Latest / Helena, o podcast tá pronto / Sorte ou azar #82
Transcript
- 0:00Helena, o podcast está pronto. Dona
- 0:03Helena, eu não te dou esse tipo de intimidade. Me
- 0:07desculpe, dona Helena. A senhora vai querer mais
- 0:10alguma coisa? Ouça o episódio, depois se
- 0:14recolhe. Pobretona! Olá, ouvintes. Eu
- 0:29sou a Lana Zevedo. E eu sou a Raíla Zevedo.
- 0:32Mais um episódio começando. Mas
- 0:34antes, eu quero só deixar um recadinho aqui e
- 0:38perguntar pra vocês se já estão apoiando as suas
- 0:41prisiones. Eu sei que fica chato a gente
- 0:44falar disso toda hora. Mas a gente tem que vender o
- 0:46nosso peixe. A gente tem que ir atrás do
- 0:49nosso corre. Exato, prie. E
- 0:51é tão simples, né? Você pega assim, ó, R $10 ,00 se
- 0:54tiver sobrando aí, porque eu sei que às vezes está
- 0:57em uma situação mais delicada, mais complicada,
- 1:00né? Enfim, a gente entende isso. E
- 1:02por isso que às quinta -feira nós estamos aqui, ó,
- 1:05firme e forte com um episódio disponível pra
- 1:06geral em todas as plataformas. Mas
- 1:09se você tiver de boa, com uma renda e extra de R $10
- 1:13,00, mais, você vai fazer o quê? Clicar
- 1:15no link que está na descrição desse episódio e
- 1:18apoiar a gente pela Orelo, que além de valorizar o
- 1:21nosso trampo, você tem acesso a um monte de
- 1:24conteúdo extra e exclusivo. E
- 1:27não é só conteúdo daqui pra frente, não, retrotipo,
- 1:31não, amor. É todo, desde quando era
- 1:33mato. Desde quando era mato. E
- 1:35são mais de 70 episódios extras. Azar
- 1:39mesmo é ficar de fora dessa. Ah,
- 1:42gostei. Vem. Fez uma boa ligação, Prie.
- 1:45Porque aí a gente já entra no
- 1:47episódio de hoje, que é sorte ou azar. Já
- 1:52você tá aqui uma coisa que eu acho sorte pra todos
- 1:55nós, você que tá ouvindo aí, inclusive, que é o
- 1:58fato de nós sermos brasileiros. Eu
- 2:01considero isso uma sorte. Não,
- 2:03também. Eu gosto muito de ser cria
- 2:05dessa nação. Só que teve até uma polêmica
- 2:09que a Lana ficou debatendo comigo. Antes
- 2:12de você entrar nesse lixo que comentaram que você vai
- 2:16fazer, eu queria falar sobre as coisas boas de
- 2:19ser brasileira. Sim, mas eu não tô falando que
- 2:22não tem. Que é maravilhoso. O
- 2:24calor humano, SUS, o calor de ser um país tropical, a
- 2:28gente com o nosso jeitinho brasileiro de viver a vida,
- 2:31de levar a vida, a gente tem coisa que é só nossa,
- 2:34o samba. Tem o jeitinho, tem tudo.
- 2:37Porém, aí me vira a Raíla
- 2:39Azevedo. Eu, na minha próxima encarnação,
- 2:42eu já sei como ser brasileira. Eu
- 2:45quero conhecer outras culturas. E
- 2:47eu quero na próxima... Adivinha.
- 2:49Eu quero nascer. Não, pera, eu quero que você
- 2:51adivinhe onde a Raíla falou que quer nascer. Por
- 2:54enquanto, porque pode mudar. Mas
- 2:57por enquanto, eu quero nascer na próxima
- 3:00encarnação, America. Ai, nos Estados Unidos. Good
- 3:05Afternoon. Não, sério, tantos lugares pra
- 3:07você. O que aí eu já vou nascer,
- 3:09falando em inglês. Não, Raíla, na moral, eu não
- 3:14acreditei. Um país, eu falei com ela,
- 3:16que a de Pirona é proibida. Você
- 3:18não vai poder tomar essa de Pirona, meu amor. Você
- 3:21não vai, sistema único de saúde não tem... Até
- 3:23de Piroca. O que Jesus acharia disso?
- 3:27Aproveita. E se alimenta de de
- 3:30Piroca, que vai ser a melhor comida que você vai
- 3:32comer naquele país. De ultra processados. Mas
- 3:34eu quero ter essa sensação de comer ser americano. Eu
- 3:38quero ser uma atriz famosa americana internacional. Ai,
- 3:40Raíla. E se eu quiser nascer
- 3:42parentes de Beyoncé? Eu vou nascer no Brasil, não
- 3:46vou. Faz o que você quiser. Não,
- 3:48se bem que eu não quero mudar minha família. E
- 3:50você, a gente tem uma coisa chamada Livre Arbílio.
- 3:53Mas vai todo mundo vim comigo.
- 3:54Se lá no plano reencarnatório,
- 3:57você virar e falar assim... Se
- 3:58você tiver esse cacique, né, pra escolher, é cacife,
- 4:02né? Cacique, né? Se
- 4:04você falar cacique, eu diria... Não
- 4:05ia te corrigir não, mas você se autocorrigir. Se
- 4:07você tiver o cacife pra escolher onde você vai
- 4:10nascer... Ai, eu quero nascer nos Estados
- 4:12Unidos com a minha família. Eu
- 4:13sou a primeira a levantar meu dedinho aqui, ó. Enri
- 4:16-se, vou falar. Autulá, meu amor. Imagina,
- 4:19você vai todo mundo e a gente fazendo aquele almoço
- 4:21naquela feriado. Qual feriado famoso bem no
- 4:24filme? Porque eles compram perusão. Todo
- 4:27mundo come. É o Natal deles. Não,
- 4:30não é o Natal, é um feriado. Então,
- 4:33meu amor. Não é o Natal. Proção
- 4:35ajuda a gente. É um feriado. É
- 4:36um feriado lá do Estado Unidos. Dia
- 4:38de ação de graça. Então, que é maior do que o
- 4:41Natal pra eles. Ah, tá, eu achei que você tava
- 4:43falando que é o Natal. Não.
