaram a forma como ele ele lidou com aquilo.
- 39:31É, eu tive essa perceção assim. Eu eu acho que, na verdade,
- 39:34quem, quem? Sofreu mais, foi o pai, porque
- 39:38tem até uma passagem ali no mangá que o pai dele falou, eu
- 39:40quero lembrar da sua mãe como ela era, tanto que o que o Brian
- 39:44falou, e eu concordo, o narcisismo dela não é não é de
- 39:48antes, é, ele foi construído, é tanto que ele, numa das falas
- 39:52ali ele falava assim, eu quero lembrar da sua mãe como ela era
- 39:55e aí, ou seja, os 2 se apaixonaram, eram super
- 39:58amorosos, aquele aquele primeiro estágio, né, do relacionamento.
- 40:01E aí talvez quando teve um filho, houve mudanças, houve,
- 40:04né, problema. Pode ser ali mentares pessoais,
- 40:08cada um, e ela se torna narcisista e talvez por ele.
- 40:11Por isso que o pai dele era tão passivo, né?
- 40:14Na Na forma como ele. Ele se portava no mangá.
- 40:17E aí ele falou, pô, você está desrespeitando sua mãe, porque
- 40:19ele ainda tem essa memória afetiva da mulher que ele
- 40:22conheceu, que eles eram apaixonados.
- 40:24O filho? Não, o filho talvez já quando
- 40:26nasceu, a mãe já era essa pessoa mais narcisista, mais cruel,
- 40:31mais egoísta. Eu, eu tive essa perceção pelo
- 40:34menos k. O Caio eu não sei.
- 40:35Eu estou, então eu, eu entendo. Eu.
- 40:40Então eu não sei se é algo que ela sempre foi narcisista ou se
- 40:42é algo que ela se tornou narcisista.
- 40:45É da. Dá a entender que ela começou a
- 40:47ser mais assim depois que ela perdeu o emprego dela, né?
- 40:50Lá Na Na emissora de TV, né? Então dá a entender que tipo
- 40:53depois que teve toda ela perdeu o emprego, ela começou AA ser
- 40:58mais daquele jeito. Mas eu acho que até isso a gente
- 41:01pode fazer que ele é brilhante, porque ela trabalhava numa
- 41:04profissão que era na TV, que envolve muita imagem.
- 41:07Então ela tem essa coisa EAO, narcisista.
- 41:10Geralmente é uma pessoa meio, Ah, vaidoso, essa coisa de de
- 41:14ego. Então ela já trabalhava.
- 41:16Um ambiente que embalava o ego dela.
- 41:19Acho que isso um pouco e eu queria ver.
- 41:21Então eu acho a história começa já e termina do mesmo ponto,
- 41:26porque a história começa com ele querendo ir de arrasta dele
- 41:29mesmo e termina teoricamente, ele conseguindo de fato ir de
- 41:32arrasta. Então é meio um círculo, não sei
- 41:35se vocês acham. Olha, teria essa interpretação,
- 41:39tá? A gente poderia, se não parar
- 41:41para analisar em nenhum momento, mostra que de fato eles saiu
- 41:45vivo. Do prédio, né?
- 41:46Apenas explodindo. Ou era uma edição, porque você
- 41:50pode interpretar, ele saiu de lá, ele saiu de lá e imaginou a
- 41:53explosão. Você pode imaginar o final que
- 41:56na verdade, aquilo que que ele conversou foi com talvez um
- 42:01possível espírito da ele voltando para falar que tá tudo
- 42:03bem, é, é. Foca no final e conclua esse
- 42:06estágio de luto seu da maneira que você sabe fazer.
- 42:10Dá para interpretar também que é um vídeo.
- 42:12Na verdade é um vídeo. E ele finalmente terminou o
- 42:14vídeo da ele e que também, como você falou, ele na verdade já
- 42:20tirou a vida dele e só está vivendo o.
- 42:23O pós vida? O pós vida com ele?
- 42:25Olha, olha que legal, nós temos ali, ó aqui, pelo menos umas 4
- 42:28maneiras de interpretar esse final.
- 42:29O que eu achei incrível é, é realmente dá pra dá pra pensar
- 42:32dessa maneira? Vai eu, eu, eu entendi que a
- 42:35minha visão, realmente eu entendi que ele saiu, né?
