Latest / ED Podcast [@arthurdantaslemos] / AS ARMAS DA PERSUASÃO #IV - RECIPROCIDADE (CLUBE DO LIVRO)
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- 0:05Clube do livro reciprocidade, reciprocity.
- 0:10Vamos ler aqui o segundo capítulo do livro armas da
- 0:13pessoazão comigo, Bruno Maria Soares.
- 0:15Como é que tá, Bruno, não? Vamos é dando que se recebe,
- 0:18compartilhar aqui bastante conteúdo para para vim coisas
- 0:22boas. E se recebe de novo, ó.
- 0:25Reciprocidade, né? Se você for perguntar para quem
- 0:28já ouviu falar ou para quem já conhece, Ah, eu sei o que é
- 0:30gentileza, já é gentileza, né? Então, se eu se eu te convido
- 0:34para minha festa de aniversário, você vai se sentir mais
- 0:36pressionado ou compelido a me convidar para sua se eu te
- 0:40convido para minha festa e casamento, a mesma coisa.
- 0:41Ah, já sei o que é reciprocidade.
- 0:43Ah, tu explicou aqui em 10 segundos e este camarada escreve
- 0:4836 páginas sobre reciprocidade com.
- 0:52Bruno estava contando aqui, ele disse assim, porra, só na
- 0:54segunda página aqui deve ter a menção a 5 artigos científicos e
- 1:00quase toda a página tem a menção a um.
- 1:04Então é, vamos exercer um pouco da humildade intelectual, né?
- 1:08É? Ele mergulha bastante em cada um
- 1:11dos princípios persuasivos. A gente começa pelo da
- 1:13reciprocidade e tem uma série de camadas que ele vai perfurando,
- 1:20né? É inclusive estratégias de
- 1:23defesa de como é que eu me protejo a esse tipo de
- 1:26princípio, quando ele é apresentado para mim, et cetera.
- 1:30Então vamos lá tentar aqui acessar um nível um pouco mais
- 1:32profundo do entendimento dos princípios e dar aplicação para
- 1:35eles e da aplicação deles ao seu contexto.
- 1:38Podemos iniciar. Vamos que vamos.
- 1:41Let's cool. Vários anos atrás, um professor
- 1:45universitário fez um pequeno experimento, enviou cartões de
- 1:48Natal a uma amostra de pessoas desconhecidas.
- 1:51Embora esperasse alguma reação, o resultado o surpreendeu,
- 1:55recebeu uma enxurrada de cartões de boas festas de pessoas que
- 1:58não o conheciam. A grande maioria daquelas
- 2:00pessoas jamais indagou a identidade do professor
- 2:06conhecido. Elas receberam seu cartão de
- 2:07felicitação clique e zoom automaticamente retribuíram os
- 2:12cartões. Aí tem uma pesquisa aqui, é?
- 2:17Não sei se foi feita nos Estados Unidos, mas tem tem mais essa
- 2:20tradição, né? É porque o Brasil é meio
- 2:21continental, então não sei, falando aqui, nordeste não é
- 2:25tanto essa história de mandar um cartão pra sua casa, ou talvez
- 2:28isso tenha mudado até com o tempo, né?
- 2:30Mas sei que lá tem mais, lá tem mais né?
- 2:33Isso é bem comum, eu mando cartões e tal, as pessoas
- 2:36compram, confeccionam, fazem seus próprios cartões pra
- 2:39mandar, enfim, é, mas Oo importante aqui é pegar esse
- 2:44conceito né, que é Oo. A força, né?
- 2:46Da retribuição, mesmo sem saber nem a identidade de quem me
- 2:49mandou aquele cartão. Pois bem, embora de pequeno
- 2:53alcance, esse estudo mostra o efeito de uma das armas de
- 2:56influência mais potentes a nossa disposição, a regra da
- 2:59reciprocidade. A regra diz que devemos tentar
- 3:02retribuir na mesma moeda o que outra pessoa nos concedeu.
- 3:06Ela diz isso, muito embora a aplicação é na prática, muitas
- 3:10vezes seja diferente disso, às vezes a retribuição é
- 3:12desproporcional. A gente deve chegar lá, aqui,
- 3:14tá? Se uma mulher nos faz um favor,
- 3:17temos que fazer outro favor em troca.
- 3:19Se um homem nos dá um presente aniversário, temos que lembrar
- 3:21seu aniversário dando um presente também.
- 3:22Se um casal nos convida para uma festa, temos que convidá lo.
- 3:26Quando dermos ou uma festa, em virtude da regra da
- 3:30reciprocidade, somos obrigados a retribuir no futuro os favores,
- 3:35os presentes, convites e itens semelhantes que recebemos, a
- 3:41própria expressão de agradecimento que é.
- 3:44Muito obrigado reflete o dever ou a obrigação decorrente do
- 3:50recebimento dessas coisas? Uma característica que é
- 3:56interessante na etimologia da coisa, né?
