Latest / SuinoCast · by PPGVET / Dra. Djane Dallanora: Sucesso na Creche | Ep. 250
Transcript
- 0:05Está no ar o primeiro podcast da suinicultura brasileira, o
- 0:09suinocast. Quando existe morte alta de
- 0:12plantel, as fêmeas estão nos mostrando que elas têm
- 0:16problemas, né? E se você tem uma fêmea que não
- 0:19está saudável, a microbiota dela vem com tudo, né?
- 0:24Para impactar no desempenho desses leitões e na produção de
- 0:29leite. Siga-nos nas redes sociais
- 0:31YouTube e Spotify para ter acesso a conteúdo técnico atual
- 0:35de qualidade irreverente e gratuito.
- 0:41Os finocast só é possível através do apoio de empresas
- 0:44inovadoras e que apoiam a educação continuada na
- 0:47suinicultura brasileira, elenco, alimento e companheirismo,
- 0:50enriquecendo vidas, DSM, firminish, moldando o futuro dos
- 0:55cuidados com suínos. No finalcast de hoje a gente tem
- 1:04a honra de receber a doutora Diane de la nora.
- 1:07Diane já já gravou alguns episódios aqui conosco e já
- 1:11falamos, eu lembro que falou de Jane, de de mães de leite e eu
- 1:15lembro que tu falou também de mulheres da supercultura e hoje
- 1:17a gente fala vai falar de um outro tema, mas eu queria que tu
- 1:20desses as boas-vindas para os nossos ouvintes.
- 1:22EE, é um prazer realmente te receber aqui, Joana.
- 1:25Obrigada, Jamil. O prazer é todo meu.
- 1:28Eu trabalho a minha vida toda profissional, da sua inocultura,
- 1:33né? E quando eu repito esses essas
- 1:37atuações numa mesma plataforma, num mesmo local, eu sempre fico
- 1:43lisonjeada e fico feliz que vocês vejam valor em me chamar
- 1:48novamente, né? E é, é um prazer estar aqui com
- 1:52vocês mais uma vez, nessa, nessa plataforma, com tanta.
- 1:56Visibilidade. Não legal, muito legal dinheiro
- 1:59eu. Eu lembro que que desde lá,
- 2:02quando a gente começou, até aonde a gente está hoje e eu
- 2:06vejo também, Oo impacto que tu tem pra pra, pra pra nossa
- 2:09indústria do Brasil. O impacto de informações
- 2:13relevantes que que tocam nesse ponto, nessa palavra que tu
- 2:17comentou que é valor, né? Acho que é hoje.
- 2:19Hoje a gente tem hoje. A gente tem podcasts, canais de
- 2:24YouTube, redes sociais, enfim, uma gama aí de de manês, de se
- 2:29informar. Mas também de gastar tempo.
- 2:34E a gente sabe que a gente compete pela atenção, pela
- 2:36atenção das pessoas hoje, né? A atenção das pessoas é uma
- 2:39commodity. Se for pensar dessa maneira, e a
- 2:41gente realmente quis te te receber mais uma vez aqui no
- 2:45finalcast, porque a gente sabe que se a gente quer competir com
- 2:47a atenção das pessoas, trazendo valor, trazendo valor, vai ser a
- 2:51chave. É eu tenho falado bastante,
- 2:54Jamil, sobre a responsabilidade de estar com o microfone na mão.
- 2:58Essa é uma das coisas assim que hoje, quando eu vou preparar
- 3:02alguma coisa pra falar para um público que ou algo que vai
- 3:07ficar gravado assim que as pessoas vão poder acessar, eu
- 3:10entendo a responsabilidade dessa comunicação.
- 3:14Então, assim, eu não posso negar que toda vez me dá uma
- 3:17taquicardiazinha dele contribuir, né?
- 3:22Porque é o tempo das pessoas, é o tempo de vocês também.
- 3:25Então eu estou realmente bem feliz de estar aqui.
- 3:30A elenco é uma empresa global na área de saúde animal e se dedica
- 3:35a inovar e fornecer produtos e serviços para prevenir e tratar
- 3:39doenças em animais de produção e animais de companhia, agregando
- 3:42valor ao trabalho de produtores, tutores, médicos veterinários e
- 3:47da sociedade como um todo. Não, beleza, beleza, não,
- 3:52exatamente exatamente. Eu acho que é, é, é bem isso que
- 3:55tu falou hoje, mas não adianta gente começar.
- 3:58Ah, é o novo normal é o pós-pandemia não.
- 4:01Palestras e vídeos online e gravações já já existiam antes,
- 4:05então é, é uma responsabilidade grande mesmo.
- 4:07Muito bem ter pontuado isso. Eu Acredito que não.
- 4:12Não sei se é alguém na nossa audiência que não te conheça,
- 4:14mas para aqueles que não te conhecem, se tu puder te
- 4:17apresentar rapidamente. Maravilha, eu sou veterinária e
- 4:22na verdade eu começo como técnica agrícola, né?
- 4:26Então eu fiz colégio agrícola, já era estagiária do setor de
- 4:30suínos no século passado, né? Aí depois eu quis veterinária.
- 4:35Eu formei no ano 2000, em Santa Maria.
- 4:38Na federal de Santa Maria. Depois eu tive um emprego numa
- 4:42central de inseminação no Rio Grande do Sul.
- 4:45Foi quase um ano de trabalho bem legal, com reprodução com a
- 4:48parte de machos, né? Aí depois eu fui para o
- 4:52mestrado. Na federal do Rio Grande do Sul,
- 4:56trabalhei na agroindústria, logo depois na sadia, em Uberlândia,
- 5:00e aí depois entrei para a área de consultoria, né?
- 5:04Então eu trabalhei 14 anos na integral, que foi a primeira
- 5:08empresa de consultoria durante esse período.
- 5:11Eu fiz doutorado na UFRGS também e agora há 3 anos eu sou sócia
- 5:17da atualtec, que é uma empresa de consultoria, é aqui do
- 5:21Brasil. Legal, legal, eu estou.
- 5:24Eu estou bastante curioso para. Pra entender mais essa questão
- 5:28de que bom, a gente viu que tu veio, tu veio de uma de uma.
- 5:32Tu teve uma formação forte numa área, num de um grupo que
- 5:35trabalha muito com reprodução, é é uma das referências em
- 5:38reprodução no Brasil, assim como eu.
- 5:42EEA gente, vai falar hoje sobre diarés de crash.
- 5:46Ou seja, eu estava pensando esses dias, porque às vezes aqui
- 5:49nos Estados Unidos o pessoal ainda tem muito que aprender em
- 5:52reprodução, porque quando quando tá quando tá 8890 por 90 por 88
- 5:58a 90% taxa de parto, tá soltando caixa de foguete aqui, né?
- 6:02A reprodução aqui tem um pouco, tá um pouco atrás do Brasil, tu
- 6:05acha que no tu acha que essa questão do Brasil, por a gente
- 6:08ter uma reprodução de respeito, diria assim, de referência No No
- 6:12no mundo, a sanidade tem tomado um pouco mais de atenção dos
- 6:16veterinários ultimamente. Eu tenho uma opinião assim sobre
- 6:19isso, Jamil? Que se você pegar a média
- 6:23brasileira? É desses, dos dados que nós
- 6:25temos publicados, a média brasileira de taxa de parto é
- 6:2889%, então, assim, a nossa taxa de parto, 100 pires é 89%, né?
- 6:36Então, assim, o que que eu entendo desse nosso foco com
- 6:40sanidade é a morte. Tudo o que você tiver de perda
- 6:46relacionada à mortalidade, à morte dos suínos choca.
- 6:51Então ela não, ela chama muito mais atenção.
- 6:55Quando você olha para uma repetição de Seal, e quando você
- 7:00olha para 14 leitões mortos, esmagados, o Nosso Sentimento em
- 7:06relação a isso é diferente. Então, assim, é óbvio que tem um
- 7:10componente financeiro, né, envolvido nisso.
- 7:14Sim, a morte. E depois que o animal já está no
- 7:16teu sistema de produção, ele tem um custo, né?
- 7:19É já mais alto envolvido, mas a repetição de cio também tem Oo.
- 7:25Aborto também tem, né? Então assim, mas eu tenho a
- 7:28impressão. Que OA nossa por formação.
- 7:32Nós somos sanitaristas como veterinários, né?
- 7:36E nas pessoas que trabalham diretamente dentro das granjas
- 7:40têm um componente do impacto da morte.
- 7:43Então, quando nós trabalhamos com animais doentes, com risco
- 7:47de morte, isso fica chama mais atenção das pessoas do que uma
- 7:52repetição de si. E aí tem uma outra coisa
- 7:55extremamente importante, que é toda a questão de fechar
- 8:01Barreiras, fechar comércio. Então, assim eu tenho.
- 8:05Eu falo em algumas Apresentações minhas que o milho do mundo não
- 8:09vai acabar, 1 hora ele fica mais barato, outra vez a água do
- 8:14mundo. Nós não veremos acabar, né?
- 8:16E, mas a sanidade, de fato, é uma das únicas ameaças hoje
- 8:21reais à suinicultura, né? Então eu acho que essa questão
- 8:26de sanidade, ela está mais ligada a esses pontos, mas em
- 8:30primeiro lugar, a ao fato da morte, do risco de morte, dos
- 8:34animais chocarem e preocupar mais as pessoas.
