Latest / MultiStudios / O FUTURO COMEÇA NA COMUNIDADE COM MARCO BRANDÃO, DIRETOR DO IBO E PALESTRANTE TEDX | BUSINESS BY CÁSSIO PACHECO #88
Transcript
- 0:04Fala, pessoal, sejam bem vindos a mais um multitude especial.
- 0:08Hoje estamos com Marco Brandão aqui, diretor executivo do
- 0:10instituto boas ondas. Vamos falar um pouquinho do da
- 0:16caminhada dele aí pelo tedx, pela vida empresarial, falar um
- 0:21pouco do da área de esporte que ele, que ele está inserido, um
- 0:25pouco da experiência dele. E contar um pouco as novidades
- 0:28aí do mercado ligado ASG de instituto esporte no Brasil em
- 0:33geral, seja bem-vindo. Obrigado, Cássia, obrigado pela
- 0:36oportunidade. É um prazer estar aqui com você,
- 0:38é nesse estúdio no meio do shopping, primeira vez né?
- 0:41Não, não conhecia, tive a oportunidade, vocês começaram a
- 0:44assim, me chamaram, a convidaram a vir aqui.
- 0:47Muito interessante essa essa proposta, né?
- 0:50Um aquário invertido a gente aqui.
- 0:53Acaba que todo mundo acaba vendo a gente escutando, pra que vocês
- 0:56que? Que acabam só vendo a gente pelo
- 0:58YouTube. Não tem essa sensação.
- 0:59Mas quando a gente traz, o pessoal sempre dá esse.
- 1:03Esse é um choque até você se acostumar.
- 1:06É, mas é muito interessante, muito bacana.
- 1:09Obrigado pela oportunidade. Queria que a gente começasse
- 1:11aqui um pouquinho. Contextualizando.
- 1:14Você tem a carreira de sucesso? EE, várias coisas é
- 1:18diferenciadas aqui. Navegou em um Monte de mercado,
- 1:21queria que você contextualizasse um pouquinho o teu começo.
- 1:24É e algumas coisas, alguns checkpoints interessantes até a
- 1:28gente vir pra essa área do instituto boas ondas.
- 1:31Tá bom? Bom, é.
- 1:33Normalmente eu não gosto muito de falar de mim, né?
- 1:35Acaba que eu prefiro muito mais falar sobre a os projetos, as
- 1:38coisas. É não.
- 1:39A gente vai falar um pouquinho só pra pra contextualizar pra
- 1:43galera que às vezes a gente conhece só um pouquinho e não
- 1:46fala. Depois a gente entra nos
- 1:47projetos que aí fica mais. Maravilha, não, maravilha,
- 1:49maravilha com com o maior prazer.
- 1:53Então assim, na verdade, a minha vida é profissional mesmo, né?
- 1:57Começou quando eu fui é estava estudava design aqui No No
- 2:01Brasil para você ver como a gente mudou.
- 2:04Né, muda tudo. Muda tudo e fui.
- 2:08Tive a oportunidade de trabalhar nos Estados Unidos.
- 2:11Trabalhei lá durante alguns anos, né?
- 2:13No numa agência de publicidade e é dado momento.
- 2:18Eu fui morar em Barcelona pra. Fazer 111 master, né?
- 2:23Que eles chamam é uma pós graduação em estratégia de
- 2:25comunicação e publicidade. E em Barcelona, isso estou
- 2:29falando de 2006 aproximadamente. É, começava a se falar na
- 2:35Espanha, né? Começava a se falar sobre a
- 2:37questão de sustentabilidade naquele momento, né?
- 2:40Tinha 11, grande área da da Espanha que começava a entrar em
- 2:44um processo de desertificação. Eles estavam muito preocupados.
- 2:47E eu comecei a me interessar sobre o que que é isso, né?
- 2:49Que história é essa de sustentabilidade e tal?
- 2:53E comecei a mergulhar nisso tudo isso me criou uma grande crise
- 2:56profissional, né? Porque é, me perdoem os os, os
- 3:03publicitários, né? Mas é eu, como um ex, me dou
- 3:08direito a falar o que que a publicidade se não vender
- 3:11massivamente o que as pessoas não precisam?
- 3:14Né? Na verdade, as pessoas, a gente
- 3:15cria a demanda, né? O publicitário, ele cria a
- 3:17demanda. Então isso vai.
- 3:19Completamente. Minha mãe vai ver esse programa
- 3:21e vai vai concordar que ela sempre fala isso pra gente.
- 3:24Tem que diminuir a venda dos outros, mas todo mundo ganha
- 3:27dinheiro movimentando isso. Né?
- 3:29Não tem. Tem que ter dinheiro.
- 3:30Ou seja, eu sou completamente AAA.
- 3:32Favor do né? Do do, do, do, do, do comércio,
- 3:34do do, do, do, do liberalismo econômico.
- 3:37Tem que ter. Tem que ter dinheiro, não é?
- 3:40Não, não, não disso, mas eu acho que tem que ter de uma, tem que
- 3:43ser feito de uma maneira consciente, né?
- 3:45Mas novamente, voltando aqui essa crise, né?
- 3:49Começou AAA me trazer um repensar de como eu iria atuar.
- 3:55Quando eu voltei para o Brasil, ainda tentando me recolocar aqui
- 3:59profissionalmente, junto com 2 amigos, a gente viu 11 DVD, né?
- 4:05A que tinha lá, Ted? E a gente começou AAA vir as
- 4:09palestras, né, que era em formato diferente, era até 18
- 4:13minutos, uma palestra super dinâmico, super moderno,
- 4:18vanguardista. A gente, cara, que legal isso
- 4:20aqui. Ligamos para Nova Iorque, vamos,
- 4:23e aí, Ted, tudo bem? Então é, estamos aqui no Brasil.
- 4:27A gente quer trazer vocês para cá, né?
- 4:29Eles muito educadamente declinaram naquele momento.
- 4:33A gente não tem braço, a gente não consegue e tudo mais.
- 4:36Mas começou AA ter uma conversa com eles.
- 4:39Então em 2009 é quando criou se esse esse um formato Ted x, que
- 4:45é o formato de licenciamento, eles entraram em contato conosco
- 4:48e falaram, ó, criamos um formato de licenciamento, chama Ted XE.
- 4:52Vocês escolhem o nome Ted x Brasil, não, não pode ser o nome
- 4:55do país. Então Ted x Rio, e aí nós 3, né?
- 4:58Eu que vinha da publicidade, ou um, o outro que era designer e o
- 5:01outro que era de ti. A gente, pô, falou, cara, aí
- 5:04agora temos aqui o teste Rio, como que a gente faz?
- 5:07Como é? A gente teve que aprender a
- 5:09organizar evento então em 2010, ou seja, isso foi final de 2009,
- 5:13quando a gente, né? Quando a gente pegou a licença,
- 5:15em 2010, a gente aprendeu a fazer evento e em 2000, em
- 5:18fevereiro de 2011, a gente fez o primeiro teste Rio.
- 5:21Aí foi muito interessante, porque é a gente começou
- 5:25desenhando evento para 600 pessoas, aí aí daqui a pouco
- 5:28teve 11 aderência muito maior do que a gente tava esperando.
- 5:32Aumentamos para 800, aumentamos para 1000.
- 5:34Chegou lá na porta do, do, do, do, do evento, cara, tinha uma
- 5:38galera ainda querendo entrar, sabe?
- 5:41Explodiu que IA estar aí dentro. Bom, no final das contas foram
- 5:441300 pessoas, né? Que a gente conseguiu interlar e
- 5:47dentre vários palestrantes a Armínio Fraga OA Armando
- 5:52strozenberg nos ajudou muito, teve o Oscar Mendes sava e um
- 5:56deles era o Sérgio besserman que era Na Na época.
- 6:01O secretário de meio ambiente do do Rio de Janeiro, da cidade do
- 6:04Rio e é quem estava capitaneando todo o movimento do Rio +20 que
- 6:10IA acontecer. Então é no ano seguinte, né?
- 6:12Em 2012, quando terminou o evento, o Sérgio veio para nós,
- 6:16falou, Ah, que evento bacana, que evento legal.
- 6:19Não sei o que a gente precisa fazer, um evento desse dentro da
- 6:22Rio +20 a gente, pô, Sérgio, a gente fica lisonjeado com isso,
- 6:26com essa proposta, mas. A gente não pode, por regras de
- 6:31licenciamento, fazer um evento Ted x dentro de um outro evento.
- 6:36Aí ele, mas vamos deixar esse flerte no ar?
- 6:39Claro, vamos, vamos, vamos manter essa conversa naquele
- 6:43momento ali, né? Próximo também.
- 6:44O que aconteceu foi que a ONU procurou o Ted em Nova Iorque
- 6:49com o mesmo propósito. Falou, cara, a gente precisa
- 6:52fazer um Ted x dentro da Rio +20, porque eles estavam vendo o
- 6:55Ted x como uma ferramenta muito interessante para trazer mais
- 6:58pessoas. Para dentro da agenda de
- 7:00sustentabilidade, né? O Ted falou a mesma coisa, não
- 7:03pode fazer um evento Ted x dentro de um outro evento, mas
- 7:06vocês podem conversar com esses caras lá no Rio que fizeram um
- 7:08trabalho bem bacana no ano passado.
- 7:11Bom, bacana. A gente começou então entre nós,
- 7:14o Ted, a prefeitura e a ONU, a gente conseguiu formatar uma
- 7:19licença que foi especial, né? Foi AA foi uma licença especial,
- 7:25né, foi o Ted g +20. E que foi 11 tremendo do evento.
- 7:30Ele foi um pouco antes da r +20, justamente para não caracterizar
- 7:33e respeitar essa regra de não acontecer dentro de outro
- 7:36evento, mas foram 33 palestrantes, foi o segundo
- 7:39evento do mundo, o Ted x, que teve mais de 1 dia de evento,
- 7:43né? Então assim foi, foi muito,
- 7:45muito relevante e aí Oo Ted Rio começou a se posicionar.
- 7:49É como, como, como essa ferramenta, né?
- 7:52De divulgação, né, e tudo mais. Palestrante EE conteúdo.
- 7:56E conteúdo, né, porque era bem bacana.
- 7:59É porque, né? Vamos lá só para contextualizar
- 8:01quem tá acompanhando a gente. E eu sempre falo que são
- 8:04gerações diferentes, não. Em 2012 não tinha esse acesso à
- 8:09informação que a gente tá vivendo hoje em 2025, e não
- 8:13tinha essa facilidade de ter esse encontro das pessoas.
- 8:17É tão relevante que a gente tem hoje.
- 8:20As as as redes não tinham essa força e não tinham essa
- 8:24capilaridade. A internet não tava na
- 8:27velocidade que tá e tudo por aí vai, então é difícil pra quem tá
- 8:31vivendo hoje ter um pouquinho dessa noção do que a gente tá
- 8:35falando. Eu falo muito isso porque são
- 8:37pessoas muito importantes que você não tinha esse link.
- 8:40Hoje você pega e olha, Ah, eu quero falar com o papo.
- 8:42Eu olho ele na rede social. Antigamente pra você tá do lado
- 8:45de um palestrante, um cara muito grande, você tinha que fazer uma
- 8:48força enorme e o Ted ficou meio que nesse.
- 8:51É meio termo até chegar a esse boom das redes sociais.
- 8:56É, não é? E entrando um pouquinho no Ted,
- 8:59era, era, era pra gente. Era extremamente desafiador, né?
- 9:03Porque o Ted, eu acho que o nome dele ficou tão relevante, né?
- 9:08EEEA força de marca que ele tem e criou, vem muito dessa
- 9:14autenticidade e da proteção de marca mesmo que eles queriam.
- 9:20Então tinha uma série de limitadores ali quando você tava
- 9:23falando sobre a organização do evento, então não podia ter
- 9:29marcas nenhumas no palco, né? É só do Ted, não podia ter é
- 9:36OOO, presidente da da dos das empresas patrocinadoras.
- 9:40Não podiam ser é, não podiam palestrar, né?
- 9:43Não podiam nada. Então se você tinha 11 série e
- 9:46como é que você convencia a empresa que IA botar?
- 9:50Né, Oo dinheiro? Dinheiro não aparecer, né?
- 9:52Pois é. E não aparecer.
- 9:53Mas como assim? Mas não?
- 9:55Eu pago para não aparecer. É, não é?
- 9:57É força de marca assim. Então era era um trabalho
- 10:01bastante desafiador naquele momento, fazer e conseguir fazer
- 10:05essa, essa essa captação de recurso para montar OOO os
- 10:11eventos, né? Então aí vou voltando um pouco
- 10:15aqui AAA minha história, né? Contextualizando AA.
- 10:19Aqui nossa, nosso papo com com o Ted, uma das coisas que que que
- 10:26a gente, né? Eu e assim, os meus 2 sócios, o
- 10:28Marconi e o André. Na época, a gente sempre se
- 10:32comprometeu, era era como é que a gente pode melhorar um pouco o
- 10:36Rio de Janeiro, né? O nosso propósito com o evento
- 10:39era, como é que a gente consegue retornar um pouco que o Rio de
- 10:41Janeiro nos dá, né? Então.
- 10:44Para a gente sempre foi, é muito claro.
- 10:47Eu acho que essa questão desse contrace social que o Rio de
- 10:50Janeiro vive é, então, como é que a gente consegue mostrar
- 10:54para as pessoas coisas interessantes, projetos
- 10:58interessantes que estão acontecendo, que acontecem aqui
- 11:02e que não tem uma visibilidade? Que deveriam ter, né?
- 11:06Mas também o projetos de fora que seja interessante, que
- 11:09talvez a gente pudesse trazer e aplicar aqui no Rio de Janeiro.
- 11:11Então isso era uma. A gente sempre queria, dentro
- 11:14das palestras, mostrar um pouco disso, mostrar quem tá fazendo
- 11:17aqui e mostrar um pouco do que tem de fora que a gente poderia
- 11:20trazer, né? Obviamente, não, não, não ficava
- 11:22exclusivamente nisso. E com isso é a gente sempre
- 11:28trazia projetos sociais para dentro do dos eventos.
- 11:31E eu fui cada vez mais me. Envolvendo com esses projetos
- 11:34sociais? Me envolvendo, né?
- 11:37Ajudando essas pessoas que são heróis, cara, assim é é
- 11:40impressionante. Você conversa com a gente, teve
- 11:43Oo, Robinho, teve a Maria teve, cara, um pessoal que é tão tão
- 11:49potente e resiliente, sabe? São heróis que que lutam no dia
- 11:52a dia ali por pessoas que eles muitas vezes não conhecem, né?
- 11:56Às vezes pela pela comunidade. Então assim, isso tudo.
- 12:00É, IA mexendo muito comigo, né? Foi mexendo muito comigo e eu em
- 12:05um dado momento, aí eu vou vou dar um pulo pra pra 2015 ali,
- 12:10quando eu quase quebrei financeiramente, porque eu tava
- 12:13entre fazer o os eventos. Ted, né x Rio, que que na
- 12:17verdade é você não pode, né? Como organizador, você não pode
- 12:21ganhar dinheiro fazendo um evento.
