Latest / História pros brother / Loira do Banheiro
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- 0:00agência de podcast .com .br Conta a história aí,
- 0:05brother! A lenda da loira do banheiro
- 0:07Vamos lá! Esse episódio eu não sabia...
- 0:18Nem vocês soube o que é, mas
- 0:20esse eu realmente não esperava. É
- 0:22porque você se assusta, né? Quando
- 0:24eu falo o título... Esse título que dá hoje, tirou
- 0:27essa porra, eh. Podia ter assistido a história do
- 0:29Pé A Loira do Banheiro, cara. Ah,
- 0:31mas a cultura popular aí de... de
- 0:35um museu, é o famoso... Como
- 0:37é que é? A lenda urbana? Pô,
- 0:39é, daí o cara olhando o fiche, vou procurar o conto
- 0:41de história. A loira do banheiro! É
- 0:45a lenda da loira do banheiro, que é uma lenda
- 0:47muito interessante, porque ela... Ela...
- 0:50Enfim, né, você sabe da história dela, do Brasil.
- 0:52Mas ela é uma lenda meio que
- 0:54se repete de certa forma pelo mundo da fora, tá
- 0:56ligado? Então a gente tem as suas
- 0:59semelhanças com outras lendas que eu também quero
- 1:01trazer aqui hoje. Mas, né, é mais importante do
- 1:05que isso, é só porque a gente... Já
- 1:08acabou, né? A criatividade já faz uns...
- 1:10alguns meses aí do mesmo, né? É,
- 1:13top 10 romanos de banheiro, tá? Augustus!
- 1:18Ah, que coisa... Não tenho mais o que fazer,
- 1:23velho. Não, não tenho, acabou a
- 1:24bodeguética, né? Desculpa falar a verdade. Silmarco
- 1:28Espolmeira fosse um grego. Top
- 1:3210 atores da Sousa Globo, se fosse a Egipcia. Muito
- 1:36bem, cara, muito bem, mas vamos lá. A
- 1:38gente sabe, né, que o nosso roteiro, ele começa
- 1:41com uma perguntinha. E eu quero saber o que você
- 1:45acha que acontece depois que você morrer. Ah,
- 1:49cara, eu... Eu já pensei muito nisso, todo
- 1:53mundo já pensou muito nisso, né? É,
- 1:55mas acho que é um meio que um... Todos
- 1:57os vocês que vão morrer já pensaram nisso. Ah,
- 1:59você não vai. Ou até adversário do meu pai,
- 2:02né? Ah, de maneira... E
- 2:03aí, meu pai vai fazer... Meu
- 2:05pai fez 71 anos. E eu tô com... Bonitinho.
- 2:07Ao tempo eu tô conversando com ele quanto tempo ele
- 2:09quer viver, né? Que legal, o teu presença boa,
- 2:13leve, né? O teu presença... E
- 2:15aí, quantos mais? Aí, meu pai que falou, pô, se
- 2:18eu quero viver até 105. Aí,
- 2:19agora a gente não comemora aniversário, é, com a tagem
- 2:22agressiva. Aí é... Pô,
- 2:29cara, agora tá engraçado. A esperança é mais um
- 2:31pouquinho. É 24, tem... Quando
- 2:34chegar no FALTO 9, tá ligado? Mas
- 2:36é extraiação. Então, se ele for chegando, ele
- 2:39falou que nos últimos dois ele vai dar uma relaxada,
- 2:41quando a gente chegar em 103. Eu
- 2:45gostei. Mas, cara, quando eu morrer, eu
- 2:48não sei, vai acontecer quando vocês morrerem, né?
- 2:50Tá bom, né? Você
- 2:52vai o quê? Eu vou voltar. Você
- 2:54volta? Três dias depois. Quatro
- 2:56pra não plagiar. Eu não quero tomar processos.
- 3:00Não quero tomar processos.
- 3:02Indica -se de passagem, se eu
- 3:03voltar um dia depois, prova que eu porra. Eu
- 3:06tava mais longe ainda, né? Porque
- 3:07eu devorei pra voltar. Então,
- 3:09quer dizer que eu sou mais espiritualizado. Ah,
- 3:12então... Entendi. Mas as outras pessoas,
- 3:14cara, eu acho que todo mundo vai só apagar. Eu
- 3:17vou paraíso, né? Fala sério. Sério?
- 3:20Uma vez na vida. Não, eu acho que ninguém... Todo
- 3:22mundo, ou vai ser... É o que nem aquela papo que
- 3:25a gente tem, né? O que que tu tava pensando
- 3:27antes de nascer, né? Eu acho que a maioria das
- 3:31pessoas vai passar por isso. Ou,
- 3:33tipo, o que acontece quando tu dorme, né? Uma
- 3:34coisa assim. Não, quando dorme, não. Dorme
- 3:37e a gente sabe muito bem. A
- 3:38gente sente a vida dormindo também. Tu
- 3:41sente? É, agora... Sente,
- 3:43você sabe que você tá sonhando, você ouve as
- 3:45coisas. Não, nem sempre. Tipo
- 3:46assim, tem um lugar na tua cabeça que sabe que você
- 3:49tá ali descansando. Não, não. Agora,
- 3:53quando você toma uma anestesia zona, aí realmente
- 3:55você tá morto. Pra mim, cara, pra mim acho
- 3:57que é a mesma coisa. Que isso, cara? Aquela
- 3:59anestesia de desculpir? Mas assim, tu sonha, tu sonha
- 4:03e tu tá acordado, então? Tu
- 4:04não dorme, é isso? Não, não, não. Você
- 4:06tá dizendo que o cara que fica acordado é seu, eu.
- 4:08Inception. Olha bem, é tudo fechado.
- 4:10Não, conta pra gente aí,
- 4:12Vitinho, como é que vai ficar acordado o sono? Não,
- 4:13dá, dá. Você sabe o que eu tô falando?
- 4:14Não, eu não sei. Quando
- 4:15você vai dormir... Sim, eu não estaria perguntado.
- 4:17Tá bom, eu não estaria não,
- 4:18imagina. Olha só, quando você dorme e
- 4:22você acorda, você tem a sensação de que você
- 4:25dormiu, de que o tempo passou, tá ligado? Você
- 4:29sente que você estava vivo, aí você lembra, ah, eu
- 4:32tava viajando, sonhei com tal coisa. Não,
- 4:34mas só porque tu acordou, né? Beleza,
- 4:37que seja, mas na anestesia zona, que ela anestesia a
- 4:42radicóri, geralmente em doscopia e outros
- 4:45procedimentos um pouco mais invasivos, você some, você
- 4:50não existe, tá ligado? Você não viveu, você já tomou
- 4:54uma muito forte. Já, já. Que
- 4:56você tipo foi voltando e você, caralho, que vagado.
- 4:58Não, mas não, não pegou, né? Me
- 5:00me... Caralho, que que tu... Foi
- 5:02a anestesia mais forte que a medicina, e aí... Que
- 5:05a medicina. Foi no bairro, né? A
- 5:09sua operação. Porque a medicina já inventou,
- 5:11assim, o cara botou, cara, o cara botou uma garrafa
- 5:15pet de anestesia. Entendi, entendi. E
- 5:17eu falei, já foi? E aí... Isso
- 5:21pra mim não é nada. Porque não funciona, anestesia e
- 5:26morte pra mim não funcionam, também. O
- 5:28lance de morrer, é, eu acho que todo mundo vai
- 5:30ter esse grande vazio e eu vou pro céu. Acho
- 5:33que é isso. Cara, para, eu só não tenho
- 5:34ninguém, né? Então, é só um playground. Ah,
- 5:38eu vou adorar, né? Aí, eu vou comendo tanto, vai
- 5:41ter muita mole língua, estou jogando. Beleza,
- 5:44já vi que você tá levando muito a cena, minha
- 5:47pergunta. Não, mas, cara, é minha fé. E
- 5:52tolerância religiosa, galera. Tolerância.
- 5:54Não, tu acredita no que, então? Não.
- 5:57É só nada. Eu acho que é, exatamente. Eu
- 5:59acho que você vai pro lugar que você tá, antes
- 6:01você nasceu. Aí, ouvinte, é, pra isso, é
- 6:04pra isso. Pra isso que você resolveu o
- 6:06podcast, pra perder a fé. É
- 6:07maneiro, não, pô, mas per... Não,
- 6:09pera aí também. Você tá dizendo que todo ouvinte
- 6:10que é cristão, está errado, que é tudo... É
- 6:14estúpido, é isso? Não, não, não. Não,
- 6:17eu não tô falando, eu cheguei perto de falar
- 6:19isso. Todo espírita, o falso, é isso,
- 6:22meu tio. Não, não, não, não, eu cheguei
- 6:23perto de falar isso. O que eu tô falando é que,
- 6:26e você morreu, e você vai deixar de existir mesmo.