- 4:44Do dia da... Imagina. É porque a ação de graça
- 4:46é pra ele, é tipo... Aí, gente, você... Eu
- 4:48falando, vó no mercado. Pega
- 4:51um tender com... Presunto, igual no filme que eu vi.
- 4:55Ai, pega um presunto, ela...
- 4:57Ah, Clare... Eu
- 4:58quero assistir Clare. A Clare gosta de presunto
- 5:01cozido com bacatinho. Você vai nascer na outra vida,
- 5:05no Brasil, comendo apresuntador. Eu
- 5:09não quero comer mais apresuntador. Quero
- 5:11outras experiências. Chega, morcadela, não quero. De
- 5:15tanto lugar pra você querer nascer na próxima vida. Ah,
- 5:20eu não sei dizer. Mas você pode mudar. Ou
- 5:23então, quando eu desencarnar, eu posso ir na
- 5:25Polinha, nos Estados Unidos, e ficar obsidionando as
- 5:28casas pra ver como é que é. É
- 5:31família. Agora vou te dar um ácara. É
- 5:33família estadunidense, tá? Porque
- 5:35americanos somos todos nós que estamos na América. Eu
- 5:39sei, mas eu tô falando de igual ao filme S .F .A .L .L
- 5:41.O. Ah, então... Aí
- 5:42você já tá com esse pensamento de que os
- 5:45Estados Unidos é o mundo. Vai
- 5:47lá ,avors, vai lá, cabrou, pro lado, continuou essa
- 5:48confiança. Eu, hein. Vamos
- 5:53continuar. Vá, Moquindom, vai sair, vai,
- 5:55dá merda aqui. Falando de Brasil, um ditado nosso
- 6:00que eu gosto e que exprime muitos sentimentos, que é o
- 6:04qual não dá sorte para o azar. É,
- 6:07tem situação que eu gostei. Fica
- 6:08esperto, fica ligeiro. Tipo o Google. O
- 6:12Google deu sorte. Deus o tenha, mas ele subiu lá,
- 6:15ele sabia que era perigoso que podia acontecer de
- 6:18cair, mas subiu e, infelizmente, aconteceu essa
- 6:22fatalidade. E aquele hotelhado acho que
- 6:25tinha manta, uma coisa assim, tinha lá. Como
- 6:28falam que o Juro abre um parede aqui, quando alguém
- 6:31fala assim, ah, o hotelhado tem manta, eu não sei o
- 6:34que, manta. Eu imagino aquela manta, sabe?
- 6:37Ele dormindo, né? Que
- 6:38o xerri dormia, imagina aquela mantinha. Xerri
- 6:41era o nosso cachorrinho, mantinha de bichinho, né? É
- 6:44igual quando a Tchamelinha falou, ah, a caixa d 'água
- 6:47no tia pega ladrão, imagina, em policial,
- 6:49ladrinha da caixa d 'água, com mão gema. É
- 6:52uma coisa de gente, mirudo. E
- 6:54o que que eu pego para o ladrão? Não
- 6:56sei. Não sei. O
- 6:58ladrão é o negocinho, né? O
- 7:01ladrão é o ladrão, o ladrão do... Ou
- 7:04é ladrão, não tem ladrão, eu falei pega ladrão. Ela
- 7:07falou pega ladrão. Não, pera aí, gente. O
- 7:10ladrão, eu acho que é para água. Não
- 7:12vai não pegar de burro, pera aí. É
- 7:13para água, não é... Para não dar, né? Vou
- 7:20pela raciocínio, que a gente, né? Pelo
- 7:23amor de Deus, né? Possible que a gente não vai
- 7:24chegar. Eu sei que existe um negócio
- 7:26chamado ladrão. E aí o ladrão é o... Que
- 7:30você prende, você enrosca. É.
- 7:33Aí para não pegarem, atuar, tipo assim... Tem
- 7:37como que chama aquele negócio? A
- 7:38produção está fazendo não, cara. Estou
- 7:39olhando aqui, ó. De rápido de olho. Vamos
- 7:42fazer a cabeta. Então fala merda, fecha o parede.
- 7:44Não, mas agora, produção, o que
- 7:46é o ladrão? Ladrão. Não é inteligente, né? A
- 7:49gente já foi pensando, o produção sabe umas coisas.
- 7:51Não, às vezes eu estou
- 7:52conversando com o Pedro e ele falou não, aí eu não
- 7:54sei, eu falei, o André deve saber. O
- 7:56André, ele sabe. Gente, né? Você
- 7:58fala de... O ladrão, o que é que a
- 8:00produção acabou de falar? A composição de momentos, ele
- 8:02sabe qual que é. O que é que o ladrão acabou
- 8:04de... O... O André... O
- 8:07que é que a produção acabou de falar? Eu
- 8:09já esqueci. O ladrão... É
- 8:11um cano, só. Ele é um cano, que ele vai
- 8:14ficar na caixa d 'água. Aí, se encher a caixa d 'água,
- 8:18ela não vaza. Ela vai transbordar pelo ladrão.
