Latest / Comunidade Ágil / Episódio #184 - Ágil Escalado - Um Case Americano com Eduardo Silva
Transcript
- 0:12Olá pessoal. Olá comunidade ágil.
- 0:14Eu sou o Cláudio barison. Estamos aqui em mais um episódio
- 0:17com os meus amigos Pablo Tavares.
- 0:20Fala pessoal, vamos que vamos ó, hoje o papo tá tá sinistro
- 0:23simbora. E Petros da Bibi?
- 0:26Fala. Galera da comunidade ágil,
- 0:28beleza? Beleza.
- 0:30E trouxemos mais um convidado, super especial, convidado
- 0:34Internacional, Edu Silva. Vou pedir para ele começar se
- 0:38apresentando. Depois a gente fala do que que a
- 0:39gente vai falar um pouco mais aqui, Edu.
- 0:41Conta aí, quem é o Edu? Então, boa tarde, boa noite, bom
- 0:45dia, não sei a hora que você está ouvindo aí esse podcast.
- 0:48Prazer estar aqui com vocês e poder compartilhar um pouquinho
- 0:51da da trajetória e da minha vivência ágil, né?
- 0:53A minha carreira. Ela começou numa empresa de
- 0:56consultoria Americana chamada EDS eletrônica e data system.
- 0:59Há 30 anos atrás. A gente desenvolvia todo um
- 1:03conjunto de projetos, outsourcing, né?
- 1:05Então eram projetos dos Estados Unidos ou ou ou da Europa que
- 1:10eram transferidos para o desenvolvimento do Brasil.
- 1:13Então a gente fazia toda parte de levantamento de requisitos, a
- 1:17parte também de a solução e implementação, e acompanhava até
- 1:22AA implantação e produção essa carreira.
- 1:24Foram 17 anos trabalhando com vários projetos internacionais,
- 1:28principalmente prestando serviços para AGME.
- 1:31Depois eu fiz uma transição de carreira.
- 1:32Eu fui para Eletrobras. Comecei numa área também de TI.
- 1:36Depois de 1 ano eu fiz AAA movimentação para uma área de
- 1:39gestão de processos, né? Basicamente buscando melhoria de
- 1:44processos, otimização, eficiência.
- 1:46E ali foi a primeira, o primeiro contato com ágio, né?
- 1:50Na verdade, todos os nossos. Quando foi isso?
- 1:52Projetos de melhoria, quando foi, é todos os nossos.
- 1:55Isso foi em 2008, legal é, eu fiquei na Eletrobras até 2019.
- 2:00Bom, nessa caminhada na Eletrobras a gente começou a
- 2:03estudar qual seria a nossa metodologia, qual seria o nosso
- 2:06ferramental. E aí começamos com abordagem
- 2:08muito pragmática, né, de mapeamento de processo e
- 2:11entender quais eram os problemas.
- 2:13E depois a gente investiu no Lin.
- 2:15Então assim, AAA base do ágil, né?
- 2:18Vem toda. É dessa filosofia ali de você
- 2:21olhar o que você faz e buscar a eliminação de desperdícios, né?
- 2:25E agregação de valor para o seu cliente.
- 2:27E aí a gente começou AA investir ainda mais nessa abordagem.
- 2:31Lindesenvolvendo workshops Kaizen, onde a gente trazia o
- 2:35grupo de pessoas envolvidas no processo, incluindo a parte
- 2:38cliente, a parte fornecedor. E ali a gente fazia toda uma
- 2:41discussão dos problemas, das perdas e buscava no final.
- 2:45Depois isso levava uma semana e no final dessa semana a gente
- 2:48saía com o plano de ação, com as ações de melhorias que deveriam
- 2:51ser executadas. Então esse foi o primeiro
- 2:54contato e depois a gente evoluir um pouquinho mais.
- 2:57É esse Sigma algumas outras metodologias, metodologias, mais
- 3:01soft skills também, como o action learning, que é uma
- 3:04filosofia de toda discussão é e reflexão sobre os problemas para
- 3:08tentar acelerar Oo entendimento, EEE identificar o principal
- 3:12foco, né? Normalmente quando você tem um
- 3:14problema, são vários os problemas, né?
- 3:16Você tem algo que é o efeito, mas você tem várias causas, né?
- 3:19Ou várias, vários sub problemas ou sub ou parte.
- 3:23Daquele problema que influenciam, que gera aquele
- 3:25grande efeito. Então, quando você começa a
- 3:27olhar de uma forma sistêmica, né?
- 3:28O que que influencia Na Na, no? No principal problema, que é a
- 3:31reclamação do cliente, você consegue identificar questões
- 3:35que às vezes são relacionadas a aspectos humanos.
- 3:37Questões que são relacionadas a aspectos técnicos e que às vezes
- 3:41você mudando pequenas mudanças, já nesse nesses pontos já gera
- 3:45um efeito enorme, né? Dentro desse dessa abordagem
- 3:48sistêmica, já influencia positivamente e você consegue, a
- 3:51partir dali dá próximos passos de melhoria.
- 3:54Então a gente fez 11 salada de fruta fez lá a gente chamava que
- 3:57era o cinturão do Batman, várias ferramentas, né?
- 3:59Dependendo da abordagem e do problema que chegava para gente,
- 4:02a gente usava uma outra abordagem legal.
- 4:05Depois disso, eu fiz a minha imigração para os Estados
- 4:08Unidos, vim para fazer um curso e depois acabei ficando por aqui
- 4:12e comecei a trabalhar numa empresa também de tecnologia.
- 4:16Então essa empresa é uma empresa que faz toda a parte de
- 4:19integração de sistemas de companhias aéreas.
- 4:21A gente tem toda uma solução que agrega várias features EE
- 4:25flexibilizações, né? E customizações.
- 4:28Para os nossos clientes sobre esses sistemas legados que são
- 4:31usados tipicamente. Então a gente tá falando aí de
- 4:34stabour Amadeus travel Porter. São sistemas muito amarrados,
- 4:38muito antigos e que permitem muito pouca customização a nossa
- 4:41solução. Ela entra e integra todos esses
- 4:43sistemas e acrescenta camadas de customização.
