Latest / Os Agilistas / #330 - Discovery de produto com IA para transformar o processo decisório
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- 0:00Da minha parte, assim também, que foi muito legal, foi ver que
- 0:02o material que a gente gerou rodou assim, todo mundo que
- 0:05teria algum tipo de envolvimento e ninguém achou ele superficial
- 0:10ou com muitas dúvidas, realmente todo mundo gostou e partiu dele
- 0:14pra depois entrar nas discussões de negócio, né?
- 0:21Bom dia, boa tarde, boa noite. Estamos começando mais um
- 0:24episódio dos agilistas, que é o seu radar de inovação, negócios
- 0:27e tecnologia. Eu sou a Marcela.
- 0:29Estou mais uma vez aqui com a presença do Samuel, meu com
- 0:32rost. Tudo bem, Samuel?
- 0:34Tudo certo, Marcelo? E por aí?
- 0:35Tudo joia e a gente vai falar de um tema super importante assim
- 0:39para várias pessoas de TI, que é aquela coisa de às vezes a gente
- 0:42precisa traduzir a linguagem do negócio com a nossa capacidade
- 0:46sistêmica, né? Criar soluções, mas que às mesmo
- 0:49é num num contexto que às vezes a gente não conhece tão bem o
- 0:53negócio quanto o próprio cliente, né?
- 0:55Ou própria área de negócios, especificamente dentro de uma
- 0:58companhia. E eu trouxe aqui para discutir
- 1:00sobre esse tema com vocês. É sobre como que AIA pode trazer
- 1:04relevância, pode facilitar esse processo e trazer cases reais
- 1:08assim. Então é falando um pouquinho
- 1:09sobre a prática, o Ramon, que é a figurinha repetida aqui.
- 1:12Tudo bem, Ramon? Tudo bem?
- 1:14Bom dia, boa tarde. Boa noite mais uma vez, Hein?
- 1:16E? A Rafa?
- 1:17Ela pontello que você já veio aqui antes?
- 1:20Não? Nunca vim.
- 1:21Ah, então a primeira vez. A Rafa é designer estratégica e
- 1:24o ramo é o nosso diretor de negócios.
- 1:27Prazer, obrigada. Muito bom contar com vocês aqui,
- 1:29então vamos começar falando um pouquinho assim, explorando um
- 1:33pouquinho mais sobre o que que eu contextualizei no início.
- 1:35Às vezes AAA pessoa responsável pela tecnologia que consegue
- 1:39desenvolver o sistema, recebe uma demanda e ela precisa
- 1:42entender mais no detalhe, assim, o que que é aquele negócio,
- 1:45aquele contexto está vivendo para?
- 1:47Poder gerar valor e traduzir melhor as necessidades do
- 1:50negócio, né? Assim, e a gente tem
- 1:53historicamente é aplicação de Discovery, né?
- 1:56Assim, então é muito comum na área de tecnologia a gente
- 1:58propor no início de uma imersão num contexto, um processo de
- 2:02Discovery para entender melhor todos os fluxos de valor, todas
- 2:06os stakeholders envolvidos, quais são as dores e as Ideas
- 2:10que as pessoas têm para isso. Então eu queria começar aqui
- 2:13perguntando um pouquinho até pro Samuel, né?
- 2:15Assim, pra falar sobre o tema. Já que você está em em constante
- 2:19contato com clientes assim, qual é a sua opinião?
- 2:21Assim, qual que é a principal? É dor e risco estratégico que
- 2:25você vê nessa parte inicial, assim de um projeto?
- 2:28Ó Marcelo, assim é o que a gente vê, principalmente nessa etapa,
- 2:32iniciar o negócio disso aí, às vezes de uma proposta, alguma
- 2:35coisa assim, o cliente às vezes vem, vem muito com uma dor pré
- 2:38definida e com uma ideia de solução.
- 2:40E aí assim faz parte nossa de num momento de proposta, tentar
- 2:45entender um pouco mais e elucidar o que.
- 2:47Que que é essa dor e o que que é essa necessidade de solução?
- 2:49Mas, de fato, quando a gente vai para o projeto, que aí é o que a
- 2:52gente fala dessa etapa de Discovery, a gente se aprofunda
- 2:55mais até para entender. Assim, não só necessariamente
- 2:58qual que é a é de fato a dor de negócio e se a solução
- 3:01inicialmente pensada pelo cliente vai resolver aquela dor.
- 3:05E também para fazer uma análise técnica também de quais são as
- 3:09integrações que são necessárias e os dados que o cliente, da
- 3:13forma como está organizado, ele já está pronto para poder
- 3:15receber ou se a gente quiser trabalhar.
- 3:17Valhar alguma coisa de dados. Então?
- 3:18Assim, de fato, muitas vezes o cliente já chega com essa ideia,
- 3:21com a solução muito bem pré definida e às vezes é isso
- 3:24mesmo, mas às vezes, quando a gente vai entrar e detalhar e
- 3:27aprofundar um pouco mais no negócio, a gente entende que tem
- 3:30outros desafios ali e. E são grandes dores também e que
- 3:33a gente tem que se preocupar a trabalhar em cima disso também
- 3:36para gerar a melhor solução, no caso, para o para o cliente.
- 3:39Legal, e aí eu queria trazer agora 11 bate bola com a Rafa,
- 3:43né? Assim de como que é, é
- 3:45eventualmente receber uma demanda, uma ideia de projeto,
- 3:50sem ter vivenciado o aquilo que aquela conta vivencia no dia a
- 3:54dia, as dores que ela vivencia, como?