- 6:29Não é só deixar de estar vivo,
- 6:31deixar de existir. Chacoa? Fala por ti. Não
- 6:34concorda, não? Não, não, eu não vou. Você
- 6:37não vai ver isso comigo. Não,
- 6:38pode ser contigo, cara. Pode
- 6:39ser contigo, tá de boa. Se tu quer isso, faz o que
- 6:42quiser. Eu faz o que tu quiser, mas
- 6:45escolha, né? Eu vou morrer do meu jeito.
- 6:49Minha próxima vida vai ser eu
- 6:50escolho, entendeu? Eu tomo as próprias decisões,
- 6:52eu sou o protagonista do meu filme. Que
- 6:54isso, filho? Gostei, gostei, gostei. Mas
- 6:59beleza, então um sem fé e o outro iluminado, entendeu?
- 7:02Befeito, depois dessa lacrada, eu
- 7:04quero falar com você sobre a loira do banheiro, que é
- 7:08uma lenda muito famosa nas escolas do Brasil. Eu
- 7:11não sei se você chegou a passar por essa experiência
- 7:15clássica, né? Que é um omiguinho chegar
- 7:18chorando de medo, falando, eu vi a loira no banheiro.
- 7:21Não, eu tenho muita ligação com
- 7:24essa fé, com essa religião, aí. Não
- 7:28é uma religião, cara, é uma loira humana. Pra
- 7:30mim, é, cara, muito chato, não deixa o podcast se
- 7:33desenvolver. Tá bom, tá bom, beleza. E
- 7:36você nunca teve medo, você nunca brincou com isso?
- 7:40Não. É uma criança, cara, com o
- 7:42bagulho de 7 ou 8 anos, tá? É
- 7:44que você tem uma risada, tipo assim, cara, eu tô
- 7:46falando de crianças, tá? Você
- 7:48criou essas burras, eu já mais acreditaria. Não,
- 7:52não é isso, cara, eu acredito hoje, dia, não é
- 7:54isso. É o Nancy que eu não estava
- 7:56tão familiarizado com a loira do banheiro, pro
- 7:59senhor... Ah, tu não conhecia essa
- 8:01história? Eu conhecia, mas meio de
- 8:02longe, parecia uma coisa, parecia uma... A
- 8:04loira do banheiro parecia... Alguém
- 8:08que ia só tacar americano, sabe? Você
- 8:12conheceu pela Bloody Mary. Não,
- 8:15nem só isso, parecia a Halloween, há 15 anos
- 8:18atrás, assim, que não faz muito sentido, sabe? Tipo,
- 8:21não tem muita cultura disso, então achei que era
- 8:23uma loira que não veria até cachoeirinha no interior
- 8:27do Grande Sul. Ah, entendi. Pra
- 8:29me atormentar, né? Tipo, acho que a loira é pra
- 8:31Nashville. Entendi, entendi. Minas
- 8:35sota. Minas sota, tá na Bama. Então,
- 8:37mas acho que, mais por isso, sim. Mas
- 8:41eu lembro vagamente, eu lembro de existir essa
- 8:43loira, eu lembro que alguém chegou, mas não era muito
- 8:47mainstream lá em Cachoeirinha, não. Perfeito.
- 8:51Bem, mas não tem problema, porque eu trouxe uma
- 8:53explicação sobre o que é essa lenda. É
- 8:56uma lenda que, pra quem não tá ligado, pra quem é
- 8:58de Cachoeirinha, né? O único lugar que não teve
- 9:00ataque da loira de banheiro na história do Brasil. É,
- 9:03basicamente, essa moça, a mulher loira que assombra
- 9:05banheiros de escolas. É só de escola? É,
- 9:10e é onde é mais popular. E
- 9:12aí você vai ver que é porque, como é uma lenda
- 9:14urbana, ela varia muito e tal. E
- 9:17essa lenda varia muito de acordo com o cara do
- 9:19colégio. Tem colégio que fala que é só
- 9:21você chegar em frente ao espelho do banheiro, bater
- 9:25na porta, né, do box, ali, toque, toque, toque, chutar
- 9:29o vaso sanitário, puxar a descarga, às vezes, três
- 9:32vezes, e falar palavrão. Então,
- 9:36assim, né? Algumas falam assim, ah, você tem
- 9:38que falar o nome dela três vezes, com a luz toda
- 9:41pagada no banheiro, que ela parece. Ou
- 9:43você tem que puxar, tem que dar descarga, tem que
- 9:46não ser o que... Traga, dá um ritual que existe
- 9:48pra invocar um demônio. Esse
- 9:50não é... Não era um negócio que eu
- 9:52tinha que falar na frente do espelho, não era... Eu
- 9:54não lembro se eu ia chutar o vaso, tinha isso aí?
- 9:56Não, é porque são as variações,
- 9:58né? Ah, isso aí, insergipe, é
- 10:00assim, tipo isso? É, tipo assim, e é porque o
- 10:04do espelho, especificamente, é mais sobre a Bloody
- 10:07Mary, que é dos Estados Unidos, que eu vou chegar
- 10:09nela daqui a pouquinho. Mas antes de eu chegar nela,
- 10:12né, só pra concluir, quando você termina o ritual, e
- 10:16dá certo, teoricamente aparece a lua do banheiro
- 10:19na tua frente, assim. Que é uma mulher jovem, a
- 10:21menina jovem, na verdade, loeira de vestes brancas,
- 10:24com pedaços de algodão no nariz, ouvidos e boca. E
- 10:30aí ela interage, ela só dá um susto, ela tá morta,
- 10:34ela é fantástica. Cada um fala uma coisa, aí é a
- 10:36parte que varia mais, né? Como
- 10:38eu falei, eu tive um amiguinho que jurava pra
- 10:40mim, que viu, e só viu, né? Não
- 10:43aconteceu nada, a mulher que tá vivo, tal. Mas
- 10:45tem gente que fala que mata os outros, enfim. Mas
- 10:47tu falou com esse cara recentemente, né? Não,
- 10:49era muito novo, não, era muito novo. Devia
- 10:51ter, sei lá, foi no colégio do Mor da Cruz, o
- 10:55colégio municipal prefeito francístico Pereira Rocha,
- 10:58caralho! Grande desig, grande desig. Vamos,
- 11:00cabelo, sério, não funcionou agora, hein? Brilhou,
- 11:02brilhou. Pô, tá louco. Muito
- 11:04bem, que acontece? Esse, essa brincadeira, né, de
- 11:10tentar fazer um ritual com essa moça, é uma
- 11:13brincadeirinha que gosta, que criança gosta, porque
- 11:15dá aquele... Aquele, né, vai, mano, vai. Você
- 11:19olha pro abismo e depois você volta. Você
- 11:22fala uma merda, sabe, esse joguete que criança e
- 11:26adolescente adora fazer. Isso
- 11:28é muito comum, principalmente com esses
- 11:30temas de mais macabros e de terror, né? Era
- 11:34muito comum na minha época, por exemplo, bem mais
- 11:36famoso que a Lore do Banheiro, era a brincadeira
- 11:39do copo. Ah, eu nunca fiz essa. Que
- 11:42isso, cara? Não, nunca fiz. Sabe
- 11:44como é que é? As pessoas ficam copo na mesa,
- 11:47as pessoas ficam de maldata, que elas fazem?
- 11:49Mas tem um... Espera
- 11:51alguma coisa que aconteça, galera. Bota
- 11:53o copo e dá a mão. Não, não, é um papel e o papel
- 11:56tem várias letras, tem o alfabeto ali, inúmeros e
- 11:59tal. E aí as pessoas colocam o
- 12:01copo em cima de... O tamanho de cada letra tem
- 12:03que ser o tamanho da boca do copo, né? E
- 12:06aí as pessoas botam o copo de cabeça pra baixo e todo
- 12:08mundo bota o dedinho em cima do copo. E
- 12:11aí começam. Tem alguém aí. E
- 12:14aí teoricamente, ninguém faz força. E
- 12:19o copo se mexe pro sim ou pro não. Tá
- 12:22ligado? Só que esse é o clássico
- 12:25exemplo de pessoas que só de sacanagem empurra o copo
- 12:28pro lado. Mas pode empurrar o contrário
- 12:31também, né? Tem outra pessoa. Eu
- 12:33acho que isso é real. Porque
- 12:35se alguém tem empurrado o sacanagem pro outro lado,
- 12:36outra pessoa pode ter empurrando também, né? Não,
- 12:38pode, pode. É, então eu não sei... Eu
- 12:42acho que isso é real. Um outro clássico também do
- 12:47compasso. Ah, é um cadeira do compasso.