- 4:47Que é o que AAA indústria ela está buscando, né?
- 4:51Como que eu consigo personificar o meu produto para determinados
- 4:54segmentos de negócio, agregando mais valor para determinados
- 4:58stakeholders, né? Então, por exemplo, hoje a gente
- 5:00tem toda parte, a gente trabalha diretamente com a companhia
- 5:03aérea na sua solução Business de consumer, a gente também
- 5:06trabalha com as companhias aéreas na sua solução de
- 5:09Business to Business, e a gente também trabalha com os canais
- 5:11indiretos, né, da das companhias aéreas.
- 5:14Então, por exemplo, quando a expedia decolar, tem umas outras
- 5:17companhias aqui. Price line quando elas oferecem
- 5:19aqueles voos, né, aquelas as opções de viagem que você
- 5:22recebe, na verdade, ela, a maior parte delas chamam a nossa
- 5:26aplicação por API e consomem os resultados das nossas Angels,
- 5:31né? Então, quais são os voos, quais
- 5:32são os preços, quais são os serviços que estão disponíveis?
- 5:36EE aí fazem a combinação de todas essas informações para
- 5:39entregar para o usuário. Legal.
- 5:41Então, nessa última empresa é onde eu estou atualmente.
- 5:45A gente vem fazendo uma trajetória acho, né?
- 5:47No início, essa trajetória era uma trajetória a por scran.
- 5:51Então a gente tinha um time de scran, alguns desenvolvedores
- 5:54locais, a gente tinha um grupo de Business analys que faziam
- 5:58toda a parte de levantamento de requisitos, né?
- 6:01Avaliação, discussão de solução. EE deixava tudo pronto para ser
- 6:04trabalhado pela equipe de desenvolvimento durante as
- 6:07frents. O que a gente percebeu com o
- 6:09tempo, na verdade, a gente é uma empresa que suporta vários
- 6:12clientes, várias companhias aéreas, né?
- 6:14E todas elas concorrem com os mesmos recursos.
- 6:17E assim como a gente, tem questões que são customizáveis,
- 6:20outras questões também são atacadas de uma forma core, né?
- 6:23Elas precisam de mudança em código core.
- 6:26E esses desenvolvedores não estavam no nosso grupo de ágil,
- 6:30né? Eram eram outros grupos.
- 6:32E aí quando você tinha essa, essa essa visão cros funcional,
- 6:36né, de equipes, era muito difícil da gente conseguir
- 6:40alinhar as necessidades, as demandas e as interfaces, né?
- 6:45Que existem sobre vários desses componentes que precisam estar
- 6:48juntos para concluirem e desenvolverem a solução.
- 6:50Entre went, né? Do início até o fim, então nesse
- 6:53nessa categoria uns 3 anos atrás.
- 6:56A empresa começou a fazer uma migração para o modelo, para
- 6:59para o framework save, né? Escalar esse ágio em vários
- 7:03times, né? E tratar essa essa o
- 7:06desenvolvimento das nossas aplicações de uma forma
- 7:09organizada junto com portfólio, com prioridades e o
- 7:12acompanhamento EEO, mapeamento das interdependências.
- 7:16E aí é nesse momento que nós estamos, a gente já tem 3 anos
- 7:19aí de de implementação, é muito aprendizado, né?
- 7:23Que se tem nesse? Nesse primeiro ciclo.
- 7:26Mas hoje o nosso processo, ele inclui toda uma equipe de
- 7:29análise de negócio, recebe as solicitações dos clientes, faz
- 7:33toda uma seleção e uma priorização dessas solicitações.
- 7:38Isso vai para um portfólio comum, onde a gente faz uma
- 7:40avaliação de prioridade baseado nessa prioridade.
- 7:44Isso é compartilhado com a equipe de produto.
- 7:47Eles fazem toda uma parte de artesment e vence realmente.
- 7:50A solução está definida, está estabelecida?
- 7:53É ou se você ou se você precisa de de mais tempo para fazer AAAA
- 7:59definição da solução, se isso é necessário.
- 8:02Esse projeto, ele não está pronto para o piy cleaning,
- 8:05então a gente deixa ele de fora e aí trabalha realmente com o
- 8:08que está no seu portfólio e que está.
- 8:09A solução é clara e definida. E a partir dali a gente faz todo
- 8:13o planejamento de capacidade de todos os times, traz isso na
- 8:16perspectiva funcional, tem toda a parte de refinamento, tem os
- 8:20esclarecimentos das dúvidas e no final de do PA clane, na
- 8:24verdade, OPA clane. São 2 dias, mas toda essa
- 8:27preparação até se chegar a essa, a esse evento, ela acontece ao
- 8:31longo de umas 2 semanas, né? Interação constante entre o time
- 8:35de produto, o time de de delivery, né?
- 8:37Para os clientes? Esclarecendo dúvidas,
- 8:40esclarecendo requisitos eventuais, provendo.
- 8:43Aqui a gente tem, né? Para todas as nossas aplicações
- 8:45a gente tem um tracing 111 log de como é que funcionam as
- 8:48transações. Nós somos todos orientados por
- 8:51rape i. Dependendo do fluxo, a gente
- 8:53precisa ter 11 log, que mostra a sequência das transações.
- 8:56E aí a gente consegue ter uma visão completa do efeito de uma
- 9:00mudança. Então a gente tem toda essa fase
- 9:02de interação, de refinamento, de de discussão, até que se chega,
- 9:05até que a solução fica madura e a gente leva isso para o
- 9:09desenvolvimento. E aí isso é considerado no pye
- 9:12planning e é desenvolvido ao longo de sprains.
- 9:16Você você trouxe bastante informação?
- 9:19E mais, algo me chamou atenção, que foi a questão do portfólio.
- 9:23Vocês definem o que vai entrar e fazer parte do portfólio baseado
- 9:29em alguma orientação estratégica em o krs?
