Latest / ED Podcast [@arthurdantaslemos] / COMO FAZER AMIGOS E INFLUENCIAR PESSOAS Xll - SE VOCÊ NÃO FIZER ISSO, VAI ARRANJAR PROBLEMA (CLUBE DO LIVRO)
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- 0:07Senhoras e senhores, Bruno Maia Soares comigo, vamos continuar
- 0:11aqui. Eu nem lembro mais a sessão do
- 0:13capítulo de a parte do livro que nós damos.
- 0:15Eu estava fazendo essa essa verificação aqui justamente para
- 0:19situar o nosso ouvinte, leitor e também quem está chegando agora,
- 0:22né? Tá bom, basicamente, a gente
- 0:23passou por uma primeira parte do livro que ele fala sobre as
- 0:25técnicas fundamentais para lidar com as pessoas.
- 0:28E aí, trazendo um resumo do resumo, os princípios que ele
- 0:31traz aqui são, 3 é o primeiro, não critique, não condene e não
- 0:35reclame, o segundo, faça elogios honestos e sinceros, e o
- 0:39terceiro é, desperte no outro um desejo ardente.
- 0:42Aí nós entramos na parte 2 do livro que ele vai falar 6 formas
- 0:46de fazer as pessoas gostarem de você.
- 0:49Então o primeiro, no primeiro capítulo, é dessa segunda parte
- 0:53ele trouxe, como é princípio é deixou.
- 0:57Encontrar aqui como princípio ele trouxe.
- 1:00Desenvolva o interesse genuíno pelos outros e no segundo ele
- 1:05trouxe o princípio super longo chamado sorria, sorria isso.
- 1:10E agora a gente vai entrar no terceiro capítulo, onde?
- 1:12Onde ele diz, se você não fizer isso, vai arranjar problema.
- 1:16Eu vou. Eu vou dedicar esse episódio
- 1:17aqui e deixar um abraço para um comentário.
- 1:19É é muito legal que a gente recebeu no próprio Spotify.
- 1:24Acho que foi no Spotify do Raul Scherer Júnior, chegou a ver
- 1:28esse? Não, não, ele disse o seguinte,
- 1:32ele comentou inclusive no episódio já do como fazer amigos
- 1:34e influenciar pessoas, né? Ele disse assim, hoje, zerei o
- 1:36clube do livro. Foram uns 13 livros acompanhados
- 1:40na sequência lançada desde que comecei a ouvir, em fevereiro
- 1:44deste ano, então isso foi publicado em agosto de 2026.
- 1:49Então ele deu um sprint ali, né? É de fevereiro até agosto.
- 1:55Nestes 5 meses, retomei forte o gosto da leitura que andava meio
- 2:00adormecido, pois em paralelo também tenho lido outros livros
- 2:04físicos. Parabéns e obrigado a vocês por
- 2:06esse verdadeiro nude, porra, muito legal, né?
- 2:09Sensacional. Parabéns.
- 2:11E parabéns já para ele, né? Parabéns para ele.
- 2:14Com 13 livros em 5 meses, vê que maravilhoso.
- 2:18Quando? Quando?
- 2:18Quando? Eu falei isso agora, né?
- 2:19Então isso acaba sendo um combustível pra gente.
- 2:21E é uma honra contar com pessoas tão inteligentes aqui como a
- 2:24audiência do nosso queridíssimo clube do livro.
- 2:27Valeu, Raul, vamos nessa? Vamos nessa.
- 2:32Se você não fizer isso, vai arranjar problema, como disse o
- 2:35Bruno. Uma tragédia aconteceu no
- 2:38vilarejo do Stone point, Condado de rockland, nova Nova Iorque,
- 2:42em 1898. Uma criança havia morrido e
- 2:46naquele dia os vizinhos se preparavam para ir ao funeral.
- 2:50Jim Farley foi até o estábulo preparar seu cavalo.
- 2:54O solo estava coberto de neve, o tempo estava frio e ameaçador.
- 2:57Fazia dias que o cavalo não se exercitava.
- 3:00Quando o animal foi conduzido até o coxo para beber água.
- 3:04Rodopiou deu uma coice e matou o Jim Farley.
- 3:08Assim, o minúsculo vilarejo teve 2 funerais naquela semana, invés
- 3:13de um. Jim Farley deixou viúva 3
- 3:17meninos. Deixou viúva 3 meninos e algumas
- 3:21centenas de dólares como prêmio de seguro de vida.
- 3:24Olha a importância do seguro aí. O primogenito, também chamado
- 3:29jam, tinha 10 anos e foi trabalhar numa Olaria,
- 3:33transportando Areia num carrinho de mão e despejando a em moldes,
- 3:37virando os tijolos para secarem ao sol.
- 3:41O garoto nunca teve a oportunidade de estudar, porém,
- 3:44com sua simpatia natural, ele tinha talento para fazer com que
- 3:47as pessoas gostassem dele e acabou enveredando pela
- 3:50política. Com o passar dos anos,
- 3:52desenvolveu uma incrível capacidade de gravar o nome das
- 3:54pessoas. Farley não chegou a estudar um
- 3:57dia sequer no ensino médio, mas antes de completar 46 anos, já
- 4:00havia sido honrado com diplomas de 4 universidades e se tornado
- 4:04presidente do comitê nacional do partido democrata e chefe dos
- 4:07Correios dos Estados Unidos. Engraçado, porque quando falou
- 4:10Jim Farley, eu disse assim, pô, já ouvi Oo nome desse Sky em em
- 4:14algum ou alguns livros? É aí depois falou que ele morreu
- 4:18no acidente, ele disse, não. Então foi outro Jim Farley, né?