- 12:50Vagamente, como é que era esse? Era
- 12:52basicamente a mesma coisa, só que tipo assim, era uma
- 12:54pessoa com um dedo. Tipo assim, você enfia o
- 12:57compasso no papel. E aí você coloca o dedo em
- 13:01cima do compasso. Tipo assim. E
- 13:03aí o compasso, meio, né? Meio
- 13:05equilibrando já, né? E aí você vai fazendo as
- 13:07perguntas e as coisas, o compasso vai pro um lado e
- 13:09vai pro outro assim. Por cima, por não, e tudo
- 13:11mais. Eu tenho uma história de uma
- 13:13amiga minha que furou a mão no compasso nessa
- 13:16brincadeira. E pra mim foi, tipo, por
- 13:19muitos anos, mais prova de que era real, né? Ela
- 13:23furou a mão, não sei se ela tentou sacanear a
- 13:25gente, não sei. Mas furou a mão na brincadeira
- 13:28do compasso e morri de medo. Tá,
- 13:29e o do cópoto jogava? Jogava
- 13:32frequentemente. E aí os espíritos que falaram
- 13:34uma monte de coisa legal. Ah,
- 13:35mas eu acho que era meu amigo tentando ver sacanear.
- 13:38Ah, eles acham que é tu, né,
- 13:40também. É, já pensou? E
- 13:43o espírito silenciado, triste demais. E
- 13:45o espírito acompanha até hoje a gente, né? É,
- 13:48por isso. É igual aqueles filmes
- 13:49japonês, tá em cima do meu ombro aqui agora, que não.
- 13:51É verdade. E
- 13:52eu não tô vendo, eu é o Vinci. Provavelmente,
- 13:54eu tô vendo agora, porque eu sou mais... Na
- 13:57verdade, Níquel, pelo que eu tô vendo aqui, meu
- 14:00Deus, tá... Eu não queria falar, mas tá
- 14:04atrás do Vinci, cara. Ah, a gente pode... Meu
- 14:08Deus, acho que a gente vai fazer... Vamos
- 14:10criar o novo ritual hoje. Cara,
- 14:13eu não... É pra você ver como é que o
- 14:14nosso podcast é. É óbvio. Essa
- 14:16é a última pergunta da outra. Ah,
- 14:19eu quero criar o atual, cara. Tá,
- 14:21depois é pra você. Tá, depois, depois a gente vai
- 14:23criar uma lenda urbana. Vamos
- 14:26lá. Do chaveiro sem pescoço, né?
- 14:27Vai tudo bem. É
- 14:29um rio sem chaveiro sem pescoço. Chaveiro
- 14:32sem pescoço, tá bom. Depois de volta, depois de volta
- 14:34aí. Desse lugar louco que a gente
- 14:37acabou de dar uma espiada. Vamos
- 14:39lá. Alistair, você não brincava então,
- 14:41né? Outro enfim mais clássico é o
- 14:43tabuleiro de Ouija. É, esse aí é foda. Mas
- 14:46é pra gringo, né? Esse é pra gringo. Não,
- 14:48mas esse aí é ruim, porque ele foi inventado meio que
- 14:50recentemente. Aí é pior, daí dá bem feio.
- 14:54Não, a data de... o
- 14:55cara que inventou o tabuleiro de ou... Não
- 14:57é um negócio dos anos... Sei
- 14:59lá, mil, sete, seis, pouco. É
- 15:01um negócio meio de... 78, assim, sabe? Ah,
- 15:05não, Nico, pô, com todo respeito aí, a galera aí...
- 15:08É tudo caô, sabe? Não,
- 15:11mas mesmo assim, seria mais... Tipo...
- 15:15Verossímio. Verossímio se fosse um negócio de...
- 15:18As bruxas do Gil, sete, cento.
- 15:20Dendi, dendi, dendi. Agora,
- 15:22se a gente sabe que é o Walter da Gro, que fez?
- 15:25Tipo... Aí é... Da
- 15:28estrela, né? É, tipo isso sim, né? Da
- 15:31Galápagos. É, a Galápia lançou, deu certo
- 15:34pra caralho. Muito bem, Alexandre. Bem,
- 15:36agora, eu quero contar a história, né? De
- 15:39acordo com a fonte que eu encontrei. Foi
- 15:42a revista sobre o interessante. Tá?
- 15:44Então, né? Essa história que... Todas
- 15:47as dúvidas que você pode ter e tudo mais. Eu
- 15:49não sei se eu vou ter essas respostas. Mas
- 15:52tem uma história. É, porque foi a matéria que
- 15:54eu encontrei e falei, pô, dá um episódio disso, tá
- 15:56ligado? Tá. Essa história da loira do
- 16:00banheiro, ela é uma história que... Aqui
- 16:03no Brasil, ela tem... A história real, mesmo assim.
- 16:08Opa. Tipo assim. A
- 16:10lenda surgiu a partir da história de uma mulher, uma
- 16:14menina, chamada Maria Augusta de Oliveira Borges.
- 16:17Ela nasceu no final do século
- 16:1819 em Guaratinguetá, São Paulo. Ela
- 16:23era a filha do Visconde de Guaratinguetá, né? Família
- 16:26rica e tudo mais. E o pai falou pra ela,
- 16:29obrigou ela a casar com... Só
- 16:31pra quê? Isso aí aconteceu. É,
- 16:33isso aí aconteceu, né? É que os nomes e as cidades
- 16:36parecem muito inventados. Mas
- 16:37tudo bem. Guaratinguetá, você não conhece? Não,
- 16:39conheço, mas parece mentira. Olha
- 16:41o nome da menina que falou. Maria
- 16:43Augusta de Oliveira Borges? Não,
- 16:44é real. É real. O
- 16:46que não é real é a parte dela virou fantástica, tá
- 16:50ligado? Calma aí. Isso
- 16:51eu acho real, mas beleza, continua. O
- 16:54contrário, né? O cara que só tem fé e
- 16:56coisa que pô, que comprovação, né? Vamos
- 16:59lá, vamos lá. Alexandre, o pai obrigou ela a casar
- 17:03com um velho, mano. Ela tinha 14 aninhos e ia
- 17:07casar com um conselheiro, um homem chamado Dutra
- 17:09Rodrigues. E aí ela falou... O
- 17:13Dutra tinha quatro anos. É mais velho, não tenho a
- 17:16idade dele, mas ele era velho, ele era um homem
- 17:18poderoso, e foi um dos seus casamentos, de família
- 17:20e das coisas tradicionais. O
- 17:22casamento foi arranjado e ela decidiu fugir, cara.
- 17:27Ela fez o seguinte, ela vendeu
- 17:29as joias que ela tinha, que ela conseguiu, ela
- 17:31casou com o cara, realmente, casou com o
- 17:33cara, ficou um tempo com o cara e falou, pô, vou
- 17:35embora daqui. Se saco morso não dá, velho.
- 17:38É, meu amor. Tinha
- 17:41um pau do caralho. E aí ela foi, vendeu as
- 17:43joias dela, que ela tinha da família, do cara, e foi
- 17:46pra Paris, pra Paris, mano. Em
- 17:491891. E aos 26 anos ela veio a
- 17:54falecer, e nós não sabemos a causa -morte. Hum...
- 17:58O atestado de óbito dela, ninguém sabe onde está, mas
- 18:02sabe que ela morreu. Então, um mistério... É
- 18:04um mistério pra gente. A família soube e tal, mas
- 18:06pra gente foi um mistério. A
- 18:08família então trouxe de volta para o Brasil o
- 18:11corpítio dela, né, o cadávio, e a família falou
- 18:14o seguinte, cara, a gente errou muito com ela. E
- 18:17foi embora. Vamos deixar ela num banheiro do
- 18:19colégio público. É, é, é, é. Aí
- 18:21ela... Porque aí já era de uma vez, tu.
- 18:24Aí a família falou, não, vamos
- 18:26fazer um túmulo muito grande, né? Uma
- 18:29coisa bem suntuosa, bonitão, meio que por arrependimento,
- 18:33né? E aí eles constru... Aliás,
- 18:35eles começaram a construir esse túmulo. E
- 18:38quanto estavam construindo, o cadáver da mulher,
- 18:42tadinha, tava numa urna de vidro no casarão da
- 18:45família, pra digitação. Ah, deixar o cadáver... Aí
- 18:49pediu pra... Aí tem que existir fantasma
- 18:51mesmo, cara. Tá ligado? A
- 18:53moldição nasceu aí. Porra, velho, tem que ter moldição
- 18:55mesmo. É muito malgosto, cara. Não,
- 18:57isso eu não sabe. A mãe, ela ficou convivendo
- 19:01por algumas semanas com a... com
- 19:04o corpo da filha, né? Aham.
