Latest / SuinoCast · by PPGVET / Perdas Endógenas em Suínos - MSc. José Andrew de Lira | Ep. 328
Transcript
- 0:00O que que são perdas endógenas e o por que que ela é tão
- 0:03importante na avaliação dos alimentos?
- 0:04José? Bom, é a definição.
- 0:08Basicamente, seriam as perdas que os animais têm na no
- 0:14intestino, no trato gastrointestinal dele, né?
- 0:17A partir de descamação, secreção de enzimas ou é qualquer outro
- 0:23tipo de coisa que seja secretada pelo animal no intestino?
- 0:27E a partir disso, ele não consegue aproveitar ou vai ser
- 0:30utilizado e vai ser encontrado nas fezes desse animal ou na
- 0:32digesta depender do tipo de coisa que seja avaliado.
- 0:37Está no ar o primeiro podcast da suínocultura brasileira, o
- 0:41swinocast. O swinocast só é possível
- 0:47através do apoio de empresas inovadoras e que apoiam a
- 0:50educação continuada na suínocultura brasileira.
- 0:54Cerva sempre com você. Além da saúde animal, PAC smart
- 1:00transformação digital para o campo DSM firmenish moldando o
- 1:06futuro dos cuidados com suínos novos, líder em soluções de
- 1:11nutrição inteligente para o crescimento dos negócios na
- 1:14produção de proteína animal, polinutri nutrição animal.
- 1:18Juntos vamos mais longe novo anes.
- 1:23Transformando o mundo através da biologia, autech soluções
- 1:27nutricionais eficientes e sustentáveis para fortalecer a
- 1:31suínocultura. Olá pessoal, vamos para mais um
- 1:34episódio do swinocast. Meu nome é Vinícius cantarelli,
- 1:36sou roxo dessa plataforma. Como sempre trazemos convidados
- 1:39especiais. Hoje nós vamos trazer aqui o
- 1:41doutorando José Lira Barbosa. Ele é faz doutorado na esalq
- 1:47famosa esalq orientado professor urbano Ruiz.
- 1:51José, muito obrigado por aceitar o nosso convite e eu te passo a
- 1:55bola aí para você se apresentar, falar um pouco da sua jornada
- 1:58até aqui, desde a sua formação até o seu processo de doutorado.
- 2:03Ah, primeiramente eu gostaria de agradecer pelo convite.
- 2:07É. Me sinto lisonjeado, né?
- 2:09É bastante. É interessante, gratificante ser
- 2:14convidado para participar ainda mais um podcast que eu acompanho
- 2:17bastante. É bom a minha formação básica.
- 2:22Ela iniciou na Universidade Federal da Paraíba.
- 2:25Eu acabei entrando nessa vertente para trabalho com
- 2:28suindocultura desde o meu técnico em agropecuária.
- 2:34Aí trabalhei um pouco com suindocultura, com avicultura e
- 2:40depois acabei entrando na graduação de licenciatura em
- 2:44ciências Agrárias, que é uma das poucas universidades do Brasil.
- 2:48Que realizam ou que é ministram, formam pessoas, né?
- 2:54Nesse curso, após isso, a no mesmo ano que saí da graduação,
- 2:59em 2022, acabei entrando na pós graduação na esalq como
- 3:04mestrando e orientando do professor urbano e hoje nós
- 3:07trabalhamos basicamente com. Pesquisas envolvendo utilização
- 3:14de ingredientes alternativos, avaliação de ingredientes,
- 3:19nutrientes e digestibilidade, né?
- 3:23Excelente, José, excelente. Novos líder em soluções de
- 3:29nutrição inteligente para sua inocultura, a novos traz 2
- 3:33soluções de destaque, a linha mintrex de minerais orgânicos
- 3:36bicelatados, com estrutura molecular única no mercado.
- 3:41É fonte de maior biodisponibilidade de zinco,
- 3:44cobre ou manganês para melhorar o desempenho e a nutrição dos
- 3:47suínos durante todo o ciclo de produção.
- 3:50Também o aditivo enzimático sibenza, fonte de enzima
- 3:54protease que aumenta a digestibilidade das proteínas e
- 3:58degrada os inibidores de tripsina, favorecendo o sistema
- 4:01imunológico, resposta e a integridade intestinal.
