Latest / Café com Dungeon / Player Skill no RPG #0150
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- 0:02O Caio Palma é um cara que joga bem RPG, joga beergoten e apesar
- 0:09dele atualmente estar com o personagem petrificado, ele
- 0:12rendeu muito, fez muita aventura dar certo, teve ótimas ideias
- 0:17durante o jogo. O cebola é um cara que jogava
- 0:21comigo há muitos anos atrás e sempre foi tido pela galera,
- 0:25pela galera, como um cara que joga bem.
- 0:28Ele chegou a jogar Beer goten e jogou bem Beer goten também, mas
- 0:33eles jogam bem o quê? Eles jogam bem jogos, eles jogam
- 0:38bem RPG, eles jogam bem DED. Tudo isso na USR tem uma máxima,
- 0:46players kill not Carter skill. O que que eles querem dizer com
- 0:50isso? Eles querem dizer que às vezes
- 0:53do alguns jogos da USR, né, eles vão.
- 0:57Fazer com que os jogadores sejam testados nas suas ideias, em
- 1:01como eles vão utilizar a ficção a seu favor.
- 1:05E não exatamente eles vão ser testados em como eles usam as
- 1:09habilidades dos seus personagens.
- 1:13Mas isso é uma coisa da usr. A gente vai conversar um pouco
- 1:17sobre ela, mas isso serve para todo RPG.
- 1:22Talvez a gente possa dizer que RPG tem a fama de ser um jogo em
- 1:27que não se ganha, em que não tem vencedor e que não tem perdedor
- 1:31também. A gente pode debater isso, dizer
- 1:33que, olha, de certa forma, a gente tem condições de derrota.
- 1:38Por exemplo, se você morrer com seu personagem ou você tem
- 1:41condição de Vitória, como por exemplo, se você chegar no nível
- 1:44máximo com seu personagem, talvez isso seja possa ser
- 1:47considerado, né? Condições de Vitória ou de
- 1:50derrota, mas de maneira geral. Não há uma disputa entre os
- 1:55participantes. Em teoria, no RPG mais
- 1:57hegemônico que tem, a gente trata todos os participantes,
- 2:01inclusive O Mestre, como pessoas que estão jogando em cooperação,
- 2:06né? Pra atingir ali 111 história
- 2:09interessante é ou uma narrativa legal, ou construir uma sessão
- 2:15divertida. De maneira geral, se coloca que
- 2:18pontualmente. Eventualmente, pode ser que O
- 2:21Mestre seja um pouco antagonista, um pouco oponente
- 2:25dos jogadores, mas de maneira geral, todos os participantes,
- 2:28eles estão sem uma disputa entre eles, né?
- 2:32E também não se joga normalmente.
- 2:34RPG atrás de recordes ou de performance, pelo menos na sua
- 2:38essência. A gente poderia dizer que a
- 2:42condição de Vitória ou condição de derrota pode existir
- 2:45eventualmente, mas eles não são essenciais para a experiência do
- 2:48RPG. Será que skill?
- 2:51Então será que a habilidade então ela é necessária?
- 2:57Ou simplesmente a vontade da gente vivenciar aquele espaço
- 3:01simulado, aquele mundo simulado já basta.
- 3:05Bom, essa e outras a gente vai analisar hoje aqui no café com
- 3:09dângel, meio que fazendo um fazendo uma continuação do
- 3:15episódio anterior. Vamos lá.
- 3:19Ele quer café, quer não. Era pra perguntar com o que eu
- 3:25respondia com dângio não, mas eu quero café, pode mandar com
- 3:29dângio também, tem problema não? Bom dia amigos do café com
- 3:35dângel, estamos aqui para mais um episódio do seu podcast
- 3:37matinal favorito, trazendo sempre muito RPG.
- 3:41Meu nome é Rafael balbi. Hoje o meu café foi tirado por
- 3:44um barista profissional, quem sabe como é?
- 3:48Um bom ritual distração do café e ele valoriza assim, ainda mais
- 3:54os grãos deliciosos. O café especial da ovelha negra
- 3:58você quer acordar com qualidade de vida tomando um delicioso
- 4:03café como o meu? Vai lá na internet no ovelha
- 4:07ponto café e utilizo o meu cupom para ouvintes OCCD.
- 4:12Você consegue ainda um desconto especial.
- 4:15Pra você comprar o seu ovelha negra, seja você iniciante, aí
- 4:19eu recomendo comprar uma agenta que é o meu café do dia a dia e
- 4:23dar uma experimentada e habituando aí teu paladar.
- 4:27Ou se você já conhece aí os cafés da ovelha negra, sugiro
- 4:32pegar os mais diferentões aí pra poder dar uma dar uma
- 4:36experimentada, pegar aqueles de sabor mais marcante lá pra
- 4:40determinadas ocasiões que eu acho que vale a pena.
- 4:43Bom. Mas cara, se você quiser
- 4:46descontos ainda melhores pro café ovelha negro, você pode ir
- 4:49lá no nosso apoia se tornar 11 apoiador do café com dângel.
- 4:54E aí você ganha descontos progressivos de acordo com o seu
- 4:57nível de apoio. Beleza?
- 4:59Então é, vá lá em apoia.se barra, café com dângel e além de
- 5:04ajudar a gente a bater nossas metas e eventualmente, aumentar
- 5:08o número de episódios por semana.
- 5:11Você ainda participa de sorteios dos nossos parceiros, recebe
- 5:15conteúdo extra, outros cupons também dos nossos outros
- 5:18parceiros aí, e ainda participa do grupo de Telegram.
- 5:22Muito legal, porque a galera troca muita ideia de RPG, então
- 5:25é só Vitória apoia ponto s barra, café com dânjão, vamos
- 5:31para o episódio, mas antes, como sempre passamos pela leitura de
- 5:34enquete, né? O episódio anterior foi sobre
- 5:36mecânicas, ficção e abstração. Eu perguntei, você prefere jogos
- 5:41cujas opções são mais abstratas ou concretas?
- 5:45E cara, teve aí um empate. Olha só, nunca teve ou teve uma
- 5:52vez ou outra, mas raro demais ter uma divisão tão grande
- 5:56assim. 50% das pessoas dizendo que preferem opções mais
- 6:02abstratas, né? Pautadas mais nas mecânicas do
- 6:05que. Em comparação a 50%, né?
- 6:08Número idêntico é o número de pessoas que dizem, dizem que
- 6:11preferem opções mais concretas em relação à ficção do jogo.
- 6:17Então tá aí, estabelecido aí. Interessante, né?
- 6:21É? Eu eu acreditava que o pessoal
- 6:23fosse derivar mais para as concretas ali, mas acho que tem
- 6:27um público grande aí que gosta do jogo, mais de performance
- 6:30mesmo, mais voltado ali pra para as opções mecânicas, né?
- 6:35Interessante. Bom, e a pergunta aberta aí a
- 6:38galera respondeu, o Carlos rentes trouxe toda vez que o
- 6:42balbi fala em match gala e Philip K.
- 6:44Dick, eu penso nele deslumbrante em um traje de ovelha
- 6:47possivelmente elétrica. Cara, agora que eu me toquei,
- 6:49será que eu falo do match? Eu falo match, gala e é só
- 6:52match, acho que é, né, metropolitano, sei lá, alguma
- 6:56coisa assim, não sou muito entendido de, de, de França,
- 7:01Paris, essas coisas, então pode ser que o match gala seja evento
- 7:04de gala do match, né? É o Felipe que provavelmente ele
- 7:06não estava no match gala, ele estava no match e aí o Carlos
- 7:11mandou toda vez que eu que o balbi fala em match gala e
- 7:13Felipe que eu penso nele deslumbrante e um traje de
- 7:16ovelha possivelmente elétrica muito bom.
- 7:19Valeu Carlos, o Matheus chá match mandou aí que episódio
- 7:23excelente, uma aula. Acho que conhecer franquias de
- 7:26RPG duradouras ajuda a perceber como cada edição vai,
- 7:30trabalhando mecânicas dinâmicas e recorte ficcional de maneira
- 7:32diferente. Vampiro, máscara e cofkturos são
- 7:35exemplos. Por outro lado, como seria esses
- 7:38jogos recentes como megger hards, blazing the Dark tivessem
- 7:42sido produzidos 2030 anos atrás? Jogos mais crunch que o curto,
- 7:47forgets in the Dark, dcc e alguns storytellers e World of
- 7:51darkness. Curioso, cara, curioso.
- 7:54Acho que, pô, obrigado aí pelo pelo elogio.
- 7:57Mateus aí que também é podcaster, né?
- 8:00Tem aí 11 podcast que eu recomendo a todo mundo, que é OD
- 8:0512 cast, então dê uma olhada aí no Instagram dele, vale a pena.
