Latest / Helena, o podcast tá pronto / Plantado na memória #107
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- 0:00Helena, o podcast está pronto. Dona Helena, eu não te dou esse
- 0:05tipo de intimidade. Me desculpe, dona Helena, a
- 0:09senhora vai querer mais alguma coisa?
- 0:12Ouça o episódio, depois se recolhe pobretona.
- 0:28Olá ouvintes, eu sou Alana Azevedo.
- 0:30E eu sou railla Azevedo. Eu já quero começar com uma
- 0:34pergunta, quando você, Pri, que está nos acompanhando aí da sua
- 0:38casa, pensa em plantinhas, qual é a primeira que vem na sua
- 0:43mente? Venenosa, erva, erva sem
- 0:50vergonha, erva sem vergonha. Dá um grito no baile só quem
- 0:55gosta. De olá, o que Jesus acharia
- 1:05disso? Por que que a gente levantou
- 1:07essa bola? O episódio de hoje nós vamos
- 1:11falar exclusivamente sobre plantas que estão marcadas na
- 1:15nossa memória afetiva. A gente teve a ideia, né?
- 1:18Desse episódio, porque a raíla esses dias falou assim, lembra
- 1:21da Goiabeira que tinha lá na no quintal da Vovó?
- 1:24Eu falei, nossa, Goiabeira. E sabe por que que eu lembrei da
- 1:28Goiabeira? Porque todo dia que eu levo o
- 1:31Eduardo pra creche a gente passa debaixo de uma Goiabeira.
- 1:35E ficava igual o da Vovó, tipo cheio daquelas goiaba pisada que
- 1:38vai caindo no chão, os outro pesa.
- 1:41E você lembra que do lado da Goiabeira tinha aquele poste
- 1:44laranja? Sim, se ficava ainda tem?
- 1:47Não, não. Tem mais isso porque antes não
- 1:50sei se não tem de fato ou se só lá na Vovó que tiraram dentro do
- 1:54quintal ficava o poste. Sim, e a gente?
- 1:57Hoje em dia é assim. Vocês sabem se é assim,
- 2:00produção? Se o poste fica dentro da casa,
- 2:03continua, continua isso. Mas o lá da Vovó eu acho que não
- 2:06tem mais aquele poste de dentro. Depois vamos dar uma olhada.
- 2:09Vamos ter que a Goiabeira. Eu fiquei muito triste quando
- 2:12tiraram. Quando cortaram, né?
- 2:14Por. Que que cortaram a Goiabeira?
- 2:16Ah, porque ela dava gente. Ela dava umas goiaba bonita que
- 2:19o povo. Eu lembro que Oo rapaz, o
- 2:21pintinho vendia gás. Ele pegava, passava de caminhão
- 2:27e puxava. Porque o galho IA pra rua, né?
- 2:29IA pra. Fora.
- 2:30Era era muito bom, a gente subia na no pé de goiaba e eu não
- 2:34comia. Que desde sempre pessoa com
- 2:37intestino preso não é bom comigo.
- 2:39Eu comia nossa aqui, ó, adorava EE.
- 2:42Eu imaginava assim, AI eu imaginava fazendo uma casa na
- 2:45árvore. No que, quando eu era criança,
- 2:48meu sonho era ter uma casinha na árvore, né?
- 2:50Eu fico pensando se a Goiabeira era grande mesmo ou se era
- 2:53grande pra gente enquanto criança.
- 2:55Eu acho que era uma Goiabeira, tipo assim, média, porque nossas
- 2:59mães não ficavam com medo da gente ficar subindo.
- 3:01Se fosse uma coisa muito alta, né?
- 3:03Verdade. Mas é, eu lembro aqueles os
- 3:06galhozinhos, é marrom, marrom claro.
- 3:09Que descascava, lembra? AO caule, o tronco, assim aí.
- 3:15Tinha sempre gente batendo lá pedindo para pegar, falou não
- 3:19pode pegar e tal. Outra planta que compunha ali no
- 3:22nosso quintal, que era muito clássico, era a rosa.
- 3:26Tinha a rosa branca, rosa rosa aquela rosa Clarinha e rosa
- 3:31vermelha. Também tinha a.
- 3:32Vermelha também tinha? Não.
- 3:33A rosa vermelha tinha. E eu lembro que a Vovó, às
- 3:36vezes, às vezes não, muitas vezes cortava uma rosa ou outra,
- 3:41aí colocava dentro do jarro, né? Aquele jarro preto.
- 3:44Preto e aí na no dia que tinha evangélico culto No No lar às.
- 3:49Vezes colocava lá na mesa. Ela sempre teve uma vez.
- 3:52Tadinha que ela caiu até lá fora foi pegar a rosa.
