Latest / ED Podcast [@arthurdantaslemos] / AS ARMAS DA PERSUASÃO #XI - A ESCOLHA INTERIOR (CLUBE DO LIVRO)
Transcript
- 0:05Vamos para mais um episódio aqui, clube do livro Ed
- 0:07Podcasts. Eu estava conversando com o
- 0:09brunão aqui acabamos de gravar um episódio.
- 0:10A gente vai gravar outro em sequência.
- 0:14E comentando do último, não é? Eu disse assim, pô brunão.
- 0:18Episódio mais devagar esse último porque, apesar de
- 0:22importantes conceitos, não é até falamos assim, pô, eu acho que a
- 0:25nossa troca sobre o episódio no final foi mais legal do que a
- 0:29leitura. É porque eram conceitos meio
- 0:33óbvios e tal EE aí, o Bruno fez um comentário muito importante
- 0:38aqui, que ele disse assim, é porra realmente tal concordo,
- 0:41mas nunca se sabe, né? Às vezes, aqueles exemplos ali
- 0:45que fisgam alguém que está preso no ouvir isso, então chega no
- 0:48dia certo a forma certa no ângulo certo, e isso é um pouco
- 0:51da beleza aqui do clube do livro.
- 0:52Não é que é é é isso eu eu. Inevitavelmente, qualquer obra
- 0:57tem trechos que você vai gostar mais e gostar menos e os que eu
- 1:00vou gostar mais e menos muitas vezes são diferentes.
- 1:02Mas você precisa passar pela obra toda, né?
- 1:05Porque na avaliação de quem está fazendo um resumo, é eu posso
- 1:10suprimir uma coisa que talvez por conectas para cacete, com
- 1:13com tua história e com porra. Agora eu entendi, não é o que
- 1:16seriam desperdícios, então vamos seguir aqui na nossa leitura com
- 1:21vocês. Bruno Maia Soares.
- 1:23Vamos nessa. A gente falou no último episódio
- 1:25sobre o esforço. Não é EE eu acho que tem uma
- 1:27conexão quando a gente está lendo também, porque você vai
- 1:30lendo um livro. Mesmo quando você passa por um
- 1:32trecho que você não gosta tanto, mas você olha para as páginas
- 1:34que você já passou. Dá um gás para você continuar e
- 1:38ir até o fim. A gente está caminhando aqui
- 1:39para a metade desse livro. Aí eu particularmente, estou
- 1:42curtindo bastante. Espero que quem está NOS ouvindo
- 1:44também esteja e vamos para mais um episódio aí.
- 1:46Exatamente Brother, é muito prazeroso também você pegar e
- 1:51vai vendo a biblioteca ali do Kindle, por exemplo, tendo é
- 1:54lido lido, lido LIDO, Né Red? Vai bem a escolha interior?
- 2:01A análise de atividades tão diferentes como as práticas de
- 2:03doutrinação dos comunistas chineses e os rituais de
- 2:06iniciação das fraternidades universitárias, proporciona
- 2:09algumas informações valiosas sobre compromisso.
- 2:12Parece que os mais eficientes em mudar a autoimagem e o
- 2:14comportamento futuro das pessoas são aqueles ativos públicos e
- 2:18trabalhosos. Hã, porém, existe outra
- 2:23propriedade do compromisso eficaz que é mais importante que
- 2:27as outras 3 combinadas para entendermos qual é.
- 2:30Precisamos primeiro resolver 2 enigmas nas ações dos
- 2:33interrogadores comunistas e dos Membros das fraternidades
- 2:37universitárias. Então ó de repente, o último
- 2:41episódio. Necessário para servir como base
- 2:45e compreensão do que vem a seguir.
- 2:48O primeiro enigma está na recusa das fraternidades em permitir
- 2:51que atividades de serviço Público façam parte das
- 2:53cerimônias de iniciação. Recordamos a pesquisa de Walker,
- 2:57que informou que projetos comunitários, embora frequentes,
- 3:01quase sempre eram separados do programa de de iniciação dos
- 3:04membros. Porquê?
- 3:06Se o que as fraternidades buscam em seus ritos de admissão é um
- 3:10compromisso trabalhoso. Eles poderiam estruturar
- 3:13atividades cívicas suficientemente, é desagradáveis
- 3:16e penosas para seus candidatos fazer reparos em asilos,
- 3:20trabalhar NOS pátios de centros de saúde mental e limpar urinóis
- 3:24de hospitais, por exemplo, constituem a atividade repulsiva
- 3:27o bastante. Além disso, esses tipos de
- 3:29tarefas de espírito comunitário contribuiriam para melhorar a
- 3:33imagem pública desfavorável dos ritos da semana infernal das
- 3:36fraternidades. Boa pesquisa, ele menciona a
- 3:39pesquisa mostrou que para cada matéria de jornal positiva
- 3:43envolvendo a semana infernal, havia 5 outras negativas, ainda
- 3:47que apenas por razões de relações públicas.