- 4:21Mas aí o filho dele, Jim Farley, que é esse cara que ele tá
- 4:24contando aqui na história, eu, como é o nome do autor do nosso
- 4:30autor aqui? Carli dei o Carli.
- 4:32Dei o carneging, eu dei o carneging.
- 4:34Então entrevistei o Jim Farley uma vez e lhe perguntei o
- 4:36segredo do sucesso. Ele respondeu o seguinte,
- 4:38trabalho duro. Não me aguentei e disse, não me
- 4:41faça rir. Ele me perguntou então o que eu
- 4:43achava que era o segredo do sucesso, e eu respondi pelo que
- 4:47soube. E o senhor sabe o primeiro nome
- 4:49de 10000 pessoas? Errado, seu primeiro nome de
- 4:5250000 pessoas, corrigiu ele. Essa habilidade ajudou o sr.
- 4:55Forley a colocar Franklin de Roosevelt na Casa Branca ao
- 4:59administrar a campanha do então candidato de 1932, durante os
- 5:02anos em que viajou como vendedor de artigos de gesso.
- 5:08E nos anos em que foi funcionário da prefeitura em
- 5:10Stone points, ele desenvolveu um sistema para guardar nomes.
- 5:13No início era muito simples, sempre que conhecia alguém
- 5:16falley, descobria seu nome completo e alguns fatos sobre a
- 5:19sua família, seus negócios e suas opiniões políticas.
- 5:23Juntava todos esses fatos na cabeça como se fosse uma imagem
- 5:26e quando voltava a vê la mesmo que fosse um ano depois, ele
- 5:28apertava a mão e perguntava sobre a família e sobre as
- 5:31plantas no quintal, né? Isso é meio que um super poder,
- 5:34né? A gente já falou dessa conta a
- 5:36história de um. No treinamento de memória que eu
- 5:38fiz, cara contou a história do menino lá da praia e tal.
- 5:41Bem, não surpreende que tenha conquistado seguidores.
- 5:44Nos meses antes do início da campanha Roosevelt para a
- 5:47presidência, Farley escreveu centenas de cartas por dia para
- 5:51pessoas espalhadas pelos estados do Oeste e do noroeste do país.
- 5:54Depois, entrou num trem e, em 19 dias, visitou 20 estados,
- 5:58percorrendo mais de 30000 km de charretes, trem, automóvel e
- 6:01barco. Chegava em uma cidade,
- 6:03encontrava seus conhecidos para almoço, café da manhã, chá ou
- 6:06jantar. E batia um papo de coração
- 6:08aberto. Em seguida, seguia para outro
- 6:12trecho da jornada, assim que voltou para o leste, o Jim
- 6:17Farley escreveu para uma pessoa em cada cidade visitada pedindo
- 6:19uma lista de todos aqueles com quem havia falado.
- 6:22A lista final continha milhares e milhares de nomes.
- 6:25No entanto, cada pessoa da lista recebia uma pequena amostra da
- 6:28consideração de James Farley, uma carta pessoal escrita por
- 6:31ele. As cartas começavam com o
- 6:33querido Bill ou querida Jane. E eram sempre assinadas por Jim.
- 6:39Aí esse trecho eu está aqui na minha leitura original aqui, que
- 6:41é o seguinte, Farley descobriu cedo que as pessoas estão mais
- 6:44interessadas no próprio nome do que em todos os outros nomes do
- 6:48planeta juntos. Lembrar se do nome e usá lo sem
- 6:52dificuldade é fazer um elogio sutil e muito eficiente.
- 6:56Isso é muito verdadeiro, né? Mas precisa de intencionalidade
- 7:00pra conseguir fazer, sobretudo hoje em dia.
- 7:03Mas, seguindo a leitura, se esquecer do nome ou escrever
- 7:06errado, você se coloca em tremenda desvantagens.
- 7:09Desvantagem? Por exemplo, certa vez eu
- 7:11organizei um curso de Oratório em Paris e enviei circulares
- 7:14para todos Os Americanos residentes na cidade.
- 7:17As datilógrafas francesas tinham pouco conhecimento na língua
- 7:21inglesa e comentiam erros ao digitar os nomes.
- 7:24Um homem, gerente de um grande banco americano em Paris, me
- 7:27escreveu uma resposta desaforada porque seu nome tinha sido
- 7:29soletrado errado. Às vezes, é difícil lembrar de
- 7:32um nome, sobretudo se a pronúncia é complicada.
- 7:35Em vez de tentar aprender, muita gente ignora ou então chama a
- 7:38pessoa por um apelido fácil. Durante um tempo, Sid Levi fez
- 7:43visitas a um cliente chamado nicodemos papadolos, papado,
- 7:47poulos errei aqui, a maioria das pessoas o chamava simplesmente
- 7:51de Nick Levi, nos contou. Fiz o esforço especial de dizer
- 7:55o nome várias vezes para mim mesmo antes de telefonar.
- 7:59Quando cumprimentei pelo nome completo, dizendo, boa tarde,
- 8:01senhor nicodemos, papa do papa do papa do Paulos, ele ficou
- 8:06chocado por alguns segundos que me pareceram vários minutos.
- 8:09Não houve resposta. Do outro lado da linha, por fim,
- 8:12com a voz embargada, ele disse, senhor Levi, ao longo dos 15
- 8:15anos em que estou neste país, ninguém jamais se esforçou para
- 8:17me chamar pelo nome correto. Qual a razão do sucesso de
- 8:22Andrew Carnegie? Ele era chamado de o rei do aço
- 8:25porque pouco entendia, porém pouco entendia de siderurgia.