- 3:59O aspecto, inclusive o no inglês, acho que não tem, não
- 4:02tem esse. I'm very thankfull, né?
- 4:08Ou Thank You. Não sei se tem essa essa conexão
- 4:12aqui, mas interessante, né? O muito obrigado, né?
- 4:14Como se tivesse. Obrigado a retribuir no futuro.
- 4:18O aspeto mais impressionante, voltando à leitura da
- 4:20reciprocidade acompanhada da sensação de obrigação, é sua
- 4:23penetração na cultura humana. Ela é tão generalizada que, após
- 4:27um estudo amplo, o Alvin goldner 1960, em parceria com outros
- 4:31sociólogos, relatou que todas as sociedades seguem essa regra.
- 4:37O eminente arqueologista Richard like atribui a essência do que
- 4:43nos torna humanos, o sistema de reciprocidade.
- 4:46Ele alega que somos humanos porque nossos ancestrais
- 4:49aprenderam a compartilhar comida e habilidades numa rede honrada
- 4:54de obrigações. E aí ele traz o estudo que ele
- 4:58defende isso. Os antropólogos culturais
- 5:01consideram essa rede de gratidão um mecanismo adaptativo singular
- 5:05dos seres humanos. Permitindo a divisão do
- 5:07trabalho, a troca de diversas formas de produtos e serviços e
- 5:10a criação de interdependências que conectam os indivíduos em
- 5:14unidades altamente eficientes, ele menciona um outro estudo, de
- 5:19um de 97 e 1 de 89. A sensação de obrigação Futura,
- 5:23amplamente compartilhada e rigorosamente obedecida, fez uma
- 5:26diferença enorme na evolução social humana, porque significou
- 5:31que uma pessoa podia dar algo, comida, energia, cuidados.
- 5:35Para outra pessoa, com a certeza de que a dádiva não estava se
- 5:40perdendo. Pela primeira vez na história
- 5:42evolucionária, o indivíduo podia se desfazer de uma variedade de
- 5:46recursos sem de fato se desfazer deles.
- 5:50Como assim? O resultado foi a diminuição das
- 5:53inibições naturais contra transações que precisam começar
- 5:57com uma pessoa oferecendo recursos pessoais a outra,
- 6:02sistemas sofisticados e coordenados de ajuda.
- 6:05De presentes, defesa e comércio se tornaram possíveis, trazendo
- 6:11benefícios enormes para as sociedades que os possuíam.
- 6:15Com essas consequências claramente adaptativas para a
- 6:17cultura. Não surpreende que a regra da
- 6:19reciprocidade esteja tão arraigada em nós, por meio do
- 6:23processo de socialização pelo qual passamos.
- 6:27Essa questão do sistemas mais mais sofisticados, que precisam
- 6:31de um começando é porque assim, quando não é uma troca simples.
- 6:36E eu tenho que fazer primeiro, né?
- 6:38Você torna essa transação mais complexa, né?
- 6:42Porque ela depende da expectativa Futura da devolução.
- 6:46Seguindo, seguindo, seguindo. O melhor exemplo é aqui brunão.
- 6:53Embora as obrigações. Muito obrigado, muito obrigado.
- 6:57Então vou devolver esse favor depois, tá?
- 7:00É embora as obrigações se estendam para o futuro.
- 7:03Seu alcance não é limitado, em especial quando se trata de
- 7:07favores de de favores relativamente pequenos.
- 7:10O desejo de retribuir parece diminuir com o tempo.
- 7:14É, então a pesquisa mostra isso. Isso é uma característica foda
- 7:16da reproximidade, né? Ele vai, ele vai se aprofundar
- 7:19nisso, mas quando os benefícios são mais notáveis, a duração do
- 7:23desejo de retribuir ela é prolongada.
- 7:26O melhor, o melhor exemplo que conheço de como as obrigações
- 7:28recíprocas podem se estender ao longo do tempo envolve a
- 7:31incrível história. Dos 5000 USD em ajuda
- 7:34humanitária trocados entre o México e a Etiópia.
- 7:36Eu lembro desse exemplo aqui em 1985.
- 7:38A Etiópia era o país que enfrentava os maiores
- 7:42sofrimentos e privações do mundo.
- 7:43Sua economia estava em ruínas. O suprimento de comida havia
- 7:46sido devastado por anos de seca e de guerra civil.
- 7:51Os habitantes morriam aos milhares de doenças e de fome.
- 7:56Diante dessas circunstâncias, eu não me surpreenderia com uma
- 7:59ajuda humanitária de 5000 USD do México para aquele país tão
- 8:02carente. Lembro me de minha sensação de
- 8:06espanto, porém, quando uma matéria sucinta de um jornal
- 8:09insistiu em dizer que a ajuda se deu na direção oposta.
