
O que Sebastião Castanheira Martins conheceu nos campos de refugiados e quis contar em palco (versão na íntegra)
«No palco não há tempo: estamos ali e o tempo para»;
«A arte é um santuário de liberdade e união que é extraordinário»;
«Retraímos muito a dúvida. Não damos espaço à dúvida, a pensar sobre ela e a catalisá-la, a fazer da dúvida motor para outras coisas»;
«Gostava de saber o que vai nas mãos dos maestros e gostava de perceber um pouco mais, como se molda a música e o que pode um maestro fazer com uma partitura. O maestro Riccardo Muti, de ‘La Scala de Milão’, dizia que compreender a partitura é falar com Deus, é chegar ao outro lado, é chegar a um lugar inalcançável. É uma busca incessante mas…
The skinny
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