Latest / RetinaPro / Live #166: Retinopatia diabética: quando operar e quando injetar? | Dr. Gabriel Botelho e Dr. Renato Palácios
Transcript
- 0:00Boa noite meus amigos. Internautas do canal aqui da
- 0:04retina pro meu nome é doutor Gabriel Botelho.
- 0:07Estamos iniciando mais uma live de conteúdo informativo de
- 0:11qualidade de forma gratuita pra todos vocês e hoje nós vamos
- 0:16falar sobre um tema muito importante que é a retinopatia
- 0:20diabética. É uma complicação causada pela
- 0:24diabética e o propósito dessa live é a gente explicar pra
- 0:28vocês. Os principais riscos, né?
- 0:30Da retinopatia diabéticas opções de tratamento e conscientizar
- 0:35também, né? O controle rigoroso da diabete.
- 0:38Então eu agradeço a vocês mais uma vez, né?
- 0:40AAA participação em breve, Oo meu amigo Renato também vai vai
- 0:47entrar aqui com a gente e a gente vai começando a live.
- 0:51É então assim, a gente não batia diabética nada mais é do que uma
- 0:55complicação causada pelo diabético, que é o excesso de
- 0:58açúcar no sangue, né? Então 11, doença que ela afeta
- 1:02os principais vasos sanguíneos do nosso corpo, principalmente
- 1:05os micro vasos, que são vasos pequenos, vasos do rim, vasos do
- 1:09cérebro, do coração, das nossas extremidades, dos dos membros,
- 1:14principalmente os inferiores. E no olho não vai ser diferente,
- 1:17né? Nós temos a retina.
- 1:20Que comparando hoje com uma máquina fotográfica, a retina dá
- 1:24mais é do que o filme fotográfico no nosso olho.
- 1:27E nesse filme fotográfico nós temos vários vasos que vão
- 1:31suprir a oxigenação e nutrientes pra retina.
- 1:35E esses são os vasos que vão ser, digamos assim, afetados
- 1:40pela diabetes, né? Causando a chamada retinopatia
- 1:44diabética. A retinopatia diabética ela pode
- 1:47causar perda visual progressiva e irreversível se não tratado,
- 1:52ou seja, se o paciente ele chega num estágio muito avançado da
- 1:55retinopatia diabética, com muito sangramento.
- 1:58Por esses microvasos que eu acabei de comentar, a gente não
- 2:01consegue 11 tratamento tão eficaz, né?
- 2:05Por isso que a gente tem que ter.
- 2:06Em breve vou falar sobre o rastreio da retinopatia
- 2:09diabética. Então o que são os pacientes que
- 2:11estão em risco de ter a retinopatia diabética?
- 2:15São todos os diabéticos, tanto os os tipo um quanto tipo 2.
- 2:19E tem mais ricos riscos. Quem tem mais tempo de
- 2:22diabéticos, ou seja, aquele paciente que tem 10 anos de
- 2:25diabéticos, ele tem muito mais chance de ter.
- 2:26A gente não pode tirar diabética do que aquele paciente que
- 2:29acabou de descobrir. Paciente que tem controle
- 2:33glicêmico inadequado, né? Que tem glicemia alta, que não
- 2:37controla. Paciente que tem também
- 2:39hipertensão arterial é hipertensão mesmo se a diabete
- 2:42tiver controlado e o paciente ele tiver hipertensão arterial e
- 2:46ela não tiver controlada, a gente pode ter aí também
- 2:51progressão da reginopatia diabética e de de epidemia, né,
- 2:54que é o excesso de gordura no sangue.
- 2:57O Renato, doutor Renato, vai entrar agora, né?
- 2:59Eu vou abrir um parêntese aqui na live pra chamar o meu amigo
- 3:03doutor Renato Palacios, que é. Cirurgião também de retina e de
- 3:09catarata. Igual a mim, né, Renato?
- 3:11Se apresente aí meu amigo, pros internautas que estão nos
- 3:13escutando. Olá pessoal, tudo bem?
- 3:17Boa noite. É pra quem não não conhece, né?
- 3:20A nossa clínica, a retina pró Gabriel já falou que toda quarta
- 3:23a gente está aqui, né, no nosso encontro, e eu sou doutor Renato
- 3:27Palácio, é cirurgião, catarata e retina, né?
- 3:31Fiz doutorado pela unifesp, fiquei um ano lá na França nessa
- 3:34parte. Nessa parte cirúrgica, né?
- 3:37E é isso aí, né? Estamos aqui pra pra tirar as
- 3:41dúvidas sobre diversos temas. Hoje é sobre esse, né, Gabriel?
- 3:45Já retinopatia diabética. Exatamente, né?
- 3:48Aí a gente quer. Aí a gente tá fazendo uma
- 3:50introdução sobre a retinopatia diabética e no final a gente vai
- 3:54comentar bastante, né, sobre o tratamento dos pacientes com
- 3:57retinopatia diabética. E você vai receber quando que
- 3:59vai fazer injeção, quando que vai fazer leasing, quando que
- 4:02vai ser cirurgia, né? Cada caso é um caso.
- 4:05E aí eu acabei de comentar, né, sobre, eu falei uma breve
- 4:08introdução sobre como é que funciona a diabetes nos ódios.
- 4:11E eu queria só que tu comentasse aí como é que funciona o
- 4:14acompanhamento oftalmológico no paciente que tem diabetes, né?
- 4:18Como é que, digamos assim, o endocrinologista, ele ele
- 4:21diagnosticou a diabete no paciente, e aí a partir desse
- 4:25momento, esse paciente, ele vai ter que ter um olhar mais,
- 4:27digamos assim, detalhado pra retina dele, né?
- 4:31Como é que vai ser esse acompanhamento?
- 4:33É se vai ser anual, semestral e que exame principal deve ser
- 4:37feito. Comenta aí pro pessoal.
- 4:41É, exatamente existem. É vários graus, né, de
- 4:45retinopatia diabética, né, muito leve, leve, moderada, grave,
- 4:49muito grave. E tudo isso é o tempo de doença,
- 4:53né, do paciente e também o descontrole da doença.
- 4:56São são fatores de risco aí, né? Então aquele paciente que já tem
- 4:59a doença há 20 anos, 30 anos e aqueles.