- 8:21É isso, não é produção? Vai
- 8:23escorrer pelo ladrão para não transbordar. Entendi,
- 8:25mas porque o ladrão? Ele está ajudando. Por
- 8:29quê? Então, ressignificou o ladrão. É.
- 8:31Ressignificou. Aí o pega o ladrão é o quê?
- 8:34Produção. Produção, você sabe. O
- 8:36que eu que me venho... Não,
- 8:37mas ela falou. Ela falou, pega o ladrão na
- 8:40caixa de água e tem... O ela falou o ladrão. Ela
- 8:42deve ter falado, né? Você já confundiu com o policial
- 8:45ladrão, pega o ladrão. O que eu já imagino um
- 8:47policial... E eu imagino um policial, né?
- 8:49Um policial, eu imagino um
- 8:50policial americano. Eu imagino. E
- 8:53como o Boina. E ele lá, com a... O
- 8:56Gem, tipo, no cano. Lendo a caixa d 'água. Então,
- 8:59hoje a gente aprendeu o quê? Que
- 9:00é o ladrão. Sim. Então, parabéns. Mas,
- 9:03por vez, esse podcast sendo podcast jornalista. Sim,
- 9:08utilidade. Porque a gente não fala só
- 9:11futilidade, não, meu amor. É,
- 9:13é a coisa... É a coisa certa. Como
- 9:16que a gente entrou na história do ladrão da caixa
- 9:19d 'água? Eu não lembro, juro. A
- 9:21minha mente está tão ruim que eu não lembro. Então,
- 9:22pode fechar. Deixa eu refazer, deixa eu
- 9:24voltar. Vou voltar, vou rebubinar. A
- 9:30gente falou... A gente estava falando sobre
- 9:32não dar sorte pro azar. E aí, lembrei. Aí,
- 9:35a gente falou do Google, da Manta. E
- 9:38aí, você falou... O ladrão. O
- 9:41ladrão da caixa d 'água. Vamos
- 9:44continuar. Outro assunto de dar sorte pro
- 9:47azar. Que eu dei ano passado, na
- 9:50verdade, né, que eu fui no final do ano pra praia,
- 9:52consegui, gente, pegar COVID na praia. Ou
- 9:57seja, se eu estivesse usando máscara nos lugares
- 9:59públicos. Martava na época do COVID? Não
- 10:02estava, foi no passado. Todo
- 10:03mundo já estava de boa sem máscara, entendeu? Então,
- 10:06assim, não foi, foi uma fatalidade. Fatalidade
- 10:09é quando a pessoa morre, ou pode ser uma fatalidade.
- 10:12Não, eu acho que pode ter sido
- 10:13uma fatalidade, assim. Não foi fatal, né? Só
- 10:16foi uma... Talidade. Foi uma talidade. Foi
- 10:19um, você estava na hora errada, no momento errado.
- 10:22Foi um azar, foi um azar.
- 10:24Porque eu não só peguei COVID,
- 10:26como eu peguei COVID na véspera do Natal, na
- 10:29véspera do aniversário Eduardo, ou seja, combo de
- 10:32azar ali no meu final de ano. Talie,
- 10:34você e André, que deram a festa do Eduardo, de no
- 10:37comer um cachorro quente. Um
- 10:39salgadinho pra botar a história. Você
- 10:40guardou coisa pro aniversário de Eduardo pra
- 10:43mim? Minha filha, como que eu ia
- 10:45guardar? Você guardou um saquinho
- 10:48surpresa. Guardei, sim. Não
- 10:50teve nem como guardar, porque a menina ficou lá
- 10:53na recepção. Boca, Berta, deixou todo mundo
- 10:55pegar que faltou. Até essa aqui surpresa para as
- 10:57crianças. Eu fiquei... E
- 10:59eu tinha botado mais, tá? Você
- 11:02me revoltei com isso. Ai, não sobrou. Mas
- 11:05o que que sobrou pra caramba? Sobrou,
- 11:08é... Os doceis, tipo, jujuba... Ah,
- 11:12você comeu tudo e não deu pra mim. Nossa,
- 11:15que safada, né? Gente, mas jujuba em casa, você
- 11:18tá sem fazer nada. Você vê lá, você vai comendo
- 11:20quando você vê o negócio, acabou. Acabou.
- 11:22Mas eu te dei o... O negocinho, o centro de
- 11:25mesa. Nem isso você me deu. Dei
- 11:27sim. Qual que é o centro de mesa? A
- 11:29mesa é aquele de MDF, tá? Que
- 11:31tá lá. Fazendinha do Eduard. Você
- 11:33não me deu. Dei sim. Amor,
- 11:35você... A produção deu? Não
- 11:36deu. Você não me deu centro de mesa,
- 11:39Eduard. Você não me deu um centro de
- 11:40mesa... Não dei. ...do aniversário de
- 11:41meu afiliado de dois anos. Mas
- 11:43eu te dei uma foto três por quatro dele. Isso,
- 11:45são outros que eu acho. Mais
- 11:46um centro de mesa. A fontinha dele fica dentro
- 11:47do meu celular. Não tem nada a ver com o
- 11:49aniversário dele. Mais um centro de mesa, eu te
- 11:51dei. Você não me deu, meu amor. Você
- 11:52não me deu. Então, deve ter caído dentro de
- 11:54chiqueirinho. Tem que procurar. Desse
- 11:56chiqueirinho, gente. Eu vou procurar chiqueirinho.