- 9:33Ou vocês vão simplesmente ali, entendendo o mercado e definindo
- 9:38o que aquilo faz sentido entrar? Como que funciona essa questão
- 9:42da definição do que que vai entrar para o portfólio?
- 9:45Edu, antes de você responder, só para.
- 9:48Só pra gente amarrar aqui que a gente acabou não falando o tema
- 9:52exatamente, mas você durante a sua apresentação, né?
- 9:55Você já você se apresentou completamente, né?
- 9:57E já entrou inclusive no que a gente queria falar, que é esse
- 10:00case que haja escalado aí nos Estados Unidos pra gente
- 10:03entender, só pra informar aqui pra turma que tá escutando a
- 10:05gente. Esse episódio é um pouco pra
- 10:08gente entender isso. Como é que uma empresa Americana
- 10:11vem se estruturando? Como é que ela passou por essa
- 10:13migração aí de um de um ágio? Normal, né, individualizado, por
- 10:18um ágio, escalado com uma algum framework, que é o safe.
- 10:20Quais são os aprendizados? Então é um pouco disso que a
- 10:23gente vai falar. E essa pergunta do Petros tem já
- 10:25a ver com com toda essa conversa aí.
- 10:27Perfeito voltando então para pergunta do Petros, a gente tem
- 10:30na verdade, várias entradas, né? Para esse nosso portfólio tem as
- 10:35demandas que são geradas pela equipe de produto.
- 10:38Que olhando o mercado, olhando a indústria, percebe que
- 10:41determinadas funcionalidades são estratégicas.
- 10:43E aí elas essas demandas, elas fazem parte desse portfólio.
- 10:47E a gente tem também as demandas que são geradas pelos nossos
- 10:51clientes porque são estratégicas para eles.
- 10:54Então essa esse processo que é liderado pelos clientes ocorre
- 10:58da seguinte forma, eles submetem 11 documento de change requass,
- 11:02especificando qual é a mudança desejada.
- 11:05Isso passa por uma reunião semanal com a área de produtos
- 11:08para que a gente possa apresentar essa solicitação e
- 11:11isso precisa ser aprovado antes de fazer parte do backlog.
- 11:16E há uma visão, uma busca de uma visão mais estratégica nessa,
- 11:20nessas demandas que são submetidas pelos nossos
- 11:22clientes, entendendo que é estratégico para eles.
- 11:25A gente também olha com caráter de é além disso.
- 11:28Como que isso está alinhado com a nossa estratégia?
- 11:31Então, a nossa principal receita, ela é baseada no volume
- 11:34de tickets que são emitidos. A gente tem também uma intenção
- 11:38de ampliar cada vez mais a base de Partners, né?
- 11:41Que que usam a os nossos DPAS. Então assim, tudo que alinha com
- 11:45essa questão, né, de de ampliação da nossa base, de de
- 11:49de clientes, a ampliação do número de transações, emissão de
- 11:54novos tickets, recebe também 11 avaliação, um peso maior.
- 11:59Isso é algo que a gente ainda vem refinando.
- 12:01É isso começou a partir de 1 ano para cá, antes de cada PI
- 12:05planing a gente. AA parte que eu atuo.
- 12:08EEE gerencio é o portfólio das demandas que foram submetidas
- 12:13pelos clientes por pelas companhias aéreas.
- 12:15E tem uma. Além disso, isso vira um insumo
- 12:18pro pra área de produto pra utilizar e incorporar no seu
- 12:21backlog, considerando as prioridades que que foram
- 12:25definidas. EEE que eles também ratificam ou
- 12:29não. É um trabalho em conjunto, né?
- 12:31Junto com a área de produto, a gente tenta sempre fazer um
- 12:34alinhamento com os nossos objetivos estratégicos, mas
- 12:37entendendo também que algumas demandas são são, botando também
- 12:41o peso desse desse projeto pra cada.
- 12:44Cliente, né? Qual o que que tem de retorno?
- 12:47E tentando atender também essa esse requisito.
- 12:50Bacana. E isso você tá falando a partir
- 12:53de offstreaming tá muito clara. E o downstream só pra quem tá
- 12:56escutando a gente entender, né? Vocês usam o safe como base?
- 13:00Você tá falando de quantos times de desenvolvimento?
- 13:03Como que vocês estão? Estruturados em relação a equipe
- 13:07deve ali de do processo de downstream.
- 13:10Então a gente tem 7 áreas de produtos aqui Na Na nossa
- 13:13empresa, cada uma dela, liderada por um PO, possui um scroll
- 13:18master, que em alguns casos é é ele é compartilhado com outros
- 13:22times e outros não. Dependendo do tamanho e
- 13:24complexidade, ele é dedicado. E aí a gente tem basicamente é
- 13:29em média de 4 a 7 desenvolvedores, né?
- 13:33Em cada time. São 7 times, cada um dentro
- 13:36dessas características e esse processo, ele ele flui muito
- 13:39bem, né? Então, antes desse desse projeto
- 13:42ser aceito, está considerado como reading, né?
- 13:45Para OPR claning, existe também uma revisão e uma formalização,
- 13:50uma cerimônia de aprovação para OPI claning.
- 13:53Então a gente tem antes a aprovação para entrar no
- 13:56backlog, depois a gente tem uma aprovação da solução em si.
- 13:59E o redness para PI claning? E aí quando entra no PN, isso já
- 14:04é, é programado. EEE gerenciado junto com art i
- 14:08qual é a sprint que vai ser desenvolvida estabelecendo as
- 14:11interdependências que existem com outros times?
- 14:14Eu? Fiquei com uma dúvida, vamos lá,
- 14:16estava trazendo aqui, né, o case e né?
- 14:19E tá super dando certo, mas vocês encontraram alguma
- 14:22dificuldade no caminho assim vocês é, deu sempre certo 100%
- 14:26ou qual? Quais foram as as pedras aí que
- 14:28vocês tiveram que literalmente remover para no final o valor.
- 14:32Sido entregue de forma que vocês esperavam?
