Latest / ABC Cast / ABC Cast Conexões T02E07: Gabi Roncatti | Risoterapia, arte e cura pelo afeto
Transcript
- 0:00ABC cast conexões, um podcast do portal ABC do ABC onde as
- 0:07conversas sobre os mais variados assuntos se conectam com você.
- 0:14Olá, bem-vindo a mais esse episódio do ABC cast conexões, é
- 0:17um prazer receber você aqui hoje para mais uma trajetória de
- 0:22conversas sobre assuntos diversos.
- 0:25Então você já nos acompanhou aqui, já falamos de
- 0:27empreendedorismo, já falamos de tecnologia, já falamos sobre
- 0:31tantas coisas. E hoje a pauta principal que nós
- 0:33vamos tratar aqui é Alegria. Como que é a Alegria como o
- 0:38riso, como AA risoterapia trabalha na cura de corações e
- 0:44na cura de doenças. Então é um assunto diferente,
- 0:48talvez um dos mais diferentes que nós já trouxemos até aqui e
- 0:51para me ajudar, seguindo a tradição desse programa.
- 0:54Eu gostaria de convidar a nossa jornalista, a jornalista Daniela
- 0:59Ferreira, que é uma integrante do portal ABC do ABC, que vai me
- 1:03ajudar aqui na condução dessa entrevista.
- 1:05Então Dani, muito bem-vinda. É um prazer recebê la hoje em
- 1:09nosso programa. Muito obrigado, Tiago olá
- 1:11ouvintes. E do do do lado da nossa
- 1:15entrevistada, nós temos então a Gabi roncat, que tem um
- 1:20currículo, gente, é invejável. Ela é atriz, ela é escritora,
- 1:25ela é risoterapeuta que é um pouco disso que nós vamos falar
- 1:28hoje. E ela é idealizadora de um de um
- 1:32projeto muito interessante chamado rumo ao riso.
- 1:36Como é que são muitas coisas, a gente vai tratar um pouquinho de
- 1:39cada uma hoje, mas assim fazendo 11 resumão do que nós vamos
- 1:44falar, né? Existe uma força criativa muito
- 1:47grande por trás desse projeto rumo ao riso.
- 1:50Então a Gabi, ela vai mostrar pra gente como que a gente
- 1:53Humaniza esse ambiente hospitalar, no cuidado da saúde,
- 1:59né? E aí ela faz isso de maneiras
- 2:01diversas, né? Então, enquanto o médico está lá
- 2:04aplicando um medicamento, usando uma seringa, é usando remédios,
- 2:10luvas, máscara, né? A Gabi trabalha com música, com
- 2:14literatura, com animais e especialmente com o riso.
- 2:19Então vamos falar um pouquinho sobre isso, Gabi, muito
- 2:21bem-vinda e obrigado por aceitar o convite de participar do ABC
- 2:25cast conexões. Olá gente, tudo bem?
- 2:28Eu tô muito feliz de tá aqui, viu?
- 2:30Thiago, Dani e o Ed que tá aí atrás, muito contente.
- 2:34Principalmente pra falar do projeto rumo ao riso e da
- 2:37risoterapia que hoje em dia é tão importante pra gente.
- 2:40Tô muito contente com o nosso bate-papo.
- 2:43Tá, ô Gabi, antes da gente entrar de vez na entrevista.
- 2:46Me diz uma coisa, quando foi a primeira vez que você é percebeu
- 2:51que rir é uma forma de cura? Olha, quando eu percebi que era
- 2:57uma forma de cura mesmo, foi quando eu tava dentro dos
- 3:01hospitais, quando eu comecei a entrar nos hospitais, mas quando
- 3:04eu percebi que o riso realmente mudava a vida das pessoas assim.
- 3:10É quando eu estava no palco, né? Eu lembro que há muito tempo
- 3:13atrás, eu acho que eu tinha uns 13 anos de idade fazendo Romeu e
- 3:16Julieta, um clássico, e eu entrei no palco e o público
- 3:22começou a rir e eu falei para minha diretora.
- 3:24Eu falei, cara, eu acho que eu não sigo para ser atriz, né?
- 3:26Porque eles estão rindo de um personagem Sério.
- 3:30Ela falou, não, você tem uma coisa que é difícil, né, a gente
- 3:33estudar, que é fazer os outros darem risada.
- 3:36Aí ela criou para mim o Romeu e Julieta na roça, que era o humor
- 3:41daquilo ali. E eu nem quis mais fazer uma
- 3:43Julieta, fazer um guarda. E eu percebia que as pessoas,
- 3:47elas saiam tão em êxtase do teatro, por terem dado risada,
- 3:51que você começa a analisar. Você fala, Hum, se isso acontece
- 3:55ali, ela vai mudar o dia dela, então por que não acontecer em
- 3:58outros ambientes? Aí quando eu comecei a visitar
- 4:01orfanatos, ONGs, várias coisas que eu gosto, eu sempre colocava
- 4:05o riso no meio. Até porque depois eu comecei a
- 4:07fazer stand up só show de humor e chegava ouvindo o público, né?
- 4:12É, nossa, hoje eu cheguei aqui tão mal, não era nem pra eu ter
- 4:15vindo num show de humor, eu tô saindo tão bem.
- 4:17Aí você começa a ver, Hum, isso tem base científica, alguma
- 4:21coisa muda no nosso sistema pra que?
- 4:23A gente estava muito mal e sai muito bem.
- 4:26Aí a partir daí eu comecei a querer estudar cada vez mais.
- 4:29Encontrei a risoterapia, que hoje eu acho que é o que mais o
- 4:33mundo tá precisando, é disso. Não, então vamos, vamos falar
- 4:37sobre isso. E aí, AA Dani já entra, tá?
- 4:39Dani, eu vou lançar sua pergunta aqui, daí você já entra, tá?
- 4:42É só só pra gente entender conceito, talvez pro pessoal que
- 4:46tá em casa entender o que é a risoterapia e o que é o projeto
- 4:50rumo ao riso. E aí eu deixo você, Gabi, a Dani
- 4:53discutirem um pouquinho sobre esse assunto.
- 4:56Tá, vamos lá. A risoterapia é uma técnica
- 4:59psicoterapêutica que trabalha o riso nas pessoas.
- 5:04Que trabalha a forma de você acalmar o seu emocional, de você
- 5:08ter mais leveza, de mudar várias coisas que hoje a ciência
- 5:11comprova, né? Que a risoterapia, ela aumenta
- 5:14imunidade, controla a pressão, libera hormônios da Felicidade,
- 5:19entre tantos outros. E a risoterapia é basicamente
- 5:22isso. Depois a gente vai falando, eu
- 5:24vou explicando melhor. E o projeto rumo ao riso é um
- 5:27projeto de palhaçaria terapêutica que aplica a técnica
- 5:31da risoterapia. Escuta ativa, presença ativa,
- 5:34música, terapia, literatura no hospital, né?
- 5:39Pros pacientes, para os esperantes e para os
- 5:42profissionais de saúde também. Então a gente trabalha com todo
- 5:45mundo. De 0 a eu falo 110 anos, porque
- 5:48a gente atendeu uma senhora de 102, então a nossa, a nossa é o
- 5:54nosso tempo de vida. Hoje está muito mais longo,
- 5:57então a gente fala de 100, de 0 a 110 anos, OOO.
- 6:01Roma ao riso atende também. Tá, eu fiquei você falando.
- 6:04Eu fiquei um pouco de dúvida sobre.
- 6:06Fiquei curiosa para saber como foi esse contato com os
- 6:09hospitais, como eles receberam seu projeto e como é.
- 6:12É entrar em contato para oferecer, ó, eu tenho um projeto
- 6:15aqui. Como é esse caminho?
- 6:17Então, na verdade, o caminho para você entrar no hospital
- 6:21hoje ele é ele é difícil, ele não é 11 caminho fácil.
- 6:25A gente fala, Ah, eu vou trabalhar de voluntariado, eu
- 6:27vou entrar no hospital. Até porque, quando você fala de
- 6:30palhaçaria terapêutica e de risoterapia e todas as outras
- 6:33técnicas que a gente usa, principalmente dentro de um
- 6:36hospital, se você não leva o riso a Sério e não tem um estudo
- 6:41por trás disso, em vez de você ajudar, você pode prejudicar.
- 6:45Então, a gente tem que tomar muito cuidado quando a gente
- 6:47trata com pessoas que estão em vulnerabilidade, principalmente
- 6:50de doença, porque você pode fazer coisa errada.
- 6:54Por exemplo, você pode entrar numa hemodiálise cantando
- 6:57músicas sobre comida. Né?
- 6:59E você vai causar um transtorno horroroso, porque as pessoas
- 7:03estão com fome, não podem comer, não podem, muitas das vezes não
- 7:05podem beber água, então você tem que ter um estudo muito grande.
- 7:09Então os hospitais, para confiar num grupo, ele precisa conhecer.
- 7:13E para conhecer a gente precisa estar lá dentro, né?
- 7:16Porque a gente tem muitos grupos de palhaçaria maravilhosos e
- 7:19também tem uns que não são muito legais, né?
- 7:22Talvez por falta de estudo, entre tantas outras coisas.
- 7:26Então a gente tem um patrocinador que é a Blau
- 7:27farmacêutica. A Blau normalmente nos ajuda a
- 7:31abrir as portas do hospital pra gente poder atender dentro desse
- 7:35hospital. Aí quando a gente atende dentro
- 7:37do hospital, o hospital avalia se ele achou interessante ou
- 7:40não. Graças a Deus, o rumo ao riso
- 7:42tem uma aprovação de 100% nos hospitais.
- 7:46A gente procura estudar muito, ouvir muito o hospital, porque
- 7:49cada hospital ele tem 11 particularidade, né?