- 5:02E aquele paciente que que tem a doença descontrolada, né?
- 5:05Tem maiores chances de desenvolver retinopatia
- 5:08diabética? EE outras coisas também é nos
- 5:10outros órgãos alvo, né? Nefropatia diabética, né?
- 5:13No rim é no coração, enfim. Mas então, se o paciente tem
- 5:18vários estágios de retinopatia diabética, no consultório a
- 5:21gente são pacientes recém diagnosticados de diabéticos.
- 5:25Não tem nada no exame do mapeamento de retilina.
- 5:28Eu geralmente costumo dar 11111 retorno anual, né?
- 5:32É se é nesses pacientes assim que que estão com exame, 100%,
- 5:37ok, um diabético controlado de pouco tempo.
- 5:39Agora, se a gente já vê alguma microalteração, micro aneurisma,
- 5:44como a retinopatia diabética muito leve, que já tem ali um
- 5:49pontinho de saneamento, aí eu. Qualquer micro alteração eu já
- 5:52dou 111 retorno a pelo menos a cada 6 meses, né?
- 5:56E isso é o exame básico de mapeamento de retina, né, que é
- 6:01o exame que a gente faz no consultório de lata.
- 6:04Pupila é um exame super rápido, EEEA gente faz EE de 6 em 6
- 6:09meses, é o paciente tá tá coberto aí depois a gente lança
- 6:13mão de alguns exames mais profundos, né, como a tomografia
- 6:17ou ACT pra. Diagnosticar edema de mácula
- 6:21quantificar, né? Esse edema de mácula, se já
- 6:24tiver partir dos casos ali de refinopatia diabética moderada,
- 6:28né? Em alguns casos a gente já vê um
- 6:30edema macular, né? EE aí tem os casos mais graves
- 6:36de sangramento, a gente não pasia diabética, proliferativa,
- 6:39que aí a gente tem que fazer laser, às vezes tem que fazer
- 6:41cirurgia, né? E.
- 6:45Mas é o pior caso, é aquele que o paciente já chega no nosso
- 6:48consultório com a visão muito baixa e 1 e 1 diabetes.
- 6:52É uma retinopatia diabética já muito avançada e grave.
- 6:55Aquele paciente que nunca tratou, nunca fez um laser,
- 6:58nunca fez, não fazia o exame de mapeamento regular, né?
- 7:01Esses são os casos geralmente mais drásticos, né, porque aí já
- 7:04chegam na gente com a gente num grau já de geralmente salvar a
- 7:08visão. Não é nem tanto de melhorar
- 7:10muito a visão, é já é de salvar a visão, né?
- 7:14E então é um mapeamento de retina, né, Gabi?
- 7:17Exatamente. Então excelente, né?
- 7:19O Renato fez aí 11 boa revisão, bem bem detalhada e ao mesmo
- 7:23tempo bem prática pra todo mundo, né?
- 7:26Então assim, o paciente diabético, digamos, descobrir
- 7:29que hoje eu tenho diabetes, a partir de hoje eu tenho que ir
- 7:31pelo menos uma vez ao ano ao oftalmologista.
- 7:34E esse oftalmologista de preferência, se pudessem um
- 7:36retinólogo, seria muito bom. E aí, seu oftalmono, se ele vai
- 7:40fazer o mapeamento de retina anual e se o se for
- 7:43identificado, a gente não pode. Diabética, dependendo da
- 7:46gravidade, ele vai indicar tratamento, acompanhamento,
- 7:49homoregular, né? Então isso aí vai depender do
- 7:52caso e a gente não pode. Diabética ela evolui, ela começa
- 7:55muito leve, o que a gente chama de uma forma não proliferativa
- 7:59proliferativa. Ele vem aí quando tem neovados.
- 8:02Que são os vasos que a gente chama, que são vasos do mal, né?
- 8:05São vasos que eles não são competentes, eles são vasos que
- 8:07extravasam, que ficam sangrando, é extravasa líquido e sangue.
- 8:11E a gente tem essa fase inicial, que é a anão proliferativa, ou
- 8:14seja, não tem neovasos. A gente só tem hemorragias
- 8:18estudados, que são acúmulo de líquido, né?
- 8:20E micro anorima, que são 11 pequena maior formações no vaso
- 8:24dilatações, que podem também ter é acumular líquido na retina.
- 8:29Então essa fase mais inicial, né?
- 8:31A gente tende a ter 11 acompanhamento regular, já na
- 8:34fase que a gente chama proliferativa.
- 8:36Quando cresce esses vasos anômulos, tem mais risco de ter
- 8:39hemorragia intravítria, que é uma hemorragia na cavidade
- 8:43geratinosa do olho, que é transparente, ou até mesmo, em
- 8:46casos mais avançados, de um descolamento de retina que esses
- 8:50neovasos, eles crescem, formam trações, pão de fibrose e
- 8:53tracionam retina de escola. Então esse era um estágio mais
- 8:57final, né? Mais grave.
- 8:59E fora isso, dividido e não proliferativa e proliferativa, a
- 9:03gente tem a presença ou não do edema.
- 9:05Macrodiabético a macro, ela era central da retina.
- 9:08É onde são formadas as imagens mais detalhadas, a visão mais,
- 9:13digamos assim, de detalhes. E quando a gente tem líquido
- 9:16nessa mácula, é a principal causa de baixa divisão no
- 9:19paciente diabético. Isso é chamado de edema macular
- 9:21diabético. Então, a diabética, ela casa o
- 9:24sintoma. Nas fases iniciais, geralmente
- 9:27ele é assintomático o paciente, ele simplesmente não tem
- 9:29sintoma, né? Já na a fase mais, mais, mais
- 9:34tardia e moderada tardia, a gente pode ter manchas na visão,
- 9:38pode ter perda, subida na visão, né?
- 9:39Quando esses neovados eles sangram, pode ter visão borrada.
- 9:43E a gente vai lançar mão de alguns exames diagnósticos, né?
- 9:47O primeiro dele é o mapeamento da retina, o segundo deles é a
- 9:51tomografia de coreência óptica, que é OCT.