- 3:56Caiu. Rosa branca a gente usava muito
- 3:58para fazer chá. Chá e banho.
- 4:02Banho de rosa branca, banho de rosa branca, inclusive minha
- 4:04mãe. Eu pedi para minha mãe pegar
- 4:06porque ainda tem. Acho que a rosa branca ainda
- 4:08tem, não. Tem rosa branca?
- 4:10Acho que tem, acho que tem. Porque eu pedi, minha mãe me me
- 4:12deu um punhadinho de rosa branca para eu tomar banho.
- 4:16A rosa está até hoje lá em casa, seca, já tem mais de 1 ano que
- 4:19eu esqueci dentro do armário. Sabe uma história curiosa que
- 4:22tem da nossa família com o pé de rosa lá que há muitos anos
- 4:28atrás, muito antes da gente nascer, acho que foi a Vovó ou
- 4:32vovô viu pela primeira vez, Vovó Júlia Maria, que é esse espírito
- 4:38que acompanha a nossa família há muitos anos.
- 4:41E foi a primeira vez que a Vovó viu a Vovó Maria, Vovó Regina,
- 4:45que a nossa vó, que era encarnada.
- 4:48A. Vó encarnada viu Vovó de Maria
- 4:51lá mexendo nas rosas e ali foi meio que o Marco da chegada da
- 4:59Vovó de Maria na família. Eu acho que eu já sonhei com a
- 5:03Vovó de Maria e perto também eu desci a escada e eu vi Vovó de
- 5:09Maria. Lá perto da da Roseira, eu vi
- 5:12ela na Roseira, juro por Deus, ela e um menino que devia ter
- 5:16uns 16. Anos?
- 5:18Ah, não, já era um adolescente, é devia.
- 5:20Ter uns 1516 anos e uma eu não lembro se era um outro preto
- 5:25velho. Eu vi e eles estavam tudo com
- 5:27roupas tipo é. Porque a Vovó José Maria é uma
- 5:30preta velha, né? É, elas estavam tudo com tipo
- 5:33roupa, com pano na cabeça e falou assim comigo, porque era
- 5:36uma fase que eu estava meio rebelde.
- 5:39E ela falou assim comigo, vamos dar uma voltinha?
- 5:42E aí a gente foi, gente, era. Foi doideira, tá?
- 5:46Foi doideira, foi esse sonho que você acordou com a Terra na
- 5:49unha? Juro, é.
- 5:50Foi esse sonho, né? Esse sonho só pra recapitular.
- 5:53Se você não lembra, está nos ouvindo raíla.
- 5:56Teve um sonho é que ela estava. Normal volta um sonho é
- 6:00paranormal e que ela visitava a. Alguns ambientes, um pouquinho,
- 6:03não eu. Visitei cemitério cemitério eu
- 6:06visitei cemitério que era 11. Situação que ela falou assim, se
- 6:10você continuar fazendo o que você está fazendo, é aqui que
- 6:14você vai parar. E o fato foi que a raíla acordou
- 6:17com a unha suja de Terra que ela mexeu o sonho e.
- 6:21Doideira, tá? Mas nem vamos entrar em detalhe,
- 6:23porque se não não vai ficar. Vai.
- 6:25Vai ficar grande, vai. Ficar grande, mas foi isso, né?
- 6:28Você estava falando o negócio da?
- 6:29De de planta, vamos voltar para planta, para as?
- 6:32E desse negócio espiritual e tal, lá também na Vovó, tinha a
- 6:37espada de São Jorge, só que lá na nossa época, né?
- 6:41Criança naquela, naquela. Década 90, 2000, né?
- 6:46Ela era usada para outras finalidades, tipo assim, ó, vem
- 6:50cá, passa. Cantava na nossa Canelinha.
- 6:53Cantava na canela, mas falam que você ter uma espada de São Jorge
- 6:58é bom em casa para você ter proteção.
- 7:01E a minha está quase morrendo. Tadinha, dindinha até, pediu
- 7:04ela. Eu tenho uma pequenininha.
- 7:06Ah, não, a gente tem grande também.
- 7:07Gente, é um, é um. Nossa, mas como que a sua espada
- 7:10de São Jorge está morrendo? Não uma porque a.
- 7:12Espada de São Jorge é a planta mais fácil de.
- 7:14Cuidar É Ela, é uma que está secando, porque eu não esqueço
- 7:18de jogar água. Nossa, porque juro a espada de
- 7:21São Jorge. Ela está forte, só umas que está
- 7:24queimando com o Sol. É então você coloca ela num
- 7:26lugar que tem um pouquinho. Mais de sombra colocar dentro.
- 7:29De casa você pode colocar a espada de são.
