Latest / Corrida no Ar News / INFLUENCIADORES NA CORRIDA: o lado bom e ruim ft. Cado Santos e Ju Cassino (M
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- 0:37guitarra de guitarra de guitarra de guitarra de
- 0:42guitarra de guitarra de guitarra de guitarra de
- 0:45guitarra de guitarra de alteramento de instrumentoκα
- 0:48Everyone, good night, how are you doing? Today,
- 0:50we will make a change basedfoundations Topอะ Top
- 0:54Futurist me quero ver o e Rapid Vamos soltar a
- 1:00vinheta oficial do programa. Solta
- 1:02aí, Sérgio. Opa, seja bem -vindo, bem -vindo.
- 1:12Corrida no Arme, meu nome é Sérgio
- 1:13Rocha. Esse aqui é o Café e Corrida,
- 1:15um programa que vai o ar de segunda a sessas sete
- 1:17horas da noite. No YouTube, simultaneamente com
- 1:20o Instagram. E vira podcast depois. Procura
- 1:22lá por Café e Corrida no Spotify. Qualquer
- 1:25outro desses aplicativos toca podcast, iTunes, etc.
- 1:27Você pode escutar a gravação
- 1:29também, o que a gente fez tanto no YouTube como o
- 1:32podcast. Você escutou o que você quiser,
- 1:33como você sabe, conteúdo de segunda a sessas sobre
- 1:35Corrida. Hoje vamos trocar uma ideia com
- 1:38o Ricardo Santos e Juliana Cassino, que estão aqui
- 1:42comigo. Ricardo Santos, jor, beleza? Com
- 1:45vocês, tudo bem? Vocês não vão falar nada? Pode
- 1:50soltar, pode ligar o áudio. Agora
- 1:52pode. Pode falar, vocês estão ao vivo
- 1:54agora. Pois sério, boa noite. Boa
- 1:59noite, galera toda. Tudo tranquilo, tudo bem aí,
- 2:01Ricardo? Boa noite, eu estou um pouco
- 2:04de medo, porque você deu bronca na gente antes da
- 2:06gente entrar lá. Então eu estou tomando alguns
- 2:09cuidados aqui. Não precisa tolhar cuidados, não
- 2:11precisa tolhar cuidados. É só você não sair de novo
- 2:12da tela, só você não desligar a câmera. Galera,
- 2:16não estou entendendo nada, mas demorou vai quadrar
- 2:18direitos, esquerda, liga o microfone dos liga.
- 2:22Convidados muito amadores aqui, sabe?
- 2:24Você não dá. Vamos
- 2:26explicar para vocês quem são vocês o que é a MIUQ,
- 2:28quem é que se habilita? Qual
- 2:29dos dois começa falando? A Joliana. O
- 2:33que é a MIUQ, Jô? O que é a MIUQ? Conta
- 2:35para nós. O Ricardo vai contar o que é
- 2:37a MIUQ, vai lá, Cador. Que ele está desde a fundação,
- 2:40desde os primórdios. Resumidamente
- 2:42o que é a MIUQ? Resumidamente,
- 2:46eu não sei contar. Então eu vou contar do jeito que
- 2:49eu acho aqui. Tá bom? A
- 2:51MIUQ é a empresa de comunicação. Que
- 2:55se especializou no público praticante de atividade
- 2:57física. Nós somos parecidos com uma
- 3:01agência, só que nós somos especialistas num público
- 3:04áudio. Então quando as marcas nos
- 3:06procuram, elas nos procuram para ajudá -las na conexão
- 3:11com esse público praticante de atividade física, em que
- 3:15a maioria é corredor. E quem é voce, Cado? Quem
- 3:24é você? A pergunta é a Mariana
- 3:25Gabriela. Mariana Mioq, mas o que você é na
- 3:28MIUQ? Eu sou diretor executivo da
- 3:30MIUQ. Desculpa, diretor executivo. Eu
- 3:35posso falar, eu sou o fundador da MIUQ. Eu
- 3:37estive com a MIUQ há 20 anos atrás. Sou
- 3:39diretor executivo, trabalho junto com a Ju, já há
- 3:42alguns bons anos, ela já conta. Eu
- 3:45sou corredor, eu sou um pouco ciclista. Eu
- 3:50já me meti a fazer umas provas diferentes, tipo
- 3:54triatum, ciclismo, mas eu descobri que é tudo muito
- 3:59complicado e corrida é muito mais divertido do que
- 4:01todo céscara. E você, Ju, quem é você na
- 4:03MIUQ? Quem é você e quem é você na
- 4:05MIUQ? Eu vou falar primeiro quem sou
- 4:09eu, depois que sou eu na MIUQ. Eu
- 4:12também sou corredora, maratonista, que é um
- 4:16título adquirido e nunca perdido. Eu
- 4:20não tenho tantas diversidades esportivas
- 4:24quanto cada, mas eu sou uma apaixonada por esporte.
- 4:26Então eu vivo em movimento, tudo
- 4:29que envolve movimento, esporte, eu estou dentro,
- 4:33mas principalmente a corrida. Na
- 4:37MIUQ, eu sou diretor de operações e estou ali,
- 4:40terminou dia a dia, de todas as marcas, todos os
- 4:44nossos clientes e de todo o time interno da MIUQ
- 4:47também, que são os nossos gestores que cuidam de cada
- 4:50uma das marcas. Carlos, vocês viram uma grande
- 4:53transformação no mercado de corrida, no que diz
- 5:00respeito a essa coisa que a gente vai falar hoje, de
- 5:02influência, né? Antes a gente tinha os formadores
- 5:04jornalistas, formadores de opinião, e hoje em dia tem
- 5:07muita essa coisa de influência. O
- 5:08que para vocês define o que é um influenciador?
- 5:13Qual é a definição que vocês
- 5:14têm dentro da MIUQ do que é um influenciador?
- 5:19Primeiro, eu acho que esse termo
- 5:20influenciador, ele não se refere somente à rede
- 5:23social, porque mesmo se é rede social, você é um
- 5:28influenciador dentro da sua rede. Então
- 5:30você como corredor, com certeza muitas pessoas, eu
- 5:35não estou falando de Sérgio Rocha, do canal, da figura
- 5:38que Sérgio tem das redes, mas o Sérgio Rocha, dentro
- 5:45da sua rede de contatos, ele influencia, ele é um
- 5:48influenciador, porque com certeza as pessoas que
- 5:50sabem que você corre, ou que você pratica algum
- 5:53esporte, você se torna uma referência, acaba
- 5:55influenciando essas pessoas, nos seus consumos também,
- 5:58né? As pessoas te pedem dica,
- 6:00tanto de produto, quanto de como começar a correr,
- 6:05enfim, um milhão de dicas que pode dar. Então
- 6:07esse nome influenciador a gente não usa só para a
- 6:11rede social, né? Na rede social, eles são os
- 6:15criadores de conteúdo. Então os criadores de conteúdo
- 6:18são essas pessoas que a gente classifica, que geram
- 6:22conteúdo nas redes. Mas enfim, sim, eu só para
- 6:26classificar o que a gente entende de influenciador, é
- 6:29como influenciador. E teve uma grande mudança,
- 6:34assim, enfim, que a gente acompanha desde o começo
- 6:41ali, quando não existia as redes sociais, né? Ainda
- 6:44não existia Instagram, não existia TikTok, o Facebook
- 6:49estava muito no começo, e cada hora contar uma
- 6:54história dessa mudança de chave de um evento que a
- 6:57gente fez uma vez para Nike, que representa muita
- 7:02essa mudança de chave de mundo, como ele funcionava
- 7:05antes, de como ele começou a funcionar depois das
- 7:09redes sociais do mundo e da influência. Cara,
- 7:14vou deixar você contar que você está crack nessa.
- 7:16Conta aí, cara. Em
- 7:192013, a Nike lançou o Nike Free. Não
- 7:24me lembro exatamente qual era o ano do Nike Free.
- 7:26Não era o primeiro, devia ser
- 7:28o Nike Free 3, eu acho, se não me deram. Acho
- 7:30que a Nike Free foi lançada em 2010, e aí 2013
- 7:34deve ter sido 3 ou 4, se não me deram. E
- 7:37a Nike contratou a gente para fazer o lançamento do
- 7:39Nike Free, e a gente criou uma estratégia que era
- 7:45convidar as pessoas para uma experiência... Eu
- 7:49não vou contar a história inteira, porque a história
- 7:50é muito longa, mas era um evento que aconteceu em São
- 7:54Paulo, ele aconteceu na Bienal, aconteceu em dois
- 7:57dias diferentes, e aconteceu no Rio de Janeiro, na
- 8:01Marina da Glória. Era uma experiência que em São
- 8:04Paulo a gente convidava as pessoas... O
- 8:07Nike Free, só para lembrar, era o termo que simulava
- 8:10você a correr descalço. Era uma coisa curiosa. Entende
- 8:13o que faz você sentir você correr descalço, não faz
- 8:15muito sentido. Fica assim, se você tem uma
- 8:18marca que precisa vender tênis. Corre
- 8:21descalço, cara com tênis. Você
- 8:23tem que ir descalço, tá aqui um tênis e você corre
- 8:24descalço. E aí a gente fez uma
- 8:27experiência de sensações, a pessoa andava descalço e
- 8:30ela participava de um talk aqui em São Paulo com o
- 8:34Van der Ley Cordeiro e com a Fabiana Mirar, e no Rio
- 8:38era o Frank Caldeira, se não me deram. E
- 8:41aí a gente fez esse evento, dois eventos em São
- 8:44Paulo e um evento no Rio de Janeiro. E
- 8:47a gente convidou, se não me engano, 200 pessoas por
- 8:51evento, então 200 em São Paulo, mais 200 em São
- 8:54Paulo, ou seja, 400 em São Paulo, mais 200 no Rio de
- 8:57Janeiro. E... Lembrou que a gente
- 8:59precisou dividir em dois turnos mesmo, o evento,
- 9:01para saber mais gente. Se não não poderia. Você
- 9:05foi nesse evento, você acha? Acho
- 9:07que não. A gente acho que convidou só
- 9:10os amigos, você acha que foi isso? Na
- 9:12época eu estava no canal, mas acho que eu estava na
- 9:14Contra Relógia, ainda não sei... Eu
- 9:16fui em... Você estava em Contra Relógia?