- 8:29Centenas de pessoas que trabalhavam sob seu comando
- 8:31sabiam bem mais a respeito, mas ele sabia como lidar com pessoas
- 8:35e isso o tornou um homem rico. Ainda criança, carnig demonstrou
- 8:40talento para a organização e um gênio para a liderança.
- 8:44Aos 10 anos, também descobriu a assombrosa a importância que as
- 8:46pessoas dão ao próprio nome e usou a informação para obter
- 8:49cooperação para ilustrar, quando criança na Escócia, ele
- 8:52capturou. Uma coelha em pouco tempo, tinha
- 8:55uma ninhada inteira e nada para alimentar os filhotes.
- 9:00No entanto, ele teve uma ideia brilhante, disse às crianças da
- 9:02vizinhança que se saíssem para colher trevos e dentes de leão
- 9:06para alimentar os animais, lhe daria o nome delas aos
- 9:09coelhinhos. O plano funcionou e careninger
- 9:10nunca esqueceu essa lição. Anos depois, ele ganhou milhões
- 9:13ao aplicar a mesma psicologia aos negócios.
- 9:16Certa vez, queria vender trilhos de aço para a pensilvênia
- 9:19railroad, cujo presidente na época era Edgar Thomson.
- 9:23Então construiu uma imensa usina siderúrgica em petsburg.
- 9:26Batizou ela de siderúrgica Edgar Thomson.
- 9:28Agora adivinhe quando a Pensilvânia reuroad precisou de
- 9:31trives de aço? Onde acha que j ou John Edgar
- 9:36Thomson comprou bem? Quando Carnegie e George poeman
- 9:40disputaram a supremacia na venda de vagões leito, o rei do aço
- 9:45mais uma vez se lembrou da lição dos coelhos.
- 9:48Aí tem 13 que eu está aqui. Aqui que é.
- 9:49A central Transportation company, controlada por Andrew
- 9:52Carnegie, enfrentava a empresa de pullman.
- 9:55Ambas disputavam a venda de vagões leito para Union Pacific
- 9:58real. Os adversários se atacavam,
- 10:00cortando preços e acabando com qualquer chance de lucrar com o
- 10:04negócio. Certo dia, tanto o Carnegie
- 10:06quanto o pullman foram para Nova Iorque se reunir com o conselho
- 10:09de diretores da Union Pacific. Uma noite, em reunião no hotel
- 10:13Saint Nicholas, Carnegie falou, boa noite, senhor pullman.
- 10:16Será que nós 2 não estamos fazendo papel de bobo?
- 10:19Como assim? Em seguida, ele explicou que
- 10:21tinha em mente uma fusão dos interesses dos 2 e tomou um
- 10:25retrato brilhante das vantagens mútuas que teriam ao trabalhar
- 10:28juntos uma em vez de competirem. Pullman ouviu com atenção, mas
- 10:32não ficou inteiramente convencido e, por fim,
- 10:34perguntou, e como se chamaria a nova companhia?
- 10:37Crning respondeu de imediato, ora, seria pullman Palace car
- 10:41company, naturalmente. E aí o pullman se animou.
- 10:44Venha ao meu quarto, convido ele, vamos conversar.
- 10:46Essa conversa entrou para a história da indústria.
- 10:48A política de lembrar e valorizar os nomes dos amigos e
- 10:50parceiros de negócios eram dos segredos da liderança de Andrew
- 10:53croning. Ele se orgulhava de ser capaz de
- 10:55chamar muitos de seus operários pelo primeiro nome e se acabava
- 10:58de nunca ter sido ter tido transtornos causados por greve
- 11:02na produção de suas siderúrgicas enquanto as comandava.
- 11:06Isso aqui para negociação pega muito mesmo, pega muito mesmo,
- 11:10porque é aquele negócio que todo mundo fala assim, não, aqui não
- 11:12tem vaidade, não e tal, mas. Às vezes é uma, é um sentimento
- 11:19ou uma emoção humana, é biológico.
- 11:21E aí, inevitavelmente, você tem suas vaidades, sim, né?
- 11:25Por mais que você tenha, por conta da sua inteligência, é a
- 11:30consciência de reconhecer que é priorizar a vaidade.
- 11:34Vai fazer com que você faça piores negócios.
- 11:36Mas ela está lá, né? É?
- 11:41Então, quando a pessoa ela ela vai pra um segundo nível, de
- 11:45abrir mão, por exemplo, do nome, né, de uma nova empresa para um
- 11:49determinado acordo pra é propor algo que você sabe que vai
- 11:54massagear, né? A percepção de valor, a vaidade,
- 11:57chame como quiser, aí do do de quem tá envolvido nessa
- 12:01negociação, é isso, a gente não consegue capturar ali no Excel,
- 12:05né? Em percentual em né, não dá pra
- 12:07quantificar, mas mexe muito com as pessoas.
- 12:10Banton, love, presidente da Texas Commerce bans, Charles
- 12:16banchers, acredita que quanto mais uma corporação cresce, mais
- 12:21fria ela se torna. O modo de aquecê la é gravar o
- 12:24nome das pessoas, disse ele. O executivo que me conta que não
- 12:27consegue lembrar nomes, está me dizendo 2 coisas, que não
- 12:31consegue se lembrar de uma parte significativa do seu negócio e
- 12:33que vai mais atrapalhar do que ajudar a comissária de bordo da
- 12:37TWA, carencurs. A the run show Palace, verdies
- 12:43Califórnia, adquiriu o hábito de aprender os nomes o nome dos
- 12:46passageiros ao pronunciá lo enquanto serve.