- 8:38Sim, EE não sei se tu se tu compartilhas desse sentimento,
- 8:41mas. Quando eu, quando eu trabalhei
- 8:45na agroindústria no Brasil. Eu, uma das coisas que mais me
- 8:48me deixava assim, impotente, era entrar numa creche e ver e ver,
- 8:55assim que aquela Baia que que as baias normais pareciam baias.
- 8:59Hospitais, né? É, na verdade não, essa aqui é
- 9:01uma Baia hospital. Mas tu olhava assim o resto do
- 9:03Barracão e elas todas pareciam iguais no leitão.
- 9:07Que a gente chama de a gente, coloca todos os pontos numa
- 9:11palavra que é o refugo, né, No No sul do Brasil.
- 9:13Mas é aquele animal mais sujo, diarreia.
- 9:17O animal que tu começa já a ver um pouco mais do do esqueleto
- 9:20dele mais aparente. E pra mim, eu, eu eu diria que
- 9:23não tinha um dos dos pior. Um dos piores sentimentos era
- 9:26esse, era entrar numa creche. E era aquela coisa que esse.
- 9:30Animal, não vou conseguir fazer com que ele vire um animal, que
- 9:33que consiga recuperar e ter um GPD que dê para esse lote.
- 9:38Um GPD satisfatório, então é, eu acho que uma das coisas que mais
- 9:41me chocavam. E, claro, e aí caminhava ao
- 9:44longo da creche e via uma que eu trabalho, como, já com animais
- 9:46mortos ou aquele animal que tu via aquele ele estava doente e a
- 9:50gente. Tentava ajudar de alguma forma,
- 9:52mas ele não, não comia. Acho que isso é uma das das
- 9:55frustrações, assim que a gente tem muito no dia a dia, quando
- 9:58visita a creche. É, ele está bem.
- 10:00Está bem relacionado a esse sentimento de impotência assim,
- 10:03ao sentimento da perda mesmo você olhar para esses leitões.
- 10:07Ninguém gosta de medicar animal, né?
- 10:10Vamos assim esse, se você tiver que ficar medicando você, já é
- 10:13um sinal de que que alguma coisa grave está acontecendo.
- 10:16Aí mais esse aspecto visual, né? E quando a gente está falando de
- 10:22problemas entéricos, normalmente você fala de um percentual muito
- 10:27alto de animais afetados, né? Às vezes a gente discute uma
- 10:31pneumonia, alguma outra doença assim, Ah, mas uma meningite e
- 10:36você tem 11 percentual menor de animais.
- 10:39E quando a gente discute entérico é sempre de rebanho,
- 10:43né? Você raramente tem assim.
- 10:44Ah, eu tenho uma Baia com diarreia, né?
- 10:47Uhum, pra baixo, que é. É esse teu sentimento assim, de
- 10:50entrar na numa creche. E eu consegui imaginar a cena e
- 10:54acho que todas as pessoas que vão nos ver, nos ouvir e
- 10:57assistir vão conseguir imaginar essa cena, né?
- 11:01Exato. Exato.
- 11:02É, eu lembro, eu consigo. Quando eu falo isso, eu lembro.
- 11:04Eu me sinto dentro de algumas creches que eu mais visitava, e
- 11:07olhando para os lados EE coçando a cabeça, porque também.
- 11:11Ação do produtor, né? Que essa é uma AAA.
- 11:14Pior se for se for pensada dessa maneira, mas Jane entrando já
- 11:18direto ao ponto aqui. Diarreias de creche como, como
- 11:22que no Brasil as diarés de creche têm mais se apresentado
- 11:25do ponto de vista de que quais são os microrganismos mais
- 11:28prevalentes. Que momento que têm mais
- 11:30acontecido? Como que essas diarrest têm se
- 11:32têm se apresentado hoje no Brasil?
- 11:35É nos últimos anos, assim a gente tem o aparecimento de
- 11:40Salmonella de uma forma. Bastante frequente dentro dos
- 11:45sistemas de produção e colhe. Então, assim são são, sem
- 11:50dúvida, as 2 hoje mais preocupantes, né?
- 11:54Nós temos as a, as diarreias causadas por esquerda, que
- 11:58acolhe, que interferem realmente só no desempenho.
- 12:02Só não, né? No desempenho EE, algumas
- 12:06ligadas à mortalidade também, e à salmonela, sempre ligada à à
- 12:12mortalidade alta, a gente teve uma mudança bastante
- 12:17interessante a respeito do da dos diagnósticos.
- 12:21Assim, da prevalência de lauçônia, porque nós temos assim
- 12:25uma parte bastante significativa do sistema.
- 12:28Brasileiros usando vacinação, então que que aderiram à
- 12:33vacinação, né? E então hoje, assim, na minha
- 12:37casuística e nas informações que eu tenho, a gente tem realmente
- 12:41mais ligado, acolhe e Salmonella.
- 12:44Os momentos de aparecimento, a gente tem a salmonela.
- 12:48Normalmente, depois da segunda, terceira semana de alojamento na
- 12:53creche e acolhe um pouquinho mais próxima ali do momento, do
- 12:58desmame, né? Então a gente tem uma, tem uma
- 13:03apresentação que é recorrente, uma descrição de caso, que é
- 13:08recorrente, onde as pessoas falam Ah, eu alojo, e uns 3 ou 4
- 13:14dias depois começa a diarreia, né?
- 13:17Então a gente tem a sensação que alojou um animal saudável e que
- 13:22fez alguma coisa com ele. Que causou esse essa disbiose a
- 13:27esse desequilíbrio a ponto de já começar a ter alteração de
- 13:32consistência, de fezes, né? De então, assim, acho que esses
- 13:36são essas. São hoje as formas mais comuns
- 13:40mais frequentes de se encontrar no Brasil.
- 13:42Uhum. Interessante, interessante aqui
- 13:45aqui nos Estados Unidos a gente teve e tem bastante com a
- 13:48apresentação de cole de segunda a terceira semana, onde a gente
- 13:52via aqui ainda a ideia do desmame é um pouco baixa, né?
- 13:56Alguns sistema já estão migrando para 24 dias, mas muitos ainda é
- 14:0019, dependendo do caso, às vezes 18 e via.
- 14:05A gente via que a primeira semana, como o animal não tinha
- 14:07um trânsito intestinal muito intenso, porque ele não comia ou
- 14:11comia muito pouco, não. Se desenvolvia uma diarreia, mas
- 14:16na segunda, terceira semana, quando ele dava um boom de
- 14:18consumo 11 excedente de substrato para proliferação
- 14:22bacteriana, essa foi a teoria que a gente tem mais encontrada
- 14:25e justificada aqui. Aí sim, a gente 11 excesso já
- 14:30tocando na parte de nutricional, né, de de proteína bruta.
- 14:33Basicamente, ele não, não, ele, ele não dava, ele não conseguia
- 14:38digerir toda aquela proteína bruta, substrato excedente, não.
- 14:41A gente via ali, na no início da fase 2 da da praia, 2 da meio,
- 14:46da pré 2, muita, muita incidência de código e eu acho
- 14:49que esse é um é um dos pontos principais, né?
- 14:51Que tu comentou da a loja um leitão que aparentemente está
- 14:54bem e terceira semana, terceiro. Quarto dia já começa a ficar um
- 14:59pouco mais feio na aparência, mais mais mais feia.
- 15:03E esses primeiros dias pós-dismame é sempre uma grande
- 15:07discussão, né? A gente tem até tem algumas
- 15:10publicações nisso, mas tu acha que tem.
- 15:13Não diga uma bala de prata, mas tem assim a um top 5 pontos que
- 15:18a gente poderia fazer a seja pro leitão, comer mais, seja pro pro
- 15:22leitão sofrer aquele momento, mas não exibir diarreia.
- 15:27O que é que te vem à cabeça nesse ponto?
- 15:30A gente devia ter Combinado as perguntas, né, Jamil?
- 15:35É, vamos ver se eu consigo organizar aqui na minha cabeça 5
- 15:39pontos, né? Mas eu vou, eu vou, eu vou
- 15:41falando contigo. E aí a gente vai montando esse
- 15:44raciocínio. Beleza, eu sei que eu estou
- 15:46falando com um especialista de crédito do trabalho da Fernanda,
- 15:51né? Está sempre citado.
- 15:52Nas minhas Apresentações, eu assisti há poucos dias, assim eu
- 15:55compartilhei com ela um Painel num evento, que a gente estava 2
- 16:00na sequência, na verdade, e os de vocês estão todos lá.
- 16:03Então eu acho que há um momento bem legal de uma de uma troca do
- 16:07que você acha do que eu acho, né?
- 16:09Então fica bem à vontade também pra assim, pra que seja esse
- 16:13bate-papo bem legal que já tá. Assim, claro, não, com certeza.
- 16:16E assim, eu acho que você citou um ponto que pra mim é bastante.
- 16:22Importante que é a idade de desmame, né?
- 16:26Então a gente falou de nutrição em si.
- 16:30Mas hoje, se a gente fizer uma boa análise assim, é difícil
- 16:34encontrar um sistema de produção com nutrição ruim, né?
