Latest / Conexão Geek / Pecadores
Transcript
- 0:01Alô, alô nerd. Eu sou George Ricardo e é fiel
- 0:07conexão geek, o seu nerd service semanal.
- 0:12Aqui no CG você vai ter a tradicional análise com toques
- 0:16de discórdia e muita cultura pop.
- 0:19Mas antes de começar, eu queria pedir um favor para vocês.
- 0:23Que avaliem esse podcast na sua tocadora de podcast predileta.
- 0:28Se possível, deixa aquelas 5 estrelinhas marotas.
- 0:32Vocês podem também seguir o CG, assim você recebe uma
- 0:37notificação toda vez que a gente lançar um episódio novo.
- 0:52A gente vai falar sobre pecadores, novo thriller
- 0:55Sobrenatural dirigido por Ryan Coogler, estrelado por Michael
- 0:58B. Jordan.
- 0:59Em dose dupla, um filme que mistura terror, drama familiar e
- 1:03lendas urbanas de uma forma intensa e misteriosa.
- 1:06Em pecadores, Michael bjordan interpreta os irmãos gêmeos
- 1:10smoke e stake. Que retornam à cidade Natal para
- 1:14reconstruir suas vidas. Mas como passado sempre cobre o
- 1:18seu preço, eles se veem confrontados por uma força
- 1:21maligna que começa a consumir a cidade e seus moradores.
- 1:26O grande diferencial do filme é como ele trata o Sobrenatural
- 1:30não só como uma ameaça externa, mas também como uma manifestação
- 1:34dos traumas dos personagens. Medos antigos, culpas e
- 1:38arrependimentos vão tomando forma, literalmente.
- 1:42Bom, gente, a gente não vai enrolar muito aqui para vocês
- 1:46que estão vendo. A gente sabem que a gente está
- 1:49aqui com essas caras aqui impecáveis, porque tem um
- 1:51pecador entre nós e eu quero começar com ele.
- 1:54Gabi, quais são as suas primeiras impressões sobre os
- 1:57pecadores? Cara, é.
- 1:58Vamos lá, vamos lá, é eu. Eu sei que eu vou levar pedrada
- 2:01aqui, mas eu falei desde o começo lá no grupo, né, cara?
- 2:04E Ah, tá vendo aqui, ó. AA minha representatividade
- 2:08negra também não gostou muito do filme, né, filha?
- 2:11Pronto. Então eu estava falando lá no
- 2:14grupo que eu fui assistir o filme com uma expectativa muito
- 2:16alta, porque era o que estava ventilando, né?
- 2:19Nossa, é uma obra prima, a master peça.
- 2:21O Mateus falou que era o melhor fim do ano até então, né?
- 2:25Então eu fui assistir com com o parâmetro alto, né, com com a
- 2:29expectativa lá em cima, e quando eu vi, cara, é mais um Abigail
- 2:33da vida, né? É, é um filme comum, filme
- 2:36comum, filme legalzinho, no máximo, ok, aquele.
- 2:40Aquele aquele filme, né? Na Na média, sabe?
- 2:43É uma cópia barata do drink no inferno com toque de blues, que
- 2:47é a única coisa que pra mim segura o filme.
- 2:50O resto, cara, é maneirismo da Marvel o tempo todo.
- 2:53Eu não, eu realmente não sei. É um surto coletivo que está
- 2:56acontecendo com seeners, né? O popcorn e ey screen siners aí.
- 3:01Então, cara, para mim é um filme comum, filme é o queizinho, no
- 3:06máximo assim. E vocês estão mamando o filme
- 3:09pra caramba. Eu não entendo o porquê, né?
- 3:12Então vamos deixar vocês explicar o porquê, né?
- 3:15Vamos ver aí o que o Mateus tem pra dizer nessas primeiras
- 3:17impressões aí, sem spoilers, porque depois a gente só vai
- 3:20começar a mamar. Isso aqui depois, cara.
- 3:22Vixe, não e sem spoilers. Aí o Jorge foge, né, cara?
- 3:26Porque assim o meu, o meu Tchan filme pra mim foi a questão.
- 3:30Spoilers, né, cara? Eu não estava esperando que eu
- 3:32IA ver. E bem, como Um Drink no Inferno
- 3:34também, eu não estava esperando que eu IA ver Um Drink no
- 3:36Inferno. Acho que ninguém estava na real,
- 3:37né? Quem que era um maluco que
- 3:38estava esperando que aquilo IA virar, o que virou, né, Gabi ir
- 3:42pro inferno e pô, cara, eu acho legal, eu acho a temática do que
- 3:45é bem legal, né, porque No No caso, eu tô falando muito do
- 3:48Den, né? Tipo, eu falei no off, aí eu
- 3:50estava falando, cara, eu odeio o que que o Den faz com isso
- 3:54mesmo, né, que eu vou falar que, Ah, é porque a pessoa é negra,
- 3:57tipo, e aí o diabo é isso, sabe? Meio que meio que dando aquela
- 4:01aquela passada de pano pro pro que as pessoas brancas fizeram,
- 4:04sabe? É EOOO, pecadores, não vai.
- 4:07Por esse também, pô, ele não tem esse problema, tem outros
- 4:10problemas também, né? Não é só o problema Sobrenatural
- 4:12que tem No No pecadores, né? Eles também estão fugindo da o
- 4:15spam também tem esses pormenores, né?
- 4:18EE, toda a questão mesmo do da marca, né, cara, eles são 2
- 4:21mafiosos, né? São são 2 mafiosos ali.
- 4:24EE, é bem, é bem legal, né, porque tipo, a música ela existe
- 4:27dessa maneira, né? O Gabi, eu e o Gabi, a gente
- 4:30estava falando é tipo de pontos de música mesmo, né, que o jazz
- 4:33é muito forte, né, e o Gabi até citou também, né, a música
- 4:35evangélica mesmo, negra, né, que era muito.
- 4:38Da época. Só que, pô, o rock do diabo, né,
- 4:40cara? E o mesmo que sempre foi, né?
- 4:42Tem história lá do Robert Johnson, né?
- 4:44Que foi 11 músico, DJs, negro, muito.
- 4:46Eu acho, eu acho que o Nando Moura não concorda com você,
- 4:49Matheus, que. Isso os guerreiros aí, os
- 4:58guerreiros aí, cristãos, aí é foda, né, cara?
- 5:02Voltando aí pro Robert Johnson, né, cara?
- 5:03Que era? O cara que era tão bom, né, na
- 5:05música dele, né? E a e a competição, né branca,
- 5:09né, que também cantavam jazz na época.
- 5:12Cara de vendá la para o diabo, né?
- 5:13EE, literalmente 11, tema que é puxado para o filme, né, e a
- 5:18gente vai falar depois, né, que o Jorge capou muito agora com
- 5:20essa porra de spoiler, Mano, me fudeu, mas pô, foi um filme que
- 5:24eu gostei bastante, sabe? Eu não, eu não achei essa essa
- 5:27tão genérica igual o Gabi tá falando, cara, eu achei um
- 5:29trabalho decente até Oo Michael big ordan mesmo, né?
- 5:32O Michael big ordan que não é um ator excelente.
- 5:34Acho ele, ele é. Ele é médio para ruim,
- 5:36geralmente não que vem aqui. Eu não achei ele ruim não.
- 5:39Depois eu que sou hater ainda, caralho.
- 5:41Bom pra pra pra gente começar a abrir aqui.
- 5:44Mateus, esqueci que todo mundo vontade de comentar algumas
- 5:47coisas, eu vou dizer que eu eu tô ali mais com certeza na linha
- 5:50do Mateus, eu acho que o filme, apesar dele não ser uma
- 5:53revolução, eu entendo esse negócio da expectativa do Gabi
- 5:56eu já vi foi ver vários filmes com uma expectativa muito alta e
- 5:58aí eu Caio por Terra, mas é o que a gente tem que pensar, que
- 6:01era um filme que antes dele. Ter esse hype.