- 7:31Eu acho dentro de casa, meu amor, ela fica, Eduardo.
- 7:34Vai puxar tudo, vai brincar de espadinha?
- 7:36Já tô. Vendo, você acha?
- 7:38Vai, Eduardo mexe em tudo. Não.
- 7:39Então coloca naquela sua área de lavanderia, ali, ó, é.
- 7:42Ali é uma boa. Ali é uma ótima.
- 7:44Eu vou até pegar, porque ela fica num lugar que eu não vejo
- 7:47muito e eu esqueço, gente. Hoje, aproveitando que você
- 7:50falou da espada de São Jorge, ainda tem um pé de boldo lá na
- 7:54porque assim, antes era tudo grama, gente no quintal da Vovó,
- 7:57aí agora tem uma parte que. O só ficou canteirinho e o
- 8:01restante foi tudo cimentado, né? Virou piso.
- 8:04E aí os o pé de boldo ainda sobrevive, porque hoje minha mãe
- 8:08estava lá podando que o boldo tá gigantesco, você viu?
- 8:12Tá gigantesco. E boldo é uma planta.
- 8:15Que não me traz boas memórias? Não me traz porque quando eu
- 8:18estava doente, a minha mãe era sacava o chá de eu até chorava,
- 8:21eu falava, mas AO chá de boldo me piora, porque eu vomitava.
- 8:25Mas era tiro e queda, tá, mas. Ele melhorava.
- 8:27Porque era beber o chá de boldo, depois você colocava sua alma
- 8:30para fora e. Melhorar em banho de boldo
- 8:32também, não sei por para que que é, mas a gente tomava banho de.
- 8:35Boldo você sabia que hoje em dia tem até é remédio em comprimido
- 8:39de boldo? Aí, ó, será que tem a mesma que
- 8:43aquele chazinho? De boldo, o chá da folha vai ser
- 8:45de? Tirar a folha?
- 8:46Não sei, mas é bom igual. Tomara que eles não arranquem o
- 8:50chá de bolo, porque casa que tem idoso é bom.
- 8:52Ter 111. Pé de bolo é bom pra você.
- 8:55Um chá de rosa branca? É verdade pra.
- 8:58Você chá de rosa branca também, sabe o que que é bom que me
- 9:01falaram? Corrimento é.
- 9:04Né, é bom muito. Bom, é ótimo.
- 9:06Você tomar também ele? Tomar, mas aquele banho também,
- 9:09banho de? Assédio, né?
- 9:10Banho a gente está aqui, eu estou me sentindo aqui, ó, uma
- 9:14curandeira. Eu toca 11 flautinha peruana e a
- 9:18gente está aqui passando, ó, você, dá pra vocês?
- 9:22Mãe do boldo aqui, ó, boldo da pescoço para baixo.
- 9:26É, mas vamos continuar aqui. Outra coisa, outro tópico, né?
- 9:30Lá no nos anos 2000, eu achava o chique de la chique, falando de
- 9:36planta de quintal, Jardim. Quando os jardins eles tinham
- 9:41pingo de ouro em volta dele, eu não.
- 9:44Eu não lembrava o que que é pingo de ouro, você que me
- 9:46mostrou. Você que está ouvindo aí
- 9:48pesquise o pingo de ouro e me fala, se você não achava isso
- 9:51chique, se não era uma coisa assim, nossa, o Jardim em volta
- 9:54da grama tinha o pingo de ouro assim ó, na casa da dona
- 9:58filhinha, que é avó da Júlia e nossa amiga.
- 10:01Que Jardim bonito. Jardim bem cuidado.
- 10:04Jardim bonito. Cuidado com aquelas plantinhas
- 10:07dela. Nossa, o Jardim também, que eu
- 10:09acho lindo. Quem já viu a novela viagem?
- 10:12Jardim de Otávio jardão. Gente, que que é aquilo?
- 10:15Eu não lembro. A mansão de Otávio jardão já
- 10:17está. Vendo a viagem, é.
- 10:19Eu já estou na parte que o Alexandre.
- 10:21Ele tenta a primeira fuga. Estou doida porque ele virou
- 10:23obsessor logo AI demora. Ah, primeira fuga, o que ele
- 10:26está vivo ainda? Não está vivo?
- 10:28Ah, aí eu fui ver. Parece que ele vira só lá pelo
- 10:31episódio 140 e poucos que ele vira obsessor.
- 10:34Aí eu estou aqui, ó, achei que já era no começo.
- 10:36E você está gostando como a gente gostava?
- 10:39Vamos. Meu amor, eu estou vendo, eu
- 10:41estou maratonando amo. O seu amor chamou e eu
- 10:45regressei, todo amor é infinito. Noite, dia do meu coração,
- 10:57trouxe a luz, agora tem um Monte de coisa que eu vejo na novela
- 11:01que eu falo, puta que pariu, gente, como é que como é que a
- 11:03gente muda, né? Ah, não, Ah diná é ciumenta.