- 12:22Ele não é o seu negócio. E do mas como assim não pode
- 12:26ganhar dinheiro? Você não.
- 12:28Você faz o evento para zerar. Não, eu não entendi.
- 12:31Agora, ué, e se ele sobra dinheiro?
- 12:33Faz o quê? Ou doa, ousa, dá um presentinho
- 12:38melhor para para as pessoas. O dinheiro OOO na.
- 12:42Verdade a Ted, o Ted, então não é 11 instituição que ganha
- 12:46dinheiro. O Ted é inclusive o Ted
- 12:49Internacional, eles são sem fins lucrativos.
- 12:53É que todo dia o bom saber não tinha noção nenhuma disso.
- 12:56Pois é, é. É curioso, né?
- 12:58Sim. Porque você vê o tamanho que ele
- 13:00assim hoje eu eu estava falando isso.
- 13:04Hoje ele deu uma diminuída. Eu não acredito que no exterior
- 13:07ele esteja tão menor. Acho que no Brasil ele deu uma
- 13:11diminuída, porque a gente tem uma amplificação de redes
- 13:14sociais e coisas aqui que meio que deu uma.
- 13:17Mas assim, é uma marca de grande calibre.
- 13:20E quando você olha uma marca assim como ela, ela disse, pô, e
- 13:23ela ficou muito grande, você fica assim, pô, como é que é uma
- 13:27marca dessa sem fins lucrativos, ainda mais globalmente.
- 13:31Sim, não. Eu acho que isso é um é um
- 13:33grande desafio que eles estão estão tendo, né?
- 13:37Eu acho que eles realmente cresceram muito.
- 13:40Eu vou. Eu voltando aqui a 2018, 2019
- 13:47mais ou menos, foram os últimos que eu estava à frente, né?
- 13:49AA, Dani, hoje que está à frente do Ted, ela já estava me
- 13:54ajudando tudo mais. Mas se eu não me engano, naquela
- 13:56época já tinham 17 ou 18000 licenças de tedx pelo mundo
- 14:00inteiro, né? Então, ou seja, é, era uma tinha
- 14:04muitos tedx acontecendo, tinham muitos eventos acontecendo.
- 14:08Eu acho que isso acabou de alguma maneira.
- 14:10É fragilizando um pouco, né? Acaba que tinha muita oferta e
- 14:14acaba que que que talvez isso tenha comprometido um pouco a as
- 14:19entregas. É agora, o Ted tá no movimento
- 14:23de se reposicionar, né? Eu acho que como você comentou
- 14:26hoje em dia, né, atualmente você tem hoje 11.
- 14:31Facilidade maior, né, de encontrar conteúdo online.
- 14:35Encontrar conteúdos, né? É?
- 14:38É pela internet e o Ted, então, está está buscando um novo
- 14:44caminho. É porque contextualizando
- 14:47novamente é quem sou eu pra pra pra dar.
- 14:52Eu vou dar a minha apenas minha opinião, como um amigo diz.
- 14:56Mas assim, Eu Acredito que o Ted pode ter perdido 11 pulo porque
- 15:02na vamos dizer, na minha época, EE à toa que estava lá.
- 15:05O Ted, ele era um expoente em palestras de pessoas de calibre
- 15:09muito grande, então ele deveria ter ido pra um caminho de ensino
- 15:13e cobrar por aquilo ou ou arrumar um jeito de fixar
- 15:16aquilo, porque pra vocês que estão escutando aí você queria
- 15:19ver um Oscar metsavar Armínio Fraga e pessoas de calibre
- 15:23Internacional absurdas, que hoje palestras custariam meio milhão,
- 15:271000000, 2000000 e tal. Ele não vinham pra um evento,
- 15:30mas vinham pro Ted. Então se você queria ver.
- 15:35E não tinha esse conteúdo vasto de graça.
- 15:37Você tinha que ir acompanhar o Ted ou por algum jeito dele, ou
- 15:41ir nele ou pela plataforma dele. Era isso.
- 15:45Então não tinha essa coisa toda. Então ele ficou com Oo
- 15:49conhecimento de muitas áreas na mão durante um bom tempo e não
- 15:54tinha ninguém com a dimensão da da rede social na velocidade que
- 15:58a gente tem hoje. E na propagação de conteúdo
- 16:01gratuito de muita gente com relevância.
- 16:04Ele foi dissipando e assim, eu não sei se eu não não acredito
- 16:09tanto que os 18000 seja o problema, porque hoje o mundo é
- 16:13muito grande e ele tem o tem como?
- 16:16Eu acho que ele não soube monetizar, até porque não era o
- 16:19core Business dele e não soube segurar.
- 16:22Isso é com a geração atual, porque ele deveria ter.
- 16:26Como é um negócio que não visava dinheiro, ele não acelerou na
- 16:30velocidade que A Rede Social precisou, porque ela veio
- 16:33acelerando numa. Você vê que ela tá em constante
- 16:35mudança. A gente tem pego, a gente não
- 16:38consegue acompanhar, vamos dizer então falando mais uma vez e
- 16:41contextualizando tudo é, Eu Acredito que hoje eles viram
- 16:44isso, eles ainda continuam tendo uma marca forte, por mais que
- 16:48talvez algumas pessoas estão aqui, é não não não conheçam ou.
- 16:54Se se puder, procurem saber. É muito relevante para o mercado
- 16:59audiovisual e o mercado de palestra e de conteúdo é com
- 17:03valor, porque todos você pegar, todos os caras mais top do
- 17:08mercado dos últimos 20 anos, eu posso, eu, eu não vou
- 17:11generalizar, mas provavelmente 98% já deram uma palestra no
- 17:16Ted. Então eu acho que é relevante
- 17:18vocês acompanharem. E procurarem saber para
- 17:21contextualizar o que a gente tá falando, e agora?
- 17:23Sim, não é, é. Eu sinceramente OOOO que que
- 17:29aconteceu? Não, não sei.
- 17:30O que eu vejo hoje é, na verdade é um movimento inverso, né?
- 17:37Ou seja, quando a gente quando eu tava a frente, a gente
- 17:39buscava fazer eventos grandes, né?
- 17:42Então a gente chegou em 2014, fazia um evento no teatro
- 17:44municipal para 1000 e tantas pessoas.
- 17:47Super glamouroso, super bacana. Esse do do teste de Rio +20, que
- 17:52foi também Oo, é muito legal. Foi lá no na no espaço que eles
- 17:56montaram, né? Na dona de Rio +20 chamado
- 17:58espaço humanidade, que foi ali no Forte de Copacabana.
- 18:01Então era um também, um teatro que eles fizeram pra 900
- 18:04pessoas. Depois a gente fez no oi
- 18:07Casagrande, então a gente sempre buscou grande estruturas,
- 18:09robustas EE com público grande. E é hoje, né?
- 18:15Eu vejo que tá indo pra um caminho aonde você tá fazendo
- 18:19eventos um pouco menores, mais intimistas, né?
- 18:23Você tá tá trazendo uma coisa um pouco mais próxima você, porque
- 18:27você tinha isso, né? Você tinha esses grandes mega
- 18:29palestrantes lá no palco e agora você tá aproximando eles um
- 18:34pouco mais desse. Cubo é, talvez ele esteja
- 18:37mudando. Antes ele ele dava o conteúdo,
- 18:39hoje ele tá deixando. É, as pessoas têm acesso a essas
- 18:43pessoas importantes através do Ted, numa, num, num modelo mais
- 18:47intimista que também não, não é todo mundo que pode fazer e que
- 18:51vai conseguir fazer. Exato, né?
- 18:54Então a gente agora esse ano teve tiveram 2 eventos que eu
- 18:57que eu participei, né? Ou seja, eu, eu, eu passei.
- 18:59Tá aí, não tá? Eu passei, é, eu tô, tô ali,
- 19:02orbitando ali, eu fico sempre ali, ali em volta, porque,
- 19:04afinal de contas, eu sou fã, né? Ou seja, primeiro, devo muito AA
- 19:08ao ao Ted, devo muito a. A isso me trouxe, me me
- 19:13reposicionou no mercado, me redirecionou profissionalmente,
- 19:17né? Então eu devo muito ao ao ao Ted
- 19:20é esse novo momento EE, sou fã realmente, né?
- 19:25Eles sempre se colocaram como ideias que merecem ser
- 19:29compartilhadas. Eles fazem isso sensacionalmente
- 19:32bem, né? Mas esse ano a gente teve 2
- 19:35eventos, um teste x, que eu participei, né?
- 19:38De alguma maneira, no teste Rio aqui foi no Copacabana Palace,
- 19:43mas foi num num teatro um pouco menor, mas foi sensacional,
- 19:46palestrantes ótimos. É, e teve um teste x na ilha da,
- 19:51na Ilhabela, também em São Paulo, que também foi muito
- 19:54bacana, sabe? 2 eventos com é características
- 19:59bem distintas. Mas com um conteúdo muito
- 20:03bacana, muito interessante, muito relevante.
- 20:06Ah, então novamente, eu acho que em relação ao Ted, eu acho que
- 20:09essa eles estão se reposicionando, né?
- 20:12Oo Chris Anderson, que era o dono e não sei se é CEO, o
- 20:18presidente, não sei como é que se chamava lá dentro.
- 20:20Ele se afastou no ano passado, né, da, da, da, da, da frente do
- 20:24Ted, e colocaram 2 outras pessoas agora.
- 20:28Que estão justamente é, reestruturando, reestruturando,
- 20:31repensando qual vai ser o caminho do Ted daqui pra frente.
- 20:34Tá? Então eu acho que é.
- 20:38Normalmente eu sou, sou fã, sigo acompanhando de de perto aí
- 20:42esses o que eles. Você acha que ele foi o
- 20:46despertar um pouco pra esse lado de impacto social, EEE, desse
- 20:52outro lado de coisas sociais, você acabou vindo.
- 20:56A trabalhar pra mim, sem dúvida nenhuma, né?
- 21:00Eu acho que quando a gente a gente começou AAA se propor a
- 21:05trazer esses projetos ali pra dentro, isso foi mexendo comigo,
- 21:10não é em eu tava comentando, né? Em 2015 eu quase quebrei
- 21:13financeiramente porque eu tava doando basicamente todo meu
- 21:16tempo, tanto para ajudar alguns projetos sociais quanto, né,
- 21:22para a organização do Ted em si, então.
- 21:25É isso. Foi mexendo muito comigo, até
- 21:27que eu falei, cara, espera aí, espera, espera aí, deixa eu
- 21:29puxar o freio de mão, deixa eu, eu preciso.
- 21:32Me. Estruturar, me estruturar e me
- 21:33manter, né? Ou seja, eu preciso fazer isso.
- 21:35Então durante muito tempo, durante, ou seja, desde ali 2015
- 21:40até agora há pouco eu estava fazendo, né?
- 21:44Eu dava treinamentos para para executivos, para para fazer
- 21:49falas em público, treinamentos de de de pra pra pra empresas.
- 21:54Pra pra sobre, né? A Apresentações sobre ajudava é
- 22:00curadoria na curadoria de eventos corporativos também a ou
- 22:05seja, navegava muito com essa bagagem que que o Ted me trouxe
- 22:10pra como OOO, lado profissional, né?
- 22:15O lado que me mantinha e por um outro lado também trabalhava
- 22:19ainda com projetos sociais. Né?
- 22:21Aí sim, muito mais No No lado de doação, não é porque ali não,
- 22:26não, não, não, não cobrava nada e não não ganhava dinheiro.
- 22:28Então eu me separava profissionalmente nessas 2
- 22:31frentes, uma que me dava grana, né, que me sustentava,
- 22:34sustentava minha família e a outra, que era justamente aqui é
- 22:39que é o que eu quero fazer, que é o meu lado.
- 22:41O né é, vamos lá, idealista e de como é que eu consigo.
- 22:46É melhorar um pouquinho na esse. Ajudar um pouco Na Na parte que
- 22:50você pode ajudar, né? Se todo mundo faz um pouquinho,
- 22:53exatamente vai funcionando. E aí?
- 22:55Tanto que a ou seja, em 2018, a aproximadamente Oo meu sócio,
- 23:03né? Atualmente, o meu sócio, ele que
- 23:06é de São Paulo, veio para o Rio e.
- 23:10Veio como falando do cara é, vamos fazer uma limpeza de
- 23:13praia, vamos fazer não sei o que ele ele, vou contar um pouquinho
- 23:18da da história dele, acho que vale.
- 23:20Ele é 11 fotógrafo, né, de de subaquático, de de esportes
- 23:25extremos e tudo mais. Então ele tira foto de tubarão
- 23:29branco com com modelo, ele tira foto, foi pra pro Pantanal agora
- 23:33há pouco tempo tirou a foto lá da de uma anaconda lá de 8 m,
- 23:37mas ele o bicho vive nessas. Nessas coisas.
- 23:41E ele conta que em algum momento ele foi tirar uma foto, fazer um
- 23:45photoshut não no Caribe, em uma ilha que não tinha pessoas
- 23:51morando numa ilha completamente deserta.
- 23:54Mas para ele fazer as fotos paradisíacas com os modelos,
- 23:57eles tinham que ficar afastando dos plásticos da água, né?
- 24:00Então tinha que tirar o plástico para poder então.
- 24:02Querendo dizer que a humanidade fez tanto que chegou numa.
- 24:06Numa ilha, inabitada plásticos e outras coisas.
- 24:08Chegam, né? Chegam, chegam constantemente,
- 24:11essa esses plásticos aí. Então isso mexeu muito com ele.
- 24:15E aí quando ele voltou, é é pro Brasil.
- 24:17Ele depois fez 111 campanha chamada o movimento chama seu
- 24:23lixo meu, é aonde ele pegou e vestiu modelos, é masculinos e
- 24:29femininas, de de tritões, de de sereias, né, enrolados em
- 24:35plásticos. Então, AA aí foi um teve um
- 24:38grande sucesso, porque traz essa coisa a essa percepção lúdica da
- 24:44da da sereia e do do dos tritões junto com.
- 24:48Esse essa outra coisa que queria falar do plástico da.
- 24:51Exatamente com a crítica ao como a gente vem descartando todo
- 24:57essa quantidade de plástico aqui que de maneira errada.
- 25:01Quando ele chegou aqui, Ah, vamos fazer então essa essa
- 25:04limpeza de praia. Eu falei, vamos, Bora.
- 25:06Eu acho que é importante, mas vamos subir o morro comigo,
- 25:10vamos subir a favela comigo para você ver como é que é lá em
- 25:12cima. E aí quando a gente chega lá em
- 25:14cima e a gente começa a ver uma realidade completamente
- 25:19diferente, ele começa AA entender que cara, essa limpeza
- 25:24de praia, sem dúvida importante para trazer uma conscientização,
- 25:29né? Eu acho que você.
- 25:30Quando você não sei se você já participou de alguma, quando
- 25:34você participa de uma limpeza de praia dessas, você vê a
- 25:37quantidade de lixo e resíduo que fica na praia, na Areia, e você
- 25:40olhando aquilo te te chamou atenção, é, já custou que é que
- 25:45era foi um dos pioneiros nessa questão de ambiental, né?