- 11:59Não vou procurar. Eu
- 12:00vou dar um jeito nisso. Eu vou. Qualquer
- 12:02dia, desce. Eu vou tirar uma foto de
- 12:04chiqueirinho. Vai ser igual quando o mãe
- 12:05falava. Eu vou tirar foto do seu
- 12:07guarda -lopa. Mas, gente, vou me defender. Não
- 12:11é roupa suja que eu guardo lá, não. Eu
- 12:13tiro a roupa do Varao. Em vez de guardar, eu fico
- 12:15com preguiça. Aí eu vou botando lá no
- 12:16chiqueirinho. Eu falo, aí agora ficou um
- 12:18momento insustentável. Porque eu tenho que procurar
- 12:21calcinha e tá tudo jogado lá. Eu
- 12:23tenho que tirar tudo. Nossa,
- 12:25eu imagino você. Você sabe, é banheira do Google?
- 12:28É você entrando no
- 12:29chiqueirinho. Eu estou furando coisa. Tem
- 12:31uma foto de Eduardo lá dentro. Ele
- 12:32falou, mamãe, que entra. Dei
- 12:34tudo nas roupas. Olha o chiqueirinho. É
- 12:37bom ter um espaço assim, né? Onde
- 12:39você só joga as coisas, né, Bril? Eu
- 12:40jogo, mas isso vai terminar. Eu
- 12:42vou desarmar esse chiqueirinho aí. Só
- 12:44para concluir o nosso tópico, sorte pro Azar, um
- 12:47recente que tava falando da conversa de... Tem
- 12:50umas ruas lá em São Paulo, umas regiões que são bem,
- 12:54assim, dependendo da hora, perigosas. Aí,
- 12:57de uma menina que foi, estacionou, colocou a
- 12:59bicicletinha dela lá, amarrada nesse lugar, que é
- 13:03um pouco em salubro, e foi, sei lá, curtir o bar,
- 13:07curtir uma baladinha. O que que aconteceu? O
- 13:09que que você acha que aconteceu? Voltou
- 13:10no notinho, nem a corrente. Nem
- 13:13o aro da Baí que tava lá, entendeu? Levaram,
- 13:15e assim. Voltou tudo. Aí,
- 13:17nesse caso, não é culpando a vítima não. Lembrei
- 13:20do Tiago, do podcast Me Conte, uma fofoca. E
- 13:24aí, eu vou falar que eu também não estou culpando a
- 13:26vítima. Mas como que você deixa uma
- 13:29bicicleta amarradinha com uma corrente... No
- 13:32lugar que você sabe que tem... Índice
- 13:34grande de assalto. Exatamente.
- 13:36Aí, é da sorte pro Azar, não é, Pri? Aí,
- 13:38um pouquinho também de burrice, eu acho. Eu
- 13:40acho que você tá dando um pouco de inserência. Ou
- 13:41inocência. Não, inocência. Depois
- 13:44de certidade, não tem como ter uma inocência dessa. Ó,
- 13:48aqui tem muito assalto, eu vou deixar minha
- 13:50bicicletinha aqui. Sei lá, não é querendo culpar
- 13:53a vítima, não. Mas eu achei um pouco de dar
- 13:57sorte pro Azar. Deu muito. Agora,
- 14:00um momento que eu nunca vou esquecer, na época, vou
- 14:02voltar um pouco no tempo, na época que eu tava na
- 14:05faculdade. E aí, era uma época que a
- 14:10gente comprava recarga, lembra? Cartãozinho.
- 14:13Cartãozinho de recarga. Você desbloqueou essa memória em
- 14:14mim, que eu não lembrava. É,
- 14:16você raspava, né? Pra colocar recarga no celular.
- 14:20E aí, eu comprei minha
- 14:20recarga de R $12. Coloquei no meu bolso. Cheguei,
- 14:25entrei na faculdade, falei, agora eu vou aqui raspar
- 14:28pra fazer minha recarga no meu celular. E
- 14:31aí, eu tinha perdido, tinha caído. Dei
- 14:33esse Azar. Poxa. Só que o meu Azar foi a
- 14:35sorte de outra pessoa, porque um amigo meu achou
- 14:38minha recarga, não sabia que era minha, achou uma
- 14:41recarga no chão. Calô, olha. Eu
- 14:43acho que foi no chão da escada da faculdade e
- 14:46colocou a recarga no celular dele. E
- 14:49aí, eu falei, não sei lá, acho que foi assim. Nossa,
- 14:51minha memória é muito ruim, gente. Mas
- 14:53eu fui comentar e perdi minha recarga. Ele
- 14:55foi, achei uma recarga que coloquei no meu celular.
- 14:57Falei, pô, por que o tal eu? Aí
- 14:59ele te deu. Ele não me deu os R $12. Ele
- 15:02devia ter me dado R $12. O que ele não é? Ele
- 15:04sabia que era sua. Não, ele não sabia. Não,
- 15:07depois que você falou. Ah, não, depois. Ele
- 15:09falou que era sua. Ele poderia ter a consciência
- 15:10dele. Ah, não, então toma aqui ela.
- 15:12Então foi um dia de Azar pra
- 15:13mim e um dia de sorte pra ele. Não
- 15:15tão Azar como Isadora sofreu, né, uma amiga
- 15:19nossa. Tipo, fomos, né, gente, saímos da
- 15:21balada com fome, todo mundo com fome e famintos.