- 4:04Para mais informações, visite o site da novos www.novosint.com.
- 4:13Pessoal, nós estávamos conversando um pouco antes aqui.
- 4:15Eu estava conversando com o José sobre a linha de pesquisa dele.
- 4:18É que ele abordou aqui agora, né?
- 4:19Sobre avaliação de alimentos, linhas de pesquisas muito
- 4:23importante para cadeia produtiva de suínos, né, José?
- 4:26E eu não tenho dúvida que vocês têm uma série de resultados.
- 4:30Eu já conversei um pouco com o professor urbano aí no passado,
- 4:33avaliando aí os DDS, avaliando outros alimentos alternativos,
- 4:37né? Mas hoje, pessoal, nós pensamos
- 4:40dentro da linha de pesquisa deles, um assunto bastante
- 4:43importante, que são as perdas endógenas.
- 4:45E antes da gente explorar bastante esse tema, né?
- 4:49Pelo menos nos próximos 15 minutos, aí 1015 minutos, eu
- 4:54gostaria que o José compartilhasse com a gente o que
- 4:56que são perdas endógenas e o por que que ela é tão importante na
- 5:00avaliação dos alimentos? José?
- 5:03Bom, é a definição. Basicamente, seriam as perdas
- 5:07que os animais têm na no intestino, no trato
- 5:12gastrointestinal dele, né? A partir de descamação, secreção
- 5:16de enzimas. Ou é qualquer outro tipo de
- 5:20coisa que seja secretada pelo animal no intestino e a partir
- 5:24disso ele não consegue aproveitar?
- 5:26Ou vai ser utilizado e vai ser encontrado nas fezes desse
- 5:29animal ou na digesta depender do tipo de coisa que seja avaliado.
- 5:33Bom, e essa seria a definição básica desse tipo de conceito,
- 5:38né? Interessante.
- 5:40E eu? Eu me lembro muito bem.
- 5:41Eu também já participei de uma linha de pesquisa dessa no
- 5:44passado. O José, meu orientador, também
- 5:47trabalhava com alimentos alternativos e a gente sempre
- 5:50discutia isso, né? Dependendo do alimento que você
- 5:52usa, do ingrediente que você usa narração, você vai ter mais ou
- 5:55menos perdas endógenas. E também tem os efeitos
- 5:58qualitativos desses alimentos sobre as perdas endógenas, ou
- 6:01seja, pessoal. Pra ficar um pouco mais claro,
- 6:04dependendo do alimento que você usa, se é mais ou menos fibroso,
- 6:07se é mais ou menos lipídio, você vai ter mais perdas endógenas ou
- 6:11menos e depende da qualidade dessas perdas endógenas, ou
- 6:14seja, qual o perfil de aminoácidos você tem nas perdas
- 6:18endógenas? Ou seja, então por isso que é
- 6:20importante a gente avaliar constantemente diferentes em
- 6:24diferentes situações, as perdas endógenas.
- 6:26E o José compartilhou com a gente um trabalho bem
- 6:29interessante que eu li antes, né?
- 6:30Pra gente explorar aqui hoje. É que é avaliação de perdas
- 6:34endógenas em diferentes idades. Não é só a questão do alimento,
- 6:38né, José? A questão também das idades dos
- 6:40animais. Então, eles pegaram idades dos
- 6:41animais desde 2878, 125 até 243 dias, né, e avaliaram as perdas
- 6:48endógenas dessas fases. Então conta para nós, o José,
- 6:53como é que foi, qual que foi o delineamento desse trabalho,
- 6:56como é que foram as avaliações e quais os principais resultados
- 7:00highlights desse trabalho? É só para lembrar, né?
- 7:02Esse trabalho vocês vão vocês estão tramitando ele no animal
- 7:05fit Science tecnology muito provavelmente vão enviar para o
- 7:08de pipi, né? Na Na Na edição dos Estados
- 7:10Unidos agora em maio de 2025, né?
- 7:14Isso é, ele já foi aceito na realidade do de pipi?
- 7:18É, e nós começamos esse trabalho é com o objetivo de avaliar, né,
- 7:23essa questão de perdas endógenas influenciadas pelas idades.