- 19:06E ela falou, pô, porque sabe, eu acho que não vou
- 19:07enterrar não. É, a Melha Augusta Casal. Eu
- 19:13sempre quero estar junto quando alguém fala, tem uma
- 19:16ideia dessa assim, alguém vai dar uma... Pô,
- 19:18eu não vou enterrar não. É,
- 19:19porque quem teve a ideia é uma merda, mas quem tava
- 19:21do lado, ele não cortou que é o culpado, real, né?
- 19:24É, mas se é divertido, né,
- 19:25cara? Alguém falar o negócio desse, não,
- 19:27pah, vou enterrar, cara. Não
- 19:30tô afim de... Fim de não enterrar. E
- 19:32aí, o que acontece? Ela disse que ela começou a
- 19:35ter visões da filha à noite falando pra enterrar.
- 19:38E aí, ela falou, não, então
- 19:40é o melhor enterrar mesmo, que tá... Aí,
- 19:42que tá começando a ficar estranho, isso aqui. Eu
- 19:44sei, vou tirar... tirar esse cara da verdade
- 19:46dispensa. É, até... Do
- 19:50lado da Cajilete. É. E aí, ela, enfim, né, foi
- 19:53enterrada e é isso. Uma década depois, em 1902, a
- 19:59casa deu lugar a uma escola. Olha
- 20:02aí, Escola Estadual Conceleiro Rodrigues Alves.
- 20:07E aí, vai ser justamente
- 20:08depois, né, o colégio vai ser construído, bonitinho, e
- 20:13a galera já conhecia a história. Morreu
- 20:16uma mulher aqui, ó. Ficava o corpo dela numa urna de
- 20:19vida bizarra. Ela falava com a mãe, o
- 20:22espírito. Os alunos, né, só fofocando.
- 20:24Que aluno teve qualquer coisa...
- 20:25Ele quer qualquer coisa menos
- 20:27estudar. Nem que seja enfrentar um
- 20:29espírito demoníaco, tá ligado? Você
- 20:31não quer estudar, mano. É muito simples. E
- 20:33aí, né, a galera começava a falar, ''Pô, eu estou
- 20:36ouvindo umas vozes, estou sentindo um cheiro de
- 20:39perfume.'' Pessoal falava disso também na
- 20:41escola, né. E aí, em 1916, houve um
- 20:44incêndio. E esse incêndio é meio
- 20:48misterioso, as causas, tá ligado? E
- 20:50aí, o que acontece? O que a galera alega é que
- 20:53lá em Paris, ela morreu de raiva, aquela doença, tá
- 20:57ligado? Tava lá na Europa, era uma
- 20:59doença meio comum para a época. E
- 21:01essa doença, ela causa desidratação. Tragado
- 21:04nas vítimas. E aí, eles acham que tem a
- 21:06ver com o incêndio, tragado. E
- 21:09aí, enfim... Parece fazer sentido. É,
- 21:11enfim. Mas o lã... Ai,
- 21:14vai incêndio, tá. Veja a conexão. Prociga.
- 21:23Até aqui tudo certo. Até aqui, me parece plausível.
- 21:27Mas eu estou de olho. Vou
- 21:31muito slético. Ai, coisa idiota. Vamos
- 21:35lá. E aí, o que acontece, cara?
- 21:36O espírito de acordo com a
- 21:37lenda, ele anda pelos banheiros da escola, abrindo
- 21:41as torneiras para saciar a sede. Ah,
- 21:44tá. Tá ligado? E
- 21:46aí, enfim, dizem que isso que fez a lenda da parada,
- 21:49assim. Ah, tudo bem. Nesse
- 21:55caso, me parece. E tá, mas não tem essa...
- 22:01Qual é a queda dos Estados
- 22:02Unidos? Não, tem outro, eu vou chegar
- 22:03lá. Ah, tá. Vou
- 22:04contar. É parecido, não é? É
- 22:06um pouco. Na verdade, Estados Unidos é
- 22:08um pouco mais góre, assim, que lhes, né? Enfim,
- 22:11mas antes de eu ir para os outros países do mundo,
- 22:14Alexandre, que ainda tem três países ainda, eu quero
- 22:16perguntar para você, uma pergunta muito importante,
- 22:19que é sobre... Assim, Nick, eu sei que você
- 22:22começou o episódio defendendo a tese, e que
- 22:25você vai parar aí sozinho. Tu
- 22:27não foca, cara. Beleza. Mas vamos só para, né,
- 22:30pelo roteiro aqui. Tá. Vamos fingir que você não
- 22:33vai. Supostamente. Supostamente. Isso
- 22:35vai virar um fantasma. Ah, sim, não. Isso
- 22:37aí, isso aí antes, né? É que tem um período... Tem
- 22:41um período que se chama de fantasmagorização, né? Ah,
- 22:44perdi. Esse período de fantasmagorização?
- 22:46É legal. Ele
- 22:49dura de... Você vai no forno audiólogo,
- 22:51perigão. Ele dura de 20 dias a 50
- 22:53anos, né? Ah, legal. Depende
- 22:55do clima, se eu tô no clima normal. Perfeito,
- 22:59perfeito. Mas por que você quer saber da
- 23:00minha vida como fantasma? Eu
- 23:01queria saber que tipo de fantasma você seria, e qual
- 23:05seria o nome dele? Eu acho que a galera tem que
- 23:08voltar para o básico. Eu acho que tem que retrai...
- 23:11Assim, preciso de autocrítica nos
- 23:13fantasmas. Eu digo isso porque eu já fui
- 23:16fantasma antes. Mas assim, é usar o lençol
- 23:19branco e os dois buraquinhos, sabe? Porque
- 23:22aqueles outros fantasmas, todo machucado, aquilo lá
- 23:24não é um negócio que vai atrair público, não? É
- 23:27um negócio que vai rolar, sabe? É
- 23:28ruim para o agorítimo. É, eu como influencer
- 23:30fantasma... Eu vou fazer Lucas do dia com
- 23:38diferentes lençóis. Sim, vou ter um perfil.
- 23:40Perfeito. E não, acho que vai ser
- 23:42em cima disso. Eu e o skincare por cima do
- 23:44lençol também, vou fazer. Bom...
- 23:46Ah, cara, eu acho que eu vou... Eu
- 23:51vou fazer o branco. E eu não sei se eu seria
- 23:53muito assustador. Eu tentaria ser um pouquinho
- 23:56mais... É, eu acho que... Fuzão,
- 23:59engraçadão... Eu acho que eu daria... Por
- 24:01exemplo, eu acho que eu daria recados errados assim,
- 24:05sabe? Então você seria um fantasma
- 24:07meio... É, tipo... De
- 24:10dia, assim. É, eu acho que eu ia falar...
- 24:13O teu pai falou que é para
- 24:14você ter um filho agora, sabe? Eu
- 24:16ia dar um recado de outro do familiar que não deu.
- 24:19Vende a fazenda, sabe? Falou
- 24:21umas coisas assim. Teu marido está te traindo,
- 24:26sabe? E o cara lá trabalhando todo
- 24:28dia, você nem sabe, está morando. E
- 24:32eu... É, eu queria ser esse tipo de
- 24:34fantasma. O fantasma é de tiktoker,
- 24:35assim. Faça só pegadinhas ruins e
- 24:38agressivas demais. Bom... Teu estilo de... Tu
- 24:41vai passar pela fatos... Agora,
- 24:43desação? Eu pensei bastante, cara, no
- 24:50fantasma que eu seria. E como eu odeio estar errado,
- 24:55eu acho que eu ia ficar parado, isolado num canto
- 24:58por toda a eternidade só para provar que eu estava
- 24:59certo e certo, eu. Ah, mas aí é mau caráter mais,
- 25:03bichinho. Mas mau caráter com razão? É,
- 25:06tem verdade. Porque tu quer estar certo. Tá,
- 25:08eu te entendo agora. Agora faz sentido para mim. Ah,
- 25:11se vou passar toda a eternidade, nunca é nozinho.
- 25:14Você não está? Mas
- 25:15o que eu vou estar certo é brincadeira. Cara,
- 25:18mas é que se tu passar toda a eternidade no
- 25:19cantinho, em algum momento alguém vai esbarra a
- 25:21enchida. Não, mas eu me escondo num
- 25:23cantinho. Eu sou imaterial, não é? Ah,
- 25:27o teu é imaterial. Mas eu tenho a impressão que
- 25:30eu vou conseguir mexer alguns objetos, assim. Que
- 25:32nem Ghost, o filme, sabe? O
- 25:33cara conseguia... Lindo esse filme, inclusive. É
- 25:36incrível. A Inveliência é uma, vai
- 25:38falar, né? Fala, Frase, fala. Não,
- 25:40não. Falei nada, cara. Ghost
- 25:42é o melhor filme que tem. É...