- 9:55E o último, tão importante quanto, é a angeloflorescer e
- 9:58inografia, né? Tem um nome feio que leva um
- 10:00contraste e é um exame seguro também, apesar do que o paciente
- 10:04às vezes tem medo que leva um contraste, mas é um exame super
- 10:07seguro. Queres comentar um pouco para
- 10:09ele sobre esse esses exames? Até comentar que a gente tem na
- 10:11clínica, né? OOCT antiógrafo, que faz agora a
- 10:14tomografia panorâmica da retina. É exatamente então o mapeamento
- 10:20de retina. É o é o exame básico, né?
- 10:22De consultório. E aí quando o paciente vai
- 10:25desenvolvendo ali, a gente suspeita de alguma alteração ou
- 10:28ele já tem alguma alteração aí na retina.
- 10:31E pra acompanhamento a gente lança mão desses outros exames,
- 10:33né? A tomografia de coerência ótica,
- 10:36que é OACT, né? Que faz aqueles cortes
- 10:38microscópios das 9 camadas da retina, quantifica o edema, vê,
- 10:42vê se nos casos mais graves ali a proliferação, né?
- 10:45Fibrobrascular, o descolamento de retina, tracional também.
- 10:48A gente tem uma noção do plano, né?
- 10:50De clivagem. Agora tem a retinografia
- 10:53panorâmica, que é um exame que eu gosto muito também de mostrar
- 10:56para o paciente, porque o paciente consegue ver ali onde
- 11:00estão os pontos de sangramento, é onde está OOOO, se é caso
- 11:06cirúrgico, o descolamento de retina tradicional, enfim, eu
- 11:08consigo mostrar a imagem também é.
- 11:12Às vezes é 11 sangramento muito intenso.
- 11:15A gente faz o ultrassom, né? Gabriel OA ultrassonografia
- 11:18quando. A gente não consegue ver os
- 11:20detalhes da retina por causa da da que o sangue está muito
- 11:24grande em alguns casos. Então a gente tem que fazer o
- 11:26ultrassom pra pra conseguir ver por trás desse sangue e ver se
- 11:29AA retina está está colada ou se tem área que está descolada.
- 11:33E às vezes o paciente também com uma catarata muito grande, né?
- 11:36Esses casos diabéticos, principalmente os avançados, é,
- 11:41eles aceleram um pouco a formação da catarata.
- 11:43Então às vezes a catarata é muito grande, a gente também não
- 11:46consegue ver a retina e também faz o ultrassom.
- 11:49Agora o os exames mais profundos são são, é a tomografia de
- 11:53coerênciótica associada a angiografia ou você tem
- 11:55angiografa, né? Na clínica a gente tem esse esse
- 11:58aparelho novo que que consegue ver a retina bem ampla, né, num
- 12:02corte dela bem amplo, então a gente consegue ver é o detalhe
- 12:06dela é microscópico, né? É um exame que a gente consegue
- 12:10fazer tanto a parte anterior do olho quanto a posterior, nesse
- 12:13caso da da retina, né, posterior EE é um exame super.
- 12:18Super é profundo e complementar, né?
- 12:22A gente não pede para todos os pacientes, mas é um paciente que
- 12:26já tem ali uma alteração. A gente pede sempre.
- 12:29Legal, eu vou. Vou projetar uma imagem agora
- 12:33que eu queria mostrar para eles uma slime, seu PDF.
- 12:46Ver se eu consigo compartilhar a tela perfeito.
- 12:52E a Geografia com o contraste a gente ainda faz, né?
- 12:55A gente faz cada vez menos, mas ainda faz, né?
- 13:00Então dá para ver aí, né? Eu coloquei uma retinografia.
- 13:02Dá para ver aí, né, Renato? Dá, dá sim.
- 13:05Então assim, esse paciente tá, isso aqui é uma retinografia
- 13:08panorâmica, é um exame fantástico, né, que a gente tem
- 13:11exposição lá da clínica, porque ele vê a retina como um todo e
- 13:14não vê sua parte posterior do olho, ele vê toda a retina, né,
- 13:17todos os quadrantes da retina, então a gente consegue demitar
- 13:21muito bem um problema na retina desses pacientes.
- 13:23Então essa é uma paciente que ele ela tem retinopatia
- 13:26diabética, né, ela tem sangramentos, ela tem é
- 13:29hemorragias intra retinianas que a gente chama esses
- 13:31sangramentos, né? E aí eu queria comparar.
- 13:35Esse caso aqui com o próximo caso, que já é um caso bem
- 13:38avançado, é um caso que a gente não consegue ver detalhes da
- 13:41retina porque ela tá com sangramento na cavidade vítrea
- 13:45do olho, né? Essa paciente e ela tem também
- 13:48essa parte branca que vocês estão vendo, é o descolamento da
- 13:51retina pelas trações da retinopatia.
- 13:55É diabética. Então o primeiro caso geralmente
- 13:58a gente trata, né? Porque já tem o esse caso, eu
- 14:01comentei. Que só tem esse sangramento, já
- 14:03tem neovasos também inferior, a gente vê umas dilatações, isso
- 14:06já são neovasos, a gente trata com laser, né?
- 14:10E como essa paciente tem também ademo macular diabética, a gente
- 14:12vai tratar com as injeções, que a gente vai comentar a seguir.
- 14:15Já esse outro caso que tem o descolamento da retina, a gente
- 14:20precisa fazer cirurgia, né? Então essa paciente, Ela Foi
- 14:24submetida a uma vitrectomia, que é uma cirurgia super segura para
- 14:28colar essa retina, e feito um implante de óleo de silicone.
- 14:32Mais curiosamente, esse está ouvindo aí, Renato.
- 14:36Tá, então esse é o exame que o Renato comentou, né?
- 14:38Que é Angel Flu da histanografia.
- 14:39A gente injeta um contrato na veia do paciente e de forma
- 14:43também panorâmica. A gente consegue ver todos os
- 14:45vasos e sangramentos e a gente consegue perceber que esses
- 14:49pontos brancos, esses borrões brancos, são todas essas áreas
- 14:52de inovados que ainda estão. É, digamos assim, é
- 14:57extravasando, né? No exame, então esse paciente
- 14:59que apesar de ter feito laser que essas áreas branquinhas
- 15:02circunscritas, ele ainda tem arquinopatia diabética ativa, e
- 15:06agora vou mostrar para vocês esse mesmo paciente, esse mesmo
- 15:10olho, né? Só que esse é a é a tomografia
- 15:14da retina oct com Geografia se contraste, então a gente
- 15:18consegue ver, digamos assim, os mesmos vasos.