- 8:10Valeu tia mate, é então cara, eu acho que essa coisa da gente ver
- 8:15a evolução dos sistemas ao longo do tempo é uma coisa
- 8:17interessante, né? Eu acho que em DED fica muito
- 8:19claro, é, eu acho que vampiro a máscara e qual fico tuno, por
- 8:24exemplo. É cofre, cultura mais claro, né,
- 8:27que ele vem trazendo o fio foll, ele vem trazendo algumas coisas
- 8:30ali voltadas para a narrativa, é.
- 8:35E vampiro acabou deixando de lado experiência, por exemplo,
- 8:38tem alguns recortes aí que eu acho que às vezes são até meio
- 8:40perdidos, né? Mas com certeza dagger hats,
- 8:44basing the Dark são outro tipo, né?
- 8:47De de composição ali. E é justamente o tema do
- 8:51episódio de hoje que eu vou trazer um pouco ali, o tipo de
- 8:54desafio que esses jogos. Tem.
- 8:56E aí através dessa lente a gente consegue analisar como eles
- 9:00lidam com a abstração do jogo. Também com AE, com decisões da
- 9:04esfera mecânica que vai ser, vai ser, talvez numa intensidade tão
- 9:09grande quanto o os jogos mais abstratos ali de performance,
- 9:17mas que se relacionam. Com a narrativa, né?
- 9:20Então eu vou vou trazer um pouco isso.
- 9:22É, e se eles tivessem sido feitos há 2030 anos atrás,
- 9:26provavelmente eles estariam perdidos nas próprias agendas
- 9:28lúdicas, com menos clareza do que eles querem, do que os jogos
- 9:32de hoje em dia que você citou, né?
- 9:34Foge Dark, Dark, Dark garret, et cetera.
- 9:37É interessante a sua visão aí do dcc como um jogo crunch.
- 9:41Ele tem muita tabela, né? Acho que é mais por isso, mas
- 9:44maneiro, cara, valeu, valeu aí, obrigado pela participação.
- 9:48O Marcos Gonçalves falou grande Marquinhos, ele lá do lado, mais
- 9:52morro de garagem, ele falou, o Borg que mais brilha os olhos é
- 9:56o Cyborg, me amarram na temática cyberpunk.
- 10:00Olha, bom, cara, bom, aí não sei como é que não apareceu no
- 10:03Brasil ainda, cedo ou tarde vai aparecer, mas é um, é um, é um
- 10:08Borg aí que que a galera fez bastante barulho quando saiu,
- 10:11né? O cyberpunk é sempre bom, valeu
- 10:15o Luiz real oficial falou, joguem darger hards.
- 10:18Resolve muitas problemáticas levantadas em vários episódios
- 10:21anteriores. Baita joguinho, gostosinho Luiz.
- 10:25Não sei se resolve não, Hein, camarada?
- 10:28Não sei se resolve não. Eu acho que talvez ele não passe
- 10:30por alguns problemas porque por conta da natureza dele, mas a
- 10:34gente vai ver hoje que tem outros problemas associados a
- 10:36eles, mas não é que ele resolve muito, muito bem essas
- 10:39problemáticas, não. Talvez ele passe por outros
- 10:41canais, né? Mas é isso, né?
- 10:44Eu acho que quando a gente acha o jogo gostosinho e tal, a gente
- 10:47acaba. A gente acaba não percebendo
- 10:49algumas questões relativas a ele, mas eu vou trazer aqui como
- 10:52chato de galocha que eu sou, valeu?
- 10:56E o Leonardo zancanaro falou, jogos mais crocantes, que eu
- 11:00gosto desse, sei Delta green. Acho que ambos mandam muito bem
- 11:04suas propostas, usando mecânicas pontualmente pra dar uma
- 11:07personalidade interessante. Muito bom, cara.
- 11:12É DCC outro aí dizendo DCC No No crocante.
- 11:16Engraçado, não, o chassi dele é muito simples, mas de fato,
- 11:20muitas tabelas aí eu acho que trazem essa essa percepção da
- 11:23crocância dele e Delta green também acho que é da família
- 11:27cutolo aí, né? Maneiro, maneiro.
- 11:30Valeu, Leo. Bom, vamos lá, vamos para o
- 11:33episódio. Você levanta a sua espada
- 11:45mágica, a espada que seu avô roubou de um túmulo, a espada
- 11:50que brilha azul quando os impios estão por perto, mas o
- 11:55observador ele observa. O olho central então se abre, e
- 12:01pupila se de lata, seu olhar profano.
- 12:05Se dirige então a você. Mas não há nada relevante a ser
- 12:09olhado. A espada não brilha.
- 12:12No fundo, é só um pedaço de ferro ordinário, pesado, mal
- 12:19afiado. Você que acreditava demais.
- 12:24De repente, o mago piruglu não canaliza mais energias cósmicas
- 12:29nem das mais relevantes. Ele é apenas um velho sujo de
- 12:34lama de roupão, segurando um Graveto e sacos de estrume de
- 12:40morcego, iludido por qualquer utilidade que essa merda pode
- 12:45ter. E aí, curte um bestiário?
- 12:49Curte os monstros? Do DED clássico.
- 12:52Quer ouvir alguns ensaios a respeito, com alguns ensaios até
- 12:56sobre o jogo, mas principalmente uma coisa meio poética viajando
- 13:00aqui não é exatamente RPG. Mas que de alguma forma pode
- 13:04influenciar? Dá um confere lá no YouTube do
- 13:07café com anjo na série bestiário, que a gente já chegou
- 13:11aí no bestiário número 3 e vão ter mais.
- 13:16Aí eu tô curtindo fazer. Então eu conto com o seu view lá
- 13:19no YouTube. Seu like, seu comentário entra,
- 13:23engaja, participa e até sugere, qual o monstro que você quer ver
- 13:28em seguida. Manda lá, bestiário.
- 13:52Jogos mais abstratos e jogos mais concretos, é isso foi um
- 13:57tema do episódio anterior e eu queria começar.
- 14:00Análise de play skill no RPG através desse gancho aqui.
- 14:04Bom, quando a gente fala de jogos mais abstratos e aí estou
- 14:08falando de de forma geral, a gente está falando ali de ludo,
- 14:12gamão, gol, né? Jogos que em teoria são só peças
- 14:18que você está movendo no espaço ali, ou que você está movendo No
- 14:20No tempo, talvez, sei lá, peças que você está compondo ou de
- 14:25repente. Conceitos que você está
- 14:28conjugando ali. Esses são jogos abstratos que
- 14:31eles não tem necessariamente ali uma relação de representação com
- 14:35a nossa realidade. Direta, né?
- 14:37Tetris pode ser um jogo abstrato, ainda que a gente
- 14:39possa fazer sempre alguma ligação, né, com alguma
- 14:42narrativa como os os. A galera da narratologia gosta
- 14:46de falar que tetris é uma a máquina industrial da sociedade
- 14:51de consumo que nunca está satisfeita, botando trabalhador,
- 14:54não sei o que. Por mais que possa se falar
- 14:57absolutamente sobre todo o jogo dessa forma, Eu Acredito que são
- 15:02jogos que se resolvem uma camada abstrata, sem que a gente
- 15:05precise de uma interpretação mais concreta do que ser aí ele
- 15:09em relação a nossa realidade, né?
- 15:11Eles se formam enquanto espaços simulados por si só, somente
- 15:14pelo funcionamento, né? A gente percebe o funcionamento,
- 15:17logo a gente entende o espaço simulado, né?
- 15:20Eu falei disso no episódio de abstrações da RPG.
- 15:24Oo episódio, mecânicas, ficção e abstração.
- 15:28Quem tem tocado muitos jogos aí de natureza abstrata e que fala,
- 15:33né, dessa forma, ó, agora eu larguei um pouco do RPG, tô
- 15:36tocando mais jogos aqui, de jogos mais abstratos.
- 15:39É o Eduardo Caetano, por exemplo, né?
- 15:42E só uma coisa que a gente a gente vê acontecendo às vezes,
- 15:47né, porque a pessoa fala, Ah, não, cara, eu vou pra um caminho
- 15:51que mais mais de tacadão mesmo o jogo.
- 15:55Enquanto o jogo ali, né? Na nas suas dinâmicas de jogo e
- 15:58não necessariamente ele ele construindo 11 ficção que a
- 16:03gente vai encarar como mundo, como cenário, né?
- 16:06Esse tipo de coisa que eu acho interessante é, mas o fato é que
- 16:12a gente tem jogos que se estabelecem dessa forma e dentro
- 16:14do RPGA gente vai ver que existe uma relação aí, né?
- 16:19Das das regras mecânicas, às vezes ilidindo, né?