- 7:53Desde a sua biossegurança. Até o tipo de paciente que você
- 7:57vai atender. Às vezes a gente vai para UTI,
- 7:59às vezes você vai para o paliativo, às vezes você vai
- 8:01para quimio. Então tem várias coisas que você
- 8:04pode atender. E depois que você ganha essa
- 8:06confiança do hospital, aí as portas ficam mais abertas, mais
- 8:10tranquilas, para que você entre com a sua equipe e faça um bom
- 8:13trabalho lá dentro. Legal, e eu fico imaginando
- 8:17aqui, conforme você foi narrando, ô Gabi.
- 8:20Que o paciente, óbvio, ele é o grande beneficiado.
- 8:24Mas não é só o paciente que precisa de riso e cuidado
- 8:29emocional durante um tratamento médico.
- 8:32Eu acho que o acompanhante também acaba passando por isso,
- 8:35né? Então, o seu trabalho de fato
- 8:38impacta aquele que tá sendo hospitalizado ou tratado e
- 8:41aquele que acompanha o tratado. Com certeza, com certeza,
- 8:45Thiago, até porque muitas das vezes o esperante, ele é o que
- 8:49mais precisa. Se você falar, vai, vou dar um
- 8:52exemplo que acho que todo esperante precisa.
- 8:54Mas um exemplo mais forte quando se trata de criança, né?
- 8:58Criança em algum estado de saúde, de doença mais grave, a
- 9:02mãe, né, 90% dos casos acompanhante é a mãe.
- 9:06Então a mãe precisa de muito mais cuidado.
- 9:09Aí eu digo porque nem sempre a criança que tá ali como como
- 9:13paciente, ela tá. Ela tá ali, né?
- 9:17Ela? Às vezes ela tá em coma, às
- 9:19vezes ela tá muito debilitada, às vezes ela não consegue nem
- 9:22brincar direito. Às vezes pra aplicar uma
- 9:24fisioterapia numa criança num estado mais grave é muito mais
- 9:27difícil. Então a gente sempre acolhe
- 9:29muito o esperante e essas mães, elas precisam muito de
- 9:32acolhimento, porque a força que elas tem que ter e só pra tá ali
- 9:36já é gigantesca. Então, quando você tem um
- 9:39acolhimento, uma escuta ativa, né?
- 9:41Quando a gente fala de palhaço, terapia, nem sempre a gente
- 9:44precisa. Falar de brincadeira, né?
- 9:47Não é só sobre brincadeira, a brincadeira ela é consequência.
- 9:51Eu digo que a figura do palhaço justamente por ser um ser
- 9:54imperfeito, um ser que fala as verdades, né?
- 9:57Como antigamente tinha o bobo da cor tinha, entre tantas outras
- 10:00coisas, ele ele abre a porta para que você seja imperfeito.
- 10:04Então a gente fala que o nariz ele é uma abertura para o seu
- 10:07coração. Se eu chego de palhaço, eu
- 10:10consigo muito mais escutar os seus problemas.
- 10:13Porque você vai se abrir muito mais fácil comigo do que eu tá
- 10:16de Gabi como uma fisioterapeuta, né?
- 10:18Que às vezes você pode falar, nossa, eu não vou falar isso Pra
- 10:20Ela, putz, se ela souber disso talvez não vai ser tão legal, e
- 10:23muito pelo contrário, né? A gente quer saber disso, mas o
- 10:26palhaço ele é uma forma de amenizar o seu problema pra que
- 10:30você consiga falar de uma forma mais gostosa.
- 10:33Então é com isso a gente consegue trazer o esperante,
- 10:36principalmente o esperante e o profissional de saúde pra pra
- 10:40perto da gente. O profissional de saúde muitas
- 10:42vezes está num plantão gigante, passando por diversas coisas o
- 10:46tempo inteiro. Está nervoso.
- 10:48Às vezes, só de você falar para ele, você lembrou de se alongar.
- 10:51Ele já fala nossa, Sério, eu não alonguei, não deu uma
- 10:54espreguiçada e isso já dá uma mudada no humor dele.
- 10:57Então é muito importante ter esse acolhimento Sério e real
- 11:01dentro dos hospitais para todo mundo a.
- 11:03Gente está falando de fisioterapia, mas a coisa é
- 11:06séria. Né?
- 11:08Até talvez para ilustrar isso, Gabi.
- 11:10Você consegue compartilhar com a gente talvez uma experiência que
- 11:13te marcou? EE que você possa é trazer isso
- 11:17como 11. Como que eu posso dizer?
- 11:22É uma experiência de vida mesmo, aquilo que olha, gente, se vocês
- 11:25não acreditam que a fisioterapia dá certo, olha essa história.
- 11:29Tenho várias Thiago, várias, várias.
- 11:31Mais. Uma que me marcou bastante era
- 11:34um menininho. Eu não vou lembrar o nome do
- 11:36hospital porque a gente vai em muitos hospitais.
- 11:38Mas ele estava sozinho no quarto com a mãe dele e fazia alguns
- 11:42dias, talvez uma semana, uns 5 dias, que ele estava tomando
- 11:46medicamentos muito Fortes e ele estava sem fome, não queria
- 11:49interagir e só ficava deitadinho na cama.
- 11:52E quando a gente chegou no hospital, a mãe pediu pra que a
- 11:55gente fosse no quarto dele, porque normalmente a gente se
- 11:58divide em dupla, né? Nós somos em 4 palhaços.
- 12:01Quando a gente vai nas interações, 2 fazem um quarto e
- 12:042 fazem outro. Nesse dia a gente resolveu os 4
- 12:07pra falar com essa criança. E a gente entra muito devagar, a
- 12:10gente pede licença para entrar no quarto, se o paciente não
- 12:13quer, a gente não vai entrar. Ele tem todo direito, né?
- 12:17É o momento que ele pode falar não para alguém, é nesse
- 12:19momento. Então, e a gente pediu para esse
- 12:22garotinho e ele disse sim, bem desanimadinha.
- 12:25A gente entrou e com muita calma, muito amor, muita
- 12:29delicadeza, a gente foi aos pouquinhos, conversando,
- 12:32brincando, enchi uma bexiga. Mostrava e devagarzinho.
- 12:37A gente começou a conquistar ele, ele levantou da cama, ele
- 12:41brincou com a gente, chegou a brincar de pega pega em câmera
- 12:45lenta, para vocês terem uma ideia, é, depois jogamos bexiga,
- 12:48conversamos, isso a gente foi se alongando e a risioterapia com
- 12:52criança. A gente não fala muito para eles
- 12:54da técnica, né? A gente simplesmente vai fazendo
- 12:57e vai fazendo com que ele te copie, porque a criança copia
- 13:00quando ela tá gostando, né? E ela brinca, ela vendo junto.
- 13:04E chegamos ao ponto de gargalhar todo mundo no quarto, inclusive
- 13:07com a mãe. E quando terminou, a mãe tava
- 13:10muito emocionada, porque ele tava andando, ele precisava
- 13:13daquilo, ele acabou se exercitando e na hora que a
- 13:16gente foi sair, ele disse que tava com fome.
- 13:18Então pra mim, uma das maiores provas, ele levantou, se
- 13:22divertiu, liberou hormônio, sentiu fome, o apetite dele
- 13:26voltou. Então a risoterapia você liberar
- 13:29esses hormônios e você mostrar pro seu cérebro que ele pode
- 13:32estar feliz. E não necessariamente você
- 13:35precisa ver um filme de comédia pra você rir.
- 13:37Você pode causar isso em você até de uma forma proposital ou
- 13:41como a gente fez com esse garoto que foi estimulando ele até
- 13:45chegar ao ponto dele gargalhar de tanto que a gente brincava,
- 13:48enfim, e ela é imediata, a fisioterapia ela é imediata,
- 13:52pensa a longo prazo o que que ela não faz na gente de bom, né?
- 13:56Então, esse foi um dos casos assim que me marcou, entre
- 13:59tantos outros que a gente tem que são muito legais.
- 14:03Você falando isso até me lembrou que a minha avó, ela teve câncer
- 14:06de mama e você falando que a minha mãe passava muito tempo
- 14:08lá. E realmente ter alguém como
- 14:10fisioterapia faz toda a diferença, porque a pressão do
- 14:13acompanhando, a gente ficar lá horas esperando sentada no tomar
- 14:17banho e o nervosismo é algo que realmente faz muita diferença.
- 14:21Total faz muita diferença, pensa tipo sua mãe acompanhando sua
- 14:25avó. Você fica com incerteza, você
- 14:28não quer que aquela pessoa fique mal, você quer fazer isso tudo
- 14:30Pra Ela ficar bem e muitas vezes sai do seu controle, né?
- 14:33Você não tem como mudar o diagnóstico, você não tem como
- 14:36mudar muita coisa. E quando chega alguém pra te
- 14:38escutar, pra conversar com você, pra cantar, pra sorrir, pra te
- 14:42fazer um exercício diferente, você muda o seu estado de
- 14:46espírito e a consequência é você mudar o estado de espírito do
- 14:50paciente junto, porque vocês vão pra casa comentando sobre
- 14:53aquilo. Você aprende exercícios que você
- 14:55vai praticar em casa, então faz toda a diferença, porque fica
- 14:58muitas horas naquele ambiente da mesma cor, né?
- 15:01Eu falo que é monocromático, né? Porque é só 11, cor, uma coisa,
- 15:05todo mundo vestido igual, todo mundo de máscara, cheiro de
- 15:08medicamentos. Então quando você chega com
- 15:11cheiros, inclusive, a gente usa óleo essencial também, né?
- 15:13Meio de longe assim, óbvio, né, pra todo mundo, mas quando você
- 15:16muda todo esse sistema de de de sentir, de perceber, você
- 15:21melhora o dia das pessoas. Ô, ô, ô, Gabi.
- 15:24E eu fico pensando aqui que eu gosto particularmente de mostrar
- 15:28que mesmo coisas que são engraçadas, elas são sérias, né?
- 15:33Então Oo projeto é rumo ao riso, é um projeto Sério.
- 15:37E você, como já falou aqui, ele tem uma base científica, uma
- 15:42base acadêmica, existe um estudo por trás, né?