- 9:20Não, não, não, isso não tinha
- 9:22contado, a Didas foi depois, foi em 2016. Eu
- 9:26fui em um evento de um lançamento, desde mais era
- 9:28de um like free, mas era naquele parque no Borumbi.
- 9:33Sabe? Em filme. E
- 9:35aí quando a gente fez... Você
- 9:37como jornalista, tinham experiências diferentes, mas
- 9:42tão legais quantas por um grupo de jornalista, por um
- 9:45grupo de convidados, eram experiências formatadas para
- 9:48atender cada grupo específico. Tá,
- 9:51eu não lembro de ter ido, não. Mas
- 9:52era isso, enfim, e aí a gente fez o evento,
- 9:54convidou uma galera, sei lá, a gente convidou 200
- 9:56pessoas e devem ter ido 100 e 80, alguma coisa
- 9:58assim, eu vou lembrar os números exatos, mas era
- 10:01muito curioso, porque o sucesso do evento, ele era
- 10:05medido pela quantidade de pessoas que iam no evento.
- 10:08Esse era o KPI, esse era o...
- 10:10Tá. Era o instador, a métrica,
- 10:13né? E aí aconteceu uma coisa
- 10:16super interessante, né? A Nike tinha uma
- 10:18característica de filmar os eventos, para mostrar para
- 10:23o global. Então eles faziam, só que era
- 10:25uma filmagem muito bacana e muito bem feita, que eles
- 10:28faziam. Ok. E aí a gente fez esse
- 10:31evento, a gente mensurou a galera e aí tem uma
- 10:34curiosidade nesse vídeo, porque esse vídeo no final
- 10:38dele mostra o residual que eram os posts que a
- 10:42galera, os convidados do evento fizeram. Então
- 10:45ele mostra um residualzinho que eram posts no Facebook
- 10:48e posts no Instagram. Mas era assim, era como se a
- 10:53Nike Brasil tivesse mandando um recado para o global
- 10:56dizendo o seguinte, a gente fez um evento super legal,
- 10:58foi uma galera e tal, e ainda teve esses posts aí.
- 11:01Era tipo... E
- 11:03gerou isso aqui. E gerou isso aqui, mas sem
- 11:06dar importância. E aí por uma característica
- 11:09do momento, em 2014 a gente foi chamada para
- 11:13fazer o evento de novo. E esse evento que a gente
- 11:15fez em 2013, ele repercutiu muito bem, tanto no Brasil
- 11:18quanto globalmente, a galera gostou muito do que a
- 11:20gente desenvolveu. E aí em 2014 tinha a Copa
- 11:24do Mundo e todo o dinheiro da Nike do Brasil estava
- 11:28dirigido para o futebol, para a Copa do Mundo.
- 11:30Então a verba que a gente tinha
- 11:32em 2013 foi reduzida sem exagero em um 30 avos do
- 11:41que foi no ano anterior. Wow.
- 11:45Literal, tá? Tá. E aí quando eles passaram
- 11:47isso para a gente, a Mil que trabalha com formato de
- 11:49FI, então para a gente não mexe na nossa remuneração a
- 11:53quantidade de dinheiro que se gasta no evento. Tá,
- 11:56entendi. Então a gente falou assim,
- 11:58caramba, mas é muito pouco dinheiro, a gente não vai
- 11:59conseguir fazer nada e tal. E
- 12:00aí a gente desenhou uma estratégia, que era uma
- 12:03estratégia dividida em três partes, porque a gente
- 12:06precisava trazer as pessoas para o universo da corrida,
- 12:09então a gente, os jovens para o universo da corrida,
- 12:11então a gente foi convidar eles nas universidades, aí
- 12:13a gente convidou eles para um treino no Parque de
- 12:15Virapuera, e aí a gente, do Parque de Virapuera a
- 12:18gente selecionou algumas pessoas para fazerem um
- 12:20treino no estádio do Paquembú, que aí tinha uma
- 12:24conexão com o futebol e com a Copa do Mundo. Sim,
- 12:26sim. Aí só que a gente precisava
- 12:27diminuir muito a quantidade de convidados em função da
- 12:30verba. Então a gente convidou, se não
- 12:32me enganam, acho que 20 pessoas, ou 30 pessoas, foi
- 12:38uma coisa assim, só que essas 20 e 30 pessoas,
- 12:43elas tinham já uma rede digital, que foi muito
- 12:49impactada, e quando a gente fez o evento, a gente
- 12:52resolveu mensurar levemente o que aconteceu
- 12:56digitalmente. E aí o evento do ano
- 13:00anterior, que a gente tinha gasto 30 vezes mais, a
- 13:05gente tinha impactado 600 pessoas. E
- 13:08no evento do ano seguinte de 2014, que a gente
- 13:11convidou 20 pessoas, e a gente tinha uma garba 30
- 13:14vezes menor, a gente impactou 70 mil pessoas.
- 13:18Ah, mudou completamente. A
- 13:20meta mudou. E aí, quando a gente sacou
- 13:23isso, a gente falou assim, ah, que interessante. Então
- 13:26agora a gente entendeu que se a gente convidar as
- 13:30pessoas, que se conectam digitalmente com outras
- 13:33pessoas, a gente consegue aumentar o impacto. É
- 13:37claro que o impacto digital é menos profundo do que o
- 13:42impacto físico. Mas como você coloca na
- 13:45balança, a conta faz muito mais sentido. E
- 13:51aí, só para fechar essa história, que foi super
- 13:53interessante, a gente deixou de atender a Anarchy em
- 13:542016, e a gente fez um job para Puma, para o
- 13:59lançamento de um tênis deles, que era um tênis
- 14:00que misturava lifestyle com running. É...
- 14:04Lembro o nome do tênis, Jú. É
- 14:06um tênis super estiloso, super legal, já vou
- 14:09lembrar. Enfim, a gente fez um evento e
- 14:11aí a gente resolveu aplicar uma lógica diferente, que
- 14:14foi o que a gente propôs para Puma naquela época. A
- 14:17gente disse o seguinte, se a gente com muito menos
- 14:21dinheiro, a gente impactou 70 mil pessoas, se a gente
- 14:26colocasse mais dinheiro na experiência e convidasse
- 14:30pessoas, já com essa ótica, a gente talvez impacte
- 14:34muito mais. E aí a gente fez esse
- 14:36lançamento, convidando uma galera, foi um treino que
- 14:39saía da pista do Constâncio, ia correndo pela
- 14:42cidade à noite, era uma coisa... Era
- 14:45alternativa, com música tocando, teve uma escadaria
- 14:50no meio do rolê que tinha fogos na escadaria, e a
- 14:54gente terminou numa balada, que nessa balada tinha
- 14:57personal stylist, cabelereiro e tatuagem. Pô,
- 15:01rapaz! Foi muito, muito louco. E
- 15:04o impacto disso e a reverberação disso foi
- 15:07multiplicada por... foi exponencial. Então
- 15:10nessa mudança a gente percebeu, Sérgio, de 2013...
- 15:15entre 2013 e 2016, essa história
- 15:20da Puma foi em 2017, então foi em final de 2016,
- 15:23entre 2013 e 2016, foi a hora que a gente percebeu
- 15:26essa puta mudança. E como vocês viram o aumento
- 15:30do interesse das marcas em usar esses criadores de
- 15:33conteúdo e influenciadores? Porque
- 15:34o que você acha que eles procuram nessas pessoas e
- 15:37por que eles procuram? O que eles procuram? Eles
- 15:41procuram pessoas que tenham o perfil da marca, as
- 15:45marcas têm perfis, têm a vibe delas, têm o mood
- 15:51delas, elas procuram pessoas que tenham o perfil delas
- 15:55e que façam conteúdos autênticos, que eu acho que
- 16:00são super importantes, e que sejam legítimas no que
- 16:06elas estão fazendo. A gente, as marcas não querem
- 16:09se conectar com pessoas que dizem que correm, então só
- 16:14um exemplo, que dizem que correm e não correm, que
- 16:19mostram uma realidade que não é a realidade dela,
- 16:22porque no fim das contas, de novo ela está atrás de
- 16:25uma rede social e de uma tela, mas as pessoas também
- 16:30sabem que são ela na vida real, então precisa ser
- 16:34autêntico, legítima, eu acho que é isso que as marcas
- 16:36olham, bastante. Então, deixa complementar aqui, Jú,
- 16:40o que você está falando. E assim, isso que você falou
- 16:43é o mundo ideal, você falou que a gente acredita
- 16:47que seja o caminho e que a gente acha que é isso
- 16:49que tem que ser, mas assim, na boa, a gente vê
- 16:52algumas marcas não fazendo isso. Obviamente
- 16:56eu não vou sota nenhum nome aqui, mas a gente vê
- 16:58algumas marcas preocupadas especificamente com alcance,
- 17:04com números e muito menos com legitimidade, e a gente
- 17:08sabe de diversos exemplos e de diversas histórias
- 17:10dessas. O que a gente entende é que
- 17:13esse não é o caminho, que isso não faz tanto sentido,
- 17:16né? Na realidade, não faz nenhum
- 17:18sentido. Na real, só te interrompei um
- 17:21pouquinho, Cado, é que o meu olhar foi o recorte
- 17:24das marcas que a gente trabalha, porque obviamente
- 17:27são as que a gente orienta. As
- 17:30outras marcas a gente não está no dia a dia, se
- 17:33elas olham isso ou não. O que a gente enxerga através
- 17:37do que a gente vê nos conteúdos, nas redes, é
- 17:41isso que o Cado está falando. Esse
- 17:43olhar que eu trouxe é um olhar muito dentro de casa.