- 3:49Seria do interesse das Fraternidades incorporar
- 3:51serviços comunitários, as suas práticas de iniciação, mas eles
- 3:55não o fazem. Para examinar o segundo enigma
- 4:00não é? Então, o primeiro enigma é esse,
- 4:02não é pô, por que não fazer algo para o bem?
- 4:06Não é dado tudo que ele falou aqui.
- 4:10Para examinar o segundo enigma, precisamos retornar aos Campos
- 4:14chineses de prisioneiros na Coreia e aos concursos de
- 4:16redações políticas promovidos entre os prisioneiros
- 4:19americanos. Os chineses queriam que o maior
- 4:21número possível de americanos entrassem neste concurso para
- 4:23que no processo pudesse inscrever comentários favoráveis
- 4:27ao ponto de vista comunista. Se, porém, a ideia era atrair um
- 4:30grande número de participantes, porque os prêmios eram tão
- 4:33modestos, alguns cigarros extras uma fruta eram, em geral, o que
- 4:40um vencedor do concurso esperaria naquele contexto,
- 4:44mesmo esses prêmios eram valiosos, mas havia recompensas
- 4:47bem maiores, roupas quentes, privilégios especiais de correio
- 4:50mais. De movimento no campo que os
- 4:52chineses poderiam ter usado para aumentar o número de autores de
- 4:55redações. No entanto, escolheram
- 4:56especificamente oferecer os prêmios menores em vez dos
- 4:59maiores e mais motivadores. Então esse é o segundo enigma.
- 5:04Embora os cenários sejam bem diferentes, as fraternidades
- 5:06pesquisadas se recusavam a permitir atividades cívicas em
- 5:08suas cerimônias de iniciação, pelo mesmo motivo que os
- 5:11Chineses evitavam prêmios grandes no lugar de estímulos
- 5:14menos significativos. Eles queriam que os
- 5:17participantes fossem responsáveis pelo que haviam
- 5:21feito nenhuma desculpa ou escapatória eram permitidas.
- 5:26Um candidato que sofreu uma iniciação penosa não poderia
- 5:28receber a chance de acreditar que agiu por motivos
- 5:31beneficentes. Um prisioneiro que pontilhou sua
- 5:34redação política com comentários antiamericanos, não poderia
- 5:37minimizá-los por terem sido motivados pela grande
- 5:40recompensa. Não as fraternidades e os
- 5:43comunistas chineses queriam compromissos permanentes.
- 5:46Não bastava extraí-los. Era preciso fazer com que
- 5:49aqueles homens assumissem a responsabilidade interior por
- 5:52suas ações. Os cientistas sociais
- 5:56descobriram que aí a nota Saita. Aceitamos a responsabilidade
- 6:01interior por um comportamento quando achamos que optamos por
- 6:04adotá-lo na ausência de pressão externa forte.
- 6:11Uma grande recompensa é uma pressão externa forte.
- 6:15Pode fazer com que realizemos certas ações, mas não fará com
- 6:18que aceitemos a responsabilidade interior pelos atos.
- 6:23Como resultado, não NOS sentiremos comprometidos com
- 6:26eles. O mesmo vale para uma ameaça
- 6:28forte. Ela pode motivar a anuência
- 6:31imediata, mas dificilmente produzirá um compromisso de
- 6:34longo prazo. Tudo isso possui implicações
- 6:36importantes para a educação dos filhos.
- 6:38Sugere que nunca devemos subornar ou ameaçar fortemente
- 6:41as crianças para fazerem as coisas nas quais queremos que
- 6:43acreditem. É provável que essas pressões
- 6:45produzam uma anuência apenas temporária aos nossos desejos.
- 6:49Porém, se quisermos algo, se quisermos algo, algo, algo mais,
- 6:54perdão, se quisermos que nossos filhos acreditem na justeza do
- 6:58que fizeram, se quisermos que continuem repetindo o
- 7:00comportamento desejado quando não estivermos presentes para
- 7:02aplicar essas pressões Exteriores, então precisamos
- 7:04fazer com que aceitem a responsabilidade interior pelas
- 7:07ações que esperamos que realizem.
- 7:09O experimento de Jonathan Friedman fornece algumas pistas
- 7:12sobre o que fazer e o que não fazer a esse respeito.
- 7:14Inclusive, qualquer pessoa que entende de educação financeira
- 7:16infantil vai dizer que. Aquela tabela que tem que se
- 7:20tempo circula aí na Internet, que olha Como Eu faço aqui em
- 7:24casa, se lavar Prato ganha 5 BRL se bater no irmão perde 3.
- 7:30É é super, não recomendável, não é super, não recomendável, é
- 7:34alguém se lavar o carro? Ah, mas eu está botando o
- 7:37moleque para fazer alguma coisa, então não sei o que então é ele.