- 16:37A gente tem tanta ferramenta assim, profissionalizou tanto
- 16:42isso, que ser formulação o problema assim Ah, eu não, não
- 16:47tenho, é difícil ser formulação, né?
- 16:51Talvez a gente tivesse que discutir a alimentação, então,
- 16:55né, o formato da alimentação, quanto esse leitão tá preparado
- 16:59pra se alimentar? Porque o que eu tenho visto
- 17:02mesmo, e eu não tenho, não tenho know-how para discutir isso com
- 17:07profundidade, né? Mas assim, eu tenho a impressão
- 17:11que a. Complexidade das dietas, né?
- 17:16Então, assim, matérias primas de de melhor qualidade, de maior
- 17:20digestibilidade. Dependendo do leitão que elas
- 17:24encontram pela frente, elas não conseguem demonstrar o potencial
- 17:30delas, né? Então eu tenho.
- 17:32Tem um negócio que eu acho extremamente importante, que é a
- 17:35idade de desmame, e que quando a gente migra pra uma idade de 28
- 17:41Dias, que dá uns 26 e meio de média e que aqui no Brasil, na
- 17:46no sistema de compra de leitões, seja contato, ou seja, compra e
- 17:52venda mesmo, as empresas praticamente só compram leitão
- 17:57de 28 Dias. Então, assim, as empresas
- 18:00colocaram seus sistemas em banda.
- 18:02Quando a gente discute a produção integrada e cooperada a
- 18:07compra, ela é praticamente toda de leitão de 28 Dias.
- 18:12E ajustar a nutrição para esse animal que já é mais Maduro, que
- 18:17está mais pronto, que provavelmente já veio comendo.
- 18:21É no mínimo de ração, né? Da da própria maternidade, que
- 18:25não é suficiente, assim como matéria seca, para desenvolver
- 18:29muita coisa. O trato digestivo dele.
- 18:32Mas ele já sabe comer, né? Então talvez eu.
- 18:36Eu tenho a impressão que quando nós trabalhamos com essas dietas
- 18:40muito complexas no leitão mais velho.
- 18:43Ele sente um pouco mais essa, esse processo de
- 18:46digestibilidade. Mas tem uma outra coisa que nós
- 18:50começamos a trabalhar daí, como a atualtec, a gente está indo
- 18:54pro terceiro case muito interessante para compartilhar.
- 18:59Nós tínhamos esse histórico em alguns clientes dessa diarreia
- 19:04de terceiro ou quarto dia, nesse leitão de 28 Dias, e quando nós
- 19:10olhamos para esse cenário, a gente começou a olhar.
- 19:13E começou a se perguntar, será que quando ele começa a comer
- 19:19uma quantidade um pouco maior de ração?
- 19:23Muito medicada. Será que não sou eu que estou
- 19:27causando essa disbiose? Desequilibrando esse essa
- 19:32microbiota do intestino dele. E a gente, a gente tem clientes
- 19:39que já estão é depois da coragem de tirar todo o medicamento para
- 19:45antérico da primeira, já tiraram da segunda ração e se
- 19:50encaminhando para tirar da terceira.
- 19:53O que é que foi feito nesse sentido para poder chegar nesse
- 19:57ponto, né? O primeiro é entender que
- 20:00medicado ou não medicado, a diarreia estava lá, né?
- 20:04Então, assim, vamos olhar para isso com com um pouco mais de
- 20:08frieza, né? Vamos olhar para o que está
- 20:10acontecendo. A medicação não está
- 20:12funcionando. Aí nós olhamos para o segundo
- 20:16ponto, depois da idade de desmame, que é todo o processo
- 20:21de limpeza e desinfecção das instalações.
- 20:24Então, quando o leitão é alojado, ele tem uma.
- 20:30Ele tem 11 perfil exploratório. Na verdade, ele tem isso desde
- 20:34que ele nasce, né? Ele já nasce lambendo tudo o que
- 20:37tem pela frente, né? Quando ele chega na creche, ele
- 20:41molha a Baia inteira com saliva, eles mole porque eles lambem,
- 20:46absolutamente a instalação inteira.
- 20:50Se você tem qualquer sobra, qualquer qualquer sobrinha de
- 20:54matéria orgânica, um gramma de matéria orgânica do lote
- 20:58anterior, ele vai ser achado e ingerido por alguém.
- 21:01Então, para chegar no ponto de discutir retirada de
- 21:06medicamentos, nessa fase tão precoce, você tem que entregar
- 21:10para esse sistema um leitão que veio bem preparado da
- 21:14maternidade e que foi alojado numa instalação sem microbiota
- 21:21de leitão de 63 dias de vida, né?
- 21:24Então que que estava realmente com o ciclo dos agentes
- 21:28interrompido? Então, quando tem uma informação
- 21:32bem legal, assim, ó. Um trabalho de 2022 que fala que
- 21:36a microbiota do leitão ao desmame ela é composta 60%.
- 21:42E eu vou ler aqui que eu sou péssima com números, tá?
- 21:4660% da microbiota do leitão da da microbiota intestinal do
- 21:51leitão desmamada aos 28 Dias vêm das fezes da mãe, 60% das fezes
- 21:56da mãe e 33% do piso ripado da da da abaia de maternidade.
- 22:04A gente olha para isso, a gente tem que entender que a
- 22:07microbiota vai ser influenciada por esse ambiente.
- 22:11Então, quando a gente entende a importância de na creche também
- 22:16ter uma bomba de alta pressão, umbico turbo em condições, uma
- 22:22água quente, o uso de detergente com pistola, formadora de
- 22:26espuma, lavagem de sistema de água.
- 22:31Então, quando você olha para isso tudo, EEE entende que o
- 22:35lote que vai se alojar. Precisa disso.
- 22:38A gente já dá um passo adiante, né?
- 22:42Nessas questões de ambiência, quando nós olhamos para a
- 22:46produção brasileira, então vamos falar de ambiência, densidade e
- 22:51temperatura. Qualidade de ar, né?
- 22:54Todas essas coisas que estão que têm relação com o alojamento
- 22:58desse animal, a gente tem aqui no Brasil.
- 23:01Eu acho que uns 75% da produção que é alojada em creche, num
- 23:06sistema. Cooperado ou integrado nesses
- 23:10sistemas existe padrão, existe padrão de espaço por animal,
- 23:16existe padrão de comedouro e se tem um pouco mais de dificuldade
- 23:21nacional. Cultura independente, né, onde
- 23:24nós tivemos um aumento bastante significativo de produtividade
- 23:29da do do sítio, um das matrizes, e nós não acompanhamos a
- 23:34ampliação de creche e terminação, então alguns casos
- 23:37nós fazemos pré creche, fazemos recria, para ganhar espaço né?
- 23:42Mas a maior parte da sono cultura já é alojada em sistemas
- 23:47com um mínimo de condições. E aí é o nosso manejo.
- 23:51O restante né? Então, a troca de ar, toda essa
- 23:54questão do frio, da temperatura, relação disso com umidade e com
- 24:01qualidade de ar, com presença de gases, né?
- 24:05Mas eu acho que a gente assim, a gente tem uma tem muita evolução
- 24:10nesse sentido e. E eu entendo que para essa
- 24:15questão das diarreias à idade e de desmame e essa questão da do
- 24:20impacto. É da microbiota, seja da mãe que
- 24:24ele recebeu, seja do ambiente onde ele vai ser alojado.
- 24:28Acho que nesses 3 pontos aqui a gente tem assim ó 11, bom campo
- 24:33de trabalho. Né?
- 24:34Sem dúvida, sem dúvida. Até a gente, a gente fez alguns
- 24:37trabalhos recentes aqui, testando alguns, alguns aditivos
- 24:41alimentares, ofertando para a mãe e para o leitão, ou só para
- 24:47a mãe, ou só para o leitão, no caso, na creche.
- 24:49Então e a gente viu que o maior impacto em.
- 24:54Algumas melhorias pequenas, mas algumas melhorias de
- 24:57performance. Era quando era ofertado para a
- 24:59mãe, não interessava o que era dado na creche.
- 25:02Se era ofertado pra mãe, por por esse poder de colonização, que
- 25:06ele fica exposto ali nesses 20 e poucos dias, aí com o ambiente,
- 25:10as fezes da mãe, AA pele da mãe. Então acho que é é um ponto que
- 25:14a gente tem explorado muito e tem que explorar ainda mais, aí
- 25:17para os próximos, para as próximas pesquisas, próximos
- 25:19anos, vendo porque é aquela coisa, a gente, a gente, por
- 25:24mais que a gente entenda que tem muitos fatores.
- 25:28Eu digo fisiológicos, respostas, por exemplo, a gente vai ler,
- 25:31vai fazer um trabalho, a gente lê ou lê um estudo que achou
- 25:34alguma coisa no cortisol. Alguma interleucina, a gente.
- 25:40A gente a gente tem a tendência de olhar GPD primeiro, é claro,
- 25:43a gente tem a tendência de olhar a mortalidade primeiro.
- 25:45Então é, eu acho que é mais esse sentido que alguns aditivos têm
- 25:49se mostrado interessantes quando aplicados a fêmea, e sim, e com
- 25:53certeza um animal tem um GPD maior na creche.