- 16:23A ficção. Do mundo que a gente espera
- 16:26experimentar em todo o RPG, né? Tudo o RPG.
- 16:28Ele acaba se traduzindo ali, num espaço em que a gente simula,
- 16:32né? No círculo, no círculo mágico
- 16:34ali, mas que a gente entende como o mundo a gente tem essa
- 16:37pretensão de construir, né, OOO mundo, a partir do repertório
- 16:41ficcional que a gente tá construindo e algumas
- 16:45interações, a gente vai elidir pelas regras e pela ficção.
- 16:48Ou seja, a gente vai mascarar, a gente vai é tirar, né?
- 16:54Então, os detalhes daquela ficção resolver ela de uma
- 16:57maneira mais, mais, mais abstrata, né?
- 17:00Mais é, é, sei lá, a gente vai, a gente não vai abordar o
- 17:05concreto daquelas interações e a gente pode até representar.
- 17:10Por exemplo, a gente vai fazer 11 mecânica de perseguição e a
- 17:12gente não quer jogar cada. Barril que o cara atacou na
- 17:17frente do inimigo pra ver se ele não alcançava cada curva de
- 17:21esquina que ele dobrou, não dobrou não.
- 17:23A gente quer erigir isso e a gente quer transformar isso numa
- 17:26mecânica, beleza? Só que essa mecânica ela ainda
- 17:30pode representar bem uma perseguição.
- 17:32Então ela vai buscar algumas confluências ali de como vai
- 17:36acontecer, né? Essa mecânica e qual e quais
- 17:39dinâmicas que ela vai trazer. De forma que a gente sinta uma
- 17:43perseguição, não é nesse caso, usando até a lente do MDAE, do
- 17:46mekanics, da enemex arstalix de que a gente vai ter mecânicas
- 17:50que vão fazendo que os jogadores façam escolhas de determinada
- 17:52maneira e que eles colocados dali nesse, nessas escolhas,
- 17:57eles vão acabar sentindo que estão numa perseguição, né?
- 18:01Então as regras acabam representando aquela ficção que
- 18:05ela elidiu, né? Aquela ficção que ela abstraiu
- 18:08aquela ficção. Que ela resolveu e resolveu
- 18:11recortar e falar, bom, aqui a gente não vai mergulhar nos
- 18:13detalhes. E aí, né?
- 18:17Tem até Oo episódio do café colunjo que regras elidem e o
- 18:20outro episódio que o regras representam.
- 18:22Falam um pouco sobre esses processos aí, mas o fato é que
- 18:27no RPGA gente sempre parte de um mundo e a gente acaba escolhendo
- 18:30alguns pedaços dessas interações do mundo que a gente joga, que é
- 18:34o que a gente sente, né? Que a gente joga.
- 18:36E a gente elide e representa por mecânicas, né?
- 18:41Ou por regras de maneira geral. A gente pode, por outro lado,
- 18:44jogar direto com a ficção, jogar com jogar com esse espaço
- 18:48simulado, né? Numa ludificação desse espaço
- 18:51ficcional ali, de de forma mais direta, sem que a gente precise
- 18:54de uma de um intermédio mecânico pra isso.
- 18:59E aí, no caso, eu estou usando uma definição de mecânico que eu
- 19:01venho usando aqui no café com dângel.
- 19:03Que é antimecanicista que não entende que todas as interações
- 19:06possíveis do jogo devam necessariamente passar pelo
- 19:08espaço mecânico, né? Mas que as que passam pelo
- 19:11espaço mecânico, elas são, elas são formais, positivas, elas
- 19:16são, é declaradas na, nas regras do sistema e são caminhos de
- 19:20agência certos. EEE com e com um impacto é mais
- 19:26óbvio para os jogadores. É optarem, né?
- 19:29Bom. E quando a gente traz isso dessa
- 19:33forma, os jogos mais concretos são aqueles que lidem pouco no
- 19:37RPG, é aqueles que trazem poucos espaços de elisão e
- 19:40representação. Pro jogo que a gente tá jogando,
- 19:43né? É.
- 19:46E aí nesse caso, eu acho que a gente começa a refinar um pouco
- 19:50excelente. Uma pergunta que eu acho que a
- 19:54gente pode começar a delimitar um pouco, né?
- 19:57Fazer algum 11 desenho. De diferenças entre entre alguns
- 20:01jogos ali, que é com o que você joga, né?
- 20:06Joga mais pela interface mecânica, aí no caso, a gente
- 20:11pode pegar como exemplo aí o pathfinder 2.
- 20:13Ele te dá muitas opções mecânicas, né?
- 20:16Principalmente nos momentos de combate, né?
- 20:19E é o principal do exemplo que ele faz ali, mas outros outras
- 20:23situações também. Ele traz bastante interface
- 20:25mecânica, então essas opções. Passou, em primeiro lugar, por
- 20:29perceber essas opções mecânicas que você vai é escolher e que
- 20:33você vai fazer funcionar a seu favor, né?
- 20:36E aí, no caso, a ficção ela acompanha um pouco essa, essas
- 20:40escolhas mecânicas, né? Ela, ela, ela precisa de algum
- 20:43ELO com a ficção, mas a ficção é largamente ilidida por essas
- 20:47opções mecânicas aí, né? Então a gente consegue entender
- 20:50ali um combate que poderia. É ser rápido, né?
- 20:55Se resolver rápido por conta da da troca de golpes entre as
- 20:58pessoas ali, pode demorar muito tempo de jogo, porque as pessoas
- 21:02estão tomando muitas opções mecânicas ali, né?
- 21:05Abstraindo aquela interação ali de uma maneira que estabelece o
- 21:09jogo é quase numa camada, né? Superior ali a camada.
- 21:14De ficção mais concreta. É um jogo que roda nas próprias
- 21:19opções mecânicas e as dinâmicas ficam girando nessa nessa, nessa
- 21:26camada acima. E só de vez em quando elas
- 21:29precisam botar o pezinho ali na ficção, né?
- 21:33E aí, nesse caso, a gente pode ver que essa.
- 21:37É esse o quanto que ela precisa botar o pezinho na ficção.
- 21:40Às vezes é o simplesmente 11 battle mapp ali, um grid, né,
- 21:44que não precisa nem ele tem tantos detalhes, né?
- 21:46Pra pode ser um grid ali que você riscou na mão ali, defesa
- 21:50em desenhos rápidos ali já é ficção, é indicativo, né?
- 21:53Representação suficiente da ficção que você precisa pra
- 21:56jogar aquelas opções mecânicas. Mas tem também jogos que se
- 22:01debruçam mais na interface com a ficção, ou seja, com o que você
- 22:04joga com a com a interface, com a ficção.
- 22:07Nesse caso é tem os jogos aí do do old School de maneira geral,
- 22:12né? Principalmente se você utilizar.
- 22:15É o estilo de jogo que o fint traz no quick Prime of food
- 22:19School Gaming, ou pela ou pelo que a gente propõe com well
- 22:22fantasy, né? Que é isso elevado a uma
- 22:25potência que é a gente engajando com a ficção.
- 22:30Em primeiro lugar. As opções que a gente tem são
- 22:32diretamente com a mídia do jogo, né?
- 22:34Então a gente. Lida com uma negociação e com
- 22:37uma disputa em torno da ficção, né?
- 22:40É, então tem os episódios aí do café com dângio ficção primeiro,
- 22:44tem um episódio também da segunda temporada aí, que é a
- 22:47disputa da ficção. Mas o fato é que a gente tem uma
- 22:49ficção em disputa ali pelos participantes, sem que haja em
- 22:54primeiro lugar uma interface mecânica, né?
- 22:57O jogador decidir, não a interface dele direto com
- 22:59personagem direto na ficção. E isso vai botando a ficção em
- 23:03disputa, em negociação. E o jogo vai rodando assim até
- 23:07que seja necessária 11 mecânica, né?
- 23:11Pra pra pra gente, pra gente entender o que funcionou e os
- 23:15jogadores não estavam decidindo. O é como pautar o jogo pelas
- 23:21opções mecânicas, porque elas são simplesmente derivações de
- 23:25situações ficcionais, né? Que é a lógica da ficção.
- 23:28Primeiro que eu deixo no episódio que eu citei.
- 23:32E aí vem uma, daí vem uma falácia, né?
- 23:35A falácia do player skill contra Carter skill, da osr, que eu
- 23:39prometi que eu IA voltar aqui. Bom, nem eu expliquei, né?
- 23:44O que que é o player skill em comparação ao Carter skill?
- 23:47É que os jogadores estão lidando com a ficção, né?
- 23:50Então eles estão lidando ali com investigar a ficção é e
- 23:55interagir com ela, negociar com ela através dessa.
- 23:59Dessa manipulação, dessa disputa da ficção.