- 7:41Eu eu tenho que ter um Bom Comportamento porque essa coisa
- 7:44certa a fazer se o Bom Comportamento é consequência de
- 7:48uma pressão externa forte. Como receber um dinheiro, né?
- 7:52Quando não houver essa pressão externa forte, o comportamento
- 7:56não será aquele. Então, basicamente resumindo
- 7:58bastante aqui é isso, né? E é isso que está refletido aqui
- 8:00no que o ceodin está falando. Friedman queria ver se conseguia
- 8:04impedir que meninos de segundo ao quarto ano se distraíssem com
- 8:08um brinquedo fascinante. Só porque umas 6 semanas antes
- 8:10ele tinha dito que era errado. Quem costuma lidar com meninos
- 8:13de 7 a 9 anos entende a dificuldade da tarefa.
- 8:17Mas Friedman contava com o plano se conseguisse primeiro, fazer
- 8:21com que os meninos se convencessem de que era errado
- 8:24brincar com o brinquedo proibido.
- 8:26Talvez aquela crença os impedisse de fazê-lo dali em
- 8:29diante. A dificuldade estava em
- 8:31convencer os meninos de que era errado se divertir com o
- 8:33brinquedo, um robô caríssimo com controle remoto.
- 8:35O pesquisador sabia que seria bastante fácil fazer com que o
- 8:40menino obedecesse temporariamente.
- 8:41Era só ameaçá-lo com graves consequências caso ele fosse
- 8:44flagrado brincando com robô, contanto que estivesse por perto
- 8:47para impor o castigo. Severo Friedman achou que poucos
- 8:50meninos se arriscariam a desobedecê-lo.
- 8:53E ele estava certo após mostrar a um deles uma série.
- 9:00Uma série de 5 brinquedos e alertar que é errado brincar com
- 9:04o robô. Se você fizer isso, ficarei
- 9:06muito zangado e teria que Tomar uma providência.
- 9:08Friedman deixava o aposento por alguns minutos.
- 9:11Durante aquele intervalo, os meninos eram observados por um
- 9:13espelho com um lado transparente.
- 9:14Ele testou esse procedimento de ameaça com 22 meninos e 21 deles
- 9:18não tocaram no robô. Durante sua ausência.
- 9:20Uma ameaça forte assim funcionou enquanto os meninos achavam que
- 9:26poderiam ser flagrados e punidos.
- 9:28Mas Friedman estava interessado mesmo em saber se a ameaça
- 9:31afetaria o comportamento dos meninos mais tarde, quando ele
- 9:34não estivesse mais por perto para descobrir o que
- 9:36aconteceria, enviou uma jovem de volta à escola.
- 9:39Cerca de 6 semanas depois, ela levou cada menino para fora da
- 9:43sala de aula a fim de participarem de um experimento,
- 9:46sem mencionar qualquer ligação com Friedman.
- 9:48Conduzi-los de volta à sala contendo os 5 brinquedos,
- 9:52entregou-lhes um teste de desenho.
- 9:55Enquanto dava nota ao teste, informou aos meninos que
- 9:58poderiam pegar qualquer brinquedo da sala.
- 10:00Claro que quase todos os meninos brincaram com algum brinquedo.
- 10:04O resultado interessante foi que dos meninos que escolheram algum
- 10:09brinquedo, 77% optaram por brincar com um robô que havia
- 10:12sido proibido antes. Ameaça severa de Friedman não
- 10:16eficaz 66 semanas antes, foi quase totalmente inócua quando
- 10:19ele não estava mais lá para reforçá-la como condição.
- 10:22Friedman, porém, ainda não havia terminado.
- 10:25Ele mudou um pouco o seu procedimento com a segunda
- 10:27amostra de meninos. Também aqueles meninos,
- 10:30mostrando inicialmente um conjunto de 5 brinquedos e
- 10:31alertou que não brincasse com o Robô durante sua breve ausência
- 10:34da sala, dizendo que era errado brincar com ele, mas dessa vez
- 10:37ele não fez nenhuma ameaça forte para que os meninos
- 10:40desobedecessem. Apenas deixou a sala e observou
- 10:43pelo espelho transparente, se a sua instrução de não brincar com
- 10:46o brinquedo foi suficiente, Ela Foi como ocorreu com outro
- 10:50grupo. Somente um dos 2 meninos tocou
- 10:53no Robô durante o intervalo que ele estava fora.
- 10:55A diferença real entre as 2 amostras de meninos surgiu 6
- 10:58semanas depois, quando tiveram uma chance de brincar com os
- 11:00brinquedos sem que o pesquisador estivesse por perto.
- 11:04O fato surpreendente aconteceu com os meninos que não haviam
- 11:08sido fortemente ameaçados quando tiveram a liberdade de brincar
- 11:12com qualquer objeto ou brinquedo desejado.
- 11:14A maioria evitou o roubo. Embora fosse de Longe o mais
- 11:19atraente dos 5 brinquedos disponíveis.