- 25:49De de proteção aos oceanos. Ele falava assim, você é só
- 25:54consegue cuidar do que você ama, né?
- 25:57Então, e você só consegue amar o que você conhece.
- 26:00Então você tem que estar ali. Se você vai na praia, você faz
- 26:0411 limpeza dessa, você vê que é aquela praia que você ama, que
- 26:07você se diverte, que que né, que você leva e curte com seus
- 26:10amigos e família, tudo mais tá suja daquele jeito.
- 26:14Aquilo mexe com você. Então, sim, é importante você
- 26:17fazer uma limpeza de praia. Porém, se você não cuida do da
- 26:22onde está vindo isso? Você está, você só está cuidando
- 26:25do. CIES, na verdade, só do final
- 26:27você não consegue diminuir, ele sempre, sempre vai estar
- 26:30chegando. Exato.
- 26:31Então, quando a gente fez esse movimento é quase que ao mesmo
- 26:37tempo, a gente foi convidado por 3 lideranças da na da Rocinha,
- 26:42né? Nesse momento são cara 3 pessoas
- 26:46incríveis que foram abrindo para nós uma oportunidades.
- 26:51Muito. É importantes, né?
- 26:56Acho que o são são lideranças dentro da da Rocinha, aonde eles
- 27:02não estão, não tem nenhuma agenda, é escusa, vamos dizer
- 27:08assim, né? Então eles estavam lá para
- 27:10ajudar as pessoas, então foi o Marcelinho, Oo marcelão e o
- 27:14Flávio. E com eles a gente foi começando
- 27:18AAA. A crescer, EEE fazer e
- 27:21desenvolver alguns projetos. Então vou contar OOO marcelão do
- 27:25do salvando são Conrado. Então ele trabalha muito essa
- 27:28questão de de, de de de falar sobre, né?
- 27:31Então ele tem OOO 11, perfil, né, no Instagram, aonde ele faz
- 27:38muita denúncia, ele mostra muita coisa que está acontecendo, essa
- 27:40questão dos resíduos que vão cair ali.
- 27:42São Conrado tal o Flávio tem o horta na favela.
- 27:47Aonde ele implementava pequenas hortas nas Lajes das pessoas,
- 27:52com a intenção de, obviamente, aproximar as crianças da, da,
- 27:58da, da, Rocinha. Há uma alimentação um pouco mais
- 28:02saudável, né? Porque infelizmente.
- 28:05Nas comunidades, né? Mais pobres.
- 28:08Acaba que as crianças têm uma alimentação que fica muito
- 28:11baseada em em farinhas, né? E ultraprocessados.
- 28:14Então acaba que isso tá gerando um grande problema de saúde.
- 28:18E ele, dessa maneira, você em como montando essas hortas nas
- 28:22Lajes, você de uma maneira lúdica também, você vai
- 28:25aproximando as crianças dessas, dessa.
- 28:28Alimentação desde pequena. Mais saudável, é?
- 28:33E o Marcelinho, que eu acho que vale a pena a gente contar um
- 28:36pouco, porque é muito do que a gente é.
- 28:39Busca trabalhar, né? Aonde a gente tem OOO.
- 28:44Marcelinho, lá atrás ele trabalhava em em em 2 lugares,
- 28:48né? E ainda assim no tempo vago, ele
- 28:53juntava insumos, fazia alguns eventos para juntar insumos e
- 28:56fazia montava cestas básicas para.
- 28:59Fazer a distribuição. Para as famílias mais pobres,
- 29:02na, na, na, lá na favela, na Rocinha.
- 29:05Então é, ele falou cara, bacana e tal.
- 29:09Ele começou AAA aí a conversar com ele.
- 29:12E eu acho que a gente sempre se colocou No No lugar de como é
- 29:19que eu ajudo a ele, né? Eu acho que você tem que muitas
- 29:22vezes você vê é pessoas que sejam políticos ou que que sejam
- 29:29ONGs e tudo mais. Que chegam dentro da da chegam
- 29:33nas comunidades a achando que sabem o que tem que ser feito,
- 29:39né EE? Mas não vivem lá, né?
- 29:42Mas não vivem lá, entendeu? Então é, é exatamente como é que
- 29:45você cria 111 ajuda autêntica. Você tem que criar um ELO, né?
- 29:51Você tem que ouvir, você tem que ouvir o que que eles precisam,
- 29:54né? É na minha época lá de
- 29:58Barcelona, né? Teve 11 caso muito interessante
- 30:04que eu estava vendo 11 no jornal, né?
- 30:0811 noticiário, aonde estava tendo uma entrevista de de um
- 30:15cara, de um campo de refugiados, né?
- 30:18O gestor desse campo de refugiados e obviamente, OOO
- 30:21repórter. Então o repórter chega e vai
- 30:24falar com com com refugiado, alguma coisa.
- 30:28No que ele vai passar o microfone para o refugiado, o
- 30:31gestor pega o microfone e fala assim, olha, primeiro de tudo,
- 30:34eu queria avisar a vocês que eu sei quem está atrasado, mas já
- 30:39já vai começar a construir a casa, as casas de vocês.
- 30:43Aí eu fui refugiado, pega o microfone e fala assim, fala
- 30:45assim, eu agradeço. Mas na verdade, o que a gente
- 30:49precisa primeiro são as escolas. As nossas crianças estão na rua.
- 30:55A gente precisa primeiro escolas, a gente consegue ficar
- 30:57um pouco mais nas tendas, então construí escolas, depois vocês
- 31:01constroem a nossa casa. Então novamente, entendeu?
- 31:03Acho que é isso que a gente precisa fazer, a gente precisa
- 31:05chegar no, no, na, na, nos lugares, independente do que
- 31:09for, né, ouvir o que é que as pessoas querem, o que é que elas
- 31:13precisam e a gente aí tá aí sim, pode pensar como é que a gente
- 31:16consegue ajudar aquilo? Então muito nesse, nesse, nesse
- 31:19caminho, a gente chegou e falou e começou a conversar, então
- 31:22Marcelinho, ele tinha. Naquele momento ele tava
- 31:25conseguindo contemplar 15 a 20 famílias aproximadamente, né?
- 31:29No é ali Na Na Rocinha, a gente foi trazendo Pra Ele a
- 31:36importância de criar 11 cadastro e criar uma parte
- 31:40administrativa, cara. E ele foi se estruturando, se
- 31:44organizando e tudo mais, né? Agora vamos formalizar, vamos
- 31:49criou uma ONG, montou, tinha um CNPJ, tinha um CNPJ.
- 31:53A gente conseguiu fazer uma parceria com um grupo de pessoas
- 31:56ali de são Conrado, então a gente conseguiu aumentar aquele
- 32:00aquele projeto, né, que é dele, de 15 para 200 famílias, mais de
- 32:05200 famílias naquele momento aí, beleza, já estamos contemplando
- 32:10um número muito maior de famílias, ótimo.
- 32:12Agora vamos fazer o que vamos começar a cobrar dessas
- 32:14famílias. Claro que a gente não vai cobrar
- 32:16dinheiro dessas famílias, né? Vamos cobrar o que vamos cobrar
- 32:18que essas famílias tragam de volta para nós.
- 32:21Os resíduos dessas cestas básicas, então vocês trazem para
- 32:25nós e é a contrapartida do da próxima sexta.
- 32:31Obviamente elas não gostaram. No começo traziam porque
- 32:33precisavam trazer para receber a próxima cesta básica.
- 32:37Mas o que foi muito interessante que é daí a um tempo essas
- 32:40famílias começaram a perceber que o entorno delas estava
- 32:42ficando mais limpo. Então elas começaram a trazer
- 32:45não só o delas, mas dos vizinhos também.
- 32:47Então como é que você conscientiza pessoas?
- 32:50Num nível de vulnerabilidade social, né?
- 32:54Inclusive o alimentar. Não adianta chegar para ela e
- 32:57dizer, Ah, mas você jogar plástica aqui, você vai matar a
- 32:59tartaruguinha lá no mar? Ela nem tá focada nisso.
- 33:04Ela não vai. Ela não sabe o que que ela vai
- 33:05alimentar as crianças no final da noite, entendeu?
- 33:08Então, cara, você tem que mostrar o que que impacta É Ela
- 33:13e a realidade dela. A realidade dela, né?
- 33:16Eu acho que só tem um respeito em em com com essas pessoas.
- 33:21Então começou a fazer isso. Aí a gente pediu, agora tá bom,
- 33:24agora vamos fazer o que? Vamos pedir que essas, essas
- 33:25famílias também tragam pra nós. Oo óleo de cuzinho usado.
- 33:30Aí começou a trazer cara, a gente tava com uma quantidade, a
- 33:34gente, o Marcelinho, né? Tem tem que dar todo o mérito a
- 33:36ele, que ele é um voa. Estava com uma quantidade
- 33:42absurda de óleo. Cozinha usado.
- 33:44Sei que aí a gente conseguiu, através de um edital da da, da
- 33:47faperj, né? E do e um programa que eles
- 33:50montaram lá na Rocinha, chamado pista, a gente conseguiu.
- 33:54É uma grana para montar Marcelinho, para ele montar uma
- 33:59fábrica de produtos de limpeza a partir desse óleo de ousado.
- 34:04Então, detergente, sabão de roupa, sabão de louça, sabão em
- 34:07barra líquido. E usado.
- 34:10Então isso virou um negócio social, então o que?
- 34:15Entende. Assim a gente acredita que,
- 34:18claro, tem. Quando você tá lá embaixo, seja
- 34:22trabalhando a questão muito, uma vulnerabilidade muito pesada
- 34:28assim, né? Muito forte, muito.
- 34:32Você precisa ter um mínimo de assistencialismo, mas o
- 34:35assistencialismo não pode ser o fim.
- 34:37Ele tem que ser um. Meio, né?
- 34:39Para você levar isso a virar um negócio hoje, né?
- 34:44Está crescendo. Então o Marcelinho, inclusive já
- 34:46ganhou mais um outro edital, vai ampliar esse projeto aí.
- 34:49Isso está rolando. Até hoje isso está rolando.
- 34:51Até hoje, sabe? Então é e é sensacional.
- 34:54Já virou Kiss, já saiu no Jornal Nacional, já saiu não sei aonde.
- 34:58André trigueiro, já foi em em. É entrevistar ele, né?
- 35:02Então, assim, é isso que a gente acredita.
- 35:06Voltando aqui pro pro, pro instituto boas ondas, a gente,
- 35:10quando OOOO Burle viu o que a gente vinha fazendo na ali na
- 35:19Rocinha com com com essas pessoas, com esses projetos,
- 35:21porque esses são 3 de cara diversos, vários, vários outros
- 35:26que a gente já ajudou, né? Cada um de uma maneira, sempre
- 35:30dentro da das nossas limitações também.
- 35:33E muito No No, no CPF, vamos dizer assim, né?
- 35:35Eu e meu sócio no CPF ali ajudando eles.
- 35:39É quando o bullying viu isso? Ele falou, cara, eu tenho uma
- 35:42dor muito grande que eu gostaria de atuar mais ainda no, no
- 35:45ambiental, mais no social. Só que, pô, eu tenho.
- 35:49A minha vida é que já tem bastante coisa, eu tenho que.
- 35:52Ir pra Nazaré? Pra dar treinamento?
- 35:55Não sei o que eu tenho que ir pro Havaí pra dar treinamento,
- 35:57não sei o que lá eu não posso, não consigo dar.
- 36:00É isso. Vocês não querem?
- 36:03AOOO. Instituto.
- 36:05O nosso instituto aqui, eu falei, ué, claro, pô, imagina
- 36:09receber 111 instituto desse ainda tem um garoto propaganda
- 36:12como você, pra nós é uma honra inclusive, né?
- 36:15E aí, e aí foi assim, então isso na verdade, no ano passado a
- 36:19gente pegou o começamos a reestruturar todo o instituto.
- 36:23Boas ondas, né? Pra é justamente.
- 36:28Trabalhar esse lado como? 11 ferramenta de.
- 36:30Transformação socioambiental, né?
- 36:33E a gente vem veio organizando a questão do estatuto, questão
- 36:37burocrática, tá? Se ele tem um Monte de coisa aí
- 36:40tal esse ano, então a gente começou beleza, tudo arrumado,
- 36:43tudo organizado, como é que a gente vai se financiar?
- 36:46É, então foi no final desse ano que eu final de 24.
- 36:50Final de 24, final de 24 eu fiz. Essa virada para para 25,
- 36:55começar a pensar agora, como é que a gente se financia, como é
- 36:58que a gente se custeia? E aí, inclusive, eu parei quase
- 37:02todos os meus outros Business para focar exclusivamente e
- 37:07fazer com que esse negócio com né desse e a gente consiga se
- 37:11manter. A partir daí é exclusivamente
- 37:17com com o instituto boas ondas. Ah, então aí sim, que que nasce.
- 37:22Aí nasce o boas ondas. Hoje o.
- 37:23Boas ondas está em qual esfera? E como é que pra gente falar um
- 37:27pouquinho de como é que hoje o boas ondas trabalha ou quer
- 37:30trabalhar? E como é que você vê esse lado
- 37:34de captar por boas ondas? E quem poderia ajudar nisso?
- 37:39Pois é, é. É, esses são os grandes
- 37:41desafios, o os boas ondas. O boas ondas hoje está
- 37:46completamente estruturado. Né?
- 37:47É, legalmente já está OKA gente? Tem ainda.
- 37:51A gente ainda ainda pega um pouco justamente nada na questão
- 37:54institucional, a gente está com o site que que não, não, não
- 37:58fala metade do que a gente tem feito, porque realmente a gente
- 38:01trabalha muito. Como na massa, né?
- 38:05Então, né, a gente hoje tá tá muito focado em em ajudar essas
- 38:10iniciativas que a gente tá, né, já já vinha ajudando do né há
- 38:14algum tempo. A gente não pode jogar, Ah,
- 38:17valeu, obrigado aí e agora a gente vai cuidar do nosso não,
- 38:20então a gente a gente brinca, né, que a gente vai trocando a
- 38:22roda enquanto todo movimento, né?
- 38:25Então é mais ou menos isso, então hoje a gente tem tem isso,
- 38:29a gente tá buscando fazer captações, então.
- 38:33Entendendo, estudando um pouco, é leis de incentivo, falando,
- 38:37começando a falar com algumas empresas para ver se a gente
- 38:39consegue algum tipo de de é de de mão aporte que seja uma, faça
- 38:45a manutenção, né? Mensal aí do do instituto, com o
- 38:48time que a gente possa, é começar cada vez mais tal.
- 38:53É assim como também desenhando. A gente nunca se sentiu
- 38:58confortável em em cobrar. Dos projetos que a gente
- 39:05ajudava, né? Então eu acho que assim o
- 39:10Marcelinho conseguiu o edital lá atrás.
- 39:13Esse dinheiro é dele, é dinheiro para o projeto dele, não é para
- 39:16mim, né? Eu tenho que buscar uma maneira
- 39:18de de me manter é que não seja, é através do do projeto dele.