- 24:02Então eles precisam ter boas ideias ali para poder compor e
- 24:06construir e recortar essa ficção a seu favor.
- 24:09Então isso a gente considera o player skill e o cartter skill
- 24:14seriam as habilidades que o personagem tem, que é nesse caso
- 24:18dos jogos do School. Eles trazem certas qualidades
- 24:22pro personagem, né? E que qualificam é o personagem
- 24:27que a gente usa como interface. Com o mundo de aventuras, então,
- 24:31eles qualificam o diálogo, mas ainda assim ao diálogo em
- 24:33primeiro lugar, em comparação a jogos que privilegiam muito o
- 24:38Carter skill, né? Que são jogos que dão essas
- 24:43opções do personagem em primeiro lugar.
- 24:45E do jogo se estabelece nessa esfera mais mecânica, como eu
- 24:48falei no episódio anterior, bom, no primeiro lugar eu não quero
- 24:53ser injusto aqui. É uma falácia, mas é uma falácia
- 24:56como tantas outras que vem aqui para marcar uma posição de jogo.
- 25:01No caso, ela é construída aí pelo fint do click Prime of
- 25:05throud School game. E ela é trazida dessa forma
- 25:08porque ele queria ressaltar uma diferença, né, entre o jogador
- 25:13tomando essas decisões sem essa interface mecânica, e ele chamou
- 25:18isso plus versus caretures kill. Então é para marcar uma posição
- 25:22que ele faz isso, ainda que seja de fato.
- 25:24Uma falácia. Por quê?
- 25:25Porque decidir pelas skills do personagem também resvala numa
- 25:31questão de player skill, né? É o jogador com essas
- 25:34habilidades de escolher montar o seu personagem em determinadas
- 25:38habilidades, determinados poderes, e fazer a gestão desses
- 25:42poderes escolher a performance melhor que ele pode ter em cima
- 25:46daquelas opções mecânicas que ele fez, né?
- 25:49E pelas quais ele vai fazer também durante.
- 25:52Oo jogo que vai trazer ali interações novas e problemas.
- 25:57Ele vai ter que solucionar com essas habilidades, então não
- 26:00deixa de ter player skill. Essa é a falácia, porém é uma
- 26:03falácia que vem para marcar, né? 111 diferenciação proposta pelo
- 26:08fim de para marcar um momento de jogo, que é quando ele queria
- 26:12dizer para jogadores da 3.5 do DED, né?
- 26:16Que cara dá pra jogar jogos old School de outra forma?
- 26:19Mas pra você jogar da melhor forma que ele encara os jogos
- 26:22old School, não é melhor você deixar de lado o chicater skills
- 26:26e focar em em investigar a ficção, né?
- 26:29Então focar no teu player skill, essa falácia, ela é uma falácia.
- 26:33Mas ele utilizou ali naquele momento, então é, é é
- 26:36compreensível. Por que que foi foi usado dessa
- 26:40forma? Porém, Oo meio do RPG ele é
- 26:44cheio, né? De de falácias como essa.
- 26:48Normalmente a galera que reclama da falácia do players que o
- 26:52versus Carter skill também incorre numa falácia muito,
- 26:55muito grande. Quer dizer que os story games,
- 26:59né? São jogos de narrativa
- 27:00compartilhada, como se os outros jogos de RPG não fossem Ah, eu
- 27:05tenho um PBTA que é de narrativa compartilhada, eu tenho fake que
- 27:08é de narrativa compartilhada, Ah, eu tenho Oo.
- 27:13Um fiasco que é uma narrativa compartilhada.
- 27:15O Wonder home, a narrativa é compartilhada, mas o daid, ele
- 27:19não é narrativa compartilhada, ele é também, né?
- 27:23Acho que todos os RPGs são RPGs de narrativa compartilhada,
- 27:26porque as narrativas que acontecem, né, no jogo, seja
- 27:29porque os jogadores estão jogando pra construir essas
- 27:32narrativas, ou seja porque essas narrativas vem como reflexo, né?
- 27:36Do que os jogadores fazem no jogo de maneira não intencional,
- 27:40ainda assim. Sempre ela, ela virá de 1/01/1
- 27:44espaço compartilhado ali, né? É só que ele é compartilhado de
- 27:48diferentes formas, né? Pelo controle narrativo aí que
- 27:51se faz nos jogos, então ODED, ele compartilha a narrativa de
- 27:55uma maneira diferente que o fiasco, uma maneira diferente
- 27:58que OPBTA, mas ainda assim todos é compartilham a narrativa.
- 28:03Qual é a diferença? Também Ela Foi construída, a
- 28:06ideia da narrativa compartilhada, Ela Foi trazida
- 28:08muito forte. No momento em que se queria
- 28:10frisar, né? Grifar justamente jogos que
- 28:15horizontalizam essa construção narrativa compõem os poderes
- 28:20narrativos de uma narrativa de uma maneira mais horizontal
- 28:23entre todos os participantes, olhando principalmente para o
- 28:26papel do mestre para tentar colocar ele, né, dentro do
- 28:31mesmo, do mesmo patamar dos jogadores ali, né?
- 28:35É, e aí, nesse caso? A gente pode, inclusive,
- 28:40entender que a gente tá falando muito de controle narrativo
- 28:44aqui, né? É.
- 28:46E aí nesse caso, eu até trago uma diferenciação interessante
- 28:49entre controle narrativo, né? Que são os jogos que vão é
- 28:54justamente trabalhar, né? De quem controla a narrativa?
- 28:57Quando narrativa como uma sequência de de eventos da
- 29:00ficção e contraste jogos que te dão a capacidade de impactar a
- 29:05ficção com eternizações pontuais, né?
- 29:09E nisso a gente vai ver que a gente já começa a construir uma
- 29:13outra categoria de jogos ali, jogos em que você impacta a
- 29:16ficção, jogos em que você ludifica, né?
- 29:20Você game. Fica o impacto sobre a
- 29:23narrativa, né? E qual a diferença?
- 29:26Ficção é um fato, né? É um evento da ficção ali,
- 29:30isolado, é uma coisa que você é uma ação.
- 29:35É isolada que você constrói, que depois você vai vai compor com
- 29:39outras. Mas naquele momento ali você só
- 29:41tem o poder, o controle de ditar uma ação que você vai fazer, né?
- 29:45Uma coisa que você vai fazer diferente de jogos em que eles
- 29:50vão colocar você pra é tomar o controle narrativo e falar o que
- 29:55acontece durante, sei lá, vários eventos, né?
- 29:58Durante um evento continuado do do jogo ali, né?
- 30:02Então, no caso. A gente pode trazer um exemplo
- 30:04aqui que é o dayd classic, em que você pode fazer uma magia
- 30:07que vai fazer com que todo mundo é, é, é.
- 30:11Pegue no sono, dentro da Taverna, beleza?
- 30:15Esse evento você consegue fazer. Mas em comparação com o feit,
- 30:20por exemplo, no feit você pode dizer que você vai pegar 111
- 30:26lata, né? De de gasolina e com EE ela já
- 30:31está ali. É destampada, né?
- 30:35Tá vazando. E você vai aproveitar que tá
- 30:37vazando, jogar a 11 o seu isqueiro ali em cima e fazer
- 30:40lamber aquele galpão todo. Você já tem um poder no controle
- 30:45sobre vários fatos da ficção encadeados ali dentro da sua
- 30:48proposta lúdica, né? E isso é ludificado, isso é
- 30:52gamificado. Então, separar o que?
- 30:55A ficção é narrativa. É, fala um pouco do que que é
- 30:58essa questão de narrativa compartilhada e de e como se
- 31:01compartilha essa narrativa, né? A gente consegue entender melhor
- 31:04e aí nisso a gente consegue compreender melhor, porque se
- 31:07usa dessa falácia pra falar de de jogos.
- 31:10É dos story games, né? Porque porque os story games
- 31:13eles se preocupam em dizer, né, quem vai narrar que pedaço do
- 31:21jogo, né? E aí entra numa parte que eu
- 31:25acho que acaba chegando um pouco mais na carne do que eu quero
- 31:27trazer um episódio que é a interface mecânica e os story
- 31:32games. Mais de 1000 episódios na
- 31:38primeira temporada, um podcast premiado por suas reflexões
- 31:43sobre o jogo, entrevistas e convidados em uma nova temporada
- 31:48com muito a oferecer a comunidade do RPG.
- 31:56Aventureiros? Numa busca por mais episódios na
- 31:59semana, te convidam a fazer parte do grupo de Telegram,
- 32:03participar de sorteios e enriquecer seu jogo.
- 32:09Esquente a água, moa os grãos e pegue os dados.
- 32:17Apoia.se barra café com Dancing. Contamos com você.