- 15:44Por exemplo, eu vou dar um pouco que a gente conseguiu pesquisar
- 15:48a respeito do trabalho. Vocês usam várias linguagens,
- 15:51vocês não fazem só a encenação. A música, por exemplo, tem um
- 15:54papel é de bastante destaque, né?
- 15:57É, explica pra gente um pouco assim como funciona essa talvez
- 16:02engenharia emocional que vocês usam pra trazer a música, né?
- 16:06Desde como vocês compõem essa música?
- 16:09Quando que você sabe que a hora certa de executá la é em que
- 16:13momento do hospital que você consegue pensar assim isso aqui?
- 16:16A música vai te servir e vai ajudar a resolver tal e tal
- 16:19problema. Conta pra gente um pouco desse
- 16:21bastidor. Vamos lá, a parte da música é
- 16:26uma coisa que eu particularmente gosto muito, né?
- 16:29As músicas fui eu que compôs o meu ex marido Landau, faz parte
- 16:33das da das composições também, da da trilha de tudo EAA música
- 16:40desde muito tempo, né? Tanto todas as frequências, elas
- 16:43acalmam, elas te deixam mais agitada, elas te deixam triste,
- 16:46elas te deixam alegre. E eu pensei muito nisso e falei,
- 16:50cara, eu quero levar música terapia também pra dentro dos
- 16:52hospitais. E acabam fazendo fazendo músicas
- 16:56com frequências e tudo muito estudadinha, que aumenta sua
- 16:59Alegria, que tira o medo, entre tantas outras coisas que tem que
- 17:03te dar um pouquinho de sono pra quando você precisa dormir.
- 17:07Agora, a hora que a gente vai usar cada coisa, inclusive AA
- 17:11música terapia, vai de uma coisa que a gente tem que estudar
- 17:14muito, que é o nosso instinto. Você tem que sentir a sua
- 17:17intuição. Né?
- 17:19Quando você entra no quarto, o máximo que você sabe daquele
- 17:22paciente é o nome dele, a idade e às vezes, se ele tem alguma
- 17:27divergência neurológica ou alguma coisa é mais complexa,
- 17:32por que não o diagnóstico? O diagnóstico a gente não quer
- 17:34saber. Ah, mas você não quer saber por
- 17:36quê? Porque pra gente não importa.
- 17:38Ele é um ser humano igual a todo mundo e tá ali pra que a gente
- 17:41faça ele feliz. E quando a gente sabe, o
- 17:43diagnóstico acaba pesando um pouco no nosso emocional também.
- 17:48Então a gente evita saber o diagnóstico, anão ser que o
- 17:50paciente queira conversar sobre isso por livre e espontânea
- 17:53vontade. Fora isso, não.
- 17:56Então quando a gente entra, a gente tem que ter o cuidado de
- 17:58sentir aquele paciente, né? Se ele está confortável, se ele
- 18:02está gostando, se ele é mais agitado, que tipo de paciente
- 18:06que ele é, como que ele está agindo?
- 18:08Então isso instintivamente você vai percebendo.
- 18:12E a música é uma coisa que dificilmente alguém não gosta.
- 18:16Muito difícil. A música ela te leva pro outro
- 18:20patamar, eu digo, né? Como a fisioterapia, a música,
- 18:23ela trabalha em áreas diferentes do nosso cérebro também,
- 18:26liberando também hormônios, fazendo com que você não pensa
- 18:29em outras coisas, principalmente coisas negativas.
- 18:32Então a gente sente o paciente quando é pra cantar as nossas
- 18:35músicas e quando é pra cantar alguma música que ele queira,
- 18:38que faz tempo que ele não escuta e que de repente leve ele pra
- 18:42alguma lembrança ou de volta pra algum lugar que faça com que ele
- 18:46se sinta bem. Né?
- 18:47Que faz com que aquela lembrança leve ele de volta ao momento que
- 18:52estava numa Felicidade plena, no momento saudoso que isso também
- 18:56aumenta imunidade. Então é muito sentir como às
- 18:59vezes a gente sente que a gente entra num quarto e você não tem
- 19:01que falar nada. Você só tem que estar ali, mas
- 19:04numa presença ativa, pra que aquela pessoa se sinta
- 19:07acompanhada e se sinta. É como é que fala acolhida sem
- 19:12você precisar falar nada, só está ali.
- 19:15E ela um quebra gelo, ela vira um quebra gelo invisível, mais
- 19:19ou menos assim, né? Você começa com a música e você
- 19:22vai conquistando 111. Confiança do paciente, né?
- 19:26Exatamente. Até o fato de você cantar olá,
- 19:28tipo, você está passando no corredor, tá vendo, sei lá, um
- 19:31Monte de enfermeira tensa pra você não chegar fazendo uma
- 19:35brincadeira inadequada ou algo, ou se então metendo numa
- 19:38conversa que você não pode. De repente você passa a cantar
- 19:40rolando. Uma coisa engraçada, alguém vai
- 19:45te olhar e você já puxou, aí todo mundo começa a cantar junto
- 19:49e você entra numa numa bagunça boa.
- 19:51Então, o fato da gente atingir o coração das pessoas, ele tem que
- 19:54ser leve, né? Ele tem que ser devagarzinho,
- 19:57com muito respeito, e é só fazer isso que a gente consegue,
- 20:01porque hoje em dia eu não sei se vocês concordam comigo, o mundo
- 20:06está precisando muito disso, né? Por quê?
- 20:08Porque a gente foi condicionado e ensinado.
- 20:12Que rir alto não é legal, que rir alto faz parte de uma pessoa
- 20:15boba, que para você ser Sério você tem que trabalhar 18 horas
- 20:19por dia, mostrar que você é Sério, que você é poderoso, que
- 20:23você bate na mesa com a cara fechada e isso desgastou gente,
- 20:27desgastou o ser humano. Ninguém consegue mais fazer
- 20:29isso, né? E a gente precisa reaprender que
- 20:32sorrir faz parte, né? Que não é porque você sorri que
- 20:36você é bobo, né? E ser bobo também é muito legal,
- 20:39né? Não é porque você sorri que você
- 20:40não é inteligente. Então isso tem que fazer parte
- 20:43do nosso dia a dia, porque isso realmente faz parte da nossa
- 20:46saúde mental e se a gente não cuidar disso, a gente não vai
- 20:49aguentar lá na frente. A pressão é muito grande hoje em
- 20:52dia de tudo, então a risoterapia e o projeto rumo ao riso.
- 20:56Ele vem para mostrar que a gente pode ser bobo muitas vezes, né?
- 21:00Sem precisar deixar com que o seu poder diminua.
- 21:05A gente pode ser 11, excelente profissional, um excelente
- 21:08negociador, dando gargalhadas. Disso.
- 21:11E a gente vai deixar com que isso?
- 21:14Que a vida fique muito mais leve, muito mais gostosa de
- 21:16seguir. Então o nosso objetivo é esse.
- 21:19Uma coisa que eu fiquei curiosa é que você comentou que não
- 21:23gosta de saber do diagnóstico dos pacientes.
- 21:25E como é para vocês como equipe? Normalmente vendo tantas pessoas
- 21:29doentes, às vezes muitas crianças.
- 21:31Como isso impacta o psicológico de vocês trabalhando com essas
- 21:34pessoas? Ó, eu vou te falar aqui, é um
- 21:38trabalho muito difícil de se fazer.
- 21:40Por isso que a gente não, não, não, não quer saber o
- 21:43diagnóstico, além de pesar muito no nosso emocional, né?
- 21:47Porque a gente consegue fazer um trabalho tanto ali, mas fora
- 21:50dali a gente não consegue. Infelizmente, a gente não tem um
- 21:54poder nas nossas mãos de mudar aquela situação de uma maneira
- 21:57brusca. Então a gente aqui, por respeito
- 22:00ao paciente, também não saber o diagnóstico, né?
- 22:04É a nossa equipe, além da gente fazer muitos estudos antes.
- 22:10O pós saída do hospital é muito importante.
- 22:13A gente sempre que sai do hospital a gente vai para o
- 22:15psicólogo, a gente conversa com o psicólogo, descarrega tudo lá
- 22:19para a gente não levar para casa.
- 22:21Porque se a gente começa acumular tudo isso em casa e não
- 22:24tira do nosso coração, a gente não se reabasteceu.
- 22:27E se a gente não se reabastece, a gente para de trabalhar, a
- 22:30gente não consegue mais. É aquele velho ditado, né?
- 22:33A máscara do avião cai, põe primeiro em você para depois
- 22:36você salvar o outro, se você não está bem.
- 22:39Você não salva o outro, você não consegue.
- 22:41Então a gente precisa descarregar bastante.
- 22:44A gente escreve muito, a gente faz muito exercício justamente
- 22:47por conta disso, porque tem coisas que a gente vê no
- 22:50hospital que é muito cruel, né, que pra gente, pro nosso
- 22:54ideologia de vida, pros nossos valores, você fala, putz, isso é
- 22:56muito injusto. Ô, cara, como alguém consegue
- 22:59fazer isso com alguém, meu Deus do céu, então, se a gente não
- 23:03separa e não usa, a risoterapia na gente também.
- 23:07A gente não consegue voltar para tratar.
- 23:09Então isso precisa de um cuidado muito grande.
- 23:11Dani, a gente a gente dá muita atenção para isso.
- 23:13Eu imagino, penso muito forte em alguns momentos.
- 23:17É EEE. Eu penso também que AO trabalho
- 23:21que vocês fazem dentro do do do rumo ao riso impacta a vida
- 23:26geral, né? É tanto que acho que um dos
- 23:28exemplos que a gente pode dar aqui, eu acho que foi a criação,
- 23:31é, a gente transfere pro a conversa, pro lado literário,
- 23:35né? Você quando traz a cria, aquele
- 23:37livro de o cachorro pula pula, eu acho que tem muito a ver a
- 23:41vivência do hospital, que se transborda para as páginas de um
- 23:44livro e traz outro rumo pro pro rumo ao riso, né?
- 23:48Pode falar um pouco sobre isso? EE até dou o gancho aqui, a Dani
- 23:52é assim como eu, é uma apaixonada por livros, né?