- 39:25Então o que a gente vem buscando hoje é fazer também projetos que
- 39:30sejam. Proprietários projetos nossos.
- 39:34Está desenvolvendo alguns, né? Então é.
- 39:40Eu vou falar aqui assim, né? Tem alguns projetos que é
- 39:43criação de, de, de algumas colunas de férias, né?
- 39:47Mas isso ligado é mais. Ligado a surf ou você pode, se
- 39:51quiser, você pode detalhar um pouquinho para falar, esse aqui
- 39:54é ligado a surf, esse é ligado a novos.
- 39:57É surfistas. Esse é ligado a parte ecológica.
- 40:01Esse, esse. Eu não sei o que que é assim.
- 40:05É porque a gente a gente tá no mix, tá no mix.
- 40:08Tá no mix, né? Então tem.
- 40:09AO instituto boas ondas. Ele, ele já é antigo, né?
- 40:15Ou seja, já tem quase 10 anos. Só que agora ele virou Oo.
- 40:19Essa ferramenta de transformação socioambiental até então é ele,
- 40:24é. O objetivo dele era dar aulas de
- 40:26surf. Né?
- 40:27Então por isso também foi demorou esse tempo todo com essa
- 40:30reestruturação. Mas então assim, e a gente
- 40:35brinca, né, o até o bullying que falou, né, que na verdade era o
- 40:38boas ondas, porque era do do surf, mas agora boas ondas de
- 40:41tipo good vibes, né? Ou seja, agora estamos de boas
- 40:44ondas de porra, vamos entregar 1111111 negócio legal, projeto
- 40:50legal. Pra todo mundo, um projeto legal
- 40:51pra todo mundo. E.
- 40:54Então é, é, é, a gente tem algum, alguns projetos, estão
- 40:58todos ainda em em desenvolvimento, né?
- 41:00A gente tem alguns projetos, são bastante ousados, tem uns que
- 41:03são, é uma mais numa pegada, acho que tem um surf, mas é uma
- 41:10mudança do Rio de Janeiro como um todo, né?
- 41:12Da cidade. Eu acho que é um projeto que
- 41:16impactaria a cidade como um todo, né, que seria AA.
- 41:20A transformação, a transformação.
- 41:21Mas trazer esse conceito do surf City, né?
- 41:24OOO, colocar Oo Rio de Janeiro como uma surf City.
- 41:28Isso já foi provado em algumas cidades no mundo.
- 41:31O quanto isso impacta a no na economia.
- 41:36Mas isso você acha que a gente o que?
- 41:38Que faltaria isso para o Rio entrar nisso aí fora, fora?
- 41:42A violência, tá? Então, pois é, é.
- 41:45Porque eu já acho que muita gente.
- 41:47Olha o Rio como uma cidade de onda.
- 41:49Tem esse aquarema que ajudou muito, WQS, wct, os eventos que
- 41:54a gente tem, mas o que que é? Seria assim tu falar, pô, isso
- 42:00caraolle surf City, isso é o Rio de Janeiro.
- 42:04Eu vou sair igual o pessoal, Ah, eu vou pro Havaí surfar, é, eu
- 42:08vou pra Josh surfar que nem você falou Ah hoje, Nazaré, há 20
- 42:12anos atrás. Só uma pequena parte IA para
- 42:15Nazaré. Nazaré não era tão conhecido
- 42:17externamente, tanto que todo mundo surfava mais no Avaí,
- 42:21naquela zona. E aí Nazaré virou um, pode se
- 42:24dizer, Eu Acredito, uma surf City, porque hoje todo mundo,
- 42:27pô, vou para Nazaré, vou minha temporada de Nazaré igual foi o
- 42:30Avaí a vida inteira, sim. Então o que que você acha que um
- 42:34negócio que que tá na mão de vocês e teria condição?
- 42:37Porque Eu Acredito que também tem muita coisa nisso, que isso
- 42:40vai depender de de político, de. De é das organizações,
- 42:45prefeitura, governo e tal. E aí é um movimento um pouco
- 42:48mais tenso. EE.
- 42:51De fazer um esforço mais, mas tem muita coisa que deve dar pra
- 42:54começar a levar o movimento de vocês fazerem a transformação
- 42:59até às vezes do público ou do do das pessoas que querem fazer
- 43:03isso sim. É desafiador?
- 43:07É, é. É um.
- 43:08É um projeto bastante ousado? É.
- 43:12Eu acho que a gente tem sim, aqui no Rio de Janeiro, uma a
- 43:17gente. Carrega esse estigma.
- 43:19Da violência, né? Por mais que é, eu não acredito
- 43:23que que a violência seja tão. Desculpa, não, não, não pode
- 43:29dizer assim. Não posso minimizar a violência.
- 43:33Ela só não é tanto quanto divulgam.
- 43:35Vamos dizer, seria isso? É, eu acho que é isso.
- 43:37Acho que as pessoas. A mídia dá 11 peso muito maior à
- 43:43violência do que as outras coisas muito interessantes e
- 43:46boas e positivas que também deveriam ganhar espaço na mídia.
- 43:49Só que não, não, não, não tem. É porque não dá visibilidade a
- 43:52gente. Fala muito aqui para vocês que
- 43:54estão acompanhando, a gente está no Rio e tal.
- 43:57E pra ficar claro o que que a gente, o que que ele tá tentando
- 44:00falar, aí Eu Acredito que eu vou falar aqui é que às vezes você
- 44:03pega algum Paulista, alguém que vem de outro estado, e o cara
- 44:06diz que não tem condição de andar na rua.
- 44:09Ou você pega agora, igual eu tive com um americano canadense,
- 44:12e o cara não quer andar porque ele fica achando.
- 44:15É o que as pessoas veiculam que a gente vive quase que numa
- 44:18guerra e no Afeganistão é existe violência, EEE assim.
- 44:23Eu sou um cara que falo que existe violência em qualquer
- 44:25lugar. A gente acha que os Estados
- 44:26Unidos, Ah, eu vou morar nos Estados Unidos porque os Estados
- 44:29Unidos é tal. E eu conheço gente, passou a
- 44:31vida no Brasil, nunca foi assaltado, foi morar nos Estados
- 44:33Unidos em 6 meses, foi assaltado, não é padrão, não
- 44:37acredito que seja lá está um pouco melhor que a gente, mas é
- 44:40o que ele está falando aqui também.
- 44:41Não vamos achar que Ah, eu estou criando um lugar onde eu eu
- 44:46tenho que andar numa bolha. Claro que tem que melhorar, que
- 44:48nem a gente está falando, acha que tem algumas coisas.
- 44:51Mas teria que ter 11 equilíbrio maior de mostrar coisas boas
- 44:55também. E não só falar do de um ponto
- 44:58negativo que a cidade tem, né? Exato, eu acho que é isso.
- 45:01Acho que na. Verdade.
- 45:03A gente tem muita coisa positiva, sabe?
- 45:06Tem muita gente fazendo muita coisa legal aqui.
- 45:09Muito não, senão a gente, por exemplo, o.
- 45:11Pessoal fala ligado ao surf e isso é dizem que Saquarema é a
- 45:15maior etapa do do surf mundial. Ou se não é, é uma das maiores.
- 45:20Ela é feita onde? No estado do Rio de Janeiro?
- 45:22Sim, se se não tivesse relevância é AA corona, é
- 45:27AWWQSA, World surf League e todos esses, essas marcas e
- 45:32todas elas não estariam no Rio, concorda?
- 45:34Sim, porque tem um Monte de outras cidades maiores e não,
- 45:37sim, eu não sei se se é a. Maior, mas.
- 45:40Mas uma coisa eu te garanto que é é é onde eles mais gostam,
- 45:44onde os surfistas mais gostam, porque a gente tem uma torcida.
- 45:48Sabe, a gente tem aqui, a gente vibra, os artistas vem para cá.
- 45:52OOO, Bruno Mars, não, não, não ficou fã do Rio de Janeiro,
- 45:57entendeu? Ou.
- 45:57Seja todas as pessoas. Vem para cá e adoram isso aqui,
- 46:00entendeu? Adoram AAA esse, esse, essa
- 46:05energia que OOO Rio de Janeiro tem.
- 46:09Então eu acho que é normalmente hoje isso vem de algum lugar.
- 46:13Só que isso não é divulgado. O que é divulgado muito é a
- 46:17questão da violência, né? EE 11.
- 46:19Não lembro quem uma vez. Estava comentando isso.
- 46:23Conosco que ele falou assim hoje em dia, né?
- 46:27Na verdade, 11 pessoa, ela é morta, né?
- 46:31É, é assassinada uma vez. Ali.
- 46:36Aonde? Acontece OOOO crime de fato, mas
- 46:40ela é assassinada durante 3 dias seguidos pela mídia, porque é
- 46:45isso. E volta e repete e fala de novo.
- 46:48E aquela pessoa e cada vez com mais detalhes.
- 46:50Uma coisa quase sórdida, né? De de de italhamento.
- 46:55Vamos? Dizer assim, a gente tem um
- 46:56público dessas coisas que chamam atenção, que é a violência,
- 47:00sexualidade e algumas coisas. Isso chama muito mais do que a
- 47:03gente fala, que a nossa praia é bonita.
- 47:05Que a gente teve um evento legal em Copacabana, que a gente tem
- 47:10esporte, não sei aonde. Ele não, não dá.
- 47:13É relevanciaenem.no ibope ou Na Na audiência.
- 47:17Então a gente acaba. A gente, eu digo, como todos os
- 47:21canais de de de divulgação acabam preferindo.
- 47:26É manchetes sensacionalistas que, no nosso caso, acaba.
- 47:31É sendo prejudicial ao nosso turismo?
- 47:34AA, toda essa EEO que a gente às vezes não lembra é que o que o
- 47:38turismo ele impacta no primeiro momento, mas depois ele impacta
- 47:42os negócios, depois ele impacta o outro e no final acaba até o
- 47:46próprio cara. Então assim, é uma é um efeito
- 47:48cascata que nem todo mundo às vezes se liga diretamente.
- 47:52Exatamente, eu acho que na verdade.
- 47:54Por isso, ou seja, em em tudo vamos dizer, né, AA gente, o Rio
- 47:58acaba. Que que que leva vários
- 48:01estigmas, né? Ou seja, o da violência, o que
- 48:04acaba atrapalhando o turismo, né?
- 48:06O pessoal fala, Ah, No No Rio, todo mundo gosta de ir pra
- 48:08praia. Cara carioca trabalha para
- 48:11caramba, entendeu? A gente trabalha muito aqui que
- 48:15a gente. Ficou com esse estigma, não?
- 48:17A gente fica com estigma, aí vai todo mundo.
- 48:19Né, pra São Paulo não posso falar isso.
- 48:22Não, não. Pode, não pode, pode falar,
- 48:25porque a gente tá aqui 11 dos pontos desse do podcast e do
- 48:30programa do multitude especial. E a gente tá falando muito isso,
- 48:34tá trazendo é o que é a gente fazer um movimento.
- 48:37Eu falo, eu tenho falado de todo mundo entre a gente.
- 48:41Trazer o é deixar os o pessoal do empresariado no Rio.
- 48:45Ele pode ir para São Paulo porque, querendo ou não, São
- 48:47Paulo tem o maior fluxo de dinheiro.
- 48:49Mas a ideia é não largar o Rio, é não sair daqui no nos anos
- 48:538090 e tal, 2000, a maioria das empresas acabaram fazendo esse
- 48:56movimento. Então, hoje a ideia é trazer o
- 48:59empresariado e a gente começar a falar nesses assuntos para
- 49:03tentar o quê? Metade?
- 49:05Que metade fique aqui, que metade da do bolo e das coisas,
- 49:08porque a gente tem muita gente foda é, tem em tudo que é lugar,
- 49:12mas a gente tem muita gente foda do Rio, acabou indo para São
- 49:14Paulo que não tinha muito jeito, e aí o cara não quis ficar nesse
- 49:17meio termo. E hoje eu acho que a gente está
- 49:20cada vez mais melhorando esse movimento.
- 49:22EEA gente tem tentado é trazer pessoas para falar disso, para
- 49:26movimentar, porque eu acho é o que você está falando.
- 49:28Tem muito, são muito carioca, foda no em São Paulo que acabou,
- 49:32que na época não teve muito como é segurar e teve que ir a
- 49:37oportunidade foi, mas eu acho que a gente se a gente começar a
- 49:41falar isso. É, vai mostrando para as pessoas
- 49:44que aqui também tem coisas boas, sim, que aqui tem mercado e que
- 49:48dê mais chance ao Rio. A verdade é essa.
- 49:51Eu concordo, exatamente. Eu acho que na verdade e buscar
- 49:55eu acho que a gente tem hoje é o Rio, tem diversas.
- 50:00Potencialidades, né? O carioca é extremamente
- 50:03criativo, o carioca é extremamente, ele consegue, ele
- 50:08é trabalhador, mas ele consegue ter um estilo de vida mais leve,
- 50:11né? Então você tem muita coisa que
- 50:13que OOO Rio oferece também uma qualidade de vida, né?
- 50:18Ou você consegue na hora do almoço, dá uma corrida na praia,
- 50:21entendeu? Então, assim, são coisas que
- 50:23que. A gente fala, né, OA gente
- 50:27precisa mudar um pouco mais a nossa cidade e fortalecer isso
- 50:30tudo para que a gente não precise mudar de cidade, né?
- 50:32Acho que a gente não é cada vez mais trazer, pelo contrário,
- 50:35mais pessoas para cá e poder viver essa, esse estilo de vida
- 50:39que a gente vive aqui, né, porque os mais radicais falam,
- 50:43né, você, né, eu, eu moro numa cidade que você vem tirar
- 50:45férias, entendeu? Sim, eu sei, são, são, são
- 50:48brincadeiras, mas mas acaba que tem um fundo de verdade.
- 50:52Né? Então, novamente, eu acho que
- 50:53AAA gente vem 11, esse projeto de surficida, e justamente como
- 50:57é que você consegue pegar uma dessas?
- 51:01É potências, né, 11 desses diferenciais que o Rio já tem e
- 51:06você transforma isso em 1111, vetor de de de crescimento
- 51:10econômico, porque tem que ter crescimento econômico, né?
- 51:13Obviamente, desenvolvimento de precisa ter, né?
- 51:17É, a gente fala muito disso hoje em dia, a gente precisa ter um
- 51:21desenvolvimento. É.
- 51:25Claro que seja. Economicamente viável, mas tem
- 51:29que ser socialmente justo e ambientalmente regenável.
- 51:34Se você precisa ter esses, essas, esses 3 pilares, se não,
- 51:37não está de acordo com Oo momento que a gente vive
- 51:41atualmente, né? Então como é que a gente pensa
- 51:43numa numa estrutura? Como é que a gente pensa num
- 51:45projeto? Como é que a gente pensa em em
- 51:47soluções para? Ofertar a partir do Rio de
- 51:51Janeiro, né, com esses 3 pilares, porque a gente tem
- 51:55isso, a gente tem aqui 111, vocação de esportes outdoor, que
- 52:01é sensacional. E porque que isso não é vendido?