- 32:36Bom, os story games, né? São os jogos que a gente pra mim
- 32:41são essencialmente os jogos de contar a história.
- 32:44Quando a gente fala de RPG, eu já defendi aqui no café com
- 32:47dângel e no Instagram também, que nem todo RPG é um jogo de
- 32:50contar história, ainda que haja narrativa.
- 32:54Em todo RPG, jogos de contar histórias são aqueles que a
- 32:57gente almeja, uma construção de uma narrativa, né?
- 33:02Já falei bastante disso aqui, mas o fato é que se você está
- 33:05jogando sinuca, por exemplo, você vai ter uma história.
- 33:09Você pode contar histórias a respeito daquele jogo de sinuca,
- 33:12mas o fato é que você encaçapar a bola, você errar, você, enfim,
- 33:16esse tipo de de, de de evento que acontece numa jogada de
- 33:20sinuca. Era uma história sendo contada,
- 33:24em primeiro lugar, porque a mídia não permite, né?
- 33:26Cada cada tacada que você faz é um fato, né?
- 33:29Não é da ficção, é da realidade ali, mas é um é um evento que
- 33:32você tá fazendo, você não controla uma sequência, né, de,
- 33:36de, de eventos ali com com com com a sua intencionalidade.
- 33:40Pode ser que você consiga isso aí eu pode dizer até que você
- 33:44contou uma história de perfeição se você conseguir interessapar
- 33:47todas as bolas de início ao fim sem que o Corinthians jogue.
- 33:52Beleza, você fez, fez ali uma sequência de várias bolas.
- 33:55Pode dizer que você você tá conseguindo é é desprender a
- 33:59única narrativa possível, né? De fazer com a própria mídia da
- 34:04da sinuca. Mas isso são outros 500, porque
- 34:06você nem está intencionando contar essa história de Vitória
- 34:10em que você conseguiu fazer 5 juntas, não sei o quê.
- 34:14Em algum nível, sim, porque somos humanos e assim que damos
- 34:16significado das coisas, mas o jogo em si, dentro da esfera
- 34:19lúdica, no círculo mágico que você está querendo, é encaçapar
- 34:21bolas. Esse é teu objetivo, né?
- 34:24Então, me desculpem os narratologistas, mas eu acho que
- 34:27isso é 11, é um. É um pouco exagero a gente dizer
- 34:30que o jogador disse nunca está contando uma história, né?
- 34:33Porém, quando você vem pro RPG e você fala que o fiasco é um jogo
- 34:38em que a gente vai, vai criar uma narrativa em conjunto.
- 34:42Né, que vai ter um final específico, ou seja, todo mundo
- 34:45vai confluir pra um final ali específico e vai emular, né?
- 34:50Ou vai simular, né? Na verdade, o 1111 narrativa
- 34:57típica dos de um filme dos irmãos corren de fiasco, né?
- 35:01Daí o nome. E aí, no caso, ele ludifica, né?
- 35:05Ele game fica elementos da narrativa, ponto de virada,
- 35:10protagonista. Né?
- 35:12Os protagonistas, os itens de jogos próprios, esse tipo de
- 35:14coisa, ele vai ludificando isso, né?
- 35:18Então ele constrói uma narrativa ativamente.
- 35:20Esse é um jogo de contar história, né?
- 35:23ODID clássico, por exemplo, ele não te dá ferramentas pra contar
- 35:26história, então quem inventou de contar uma história com DID é
- 35:32escolheu a pior ferramenta dentro do do mundo dos RPG pra
- 35:35fazer isso. Ele não te dá ferramentas pra
- 35:37isso, né? É então acaba tendo que recorrer
- 35:40a mestre, fazendo diet fuding O Mestre é sendo um pouco
- 35:44transparente, várias outras coisas que a gente sabe que são
- 35:46problemas do DED perseguindo, né?
- 35:49Essa mídia de contar uma história que ele não fornece o
- 35:53que ele fornece, ele fornece meios de superar desafios, né?
- 35:57Enfim, isso aqui foi o episódio que eu citei lá, né?
- 35:59De nem tudo a RPG, um jogo de contar história, mas o fato é
- 36:04que é essa notificação. Né?
- 36:09Que que os jogos de contar história, os story games, fazem
- 36:13em cima de elementos da narrativa como categoria?
- 36:17É o que fazem deles serem story games.
- 36:19E nisso a gente vai botar a composição de vontades criativas
- 36:24dos participantes. Vontades criativas no sentido
- 36:28narrativo, né? Quando a gente vai jogar um jogo
- 36:30com a intenção de contar história, a gente vai tentando
- 36:33guiar uma história que a gente tá desejando ver.
- 36:37Se se se desenrolar ali, né, então é o feite, né?
- 36:42Ele vai ter uma economia de feite pontes e os feite pontes
- 36:46são os os pontos de drama, né? Usando nomenclatura lá do da da
- 36:51forja, né, do Jonathan Twitch, são são pontos de drama que você
- 36:56vai utilizar pra pra trazer ali a sua vontade narrativa pra
- 37:01mesa, né? Então você vai pegar a narrativa
- 37:03na mão e falar, bom, agora acontece isso e isso e isso e
- 37:05aquilo, né? No arquivos paranormais também
- 37:08você tem pontos de protagonismo e pontos de antagonismo,
- 37:12separando também as vontades criativas e conjugando elas.
- 37:15Inclusive. Se você joga todos os seus
- 37:17pontos de protagonismo e fica sem você, sai da ribalta.
- 37:20Ou seja, você fica sem espaço de jogo, porque você já, já teve
- 37:24seu espaço naquele naquele momento do jogo.
- 37:26Lá já OPBTA, ele vai dar capacidade de narrar os fatos.
- 37:33De acordo com os movimentos que ele circunscreve ali, que são
- 37:36importantes pra construção daquele tipo de narrativa que
- 37:38ele está versando. E aí ele vai dizer, que bom,
- 37:41agora é a hora do jogador construir a narrativa.
- 37:44Agora é a hora do mestre construir a narrativa.
- 37:46Normalmente, O Mestre provocando o jogador ali, trazendo desafios
- 37:49Pra Ele, né? No caso, desafios no vibrando,
- 37:53como conflitos narrativos, né? Pra se construir uma narrativa
- 37:56final e o próprio fiasco, que é um bom exemplo de se dar aqui.
- 37:59Mas a gente pode falar do darger Hart, a gente pode falar de
- 38:01outros jogos. Em que trazem essa natureza
- 38:04também, né? E que vão gerar esses pontos de
- 38:08drama, né? No caso do do fiasco, são os
- 38:12pontos de drama ali simbolizados nos dados que tem que ser
- 38:14compostos. No caso da ghart, ali são os
- 38:17pontos é que que ele conjuga ali que vão servir pro mestre,
- 38:22trazer desafios às vezes pros jogadores.
- 38:24E as coisas vão sendo pagas com preços ali, né?
- 38:26Ah, vou botar um inimigo, vou não sei o que você vai gastando
- 38:29esses pontos de drama. E inclusive é muito crunch pro
- 38:32mestre fazer isso dentro do dugger Hardt, né?
- 38:35E tem vários, várias questões ali que acabam é, é fazendo o
- 38:41jogo ser bastante crente, principalmente pro mestre, ao ao
- 38:44ao ao trazer esses conflitos pro jogo, né?
- 38:47Através do, do dos pontos que os jogadores é, conseguiram, até
- 38:51trouxeram nas suas falhas, né? Mas os jogadores também tem seus
- 38:55pontos pra influenciar a narrativa, é.
- 39:00Então essa composição das vontades criativas, por isso que
- 39:03que esses jogos fazem, vão dizer quem fala e quando fala, né?
- 39:07É bastante. Eu eu falei bastante sobre esses
- 39:10story games e isso e esse tipo de de de de divisão, né?
- 39:15No episódio o impacto do sim, então se você quiser ouvir um
- 39:18pouco mais sobre isso, pode ir lá.
- 39:20Tá no descritivo do episódio? EE, por que que acontece isso,
- 39:25né? Me parece que o Spotlight.
- 39:29É mais importante nesses jogos que que se pretendem jogos de
- 39:34contar história, né? E que e que trazem, né?
- 39:38É é que trazem uma ludificação em torno desses elementos
- 39:44narrativos. Por que que o tempo de ribalta,
- 39:48né? Porque o tempo de fala, porque o
- 39:50tempo de atuação, porque o tempo de.
- 39:53De controle narrativo, né? Tem que ser mais controlado, tem
- 39:58que ser mais igualitário entre os participantes.
- 40:02Bom, eu entendo que é não por uma questão narrativa,
- 40:06paradoxalmente, né? Porque, afinal de contas, se a
- 40:11gente pegar as narrativas de maneira geral, a gente vê é
- 40:16dificilmente você tem ali um jogo 11, jogo não, desculpa 11.