- 25:56A tendência é que ele sofra menos de diarreia.
- 25:58Não é? Não é uma verdade absoluta, mas
- 26:00a tendência é mais alta. É, é isso.
- 26:03Você você mede saúde por desempenho, né?
- 26:06Isso isso é fato. Exato.
- 26:08É, você dificilmente tem animais saudáveis, e que que não tenham
- 26:13essa. Esse esse GPD, essa conversão
- 26:16alimentar, esse desempenho que é esperado pra pra essa fase, né?
- 26:20Uhum, uhum. É.
- 26:21Eu acho que é um negócio importantíssimo você ver falar
- 26:24do da mãe, né? Ela, o impacto de uma fêmea é
- 26:30gigante dentro do sistema, né? Você tem. 1413-1415 leitões
- 26:36desmamados em cada uma. E eles retornam potenciais
- 26:40excretores dentro do sistema, né?
- 26:43Então cada mãe impacta muito dentro da da sanidade na
- 26:48formação dessas subpopulações, né?
- 26:50Uhum, uhum. E já lhe seguimos nessa linha da
- 26:53da da mãe da maternidade. Que outros fatores da
- 26:56maternidade? É, entre aspas, culpada por por
- 27:00diarreias na creche. Essa é uma boa, uma boa pergunta
- 27:03também, né? É, esses dias eu vi, Oo Anderson
- 27:07esteve aí nos Estados Unidos em um evento, né?
- 27:10EE, ele, ele fotografou pra mim um slide que foi bastante
- 27:15impactante. Assim, falava que se você
- 27:19considerar o momento da fecundação, o leitão passa 40%
- 27:24da vida dele, dependente da própria mãe.
- 27:27No útero, né? E se considerar mais a lactação?
- 27:32Ele passa 50% da vida dele dependente da mãe dele.
- 27:38Eu, considerando o momento da fecundação e assim uns 280 dias
- 27:43de vida mais ou menos, né? Daquele momento até até o abate.
- 27:47Quando você pensa nisso assim, ó, 50% da vida desse leitão.
- 27:52Ele é dependente do que aconteceu no útero dela e depois
- 27:55da produção de leite, né? As mães têm um impacto gigante.
- 28:00A gente passa assim por um momento que que eu acho
- 28:03importante, né? Não só do ponto de vista de
- 28:06custo, mas quando nós temos mortalidade de plantel subindo e
- 28:12subindo muito. A gente também entende que as
- 28:15fêmeas não estão saudáveis, né? Você tem elas de alguma forma
- 28:20muito fragilizada, sensibilizadas.
- 28:25Então eu não tô nem falando de nenhuma causa específica, sabe?
- 28:29É quando existe morte alta de plantel.
- 28:33As fêmeas estão nos mostrando que elas têm problemas, né?
- 28:37E se você tem uma fêmea que não está saudável, a microbiota dela
- 28:42vem com tudo, né? Pra impactar no desempenho
- 28:45desses leitões e na produção de leite, então leitões que têm
- 28:50restrição alimentar na maternidade têm.
- 28:55Problemas adiante? A microbiota deles é diferente.
- 28:59O desempenho deles é diferente, então.
- 29:02É a maternidade em si, tem esse impacto gigante de como está a
- 29:07mãe, né? Como está a mãe para entregar
- 29:10esse leitão? Na sequência, eu repito a idade
- 29:13de desmame, que também é um dado de maternidade que nós vamos
- 29:17colher na creche, né? EE vale também aqui essa questão
- 29:24de do da da composição da microbiota do ambiente.
- 29:28O que é que esses leitões encontram e que tipo de
- 29:31problemas eles tiveram, né? Então se você tem diarreia de
- 29:35maternidade, que vão causar essas lesões cicatrizes no
- 29:40próprio intestino adiante, esse leitão também tem
- 29:44comprometimento, né? Então assim é.
- 29:48A gente brinca que os leitões a partir do momento da recondação,
- 29:52eles ganham um passaporte e nós vamos dando carimbinhos nesse
- 29:56passaporte, né? Então, Ah, sofreu restrição de
- 29:59nutrientes no útero? Carimbinho daí baixo peso ao
- 30:04nascer, carimbinho, mamou, colostro, carimbinho, né?
- 30:09Que é outra coisa que assim eu eu juro que eu já falei várias
- 30:14vezes. Eu tenho medo de que façam algum
- 30:16meme, algumas, alguma figurinha comigo com alguma coisa
- 30:21relacionada à colostro. De tanto que eu falo disso, né?
- 30:24É a neurótica do colostro. E a gente tem os trabalhos, né,
- 30:30em trabalhos do grupo, da urgência, em trabalhos de fora
- 30:33também, né? Que mostraram o impacto da
- 30:36quantidade de colostro ingerido sobre o desempenho desses
- 30:41leitões no meio da creche. Então assim, segundo a terceira
- 30:45semana de creche. Pesagens, né?
- 30:48Desses leitões? Mostrando.
- 30:50Que, dependendo de quanto decolos e eles mamaram,
- 30:53inclusive, supera a importância do peso ao nascer, obviamente
- 30:58dentro de limites de peso ao nascer, né?
- 31:01Sim, é, mas assim, esse é o impacto disso, né?
- 31:05No desenvolvimento, na maturidade do intestino, a gente
- 31:09fala de colostre, fala muito ligado à imunidade, né?
- 31:13Sempre lembra dos anticorpos das células de defesa que são
- 31:17passados, mas em todos os fatores de crescimento.
- 31:20Toda a parte nutricional que vem com o ostro, né?
- 31:25Então eu acho que aí a gente tem tem um, sem dúvida nenhuma os
- 31:29carimbos nesse passaporte do leitão.
- 31:32Hum que ele vai carregar essa história para a vida inteira
- 31:35dele, né? Sem dúvida, sem dúvida.
- 31:37E até tu falou essa essa questão.
- 31:39Eu acho muito interessante ter comentado, Ah, a gente.
- 31:42Inclusive essa semana saiu um artigo recente sobre, saiu um
- 31:46artigo da do da situação dos Estados Unidos.
- 31:50Mortalidade de plantel, Ah, tá, tá alto, tal, tá alto esse ano,
- 31:55essa semana saiu esse artigo falando que segue crescendo, ou
- 31:58seja, a gente não bateu no não, não chegamos no nosso teto
- 32:01ainda. E aí e eu fico pensando, esses
- 32:04dias eu conversava com o Mark Schwartz, ele tem, é dono da
- 32:07schwarzfarma que eles têm. Acho que quase 100000 matrizes,
- 32:11e eu perguntava para ele o impacto que isso tem Na Na
- 32:16reposição, né? Porque se tu está perdendo mais
- 32:19fêmea por morte e. Se tu mantiver a tua pressão por
- 32:23descarte, tu vai ter que trazer mais leitores ou tu vai ter que
- 32:27segurar aquela fêmea que tu descartaria.
- 32:28Tu tem essas 2 opções, ou seja, a fêmea que não morre, ela tem
- 32:33um potencial um pouco menor. Entre aspas, claro, uma leitura,
- 32:36ela vai desenvolver o seu potencial ao longo da vida, mas
- 32:39a sua, a sua primeira lei, pegada, é uma leitegada, com que
- 32:42que mamou menos colosso que mamou menos, imunidade entre
- 32:46aspas e a fêmea virtude descartaria, mas agora tu tem
- 32:48que segurar porque senão tu não bate a meta de cobertura, ela
- 32:51vai ter a tem tem uma lesão de caça, ela tem alguma coisa que
- 32:54vai, faz ela ter esse stress, vai produzir menos, então acho
- 32:57que é é, é, é, é uma espiral, né, uma bola de neve, né, a
- 33:02saúde do rebanho, ela ela entrega diversas consequências
- 33:06que vai resultar lá numa diarreia na creche, que às vezes
- 33:09a gente fica pensando em qual antibiótico usar, mas tem uma.
- 33:12Causa que tá vindo muito antes daquilo.
- 33:15É isso? É, é isso mesmo.
- 33:17Acho que a gente tem. Tem assim, esse olhar pra
- 33:20maternidade, pra pro plantel de reprodução.
- 33:23Felizmente, é um assunto que nós estamos realmente discutindo
- 33:27aqui no Brasil, hoje com mais profundidade.
- 33:30A gente vê também muitas iniciativas por aqui.
- 33:33Jamilde disse de usar esses produtos, né?
- 33:37E eu, eu não acho que a alternativa é a melhor palavra,
- 33:41mas é a palavra que a gente tem, né?
- 33:43Então, desses, desses. Produtos que podem ser usados
- 33:47como promotores de saúde, né, que não são antimicrobianos.
- 33:51E então assim, isso tem focado em plantel.
- 33:55A gente tem bastante iniciativas aqui também, com com produtos de
- 33:59de diversas classes, né? Mas também olhando para essa
- 34:02condição do plantel em si. Eu gostei quando tu falou de
- 34:07ambiência de Jane. O que é que tu tem visto assim
- 34:09no Brasil? A.
- 34:11As tendências de ambiência em termos de investimento.
- 34:15Ah, claro, a gente tem que fazer 1111 parênteses.
- 34:18Aqui, por exemplo, uma Granja lá em Lajeado é diferente de uma
- 34:23Granja no Mato Grosso, né? Então.