- 14:36Ótima pergunta, né? Porque a gente sabe que a vida
- 14:39real é bem diferente, né? Do ideal, né?
- 14:41Bom, então, assim, nessa caminhada, o que a gente
- 14:44percebia no início? É que existia 11 desalinhamento
- 14:48e às vezes, uma falta de entendimento do que deveria ser
- 14:50entregue. Sabe aquela coisa que a gente vê
- 14:52muito Na Na parte de análise, Ah, vamos é construir um Balanço
- 14:56na árvore. Então você entende de uma forma,
- 14:58o cliente tem uma expectativa EOOPO, tem uma outra completa, e
- 15:03aí o desenvolvedor quando chega e também entrega uma outra coisa
- 15:05completamente diferente. Então, o que a gente fez?
- 15:09A partir desse momento foi buscar um detalhamento maior,
- 15:13né? Do que se quer como como
- 15:15resultado, né? Tentando manter ainda de uma
- 15:17forma ágil uma forma que não seja waterfall, né?
- 15:20Que você precisa desenvolver todos os OA análise por
- 15:24completa, mas dando exatamente claro é qual é OOA intenção,
- 15:29qual é Oo resultado esperado e fazendo esse checklist ao longo
- 15:33do processo. Então checklist pra gente
- 15:35conseguir colocar isso dentro de um backlog, tendo a aprovação
- 15:40preliminar dos POSO. Checklist pra você poder
- 15:44considerar AA solução aprovada. E aí às vezes, né?
- 15:48AA gente como área de negócio. Os analistas de negócios, eles
- 15:53têm um entendimento muito claro do que que é o resultado.
- 15:57Então, não é um simples passar de bastão entre um ator e outro,
- 16:02é, na verdade, uma interação profunda, né?
- 16:05EE clara e. E detalhada entre esses 2 atores
- 16:08para que ambos tenham o mesmo entendimento.
- 16:10Então, em alguns momentos o Pio faz questões e levanta perguntas
- 16:14que são extremamente importantes e críticas e em outros momentos,
- 16:17OBA. Levanta pontos que precisam ser
- 16:20considerados e que estão não estão sendo tratados pela pela
- 16:24equipe. Então assim existe esse vai e
- 16:27vem e ao final a gente tem toda a parte de solução, o
- 16:31acceptions, creatier, revisto, detalhado.
- 16:34Para que todos tenham o mesmo entendimento e que a gente possa
- 16:36ter o resultado o melhor possível.
- 16:39Mas isso foi construído ao longo do tempo.
- 16:41Antes a gente fazia só Ah, OK, as histórias estão aqui, PO,
- 16:45pode analisar e ver com seu time.
- 16:47E aí a gente tinha muito problema de retrabalho, muito
- 16:50problema de de gaps no que era entregue.
- 16:52E isso foi trabalhado nesse, com essa mudança desse processo.
- 16:57Então, assim, o ágio é muito isso, né?
- 16:59O que a gente percebe? O ágio é essa proximidade, essa
- 17:03troca e interação constante, né? Pra que todos tenham coloquem
- 17:08suas dúvidas, seus problemas, EEE, seus pontos e que a gente
- 17:11consiga atacar todos eles da forma mais rápida, EE mais
- 17:16efetiva possível. Legal.
- 17:18Edu, a primeira pergunta que o Beto te fez teve a ver lá com o
- 17:22up stream. Você falou bem, mas assim, só
- 17:24para entender um pouco mais em detalhe, assim que você falou
- 17:27sobre os objetivos estratégicos. Aí eu queria entender melhor
- 17:30como é que a sua empresa gera esses objetivos estratégicos.
- 17:33Tem. Vocês usam alguma outra
- 17:35ferramenta, como por exemplo os OKRS, alguma coisa assim?
- 17:37E como é que o time entende esses objetivos estratégicos?
- 17:41Ou seja, na hora que vocês estão ali realizando API planning e
- 17:46isso é informado ali, e aí as pessoas entendem, é o propósito
- 17:51lá daquele momento que vocês vão entrar agora ou não?
- 17:54Ou esse objetivo ou esses objetivos já estão claros algum
- 17:58tempo, porque a empresa de alguma forma gera essa
- 18:01informação de uma maneira ainda mais clara e tal, para que todo
- 18:05mundo de fato entenda esses objetivos estratégicos que você
- 18:08colocou lá na primeira resposta. É assim a gente.
- 18:12A empresa determina quais são os objetivos estratégicos no início
- 18:16do ano fiscal. Isso é compartilhado com toda a
- 18:19empresa, e os os seus objetivos precisam estar alinhados com
- 18:23esses objetivos no momento que a gente recebe uma demanda, né?
- 18:2611 solicitação de mudança existe esse primeiro filtro, que é um
- 18:30filtro feito mais no nível de product managers.
- 18:33Basicamente nesse nível, né? E diretores, né?
- 18:36Então a gente não tem quando vai para OPI planning.
- 18:38Na verdade, ele só se resgata a necessidade de trazer esses
- 18:43pontos caso você tenha algum impasse, né?
- 18:45Alguma questão de capacidade, alguma necessidade de
- 18:48identificar. Dentre opções, né, qual é a mais
- 18:52prioritária? Aí sim, o product manager que
- 18:54participa do PI planning. Ele pode estar trazendo esses
- 18:57argumentos e isso ser usado para a decisão do que permanece na
- 19:00criar e o que é que eventualmente é adiado, mas
- 19:04assim, nós não temos OKRSA, gente, não tem OKRS.
- 19:08Na verdade, é um documento ainda formal, é e é compartilhado no
- 19:11início do ano. Acho que essa é uma área que a
- 19:13gente vem buscando melhorar ao longo do tempo e ainda tem tem
- 19:17bastante espaço para isso. Que, de qualquer maneira, o
- 19:19primeiro crivo é se essas demandas estão alinhadas com o
- 19:23objetivo estratégico. É aí a pergunta é essa, isso
- 19:27realmente funciona? E a priorização ela respeita
- 19:30isso ou eventualmente tem ali, em algum momento alguma coisa
- 19:34entra uma área querendo fazer alguma coisa que não está
- 19:37alinhada ou não. Tá alinhado com o objetivo
- 19:39estratégico, beleza, passou pelo crivo, não tá alinhado, nem vem.