- 52:05Porque que o Rio de Janeiro? Ainda não.
- 52:07É uma cidade icônica. Em relação ao esportes outdoor,
- 52:12a gente tem que ser referência. Você vem para cá, você faz OOO
- 52:16Mountain bike. Ali No No Na Na floresta da
- 52:19Tijuca, você dá uma corrida na praia, você faz maratona,
- 52:23natação no mar, pega onda, pô, esportes de de vela, mas você
- 52:28não. Você não acha que isso?
- 52:29Aí vamos voltar um pouquinho lá atrás.
- 52:33A nossa eu sou. Publicitário, então tem 11 lado.
- 52:37Qual lado? Eu acho que a gente é no Rio.
- 52:41Não soube utilizar você pega Nova Iorque, feita por Rudolph
- 52:45chuliane. O tolerância zero pra quem não
- 52:48está acompanhando, quem não acompanhou, ele pegou a Nova
- 52:52Iorque toda destruída. Criminalidade e coisa alto EE
- 52:56trouxe pra esse lado. Não estou falando em termos de
- 52:59governabilidade e nem de tolerância zero nisso, estou
- 53:03falando de mídia. É Nova Iorque, não tem claro
- 53:08nível de criminalidade que tem hoje, ok, mas em termos de
- 53:12mídia, ele pegou Nova Iorque e criou 11 institucional de Nova
- 53:15Iorque. Que é a cidade que nunca dorme,
- 53:17dos melhores restaurantes de Broadway de todos os lugares.
- 53:21Tem violência em Nova Iorque? Claro que tem Bronx, é um dos
- 53:24dos bairros mais violentos do mundo e tá em Nova Iorque.
- 53:27Ninguém deixa de ir à Nova Iorque, só que pro mundo externo
- 53:31a gente criou 111 publicidade e uma imagem que nem você tá
- 53:35falando, no sentido de o quê? Das pessoas quererem vim o Rio.
- 53:39Todo mundo já quer vim, só que tem esse outro lado.
- 53:41Eu acho que se a gente trabalhar.
- 53:43É todo mundo junto no sentido de mostrar esse outro lado do Rio
- 53:48que nem você falou, Ah, eu posso.
- 53:50Vamos escolher que seja a cidade do esporte outdoor e dos
- 53:54esportes em geral. Eu vou ter que trabalhar o
- 53:56institucional pra isso, porque eu vou trazer turismo, eu vou
- 54:00trazer impacto financeiro, eu vou trazer melhor outras áreas
- 54:03que vai ajudar também. É a você controlar o outro lado,
- 54:07só que tem que ter uma força. É geral de todo mundo.
- 54:10Tá pensando igual, que é o que você falou?
- 54:12Diminuir um pouco as notícias negativas e trabalhar um pouco o
- 54:15institucional, acho que e também os projetos, porque a algumas
- 54:20marcas já fazem, tem as corridas, tem o maior réveillon
- 54:24do mundo, é o maior. É evento da Terra, que é o
- 54:30samba. Então, assim, querendo ou não, o
- 54:31que você está falando, a gente tem quase tudo pra falta só um
- 54:34empurrãozinho. Às vezes, parece que esse
- 54:36empurrãozinho não vem, é? Eu concordo plenamente, eu acho.
- 54:39Que, na verdade, é voltando lá lá no começo da nossa conversa,
- 54:43né? Ou seja, a minha crítica à
- 54:45publicidade. Mas é, eu acho que eu não
- 54:49cheguei a reforçar, mas a admiração pela comunicação.
- 54:52A comunicação é uma ferramenta extremamente potente,
- 54:55necessária. Eu acho que isso é o que a gente
- 54:58precisa trabalhar muito aqui no Rio de Janeiro, mas então você
- 55:01acha que realmente a. Gente não faz essa propaganda do
- 55:04Rio como OA, cidade do outdoor, EEEA, cidade maravilhosa que a
- 55:09gente conhece, total, total, eu acho que a gente.
- 55:11Divulga muito mal a nossa cidade, né?
- 55:14É, é. Eu acho que a gente divulga.
- 55:18Extremamente mal e quando divulga, divulga a coisa errada
- 55:21é isso. Ou seja, hoje o Rio de Janeiro é
- 55:23é conhecido por por questão da da violência, né?
- 55:27Por questão de corrupção, que não estou dizendo que não estão
- 55:30aí, não adianta a gente ser, né, olhando e fechar é a hipócrita e
- 55:34ficar fechando os olhos. AA para para isso existe,
- 55:37existe, tem a violência, tem a corrupção, tem um Monte de
- 55:41coisas, mas que também estão em diversas outras cidades do
- 55:44mundo. Como você falou, do Bronx?
- 55:46Né? Como você tem AA, sabe?
- 55:49AA violência está presente. Infelizmente acabou de acontecer
- 55:52aquele atentado Na Na Austrália. Ou seja, existem violências
- 55:56acontecendo pelo mundo todo, mas a do Rio de Janeiro, essa é 24
- 56:01horas Rio de Janeiro. Entendeu?
- 56:03E é o que eu falei. Ou seja, Oo mesmo AAA atentado,
- 56:07vamos chamar aqui no Rio, acontece durante dias e dias e
- 56:10dias a fio. Enquanto a gente não não está
- 56:13divulgando justamente esse outro lado que eu acho que é muito
- 56:17importante, o lado de de de essa coisa do do, do, do carioca, de
- 56:24abraçar e receber bem as pessoas, é, né?
- 56:27De você, pô. Desce ali, encontra todo mundo.
- 56:31A questão da da, da praia. A praia é sensacional.
- 56:34A praia é uma. Não tem coisa mais democrática
- 56:36que a praia. Sabe, lá você está, cara, todo
- 56:39mundo com com seu short, seu assunto, todo mundo igual, todo
- 56:42mundo igual. Ninguém sabe quem é.
- 56:44Aqui no Rio, né? AA galera se conhece como é, é o
- 56:48é o é o tudo pelo pelo apelido, é o não sei quem, não sei, quem
- 56:52sabe? Então assim, é uma coisa muito
- 56:54informal. EEE, muito carinhosa assim.
- 56:57Então isso tudo são características.
- 57:02Muito. Importantes de serem mostradas.
- 57:05Em 2014, aí eu volto um pouco ao tema do Ted.
- 57:08Em 2014 a gente trouxe pro pro pro Rio, o Ted global, né?
- 57:12Então foi Oo evento que o Ted mesmo, a instituição Ted veio e
- 57:19montou aqui no Rio de Janeiro um evento ali na frente do
- 57:22Copacabana Palace. Cara, eles montaram 1111 teatro
- 57:26que foi sensacional, assim, a acústica do negócio era
- 57:30impressionante. Você estalava o dedo num num,
- 57:32você não ouvia Oo. Reverberar nada assim, sabe?
- 57:35Era incrível, bom. Foi 111 luta ali, né a.
- 57:41Gente teve uma conversa com com prefeitura, uma questão de
- 57:44licenciamento e tudo mais. A gente teve.
- 57:46Teve ali toda uma articulação com com o Ted, prefeitura,
- 57:51patrocínios e tudo mais para trazer esse evento para cá.
- 57:56Porque que eu me esforcei? Tanto para fazer isso?
- 57:58Porque, cara, o público do Ted, mesmo o Ted Internacional, são
- 58:02CEOs. São presidentes de empresa, não
- 58:05é? E eu vim para cá, para o Rio de
- 58:07Janeiro 900 dessas pessoas, 900 participantes, fora os
- 58:13palestrantes. Então, quando é que você tem uma
- 58:15oportunidade de trazer 900 presidentes e CEOs e pessoas de
- 58:21de tanta relevância e importância ao mesmo tempo para
- 58:24o Rio de Janeiro, viver o Rio de Janeiro e mostrar para o mundo
- 58:27que isso aqui não é o que eles que que é noticiado só só na
- 58:31mídia? Né?
- 58:32EE, foi. Foi sensacional.
- 58:35Foi sensacional a repercussão, né?
- 58:37Porque a galera saiu daqui conhecendo e vendo isso e tendo
- 58:40a experiência, né? Chegam com medo.
- 58:43Dessa coisa e tudo mais. E sai daqui maravilhado com isso
- 58:46tudo, né? Teve 11 influência que um tempo
- 58:48atrás falou assim é, é uma brincadeira, não vá ao Rio, não
- 58:53vá ao Rio, porque uma vez que você vai no Rio, sua alma fica
- 58:55lá e você não consegue nunca mais te esquecer, sabe?
- 58:58E é muito disso. As pessoas que Vem Pra Cá, elas
- 59:01vem pelo Rio de Janeiro. Entendeu?
- 59:04E eu acho que a gente só precisa arrumar cada vez mais desculpas
- 59:10para poder vim que as pessoas possam vir, entendeu?
- 59:12Então quando você transforma numa surf Siri, quando você
- 59:15transforma isso aqui num, num, num, num, num, num lugar, numa
- 59:19numa cidade de esportes outdoor e cada vez com mais campeonatos,
- 59:22com com, é isso que você precisa.
- 59:26As pessoas vão vir para isso. Ou seja, mais uma desculpa, né?
- 59:29Por que que você tem que ir AAA correr a maratona de Boston?
- 59:35Por que que AA maratona do Rio não?
- 59:37Pode ter 111 relevância global, como é 111 maratona dessas
- 59:43internacionais, né eu? Acho que é isso, acho que é.
- 59:47Normalmente, como que a gente trabalha?
- 59:49É melhor essa comunicação. Já tem algum movimento
- 59:51acontecendo, né? Eu estou participando de um
- 59:54grupo que está trabalhando essa questão do.
- 59:56Do do do branding do Rio de Janeiro, né?
- 59:58É, eu tô num grupo que fala muito a questão do esporte e
- 1:00:01isso é uma Bandeira que a gente que eu venho levantando
- 1:00:03bastante. Cara, o esporte outdoor precisa
- 1:00:05ser mais fortalecido hoje. Você tem algum alguns eventos
- 1:00:09que são o grande rei, rainha do mar, tem a maratona do Rio, tem
- 1:00:13alguns eventos que são cara, mas você a gente tem um potencial de
- 1:00:16tem uma agenda quase que anual do do ano inteiro, de, de, de,
- 1:00:21de esportes grandes assim. Pô, a beach Tennis, futevôlei,
- 1:00:26vôlei de praia, cara, tudo sabe, pô.
- 1:00:31Olha quanta oportunidade que a gente está deixando passar, né?
- 1:00:36EEO surf, claro. Eu, como surfista amador que sou
- 1:00:40também, né? Tenho essa, essa, essa, essa
- 1:00:44vontade aí. Você acha que Oo boas?
- 1:00:47Ondas hoje a maioria dos projetos eles, você diria que a
- 1:00:51ideia de vocês? É uns 80% dos projetos.
- 1:00:54Está ligado ao esporte, principalmente AAA.
- 1:00:57Essa área que vem do bullying, vem de vocês, do aquático e tal.
- 1:01:01Você acha que vai ser isso ou vocês vão tentar ali equalizar
- 1:01:07pra lembrando que sempre tem o social e as outras partes
- 1:01:11envolvidas. Mas você acha que isso vai
- 1:01:12acabar puxando um pouquinho mais pra esse lado, é.
- 1:01:17Eu eu acho que. Não, né?
- 1:01:18Na verdade, eu acho que o esporte.
- 1:01:22Tem esse grande potencial, mas a gente também tem.
- 1:01:28Acho que OOO carioca tem essa questão do da criatividade, do
- 1:01:34do, do do empreendedorismo. Isso é muito nosso, não é?
- 1:01:38Então eu acho que o instituto boas ondas é, a gente se coloca
- 1:01:42muito como uma ferramenta de transformação socioambiental.
- 1:01:46É. Hoje a gente aí é.
- 1:01:50Carrega 11. O Brasil, né?
- 1:01:54Não, não é o Rio. O Brasil nós somos OOO pela
- 1:02:00pelos dados da Ocean clin up é o Brasil é o sétimo maior poluidor
- 1:02:07do dos oceanos, do do. Do do do mundo.
- 1:02:11Né? O que, que, o que que a gente?
- 1:02:16Vem levantando que você? Trabalhar a questão da poluição
- 1:02:20dos oceanos. Só nos oceanos.
- 1:02:25É enxugar gelo, porque? A maior parte dos?
- 1:02:29Problemas ambientais causados principalmente por questão de
- 1:02:34resíduo, principalmente. Quando se fala dos.
- 1:02:37Oceanos elas vem por por questões de sociais.
- 1:02:43A grande poluição. Normalmente vem dos rios, né?
- 1:02:46E essa poluição vem por quê? Porque as populações
- 1:02:49ribeirinhas, que normalmente não tem destinação correta de
- 1:02:52resíduos, que não tem saneamento adequado, acabam jogando tudo,
- 1:02:58os rios. E esse, no fundo, você está
- 1:02:59voltando um pouquinho. Mais para poder atingir.
- 1:03:04O final do? Problema exatamente, entendeu?
- 1:03:06Exatamente, então enquanto a gente não solucionar os
- 1:03:09problemas sociais. Né, dessas comunidades dar Oo
- 1:03:14saneamento, dar uma distinção correta aos resíduos.
- 1:03:18AAAA essas comunidades, a gente vai estar enxugando o gelo e
- 1:03:22limpando o oceano, então a gente precisa ter esse olhar.
- 1:03:26Eu acho que Oo instituto boas ondas.
- 1:03:28A gente se coloca muito nesse lugar de pensar nessas soluções
- 1:03:31que são é sistêmicas, né? Eu acho que a gente vem há
- 1:03:35muitos anos tentando dar soluções pontuais para problemas
- 1:03:39que são complexos. Né?
- 1:03:41Então como é que você você tem que ter um olhar um pouco mais
- 1:03:44sistêmico? Claro que isso é muito mais
- 1:03:46difícil, muito mais desafiador. Só que não adianta você dizer,
- 1:03:49Ah, vamos fazer isso aqui, porque cara, é você tem muitos
- 1:03:52aspectos que que que que acabam é influenciando.
- 1:03:57Por exemplo, é teve na, na, na, na Índia, né?
- 1:04:02Logo depois da da guerra lá da da invasão do do da Inglaterra e
- 1:04:06tal, é. Por conta das das trincheiras,
- 1:04:13começou a ter invasões de cobra as cidades, né?
- 1:04:19E aí que que o governo fez? Falou, não vamos dar um dinheiro
- 1:04:25à população para que essa população traga para nós, né?
- 1:04:28Vai, vai, vai, traz essas cobras e a gente vai vai diminuindo o
- 1:04:36que aconteceu. As pessoas começaram AAA criar
- 1:04:41cobra, ter mais fluxo para poder receber.
- 1:04:44Dinheiro é, ou seja, em. Vez de solucionar o problema,
- 1:04:48que era AA invasão das cobras às cidades.
- 1:04:53Eles começaram a criar cobras, ou seja, começaram a ter ter
- 1:04:56mais coisas. Isso aconteceu aqui no Rio de
- 1:04:58Janeiro, né? Em lá atrás.