- 12:49A estratégia resultou em muitos elogios tanto aos seus serviços
- 12:52quanto a companhia aérea. O passageiro escreveu, fazia
- 12:54tempo que eu não voava com ATWA, mas a partir de agora vou
- 12:58começar a voar só com essa empresa.
- 12:59Vocês me transmitiram ou me transmitem a sensação de que a
- 13:02companhia aérea passou a adotar um serviço muito personalizado e
- 13:04isso é importante para mim. As pessoas têm tanto orgulho do
- 13:07próprio nome. Que se esforçam para perpetuá lo
- 13:10a qualquer custo, dececionado por não ter um filho homem para
- 13:13dar continuidade ao seu sobrenome.
- 13:15Até o velho experiente fanfarrão Pete barnon, o maior show, menos
- 13:19da sua época, ofereceu 25000 USD ao neto CH sil, caso passasse a
- 13:25se chamar barnon silly, passasse a se chamar.
- 13:29É foda para mudar o nome, né? Durante muitos séculos.
- 13:33Nobres e magnatas patrocinaram artistas, músicos e escritores
- 13:37para que as obras dessas pessoas fossem dedicadas a eles.
- 13:42Diria que isso, de certa forma, continua, mas não é o motivo, é,
- 13:46é. É essa massagem ali que eu falei
- 13:49do do inevitável AAA emoção. A importância que a gente dá
- 13:54para isso, né? É não à toa quando você faz uma
- 13:57doação para muitas universidades e aqui no Brasil também imagino
- 13:59que funcione assim. É, mas nos Estados Unidos é, é,
- 14:02é típico, né? É.
- 14:06Com essas doações, muitas vezes eles investem em ampliação do
- 14:08campus, numa nova biblioteca e tal.
- 14:10E comumente, né, se dá o nome do principal doador, né?
- 14:16Então tem lá em Harvard alguma coisa, biblioteca Jorge Paulo,
- 14:19lema, né? Alguma coisa assim.
- 14:22As bibliotecas e os museus devem suas mais valiosas coleções a
- 14:26pessoas que não conseguiram suportar a ideia de que seus
- 14:30nomes fossem esquecidos. A biblioteca pública de Nova
- 14:33Iorque guarda as coleções astor e lenox, o Metropolitan Museum
- 14:37perpetua os nomes de Benjamin Altman, EJP, Morgan e quase
- 14:42todas as igrejas são adornadas por vitrais com gravação dos
- 14:44nomes dos doadores que ajudaram a erguez.
- 14:46É isso aí que eu comentei agora, né?
- 14:48Aí. Aqui tem 113 que está aqui que
- 14:50é. Em geral, não lembramos os nomes
- 14:52das pessoas por uma simples razão, não dedicamos o tempo e a
- 14:55energia necessários para nos nos concentrar, repetir e fixar as
- 15:00informações da mente. Inventamos desculpas, estamos
- 15:03ocupados demais, mas provavelmente não estamos mais
- 15:06ocupados que Franklin Roosevelt. E ele tinha tempo para gravar o
- 15:09nome até dos mecânicos com quem tinha contato, né?
- 15:13É EE é interessante isso porque, veja.
- 15:19Como o comportamento é uma ciência complexa, né?
- 15:23É a gente. Isso é para um Monte de
- 15:26alimentação, finanças e tal. Mas aqui, veja, independente do
- 15:30que a pessoa faz, que talvez esse capítulo seja especialmente
- 15:33mais importante para um político, né?
- 15:35Pegando até o Jim Farley ali, aquele exemplo lá do político
- 15:38que você deu e tal, ok, então eu que sou designer, eu não vou
- 15:43mandar uma carta a mão com o nome da pessoa, EE.
- 15:46Talvez isso seja menos importante do que é para um
- 15:50político, mas vai me ajudar, velho, vai fazer bem, guardar o
- 15:56nome das pessoas. A demonstração e respeito é e eu
- 15:58vou melhorar minhas conexões. EE, as coisas acontecem a partir
- 16:01das conexões. Tudo que eu preciso é dar um
- 16:04pouquinho de atenção na hora que eu pergunto o nome das pessoas e
- 16:07que eu acho que conheço, né? Mas você veja como é difícil,
- 16:10porque é algo que é do meu interesse.
- 16:12Eu estou num livro chamado como fazer amigos, influenciar
- 16:15pessoas. É acessível, barato, apenas um
- 16:17pouco de atenção. Mas ainda assim, né?
- 16:19É difícil colocar em prática, né?
- 16:21Eu acho que é é quase que natural assim, a gente querer ir
- 16:28direto ao ponto, né? Querer ir logo pra o que nos
- 16:30interessa. E essa parte é só dedicar um
- 16:33pouquinho mais da energia. Eu digo que é só, mas entendo.
- 16:37Reconheço também que para mim é difícil também.
- 16:39Por exemplo, muitas vezes a gente chega em um restaurante
- 16:42que o próprio garçom já se apresenta.
- 16:45É, muitas vezes isso acontece. Tudo bem, eu me chamo fulano de
- 16:48tal, vou atender vocês aqui e tal.
- 16:51E eu, particularmente, muitas vezes não presto atenção nisso,
- 16:54porque eu tô focado no pedido que eu quero fazer, porque eu
- 16:56cheguei, eu quero comer logo e tal.
- 16:58Então, enfim, acho que tem um pouco disso.
- 17:01Eu tava escrevendo agora que eu vou gravar uma aula sobre
- 17:05educação financeira pra filhos, né?
