Latest / Na Mesa com Well / Jesus Movement:O Lodo da Contracultura: De Beatniks a "Jesus Freaks"
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- 0:00Bem-vindo ao na mesa com well, o podcast para quem ama bons
- 0:04livros, a história real da igreja contemporânea,
- 0:07documentários que expõem a verdade e teologia com
- 0:10profundidade e clareza, e este é o dossiê Jesus movement, o
- 0:16Avivamento hippie. Muito bom estar aqui para mais
- 0:19essa análise profunda. É e antes da gente abrir as
- 0:22Fontes desse nosso mergulho de hoje.
- 0:26Eu acho intrigante pensar num paradoxo histórico muito louco.
- 0:30Qual o paradoxo, exatamente? Tipo, como que a Juventude que
- 0:35teve o maior conforto material da história Moderna, né?
- 0:38No pós guerra, acabou criando a pior crise de drogas da época e,
- 0:43ao mesmo tempo, o maior Avivamento espiritual do século
- 0:4620? Ah.
- 0:47Sim, essa é a grande questão. E o material que a gente vai
- 0:51usar para investigar isso hoje, que é a pesquisa do professor
- 0:54Elisa fascis e o livro the Jesus people movement, do Richard
- 0:58boustran, responde exatamente isso.
- 1:01Pois é, e qual é a Hum a tese central deles para essa nossa
- 1:06missão de hoje? A tese é que avivamentos
- 1:09transformadores de verdade, sabe?
- 1:12Eles quase nunca começam no centro de poder das
- 1:15instituições. Hum, interessante, eles vem de
- 1:18fora então? Exato.
- 1:20Eles acontecem em camadas, operando de forma meio que
- 1:23subterrânea. Eles explodem nas margens da
- 1:27sociedade, em grupos que a igreja tradicional geralmente
- 1:30acha perigosos ou até irrecuperáveis.
- 1:33Nossa, isso já muda toda a perspectiva.
- 1:35E para quem está ouvindo a gente se situar, nosso recorte de hoje
- 1:39foca naquele capítulo dos beatniks ao deserto, as raízes
- 1:44da insatisfação. Isso mesmo, cobrindo ali a
- 1:46partir dos anos 50 até os anos 70.
- 1:49E, tipo, para mapear esse terreno, as Fontes trazem 2
- 1:52conceitos que a gente precisa colocar no nosso glossário logo
- 1:56de cara. O primeiro deles é a tal da
- 1:58tecnocracia. É a tecnocracia dos anos 50, que
- 2:02não era só um sistema de governo, sabe?
- 2:05Era tipo um modelo de sociedade dominado por burocratas e por
- 2:10uma racionalidade, um puramente materialista.
- 2:13Dá mas como isso afetava a vida prática das pessoas na época?
- 2:17Na afetava, reduzindo o ser humano a uma mera engrenagem
- 2:21econômica. Depois da guerra, o foco era
- 2:24hiper produção e consumo. Entendi.
- 2:27O famoso American way of life, né?
- 2:30Exatamente. O sucesso existencial era medido
- 2:34por quem tinha a melhor geladeira, o melhor carro criou
- 2:37uma sociedade rica, mas gerou um vazio existencial absurdo.
- 2:42Olha, lendo isso, a imagem que me veio foi a de um npc.
- 2:46Sabe aquele personagem secundário de videogame?
- 2:49Npc, como assim explica melhor pra gente?
- 2:53É tipo, o cara vive num videogame corporativo gigante.
- 2:57Ele acorda, minera moedas virtuais no trabalho, compra
- 3:01itens para enfeitar a casinha dele e vai dormir.
- 3:04Ah, sim, uma rotina totalmente programada.
- 3:07Isso. Mas ele nunca tem uma missão
- 3:10principal, sabe? Fica só acumulando ponto.
- 3:13Isso não preenche a alma de ninguém.