- 8:14Funcionários nativos da Cruz Vermelha etíope tinham decidido
- 8:19enviar o dinheiro para ajudar as vítimas dos terremotos daquele
- 8:22ano na Cidade do México. Ao mesmo tempo, uma maldição
- 8:30pessoal e uma bênção profissional é o fato de que,
- 8:34sempre que fico perplexo com algum aspeto do comportamento
- 8:37humano, sinto me impelido a investigá lo mais a fundo.
- 8:41Naquele caso, consegui encontrar um relato mais completo da
- 8:44história. Felizmente, um jornalista que
- 8:48ficara tão pasmo quanto eu com as ações dos etíopes pediu uma
- 8:51explicação. E a resposta que recebeu
- 8:54ofereceu uma validação eloquente da regra da reciprocidade.
- 8:59Apesar das enormes carências predominantes na Etiópia, o
- 9:02dinheiro estava sendo enviado ao México porque, em 1935, o México
- 9:05havia mandado ajuda à Etiópia quando esta foi invadida pela
- 9:10Itália. Continuei impressionado, mas não
- 9:12estava mais perplexo. A necessidade de retribuir havia
- 9:20transcendido grandes diferenças culturais, longas distâncias,
- 9:25uma fome cruel muitos anos e interesses mediatistas meio
- 9:29século depois, contra todas as forças contrárias.
- 9:33A obrigação desse peso da obrigação triunfou.
- 9:39Se uma obrigação de meio século parece inusitada.
- 9:44Explicada talvez por algum aspeto singular da cultura
- 9:47etíope, vamos analisar a solução de outro caso, inicialmente
- 9:52desconcertante. Em 27/05/2007, Christian kroner,
- 9:57uma autoridade em Washington falou a um repórter com o
- 10:01orgulho indisfarçável sobre a ação governamental que se seguiu
- 10:05ao desastre do furacão Katrina, detalhando como bombas.
- 10:10Italiano, como bombas d'água, navios, helicópteros,
- 10:13helicópteros, engenheiros e ajuda humanitária haviam sido
- 10:17enviados de maneira rápida e competente à cidade inundada da
- 10:21nova Orleans e muitos outros locais em que estavam em estado
- 10:26de calamidade. O senhor kroner tinha toda razão
- 10:29em se sentir satisfeito com os esforços ao governo, porque não
- 10:32era uma autoridade dos Estados Unidos.
- 10:34Tratava se do embaixador holandês e estava falando.
- 10:39Do do auxílio notável que a Holanda prestou a Costa do
- 10:45Golfo, devastada pelo Katrina, pelo furacão Katrina.
- 10:49Com essa questão resolvida, outra pergunta intrigante pode
- 10:51ser levantada, por que a Holanda?
- 10:54Outros países haviam oferecido ajuda após a tempestade, mas
- 10:57nenhum nem de longe se comprometeu de maneira tão
- 10:59imediata e prolongada com a região quanto os holandeses.
- 11:02De fato, o senhor croner, prosseguiu.
- 11:06Assegurando as vítimas da inundação que seu governo
- 11:08estaria com elas no longo prazo, ele também sugeriu uma razão
- 11:13reveladora para aquela disposição extraordinária a
- 11:16ajudar, a Holanda tinha uma dívida com nova Orleans de mais
- 11:21de meio século. Em 31/01/1953, um Vendaval
- 11:26lançou as águas do mar do norte 100000 ha país adentro,
- 11:32derrubando. É diques.
- 11:34Barragens e milhares de casas mataram 2000 habitantes.
- 11:37Logo depois, autoridades holandesas solicitaram e
- 11:40receberam ajuda e assistência técnica de seus congêneres em
- 11:44nova Orleans, o que resultou na construção de um novo sistema de
- 11:48bombas de água que desde então vem protegendo o país de
- 11:51inundações igualmente destrutivas.
- 11:54É estranho que o nível de apoio a nova Orleans oferecido por
- 11:58autoridades de um governo estrangeiro tenha sido tão
- 12:01superior ao oferecido pelo governo nacional.
- 12:04Talvez as autoridades desse governo não achassem que deviam
- 12:07tanto a nova Orleans. Nesse caso, as autoridades podem
- 12:11esperar que os moradores em nova Orleans agora pensem que devem
- 12:14pouco ao governo, como eleitores, voluntários e
- 12:17contribuintes e mais, lamentavelmente, como cidadãos
- 12:20cumpridores da lei. Talvez não seja tão
- 12:23surpreendente que em 2007, apesar da vigilância constante
- 12:26da guarda nacional, da polícia estadual e de 2 turmas recém
- 12:30formadas de policiais municipais, a taxa de homicídios
- 12:33de nova Orleans tem aumentado 30%, batendo todos os recordes e
- 12:37tornando a cidade a mais violenta do país.