- 23:55E eu gosto de todo tipo de livro, inclusive livro infantil,
- 23:58né? E quando eu o dia o cachorro
- 24:00pula pula, achei espetacular. É esse carinha aqui, ó, é esse?
- 24:05Livro aqui vou. Falar esse livro é é a história
- 24:10desse carinha aqui que viveu 14 anos comigo.
- 24:14Quando eu resolvi escrever o livro do di, eu IA escrever um
- 24:17livro mais pra adulto. E quando eu comecei a escrever,
- 24:22eu comecei a perceber nos hospitais.
- 24:24Eu falei, não, cara, o di tinha 11.
- 24:26Missão muito maior, né? Porque o di era um cachorro de
- 24:29suporte, também, de suporte emocional.
- 24:32Também visitou muita gente, ajudou muita gente.
- 24:34Eu falei, eu vou escrever um livro para toda a família,
- 24:36abordando uma parte que fosse engraçada, lúdica e que tratasse
- 24:42um pouco de um luto mais leve, né?
- 24:46Então, o dia ele conta a história, ele narra a história
- 24:49dele, né? É, é narrada pelo cachorrinho.
- 24:52Então ele usa essa parte leve da brincadeira, do lúdico, do da
- 24:56risoterapia, porque ela te faz rir, conta um pouquinho das
- 24:59histórias dele. Como suporte e trata do luto de
- 25:03uma maneira mais leve, porque quem tá no hospital, a gente no
- 25:06dia a dia, a gente tem muito medo de falar da morte, né?
- 25:09Tudo que chega perto da morte a gente tem uma aflição, uma coisa
- 25:13não, não quero e é uma coisa que a gente tem que tratar com mais
- 25:16naturalidade, porque ela tá aí pra todo mundo, todo mundo vai
- 25:18morrer, né? EEEO falar que todo mundo vai
- 25:21morrer, dá um dá sempre 11, baita de um impacto né?
- 25:24Tipo nossa, não, não fala isso agora não, fala.
- 25:27Só que se a gente falar disso mais vezes e com mais
- 25:30tranquilidade, a gente consegue aproveitar nossa vida muito
- 25:34melhor. Quando a gente sabe que a gente
- 25:36vai morrer, eu não vou perder o momento, como eu tenho aqui com
- 25:40vocês, de falar o que eu quero que as pessoas escutem, né?
- 25:43Porque eu não sei o que vai acontecer daqui 10 minutos.
- 25:45Então, quando a gente fala de morrer, a gente aproveita mais,
- 25:48as pessoas mais o amor, mais a nossa vida.
- 25:51Porque aquela frase clássica, né?
- 25:53A gente vive todos os dias, a gente tem oportunidade de viver,
- 25:56morrer, a gente morre uma vez só aí.
- 25:58Por isso que eu quis abordar isso no livro também, porque
- 26:01quando a pessoa está lá, ela está mais vulnerável a isso, né?
- 26:04O esperante está com muito medo disso.
- 26:06Então, além de você pegar um livro e trazer a ludicidade para
- 26:09pessoa, de sair daquele ambiente hospitalar, dela entrar no mundo
- 26:13da fantasia, se divertir um pouco, eu tento colocar no livro
- 26:17a morte de uma maneira mais leve, para que tudo aquilo fique
- 26:20mais leve. Né?
- 26:21Então Eu Acredito e espero conseguir atingir um pouco as
- 26:24pessoas com isso, porque a minha intenção é levar leveza, né?
- 26:29Além de risada, levar leveza. E o livro a gente distribui
- 26:32gratuitamente nos hospitais que a gente vai e eu fico muito
- 26:36feliz com isso. E no livro também a gente tem os
- 26:38QR codes de algumas das músicas do projeto, pra que a pessoa
- 26:42estando no hospital, ela consiga aumentar a vibração dela e
- 26:46consiga melhorar tudo aquilo. E também tem mais uma coisa
- 26:50legal. Que dia o cachorro pula pula?
- 26:51Ele está em audiobook no Spotify, então você consegue
- 26:54atingir algumas pessoas que não conseguem ler, né?
- 26:57Ou que não sabem ler, ou que não enxergam ou que tenham alguma
- 27:01divergência neurológica que só de repente só olha o desenho.
- 27:05Então, o audiobook ele também traz essa ludicidade.
- 27:09Na forma de escuta. E eu fico muito contente de
- 27:11poder levar isso. Eu não sei se vocês vocês não
- 27:14tem o livro ainda, né? Porque eu vou mandar para o
- 27:15Tiago, mandar para vocês, eu vou mandar de presente.
- 27:18Para vocês aí? Depois vocês me conta, o que que
- 27:20vocês acharam do livro? Muito bem, agora é seguindo,
- 27:24talvez usando Oo de como gancho. É os animais nesse processo de
- 27:30de terapia, né? É, eles são importantes também,
- 27:33né? Pensando aqui no nos cuidados,
- 27:36né? Como que?
- 27:38Riso é música e 4 patas se conectam nesse seu trabalho
- 27:44inteiro. Nossa, só de você falar essas
- 27:46coisas, Tiago, já me vem em Alegria no coração, porque
- 27:50música, riso e bichinho. Não tem como não mudar o dia de
- 27:54alguém, só se essa pessoa eu falo mesmo que essa pessoa for a
- 27:57pessoa mais triste do mundo, não tem como, porque Oo vou falar do
- 28:03cachorro, que é o com o qual eu trabalho, né?
- 28:05Mas todos os animais, bom, eu amo bicho, de todos os jeitos, o
- 28:09cachorro ele é uma coisa muito doida, né?
- 28:11Eu tenho a roquita agora que vai lançar o livro dela, inclusive
- 28:14no livro da roquita a gente fala muito de síndrome do pânico e
- 28:18ela é uma cachorrinha que vai começar ir comigo nos hospitais
- 28:21agora. Ela já tem um treinamento e um
- 28:23atendimento incrível, porque inclusive eu sei que ela é boa
- 28:26para atender outras pessoas, porque ela me atendeu.
- 28:29Eu falo que a roquita me escolheu para cuidar de mim.
- 28:32Então, o cachorro, ele te tira atenção do celular, ele faz você
- 28:36levantar e fazer exercício, ele faz você ter responsabilidade,
- 28:39ele faz você morrer de rir, ele faz você querer correr atrás
- 28:43dele, porque ele é terrível, ele faz graça, ele é uma companhia,
- 28:48ele não te deixa só então, só disso.
- 28:51Olha quanto que não muda para alguém que tá parado de repente
- 28:54numa quimioterapia só pensando naquele medicamento entrando?
- 28:58Quando você desvia esse pensamento, principalmente para
- 29:01um animal que vai te trazer tudo isso junto, porque com o animal
- 29:05você vai cantar, você vai fazer truque, você vai passar OA mão
- 29:08no pelo que é o tato, ele vai te lamber, ele vai te fazer
- 29:12gracinha, a gente vai cantar junto.
- 29:14Ele mudou o dia dessa pessoa e eu garanto, cientificamente
- 29:18comprovado. Que os hormônios dela vão
- 29:20liderar Felicidade, vai liberar a dopamina, vai vim a ocitocina,
- 29:24que é muito importante, e ele vai aumentar a imunidade dele,
- 29:28então eu garanto que vai ajudar bastante o animal.
- 29:30É, é, é, é uma coisa de de outro planeta, eu falo que só sabe o
- 29:34que é um ter um animal, quem tem, né?
- 29:36E quem ficar eu não vou ter porque faz isso, só tem, tenha
- 29:39depois conta pra gente e. E como é a?
- 29:42Dinâmica de levar pra um animar pro hospital, porque às vezes o
- 29:45hospital é um lugar que não pode ter sujeito, tem muitas regras.
- 29:47Como é essa dinâmica? Ó, Oo cachorro também tem que
- 29:52ter muita, fazer parte da biossegurança do hospital
- 29:54também, né? Ele tem que ser higienizado
- 29:56antes, ele tem que ter um treinamento, ele tem que
- 30:01trabalhar de uma forma mais tranquila, porque se o
- 30:05animalzinho também não tem, às vezes o animalzinho ele é muito
- 30:07legal na sua casa, mas você leva pro hospital, ele pode fazer
- 30:11xixi no lugar errado, cocô e não pode, porque tem bactérias, né?
- 30:15De alguma forma as pessoas estão mais vulneráveis lá dentro, né?
- 30:19E ele tem que ter um treinamento porque pensa, uma pessoa tá ali
- 30:23com acesso de sono, né? O cachorro todo bichinho gosta
- 30:26de cheiro de sangue, cheiro de machucado.
- 30:29Ele não vai poder lamber, aí de repente, sei lá, ele é muito
- 30:31sapeca, ele puxa um acesso e sai correndo.
- 30:34Então, em vez de você ajudar, você está atrapalhando.
- 30:36Então você tem que ter todo esse cuidado, fazer treinamento,
- 30:40entender que ele está bem, ir devagar e com calma com o
- 30:44bichinho. Entender que o bichinho vai ter
- 30:46que ficar pouco tempo dentro do hospital, que ele vai ter que
- 30:49sair para fazer as necessidades dele.
- 30:51Ele tem que se hidratar, beber água e ele não pode trabalhar
- 30:54muito tempo, né? Ele tem que ir aos pouquinhos,
- 30:57tipo, vai, a gente faz 3 dias de hospital, o cachorro vai um e
- 31:01por 1 hora só depois ele vai embora, né?
- 31:04Então você tem que ter todo esse cuidado de ensiná lo e respeitá
- 31:08lo também. Isso é muito importante e tem
- 31:10algo a maioria dos hospitais. Aceita?
- 31:12Quando você tem esses, você segue esses protocolos e alguns
- 31:16não aceitam. E está tudo bem também é?
- 31:19Eu acho que cada um tem um jeito de de de lidar com isso.