- 19:44Como é que é isso, Edu? Porque isso é uma dificuldade
- 19:46nossa aqui, né? Aqui no Brasil, não sei se nos
- 19:48Estados Unidos. É por isso que eu queria
- 19:50entender aí que tem a ver com a cultura, né?
- 19:53É não assim em termos de de cultura, a gente também tem um
- 19:57pouco de flexibilidade, né? Na verdade existe essa, essa
- 20:01indicação do direcionamento estratégico, mas às vezes existe
- 20:05sim também outros critérios que são usados, né?
- 20:08A urgência, alguns clientes são mais prioritários, podem ter 111
- 20:12necessidade de atendimento mais imediata, então assim existem na
- 20:17verdade. Oo os objetivos estratégicos são
- 20:19dados como um dos inputs, né? Mas existem outras percepções
- 20:23também. Então assim, não é tão tão certo
- 20:25e tão amarrado quanto a gente gostaria, sabe?
- 20:29Barison tem toda ainda uma flexibilidade e de de gestão.
- 20:34Gestão é arte, né? Gestão não é só técnica, né?
- 20:37Legal. Então assim, tem coisas que você
- 20:38precisa apertar um pouco mais, tem coisas que você precisa dar
- 20:42um pouco mais de folga para você gerenciar o seu, seus
- 20:46relacionamentos, com seus clientes, gerenciar as
- 20:49expectativas. EE ter essa, esse, essa outra
- 20:52percepção de ganho também, né? Legal com os nossos clientes.
- 20:56Legal EE Edu ainda falando sobre cultura, de como funcionaria
- 21:01isso aí nos Estados Unidos, isso tem muita diferença.
- 21:03Mas falando sobre a maturidade, né?
- 21:05Vocês já estão usando o safe aí? Ou seja, vocês já vem usando a
- 21:08realidade de algum tempo e o safe há 3 anos.
- 21:11Então você já tem uma estrada com relação a agilidade, e você
- 21:14vê então de agilidade ainda de mais tempo.
- 21:17Como é que você vê a maturidade da sua empresa agora com
- 21:21relação, e aí não apenas ao ódio escalado, mas a agilidade é uma
- 21:24maneira geral e se você pode também, se é que você tem essa
- 21:28informação, falar um pouquinho sobre o que você entende da
- 21:30maturidade, da agilidade aí no seu meio.
- 21:33As comunidades são ativas, você vê isso funcionar, vocês se
- 21:37falam, é como é que você vê a maturidade da agilidade nos
- 21:40Estados Unidos? E se é possível até comparar um
- 21:42pouquinho com o que você viu aqui no Brasil, é.
- 21:45Quando eu saí do Brasil, a agilidade ainda estava muito
- 21:48engatinhando, né? Com essa visão de de Hajar.
- 21:52Na verdade a gente via muito AAA busca de certificações, mas AA
- 21:56implementação dos conceitos, né? A gestão, os papéis
- 22:00independentes do PO, dos kromaster, né, AAO, foco AAA,
- 22:05delegação da autoridade e da decisão.
- 22:07Tudo isso que são princípios, né?
- 22:09Da do framur que eles não. Aconteciam tão bem.
- 22:12Então, o que eu acho que a gente é evoluiu nesse caminho, a gente
- 22:16consegue ter hoje. Qual foi o grande Salto de
- 22:18maturidade que a gente teve na nossa organização?
- 22:21A gente consegue agora ter mais previsibilidade, tá?
- 22:24Então, antes a gente quando tinha dependência de times
- 22:26externos, a gente não sabia quando seria possível empregar.
- 22:29Hoje com save a gente. E dentro dessa abordagem de
- 22:33desenvolvimento de portfólio, de gestão de portfólio, a gente
- 22:37consegue ter uma previsibilidade, né?
- 22:39Do que que a gente consegue entregar em cada release, gerir
- 22:42melhor a expectativa dos nossos clientes.
- 22:45Então olha isso, a gente não isso, a gente só vai conseguir
- 22:48entrar daqui a 2 sprints. Isso aqui a gente consegue pra
- 22:50essa sprint e assim por diante. É interessante que as equipes,
- 22:54né? Elas começam a se a alimentar
- 22:56desses papéis, né? Então a questão do apoio, né, a
- 22:59questão da resolução de de impedimentos, cursos pra master,
- 23:03a interligação e a comunicação entre os score Masters de times
- 23:08diferentes. Em prol de você chegar AA ao
- 23:11alinhamento de entregas, de de de sequências, de atividades que
- 23:15precisam acontecer? Dependências, né?
- 23:18Isso também melhorou demais antes cada time a gente ainda
- 23:21tem muito uma visão ainda de silo funcional, a gente, os
- 23:26nossos times. Eles são distribuídos por
- 23:28questões de competência, em tecnologia e em determinadas
- 23:33camadas ou componentes da aplicação.
- 23:35Então essa coisa de de você conseguir pegar um desenvolvedor
- 23:37de um time e passar para o outro, ela ela é limitada, muito
- 23:40limitada, mas o que acontece é que a gente consegue hoje ter
- 23:43esses times que eram extremamente funcionais,
- 23:45extremamente resistentes, né? Com AA visão da
- 23:49interdependência, nunca era uma responsabilidade deles, né?
- 23:52Se eu dependo de alguém, eu passo sempre a batata quente
- 23:55para o outro e vou ficar sentado esperando que aquilo se resolva.
- 23:58Hoje, não. Hoje isso já tem uma interação
- 24:01maior. A gente com a filosofia já
- 24:04existe essa necessidade da gente buscar Oo, ter como objetivo
- 24:08comum A Entrega, né? Chegar AA entrega de do que foi
- 24:12planejado para aquela piy. E isso acho que são os grandes
- 24:16ganhos. EEO, aumento de maturidade que o
- 24:18ceif trouxe pra companhia. É lógico que ainda precisa,
- 24:21ainda tem vários passos a serem dados, mais ainda ajustes e
- 24:25refinamentos, mas hoje a gente consegue ter uma
- 24:27previsibilidade. Isso é 11 fato.