- 6:04Ele era um filme que ninguém falava, ninguém dava nada,
- 6:06ninguém nem sabia sobre o que se tratava.
- 6:08Então, tipo, para o que o filme entrega, por não ser um filme
- 6:11mega caro e tal, eu acho ele muito competente.
- 6:14Eu acho que assim é. Ele sai do raso na nas críticas.
- 6:17E o Ryan cooler tem toda a todo o mérito por isso, porque ele é
- 6:21muito, muito bom e entende do que ele está fazendo, por
- 6:24exemplo, de falar sobre apropriação cultural.
- 6:27De uma forma muito sutil, assim, com o cara pegando OOOO humano
- 6:31lá e falando Ah, eu quero roubar o seu conhecimento e tal,
- 6:35apropriando mesmo da da cultura do cara.
- 6:37Imagina falar mais sobre isso? Eu não quero também entrar em
- 6:39spoilers, mas no geral, eu acho ele muito competente.
- 6:42Só que eu acho que ele vai descendo assim, ó ele.
- 6:45Ele pisa muito devagar na primeira hora, a partir da
- 6:48segunda hora ele começa a dar 11 acelerada.
- 6:50Só que nos últimos 20 minutos ele quer resolver tudo muito
- 6:54rápido. E aí?
- 6:56Sei lá, acho que faltou uma melhor divisão de tempo aí pro
- 6:58filme. Essa é minha, minha, minhas
- 7:00primeiras impressões. Agora eu vou abrir aqui pra
- 7:02gente, vamos falar todo mundo aqui na tela agora pra quem
- 7:06estiver assistindo a gente, a gente está os 3 aqui lado a lado
- 7:09agora e eu queria ver com vocês. Gabi, você falou que te
- 7:13incomodou essa coisa do genérico, né?
- 7:15Essa coisa do tudo é que a gente já viu num num drink no inferno
- 7:20e tal. Mas eles também falam sobre um
- 7:21pouco sobre folclore. Eles falam um pouco sobre a
- 7:24questão dos vampiros, mas também fala sobre vudu.
- 7:26Inclusive, tem 1 hora que é a que a menina que é Mística, ela
- 7:29lá, ele pergunta, Ah, você não pode trazer meu irmão de volta
- 7:31com algum vudu aí? E ela até fala que consegue, mas
- 7:33o que não IA fazer aquilo e tal. Você não achou que isso é um?
- 7:36É um traço interessante. Pois é um dos grandes problemas
- 7:40do que o filme o filme ele não sabe que ele quer ser, né?
- 7:43Porque Oo Ryan cogler filho, ele atira pra todo lado.
- 7:47Então o filme é um amontoado de gêneros.
- 7:50Ele começa ali como um. 11 filme misterioso, né?
- 7:54Ali com com um menino na igreja e tal, com só OAO, braço do
- 7:59violão. E aí, de repente, ele se torna
- 8:01um dramalhão, aí vira um drama familiar, aí, Do Nada aparece 2
- 8:06chinês no filme. E aí, cara, aí o filme vira um
- 8:11vira um filme de terror. Aí de repente tem um tiroteio no
- 8:15final, que sei lá de onde saiu essa ideia desse tiroteio,
- 8:18então? O filme é uma Almada de de
- 8:20coisas que eles não se coligam, né?
- 8:24Pra mim é um é um filme assim. O Ryan Coogler tinha todos os
- 8:27brinquedos do parque, aí falaram Pra Ele, filma meu filho, e aí
- 8:30ele quis filmar todos os gêneros possíveis pra encaixar no filme,
- 8:34e aí o filme vira uma colcha de retalho.
- 8:36Cara, eu eu não entendo geograficamente como funciona,
- 8:41sabe porque? Roubaram eu não aumento nada, e
- 8:45aí? As.
- 8:45Pessoas, as pessoas vão dando do medo nada lá e tal.
- 8:49E aí vem o vem os os, os, os. Bicho caipira Do Nada também.
- 8:53E pede pra entrar aqui. Um negócio estranho, sabe?
- 8:56Eu não. Espera aí o cabo?
- 8:57Não, acho que não. Foi Do Nada?
- 8:58Não, não foi Do Nada. Isso.
- 8:59Isso tem explicação? Isso tem explicação.
- 9:02Vamos. Vamos, explica a.
- 9:05Explicação, o cara, o cara mordeu o maluco do Ku Klux Klan,
- 9:08que tinha o plano de invadir aquele lugar e matar todo mundo.
- 9:11Eles, ele absorveu AA. Não, mas.
- 9:13O plano o plano da do do cara da Fux plan é do cara que vende o
- 9:17galpão para eles. Não os caras lá que ele, que
- 9:20eles. Matam aquele tiroteio.
- 9:22Aquele aqueles caras que que foram os primeiros a ser
- 9:25mordidos o casal. Eles estavam com as roupas do Ku
- 9:28Klux Klan lá. Eles iam participar do plano.
- 9:29Eles sabiam, então, mas o. Plano foi todo bolado pelo cara
- 9:34lá que vendeu um galpão para eles, pelo amor de Deus, gente.
- 9:37Mas eles sabiam do plano. Se eles sabiam, o cara mordeu
- 9:39ele. A pessoa viveu as memórias.
- 9:41O cara do vampiro. Jorge.
- 9:43Como o cara não é vampiro lógico que o cara é vampiro.
- 9:45Não é, porra, o cara não é vampiro Jorge.
- 9:47Ele não morreu em tiroteio. Não, Gabi Oo os 2 que
- 9:51participaram que iam participar do plano, eles sabiam do plano.
- 9:53Vamos. Lá, quem quem vendeu o galpão
- 9:55pro pros direitos. Tá, foi o foi o chefe do.
- 9:59Porra, o plano que o cara veio? Tá, mas o plano tem, tem as, tem
- 10:04a pessoa que por. Que tirava do vampiro, bicho.
- 10:07Porque tem as pessoas que sabem o plano e tem Oo cara que fez o
- 10:10plano. Ah, não, Jorge, isso é muito
- 10:12fraco, é muito. Fraco isso.
- 10:14Isso ficou muito bem explicado para mim.
- 10:15Não ficou não para você, Mateus. Ficou.
- 10:17No banho lá na frente do do, do galpão, caralho.
- 10:21Não foi Do Nada, cara. Teve.
- 10:22Teve uma, teve a explicação. Foi Do Nada, sim.
- 10:25Teve a explicação. Eles têm essa conexão.
- 10:27Memória coletiva. Eles.
- 10:29Têm memória coletiva, literalmente memória coletiva.
- 10:32E aonde que foi explicado no filme?
- 10:34Isso foi explicado? Não foi explicado.
- 10:37Fala Oo. Remick.
- 10:40O remick lá, o maluco, meio meio avermelhado lá de cabelo meio
- 10:43vermelho lá. Oo remick quer ele.
- 10:45Ele, ele, tipo, é o vampiro velho que ele consegue.
- 10:47Os outros, ele o plano meio que é dele também, né?
- 10:50Ele, ele é o que é o vampiro mais mais pica.
- 10:52E aí eles compartilham, tipo, tanto é que no finalzinho lá, a
- 10:55Mary lá e o. O Gabriel?
- 10:57O Gabriel não, o Gabriel. Ele, ele mutou o filme numa
- 10:59parte, porque tem uma parte que é que é bem expositiva,
- 11:02inclusive sobre isso, onde ele chega pro cara e fala assim, eu
- 11:04estava só de passagem, e aí eu acabei salvando a vida de vocês,
- 11:08porque esse esses 2, eles eram do Ku Klux Klan e eles iam
- 11:11queimar tudo aqui, mas eu mordi eles antes e aí entendi o plano
- 11:15deles. E aí eu vim aqui porque tinha
- 11:16muita comida. Foi isso pra mim.