- 11:07Agora eu vou só um vou abrir um parênteses aqui e vou reclamar.
- 11:11Ah, porque Theo, todo mundo, Ah, diná é muito ciumenta, que não
- 11:15sei o que ela era ciumenta excessiva, mas o theozinho
- 11:19marido dela colocando sushizinho na boca.
- 11:22Boca de de amiga foram sair para o restaurante, comeu?
- 11:27Sushi naquela época, existia. É porque na nossa época, OA
- 11:33comida japonesa só entrou quando 19 anos, né?
- 11:36A gente nem imaginava. Aí o bonitão pode tipo assim,
- 11:39AI, eu vou ter é, eu vou sair com as minhas amigas, os amigos
- 11:42do trabalho. O Teo era.
- 11:43O Maurício Mattar, né? O Maurício Mattar.
- 11:45Pode colocar sushizinho? Na boca fica saindo tipo de
- 11:50mimimi. Aí a mulher também não pode?
- 11:53Então você está. Falando que o Alexandre fez bem
- 11:55em dar uma obsidiada nele, aí eu.
- 11:57Acho, não sei, não, não, porque o mal não não compensa.
- 12:02Alexandre, você siga sua luz, porque todo mal que você cometer
- 12:05vai voltar para você. E fecha parênteses.
- 12:07Pode fechar o parênteses. Raíla trouxe gente para esse
- 12:10episódio. Uma informação muito importante
- 12:12do instituto Massachusetts que eu não sabia.
- 12:16Conte, Pri. Que não é bom você ter um pé de
- 12:20bananeira na sua casa, no seu quintal?
- 12:23Tô imaginando. As fris que moram em São Paulo,
- 12:25no apartamento. Ah, pode deixar que isso daí não
- 12:27vai acontecer. Mas é.
- 12:28Porque eu sigo 11 blogueira e ela comprou uma casa lá em
- 12:31Maricá, ela se mudou. Andressa reis, não.
- 12:33Márcia, tá, a família Milão, eu amo.
- 12:37Aí ela comprou e aí o cara falou Pra Ela, olha, tinha uma
- 12:40bananeira, tipo, é mó bonita a casa.
- 12:43Ele falou assim, olha. Essa bananeira não é legal ter
- 12:46porque atrai bichos, atrai cobra, atrai, tipo assim, é
- 12:50rato, porque rato vai querer comer a banana.
- 12:53Então falou assim, é bom você ter a bananeira, tipo assim,
- 12:57longe da casa principal, entendi.
- 12:59Então fica a dica, você tem uma bananeira no seu quintal?
- 13:03Tome cuidado e ó. E lá No No córrego que tem perto
- 13:06da da casa, lá da minha mãe, da tua mãe, ainda tem aquelas
- 13:11Bananeiras? Firme e forte bananeira que deve
- 13:14ter mais de 40 anos, né? E realmente a gente já viu uns
- 13:17gambázinho em rato ali, ó, tem, tem.
- 13:19De todo lá, porque faz sentido, né?
- 13:23E também cobra, cobra. Não sei porque a cobra gosta da
- 13:27banana no. Quintal da tia Sônia tinha pé de
- 13:31bananeira, eu acho. Que tinha, eu acho.
- 13:34Que tinha tia Sônia? Lá, lá em Campo Grande, né,
- 13:36gente? Olha.
- 13:37Se um dia eu ficar rica, com r maiúsculo, eu vou comprar.
- 13:42A casa da tia Sônia, que virou uma escola, virou uma escola,
- 13:45virou uma escolinha. Eu vou comprar aquela AI, será
- 13:47que eles destruíram? Lógico.
- 13:49Né, meu amor? Mas.
- 13:50Enfim, eu vou comprar por conta do tipo assim, das memórias que
- 13:54a gente tem, porque a gente. Amava, né?
- 13:56E olha que a gente. Nem tem muitos igual as nossas
- 13:58mãos. Né?
- 14:00Mas só de e a gente amava ir de ônibus.
- 14:02Subia aquele morro todo quando é de táxi.
- 14:04E aí lá? Na nesse quintal da tia Sônia
- 14:07tem muitas plantas ali eu lembro a primeira vez na minha memória
- 14:10que eu tenho que eu vi uma pata de.
- 14:12Vaca, que é essa árvore? AI sim.
- 14:14E eu olhei assim, aí eu não lembro se foi pra tia Sônia que
- 14:16eu perguntei ou pra alguém aí falou, essa daí é uma pata de
- 14:19vaca. Eu me senti assim.