- 25:45Ah, gudezas pessoas de Inveliência é o malu...
- 25:48É... E aí? Tá
- 25:50ligado? Toma o meu também. É,
- 25:52porra, e aí? Eu tô quieto. Eu
- 25:54não trouxe isso. Pô, chato. Também
- 25:57não gosto do... É superestimado. Por
- 25:59que é porra? Era uma competição? E
- 26:02eu não sabia... Por que porra é essa? Eu
- 26:04concordo. Eu acho que tudo é
- 26:06superestimado ou subestimado. Tá
- 26:09dividido em dois grupos. É, entendi. Porque
- 26:11o valorizado só é o que doura. Aí...
- 26:15Mas esse quando é algo é valorizado e você concorda.
- 26:18Aí você chama o que é a sua
- 26:19minha chamada. É... Que não valoriza tanto, é?
- 26:23Ah, beleza. Poder
- 26:25se ler é que gal demais. Tô
- 26:26ganhando meu chico sobre isso mesmo. Sob
- 26:28qualquer coisa. É muito gostoso. Com
- 26:30isso que eu achei de amigo, né? Muito
- 26:32amigo, é. Vai caralho. Tô
- 26:35vendo aí em volta de você. Tá
- 26:37vendo, galera? O seu aniversário vai estar
- 26:39vazio. Mas tá tudo certo. Muito
- 26:41bem, Alexandre. Bem, agora com esse clima
- 26:44gostoso, eu quero trazer pra gente a lenda da loira
- 26:48do banheiro no Japão. Essa aí é perigosa. Rapaz.
- 26:54Tem pouco... Acho que tem pouco loira do
- 26:56Japão, né? A maioria dos japoneses tem
- 26:58cabelo preto, né? Então, a versão da loira do
- 27:01banheiro no Japão é... Não é loira. Comece
- 27:04por aí. Não tá no banheiro, tá vendo,
- 27:08gente? Não, tá no banheiro. Por
- 27:09isso que tá aí desse roteiro, senão não é. Não
- 27:11tinha que tá aqui. Eu ia ter como, né? Mas
- 27:13assim, uma lenda de um fantasma no banheiro, tá
- 27:16ligado? É a Morena do banheiro? É...
- 27:19É a japonesa no banheiro, cara. Não
- 27:20precisa. Se você é japonesa, você não
- 27:22fala japonesa. Desça que é brasileiro, então
- 27:23fala o brasileiro do... Né? Só quando a gente faz algo
- 27:26muito criativo, aí a gente fala, o brasileiro é foda,
- 27:29tá ligado? A gente manda assim, é. Mas
- 27:32no que a lenda da loira brasileira no banheiro, né?
- 27:34Não, não, realmente. Então
- 27:35é a Morena do banheiro? Tá bom. É...
- 27:39A lenda da Morena no banheiro, né? No
- 27:42Japão. Ela tem algumas... Enfim,
- 27:45algumas semelhanças com a do Brasil. E
- 27:48óbvio que você... É que as datas, elas são
- 27:50complexas, mas alguns dizem que uma veio antes, sabe,
- 27:54existe essa disputa pra ver qual que é o original.
- 27:57Fantasma original. Porque
- 27:58sabendo a primeira, ela provavelmente que vai trazer
- 28:01as outras, né? Vai influenciar principalmente as
- 28:03outras. A lenda no Japão se chama
- 28:06Toire no Hanako. Hmm. Toire no Hanako é uma
- 28:11lenda que diz que uma menina de 10 anos, chamada
- 28:14Hanako, ela tava brincando de esconde, de pique,
- 28:18esconde na escola. Tá. E aí ela pã, vai pra lá,
- 28:22vão correr, vão esconder. E ela fala o seguinte, já
- 28:24sei, vou me esconder na terceira cabine do banheiro
- 28:28feminino. Tá. E ela nunca mais saiu
- 28:34daquele lugar. Uma mulher que limpava o
- 28:38banheiro, né, zealador e tal, da escola, ela
- 28:41encontrou a Hanako morta nesse banheiro no dia
- 28:44seguinte. Hmm. E algumas versões falam que
- 28:48ela foi assassinada e tal, mas a versão mais comum
- 28:51diz que ela foi esconder os pezinhos do box e subiu
- 28:55no vaso, escorregou, bateu a cabeça e morreu. É,
- 28:58faz sentido. Pois é. A
- 29:01família dela passou um dia sem procurar ela, né? Tá
- 29:05bem, procurou. Tá louco? Tá
- 29:07louco? Porra, no banheiro, ninguém foi
- 29:09procurar no banheiro, viu a criança deitada por baixo
- 29:11ali? A japonesa exige muito do
- 29:14filho. Pumas é, desapegada isso lá. Se
- 29:16ela é minha filha, ela vai saber o caminho de volta,
- 29:18tá ligado? A minha... Com
- 29:20o pesco... Com a orelha na nuca, a gente
- 29:23tá com o pescoço assim quebrado. Mas
- 29:26aí o lance é que tipo assim, ela teria morrido,
- 29:29né, enfim, quebrado do pescoço. É,
- 29:31morreu ou morreu, né? Morreu,
- 29:32morreu. Sim, sim, mas é porque é uma
- 29:33lenda, né? Ah, isso não é verdade. Não,
- 29:37é uma lenda. Quer dizer, não é que não seja
- 29:39verdade o fato de uma menina ter morrido. É
- 29:41isso que eu fiz. Não, e não tem comprovação
- 29:44também nessa história. Mané, lenda, eu concedi lenda,
- 29:48cara. Como é que porra? O
- 29:51que é, cara? Tá bom, cara. A
- 29:53origem da lenda, da, da, da, da. Eu
- 29:55não tô falando... O que você tá te defendendo,
- 29:57cara? Muito bem. É
- 29:59uma comunicação muito agressiva, não dá mais. A
- 30:02gente vai ter que fazer um curso de comunicação não
- 30:04violenta. Aí tu morre, tá ligado? Se
- 30:08tu fiz esse curso, explódio. Muito
- 30:11bem, Elixedre. Dizem que o espírito dela, da
- 30:14Hanako, ele aparece no terceiro box do banheiro
- 30:18das escolas. Tá ligado? E
- 30:21aí o que a galera faz é ir até, né, o ritualzinho,
- 30:25né? A pessoa vai no banheiro
- 30:26feminino, vai até o terceiro box, conta um,
- 30:29dois, três. O terceiro, você chega ali e
- 30:32fala, Hanako -san, Hanako -san. Azubitai,
- 30:37o que significa? Hanako, Hanako. Quer
- 30:39brincar? Porque ela morreu brincando. Eita,
- 30:42caralho. E se ela... Aí
- 30:44dizem que quando alguém faz isso, Hanako -san, Hanako
- 30:46-san, Azubitai, você ouve Hai, que é sim. E
- 30:51aí a pessoa, se ela abre, ela é puxada e a menina
- 30:56quebra o pescoço da pessoa que entrou. Ou
- 31:00dizem que se a pessoa tenta fugir depois que ela
- 31:02fala Hai, ela puxa a pessoa pela perna e quebra
- 31:04o pescoço dela dentro do box. Ah,
- 31:06eu tô... Eu fico medo dessas coisas,
- 31:10mesmo sendo racional, eu fico assim bem pouco, sabe?
- 31:13Medinho, medinho. Tu
- 31:14não fica nem pouco, zero. Ah,
- 31:16não, mas se acontecer vai ser engraçado. Eu
- 31:19fico muito pouco, mas eu fico assim. Medinho,
- 31:22medinho? É, mas bem de leve. Bem
- 31:25de leve. Mas fico. Eu
- 31:27acho que eu tenho medo de criança japonesa, né? O
- 31:30que você tá falando, cara? Não,
- 31:32é porque nos filmes de terror, tem muito, né? E
- 31:35elas são sempre possuídas no corredor, olhando pra
- 31:37baixo, camisola. É ruim, cara. Eu
- 31:41acho que eu tenho mais medo. Porque
- 31:43eu acho que os filmes de japonesa de terror são bem
- 31:44assustadores, né? São bem assustadores, né? É,
- 31:46eu acho que fica na minha cabeça assim. Pois
- 31:49é. Bem, agora indo para o pop star
- 31:52of the night. Pra ir pro mais, mais, né?