- 3:14Faz todo o sentido e essa fragmentação isolou a religião
- 3:18institucional também. A igreja, em muitos casos, se
- 3:21adaptou e virou só mais uma agenda semanal, limpinha desse
- 3:25cidadão produtivo. E aí que entra o nosso segundo
- 3:29termo do glossário, né, que é a reação a tudo isso.
- 3:31Exato, o evangelismo de rua. As Fontes mostram que a resposta
- 3:36não foi uma nova teologia chique, mas uma mudança de
- 3:39Geografia. Sair da igreja e ir para a rua.
- 3:42Isso a prática missionária de ir ativamente atrás dos
- 3:46marginalizados e perdidos lá nos espaços públicos.
- 3:49Guettos em vez de ficar esperando.
- 3:51É uma inversão muito louca, porque o modelo tradicional me
- 3:55lembra muito 11 vitrine de loja de shopping, né?
- 4:01Vitrine como seria isso? Tipo, o prédio é lindo,
- 4:06iluminado, no centro da cidade e fica lá parado, esperando que o
- 4:10cliente, o fiel no caso, tenha vontade de entrar e consumir.
- 4:14A religião, a verdade. Mas o evangelismo de rua
- 4:17funciona diferente, né? Totalmente.
- 4:20Funciona como? Sei lá, aguarda a costeira num
- 4:23resgate em mar aberto. Ninguém espera que o náufrago
- 4:26nade até a base militar. O resgate tem que ir onde o
- 4:29barco está afundando. Excelente analogia.
- 4:32E o barco estava afundando feio nos anos 50 e 60, viu?
- 4:36Com a geração beatnick, né? Que preparou o terreno para os
- 4:39hippies. Isso os beatnix foram a primeira
- 4:42geração que não precisou lutar pela sobrevivência básica.
- 4:46E no meio dessa abundância, figuras como Jack Kerouac
- 4:49começaram a vomitar, por assim dizer, toda a fúria contra o
- 4:52sistema. Eles detestavam essa vida
- 4:54fragmentada de trabalhar sem sentido para ter um fim de
- 4:58semana entediante. Exatamente, a leitura dele sobre
- 5:02o vazio tecnocrático era perfeita.
- 5:05Mas a solução que eles buscaram foi fatal.
- 5:09Eles tentaram sair da caixa e caíram num buraco mais fundo,
- 5:12né? É a busca por expandir a
- 5:15consciência abriu as portas para uma pandemia de drogas,
- 5:19principalmente heroína, nas ruas.
- 5:21Nossa, é muito irônico para quem estuda a história, né?
- 5:25A economia bombando, todo mundo de barriga cheia, mas a alma
- 5:28completamente vazia. E os psicólogos da época
- 5:31chamavam essa transição dos beatniks para os hippies de uma
- 5:35penumbra moral. Penumbra moral, como assim?
- 5:39Tipo, eles sabiam desconstruir a hipocrisia do sistema, exigiam
- 5:44pais, traziam o poder da flor, mas não tinham uma fundação.
- 5:49Uma base moral substituta para construir algo novo no lugar.
- 5:53Faltava o alicerce, então. Exato, e é nesse.
- 6:05Vácuo caótico que a resposta aparece de onde ninguém
- 6:09esperava, não foi um grande teólogo de Nova Iorque, mas SIM
- 6:141. Hã?
- 6:15Um pastor caipira. Ah, a história do David
- 6:18Wilkerson é o ponto de virada desse dossiê.
- 6:20É fascinante. Gente, a epifania dele
- 6:23envolvendo a televisão é surreal.
- 6:25Ele era um pastor rural em 1958 e decidiu vender a TV dele.
- 6:31Sim e não foi uma venda qualquer.
- 6:33Os registros mostram que ele colocou um anúncio no jornal e
- 6:36condicionou a venda dizendo que quem ligasse tinha que ligar
- 6:41exatamente às 10 e 29 da noite. O que por si só já é maluco.
- 6:46E ele vendeu no minuto exato, né?