- 15:24Paramos no Drive Through do
- 15:26McDonald's. Pois Isadora, né, todo mundo
- 15:29pediu seu lunch, fomos pra casa, acho que o ex
- 15:33-namorado dela, né, foi abrir o lunch e pásmio,
- 15:37hein. Não tinha carne. Era
- 15:39solpão e alface. Nossa, e não deu nem prótimo
- 15:42voltar. Não deu nem porque tava todo
- 15:43mundo tão cansado. Imagina, 4 da manhã, a única coisa
- 15:47que você queria era a boca em alcebola. E
- 15:48eu acho que eles, eu não sei se ele dividiu, com
- 15:51ela não lembra, aí já memória falha. Mas
- 15:54eu achei, tipo, isso é muito Azar, você comprar
- 15:56uma coisa, né, e no vídeo principal, lá, é a mesma
- 15:59coisa, me vê um frango para medir. Não,
- 16:01mas às vezes tem ele fechar, ah tá, a pessoa
- 16:03que tá fazendo, né, esquecer de colocar. Às
- 16:05vezes já tava ali, né, era o centésimo. Não,
- 16:08mas tô falando também pra pessoa que recebeu. Poxa,
- 16:12você tá lá pedindo um negócio, me vê. Um
- 16:14frango para emergir, olha, vem só o queijo. Cadê
- 16:17o frango? Mas isso que eu tô falando,
- 16:19como era Drive -Tru, veio num pacotinho, sabe, aquela
- 16:22embalagem que é fechada? Aí que você só abre quando
- 16:25chega em casa, sei lá. É igual você vai na feira,
- 16:29vai comprar morango, que tá Eduardo agora, tá numa
- 16:32pideção de morango, morango, pra ganhar morango pra
- 16:34falar. Você sabe que eu não tenho essa
- 16:36pira com morango? Eu acho uma fruta assim, boa
- 16:39quando é misturada com chocolate, um leite
- 16:41condensado. Você leu minha cabeça, você não
- 16:43me amei. Não, com leite condensado nem
- 16:45tanto. Agora com um brigadeirinho, aquele
- 16:47morango geladinho. Aí ele, o Eduardo, come,
- 16:50adora. Adora que é morango, morango. Aí
- 16:53eu vou comprar, compra aquele morango tudo bonito
- 16:56por cima, né. Você já vai tirar pra agenizar,
- 16:59embaixo tá tudo podre. Odeio.
- 17:01Aí o morango não tá barato, né, meu amor. A
- 17:04caixa de morango. Aquela caixinha com 12? Ó,
- 17:07teve um dia, depende. Depende.
- 17:10Quando tá na promoção, dia de horte frute, você pode
- 17:13achar até por 9 e pouco, 10 reais, 12. Mas
- 17:17teve um dia que tava 19 reais, uma caixinha de
- 17:19morango. Aí eu falei assim, poxa vida.
- 17:23Aí você tá lá, isso daí é um
- 17:25azar. Porque eu não tenho como escolher
- 17:27porque a caixinha tá toda lá, fechada e dá lá, não
- 17:29tem como. Sabe uma outra parada que a
- 17:31gente sempre dá azar, pelo menos das vezes que a
- 17:33gente foi junta, de ir pra Angra e sempre tá o tempo
- 17:37ruim. Mudo tempo, né? Chuvendo,
- 17:39fechado. Mas isso daí acho que ó, é
- 17:43foda, tá? O pobre vai pra sair pra ir
- 17:45pra praia, vem aquela chuva, vem o tempo nublado.
- 17:50Sabe o que foi meu último azar,
- 17:52assim, que eu tô lembrando? Quando
- 17:54eu estava, já tava, tipo assim, marquei pra ir na
- 17:56cabeleireira, é perto da minha casa. Aí
- 17:59marquei 8 horas. Só que, tipo assim, andando
- 18:01devagar, é uns 10 minutinhos. Aí
- 18:05já era 5 para 8. E eu ainda estava em casa. E
- 18:09eu andando, menina. A sorte quando cheguei na
- 18:11esquina, um pouquinho mais da esquina da minha casa,
- 18:15eu te dei uma reventura. Aí
- 18:17eu tive que voltar. Você teve que voltar? A
- 18:19sorte que eu ainda tava perto de casa. Só
- 18:22que aí, eu consegui chegar 8 e 3. Eu
- 18:25não sei o que que eu fiz. Eu
- 18:26acho que eu fui quase correndo depois. Que
- 18:28aí ela ainda tava lá arrumando as paradas, porque
- 18:30eu não gosto. Eu sou uma pessoa que eu não
- 18:32gosto de, se a pessoa marca comigo, eu gosto de
- 18:35estar nessa profissional. Nossa!
- 18:39Se eu vou marcar um dentista, ele marca 13 e
- 18:42eu fico puta, porque se eu tô lá 13 horas, me atende
- 18:4413 e meia. Aí eu falo, então, porque que
- 18:47não marcou 13 e meia? É, com coisas assim
- 18:49profissionais, eu também não gosto de chegar atrasada
- 18:51não. Agora com um amigo e tal, eu
- 18:53tenho esse defeito que eu sempre marco. Hoje
- 18:56você marcou comigo 10 e meia, e eu aposto que você
- 18:59tava tomando banho, aquela hora que você falou, 7
- 19:02minutos eu tô aí. Eu tava entrando no banho na
- 19:04hora que eu falei, 7 minutos eu tô aí. E
- 19:06por que você não falou assim, então? Porque
- 19:08eu tava achando que ia dar tempo, porque eu não ia
- 19:09lavar cabelo, eu falei, você é muito rápido. E
- 19:11eu não lavei o cabelo pra não atrasar? Ué,
- 19:14aí o problema é seu, meu amor. Tá?
- 19:16Por que você não laveu? E eu não dei mamá pro
- 19:18Eduardo pra eu não atrasar. Mentira,
- 19:20eu começo com a mentirada, não. É
- 19:21sim, é sim, quem deve ver meu sobra. Mas
- 19:22eu nem atrasei muito, eu atrasei 12 minutos, eu
- 19:25acho. Mas você chamou 11 e meia.
- 19:27Não, nossa, olha que mentirosa.
