
Boa Sorte, Divirta-se, Não Morra
Um homem vindo do futuro invade uma lanchonete para salvar o mundo (e esse é só o começo da maluquice).
No Cinemático, Carlos Merigo e Bia Fiorotto discutem “Boa Sorte, Divirta-se, Não Morra”, novo filme de Gore Verbinski que mistura ficção científica, comédia, sátira e uma boa dose de caos.
Entre referências a Matrix, Feitiço do Tempo e Black Mirror, o filme usa o absurdo para falar de IA, desesperança, tecnologia e o momento atual — onde a realidade já parece mais estranha que a ficção.
Funciona? Nem sempre. Mas é justamente nesse risco que o filme encontra seu charme.
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The skinny
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