- 15:21Só que sem injetar o conclate. Então são exames fantásticos.
- 15:25A gente consegue hoje em dia ter o que a gente chama na medicina
- 15:28de avaliação multimodal. Isso o paciente, ele ganha
- 15:31muito, tanto no acompanhamento quanto no tratamento.
- 15:33A gente consegue ter melhores condutas pra aquele paciente,
- 15:37né? Então.
- 15:39Essa é uma Geografia do paciente, né?
- 15:41E desse mesmo paciente a gente tem a tomografia, a tomografia
- 15:45de coerência ótica. OCT.
- 15:47Com a Geografia sem o contraste, a gente consegue ver os
- 15:49neovasos, né? Essas áreas mais mais escuras
- 15:52aqui são áreas que não tem, digamos assim.
- 15:55É, é. É.
- 16:00Irrigação de sangue, né? Então eu acho que a gente
- 16:03resumiu bastante, né? A.
- 16:05A reitinopatia diabética. E acho que agora a gente
- 16:09consegue falar sobre os tratamentos disponíveis, né?
- 16:11Então a gente tem 4 principais tipos de tratamento que a
- 16:15fotocoagulação retiniana a laser é o tratamento mais antigos para
- 16:19diabetes, as injeções de hidravitra, tanto de
- 16:22antiogeogênicos quanto de corticosteroide, né?
- 16:25Que a gente tem um implante de dexametasona, a cirurgia da
- 16:28retina, que é a vitractomia via paz plana.
- 16:31Então a gente vai falar de cada um deles.
- 16:33E só lembrando, pessoal, a decisão do tratamento, ela
- 16:36depende da gravidade da retinopatia e a gente faz de
- 16:40forma personalizada, né? Cada paciente vai ter indicação,
- 16:43não é porque o seu vizinho ele tem diabete, fez de fotoclação a
- 16:46retinando leis que você também vai fazer seu caso pode ser já
- 16:50para vitrectomia e vice versa. Então a gente tem que entender
- 16:53que cada paciente ele vai ter uma gravidade da doença da
- 16:56retinopatia e a gente vai é fazer o tratamento conforme.
- 17:02A gravidade quero de comentar pra eles aí um pouquinho da da
- 17:06da fotocoagulação da injeção e da da cirurgia.
- 17:11É isso aí que tu falaste, né? Que que cada paciente tem é
- 17:16diferente um do outro. Não só cada paciente, como cada
- 17:20olho do mesmo paciente, né? Então, por exemplo, tu pegas o
- 17:24olho direito do mesmo paciente. Pode estar num estágio onde o
- 17:27gente não pode tirar diabético e pega o olho esquerdo desse mesmo
- 17:30paciente. Ele já pode estar em outro
- 17:32estágio. Então pode ser que o direito já
- 17:34esteja num caso de operar, já esteja com descolamento da
- 17:37retina ou já esteja com uma hemorragia vítrea grande.
- 17:40E pode ser que o outro olho não pode ser que o outro olho esteja
- 17:44com com com sangramento, é, mas não seja ainda um caso
- 17:48cirúrgico, vamos falar assim. Então claro que é muito difícil
- 17:51a gente ver um olho. Já muito grave com descolamento
- 17:55de retina tradicional com com hemorragia grande e o outro olho
- 17:59sem nada, né? É muito difícil isso acontecer.
- 18:02O outro olho não tem nada e o outro olho grave, mas existe
- 18:06casos sim de de um estar mais grave que o outro, um precisar
- 18:10de cirurgia e o outro olho não. E então?
- 18:15E outra, você está com descolamento de retina
- 18:17tradicional? Seu vizinho tem um descolamento
- 18:19de retina tradicional diabético? O mesmo problema, cada
- 18:22descolamento de retina é único, é diferente, abrange uma área da
- 18:27retina, cada caso é um caso, então é muito comum Oo paciente
- 18:31ouvir, Ah, o meu vizinho estava com diabetes, aconteceu isso,
- 18:34isso e isso. Então tem casos que o paciente
- 18:37tem um glaucoma secundário, tem casos que não tem, tem casos que
- 18:40o descolamento é maior, tem casos, então, então é, é muito
- 18:44individualizado, entendeu? A gente sempre fala que os
- 18:46pacientes não. Tentarem, principalmente se
- 18:49esses casos de diabetes não ouvirem assim, Ah, o que
- 18:51aconteceu com o vizinho ou com outro, porque cada caso é um
- 18:54caso. Agora, eu também sempre falo pro
- 18:56paciente que tudo isso que a gente tá falando aqui falta com
- 18:58a agulação cirurgia é, mas o principal é o controle
- 19:03glicêmico, né? Porque não adianta também a
- 19:05gente fazer o laser, fazer a cirurgia, se o paciente vai
- 19:09continuar lá com seu diabete super descontrolado.
- 19:13EE enfim. Não vai, não vai melhorar, não
- 19:18vai ter 1111. Sucesso esperado, né?
- 19:22Então a fotocoagulação a laser, ela é um ambulatorial, a gente
- 19:28faz no ambulatório, às vezes um paciente diabético precisa de
- 19:31muito laser, a gente faz umas 3 sessões ou numas 4 sessões,
- 19:34depende de cada caso. EE aí isso é para aquelas áreas
- 19:40do exame que tu mostraste, aquelas áreas mais escuras no
- 19:43canto, na periferia, aquelas áreas que a gente chama de
- 19:45isquemia, né? Aquilo ali é estímulo pro pros
- 19:48neovasos crescerem, né? Então aquele paciente que foi
- 19:51mostrado, por mais que ele já tivesse laser, mas ele não tinha
- 19:54tanto laser assim na periferia, então na periferia ele tinha ali
- 19:58mais na linha do Equador que a gente chama, então ali na
- 20:00periferia, né, ainda tá isquêmico, então o neovaso vai
- 20:05continuar. Ali é ativo, então tem que fazer
- 20:08naquele paciente mais laser na periferia, tá?
- 20:12Existe hoje uns protocolos, uns estudos que.