- 3:56Que é, tem que. Fazer uma proposta para quem já
- 3:58domina esse assunto e você tem que chegar ali já.
- 4:02Uma ideia também que seja acionável, que gere valor assim
- 4:06e contribuir de fato para esse fluxo, né?
- 4:09De desenvolvimento? Então era uma das grandes dores
- 4:12assim que a gente tinha, porque a gente não consegue, né, entrar
- 4:14nesse nível de de imersão, de personalização, quando a gente
- 4:18não conhece o negócio assim, né? E a gente não tem muito tempo
- 4:21também assim. Então, se a gente fosse entrar
- 4:23nesse nível, a gente demoraria meses para entender e gerar. 11
- 4:28Discovery é que tenha assim, né? Os outputs aí de de
- 4:31concorrência. Clientes de análise de mercado e
- 4:33a gente realmente não tem esse tempo.
- 4:35Até teria talvez, mas aí já seria 11 etapa que perderia
- 4:39aquele aquela agilidade, né, que a gente quer sempre ter.
- 4:42Então sempre foi uma dor do comercial, exatamente isso, a
- 4:44gente não entregar coisas muito personalizadas com a dor que que
- 4:48o cliente ou o lide e o prospect trouxe e nem nível assim até de
- 4:52estimativa mesmo de tempo de esforço, de tecnologia, é sempre
- 4:57tudo meio. Padrão mesmo que a gente
- 4:58tentasse adaptar a algumas coisas, óbvio, para a realidade,
- 5:01a gente nunca conseguiu chegar num nível de impressionar o
- 5:04cliente naquela etapa, né? A gente chegava até ali uma
- 5:06precificação, uma estimativa de tempo, mas é isso.
- 5:09Assim, às vezes o cliente que que estava necessitando disso
- 5:12nem era uma pessoa de tecnologia, né?
- 5:14Então, para ele, assim que que é um maclog, né?
- 5:17Ele queria ver uma coisa visual, uma coisa palpável, uma análise
- 5:20de mercado, então isso era muito difícil a gente ter.
- 5:22Então eu acho assim, com AEA, é realmente um diferencial que é
- 5:25usar essa tecnologia que a gente.
- 5:28Gente tem esse conhecimento que a gente tem de tecnologia mais
- 5:31aplicado já em tentar traduzir pra pra linguagem de negócio,
- 5:34né? E trazer coisas mais palpáveis
- 5:36mesmo assim, né? De até de protótipo ou até mesmo
- 5:41tudo que vai precisar ter naquele produto, né?
- 5:43Uma visão de produto mesmo, né? De mercado.
- 5:45Uma coisa que eu fico pensando também, Ramon, é um pouco sobre
- 5:48o que que é justo para ambras as partes assim, né?
- 5:51E como a gente está falando de linguagens muito diferentes, às
- 5:54vezes a pessoa ela sabe o que que negócio precisa, ela sabe.
- 5:58Que que o que, que o negócio precisa gerar de valor, mas ela
- 6:01não entende do processo de tecnologia propriamente e a
- 6:04gente ao mesmo tempo entende de tecnologia?
- 6:07Não necessariamente a gente tem o mesmo nível de conhecimento e
- 6:10provavelmente não temos, né? Do negócio.
- 6:12E a gente precisa fazer uma interseção desses 2 mundos,
- 6:15fazendo um alinhamento estratégico, prático, justo é
- 6:19para ambas as portas. Qual que é a sua visão, assim?
- 6:21Da da da maior dificuldade de tentar fazer essa essa espécie
- 6:25de tradução entre os 2 mundos assim?
- 6:28Não, eu acho interessante esse ponto, porque eu acho que ele
- 6:30conecta tudo que a gente, de certa forma, né, está
- 6:32conversando até agora, né? Primeiro, o que é, o que que eu
- 6:35vejo, né? O processo de Discovery, né, de
- 6:37um produto digital, ele já é 11, processo já existente no mercado
- 6:42há algum tempo. A gente aqui na DTIA gente já
- 6:44faz isso alguns anos, né? E aí com o advento da IA que a
- 6:48gente. Percebeu, né?
- 6:49É que existia a possibilidade de trazer muito desse processo de
- 6:53Discovery para uma fase, uma etapa comercial, que é
- 6:55justamente onde a gente conseguiria, né?
- 6:57Nos inspirar ou aprofundar muito mais em cima do desafio, da
- 7:01ambição de negócio através de uma facilidade ou de uma
- 7:04Barreira que não existe mais, que é uma Barreira, digamos
- 7:06assim, pra gente conseguir entender o que já existe no
- 7:08mercado, uma Barreira no sentido de você, né?
- 7:10Fazer um benchmark mais aprofundado, consultar outras
- 7:14perspectivas de negócio e inclusive prototipar ou criar
- 7:17simulações, o que poderia ser uma?
- 7:19Uma solução dado, uma ambição, como o Samuel comentou, né?
- 7:22Geralmente a gente esbarra com desejos, ambições, né?
- 7:26Dos nossos clientes, parceiros. Mas nem sempre essas ambições
- 7:30estão muito estruturadas e para esse caso é muito interessante
- 7:33que a gente consiga. Explorar cenários, fazer
- 7:36benchmark, fazer pesquisas. E isso exige do time de negócios
- 7:40dos nossos clientes dedicação, tempo e naturalmente isso
- 7:43compete com outras demandas e outros objetivos que eles têm.
- 7:47Então pra mim a grande dificuldade, né?