- 17:47Então, o total é que o que a
- 17:48gente vê hoje, não sei o quanto que a gente vai
- 17:52aprofundar nesse tópico específico, mas a gente vê
- 17:56bastante, muitas estratégias, até de algumas marcas que
- 18:00chegam no Brasil, que de repente vão embora, marcas
- 18:03super interessantes, com produtos super interessantes.
- 18:05Elas vêm e fazem umas
- 18:06tentativas, o negócio não funciona, porque elas acabam
- 18:10indo para um caminho que... Não
- 18:13sei se existe certo e errado, né, gente? Mas
- 18:15a gente não acredita nesse caminho, e às vezes esse
- 18:18caminho não dá certo, e elas acabam desistindo
- 18:21falando, ah, o Brasil é um negócio muito difícil. Não
- 18:24acontece mesmo, né? Exato. Mas você acha que as
- 18:29marcas... Vocês viram... Nessa
- 18:33transformação de mercado, vocês viram alguma
- 18:34resistência das marcas para pegar esse pessoal? Porque
- 18:39a gente viu... Se a gente pensar no que
- 18:42tinha antes, que eram revistas meio especializados
- 18:46de corrida, que foram sumindo, e daí tinha uma
- 18:51verba repressada de trabalhar, fazer esse
- 18:55trabalho, e falam assim, bom, mas onde eu vou usar,
- 18:58como eu vou usar? Teve algum momento que vocês
- 19:01sentiram que existia menos resistência das marcas para
- 19:05usar criadores de conteúdo, influenciadores em ações? Eu
- 19:11acho que é justamente um posto. Eu
- 19:14acho que, assim, as marcas, elas foram vorazmente para
- 19:20esse lugar, de chamar os criadores de conteúdo para
- 19:25isso, e em detrimento das outras coisas. Eu
- 19:27acho que algumas marcas até erraram muito na mão em
- 19:31abandonar as estratégias anteriores, com jornalistas,
- 19:34com veículos, com atletas, porque no final, a gente
- 19:38acompanhou essa virada. Muitos
- 19:41atletas, muitos jornalistas, foram deixados de lado, e
- 19:44muitos atletas e muitos jornalistas... tomando
- 19:49muito cuidado aqui com o que eu vou falar, mas eles
- 19:51não souberam trabalhar nesse novo formato, nesse novo
- 19:54normal, nesse novo mundo. E alguns ficam super
- 19:59ressentidos até hoje, com relação a esse formato.
- 20:03Tanto que a gente vive algumas
- 20:04experiências, a gente recebe alguns projetos de uma...
- 20:10Enfim, aí não tem a ver só a
- 20:11conjuntura da lista de atletas, até com criadores
- 20:13de conteúdo, esses projetos não trazem esses números
- 20:17para a gente, não os números maiores de alcance,
- 20:20ou qualquer coisa menos específica, mas eles não
- 20:25trazem os números para a gente conseguir, pelo menos,
- 20:28fazer uma projeção do que a gente acredita que vai
- 20:31ter de acordo. E hoje isso é a coisa mais
- 20:34importante para todo mundo. Não
- 20:37é que a gente parou de olhar a legitimidade, ao
- 20:39contrário, a gente fica buscando muito a
- 20:41legitimidade, só que essa legitimidade do tipo, cara,
- 20:47você pega um cara superlegítimo, um cara, uma
- 20:50mulher, uma pessoa superlegítima, que tem um
- 20:53conteúdo super incrível, e ela vira para você e fala
- 20:55assim, não, eu estou buscando um apoio de uma
- 20:58marca e eu quero receber xxx mil reais para a marca
- 21:04me apoiar. E você fala assim, tudo bem,
- 21:05mas você vai entregar o quê? Não,
- 21:07eu vou passar os alusos para o produto da marca. E
- 21:09você fala, então... Não é tão simples assim. Mas
- 21:13a gente ouve bastante isso. É
- 21:15mesmo? Chega muito isso para vocês?
- 21:17Muito, sim. E
- 21:19aí tem uma coisa super interessante também, né?
- 21:22Vamos lavar a roupa suja aqui.
- 21:24Vamos. Uma coisa muito
- 21:25interessante, que é assim, quando a gente pede os
- 21:29números, quando a gente vir e fala assim, cara, me dá
- 21:33os seus números de engajamento, de alcance, se
- 21:38você tem algum case de conversão passado, algum
- 21:41case com alguma marca, nem necessariamente uma marca
- 21:45concorrente da marca que a gente está pedeando, né?
- 21:48Falando dos nossos clientes aí.
- 21:51Traz para a gente, aí a pessoa
- 21:53não traz, e muitas vezes a pessoa liga direto para o
- 21:56cliente. Ela liga direto para o cliente,
- 21:58falando assim, ah, não falei com a mil, que é a
- 22:01mil que está dificultando, e os caras não querem
- 22:03fechar. Aí o cliente fala pra gente,
- 22:05cara, está falando aqui com a gente, que você não
- 22:08contratou a gente, porque você precisa dos números,
- 22:11você precisa para a gente fazer as projeções, para a
- 22:14gente saber isso. É verdade, contrato. Então
- 22:16é isso, cara. O cara não entregou para a
- 22:19gente o cara, ou a mulher, se faz, não entregou isso
- 22:21para a gente. Até porque a gente recebe muito
- 22:24projeto, mas muito. Imagino. Muita gente. Então
- 22:27a gente já dá uma olhada, uma filtrada, o que faz
- 22:31sentido, o que não faz e os que fazem sentido, mas
- 22:34não estão dentro, é isso que o cara falou. A
- 22:37gente tenta dar uma direcionada, mas nem sempre
- 22:39vem, nem sempre as pessoas entendem isso. Eu
- 22:42acho que um pouco, só completando o que a Jú tá
- 22:44falando, que é super interessante, é o seguinte,
- 22:46a gente recebe uma quantidade de projeto
- 22:48insana, mas o nosso trabalho, é de fato
- 22:52continuar recebendo cada vez mais projetos, para a gente
- 22:55identificar potencial nesses projetos, e ajustar esses
- 22:59projetos, de acordo com os objetivos da marca. Então
- 23:02muitas vezes a gente recebe, de forma meio
- 23:04aleatória, a gente fala assim, uma pessoa que
- 23:07começou a ter um pouco mais de projeção, ela
- 23:08procura a gente e fala assim, eu queria ser
- 23:10apoiado por alguma marca. Sérgio,
- 23:12quantas vezes a gente não chamou essa pessoa para
- 23:14conversar e fala assim, quanto pra gente? Quanto
- 23:17pra gente que você quer, como é que você quer, a
- 23:19gente fala assim, você combina mais com a marca e
- 23:21tal, e em alguns casos a gente até vira pra pessoa
- 23:23e fala assim, por dentro dos clientes da Mil, que a
- 23:25gente não tem um perfil que pode te ajudar, mas de
- 23:28repente você procurar essa marca, essa, essa, essa,
- 23:31talvez isso a gente ver. Hoje
- 23:33mesmo estava numa reunião, e tinha alguns projetos pra
- 23:38gente olhar, e era um mais legal que o outro, e a
- 23:41gente estava com dificuldade, a gente falou
- 23:42a gente não consegue. E a todo mundo, a gente
- 23:45precisa entender, dentro desses projetos, como é que
- 23:47a gente encaixa, dentro de alguma estratégia que a
- 23:51gente já tenha, pra fazer sentido. Então
- 23:54é muito esse olhar, e é bem o que o cara falou.
- 23:57Então você acha que é
- 23:59extremamente necessário que as pessoas que trabalham
- 24:01com criação de cotudo, ou que é tipo, o Anabí
- 24:04Influência, que nem o cara do fazia antigamente, é de
- 24:08saber entender as métricas do conteúdo que ela gera
- 24:11pra exatamente poder mostrar isso, certo? Certo.
- 24:15E assim, cara, tem uma outra variável interessante,
- 24:22né? Muita gente acaba tendo receio de
- 24:25vir falar com a gente, porque acha que tem um
- 24:29alcance baixo, e a gente fala assim, não existe
- 24:31alcance alto e alcance baixo, porque quando a
- 24:34gente vai montar um time pra receber um produto que
- 24:38está sendo lançado, pra ir para um evento, pra montar
- 24:41um squad ou qualquer coisa assim, você tem que
- 24:43mesclar. Você tem que mesclar pessoas que
- 24:46têm alto alcance, com pessoas que têm uma
- 24:48história mais interessante, que às vezes não têm alto
- 24:50alcance naquele momento. Todos
- 24:52os números são importantes. E
- 24:54muitas vezes, quando a gente recebe esses projetos,
- 24:57a gente tem a oportunidade de chegar pra pessoa e
- 25:00falar assim, olha, se você mexer nisso, nisso e nisso,
- 25:03a gente tem uma chance muito maior de aprovar.