- 31:56Modinha, podemos assim dizer, que é
- 31:59o Bloody Mary. Bloody Mary que se você traduzir,
- 32:03é Maria Sangrenta. Ou Maria Insanguentada. Tem
- 32:08várias formas aí de você traduzir. E
- 32:10essa é uma lenda que ela também nesse clima de
- 32:13banheiro. Tá ligado? Sim,
- 32:16é uma lenda que ela também. E
- 32:16nesse caso, é uma mulher loira. Então,
- 32:17tá batendo com o Brasil tanto no aspecto loira
- 32:19quanto no aspecto banheiro. Só
- 32:21falta no aspecto no. Que é o único que vem na
- 32:25cadeira. Desculpa aí, galera. Vamos
- 32:29lá, eu sei que ele foi mal. Eu
- 32:31quero também pedir desculpa pelo Vito. Se
- 32:34ele é, eu também. Vamos lá, vamos lá. Muito
- 32:39bem. O mito da Bloody Mary, é
- 32:42basicamente você invocar uma mulher olhando pro espelho.
- 32:45E por que? Você
- 32:46olha pro espelho, você fala Bloody Mary três vezes, aí
- 32:49varia, né? Algumas vezes que é cem vezes,
- 32:51assim. E por que que você vai
- 32:54invocar a Bloody Mary? Porque
- 32:55de acordo com a lenda, a historinha dela, essa moça
- 32:59chamada Mary, ela foi morta entre o final do século 19
- 33:02e 20. E ela foi morta por um
- 33:04cirurgião que arrancou os olhos dela. Pô,
- 33:08mas pra que isso cirurgião? É,
- 33:10os malucos, né mano? Malucas
- 33:11fãs. Ah tá, não era o... o
- 33:13cara não tava no trampo. O cara era ruim. Não,
- 33:15o cara era ruim, né? O cara era ruim. Aí
- 33:19o médico... arrancou os olhos dela. Tá.
- 33:22Deixou ela em frente do espelho, porque ela não ia
- 33:25conseguir se ver, sabe? Ele é maluco mesmo, né? E
- 33:28deixou ela ali pra morrer. Sanguantando,
- 33:31em frente do espelho sem olho. E
- 33:34dizem que antes de morrer, ela passou o dedo no olho,
- 33:38o buraco do olho, né, pegou o sangue e escreveu
- 33:40o nome do cara no espelho. Pra
- 33:42anotar. O que acontece? E
- 33:46aí, morreu. Um dia ela só caiu pro lado,
- 33:48né? Sanguantou, sanguantou e morreu. O
- 33:51ritual, ele é feito no banheiro escuro e o
- 33:54banheiro tem que ter um espelhão. Adoro
- 33:57espelhão. Espelhão é bom. E
- 33:59aí, o que acontece? Os participantes tem que apagar
- 34:02todas as luzes e algumas versões dizem que tem que
- 34:05ter uma vela na sua mão, assim. Tem
- 34:07que em luto, enfim, não sei. Aí
- 34:09a pessoa tem que falar Bloody Mary, Bloody Mary,
- 34:11Bloody Mary. Quase birou juice, tá ligado? E
- 34:14como eu falei, né? Algumas versões tem que falar sete
- 34:17vezes, cem vezes e tal. E aí, enquanto eles estão
- 34:21falando o nome dela várias vezes, eles têm que se
- 34:24concentrar e não pode piscar olhando, olhando
- 34:27diretamente pro espelho. Tá ligado? Você
- 34:31fala o nome, olhando pro espelho sem piscar. E
- 34:35aí, de acordo com o mito, esse ritual foi bem cedido,
- 34:39ela vai aparecer. E aí dizem que ela vai matar
- 34:41você, que ela vai no seu quê. Tem
- 34:44umas versões que gostam de falar, tipo assim, só
- 34:47aparece pra assassinos. Hummm.
- 34:49Se você é um assassino, vai aparecer e vai aparecer
- 34:53o nome, o seu nome no... que
- 34:55é uma forma de você detectar quem matou quem.
- 34:57Ah, isso funciona, funciona. Não
- 34:59jure. Isso é... A
- 35:02mulher vai formar direito, eu desmorrer, porra. E
- 35:05aí é isso, cara. A Bloody Mary, que é a mais
- 35:10famosa da galera aí, tem a ver com um cirurgião
- 35:12maluco. Hummm. Um figurão. Esse
- 35:18eu acho que não é verdade. Por
- 35:20quê? Ah, porque o lance do cirurgião
- 35:23era, não sei, muito sádico. Mas
- 35:26tem gente doida, porra. A gente tem alguns episódios
- 35:29aí de... Eu acho que tem um episódio
- 35:32com título. Eu acho que é Top 5 Canibais.
- 35:37Ahahahah. E aquela pergunta de
- 35:38sempre, né? Por que não cresce o podcast?
- 35:41Por que? Qual
- 35:42algum ritmo? Deve estar dando bicudo na gente
- 35:45agora. Eu acho que a gente tem muito
- 35:47play do que a gente faz. Eu
- 35:48acho que a gente cresce muito pelo que a gente
- 35:50faz. Cara, Top 5 Canibais. Aí
- 35:53tem o rapaz comentou ali por comigo, foi, pô, os
- 35:56seus episódios se chamam Titanic nazista. Por
- 35:59como é que... Tá ligado? Porque...
- 36:02Não, e a gente sabe que, determinado as palavras, o
- 36:05algoritmo já joga pra baixo, né? Sim,
- 36:07sim. Não, isso é... Pô,
- 36:09é massacre. É... esse canibal. Nazista.
- 36:14Pô, tá falando. Ah, cara. Fazer
- 36:17isso é triste, é triste. Tudo
- 36:19bem. E pra finalizarmos esse
- 36:21episódio sobre a lenda da loira do banheiro, uma
- 36:25lenda aí muito curiosa, eu quero trazer a versão
- 36:29espanhola. Uuuuh. É... caliente.
- 36:32É... Olha só, olha só. La
- 36:36Lua de Bandarro. Bandarro. Bandarro. É
- 36:42vindo italiano rapidinho. Muito
- 36:45foda. Mas muito bem, na Espanha, tem
- 36:48uma versão local que é a Verônica. Hmm.
- 36:51Verônica, é uma menina. E ela morreu durante a
- 36:55época... tava se tornando uma moça, né,
- 36:59entrou na puberdade. E aí, o que essa lenda diz
- 37:02é o seguinte, tem uma versão que fala só que ela
- 37:05é filha do Satanás, é a versão muito foda. Gente,
- 37:07o galera tava sem criatividade, o Uber tava
- 37:10chegando, tinha todo tipo de coisa. Mas
- 37:12a versão mais popular da Verônica é que ela estava
- 37:16numa sessão de Ouija. E aí, mataram ela. O
- 37:22espírito matou ela? Não, a pessoa matou ela durante
- 37:25uma sessão de Ouija. O que é a sessão de Ouija?
- 37:27Assim como um brincadeiro do copo
- 37:29e do compasso, não sei se você lembra. Você
- 37:32não jogou, na verdade, né? Mas
- 37:33tem uma prática muito clássica, que é, você
- 37:38precisa pedir pra entrar e precisa pedir pra sair.
- 37:41Hmm. É, tipo assim, posso
- 37:44entrar? Tem alguém aí? Sim.
- 37:47Né? Posso entrar? Se
- 37:49falou não, acabou o brincadeiro. Tá
- 37:52ligado? Vai embora. Aí,
- 37:53se você fala sim, aí você pode conversar com o
- 37:56espírito. E aí, quando você quer ir
- 37:58embora, sem falar posso ir embora? E
- 38:00aí, se fala não, você não pode ir embora, continuar
- 38:03brincando. Até o espírito fala sim. Ah,
- 38:07eu acho que aí é uma questão de educação, né? É.
- 38:10Se não, se não, teu alma vai ser dragada pelo
- 38:15espírito por terrenidade pra sofrer. É,
- 38:17mas é que... Tem sendo caro. Pô,
- 38:19velho, é foda de chegar na casa de alguém que o
- 38:21espírito está lá antes, né? Sim.
- 38:23E aí tu chega lá, sem bater isso. O
- 38:25que o espírito faz, cara? Como
- 38:27assim? No dia a dia, tipo assim, ele
- 38:29acorda e quer que ele vá fazer. Eu
- 38:31não sei, acho que o espírito é tipo o filho de
- 38:33bilionário, assim. Então, faz nada? É,
- 38:37é, só aproveita, só curte, sabe? Mas
- 38:39curte o quê, cara? Não sei, velho, eu não... não
- 38:42tô nessa fase de novo, assim. Entendi.
- 38:46É, é que apaga... Eu tenho apagão na memória
- 38:49quando eu ourei em casa. Mas
- 38:51eu acho que fica... Tu fica assustando os outros,
- 38:54fica ajudando se tu tá a fim de ajudar, fica
- 38:57empurrando o copo e botando culpa no gato. Eu
- 39:00acho que... é esse tipo de coisa, cara.