- 17:07E aí é. Eu eu falo lá, o que não fazer,
- 17:11o que fazer? Trago o exemplo da mesada
- 17:13inteligente, né? Como é que ela funciona e tal
- 17:15que é uma experiência que você pode promover, entra um pouco
- 17:18com o olhar nosso de vida real, que velho, fazer isso aqui
- 17:21sempre é utópico, porque é, você tem muitas demandas na sua vida
- 17:25e tal, mas é periodicamente, pô, uma vez por ano você tem uma
- 17:29experiência parecida como essa, isso vai deixar um legado de
- 17:31muita consciência financeira. E aí um comentário meu é que é.
- 17:38Porém, mais importante do que isso é o exemplo que você dá,
- 17:41né? Então é, às vezes as pessoas
- 17:43falam assim, pô, mas eu não sei como educar financeiramente o
- 17:45meu filho. É a melhor coisa que você pode
- 17:49fazer, é buscar educação financeira para você, né?
- 17:53Porque é e naturalmente terão. É temas, discussões e decisões,
- 18:01escolhas que serão percebidas pelos seus filhos, né?
- 18:05Então, nesse exemplo aqui, Bruno, é só para dizer que.
- 18:07É, a gente não consegue nem capturar a profundidade, talvez
- 18:10disso, né? Porque é você não tem filhos
- 18:14ainda, mas eu tenho e deles é. Por exemplo, o Bernardo tem tem
- 18:20é 2 anos e meio certo, vou arredondar aqui, bicho, já é
- 18:28muito esponjo assim, né? Mas o Arthur, que tem 8, é, eu
- 18:33já tenho papo cabeça com ele, né?
- 18:36Então, porra, com 8 anos eu tive um, eu tive uma, eu tive uma
- 18:39conversa com ele que dentro de educação sexual já tive a
- 18:43primeira essa semana é, não vou nem entrar nisso aqui porque não
- 18:47tem nada a ver não. Mas eu vou chegar no seu gancho
- 18:49que é, é, ele está observando o tempo inteiro.
- 18:52Então, se eu, por exemplo, tenho a preocupação de prestar atenção
- 18:57no nome do garçom e sempre chamar o garçom pelo nome, isso
- 19:02não vai passar despercebido, né? Então é é interessante como um
- 19:08livro, até escrevi uma newsletter falando que a gente
- 19:11está lendo aqui. Oo eu tenho um problema aqui com
- 19:15como fazer amigos, influenciar pessoas, né?
- 19:18É, e a newsletter é uma provocação, meio que assim são
- 19:22as excelentes lições EEEE as péssimas lições por serem tão
- 19:28óbvias, porém excelentes, né? E talvez não à toa, apesar de um
- 19:33pouco de de de sorte aí no meio desse processo, é um livro com
- 19:37coisas tão óbvias. Tenha cruzado tantas gerações,
- 19:42né? E é um best seller até hoje.
- 19:45Seguimos. Vamos nessa, então?
- 19:48Vamos, vamos, vamos seguir aqui. Mais para ilustrar, por exemplo,
- 19:52voltando à leitura, a Chrysler construiu um carro especial para
- 19:56o senhor Roosevelt, que não podia ser, que não podia usar os
- 19:59veículos comuns para ter. Por ter paralisia nas pernas, WF
- 20:06chamberlen e um mecânico fizeram A Entrega do automóvel na Casa
- 20:10Branca. A seguir, vou transcrever uma
- 20:12carta que tenho diante de mim do senhor chamberlen, relatando a
- 20:15experiência, e se nem o presidente Roosevelt dirigir um
- 20:19carro com o auxílio de uma série de engenhoques?
- 20:22Mas ele me ensinou muito sobre a arte de lidar com pessoas.
- 20:25Quando cheguei à Casa Branca, o presidente foi extremamente
- 20:27simpático e agradável. Ele me chamou pelo nome e me
- 20:29deixou totalmente à vontade. O que mas me impressionou foi
- 20:31seu enorme interesse em tudo que eu mostrava e dizia, o carro era
- 20:34projetado para ser operado inteiramente pelas mãos.
- 20:37Uma multidão se reuniu para ver o veículo e ele exclamou, achei
- 20:40maravilhoso, basta apertar um botão e ele anda, é possível
- 20:43dirigir sem esforço, achei incrível, não sei o que, não sei
- 20:46o que faz andar, adoraria ter tempo para desmontá lo e
- 20:48entender como funciona e quantos amigos e a equipe Roosevelt
- 20:51admiravam a máquina, ele disse diante de todos o sr.
- 20:54Chamberlin, com certeza. Aprecio todo o tempo e todo o
- 20:59esforço que dedicou para desenvolver este carro.
- 21:02É um belíssimo trabalho. Ele admirou o radiador, o
- 21:05espelho retrovisor, né? Toda a construção, em outras
- 21:08palavras, reparou todos os detalhes aos quais eu mecânico
- 21:12chamberlin havia dedicado grande atenção.
- 21:14Fez questão de apontar esses diversos itens para a senhorita
- 21:17Roosevelt e a senhorita perkins. É, é.
- 21:21O secretário de trabalho e sua secretária particular chegou a
- 21:24incluir o antigo porteiro da Casa Branca na conversa ao
- 21:26dizer, George, você vai ter que dar uma atenção especial as
- 21:29malas. Após a aula de direção, o
- 21:32presidente virou para mim e disse, pois bem, senhor
- 21:35chamberlin, o conselho do banco central está me esperando há
- 21:39meia hora. Acho melhor voltar ao trabalho.