- 25:05Sérgio, a gente fazer, se um
- 25:09cliente contratar a gente, e a gente virar pro
- 25:11cliente e falar assim, ah, pra você ter alcance na
- 25:14corrida, você tem que fazer um projeto com o Corrida
- 25:17Noir, o Canal Corredores, o Tenicerto, e, claro, não
- 25:20precisa da mídia. Você precisa do Google. Na
- 25:22hora de você inserir isso no Google, você entrega.
- 25:24Que nem antigamente alguém virar
- 25:26e falar assim, ah, eu vou fazer um projeto de mídia
- 25:28super complexo que vai impactar todo mundo. Você
- 25:29anunciar no Estadão, na Veja e no Fantástico.
- 25:31Pronto. É isso. Mas
- 25:36as pessoas ainda acham que muitos, muitos Creadores de
- 25:40Conteúdo ainda acham que o tamanho da audiência é a
- 25:43única, é a coisa mais relevante. E
- 25:45não é, né? Como o Cado falou, a gente olha
- 25:47várias outras coisas. A gente olha o engajamento, a
- 25:50gente olha o conteúdo. Esses
- 25:54dias mesmo eu recebi uma mensagem do meu Direct, de
- 25:57uma pessoa falando, criticando, falando, vocês
- 26:01estão trabalhando com a pessoa X, Y, Z, você
- 26:04coloca na ferramenta X, aí que a gente usa várias
- 26:07ferramentas, pra você ver se os Creadores deles são
- 26:11autênticos mesmo. Tá cheio de robôs, gente. Mas
- 26:15você sabe se a gente tá contratando essa pessoa pelo
- 26:17tamanho da base dela, ou porque ela representa, ou
- 26:20se a gente tem o resultado do quanto ela converte,
- 26:24porque é isso. A gente analisa um montão de
- 26:28coisas que não é só o número do tempidor. Mas
- 26:30se você se preocupa, deixa eu aproveitar isso que você
- 26:32falou, mas você se preocupa com a quantidade de
- 26:34indianos no estagão das pessoas? Então,
- 26:37nesse caso específico, essa pessoa falou de uma pessoa,
- 26:41pra mim, que a gente acha que a base, que a gente
- 26:46sabe que a base não é 100 % legítima. Mas
- 26:50ela engaja tanto dentro da base que é legítima dela,
- 26:54que importa se ela tem o robôzinho, se ela não tem,
- 26:59porque o que ela engaja dentro da base autêntica
- 27:01dela faz sentido pra gente. Entendi.
- 27:04Como o número, o alcance, ele não é um único número
- 27:07dentro da equação, é claro, Sergio, que quando você
- 27:10entra numa coisa, os indianos, os árabes, tem um
- 27:14monte, né? Você entra ali, tem um
- 27:15impressionante. É claro que às vezes a
- 27:17pessoa nem compra, tá? Tem aqueles negócios das pessoas
- 27:22irem seguindo, às vezes você não recebe uns, você
- 27:26não tem umas pessoas que começam a te seguir, que
- 27:28são umas pessoas aleatórias, que parece estranho. Pra
- 27:31mim, é meio raro, pra mim é meio raro, assim, no meu
- 27:33estagão. Mas assim, aparece, pra mim já
- 27:35apareceu umas coisas que eu falei, eu que nem tenho,
- 27:37mas... Já compraram e colocaram no
- 27:40meu Instagram, sabe uma vez? Então,
- 27:42acontece. É, alguém fez um sacanagem,
- 27:43alguém fez um sacanagem, só que como eu não falei
- 27:45nada, acho que a pessoa, pô, ele vai falar, daí eu
- 27:47vou poder usar isso contra ele, eu falei, não falei
- 27:50nada, porque eu sabia que ia sair de uma hora pra
- 27:52outra. Também, o jeito que entrou, ia
- 27:54sair, entendeu? É, mas não... Mas
- 27:56não é isso, porque as pessoas podem falar com
- 27:58essa fala que eu fiz, que a gente sabe que tem gente
- 28:01que tem uma base de seguidores que não é 100 %
- 28:03legítima, mas que mesmo assim, engaja, tá? Mas
- 28:06se você sabe que a pessoa faz isso, por que você
- 28:07contrata a pessoa? Porque ela não tá sendo honesta,
- 28:11né? É, é... É
- 28:12que na verdade, para essas pessoas que compram, elas
- 28:14têm uma ligação de égo assim, que eu não posso
- 28:16ver meu número cair. Eu tenho 200 mil seguidores,
- 28:19se eu parar de comprar, de pagar, vai cair. Vai
- 28:22cair para 150, tem umas coisas dessas. Mas
- 28:24é que isso não é o número absoluto, né, pra gente.
- 28:27Tá, entendi, não é só isso o
- 28:28número de seguidores, vocês veem o engajamento mesmo.
- 28:30Ah, e também, Sajou, você tem,
- 28:32cara, esse mundo, ele é o mundo novo pra todo mundo,
- 28:35né? São pessoas físicas que
- 28:37começaram a ter... alcance, começaram a chamar a
- 28:43atenção de outras marcas. Em
- 28:45determinado momento da vida, a pessoa fala assim, ah,
- 28:47eu vou comprar, eu vou fazer... Eu
- 28:48vou fazer uma comparação idiota aqui, né? É
- 28:51o cara que era o atleta profissional e que ele
- 28:53resolveu tomar um treco diferente em um determinado
- 28:57momento da vida, e ele performou melhor naquele
- 28:59momento, e aí ele passou por essa situação, e ele
- 29:03fala assim, puta, eu fiz cagada, não vou mais fazer
- 29:05isso, eu peguei lá atrás, não vou mais fazer, fui
- 29:08pego, agora eu vou voltar, ou não fui pego, mas não
- 29:11vou fazer mais. Então a gente tem algumas
- 29:14encrencas, pelo amor de Deus, eu não estou
- 29:18concordando com o Doppin, pelo amor de Deus, não é
- 29:22isso, a gente é absolutamente... É
- 29:24um exemplo, é um exemplo. Deixando
- 29:26muito claro, é só um exemplo, né, de uma pessoa
- 29:28que um dia fez uma cagada e que ela resolveu mudar
- 29:30de ideia, e que aquilo ficou sujo dentro da base
- 29:34da pessoa, então a gente sabe que tem pessoas muito
- 29:35bacanas dentro desse universo que convertem de
- 29:40forma... E aí falando de forma
- 29:41pragmática e objetiva, são pessoas que convertem, são
- 29:44pessoas que engajam, são pessoas que cumprem o
- 29:47compromisso com a marca, até porque, né, quando a
- 29:50gente contrata, ou a gente chama essa pessoa para uma
- 29:52experiência, uma estratégia, ou o que quer que seja, a
- 29:56gente coloca quais são as entregas e contrapartidas
- 30:01que a gente espera, então isso tudo fica de forma
- 30:03bastante claro, você já trabalha com a gente, já
- 30:05trabalha com a gente milhão de vezes, você sabe como é
- 30:06que a gente funciona. Só aproveitando isso, vocês
- 30:10começaram a diversificar geograficamente esse criador
- 30:14de conteúdo, que eu achei muito bacana de ver pessoas
- 30:17de outros lugares, no Brasil, vindo para os
- 30:19eventos, da onde saiu essa ideia? O
- 30:22Sérgio. Saído, sudeste centrismo. Olha
- 30:26só, esse olhar de que a gente começou, porque talvez
- 30:31ele esteja mais evidente agora, mas a gente faz
- 30:35isso desde muito tempo, só defendendo aqui. É
- 30:40que eu acho que agora também tem alguns criadores
- 30:43de conteúdo de mais destaque dentro de outras
- 30:46regiões, e por isso que acaba tendo essa visão de
- 30:49que agora a gente começou a trabalhar com outras
- 30:51regiões. Mas a gente sempre buscou,
- 30:54dentro da Mil, que procurar pessoas de regiões diversas.
- 30:57O que acontece é que a
- 30:58grande maioria dos eventos e das ativações acontece em
- 31:04São Paulo. Mas eu diria que vocês têm
- 31:05trazido esses caras de fora para cá, nesse sentido. Ah,
- 31:10para os eventos. Tem um evento da Missúno que
- 31:11tinha uma divisão só de Curitiba, por exemplo.