- 39:01Perfeito. É ser horrível, mano. Não
- 39:06pareceu nada divertido, não é? Mas
- 39:08é que tu tá livre pra fazer qualquer coisa. Desde
- 39:11que tu encosta em nada. É, é... Tem
- 39:14que tomar muito cuidado, né? Tem
- 39:15que andar com a irmãzinha pra cima, assim. Pô,
- 39:18ele é foda, um bagulho de ser espírito e não poder
- 39:20comer, né, cara? Pô, comer. É,
- 39:22mas tu não tem fome. É, mas comer é muito bom. Mas
- 39:25tu, tu vai dizer que tu come porque tu tem fome?
- 39:27Não. É, não. Dá
- 39:29mais eu. É, tipo... Como
- 39:30que nenhum... Tomar um negocinho pra... Sim,
- 39:35sabe? Tipo... Toma um cafezinho
- 39:38superfaturado, aqui no Vila Madalena. Pessoal,
- 39:41bem... Eu quero a boa e logo. Ah,
- 39:45vamos lá, vamos lá. Bem, Alexandre, né? Essa
- 39:48lenda é muito popular nas escolas. Porque
- 39:51o que dizem que você tem que pegar uma bíblia, pegar
- 39:53uma tesoura, pegar... algum objeto cortante, porque
- 39:57dizem que um desses objetos... um
- 39:59desses objetos que matou a menina durante a... ação
- 40:03de Ouija. Então, você tem que invocar a...
- 40:07a verônica no banheiro fazendo
- 40:09uma brincadeira de Ouija. E tem que ter faca tesoura
- 40:13por perto. Porque se tiver alguém aí, as
- 40:16variações, né? Se tiver um assassino, se
- 40:18tiver uma pessoa injusta, ela vai pegar essa faca e
- 40:21vai matar a pessoa do jeito que matará. Eita!
- 40:24Ah, vinga ativa, cara. Será que tem o psicólogo dos
- 40:28espíritos? Deve ter, cara. Será
- 40:32que tu és psicólogo e morre, tu vira um psicólogo
- 40:34dos espíritos? Será que tu assume a profissão?
- 40:36Será que tem podcast dos
- 40:38espíritos? Pô, se tiver um... todo
- 40:42um ecossistema dos espíritos, é isso que eu
- 40:44acho? É, eu não sei se são
- 40:45diferentes profissões, de diferentes dimensões. De
- 40:48repente, todo mundo é... carteiro,
- 40:51não sei. Caralho, todo mundo é carteiro. É!
- 40:55É, pode ser carteiro. Acho que tá sentido. Também.
- 40:59E bem, Alexandre, agora que eu já contei pra você
- 41:02algumas lendas, né? Algumas rituais, algumas... É,
- 41:06é, é... Alguns costumes fantasmagóricos de
- 41:10terror, eu queria criar o nosso. Eu
- 41:13queria que a gente cria uma lenda urbana pra
- 41:17províncio ajudar a gente. Porque
- 41:19assim como eu já tentei antes, e não deu certo,
- 41:22infelizmente, criar a minha própria gíria, que é o
- 41:25famoso firmilance. Você dá um tapa no dedo e faz
- 41:29um rengluz, assim, firmilance? Não,
- 41:32não deu muito certo. Não pegou, galera. Desisto,
- 41:37vocês conseguiram. Vocês acabaram do meu vídeo.
- 41:39Para, duos palavras, para. Mas
- 41:41é aí, eu quero tentar criar uma lenda urbana. Ah,
- 41:45a gente falou ali, o chaveiro que vai ganhar.
- 41:48Chaveiro sem pescoço. Chaveiro
- 41:50sem pescoço. A lenda do chaveiro sem
- 41:52pescoço. Tá, beleza. O
- 41:53que é a lenda do chaveiro sem pescoço? Vamos
- 41:55lá, vamos pensar. Se ele beijar a tua
- 41:59panturrilha, porque tem lábila porrida, se ele
- 42:02beijar a tua panturrilha, se deixou ele beijar a tua
- 42:06panturrilha, vai nascer da tua panturrilha, uma figura
- 42:10só de varices da pessoa que vai te matar. E
- 42:1748 horas. E pode ser qualquer pessoa, e
- 42:21a pessoa fica fascinada, e ela para tudo para te
- 42:23matar. Não, sempre alguém muito famoso
- 42:25que vai te matar. Tem que ter 100 mil seguidores
- 42:29no mínimo. 100 mil seguidores. E
- 42:32aí fica o nome da pessoa, da tua panturrilha. O
- 42:35rosto, né, da tua, sei lá, fica ali o... O
- 42:37seu assassino. A boca rosa na tua
- 42:41panturrilha. Com o varice do rio. Só
- 42:46de varices da panturrilha. Espera
- 42:48aí, espera aí, o chaveiro se pede curso. De
- 42:51mod. Não, ele beija com lábila
- 42:54porrida, a tua panturrilha. Aí
- 42:58aparece de varice, ou frieira, parece ali o rosto
- 43:01da pessoa famosa, com mais 100 mil seguidores, que vai
- 43:03te matar em 48 horas. Ah, legal. Legal,
- 43:09legal. O que é que é? Parece
- 43:11fazer sentido, legal. É, beleza, quero mais é porque
- 43:15o chaveiro se pede curso é um chaveiro, é uma pessoa
- 43:19que faz chaveiro. O chaveiro, ah, pessoa. Ele
- 43:24é um chaveiro. É um cara com o ombro lá em
- 43:28cima, assim, se beija com os cossos. Eu
- 43:30tenho nada de cossos. Tadinho,
- 43:32ele não dá pra ler sol, não usa colado. É
- 43:34uma tristeza, assim. Entendi,
- 43:36entendi. E aí pode ser qualquer
- 43:38chaveiro da cidade. Isso, tem vários, né, porque a
- 43:41família dele botou fogo nele, né. Porque
- 43:44ele não tinha peço com os cossos, ele era muito feio.
- 43:47Mas ele é muito feio, muito
- 43:48desproporcional. Então cara, fogo. Quatro
- 43:51litros de óleo de diesel queimaram o chaveiro.
- 43:53Entendi. E ele parece qualquer
- 43:55cidade com mais de 200 mil habitantes, não parece
- 43:58cidade menor. Ah, beleza. E
- 43:59aí ele vai nessa, assim, tipo você pode, às vezes,
- 44:03chamar um chaveiro, porque você trancou teu carro com
- 44:05a chave dentro. É, você fala chaveiro ou
- 44:06chaveiro? Vê... Ai, tô amado, porra.
- 44:15Chaveiro ou chaveiro? Não
- 44:17quer te dar dinheiro. Não deixa a vítima por inteiro?
- 44:25Lá sequência eu quero ver o
- 44:27enterro. Aí... Pera aí, cara, pera aí,
- 44:30viu muita coisa. Chaveiro ou chaveiro, pode dar
- 44:32dinheiro. Não deixa a vítima por inteiro?
- 44:35Não, vou te... se
- 44:36não vai ter um enterro. Se não vai ter um enterro, é
- 44:39isso. Aí, aí, ele aparece, né? Então
- 44:42deixa a língua. Ele aparece por trás da Alexa.
- 44:46Ele só... Tem
- 44:48que ter uma Alexa. Tem que ter uma Alexa. Que
- 44:50esse episódio tem patrocinar, mas, ó... Ele
- 44:54parece por trás da Alexa. Ah,
- 44:55cara, eu só se tivesse que lá, isso... Ele
- 44:57sai por trás da Alexa. Colábil
- 45:00é porí... beija, pô, doíria? Pô,
- 45:02doíria. Parece o rosto da boca rosa. Em
- 45:04Paris, em 48 horas, a boca rosa mata. Aham.
- 45:08Mas pode ser qualquer pessoa, né? Pode
- 45:09ser qualquer pessoa... assim,
- 45:11mas sem isso que doce, né? Verificado.
- 45:15Beleza, cara. Tá aí, tá aí. Tá
- 45:17chegando, porra, o que vai estourar, galera. Não,
- 45:20essa é porque é fácil de pegar, né? É
- 45:22assim, né? Puts! Não tem como não. Quando
- 45:27o bagulho é feito assim, é um negócio de publicidade,
- 45:29né? É, é... O
- 45:30roteiro pede, né? Aí, pra onde ele tá indo, né?
- 45:35Proud vibe, Proud vibe. Ah,
- 45:36lembra? Você sente que ele já tá... ele
- 45:39já existe, você só pegou ele, né? E
- 45:40quando a gente se vê no personagem... É
- 45:43outra coisa. E esse chaveiro, né? Ele
- 45:45é um... Ele é um não -chaveiro também.