- 11:21Quando aqueles meninos brincaram com algum dos 5 brinquedos,
- 11:26somente 33% escolheram o robô. Algo expressivo havia acontecido
- 11:30com ambos os grupos. Para o primeiro, foi a ameaça
- 11:32severa com que Friedman reforçou sua afirmação de que brincar com
- 11:35robô era errado. Ele havia sido bem eficaz.
- 11:38Ela havia sido bem eficaz enquanto ele estava ali por
- 11:41perto. Não é mais tarde, porém, quando
- 11:43já não estava mais presente para observar o comportamento dos
- 11:45meninos. Sua ameaça foi impotente e a sua
- 11:48regra foi então ignorada. Parece claro que a ameaça não
- 11:51ensinara aos meninos que investir no robô era errado, mas
- 11:54apenas que não convia fazê-lo enquanto existisse a
- 11:57possibilidade de punição para os outros.
- 12:00No entanto, o evento expressivo veio de dentro, não de fora.
- 12:05Ele também havia os instruído que brincar com o robô errado,
- 12:08mas não acrescentar nenhuma ameaça de punição a quem o
- 12:11desobedecesse. Houve 2 resultados importantes.
- 12:15Primeiro a instrução de Friedman sozinha foi suficiente para
- 12:18impedir que os meninos operassem robô enquanto eles se ausentam
- 12:21toda a sala. E, segundo os meninos, assumiram
- 12:24a responsabilidade pessoal por sua escolha de não mexerem no
- 12:26robô durante aquele período, concluíram que não haviam
- 12:28brincado com ele porque eles não quiseram, afinal, não existiam
- 12:32punições severas associadas ao brinquedo para explicar sua
- 12:35conduta. Assim.
- 12:36Semanas depois, quando Friedman já estava por lá, continuaram
- 12:39ignorando o robô porque tinham sido internamente levados a
- 12:41acreditar que não queriam brincar com ele.
- 12:44Toda pessoa que deseja que esteja educando uma criança pode
- 12:47trair uma lição do estudo dele. Vamos supor que um casal queira
- 12:50incluir 11 culcar em sua filha, que mentira é errado, uma ameaça
- 12:56forte e clara. Tipo é errado, mentir, querida.
- 12:59Por isso, Se Eu pegar você mentindo, cortaria sua língua,
- 13:02poderia ser bastante eficaz quando os pais estivessem
- 13:04presentes ou a menina achasse que poderia ser descoberta.
- 13:07Porém, não atingiria o objetivo maior de convencê-la de que ela
- 13:11não quer mentir porque ela mesma.
- 13:14Pensa que é errado? Para isso, é preciso uma
- 13:16abordagem bem mais sutil. Faz-se necessário dar um motivo
- 13:19que seja forte o bastante para estimular.
- 13:23É e para que a pessoa seja honesta na maioria das vezes,
- 13:25mas não tão forte a ponto de ser visto como uma razão óbvia da
- 13:29sua honestidade. Não é tão fácil assim, porque
- 13:31esse motivo, ligeiramente suficiente, muda de criança para
- 13:34criança, para uma criança. Um simples pedido talvez baste
- 13:37para outra. Talvez seja necessário
- 13:38acrescentar um motivo um pouco mais forte para uma terceira
- 13:42criança, uma forma branda de advertência pode ser necessária
- 13:45também. O fato é que pai sensatos
- 13:50saberão qual tipo de motivo funcionará com seus filhos.
- 13:53É importante. O importante é usar um motivo
- 13:56que produz de cara o comportamento desejado, ao mesmo
- 13:58tempo que permita a criança assumir a responsabilidade
- 14:01pessoal por aquela conduta. Desse modo, quanto menos pressão
- 14:05externa detetável aquele motivo contiver mais eficaz, ele será.
- 14:11Selecionar o motivo certo não é uma tarefa fácil para os pais,
- 14:15mas o esforço vale a pena. Provavelmente significará a
- 14:18diferença entre uma obediência efêmera e o compromisso de longo
- 14:23prazo como semi-well, Butler escreveu mais de 300 anos atrás,
- 14:27aquele que concorda contra a sua vontade continua com a mesma
- 14:31opinião. Essa frase é boa, aquele que
- 14:35concorda. Contra a sua vontade, continua
- 14:39com a mesma opinião. Bruno comentários até aqui ou
- 14:45seguimos o barco? Acho que podemos seguir o barco
- 14:50+1 + 1 tópico aqui chamado pernas para sustentar ele, ele
- 14:53vai. Ele vai falar ainda sobre esse
- 14:55exemplo do das crianças aqui acho que é legal a gente seguir.
- 14:58Então vamos lá? Pernas para se sustentar.
- 15:03Ah, deixa eu me ajeitar aqui na poltrona.
- 15:07Por 2 motivos já mencionados, os profissionais da persuasão
- 15:09adoram compromissos que produzem mudanças anteriores.