- 31:14Tinha, tinha. A
- 31:17gente, na verdade, sempre que a gente pode trazer,
- 31:19que a gente consegue, a gente traz. Mas
- 31:22a gente também trabalha com criadores de conteúdo e com
- 31:26pessoas, não só criadores de conteúdo, quando a gente
- 31:29fala de atletas, acessorias de outras regiões, porque o
- 31:33Brasil é tão gigante, tão plural, que não faz sentido
- 31:35a gente ficar focado que nos sudeste. Até
- 31:40porque é muito diferente, são muito diferentes, quando
- 31:44a gente fala de hábitos, hábitos da prática do
- 31:47esporte, ou do consumo, em regiões diferentes. Se
- 31:50você vai lá para o Nordeste, é calor o ano
- 31:53inteiro, as pessoas correm em outro horário, as
- 31:55pessoas com a ter meia da manhã já estão na rua
- 31:57correndo. Você vai lá para o Sul, que
- 31:59para momentos mais frios, eles começam a correr mais
- 32:02tarde. O que as pessoas usam no
- 32:04Nordeste é diferente do que as pessoas estão usando lá
- 32:08no Sul. Ou a forma de usar é
- 32:10diferente, sabe? Então a gente sempre enxerga
- 32:12esses... A gente sempre escuta muito
- 32:18pessoas de outras regiões. Não
- 32:20deixa eu colocar os outros pontos aqui também. Acho
- 32:25que tem uma resposta objetivona sobre isso. Esse
- 32:29exemplo que você deu, você falou de 80, a gente tinha
- 32:32gente de Curitiba ali. Isso também depende muito de
- 32:34grana também. Quando você tem uma marca que tem
- 32:37um investimento um pouco maior e que consegue fazer
- 32:40isso, é claro que a gente vai ver isso de uma forma
- 32:43um pouco mais frequente, mas às vezes você tem
- 32:46marcas que têm um investimento muito mais
- 32:49restrito e que você precisa tomar decisões na hora que
- 32:51você vai fazer isso. E essas decisões acabam sendo
- 32:54um caminho meio óbvio, que é... Não
- 32:58vou nem falar de Sudeste como um todo, é São Paulo
- 32:59especificamente. Então as coisas acabam acontecendo
- 33:02e a gente ouve a galera de fora falando assim, ou
- 33:06não chamam as pessoas, mas sem falar de evento, a
- 33:10gente sempre teve esse olhar e a Juliana sempre
- 33:12teve essa característica de buscar a diversidade de
- 33:17tudo dentro dos times e grupos que a gente mora.
- 33:21Então a diversidade de locais,
- 33:24diversidade de corpos, diversidade de tudo dentro
- 33:27de todas as estratégias que a gente faz, desde que a
- 33:31Ju entrou na Milq, que foi em 2010. Então
- 33:34a gente fala sobre isso há muito tempo. É
- 33:36que tem horas que a gente consegue pôr mais em
- 33:38prática, tem horas que a gente consegue não pôr tão
- 33:40em prática e quando a gente tem clientes que têm
- 33:43um investimento maior e uma cabeça também muito mais
- 33:45aberta, que é aí falando bastante de um arcio, que
- 33:49é o Março Calage, que hoje é o sremol responsável pelo
- 33:51Olímpico e pelo Rizuno, que tem essa característica e
- 33:54esse olhar e essa vontade a gente acaba vendo muito
- 33:57mais. Cara, e como alguém pode se
- 34:00tornar um influenciador a ponto de conseguir chamar a
- 34:03atenção das marcas, o que vocês olham na pessoa que
- 34:06está fazendo as coisas ali? Como
- 34:07se diferenciar nesse mar imenso que tem muita gente
- 34:11fazendo conteúdo? Como que a pessoa pode se
- 34:13destacar sem fazer coisas que a gente possui, sem
- 34:18ser aquela pessoa que fala bem de tudo? Ah,
- 34:20tudo é maravilhoso, tudo é lindo, tudo é lindo, tudo
- 34:21é lindo. Tentando chamar a atenção. Como
- 34:24é que as pessoas conseguem chamar a atenção da Milq?
- 34:31Da Milq? Que
- 34:32interessante! É porque vocês trabalham muito
- 34:35exatamente para fazer essa conexão com as marcas.
- 34:38Então, como que a pessoa pode
- 34:40acabar aparecendo para vocês chamando a atenção de
- 34:43vocês? Todos eles que as pessoas têm
- 34:44que falar, Milq, olha eu aqui, não isso, mas eu sei
- 34:47que vocês pesquisam, consomem conteúdo e acaba
- 34:50aparecendo com as pessoas para vocês. Como
- 34:52que essa pessoa pode chamar a atenção de vocês? Deixa
- 34:56só falar porque eu fiquei espantado, porque você
- 34:58estava construindo a pergunta e eu tinha certeza
- 35:00que você ia falar chamar a atenção das marcas e aí
- 35:03você vai lá dar viu, que por isso que me causa a
- 35:06estranha. Deixa só colocar um ponto... Você
- 35:08acha que não faz sentido? Para
- 35:09mim faz total sentido. Não, faz sentido sim, faz
- 35:11sentido. Só colocar uma coisa porque
- 35:14quem vai dar uma aula sobre isso é o Juliano.
- 35:16Mas só colocar um ponto aqui
- 35:18que é o seguinte, é sempre, sempre tem a ver
- 35:25com consistência. Nunca, nunca. Raríssimamente,
- 35:32essa evolução e essa coisa vai acontecer de forma
- 35:35muito rápida. É muito raro acontecer da
- 35:39gente ter um influenciador que cresce muito da noite
- 35:41por dia. Cara, se você lembrar, Sérgio, lá
- 35:46em 1970, quando eu fui no Corrida da 89, o que é
- 35:52que chamava? Corre 89. Corre
- 35:5489. É 1970, isso. A
- 35:58plantação de cana na vida da Paulista. A
- 36:02gente desceu depois que a gente saiu do Corre 89 e
- 36:06a gente foi tomar um café. E
- 36:08a gente estava conversando e tal. E
- 36:10aí eu te fiz uma pergunta sobre o que trazia mais
- 36:16retorno. Se era o Corre 89, se era o
- 36:19canal, se era o ICQ. Nossa senhora, faz tempo assim
- 36:27não, cara. Mas o que trazia? E
- 36:30você fala assim, o que traz o retorno que eu
- 36:34preciso é o conjunto da obra. Você
- 36:36falou exatamente esse termo lá atrás. No
- 36:41final das contas, quando a gente fala da consistência,
- 36:43a gente está falando disso, do conjunto da obra e do
- 36:45que essa pessoa faz e o quanto essa pessoa faz.
- 36:49Falando em uma linguagem que todo
- 36:50corredor vai entender, é igualzinho treinar. Com
- 36:54a pessoa que começou a treinar, ela dificilmente
- 36:58vai conseguir baixar o tempo muito rápido, ela
- 37:00dificilmente vai aumentar a distância de forma muito
- 37:03rápida, isso precisa de consistência. Então,
- 37:07fora toda outra história de ah, o conteúdo tem que ser
- 37:10isso, ou o alcance tem que ser aquilo, o mandatório
- 37:14dessa história é consistência. É
- 37:17você encontrar o teu tom de voz, e você encontrar a
- 37:20tua história e você martelar isso o tempo todo.
- 37:25É claro que precisa de um
- 37:26olhar, não é claro e nem é preciso. Eu
- 37:31estou corrigindo o que eu falei. Mas
- 37:32é assim, é interessante em alguns momentos você
- 37:35entender o que o mercado está consumindo mais, o que
- 37:38as marcas estão consumindo mais do ponto de vista de
- 37:41criadores de convívio. Mas se isso não for igual ao
- 37:45teu tom, e você se forçasse a uma coisa
- 37:48diferente do que você é, a chance disso dá certo
- 37:52diminuir muito, muito. Então,
- 37:57não existe faroa mágica, o que existe é bastante
- 38:00trabalho, é só você ver no teu trabalho, no tempo que
- 38:03você está nisso, e no quanto você se dedica para
- 38:06isso. E a gente pensar em tudo, no
- 38:09trabalho da Mil, que o quanto a gente se dedica,
- 38:11a gente está a 20 anos no mercado, você está a quase
- 38:1450 fazendo o livro. Então, é o quanto a gente se
- 38:21dedica e a Mil que ela tem um olhar de ficar
- 38:25fulsando isso o tempo todo, em tudo quanto é canto.
- 38:29Porque a gente é pago pelos
- 38:31nossos clientes para trazer o não óbvio. Porque
- 38:34o óbvio, o Google fala, ou o chat GPP fala, a gente
- 38:40não vai trazer o óbvio, porque não precisa da gente
- 38:43pro óbvio. Pronto, pare aí, Juliana. Acho
- 38:47que é isso mesmo. Acho que ele contou tudo já,
- 38:50tudo que a gente poderia falar. Eu
- 38:52acho que não existe uma fórmula mágica, o que
- 38:56existe é uma construção, precisa ter consistência,
- 39:00mas há histórias, as palavras que eu falei lá
- 39:01atrás, legitimidade, tem que ser autêntico nas suas
- 39:08construções, e a gente vive o tempo todo numa busca
- 39:14constante, mas não numa busca chata, porque a gente
- 39:19consome os conteúdos também. Então,
- 39:21como o cara falou, se você quiser encontrar os óbvios,
- 39:23então o Google vai vir uma lista de todas as pessoas
- 39:27óbvios, você entra ali no Instagram, você vai achar
- 39:29todo mundo. Eu tenho perdido tempo no
- 39:33TikTok, perdido tempo no bom sentido, porque eu
- 39:36entro no TikTok, eu tenho dificuldade de sair, porque
- 39:39eu acho muito conteúdo legal lá, mais muito
- 39:42conteúdo. E aí, eu fico com vontade de
- 39:44compartilhar com todo mundo ali na Mil, que gente,
- 39:46olha isso aqui, isso aqui, mas como a gente combinou
- 39:49que a gente tem qualidade de vida na Mil, que pra
- 39:51gente não ficar compartilhando coisas fora
- 39:54do horário de trabalho, e o momento que eu estou no
- 39:56TikTok, é fora do horário de trabalho, eu tenho como
- 39:59todo mundo tem seu WhatsApp, seu próprio
- 40:01WhatsApp, e eu fico mandando pra mim mesma
- 40:04todos os perfis. E depois a gente começa a
- 40:09acompanhar, faz uma coradoria, porque a gente
- 40:11obviamente não vê só aquele conteúdo que é legal. A
- 40:14gente pesquisou que a pessoa, todo histórico, se
- 40:18a pessoa já se envolveu em assuntos racistas,
- 40:21homofóbicos, se ela tem alguma questão que seja uma
- 40:26questão que no nosso olhar é impeditiva pra pessoa se
- 40:30tornar uma pessoa parte do time ali, dos coradores de
- 40:35conteúdo, mas é meio isso. Então,
- 40:39quando você pesquisa uma pessoa, você ia fazer uma
- 40:43pergunta, se existia algum código de ética pra vocês
- 40:47puxarem a pessoa pra trabalhar com vocês, o cara
- 40:50que é um bom influenciador, o cara que não vai, de
- 40:53repente, falar uma besteira em nome da marca, que
- 40:55vocês contratam, por exemplo. Isso
- 40:57é óbvio, né? Eu sei, mas nem sempre... Você
- 41:01já tiver alguma série -ajusta por causa disso? Ou
- 41:07não, você sempre foi a escolha, sempre foram
- 41:08certeiras de pegar a gente pra trabalhar com vocês, ou
- 41:10quando o cara fez um trabalho que era muito
- 41:14fora, assim, uma coisa que incomodou, aconteceu algo
- 41:17sem uma série -ajusta? Cara, eu não sei se teve alguma
- 41:19coisa assim, eu não sei se ajude a lembrar de alguma
- 41:21coisa assim, o que já teve é a pessoa não cumprir as
- 41:27entregas, já teve, diversas vezes, diversas vezes. Ou
- 41:31a pessoa dá umas desbaratinadas de... Ah...