- 7:49Até então era você conseguir conciliar as demandas do dia a
- 7:52dia, os objetivos e prioridades que os times tinham dentro dos
- 7:56dos nossos clientes, como a disponibilidade de pesquisa, de
- 7:59aprofundamento, que seria muito importante pra gente fazer esse
- 8:03trabalho sem e a com AEA gente? Consegue fazer uma série de
- 8:06coisas já numa etapa comercial e aí obviamente o Discovery, ele
- 8:09dá uma continuidade a na etapa de projeto, mas já é partindo de
- 8:13uma perspetiva de um aprofundamento, de um nível de
- 8:16conhecimento que eu vejo muito maior.
- 8:18Falando assim de marketing, eu vejo que houve um Salto de
- 8:22capacidade muito grande quando a gente consegue pedir para uma,
- 8:26por exemplo, trazer alguns contextos de mercado, né?
- 8:28Trazer alguma inteligência mesmo de cenário.
- 8:31E é claro que assim. Isso não é mandatório, a gente
- 8:33tem sempre que validar as. Informações, mas assim, ela
- 8:36facilita demais o processo inicial de pesquisa.
- 8:39Assim, então, esse processo de se ambientar ao contexto do
- 8:43cliente também é o ponto que a gente tá tratando aqui, de
- 8:46trazer um ganho e acelerar curva de conhecimento, né?
- 8:49Vocês podem contar um pouquinho mais assim de alguma experiência
- 8:52que tenha acontecido, onde vocês puderam realmente ter uma
- 8:55acelerada significativa e um ganho de contexto?
- 8:59Posso, posso contar? Recentemente, a gente recebeu 11
- 9:03requerimento assim de um cliente.
- 9:04Cliente, um desafio de um cliente.
- 9:06E foi basicamente isso. Foi uma frase de um desafio
- 9:10assim, de uma nova oferta que eles estavam precisando e a
- 9:13gente não tinha nem. Contexto dessa oferta nova e nem
- 9:16muito do da área do setor, desse cliente assim e nem ele também,
- 9:20porque era realmente um novo mercado ali.
- 9:22Então a gente usou AIA assim desde da parte de pesquisa para
- 9:27entender o que que já está sendo feito de mercado, até para
- 9:30destrinchar esse desafio. Mesmo assim, tudo bem, você tem
- 9:33um desafio de uma nova oferta, mas isso implica.
- 9:35Nisso, nisso, então, aí aí. É ótimo para expandir assim os
- 9:38horizontes, né? De coisa que a gente não estava
- 9:40pensando, então foi muito bom. Aí nesse sentido, com um desafio
- 9:44só que ele trouxe pra gente. A gente conseguiu gerar 1000000
- 9:46de coisas assim com AEA. Desde pesquisa, é uma pesquisa
- 9:50mais aprofundada, então tem já tecnologias como o geminight pro
- 9:55Research, né, que a gente acha milhares de artigos na internet
- 9:58e ele é super atualizado, assim com a com as notícias do que que
- 10:02está rolando de mercado. E aí a partir do momento que a
- 10:04gente já tinha concorrente, já tinha uma visão de mercado, a
- 10:06gente usou OIA de novo para compilar isso, gerar 11 tabela
- 10:10comparativa, por exemplo, para gerar os insights.
- 10:12Tá tudo bem, tem isso no mercado, mas qual que vai ser o
- 10:14seu diferencial, né? Assim, você vai competir com
- 10:17essas pessoas mesmo ou você vai? Diferenciar, né?
- 10:19Porque é, é era um mercado mais amplo assim, e a partir disso a
- 10:23gente já conseguiu gerar até mesmo 11 backlog de todas as
- 10:26funcionalidades que essa oferta, esse produto novo precisaria e
- 10:29com isso até a visão é visual mesmo, né?
- 10:32Os protótipos, assim de como que, como funcionar, como que
- 10:35simulava, né, AO uso a do do produto, então foi assim, de
- 10:39ponta a ponta EE, isso gerou 11 impacto positivo assim nesse
- 10:43lide, nesse cliente nosso, muito grande, porque eles falaram, tá,
- 10:46eu queria um orçamento, eu recebi todo.
- 10:48Um conteúdo de pesquisa, de concorrência de mercado que nem
- 10:52eles tinham feito ainda. Então foi assim, um passo que
- 10:54para a gente não demorou muito tempo.
- 10:56Óbvio que baseado em toda a inteligência da DTI também que
- 10:58AIA não faz nada sozinha, mas para ele foi assim, muito
- 11:02benéfico. EE, eles viram assim um valor,
- 11:05uma personalização, até um capricho nosso, digamos, né?
- 11:08Muito grande. Então acho que esse foi o nosso
- 11:11maior case, assim, sucesso de uso da IA no processo comercial
- 11:14atualmente. É legal, a gente prega bastante
- 11:17também, é? Sobre essa essa junção das das
- 11:21disciplinas, né? De produto junto com de
- 11:24tecnologia, né? Então falando de produto,
- 11:26design, engenharia e operações estarem juntas.
- 11:29E aí você está me contando de um case onde claramente um olhar de
- 11:34produto foi super essencial até para a continuidade do negócio.
- 11:37Assim, a gente então conseguiu fazer uma pesquisa tão profunda
- 11:40que a gente ajuda o cliente a tomar uma decisão até de negócio
- 11:43e seguir eventualmente com aquele processo, né?
- 11:45Durante esse processo, eu acho que é legal compartilhar que até
- 11:48pra. A gente foi um aprendizado e ao
- 11:50mesmo tempo. 11 susto muito positivo, né?