- 11:18Isso pra mim, o plano era todo cara lá que vendeu um galpão
- 11:21para eles. Pra mim, o plano era todo deles.
- 11:25Tanto que no final ele foi atrás do galpão de novo, achando que
- 11:29estava todo mundo morto. O plano não é de vampiro.
- 11:32Vampiro apareceu em Adam. Não, Gabi, você você não está
- 11:36entendendo, cara. Não, não.
- 11:38Olha lá, olha lá, ó, eu estou. O que vocês estão entendendo,
- 11:41velho? O final do filme, gente.
- 11:43Você. Está reclamando?
- 11:44Tem Rodrigo para o inferno, cara, é a mesma coisa.
- 11:46Que é ruim também. Eu não sei o que que é inferno.
- 11:49Não é bom, gente. Pela.
- 11:50AI, não, AI, não, AI não. AI não aí.
- 11:53Não, aí é foda, não é bom. Aí também aí o aí o George
- 11:57Clooney, com seus 50 anos de carreira, está está reclamando
- 11:59agora aqui, ó, está me. Ligando pra mim, Oo inferno,
- 12:02inferno, OK também. Meu filme não é bom também,
- 12:08gente. Robert Rodrigues não é bom,
- 12:10cara, pelo amor de Deus, não, lógico que não, não fez nada
- 12:18natural. Born kids é a libertstone.
- 12:19Espera aí, a única coisa boa. A única coisa boa desse cara é
- 12:30abalado, pistoleiro, é a única fã que foi bom.
- 12:33Gente. Para, para vocês estão ruim.
- 12:35Para vocês que estão ouvindo. A gente fica decidido que o
- 12:38Gabriel errou aqui. A gente vai passar o replay
- 12:41depois para ele e ele vai ter que admitir no próximo programa
- 12:44que errou esse programa. Entendeu?
- 12:45Que ele não ouviu a parte das explicações positivas da da
- 12:48mesma. Forma que você não não falou do
- 12:50print lá do bagulho que você achou ruim, falou que o bagulho
- 12:53era isso aí, ficou, não. Falou isso aí, isso aí, isso aí.
- 12:55Ficou no passado. Isso aí já já já virou, não
- 12:57virou? É?
- 12:58Mas, mas eteu. Vamos lá, cara.
- 13:00A gente tem o Michael B. Jordan fazendo 2 papéis.
- 13:03Eu vi gente, eu vi gente falando eu vi gente falando nenhuma.
- 13:06Disso eu vi, gente. Falando que que que?
- 13:08Que que ele conseguiu diferenciar os 2 papéis.
- 13:11E eu vi gente falando que não, que estava canastrão os 2 ali.
- 13:14Que que você achou algum a diferença?
- 13:15É que um usa chapéu, o outro usa boi, né?
- 13:17Essa é a diferença. Porra, não tem nem de ouro
- 13:19também tem um. Tem um bagulho assim.
- 13:20E aí tem tem um. Tem um de ouro.
- 13:22Ah, cara, eu vou te falar que eu só gosto do smoking, cara, é o
- 13:24outro lá, o que tanto faz, tá ligado?
- 13:27É, é tipo assim, ele, ele, ele, ele, ele queria perder 2
- 13:30personagens e conseguiu fazer um, tá bom, né?
- 13:3150% aí é só só é é menos pior que a porra do do bad Mac, da
- 13:37porra do do tom Harley, tipo de mafioso lá também, né, que é 2
- 13:42que é ruim pra cacete, os 2 aqui aqui, aproveita pelo menos um
- 13:46cara eu não acho tipo, incrível, não acho que o.
- 13:48Qualquer coisa, eu sempre acho que ele é bem bosta, bem bosta,
- 13:51não tipo ele, ele é bom de que o monger e bom no krid, mas aqui
- 13:54ele é qualquer coisa. E eu achei ok, Mano.
- 13:57Poxa, ok, tipo, e eu achei ok exatamente porque um dos gêmeos
- 14:00ele bota bota um pouco para baixo, né, cara?
- 14:05Você quase como assim você é fã do?
- 14:06Michael Bee Jordan não eu, eu tenho que.
- 14:08Falar o que eu acho? Eu já falei eu eu pra mim a
- 14:11diferença de um é que um e a Tá Tá Tá de boa e o outro tá de
- 14:13chapéu. Pra mim é a mesma bosta.
- 14:15Acho que AA atuação dele é a atuação mais pedestre do filme.
- 14:18A melhor atuação mesmo é do que ele e toca violão.
- 14:21Cara, você assistiu o? O.
- 14:23O pastor de gay no final você. Vocês assistiram, vocês
- 14:28assistiram hoje em nada ou ou dublado?
- 14:31Legendado, legendado, não é, é? Porque eu eu eu dei uma olhada
- 14:35nos 2, né? EE, eu vi uma diferença, cara.
- 14:38No No dublado, eles tentam diferenciar um pouco mais a voz
- 14:42do do dos irmãos, né, fazendo um falando tipo é Kyle, que que é
- 14:46isso? Meu, que que é isso, cara?
- 14:48E o outro falou mais do que uma leve eu dei.
- 14:50Uma leve olhada no dublado, eu comecei assistir no dublado
- 14:54porque eu não tinha achado legendado.
- 14:56Aí eu comecei assistindo, e aí a voz do do menino que toca blusa,
- 15:00ele, ela muda completamente quando ele vai tocar o violão.
- 15:03Aí eu falei, Ah, não dá isso aqui dublado, cara, não dá, é.
- 15:06É impossível ver esse filme dublado.
- 15:08Então eu o que vem começar, eu já IA elogiar.
- 15:12A dublagem por pelo fato dele ser cara de condiferenciar os os
- 15:15gêmeos, mas aí os caras mete essa não, não dá.
- 15:18Não dá. A dublagem do menino é muito
- 15:20diferente da voz dele, real cara, é absurdo assim.
- 15:23A diferença é e. Não e esse vamos, vamos, vamos
- 15:25admitir, né? Acho que é o grande gargalo de
- 15:27dublagem, quando a gente fala de filme que tem musical, né, que
- 15:30tem, que tem cenas musicais, não.
- 15:31Dá não dá musical, não dá pra não dá pra arranjar um não dá
- 15:34você. Não vai você, você não.
- 15:35Você não vai arranjar 11. Você não vai arranjar um
- 15:37dublador para cantar country ali em português.
- 15:40Não tem como, né, cara? É bizarro isso, né?
- 15:43A gente conseguia. Né, cara?
- 15:44Tipo, conseguia. Ah, mas é uma coisa muito é uma
- 15:46coisa muito específica, né? É que a.
- 15:48Disney consegue? É.
- 15:51De fazer? Versões brasileiras muito boas,
- 15:53né? E aí os caras brasileiros cantam
- 15:55e fica bom, mas eu não, não vai. Ninguém vai conseguir fazer uma
- 16:00versão de blues brasileira muito boa para colocar na dublagem,
- 16:03né? Então esse filme é impossível
- 16:05assistir dublado. Eu eu não consegui, por exemplo.
- 16:08Tenta. Concordar com o Gabi, que perde
- 16:11um pouco da experiência, sim, porque acho que OOOO grande,
- 16:14forte do filme. Aí acho que até o Gabi concorda,
- 16:16são as cenas musicais, o musical é muito bom.
- 16:19E aí tem aquela questão que eu falei que que conversa sobre a
- 16:22aprovação cultural completamente deslocada do filme, né?
- 16:25É, sou deslocada, cara, eu, eu achei, acho, acho.