- 6:47No minuto exato. Ele interpretou isso como um
- 6:50sinal e começou usar aquelas 2 horas noturnas de TV pra orar.
- 6:55E essa mudança de rota mexeu com a cabeça dele.
- 6:58Sem o ruído da TV, ele viu a foto de uma revista sobre um
- 7:02julgamento de gangues lá em Nova Iorque, um assassinato tenso no
- 7:06central Park. Isso e normalmente o público
- 7:09sentia aversão, sabe? Medo daqueles jovens da gangue,
- 7:14mas Wilkerson olhando pro rosto de um deles na revista.
- 7:18Sentiu um chamado Divino inegável.
- 7:21O chamado para ir lá fora e ele pegou o carro e foi para Nova
- 7:24Iorque, sem plano, sem nada. Totalmente sem filtros
- 7:27diplomáticos. Ele foi expulso do tribunal
- 7:30porque tentou interromper o julgamento com uma bíblia na
- 7:33mão. Imagina a cena, a polícia
- 7:35expulsando ele e os repórteres fotografando para tirar sarro do
- 7:39do fã clube fanático? Né?
- 7:40E a ironia tática disso é maravilhosa.
- 7:43A mídia tentou ridicularizar a ele, mas a foto no jornal operou
- 7:48como um passaporte livre para as ruas.
- 7:50É mesmo porque os jovens das gangues viram aquilo e não viram
- 7:54o pastor engomadinho. Virou um cara maluco suficiente
- 7:58para enfrentar a polícia, juiz por eles.
- 8:00O medo do ridículo é a maior Barreira das igrejas e ele
- 8:04quebrou isso instantaneamente. O que nos leva ao famoso
- 8:08encontro com o Nick cruze. O líder da gangue e essa parte
- 8:11do livro a cruze o punhal, me arrepia até hoje.
- 8:14É o clímax dessa fase. O Nick Cruz fez uma ameaça
- 8:17gráfica. Ele olhou para o Wilkerson e
- 8:19disse que IA cortar ele em 1000 pedaços.
- 8:22E a resposta do Wilkerson quebra totalmente a lógica da rua, né?
- 8:26Ele não recuou. Não mesmo, ele respondeu com
- 8:29toda a calma que cada um dos 1000 pedaços IA dizer.
- 8:34Eu te amo e Jesus também. Uau quer dizer, Wilkerson tirou
- 8:38da gangue a única arma que eles conheciam, que era o medo.
- 8:40Tirou completamente, e o impacto dessa subversão é que, pouco
- 8:45tempo depois, os registros mostram o mesmo Nick Cruz
- 8:49ajudando no culto de rua. Sim, e detalhe, recolhendo as
- 8:53ofertas com um taco de beisebol na mão pra garantir que ninguém
- 8:56IA roubar? É o puro choque de culturas.
- 8:59E isso tudo foi documentado naquele livro de 1962, a cruze o
- 9:02punhal, escrito pelo casal cheryl.
- 9:05Livro que, aliás, virou um manual explosivo de evangelismo,
- 9:10todo mundo que queria fazer missão na rua passou a ler isso.
- 9:13Até jovens católicos viu Richard Buster nota nas pesquisas que a
- 9:17leitura desse livro entre estudantes católicos ajudou a
- 9:20acender o que viria a ser a renovação carismática católica.
- 9:22Olha o alcance do negócio. Mas Oo amor do Wilkerson
- 9:26esbarrou numa parede muito dura na prática, né?
- 9:29A heroína? Sem dúvida, a literatura médica
- 9:32deixa claro, amor e compaixão não curam abstinência física.
- 9:36O evangelismo de rua chegava no limite ali.
- 9:38Precisava de infraestrutura, não dava para abraçar o cara na rua
- 9:41E mandar ele de volta pro mesmo gueto e pro mesmo traficante.