- 12:40Em termos mais gerais, podemos dizer que a regra da
- 12:43reciprocidade assegura que quer o fruto de nossas ações seja
- 12:48doce, quer ele seja amargo. Colhemos o que plantamos.
- 12:54Então ele traz primeiro, assim, exemplos mais icônicos, né?
- 12:58Dívidas entre é cidades e países, países com países que
- 13:03atravessam meio século, 30 anos, etcetera.
- 13:08Para ilustrar, é o quão profundo que pode ser esse desejo de
- 13:14retribuir agora. Me apetece, né?
- 13:16Me atrai mais a coisa mais aplicável, mais prática, que é
- 13:20onde ele começa a entrar agora, né?
- 13:22Onde ele vai explicando como é que funciona a estrutura dessa
- 13:26regra universal da reciprocidade não se engane, as sociedades
- 13:32humanas obtém uma grande vantagem competitiva na regra da
- 13:35reciprocidade e, portanto, zelam para que seus membros sejam
- 13:40educados para obedecê la e acreditar nela.
- 13:42Cada um de nós foi ensinado a cumprir essa regra e conhece as
- 13:45sanções sociais e o menosprezo reservados para quem quer que a
- 13:50viole, por conta da aversão geral por quem recebe sem fazer
- 13:54nenhum esforço por retribuir. Costumamos nos esmerar para não
- 13:59sermos considerados parasitas, ingratos ou aproveitadoras no
- 14:03processo, porém, podemos ser explorados por indivíduos que
- 14:07procuram tirar vantagem da nossa gratidão.
- 14:10Para entender como a regra da reciprocidade pode ser explorada
- 14:13por alguém que a reconheça como uma verdadeira arma de
- 14:16influência, examinamos um experimento conduzido pelo
- 14:20psicólogo Dennis Reagan, 1971. Como parte de uma pesquisa de
- 14:25apreciação artística, 2 voluntários deveriam avaliar a
- 14:27qualidade de algumas pinturas. Um dos avaliadores podemos chamá
- 14:30lo de Joe. Estava apenas se fingindo de de
- 14:37voluntário. E era na verdade o assistente do
- 14:39doutor Reagan, né? Ou seja, é fazia parte do
- 14:44experimento, né? O experimento ocorreu sob 2
- 14:47condições diferentes. Em alguns casos, Joe prestava um
- 14:49pequeno favor, não solicitado ao verdadeiro voluntário.
- 14:53Durante um breve período de Descanso, Joe deixava a sala por
- 14:56alguns minutos e retornava com 2 garrafas de Coca-Cola para o
- 14:59voluntário. Uma para o voluntário e outra
- 15:02para ele, dizendo, perguntei ao pesquisador se podia pegar um
- 15:04refrigerante e ele disse que sim, por isso comprei um para
- 15:07você também. Em outros casos, Jon fazia favor
- 15:10ao voluntário, ele simplesmente retornava do intervalo de 2
- 15:13minutos de mãos vazias em todos os outros aspectos, porém, Joe
- 15:18se comportava de forma idêntica, né?
- 15:20Então tinha lá um experimento e a diferença é que no intervalo o
- 15:23cara voltava lá com 11 agrado, né?
- 15:25Com esse esse história da coca da Coca-Cola que ele falou aqui
- 15:29mais tarde. Depois que todas as pinturas
- 15:32haviam sido avaliadas e o pesquisador deixava a sala, Joe
- 15:35pedia ao voluntário que lhe fizesse um favor.
- 15:39Contava que estava vendendo bilhetes de rifa de um carro
- 15:42novo e que, se vendesse mais que os outros, ganharia um prêmio de
- 15:4650 USD. O pedido de Joe era que o
- 15:50voluntário comprasse alguns bilhetes da rifa por 25 centavos
- 15:54de cada dólar. Um só vai ajudar, mas quanto
- 15:58mais, melhor. A principal descoberta do estudo
- 16:01diz respeito ao número de bilhetes que os voluntários
- 16:04compraram sobre as 2 condições. Sem dúvida, Joe teve mais
- 16:07sucesso ao vender seus bilhetes aos voluntários beneficiados
- 16:11antes pelo favor aparentemente sentido que lhe deviam,
- 16:15aparentemente sentindo que lhe deviam algo.
- 16:18Esses voluntários aparentemente sentido que lhe deviam algo.
- 16:21Esses voluntários compraram 2 vezes mais bilhetes do que os
- 16:24voluntários que não receberam o favor, embora o estudo de
- 16:27Reagan. Represente uma demonstração
- 16:29simples do funcionamento da regra da reciprocidade.
- 16:32Ilustra diversas características importantes da regra que, a uma
- 16:36análise mais profunda, nos ajudam a entender como ela pode
- 16:40ser usada com proveito. Então tem uma série de
- 16:43características que é assim, é o tempo desde o favor.