- 1:05:02Você também teve isso? Teve um, mas era uma invasão de
- 1:05:05ratos. Você tava ratos.
- 1:05:06Aí o pessoal começou a dar, o governo começou a pagar para as
- 1:05:09pessoas que traziam os ratos, né?
- 1:05:11Pra, pra, pra lá. E aí o pessoal começou a criar
- 1:05:14rato, entendeu? Então.
- 1:05:16Assim não adianta você. Pensar em uma solução pontual.
- 1:05:19Você tem que pensar em uma solução sistêmica.
- 1:05:22Você tem que olhar OOOOOO todo, né?
- 1:05:26Você tem que. Olhar de uma maneira.
- 1:05:27Mais ampla. Acontecendo, por que que isso
- 1:05:29está acontecendo? Por que que o oceano está sendo
- 1:05:32aqui? Ah, vem da onde vem dos rios,
- 1:05:33está bom, beleza, como é que a gente a gente consegue mitigar
- 1:05:36aqui, né, né? OAOAO giang, llemp ele, eles
- 1:05:39colocam Barreiras, assim como se fosse o flutuadores, que vão
- 1:05:45direcionando o esses resíduos para um uns contêineres que eles
- 1:05:50vão enchendo e vão retirando isso dali.
- 1:05:52Está bom, só que da onde está vindo esse resíduo?
- 1:05:56Entendeu se você está com uma dor?
- 1:05:58De cabeça crônica. Você não pode ficar tomando
- 1:06:00aspininas durante um ano inteiro, você tem que ver.
- 1:06:02O que está? Acontecendo, então você tem que
- 1:06:04ir No No né mais? A fundo e você?
- 1:06:06Precisa ver. Então acho que é normalmente eu
- 1:06:10boto o instituto boas ondas muito com com essa essa, essa é
- 1:06:15é é nessa posição, numa posição de buscar essas soluções
- 1:06:21sistêmicas pra esses problemas que são complexos.
- 1:06:25E daí sim você começar a buscar um desenvolvimento.
- 1:06:28Isso independente da onde a gente está atuando.
- 1:06:31Hoje a gente atua é mais ali, na Rocinha, são Conrado, mas esses
- 1:06:38outros projetos nossos são são de que impactam no Rio de
- 1:06:42Janeiro como um todo, a nossa cidade como um todo.
- 1:06:45E por que não depois escalar isso para o resto do do, do, do
- 1:06:49país, né? Do, do, do, do estado?
- 1:06:52Então, AA ideia é essa, como é que você desenvolve soluções
- 1:06:55sistêmicas pra resolver esses problemas complexos?
- 1:06:58O que que você acha que falta? Acesso, capital, educação,
- 1:07:01oportunidade? É.
- 1:07:08É, eu acho que é um. É um.
- 1:07:09É um mix de tudo, né? Você tem.
- 1:07:11Oportunidades não faltam, ou assim é.
- 1:07:14Cada desafio desses é uma oportunidade de se fazer, tá
- 1:07:19agora? Oo que o que acontece é que
- 1:07:22acaba que você tem muitas, são desafios que normalmente.
- 1:07:29Envolvem muitas esferas. Então, a negociação a gente tem
- 1:07:3411, a gente tem um problema que aí sim, eu eu sou crítico, EEEA
- 1:07:39gente tem que pensar. 11. Novamente.
- 1:07:41Uma solução para isso, que é o seguinte, a gente tem.
- 1:07:44A cada 2 anos, uma mudança no cenário político do do, do, do,
- 1:07:47do Brasil como um todo em todas as cidades, né?
- 1:07:49Ou seja, a cada 4 anos muda o cenário é municipal, dos
- 1:07:55municípios e só que daí a 2 anos muda o cenário estadual e
- 1:08:00federal. E isso acaba que faz com que os
- 1:08:02projetos tenham essa todos os projetos que envolvem de alguma
- 1:08:05maneira, né? O poder público tem que ter
- 1:08:08essa, essa A Entrega em 2 anos, ou então você tem que
- 1:08:12rearticular tudo novamente. Então é, é uma janela muito
- 1:08:16curta. Como é que a gente consegue de
- 1:08:18alguma maneira articular esses projetos para que tenham 1111?
- 1:08:27Vida mais longa, né? Uma Independência, um pouco do
- 1:08:30poder público para que isso possa continuar sendo
- 1:08:32implementado sem que que tem que ser tudo renegociado e etcetera.
- 1:08:36Mas você acha que a gente depende assim?
- 1:08:4250 a 50 ou você acha que. A gente conseguiria fazer isso
- 1:08:49sem o poder público? Eu não.
- 1:08:52Eu acho que a gente não conseguiria fazer.
- 1:08:53Sem o poder público, porque a gente?
- 1:08:54Precisa. Quando a gente fala de, de, de
- 1:08:57propostas que impactam AAAA cidade, né?
- 1:09:02O estado, eu acho que acaba que a gente precisa envolvê lo de
- 1:09:07alguma maneira. O que eu vejo é que hoje é.
- 1:09:12A gente tem um OOO brasileiro, tem um pouco de uma não todos.
- 1:09:16Realmente não dá para generalizar, né?
- 1:09:19Todos os brasileiros, mas existe um pouco de uma cultura um pouco
- 1:09:23paternalista, aonde a gente critica o governo, que o governo
- 1:09:26não faz nada. Mas eu vejo isso 11 pouco
- 1:09:30diferente é hoje eu vejo 11 relação ali aonde você tem a
- 1:09:35sociedade civil demandando AA as as coisas, né?
- 1:09:39Você tem. OOO governo, o poder público,
- 1:09:43né? Que que é demandado pela
- 1:09:46sociedade para fazer as coisas acontecerem.
- 1:09:49E esse poder público, ele vai aonde?
- 1:09:51Normalmente na iniciativa privada para buscar dinheiro.
- 1:09:54Só que quando você faz esse caminho, o que acontece é que
- 1:09:57primeiro, né? Eu acho que voltando aqui ao
- 1:10:01exemplo do do, do do campo de refugiado, né?
- 1:10:04Você tem OOO governo, o poder público que acha que sabe o que
- 1:10:09a sociedade quer. Então, ele faz algumas coisas e
- 1:10:13para fazer essas coisas, ele vai na iniciativa privada e pega
- 1:10:16dinheiro. E aí pega dinheiro.
- 1:10:18E por ser o poder público, acaba que é um dinheiro mais alto do
- 1:10:21que deveria ser, né? E quando ele entrega, não é o
- 1:10:26que a sociedade quer. Então acaba que a sociedade está
- 1:10:30sempre insatisfeita com o poder público, porque o poder não está
- 1:10:34entregando. O poder público nunca tem o
- 1:10:36reconhecimento que ele deveria ter, porque ele está entregando
- 1:10:39coisas, só que não é o que ele que que as pessoas querem.
- 1:10:42Então ele não tem esse reconhecimento e a iniciativa
- 1:10:44privada pagando sempre mais caro do que deveria, porque tá tá, tá
- 1:10:49trabalhando, essa é é pelo poder público e acaba ficando muito
- 1:10:53mais caro por conta da da máquina, das burocracias e mais
- 1:10:57moroso também. Se você fica essa conversa muito
- 1:11:01esquizofrênica ali, né? 11 conversa muito.
- 1:11:04Distinta é, é, é entre essa, essas 3 esferas, um círculo que
- 1:11:09fica num loop, né? Isso?
- 1:11:10Então o que, que, o que que? Eu, eu tento colocar aqui.
- 1:11:13Né? Trazer para o para o instituto
- 1:11:14boas ondas é ser essa ferramenta que a gente consiga articular
- 1:11:18diretamente com a iniciativa privada o custeio da
- 1:11:24implementação desses projetos, né?
- 1:11:26E vou só só vou no poder público para pedir OOA autorização para
- 1:11:31implementar. Com isso, você mitiga ou ou você
- 1:11:34diminui os custos, fazendo mais acessível para a iniciativa
- 1:11:38privada. Você como é uma iniciativa que
- 1:11:41parte da sociedade civil é uma coisa que vai ter um
- 1:11:44reconhecimento muito maior. E o poder público que tem que
- 1:11:47fazer, cuidar do, do de governar o as coisas, da autorização e
- 1:11:53tudo mais, ele vai fazer isso, não vai ter que fazer um
- 1:11:55projeto. Né?
- 1:11:57Então acho que a gente. Tenta, eu tento colocar.
- 1:12:00Né, trazer pra pro instituto boas ondas, justamente esse
- 1:12:03lugar aonde a gente propõe, a gente faz isso, articula o que
- 1:12:07tem que ser articulado com o governo, busca o dinheiro que
- 1:12:10precisa ser alcançado na iniciativa privada para
- 1:12:13implementar esses projetos que são de fato demandados pela
- 1:12:16sociedade civil. Hoje, pegando esse outro lado,
- 1:12:19que quais marcas? Ou como as marcas podem ajudar?
- 1:12:23E o que que você é que é? Qual seria esse outro lado que a
- 1:12:28marca acaba tendo divisibilidade ou de ajuda?
- 1:12:31Porque pra ficar claro que às vezes o pessoal Ah, é só botar o
- 1:12:34dinheiro, não é só botar o dinheiro, tem muita marca, ela
- 1:12:37tem que estar alinhada, é, é com o propósito.
- 1:12:40Então é como é que você vê isso aí?
- 1:12:43E eu sei que isso sempre acaba sendo complexo, que é o que a
- 1:12:45gente está falando, que é o que mostrar pra marca esse outro
- 1:12:49lado. E para as marcas também é bom,
- 1:12:51porque querendo ou não, ela está melhorando o ambiente pra dar
- 1:12:54mais. Entrega e as pessoas puderem
- 1:12:56gastar mais. No geral da cidade que eu digo,
- 1:12:59como que as marcas podem ajudar o instituto boas ondas e como é
- 1:13:04que funciona hoje essa captação, essas coisas sim.
- 1:13:07Ou então hoje a gente tá tá buscando, né?
- 1:13:09A gente tá fazendo. Algumas conversas com algumas
- 1:13:12empresas pra ter algum tipo de de recurso.
- 1:13:15A gente busca basicamente 2 linhas aí de de captação, né?
- 1:13:19Uma de de mantenedores. Aonde essas empresas aportam
- 1:13:22para o instituto boas ondas. Né, ajudando, fazendo com que a
- 1:13:26gente é possa é sobreviver e trabalhar todos esses projetos,
- 1:13:33né? Obviamente essas empresas que
- 1:13:35são as mantendoras vão estar e vão ter participação e
- 1:13:37visibilidade em todos os projetos que nós tivemos é é
- 1:13:41envolvidos, né, o tudo que a gente implementar, o que a gente
- 1:13:44trouxer, eles vão ter AOO reconhecimento, né, que a gente
- 1:13:49puder dar. Eu acho que novamente a.
- 1:13:52Eu acho que essa questão da da da de você ser grato, né?
- 1:13:55É, é muito isso. É você reconhecer que sem aquilo
- 1:13:59ali Oo você não conseguiria implementar, né?
- 1:14:04O que é? Muito diferente de?
- 1:14:05De um greenwashing, né? Oo uma coisa dessa, onde você
- 1:14:09financia projetos é só pelo pelo pelo pelo, pelo retorno de
- 1:14:16marketing que você vai ter. Bom, então um Pilar, né?
- 1:14:20Daí que eu vejo de, de, de, de, de aporte.
- 1:14:22Aí pro boazonas é como 11 empresa mantenedora.
- 1:14:25A gente tem inclusive instrumentos aí de dar algum
- 1:14:28tipo de de de. É Renúncia fiscal?
- 1:14:31Tem, tem. E fora isso é os projetos em si,
- 1:14:36né? Ajudar a gente a fazer a
- 1:14:37implementar esses projetos. Então a gente tem uma série de
- 1:14:40projetos, alguns nossos proprietários que a gente, né,
- 1:14:43tem alguns projetos que a gente é ajuda, EE dá suporte, apoia,
- 1:14:49né, então é, essas 2 são são as 2 vias que a gente precisa é
- 1:14:55novamente, a gente vai buscar sempre, né?
- 1:14:58É voltando um pouco ao tempo do Ted, que por por questões legais
- 1:15:04da da das regras, lá você não podia.
- 1:15:06Dar tudo que as empresas estavam acostumadas não é AAA, ter
- 1:15:12divisibilidade em alguns eventos mais mais comerciais.
- 1:15:15Assim é, a gente vai dar toda a visibilidade possível que a
- 1:15:20gente puder dar pra, pra aquela, pra que?
- 1:15:22Pra aquilo ou pra aquelas, pra aquela empresa patrocinadora ou
- 1:15:27ou financiadora do projeto, né? Mas obviamente, tem que ser uma
- 1:15:30coisa coerente, uma coisa que quando você fala é.
- 1:15:36Com a comunidade, com as favelas, assim, você sente que
- 1:15:40existe ali 111111. É muito, eles são.
- 1:15:46Muito desconfiados das pessoas que vem de fora.
- 1:15:49EE aí é 111 entendimento meu. Eu Acredito que esse.
- 1:15:56Esse, esse. Essa desconfiança essa.
- 1:16:01Falta de de, né? De.
- 1:16:03De, de, de, de espaço. Que as pessoas da, da, da, das
- 1:16:07comunidades das favelas têm com as pessoas de fora é porque
- 1:16:12muita gente chega lá falando, não vamos fazer, vamos
- 1:16:15acontecer. A gente vai fazer mundos e
- 1:16:17fundos e não entrega nada? Não entrega nada.
- 1:16:20É empresas que? Há há alguns anos atrás, pegava
- 1:16:24e falava assim, não vou, vou, vou.
- 1:16:25Vou patrocinar seu projeto, vou dar aqui, ó, toma aqui, ó, 10000
- 1:16:29BRL. Aí chegava e botava 2000000 para
- 1:16:33publicitar. Que estava ajudando aquele
- 1:16:35projeto, né? As pessoas começaram a perceber
- 1:16:38isso. Elas começaram a perceber que
- 1:16:41elas estavam sendo usadas como ferramenta de marketing
- 1:16:44novamente. Não acho que está errado, né?
- 1:16:47Eu acho que o senhor tem que ajustar melhor, só tem que ser
- 1:16:50proporcional a esse. Negócio não dá para você
- 1:16:52investir. Muito pouco aqui.
- 1:16:54E fazer aqui, Ah, tem, tem tem que ter 11 coerência, né?
- 1:16:58Isso é um pouco do que eu, do que Eu Acredito, acho tem que
- 1:17:02ter uma, tem que ser coerente Oo que você investe e o retorno que
- 1:17:05você vai ter daquele investimento, não dá para ser
- 1:17:07uma coisa tão, senão a gente volta.
- 1:17:09AAAA uma exploração muito grande daquelas pessoas, né?
- 1:17:14Lembrando que são pessoas, são vidas que você trata, né?
