
Canetas emagrecedoras paraguaias: o risco dos produtos falsificados para a sua saúde
Em novembro, a mineira Kellen Oliveira, de 42 anos, usou uma caneta emagrecedora do Paraguai vendida de forma ilegal e sem prescrição médica . Dias depois, passou a sentir fortes dores abdominais e precisou ser internada. O quadro de Kellen foi piorando e os médicos diagnosticaram a síndrome de Guillain-Barré, doença rara em que o sistema imunológico ataca os nervos periféricos, causando fraqueza muscular progressiva, dormência e formigamento. Kellen está internada até hoje na UTI em Belo Horizonte. O caso dela chama atenção para o perigoso comércio de canetas emagrecedoras ilegais. Dados…
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