- 31:22Mas eu fico muito feliz quando um hospital aceita, porque eu
- 31:25sei que melhora. E é muito legal ver a diferença
- 31:29do antes e do depois de ter uma visita pet dentro do hospital.
- 31:33Ô Gabi, hoje no rumo ao riso, vocês têm um animal apenas?
- 31:36Um animal? Apenas.
- 31:38É a roquita, ela está por aqui, inclusive deve estar lá embaixo,
- 31:42com certeza, vendo televisão. Eu vou tentar chamar ela daqui a
- 31:44pouco para ela vir aqui. A gente tem um só, até por uma
- 31:47questão que a gente viaja muito, né?
- 31:49A gente vai para muitos lugares do Brasil, principalmente nessa
- 31:51segunda temporada, e a gente está na justiça.
- 31:54Inclusive eu até gosto de falar isso no ar, num lugar que atinge
- 31:58outras pessoas, porque a gente está tentando conseguir com que
- 32:02a roquita viaje como suporte emocional em cima na cabine do
- 32:06avião. Porque a gente não tem como
- 32:08fazer muitas viagens com ela embaixo, né?
- 32:10Ela prejudica a saúde dela, é maltrata o animal, né?
- 32:14Não tem como, já pensou, você perde, eu perco minha cachorra,
- 32:17porque acontece em muitos casos, né?
- 32:18Não, não dá. Então por isso que a gente só
- 32:20tem um, justamente porque é muito difícil esse transporte,
- 32:24tem que ter muito cuidado, é caro, não é não é uma coisa
- 32:28barata de se levar, porque daí você vai ter que ter um hotel
- 32:31que aceita alguém que vai com você para cuidar quando você
- 32:34está trabalhando, né? Então tem todo.
- 32:36Todo essa, essa dinâmica, mas se eu pudesse, eu teria, juro, uma
- 32:41matilha gigante pra levar e mais gato e mais papagaio e mais um
- 32:45Monte de bicho que eu acho que IA ser muito legal, muito
- 32:47divertido. Já aconteceu de você levar o
- 32:50animal e alguém ficar com medo e depois acaba se aproximando,
- 32:53algum médico acha ruim, mas depois acabou se aproximando
- 32:56também? Ó, isso já aconteceu, mas não
- 32:59foi no hospital. O hospital normalmente é
- 33:01bastante bagunça, é bem gostoso. Aconteceu no avião, uma vez que
- 33:05eu estava com o di. Inclusive de suporte emocional
- 33:08lá em cima, sem gaiola. E quando o cachorro vai com você
- 33:12de suporte, você tem que sentar na primeira fileira, né?
- 33:15Porque tem mais espaço, porque ele vai no seu pé solto, aí o
- 33:18banco do meio fica vazio e o banco da janela tinha um senhor.
- 33:24Quando eu entrei, ele resmungou, falou, nossa, eu não gosto de
- 33:27cachorro. Eu falei, tudo bem, fica
- 33:29tranquilo que ele vai ficar comigo.
- 33:30Ele é muito bonzinho, ele é ensinado e tal, e o di ficou
- 33:34comigo. Aí ele começou, o senhor começou
- 33:36a conversar comigo o que não gostava por ele, motivos de
- 33:38família e não sei o que que fazia, muita sujeira, cheiro e
- 33:42tal. E ele tinha muito medo de avião,
- 33:44ele tava com medo de atrapalhar ele.
- 33:47Aí eu falei para ele que muito pelo contrário, que eu morro de
- 33:49medo de avião e viajo muito, e o dita fala justamente como eu
- 33:52suporte para me tirar o medo do avião.
- 33:55Aí o dita entrou em umas 2 vezes nele, ele não permitiu, ele
- 33:59voltou. Quando o avião começou a
- 34:01decolar, o senhor começou a ficar com bastante medo.
- 34:05E nessa hora o cachorro tem que ficar no chão, né?
- 34:08Você segura ele com a coleira bem pertinho de você.
- 34:10A gente com o cinto fica no chão e o di insistiu para ir para
- 34:13perto dele e o senhor permitiu e eu deixei e ele foi e ele foi a
- 34:17decolagem inteira, aqueles minutos até você poder soltar o
- 34:20cinto fazendo carinho no pelo do di, olhando o dia, o di fazendo
- 34:24graça para ele, enfim, o voo continuou e o de ficou com ele o
- 34:29tempo inteiro e eu deixei quando terminou o voo.
- 34:32Esse senhor virou para mim e falou assim, eu nunca pensei que
- 34:34um bichinho pudesse tirar o meu medo de voar, que é tão grande.
- 34:38Você, em 1 hora e pouco de voo, e o seu cachorro conseguiram me
- 34:43convencer a ter um bicho e eu vou ter um bicho para mim.
- 34:46E ele, já numa idade avançada, nunca tinha tido cachorro, nunca
- 34:50tinha permitido se aproximar e por ter deixado de ficar perto
- 34:53dele em 1 hora, ele mudou todo o conceito da vida dele.
- 34:58Agora você pensa em alguém que já gosta de cachorro e tá num
- 35:02hospital com uma vulnerabilidade, vem um
- 35:04bichinho, o que que não muda, né?
- 35:06Então é muito legal, é muito legal e óbvio, né?
- 35:08A gente sempre respeita o medo de pet, a gente respeita o medo
- 35:13de palhaço, tanto é que a gente usa o nariz azul para dar uma
- 35:15amenizada, é que é o nosso jeito de fazer isso, né?
- 35:19Mas a gente pode tirar também e o nariz vermelho é maravilhoso,
- 35:22a gente que quis mudar para o azul.
- 35:24Então eu acho que esse respeito tem que ser muito grande,
- 35:26principalmente um animal, porque tem gente que tem trauma e é
- 35:28real, né? E ter medo dói.
- 35:31A gente não tá lá pra a gente não vai pro hospital pra fazer
- 35:34ninguém sentir medo, a gente vai pra melhorar isso.
- 35:36Então a gente tem todo o respeito com isso.
- 35:38Muito bem, a conversa vai seguindo.
- 35:41A gente precisa fazer só um rápido intervalo agora e a gente
- 35:45já volta. Com os nossos quadros especiais?
- 35:47Então segura aí, é um minutinho. E temos muito para falar ainda
- 35:51sobre a risoterapia rumo ao riso e sobre como a Alegria
- 35:56transforma a vida das pessoas que estão precisando, né?
- 35:59Num hospital, dentro de um lar. Enfim, vamos falar mais sobre
- 36:03isso daqui a pouquinho? Um minutinho só.
- 36:04Olá, essa é para vocês que estão assistindo OABC conexões?
- 36:10Sim, vocês, nossos ouvintes. Eu sou o João Pedro Melo e agora
- 36:14eu estou na bancada do ABC Quest.
- 36:16Sala pessoal, você já deve ter ouvido a minha voz.
- 36:19Se você não ouviu, eu sou a Susana Rezende, apresentadora do
- 36:22ABC Quest, e eu venho aqui para te fazer um convite muito
- 36:25especial. O nosso encontro está marcado de
- 36:28segunda a sexta às 18:00 lá no ABC Quest e lá nós falamos sobre
- 36:33tudo que impacta o seu dia a dia desde o grande ABC.
- 36:36Até a região metropolitana de São Paulo a gente fala sobre o
- 36:39Brasil, sobre o mundo, pra te manter sempre bem informado.
- 36:43Sem Rodeio, sem drama e sem perder mais o seu tempo bom,
- 36:47talvez só um pouquinho de drama. Não, não tem desculpa.
- 36:52Nos siga na sua plataforma preferida.
- 36:54Então tem o Deezer, o Spotify, o Apple boot fashion, o Amazon
- 36:57Music, até o YouTube. É só escolher sobre preferida do
- 37:00seguir e dar o play. Então já nem perde tempo e segue
- 37:04a gente lá no Instagram. É arroba ABC do ABC, underline
- 37:08oficial, porque é lá que a gente avisa, provoca, comenta, ri e
- 37:14chora e às vezes até descola uma treta.
- 37:17Então Bora lá. Então, pode dar o play.
- 37:22Muito obrigado por ouvir esse recado.
- 37:23Vamos direto para o Nosso Quadro especial contraponto.
- 37:28Contraponto. Nesse quadro eu me afasto.
- 37:34Deixo a nossa jornalista convidada assumir os controles
- 37:37aqui com perguntas que não foram roteirizadas.
- 37:39Então o que vier ali veio é Dani, o tempo é seu.
- 37:44Gabi, eu espero que ela seja bem.
- 37:47É tranquila com você porque a conversa está sendo tão ótima,
- 37:50né? Vamos ver o que vem por aí.
- 37:52Você você tinha comentado um pouco sobre a seriedade de fazer
- 37:56as pessoas irem, o cuidado que você tem.
- 37:58E eu até queria perguntar se existe um risco se na
- 38:01risoterapia não for aplicada com sensibilidade, ela acabar
- 38:05cruzando uma linha da positividade tóxica e acabar
- 38:07tentando deixar as pessoas felizes e acabar sendo algo
- 38:10tóxico com as pessoas. E acabou não invalidando a dor
- 38:13genuína do paciente. Queria saber um pouco mais sobre
- 38:16isso. Bom, vamos lá, a risoterapia ela
- 38:19é bem diferente da. É, a gente nem chega a perto da
- 38:23positividade tóxica, porque AA positividade tóxica é você
- 38:27invalidar Oo sentimento de alguém, né?
- 38:30É, alguém tá passando muito mal, tá ali, vamos falar de hospital,
- 38:33né? É uma pessoa tá com muita dor,
- 38:35tudo que você fala não imagina que dor o quê?
- 38:38Pensa em outra coisa, que essa dor vai embora e tal.
- 38:41Isso pra mim é uma, é uma positividade tóxica, então a
- 38:44risoterapia Por Ela ser séria, apesar de ser risonha.