- 34:26O que que, assim que que tu tem visto mais de de tecnologia e
- 34:29tendências para a ambiência de creche visando a melhoria e com
- 34:33certeza a redução de de diarreia e maioria da performance em
- 34:36geral? Eu vou te falar primeiro de uma
- 34:39percepção minha, né? Um achismo meu, assim.
- 34:42Mas que, conversando com as pessoas que trabalham muito em
- 34:45creche e as pessoas têm concordado.
- 34:50Quando se fala do leitão atual, Jamil, a gente vê ele.
- 34:56Muito mais resistente à temperatura, fora da sua zona de
- 35:00conforto do que quando. Os gases estão fora dos seus
- 35:06limites, então a gente, quando a gente discute hoje em obras
- 35:11novas, que pedem a nossa opinião a respeito disso que você me
- 35:16perguntou, agora a gente tem discutido muito menos
- 35:20aquecimento e muito mais qualidade de ar.
- 35:26Então hoje assim, é um negócio impressionante.
- 35:30O impacto causando canibalismo necrose de orelha, sabe umas
- 35:35coisas. Epidemite, quando você junta
- 35:39essa essas temperaturas tão altas que no inverno aqui no
- 35:44sul, de forma nem artificial, nós conseguimos atingir, então
- 35:50assim, as tabelas, elas. Elas são muito difíceis de serem
- 35:57atingidas quando você olha a realidade das granjas, né?
- 36:02E, por outro, pensando em temperatura e, por outro lado,
- 36:06nós olhamos para o nosso inverno.
- 36:09E nós não temos os nossos piores lotes no inverno.
- 36:14Às vezes ao contrário. Então quando você vai olhando
- 36:18essa, olha o desempenho ao longo do ano, olha a condição da maior
- 36:23parte das creches brasileiras, né?
- 36:26Você começa a entender que talvez a gente tenha que olhar
- 36:29um com um pouquinho mais de cuidado, um pouco mais de
- 36:33profundidade. Essa questão da ambiência, né?
- 36:38Quando eu eu eu vi há pouco tempo atrás numa apresentação,
- 36:42um slide que me chamou muito atenção.
- 36:45Que mostrava a temperatura da sala, então sim, lá nos 26 27°,
- 36:51que era o recomendado para o momento.
- 36:54Mas os PP MS desco 2 altíssimos. Só que estava pequenininho na
- 37:00foto do termômetro OCO. 2 o foco era, olha, nós conseguimos
- 37:05atingir a temperatura e daí quando o termômetro estava em 17
- 37:11o. CO2 estava dentro do limite
- 37:15aceitável. Então, assim, ó.
- 37:17Essa mescla junto com umidade do ar é que às vezes os nossos
- 37:23equipamentos não conseguem nos entregar.
- 37:26Então eu tenho experiências bastante negativas até a gente
- 37:32conseguir dar conta da climatização, né?
- 37:36Mas tem muitos investimentos nesse sentido, sim, tem muita
- 37:40creche climatizada, sendo construída as granjas novas.
- 37:44Todas elas têm algum tipo de tecnologia, mesmo que seja
- 37:49pressão positiva. Então, assim, Ah, ventilador
- 37:53mesmo para jogar o ar para fora, né?
- 37:56Não, não necessariamente. Mas também.
- 37:59Resfriamento então, dependendo da região do país, dependendo da
- 38:03época do ano. E aqui no sul também nós temos
- 38:06cada vez mais verões muito quentes, né?
- 38:10Muito quentes, até para leitões de creche, até para leitores de
- 38:14maternidade, né? Então, nesse sentido, assim, eu
- 38:19acho que as tecnologias de climatização dessa fase, elas
- 38:23ainda estão em adaptação, mas já têm experiências positivas com
- 38:28isso, sim. Da mesma forma que a gente
- 38:30consegue bem manejado fazer esse controle manual também.
- 38:35Não, eu adorei que tu falou da da questão dos dos melhores
- 38:38lotes, geralmente são os lotes de inverno, porque aqui a gente
- 38:41tem muito essa realidade, porque é mesmo que tu tenha a
- 38:45climatização, ela não é uma climatização estilo para seres
- 38:50humanos, né? Ela é, ela é um pouco mais
- 38:52simples, então ela não atinge uma temperatura, mas é aquela
- 38:55coisa, 11 casa super luta, climatizada no inverno, ela
- 38:59ainda vai ser mais fria do que uma casa no verão, né?
- 39:02Então, porque tem muito a ver com o consumo, né?
- 39:05É o consumo. Consumo de alimento façam que o
- 39:07animal ganhe peso não existe, não existe outra maneira, né?
- 39:10Então eu acho que é AA os desafios, tanto aqui como no
- 39:13Brasil, é fazer o animal comer e no verão a gente adiciona esse
- 39:16componente EEE mesmo leitão de creche.
- 39:19No verão ele ele passa calor em algum em vários dias, dependendo
- 39:23da região do país, né? E às vezes até a região sul que
- 39:26é que é Ah, é mais frio do sul, mas mas no verão faz 40° também,
- 39:30né? É e faz fácil assim dentro da
- 39:33instalação também, né? Então, essa essa variação, e tem
- 39:38uma coisa que eu falei numa Granja esses dias assim, e eu e
- 39:42eu me impressionei com a reação da pessoa, né?
- 39:46Porque Ah, mas os leitões estão todos amontoados, né?
- 39:50Eles não estavam amontoados, eles estavam deitados um ao lado
- 39:53do outro e era uma creche dentro de uma UPL.
- 39:57Então, tem a maternidade ali, e aí a gente olhou pela pela
- 40:01cortina, se enxergava. A maternidade estava com cortina
- 40:05baixa na sala do desmame. Todos os leitões deitados do
- 40:10lado de fora do escamoteador e exatamente um do ladinho do
- 40:14outro. Os leitões desde o nascimento
- 40:17dormem amontoados, né? Ele EE porque é que a gente acha
- 40:23que na hora que tira eles da mãe mistura com um Monte de
- 40:28desconhecidos? Eles vão dormir espalhados.
- 40:32Espera então assim, esse olhar pelo comportamento, só pelo
- 40:36comportamento. É claro que eu não estou falando
- 40:39de uma Montanha de 4 andares de leitores e a outra coisa, mas é
- 40:44como eles estão deitados na Baia?
- 40:47Nem sempre é um indicador do frio, né?
- 40:50Então tem várias coisas que a gente precisa ir quebrando na
- 40:53nossa, na nossa, no nosso modelo, sendo que nós
- 40:57desenhamos, porque o leitão é diferente, esse leitão é outro,
- 41:01assim eu não. E às vezes você baixa as
- 41:04cortinas, você resolve problemas de canibalismo, é irritante, né,
- 41:10Oo gás ele, ele. Ele deixa os animais inquietos,
- 41:13é estressante, então você começa a olhar para essas coisas.
- 41:17Eles nos dão sinais, né? A multiplicação das bactérias
- 41:21nesse nesse ambiente úmido. Muito quente, né?
- 41:24Então eu acho que a gente tá no bem legal.
- 41:27E a gente tem 11 mente, um mindset meio criado pra a gente.
- 41:31É muito rápido pra olhar um termômetro e entender a
- 41:34temperatura, mas aí não, a gente não sabe os parâmetros de CO2 e
- 41:38metano e alguns outros ácidos sulfídrico.
- 41:41Concentração ideal, né? A gente é um é, é, é, vem um
- 41:45pouco de criação isso, né? A gente não, não tem por por
- 41:48costume observar isso, mas é muito, muito, muito interessante
- 41:53e é eu isso. Já tenho outras pessoas que eu
- 41:55lembro que falavam já, olha, não é só a temperatura, não é essa
- 41:59temperatura, é o gás. E teve o componente do gás, ele
- 42:02afeta a temperatura também, a temperatura de conforto pode ser
- 42:06que mulhe, um pouco o, na verdade é o conforto, né?
- 42:08Não é a temperatura de conforto, pode ser um conforto dele, ele
- 42:12prefira 2 °C abaixo, mas com muito menos gás.
- 42:17Então é é esse Pombo, né? Onde que a gente maximiza.
- 42:22O bem-estar do animal para ele performar bem e não ter dia acho
- 42:25que é isso o pensamento. E aí tem.
- 42:28Tem toda uma questão de instalações também, né, a gente
- 42:31está migrando aqui no Brasil para essas instalações mais
- 42:35largas, né? Então esses barracões com mais,
- 42:39com mais animais embaixo do mesmo teto, e que se a gente
- 42:43simplesmente copia esse modelo sem copiar AA climatização
- 42:49junto, né? Então a retirada do gás.
- 42:52A gente forma muitos microclimas.
- 42:55Muitos microambientes dentro dessas instalações, né?
- 42:59A gente já tem alguma alguns levantamentos de dados e
- 43:02interminação que quando com 4 ou 4 ou 6 fileiras de de baias né,
- 43:09dentro desses desses barracões mais largos.
- 43:12E a mortalidade do das filas do meio para as laterais da 3 para
- 43:1719? Sim, quando você pega a morte do
- 43:21Barracão da 3 para um que morre nessas fileiras do meio do que
- 43:25das laterais. Então tem muito impacto desses
- 43:28bolsões de de gases dentro dessa instalação, né?