- 9:44Foi o que motivou a criação do desafio jovem ou Tim challenge,
- 9:48porque o sistema penal e a psiquiatria dos anos 50 estavam
- 9:51falhando miseravelmente na reabilitação.
- 9:53E o desafio jovem introduziu um negócio que os críticos adoram
- 9:56questionar. Que é a tal da cura dos 30
- 9:59segundos. É o nome soa mesmo como um
- 10:02reducionismo mágico. Parece até perigoso hoje em dia
- 10:06pra quem ouve. Parece feitiçaria, né?
- 10:09Mas como? As Fontes explicam isso de um
- 10:10jeito empírico, porque eles tinham uma eficácia bizarra de
- 10:16um 86% na recuperação. É uma taxa chocante, a
- 10:21psiquiatria não conseguia explicar.
- 10:23Mas a fundamentação, na verdade, era a quebra do padrão
- 10:26psicológico destrutivo. Através daquele momento da
- 10:29oração. Exato.
- 10:31O evento catártico de pedir para ser cheio do Espírito Santo.
- 10:34Era o choque inicial que interrompia.
- 10:36O desespero dava o fôlego necessário pro cara começar o
- 10:40tratamento. Ah, entendi.
- 10:41Não era só oração mágica, tinha um tratamento contínuo.
- 10:45Depois sim, suporte integral, uma comunidade com valores
- 10:49Morais rígidos, propósito, disciplina.
- 10:53O cara saia da rua direto para essa bolha de cuidado intensivo.
- 10:56O que faz todo o sentido sociológico, porque desafio
- 11:00jovem funcionava como uma Câmara de descompressão, sabe?
- 11:03Como assim uma Câmara de descompressão?
- 11:05Pensa bem um cara recém saído das ruas, usuário de heroína,
- 11:09descalço e sujo, ele não podia direto para os bancos chiques e
- 11:13engomados de uma igreja tradicional do meio do século.
- 11:16Ah, com certeza não, a igreja não IA suportar e ele também
- 11:19não. Exato, IA dar um choque cultural
- 11:22absurdo. Então, desafio jovem, era essa
- 11:24ponte essa inclusa, segura, entre o caos total e a
- 11:27comunidade de fé? E isso foi vital porque serviu
- 11:30como uma prova empírica, mostrou pra igreja tradicional que era
- 11:34possível, sim, reabilitar essas pessoas sem destruir a segurança
- 11:39das congregações. Preparou o terreno, né?
- 11:42Preparou as lideranças pra onda gigante que IA quebrar na praia
- 11:45logo em seguida. A explosão do Jesus movement, a
- 11:49semente de ir lá fora. Se encontrou com a busca
- 11:52desesperada dos hippies por espiritualidade.
- 11:55E aqui a gente chega na história da calvery chapple, na
- 11:58Califórnia, que pra mim é o microcosmo dessa revolução.
- 12:01A história do pastor Chuck Smith com sua Igrejinha de 25 pessoas
- 12:05super conservadora. Imagina a igreja?
- 12:08Quietinha, tudo certinho, aí aparecem 4 hippies descalços na
- 12:12porta. E os membros tradicionais
- 12:14ficaram desesperados por causa da sujeira nos tapetes novos da
- 12:17igreja. Né, é trágico e cômico.
- 12:20O pessoal reclamando de tapete sujo, enquanto os jovens estavam
- 12:23tipo sedentos por salvação. Mas o check Smith ignorou as
- 12:26reclamações, não foi? Totalmente.
- 12:28Ele priorizou o acolhimento, ignorou a estética de classe
- 12:33média e abriu as portas. E o resultado foi que a igreja
- 12:38saltou de 25 pessoas pra 25000 em pouquíssimos anos.
- 12:44E aqueles batismos em massa que aconteceram no oceano pacífico?
- 12:48Foram batismos de até 15000 pessoas num único evento.
- 12:52A grande mídia não teve como ignorar isso.