- 16:28Eu acho um bom começo. Ele ali no carro tocando Oo plus
- 16:31e o cara falando, nossa, a gente vai ficar rico, mas eu fico
- 16:33falando que a gente vai ficar rico.
- 16:35Aquilo ali é o ponto alto do filme para mim.
- 16:37Eu vou, eu vou. Você chega Na Na cena do bar,
- 16:39por exemplo. Putz, pra mim já não funciona.
- 16:42Eu, eu. Vou fazer aqui 11 metáfora que
- 16:44eu entendi que eu acho que que funciona bem assim, que é a
- 16:48seguinte, a gente tem essa personagem aqui que tá Na Na
- 16:50tela, a Mary. A Mary é a única branca ali,
- 16:53amiga do do pessoal negro e tal. E ela tipo decidir, que até
- 16:56falou uma frase muito, muito. Picanha assim, 1 hora que ela
- 17:00fala aí eu não tenho culpa de ser branca, eu nem queria ser
- 17:03branca, que eu acho horrível, mas beleza, é, eu acho que faz
- 17:07é, é uma frase, é uma frase estranha pra ser dita no meio de
- 17:10um Monte de de uma população totalmente negra ali.
- 17:13E aí, beleza, EAA Mary, ela é uma personagem que ela parece
- 17:18que vai ser a mocinha, sabe? Ela tem todo ar ali de ter um
- 17:21caso com o prontagonista e tal, e aí Do Nada ela pá primeiro a
- 17:26morrer. E aí eles eles descartam ela
- 17:29como uma figurante. O que é é, é.
- 17:31É uma inversão desse tipo de filme, né?
- 17:33Geralmente, o cara negro é o primeiro a morrer sempre aqui, a
- 17:36única branca é a primeira a morrer.
- 17:38Então, e aí a gente entende. Porque Ah, geralmente.
- 17:41É. A gente 2 tem 2 chineses que são
- 17:44muito bem aceitos na comunidade negra, sabe?
- 17:47Se lá o porquê deve ser para para o filme entrar na China
- 17:49por. Que por que as filias?
- 17:51Porque são minorias raciais também, onde?
- 17:54Onde? Onde chinês é minoria?
- 17:56Jorge, chinês é a maior população do planeta.
- 17:58Bicho, minoria social nos. Estados Unidos querido nos
- 18:01Estados Unidos, não é não tem chinês, porra, mas aí.
- 18:03Estados Unidos é uma coisa. Em Estados Unidos não coloca
- 18:07você não coloca chinês no frio, bicho.
- 18:09Por que assim esses cara para fazer coca deixa o chinês meu?
- 18:11Para, para. Para de implicar com o chinês.
- 18:14Não. Calma aí, calma aí, não.
- 18:15Aí eu dou minha carteirada histórica, chineses e eles
- 18:18ligaram para os Estados Unidos para para construir ferrovias,
- 18:21cara. Isso velho, desde 1800 no caso.
- 18:25No. Caso dela são batendo meu.
- 18:27Em relação ao chinês, tem um negro, gente, um de vocês já
- 18:30viram o chinês numa casa de blues?
- 18:32Bicho, cara, pô. É uma história, mas.
- 18:38Tá. Vamos, vamos, vamos lá.
- 18:41Deixa eu completar aqui o raciocínio.
- 18:42E aí é. Não é porque esse raciocínio é
- 18:45importante, porque assim, eles rechaçam os brancos e isso é
- 18:49compreensivo. Mas não rechaçam os chineses.
- 18:53Por quê? Nem a.
- 18:54Mary a Mary também não porque é conhecido, mas.
- 18:57Eles gritam isso parda Gi a Mary.
- 18:59Ela não é branca, ela é parda, cara a Mary.
- 19:02Nunca seria aceita como parda ali nos Estados Unidos.
- 19:05Nem tem. Essa é é essa.
- 19:06Mas. Aqui ela é No No contexto de
- 19:09hoje, quando você nossa, você vendo nos olhos de hoje, ou
- 19:12então o Mano Brown é negro para você.
- 19:16Não. Mas olha como é estranho.
- 19:18É o Mano Brown. Nos Estados Unidos, ele seria
- 19:21ele não seria lido nem como negro, ele seria lido como
- 19:23Latino. Latino?
- 19:24Exatamente. Então, e é isso.
- 19:27Mas aí os latinos, eles se aceitam com os negros muito bem,
- 19:30cara nessa. Época talvez não, né?
- 19:32Gabi nessa época eu não sei. Eu não.
- 19:34Sei, sei também não. Não vivi nessa época.
- 19:36Contetualizando o filme, então o chinês não deveria estar ali?
- 19:40Tá bom, vamos, vamos, vamos lá. EE aí, Oo que eu digo, o que eu
- 19:43digo. E aí?
- 19:44Como como é problemático nesse aspeto, eu não eu.
- 19:47Acho eu, eu acho que está pegando um detalhe muito.
- 19:50Muito pequenininho, ali para para detalhe.
- 19:53Fundamental, cara, porque? Porque aí a gente tem a questão,
- 19:57eu falei para vocês, AAA Mary, ela significa esse, tentar
- 20:00mostrar esse, esse, essa mudança de visão.
- 20:03Ah, está vendo aqui no meu filme, a branca morre primeiro,
- 20:06só que eles começam conforme está bom, cara.
- 20:10Mas no filme ela é branca, ela é dita ela ela é dita como branca.
- 20:13Você tem que entender o que eles falam na Franca, pô, porque.
- 20:15Se ela fosse branca, ela não estava na festa, cara, ela é.
- 20:18Chamada de branca no filme Gabriel.
- 20:20Mas ela está na festa. Porque ela é parda, cara.
- 20:23Não, não entra na festa. Ela, ela está.
- 20:25Na ela está na. Ela está na festa porque a mãe
- 20:28dela cuidou dos caras lá. Só por isso ela é conhecida como
- 20:30é, concorda? Ela está.
- 20:31Ela Foi criada junto com os negros.
- 20:33George, tá, mas. Isso não é dito, você tá tipo?
- 20:35Ah, então então o filme não é dito?
- 20:38Então o filme tem. Um problema.
- 20:39O filme é fraco porque ele não disse que você queria?
- 20:41Pô, não, não. O filme é.
- 20:42Fraco porque não revela AAA cara dela, O Que Ela É o credo dela.
- 20:49Gabriel não existia nem esse termo pardo na época, então ela
- 20:52é branca. Então ela é branca?
- 20:53Ela. Posta na USP e passar na cota,
- 20:56ela passaria em 1900. E 50.
- 21:00Não, então, na cota ela é uma regra e que.
- 21:03Não tá um filme paciente que é um filme, esse paciente é um.
- 21:06Contexto, então, é que isso é construção.
- 21:08Já tá. Já tá tomando uma proporção
- 21:09porque não deveria, tá ligado? É o Gabriel?
- 21:11Não, o Gabriel não deixa. Eu não deixa eu concluir aqui.
- 21:13Ele fica. Eu estou dizendo, eu estou.
- 21:15Dizendo que Oo diretor negro não teve esse cuidado e isso é
- 21:19problemático para mim. Ah, eu não acho eu.
- 21:21Acho que você está dando 11 reitada aí à toa, eu, eu.
- 21:25Acho que ele faz eu acho que ele faz isso muito bem no Pantera
- 21:28Negra. Eu acho que eu acho que o
- 21:29Pantera Negra tem uma identidade visual muito presente, que
- 21:32também tem. Tem pessoas pardas, cara.
- 21:35Ele consegue lidar muito bem com isso, mas aqui ele não consegue,
- 21:38cara. Aí então a gente tem a questão
- 21:41da música, só só é finalizar aqui para vocês entender até o
- 21:45final o que eu estou querendo dizer.