- 11:52Porque essa, de de certa forma, foi a primeira vez que a gente
- 11:55se desafiou também incorporaria dentro do nosso processo de
- 11:58produção, né, digamos comercial. E a gente partiu, como a Rafa
- 12:01disse de um de uma declaração de ambição, né?
- 12:04E a partir disso a gente foi é trazendo também para o nosso dia
- 12:07a dia, né, de entendimento daquela ambição, um entendimento
- 12:10muito maior de mercado, de concorrente, de possibilidades
- 12:13de vantagens competitivas e até uma capacidade de entender
- 12:16melhor o cliente que a gente estava conversando.
- 12:18Santo, foi muito legal porque a partir de de todo esse estudo,
- 12:21né? À medida que a gente IA
- 12:22evoluindo, a gente se sentia cada vez mais pronto, digamos
- 12:25assim, para poder discutir sobre aquele problema e, ao mesmo
- 12:28tempo, de pensar num produto digital, pensar, explorar
- 12:31hipóteses, criar novas ideias que poderiam de fato alimentar
- 12:34aquela ambição inicial. E para esse caso em específico,
- 12:37existe esse essa ambição, não existe esse.
- 12:39Ainda tão claramente, quais seriam os requisitos desse
- 12:42produto digital? EAE aí, naturalmente, como você
- 12:44disse, toda essa visão de produto com uma conexão de
- 12:47engenharia com um olhar de operações, né?
- 12:50Encorpando, digamos assim, esse trabalho comercial.
- 12:52A gente conseguiu apresentar algo que de fato esse cliente
- 12:55visse muito valor, né? Como a Rafa até comentou, ele
- 12:58tinha uma expectativa de um orçamento, de uma proposta muito
- 13:00baseando se em tempo e recurso financeiro.
- 13:03E o que a gente conseguiu mostrar para ele é que a gente
- 13:05estava pronto, digamos assim, para ajudá lo naquela ambição
- 13:08que ele tinha perante a. E aí assim, só para complementar
- 13:11um pouco também, é, eu também tenho um papel mais comercial Na
- 13:15Na DTI. Então acaba fazendo algumas
- 13:17propostas, inclusive com com o Ramon e com a Rafa, né?
- 13:20E aí eu acho que uma das coisas que a gente também viu é, e é de
- 13:24uma mudança mesmo de mercado e de necessidade do cliente.
- 13:27É que no passado, acho que os clientes estavam mais abertos,
- 13:31digamos assim, a ter um escopo, a gente apresentar uma proposta
- 13:35com o escopo mais aberto e que fosse definido ao longo do
- 13:39projeto. Projeto ou que esperasse um
- 13:41Discovery, o início do projeto para fazer um Discovery e
- 13:44levantar backlog. E agora a gente está vendo uma
- 13:46mudança que o cliente já quer ter, isso numa fase de proposta
- 13:50mesmo, né? Assim já quer ter.
- 13:52OA mão falou do orçamento mais bem definido para saber quanto é
- 13:55que ele vai gastar para desenvolver aquele produto.
- 13:57Então isso faz com que a gente tem que mudar e pensar novas
- 14:01formas de fazer a proposta. E aí ela tem ajudado muito a
- 14:04gente com isso, né? Basicamente o pessoal está
- 14:06comentando assim, eu na minha experiência para fazer algumas
- 14:08propostas. Eu tenho usado muito AIA num
- 14:12formato às vezes de fazer um brainstorming comigo assim, né?
- 14:15Porque às vezes a gente tem que fazer AA proposta meio sozinho,
- 14:17de tipo assim, ficar conversando ali com AIAE, pedindo ajuda para
- 14:21pensar algumas coisas. Uma coisa que me ajudou muito
- 14:25numas 2 últimas propostas que eu fui é que eu fiz foi é pensar em
- 14:28premissa, pensar em em risco que aquela proposta, aquela solução
- 14:33poderia ter. Então isso é e isso traz 11
- 14:36segurança um pouco mais pra gente que está fazendo a
- 14:38proposta, claro. Mas também mostra, igual AA
- 14:42falou aí do cliente receber uma proposta que ele falou, nossa,
- 14:44eu achei que eu IA receber um negócio muito mais simples.
- 14:46Vocês fizeram um trabalho mais completo.
- 14:48Então, assim, no fim das contas, deixa o cliente mais seguro do
- 14:52que ele está recebendo e deixa a gente também mais seguro do que
- 14:55a gente é, se compromete a entregar, no fim das contas.
- 14:59A percepção que eu tenho é que, na verdade, há um esforço
- 15:02inicial de contexto, mas com ganho lá na frente muito grande
- 15:06na hora de entrar mesmo e de fazer o que cobra.
- 15:09Off e o começo de um projeto que você já tem toda uma bagagem
- 15:13construída. Hipóteses conversadas, né?
- 15:16Entendidas se elas vão seguir como teste ou não.
- 15:18Enfim, além da parte que eu acho que você podia contar um
- 15:21pouquinho aqui, que é a parte mais visual, né?
- 15:24Porque a gente acabou falando um pouquinho aqui sobre regras de
- 15:27negócio, conhecimento de mercado, né?
- 15:29Inteligência mesmo é competitiva, que eu acho que é
- 15:32super necessário no mundo que a gente está vivendo, mas também
- 15:35tem uma outra parte que é de da visibilidade do que pode vir.
- 15:39E até de fazer protótipos navegáveis mesmo, né?
- 15:42E às vezes, quando a gente tá fazendo uma proposta, a gente tá
- 15:45conversando com pessoas que não necessariamente são da área de
- 15:47tecnologia ou tão, tão ambientadas.
- 15:50Conta um pouquinho também sobre esse processo de levar uma
- 15:53experiência antes dela de fato ter sido criada assim.