- 12:54A revista time, em junho de 71, colocou a Jesus Revolution na
- 12:59capa. E é interessante notar que os
- 13:01jornalistas seculares tentaram achar falhas, mas admitiram que
- 13:06não era só mais um culto focado num guru.
- 13:08A cobertura investigativa notou exatamente isso.
- 13:11Não era adoração a um hippie carismático qualquer.
- 13:14Era uma submissão total e absoluta a Jesus Cristo, que
- 13:18mudava as decisões financeiras, sexuais, interpessoais daquela
- 13:22galera de 1 dia para o outro. O Richard bustram aponta no
- 13:25livro dele que o negócio se espalhou pelo mundo inteiro, né?
- 13:28Austrália, Europa, tudo impulsionado pela música cristã.
- 13:31A hibridização cultural foi chave aí.
- 13:34Eles pegaram a econografia hippie, as comunidades, o
- 13:38pacifismo e injetaram teologia pentecostal conservadora e a
- 13:43música contemporânea. Aqueles festivais tipo splus 72,
- 13:47que reuniu o quê, 200000 pessoas?
- 13:49200000 pessoas no último dia. Foi uma expansão que reescreveu
- 13:54o diálogo teológico com a Juventude global e.
- 13:57O que mais me choca, além dos relatos, é a pureza pueril dessa
- 14:00galera toda. Uma Inocência fervorosa que a
- 14:03gente quase não vê mais. Você diz no jeito de
- 14:05evangelizar. É tem relato nas Fontes do
- 14:08hippie que se converte e no dia seguinte volta pro geito só pra
- 14:11evangelizar o traficante dele, correndo risco de vida.
- 14:14Ou o padrão de atender o telefone comercial dizendo,
- 14:17Jesus te ama. Exato.
- 14:19Será que a igreja não perdeu um pouco dessa ingenuidade ardente?
- 14:25Sabe? A gente trocou o vulcão por um
- 14:28profissionalismo clínico tão frio hoje em dia.
- 14:31É o destino documentado de quase todo o grande movimento.
- 14:34Infelizmente, eles esfriam, institucionalizam os jovens,
- 14:38envelhecem e viram a liderança engessada da próxima geração.
- 14:42O que nos leva para nossa conclusão necessária de hoje, a
- 14:45leitura desse Avivamento nos lembra algo que muita
- 14:48instituição um parece querer esquecer intencionalmente.
- 14:53Que a igreja nasceu para ser um hospital para feridos e não um
- 14:56clube de elite. Perfeito.
- 14:58Eles tiveram que descer para os guetos, abraçar o ridículo da
- 15:02opinião pública e dedicar estrutura para quem a
- 15:05tecnocracia dizia que era lixo humano.
- 15:08Essa é a essência tática, a ousadia de pioneiros que amaram
- 15:13os rejeitados quando os prédios religiosos preferiam proteger os
- 15:17tapetes. Mas ó, antes de fechar.
- 15:20As Fontes deixam uma provocação pesada, não deixam?
- 15:23Deixam sim, e é uma provocação pra todo mundo refletir sozinho
- 15:28depois daqui. Qual seria a provocação?
- 15:30A provocação é, nos anos 50, toda a estrutura acadêmica e
- 15:35religiosa foi incapaz de prever esse movimento.
- 15:40Ele nasceu dos drogados, dos descalços, dos excluídos que
- 15:44ninguém olhava. Então, se a história sempre se
- 15:47repete em camadas. Exatamente.
- 15:51Se a história se repete, de qual periferia?
- 15:54Impensável? De qual tribo urbana esquisita o
- 15:57grupo marginalizado, o próximo grande Avivamento já está
- 16:02nascendo bem agora. Tudo isso enquanto as
- 16:05instituições atuais estão mais uma vez.
- 16:08Distraídas limpando os seus próprios tapetes.
- 16:12Olha de explodir a cabeça, viu muito que pensar sobre o nosso
- 16:16próprio papel nisso tudo até o próximo episódio?