- 21:46Então a gente tem essa menina que morre ali no começo eu não
- 21:48vou nem falar branca mais que fala o branco, abri já começa a
- 21:50me encortar, espera aí, essa menina, essa mulher morre, a
- 21:55primeira mulher ali a morrer, e depois eles começam a ter uma
- 21:59inversão. Então o Mateus lembra bem ele,
- 22:01ele começa a usar é o argumento de que ele quer roubar
- 22:07literalmente, Oo os as lembranças dele quer pegar?
- 22:10Pegar o pastorzinho lá, porque o pastorzinho é o cara do do jazz
- 22:13e ele quer roubar aquela cultura do cara, o.
- 22:17Cara do blue desse. Jazz tá bem pouco.
- 22:19Presente no filme e ele quer. Mas ele, ele quer roubar.
- 22:22Inclusive ele fala, eu vim aqui por sua causa, pelo seu coração,
- 22:25tal. Eu quero roubar o seu
- 22:27conhecimento. Ele quer.
- 22:28Ou seja, é um branco se apropriando das memórias de um
- 22:31cara negro, de uma da cultura negra.
- 22:34Eu acho que essa conversa é, é, é, é interessante e como eles
- 22:38reviram isso. Por isso que eu falei, você pode
- 22:40até achar, eu concordo, ela não é.
- 22:41Eu não vejo ela como uma mulher branca.
- 22:43Eu vejo ela como uma mulher Latina, mas naquela época e no
- 22:46filme é dito que ela é branca. Cateus vai lá assim não?
- 22:50É, não é bem assim, Jorge, não é bem assim, porque o que
- 22:52acontece, a questão da composição é, é a mesma questão
- 22:55tipo de de raça pura que tem no nazismo, né?
- 22:58E a partir do momento em que ela tipo é tem relações com pessoas
- 23:02negras, a partir do momento em que ela interage, ela já não é
- 23:05mais vista como uma pessoa pura, né?
- 23:06Pra pros olhos desses caras racistas, né, inclusive.
- 23:09Falam, falam que ela pode, falam que ela pode morrer se pegarem
- 23:12ela lá, né? Não, não, não, George, tudo bem.
- 23:16O contexto da época pro George. Ela era branca.
- 23:18Branca, então ela poderia entrar no ônibus, ela poderia
- 23:21frequentar os var de branco para o Geórgia era branca.
- 23:25Pô, mas Oo Gabi, o Gabi falou que não gostou, né?
- 23:28Quando virou um filme de vampiro, eu pessoalmente gostei
- 23:30muito, era, acho que é o meu, meu, meu ponto, ponto alto para
- 23:33mim, porque eu, eu, eu sempre fui muito, foi de vampiro, sabe?
- 23:36É tipo de histórias que eu lia e de tudo mesmo, né?
- 23:39É muito, muita gente tem um bi ficcional aí favorito, como o
- 23:42lobisomem, mas o vampiro para mim é mais legal, né cara, esse
- 23:45livro ainda Ah, não acha, não acha?
- 23:48Você. Você lembra lá do do remake da
- 23:50hora do espanto pra mim é? Muito cara.
- 23:53É o mesmo que. Mas a hora do espanto é um
- 23:54remake bem legal, cara. Não sei.
- 23:56Então é o. Remake é o remake, OK, mas não é
- 23:59nada. Ah, que sensacional, eu acho.
- 24:01Eu acho a hora do espanto mais honesto, porque tem efeitos mais
- 24:04honestos. Abigail eu acho mais honesto
- 24:07porque tem uma maquiagem fantástica aqui.
- 24:09OCGI atrapalhou? Bicho, atrapalhou e muito, na
- 24:13verdade. O cara atrapalhou até certo
- 24:16ponto, né? Porque já foi.
- 24:17Foi querendo gostar, né, Gabi? Aí não.
- 24:20Não, não, não, não. Eu fui assistir.
- 24:22Eu fui assistir um filme esperando uma obra prima do
- 24:25gênero e nunca vi isso. Também uns uns minutos atrás
- 24:28estava falando, por que que os bicos não entram?
- 24:31Porque eles não podem entrar, né?
- 24:32Cara, eu admiro, porra. É.
- 24:34Exatamente, mas, mas. Por que que você?
- 24:36Não convidou os cara pra entrar, os cara Branquinho lá, legal,
- 24:39tocando o country. Então.
- 24:41Então é, é, é, é assim, é. É isso que eu acho.
- 24:43Se eles são lógico, os 2 são os gêmeos, são capitalistas
- 24:48extremos. Eles querem dinheiro.
- 24:50Sim, se você. Deixou o os chineses entrar.
- 24:54Se você deixou uma branca entrar nos olhos do George, por que não
- 24:58um grupo de country honesto ali para tocar?
- 25:01Qual o problema? Que honesto.
- 25:02Cara que os caras fedia, os caras fedia a trapaça, os caras
- 25:06fedia, a gente branca querendo fazer merda.
- 25:08Isso porque você sabia que eles eram vampiros?
- 25:13Pô, um cara chega cantando musiquinha assim no seu no seu
- 25:15bar. Oi, Gabriel, me deixa entrar.
- 25:18Eu tenho um dinheiro e eu quero gastar.
- 25:22Ué. Vai embora daqui, velho, quero
- 25:23dinheiro. Porque não, Jorge, eu sou eu.
- 25:26Eu quero dinheiro. Eu abri o bar querer, você não.
- 25:29Você, não. Você, você, você está esquecendo
- 25:32o motivo que eles falam que eles já viram no bar para dar um
- 25:35lugar para pessoas negras se sentirem bem.
- 25:38Aí você vai começar a deixar branco e hidrato, não foi, não
- 25:40foi? Porque eles roubaram mais de 600
- 25:42garrafas de cerveja do. Capone do capone, né não foi
- 25:44por. Isso, mas roubaram também.
- 25:46Supensamente é, é que tipo anos 30 é, é a lei seca, né?
- 25:51Tipo, então era o uma maneira de fazer dinheiro, né?
- 25:54Inclusive no nos anos 30 é dinheiro de tráfico, de máfia,
- 25:58foi impedido do país quebrar. E aí o contexto, tá?
- 26:01É. Mas não, não tem problema não,
- 26:04cara. Não tem problema não, pô.
- 26:06Você deixar você deixar os branqueado bonitinho, entrar no
- 26:08toque com essa cara? Eu também achei um Monte de
- 26:12branco entrando aqui o tempo todo, bicho.
- 26:15Então tem que barrar o André, é isso.
- 26:17Se o André vier em casa, eu tenho que barrar esse cara.
- 26:19É isso? Se o André.
- 26:21Começar a cantar se o André começar a cantar, a cantar
- 26:25racionais, eu desconfio na hora e manda ele embora.
- 26:28Não, pô. Eu vou achar que ele faz
- 26:29sociologia na USP, sei lá. Ah, mas eu acho meio suspeito,
- 26:33cara, você você convidava o André, depois ele ter feito o
- 26:36que fez com com com aquele saco de Velo no que eu mas.
- 26:40Aí, mas aí o contexto é diferente, cara, e o é porque o
- 26:43André e ele foi filho da pô. Puta, mas aí é diferente, não se
- 26:47dá tu. Também, mas não é porque ele é.
- 26:48Branco não é porque ele é Branquinho, é porque ele é um
- 26:50fudão mesmo. Vamos.
- 26:53Vamos prosseguir AA conversa aqui, gente.
- 26:55E a direção do Ryan cogler, o Gabriel já falou o que ele acha,
- 26:58então vou passar pro pro Mateus primeiro.
- 26:59Peteu, o que que você acha do Ryan cogler aqui, cara, espera
- 27:02aí que. Travou pra mim, Jorge, você
- 27:03falou o Gabriel? Falei, travou.