- 16:48Impacta é pedir o favor com ou sem uso de contraste.
- 16:52Impacta é pedir o favor e ter uma rejeição.
- 16:57E pedir um segundo favor menor impacta, então a gente vai
- 17:02evoluindo pra isso. Esse primeiro estudo aqui, ele
- 17:04só tá é nos mostrando o seguinte, né, é ao fazer um
- 17:08favor e em seguida ou logo, né, pouco depois, fazer um pedido.
- 17:13É o fato do favor ter existido impacto, certo?
- 17:18Mas de novo é a persuasão. Ela do jeito que é tratada aqui,
- 17:23ela vem com essa conotação de ciência e sofisticada, então não
- 17:26é assim. É com a vou chamar aqui da turma
- 17:31da internet, que fala o seguinte, Ah, se você der um e
- 17:32book depois pedir pro cara comprar teu curso, ele vai
- 17:34comprar, porque a reciprocidade você der um e book.
- 17:38Então não é isso, tá? Mas primeiro, analisando aqui,
- 17:42fatiando, o problema é ter feito um favor antes.
- 17:47Impactou a taxa de sucesso no pedido que veio depois.
- 17:51Ótimo. A regra é esmagadora.
- 17:54Eu tenho várias considerações sobre isso, mas também não vou
- 17:56me antecipar tanto, né? Tem tem muito conteúdo aqui
- 17:59sobre reciprocidade ainda nesse capítulo, então vamos nessa.
- 18:02A regra é esmagadora, o que é que ele quer dizer com isso?
- 18:05Uma das razões para a eficácia da reprocidade como dispositivo
- 18:08para obter o consentimento de outra pessoa é a sua força
- 18:10esmagadora, muitas vezes capaz de produzir uma resposta
- 18:13positiva a um pedido que, não fosse a sensação de gratidão,
- 18:18com certeza seria recusado. Um indício de como a força da
- 18:22regra consegue se sobrepor a influência de outros fatores que
- 18:25costuma determinar a satisfação de um pedido pode ser visto num
- 18:29segundo resultado do estudo de Reagan.
- 18:32Além de seu interesse no impacto da regra da reciprocidade sobre
- 18:35o consentimento, Reagan também estava investigando como a
- 18:39simpatia ou a afinidade pra uma pessoa afeta nossa disposição de
- 18:46satisfazer um pedido seu. Para medir como a simpatia por
- 18:50Joe afetava as decisões dos voluntários de comprar seus
- 18:52bilhetes de rifa, Reagan pediu que preenchessem em diversas
- 18:56escalas classificatórias, indicando quanto haviam gostado
- 18:59de Joe ele então comparou suas respostas com o número de
- 19:02bilhetes que haviam comprado. Foi a descoberta?
- 19:05Foi descoberta uma tendência significativa.
- 19:08Os voluntários que mais gostaram de Joe foram os que mais
- 19:12bilhetes compraram. Este dado em si não é uma
- 19:15descoberta superendente, já que a maioria de nós.
- 19:18Teria imaginado que as pessoas estão mais propensas a fazer um
- 19:21favor a alguém de que gostam? A descoberta interessante do
- 19:25experimento do Reagan, no entanto, foi que a relação entre
- 19:28gostar e consentir foi completamente ignorada.
- 19:32No caso em que os voluntários haviam ganhado um refrigerante
- 19:37do Joe para aqueles que lhe deviam a favor, não fazia
- 19:42diferença nenhuma. Se gostavam dele ou não, eles
- 19:44sentiram uma sensação de obrigação de retribuir.
- 19:47E assim procederam. Ou seja, o que que ele tá
- 19:50falando aqui é a sensação de retribuir.
- 19:52E esse peso da obrigação, ele se sobrepôs a afeição que eles
- 19:57tinham ou não ao Joe, né? É e pode se preparar que essa
- 20:04turma que estuda comportamento é sempre que ele traz 11 estudo ou
- 20:08que ele vai construir 1111 defesa.
- 20:12Ele traz a coisa ela parece muito óbvia.
- 20:15Aí você pensa, porra, é lógico que o cara vai dar mais, porque
- 20:18aí ele vem com no entanto, e aí vai para uma camada mais
- 20:21profunda. Normalmente é assim, tá?
- 20:23Os voluntários que indicaram que não gostavam de Joe compraram
- 20:27tantos bilhetes quanto aqueles que indicaram que gostavam dele.
- 20:29A regra da reciprocidade foi tão forte que sobrepujou a
- 20:34influência de um fator, a simpatia pelo solicitante, que,
- 20:37em geral, afeta a decisão de concordar.
- 20:40Pense nas implicações disso. Pessoas de quem normalmente não
- 20:43gostamos, telefonistas insuportáveis, parentes
- 20:46desagradáveis, representantes de organizações suspeitas ou
- 20:49impopulares podem aumentar muito a chance de fazermos o que
- 20:52desejam, só ao nos prestarem um pequeno favor.