- 19:29Cheguei a 10 e 40 e poucos. Ainda
- 19:31teve o detalhe, que a gente ainda ficou de papo.
- 19:33Tomamos café, mas lá não tem como.
- 19:35Não tem como. Chegamos
- 19:36lá na minha mãe, a Tia Valéria também tava lá em
- 19:38cima. Aí a gente começou a tomar
- 19:39café, aí elas começam na conversaia. Quando
- 19:42você vê, já tá 11 e pouco. Você
- 19:44também tá e a gente fica no papo, né? Aí
- 19:46eu vim e falo assim, agora a gente vai trabalhar. Aí
- 19:49sentou, eu e Raíla no sofá, fazendo ali,
- 19:52terminando de fazer umas coisas. E
- 19:53aí a minha mãe, aqui. Mas aqui deixa eu contar o que
- 19:56aconteceu. Aí a minha mãe, aí depois
- 19:57ela, ela leva o descer, que elas estão ocupadas. É,
- 20:01porque lá é difícil, né? Isso
- 20:03porque meu pai não tava lá em cima. Nossa,
- 20:05assim. Porque o meu pai, ele desassocia
- 20:06completamente, que a gente tá trabalhando. Pra
- 20:10ele não tem tempo ruim. É papo, o papo come solto.
- 20:15Pre, deixa eu falar, a gente
- 20:16falou muito de azar, mas tem o outro lado da moeda
- 20:19também, que é o de sorte. Acho
- 20:21que a gente pode elevar que é moral, né? Mas
- 20:24eu não sou uma pessoa muito sortuda. Porém,
- 20:27tem sortes pequenas do dia a dia. Que
- 20:29são essas sortes que fazem o nosso dia. Você
- 20:31vai chamar um carro de aplicativo. E
- 20:34geralmente você sabe que aqui dá um certo valor.
- 20:37Quando vem o valor mais baixo,
- 20:39você fica assim, nossa. É uma benção, né? Caraca,
- 20:43que investimento eu vou. Sim.
- 20:45Né? Coisas assim, pequenininhas do dia
- 20:47a dia. E a Nessa, que é minha
- 20:49fatura de cartão de crédito com... Você
- 20:51falou agora bonito, né? Motorista
- 20:53de aplicativo? Tá arrozando nas alturas, meu
- 20:56amor. Não, porque só vou falar o nome
- 20:58e se um dia para atrasar a gente. Aí
- 21:01corta pra gente falando o nome em vários outros
- 21:05episódios. Não, mas isso é bom, quando
- 21:07você chama assim e... O carro de aplicativo está
- 21:12mais parado. Eu lembro quando a gente... Ou
- 21:14o carro da Mercedes, que é um ônibus. Você,
- 21:16quando pegava ônibus aqui, chegou no ponto ônibus.
- 21:19Isso que eu ia falar agora. O
- 21:21carro da Mercedes chegando no momento que você...
- 21:24Chega ali no ponto, né? Era
- 21:26muito bom. Eu estava conversando ontem,
- 21:28gente. Inclusive que na época do ensino
- 21:31fundamental, né? Que a gente dava no Getúlio
- 21:33Vargas. E aí eu morava num bairro
- 21:35que era mais longe, era longeão do Getúlio. E
- 21:38aí agora vai ser uma coisa bem regional, né? Pra
- 21:41você pegar o ônibus ali na... Na
- 21:44Assembleia. Na Assembleia, que a gente
- 21:46falou lá, ver o ponto da Assembleia. Porque
- 21:47tinha uma Assembleia de Deus e o ponto assim na
- 21:49frente. Eu descia pelo escadão. Tinha
- 21:52um escadão. Imagine aí um escadão, gente.
- 21:54Muitas escadas. Muitos
- 21:56degraus. E aí tem um escadão e tinha
- 21:59uma rampinha do lado. Mas era uma rampinha, nem era
- 22:03pra descer ali. Não, não era uma rampinha de
- 22:05descer. Era tipo... sei
- 22:06lá. Um pedacinho só de meio -fio.
- 22:09Isso, um pedacinho de meio -fio,
- 22:11só que no escadão. Eu lembro que meu ônibus
- 22:13passava meio dia e 36, medir 35. Eu
- 22:17descia o escadão segurando a minha mochila pela
- 22:22rampinha. Pelo meio -fio. Eu
- 22:24fico pensando hoje, se eu faria isso, jamais. Só
- 22:27que naquela época eu descia voado pra pegar o ônibus.
- 22:30Preadolescente, sem medo de nada. Sério,
- 22:33e eu conseguia pegar. Deu muita sorte de não levar
- 22:35um tombo e sair rolando. Aham,
- 22:37porque ser um tombo muito feio. Pensa
- 22:39aí, a física, não sei quantos por hora eu devia
- 22:42estar, mas era muito. Outra coisa que a gente deu
- 22:44sorte, é de não ter pegado nenhuma doença. Porque
- 22:48a gente ficava brincando na Escória do Sábado Gusto da
- 22:51Volta de Lente. Verdade. Eu morava no lugar que no
- 22:54fundo da rua tinha a Escória da CSN. Eu
- 22:58vou dar um contexto. Vou até ver se tem o que é a
- 22:59Escória de Lente. É resíduo, né? Escória
- 23:02é resíduo tóxico. E aí, gente, aqui em Volta
- 23:06Redonda, vocês já sabem que tem a companhia ciderúrgica
- 23:09nacional. A gente já falou em outros
- 23:11episódios. Se esse é o primeiro que você
- 23:12está ouvindo, a gente vai dar um contexto. Tem
- 23:15essa empresa gigantesca, milionária, enfim,
- 23:19bilionária, né? CSN é gigante. E
- 23:21essa SN, ela domina tudo aqui em Volta Redonda. É
- 23:25uma cidade que foi construída no entorno da
- 23:27CSN, né, basicamente. E no Volta Grande, que era o
- 23:30bairro que ela morava quando era criança, tem
- 23:32essa Escória. Mas esses vão falar assim, ai,
- 23:35é um montinho. Não, é um negociante. É,
- 23:39e assim, falavam que tinha com ele indo lá? E
- 23:43aí, a gente ia atrás do Coelhinho. Pra
- 23:45ficar vendo o Coelhinho. Eu não vi nenhum Coelhinho,
- 23:47não vi nenhuma Lebre, não vi nada. Às
- 23:49vezes, a minha bronquete, aqui, ó, piorou por causa
- 23:52disso, né? A gente acha que deu sorte,
- 23:54mas não deu. Mas a Escória eram os resíduos,
- 23:57né? Tudo que não era pra aproveitar,
- 23:59e ela faz um pozinho fininho. É,
- 24:01um pozinza. Juro, pesquise aí na internet.