- 15:12Primeiro, essa mudança não é apenas específica a situação em
- 15:14que o. Em que primeiro ocorreu, ela
- 15:17abrange uma série de situações análogas também e, segundo os
- 15:21efeitos da mudança, muitas vezes são duradouros.
- 15:24Portanto, uma vez que as pessoas tenham sido induzidas a Tomar
- 15:27atitudes que mudam suas autoimagens para, digamos, as de
- 15:31cidadãos. De espírito comunitário, estarão
- 15:36inclinadas a exibir esse comportamento numa variedade de
- 15:39outras circunstâncias em que seu consentimento também possa ser
- 15:45desejado. E elas tenderão a manter sua
- 15:48conduta por muito tempo enquanto perdurar a nova auto imagem.
- 15:54Existe outro atrativo NOS compromissos que levam a mudança
- 15:57interna. Eles desenvolvem suas próprias
- 16:00pernas profissional da persuasão.
- 16:02Não precisa realizar um esforço dispendioso e constante para
- 16:05reforçar a mudança. A pressão pela coerência dará
- 16:08conta do recado depois que as pessoas passam a se considerar
- 16:11cidadãos de espírito comunitário, automaticamente
- 16:13começarão a ver as coisas de modo diferentes.
- 16:16Elas irão se convencer de que é a maneira correta de ser e
- 16:20passarão a prestar atenção em fatos que não haviam observado
- 16:23antes sobre o valor do serviço comunitário.
- 16:26Estarão dispostas a ouvir argumentos a favor da ação
- 16:29cívica que não ouviram antes e vão achá-los mais persuasivos do
- 16:32que antes. Em geral, por conta da
- 16:34necessidade de serem coerentes com o seu sistema de crenças,
- 16:37estarão convictas de que sua opção de Tomar atitudes de
- 16:41espírito comunitário foi acertada.
- 16:45O importante neste processo gerar motivos adicionais para
- 16:48justificar o compromisso é que os motivos são novos.
- 16:51Desse modo, mesmo que o motivo original da conduta de espírito
- 16:54cívico fosse retirado, esses motivos recém descobertos
- 16:58poderiam ser suficientes para respaldar as percepções de que
- 17:01uma pessoa se comportou de maneira correta.
- 17:04A vantagem para o profissional de persuasão inescrupuloso é
- 17:06imensa, como desenvolvemos novos suportes para as escolhas com
- 17:11que NOS comprometemos? Um indivíduo explorador pode NOS
- 17:15oferecer um estímulo para que façamos determinados.
- 17:17Escolha depois da tomada a decisão.
- 17:20Ele pode remover aquele estímulo sabendo que nossa decisão
- 17:23provavelmente se sustentará em suas próprias pernas recém
- 17:26criadas. Concessionárias de automóveis
- 17:29com frequência tentam se beneficiar desse processo por um
- 17:31artifício que chamam de técnica da bola baixa, em que um custo é
- 17:36subestimado de propósito. Deparei pela primeira vez com
- 17:40essa técnica, quando me passava por trainee de vendas de uma
- 17:42loja da Chevrolet. Após uma semana de instrução
- 17:45Básica, fui autorizado a observar os vendedores em ação e
- 17:48a técnica logo chamou minha atenção.
- 17:51Olha só como é que era? A técnica está para ser os
- 17:53clientes um carro oferecido a um preço muito bom, talvez 400 USD
- 17:56abaixo dos preços concorrentes. A pechincha, porém, não é
- 18:00genuína. O revendedor não pretende honrar
- 18:02aquele valor. Seu único propósito é fazer com
- 18:06que os clientes potenciais decidam comprar um dos carros da
- 18:09concessionária. Uma vez tomada a decisão, uma
- 18:12série de atividades desenvolve. O sentimento de compromisso
- 18:17pessoal do cliente com o carro. Vários formulários de compra são
- 18:22preenchidos condições de financiamento, são
- 18:23providenciadas. Às vezes, o cliente é encorajado
- 18:25a dirigir aquele carro por 1 dia antes de assinar o contrato para
- 18:29que possa testá-lo e mostrá-lo a vizinhança e no trabalho.
- 18:31Et cetera. O revendedor sabe que durante
- 18:34esse período, os clientes desenvolvem um conjunto de novos
- 18:37motivos para respaldar a sua opção e justificar os
- 18:39investimentos já feitos. E aí tem uma pesquisa que fala
- 18:42sobre isso aqui, então algo acontece um erro NOS cálculos é
- 18:46descoberto. Talvez o vendedor tenha se
- 18:48esquecido de acrescentar o custo ar-condicionado e se o cliente
- 18:51fizer a questão dele terá que pagar +400 dólares para que o
- 18:54cliente não desconfie. Algumas concessionárias deixam
- 18:56que o banco responsável pelo financiamento.
- 18:57Descubra o equívoco. Outras vezes a venda é
- 19:00desautorizada. No último minuto, quando o
- 19:02vendedor vai pedir o aval do Chefe.