- 24:30É só pra entender assim, o Edu falou muito sobre a sua empresa,
- 24:33né? E essa evolução, e é muito legal
- 24:35entender esse atingimento da previsibilidade, que de fato é
- 24:39uma Conquista. Incrível isso, né?
- 24:41Porque isso gera confiança, né? Isso faz com que os times se
- 24:44conversem melhor, então isso é muito bom.
- 24:47Mas falando sobre o mercado em si, você vê isso também aí no
- 24:50seu entorno, com outras empresas, você vê então já essa
- 24:54maturidade adicional aí, cara. É, então sim, eu percebo.
- 24:59EE, acho que Oo principal indicador é quando você olha as
- 25:02vagas no mercado de trabalho, né?
- 25:04Então assim, hoje a demanda por profissional certificado em
- 25:06save, ela é muito grande e para as grandes companhias, né?
- 25:10A gente como empresa utiliza o save, alguns dos nossos clientes
- 25:14também já utilizam, então a gente vê de uma forma ampla essa
- 25:18busca da agilidade, mas de novo, não existe perfeição.
- 25:21Então, se a gente acha que a gente vai achar, talvez até
- 25:24exista na. Nas grandes corporações de
- 25:26tecnologia, a Amazon, a Microsoft, mas o que a gente
- 25:32percebe na grande maioria das empresas é que existe sempre um
- 25:34ajuste, né? Em alguns casos, até alguns
- 25:37projetos que são considerados como ágil, dependendo da
- 25:40complexidade, do tamanho. Existe também um PM gerenciando
- 25:45o cronograma, sabe? Um macro cronograma para
- 25:48garantir que A Entrega aconteça, que as interdependências estejam
- 25:50claras, que toda a parte de implementação também seja
- 25:53planejada. Então é um conjunto, né?
- 25:56Não é uma ferramenta ou outra, mas são algumas ferramentas de
- 26:00novo, algumas filosofias trabalhadas em conjunto para
- 26:03você conseguir entregar o teu resultado, né?
- 26:07Mas sim, o mercado aqui para o safe, ele é um mercado muito
- 26:10ativo. A gente vê outras empresas
- 26:11também atuando e dessa forma, e muitas oportunidades também
- 26:17nessa parte de ágio, Escalada, ágio, scran, visão scran, isso
- 26:23isso já é passado, sabe? Eu não sei aonde que a gente
- 26:28tinha uma visão, né, que os um time scran independente.
- 26:31Mas isso é muito possível em pequenas empresas, né?
- 26:34Em pequenos. É negócios.
- 26:36Quando você tem equipes muito grandes, equipes
- 26:38multifuncionais, é extremamente difícil de você conseguir tratar
- 26:42isoladamente com times independentes.
- 26:44Scrum, acho que essa é também é uma dificuldade generalizada,
- 26:48legal. Eu fiquei na dúvida assim, de
- 26:50forma prática. Se no início você percebeu, você
- 26:53sentiu resistência de alguma forma, porque toda mudança, né?
- 26:56Ela, a princípio, ela causa uma estranheza.
- 26:58EE tem pessoas que que abraçam de cara e tem outras, né, que
- 27:02talvez não. Eu queria saber se.
- 27:04Você percebeu, de certa forma, uma resistência ou uma dúvida da
- 27:07da galera, né? De embarcar na proposta.
- 27:10Ou se a galera mergulhou fundo logo de cara.
- 27:13Esse. Processo de de mudança ele é
- 27:16sempre tem sempre desafios, né? Esse caminho, essa jornada safe.
- 27:21Ela começou com 2 times de uma forma, com um piloto, e isso
- 27:26gera ciúme, né? Por que que esses foram
- 27:29selecionados e não o meu time, né?
- 27:31E aí essas equipes começaram a receber treinamento,
- 27:33treinamento, investimento e treinamento e os outros times
- 27:35ficaram, por que que eu não estou recebendo treinamento?
- 27:38Então assim existe, né? 11 resistência EE na verdade,
- 27:41ninguém sabe muito bem aonde que a gente vai conseguir chegar,
- 27:44né? Parece que esse time que começa
- 27:47a participar de uma outra jornada é um time privilegiado,
- 27:51tem uma certa dificuldade natural de do do ser humano, né?
- 27:55De de se ver nesse novo desenho. Mas aos poucos as coisas vão se
- 27:59clareando e, de novo, o processo é um processo que ele vai se
- 28:02adaptando ao longo do do ciclo. Tem toda aquela discussão de
- 28:06aprendizagens, né, de lições aprendidas, o que que a gente
- 28:09deve continuar fazendo, o que que a gente deve parar, o que
- 28:12que a gente deve continuar, como que a gente consegue melhorar,
- 28:16né? Quais são os hurdos que surgem,
- 28:17né? Os obstáculos que surgem ao
- 28:20longo da do nosso ciclo, que a gente pode estar buscando agir
- 28:23neles antecipadamente e evitando que eles aconteçam.
- 28:26Então, assim, tudo isso. Foi surgindo, foi surgindo.
- 28:29Alguns times tinham uma visão ainda muito funcional e muito
- 28:32ligada ao gerente funcional, e isso teve que se dissolver e
- 28:38transmutar por uma relação mais transversal.
- 28:41E aí nisso também tem todo 11 aspecto de amizade, né?
- 28:45Em alguns casos que você tem que OK, ele é o seu chefe funcional,
- 28:49mas. Para esse caso aqui, você tem
- 28:51que trabalhar com Pio, você tem que seguir as prioridades dele,
- 28:54você tem que escalar as dificuldades para o scramasce.
- 28:57Então tem um processo de transição, entender os novos
- 29:00papéis, né? Nessa jornada, depois de um
- 29:02certo tempo, acho que depois de alguns ciclos rodando o safe,
- 29:06isso começa a ficar mais claro para as equipes EE.