- 1:17:17E muitas vezes esses projetos que por menor que fosse, OOO
- 1:17:21investimento dessas empresas. Ah, tá bom, a primeira crise que
- 1:17:25dá na empresa já cortam aquilo, cara, não é nada, não é nada,
- 1:17:30isso é aquela, aquele projetinho ali tinha 20 pessoas, cara, não
- 1:17:33são 20 pessoas, são 20 famílias, são 20 famílias que muitas vezes
- 1:17:37dependem daquilo. Então é pensar um pouco com um
- 1:17:43pouco mais de cuidado e empatia com com a nesses investimentos,
- 1:17:50né? De uma maneira não, não só
- 1:17:52olhando para uma. Na tabela do Excel.
- 1:17:56Mas olhar aquilo como de uma maneira um pouco mais profunda,
- 1:18:00né? Não dá pra ser tão superficial
- 1:18:02quanto se trata de, de, de, de projetos.
- 1:18:04EE vidas envolvidas, né? Perguntando um pouco mais você
- 1:18:09direcionado. É um erro que te ensinou mais
- 1:18:12qualquer curso que você acha, principalmente trabalhando
- 1:18:15nesse, nesse outro lado social, de evento e tudo um erro.
- 1:18:24É. Bom, primeiro de tudo, eu.
- 1:18:27Acho que a gente é. Eu aprendi o que eu trouxe aí
- 1:18:32pra cá, né? Que não adianta.
- 1:18:33Você chegar. Achando que você sabe o que que
- 1:18:36as pessoas querem? EE precisam.
- 1:18:38Eu acho que isso é uma é um erro que é muito comum e que eu
- 1:18:42inclusive cometi. É.
- 1:18:44Então você chega no lugar lá e fala, não, vamos chegar aqui.
- 1:18:49Vamos. Da capacitação para as pessoas
- 1:18:54vamos não sei o que lá EEEA gente vai resolver.
- 1:18:58E aí eles trazem para você, trouxeram para mim nesse caso,
- 1:19:04né? Uma falaram, cara, aquelas
- 1:19:08pessoas. Tem umas pessoas ali que não tem
- 1:19:10dente. Não adianta você capacitar uma
- 1:19:12pessoa que não tem dente, porque ela não vai ser contratada para
- 1:19:17trabalhar numa casa. Ela não vai ser contratada para
- 1:19:20trabalhar na, ou seja, então você tem que normalmente ser
- 1:19:25humilde e chegar lá como? 111.
- 1:19:30Escuta ativa, você tem que ouvir o que essas pessoas querem,
- 1:19:33então, na verdade, eu com a melhor das intenções.
- 1:19:38Com, com, com. AAAAA.
- 1:19:41Vontade maior de ajudar as pessoas.
- 1:19:45Chego com uma arrogância. Muito grande, achando que eu sei
- 1:19:51de alguma coisa. Então, na verdade, um erro meu
- 1:19:54foi foi ter chegado lá em algum momento.
- 1:19:56Por sorte, por sorte tinha 111. Pessoa muito querida, né?
- 1:20:02Que que me chamou essa atenção? EE logo no começo e que até hoje
- 1:20:08o meu grande amigo, o Robinho, um cara incrível de de
- 1:20:13conversar, de bater um papo, é? Me chamou?
- 1:20:18Atenção pra isso. E eu falei, cara, realmente é,
- 1:20:22tenho que voltar aqui, dar um passo atrás.
- 1:20:25EEE. Vamos, vamos ouvir, né?
- 1:20:28Então acho que chegar chega manso, né?
- 1:20:31É, chega manso, ouve primeiro e depois você vai construindo essa
- 1:20:37relação de uma maneira mais autêntica e profunda, que eu
- 1:20:41acho que é a maneira de de de. De chegar nos lugares, um livro
- 1:20:46que mudou sua forma de pensar. Livro, Ah, então hoje pode falar
- 1:20:54mais de um, mas pra pro pessoal, Ah, cara.
- 1:21:00Tem tem 11 que chama eu não tô lembrando agora do do capra.
- 1:21:05É um livro do capra que é muito bom, que fala sobre a questão
- 1:21:09da, da, da das redes, né? Da de como as redes funcionam,
- 1:21:12como as as redes. Se desenvolvem que mais teve um
- 1:21:22livro que é poder. E influência para impactos.
- 1:21:25Positivos também. Também é muito interessante que
- 1:21:28ele trata sobre diversas questões, né?
- 1:21:32De como você tem, de como as as culturas todas, né?
- 1:21:41Tem, criam. Mitos, esses mitos viram
- 1:21:47estereótipos, esses estereótipos eles viram discriminação.
- 1:21:52E essa discriminação quando aplicada com violência ao
- 1:21:55racismo, né? E isso é uma coisa que a gente
- 1:21:58vive constantemente, né? Todo mundo aí até hoje você vê
- 1:22:04quantas pessoas falam, Ah, é assim porque é, não é assim, né?
- 1:22:10A gente, eu acho que. E esse livro também me me me
- 1:22:14trouxe essa. Essa essa a importância de você
- 1:22:21dar um. Passo atrás e olhar de uma
- 1:22:24maneira um pouco mais ampla todas as situações, uma crença.
- 1:22:30Que você abandonou com o tempo? Uma crença.
- 1:22:41Eu acho que eu. Acho que é.
- 1:22:43Nem tudo Oo. Que o que sempre foi é o que é
- 1:22:48melhor pra ser, né? Eu acho que todo mundo fala
- 1:22:51isso. Ah, sempre foi assim, tudo bem,
- 1:22:53mas não precisa continuar sendo, né?
- 1:22:55Eu acho que a gente precisa ter esse olhar crítico, né?
- 1:23:01De de de tempos em tempos parar e olhar um pouco.
- 1:23:08AAO que a gente vai fazendo o que?
- 1:23:10A maneira que a gente vem se comportando como um todo, né?
- 1:23:15Como pessoa, como como família, como familiar, como
- 1:23:20profissional. Se questionar o como a gente tá
- 1:23:23se comportando pra ver se a gente não consegue é agir de uma
- 1:23:28maneira um pouco melhor, né? Um pouco melhor com com todos,
- 1:23:31não, não só com os com os outros conosco ser de uma maneira um
- 1:23:35pouco mais compassiva. Pegando esse teu lado mais do um
- 1:23:39pouco do Ted. Qual palestra?
- 1:23:41Você nunca esqueceu o que você fez?
- 1:23:43Assim que foi a palestra aqui eu nunca esqueci.
- 1:23:50São muitas, tem muitas palestras que.
- 1:23:51São sensacionais assim. Teve essa?
- 1:23:56É bom 11 aqui que. Pode dar uma ou. 23.
- 1:24:00Assim teve uma do, do, do. Do do Robinho é justamente esse,
- 1:24:03meu amigo. Que que virou um grande amigo
- 1:24:05assim? Uma pessoa extremamente querida.
- 1:24:07Robson Borges, ele palestrou para gente em 2014 No No teatro
- 1:24:12municipal e ele traz a questão, né?
- 1:24:15É é da reciclagem. Ele fala a reciclagem de de de
- 1:24:20resíduos, né? Da importância da reciclagem de
- 1:24:23resíduos. Porém, ele fala, tem 1111, tem
- 1:24:26um resíduo, que pouco se fala, que é o resíduo humano, né?
- 1:24:31É, ele fala assim, a gente chega na rua E fala assim, aquele
- 1:24:33cracudo, muitas vezes aquele cracudo, é uma criança que está
- 1:24:38é, é, é viciada em uma droga, em extremamente agressiva, né?
- 1:24:4311 criança que tá ali, que que vai acontecer com aquela criança
- 1:24:46naquela noite? Então um morador de rua, né?
- 1:24:51Às vezes tem uma família morador na rua com uma criança de 23
- 1:24:55anos. Se você para para olhar aqui a
- 1:24:58aquela pessoa ali, não como um resíduo, mas sim como 11 pessoa,
- 1:25:03às vezes é difícil até você conseguir conseguir dormir à
- 1:25:07noite, né? Que que vai ser aquela criança
- 1:25:09ali de 2 anos com aquela mãe que talvez venha?
- 1:25:12AA, usar algum tipo de droga, vem a beber alguma coisa, uma
- 1:25:14criança de 2 anos do lado dela, o que que vai acontecer com essa
- 1:25:17criança durante essa noite? Vai ter frio, vai chover, não
- 1:25:19vai chover, então acho que assim é quando ele traz essa coisa do
- 1:25:24resíduo humano, né? Ou são os moradores de rua, são
- 1:25:28os egressos do sistema penal que a pô, o cara foi preso assim,
- 1:25:32foi preso, mas hoje tá tentando trabalhar e ninguém tá dando
- 1:25:34emprego, o que que vai acontecer com ele, né, é?
- 1:25:38Então acho que é essa questão isso aí, essa palestra foi 11
- 1:25:42palestra muito, muito potente para mim.
- 1:25:45É, teve OOOO aí novamente, vai, vou pegar várias, várias pontos.
- 1:25:51Pegaços é, teve, teve OOO. Ricardo, que lá em 2011 ele.
- 1:25:58Gritou no. Palco, interdependência ou
- 1:26:02morte, né? Não é Independência.
- 1:26:04Nós somos seres interdependentes ou o que, o que as o que o que
- 1:26:07você faz acaba é é refletindo em mim de alguma maneira.
- 1:26:12Então ele grita esse isso e pede para para o público gritar junto
- 1:26:16com ele, interdependência ou morte.
- 1:26:19Teve Oo Oscar Mendes, savá, né? Trazendo, né?
- 1:26:22Aquela coisa do pô, se você tem. Aí Oo tio Sam lá, né?
- 1:26:26Falando i want To You, você tem o Cristo de braços abertos
- 1:26:31esperando para te dar um abraço, né?
- 1:26:35A teve AOO gabo Mater também é outro.
- 1:26:41Sensacional falando sobre a questão do, do das adicções, né?
- 1:26:45Que que é que é uma adicção tão comum quanto a adicção o vício,
- 1:26:51né? Ao álcool e a drogas, é o vício
- 1:26:53ao poder. E quando você fala de vício ao
- 1:26:56poder, você você pode falar quase que diretamente
- 1:26:59relacionado ao dinheiro, né? Então ele traz OOO.
- 1:27:04Exemplo de de Ah, se você quiser. 11 latrina de ouro.
- 1:27:13Uma privada de ouro. Uma privada de ouro?
- 1:27:19Isso é patológico? A textura não é melhor a
- 1:27:25fisiologicamente, não. Vai te facilitar em nada?
- 1:27:29Não é melhor nada. Ou seja, aqui você ter uma
- 1:27:33latrina de ouro, uma privada de ouro.
- 1:27:36É uma coisa completamente patológica, né?
- 1:27:40Então ele trazer esses exemplos, né?
- 1:27:44De um pouco do que a gente vive hoje em dia.
- 1:27:47Dessa ostentação massiva que você vê acontecendo por aí, né?
- 1:27:53As pessoas querendo mostrar e mostrar e mostrar cada vez mais
- 1:27:57o que tem, né? É uma.
- 1:28:00Eu vejo isso como uma doença também.
- 1:28:04É até uma outra pergunta encaixando nessa é, você acha
- 1:28:08que. Existe muita fala bonita sem
- 1:28:11ação hoje, que é mais ou menos isso, muita gente falando.
- 1:28:16Que vou fazer, vou. Entregar essa mudança e não sei
- 1:28:18o que, e quando chega na hora o pessoal não faz e aí isso gera
- 1:28:2211 expectativa grande não sai. E aí no próximo é cada vez mais
- 1:28:28o público do social EE disso que a gente tá falando.
- 1:28:32Ele fica com uma casca dura de não acreditar.
- 1:28:35É Na Na Na transformação que os institutos e as e as pessoas,
- 1:28:39com boa intenção, vão fazer. Por quê?
- 1:28:41Porque já veio gente lá. E o meio que usou eles?
- 1:28:44EE não entregou sim, eu acho que sim.
- 1:28:47Tem muita gente que fala e não faz.
- 1:28:49É, eu acho que tem muita gente que são é eu.
- 1:28:58Não. Não, não, não.
- 1:29:00Posso generalizar, né? Mas eu vou dizer, não é muita
- 1:29:02gente não quer dizer que é todo mundo é, mas porque tem muita.
- 1:29:05Gente que que que vende muito bem, mas.
- 1:29:08Que não entrega tanto e tem gente que entrega muito e não
- 1:29:11consegue vender bem. Né?
- 1:29:12Então acho que você tem os 2, os 2 casos.
- 1:29:18Não vou ficar julgando, é aqui de forma nenhuma, quem, quem,
- 1:29:23quem não faz. Porque muitas vezes as pessoas
- 1:29:25que falam que vão fazer alguma coisa com com real intenção de
- 1:29:29fazer, só que é difícil, né? Ainda mais quando você fala de
- 1:29:33de trabalhar na e nas questões sociais, as questões ambientais
- 1:29:37é é muito difícil. Você é, é, tem que ser muito
- 1:29:41resiliente, tem que ter muita garra.
- 1:29:44Não é fácil, é é assim como empreendedor vender produtos,
- 1:29:49né? Vender as coisas.
- 1:29:50Você sabe o quanto é difícil, né?
- 1:29:52Quantos nãos você recebe até você ganhar um sim, imagina
- 1:29:56quando, né, quando isso isso muitas vezes é uma crítica a sua
- 1:30:03própria empresa, né? Ou seja, vai falar com uma
- 1:30:05empresa. 11 de de de de petróleo, por exemplo.
- 1:30:09Eu vou falar de questões ambientais.
- 1:30:11É quase contra o negócio dela, né?
- 1:30:15Mas, no entanto, tem tem que tem que ter, é um contrabalanço, tem
- 1:30:19que ter, é um negócio para. Manter ele numa linha exato, né?
- 1:30:23Então assim o é é. Extremamente desafiador.
- 1:30:27É extremamente difícil a é, então muitas pessoas você vê que
- 1:30:33entram. Buscando e com a real intenção
- 1:30:37de fazer. Algumas não conseguem, né?
- 1:30:40Não conseguem por questões. Às vezes não conseguem se se
- 1:30:45manter naquilo durante muito tempo.
- 1:30:47Teve, por exemplo, a gente teve AAA doutora Vera cordeiro, né?
- 1:30:52Ela também. Ela prestou para nós lá atrás No
- 1:30:55No no Ted Rio e ela falou que em um momento.
- 1:31:01AA os filhos dela estavam falando assim, não, mãe, não,
- 1:31:04não doa esse tênis aí, não. Esse tênis aí eu gosto, porque
- 1:31:07ela estava pegando as coisas da casa dela, doando pra poder
- 1:31:11sustentar a ONG EE, as famílias que ela estava.
- 1:31:15Então assim, é, obviamente isso. São muito poucas pessoas que
- 1:31:19fazem isso. Esse movimento de de se doar é
- 1:31:24de verdade a ponto de fazer Oo impacto pra outras pessoas, né?
- 1:31:29A. Mas então assim, eu acho que
- 1:31:31sim. Tem muita gente que fala que não
- 1:31:33faz, algumas por intenção, algumas sem intenção, algumas
- 1:31:38que Ah, é, acho que tem um pouco de tudo, né?