- 27:05É assim, eu falei, o que que você achou do Ryan Coogler do
- 27:08diretor, cara? Acho que o Gabi tá.
- 27:10O Gabi tá falando muito que é o Pantera Negra, o Pantera Negra
- 27:13de novo. Aí eu achei, não, cara, acha
- 27:14não? Eu acho que não, eu acho que é o
- 27:16Pantera Negra, o acanda Forever, que é pior.
- 27:19Não, não, não. Aí, né?
- 27:21Então é não eu. Pra mim, claramente, o cara tá
- 27:25com um Monte de caguete da Marvel.
- 27:26Cara estilização da Marvel. A cena de ação parece Marvel,
- 27:30então? O cara virou um diretor da
- 27:32Marvel, basicamente ele trouxe isso para o filme dele.
- 27:36Ah, cara, eu não achei tão ofensivo não, cara, eu não achei
- 27:38tão ofensivo, tipo, eu acho que é exatamente pelo porque eu
- 27:41gostava muito dos vampiros em tela, sabe?
- 27:43Eu gosto da dos olhos, eu acho. Eu acho legal, sabe?
- 27:46E me esforçar isso feio no geral, eu não achei, não achei
- 27:51tão. Mais uma vez, mais uma vez, eu
- 27:54vi cenas muito mais de ação, muito mais honestas com vampiros
- 27:58no Abigail. O Abigail parece um filme muito
- 28:02bom agora para mim ver nesse deckt filho.
- 28:04Da puta, Mano, não? É possível.
- 28:07O Gabi está ganhando um dinheiro aí de alguém pra pra pra falar
- 28:10isso não é possível, Mano. Eu tô.
- 28:11Pagando alguém? Tá pagando o Gabi?
- 28:15Algum? Algum movimento aí ele tá
- 28:16pagando o Gabi? Não possível.
- 28:18Eu e vocês, falem que. A Ku Klux Klan não, não é, tá?
- 28:22Não é. Nem nem pensei nisso, cara, eu
- 28:24nem pensei nisso, mas eu, eu, eu, eu, eu pontuo aqui, que tipo
- 28:30assim para quem? Da da mitologia do filme, que é
- 28:33inspirada em algumas vendas urbanas lá e traços é culturais
- 28:36afro americanos. Eu acho que é.
- 28:38Faltou alguma coisa quando fala do Dudu ali.
- 28:40Eu fiquei muito, muito interessado, porque daí eu acho
- 28:43que IA misturar, né? IA iam bater de frente 2 lendas
- 28:46ali de urbanas. Que são tradicionais ali para
- 28:49para se dar entrar em conflito. Então, vampiro, que é uma coisa
- 28:53que dizem até que é que é uma coisa muito branca com com com
- 28:57existe o cultismo ali da da mina, que seria uma bruxa para
- 29:00bater de frente. E aí eles meio que dão uma
- 29:02recuada, né? Ela fala que não, apesar dela
- 29:04ter uns instintos ali e tudo, e não vai fazer aquilo.
- 29:07E aí é eu, eu, eu ressalto. Por exemplo, AA forma que eles
- 29:13encontram de restabelecer regras, né?
- 29:15Mateus, faz tempo que eu não vi um filme com tantas regras
- 29:18claras. O vampiro tem que bater na
- 29:20porta, ele tem que ser, tem que deixar entrar.
- 29:23Então tipo o alho, a questão da água benta, tudo muita, muito
- 29:28certinho da daquele origem, porque eles vão tirando com o
- 29:31tempo isso, né? Foi se perdendo um pouco disso.
- 29:34É, pô, você lembra? Eu não sei se vocês lembram, mas
- 29:36no blade 2, os vampiros saíram de juro.
- 29:37Eles passavam pro produtor solar e era o vampiros.
- 29:41Tecnicamente, os vampiros, né? Ah, os raios UV, né?
- 29:44Não eram. Deixou de?
- 29:46Ser uma coisa Mística e virou uma coisa científica, né, cara?
- 29:49Os ovinhos que a gente tem, o vírus são muito menos, é
- 29:53apreensivos e são quase. Zumbis, né?
- 29:56É o é o vampiro antigo do Belo logosas.
- 29:58Ele tinha essas, essas limitações todas aí, né, cara?
- 30:01O vampiro não aparece No No, no reflexo também, né, não pode ver
- 30:04a luz do Sol. EE, isso que está aí comentado
- 30:07no filme, para mim é legal, eu, eu, eu foi uma coisa que eu
- 30:10gostei, né? Tipo, é, é um ponto de
- 30:12preocupação, porque são pessoas desconfiadas, EE porra, é muito
- 30:16estranho o cara pedindo, enfatizando para deixar eu
- 30:18entrar, sabe? E aí, e aí, pô, e nem isso cabe
- 30:21constoura, cara. Não só só faltava não só
- 30:25faltava, brilhava No No. Claro, essa porra, né?
- 30:28Era a única coisa que faltava mesmo, né?
- 30:32Caraca, é que é? Que pra mim é que pra mim é mais
- 30:36é que pra mim é mais um ponto esquisito dentro do filme,
- 30:40porque ele, ele, ele retrata essa essa a esposa lá do do acho
- 30:43que do fumaça, que ela é meio feiticeira e tem uns negócios de
- 30:47vudu, algumas coisas que existem bastante no candomblé.
- 30:52Acho que o filme ele ele consegue arranhar um pouco
- 30:54disso, mas ele esquece disso. Esqueceu a menina?
- 30:59Vira a menina, vira uma consultora.
- 31:01Quando, quando? Quando os vampiro começa a
- 31:03querer invadir, ela vira uma consultora.
- 31:06Ela é a mina que leu. Ela é a mina que leu as regras,
- 31:10né? Ela que começa a é.
- 31:12Temos que usar estaca, temos que usar alho.
- 31:14Isso é expositivo pra caralho, né?
- 31:16Então é bem. Ruim.
- 31:18É bem ruim. Em termos de roteiro, putos é.
- 31:23Não e que e que chance eles perderam de usar um vudu contra
- 31:26um vampiro, né, porra, caralho? Legal, cara, isso é diferentona
- 31:31trazer? Alguém de volta da vida, né?
- 31:33Tipo, ela podia, ela podia trazer o próprio, o próprio cara
- 31:35lá que morreu, ao invés dele virar um vampiro, virar um
- 31:37vampiro figurativo, ele poderia voltar, como como vudu, e ajudar
- 31:41os amigos ali, né? É eles.
- 31:43Mesmos poderiam voltar como? Como 22, né?
- 31:46Animados no final do filme, né? Porque eles voltam, né?
- 31:48O. Fumaça e a Mary, né?
- 31:50Tipo, podia ser isso daí em vez de serem vampiros mesmo, né?
- 31:54É isso? É uma parte.
- 31:57Aí eu já vou começar a falar de alguma coisa que eu não que eu
- 32:00não gostei, né? Já falei bastante que eu gostei.
- 32:01O Gabriel não concordou com nada, mas acho que agora ele vai
- 32:04concordar um pouco comigo. É.
- 32:07Mas, mas eu, mas eu, eu acho assim.
- 32:08Inclusive, perde muito, mas muito mesmo quando ele resolve
- 32:11acelerar. Por exemplo, é a chinesa que o
- 32:13Gabi não, não queria que estivesse lá.
- 32:15Ela tem um surto e ela falar entra.
- 32:20Entra, e aí? Tipo assim, péssimo também não
- 32:22espera. E aí, e aí dá um corte e já está
- 32:25todo mundo armado. Vem, caralho, tipo, não daria
- 32:29nem para pensar, cara. Eles estavam, tipo, tentando
- 32:31segurar ela. Aí eles já estão armados e
- 32:34pronto para treta. E aí a treta não faz sentido
- 32:37porque são, sei lá, 6 pessoas contra 50, cara.