- 43:33Do calor que fica no meio, em relação às baias que estão nas
- 43:37extremidades, né? Tem muita coisa para olhar nesse
- 43:40sentido de qual é. Qual é o ambiente que nós
- 43:44estamos oferecendo, né? O quanto nós desafiamos os
- 43:47limites biológicos desses animais?
- 43:50Uhum, uhum. Não exatamente.
- 43:52Exatamente. EE, Diane, até pela tua
- 43:54experiência, assim, em diversas granjas e diversos sistemas e
- 43:58empresas. O componente genético?
- 44:03Tu acha que ele merece ser citado, quando a gente fala em
- 44:07diarreias pós smame ou diarreia de creche, alguma coisa nesse
- 44:11sentido? Sentido de linhagens.
- 44:14É a linhagens que são que tu vê mais acontecer que outras.
- 44:18Hoje, pra mim, isso não é um não, é um componente que faz
- 44:22diferença na sanidade do assim da minha casuística tá?
- 44:27Assim, quando eu olho para os sistemas que eu atendo, eu
- 44:30atendo. Praticamente todas as linhagens
- 44:32que nós temos disponíveis aqui no Brasil, né?
- 44:36É isso, não é um não. É um componente que hoje me é.
- 44:40Me chama a atenção, né? Mas eu já fiz uma pergunta.
- 44:45Nesse sentido, eu não vou lembrar o nome, mas é um
- 44:48professor da urgs lá, não é Vladimir, eu acho, não vou
- 44:52lembrar agora, tá? Mas ele era coordenador lá da
- 44:56veterinária. No momento de um sliner day,
- 44:59ele, ele falou algo sobre. A resistência de algumas
- 45:04linhagens de de raça de galinha, que eu nem lembro quais são, tá
- 45:08tipo, é o professor que eu não lembro o nome, a raça da
- 45:10galinha, nome né? Vai entregando a idade da
- 45:14pessoa, esse tipo. Eu lembro eu lembro do professor
- 45:16Vladimir, do do frango lá, pode ser que seja o Vladimir.
- 45:19É, foi ele. Então eu eu achei que fosse o
- 45:22Vladimir e daí ele me falou, que que ele não?
- 45:26E eu perguntei Pra Ele sobre a influenza, se ele, se existir
- 45:30alguma coisa no nas aves em relação às linhagens, né?
- 45:34Que pudesse ser mais resistente. Ele me me explicou que não, que
- 45:40ele não tinha conhecimento disso, né?
- 45:42Dessa questão de receptores de trato respiratório superior
- 45:45inferior, de onde o vírus vai se ligar, que ele não tinha
- 45:48conhecimento disso. Achava pouco provável, né?
- 45:52Mas que ele tinha assim que as raças de galinhas vermelhas eu
- 45:58acho ou brancas. Uma das 2 tinha nos primeiros
- 46:02dias de vida, dificuldade de termorregulação e por isso que
- 46:05adoecer mais. Então, assim, você precisa
- 46:09aquecer mais lá de uma determinada raça, porque ela tem
- 46:13nos primeiros dias de vida. Então, assim, eu não consigo ver
- 46:18isso no suíno com AA fala dele. Foi muito mais profunda que
- 46:22isso. Foi uma conversa ótima, tá?
- 46:24Ele, ele meio que me assim, me convenceu de que é difícil que
- 46:29seja dessa forma você vai ter, então.
- 46:34Animais mais robustos, mas por outros motivos, assim que não
- 46:37por essa. Susceptibilidade direta, né?
- 46:41AA doenças, né? Então hoje linhagem Pra Mim Não
- 46:45É uma não, é um ponto que me chama atenção.
- 46:48Interessante, interessante. E eu pensava também nessa parte
- 46:52de evolução genética, não não simplesmente comparando
- 46:55linhagens joane. 11. Entre aspas.
- 47:00Uma doença da modernidade, né? A gente a gente avança, a gente
- 47:04moderniza as coisas. A gente usa AEA interior
- 47:07artificial e daí gera um algum, uma desvantagem com aquilo.
- 47:12Ou uma modernidade. Ah, um carro automático gere.
- 47:14Gera uma pequena desvantagem aquilo ali e pensando Na Na
- 47:18melhoria genética, né? A gente falava aí que passou.
- 47:24No passado, chegou a desmamar 10, daí foi pra 11.
- 47:26Daí hoje o que desmamava menos que 12 é muito ruim.
- 47:30E aí, hoje a gente fala em desmame lá, 14.
- 47:32Até mais que isso, é uma questão de de de de espaço, né?
- 47:40A cela da a cela parideira não, talvez não acompanhou esse
- 47:44número de animais a mais em em crescer no espaço.
- 47:47Muito a às vezes o teto não tem o teto suficiente e a gente meio
- 47:50que vai transferindo essas, essas pequenas faltas para
- 47:54também a mesma instalação de creche, que antes recebia 12 por
- 47:57lei de pegada, e agora vem 14 por lei de gado, né?
- 48:00Acho que é é um é um conceito assim.
- 48:02EE, eu entendo de certa forma que é difícil, né?
- 48:04Nossa, Ah, melhorou um leitão a cada 2 anos eu vejo a melhoria e
- 48:09aumento um pouco, a boto uma folha de piso a mais derrubo a
- 48:13parede aumenta o Barracão é, não é simples, né, falar isso não é?
- 48:17Não. É isso mesmo.
- 48:19Não consegue acompanhar na verdade, né?
- 48:22EE, essa questão de obras nas granjas, quando a gente vai
- 48:26construir? Hoje, se você pensar nas granjas
- 48:30que foram construídas no ano 2000, nós estamos indo para
- 48:322024. As grandes, que tem um quarto de
- 48:36século, são granjas novas. E pensam que era essa
- 48:40suinocultura 25 anos atrás. Então, quem está construindo
- 48:44Granja hoje não tem que construir a Granja para o que é
- 48:48hoje. É porque a gente imagina que
- 48:50essa suinocultura vai ser em nenhum 30 anos.
- 48:54E grandes reformas. Nós não fazemos.
- 48:57Isso é um ponto. Isso é muito Sério, sabe?
- 49:00Você tem que construir para atender o que você precisa.
- 49:04Você não faz grandes reformas. São raras as grandes reformas.
- 49:08Elas demoram 30 anos para acontecer.
- 49:11Então, quando você for construir algo, tem que pensar nessa,
- 49:15nessa melhoria, porque ela virá. E provavelmente assim, quando
- 49:21quando a gente seleciona animais de maior desempenho, nós
- 49:25passamos por isso no frango, né? A gente foi passando por isso em
- 49:29todos, todas as linhagens que selecionam.
- 49:32Eles ficam mais frágeis ao ao, o cardiorespiratório, né?
- 49:37Então essas coisas, porque não é sistema imune, né?
- 49:41Então, tem bastante coisa que a gente desconhece também, mas que
- 49:45tem que pensa que pode ser sim, né?
- 49:49Você ter animais mais sensíveis, né?
- 49:51Não muito bom, muito bom. Eu acho que é que é um é um bom.
- 49:55É uma coisa mais prática assim, porque às vezes a gente fala Ah,
- 49:58a gente perdeu tantos, tantos espaços, o cliente alojava a.
- 50:04A ponto 33 m² agora está a ponto 28 ponto.
- 50:08Mas é, mas é difícil, né? Para do ponto de vista do
- 50:10produtor, não é pensar. Por isso que acho que é é boa
- 50:13essa tua fala de que a gente tem que pensar como vai estar a tudo
- 50:16cultura daqui a 20 anos, daqui a 15 anos, quantos animais vai ter
- 50:19nesse sentido, para não, para não pensar ainda no quinto ano,
- 50:23ter que fazer reforma, porque a gente já passou à sonoricultura
- 50:27a maioria já já ultrapassou a minha capacidade estrutural, né?
- 50:30Você quer ver Jamil? Tanto que espaço por animal é
- 50:33importante? Quantas coisas nós temos de
- 50:36final de creche que você simplesmente faz a transferência
- 50:41para terminação? Você sai ali, mas que seja ponto
- 50:4533 tu entende que seja dentro do que a gente considera ótimo e
- 50:49você coloca esse leitão com 1 m por animal.
- 50:53E o que é que acontece com essa idade?
- 50:55Cura milagrosamente, cura, né? Então, assim.
- 51:00Tem coisas que a transferência de fase resolve.
- 51:03Por quê? Porque você mudou completamente
- 51:07o ambiente e a forma como esse animal estava alojada, né?
- 51:11Então são coisas interessantes pra gente começar a olhar e
- 51:15entender esse impacto sim das instalações, da climatização,
- 51:20né? Essa questão de ambiência e como
- 51:22isso tudo impacta no aparecimento das doenças de
- 51:26forma geral, mas nas entérias também.
- 51:29Hum-hum totalmente, totalmente é, e até dando uns passos atrás
- 51:34aí de nossa conversa na parte de de diarreias nutricionais, de a
- 51:39gente conversava aqui No No, no backstage, aqui no background,
- 51:42né? Que que às vezes a gente é
- 51:44aquela coisa, onde eu sei menos é onde eu vou botar a culpa, né?