- 14:21Falei, nossa, eu estou conhecendo uma.
- 14:23Bata de vaca. Que legal.
- 14:25E tinha o pé de cacau, né? Que eu?
- 14:28Já peguei nossa, peguei um Monte de de cacau no pé e no chão e
- 14:33simplesmente levei pra tia Sônia e falei, tia Sônia faz chocolate
- 14:36pra mim. Achei que era simples.
- 14:38Eu acho só criança tem AA, mas eu acho que.
- 14:41Isso daí fez parte da sua veia empreendedora?
- 14:43Veila Azevedo sim, empreendedorismo.
- 14:46Porque não só com cacau, com algodão também.
- 14:49Você já quis empreender, né? Tive uma.
- 14:51Casa morei num lugar que tinha um pé de algodão.
- 14:53Algodão? E eu pensei assim, por que que
- 14:55eu não posso vender esse algodão?
- 14:57Vende na farmácia, só que o algodão de casa, né?
- 15:00E lá eles passam por processo para deixar limpinho, porque o
- 15:03quando você tira do PE, tem as sementes.
- 15:06Tá todo. Pretinho, tipo assim, sujeira da
- 15:08poeira aí. Mas eu quis ser empreendedora do
- 15:11algodão. Tipo, é a rainha do algodão,
- 15:15não. Você chegou a.
- 15:16Recolher cheguei a recolher. Alguns pra ver.
- 15:19Se dava certo, porque eu sou é empresária, mas eu não sou
- 15:22burra. Aí eu falei, realmente não vai
- 15:25dar certo. E.
- 15:26Agora assim, você falando do algodão, você falando do cacau.
- 15:30Me veio aqui na mente raíla Azevedo que isso daí é de
- 15:34família mesmo, né? Sua avó, ela, ela tinha uma
- 15:36floricultura. Sua avó, Maria.
- 15:39Eu falei que era No No quintal, mas a sua.
- 15:44Avó? Não, eu não acreditei, não.
- 15:46Eu estou aqui fazendo papel de entrevistadora.
- 15:48Ela. Minha avó, falecida por parte de
- 15:51pai, e ela amava cuidar de plantinhos.
- 15:54Inclusive ela até quebrou o femo.
- 15:55Tadinha que cuidando das plantias dela.
- 15:58Aí melhorou? Aí.
- 16:00Melhorou. Se recuperou, quebrou de novo, e
- 16:04aí? Faleceu, né aí?
- 16:05Depois, ela teve complicações e veio por conta.
- 16:08Dessa queda, né? Por conta.
- 16:09Da queda. Mas ela amava.
- 16:11Tinha. Só que eu não lembro qual planta
- 16:13que tinha lá. Devia ter um Monte, tinha um.
- 16:15Monte, porque eu lembro que era aquele aquele morrinho que tinha
- 16:19entrado na casa da sua avó várias, e o.
- 16:21Meu pai seguiu, seguiu o ramo porque o meu pai adora plantar.
- 16:26Meu pai, o som do seu pai tem. Um sítio, né?
- 16:27É, tem um. Sítio, ó, eu vou ficar rica
- 16:30também, vou comprar seu pai. Eu.
- 16:32O meu pai comprar? Um sítio de papai, vamos?
- 16:34Fazer um sítiozinho para eles. Ir lá na Serra do funil, que é
- 16:37para lá de Rio Preto, Serra do funil.
- 16:40Gente, um lugar que é assim isoladíssimo, né?
- 16:44E não. Mas não pode esquecer tão
- 16:46isoladíssimo, porque eles já estão idosos, né?
- 16:48Acontece uma coisa lá não, mas você sabe?
- 16:49Que eles não iam ligar, né, meu? Pai IA querer morar.
- 16:52E morrer embora, chegou minha mãe, meu pai.
- 16:55IA querer o sonho dele, plantar a própria comida, cuidar do das
- 16:58galinhas, do porco. Sonho dele, mas aí.
- 17:02Ele tem o pé de uva que ele nossa, teve um dia que o meu
- 17:06pai, todo dia ele falava, o Eduardo precisa vir conhecer o
- 17:09pé de uva, que não sei o que eu falei, nossa senhora levou levar
- 17:13o Eduardo, que depois, Deus me livre e guarde, acontece alguma
- 17:15coisa. Aí meu pai venha falecer, eu vou
- 17:18ficar com a com a consciência. Pesada ele não foi.
- 17:20Ver o pé de uva? E aí eu tirei foto, tem foto
- 17:24dele, do Eduardo, com o pé de uva lá.
- 17:26Ele pegou uma ovinha, experimenta.
- 17:28Eu estava azeda. Eu falei, ainda está a veja
- 17:30ainda, mas ele gosta de plantar um Monte de coisa um.