- 7:27É, tem uma pouco. É pouco conhecido essa questão
- 7:30das perdas endógenas e o tipo de influência que nós observamos, a
- 7:34depender do tamanho do animal, necessariamente muito mais
- 7:37relacionado com a questão do peso e categoria que esse animal
- 7:40se encontra. Aí buscamos tentar encontrar
- 7:45algum tipo de relação com isso, a fim de melhorar os ajustes nas
- 7:50dietas e observar como é. As perdas desse animal e quais
- 7:54são? O que influencia, né?
- 7:56Infelizmente não realizamos todos os os ensaios pra e a
- 8:00todas as análises a respeito disso, mas o nosso trabalho ele
- 8:06avaliou como você comentou, animais com 28 Dias, 78 dias,
- 8:11200. 125 dias e 243 dias de idade, e isso abrangendo cada
- 8:17categoria da fase produtiva dos suínos, ou seja, inicial,
- 8:22crescimento, terminação e adulto.
- 8:24É nesse experimento específico nós utilizamos apenas fêmeas
- 8:28suínas, porque é nesse caso foi mais pensando no animal adulto.
- 8:34É a quando pensamos no animal adulto, no suíno, a maior parte
- 8:38dos animais que estão nessa categoria são as fêmeas, né?
- 8:41Que são aqueles animais que são utilizados em reprodução.
- 8:44Aí nós pensamos mais nessa vertente, pela quantidade e pelo
- 8:48impacto que poderia causar na produção, principalmente
- 8:52relacionado com esse ajuste fino e com a compreensão das perdas
- 8:56endógenas e, consequentemente, na nas exigências e coeficiente
- 9:01de digestibilidade que a gente encontra.
- 9:02Briga. Interessante.
- 9:06E você sabe que quando eu eu olhei pro delineamento
- 9:11experimental, eu eu pensei no primeiro momento, eu, eu, eu fui
- 9:16ousado e hipotetizado de que talvez na fase de 28 Dias que
- 9:21vocês fizeram 28 Dias de idade, 78, 125 e 243 dias, né?
- 9:27Eu imaginei, na verdade. Tô brincando aqui.
- 9:30Hipotetizei não, mas imaginei que os resultados de perdas
- 9:34endógenas logo no pós desmame seria maior.
- 9:37Na verdade, não foi isso que vocês encontraram, né?
- 9:40O José vocês encontraram mais na fase de crescimento e
- 9:42terminação, a perda endógena maior na fase de crescimento e
- 9:45terminação. Foi isso.
- 9:47Foi pra alguns alguns nutrientes.
- 9:50Sim, é. Na realidade a perda endógena na
- 9:54fase inicial foi bem baixa também, foi 11 resultado que nós
- 9:58encontramos que. É um pouco diferente, é quando a
- 10:03gente pensa assim de maneira lógica.
- 10:05É a ainda acaba lendo um pouco sobre a questão de perdas
- 10:09endógenas em outras categorias, né?
- 10:11Em outras espécies, nas aves, isso é o que a gente observa, as
- 10:15perdas endógenas bastante acentuada nessa fase inicial.
- 10:18Claro que a idade seria outra, né, até por causa do da espécie
- 10:21animal, mas no suíno não foi possível observar isso.
- 10:26É não sabemos ao certo o porquê. Mas hipotetizamos algumas coisas
- 10:33que poderia estar relacionado com essa questão de baixa perdas
- 10:39endógenas é, o pessoal fala que um pouco dessa.
- 10:44Dessa característica, né? Dessa mensuração de perdas.
- 10:47Ela é corrigida pelo pelo peso do animal, pelo taxa de consumo
- 10:52que esse animal tem. Só que também uma coisa que nós
- 10:56estávamos tentando observar ou que nós estávamos estudando, era
- 11:00ver se a questão da superfície do intestino também poderia
- 11:04influenciar. Aí poderia ser uma coisa que
- 11:08promoveria uma menor perda nessa fase inicial, coisa que se
- 11:12reverte quando o animal vai crescendo, né?
- 11:15Aí poderia ser uma explicação ou um tipo de ideia que poderia
- 11:18trazer esse tipo de de argumento.
- 11:23É, num primeiro momento eu também pensei isso, né?