- 29:09Aí a coisa começa a rodar melhor.
- 29:11Mas tem muitos desafios, muitos inclusive da da alta gestão
- 29:14também, né? Porque parece que colocar o safe
- 29:18ou colocar qualquer framework e da noite para o dia, tudo vai
- 29:21começar a funcionar bem. E não é assim.
- 29:24Existe uma jornada, existe o tempo da equipe, o aprendizado,
- 29:27AA maturidade. Isso cresce ao longo da jornada.
- 29:31Então há também uma necessidade de você fazer uma gestão de
- 29:35expectativa. Maravilha aí chegou aquele
- 29:37momento. Agora que o petrl Isadora, que
- 29:39são as perguntas polêmicas. Vamos lá.
- 29:42A gente vê aqui, pelo menos na realidade do Brasil, muitas
- 29:44vezes alguns cenários onde a gente não tem assim tanto
- 29:47Patrocínio para desenvolver o que a gente gostaria.
- 29:50E aí uma das soluções que a gente às vezes encontra ou ver,
- 29:54é de às vezes dar uma mudada No No nome para não ficar tão, né?
- 29:58Didático assim. E aí é uma pergunta não tão
- 30:00polêmica, mas mais curiosa, vocês usam literalmente o nome
- 30:03certinho? Ah, piy plan e tal, tal, tal,
- 30:05tal, tal. Ou dá aquela modificada no nome
- 30:08pra de repente não, não assusta a Tam é só uma curiosidade
- 30:11mesmo. Eu fiquei agora curioso pra
- 30:12saber como que vocês fazem, se usam realmente o nome literal ou
- 30:16dá aquela mudada? É não.
- 30:17A gente usa os nomes literais mesmo.
- 30:19É POPM, product manager. A gente usa PR claining dentro
- 30:24da PR claining. A gente tem as sprints, cada
- 30:26sprint leva 2 semanas. A gente tem o demo no final
- 30:30dessa dessas sprints e depois uma no final da release.
- 30:34Então, assim, a gente segue os nomes, acho que esse não foi
- 30:37111, 1° de resistência. No seu caso, teve uma adoção da
- 30:42empresa do safe, né então? É então o que que aconteceu?
- 30:46Pra que pra Oo safe? Ele foi implantado trazendo uma
- 30:51pessoa de mercado que tinha experiência e ela liderou toda
- 30:54essa mudança, né? Fazendo pilotos no início e
- 30:57depois ampliando esse modelo pra outros times.
- 30:59Mas modelo seguiu, OOO prêmio, né?
- 31:02Não teve nenhum tipo de mudança. A gente tem aqui em Miami, a
- 31:06gente tem pessoas que também participam dessa discussão de
- 31:09produto, que estão em outras regiões, em outros países
- 31:11também, mas a gente tem assim envolvida nesse Pierre cleanel,
- 31:15nesse produto, aproximadamente umas 50 pessoas, né?
- 31:18Falando aí de scroll master, falando de PO, falando de
- 31:22desenvolvedores, falando de testers.
- 31:26Então assim, se você for pensar mesmo assim, não é tão grande
- 31:30quanto outras organizações, né? Então, por exemplo, eu trabalhei
- 31:33Na Na Eletrobras, a gente era uma empresa é de 1000 pessoas no
- 31:39Rio de Janeiro, então assim, Petrobras, empresa enorme
- 31:42também, com uma cultura extremamente desafiante, né?
- 31:45Então, em alguns momentos você vai ter que fazer uma abordagem
- 31:49para que primeiro, quem é que tá afim, né?
- 31:50De colocar o modelo em andamento, é experimentar, dar o
- 31:54espaço para o aprendizado. E se algumas coisas forem
- 31:57necessárias, ajustar. Eu não vejo grandes perdas
- 32:00nisso, né? Eu acho que o mais importante é
- 32:02a filosofia, são AA. É a prática, a disciplina Na Na
- 32:06filosofia e o respeito aos papéis, né?
- 32:08Também acho que isso é muito importante, porque de uma forma
- 32:11ou de outra, é isso que ajuda a gente chegar no resultado legal.
- 32:15Edu, você até já falou um pouquinho aqui, mas assim a
- 32:17gente tá chegando a nossa reta final e a gente já te pediu
- 32:20algumas dicas, você acabou de dar algumas já, mas assim, se
- 32:23você puder ir um pouco mais de fundo.
- 32:25Quais são as dicas que você daria para uma adoção dessa
- 32:29natureza? Mesmo que você esteja hoje em
- 32:31outro país, mas olhando aqui para nossa realidade aqui no
- 32:34Brasil que você conhece também, o que que você falaria para as
- 32:37pessoas que querem fazer essa jornada de adoção?
- 32:40Seja da agilidade dos cran de uma maneira um pouco mais
- 32:44restrita ou ágil escalado. O que que você falaria para
- 32:47essas pessoas ou para essas empresas para que elas
- 32:50utilizassem essa jornada? Porque ela é dolorosa.
- 32:53É eu. Recentemente eu comprei um livro
- 32:56aqui pro pro meu filho do John cotter.
- 32:58Ele é um especialista em gestão da mudança, né?
- 33:01E. Ele, qual o livro, qual o livro?
- 33:03Esse aqui é hower iceberg is is melting, então esse aqui é tipo
- 33:07aquele que mexeu no meu queijo, só que com a visão desse desse
- 33:11kotler. Mas o kotler, ele fala de vários
- 33:13outros em outros livros também, de várias abordagens de mudança,
- 33:17né? Então assim, criar senso de
- 33:19urgência, né? Identificar quem são os seus
- 33:21aliados nessa, nessa. Jornada, né?
- 33:24Quem tá afim de com você? Não adianta ficar batendo a
- 33:26cabeça com gente que não quer ou com a liderança que não tá
- 33:29sensibilizada. Você já tentou sensibilizar?