- 15:57É, eu acho que foi 11 Marco assim, porque que eu me lembro?
- 16:00A gente nunca teria feito protótipo pra uma proposta
- 16:03comercial inicial se não fosse por e a porque é um esforço
- 16:07gigante, né? Assim, já envolve ter todas
- 16:09funcionar. Todas as personas entrevista com
- 16:12o usuário, então assim seria acho que impossível, anão ser
- 16:15que você tivesse realmente querendo investir muito tempo
- 16:17naquilo. Então para a gente foi um super
- 16:19Marco e a gente nessa proposta especificamente, a gente
- 16:23produziu configma make, então a gente levantando backlog com com
- 16:27as funcionalidades. É a própria e a gerou as
- 16:30próprias personas que iriam usar esse produto e colocando no
- 16:33figma make, ele conseguiu gerar tanto versão web como mobile, é
- 16:38tudo navegável, dava para fazer até algumas funcionalidades.
- 16:41Mesmo assim, óbvio que não é real né?
- 16:44Nem cada nada, mas para pessoas de negócio que estava vendo aqui
- 16:47o tipo Ah, é isso que eu quero, né?
- 16:49Então agora é só fazer, inclusive, até falo assim, Ah,
- 16:52já tipo já está funcionando né? De tão real que fica OOO,
- 16:56protótipo produto ali, então acho que foi 11 grande.
- 16:58Diferencial assim, e o tempo é muito rápido e óbvio que não,
- 17:03não vai ser assim o produto final.
- 17:05Mas para esse início de conversa e que eles querem ver já alguma
- 17:08coisa, se palpável é, é muito importante, né?
- 17:10Ter esse esse lado também. Ramon, por outro lado, você acha
- 17:13que esse processo inicial ter sido tão acelerado?
- 17:17Ele provoca pressões adicionais no processo de uma equipe
- 17:21alocada. Eu acho que o grande desafio é a
- 17:23gente manter, digamos assim, o conhecimento que foi adquirido,
- 17:26digamos, numa etapa comercial, né?
- 17:28Mas. Partindo do do nosso jeito de
- 17:30fazer, né? Muito olhando aí para as
- 17:31metodologias ágeis, é o que a gente tem colocado.
- 17:34É a partir dessa visão, como que a gente formata uma hipótese que
- 17:38de fato possa ser lançado ao mercado, mas conectado a uma
- 17:42ambição maior, conectado a um desejo maior desse cliente, né?
- 17:45A grande dificuldade também é como a gente insere, digamos
- 17:48assim, isso numa numa rotina também das próximas fases,
- 17:52digamos assim, do. O ciclo de desenvolvimento do
- 17:54produto, naturalmente, aqui na DTIA gente tem vários
- 17:57experimentos, várias soluções já sendo utilizadas, mas é o que a
- 18:01gente precisa de fato conseguir, é conectar tudo isso numa etapa,
- 18:05digamos assim, de Discovery contínuo.
- 18:08Então, a medida que esse produto ele vai sendo construído e
- 18:10lançado, a gente deveria, né? Continuar fazendo esse mesmo
- 18:14tipo de trabalho. Mas aí não numa perspectiva de
- 18:16time comercial, uma perspectiva de time de produto que está
- 18:20muito mais empoderado para fazer pesquisas, olhar mercado,
- 18:23entender também as mudanças que vão acontecendo ao longo do
- 18:26tempo que esse produto vai se tornando vivo.
- 18:27Então, hoje, o que eu vejo de grande desafio para gente é dar
- 18:31essa continuidade também a medida que o produto vai
- 18:33nascendo. Ah, legal, aí eu queria voltar
- 18:35aqui também para um ponto que a gente também fala muito, que é o
- 18:37seguinte. Aí a taí, tá, né?
- 18:40Tá empoderando a gente em vários aspectos, mas tem um aspecto
- 18:44humano que é inegociável. Assim, qual é a parte desse
- 18:47processo que vocês entendem como inegociáveis nesse processo?
- 18:51Inclusive que a gente fez, por exemplo, mapeamento de
- 18:54concorrente, dá para usar ya para fazer pesquisa, mas se se é
- 18:58ou não concorrente, essas nuances assim do de mercado, é
- 19:02uma coisa que ainda não tem como substituir, né?
- 19:05Então a IA ótima para pegar tudo que você gerou, compilar numa
- 19:08numa tabela comparativa, mas selecionar cuidadosamente.
- 19:12Então, nesse processo eu fui atrás dos concorrentes, fiz Oo
- 19:16serviço que eles estavam oferecendo.
- 19:17E vencer a jornada. Dos usuários de cada um para
- 19:21entender o que que cada um fazia, quais eram os altos e
- 19:24baixos. Depois a IA foi ótima para
- 19:26compilar tudo isso que que a gente gerou de pesquisa e
- 19:29comparar. Mas assim, esse processo de de
- 19:32inteligência, mesmo de mercado de estratégia, é realmente bem
- 19:35difícil. Eu acho assim substituir, né?
- 19:37Ô Rafa, e nesse contexto aí aí, como que você usou AIA?
- 19:41Você foi coletando esses dados, colocando numa planilha e jogou
- 19:45tudo dentro na IA lá e foi conversando com ela, ou foi
- 19:48alguma coisa mais elaborada do que isso?
- 19:51Não foi mais elaborado que isso, não.
- 19:53Eu fui fazendo de cada um e, por exemplo, tinha algumas coisas
- 19:57que eu queria comparar em cada concorrente.
- 19:59Por exemplo, qual? Solução digital?