- 11:25Ou seja, o volume de alimento impacta é positivamente ou que o
- 11:29relaciona positivamente com as perdas endógenas isso daí seria
- 11:33mais fácil da gente pensar, mas se a gente pensa nesse sentido,
- 11:38eu vou imaginar que. As fêmeas com 243 dias teria uma
- 11:43perda endógena maior. E aí é como isso não se
- 11:47confirmou. Como é que foi calculado o
- 11:50consumo dos animais, ou seja, o racionamento dos animais foi
- 11:54feito como pelo percentagem de piso relativo.
- 11:57Como é que foi feito isso aí? Então é como é de padrão
- 12:02normalmente na nos ensaios de suínos, né?
- 12:04É, nós realizamos o consumo controlado.
- 12:07Todos esses animais, antes de entrar na fase experimental, nós
- 12:12pesamos esses animais, calculamos o peso metabólico e a
- 12:16partir disso nós mensuramos ou é restringimos a alimentação dele
- 12:21pra 2.8 vezes a energia digestiva de mantensa pra esses
- 12:26animais no período experimental. Aí essa foi o método de controle
- 12:30que nós utilizamos, é de forma a padronizar e isso né, pra esses
- 12:35animais. Só que é como nós trabalhamos
- 12:40com dietas isentas de proteína. É nesses animais.
- 12:44Aos primeiro momento, ele não tinha o consumo total dessa
- 12:48dessa dieta, né? Acabava sobrando alguma coisa.
- 12:51Ele se restringia ao máximo, mas o consumo dele era um pouco
- 12:55inferior quando observarmos as as outras categorias.
- 13:01Ou seja, as fêmeas aos 243 dias consumia menos DIP.
- 13:07Na verdade, ela consumia mais proporcional aos não menos
- 13:13proporcional aos animais pequenos, né?
- 13:17Aos animais de crescimento, determinação inicial é isso.
- 13:20Pode ser uma explicação só para ficar claro aí para todos.
- 13:23Pessoal é DIP, né? Dieta isenta de proteína ela
- 13:27normalmente entra nessas metodologias, né?
- 13:30Então ela é uma dieta isenta de proteína e de aminoácidos.
- 13:34E quando a gente é, é é coleta a digesta e encontra aminoácidos,
- 13:40já que ela é isenta de aminoácidos.
- 13:41Quando a gente encontra aminoácidos, a gente já
- 13:43pressupõe que esses aminoácidos são de perdas endógenas,
- 13:46enzimas, hormônios mocina e aí por diante.
- 13:50Falando nisso, o José, por exemplo, na fase de crescimento,
- 13:54eu vi que tinha um aumento de lisina, leoscina e depois
- 13:58treonina, né? Até mais a lisina, até mais do
- 14:01que a própria treonina. Como é que vocês entenderam
- 14:04esses resultados, como é que vocês avaliaram isso?
- 14:09Então é foi uma observação bastante interessante da gente
- 14:14ver. É esses aumentos significativos
- 14:19pra alguns aminoácidos que são de de de certa forma limitantes,
- 14:25né? Pra sua e locultura é.
- 14:29A questão da lisina, ela compreende a composição da
- 14:33maioria das proteínas que nós encontramos no animal, né?
- 14:36Aí 11. Coisa que é bastante importante
- 14:39se observar é que se você tem ela em maior quantidade na no
- 14:44animal, proporcionalmente vai ser encontrado uma maior
- 14:47quantidade. Quando for avaliadas as perdas,
- 14:51é. Isso não se comprova para todas
- 14:55as os aminoácidos porque a composição de determinadas
- 14:58proteínas que estão no intestino desse animal ou no trato gasto
- 15:01intestinal deles é muda sua composição e os níveis de de
- 15:05aminoácidos específicos. Mas a lisina provavelmente foi
- 15:10muito relacionada a isso. Ela compreende uma boa parte
- 15:13dessas proteínas que podemos observar, ainda mais quando
- 15:18falamos na questão de síntese, descamação, tudo do epitélio
- 15:22intestinal, né? Exatamente.
- 15:25E quando a gente fala em metionina, né?
- 15:27É até mesmo a gente. Se a gente for pensar nas nas
- 15:31carboidragens, não, desculpa. Nas proteases, pancreáticas,
- 15:34quimiotripicina, tripicina, ela tem altas concentrações, né?
- 15:40Na sua composição de aminoasso furado, especialmente
- 15:43methionina, né? O que até onde a gente sabe.