- 33:32Não, não conseguiu, começa AA tentar passar pra uma, pra uma,
- 33:35faz um experimento local com a sua equipe, com uma outra
- 33:38liderança que possa abrir um espaço, tenta sensibilizar,
- 33:41tenta mostrar o que que o que que pode se ganhar com essa nova
- 33:44abordagem, né? Mas a sensibilização é
- 33:49excelente. Você tem a versão aí em
- 33:51português, né? É muito bom, muito bom.
- 33:55É liberando mudanças? É.
- 33:57Eu queria muito esse livro. Vou comprar, vou comprar essa.
- 34:00Ah, esse daí. Eu.
- 34:00Tenho, eu tenho o. Pessoal, não tá vendo o bari?
- 34:03A gente tem que é o pessoal, a gente só tá vendo a nossa, a
- 34:06nossa reação, mas o bari tá mostrando aqui alguns livros
- 34:09dele e aí a gente ficou feliz por conta disso.
- 34:11Você que tá ouvindo a gente, mas não tá vendo em breve aí quem
- 34:14sabe um podcast com vídeo e com voz?
- 34:18Mas continua aí, Edu continua, te cortei.
- 34:20Vamos lá, então assim é fazer essa jornada da mudança, né?
- 34:25Quem são essas pessoas, né, que estão querendo participar dessa
- 34:28mudança? Na verdade, todas as pessoas que
- 34:30participam de qualquer processo de mudança gera medo, né, gera
- 34:33ansiedade, gera preocupação em falhar.
- 34:37Então assim, como que a gente consegue tratar isso, né?
- 34:39Como é que a gente consegue identificar em cada um desses
- 34:41atores, stakeholders que participam desse processo, qual
- 34:44é o qual é a preocupação, qual é o benefício, qual é a influência
- 34:47que ele tem? Tentar fazer esse mapeamento
- 34:49mesmo, né? Começar com o piloto, né?
- 34:52Bota em prática, aprende. Um dos pontos mais importantes
- 34:55que a gente que eu vejo, a gente continua vendo assim no nosso
- 34:58dia a dia, é o processo de reflexão, né?
- 35:00Chegar no final de uma release e a gente tem sempre alguns
- 35:04desafios que surgem. Às vezes a gente tem uma
- 35:06quantidade grande de de bug para um determinado projeto, às vezes
- 35:10a gente tem uma necessidade de retrabalhar, entender por que
- 35:13que aconteceu e o que que a gente pode fazer para evitar
- 35:17isso, não numa tentativa de buscar a falha em si.
- 35:20Né? Mas buscar o olhar da melhoria e
- 35:23o que que a gente pode fazer melhor, né?
- 35:24Como um time, não como uma pessoa, mas como um time.
- 35:28E ao longo desse processo também buscar agregar valor para o
- 35:31cliente. Se você coloca toda essa, essa é
- 35:34esse framer ágil. Se você as pessoas participam,
- 35:37tudo flui. Mas se você não consegue
- 35:39entregar. Fica muito difícil de você
- 35:42conseguir ter Patrocínio, então o foco de que a equipe tem que
- 35:45estar sensibilizada para que, olha, a gente tem a
- 35:47flexibilidade, vocês podem discutir os problemas, a gente
- 35:51pode encontrar os problemas, a gente precisa atuar e resolver.
- 35:54A filosofia é, é nossa responsabilidade de fazer isso,
- 35:57não é responsabilidade de uma pessoa.
- 35:59Se uma pessoa não está conseguindo, o time junta e
- 36:01vamos tentar ajudar e ver o que que como é que a gente retira
- 36:05esse blocker, né? Essa.
- 36:07Esta esse heurdel aí AA dificuldade né?
- 36:10O bloqueio, né? E se eu pudesse falar de 3
- 36:12pontos, seriam esses os que eu posso pensar nesse momento?
- 36:16Muito bom, Fábio, Lito. Tem mais um ponto ou podemos
- 36:20encerrar aqui porque a conversa tá muito rica.
- 36:22Dá vontade de ficar aqui falando com o Edu até amanhã, mas eu?
- 36:27Eu ficaria aqui, mas é. Mas Como Ele É Internacional,
- 36:30né? Temos aí o fuso que atrapalha.
- 36:32Ele mandou bem até eu sentir bara.
- 36:33Até no inglês dele é diferente do nosso.
- 36:36Entendeu? A gente tem que correr atrás aí
- 36:37de um Patrocínio, de um brasa, de uma cultura inglesa para
- 36:40chegar nesse nível. Mas foi muito bom o Edu te
- 36:43receber, te ouvir aí. Tudo que você está vivendo
- 36:46inspirou a gente para caramba aqui.
- 36:48Tenho certeza que tu vai inspirar ainda mais nossos
- 36:50ouvintes, então te agradecer aí pela sua presença.
- 36:53Espero que tenha próximas. Diretor, fale com você, cara.
- 36:56Meu inglês é aquele lá do sudoeste, depois na Austrália.
- 36:59Tá tirando onda, irmão. Qual foi?
- 37:03Que que é, tu sabe? Traduziu isso.
- 37:06Daí, Edu cara, obrigado, viu? Volte mais vezes.
- 37:12Obrigada, foi um prazer. É sempre bom a gente falar é
- 37:16sobre esses assuntos. EE, na verdade, todos esses
- 37:18assuntos tem vários fatores, né, que influenciam.
- 37:21Então é sempre bom a gente falar de gestão, da mudança e falar em
- 37:24sensibilização, em em abrir outras perspectivas, né?
- 37:28Fora do do aspecto técnico. Então pra mim também foi um
- 37:30prazer poder compartilhar o que a gente vive aqui, escutar um
- 37:34pouquinho, vocês também e se tiver outra oportunidade, podem
- 37:37contar comigo. Boa, boa contaremos.
- 37:39Foi ótimo. Edu obrigadão comunidade,
- 37:42obrigado aí pela audiência. Até a próxima.
- 37:44Valeu galera, valeu. Valeu, pessoal.
- 37:47Tchau, tchau, abraço pessoal.