- 20:15É, ao invés de fazer o laser, faz injeção mensal, faz várias e
- 20:20várias e várias e fica fazendo injeção mensal por 12 anos, vai
- 20:24fazendo em forma de de substituir o laser.
- 20:28Mas a gente sabe também que isso na prática é complicado, porque
- 20:32o paciente tem que ir lá todo mês na clínica fazer injeção.
- 20:35Apesar de ser um tratamento excelente, a gente usa na
- 20:39prática hoje mais pra um pros casos de edema macular, né?
- 20:43Os casos que a que a mácula tá inchada, né?
- 20:46Ou então naqueles casos que por alguma limitação, o paciente não
- 20:51consegue fazer laser, né? É, às vezes um paciente é
- 20:55cadeirante, não consegue ali sentar na cadeira do laser, já
- 20:58tive um paciente assim, EEE, aí é mais fácil levar pro centro
- 21:02cirúrgico, EEEE, fazer injeção, enfim, cada caso é um caso, mais
- 21:07é, é ou laser tem suas indicações, né?
- 21:10Na retinopatia diabética, proliferativa.
- 21:12É com isquemia EEEE. As injeções têm suas indicações
- 21:16nesses casos também. E cirurgia a gente sempre tenta,
- 21:19né? É quando tem hemorragia grande
- 21:22ou descolamento de retina tracional.
- 21:25Perfeito, meu amigo. Fantástico, essas explicações.
- 21:27Então, resumindo o que o Renato falou, a falta de população
- 21:30retiniana a laser, ela é utilizado para os casos que tem
- 21:33a retinopatia diabética proliferativa, ou seja, ele tem
- 21:36aqueles neovassos ou até naqueles casos que é não
- 21:38proliferativa. Grave que está no estágio que a
- 21:41gente chama pré proliferativo, ou seja, que se você não tratar,
- 21:44vai proliferar quando tem muita isquemia, né?
- 21:47Essas essas áreas de falta de perfução.
- 21:49Então a gente faz o laser, né? Feito ambulatoriamente, que vai
- 21:52destruir a retina, que não está sadia, aquela retina que não
- 21:55serve pra muita coisa. As injeções intravítrias de
- 21:59antiogeogênico são são medicamentos que eles vão
- 22:02reduzir AAO, que é que a gente chama de vgf, que é o fator de
- 22:07crescimento do ideal, que é um fator.
- 22:09Que gera é, digamos assim, um ambiente pra retina, que gera um
- 22:14inchaço na retina, gera nevasculação.
- 22:16Ou seja, a gente vai injetar anti geogênicos e ante outras
- 22:20outras moléculas que a gente tem ali, potencialmente No No
- 22:24diabetes, né? Então a gente vai fazer injeção
- 22:27entre a vitra dessas dessas medicações.
- 22:30É feita no centro cirúrgico, né? Uma aplicação rápida com a
- 22:33anestesia local, em raros casos. Precisa de sedação e nós temos
- 22:37também as implantes intra vidros de corte costo erótico nós temos
- 22:42no mercado osurdex, né? Que é a dexa metazone, o
- 22:45implante que a gente faz também geralmente para casos que não
- 22:49respondem o anti geogênico, o caso que a gente chama mais
- 22:51inflamatórios, né? São casos que são com inchaço na
- 22:54retina acadêmica, muito mais antigos.
- 22:57Que a gente já vê que não tem uma boa resposta.
- 22:59A gente pode lançar mão dele. Ele, geralmente ele fica mais um
- 23:02tempo no olho por ser um implante.
- 23:04Então, em geral a gente vai fazer as injeções quando
- 23:07injetar, né? Que é a pergunta da live.
- 23:09Quando a gente tem o edema macular diabético, a gente vai
- 23:12fazer tanto injeção intravitra do angiogênico ou do do
- 23:17corticoide, né? A gente pode associar em casos
- 23:20que tem a gente não patia a diabética, proliferativa como um
- 23:23adjuvante ao laser. A gente tem os protocolos que o
- 23:26Renato comentou, né, que a gente fazia como alternativa ao laser.
- 23:30Mas o paciente, ele tem que ir muitas vezes, né, durante o ano
- 23:33lá no consultório para fazer injeção.
- 23:35E tem um custo um pouco mais elevado que o laser.
- 23:37E a gente pode fazer também naqueles casos que tem
- 23:40hemorragia vitro, que seja aquele sangramento na cavidade
- 23:43vitro do olho. Muito leve, né?
- 23:46Muito tranquilo que ainda não indique assim, digamos, uma
- 23:49vitractomia. Não é um sangramento muito
- 23:50extenso. E eu também.
- 23:52Eu gosto muito de fazer a injeção intravitra previamente 5
- 23:56dias antes da vitractomia, digamos assim, eu vou fazer uma
- 24:00vitrectomia, uma cirurgia de retina.
- 24:02Num paciente que tá com a retina descolada, a gente faz a injeção
- 24:06intravitra de antiogênico 5 dias antes, 7 dias, porque a gente
- 24:10vai ter uma cirurgia mais controlada, com menos
- 24:12sangramento, com menos intercorrência.
- 24:15E um pós operatório também mais tranquilo.
- 24:17Então em geral, né, pra diabetes, as 4 principais
- 24:20indicações de injeções entre a vitra, né?
- 24:23Quando que eu vou injetar nesse paciente?
- 24:25Não é demomacular diabético na artinopatia diabética
- 24:28proliferativa quando a gente tem como adjuvante ou laser, né, pra
- 24:31controlar mais rápido aquele paciente, nas hemorragias vitras
- 24:35mais leves e também previamente a vitractomia.
- 24:40Agora como é? Quando é que a gente vai indicar
- 24:42a chamada vitregtomia via paz plana?
- 24:45Enfatizar que assim, 11 cirurgia altamente tecnológica, né?
- 24:49Em cada vez mais segura, o nome até assusta um pouquinho.
- 24:53Então resumo, ela é feita também no centro cirúrgico, eu vou até
- 24:56colocar aqui AA de novo, apresentar para vocês, pronto.
- 25:03Então então é feita no centro cirúrgico, a gente tem na
- 25:06clínica um aparelho chamado ngenuite.