- 41:38Não quero mais. Não, cara, já tiveram alguns
- 41:42casinhos, mas não graves, assim, de pessoas que se
- 41:45envolveram em assuntos, não diretamente a marca, mas
- 41:48assuntos mais colêmicos, e que às vezes a gente dá
- 41:51um toque, porque foi só um desviozinho, assim. Mas
- 41:55eu acho que é isso, assim, a gente olha, como a gente
- 41:57faz esse trabalho de olhar a pessoa, não só ali, mas
- 42:03o que ela já fez ali no passado, tem esse trabalho
- 42:06de pesquisa, né? Porque a gente não vai chegar a
- 42:08indicar uma pessoa para uma marca, porque a gente viu
- 42:10um conteúdo legal dela, sem saber exatamente quem é a
- 42:13pessoa. Porque isso também é ruim para a
- 42:15gente, né? Essa pessoa, assim, que é, pois
- 42:17em assuntos muito colêmicos, mas a gente sempre olha,
- 42:20essa pessoa é muito radical no sentido de, sei lá,
- 42:24muito radical com política, religião, se ela tem alguma
- 42:28coisa homofobia, algum caso de homopobia, de racismo,
- 42:32preconceito, e algumas polêmicas, esse tipo de
- 42:35coisa. Isso. Não é para a pessoa ficar
- 42:37em cima do muro, porque estamos falando de
- 42:39intensidade e legitimidade, mas são só cuidados que a
- 42:42gente olha para não deixar uma marca legal que a
- 42:47gente trabalha atrelada, uma pessoa que gosta de ter um
- 42:50nome, sei lá, atitudes, não conduzentes com o que a
- 42:54gente acha que são legais. Eu
- 42:57ia falar exatamente isso que a Ju falou, mas
- 42:59contando uma coisa rápida aqui, né? Quando
- 43:01a gente combinou esse papo, e a gente sabia que o
- 43:05tema era esse, eu fiz uma enquete rápida com todo
- 43:09mundo da Mil que perguntando exatamente isso.
- 43:12O que para a gente são bons
- 43:15hábitos e maus hábitos de influenciadores, de canais
- 43:21que a gente vai contratar. Só
- 43:22deixando claro que quando a gente fala canais, a gente
- 43:24não está falando de canais de... O
- 43:25canal YouTube é, tipo, um meio. É
- 43:28um meio, totalmente. Então, treinadores são canais,
- 43:30atletas são canais, jornalistas são canais,
- 43:33youtubers são canais, e quando a gente vai
- 43:36contratar um canal, e assim, a resposta que saiu
- 43:40igual de todo mundo é não se envolver em polêmica.
- 43:44Tá. Saiu igual de todo mundo
- 43:47da Mil. A pessoa que se envolve em
- 43:49polêmica, a pessoa que é muito agressiva, a pessoa
- 43:53que é... Ah, que trata mal os seus
- 43:58seguidores, ou que dá uma pisada na galera. Cara...
- 44:07Sérgio, você está aí no Mercado a um Tempão, eu
- 44:09estou aí no Mercado a um Tempão, o Ajú também está
- 44:11aí no Mercado a um Tempão. A
- 44:12gente sabe, pelo menos até agora, que essas pessoas
- 44:15começam por um caminho assim, a não ser que elas
- 44:19mudem de atitude, vai passar um tempinho, elas
- 44:23vão subir. Some, né? Tem
- 44:24muita de aliás que muita gente que apareceu e sumiu
- 44:26nesse mercado, né? Muita gente, muita gente. E
- 44:31assim, não é que... Ah, isso é uma regra absoluta,
- 44:33isso... Mas a gente sabe, né, a pessoa
- 44:36que se envolve em polêmica demais, a marca não quer
- 44:38se arriscar. Exatamente. A marca... E
- 44:41outra, não é que existem dez canais. Não,
- 44:45existem milhares de canais. Então,
- 44:48na hora que um está começando a polêmizar
- 44:50demais, está começando a existir um risco nessa
- 44:53história, você fala assim, pra quê que eu vou me
- 44:54arriscar? Deixa eu ir pra esse lado aqui,
- 44:57esse lado está um pouco mais tranquilo, um pouco
- 44:58mais seguro. Agora, esse mercado de...
- 45:07Produtores de conteúdo, tal...
- 45:09Influenciador tem acontecido alguns
- 45:11excessos. Não estou dizendo que foram com
- 45:13vocês, tá bom? Mas eu vou dar o exemplo,
- 45:15porque ficou clássico. Depois
- 45:18da maratona do Rio de Janeiro, que foi aquela
- 45:19prova de cinco quilômetros, que colocaram um monte de
- 45:22influenciador antes dos corredores rápidos, e saiu
- 45:25ali um relatório menos invesado. Eu
- 45:26fiz um vídeo sobre isso. Tem...
- 45:29Você acha que... Eu soube depois que foi uma
- 45:34demanda dos patrocinadores com a organização, pra
- 45:36fazer aquelação, entendeu? De
- 45:37colocar o pessoal na frente ali de todo mundo. Agora,
- 45:40como... E lógico que gerou uma
- 45:42consternação imensa sobre isso, né? Poxa,
- 45:45tinha um monte, tinha até a trata de elite ali na
- 45:47frente. Apesar da prova não ter categoria
- 45:49elite, né? Teoricamente a prova de cinco
- 45:52quilômetros do Rio de Janeiro era uma corrida
- 45:53festiva, mas seja festiva, eu não te apode no final.
- 45:58O ganhador foi... Eu
- 45:59tenho o primeiro, segundo, terceiro colocado, aquela
- 46:01coisa toda. Como você acha que as marcas
- 46:03precisam se policiar pra não cometer esses excessos?
- 46:06Porque o que eu já ouvi de
- 46:08alguns organizadores, por exemplo, é que às vezes,
- 46:10existem umas demandas que são meio que surreais, às
- 46:13vezes, pra colocar influenciadores em uma coisa
- 46:15assim. E os caras vão, não, gente,
- 46:16pera aí, para isso, não dá. Como
- 46:19você acha que as marcas precisam se policiar? Ou
- 46:21você acha que é agência que precisa orientar
- 46:24corretamente as marcas nesse sentido? Eu
- 46:28acho que, não necessariamente, é uma
- 46:29agência ou uma marca, eu acho que as marcas devem
- 46:33saber o que elas estão fazendo, né, cara? Assim,
- 46:37a gente tem um cuidado grande, sabe? A
- 46:42gente entende que a marca, e a marca é representada
- 46:48por pessoas, né? A marca e as pessoas, elas
- 46:52têm que fazer parte do rolê. Elas
- 46:53não podem ficar tão distantes do rolê, da
- 46:57galera, da comunidade, né? Elas
- 47:01precisam entender, isso é a nossa crença, tá? Não
- 47:04o questionamento que vocês fizeram, e você está
- 47:06falando especificamente da maratona do Rio e da
- 47:07Adidas, né? Não, não era só Adidas, todos
- 47:10os patrocinadores colocaram influenciadores lá. É,
- 47:14exato. Era Adidas e outros, né? No
- 47:16caso, é que teve o envolvimento I, é o 8 de
- 47:18março. É que eu acho que ali
- 47:20faltou, acho, tá? Eu acho que ali faltou uma
- 47:23orientação de alguém, ou, assim, de repente até
- 47:27existiu uma orientação, mas a galera não acatou essa
- 47:30orientação e eles acharam que aquilo faria sentido,
- 47:34né? E, de repente, até quando eles
- 47:35pensaram, eles também não pensaram no desenrolar, no
- 47:40potencial, no potencial problema que isso poderia
- 47:43gerar, né? Quando a gente viu essa história,
- 47:46tem coisas que a gente fala assim, que tudo que
- 47:47ia ser um pouco diferente, né? Eu
- 47:49acho que dava para tentar juntar os interesses desses
- 47:52patrocinadores e desses influenciadores com a prova,
- 47:57né? De repente fazer um corredor,
- 47:59eles saíram, não sei, tá? A
- 48:01gente já viu diversas coisas acontecerem com
- 48:02organizadores, mas tem hora, Sérgio, que a marca não
- 48:09quer encrenca, o organizador não quer encrenca, e aí
- 48:14chega uma hora que... Eu estou especulando, tá? Não
- 48:17sei, tá? Tá, tá bem, claro, claro.