- 19:04Esse cancela porque a concessionária está perdendo
- 19:05dinheiro. Por apenas +400 dólares, o carro
- 19:08pode ser comprado, o que no contexto de uma alteração de
- 19:10milhares de dólares não faz muita diferença, já que.
- 19:14Como vendedor enfatiza, o preço é compatível com a concorrência.
- 19:18E, este é o carro que você escolheu, certo?
- 19:21Acho que aqui é um exemplo da persuasão do lado negativo.
- 19:24Não é que ele que ele NOS convida não, não, não usar No No
- 19:28começo do livro? Que ele começa até No No início
- 19:31que ele fala, né? A vantagem para um profissional
- 19:32da persuasão inescrupuloso é imensa.
- 19:34Então ele está falando justamente desse caso aqui.
- 19:38É isso aí? Outra forma, ainda mais
- 19:41traiçoeira da técnica da bola baixa ocorre quando o vendedor
- 19:44faz uma oferta exagerada pelo carro.
- 19:46O carro usado no caso do cliente é como parte do pacote de troca.
- 19:51O cliente diante da oferta generosa fica ansiosos.
- 19:54Ansioso para fechar negócio mais tarde, antes que o contrato seja
- 19:57assinado, o gerente de carros usados informa que a estimativa
- 20:00do vendedor estava a 400 USD acima do preço de mercado e a
- 20:03corrige para seu nível real. O cliente, percebendo que a
- 20:06oferta é reduzida é a justa. Aceita e às vezes.
- 20:11Se sente culpado por ter tentado tirar proveito da estimativa
- 20:14exagerada do vendedor. Certa vez testemunha uma mulher
- 20:17pedindo desculpas constrangida ao vendedor que havia aplicado
- 20:20essa versão da técnica da bola baixa enquanto ela assinava um
- 20:23contrato de compra de carro no de um carro novo que renderia ao
- 20:27vendedor uma boa Comissão. Ele passa, ele parecia magoado,
- 20:31mas deu um sorriso indulgente. Em qualquer variedade dessa
- 20:35técnica, a sequência é a mesma, uma vantagem oferecida induz a
- 20:39uma decisão de comprar favorável.
- 20:41Então, algum tempo após a tomada de decisão, mas antes que o
- 20:45negócio seja fechado, a vantagem da compra inicial é
- 20:49habitualmente ou habilmente removida.
- 20:53Parece quase inacreditável que um cliente compre um carro sob
- 20:56tais circunstâncias, mas a tática funciona não com todo
- 20:59mundo, é claro. No entanto, sua eficácia é
- 21:01suficiente para ser uma abordagem de persuasão comum em
- 21:04muitas concessionárias, elas passaram a entender a capacidade
- 21:08que um compromisso pessoal tem de desenvolver seu próprio
- 21:11sistema de apoio, com justificativas novas para
- 21:14mantê-lo com frequência. Essas justificativas fornecem
- 21:18tantas pernas Fortes para sustentar a decisão que, quando
- 21:20o revendedor retira. Uma única perna a perna
- 21:23original. É não ocorre um colapso, não é?
- 21:27Então, quando ele tira uma condição, quando ele tira 11
- 21:30preço melhor na compra do carro do cara, não tem um colapso.
- 21:32A coisa continua de pé e o negócio é fechado.
- 21:36É a perda pode ser aceita pelo cliente que está, é que que está
- 21:40consolado, até mesmo feliz com uma série de outros bons
- 21:42motivos, favorecendo sua escolha.
- 21:44Jamais ocorre ao comprador que estes motivos adicionais jamais
- 21:46terem existido. Se a escolha não houvesse sido
- 21:49feita antes, após observar o funcionamento impressionante da
- 21:52técnica da bola baixa nas concessionárias de automóveis,
- 21:54decidi testar sua eficácia em outro ambiente onde pudesse ver
- 21:58se a ideia básica funcionaria. Com a pequena mudança, os
- 22:01vendedores de carros que observei aplicavam a técnica
- 22:03propondo ofertas tentadoras. Obtendo decisões favoráveis como
- 22:07resultado e depois retirando a parte tentadora das ofertas.
- 22:13Se minha intuição sobre a essência do procedimento
- 22:16estivesse correta. Eu seria ou deveria ser capaz de
- 22:20fazer a tática funcionar de forma um pouco diferente?
- 22:23Eu poderia oferecer um bom negócio que produziria o
- 22:26compromisso decisório crucial e depois acrescentaria um aspeto
- 22:30desagradável. Esquema como efeito dessa
- 22:32técnica era levantar, levar o indivíduo a perseverar no
- 22:36negócio, mesmo depois que a as circunstâncias mudassem.
- 22:39Para pior, a tática deveria ser igualmente eficaz.