- 51:47Quando eu não trabalhava com nutrição, a culpa era sempre com
- 51:50nutrição. Mas nesse ponto de de que tu
- 51:54comentou de que? E eu concordo 100%, ainda mais
- 51:58agora, porque eu trabalho com formulação todos os dias.
- 52:03Problemas na formulação se for um problema da formulação, vai
- 52:06ser porque. Alguém esqueceu de colocar
- 52:09alguma coisa na fábrica, entrou muito do ingrediente, não coube
- 52:13espaço no na batelada para entrar.
- 52:16Tal coisa é assim, vai ser um erro, né?
- 52:18Não vai ser proposital. Essa questão alimentar é o é o é
- 52:22OX da questão a gente, a gente aqui tem um tem um ponto de uma
- 52:26estratégia de trabalho muito mais da questão de que a
- 52:29primeira, a primeira semana, dificilmente a gente sabe que
- 52:33tem ingredientes que estimulam um pouco o consumo mais.
- 52:37Acelerado que outros? Mas realmente isso não não
- 52:40configura para o leitão uma chance de ele ter menos diarreia
- 52:44ou dele sair mais pesado? Então, a gente, às vezes a gente
- 52:47saiu de um conceito onde se gastava muito nas nas rações 1 e
- 52:502 e a gente começou a pensar que vamos guardar um pouquinho
- 52:54desse, desse dinheiro da 1 e 2 e botar na 3, que é onde realmente
- 52:58como ele ganha mais peso. E a gente observou que em termos
- 53:01de de diarreia, de de ganho de peso, foi até melhor, né?
- 53:05Melhorou nesse sentido. Mas muitas coisas que a gente vê
- 53:08é, é, é, é. Eu estou mencionando o manejo
- 53:11alimentar, né? A gente tem que fazer o leitão,
- 53:13comer, mas muitas vezes fazer o leitão, comer.
- 53:15Não é através da formulação. E é como também isso é 11
- 53:18ambiente, o leitão com qualidade e entender que aquela primeira
- 53:22semana. É, é estressante, tem leitão que
- 53:26não come, tem leitão que que que é grande, não come, tem leitão
- 53:30que é pequeno e não come. Às vezes a gente fica, a gente
- 53:33tem que sair um pouco da caixa. E nesse sentido de que algumas
- 53:37coisas são normais, né, é um, é um, é um ser vivo, que é a mesma
- 53:41coisa, um bebé, né? Que quando ele é desmamado da
- 53:43sua, da sua mãe, os 2 sofrem, né, beber nessa transição
- 53:47alimentar, a mãe também. Então acho que é que é que é a
- 53:51bom a gente ter esse conceito assim, né, de que?
- 53:54Manejo alimentar é muito, é muito.
- 53:58Mais impactante, eu diria para diarreia e a própria formulação,
- 54:01então acho que é que é uma coisa interessante nesse nessa
- 54:04conversa. É, sem dúvida, os formatos de
- 54:08estímulo de consumo, né? Como a gente faz isso?
- 54:12E, mais uma vez, a idade de desmame.
- 54:15A gente tem muitos leitões aqui no Brasil, um percentual alto de
- 54:19leitões, que é o que a gente chama de cabeceira da semana
- 54:23anterior, então traz ele, você desmama, ele uma semana antes do
- 54:28que ele seria desmamado ou 4 ou 5 dias antes.
- 54:31Esse leitão sofre muito. Porque ele tem idade diferente
- 54:35dos outros, né? E outra coisa são as tais baias
- 54:40de pequenos, né? Então a gente tem uma
- 54:43experiência muito interessante num cliente que resolveu é bem,
- 54:48é uma integração grande, né? Tinha, tinha volume de leitão
- 54:52para fazer isso, né? Definiu.
- 54:55Produtores específicos para os leitões pequenos, então, abriu
- 54:59mão da pirâmide só para os pequenos, né?
- 55:02Tem tem várias pirâmides dentro do sistema dele, mas.
- 55:06Ele colocou esse. Na mão de alguns produtores
- 55:09especializados, e esse leitão, sim, ele sai uma semana mais
- 55:15tarde que o leitão padrão. Ele morre uns 40% a mais que o
- 55:21leitão padrão, mas ele tem conversão e ganho de peso igual.
- 55:26O que é que aconteceu ali naquela instalação?
- 55:30É todo o mundo pequeno, não é 3 baias de pequenos, num universo
- 55:36de leitão padrão, né? Não são 3.
- 55:38Desde pequenos, esse cuidado da especialidade fez a diferença,
- 55:44né? Então, como a sanidade dele é
- 55:47muito equilibrada? Não, não, não aconteceu nada.
- 55:50Sanitariamente não é o leitão que adoece mais, né?
- 55:54É, foi muito interessante essa visão, então o que fazer dentro
- 56:00dessas creches, né? Quais são os manejos diferentes?
- 56:05Ai, você não precisa de de 7 dias de ração molhada da papinha
- 56:11para o teu leitão, cabeceiro o teu leitão cabeceira, nem
- 56:13precisa de comedor, acessório, se descuidar, né?
- 56:17Então assim, é como como chamar a atenção deles para o
- 56:22comedouro, né? O que é que eu posso fazer?
- 56:25Para que eles consumam mais rápido, eu tenha o menor
- 56:28intervalo possível entre a última mamada dele e a primeira
- 56:32ingestão de ração, né? É o tamanho das baias, me parece
- 56:36que impacta muito também. Quantos leitões, né?
- 56:40E a que distância eles estão do comedouro, sabe Oo formato da
- 56:46Bahia, assim a que distância eles estão do comedouro, né?
- 56:51Então você não sei se é no teu trabalho, mas quando o testou.
- 56:54Densidade. Trouxe a Baia, né?
- 56:58Trouxe a divisória da Bahia, você aproximou eles do
- 57:01comedouro, né? Então, você respeitou a
- 57:04densidade, mas o formato da Baia talvez facilite alguma coisa
- 57:07nesse sentido. Né?
- 57:09Exato. Exato.
- 57:10E é difícil de controlar, né? Difícil de de controlar esses
- 57:12fatores pra fazer uma análise, não é isso, né?
- 57:15Então, em conjunto, é do ponto de vista de metodologia pra
- 57:19experimentação. Tá corretíssima, né?
- 57:21Não tem. É isso que faz mesmo, né?
- 57:24Mas quando você vai construir uma Granja, de que tamanho de
- 57:27Baia? Ah, eu vou botar 100 leitões.
- 57:30Eu vou usar, sei lá, 2530, ai que funciona a dinâmica disso.
- 57:35Como é que funciona o cuidado, enxergar um leitão, né?
- 57:39Porque a disseminação de uma diarreia também tem a ver com a
- 57:43agilidade em que nós curamos os primeiros né?
- 57:47Você é você é a disseminação, né?
- 57:49Epidemiologia é disseminação da doença.
- 57:52Então Eu Acredito muito, nos próximos anos, no potencial das
- 57:56instalações, como facilitadores do facilitadoras do processo de
- 58:01produção. Acho que a gente precisa olhar
- 58:04para isso com cuidado. Já pensou estar no top 1% da
- 58:10sono? Cultura acesse academia
- 58:12suina.com.br e invista no seu conhecimento.
- 58:17O sinocast só é possível através do apoio de empresas inovadoras
- 58:21e que apoiam a educação continuada na suinicultura
- 58:24brasileira. Seva sempre com você, além da
- 58:27saúde animal, polinutre nutrição animal, juntos vamos mais longe,
- 58:32Giga alta performance sem esforço.
- 58:35Não, sem dúvida, sem dúvida. EE isso djania tem muito naquilo
- 58:38de que às vezes a gente tem funcionários que tem 11, tipo
- 58:43com olhares diferentes, né? A gente tem um funcionário que
- 58:46ele tem um olhar mais para o comedor, onde ele vê a
- 58:50regulagem. AAA panela, ali OA bandeja do
- 58:54comedouro, se o se o se a capacidade ali está, se está
- 58:59cheio o funil ou as fezes a as paredes as.
- 59:06Do bebedor a altura do Bebedouro.
- 59:08Mas às vezes tu toalha pouco pro animal, né?
- 59:11É toalha pro tu, tu, tu tu gasta poucos minutos olhando pra uma,
- 59:15pra uma mesma Baia, e tu não precisa.
- 59:18Tu não precisa determinar o comportamento dos 25 leitões que
- 59:22estão naquela barba mas tu percebe, né?
- 59:24Quando aqui esse minuto e aquele animal nem se levantou com a
- 59:28minha presença, tá longe dos outros aqui do comedouro também
- 59:32é mais fria da Baia, eu acho que é é esse olhar, né, que que
- 59:36diferencia às vezes o mesmo leitão indo pra esta Praga, pra
- 59:39grande as diferenças e ele performar diferente.
- 59:41É normal. É esperado que isso aconteça.
- 59:43São são cuidados diferentes. Eu acho que essas estratégias de
- 59:46alimentação, do incentivo ao consumo também a gente tem aqui
- 59:51no Brasil já uma tendência bem bem disseminada de fechar água,
- 59:56né? De não, de não.