- 15:47E realmente, como você ofereceu dieta isenta de proteína?
- 15:51Demandava se menos quimiotripicina, porque
- 15:54provavelmente a carrede de cascata de elastase, tripsina
- 15:57equiptupsina foi menos demandada, consequentemente teve
- 16:01menos metonina nas perdas endógenas.
- 16:04Foi isso que vocês observaram aqui, né?
- 16:06Metonina e triptofano. Bem interessante esse resultado
- 16:09também, isso, tá? E glicina é porque por outro
- 16:16lado, né, se a gente for pensar nas mocinas, além de trionina,
- 16:19né? Tem prolina iglicina.
- 16:21É, elas se encontraram. Um efeito quadrático, não foi?
- 16:27Isso é licina, prolina e serina. A gente licina e prolina.
- 16:36A gente acabou encontrando esse efeito quadrático.
- 16:38Isso também se repetiu, né? Para proteína bruta, no caso, a
- 16:41proteína é digestível na ileal e os aminoácidos totais e leais
- 16:46também foi um efeito quadrático. É.
- 16:49O que é uma pressuposição ou uma teoria que nós observamos é que
- 16:55assim, na fase inicial houve uma pouca perdas endógenas, né?
- 16:59Mas principalmente na fase de terminação é que há aquele
- 17:03desenvolvimento mais acentuado do dos animais.
- 17:07A gente supõe que seja muito relacionado com isso, com a
- 17:10maior secreção de enzimas. É uma maior produção de mucina
- 17:15na realidade, já que a glicina e a prolina elas estão
- 17:17relacionadas. E compreende uma boa parte da
- 17:20formação desses proteínas, aí poderia estar relacionado com um
- 17:24pouco dessa descamação e liberação para a proteção do
- 17:27epitélio intestinal nessa fase. É no animal adulto, quando a
- 17:31gente observa é acaba que os danos podem ser um pouco menor
- 17:36pelo grande desenvolvimento superfície de contato um pouco
- 17:39maior. A capacidade de rigidez não, não
- 17:43seria necessariamente esse termo que poderíamos utilizar, mas a
- 17:46capacidade de proteção do epitélio intestinal nessa fase,
- 17:49que poderia diminuir um pouco AA perda dessa dessas medicinas,
- 17:56dessas proteínas de proteção. Ô José.
- 18:01E frente a esses resultados, quais são as possíveis
- 18:05aplicações práticas ou os insights mais práticos que a
- 18:08gente poderia levar pra pros nossos ouvintes, né?
- 18:11É um tema bastante científico, mas de Extrema importância na
- 18:15formulação das dietas, que muita gente vai em tabelas, né?
- 18:18E aí tem a composição dos alimentos, os aminoácidos
- 18:22digestíveis. Só que é pra feito pra uma fase,
- 18:25né? Normalmente nas fases iniciais
- 18:27tem pouca informação e pra matrizes também tem pouca
- 18:30informação, né? Que que na tua opinião a gente
- 18:33poderia levar pra como como aplicação prática desse desses
- 18:37resultados? É 11 pouco disso que você falou,
- 18:43é? Bastante.
- 18:45É uma, é uma, é uma realidade é que a gente observa na nas
- 18:50tabelas é nutricionais, de exigência e de composição dos
- 18:54nutrientes, ingredientes. Isso é uma realidade
- 18:58incontestável e foi até uma das propostas para a gente realizar
- 19:02esse trabalho. Foi exatamente isso, a
- 19:04incapacidade de encontrar a quantidade de nutrientes
- 19:09digestíveis para determinadas fases de estudo.
- 19:12Porque principalmente a esses ensaios são feitos na idade de
- 19:15crescimento. É e um pouco da fase inicial, a
- 19:20depender do tipo de ingrediente. Pode ser que tenha determinação,
- 19:23mas nunca foi feito em conjunto, né?
- 19:25Apenas para alguns ingredientes específicos.
- 19:28Só que a questão das da dos aminoácidos, não das perdas
- 19:33endógenas dos aminoácidos, elas estão relacionados com aquele
- 19:36ajuste fino, né? É o os aminoácidos.
- 19:40Cada um aminoácido apresenta uma digestibilidade a depender do
- 19:44tipo de ingrediente que está sendo ingerido.