- 21:42Levei um mecânico comigo para a Casa Branca.
- 21:44Ao chegar, ele foi apresentado a Roosevelt.
- 21:47Não chegou a falar com o presidente Roosevelt, ouviu seu
- 21:50nome apenas uma vez, era um sujeito tímido e ficou o tempo
- 21:54todo um pouco afastado. Mas, antes de nos deixar, o
- 21:56presidente procurou o mecânico, apertou sua mão e o chamou pelo
- 21:59nome, agradecendo sua visita a Washington.
- 22:01E ele não estava agradecendo de boca para fora.
- 22:03Estava sendo sincero. Deu para sentir.
- 22:06Dias depois de eu voltar para Nova Iorque, recebi uma foto
- 22:09autografada do presidente Roosevelt e um bilhete de
- 22:11agradecimento, no qual ele voltava a expressar o seu apreço
- 22:14pela minha colaboração. Não sei como encontrou tempo
- 22:16para isso, então é, ele fala, né, assim é, pô, o Roosevelt.
- 22:23Ele sabia que uma das formas mais simples é de ganhar.
- 22:27A boa vontade das pessoas é lembrar o nome delas e fazer com
- 22:29que se sintam importante, né? Então tem um passo além do
- 22:32lembrar do nome, se sintam importante.
- 22:35No entanto, quantos de nós não se dão a esse trabalho?
- 22:38Metade das vezes que somos apresentados ao desconhecido,
- 22:41conversamos por alguns minutos e mal conseguimos lembrar.
- 22:45Seu nome na hora da despedida uma das primeiras lições que um
- 22:48político aprende é lembrar o nome de um eleitor é um ato
- 22:51digno de um estadista. Esquecer é estar fadado ao
- 22:53esquecimento, e a capacidade de lembrar nomes é quase tão
- 22:57importante nos negócios e na vida social quanto é na
- 22:59política. Napoleão, terceiro imperador da
- 23:01França e sobrinho do grande Napoleão, gabava se de lembrar
- 23:05os nomes de todas as pessoas que conhecia.
- 23:07Apesar de todas as suas obrigações reais, sua técnica
- 23:10era simples, se não ouvisse o nome com clareza, ele dizia
- 23:13perdão. Não ouvi bem seu nome.
- 23:15Se fosse o nome incomum, emendava como se soletra, pô,
- 23:18brilhante, como se soletra velho durante primeiro que demonstra
- 23:22interesse, né? E porque aí é a oportunidade de
- 23:25é tirar a prova dos novos, caso você não tem entendido muito
- 23:27bem. Durante a conversa, ele se dava
- 23:30ao trabalho e repetir o nome diversas vezes e tentava associá
- 23:32lo mentalmente aos traços. A expressão da pessoa bem assim,
- 23:37obtinha uma impressão visual do nome, além de auditiva.
- 23:41Tudo isso consome tempo, mas, como dizia Emerson, boas
- 23:44maneiras são compostas por pequenos sacrifícios, né?
- 23:49Não só os reis ou grandes executivos deveriam dar a devida
- 23:51importância aos nomes. Isso vale para todos.
- 23:55Então ele traz 11 história muito parecida aqui, né?
- 23:59E avança para dizer o seguinte, devemos estar cientes da magia
- 24:02contida em um nome e perceber que esse único item é de inteira
- 24:06propriedade da pessoa com que estamos conversando, não
- 24:09pertence a mais ninguém. O nome da individualidade
- 24:12singulariza a pessoa, a informação que transmitimos ou o
- 24:15pedido que fazemos assume a importância especial quando
- 24:17pronunciamos o nome do indivíduo.
- 24:19O nome faz toda a diferença quando lidamos com os outros,
- 24:23sejam eles garçons ou executivos experientes.
- 24:25E aí o princípio número 3, então sintetizando tudo isso é, lembre
- 24:28se de que as pessoas consideram o próprio nome o som mais
- 24:32agradável e mais importante do que qualquer idioma.
- 24:35Então a gente fecha esse capítulo aqui, mas assim, apesar
- 24:37do princípio ser muito focado para o nome.
- 24:40É, acho que os exemplos aqui, eles transmitiram um degrau mais
- 24:44profundo, né, que é AA atenção sincera para fazer o próximo se
- 24:51sentir importante, né? Isso é, é num num processo
- 24:57comercial, por exemplo. Mais óbvio é, porra, antes de
- 25:00falar sobre você, é, é demonstrar interesse no outro,
- 25:05na empresa, no negócio, na carreira, né?
- 25:09É EE obviamente, né, pra a gente tá falando aqui, mas é cada
- 25:14situação, ela requer a sua análise, né, a depender do seu
- 25:17contexto. Então é demonstrar interesse
- 25:20pelo outro. Quando eu vou fazer uma
- 25:21apresentação comercial, pode passar por perguntar assim,
- 25:23olha, a gente combinou tanto tempo, como é que você tá de de
- 25:26agenda aqui pro isso? Na verdade eu tô super apertado,
- 25:29né? Então fazer a sua apresentação
- 25:31de forma muito objetiva neste caso.
- 25:35É uma demonstração de interesse genuíno no próximo, porque o
- 25:38tempo naquele momento é um desafio Pra Ele, né?
- 25:41Mas é quando eu cheguei hoje no escritório.
- 25:45Então, pro leitor ter dimensão, né?
- 25:46São 11 e 30 da manhã. Agora eu cheguei no escritório
- 25:49às 9:00 da manhã no elevador, subir sozinho no elevador, né?
- 25:53E aí a gente tem é um corretor de imóveis que é parceiro da
- 25:58família toda e é uma pessoa da nossa confiança e é.