- 45:48É, porque ele é rosa, rote,
- 45:50homônica. Ele é todo mundo, né? Muito
- 45:54bom, cara. Eu diria necessário, né? Muito
- 45:57bom. Obrigado. Você é muito... você
- 45:58é muito... Você é muito potente, obrigado.
- 46:00Muito necessário, cara. Bem,
- 46:03acho que... Não tem como continuar depois
- 46:06dessa merda. Ai, que coisa horrorosa, cara.
- 46:12Eu quero ver todo mundo
- 46:12postando isso aí. Todo mundo postando chaveiro,
- 46:14você pescou. Muito obrigado. Então
- 46:16é isso, gente. Eu sou o André. Essa
- 46:17é a história da lenda da loira do banheiro. Tchau,
- 46:20tchau. Beijo. E aí,
- 46:50galera. A gente se vê no próximo
- 46:50vídeo. Até a próxima.
- 47:19Ah, entendi. É,
- 47:21o Esport. É, é. Ah,
- 47:25desculpe então. Esport, eu gosto bastante do
- 47:28lauzinho. E lá a gente sempre... E
- 47:30uma coisa que é legal é que durante o jogo, a
- 47:32coisa no LOL é uma coisa muito interessante. Que
- 47:34tem alguns personagens no LOL, eu vou tentar não
- 47:37soar tão nerd. Que o começo do jogo, eles são
- 47:40mais fracos. Entendeu? E no final do jogo, eles
- 47:44são mais fortes do que os outros personagens. E
- 47:46aí, o time que tá perdendo, mas tá com esses
- 47:48campeões que ficam mais fortes eles, se o jogo
- 47:51demorar, tem chance do time virar. Então,
- 47:54entender essas coisas de qualquer esporte, né? Essas
- 47:57lógicas, essa ciência de cada esporte faz com que
- 48:01você consiga prever o resultado que, às vezes,
- 48:04né? Um olhar mais ignorante não
- 48:06consegue perceber. Então, se você tiver isso aqui
- 48:08tempo por aqui, cara. Se você tiver inteligência,
- 48:11você consegue fazer um dinheirinho na carteóloga,
- 48:13meu Deus. Quem não fizer, porque é
- 48:15ignorante. É lógico. Não
- 48:16tô me canando. Tem sorte um pouquinho também,
- 48:18né? Sempre tem a sortezinho ali pra
- 48:19dar aquela o gameplay da parada. Surgi
- 48:21uma dúvida, tem o Instagram do pessoal lá, Catel
- 48:24Underline Brasil, pra trocar uma ideia, tem dúvidas. É
- 48:26fácil de colocar o dinheiro, bem fácil de
- 48:29tirar o dinheiro, super cico, px, cara, px
- 48:31rapidinho, px molhendo, né? E
- 48:33tem o cupomzinho, né? HPB, HPB de história pros
- 48:36brothers. HPB. Vai apostar pela primeira
- 48:39vez lá, vai botar seu 100 reais, se não vai botar
- 48:41reais, que você vai botar, vai ganhar 20 % de free
- 48:43bet. Bota cupom, HPB, ganha 20 % em
- 48:46cima do valor, que você botou 50 reais, vai ganhar
- 48:49mais 10, vai ficar com 60 reais. Hum...
- 48:52Não botar 100, é pra 120. Entendi,
- 48:54Alexandre. E a lenda do ouvinte, que
- 49:02ajuda a gente, cara? Ah, mano, essa daí...
- 49:07Infelizmente, essa daí é só lenda. Eu
- 49:09não acredito. Eu não acredito mais. Eu
- 49:12queria que o ouvinte olhasse no meu olho e
- 49:15falasse três vezes assim. Na
- 49:18verdade, eu tenho empatia. Da
- 49:20verdade, eu tenho empatia e eu ia ver... Eu
- 49:21ia olhar no olho dele e ia falar, não tem. E
- 49:24eu ia matar o ouvinte. Ah, legal. Legal.
- 49:28Você tá falando três, você está com o dedo em dois,
- 49:30a moto é um tão... É porque eu tenho que olhar
- 49:31no meu olho. Ah, os dois olhos, beleza. Não,
- 49:35mas eu fico decepcionado, cara. A
- 49:37partir de agora, porque psicologia não funciona
- 49:40assim, né? A gente tem que dar reforço
- 49:41positivo, né? Não xingar, né? Não,
- 49:44o negativo também, não. Não,
- 49:46não, não. Funciona bem mais porque é o
- 49:49reforço positivo do que o negativo. Ah,
- 49:51tá, bem mais. O negativo, acho que também,
- 49:53mas beleza. É que o negativo é mais uma
- 49:54solução de fazer, né? Não vou elogiar o ouvinte aí,
- 49:59que eu vi que teve gente que espalhou e tal, gente
- 50:01que tá ajudando. Pô, teve gente, teve gente.
- 50:04Agradeço aí, todo mundo que foi
- 50:04batilhou. Não agradece, cara. Esse
- 50:06é o problema. Tu tá incentivando, tem que
- 50:08falar mal de quem, não faz, não bem de quem faz.
- 50:11Entendeu? We Plash, tem gente.
- 50:14Beleza, beleza. Tem
- 50:15que ser no tempo. Então, tô chateado. É
- 50:20isso, tô chateado com vocês ouvintes. Quero
- 50:23que vocês parem mais o podcast. Quero
- 50:24que vocês sigam a gente no Instagram. O
- 50:27Quota Instagram é vitinho. Arroba,
- 50:29profe Victor Soares, eu acabei de perder 2 mil
- 50:32seguidores. Ah, é, eu postei uma foto. Eu
- 50:35sou de Mondado comigo. E a galera é muito homofóbica
- 50:38mesmo, cara. Eu acho que eu sou o primeiro
- 50:40héter e eu sofro homofobia no Brasil. Parabéns,
- 50:43você é necessário. Mas a galera ficou tipo, foi
- 50:48de homofobia, mesmo pessoal te... Cara,
- 50:50foi real homofobia. Os comentários são homofóbicos,
- 50:54real. São? Tipo o que assim? São.
- 50:56Passagens bíblicas pra caralho. Eu
- 50:58juro, eu juro. Pra caralho. Pergunto
- 51:00o Pedro, Pedro que mandou mensagem. Caralho,
- 51:02meu, tá general te chamando, te guia aí. E
- 51:05fazendo comentário homofóbico. Cara,
- 51:07é essa passagem bíblica que eu quero colocar. Eu
- 51:09juro, eu juro por tudo que vai ser agrado. Pra
- 51:11aproveitar que é bíblico aí. Cara,
- 51:13sempre ligadeira. É surreal, mano. Fora
- 51:16os emojis de vômito. Pra caralho assim. Caralho,
- 51:20velho. É que tu atinge, boa
- 51:22galerinha, filha da puta. É,
- 51:23porque eu atinge uma galera, um povo em fico de
- 51:26videozinho, né? Uma galera grande. Aliatoare
- 51:28e tal. Então... Muito desgraçado, né? Muito,
- 51:32é. Tudo bem, assim, perdisse 2 mil
- 51:34seguidores, mas os ouvintes vão compensar e mais
- 51:37importante do que isso. Filha
- 51:39da puta, eu vou embora, né? É,
- 51:40então, é meio bom, na real, né? Tá
- 51:43o filtrinho bom, assim. Mas,
- 51:45então, o que é o teu Instagram? Arroba
- 51:48a profe Victor Suárez. Pedindo
- 51:49demais. Tem que seguir o História pros
- 51:51Broder. Lá no Instagram. Lá
- 51:53no Instagram. Esse aí que tem os pouca. Esse
- 51:56tem os cortes tão bons que o Batu que você tá fazendo
- 51:58aqui. Nossa, tá muito bom mesmo. O
- 51:59Instagram tá muito bom. Tem que compartilhar isso e tem
- 52:02que me seguir também, porque eu tô querendo ficar
- 52:06rico. Arroba Alexandre, Níquel, N -I -C -K
- 52:09-E -L. Me sigam lá, comentem tudo,
- 52:12porque eu preciso ficar rico. Sim.
- 52:14Níquel tá fazendo um conteúdo de indicando filme,
- 52:16indicando música, indicando coisa, tá muito bom. Vai,
- 52:19vai, vai vai crescer, vai crescer, tá crescendo. Já
- 52:21tá virando influência, já tá indo pros lugares. Tem
- 52:24que contar, tem que contar outra depois ali. Por
- 52:26fora, por fora. Por fora, mas é que tá só.
- 52:29Diz beijo ouvinte. Tô
- 52:31grando, tô grando, tô grando, tô grando. Beijo
- 52:34ouvinte, valeu, gente. Cabeu o episódio, beijo, tchau,
- 52:36tchau.