- 17:33Pé que do duzetti não conheceu foi o pé de amora lá da nossa
- 17:36rua, né? Também não conhecido que o pé de
- 17:38amora morreu. O pé de amora ele foi não meu.
- 17:40Amor, o pé de amora ainda está lá, eu?
- 17:42Acho que tiraram, eu acho que ó, tiraram que só está o tronco,
- 17:47não tem mais o pé. Depois eu.
- 17:48Vou dar uma olhada que eu sei que o pé de Jamelão, o pé de.
- 17:52Jamelão a gente come não, né? A gente.
- 17:55Comia Jamelão, eu nunca. Comi Jamelão, eu nunca comi eu.
- 17:58Comi eu achava que era jabuticaba, mas não é você não.
- 18:01É o Jamelão. É diferente.
- 18:02Você nunca comeu a. Jabuticaba, você?
- 18:04Nunca comeu Jamelão, comi. Jamelão, sim, ele tinha.
- 18:07Mordi sim, ele tinha até você. Ficava até com a boca meio um
- 18:12sem. Explicar é?
- 18:13Não, não sei explicar, ficava meio diferente, uma
- 18:16consistência. Não é?
- 18:18Dormente? Eu não posso falar o quê?
- 18:21Como que como estou zuando? Ah, tá, eu tô gastando.
- 18:28Tô gastando. Ele fica meio não eu.
- 18:31Não sei. Rosmento, eu gosto.
- 18:32Não é não é parece quando você bate.
- 18:35Matinho e dá aquele caldinho do Mato.
- 18:37Ah, não. Não, não sei explicar, você,
- 18:39você. Estava querendo uma.
- 18:40Porra de um Jamelão e corre para você ver como é que é.
- 18:43Ah, então nessa sua frase que você disse agora tem a
- 18:48lembrança, não, e eu? Não estou falando nada disso.
- 18:51Porque eu sou uma mãe de família e minha mãe escuta esse episódio
- 18:55e eu não te dou esse tipo de confiança.
- 18:58Pri, vamos lá. Hoje você é uma pessoa que gosta
- 19:01de ter além da espada de São Jorge.
- 19:03Eu estou perguntando como se eu não soubesse, né?
- 19:05Mas você gosta de ter plantas em casa?
- 19:07Não gosto. Porque nossa, como?
- 19:09Que você não gosta é porque. Não é porque é mais trabalho.
- 19:14Eu não. Eu não tenho gente, eu esqueço.
- 19:16Aí vai ser mais uma responsabilidade, não por.
- 19:18Esquecer? Eu vou te dar agora uma dica.
- 19:21Você tem uma parte lá do teu quintal que entra sol, chove, é
- 19:26só você colocar uma planta ali, que é essas plantas que
- 19:29sobrevivem a qualquer ação do tempo e.
- 19:31Também dá muito pernilongo, não? Dá.
- 19:34Não, não, dependendo, não. Minha filha, você só vai olhar
- 19:38ali, na entrada da casa da minha mãe, da tia Valéria, tem umas
- 19:42plantas que ficam ali, ó, no canteirinho, chuva, sol, elas
- 19:45estão. Mas eu não tenho o feeling pra
- 19:48cuidar esse. Momento vai chegar eu?
- 19:50Não, não tenho assim. Eu acho que eu não nasci pra ser
- 19:53mãe de planta. O meu.
- 19:54Momento foi na pandemia. Eu comecei, matei muitas
- 19:57plantinhas, mas outras sobreviveram.
- 19:59Tem planta que eu tenho até hoje.
- 20:01Minha mãe me deu uma árvore da Felicidade.
- 20:03Porque a árvore da Felicidade você tem que ganhar, você sabia?
- 20:06Você não compra, você ganha, você compra.
- 20:08Era ruim e a minha? Mãe ganhou a árvore de uma tia
- 20:11nossa muitos anos atrás, desde a época que eu estudava no
- 20:15Getúlio, eu acho. Então a árvore, acho que foi,
- 20:18sei lá, 2007. Aí minha mãe ficou com ela.
- 20:20Depois minha mãe me deu e a árvore está belíssima.
- 20:23Mas eu acho que você vai ser tocada por esse momento da
- 20:26plantinha. Eu.
- 20:27Ainda não agora. Lá na sua casa tem uma que está
- 20:31crescendo contra todas as expectativas, gente no meio do.
- 20:35Azulejo, azulejo na parede e. Florzinha tá esses dias?
- 20:39Tinha um vizinho lá parado. Ele falou, como que vocês
- 20:41plantaram? Aí que eu falei, gente, não
- 20:42plantou, tem a. Fé, porque até no lixão nasci
- 20:45flor. Verdade, menina, qual que era a
- 20:47Laura flor? Verdade.