- 22:43Se um aspeto positivo de negócio fosse retirado ou se um aspeto
- 22:46negativo fosse acrescentado. Para testar esta última
- 22:50possibilidade, meus colegas John Cachopo, Red basse e John Miller
- 22:54e eu realizamos um experimento visando fazer com que estudantes
- 22:57de introdução e psicologia de Ohio State e da Ohio State
- 23:01University concordasse em realizar uma atividade
- 23:03desagradável. Acordar bem cedo para participar
- 23:05de um estudo dos processos do pensamento às 7:00 da manhã ao
- 23:09convocarmos uma amostra de estudantes, de cara, informamos
- 23:12a eles a hora inicial. Apenas 24% se dispuseram a
- 23:17participar. Porém, a quando convidamos uma
- 23:20segunda amostra estudantes usamos a técnica da bola baixa.
- 23:24Primeiro perguntamos se queriam participar de um estudo de
- 23:28processo de pensamento, só depois que responderam 56% deles
- 23:32positivamente mencionamos a hora inicial e demos a chance de
- 23:35mudar e de ideia. Nenhum deles mudou.
- 23:38Além disso, fiéis ao compromisso de participar, 95% dos
- 23:41estudantes do grupo chegaram ao local indicado às 7:00 da manhã,
- 23:44conforme prometeram. Sei que isso aconteceu porque
- 23:46recrutei 2 auxiliares de pesquisa para estarem no local
- 23:48naquela hora, conduzindo experimentos do processo de
- 23:50pensamento e anotando os donos de estudantes que parecessem.
- 23:53Ou seja, a diferença é acho que deu para ficar claro aqui, né?
- 23:56Mas só reforçando quem quer participar dessa parada vai ser
- 23:597 horas da manhã e que acordar cedo.
- 24:01Pouca gente quem quer participar dessa parada?
- 24:04Quem topa Top Top top ótimo vai ser cedo, 7 horas da manhã e
- 24:07tal. E aí um índice de de aderência é
- 24:09muito grande. A é impressionante a capacidade
- 24:13da técnica da tática da bola baixa de fazer com que uma
- 24:16pessoa se sinta satisfeita com a escolha ruim e os maiores fãs da
- 24:20técnica são aqueles que só dispõem de opções ruins para NOS
- 24:23oferecer em situações sociais pessoais ou de negócios.
- 24:26No caso do meu vizinho TEAM, por exemplo, que conseguiu reatar o
- 24:29namoro com a Sara, ele prometeu mudar seu comportamento, mas não
- 24:32cumpriu sua promessa. Mesmo assim.
- 24:36A Sara se tornou mais delicado, mais dedicada a ele do que nunca
- 24:40porque, segundo a ela mesma diz, pode-se permitir enxergar todas
- 24:47as qualidades possíveis de Tim que antes não reconhecia.
- 24:51Sei que Sara caiu no mesmo truque que os clientes da
- 24:53concessionária, como os novos atrativos que passou a ver em
- 24:56Tim são bastante reais para ela. Sara agora parece satisfeita com
- 25:00o mesmo esquema que era inaceitável antes de seu enorme
- 25:04comprometimento. Ah, então aqui a lição, isso
- 25:10aqui é o é o um bom exemplo da. Sutileza né persuasão
- 25:14sofisticada é. Se você tem um aspeto não tão
- 25:17bom. É refletir sobre o momento que
- 25:21você apresenta isso. Agora tem que confrontar isso
- 25:23com ética, não é? Então só você com você mesmo,
- 25:27sabe o quanto que você está usando isso aqui para o bem ou
- 25:29não? Então, pô, tem um aspeto
- 25:31terrível da tua proposta e você faz com que a pessoa se
- 25:34comprometa para apresentar lá na frente?
- 25:38Não é? Pode parecer que não é uma coisa
- 25:40legal. Nesse exemplo da concessionária.
- 25:41Não era ético, porque o cara sabia desde o início que tinha
- 25:44400 USD a mais ali. Brunão.
- 25:48Isso é interessante, porque no próximo episódio a gente vai
- 25:50falar aqui sobre defender o interesse coletivo EEA primeira
- 25:54primeiro trecho aqui que eu estou traz é justamente sobre
- 25:57isso, né? Que depende dos motivos que a
- 25:59pessoa deseja usar. As técnicas, as técnicas de
- 26:01persuasão que são apresentados no livro, elas podem ser
- 26:04empregadas para o bem ou para o mal.
- 26:06Não é sendo que, obviamente, a recomendação dele aqui é usar
- 26:08para o bem e ele vai trazer algumas algumas reflexões sobre
- 26:13isso não é? Então a gente, além de de falar
- 26:15sobre esse trecho aqui no próximo episódio, vamos falar
- 26:17também sobre a parte de defesa, não é como.
- 26:19Você se defender, né? No dia a dia dessa dessa
- 26:21técnica, né? Na nas vezes que ela é
- 26:23apresentada pra gente no dia a dia.