- 32:42Com força? Sobre humana, teria a menor
- 32:45chance deles não conseguirem fazer o que eles fizeram ali.
- 32:49Muito. Forçado muito.
- 32:50E aí o filme começa a correr, correr demais.
- 32:53Porque assim, se Gabriel concorda comigo que Mateus se
- 32:56faltava, sei lá, 5 minutos para amanhecer, essa chinesa fodeu
- 33:00tudo porque ela só espera 5 minutos.
- 33:02Caralho, IA acabar. Pois é, olha aí, ó.
- 33:06E aí, vocês dependem da direção do Ryan cugler.
- 33:10Olha só, montagem bizarra esse cara velho.
- 33:12É, não, isso aí, isso aí. É caguete de Marvel, bicho.
- 33:14Isso aí é caguete de Marvel a as coisas têm que acontecer.
- 33:17O roteiro tem que ser milimetricamente planejado para
- 33:21professora não ter que entrar, cara.
- 33:22E com quem? Quem que vai fazer isso?
- 33:24Ah. Bota a China pra fazer isso.
- 33:27Aí não, isso aí, isso aí, isso aí, não, isso eu concordo, eu já
- 33:31tinha anotado desde a do do primeiro momento, não é uma
- 33:33questão pra mim, eu acho assim, por exemplo, como eu tenho essa
- 33:35questão do ter que ser convidado?
- 33:37Eu acho que eles poderiam ter sido mais inteligente, tipo
- 33:40alguém enganado a alguém, né? Esse negócio de você não sabe
- 33:43Quem é Quem ali, podia ter um deles lá dentro e ele estava
- 33:45fingindo para tentar enganar e convidar alguém para entrar.
- 33:48Tinha muitas, muitas formas de fazer, e aí ele usou a mais
- 33:51preguiçosa. Visual mais preguiçosa,
- 33:53visigualmente assim, isso aí, eu acho.
- 33:55Que seria menos preguiçoso se eles deixassem Oo cara do
- 33:58porteiro. O porteiro entra, é?
- 34:00Outra outra coisa, podia chegar o povo do com com o clã ali no
- 34:03meio da noite, no final da noite, com as tochas, e se e se
- 34:07bater e se é e se bater com o coisa.
- 34:10Uma coisa também que eu nunca entendo desse desses filmes.
- 34:12O bagulho é todo de madeira. Por que ninguém botou fogo na
- 34:14porra da casa? É, porra, aí, porque sim, aí.
- 34:18Aí, Jorge, aí você está querendo competir com o roteiro, cara?
- 34:20Calma aí também, né, porra? Não dá.
- 34:22Ah, cara. Mas é é o que a gente está.
- 34:25O Ryan? Cover, não pensou?
- 34:26Nisso, Jorge, você pensou? Calma.
- 34:29O Ryan, o Ryan cobere tava pensando no tiroteio que teve.
- 34:32Logo depois disso tudo aconteceu.
- 34:35Ele tava pensando no tiroteio do do pink field.
- 34:38E não tem, e tem, não tem nada a ver.
- 34:41E tem e tem uma. E tem uma outra cena que me
- 34:42incomoda bastante também, que é AA cena que eles estão lá, tipo
- 34:46no auge do da festa, né? O cara tocando piano, o outro
- 34:50tocando banjo e tal. Aí tá todo mundo dançando, e aí
- 34:53ele começa uma narração assim, meio estranha, que tipo não
- 34:56encaixa ali naquela parte AI? Porque quando eles toca essa
- 34:59música, ele invoca passado e futuro.
- 35:01Aí começa a aparecer os malucos do rap, os malucos do trep, os
- 35:05malucos do funk, todo mundo se. Aí ele meteu o Django Livre, né?
- 35:09Aí ele meteu o Django Livre total, né?
- 35:11E botou hip hop no bagulho. Isso daí foi meio estranho, né,
- 35:15cara? Ele poderia ter feito isso de
- 35:17outra maneira, não daquele jeito.
- 35:19Por que não botar um jazz foda para tocar em vez?
- 35:22Parece essa maluquice aí, né, pô?
- 35:24Um jazz mais contemporâneo, tá ligado?
- 35:26Bota um jazz. Mais.
- 35:28Vira. Videoclipe acabou virando um
- 35:30videoclipe estranho dentro do. Filme, não e.
- 35:36Mateus, o mesmo os vampiros ali, o líder dos vampiros.
- 35:41Ele, ele, ele parece tão inteligente, tem um plano tão
- 35:44bem bem pensado e ele é muito burro porque, tipo, como que ele
- 35:48não sabia que IA amanhecer? Cara, o que que o vampiro faz?
- 35:52Gabriel, quando quando quando tá perto de amanhecer, ele se
- 35:55acolhe, ele vai embora e volta no outro dia, né?
- 36:00Eles tinham plano de porque assim, Oo plano era matar todo
- 36:03mundo ali para fazer um exército.
- 36:05Aí eu entendo, era uma concentração de pessoas fáceis
- 36:07de de pegar, faz sentido. E depois ele falou que ele iria
- 36:11para a cidade para expandir. Ele queria aumentar ali Oo plano
- 36:14dele. Só que quando ele viu que estava
- 36:16amanhecendo, qual que era o sentido de ficar para morrer
- 36:18para pegar o pastor lá? Só porque o pastor era puro,
- 36:21sabe, tipo? Não tem porque não tem porque é
- 36:24não tem porque isso aí ficou. Muito.
- 36:28Eles dão a entender também pra gente que OOO, irmão dele é o
- 36:32irmão gêmeo. Lá ele acabou ajudando o outro
- 36:35porque ele tá vivo, né? Ele.
- 36:36Ele foi o único que não morreu dos vampiros.
- 36:39Não tem uma cena pós crédito, e se o Gabriel chegou a ver, mas
- 36:41tem uma cena pós crédito que mostra o cara tocando pianinho
- 36:44lá e tal, então a gente. Já o sêmen, né?
- 36:47Tipo que ele é pra ser assim? Tem a.
- 36:49Cena a cena pós crédito toda do Buddy Guy, né?
- 36:52O menino cresceu e virou o Buddy Guy.
- 36:58Mas mas aí é isso. É isso mesmo?
- 36:59É. É pior que é esse mesmo cara.
- 37:01Eu queria uma coisa pra mim, talvez.
- 37:04Seja não é a coisa. OA melhor coisa do filme é é
- 37:07aquele final, o budget e tal. Só que aí puta, os vampiro
- 37:11chegando é que me incomoda fumaça lá chegando com com
- 37:15parecendo Will Smith e tal para dizer que eles estavam nos anos
- 37:1890. Puta aquilo ali.
- 37:20Cara, foge do que o vampiro é, sabe?
- 37:24É esquisito. Eu não gostei muito daquilo não,
- 37:26cara. É, porra.
- 37:28O cara chega, entra, eu deixei você viver aí pra você viver uma
- 37:32vida toda e tal. E valeu a pena.
- 37:35Ele não matou o cara velho, é? Isso me quebra um pouco, cara,
- 37:39porque, porra, os vampiros, apesar dos pesares, tudo do
- 37:43filme os vampiros, eles eram coerentes, né?
- 37:45Eles eram vampiros clássicos. Assim o do do comportamento.
- 37:49Aqui não. Eles são, eles são, não.
- 37:51Aí no final do filme, eles eles outro comportamento porque são
- 37:55negros, né? Aí sei lá, né?
- 37:58Deve ser, deve ser por isso que ele tem um outro comportamento.