- 24:04Escória da CSN. E
- 24:06se eu não me engano, eu acho que tem até uma placa
- 24:08pra não isso aqui. Não, proibido, entrar aí, a
- 24:10gente ia pra Escória aproveitar. Todo
- 24:12mundo ia na Escória, que ela ali era... Era
- 24:15como é que fala? Aventura que a gente achava?
- 24:18Criança, eu tenho pra mim que Deus
- 24:19protege. Não, protege. A
- 24:20gente indo lá na Escória, a gente brincando dentro do
- 24:23córrego de frente lá de casa. Só
- 24:25que naquela época, o córrego não era tão imundo
- 24:27assim, né? Não, mas era, já era. Mas
- 24:29assim, de qualquer maneira, a gente entrando descalço
- 24:32no córrego, podia ter que ter que fazer uma
- 24:32leptefeirosa. Não, mas eu pisava, não, não.
- 24:35Minha filha, a gente já
- 24:36atravessou o córrego com aquelas pedrinhas, ó. A
- 24:39gente já atravessou. A gente atravessava, não
- 24:41invés. A gente não se banhava no
- 24:43córrego, mas a gente atravessava, direto, meu
- 24:45amor. A gente ficava ali perto, né?
- 24:48Na frente ali de casa, que a
- 24:49gente fazia isso de atravessar. Agora
- 24:51pra pegar gerino, era perto da ponte. É,
- 24:54você descia lá. E aí naquela parte a gente
- 24:55não descia, não. Porque eu tinha medo de cair
- 24:57também e o córrego me levar. Mas
- 25:01hoje em dia, jamais que eu ando em aquele córrego, não
- 25:03vem como, gente. Não, e não tem nem mais
- 25:05descida, porque antes a gente fazia descidinha, né?
- 25:08Sim, não tem. Eu
- 25:09já levei cá descurregão naquela descida. Ah,
- 25:11era tão bom, né? Ó, não tem nada a ver com
- 25:13leptospirósima, até a ver com burrice. A
- 25:15máquina lá de casa tinha dado um defeito. Porque,
- 25:20falou várias vezes, Pedro, não enche até a boca de
- 25:25roupa. Nunca vi, gente. Porque
- 25:27ela não deve ter essa capacidade, né? Ela
- 25:29tem 14 quilos, só que com a água fica mais. Então
- 25:32você não pode encher, que nem lava direito. Pois
- 25:35ele ficou fazendo, fazendo aí. Ai,
- 25:38estragou. Só que a sorte é que o moço
- 25:40foi, falou lá, só soltou um negocinho aqui, acobriu
- 25:43os quantos reais e apertou o negocinho lá debaixo da
- 25:46máquina. Mas eu já falei com ele, uma
- 25:49hora vai dar uma merda grande. E
- 25:50aí vai ser você obrigada a mandar mensagem pra ela,
- 25:53né, falar, ó, tá aí. Você é obrigada. Gente,
- 25:59quando a Raíla manda, ou tá aí, aí eu falo, tô, aí
- 26:04ela fica digitando. Aí ela fica digitando. A
- 26:07gente tem que explicar todas as suas sombras. Aí
- 26:09ela vai me explicar a situação. Mas
- 26:11eu devo não ver. Eu falo. E
- 26:14uma mensagem, um textão. Você
- 26:17leia? Eu leio, eu leio. Mas
- 26:19quando vem, você já sabe que quando vem um ou
- 26:22outro, aí eu sei o que me espera. Mas
- 26:23você é obrigada. Então eu já falei com ele pra
- 26:25não fazer isso. Não, mas isso daí, pelo amor de
- 26:28Deus, Pedro. Pelo amor de Deus. É
- 26:30igual um xiqueirinho lá de casa, cheio de roupa. Pedro
- 26:34vai me colocar a chave do carro na beiradinha do
- 26:37xiqueirinho. Foi pra dar... Cadê
- 26:38minha chave? Tinha caído um xiqueirinho. E
- 26:41aí, a procuração, a sorte que ele achou ali, que
- 26:46Deus intuiu, pra... Porque ali é um mato sem saída.
- 26:51Aí passa por um parênteses
- 26:52aqui, antes da gente finalizar o nosso episódio.