- 38:49A gente toma muito cuidado com isso e principalmente respeitar
- 38:52o paciente tendo com ele primeiro, antes da risoterapia,
- 38:56uma escuta ativa, né? Escutar o paciente, entender os
- 39:01problemas dele, fazer com que ele desabafe, validar todo o
- 39:04sentimento dele. Porque, Dani, não é porque a
- 39:07gente trabalha com fisioterapia que às vezes tem gente que
- 39:09pergunta assim pra mim, Ah, mas então fica triste, com raiva,
- 39:12não pode? Tem sempre que rir, não, muito
- 39:15pelo contrário. A gente tem que respeitar todos
- 39:17os nossos sentimentos. E deixar que eles venham pra
- 39:21que? Sim, o cérebro descarregue.
- 39:23E o quanto tempo esse sofrimento, essa raiva, essa
- 39:27tristeza vai durar? Aí sim, depende de você, de você
- 39:31aplicar uma risoterapia e mudar aquela história.
- 39:34Então por isso que a gente respeita muito o paciente na
- 39:37hora de ouvir as dores dele, de ouvir os sentimentos pelo que
- 39:41que ele tá passando, pra aí sim a gente aplicar uma risoterapia
- 39:46até em forma de exercício pra que ele mude.
- 39:49Aquele estado dele, para que ele coloque o estado dele no melhor.
- 39:53Então a positividade tóxica, aí ela até até não cabe.
- 39:57Eu acho que ela caberia mais numa escuta ativa, numa escuta
- 40:00ativa errada, sabe de você desvalidar aquele sentimento,
- 40:04aquela dor, aquilo e colocar como tudo.
- 40:07Sabe quando alguém tem uma crise de ansiedade que você fala,
- 40:09respira, que passa? Isso não é nada, isso é para mim
- 40:12é 11, super positividade tóxica, porque você está desvalidando
- 40:15aquele sentimento, então a risioterapia tem um cuidado
- 40:18muito grande. Pra gente não chegar nisso, a
- 40:20gente escutar muito, aí sim aplicar exercício pra que a
- 40:23pessoa mude aquela sensação dela, bote aquilo pra fora, né?
- 40:28Dá um gritão também é importante soltar uma gargalhadona pra
- 40:31descarregar o cérebro é muito importante, então todos os
- 40:33sentimentos são válidos. É importante dizer que não tem
- 40:36problema a gente sentir outras coisas, mas pelo contrário,
- 40:39somos seres humanos e vamos sentir, né?
- 40:41Estamos todos é no dia a dia, a gente tem uma montanha-russa de
- 40:45emoções. E é importante.
- 40:47E trabalhando, você sente que tem sentimentos que são mais
- 40:50comuns nos pacientes do que outros?
- 40:53Ah, com certeza, com certeza. Você tem pacientes mais abertos.
- 40:57Tudo a gente fala, né, que essa leveza que a gente quer aplicar
- 41:01nas pessoas que o mundo está precisando hoje, ele é muito
- 41:04cultural, ele é muito sobre sua educação.
- 41:07O riso é sobre tudo isso, né? Às vezes uma coisa que é muito
- 41:10engraçada para mim não é para o outro às vezes, né?
- 41:14E por isso que a gente tem que tomar cuidado, porque.
- 41:16A risoterapia e o riso não é eu rir de você, é eu rir com você,
- 41:22né? Porque ele tem o riso tóxico que
- 41:25é o riso que humilha, é o riso que te tira sarro de você.
- 41:28Como tudo tem. Então a risoterapia, ela
- 41:30trabalha por outro lado. Então é isso que a gente busca,
- 41:35né? Pra tomar cuidado com tudo isso
- 41:38e fazer com que o riso ele pegue o rumo certo da história.
- 41:42Antes você até tinha falado sobre a questão do luto, da
- 41:44importância de se falar da morte, e a gente queria saber
- 41:47como vocês lidam quando exige silêncio e luto.
- 41:51A risoterapia sabe a hora de recuar e apenas segurar a mão?
- 41:55Você comentou um pouco sobre isso.
- 41:57Com certeza, com certeza. Dentro da risoterapia tem AA
- 42:01presença ativa, né? Como eu disse.
- 42:03E a escuta ativa, que é uma das coisas mais importantes na hora
- 42:07do luto, né? Eu falo que pra gente acolher
- 42:09alguém com luto. Pela minha experiência, você tem
- 42:13que deixar a pessoa soltar o luto como ela acha melhor, né?
- 42:17Que cada um tem uma forma de encarar o luto.
- 42:19Tem gente que precisa gritar, tem gente que precisa espernear,
- 42:22tem gente que precisa ficar quieta, tem gente que não quer
- 42:24nunca mais falar com ninguém, né?
- 42:26Nunca mais num num tempo. Então, o rumo, Maurício, quando
- 42:29ele se depara com isso, a gente é muito respeitoso em em em
- 42:34lidar, em saber como fazer. Eu acho que o silêncio é o
- 42:37primeiro AA primeira coisa a se fazer.
- 42:40A respeitar aquele momento, porque a gente pega 111, luto de
- 42:43imediato, né? A gente pega a notícia da morte,
- 42:46né? Estando dentro do hospital a
- 42:47gente não pega o pós luto, o pós luto eu acabo pegando nas minhas
- 42:50sessões de risoterapia, né? Em sessões mais particulares,
- 42:54tal. Mas no hospital a gente pega um
- 42:56momento imediato, então eu te falo que nisso a risoterapia ela
- 43:00fica em silêncio. Depois eu vou ensinar exercícios
- 43:03pra aquele devagarzinho, vá saindo do luto.
- 43:06Um pouco mais leve, né? Porque o luto pra cada um tem um
- 43:09tempo diferente. Mas o silêncio é a primeira
- 43:11coisa. E por fim.
- 43:14E por fim, eu queria até perguntar sobre quem cuida de
- 43:16quem cuida. E eu tinha perguntado se até no
- 43:18antes existe o risco de burnout. E como vocês até vocês dizem que
- 43:22vocês até trabalham com as pessoas que estão lá no
- 43:24hospital. Como você encara Oo projeto que
- 43:27vocês têm pra até enfrentar o burnout dos próprios médicos e
- 43:31enfermeiras que estão ali trabalhando?
- 43:34Eu, eu. A gente fala que o rumo ao riso
- 43:35quando ele chega no hospital pro profissional de saúde, ele é
- 43:39aquela pausa que eles precisam ter, né?
- 43:41E que nem sempre consegue. Às vezes o médico, o enfermeiro
- 43:44tá falando com você, fazendo algum exercício com você no
- 43:48computador, escrevendo num prontuário, porque se ele para o
- 43:52paciente lá dentro que sofre, aí você pensa pressão que ele não
- 43:56sofre. Então, quando a gente consegue
- 43:58juntar todo mundo, a gente faz um uns exercícios em grupo.
- 44:02De Alívio. Eu uso muito o tai chi chuan
- 44:05também junto nisso, né? Que é uma prática que eu que eu
- 44:08pratico há um tempo já. E eu brinco que eu criei o thai
- 44:11ri e você faz o thai chi chuan rindo, porque o thai chi chuan
- 44:15alguns exercícios muito leves, ele mexe com a sua circulação,
- 44:19ele ajuda a ativar os seus órgãos, a mexer na sua energia,
- 44:22a tirar da do do centrado e expandir um pouco.
- 44:26Então um ato de você se expreguiçar.
- 44:29Tá todo mundo tenso porque o paciente, não sei o que tal, deu
- 44:32aquela pausa, o ato de você se espreguiçar, rodar um pescoço e
- 44:37soltar 11 risadinha você libera essa tensão pra fora, então você
- 44:42acaba evitando esse burnout de imediato.
- 44:45Mas pra evitar o burnout você tem que ter muitas outras
- 44:47técnicas, muitas coisas. É aí eu digo que Oo pra você não
- 44:52chegar no burnout você tem que ter seu tempo de Descanso e as
- 44:55empresas tem que tem que ter o os protocolos de é.
- 44:59NR um de fisioterapia de diversas coisas pra que evite
- 45:02isso, mas de imediato a gente consegue trabalhar sim numa
- 45:06pausa que seja de 5. Minutos.
- 45:12Muito bem. Obrigado pela participação, viu,
- 45:14Dani? Suas perguntas foram ótimas.
- 45:16É, vamos entrar num quadro chamado fora da zona.
- 45:21Fora da zona? Nesse quadro, nesse quadro,
- 45:26Gabi, a gente tenta assim entender quem é a Gabi fora
- 45:29desse universo do rumo ao riso. Então eu tenho aqui umas 23
- 45:33perguntas só para entender um pouquinho, quem é você como
- 45:36pessoa, né? Por exemplo, o que que te faz
- 45:39rir de fato no dia a dia? Você é aquela pessoa do riso
- 45:42frouxo ou você ri de o seu humor?
- 45:44É mais refinado assim, mais direcionado para algum tipo de
- 45:47coisa. Cara, eu vou te falar, Thiago,
- 45:50que o meu riso é totalmente frouxo.
- 45:52Eu falo que eu acho que eu aprendi tanto a dar risada que
- 45:55eu me emociono de dar risada. Eu choro de rir, eu fico
- 45:59emocionada de rir, porque hoje em dia as pessoas estão tão
- 46:02duras, né, que eu falo que rir é é tão importante.
- 46:05E eu sou a pessoa que eu dou risada de tudo, tudo, tudo.
- 46:08Uma borboleta passa que eu dou risada, dou risada pra todo
- 46:09mundo na rua, que isso às vezes é até perigoso hoje em dia, mas
- 46:13eu sou uma pessoa de riso frouxo.
- 46:15Graças a Deus eu aprendi a sorrir.
- 46:17EEE, procuro, fica assim, eu sou aquela pessoa que eu acordo de
- 46:20madrugada dando gargalhada, aí você não sabe porque que alguma
- 46:23coisa que eu sonhei, que eu não sei o que que era e eu acordo
- 46:25dando risada, essa é a Gabi, sou palhaçona, amo brincar, às vezes
- 46:29brincam na hora errada, às vezes a gente está numa reunião séria
- 46:32só eu fiz a piada e só eu dou risada, sabe?