- 25:11E o que que acontece? Nós conseguimos fazer a cirurgia
- 25:14através de uma TV de alta definição, de alta qualidade.
- 25:18E essa TV ela fica acoplada ao microscópio tradicional.
- 25:22Então a gente chama esse é esse sistema chamado giangenuit e a
- 25:25gente usa um óculos especial em 3 DEA.
- 25:28Gente vai poder visualizar todos os detalhes da cirurgia nessa
- 25:32televisão, né? Então a cirurgia a gente faz.
- 25:35No centro cirúrgico é a chamada vitractomia via paz plana.
- 25:38E a gente vai com esse sistema de visualização em 3D que
- 25:43consegue propor pra gente, né? Uma visualização melhor de
- 25:45detalhes, uma cirurgia mais segura, profundidade melhor do
- 25:49foco. A gente tem uns corantes que a
- 25:51gente pode usar, uma, umas cores que fica melhor pra visualizar.
- 25:54Então a vitractomia em si, ela é uma cirurgia que a gente insere
- 25:58trocatas microscópicos no olho, a gente vai fazer a remoção da
- 26:03gelatina do olho. Quando tem hemorragia, vitra.
- 26:06E a gente vai colar essa retina que tem essas trações, né?
- 26:10Através de micropinças. E ao final da cirurgia a gente
- 26:13vai colocar o que a gente chama de substituto vitro.
- 26:16Geralmente no paciente diabético a gente opta pelo óleo de
- 26:20silicone, que é 11 substância transparente.
- 26:24E esse óleo de silicone, ele vai preencher essa cavidade vitra e.
- 26:28Durante o pós operatório ele vai trazer mais estabilidade para o
- 26:32olho desse paciente que tinha a retina descolada pressionando
- 26:34essa retina. E após alguns meses a gente opta
- 26:37por retirar esse óleo de silicone, porque ele pode trazer
- 26:40também complicações com o aumento da pressão Inter ocular.
- 26:43Existe também 11 alternativa, que seria a infusão de um gás.
- 26:47Quando a gente não tem descolamento de retina tão
- 26:49extensos, não tem sangramentos tão ativos, né?
- 26:53A gente pode lançar mão desse gás e.
- 26:58Deixa eu só remover aqui e também pode deixar o olho com
- 27:01uma solução salina balanceada, que é chamado BSS, né?
- 27:05Ou então mesmo com AE, assim resumo, essa seria né AA
- 27:09vitractomia, veio a paz plana é uma cirurgia segura, né?
- 27:13Só que a gente tem que evitar o máximo, porque tem que lembrar
- 27:15que toda cirurgia ela tem riscos, né?
- 27:17Mesmo que os riscos sejam pequenos, elas existem riscos.
- 27:20Quando é que nós vamos lançar a mão da vitractomia, né?
- 27:23Ou seja, quando operar, que é a pergunta da live.
- 27:26Quando a gente tem paciente com hemorragia vitra persistente,
- 27:29né, que é essa hemorragia na cavidade vitra do olho e ela não
- 27:32reabsolve sozinha. Ou seja, o paciente ele chegou,
- 27:34olha, minha visão baixou semana passada aí o que que eu faço?
- 27:38Eu tento identificar aquele sangramento, é por causa da
- 27:41diabete e a gente vai, digamos assim, adiantar pedir o pré
- 27:45operatório, fazer ultrassom, né? E vai ver se essa hemorragia vai
- 27:48reabsorver sozinha ou não durante essas semanas.
- 27:51Se não absorver, tem que operar, né?
- 27:53Quando o paciente ele tem um descolamento de retina
- 27:55atracional, que é esse descolamento secundário da
- 27:58diabete por conta dessas membranas, né?
- 28:01Essas atrações, ele é a ameaça à área central da visão, a macro,
- 28:05ou então ele ele ele já tá nessa área central.
- 28:08A gente tem pode ter também membranas epi retinianas, ou
- 28:12seja, membranas que são sobre a retina, sobre a mácula no
- 28:15paciente diabético, né? Ela pode ser secundária,
- 28:18diabética. E se essas membranas forem muito
- 28:20robustas, muito, digamos assim, complexas, a gente pode tirar.
- 28:24A gente tem também uma condição chamada tração vidromacular, a
- 28:27gente não pode diabética também quando a gelatina do olho ela
- 28:31puxa a retina e traciona e dá distorção na imagem.
- 28:35E a gente tem também outras complicações graves, né?
- 28:37Da retinopatia diabética, infelizmente a gente pode
- 28:39evoluir também nos casos com glaucoma, nevascular e a
- 28:43vitractomia pode ser também adjuvante esse tratamento então,
- 28:47né, em resumo, né? A gente tem casos pra operar.
- 28:51Hemorragia vitra persistente descolamento de retina,
- 28:54tracional membranas sobre a retina e a é complicações da
- 29:01diabetes, né? Queres comentar alguma coisa,
- 29:04Reinaldo? É não perfeito.
- 29:07Quero falar assim perfeitamente sobre AA vitractomia, né?
- 29:11É, lembrando que, é claro, a cirurgia, a gente.
- 29:14Tentar deixar como última opção, mas quando a gente indica é uma
- 29:19cirurgia super segura, né? Hoje, cada vez com com um gau de
- 29:22menor, ou seja, com AO instrumento que a gente entra
- 29:26né, através da esclera do paciente, cada vez mais fino,
- 29:28né? EE com cortes né, que que que é
- 29:33a vitractomia esse nome vitractomia pra gente remover o
- 29:36vitro, né? O vitro é o gel que tá ali no
- 29:39diabético com gel anormal e que tá tracionando ali a retina, né?
- 29:44E que e que o sangramento, quando tem também muito
- 29:47sangramento, faz com que esse vitro deixe de ser transparente
- 29:50e fique cheio de sangue. Então a gente elimina esse
- 29:52vidro, a gente remove esse vidro e depois põe um substituto
- 29:55vitro, né, que é o óleo de silicone.
- 29:57Geralmente nesses casos mais graves, né?