- 20:48Não é só Fátima. Música, qual que é?
- 20:51AA frase que você lembrou também é?
- 20:52Floresça onde Deus te plantar. Hum, porque ela é 2 florzinha. 2
- 20:59é e cai, nasce, outra não morre não.
- 21:01Morre. Elas estão resistindo lá.
- 21:03É o que eu quero fazer. Eu já estou com essa vontade há
- 21:06um tempo, que eu acho chique. Eu acho que deixa a casa chique.
- 21:09Você tem um arranjo de flor. Flor mesmo, sabe?
- 21:12Faz um arranjo bonito, coloca em cima da mesa.
- 21:15Só que eu só fico pensando nos gatos, que eles não sobem mesa.
- 21:18Realmente, quando a gente tá vendo, a gente não deixa.
- 21:21Só que eu fico imaginando de madrugada só vamos ouvir aquele
- 21:24barulho proft. Caiu tudo a Terra queria.
- 21:27Mas eu queria, sabe? Na verdade, o que eu queria era
- 21:30uma mesa. Minha mãe trocou de mesa, gente,
- 21:32uma mesa bonita, lindíssima. Eu queria aquela mesa da minha
- 21:36mãe, que eu acho ela, ela é uma retangular, né?
- 21:39E aí um arranjo bem bonito no centro.
- 21:42Nossa, tá bonito, show de bala, eu?
- 21:44Prefiro um elefante. Botar um elefante de brinquedo
- 21:47de cerâmica lá. Planta, não, não, não conte, não
- 21:51conte, porque eu não tenho. Ainda não fui tocada.
- 21:54É não que eu odeio planta, Hein, gente?
- 21:56Eu entendi. É, entendi.
- 21:58Você só não quer, não quero ter responsabilidade.
- 22:01Sim, já tenho um filho que me demanda muita responsabilidade.
- 22:05Não, não dou conta. É isso, antes de finalizar, a
- 22:08gente tem um recado muito importante para você, Pri, que
- 22:12está nos ouvindo. Entraremos de recesso?
- 22:17Vamos. Para onde que a gente vai nessa?
- 22:19Nessas férias? A gente vai, a gente vai.
- 22:22Barra Mansa lá para o pegar um trem ali para o pinheirado.
- 22:27Então, valeu, nem. Na brincadeira eu Hein, que ano
- 22:31na passada a gente foi o que, santorini?
- 22:33Santorini agora. A gente pode ir?
- 22:36Não sei. Tailândia, talvez.
- 22:38Itália, sul da Itália, acho que é uma coisa meio, meio Descanso,
- 22:41sabe? É.
- 22:43Mas agora falando Sério? A gente vai ter a nossa pausa de
- 22:46temporadas, porque a gente precisa ir, né?
- 22:50Organizar a casa, programar próximos episódios, como que a
- 22:55gente vai seguir o nosso fluxo e a nossa pausa?
- 22:59Vocês sabem, né, que é uma pausa curta e voltaremos em breve.
- 23:03É só o tempo mesmo. Nem descansar a gente descansa
- 23:05para. Falar Sério, trabalha a gente.
- 23:07Trabalha para colocar os novos episódios aí no ar?
- 23:11Mas vai ser essa pausa breve. O recado importante além disso,
- 23:15é comunicar que nós continuaremos na orello e não
- 23:19apoia. Se com episódios exclusivos,
- 23:22então está. Sentindo falta?
- 23:24Ah, então saudade das meninas, a gente não precisa.
- 23:27Bate. Bate na porta aqui e entra.
- 23:30Então, o que que vai acontecer quinta-feira?
- 23:31A gente vai dar esse esse momento de recesso.
- 23:36Só que os episódios de terça eles continuam disponíveis para
- 23:40apoiadores. Aí você vai falar assim, Ah,
- 23:42então tá bom, Alana, eu vou esperar.
- 23:44Alane raíla, a gente vai esperar aqui é voltar nas quintas, pois,
- 23:48meu amor, você vai perder. Você vai perder uma coisa, ó
- 23:52fortíssima, que é o que teremos durante nosso recesso.
- 23:57Episódios especiais, conselhos perfumados.
- 24:02Toda terça-feira, então sairão episódios com participação de
- 24:05Amélia Maria. Vamos, vamos bochar?
- 24:11Coitada, se aposentou, né? Mas ela.
- 24:13Gosta é pensar. Que eu querendo paz?
- 24:16Eu falei assim com ela, mãe, a gente está pensando em fazer
- 24:18episódios especiais com você para apoiadores durante algumas
- 24:22terças feiras. Fez aquela boquinha de lado
- 24:25dela, AI, tá bom, tá bom, mas ela adora.