- 48:19Achando, a gente já viu, gente, a
- 48:21gente já teve clientes, inclusive, que pediram,
- 48:24pediram não, falaram que ia fazer coisas que a gente
- 48:27não concordava, e... E os caras, assim, pouco
- 48:32importos, os caras estavam a fim de fazer, eles foram
- 48:34lá e fizeram, e a gente não concordava, e... E
- 48:37você não tem muito como... O
- 48:39que você vai fazer? Você vai bater no cara? Não
- 48:42tem como fazer isso, você vai falar assim, ah, na
- 48:44pior das hipóteses, o que a gente faz na Mil, que
- 48:47quando a gente não concorda com alguma coisa, e que a
- 48:50gente sabe o que vai acontecer, a gente registra,
- 48:52a gente envia, formaliza, fala assim, ah, a gente
- 48:56entende que isso aqui, a gente não acredita que
- 48:58funciona, a gente entende que o potencial de ruído
- 49:01disso aqui é tanto, que vai acontecer isso, isso,
- 49:04isso. É isso. É,
- 49:06e eu acho que nesse caso específico, é... Com
- 49:11todos os cuidados que o Cado colocou, todos os
- 49:13pontos olhando e preservando as marcas envolvidas, e
- 49:17também os criadores de conteúdo, e também a
- 49:20organização da prova, claramente, não foi legal,
- 49:27porque se tivesse sido legal, a gente não estava
- 49:29recebendo tanto, todo... todo
- 49:31mundo falando, foi perigoso, tinha gente mais rápida
- 49:35atrás, talvez tenha faltado um direcionamento mesmo,
- 49:38gente, vocês vão estar aqui, mas vai largar, por
- 49:40favor, saiam, vão para o lado esquerdo, sei lá, vai
- 49:45para algum lugar, porque a galera vai passar muito
- 49:47rápido ali também, vocês vão estar lá... Tinha
- 49:48influenciadores que estavam sem número de peito também.
- 49:50Então, isso me fez até pensar se
- 49:53isso não foi uma coisa meio de última hora, tá?
- 49:56Porque quando eu vi pessoas sem
- 49:58número de peito também, se não foi uma coisa meio,
- 50:01putz, vamos ali, vamos fazer, resolve, meio sem
- 50:04pensar e sem... sem muito pensar em as
- 50:07consequências que poderiam acontecer. Mas
- 50:09o que eu acho que isso trouxe foi um... uma
- 50:13reverberação tão grande dentro da comunidade e dos
- 50:17organizadores, que isso não vai mais acontecer. Exato.
- 50:20Assim, não vai mais acontecer, não tem, acabou
- 50:23essa história, não vai colocar pessoas, porque são
- 50:27influenciadores, criadores de conteúdo, ou quem quer que
- 50:30seja na frente de todo mundo para largar, porque...
- 50:34não funcionou, né? A
- 50:35gente está vendo aí um montão de crítica, um
- 50:37montão... e eu acho que faz sentido,
- 50:40na minha opinião, as críticas, mas enfim. E
- 50:43também tem as defesas das pessoas, que falaram, a
- 50:45gente foi ali, fez só... aquilo
- 50:47foi só um recorde do que aconteceu, e na verdade não
- 50:51é totalmente assim, mas o fato é que eu acho que,
- 50:55daqui para frente, não vai mais acontecer isso.
- 50:58Porque... acho que nem os
- 51:00organizadores vão permitir, e nem as marcas vão querer
- 51:04se expor ali, né? Falando nisso, você acha... eu
- 51:08notei de um tempo para cá, assim, em comentários de...
- 51:11de algumas postagens que eu já
- 51:13fiz, assim, eu estou sentindo uma certa
- 51:14animosidade dos corredores em relação aos
- 51:17influenciadores. Ah, é muito influenciador! Vocês
- 51:20já estão pensando em influenciador, vocês já
- 51:22devem ter notado isso. Vocês
- 51:24acham que isso... tem uma hora que vai
- 51:25estabilizar, que vai ter uma regulação normal da
- 51:29coisa, vai diminuir, que vai ter menos excessos,
- 51:32assim... como é que vocês veem isso aí?
- 51:35Ei lá, viu? Eu
- 51:36acho assim, ó... a gente está no Bum da
- 51:38Corrida. Eu escutei o... Bum
- 51:40da Corrida! Eu escutei a live da segunda
- 51:45-feira... Com Crut, viu? E
- 51:47que foi assim... porque, óbvio, está todo mundo
- 51:50vendo Bum da Corrida, a Corrida está no hype, está
- 51:53todo mundo correndo, quem não corria está correndo,
- 51:55todo mundo corre. E eu escutei, ele falando dos
- 51:59dados, assim, de aumento de... de
- 52:02inscritos em provas, de aumento de pessoas, querer
- 52:04ser sorteado para provas fora, e ele trouxe um
- 52:08olhar que era Brasil, e isso não é só um fenômeno
- 52:12do Brasil, é um fenômeno que está acontecendo fora
- 52:14do Brasil. Então, com isso, mais gente vai
- 52:17aparecer, mais corredores, mais influenciadores, mais...
- 52:21quando eu contei aquela história
- 52:22do TikTok, essas pessoas que eu vejo que estão
- 52:25fazendo conteúdo no TikTok, são... pessoas
- 52:28super jovens, não só necessariamente jovens, mas
- 52:31que têm nada de seguidores, não têm seguidores, mas
- 52:34eles estão ali mostrando que eles estão no Bum da
- 52:37Corrida e que eles estão fazendo. Então,
- 52:38eu acho que isso vai aparecer cada vez mais
- 52:41pessoas querendo mostrar o que elas estão fazendo no
- 52:46mundo da corrida, como é que elas estão fazendo,
- 52:48elas também estão nesse hype, elas também estão
- 52:50ali. E como uma forma de mostrar,
- 52:53é através das redes sociais, né? O
- 52:55social status, eu quero mostrar aqui também que eu
- 52:57também estou correndo, eu também estou no hype. Acho
- 53:01que isso resume, né? Você fala... Ah,
- 53:04as pessoas estão reclamando mais, talvez porque tenha
- 53:06mais pessoas, né? É, tem bastante, muita gente
- 53:09fazendo conteúdo mesmo, impressionante. Mas
- 53:12eu acho, Sérgio, quando a marca trata os
- 53:15influenciadores, como a gente falou, a gente não
- 53:18gosta muito desse termo, mas quando a marca trata
- 53:20os canais, os criadores de conteúdo, quando a marca
- 53:23trata o assunto criadores de conteúdo de uma maneira
- 53:27mais legítima, mais autêntica, eu acho que a
- 53:31gente tem uma quantidade menor de reclamação, quando
- 53:33a gente busca pessoas com mais... Ah,
- 53:39pessoas mais sérias, pessoas mais conectadas, mais do
- 53:43rolê, né? Eu acho que as outras pessoas
- 53:46entendem isso, né? A gente... Eu
- 53:55acho que a gente sempre vai ter isso. Vai
- 53:57ter marcas errando, vai ter influenciadores errando, vai
- 54:02ter marcas acertando mais, influenciadores acertando
- 54:04menos. E o que eu acredito é que
- 54:10todo mundo tem vontade de acertar e todo mundo tem
- 54:12vontade de fazer a coisa certa, porque isso traz
- 54:16mais resultado. E a médio -longo prazo, a
- 54:19gente enxerga esse resultado. É
- 54:22só a gente voltando naquela palavra do começo, é só a
- 54:27gente ter consistência num trabalho bem feito, em um
- 54:32trabalho autêntico, para que o resultado vem pra todo
- 54:36lado, pro criador de conteúdo, pra marca, vai
- 54:39ter menos reclamação. E quando tiver reclamação, vai
- 54:42ter mais gente defendendo a marca, a gente viu fenômeno
- 54:44olímpicos, um fenômeno impressionante. As
- 54:47pessoas antigamente atacavam, antigamente as pessoas nem
- 54:50falavam de olímpicos, aí num determinado momento as
- 54:53pessoas começaram a atacar, e num determinado momento
- 54:55as pessoas começaram a atacar e as outras pessoas
- 54:58começaram a defender, e hoje as pessoas atacam
- 55:01muito menos, e a marca quase não precisa mais
- 55:05tanto de defesa, porque a própria marca já está muito
- 55:07bem estabilizada, e isso também tem a ver com o
- 55:10consistência. Também tem a ver com o trabalho
- 55:12de formiguinhas, as pessoas falam assim, olímpicos
- 55:14apareceu agora, nada, muito sabe. Já
- 55:17começou em 2018. Então assim, já tem seis anos
- 55:21nessa história, martelando a mesma história, fazendo um
- 55:25trabalho consistente, contigo. Realmente,
- 55:27o Olímpicos, para mim, é um caso de uma case de
- 55:31transformação de marca incrível. Porque
- 55:34eu me lembro quando fui fazer o review do Corre 2,
- 55:36falei, eu não acredito que vou falar bem do Olímpicos.