- 40:20Um filme ou um livro ou algum desses dessas artes narrativas
- 40:26que trabalhem com vários protagonistas, né?
- 40:29É muito normal que haja um protagonista, inclusive
- 40:32protagonista. Ele leva pra esse lado de ser
- 40:35uma pessoa, um ente principal ali, né?
- 40:39É então um protagonista, é Oo protagonismo, é natural nas
- 40:44artes narrativas, né? Então não há um problema.
- 40:47De você ter uma discrepância, né, de papéis ali narrativamente
- 40:52falando de quem tem mais espaço dentro daquela narrativa, né?
- 40:58Então isso me leva a crer que o problema do Spotlight, né?
- 41:01Da divisão da ribalta, a divisão do do do do do tempo ali de jogo
- 41:07ou de poder de controle narrativo, né?
- 41:11É, é muito mais uma questão lúdica, ou seja, é uma questão
- 41:16de jogo mesmo. Porque aquele jogo precisa
- 41:19compor vontades narrativas de todos os participantes de
- 41:24maneira pretensamente igualitária, né?
- 41:27Porque senão você tá dando condições de jogo diferentes
- 41:29para aquelas pessoas ali. A narrativa tem que ser
- 41:32compartilhada. E ela é compartilhada via
- 41:35mecânica. Por isso que story games, de
- 41:39maneira geral, são bastante crunch, né?
- 41:41Como disse o Mateus xamat lá dos comentários.
- 41:44Base the Dark é bem crunch, por exemplo, né?
- 41:47O os PBTAS eu considero bastante crunch, porque por mais que haja
- 41:52uma lógica por trás dos movimentos e tudo mais, são
- 41:54muitos, né, que a gente tem que seguir e eles delimitam muito
- 41:59fortemente ali, né? Os, os, os tropos, que a gente
- 42:02que que vão mover o jogo e fora deles, o jogo não se move.
- 42:06Então é um jogo de uma experiência bem fechada, né?
- 42:08Normalmente um PBTA. É o dagger Hart, por exemplo.
- 42:12Ele tem seus problemas também de economia em relação aquilo me
- 42:15parece que é O Mestre. Ele vai ter 111 sistema, tudo
- 42:19complexo, né? De bem formal, de gasto, dos
- 42:24pontos de drama que ele tem para usar contra os jogadores, porém.
- 42:28Parece que em momento algum aquela economia desses pontos
- 42:31vai fazer com que ele tenha dificuldade de usar esses
- 42:33pontos, então talvez nem faça sentido ter tantas categorias
- 42:37para ele utilizar. Era melhor que ele pudesse fazer
- 42:40isso um pouco mais frestável. E aí, nesse caso, eu me pergunto
- 42:42se em primeiro lugar precisa dessa burocracia, da dos pontos
- 42:46de drama, do jeito que ele usa, né?
- 42:49É, enfim, ainda preciso estudar mais o dug hards para poder
- 42:54abordar mais profundamente isso. Mas acho que são questões que a
- 42:57gente pode trazer ali esses jogos.
- 42:59Eles trazem bastante interface mecânica, justamente visando é
- 43:04construir, né? Essa essa igualidade lúdica para
- 43:10que todos possam contar história, né?
- 43:13Todos têm o seu próprio quinhão nessa história que está sendo
- 43:16contada, né? Eainesse.se difere bastante dos
- 43:20jogos que trabalham com a ficção e com os que colocam a ficção em
- 43:24disputa. Em seus eventos particulares e
- 43:27não em seus eventos encadeados em narrativas, né?
- 43:32E aí eu venho pro pro filé de fato do episódio que é e o
- 43:38player skill em story game. Se a gente viu que tem player
- 43:41skill nos jogos lá do do old School e da usr, né?
- 43:46Que o finnt delega é é debate muito e traz muito a ideia do
- 43:50por isso que a gente viu também que os jogos.
- 43:53Né mais planilhados lá os jogos de performance.
- 43:56Os jogos é de esquilos e de bastante mecânica, com com
- 44:01detalhes opções mecânicas abstraindo bastante da ficção
- 44:05também trabalham com skill. E os story games.
- 44:09Bom, acho que é importante a gente perceber, né?
- 44:13Que a gente normalmente vai ter boas sequências de eventos
- 44:19possíveis. Acontecendo dentro de uma
- 44:22curadoria própria. E cada jogo desse vai fazer e
- 44:25cada jogador dentro desse jogo vai fazer, né?
- 44:28Então, se 11 jogador tá jogando bem um jogo, um story game,
- 44:35normalmente é porque ele tem essas boas sequências de evento
- 44:39sendo propostas ali. Ou pelo menos ele tá conseguindo
- 44:42compor isso com os demais participantes.
- 44:45E aí aquele jogo. Ele está compondo essas
- 44:48sequências de eventos de maneira narrativamente.
- 44:52Interessante, né? E provavelmente isso vai
- 44:55coincidir com todas essas categorias da narrativa que a
- 44:58gente está acostumado, né? Um bom ponto de virada, um bom
- 45:01protagonista, um bom antagonista, um bom vilão, né,
- 45:05esse tipo de coisa. E aí, o que seria um bom
- 45:09jogador? Então, um bom jogador é aquele
- 45:12que. Consegue trabalhar bem com essas
- 45:14categorias narrativas de alguma maneira.
- 45:16E dentro delas ele consegue. É fazer boas sequências ali
- 45:20daqueles eventos, usando os recursos ficcionar, os recursos
- 45:24mecânicos que ele tem em mão, né?
- 45:26Então ele vai encaixar bem e influenciar também os demais,
- 45:31né? Jogadores em torno da sua
- 45:34curadoria de eventos dentro da narrativa que ele propõe, né?
- 45:40Isso vai passar, obviamente, por um momento de conversa em
- 45:43alinhamento social. É por isso que eu acho que muita
- 45:46gente que que que promove esse tipo de jogo vai falar o tempo
- 45:49todo. Ah, converse com O Mestre sobre
- 45:52o momento do clímax, sobre o que você quer com seu personagem, o
- 45:56tipo de conflito que você quer com ele, esse tipo de coisa, né?
- 46:01No momento em que ele vai se dar mal, o momento em que ele vai
- 46:04ter um arco de Redenção, né? Esse tipo de.
- 46:06Porque as pessoas estão meio que no writers room ali, né?
- 46:09Falando, alinhando, né, fazendo um alinhamento social em torno
- 46:14dessas influências que um vai ter sobre o outro, nessa
- 46:17curadoria pessoal dos do, das, das sequências de eventos, da
- 46:21ficção pra construir narrativa. Mas ainda assim, o jogo, né?
- 46:27Quando ele ludifica, né? Esses momentos narrativos, ele
- 46:31faz com que os jogadores, em alguma, em alguma instância,
- 46:33disputem e componham. Essa curadoria narrativa, né?
- 46:38Através do sistema e das mecânicas dele, principalmente.
- 46:43Um exemplo que eu posso dar mais uma vez é o fiasco, que é um
- 46:46ótimo exemplo que eu gosto disso, né?
- 46:48O fiasco. Ele tem uma pimentinha.
- 46:49Muita gente fala que ele Ah, é só um jogo de contar história,
- 46:52em que não tem mestre e a gente pega aqui e faz uma história de
- 46:55fiasco, mas não é um Writer zoom somente, a gente não senta aqui
- 46:59e fica, e aí, que que você acha que agora acontece?
- 47:02Você acha que agora vem o vilão? Você acha que agora tem uma
- 47:04morte? Você acha que agora ele vai usar
- 47:07pistola ou candelabro pra acertar não sei quem?
- 47:11Ah, legal, e agora, o que será que acontece?
- 47:12Não é isso o fiasco? Ele ludifica os momentos
- 47:16narrativos, né? Pontos de virada, o final, o
- 47:19início, ele coloca ali os elementos da ficção, né, e da
- 47:24narrativa ele coloca à disposição dos jogadores.
- 47:27Ele vai construindo isso no seu setup.
- 47:30E depois ele, ele acaba colocando ali.
- 47:33É através dos dados, recursos narrativos que os jogadores vão
- 47:37utilizar pra se provocar mutuamente, né?
- 47:40Então é um jogador chega pro outro e pega um recurso
- 47:43narrativo e fala, bom, agora você vai estabelecer uma cena e
- 47:47agora você vai resolver uma cena.
- 47:50Aí eles vão trocando recursos, assim é?
- 47:55Então, né? De certa forma, a gente vai ver
- 47:57que no fim do fiasco, os recursos narrativos que você tem
- 48:00na mão vão determinar mais ou menos se você vai se dar bem
- 48:03numa rolagem ou não. A sua chance vai ser melhor de
- 48:06se dar bem numa rolagem, e aí o seu personagem se dá bem por
- 48:10consequência. No final do jogo é muito
- 48:12difícil, mas é possível, é. O normal é que todo mundo se dê
- 48:16mal, mas pode ser que você se dê bem.