- 26:55Isso de a intuição que você
- 26:57falou, foi intuído e achou. Eu
- 26:59vi o menino colocando na internet assim, meu Deus,
- 27:03acabei de presenciar a minha mãe, pedindo pro São
- 27:06Longuinho pra ela achar uma foto da galeria do celular
- 27:10dela. Tipo, o Solonguinho e o
- 27:12Solonguinho me ajudam a achar uma foto da minha
- 27:15galeria. É o Pedro com a chave no
- 27:17xiqueirinho. Agora deixa só uma coisa, por
- 27:18que não tem algum aplicativo que você fala,
- 27:22foto do não sei o que, e ele vai e acha... Vamos
- 27:25criar? Vamos. O André é inteligente, ele
- 27:27vai saber. Aí a gente vai pesquisar na
- 27:30lojinha lá da Apple, do Google. Aí
- 27:34já tem 50 aplicativos que você consegue fazer isso.
- 27:37Mas seria bom, né? Tipo
- 27:39assim, na nossa galeria, pelo menos do iPhone,
- 27:42aparece uns rostinhos e você consegue identificar
- 27:45fotos que tem a raíla. Mas seria muito útil, né? Você
- 27:49digitar assim, ó, foto na praia... E
- 27:53aparecer lá as fotos que você tem na praia. Poxa,
- 27:57é difícil. Não é difícil. Ah,
- 27:59eu, hein? Pril, o papo tá bom, mas chegou
- 28:02a hora dele, o nosso... Momento
- 28:04refletindo enquanto ouvi o Tony Ramos tocar sax numa
- 28:08livraria do Leblon. Vai, quem começa, eu ou você?
- 28:18Deixa eu começar. Hoje,
- 28:19Dora? Você tá começando todos, né?
- 28:21Começando, não, mas começar. Vai.
- 28:23Falando de xiqueirinho. Xiqueirinho
- 28:25porque o nosso filho é um porquinho? Xiqueirinho,
- 28:30agora eu fiquei pensando isso. Às
- 28:31vezes eu falo cercadinho, mas antigamente falava mais
- 28:34xiqueirinho, né? Xiqueirinho. Falam de xiqueirinho. Não
- 28:37sei, Prie, depois Zé manda um zap. Que
- 28:39graça. O porquinho. Nos
- 28:41nossos pesquisadores do Instituto Massa Celsius,
- 28:43para a gente ver de onde vem. Isso,
- 28:46meu momento. Posso falar o meu momento? Pode.
- 28:48Toda vez que eu venho para a volta redonda, eu tenho
- 28:51essa obrigação, que não é uma obrigação, que eu
- 28:53cumpro quando dá, que é de fazer a sobresselha de
- 28:56vocês, né? Tem que fazer a sua. Tchau,
- 28:59Valéria, também vai querer que eu dê uma limpada na
- 29:01dela, que eu faça dela. Minha
- 29:03mãe, eu já vi que a sobresselha da minha mãe
- 29:04também já tá bem grande, assim, do jeito que ela
- 29:08gosta, já não tá mais desenhadinha. Então,
- 29:10aí eu vou ter que fazer, só que eu tô pensando
- 29:12quando, né? Porque eu não tô com tanto tempo
- 29:14assim. E aí, se você quiser, eu
- 29:16consigo fazer hoje. Mas só hoje? Tá,
- 29:19eu quero. Ó, a porra da Siri? Não,
- 29:23minha filha. Minha filha, cala a boca. Sabe
- 29:25por que? Eu falei, e aí? Aí
- 29:27ela entendeu que eu tava falando com ela. Mas
- 29:29você não precisa ser grossa. Não,
- 29:31eu falei, e aí... Ela tá tentando te ajudar, você
- 29:33não precisa ver com grosseria com ela. Ah,
- 29:35não, mas você não tá vendo que eu tô trabalhando,
- 29:37Siri. Você não tá vendo, ela tem que
- 29:38ver. E aí? E
- 29:39aí? E aí, eu encontrei... Agora
- 29:42ela não quer trabalhar, ficou puta. Agora
- 29:44ela viu que você foi grossa. Finalizamos.
- 29:48Finalizamos, Pri. Então é isso, vocês, Pris, que
- 29:50nos ouviram, nos acompanharam. Muito
- 29:52obrigada pela companhia. Muito
- 29:54bom fazer o Dona Elena. E ter esse retorno de vocês,
- 29:58eu gosto muito, gente. Eu também. Teve
- 30:00algum desses episódios nossos que já saiu, e
- 30:03agora a gente gravando, ele vai ter saído até há mais
- 30:06tempo ainda. As pessoas elogiaram muito a
- 30:09minha imitação de gato. Então
- 30:10eu fico aqui o meu agradecimento. E
- 30:12a Dixuxa também falaram que foi muito boa. Muito
- 30:14boa, né? Então assim, a gente tá
- 30:16investindo aí nessa carreira, né, Pri? Então
- 30:18vamos terminar? Você falando com gato e eu...
- 30:20Não, eu vou terminar falando uma
- 30:24coisa, que é uma imitação perfeita minha, que eu
- 30:28quero dedicar aos nossos ouvintes. Que
- 30:30eu quero falar com eles. Eu
- 30:32quero que as pessoas aplaudam os nossos ouvintes,
- 30:35então eu vou puxar isso na voz de Raul Gil. Você
- 30:39sabe que é boa, né? Peraí. Vamos aplaudir! Parabéns.
- 30:47Obrigada, obrigada! Chacha, o macarrão com o jossi
- 30:51-chuta pronto! Obrigada, vocês que nos acompanham.
- 30:54Bachinhos e baixinhas, obrigada. Se
- 30:57gostaram, já sabem, compartilhem, comentem, falam
- 31:00o que vocês acharam, utiliza a hashtag...
- 31:02Donelena, pode cash! Donelena,
- 31:06pode cash! Semitação do Lula, que faz tempo que
- 31:09você não parece. Donelena, pode cash! Cabe
- 31:14vinho pra tomar água sua, beixe! Beijos
- 31:18e até a próxima!