- 29:59É se é uma hemorragia vitro, é sem desrolamento ou sem a gente
- 30:02não põe o óleo, mas é a gente põe gás ou ar ou ou até o
- 30:07próprio BSS, que é um líquido, um líquido que simula Oo uma
- 30:11composição. Mais natural, só que geralmente
- 30:14nesses casos mais graves, a gente põe o ódio de silicone,
- 30:17né? Então a gente é lança mão de da
- 30:20tecnologia, né? Eu sou fã da tecnologia, eu sou
- 30:23suspeito para falar porque poxa, foi 3D, né, foi o tema do meu
- 30:26doutorado, foi o 3D, né? Então assim é, é, eu sou
- 30:30suspeito para falar, é, isso ajuda muito a nossa visualização
- 30:34cirúrgica, né? A gente consegue ver a retina
- 30:37com detalhes muito melhores, tem.
- 30:39Se tá com sangramento, tem um filtro que a gente consegue
- 30:42suprimir um pouco a hemorragia. Tem, tem vários, vários.
- 30:46É como um videogame. Eu digo, é como um videogame que
- 30:48a gente e com a inteligência artificial ali é, é, ela vai
- 30:53conseguir se adequar a cada olho, de cada paciente, ao ao
- 30:56epr de cada paciente, o eptério pigmentado da retina, cada um
- 31:00tem sua impressão ali. Então a inteligência artificial
- 31:03vai vai fazer com que? A gente, o médico não fica mais
- 31:06selecionando ali o que usar no 3D, vai ser, vai algo mais
- 31:09automático, né? E esses mesmos exames ali no 3
- 31:15DA gente consegue sobrepor, colocar os exames da sala
- 31:18cirúrgica. Lá é um oct, uma tomografia,
- 31:22intraoperatória, ao mesmo tempo que tá operando, colocar o oct.
- 31:24Então, então eu tô falando tudo isso porque se o médico, se o
- 31:28médico indicar uma cirurgia, é nesses casos é porque.
- 31:33Vá, faça. É claro se o dia tem seus
- 31:35riscos, mas pesando prós e contras, a gente tem a
- 31:39tecnologia EEE, seu médico, indicou.
- 31:42É melhor pro seu caso, né? Perfeito, meu amigo.
- 31:46Vamos estamos aqui aos minutos finais da live, né?
- 31:48Vamos começar a responder aqui umas perguntas, nosso amigo.
- 31:52Já Jemerson de Lima Ribeiro, né? Perguntou, boa noite.
- 31:55Existe algum colírio que é o jud no edema macular diabético?
- 32:01É no é diabético, não existe uns outros tipos de inchaço na
- 32:06retina, mas que não são por diabetes, tá que por exemplo,
- 32:09serosa central da não é um edema, mas causar ali 111
- 32:13descolamento seroso. Na verdade que é um líquido, é e
- 32:16a gente lança mão de alguns colírios, mas é.
- 32:19Ou então 111 edema macular pós catarata, né?
- 32:23Por por inflamação, aí a gente. Passa também.
- 32:26Por dia, mas de de diabetes, não.
- 32:29Diabetes a gente não costuma passar.
- 32:31Não é só as injeções mesmo. EE, antigamente, quando não
- 32:36tinha as injeções, fazia um laser, né?
- 32:38É, mas um laser. É.
- 32:40Um laser perto da mácula, né? Que se chama de de de grid, né?
- 32:44Fazia 111 c assim, né. Um c invertido.
- 32:47A vida da mácula. Só que é um tratamento muito
- 32:49agressivo que hoje a gente não faz mais, né?
- 32:52Às vezes a gente pode até dar um tiro ali no.
- 32:56Único. Mas esse grid assim, muito
- 32:57agressivo, eu não faço mais, a gente faz as injeções.
- 33:04Nosso amigo Anderson, boa noite, doutor.
- 33:07Existe algum estudo científico de tratamento mais avançado
- 33:09sobre moscas volantes? Muito boa a tua pergunta, né?
- 33:12As pra quem não sabe, as moscas volantes, elas são uma queixa
- 33:16muito comum no nosso consultório.
- 33:17Pelo menos eu, pelo menos 2 ou 3 pacientes, eles chegam comigo
- 33:20diariamente com moscas volantes. E elas são muito comuns,
- 33:23principalmente aos depois dos 40 anos, as moscas volantes.
- 33:27Geralmente elas vem por conta de uma degeneração da gelatina que
- 33:31está dentro do olho do vitrio, né?
- 33:32Então a gente tem esse processo degenerativo, geralmente depois
- 33:35de 4050 anos, e a gente vai ter opacidades ali na forma de
- 33:39moscas ou teia de aranha ou véus e tudo mais.
- 33:43E o paciente fica enxergando aquilo.
- 33:45Eu tenho no direito desde 2019, né?
- 33:47É muito importante que se você tem mosca volante, você deve
- 33:50procurar imediatamente seu. Oftalmologista, se o
- 33:53aparecimento for os súbitos, né, que isso pode ser um sinal de
- 33:56desprendimento da gelatina do olho e que pode gerar outros
- 33:59problemas com ruptura etniana, felizmente na menor parte dos
- 34:03casos, mas é algo para alertar. Mas o senhor ele quer saber
- 34:06sobre o estudo científico, né? Nós temos aí diversos estudos em
- 34:09andamento, né? Para o tratamento das moscas
- 34:12volantes a gente já teve uma injeção que foi abortada, né,
- 34:17que era Oo getreto, lembra como é que era o nome, até esqueci.
- 34:23Que ele fazia 11 cinérios, só que teve outros problemas, como
- 34:26o descolamento do deslocamento do cristalino e tudo mais.
- 34:29É, é, é a oq plasmina, né? É isso mesmo, era óculos
- 34:33plasmina e é isso daí. Foi.
- 34:35É parado de usar porque tem muitas complicações.
- 34:38Tem um laser frio, né, que é o IAG laser que algumas pessoas
- 34:41estão estudando e tentando que você com laser, você vai lá e dá
- 34:45um disparo na mosca volante do pra acender no olho.
- 34:48Mas isso daí também gera outro riscos.
- 34:50Como descolamento de retina e rasgaduras na retina.
- 34:54Então isso daí também, pelo que eu entendi, alguns colegas, ele
- 34:57estão estão deixando de usar, inclusive na época que eu estava
- 34:59fazendo doutorado, um amigo meu lá do doutorado, ele estava
- 35:02estudando isso aí, mas ele deixou essa parte do estudo aí
- 35:05um pouco de lado, porque eles acreditavam, né, que não seria
- 35:09algo 100 possível seguro. Então, atualmente o tratamento
- 35:11para as músicas volantes a gente tem que.