- 55:41A gente atendeu, a gente
- 55:43começou no começo da conversa falando que a
- 55:45gente atendeu a Nike por muitos anos, e obviamente a
- 55:48Nike é uma marca inorda, é superlegal, uma galera
- 55:50apaixonada e tudo mais, e a gente atendeu de 2019 a
- 55:532016, a gente veio sete anos a Nike, e a gente
- 55:56está atendendo ao Olímpicos, não sei se a sete ou oito
- 55:59anos. Cara, eu vou te falar assim, eu
- 56:04juro para você o que eu vou te falar, não tem a
- 56:05ver com o fato de ele serem nossos clientes. Mas
- 56:08o que a gente está vivendo hoje no Olímpicos, é muito
- 56:10mais legal do que o que a gente viveu na Nike. A
- 56:13Nike já era uma marca forte, o Olímpicos não era
- 56:16uma marca forte, e se tornou uma marca forte, a
- 56:18gente teve a oportunidade de viver isso, e isso tem
- 56:21a ver com consistência, tem a ver com o pacote
- 56:25inteiro, né? Consistência, produto legal, estratégia
- 56:28bem feita, planejamento. Planejamento,
- 56:33apostas, apostas nesse formato, testa o formato,
- 56:37aí testa e fala, não, o formato não deu certo,
- 56:38beleza, vamos trocar e faz outro formato. Mas
- 56:41é uma galera consistente. Acho
- 56:45legal porque tem a linguagem de marketing,
- 56:46também tem o produto para bancar, eu acho que essa
- 56:51foi uma coisa muito importante, porque no início
- 56:53quando começou essa história, os challengers,
- 56:55não sei o que lá, aqueles tendo que estavam começando
- 56:57a melhorar, ficando mais legais, eu ainda falo,
- 56:59cara, eu ainda não boto fé, porque para mim ainda
- 57:02é o mesmo jeito que o tendo era antes. Mas
- 57:05depois que eu não começou até isso, eu estava feito
- 57:06para o brasileiro, essa coisa de identidade nacional
- 57:08muito grande, orgulho de ser o produto brasileiro,
- 57:11mas daí depois que eu comecei a entregar um
- 57:13produto realmente bom, eu falei, porra cara, que
- 57:15legal, uma coisa que eu não esperava que conseguiria
- 57:18chegar. Isso, né? Porque
- 57:20como já teve aquela conversa de 2019, a gente
- 57:23evoluindo e só o Sérgio ficava afinetando, só o
- 57:26Sérgio falava, porra, Marcio, mas eu sou todo
- 57:29mercado mal -tempo, você já entra e saia da corrida
- 57:31algumas vezes, eu queria saber se era de verdade,
- 57:35agora eu reconheço que realmente o negócio está
- 57:38indo. Aí a gente está indo, né?
- 57:41Deixa eu falar uma coisa, tem
- 57:42uma coisa que é muito importante que vocês
- 57:44citaram, estratégia, tudo que foi feito, marketing,
- 57:48produtos que os produtos estão muito legais,
- 57:49realmente, mas tem uma história da construção da
- 57:51comunidade que eu acho que vocês não citaram, porque a
- 57:55comunidade foi entendendo os produtos, foi entendendo a
- 58:00marca e aí a história de um conta, aí sim, a rede
- 58:05de influência. Sim, sim, sim. Gente,
- 58:10queria agradecer a participação de vocês aí,
- 58:12se não a gente vai ficar duas horas falando aqui,
- 58:14não para. Eu queria que vocês dêem essa
- 58:16consideração final aí, dê um recado pessoal, aliás,
- 58:19porque tem uma coisa que eu falo sempre, quando os
- 58:21caras começam, às vezes eu estou no canal, os caras
- 58:23começam a falar, é um trabalho, e dá trabalho,
- 58:28você dá trabalho, dá trampo, tem que escrever,
- 58:31tem que fazer foto, as mulheres ainda que ficam
- 58:33fazendo 10 milhões de fotos, eu tenho sempre pena
- 58:35dos conjuntos, tem que fazer foto, um trilhão de
- 58:37fotos, é um trabalho, é trabalhoso fazer, não é?
- 58:41Ah, eu coloquei uma foto e
- 58:42escrevi qualquer coisa, não é assim, editar vídeo,
- 58:45fazer vídeo, fazer reis, muda muita coisa, é um
- 58:47trampo. Principalmente quando vira esse trabalho,
- 58:51que a pessoa pode, meu, está dando certo, vou
- 58:53parar, saíro do meu trabalho regular, e fazer
- 58:56isso. Qual é o recado que vocês dão
- 58:57para as pessoas que estão nesse caminho? Para
- 59:00fechar. Cara, a consistência, é fazer
- 59:06bastante, é não desistir, é continuar, é... Todo
- 59:14mundo corre, todo mundo sabe que não é da noite
- 59:16para o dia. Se você fizer o treino
- 59:18direito, você vai correr demais, se você se
- 59:20alimentar melhor, você vai fazer um treino melhor, e
- 59:25tudo tem a ver com isso. Você
- 59:27acabou de falar uma coisa super interessante, você
- 59:29fala assim, então dá um trampo isso. A
- 59:31pessoa tem um trampinho e ela acha que ela vai
- 59:34virar? Assim, até acontece com o ETS,
- 59:39com tipo, o Neymar, que nasceu sabendo jogar
- 59:42futebol, né cara? Enfim, você tem aí uma galera
- 59:46muito, que nasceu com a bunda virada para a lua,
- 59:49né? Mas, eu não sou esse, cara, eu
- 59:52preciso trabalhar pra caramba, eu estou aqui
- 59:54acordando cedo, estou correndo todo dia, né? É,
- 59:58apontar no desafio, 3Bm. Estar
- 1:00:00no desafio também, mas, é... Meu
- 1:00:03recado é esse, é consistência, é, que
- 1:00:06insiste, é... E assim, e se insiste, e
- 1:00:13faz, se você gostar, é, achar isso legal, né?
- 1:00:18Porque essa não é a única
- 1:00:19profissão do mundo, não é a única forma do mundo,
- 1:00:21tal. E aí você toma as decisões
- 1:00:24de falar, eu vou viver disso, do mesmo jeito,
- 1:00:27sabe? Eu acho que um dia você pode
- 1:00:27fazer um programa explicando exatamente qual que é a
- 1:00:29tua história. Eu acho que é um outro
- 1:00:31exemplo legal, qual é a tua história, como é que
- 1:00:34você virou? A chave de falar assim, agora
- 1:00:36eu vou fazer isso. Como é que foi quando você
- 1:00:38deixou de trabalhar pra uma marca onde você tinha um
- 1:00:42contrato de exclusividade, você resolveu falar não vou
- 1:00:45mais fazer isso pra essa marca? Qual
- 1:00:47que foi, quais foram as viradas de chave? Eu
- 1:00:49acho que a tua história, ela talvez seja até muito
- 1:00:52mais interessante do que a nossa, né? Do
- 1:00:53que a gente vê por aí. Porque
- 1:00:55você é um caso super legal de sucesso, sempre o Chateu
- 1:00:59Saco até porque a gente sabe que eu nem gosto de
- 1:01:00você. Não, Pix... Depois
- 1:01:02você me passa... Não esquece de passar a chave
- 1:01:03Pix, pô. Não, eu não gosto de você. Você
- 1:01:10contata a história, cara, passa uma puta legitimidade
- 1:01:12porque você é um cara que conseguiu com um trabalho
- 1:01:16consistente insistindo nisso e fazendo as suas apostas
- 1:01:21e fala assim cara, hoje eu vou fazer só isso. E
- 1:01:25aí quando você fala assim eu vou fazer só isso,
- 1:01:27parece que o só é um pouquinho, cara, eu sei o
- 1:01:30que você trabalha. Tá travado? Você
- 1:01:32fica pensando nisso o dia inteiro, você fica montando
- 1:01:35coisas, você faz propósito, você faz a tua live todo
- 1:01:37dia, cara, é um baita rolê, né? Então
- 1:01:40eu acho que é isso que as pessoas têm que se inspirar
- 1:01:42e não no cara que de repente surge no cara ou
- 1:01:45na mulher que de repente surge e bomba, como a
- 1:01:48gente já viu, monte, bomba e aí passa seis meses, um
- 1:01:53ano, a pessoa some. Na verdade? É,
- 1:01:56na minha opinião a pessoa tem que ser ela mesma, tem
- 1:01:59que ser ela. Não adianta querer ser um
- 1:02:03personagem. Alguém querer copiar, fazer igual
- 1:02:06o mesmo estilo de Sérgio Rocha e não vai funcionar,
- 1:02:09porque o Sérgio é o Sérgio, cada é o cada de
- 1:02:11Daniel Gillianna. Tem que criar sua autenticidade,
- 1:02:14a sua legitimidade dentro do conteúdo e a história
- 1:02:17da consistência, né? Porque não vai sair do dia pra
- 1:02:19noite. Legal. Bom, queria agradecer demais
- 1:02:22aí gente, valeu? Obrigado a quem tava assistindo aí,
- 1:02:25lembrando que o café vai correr um programa que vai
- 1:02:27o ar de segunda a sexta, às sete horas da noite, no
- 1:02:30YouTube simultaneamente com o Instagram, vira podcast,
- 1:02:32você pode assistir a reprise no próprio YouTube
- 1:02:34ou pelo podcast. Queria agradecer ao audiência de
- 1:02:37vocês, valeu Ju, valeu, Kado, não saiam, tá? A
- 1:02:40gente continua fofocando depois aqui, terminar. Tá
- 1:02:42bom, né? Obrigado pessoal, valeu. Valeu
- 1:02:47que eu fecho mesmo aqui, aqui.