- 42:37Ele não. Ele decidiu não se suicidar.
- 42:39E ali é. Ele encerrando um filme da da
- 42:41Eri. É que eu tive também, de fato.
- 42:43Eu também tive. E que tipo, a explosão desse
- 42:45prédio é meio ele, meio peso da vida dele assim, tipo?
- 42:49Ele já deu na última pá, No No no caixão para finalizar o luto
- 42:53dele. Exatamente.
- 42:54Então eu já vejo a explosão como a realização da vontade da ele,
- 42:57entendeu? Eu acho que ele fez esse
- 42:59explosão como uma. Ela insistia muito assim, ó, é o
- 43:02final. Teve 1 hora que ela falou assim,
- 43:04OA história tá chata, a história tá chata, a história tá chata.
- 43:06Aí ela começou a falar assim, ó, a história tá boa, mas conclua,
- 43:09conclua aí não comer. No finalzinho ela falou, é,
- 43:11precisamos de uma conclusão boa, cadê a conclusão que só você
- 43:14sabe fazer? Tanto que ela teve que repetir
- 43:16depois lá No No hospital, que ela falou assim, é, eu, eu amei
- 43:20a forma como você terminou a história da sua mãe, então eu
- 43:23acho que a explosão tanto que eu até queria, depois abri aqui pra
- 43:27pra ler novamente o final, tanto que ele falou, acho que eu acho
- 43:30que ele fala assim, ela fala no final, você sabe o que você tem
- 43:33que fazer, né? E aí ele o próximo quadro.
- 43:35É ele saindo de clássico explosão, sabe?
- 43:38Então acho que meio que ó. Eu interpretei ali como uma
- 43:40forma cara. Aí ele queria um final real,
- 43:43como viagem. Pode ser o doido?
- 43:44Então, vamos por assim dizer, pode ser tipo tanto ele, tanto
- 43:48ele realizando a última vontade dela, né?
- 43:50Quanto ele finaliza jogando a última pá.
- 43:52No luto dele falar assim, agora dá pra ver a.
- 43:56Vida, eu, eles são personagens bem diferentes.
- 43:58Assim, a impressão que eu tenho que AA ele, ele, ela tem uma
- 44:02Vibe meio e ela não quer morrer. Ela não, ela está no.
- 44:05Doente e ela e ela gosta de viver enquanto ele é saudável.
- 44:10Mas ele está. Ele está de, obviamente, de luto
- 44:13pela mãe. E ele quer tirar a própria vida?
- 44:15Sim, ele quer. Então tem esse contraste da vida
- 44:19com a morte. Eu acho 11 interpretação
- 44:21extremamente pertinente, tanto que se você olhar a grosso modo,
- 44:25não faz sentido uma pessoa estar no telhado do hospital, ver uma
- 44:30outra querendo tirar sua própria vida e falar assim, ei, vem cá,
- 44:34vamos assistir vários filmes? Eu acho que, na verdade, ela
- 44:36queria salvar a vida dele também.
- 44:38Já que ela vai morrer, ela vai morrer de uma doença que não tem
- 44:41cura. Ela queria ao menos salvar
- 44:43alguém, né? Você vai querer uma coisa que
- 44:44talvez eu queria tanto, né, é isso?
- 44:46Que eu IA falar? Eu acho que é mais no sentido do
- 44:48tipo, valoriza o que você tem, caramba, pelo amor de Deus aí,
- 44:51ó, que morrendo, que é eu viver. É exatamente.
- 44:54É uma. É uma excelente interpretação
- 44:55também. E eu queria fazer só um adendo
- 44:57do que a Eri ela é esse design dela é muito parecido com aquela
- 45:01menina da. Do evangelho para mim é do
- 45:03evangelho. Eu olhei para a cara dela e eu
- 45:05acho, pensei na menina do evangelho.
- 45:07Ela é igual filme meu, aquela que tem aqui a bomba que vai
- 45:10sair o filme agora, a reze. Ah, sei, sei.
- 45:14Ela é igual? É.
- 45:16Reciclagem e personagens, sim. São fugir moto.
- 45:19Então, AAAAA. Do evangelho eu não achei tanto
- 45:24não. Porque o cabelo, o cabelo dela,
- 45:26o olhar dela, acho que não me não me não me, não me.