- 48:17E isso vai ser pautado porque no final do jogo você vai jogar os
- 48:23dados que você acumulou. Esses recursos narrativos.
- 48:26E aí, dependendo da composição de cores deles, se você tem
- 48:29todos muito brancos ou todos muito pretos ou uma ou eles
- 48:33misturados, você vai ter mais ou menos chance de se dar bem com o
- 48:36seu personagem no fim do jogo, né?
- 48:38EEA, pimentinha do jogo do fiasco.
- 48:41É justamente de você fazer isso pensando que seu personagem quer
- 48:45se dar bem. Então você jogador também vai
- 48:48buscar isso e para isso você vai precisar gerir esses recursos
- 48:52narrativos, a mesa. Na esfera mecânica.
- 48:57E isso você vai fazer bem se você souber compor os momentos
- 49:03de estabelecer, resolver e as trocas de recursos, né?
- 49:08Dentro daquela da da narrativa sendo construída, né?
- 49:12É, é a sua habilidade de recortar a narrativa, né?
- 49:17Ou seja, a ficção em vários eventos seguidos dentro de uma
- 49:20interação significativa com as ferramentas.
- 49:23E o sistema te dá na sua interface mecânica.
- 49:27Trocando em miúdos, dá um exemplo bem claro, né?
- 49:32Você vai botar o outro jogador para resolver uma cena, tá?
- 49:40Você vai fazer isso porque você é quer botar um dado, que é o
- 49:46dado que faz. Ele vai fazer ele resolver a
- 49:48cena. É um dado que você quer botar na
- 49:49mão dele. Porque vai fazer com que, no fim
- 49:54do jogo, ele tenha uma composição de dados que
- 49:56prejudique o personagem dele e sobra outros recursos.
- 50:00A mesa que você vai, que você provavelmente vai receber, né?
- 50:04Pra compor da melhor forma possível o seu recorte lúdico
- 50:09ali e conseguinte, conseguinte, o seu recorte da ficção, logo,
- 50:17se você estabelecer 11 narrativa, né?
- 50:22Que fique difícil para o cara resolver o que ele vai ser
- 50:27levado a resolver de uma maneira que ele não.
- 50:29Não gostaria, né? Você está colocando ele numa
- 50:31enrascada. Você está fazendo com que a
- 50:34narrativa tome um caminho que é favorável para você, ainda que
- 50:37você tenha colocado um recurso na mão dele naquele momento.
- 50:41Né? Então existe essa pimentinha do
- 50:43fiasco em você saber lidar com os recursos narrativos, a mesa
- 50:47ao mesmo tempo que você lida com o poder narrativo que você tá
- 50:51passando. Pros demais, né?
- 50:53É? E essa pimentinha do fiasco
- 50:58mostra o que que é um bom player skill dentro de um jogo de um
- 51:02story game, né? E daí a conclusão curtiva é que
- 51:06todo jogo eu acho que a gente pode falar de maneira geral
- 51:10mesmo. Todo jogo aciona um set de
- 51:13skills diferentes por parte do jogador.
- 51:16Está falando de futebol. Existe ali uma performance
- 51:20física, uma coordenação motora também, uma percepção espacial,
- 51:26né? Você está em catan.
- 51:29É uma capacidade de medir recursos e negociar eles no
- 51:32mercado ali, né? Você tá jogando xadrez.
- 51:36Existe uma racionalidade, uma leitura doponente, né, uma
- 51:39estratégia, uma noção espacial e a capacidade de cálculo, né?
- 51:44Então você tem que saber lidar com toda essa grande carga
- 51:48cognitiva. É ser o skill do jogador de
- 51:50xadrez e tudo RPG, tudo RPG tem algo em jogo também, né?
- 51:57E tem um conseguinte, um set de skill de de é relativo a ele.
- 52:03E aí eu posso separar nessa lente de acordo com o desafio,
- 52:07né? Os jogos de desafio mimético,
- 52:10né? Que agora eu acho que a gente
- 52:12fica mais claro, botar dessa forma, que são esses, com a sua
- 52:15habilidade de investigar e disputar e negociar em cima da
- 52:18ficção, evento por evento, como por exemplo, ODID, que usa
- 52:24combate como guerra. Já jogos de desafio tático são
- 52:30diferentes, né? Eles pedem é.
- 52:34Eles pedem uma habilidade de disputar e negociar em cima da
- 52:38performance, dos números que o seu personagem tem, das
- 52:42estatísticas do seu personagem, dos poderes que ele tem, das
- 52:45habilitações mecânicas que são construídas para ele.
- 52:48Então você vai ali usar o seu personagem, seus poderes, da
- 52:53melhor forma, nessas, nessa esfera mais abstrata e menos
- 52:56concreta da ficção, né? E aí um exemplo que a gente pode
- 53:00trazer é ODED. O pathfinder 2 usando o combate
- 53:03como esporte e a gente tem também jogos de desafio
- 53:09diegético. E aí eu tô usando aqui ele em
- 53:13contraste com o mimético, né? Dentro daquela dicotomia área do
- 53:18Aristóteles, quando ele fala das das artes miméticas eles artes
- 53:22diegéticas, né? Eu já abordei várias vezes aqui
- 53:27no all fantasy, né? Então é.
- 53:30A gente pode dizer que nos jogos de desafio diagético, o desafio
- 53:35é relativo a narrativa, né? Diagético como construção da
- 53:38narrativa é sua habilidade de disputar e negociar em cima da
- 53:44narrativa através do sistema das das mecânicas.
- 53:49Um exemplo é o combate. Como ele acontece, por exemplo,
- 53:54né? No No, no PBTA.
- 53:57Então, ou no dugger hard, que é o combate como drama e
- 54:01desenvolvimento do personagem, mais do que um combate como
- 54:06esporte, ou além de um combate como guerra.
- 54:09O objetivo aqui é o combate dizendo quem são os pequeles
- 54:13personagens, o drama que eles vivem e no e como aquela
- 54:17história vai se desenrolar, né? Então cada tipo desse de RPG
- 54:24pede um tipo de skill diferente. Né?
- 54:26E aí, nesse caso, eu poderia mudar a nossa forma de falar,
- 54:30né? O do quick Prime whoulds com
- 54:32Gaming, mudando a ideia de falar player skill em vez de Carter
- 54:38skill, né? Ou seja, habilidade do jogador
- 54:40em vez da habilidade do personagem, pra gente dizer, é
- 54:44um jogo que a gente usa a habilidade, a gente a gente
- 54:48precisa da habilidade de uso da ficção ou de disputa.
- 54:53Da ficção, acho que disputa fica até melhor.
- 54:56Que acontece nos jogos de narrativa, de de desafio,
- 54:59mimético. E aí nesse caso são jogos?
- 55:04É, é. A gente pode pensar, né?
- 55:06É em em alguns jogos que não tem 11 agenda lúdica clara, como,
- 55:12por exemplo, o vampiro vampiro, a máscara, né?
- 55:16Antigamente, primeiro e segunda edição, terceira edição.
- 55:20É, é, ele não tem uma ajuda, uma agenda lúdica clara, né?
- 55:24Ele quer ali contar uma história, mas ao mesmo tempo, as
- 55:27ferramentas que ele entrega é diálogam muito com o desafio,
- 55:30né? E eles misturam muitos canais.
- 55:32O day dele sofre com isso até hoje.
- 55:35Ele ele se diz um jogo de contar história, ele traz algumas
- 55:37ferramentas e tentam ajudar nisso, mas as ferramentas dele
- 55:40no fundo são para construção de um desafio mimético e jogos que
- 55:45misturam muito. Esses canais, né?
- 55:48E as agendas jurdicas e não determinam muito bem.
- 55:52Eles acabam não dizendo muito claramente pros jogadores que
- 55:56tipo de skill ele pede, né? E acho que isso OOO efeito maior
- 56:03disso não é nem a gente não conseguir compor no jogo, porque
- 56:0711 bom grupo vai acabar se. Conseguindo compor e aproveitar
- 56:11o tema do jogo de maneira geral, né?
- 56:13Isso acontece muito com vampiro, que tem um tema muito
- 56:16interessante, tem um cenário muito interessante, tem várias
- 56:18outras coisas que constroem sua jogabilidade, mas é uma agenda
- 56:23lúdica clara, não é não, não, não faz parte disso, certamente,
- 56:27né? E essa mistura de canais gera
- 56:30muito ruído pro jogo historicamente, mas o fato.