- 1:31:41Eu sou muito contra a generalização das coisas, né?
- 1:31:45Eu acho que é muito e extremamente desafiador,
- 1:31:49extremamente injusto, né? Desafiador, extremamente injusto
- 1:31:52você generalizar. Ah, porque eu?
- 1:31:56Oo brasileiro é assim, OOOOOO, carioca é assado, o Paulista é
- 1:32:01assim. Ah, você não pode dizer, né?
- 1:32:03A gente fala muito lá na você vê isso conversando com com algumas
- 1:32:07pessoas. É a pô, não sei o que Na Na
- 1:32:11Rocinha, Ah, mas mas eles não são eles.
- 1:32:14O que na Rocinha tem 250000 moradores.
- 1:32:18Eles, como é que você vai dizer que eles são alguma coisa?
- 1:32:22Eles só são moradores de lá. Fora isso, cada um é um
- 1:32:25indivíduo com sua família, com as suas características, com os
- 1:32:29seus desafios, com seus trabalhos, com com tudo, sabe?
- 1:32:32Então você não pode, é, é. Eu eu vou muito contra isso.
- 1:32:36Eu bato muito assim, cara, você não pode generalizar, né, as
- 1:32:39coisas, então porque acaba que que você tá criando 11
- 1:32:45estereótipo e infelizmente, os estereótipos acabam se se
- 1:32:51formando. Pelas.
- 1:32:53É. Piores é características da
- 1:32:58daquele ambiente, né? Então, se você vai ver nas
- 1:33:01comunidades, não chega a ter é 5 por 1%.
- 1:33:08Um não tem nem 1% das comunidades que estão de fato
- 1:33:11envolvidos com tráfico diretamente, até porque também
- 1:33:16são tantas comunidades. Que se se fosse.
- 1:33:18Um número muito grande. Não IA ter outra outras pessoas?
- 1:33:23Então, assim, só que fica. Conhecido o portal é a mesma
- 1:33:26coisa que a gente falou. O pessoal generaliza muito, né?
- 1:33:29Generaliza muito. O pessoal fala, Ah, mas eles não
- 1:33:32são. Como assim não?
- 1:33:33Você tem cara. É uma micro, né?
- 1:33:36Micro, não sei o que e normalmente quanto, quantas.
- 1:33:38Dessas pessoas. Da zona sul, né?
- 1:33:41Do Rio de Janeiro, dos bairros mais Nobres.
- 1:33:44Também não são mal intencionados?
- 1:33:46Também não. Não tem uma má índole.
- 1:33:50Né? Ou seja, não é porque mora aqui
- 1:33:51ou ali que vai ter vai ter um comportamento assim ou assado,
- 1:33:55né? Eu acho que não é por aí que a
- 1:33:57gente que que que que pode falar, né?
- 1:34:00Mas é, mas infelizmente é um é um erro que é muito comum, né?
- 1:34:05EEE, que infelizmente acontece muito, né?
- 1:34:08As pessoas vão ter tendem sempre, Ah, mas eu só passando
- 1:34:15uma vez o conversando com um amigo meu, ele falou falando
- 1:34:18assim, não, mas. É porque não sei o que da da da
- 1:34:25você. A sua família é meio de esquerda
- 1:34:27e não sei o que eu falei, cara, porque que você tá falando isso?
- 1:34:31E aí eu fui conversar um pouco com ele, aí eu falei, cara, não
- 1:34:35sou nem direita nem de esquerda. Eu acho que hoje a gente precisa
- 1:34:39pensar num outro formato, um formato que você tenha o ser
- 1:34:43humano, você tenha princípios no meio de tudo, você tem que
- 1:34:48preservar a vida. Você tem que ter um mínimo para
- 1:34:51para todo mundo, é, você precisa dizer, eu fui falando um Monte
- 1:34:56de de, de de coisa assim, aí no final fala assim, mas eu não
- 1:34:59entendi você, você, mas você, no final das contas, você é de
- 1:35:02direita ou de esquerda? Aí eu falei, cara, não sou
- 1:35:05nenhum dos 2, entendeu? Mas é isso.
- 1:35:08Ou seja, quando começa você tem que não as pessoas sendo muita
- 1:35:13necessidade de botar as pessoas em caixinhas, sabe?
- 1:35:16Rótulos, rótulos. Né?
- 1:35:18É você é isso ou isso? Eu não sou nenhum dos 2.
- 1:35:20Eu acho que você, né? Dentro da, da, da e aí não é
- 1:35:25esquerda, ou seja, dentro de uma questão social, eu acho que você
- 1:35:29precisa ter certos cuidados, assim como você precisa ter
- 1:35:33certos AA certas ambições, vamos dizer assim, ainda do lado de
- 1:35:38de, de economia. Então você tem que ter, mas tem
- 1:35:41que ter um equilíbrio. Aonde ninguém se fira, aonde
- 1:35:44ninguém falte nada para ninguém. Tem que ter um equilíbrio ali,
- 1:35:48né? Oo quem tá é, não lembro quem
- 1:35:53falou isso. Mas que, ou seja, o.
- 1:35:54Mínimo? Não, não, não pode ser.
- 1:35:58Abaixo do do. Do do que você.
- 1:36:00Das necessidades, né? Você tem que ter pelo menos as
- 1:36:03suas necessidades. Na verdade, teria que ser a
- 1:36:05média, que é o que criaram, que é a média.
- 1:36:07Que é a maioria ou que a gente precisa o mínimo?
- 1:36:11Seria a média, a média é de todo mundo.
- 1:36:12Só que acaba nunca, nunca acenda o que você falou, ele sempre
- 1:36:16puxa tudo, puxa para um dos 2 polos, ou para menos ou para
- 1:36:19mais, de acordo com o que for interessante para uns e para
- 1:36:23outros, né? Em qualquer esfera é em tanto em
- 1:36:26esfera de ajudar quanto de é fazer um trabalho e não fazer
- 1:36:30ele. Ele tem muito isso, é, mas eu
- 1:36:33acho que é isso, acho que para você falar sobre isso.
- 1:36:36É uma conversa muito mais profunda, né?
- 1:36:39É uma conversa que não dá. Pra você colocar num num posto
- 1:36:43de Instagram, né? Ou então eu acho que é, eu acho.
- 1:36:50Que é isso, na verdade, as. Pessoas tentam te rotular porque
- 1:36:52é mais fácil eu te colocaria, não, você é isso, você é aquilo,
- 1:36:55mas não é. As pessoas têm que entender que
- 1:36:58todas as pessoas são um grande complexo, né?
- 1:37:01Você tem todo 111 universo de experiências ali, né?
- 1:37:05Aonde as pessoas têm suas dores. Tem as suas experiências, tem
- 1:37:10seus desafios pessoais, tem seus desafios profissionais,
- 1:37:14entendeu? E você tem que no mínimo
- 1:37:15respeitar isso, né? Eu acho que é pode falar hoje de
- 1:37:20da empatia, né? O que que é isso?
- 1:37:22É você olhar um pro outro e entender que o outro pode ter
- 1:37:26também alguma dificuldade, pode estar passando por algum, alguma
- 1:37:30algum problema, dificuldade ali que que que a gente nem sabe,
- 1:37:33né? A gente já tá tá indo pros.
- 1:37:36Finalmente. Vou pegar esse aqui.
- 1:37:38É um oferecimento aqui 11 lembrança aqui do pessoal da
- 1:37:41évora que é parceiro nosso. Obrigado, EE.
- 1:37:48Vou entrar Na Na, nas. Perguntas ali nos finalmente tá
- 1:37:52bom, se você pudesse falar com alguém que quer.
- 1:37:55Gerar impacto? Mas está perdido, o que você
- 1:37:58diria? Seja resiliente.
- 1:38:07Tenha. Um objetivo é é entenda o
- 1:38:15objetivo. Seja humilde de.
- 1:38:17Perguntar pra pra quem você vai ajudar, pra pra onde você vai
- 1:38:22impactar, qual a maneira que você pode colaborar para aquele
- 1:38:27crescimento, para aquela melhoria, para onde você pode
- 1:38:33somar e agregar. Não é sair atropelando e fazendo
- 1:38:37tudo da sua maneira, né? Na verdade é entender um pouco
- 1:38:42mais. Acho que devagar, devagar,
- 1:38:45devagarinho, né? Chega lá, ouve, entende,
- 1:38:49absorve, digere aquilo. E aí, pouco a pouco você vê.
- 1:38:53Conforme as pessoas vão, vão, vão, é te aceitando e aí sim
- 1:38:59você consegue desenvolver 11. Posso dizer assim, uma solução
- 1:39:04ou um projeto 11 proposta de uma maneira muito mais autêntica e
- 1:39:11adequada às necessidades e possibilidades da da da daquela,
- 1:39:16daquela situação ao sistema. Como que você acha que hoje
- 1:39:19vocês com a boas ondas? É acredita que podem ajudar o
- 1:39:24Brasil é a criar um maior impacto nessa parte social EEE
- 1:39:30de projetos. Eu acho que é a.
- 1:39:36Gente, já vem trabalhando. Com esses projetos, hoje, a?
- 1:39:40Gente busca sempre ter é de alguma maneira mapear ou um
- 1:39:47metrificar mapear quais são os processos, né?
- 1:39:50Quais são AAOA maneira que a gente pode fazer o que que tá
- 1:39:55gerando de impacto, porque com isso a gente compartilha EEEEE.
- 1:40:04Replica isso, essa, essas soluções em outros lugares, né?
- 1:40:08Então a ideia. Por isso que eu volto a dizer, a
- 1:40:11importância. Da gente pensar.
- 1:40:14Em projetos que são sistêmicos, que que obviamente também são
- 1:40:18muito mais difíceis de se vender, porque quando você fala
- 1:40:23Ah, eu trabalho, é? Um pô com pessoal de de de
- 1:40:27esporte com pessoal que que doa cesta básica com pessoal que faz
- 1:40:32carta lixo e né, EEEEE, segrega resíduos e tudo mais cara, mas
- 1:40:38você faz 11 Monte de coisa. Às vezes as pessoas interpretam
- 1:40:41isso como uma falta de foco e na verdade, não é.
- 1:40:46Na verdade não é uma falta de foco.
- 1:40:47Eles se completam, né? Exatamente o.
- 1:40:50Objetivo é você ter. É é EE desenvolver.
- 1:40:56De uma maneira a trazer 111 impacto comum sistêmico para
- 1:41:02aquilo ali, né? Então OOO resíduo também
- 1:41:06atrapalha. OOO pessoal que o os outros
- 1:41:08moradores, né? Assim como o esporte pode ser
- 1:41:11uma ferramenta de desenvolvimento, é social,
- 1:41:14econômico, EEE trazer educação para para outras pessoas.
- 1:41:19Então, Oo que a gente vem fazendo é desenvolver essas
- 1:41:24soluções e a gente quer. Em algum momento começar AA
- 1:41:28replicar isso? EEE levar cada vez mais essas
- 1:41:32soluções pro pro, pro resto do do estado ou pro resto do país e
- 1:41:37por que não? Se for bem sucedida pelo resto
- 1:41:40do mundo? Qual?
- 1:41:41Qual mensagem você gostaria? De deixar pro pessoal que tá
- 1:41:45acompanhando a gente que quer ajudar, são 2 coisas, uma
- 1:41:50mensagem que você quer deixar pro pessoal que tá acompanhando
- 1:41:53a gente que. Acompanha.
- 1:41:55Essas mudanças? Sociais e tal.
- 1:41:57E a outra depois é você falar, deixar A Rede Social sua deixar
- 1:42:01onde? Onde encontra boas ondas e onde
- 1:42:05quem quer ajudar pode é mandar mensagem, doação.
- 1:42:10Ou qualquer coisa desse tipo. Vamos lá, uma.
- 1:42:15Mensagem, eu acho que a gente vive hoje uma. 11.
- 1:42:21Crise de confiança? Né?
- 1:42:25Cada um é olha muito pra pra si próprio desconfiando que as
- 1:42:32outras pessoas, né? É, não, não, não entregariam
- 1:42:37desconfiando, né? Não confiando num num sistema,
- 1:42:41não confiando nos políticos, não confiando em nada.
- 1:42:44Então acho que a gente vive essa essa grande falta de confiança
- 1:42:48é, e eu acho que a gente não pode perder a Esperança.
- 1:42:53Acho que a gente. Tem que seguir acreditando que
- 1:42:57que pode dar certo, que pode ser feito diferente, que vai ter
- 1:43:03solução, né? Que que tem pessoas, né?
- 1:43:09Tem muita gente muito bacana fazendo coisas muito, muito
- 1:43:13interessantes. EEEE positivas.
- 1:43:16Então busque é essas pessoas, busque essas iniciativas, porque
- 1:43:21você vai ver. É é que o quanto isso aquece
- 1:43:27nosso. Coração, né?
- 1:43:30O instituto boas ondas tem o nosso site que a gente tá ainda
- 1:43:34em fase de de né? Atualização, atualização, tá,
- 1:43:37tá, tá um site simples. Mas em breve a gente vai.
- 1:43:40Ter 11. Atualização já já disponível.
- 1:43:44Instituto boas ondas.org é. Estamos também No No no
- 1:43:49Instagram. A gente tem instituto ponto boas
- 1:43:53ondas, né? A gente tá lá é se a se as
- 1:43:59pessoas quiserem fazer algum tipo de doação.
- 1:44:01Alguma coisa. Como é que funciona isso aí?
- 1:44:02Fala com a gente. Fala, chama direto é chama.
- 1:44:06Direto a gente tá. Manda mensagem para nós pelo
- 1:44:10Instagram ou ou pelo pelo pelo site.
- 1:44:14Você tem 11 para contar que tá conosco.
- 1:44:17E aí a gente vai conversando um pouco.
- 1:44:20Gostaria de agradecer Marco, você mais uma vez por ter.
- 1:44:23Vindo aqui falar um pouquinho, é?
- 1:44:26Acredito que a gente possa é deixando aqui em aberto pra
- 1:44:29gente marcar um papo, trazer mais gente pra pra falar desses
- 1:44:33movimentos, tanto sobre o Rio quanto sobre OESG, sobre
- 1:44:38sustentabilidade e tal. Então tá convidado teu sócio e o
- 1:44:42resto do pessoal e mais agradecer mesmo pela presença.
- 1:44:47Maravilha, Cássio, eu que agradeço aqui a oportunidade,
- 1:44:49parabéns. Pelo lugar multitude está
- 1:44:52sensacional, muito bacana, muito sucesso pra vocês aqui, tá bom?
- 1:44:56E completamente disponível aí pra gente trocar ideia e marcar
- 1:45:00esses outros outros papos. Obrigado pessoal.
- 1:45:03Curta. Compartilhe.
- 1:45:05Manda pro seu amigo. A gente sempre tenta trazer
- 1:45:09pessoas relevantes e pra falar de assuntos que todo mundo
- 1:45:12gosta, a gente vai estar no YouTube, Spotify, Apple Music.
- 1:45:17E deixo vocês para mais um programa até logo.