- 19:47Mas muitas vezes, se você avaliar apenas a digestibilidade
- 19:51desse aminoácido, sem avaliar as perdas endógenas, a gente
- 19:54subestima a digestibilidade desses aminoácidos totais das
- 20:00proteínas que vão ser utilizada pelos animais.
- 20:03Dessa forma, provocando uma excreção maior de nutrientes no
- 20:08meio ambiente, que é uma coisa que hoje está bastante alta e é
- 20:12bastante importante de ser observado, né?
- 20:14Uma forma de mitigar os danos ambientais a partir da nutrição
- 20:19que pode ser utilizado, diminuição de custos, tudo isso
- 20:23poderia ser uma coisa bastante interessante, bastante
- 20:26interessante de se trabalhar quando observamos as perdas
- 20:29endógenas. Excelente, José.
- 20:33Concordo contigo. Além de ser obrigatório dentro
- 20:38das formulações de dietas, né? Hoje, cada vez mais, nós temos
- 20:42que pensar além desses pontos que você comentou numa nutrição
- 20:45de precisão. E nutrição de precisão inclui
- 20:47isso, né? Nos ajustes finos, né?
- 20:50E aí assim, a gente já discutia bastante sobre diferentes
- 20:53ingredientes, como eu abordei no início da nossa fala, né, um
- 20:56alimento mais fibroso. Pode produzir mais mucino, um
- 21:00alimento mais proteico, pode produzir mais proteasis, né,
- 21:04além de hormônios, enfim, é. Mas além disso, vocês trazem
- 21:09aqui esse trabalho nesses resultados bem interessantes, a
- 21:11questão da idade e com resultados bem interessantes que
- 21:15a gente até vê. Você deu o exemplo de aves, né,
- 21:17que a aves as fases iniciais tem mais perda endógeno, no caso de
- 21:20suínos não, né? Então eu queria mais uma vez
- 21:24agradecer vocês. Parabenizar pelos resultados que
- 21:28são resultados acho que muito importantes para cadeia
- 21:30produtiva para nutrição de suínos, né?
- 21:33E vocês vão continuar nessa linha, gerando mais resultados.
- 21:37Qual que são os próximos planos? Continuar nessa linha é meu
- 21:42experimento de mestrado. Foi todo voltado para esse tipo
- 21:46de pesquisa, né? É, trabalhamos com tanto as
- 21:49perdas endógenas como avaliação de ingredientes, como eu havia
- 21:52falado anteriormente. A primeiro momento avaliamos a
- 21:55questão de qual produtos, né? Do do milho.
- 21:58Aí pegamos o farelo de glúten com baixa proteína, com alta
- 22:02proteína, o germe desengordurado.
- 22:04Hoje nós pretendemos seguir naquela vertente dos
- 22:08ingredientes mais utilizados na sua enocultura.
- 22:11Aí vamos avaliar novamente as perdas endógenas, que é 11 tipo
- 22:16de ensaio que tem de ser feito pra fazer os cálculos, né?
- 22:19Observar as digestibilidades ileais.
- 22:22De dos aminoácidos? Dos ingredientes EAA depender
- 22:27disso? A depender na verdade, não é.
- 22:30E a partir disso a gente também observar o que provoca essas
- 22:35perdas endógenas um pouco mais elevada e compreender melhor
- 22:39qual é o as diferenças morfológicas.
- 22:43E as diferenças fisiológicas que podem promover o aumento de
- 22:47digestibilidade e a utilização de aminoácidos ao ao decorrer da
- 22:52do aumento, né? Da idade do peso desse animal EE
- 22:55desenvolvimento dele. Interessante, Luciana.
- 22:59Ou seja, em breve vocês vão ter mais resultados aí para
- 23:02compartilhar com a gente. Pessoal, gostaria também de
- 23:06provocar vocês, ouvintes, que são muito importantes para
- 23:09sustentar essa plataforma, né? Que é tão importante.
- 23:13E eu gostaria que vocês compartilhassem com a gente
- 23:15ideias de temas e de pessoas, se possível enviar para nós.
- 23:19No e-mail hello@wizinex.com.br compartilha com a gente nomes
- 23:26que vocês acham que gostariam ou gostariam de ouvir e temas que
- 23:28vocês gostariam de ouvir. Ok, até a próxima.