- 20:01Eles estavam usando quanto tempo o serviço demorava e aí eu fui
- 20:05anotando isso e no caso, anotei até num no mural.
- 20:08Assim é uma espécie de de post it virtual.
- 20:12Depois eu coloquei naya e eu pedi Pra Ela gerar.
- 20:14Quais seriam os tópicos assim macro que seriam interessantes
- 20:17comparar, e ela conseguiu é comparar cada uma mesmo com com
- 20:21o texto estando bem básico e conseguiu até gerar insight,
- 20:24tipo, Ah, aquela lá está demorando mais que essa, uma
- 20:27demora mais que a outra, uma é mais rápido, acho que você pode
- 20:30se destacar nisso nisso início, então foi um metade, um processo
- 20:33mais artesanal e um o resto foi mais inteligência artificial
- 20:37mesmo. E nesse processo, vocês usaram
- 20:40OWPP open? Criativo estúdio.
- 20:43Sim, usei OOWPP open, aí eu IA variando entre as linguagens,
- 20:48né? Que a gente tem disponível lá,
- 20:50mas foi tudo feito lá no imagine.
- 20:52É legal comentar, né? O que que é OWPP open pra quem
- 20:55não não conhece nessa muca. É, então é.
- 20:57Eu perguntei justamente para isso, porque eu acho que é
- 21:00interessante é que essa OWP open é uma ferramenta que AAWPP tem,
- 21:05né? Onde ADTI faz parte que.
- 21:08É basicamente um compilado meio que da da zias todas generativas
- 21:13que a gente tem com uma inteligência de negócio que AA
- 21:17WPP tem e adquiriu ao longo dos anos.
- 21:19Então é com essa ferramenta a gente consegue fazer e ter
- 21:23acesso, né? A algumas informações ali que
- 21:26são coletadas pela da PP ao longo dos anos.
- 21:29E que outra IA, às vezes a IA de mercado que está disponível, aí
- 21:33a gente não conseguiria ter acesso.
- 21:35Então isso ajuda com que a gente faça cada vez mais essas
- 21:38análises mais bem estruturadas no caso.
- 21:41É, eu acho que vale acrescentar também que AA própria
- 21:44plataforma, Ela Foi pensada também para estressar e
- 21:48sabatinar algumas algumas interfaces e essa essa interface
- 21:52de proposta de negócio, ela é 11 parte muito importante da
- 21:55plataforma, né? Para a gente pensar um pouco
- 21:57mais em contexto de mercado, diferencial competitivo,
- 22:01posicionamento, alinhamento do do da proposta de valor ao
- 22:05stakeholder proposto. Então assim, Eu Acredito que
- 22:08vocês devem ter ganhado bastante conhecimento nesse processo.
- 22:11É, e ela permite a gente criar agentes, né?
- 22:14Então, assim, desde o início, eu já estava testando há um tempo
- 22:17ter um agente comercial lá dentro.
- 22:19Então a gente consegue nutrir esse agente com todas as
- 22:23propostas que a gente já fez na DTI, vários materiais de
- 22:25metodologia, material. De Discovery, então aí ela não
- 22:28parte do zero, né? Ela já é parte de uma
- 22:30inteligência nossa. E isso assim é outra coisa que é
- 22:32insubstituível, né? Que foi anos e anos gerando ali
- 22:3511 conteúdo nosso pra depois ela só usar de uma forma mais rápida
- 22:40e ágil mesmo. Chegando agora num ponto assim
- 22:42que eu acho que é uma pergunta que a gente não vai fugir nunca
- 22:45de perguntar, é o seguinte, quanto tempo a gente gastaria
- 22:48antes e quanto tempo a gente gastou nesse processo?
- 22:51Vocês conseguem dar uma ideia? Olha.
- 22:54Comparando com outros trabalhos que eu já participei aqui e no
- 22:57nível que a gente conseguiu chegar de resultado, eu acho que
- 22:59a gente gastaria em torno de 1 mês a 2 meses com o envolvimento
- 23:03de muitas pessoas, né? A gente acabou não dando tanta
- 23:06ênfase aqui, mas esse trabalho foi feito, né?
- 23:09Em grande parte pela Rafa. Com o direcionamento apoio meu
- 23:12ali sem grandes envolvimentos nesse primeiro momento do nosso
- 23:15cliente no modelo, digamos assim, mais tradicional, a gente
- 23:18teria que criar diversas sessões de workshop, de cocriação, de
- 23:22construção para, aí sim, ter um conteúdo para que nos permitiria
- 23:26fazer um trabalho parecido, né? Dessa forma, a gente conseguiu
- 23:29ser muito mais eficiente, né? Do ponto de vista de de tempo e
- 23:32de resultado. E a gente cortou esse trabalho
- 23:35para uma semana. Né?
- 23:36É. Então a gente está falando
- 23:37assim, além de ter saído, sei lá, de 1 mês e meio para umas.
- 23:40Semana a gente não é ofendeu o fluxo do cliente assim, ele está
- 23:45intacto lá e ainda já gerou um valor adicional que ele não
- 23:49estava nem esperando, né? A gente teria. 22 meses de
- 23:52várias pessoas sim, para uma semana de uma a 2 pessoas e sem
- 23:56onerar a agenda e criar 30000 workshops para para entender.
- 24:00É, e tem um. Tem um ponto também que é bom
- 24:01falar para quem quem está nos assistindo, né?
- 24:03Que não é que a gente adivinhou tudo que o cliente queria, né?
- 24:06A gente partiu dessa ambição que ele compartilhou com a gente.