- 26:27E tem uma frase aqui que eu marquei que eu gostei muito, viu
- 26:29que é a frase aquele que concorda contra a sua vontade
- 26:33continua com a mesma opinião. Tenho certeza é porque é inglês.
- 26:37Eu Não sei como é que estava escrito agora, mas eu tenho
- 26:39certeza que essa frase ela está no material lá do celtinho da
- 26:42formação lá fora. E é isso, não é?
- 26:46Às vezes, a gente vai a fórceps e o efeito que você causa
- 26:50fórceps é um pouco dessa dessa analogia que ele fez do pai
- 26:52próximo, não é? Então beleza, todo mundo vai ter
- 26:55que ser assim e tal e vai no grito, né?
- 26:57E quando você está lá na frente, as coisas funcionam, mas quando
- 27:01você não está não funciona, então tem que partir um pouco da
- 27:04pessoa. EEEO que reflete isso é a frase
- 27:07aqui lê de novo aí Bruno. Aquele que deixa eu buscar aqui?
- 27:14Aquele que concorda contra a sua vontade, continua com a mesma
- 27:17opinião. É isso aí.
- 27:18É isso aí que obviamente o trocadilho, né?
- 27:21Não concordo contra a minha vontade, mas eu concordo por
- 27:24pressão, mas a minha opinião continua a mesma.
- 27:27Temos um episódio, não é muito obrigado pela sua companhia.
- 27:32A gente segue, acho que com mais com certeza com mais um só e a
- 27:35gente vai em aprovação social e a gente vai se divertir muito em
- 27:38aprovação social, porque vamos cruzar a linha do óbvio.
- 27:41Aqui não vai ser apenas aquela história que há, o que todo
- 27:43mundo faz, então parece ser o certo, não é ele?
- 27:45Ele mergulha um pouco aqui e eu também vou trazer algumas
- 27:48contribuições. Para analisar esse outro
- 27:51princípio persuasivo. Obrigado pelo seu tempo.
- 27:55Algum comentário adicional aí. Bruno eu acho que vale deixar um
- 27:58recado aí para quem está gostando do conteúdo, não é?
- 28:00Tem um evento aí que vai rolar, não é Fevereiro?
- 28:03É esse aqui é 111 dia inteiro de imersão sobre persuasão, ciência
- 28:10da persuasão. Comunicação, oratória e vendas,
- 28:16não é, mas não é que é? Você tem uma sessão para cada
- 28:20coisa, porque essas coisas se mesclam, não é?
- 28:23Então perceba que muitos exemplos de como aplicar
- 28:26persuasão é como você estrutura. A sua fala, né?
- 28:31Então persuasão está muito intimamente ligado.
- 28:34A é comunicação e oratória é a persuasão, é apresentada como a
- 28:41ciência da influência. Vender muitas vezes é
- 28:43influenciar. Convidando as pessoas a aderirem
- 28:47as suas teses, suas ideias de investimento e para comprarem
- 28:50alguma coisa, seja um produto ou um serviço, então o que que é
- 28:53legal do do programa Oratório persuasivo, por exemplo, tem
- 28:57muita gente que escuta aqui que é advogado, não é?
- 28:59Eu estou usando um exemplo aqui porque é uma pessoa recente.
- 29:01Veio falar comigo do clube do livro e eu comecei a trocar
- 29:04ideia com ela lá no Instagram e era um advogado, não é?
- 29:07Então, se você entende que é útil aprimorar sua capacidade de
- 29:11comunicação. Persuasão.
- 29:16E vendas. Eu vou colocar um link aqui
- 29:19embaixo, está brunão, não é para você fazer a compra direta,
- 29:22porque Eu Não vou usar tanto tempo para explicar aqui, mas
- 29:26para que você chame uma pessoa do nosso time e entenda um pouco
- 29:30melhor a estrutura do treinamento e corra para
- 29:33participar porque ele é presencial, não é?
- 29:35Então não sei quando é que você está ouvindo esse episódio, mas
- 29:38foi em Janeiro de 25. Ainda dá tempo, então clica
- 29:41nesse link. Está gostando do do conteúdo
- 29:44aqui, do armas, da persuasão, muito provavelmente.
- 29:47Você vai gostar muito desse curso, não é?
- 29:50É um programa ao vivo um dia inteiro comigo e brunão vai
- 29:53estar lá também. Não é brunão.
- 29:54Vamos embora está lá? Então pronto se aproveita EEA
- 29:57gente grava um áudio seu ao vivo lá para colocar no episódio no
- 30:01clube do livro Boa fechou, obrigado pelo lembrete.
- 30:04Então a gente tem aqui o link para você conhecer melhor.
- 30:06O programa persuasivo vai ser um prazer receber ouvintes do clube
- 30:10do livro lá e a gente se encontra no próximo episódio.
- 30:13Para finalizar o princípio persuasivo do compromisso e da
- 30:16coerência. Forte, abraço e até a próxima.