- 38:01Porra. Não, mas mas faz sentido, né,
- 38:03cara? Oo black lá, não sei se vocês
- 38:05lembram do negrácula, né? O black lá, ele não era assim,
- 38:08ele era. Ele era ruim igual lá, pô, ele
- 38:10era ruim igual o blade. Não era bom o bom, gente, não é
- 38:14o blade. A.
- 38:15Gente. A gente falou bastante, eu vou
- 38:19deixar o Gabi por último, Gabi, desculpa, mas vamos lá.
- 38:22Afinal, quantos cafezinhos vale? É pecadores.
- 38:28Café você? Quer uva, não?
- 38:33Quer café? Vale quantos cafezinhos?
- 38:36Porra, cara, eu estou tão triste, sabe porque o gato
- 38:38conseguiu, Mano, o gato conseguiu, conseguiu.
- 38:41Ele dá 14 cafezinhos, né? Porque eu, eu, eu, você
- 38:44estragou. Nessa Vibe é.
- 38:46Estragou minha Vibe, cara, esse cara.
- 38:50Vocês não conseguem sustentar o seu gosto de vocês?
- 38:52Não, porra, porra, não. Eu vou.
- 38:54Manter minha nota aqui eu vou manter minha nota aqui.
- 38:56Ah, eu vou mandar. Eu vou mandar 3 cafezinhos
- 38:58porcadores, cara, eu era era 4, mas eu acabei dando a baixada
- 39:01porque o Gabi c. TOO Mateus CD, eu, eu.
- 39:04Sei. Eu não, eu sei, porra.
- 39:05Não tem como, né? Não tem como.
- 39:07Eu sei que eu estou. Certo, gente, pode, pode falar,
- 39:09pode falar, pode transmitir, não a.
- 39:11Gente, não pode falar que você está certo nesse cara.
- 39:15Não, mas cara, eu, eu ainda gosto, tipo, eu ainda ainda
- 39:18gosto, assistiria de novo, tipo, assistiria tranquilamente com
- 39:20anão, não vejo, não vejo tanto problema assim.
- 39:23Eu gosto de vampiro, cara, eu, eu não vampiros, né?
- 39:25EE tem EE, para mim isso foi um respiro bom de vampiro, porque
- 39:29porque é, é. Um vampiro.
- 39:30Clássico que eu gosto de ver não é a porra da Abigail dançando
- 39:33balé, cara, é um e tudo bem? Caga um pouquinho no final.
- 39:36Né? Porque nossa, que gratuito,
- 39:38bicho, não é pra ser. Aquele não.
- 39:42Não vai ser tipo uma obra prima realmente, né?
- 39:44Acho que. Eu já não estava com essa Vibe
- 39:46mesmo desde o começo, mas é um filme bem legal, cara.
- 39:48É um filme divertido. Eu, eu, eu dou 3 cafezinhos para
- 39:51os pecadores, cara, eu acho desse é.
- 39:53Desse é o Iago. É um filme competente.
- 39:54Sim. Deixa eu ir agora, Gabi, pra
- 39:56você ficar por último, mas eu eu vou.
- 39:58Eu já tinha pensado em 4 cafezinhos e eu vou manter,
- 40:01porque assim, nada do que o Gabriel trouxe aqui me
- 40:04surpreendeu, pegou. Eu eu vi os erros aqui, ele,
- 40:06ele, ele, ele super latizou os erros, né?
- 40:09Ele deixou os erros maiores do que realmente são.
- 40:12Acho que o filme tem tropeços sim, ele tem tropeços no ritmo,
- 40:15no roteiro, ele tem tropeços de colocar muito personagem que e
- 40:20aí você vai dar. 4 café para isso que ele sim.
- 40:23Que ele acha que vai ser importante e?
- 40:25Depois. E depois e depois ele descarta,
- 40:27deixa, então, espera, deixa, deixa eu acabar aqui, cara,
- 40:29espera aí. Mas eu acho que o pecadores, ele
- 40:32ele merece destaque por ele tentar fazer algo que muita
- 40:36gente já não tem feito mais. Cara, o Gabi fala do dos erros
- 40:39ao CGI dos erros, não, não estão não estão fazendo mais filmes de
- 40:43vampiro com com o receituário de vampiro vampiro agora pirou,
- 40:47não? Não, não, não estou fazendo
- 40:49filme de vampiro, vampiro. Não filme.
- 40:51De vampiro com com regras claras já não fazem mais.
- 40:55Aí você tentar fazer um filme de vampiro com regras claras, você
- 40:59tentar colocar um pouco de de cultura dentro daquela porra do
- 41:04do ambiente ali, isso não fazem. E aí tem que dar valor mesmo.
- 41:08Para mim é 4 cafezinhos e vai lá.
- 41:10Gabi rasga agora a sua a nossa nota, ué?
- 41:13Eu eu gosto de deixar o Jorge pilhado, porque ele fica pilhado
- 41:16mesmo, tá ligado? Ele cai, meu bem.
- 41:19Ele cai no leite, tá, mas assim pra mim, o filme ok, filme
- 41:24divertidinho, é como eu disse pra mim, tá no mesmo nível de
- 41:26Abigail ali eu gosto de algumas coisas do filme.
- 41:30O blues, por exemplo, no filme é muito bem feito.
- 41:32O menino tocando blues de verdade, lá é do caralho, tem a
- 41:35cena que o dele, do cara é da gay, tá tocando com ele, então
- 41:38você é foda. E o final do budgay me pega
- 41:41muito, eu gosto pra caralho do budgay.
- 41:43Não, pra mim, 2 café é uma nota mais soneta.
- 41:46Eu estava. Aqui agora, achando que o
- 41:47Gabriel IA dar 4 café, ele começou a elogiar.
- 41:50Eu falei, ih, vai dar 4 café essa porra, Mateus?
- 41:52O Mateus, o Mateus vai ter que ficar suspenso do programa.
- 41:56Calma, eu bati muito no filme. Eu quero falar o que eu gosto
- 41:59nele antes da nota, então eu estou falando que eu gosto para
- 42:03mim. 2 café. O que eu comentei com o Mateus,
- 42:052 café, 2 café e meio é é uma a nota máxima que eu consigo dar
- 42:09para esse trabalho do Ryan kogler que.
- 42:11Vem recepcionando cada vez mais, né?
- 42:13Acho que ele fez um bom trabalho ali no Creed, fez um bom
- 42:16trabalho no Pantera Negra e daí para frente só porcaria.
- 42:19Então, 22 café a minha nota pro silers aí, né?
- 42:25Ei gente, vocês gostaram dessa discussão acalorada que a gente
- 42:28teve aqui hoje? Então já deixa o like no vídeo
- 42:31se você estiver assistindo a gente.
- 42:32Se você estiver ouvindo, a gente aproveita para avaliar o nosso
- 42:36podcast na sua tocadora de podcast predileta.
- 42:39É simples e fácil. Aí você só precisa deixar 5
- 42:42estrelinhas e. Fazer a gente muito feliz,
- 42:45crescendo aí nesse ambiente. E se você já assistiu pecadores,
- 42:49conta aí nos comentários do que você achou do filme e se curte
- 42:51esse tipo de terror, mas psicológico e simbólico.
- 42:55Não esquece também que a gente volta agora em 2 dias alternados
- 43:00no Spotify, toda segunda-feira às 7:00 e toda quinta-feira
- 43:05também às 7:00, eu quero dizer. Aqui que a gente é o único
- 43:09podcast com coragem de dizer que pecadores não é bom.
- 43:14Tem um Monte de. Vídeo aí, um Monte de
- 43:16podcastinho aí mamando esse filme mais, mais ou menos, então
- 43:21aqui a gente tem coragem, é isso?
- 43:23Aí, gente, o Gabi já o Gabi deu a letra aí, então é isso, um
- 43:28abraço e até a próxima.