- 45:28Remeteu a capa. Parece um pouco mais o resto,
- 45:31não tá? Agora, então vamos fazer então
- 45:33um cruzamento para ir mais pro final?
- 45:35Então temos. O que eu mais aclamado temos e
- 45:39temos noteback. Qual você 2 trabalha?
- 45:43Acho que até o próximo tinha. Ele trabalha bastante o luto,
- 45:46né? Eu acho que.
- 45:47Sim, sim, com certeza. Seu próprio modo, ele trabalha
- 45:49luto, então ele conseguiu de 3 maneiras diferentes trabalhar o
- 45:53luto. Que que você tem?
- 45:54As obras dele se conversam muito bem.
- 45:56É ele. É um tema que ele.
- 45:58Ele bate, ele não, ele não se repete, vamos por assim, mas
- 46:03eles é um, é um, vamos fazer assim.
- 46:04Tem a mesma assimilidade de temas que é o luto, né?
- 46:06Mas ele consegue trabalhar bem com o tema de maneiras
- 46:10diferentes, sem ser cansativo. Vou pôr aqui um ponto aqui eu
- 46:14vou ser odiado por isso é que nem eu odeio assistir qualquer
- 46:17coisa do cara que fez o Your Name é Your Name.
- 46:21Melhornei me, porque sempre é a mesma coisa.
- 46:23Eu acho que é diferente, mas sempre a mesma coisa.
- 46:26É 55 sentimentos por segundo. É a mesma coisa.
- 46:29A gente de palavras é a mesma coisa.
- 46:31Melhornei me é a mesma coisa. Aí eu fico assim, não, não
- 46:33aguento. Mas assim, OOO fujimento, ele
- 46:36consegue trabalhar bem com o tema de luto sem ser pedante,
- 46:39sem ser ser repetitivo. E se você tivesse que escolher
- 46:42uma agora para encaminhar para o final?
- 46:44Eu não acho justo colocar Tim são, mas nessa balança com os 2
- 46:47onis shot, mas se for para o escolhimento dos 2 onis shot, eu
- 46:49fico com look back. Tá.
- 46:51GD olha eu, eu como um pouco que cresceu a vida sendo espiado por
- 46:56por show, nins e tudo mais. Eu vou ser extremamente sucinto.
- 47:01Aqui, para mim, nada vai. É comparar obras onshots,
- 47:07diretas e com um ar mais reflexivo.
- 47:10Eu amo tiro isso ao mesmo, mas se eu tivesse que escolher, eu
- 47:12ficaria com um dos onshots qualquer um dos 2.
- 47:14Aí se tivesse um dos 2 recomendar para outro
- 47:18coleguinha, primeiro adeus e o Luck back?
- 47:21Olha, eu, se eu se eu tivesse que escolher para mim, eu
- 47:25ficaria com adeus erí. Pelo fato do luto, eu achei, eu
- 47:28achei incrível. Essa é como eu falei, é essa
- 47:32afinidade que eu tive por. Pela perda que eu tive do meu
- 47:34pai assim. Então é como o fujimotto falou
- 47:37assim, cara, isso pode acontecer 1234 vezes na sua vida.
- 47:41Mas nunca perca a Esperança e nunca perca o brilho da fantasia
- 47:45de continuar vivendo EE, buscando novas coisas.
- 47:47Eu achei incrível, mas se eu tivesse que recomendar, eu
- 47:50recomendaria lucky back. Porque eu acho que o ludback tem
- 47:53subtextos mais atuais, subtextos que pegam várias gerações, podem
- 47:58pegar gerações antigas, gerações novas.
- 48:00E essas questões internas de várias gerações de trabalho de
- 48:03uma maneira mais simples e mais bonita, apesar de também ter um
- 48:08luto. Mas eu acho que ele aborda temas
- 48:10mais variados. Se trata de gerações.
- 48:15Então, galera, esse foi o nosso entre balões e 4/+1 vez do
- 48:20fujimoto a gente já conversou sobre o kensoning.
- 48:22Agora a gente falou sobre as suas 2 bons shorts, que é a
- 48:25lucky back e a deuseni. Lembrando também que nós estamos
- 48:29com uma arrecadação no catarse. Então dá uma olhadinha lá e era
- 48:33isso, galera, até a próxima. Tchau, tchau.