- 46:34Você paga aquele mico, então eu sou benção do riso frouxo de
- 46:38paga mico, essas sou eu, plena assim.
- 46:41Ô, ô, Gabi, eu sou casado com uma mulher que ela é professora.
- 46:46E ela trabalha tanto assim, né? Uma professora de Geografia
- 46:49assim, que trabalha muito e para ela, ela desenvolveu uma válvula
- 46:52de escape para ela poder relaxar, que é assim no tempo
- 46:56que ela pode, ela assiste coisas que não tem muito conteúdo,
- 47:01sabe? Por exemplo, um big Brother 11,
- 47:05novela de baixa qualidade, não porque ela gosta daquilo, mas é
- 47:09porque ela fala assim. Isso não me não, eu não preciso
- 47:12pensar, eu posso só colocar lá e vou.
- 47:16Deixar meu cérebro flutuando ali naquele coisa.
- 47:19Você tem alguma coisa assim, do tipo quando você quer uma
- 47:21válvula de escape, você vai pra esse lado aí, vai pra algum
- 47:26lugar ou assiste alguma coisa? Tenho, eu tenho vários,
- 47:30inclusive. Eu gosto de assistir coisas
- 47:32também que não pensem muito, mas bem de comédia assim.
- 47:36Adoro ver vídeos de comédia. Gosto muito?
- 47:40É, eu gosto muito de ler, né? Então acabo estudando e lendo
- 47:43junto. Eu sou meio.
- 47:44Bitoladinha nas coisas, mas tem uma coisa que eu amo que é
- 47:47nadar, eu amo mar, amo piscina, então é um descarrego meu.
- 47:52Eu moro na Bahia, no sul da Bahia, então eu tenho a
- 47:55oportunidade de falar, putz, eu tenho meia hora, cara, eu vou,
- 47:58vou mergulhar. E eu gosto de criar umas
- 48:00técnicas malucas, bi Gabi, que eu gosto de soltar a gargalhada
- 48:04embaixo da água pra ver o que acontece e isso pra mim, juro,
- 48:07pode é é muito infantil porque eu sou infantil.
- 48:10É muito engraçado, então é uma válvula de escape, até porque da
- 48:13gargalhada a gente descarrega o cérebro mesmo.
- 48:15Até falo para sua esposa sair da aula, tá muito tenso.
- 48:17Vai no banheiro, solta uma gargalhada, respira fundo, que
- 48:20ajuda. Então, 11 das minhas principais
- 48:23válvulas de escape é nadar. Eu amo água, amo, amo muito.
- 48:27Bem, a gente tem um outro quadro aqui chamado audiência, quer
- 48:30saber a. Audiência quer saber?
- 48:36Que assim a gente? Quando começou planejar a pauta,
- 48:39a gente foi atrás de pessoas EE perguntando assim, se você
- 48:42estivesse na frente da Gabi é o que que você perguntaria para
- 48:45ela sobre esse trabalho que ela faz, né?
- 48:48Meu nome é Sofia Santos da Silva.
- 48:50Mora em São Bernardo do Campo e você planeja lançar novos livros
- 48:55infantis abordando outras emoções difíceis?
- 48:59E aí temos 11 plano desse no Horizonte.
- 49:03Temos sim, inclusive no final do livro, do de?
- 49:06Fala assim, bem pequenininho, né?
- 49:08É. E continua com o rokita, a
- 49:12rokita, como eu disse antes, vai ser o livro sobre ela.
- 49:14Eu não tenho o nome do livro ainda, por incrível que pareça,
- 49:17porque normalmente eu penso o nome do livro antes.
- 49:20Mas a rokita vai abordar sobre medo, sobre síndrome do pânico,
- 49:24sobre ansiedade, mas de uma forma mais infantil, mais
- 49:27família, para que ele seja mais leve.
- 49:30Pra que não desvalorize o sentimento, né?
- 49:33Porque hoje é o que todo mundo sente.
- 49:35Então acho muito importante a gente abordar isso,
- 49:37principalmente pra quem vai receber no hospital, pra
- 49:39adolescente, pra gente, né? Já adulto, eu não sei quantos
- 49:44anos vocês tem, mas eu já mais velha.
- 49:46É muito importante a gente saber disso, porque eu tive uma
- 49:50síndrome do pânico muito grande. Ainda tenho, né?
- 49:53Que a gente fala que não tem cura, mas eu falo que a
- 49:55risoterapia é o meu caminho pra não deixar que volte esses
- 49:58medos. E o livro da rockita eu vou
- 50:00colocar tudo isso. Eu vou abordar tudo isso de uma
- 50:03forma leve e divertida e com melhor um dos melhores remédios
- 50:07do mundo, que é o cachorro. É porque eu falo que o melhor é
- 50:10o riso, né? E o mais barato também.
- 50:12Muito bem, a gente vai estar lá então pra fazer a cobertura do
- 50:15lançamento desse livro com. Certeza vai ser, provavelmente.
- 50:19Agosto, setembro, já vamos estar lançando ele.
- 50:21A gente a gente tem que estar lá, com certeza é, eu gostaria
- 50:26de trazer de volta aqui pra nossa conversa o Ed.
- 50:30Selo Ed é verdade. Por que durante a conversa a
- 50:35gente falou sobre vários assuntos, sobre vários temas, e
- 50:37o Ed ficou fazendo a checagem em tempo real das coisas que nós
- 50:41falamos aqui e agora. Ele atesta se essa conversa foi
- 50:44de verdade ou não, se a gente teve fundamento, né?
- 50:47Então, Ed. Tivemos o selo é de verdade
- 50:50hoje. Bom, Gabi, primeiro de tudo, que
- 50:55conversa especial, sabe? Eu acho que trata muito de uma
- 50:59quebra de conceito mesmo, né? Porque geralmente quando a gente
- 51:03pensa em hospital, a primeira coisa que vem à mente é remédio,
- 51:06é exame, é tratamento. E te ouvindo, a gente entende
- 51:11que esse processo passa muito também pelo acolhimento, né?
- 51:15O acolhimento. Ele faz parte do processo de
- 51:17cura. É, você falou muito sobre os
- 51:20efeitos do riso, da música, da literatura e até de de receber
- 51:25animais em ambientes hospitalares.
- 51:27E os dados foram checados. Eles estão alinhados com as
- 51:31normas mais atuais de práticas que já são utilizadas.
- 51:34Quando a gente fala em humanização da saúde,
- 51:37particularmente para mim, o mais bonito no seu trabalho é que
- 51:41muitas vezes o que muda o dia de uma pessoa não vem de uma grande
- 51:45solução. Né?
- 51:47Vem de ser ouvido, vem de ser visto.
- 51:50É em um momento que é difícil. Então sem mistério, o seu é de
- 51:54verdade, tá garantido pra você, pro livro e pra todo trabalho
- 52:00que você faz. Bom é.
- 52:02Eu também costumo utilizar esse momento pra trazer uma reflexão
- 52:05e o que eu não pude deixar de pensar durante tudo que era
- 52:09dito. É o quanto hoje a tecnologia ela
- 52:12permeia o todo, né? Da nossa convivência.
- 52:15Hoje as crianças são grandes adeptas da tecnologia e a gente
- 52:18sabe que automaticamente isso também acaba trazendo um certo
- 52:22distanciamento, uma impessoalização, né?
- 52:25Então, na sua visão, a sociedade, ela está
- 52:28desaprendendo a se conectar de verdade, até brincando aqui com
- 52:32Oo nome do podcast, que é conexões.
- 52:35Então você acha que a sociedade está aprendendo a se, né?
- 52:38Está está desaprendendo a se conectar de verdade com as
- 52:41pessoas ou ainda é um processo que dá para resgatar o lado mais
- 52:45humano das pessoas? Vamos lá, Ed.
- 52:48Primeiro, muito obrigada pelas palavras.
- 52:49Fico muito feliz porque é muito de verdade mesmo.
- 52:53É agora, sobre as conexões, eu acho que o mundo está muito
- 52:56bitolado na tecnologia mesmo, né?
- 52:58É, ela tem seu lado maravilhoso, né?
- 53:01Que ao mesmo tempo que ela aproxima a gente, ela afasta a
- 53:05gente, né? Ela aproxima quem tá longe e
- 53:07afasta quem tá perto. Mas Eu Acredito de verdade, que
- 53:11eu acho que por conta desse eu, eu brinco, desse boom emocional
- 53:16que tá todo mundo tendo de ansiedade, bornal, tinta,
- 53:20pânico, entre tantas coisas que as pessoas estão começando a
- 53:23perceber o quanto é importante também deixar um pouco o celular
- 53:27de lado. Eu, pelo menos com as minhas
- 53:29amigas, com pessoas que a gente fica perto, a gente fala, ó,
- 53:32hoje, tchau, o celular não vai ficar, põe dentro da bolsa e
- 53:36vamos se conectar. A gente é o ser humano, é muito
- 53:40inteligente, né? A gente tem um sentimento muito
- 53:42legal. Então eu acho que se a gente
- 53:44conseguir equilibrar isso, né, a tecnologia, com a proximidade,
- 53:48com o toque, com o tato, a gente vai ser muito mais feliz.
- 53:51E eu espero, de verdade, que o ser humano comece a ver.
- 53:54Eu acho que deu um boom muito grande, tipo, Ah, eu só quero
- 53:56máquina, quero máquina. E tem gente que é como que tem
- 53:59gente pra que é bitolada em tudo.
- 54:02Eu acho que muitas pessoas têm uma geraçãozinha aí de bem
- 54:06tecnológica, mas muito contato, muito, muito boa pra isso.
- 54:10Eu acho que a gente pode mudar um pouco isso sim.
- 54:14Muito bem, obrigado Ed pela participação.
- 54:17É é sempre muito bom. Tê lo.
- 54:19É, e os seus comentários e as suas perguntas extras, né?
- 54:22Elas sempre enriquecem muito mais.
- 54:24E gente, a gente precisa caminhar para o encerramento e
- 54:26vou trazer então o nosso último bloco.