- 26:02Eu estava resolvendo 11 questão de um imóvel com ele e é, ele
- 26:09estava ajudando com o cartório, um negócio de certidão e tal,
- 26:11enfim, e aí eu, eu e realmente aconteceu isso, né?
- 26:16Ontem eu tomando um café com meu irmão, né, falando de outras
- 26:19coisas e tal. A gente falou desse caso e ele
- 26:22elogiou esse corretor, né, que é o Natan, inclusive, que é um
- 26:26craque, né? Muito bom no que faz.
- 26:29E aí eu? Mandei um áudio para ele sobre
- 26:32esse tema e disse assim, cara, inclusive é, vou aproveitar para
- 26:36te agradecer, tá EE fazer um elogio aqui.
- 26:38Eu tava com meu irmão ontem e ele comentou, porra, é massa
- 26:41como o Natan. Toda vez que a gente precisa,
- 26:44ele é um cara muito é disposto, disponível, preocupado em
- 26:49entender realmente qual é, o que é que a gente precisa para
- 26:51entender como é que ele pode contribuir para a solução.
- 26:53Isso é muito legal. E eu fiz esse registro para ele,
- 26:56velho, aí veja. Eu tinha um áudio com uma
- 27:00algumas perguntas e tal, por onde ele começou o áudio
- 27:04agradecendo, agradecendo o elogio, né?
- 27:06Então muitas vezes é isso, não foi porque não estava na minha
- 27:09mente que Ah, vou vamos gravar hoje.
- 27:12É como fazer amigos, influenciar as pessoas.
- 27:15Não foi natural, é e poderia, fazendo 11 auto reconhecimento
- 27:21aqui, dizer que é. Diria que eu eu sou atento a
- 27:26esse tipo de coisa, assim, tem um elogio que pode ser feito,
- 27:29né? Eu, eu é.
- 27:32Entrou no meu modus operandi, né?
- 27:35AAO entendimento de que é não adianta apenas achar uma coisa
- 27:42positiva do Bruno, né? É ou do Natan ou com o que quer
- 27:45que seja, né? Mas é evidenciar.
- 27:47Isso faz muita diferença, né? Porque se eu guardasse isso para
- 27:52mim, eu não IA despertar uma relação ali ou um sentimento de
- 27:56afeição do Natan para comigo, para com meu irmão e tal.
- 27:58E é verdade, né? Ainda tem isso, né?
- 28:00Isso que é o mais legal é, eu tenho mais 2 comentários, mas.
- 28:07Não acho que acho que esse esse ponto de ser um entregar essa
- 28:11atenção sincera é legal, sobretudo em contextos onde
- 28:15teoricamente você não tem nada a ganhar, né?
- 28:17Total, você só faz o bem para o outro.
- 28:19Perfeito, acho que isso. É legal Oo caso aqui do do do
- 28:23presidente, por exemplo, ele mandar a carta para o cara que
- 28:26enfim, isso é assim, demonstra 11 carinho, realmente um cuidado
- 28:31ali, uma atenção especial, onde provavelmente ele não tinha o
- 28:34que ganhar com aquilo ali, né? Ele já era presidente, o cara já
- 28:37tinha ajudado ele e o cara provavelmente foi remunerado por
- 28:39aquilo. Perfeito, mas vê como como a
- 28:42coisa funciona com. Veja como é uma questão humana,
- 28:48certo? Então vai funcionar com garçom e
- 28:51funciona com presidente Estados Unidos.
- 28:53Porque por mais que tivesse sido feito por ele ser presidente e
- 28:57ele tivesse na cadeira de um presidente que sabia que tinha
- 29:00muita popularidade, aquele carro foi feito para ele.
- 29:05Então, parte dessa dessa atenção foi é reconhecer a importância
- 29:11da atenção para as pessoas, mas parte foi também.
- 29:14É consequência da gratidão que passou a habitar o coração do
- 29:20presidente, de um mecânico que fez um negócio especial só para
- 29:23ele, né? Então isso volta, né?
- 29:27Isso volta eu quando eu comecei, quando eu comecei a fazer
- 29:29palestras e tal, que hoje é uma coisa que é é interessante, né,
- 29:33se você perguntar assim, Artur, o teu negócio, tipo, tem
- 29:36palestra? Não, eu não tenho uma linha de
- 29:38receita, palestras, né? Tipo assim, quando a gente faz
- 29:40palestra ou a gente aloca, quando vai analisar ADRE, por
- 29:42exemplo. Dentro da da da negócio ali da
- 29:45BU, até como 111 não operacional, normalmente é Na Na
- 29:48BU, mas eu não tenho uma linha tipo receita de palestras, mas
- 29:51sempre acontece, né? Talvez pela trajetória, do jeito
- 29:54que foi construída e tal, sempre tem.
- 29:58Tem alguém que tá me convidando aí?
- 30:00É. Inclusive hoje eu eu eu bati o
- 30:05martelo de uma palestra que eu vou fazer para os meus os meus
- 30:08amigos do Legacy match Club, né? Convite feito pelo doutor
- 30:11Antônio Dantas. É, e vou até falar aqui para os
- 30:14nossos amigos ouvintes do clube do livro, né?
- 30:16Dependendo do formato eu cobro para fazer palestra, mas
- 30:19dependendo do formato eu não cobro para fazer palestra.
- 30:21Se eu entender que é um projeto que pode, que a gente pode
- 30:24contribuir, que pode ter sinergia, e é os 2 temas que eu
- 30:27mais tenho gostado de falar, um é planejamento financeiro, não
- 30:30tem como ser diferente, e o outro é planejamento
- 30:31estratégico, né? É que aí eu compartilho um pouco
- 30:33do do do caso, da própria ideia aqui.