- 24:27Então fica esse recado. Estaremos aí de recesso, mas se
- 24:31você quiser, apoia já a partir de agora, porque os próximos
- 24:35episódios serão com a participação da nossa alma
- 24:37perfumada. O link para se tornar um
- 24:39apoiador está na descrição desse episódio também está na nossa
- 24:42bio do Instagram, arroba? Dona Helena podcast e antes?
- 24:46De ir embora, chegou a hora dele, o nosso momento.
- 24:50Refletindo enquanto ouve o Tony Ramos tocar SAT.
- 24:54Numa livraria do Leblon? Posso começar, pode?
- 25:03Estou me? Sentindo tão assim?
- 25:05Garoto da cidade grande, porque eu fiz uma tatuagem aqui No No
- 25:08meu colo do peito. É, gente, você?
- 25:10Vai falar meu colo do útero? Não, gente, eu fiz um sol que eu
- 25:14achei muito bonito, muito. Bonito, um sol.
- 25:16Vermelho, eu fiz no espelho cego.
- 25:18Tatu, para quem é de Volta Redonda e região, pode ir lá
- 25:21tatuar, eu fiz com o Paulinho e aí olha só como que ele ficou
- 25:25imponente, é um sol. Vermelho, eu vou mostrar para
- 25:27vocês depois No No, no dona Helena, se vocês ainda não
- 25:31estiverem, tiverem visto. Mas eu gostei da minha tatuagem.
- 25:34Você gostou? Eu achei lindo o meu momento.
- 25:37Você está falando de de tatuagem.
- 25:39Eu estou pensando, sabe quando naquele momento você fala assim,
- 25:42queria mudar o meu cabelo, mas eu não queria cortar porque da
- 25:45última vez que eu cortei, me arrependi.
- 25:47Eu queria pintar a cor de chocolate, mas eu passo preto.
- 25:53Azulado, eu acho. Que vai pegar e.
- 25:55Eu faço progressiva. Então se ela falar assim, ó, a
- 25:59gente vai ter que descolorir aí eu já paro aí.
- 26:01É aí eu. Vou ver qual é a cabeleireira.
- 26:04Faz um teste de mecha, né não ela?
- 26:06Faz. Então ela vai fazer aí.
- 26:08Eu eu acho que. Você vai ficar belíssima de
- 26:10chocolate, mas eu? Estou pensando, eu queria.
- 26:12Também sabia, Pri, vamos pintar junto, pintar.
- 26:15Nós 2. De chocolate?
- 26:17Chocolate chocolatinho. IA ficar bonito, né?
- 26:20Ah. Por você e o seu como você não
- 26:23tem. É química no cabelo, igual eu
- 26:26faço a progressiva direto, o seu da super da super da.
- 26:30Super será? Que vem aí?
- 26:32Uma mudança porque eu já quero cortar, eu já cortaria e pinta
- 26:35agora se você. Fizer na minha frente.
- 26:36Eu vou falar pra todo mundo que você tá me imitando, não eu.
- 26:39Vou falar gente, porque depois aí vem eu.
- 26:40Apareço aí vai falar nossa, lá? A raila, tudo que a Alana faz,
- 26:45eu que dei a ideia aqui, está gravado em ata pública,
- 26:50finalizamos. Finalizamos.
- 26:51Obrigada. Pri, que nos ouviu, nos
- 26:54acompanhou até agora. Se você gostou desse episódio e
- 26:57está escutando pelo Spotify, comenta na caixinha o que que
- 27:00você achou? Fala sobre uma planta realmente
- 27:03que tem 11 memória, né? Significado, significado.
- 27:07Na sua vida, que. Está marcada na sua memória
- 27:09afetiva também compartilha esse episódio para alcançar.
- 27:13Outras pessoas para a gente aumentar o nosso número de
- 27:16primas e primas espalhados por esse brasilzão e
- 27:19internacionalmente também, tá que a gente ouvinte de fora
- 27:22quando fala Ah, estou. Ouvindo vocês aqui donde tem a?
- 27:25Luxemburgo, nossa, aí eu, eu. Eu sempre vou EE clico para
- 27:32fazer um tour pela cidade pelo. Google então já sabe.
- 27:36Reforçando aí, né? A partir da próxima quinta,
- 27:39vocês não escutarão a nossa voz aveludada.
- 27:43Mas terça-feira a gente está firme e forte para conteúdos
- 27:47exclusivos no apoia se e na orello beijos e até breve um
- 27:53beijo um. Queijo e uma manteiga a gente
- 28:05vai, mas a gente volta, a gente volta, tá?
- 28:07AI come back. Pode confiar?
- 28:09Que a gente volta.