- 56:35É que quando um jogo, ele diz na sua agenda lúdica clara, né?
- 56:40E fica claro qual o tipo de habilidade que ele vai despertar
- 56:43no jogador, fica mais fácil da gente alinhar se a gente quer
- 56:46jogar ou não. Aquilo, né?
- 56:48É. E evita aquele momento em que a
- 56:49gente percebe que a gente está investindo, né?
- 56:53Em jogar de determinada forma ou de aproveitar determinadas, que
- 56:57a gente tem um jogo que não frutifica muito com isso, não
- 57:01serve muito para isso, é mais ou menos.
- 57:04Você chamar alguém que não tem muita capacidade de coordenação
- 57:09motora, não tem muito performance física, é não tem
- 57:13muita percepção, em especial, nem tá afim de desenvolver isso
- 57:16pra jogar um futebol, um basquete, aquele cara
- 57:18provavelmente vai sofrer, jogar naquele jogo e não vai querer
- 57:20voltar. Não sei que de fato de ser
- 57:22despertado e tentar melhorar dentro daquilo.
- 57:26Se ele não tem esse esse set de skills, de repente ele não vai.
- 57:29Tá afim de jogar aquilo, né? Claro que eu defendo sempre a
- 57:32possibilidade de você. É começar a jogar um jogo, né?
- 57:36Normalmente você vai começar meio mal, mas você vai melhorar.
- 57:38Mas tem gente que tenta, tenta, insiste e não consegue
- 57:42desenvolver muito bem aqueles 7 skills pra aquele tipo de jogo,
- 57:45né? Então você não gosta ali de um
- 57:47jogo extremamente racional, né? Uma estratégia a médio, longo
- 57:52prazo, né? EE que saiba também
- 57:55agitaticamente, né? Como xadrez.
- 57:58E que precisa de uma carga cognitiva alta.
- 58:00Eu entendo perfeitamente, você vai falar, cara, eu não gosto de
- 58:02xadrez, eu não quero, eu não quero nem ficar bom nisso pra já
- 58:06tentei e não quero, não gosto, não é meu rolê.
- 58:08Eu entendo perfeitamente, mas é claro os 7 skills que você
- 58:12precisa pra jogar xadrez e a RPG, isso fica muito mais
- 58:15nublado porque as agendas pessoais dos jogadores falam
- 58:19muito alto, mas é importante a gente conhecer a agenda lúdica e
- 58:23os 7 skills que ela pede. Porque se ela não dialoga muito
- 58:27com o que você tem a oferecer, o que você gosta de oferecer
- 58:30dentro de um jogo, ela vai acabar prejudicando muito que
- 58:33você desenvolva as suas agendas pessoais.
- 58:36Então é isso, é faz sentido essa divisão, conta.
- 58:40Para mim, essa divisão é aquele desafio médico, desafio tático,
- 58:43desafio diagético. Se sim ou não, conta para mim na
- 58:47enquete. E aí pergunto para você, você
- 58:49construiria essa lente do desafio de outra forma?
- 58:52Você conhece algum jogo que não passe?
- 58:55Por por uma dessas 3 categorias que eu trouxe, comenta aí, bom,
- 58:59é isso e vamos pro encerramento. A gente desceu lá em fundura
- 59:10para fazer uma incursão rápida, entrar, pegar o que der e sair
- 59:15antes do elevador subir. Ei, rapaz, depois a gente vê
- 59:27isso, é? A gente não pagou, a gente
- 59:30desceu direto, 2 minutos no escuro.
- 59:36Quando a portiolla abriu, a tocha já estava acesa.
- 59:41Ih, não estamos sozinho, primeira sala. 4 corpos, o
- 59:53Silvério cutucou um os outros 4. Levantaram quem?
- 1:00:00Quem a gente resolveu? Mas não foi rápido o bastante, o
- 1:00:09mago caiu ali. Primeira descida já tinha sido
- 1:00:14cobrado. Dinheiro dinheiro que?
- 1:00:20Mesmo assim, a gente ficou pegando moeda, arma, qualquer
- 1:00:26coisa que pagasse a subida. Ei, minhas férias.
- 1:00:32Até que quantos tem aí 4 cercando a gente?
- 1:00:42Vocês querem sair vivos? Depende do preço.
- 1:00:49Tem um caminho, mas vocês vão fechar uma porta?
- 1:00:54Tem tem o que lá dentro? Gente, e eles não saem?
- 1:01:00E se a gente não fizer isso? Vocês não passam.
- 1:01:07É, a gente não discutiu muito, a gente aceitou.
- 1:01:12A porta era pesada e demorou para travar.
- 1:01:20Espera, não abre, não, não abre. Não, a gente deixou os horcos,
- 1:01:29deram passagem. A gente seguiu rápido, sem olhar
- 1:01:33para trás, e aí a gente entendeu o preço, parou tudo do outro
- 1:01:39lado da porta. E alguma coisa começou a andar.
- 1:01:48Ei, isso não estava no acordo. A gente correu para o elevador,
- 1:01:58mas ele não subiu. E nada.
- 1:02:08E aí a gente ouviu ele chegando gaider.
- 1:02:14Gaiger a carne desce. Essa é uma mesa aberta com
- 1:02:19Carlinhos malvadeza, coautor de Cave rexis e Royal fantasy.
- 1:02:25Se você for descer, o link está lá nos comentários.
- 1:02:37Pessoal, vou deixar aqui os links mencionados no episódio,
- 1:02:40né? O eu vou deixar o link aí do
- 1:02:44perícia do faz de conta, né? O link o link do players que o
- 1:02:47no rpgo é o fantasy episódio com Caio Palma, né?
- 1:02:52Deixar também Oo episódio aí sobre narrativa e ficção, né?
- 1:02:56É, vou deixar também o episódio. Sobre ficção, primeiro e o
- 1:03:00impacto do sim para você dar uma olhada aí, caso você queira se
- 1:03:04aprofundar nesses assuntos todos que eu trouxe aqui, né?
- 1:03:07É e também lembrar que você pode apoiar o café com dângio, ajudar
- 1:03:12a gente a bater nossas metas e com cada meta, voltar a ter mais
- 1:03:16episódios na semana. Já pensou a gente voltando a ter
- 1:03:195 episódios semanais? Então considera aí apoiar o
- 1:03:23projeto nossa expansão lá no nosso apoia esse apoiaesse.se
- 1:03:26barra café com dângio. Você gostou especialmente do
- 1:03:29café de hoje? Você pode deixar pra gente uma
- 1:03:32gorjeta? Manda o seu Pix aí em qualquer
- 1:03:34valor, pracafecomdanjo@gmail.com.
- 1:03:36A gente conta com você. Eu tenho uma empresa, uma marca,
- 1:03:39quer ter um dia na semana no café com dancell você pode
- 1:03:41financiar mais um episódio semanal do podcast, fazer a
- 1:03:44Alegria da massa rpgista consulta a gente em café
- 1:03:46comdancell@gmail.com que a gente tem uma proposta especial para
- 1:03:50você também pode consultar a gente sobre parcerias e anúncios
- 1:03:53em esportes de áudio. Aqui a gente trabalha com marcas
- 1:03:56de RPG e também de outros ramos como café e jogos, tecnologia,
- 1:03:59mídia, et cetera. Você é um produto de conteúdo,
- 1:04:01game design independente, acadêmico ou fun.
- 1:04:04Quer participar do nosso projeto manda?
- 1:04:06Um e-mail aí falando sobre você, beleza?
- 1:04:09No mais, agradecer a galera que torna possível essa aventura.
- 1:04:14Então aí, obrigado ao pessoal que apoia com o nível um
- 1:04:16incentivo aí, inclusive ao ao Lúcio, o Lúcio Pimentel.
- 1:04:21Valeu, Lúcio, é, queria também agradecer a galera do nível de
- 1:04:26apoio, comunidade, incluindo aí o Lucas do optau em cleive, o
- 1:04:29Luiz Guilherme dias de Souza e o Márcio loiro Júnior.
- 1:04:33Um salvo especial para os assistentes no nível RPG do Jô
- 1:04:35dentre 3 Oil de brando Pereira dos Santos Júnior, o Leo paixão
- 1:04:39Lucas barjud, o Lucas Ferreira Cabrera e o Mateus coleto Vieira
- 1:04:44Silva, e um abraço aos membros do tremento ao youfentz.
- 1:04:48Eles são, Abílio Júnior, Cleiton Fernandes, Daniel Haidar,
- 1:04:51Henrique Santos, Leo gaspardo menini, Marcos Gonçalves Júnior.
- 1:04:56Valeu galera e um imenso agradecimento ao membro café com
- 1:05:00Valdo e meu grande amigo Thiago Augusto.
- 1:05:03Valeuzaço galera, um abraço e até a próxima.