- 20:55Antes de enunciarem seus pedidos, tomemos um exemplo.
- 20:59Histórico recente. A sociedade Hare Krishna é uma
- 21:04seita religiosa oriental com raízes antigas que remontam a
- 21:07cidade Indiana de calcutá. Sua espetacular história Moderna
- 21:11começou na década de 70, quando experimentou um crescimento
- 21:14notável, não apenas seu número de seguidores, mas também em
- 21:16Riqueza e propriedades. O crescimento econômico era
- 21:19financiado por uma série de atividades, sendo a principal e
- 21:22mais visível pedidos de doações dos membros das sociedades a
- 21:25pessoas comuns em locais públicos.
- 21:28Na época da chegada do grupo aos Estados Unidos, a solicitação de
- 21:32contribuições era feita da seguinte maneira, grupos
- 21:35devotos, grupos de devotos da Cristina de Cristina.
- 21:39Geralmente de cabeça raspada, usando trajes indianos e tocando
- 21:42instrumentos musicais, percorriam a rua da cidade
- 21:45entoando cânticos e dançando enquanto pediam dinheiro.
- 21:49Embora altamente eficaz como técnica para chamar a atenção,
- 21:52essa prática não funcionava muito bem para angariar
- 21:54dinheiro. Os Americanos comuns
- 21:56consideravam os Cristina estranhos, para dizer o mínimo,
- 21:59e relutavam em doar dinheiro para os pintá Los.
- 22:02Logo ficou claro para aquela sociedade que havia um grande
- 22:05problema de relações públicas. As pessoas as quais eles pediam
- 22:09doações não gostavam de sua aparência, de suas roupas, nem
- 22:12de suas atitudes. Se a sociedade fosse uma
- 22:14organização comercial normal, a solução teria sido simples,
- 22:18mudar as coisas de que o público não gosta.
- 22:20Mas os Kristian são uma organização religiosa e a sua
- 22:24aparência, suas roupas e atitudes estão, em parte,
- 22:27ligadas a fatores religiosos. Eu não posso simplesmente dizer
- 22:30Ah, não, então se veste diferente pra ver, né?
- 22:32Vou ter que seguir aquela corrente assim religiosa, tá?
- 22:36Como os fatores religiosos costumam ser resistentes a
- 22:39mudanças exigidas por motivos mundanos, a liderança dos Hare
- 22:43Krishna se viu diante de um dilema.
- 22:45De um lado estavam as crenças, o modo de vestir, o corte de
- 22:48cabelo, né? Que tinham um significado
- 22:50religioso. De outro lado, e ameaçando a
- 22:53viabilidade financeira da organização, estavam as
- 22:56percepções nada positivas do público americano em relação
- 22:58àqueles fatores. O que que a seita deveria fazer?
- 23:02A solução deles foi brilhante. Eles optaram por uma tática de
- 23:06arrecadação de fundos que não exigia sentimentos positivos dos
- 23:09seus alvos em relação aceita, começaram a empregar um
- 23:13procedimento de pedido de doações envolvendo a regra da
- 23:15reciprocidade. Esta, como demonstrado pelo
- 23:18estudo de Reagan, era forte o suficiente para superar a
- 23:21aversão do ponto de vista da afeição pelos solicitantes.
- 23:26A nova estratégia continuava envolvendo a solicitação de
- 23:29contribuições em locais públicos com intenso movimento.
- 23:31Pedestres, né? Mas antes que uma doação fosse
- 23:37pedida, a pessoa visada recebia um brinde, um livro, a revista
- 23:43back to gothead, da sociedade Hare Krishna, enfim, ou, na
- 23:47versão mais econômica, uma flor, o transeunte desprevenido, que
- 23:51de repente vice flores em suas mãos ou presas na lapela do seu
- 23:56paletó, não podia, de modo algum, devolvê las, ainda que
- 23:59afirmasse que não as queria. Não, não, não, não.
- 24:03É nosso presente para você, dizia o solicitante, recusando
- 24:07se a recebê las de volta. Tendo evocado a regra da
- 24:11reciprocidade daquela situação, aí sim o membro dos Cristina
- 24:15pediu uma contribuição à sociedade.
- 24:18Essa estratégia de doar antes de pedir rendeu ótimos frutos para
- 24:22a sociedade raia Cristina. Produzindo ganhos econômicos em
- 24:25grande escala e financiando a Posse de templos, empresas,
- 24:30casas e propriedades em 321 centros dos Estados Unidos e em
- 24:35outros países. Como um comentário à parte, é
- 24:39interessante notar que a regra da reciprocidade vem perdendo a
- 24:42utilidade para os Hare Krishna, não porque a regra em si tenha
- 24:46se tornado menos potente socialmente, mas porque
- 24:50descobrimos formas de impedir que os Krishna a utilizem contra
- 24:53nós. Tendo sido vítimas de suas
- 24:57táticas no passado, muitos viajantes ficaram alertas para a
- 25:00presença de solicitantes com mantos da sociedade Cristina em
- 25:03aeroportos e outros lugares, ajustando seus caminhos para
- 25:07evitar um encontro e preparando, se de antemão, para recusar O
- 25:11Presente do ofertante. Como resultado, os Cristina
- 25:15experimentaram um baque financeiro na América do norte.