- 35:14Examinar o paciente, saber se ele não tem nenhum tipo de
- 35:16rasgadura ou qualquer tipo de fator que precise ser tratado e
- 35:21observar, né? A gente não tem ainda nenhum.
- 35:23Um trabalho científico mostra o trabalho robusto, mas é boa
- 35:27notícia, eu digo até como um paciente que eu me acostumei,
- 35:30né? Então 1 hora você vai se
- 35:32acostumar. Agora tem que ser examinado pra
- 35:34saber qual é a causa, né, que às vezes o mosca volante pode ser
- 35:36inclusive toxoplasmose, colar, né?
- 35:38Eu já vi paciente que veio no consultório tá com uma mosca
- 35:41volante, ele tinha uma. Uma lesão sugestiva de
- 35:44toxoplasmose ocular, a gente se tratou com com remédio e tudo
- 35:47mais, ele ficou bem. Essa outra pergunta é muito
- 35:50interessante, né? Da eudileia, quem faz
- 35:53vitractomia pode fazer as injeções?
- 35:56Claro que pode, né? Uma coisa não tem nada a ver com
- 35:59a outra, mas a gente sabe que o paciente diabético, que ele vai
- 36:03para vitractomia, porque antes de hemorragia vitro ou
- 36:05descolamento, ele pode também ter edema macular.
- 36:08E a gente vai tratar esse edema macular com injeções intra
- 36:11vitras, né? Só que a vitractomia a gente
- 36:13retira Oo vidro do olho, então as injeções, às vezes elas duram
- 36:17um pouquinho menos de tempo. E vamos aqui para a última
- 36:21pergunta da noite, Maria Estela, boa, boa, boa noite, né?
- 36:27Gosto, gosto muito das explicações de vocês.
- 36:30Gostaria de saber se tem algum fator predisponente para algum
- 36:32para o descolamento de retina. Queres falar aí, Renata?
- 36:37É, se a gente for falar de descolamento de retina
- 36:40diabético, é o avançado diabetes, né?
- 36:42Certo, é já nos últimos estágios, né, que é Oo é o
- 36:46descolamento de retina tracional que a gente chama.
- 36:50Agora tem um descolamento de retina regematogênico, que é por
- 36:53por rasgo na retina, né? Em sua maioria dos casos, dá em
- 36:56pacientes ali, depois de 5560 anos com a esse vitro que a
- 37:00gente chama o vitro anormal, é num espaço gente que tem uma
- 37:03predisposição e que e que rasga a retina quando é em jovem.
- 37:07Geralmente é por miopia alta ou por trauma, é, tem geralmente
- 37:12tem algum fator secundário. Assim, quando o descolamento de
- 37:14retina é é é mais jovem. Agora prevenir, prevenir é, é
- 37:19não. Por exemplo, tem algumas coisas
- 37:21que a gente faz. O paciente teve descolamento de
- 37:23retina em um lado, no outro olho a gente examina, vê se tem
- 37:26alguma zona de fragilidade e vai lá e faz laser nessa zona de
- 37:30fragilidade da retina. Se é um paciente auto míope, que
- 37:33também tem micro buracos, se a gente vai lá e faz laser, então
- 37:36é geralmente o laser a gente faz como uma tentativa de de
- 37:39prevenção, mas repito, não é. Em todo caso, a gente não sai
- 37:42fazendo laser aí em todo em todo mundo, né?
- 37:45Agora não tem nenhum estudo que mostre OPA se você se alimentar
- 37:50bem, se você dormir bem, é claro que a gente sempre prega é a
- 37:54medicina do estilo de vida, né? É dormir bem, comer bem, menos
- 37:58estresse, tudo contribuir no corpo.
- 38:00No corpo como um todo e indiretamente.
- 38:03Pode, pode ajudar, mas é, mas é. Não tem algo nenhum, colírio,
- 38:09por exemplo, que o paciente vai pingar e vai evitar.
- 38:11Tem um descolamento, jeitinho. Perfeito, meu amigo.
- 38:14Então estamos aqui nos nossos minutos finais.
- 38:17Querem deixar? Querem deixar uma mensagem final
- 38:19aí para os nossos internautas? É o temor.
- 38:22Já é diabetes, né? Então foi diagnosticado com
- 38:25diabetes. O seu médico aí pra sempre?
- 38:28Um dos seus médicos pra sempre é o oftalmologista, né?
- 38:31Seja no início um acompanhamento anual, seja depois semestral.
- 38:36Mas é, tem que ir no diabetes, é igual AA acompanhamento clínico,
- 38:43endocrinológico é cardiológico, oftalmológico, é
- 38:47multidisciplinar. Perfeito meu amigo.
- 38:50Boa noite mais uma vez. Obrigado aí pela participação.
- 38:53Abração, eu vou te tirar aqui pra.
- 38:56Para colocar o vídeo final da live.
- 38:59Então é isso aí, pessoal. Retinopatia diabética pode ser
- 39:02uma doença silenciosa no início, mas ela tem sempre tratamento e
- 39:06quanto mais precocemente for feito o tratamento, mais eficaz
- 39:10vai ser o seu desfecho, né? Então, fazer sempre os exames
- 39:13periódicos com o endocrinologista para controlar
- 39:17essa diabete mesmo sem sintomas e na oftalmologista uma vez no
- 39:21ano. E assim levar uma vida saudável,
- 39:24né pessoal? Não tem segredo, atividade
- 39:26física, comer bem, não comer, é ultra processado, moderar no
- 39:31carboidrato, né? E ter uma vida saudável pra você
- 39:34ter uma longevidade saudável, né?
- 39:36EE é isso aí pessoal, é agradeço a participação de todos vocês
- 39:42aí, a gente tá toda semana aqui trazendo conteúdo de qualidade
- 39:46toda quarta às 8:00, se tiver qualquer dúvida, pode deixar na
- 39:50nossa caixa de perguntas. E não esqueça de nos seguir lá
- 39:54nas redes sociais e dar sempre aquele like, né?
- 39:57Um abraço pessoal.