- 24:09Naturalmente ele estava disponível para tirar.
- 24:10A dúvidas e ajudar a gente no entendimento.
- 24:12Mas como a gente teve essa oportunidade, né, de estressar
- 24:15um pouco essa ambição, a gente se sentiu confortável de
- 24:18explorar o mercado, digamos assim, sobre o que a gente
- 24:20poderia propor. E é legal também que tudo isso
- 24:22foi feito numa etapa comercial, né?
- 24:24Então, sem grandes investimentos do cliente, o que torna, digamos
- 24:27assim, a nossa capacidade de atuação ainda mais focada no
- 24:31cliente, ainda mais, digamos, consultiva e orientada para o
- 24:34resultado que ele quer. E aí, uma vez que a gente
- 24:36consegue demonstrar isso de uma forma ainda mais concreta, né,
- 24:40eu acho que a gente se torna. Ana um pouco mais relevante para
- 24:42poder dar continuidade aí ao desafio e, naturalmente, se
- 24:45tornar um passeio interessante para.
- 24:46Ele não. Eu fico impressionada assim,
- 24:48porque deve ser um processo muito compensador.
- 24:51Assim, recompensador o fato de você conseguir reunir tantas
- 24:55informações assim de maneira tão rápida e gerar valor mesmo numa
- 24:59conversa tão inicial, né? Assim, deve ser uma delícia
- 25:01fazer parte desse processo. Né, sem contar que eu acho que
- 25:03gera uma confiança muito grande no cliente, já num período que é
- 25:08um período mais complicado mesmo, que é o período do.
- 25:10Da proposta, né? Então, assim, é um período que
- 25:13às vezes vai ter um pouco mais de atrito, porque tem uma
- 25:15negociação. Então, se a gente já consegue
- 25:17fazer um trabalho tão completo, numa etapa tão inicial e sem
- 25:20onerar o cliente, no fim das contas, né, porque a gente não
- 25:23precisa do tempo do time de lá. A gente já sai ali, né?
- 25:27Um pouquinho, né? Com aquela confiança do cliente
- 25:29de que ali, dali para frente, se o projeto seguir, AA gente
- 25:33também vai continuar conseguindo entregar essa qualidade em todas
- 25:36as falas. Não, e é legal esse ponto que
- 25:38você trouxe o meu, porque a gente acaba também.
- 25:40Fazendo uma demonstração, né, de como é trabalhado o que que a
- 25:44gente consegue fazer, porque a partir do momento que a gente
- 25:46vai um pouquinho, digamos, para dentro do do desafio,
- 25:50naturalmente a gente está demonstrando como que é a nossa
- 25:52cultura no dia a dia de execução de um de um produto digital como
- 25:55esse, né, que é de fato é focada no cliente colaborativa, e isso
- 25:59não fica no discurso, digamos, né?
- 26:01A gente fica, a gente traz isso pra pro dia a dia.
- 26:03E aí acho que é até legal a Rafa também compartilhar que depois,
- 26:07né, dessa apresentação, digamos, a gente conseguir.
- 26:09É demonstrar, né? É tudo que a gente conseguiu
- 26:11nessa etapa inicial. Nós tivemos a oportunidade de
- 26:14participar de outras reuniões, né?
- 26:16E aí reuniões com o board, né, desse, desse cliente.
- 26:19E dentro dessas reuniões a gente discutiu várias simulações,
- 26:23hipóteses do valor do negócio, né?
- 26:25Qual que é, de fato, a partir de todo esse material, né?
- 26:28Desenvolvido, é como é que o negócio poderia criar
- 26:31estratégias a partir disso. E foi bem legal também
- 26:33participar, né? Foi e acho que da minha parte
- 26:36assim também, que foi muito legal foi ver que o material que
- 26:38a gente gerou rodou assim a todo.
- 26:40Que teria algum tipo de envolvimento e ninguém achou ele
- 26:44superficial ou com muitas dúvidas.
- 26:47Realmente todo mundo gostou e partiu dele para depois entrar
- 26:51nas discussões de negócio, né? Então, quando a gente vê
- 26:53realmente sendo muito relevante e envolvendo a tecnologia, já na
- 26:58discussão de como que vai ser esse essa nova oferta, de como
- 27:00vai ser operação, é muito diferente, né?
- 27:02Então, e eu acho que a gente só conquistou essa confiança mesmo
- 27:05fazendo esse trabalho. É bem personalizado e o de
- 27:08excelência desde o início. É, eu acho que também tem um
- 27:10fato de que a gente vive a tecnologia e vive aí há o dia
- 27:14inteiro, né, gente? Então a gente que está imersa
- 27:16aqui numa área de tecnologia, a gente fala disso o tempo todo.
- 27:18A gente está trabalhando isso o tempo todo, mas tem outros
- 27:21modelos de negócios, outros segmentos que não estão vivendo
- 27:23isso. Então assim, de repente pode ter
- 27:26sido de fato muito disruptivo levar um nível de informação
- 27:29desse, desse nesse momento da conversa, do relacionamento, né?
- 27:33Assim, e é, pode ser, de repente até um start para outros
- 27:36segmentos de negócios começaram a entender o valor que a
- 27:38tecnologia está disponibilizando, né?
- 27:40Pra gente usar com certeza. Para finalizar aqui eu tenho uma
- 27:43pergunta assim que eu acho que traz um pouco para uma
- 27:45autorreflexão, mesmo assim que AA ela realmente ela vai mexendo
- 27:49bastante como a maneira como a gente atua mesmo, né?
- 27:52E a gente, especialmente a gente que está aqui.