- 25:18Quase 30% de seus templos foram fechados por razões econômicas.
- 25:22E o número de devotos ocupando os templos restantes despencou
- 25:25de um ápice de 5000, para algo em torno de 800 outros tipos de
- 25:29organizações também. Ou seja, é parou de funcionar
- 25:32para eles? Parou de funcionar porque era
- 25:34uma coisa não vou entrar no mérito se havia ética ou não,
- 25:39né? Dá a entender que não é, mas não
- 25:45vou entrar nesse mérito. Mas deixou de funcionar porque
- 25:47foi aplicado da mesma forma durante muito tempo.
- 25:49Com a legitimidade questionável ao mesmo público, né mesmo que
- 25:53passante. Então é só essa observação, não
- 25:57é que o princípio deixa de exercer o efeito, né?
- 26:00É que o contexto se tornou repetitivo a ponto de não
- 26:04exercer mais efeito seguindo outros tipos de organizações.
- 26:09Chegou aí embaixo. Aqui também aprenderam a
- 26:12empregar o poder de um pequeno presente para estimular ações
- 26:15que normalmente não seriam tomadas.
- 26:16Pesquisadores de opinião. Descobriram que enviaram um
- 26:20presente monetário no envelope com um questionário anexo,
- 26:23aumenta bastante o índice de resposta à pesquisa em
- 26:25comparação com a oferta da mesma quantia como recompensa
- 26:28posterior. De fato, entenda o que eu veja,
- 26:34não é que assim o cara vai responder mais se tiver uma
- 26:36grana, né? Disser assim, ó, tá aqui,
- 26:38responde essa pesquisa aqui, pô, a gente tá remunerando em 100
- 26:40USD quem responder a pesquisa, mas quando eu mando e digo
- 26:43assim, pô, responde essa pesquisa aqui, se você puder,
- 26:45tem 100 USD aqui como remuneração.
- 26:48Taxa de resposta é muito maior, porque o cara já recebeu e aí a
- 26:50sensação de devolver já está instalada, né?
- 26:54É isso que a pesquisa fala, de um Monte de gente que tem 2.
- 26:57Na verdade, um ano de 2001, ano de 96 é de fato, um estudo
- 27:01mostrou que enviar um cheque presente de 5 USD junto com a
- 27:05pesquisa de seguro foi 2 vezes mais eficiente do que oferecer
- 27:08um pagamento de 50 USD. É só 10 vezes maior após a
- 27:12devolução da pesquisa respondida de forma semelhante.
- 27:16É EE, é uma das coisas, né? Em em reciprocidade, o sildino
- 27:19explora isso, não lembro agora que explora no livro, né?
- 27:21Mas é já, já ele vai entrar aqui em coisas que acionam a sensação
- 27:26de reprocidade e uma delas é presente e outras é recompensa,
- 27:30né? É O Presente.
- 27:33Comparado a recompensa, ele exerce um poder maior, né?
- 27:37É porque a recompensa ela tem essa associação da troca, né?
- 27:42O Presente não. De forma semelhante, garçons
- 27:46descobriram que oferecer aos clientes um bombom ou uma
- 27:49pastilha de hortelã ao entregar a conta, aumenta bastante as
- 27:52gorjetas. Aí tem uma pesquisa que fala
- 27:54disso. Em geral, os negociantes
- 27:56constatavam que após aceitarem um presente, os clientes ficam
- 28:00dispostos a comprar produtos, serviços que de outra forma,
- 28:03recusariam. Parece que o é dando que se
- 28:07recebe das interações sociais é reconhecido bem antes da fase
- 28:11adulta, uma professora de inglês do quinto ano.
- 28:13Me escreveu sobre um teste que aplica aos seus alunos sobre o
- 28:16emprego correto dos tempos verbais.
- 28:19A pergunta o futuro do o futuro de eu dou é, e aí ele coloca pra
- 28:24preencher o espaço em branco. Um garoto respondeu, eu recebo,
- 28:28né? Eu dou, eu recebo.
- 28:30Ele pode ter se confundido com aquela regra gramatical
- 28:33específica, mas entendeu muito bem a regra social mais ampla é,
- 28:36eu vou quebrar aqui, né? Porque é, eu acho que a gente
- 28:40tem uma boa explicação do que é. E a partir desse, desse momento
- 28:45aqui que a gente vai, vai, vai é mergulhar no próximo episódio, a
- 28:48gente vai nas subtrações da coisa, né?