- 30:35Enfim, fiz uma palestra no sábado sobre isso, foi muito
- 30:38legal, mas. Voltando para o nosso como fazer
- 30:41amigos, pessoas? É quando eu comecei a fazer mais
- 30:45palestras brunão ali, quando a gente tava implementando muitos
- 30:48programas de educação financeira nas escolas e começando a falar
- 30:51de a empresa de dinheiro tinha nascido como blog, então a gente
- 30:55começou a falar de investimentos 2016 ali.
- 30:57Então, putz, isso era tudo Mato, não tinha muita gente falando
- 30:59sobre isso. Eu dei muitas palestras e eu não
- 31:03sei, Ah, acho que como herança, pode ser que eu tenha lido esse
- 31:07livro nessa época. Mas certamente como influência
- 31:10também da história, do do curso de memorização que eu fiz com o
- 31:13Renato é Machado, acho, sei que é Renato, o nome dele.
- 31:18Eu botei isso na cabeça. Melissa e Gisele na época, é, já
- 31:26trabalhavam comigo. Depois você pergunta Pra Elas,
- 31:30né, velho? Eu botei isso na cabeça, brunão,
- 31:34e eu IA fazer uma palestra se tivesse assim 100 pessoas.
- 31:39Palestra de 1 hora, né? Às vezes era um workshop 23
- 31:42horas, aí me ajudava muito porque eu tinha mais tempo.
- 31:46Mas eu começava a falar seu nome, por gentileza.
- 31:47Bruno, Bruno, por exemplo, não sei o quê.
- 31:53Aí o Bruno é, é era amigo da qual é o teu nome.
- 31:58E aí eu IA po po po velho no final do workshop, né?
- 32:06É? Mesmo que fossem grupos assim
- 32:09com 100 pessoas, aí no final fazia um negócio assim que era é
- 32:15sei lá qual era o script na hora, assim, o que é que eu
- 32:17falava, né? Mas era alguma coisa pra no, no,
- 32:19no, no, na linha de é, pô, a gente teve essa manhã aqui pra
- 32:23falar sobre um tema que pra mim é um propósito de vida, que é a
- 32:25educação financeira, que eu realmente acredito que é uma
- 32:27ferramenta para transformar os vídeos pra melhor, né?
- 32:30É. E por mais que você tivesse que
- 32:32estar aqui, porque faz parte da empresa, etcetera, é.
- 32:35Você tomou a decisão de estar aqui hoje, né?
- 32:38No No limite, você poderia dizer que estar doente e não estar
- 32:41aqui, então você veio sabendo que a gente IA falar sobre isso,
- 32:44né? Então isso pra mim é um é um, é
- 32:46um motivo de muita Alegria e eu inclusive, quero agradecer aqui
- 32:51ao Bruno, meu irmão, eu e a de um Brother.
- 32:56Era loucura assim, o quanto que isso chamava atenção das
- 32:59pessoas, né? E aí ficava todo mundo
- 33:02apaixonado por por nós, né? É pela IDE ou qualquer que fosse
- 33:09ali. É porque, tipo, era muito
- 33:14diferente, ninguém imaginava. Então, por mais que eu falasse
- 33:16uma coisa super importante ali, de conceitos de investimentos,
- 33:19da educação financeira, mas isso chamava muita atenção, velho,
- 33:23muita atenção. É.
- 33:26E aí eu hoje não faço mais isso e é só uma questão de de
- 33:30atenção. Assim, eu hoje, em
- 33:32retrospectiva, acho impressionante.
- 33:34A quantidade de vezes que eu fazia uma palestra e às vezes
- 33:38teve uma No No EIA, que acho que é era uma escola de é uma escola
- 33:43lá em em aldeia, que fica aqui, enfim, em Camaragibe, que é um
- 33:47município bem bem pertinho aqui. Enfim, aqui em Pernambuco é
- 33:51perto da é grande Recife não, né?
- 33:52Mas é perto da grande Recife, é. E a gente estava implementando
- 33:57um programa lá da educação financeira, acho que tinha umas
- 34:00100 e. 2030 pessoas assim é professores, colaboradores e
- 34:05tal. E esse era uma palestra assim, 1
- 34:08hora e meia, 1 hora e meia eu matei todo mundo, meu irmão
- 34:12assim até hoje eu acho meio impressionante assim, mas você
- 34:14vê o quanto que a intencionalidade e a prática
- 34:17fazem com que a gente realmente é, consiga colocar isso em
- 34:20prática. Né, sensacional.
- 34:22É, mas eu acho que temos um episódio, né?
- 34:25Temos. Temos demais um episódio?
- 34:27É. Muito obrigado pelo seu tempo.
- 34:29Espero que você tenha aproveitado.
- 34:31E eu quero fazer um elogio ao Geraldo Rufino, certo?
- 34:35Que está muito conectado a muito do que a gente viu aqui, mas eu
- 34:39vou fazer isso no próximo episódio.
- 34:41OPA, então? Você gostou desse?
- 34:43Não não perca o próximo, vai ser um prazer contar com sua
- 34:46presença. Muito obrigado pelo seu tempo,
- 34:48espero que tenha agregado e a gente vê no próximo episódio,
- 34:50começando com um elogio ao Geraldo, ao Geraldo Rufino, né?
- 34:54Não sei se você sabe quem é, se não souber, vai conhecer no
- 34:56próximo também. Vamos nessa.