- 27:54Que né? Assim que vocês vislumbram uma
- 27:56mudança de capabilities mesmo das pessoas que atuam com
- 28:01tecnologia por conta da ya ao longo dos próximos anos nesse
- 28:04processo de Discovery e no processo de imersão mesmo
- 28:07tecnológica, eu? Acho que assim, do meu lado, que
- 28:10é um pouco mais a parte de design, de produto, eu vejo que
- 28:13tem que ter mais proatividade assim, porque se uma ferramenta
- 28:16pode gerar tanta coisa, como que a gente vai usar, né?
- 28:19Essa ferramenta? Então, óbvio que estudar
- 28:21usuário, fazer entrevistas, é toda experiência, é muito.
- 28:24Muito importante. Mas talvez às vezes a gente tem
- 28:26que largar a mão de algumas coisas no início para entender
- 28:29assim como que a gente pode conquistar mesmo.
- 28:31E depois a gente começa mais essa parte um pouco mais
- 28:34aprofundada mesmo do usuário, né?
- 28:35Então eu acho que a gente tem que ter profissionais mais
- 28:38proativos em usar mesmo e anão como uma concorrência, mas como
- 28:41uma forma de desbloquear ali alguns caminhos.
- 28:44É, eu concordo muito com a Rafa. Eu vejo muito como um receqing,
- 28:48né? De todos os profissionais, né?
- 28:50A gente cada vez mais está sendo desafiado a trabalhar com essas
- 28:53ferramentas, com essas tecnologias.
- 28:54E elas, de fato, uma vez usadas de forma adequada, elas trazem
- 28:58ganho, trazem benefícios. É claro que elas por si só, elas
- 29:01não vão fazer o trabalho. Acho que a gente tem que ter
- 29:03entendimento do que a gente está fazendo, de qual que é o
- 29:05propósito, como que a gente usa cada ferramenta.
- 29:07E aí vai muito nessa questão que a Rafa falou de ter uma
- 29:09proatividade, né? De também testar, avaliar, ver
- 29:12se realmente aquele resultado está alinhado com a expectativa
- 29:16e começar a incorporar, digamos, as ferramentas e a tecnologia No
- 29:20No jeito de fazer, né? Eu acho que que esse é um
- 29:22movimento, até pelo que a gente vê aqui na.
- 29:24DTI mesmo que que o movimento bem consistente, bem forte, não
- 29:28deve mudar, não acho que cada vez mais ele vai ser
- 29:30potencializando. Legal.
- 29:31Para finalizar, como de praxe, a gente costuma pedir uma
- 29:34indicação de conteúdo. Rafa, quer indicar algum
- 29:37conteúdo que você acha que seja? Para os ouvintes, tem um livro
- 29:40que não é, não, não existia e a do jeito que existe hoje, quando
- 29:44ele foi escrito, mas é a estratégia do oceano azul.
- 29:47E ele. Mas eu acho que ele é super
- 29:48aplicável assim para o para o momento de a.
- 29:50Que ele fala justamente da gente sair do oceano vermelho, que é
- 29:53só competição, e gente sangrando e entrar num oceano diferente,
- 29:57né? Então o momento de mercado está
- 29:59muito competitivo com IA. Mas talvez a gente tem que usar
- 30:02em outros processos que não necessariamente colocam a gente
- 30:05no meio lá da da concorrência. Ele é muito, muito bom e serve
- 30:08para outras coisas. E dá outras ferramentas também.
- 30:10Serve. Inclusive para a gente entender
- 30:11como usar IA dentro dos diversos segmentos.
- 30:13Sim, com certeza. Eu não IA fazer nenhuma
- 30:15indicação porque a gente já teve a oportunidade de de fazer
- 30:20outras gravações aí recentemente, mas ao longo desse
- 30:22trabalho a gente buscou muita inspiração sobre como é o ciclo
- 30:28de desenvolvimento de produtos digitais de software estava
- 30:30sendo. Formados, digamos assim, pela
- 30:32adoção de ar. É tem um artigo bem interessante
- 30:35da Mackenzie que agora eu não vou lembrar o nome certinho, mas
- 30:37é algo nessa linha mesmo, né? Como que o ciclo de
- 30:40desenvolvimento de produtos e de tecnologia, né, produtos
- 30:43digitais, na verdade, ele está sendo, digamos assim, evoluído
- 30:46com AEAE. Como isso tem trazido benefícios
- 30:49para as empresas que já estão, digamos assim, como o aleadopter
- 30:52dessa dessa abordagem, né? Como que a gente consegue
- 30:54encurtar todo esse ciclo e aí, naturalmente, esse ciclo pode
- 30:57começar no comercial, que é o que a gente fez aqui.
- 30:59Legal, depois você pode passar direito.
- 31:01Tinha o nome. A gente coloca ali no na
- 31:03descrição do episódio também para ficar.
- 31:05Maravilha. Por fim, agradecer Samuel, sua
- 31:07companhia de hoje, de novo. Foi ótima gravação, adorei.
- 31:12Obrigada, Rafa. Obrigada Ramon, pela parceria,
- 31:15por trazer esse queijo tão legal assim de inovação.
- 31:19Pessoal, se vocês quiserem, é todos os episódios, né?
- 31:22Segue ali no nosso streaming, não deixe de curtir,
- 31:25compartilhar. E também se vocês participam ali
- 31:28dos do Spotify, deem, façam comentários, interajam conosco.
- 31:32Esse foi mais um episódio dos agilistas.
- 31:34Sigam também nas nossas redes sociais.
- 31:37Um abraço e até a próxima. Tchau, tchau, tchau.