- 54:29Entrevista reversa. Esse último bloco, Gabriel, é
- 54:35uma brincadeira que a gente costuma fazer para poder
- 54:37encerrar mais alegre o programa, né?
- 54:39Que é assim. A gente faz A Entrevista
- 54:41reversa, então, durante essas 60 minutos, você nos respondeu as
- 54:45perguntas assim de bate pronto muito bem.
- 54:47E agora eu fico pensando, será que 2 jornalistas teriam
- 54:50capacidade de responder alguma pergunta feita pela Gabi?
- 54:54Então queremos assim que você fizesse a pergunta e eu sempre
- 54:57faço a mesma piada, a mesma brincadeira, toda vez que é o
- 55:00jornalista convidado, ele veio pra isso.
- 55:02Então você pergunta, eu vou deixar a Dani responder, se se
- 55:05sobrar tempo, aí eu respondo também, tá, mas tem alguma
- 55:07pergunta que você poderia fazer pra nós?
- 55:10Tenho sim. Vamos lá.
- 55:12Vocês, por acaso, têm noção de quantas vezes vocês dão risada
- 55:16por dia? Vocês já chegaram a prestar
- 55:18atenção nisso? Como é que é o humor de vocês?
- 55:22Eu acho que eu não, não tanto, porque muitas vezes eu passo a
- 55:25maior parte do meu dia sozinha. Eu acho que quando eu estou com
- 55:28outras pessoas que eu acabo rindo mais.
- 55:30Então eu acho que eu Rio mais de sábado e domingo, que é quando
- 55:32eu saio e eu vejo meus amigos, meu pai de hoje, eu acabo rindo
- 55:35bem mais do que geralmente eu Rio do meu dia a dia.
- 55:38Que isso? Eu gosto de rir o tempo todo.
- 55:43Eu estou o tempo todo fazendo piada, trocadilho.
- 55:46É tanto que em casa é às vezes é.
- 55:50O pessoal já sabe o que eu vou dizer, tipo a minha mulher e
- 55:52meus filhos já sabem o que eu vou dizer antes de eu dizer.
- 55:54Então eles falam alguma coisa que eu vou soltar aquele
- 55:58trocadilho de senha. Ele já fala antes para eu não
- 56:00falar e eles olham para mim. Eles riem da minha cara, porque
- 56:03eu demorei para falar, né? Muito.
- 56:07Bom, muito importante. E Dani, como você fica muito
- 56:10tempo sozinha? Eu acabo trabalhando muito aqui
- 56:13de casa também. Quando eu não tô na tia, eu
- 56:14também fico muito. Uma das coisas legais pra gente
- 56:17não esquecer é de vez em quando um intervalo e outro ver coisas
- 56:20engraçadas, porque isso realmente muda o nosso dia e
- 56:23toda vez que você passar no espelho e olhar, você tá
- 56:26sozinho, então ninguém tá vendo, a gente pode ser idiota, então
- 56:29você pode passar e fazer um mostra a língua pra você, dá uma
- 56:33risadinha e passa, você vai ver que como toda vez que você
- 56:35olhar, você vai querer fazer isso e o seu dia vai ficando
- 56:38mais leve, mais alegre, você vai?
- 56:40Eu tô feliz hoje desse jeito, porque você tá brincando com
- 56:43você. Então faça isso pra você não rir
- 56:45só de sábado e domingo tem que rir de segunda a segunda.
- 56:48Espera. Aí, Dani, vai entrar na
- 56:50rizoterapia agora? Por favor.
- 56:54Pessoal, é com essa Alegria assim com essa emoção, né, com
- 56:57essas histórias legais que a gente vai encaminhar o
- 56:59encerramento desse programa de hoje.
- 57:01De antemão, eu já agradeço muito Gabi pela sua participação, pela
- 57:05Alegria que você transmite. É a gente do seu lado.
- 57:08Ri com a nossa alma, né? Não é só com os lábios, a gente
- 57:11ri com a alma, de fato. Então, queria só aproveitar
- 57:14agora, talvez os últimos minutinhos aqui para você se
- 57:18despedir, passar. Um recado final é, indica para o
- 57:21nosso ouvinte aqui, para quem está nos assistindo, onde eles
- 57:23encontram o seu trabalho, como eles podem acompanhar?
- 57:27É o tempo é seu para suas considerações finais.
- 57:30Vamos lá? Bom, eu quero.
- 57:32Eu gosto sempre de falar uma coisa que é, para mim, a
- 57:35Felicidade é uma escolha. Né?
- 57:38A gente sempre trabalha muito pra na nossa vida, Ah, eu
- 57:41preciso alcançar a Felicidade, né?
- 57:43Sempre foi nos dito que a Felicidade são pequenos momentos
- 57:46e pra mim elas são, mas a gente pode escolher, né?
- 57:49Como que você vai encarar um problema, como que você vai
- 57:51levar ele pra frente, porque todo mundo tem problema, todo
- 57:54mundo tem um Monte de questões do dia a dia que nos deixa
- 57:57triste, pra baixo, com raiva, enfim, e a gente pode escolher
- 58:00quanto tempo a gente faça isso, então escolham ser feliz.
- 58:04Escolham rir mais o nosso cérebro não sabe se o riso é
- 58:07genuíno ou ele é forçado. Ri, ri, ri, você vai ver como
- 58:10vai mudar. Esse é um recado que eu deixo
- 58:13escolham ser felizes e vocês nos acham é no Instagram, arroba?
- 58:18Rumo ao riso lá tem todo nosso trabalho, tem nosso livro, tem
- 58:23as músicas, tá tudo ali pra quem quiser acompanhar de perto e
- 58:28quem quiser saber mais sobre sessão de risoterapia, é só
- 58:31chamar no rumo ao riso inbox. Que minha equipe vai estar muito
- 58:34feliz de atender. E a gente de repente pode bater
- 58:37um papo online e deixar sua vida mais leve?
- 58:40Muito bem. Essa foi a HB é e foi um grande
- 58:43prazer poder contar com AA presença dela hoje.
- 58:47E despeço me também da minha querida companheira de trabalho,
- 58:50a Daniela. Dani, o tempo é seu, você tem 1
- 58:53minuto inteiro para você poder falar o que você quiser para
- 58:56encerrar aqui e rir bastante, pode falar.
- 58:59Foi um prazer participar da entrevista, fiquei muito feliz
- 59:01de ter vindo. Foi um prazer por te ter, te
- 59:03ouvir, Gabi, conhecer mais do seu trabalho, poder te ouvir
- 59:05mais. E eu peço para os nossos
- 59:07ouvintes acompanhar nossas redes sociais ali no nosso portal.
- 59:10Eu vou lá mais. Os nossos podcasts.
- 59:18Não nós que agradecemos com isso.
- 59:19A gente se despede, inclusive do nosso ouvinte, o nosso
- 59:23telespectador, se você está nos assistindo ou nos ouvindo pelas
- 59:26plataformas. É, não se esqueça, todas as
- 59:29semanas a gente traz até aqui histórias diferentes, pessoas
- 59:33diferentes, marcas diferentes. O que as pessoas estão fazendo
- 59:37hoje no Brasil e no mundo, que traz uma conexão com você onde
- 59:41quer que você esteja. Hoje a gente aprendeu que rir é
- 59:46o importante remédio pra alma, né?
- 59:47Importante remédio pra vida, que há horas de rir.
- 59:51A horas de de chorar. Mas você pode trazer a Alegria
- 59:55dentro de você o tempo todo e fazer outras pessoas irem
- 59:58também. E a gente espera que essa
- 59:59mensagem se espalhe. Então, assim, siga nas nossas
- 1:00:02redes sociais, avalie esse vídeo é dá 5 estrelas aquele processo
- 1:00:07todo que hoje o mundo digital nos obriga a fazer.
- 1:00:11E não se esqueça que em cima desse conteúdo de hoje, uma
- 1:00:14matéria especial no portal ABC do ABC será publicada junto com
- 1:00:18o episódio. É uma matéria produzida pelo Ed,
- 1:00:21que já está escrevendo, ele já estava aqui o tempo todo
- 1:00:24digitando aqui. A matéria que vai sair é e vocês
- 1:00:28vão ter dados extras e vai sempre colocar coisas novas
- 1:00:32dentro da matéria que enriquece o conteúdo que nós discutimos
- 1:00:35aqui. Então não perca.
- 1:00:36E se você se ainda sobrou alguma dúvida sua, você quer fazer mais
- 1:00:41um comentário, quer falar com a Gabi e não encontrou como manda
- 1:00:45o contato pra gente? Vai lá no e-mail
- 1:00:48contato@abcdoabc.com.br e você vai entrar em contato conosco.
- 1:00:52A gente encaminha as perguntas, te traz as respostas de novo não
- 1:00:55tem nenhum problema. E assim, sobrou algum assunto?
- 1:00:58Vocês querem ver uma outra pessoa aqui e quer ter uma
- 1:01:00sugestão de pauta para nós? Nos envia pelo mesmo canal e
- 1:01:03assim a gente se despede. A gente espera encontrá Los na
- 1:01:06próxima semana e com novas histórias e já torcendo para que
- 1:01:09em algum momento no futuro próximo a agenda da Gabi se case
- 1:01:12com a nossa, a gente possa trazer ela mais uma vez aqui no
- 1:01:15programa. Pessoal, muito obrigado, até
- 1:01:18mais e a gente encerra por aqui até semana que vem.
- 1:01:21Apresentação, Thiago Quirino jornalista convidado, Daniela
- 1:01:25Ferreira entrevistado, Gabi rangate edição, Rodrigo
- 1:01:29Rodrigues produção, Ed baroni direção, Thiago Quirino direção
- 1:01:34geral, Alex faria. Este programa é um produto do
- 1:01:37portal ABC do ABC. As opiniões manifestadas pelo
- 1:01:41entrevistado não refletem necessariamente.
- 1:01:44O posicionamento do portal ABCE do ABC, para se manter informado
- 1:01:48sobre tudo o que acontece na região, acesse abcdoabc.com.br.