- 28:50Então, por exemplo, Ah, se o garçom me dá uma bala, eu, ele
- 28:55aumenta. E tem uma pesquisa aqui do James
- 28:57e Bolt, time de 92, né? Aumenta a chance é, não é dos
- 29:02promets rins fisherling 2002, ele aumenta AAA gorjeta, né?
- 29:07A chance. É, e o tamanho das gorjetas, né?
- 29:10Sendo que assim é, você vai sofisticando isso.
- 29:13Então, pô, se dá uma bala, é mais gorjeta do que zero bala. 2
- 29:16balas é bem mais gorjeta do que só uma, mas 3 não é muito mais
- 29:21gorjeta do que 2 se não quiser. Daqui a pouco, se o cara deixa 2
- 29:25balas e dá as costas, depois ele volta e fala, espera aí, vocês
- 29:30são muito simpáticos, eu vou deixar mais uma bala para vocês,
- 29:33puta merda aí, dispara. Peso da obrigação de dar, então
- 29:39ele vai sofisticando mais. A análise é de como funciona e
- 29:44como empregar a reciprocidade nas relações.
- 29:48Como a gente explicou muito bem o que que é a coisa brunão, eu
- 29:51vou fechar esse capítulo aqui para fechar o raciocínio e a
- 29:54gente se encontra no próximo episódio, mas antes disso, seus
- 29:56comentários, como de costume e a frase do episódio.
- 29:59É isso. Acho que foi um foi 11 episódio
- 30:01mais de aquecimento aí, né? Para a gente entrar mesmo num
- 30:04nesse conceito. E essa velocidade é.
- 30:07Passamos muito mais por 111 conceituação aqui mais
- 30:12fundamentada, mas a gente vai começar a entrar aqui em outros
- 30:14tópicos que vão ser bem interessantes, né?
- 30:15Por exemplo, o próximo é política, né?
- 30:18Então já já começa bem, aí entra em amostra não tão grátis assim,
- 30:22então a gente vai falar um pouco sobre mostrar essa parte é
- 30:24massa, a regra reforça dívidas não solicitadas, a regra pode
- 30:30desencandear trocas desiguais, né?
- 30:3211 ponto de de observação aqui bem importante.
- 30:37Concessões recíprocas, rejeição seguida de recuo.
- 30:39Então assim, tem muita coisa pra gente ver ainda, né?
- 30:42Dentro desse desse conceito aqui que parece que é algo simples,
- 30:45mas que como foi mencionado aqui no início, né?
- 30:48O autor escreveu 35 páginas. Não à toa, né?
- 30:51Tem um tem muita coisa legal aqui pra gente.
- 30:54Rejeição seguida de recuo é porrada e é um negócio que pouca
- 31:00gente usa intencionalmente, né? Então vale a pena continuar
- 31:02acompanhando aqui, inclusive. Arroba Arthur Dantas Lemos, né?
- 31:06Ou reposta o livro ou o episódio, se estiver ouvindo EE,
- 31:11ou então manda um, manda um inbox lá, manda um direct pelo
- 31:13Instagram. É trazendo aí suas primeiras
- 31:16percepções, né? Os primeiros capítulos aqui do
- 31:18armas da pessoa, não se está gostando ou não, muito obrigado,
- 31:22muito obrigado pelo seu tempo, sei que ele é muito disputado
- 31:26por estar conosco até aqui, o final desse episódio, gostei
- 31:28desse episódio também, está pronto não e teve teve frase do
- 31:32episódio aí. Então eu separei um trecho aqui,
- 31:35legal, né? Porque essa ideia da reprocidade
- 31:37meio que todo mundo já conhece, né?
- 31:39Mas aí o outro trouxe aqui 111 trecho que ele diz o seguinte,
- 31:43embora as obrigações se estendam para o futuro, o seu alcance não
- 31:45é ilimitado. Então, quando se trata de
- 31:48fatores relativamente pequenos, o desejo de retribuir ele ele
- 31:51vai diminuindo com o tempo, mas quando são, são é benefícios
- 31:56mais notáveis. Essa esse desejo, ela ele é
- 31:59prolongado, é. Esse é um trecho legal assim pra
- 32:02pra reforçar Oo conceito que a gente trouxe, mas tem uma frase
- 32:04aqui que eu achei bem legal também, que é logo no início do
- 32:07do capítulo, que é o seguinte, pague todas as dívidas como se
- 32:11Deus tivesse escrito a conta. Porrada, inclusive na conversa
- 32:16da gente. Já tinha passado batido por
- 32:18essa, né? Assim, caro ouvinte leitor,
- 32:21muito obrigado pela sua companhia até o próximo episódio
- 32:24aqui no clube do livro, no Ed podcasts tamo junto.