- 59:58Trabalhar com ração molhada é principalmente quando você
- 1:00:02trabalha com paletizada, né? Com micropelity, peléti e mas a
- 1:00:07gente tem as baias de pequenos que isso, ou com ração farelada,
- 1:00:11que isso continua sendo um formato interessante de de
- 1:00:14estimular consumo. Não de viciar, né?
- 1:00:18Então, de você fazer isso de uma forma que esse leitão consiga só
- 1:00:22fazer a ingestão de ração EE voltar pro comedouro, né?
- 1:00:26Que ele que ele entenda onde é o comedouro e todas as questões de
- 1:00:30hidratação. Como é que a gente quer que eles
- 1:00:34se alimente de uma ração seca se ele não tomou água, né?
- 1:00:39Então eu acho que isso daí é um outro ponto que vale sempre
- 1:00:42muito, um olhar bem crítico para isso, dentro das granjas.
- 1:00:46Tem uma discussão que eu vi do pessoal de equipamentos sobre a
- 1:00:51chupeta em si, não espirrar água, né, que que tem um
- 1:00:57mecanismo já né, que na chupeta ele é a água, desliza sem perder
- 1:01:02vazão, né? Então ele vai lá, ela desliza
- 1:01:05por eu não. Não consigo ter descrever
- 1:01:07direito isso, né? Mas ela desliza por baixo do
- 1:01:11pino e ela então assim com vazão, corre para a boca do
- 1:01:14leitão e não espirra. Mas você tem muita pressão, ele
- 1:01:18toma um susto, ele toma. Umas gotinhas de água para não
- 1:01:22morrer, né? Então é é esse o ponto assim, do
- 1:01:26do quanto isso aí também pode interferir, né?
- 1:01:29Muito interessante, muito isso. Isso é um conceito.
- 1:01:32Geralmente a gente testa as chupetas ali, Ah, espirrou a
- 1:01:36água. Tá, tem invasão, né?
- 1:01:37Tá bom, e. E a que está com pouca, assim,
- 1:01:41comparado com as que estão espirrando.
- 1:01:42Nossa, tem. Tem alguma coisa trancando aqui.
- 1:01:44Na verdade, é. E Jamil assim?
- 1:01:46Eu acho que tem uma outra coisa relacionada a consumo de água
- 1:01:49que quando você pensa, pensa o suino na natureza, né?
- 1:01:54Onde é que, onde é que já avalia e toma água, né?
- 1:01:57Toma água no Rio, na poça, é sempre com a cabeça baixa, né?
- 1:02:02Não toma água da chuva, né? Então esse comportamento do
- 1:02:06consumo da água a gente precisa facilitar na chupeta, porque ele
- 1:02:10tem que tem que ser de de fácil a apreensão, que tenha vazão
- 1:02:15para que ele consiga tomar essa água.
- 1:02:18Então eu acho que 11, parte importante da sanidade do desse
- 1:02:22ponto de alojamento mora por aí. Muito bem levantada por você
- 1:02:27nessa questão do consumo o mais rápido possível e essa questão
- 1:02:32da água, né? Também como começando pela água
- 1:02:37e seguindo pela ração. Perfeito é, até tem o tem.
- 1:02:41Aquele trabalho que a gente publicou não, não faz muito
- 1:02:43tempo, faz uns 3 anos e que o impacto.
- 1:02:46O impacto da da primeira semana no sentido do do percentual de
- 1:02:50animais que perdem peso, né? O que acontece com o animal que
- 1:02:53perde peso na primeira semana, né?
- 1:02:55É, e aí pode-se envolver diversos fatores, pode-se
- 1:02:58envolver uma diarreia, pode envolver simplesmente um leitão
- 1:03:01que que ele é imaturo, neurológico neurologicamente,
- 1:03:04ele demorou pra aprender onde é o comedor EEA gente viu que o
- 1:03:09impacto. O impacto do leitão que não come
- 1:03:11na primeira semana e aliado ao peso, ao desmame, é, pode ser
- 1:03:15muito trágico se se ele for pequeno e não comer, né?
- 1:03:20Então aí tento. E geralmente AA naquele estudo
- 1:03:24que a gente fez, a gente contou mais, a gente, teve muito mais
- 1:03:26refugiagem do que mortalidade e a refugagem era geralmente era
- 1:03:32uma diarreia. Ah, um animal que não tem
- 1:03:34nenhuma causa específica, simplesmente tem diarreia,
- 1:03:37porque ele não se alimentou e. E ele não, não tem vez na Baia,
- 1:03:42é. Então é um animal que que refuga
- 1:03:44e acaba tendo diarreia, porque ele é um é um prato cheio, né?
- 1:03:46Então não é uma não. É um problema entérico do
- 1:03:50sistema, né? Acho que esse é um ponto
- 1:03:52importante. A gente fez um trabalho aqui
- 1:03:54também recentemente com. Com 2 genéticas diferentes bem
- 1:03:58antagônicas, no sentido de de da, o foco era mais na no
- 1:04:04momento, onde ele atinge o pico da deposição da deposição
- 1:04:07proteica. Os que tinham a deposição
- 1:04:09proteica mais maximizada, mais tardiamente, que IA beneficiar
- 1:04:14conversão alimentar na terminação, ele sofriam mais no
- 1:04:17início da creche, que é mais ou menos o que as genéticas de
- 1:04:20hoje. Apresentam porque no final a
- 1:04:24performance é melhor No No todo, né?
- 1:04:26Mas No No começo ele sofre mais, a gente conseguiu, a gente
- 1:04:29conseguiu uma outra genética que ela era.
- 1:04:31Mais alinhada com certa forma com o passado, onde o animal de
- 1:04:36primeira semana de creche ele chega na creche e vai reto no
- 1:04:38comedor. É impressionante e a gente viu o
- 1:04:40impacto que isso tinha na sobrevivência de creche, Na Na
- 1:04:44performance imediatamente da após a primeira semana e com
- 1:04:48certeza os casos de diarréia foram menores também.
- 1:04:50A gente viu muito disso, então assim, essa, essa, essa questão
- 1:04:53da primeira semana, a primeira semana, às vezes a gente volta
- 1:04:56muita atenção, mas é basicamente fazer o animal comer.
- 1:04:59Se ele se ele come ele, é a razão de chance dele perder
- 1:05:01peso. Vai ser muito menor, né?
- 1:05:02Eu acho que é o é a grande mensagem.
- 1:05:05E aí, quando nós? Os problemas, né?
- 1:05:09Clínicos documentados a gente discute, sim, as ferramentas,
- 1:05:13né? Então depois que você tem todo
- 1:05:16esse todo esse processo do da da prevenção via manejos, né?
- 1:05:21Quando isso tudo está organizado, sim, tem sistemas de
- 1:05:25produção que. Que tem bactérias, que tem
- 1:05:28agentes que precisam da implantação de programas
- 1:05:32específicos, né? A gente está muito, muito
- 1:05:35adaptado a vacinar os leitões para micoplasma e circo.
- 1:05:38Vírus, né? E aí vai na glacerela estrepto,
- 1:05:42mas a gente não está a adaptar não, não é uma coisa comum
- 1:05:47vacinar animais para entérico, né?
- 1:05:49Em geral, vacinávamos as mães EE nos últimos tempos a gente tem
- 1:05:54inclusive as ferramentas, né? De vacina específica, né?
- 1:06:01É um progresso muito interessante e aí sim, entrando
- 1:06:05muita tecnologia nesse sentido, com vacinas vivas, né?
- 1:06:10EE, para o leitão orais, coisas bastante interessantes, assim
- 1:06:15que quando você resolve o teu problema ambiental e ou oferece
- 1:06:22a melhor condição possível para esse leitão e ainda assim você
- 1:06:26tem um problema, tem sido, tem tido uma taxa bem alta de
- 1:06:30sucesso no uso dessas ferramentas.
- 1:06:33A partir de um diagnóstico bem consistente, né?
- 1:06:37Então, colhe, pós-desmame, Salmonella.
- 1:06:40São 2 exemplos assim que quando você tem o problema, realmente
- 1:06:44você conseguiu afunilar o teu diagnóstico a ponto de entender.
- 1:06:49Você implanta ferramenta e você resolve, né?
- 1:06:53Então é um negócio bastante interessante e que é bom que nós
- 1:06:57temos isso tudo sendo desenvolvido, né?
- 1:06:59Não, sem dúvida, mas as novas tecnologias, a insanidade são
- 1:07:03são cruciais, né? E Diane, para fechar, nosso
- 1:07:06nosso nosso bate-papo, a gente falou bastante de manejo, enfim,
- 1:07:11diversos pontos, falamos também de limpeza de desinfeção.
- 1:07:15Mas eu queria que tu comentasse um pouco sobre.
- 1:07:19Biossegurança. Aí, no caso, foco mais interno
- 1:07:22da Granja, né? E aquela e aquela conversa que a
- 1:07:24gente teve No No antes de começar a nossa gravação do
- 1:07:28tamanho do desafio, né? Se a gente assistir no Brasil a
- 1:07:30gente tivesse desafios de doenças mais graves, será que a
- 1:07:34gente IA IA melhorar a nossa biossegurança interna?
- 1:07:37IA ter IA ter uma mentalidade diferente.
- 1:07:39É eu. Esse é um assunto que assim ele
- 1:07:41deveria estar presente o tempo todo, né?
- 1:07:44Então, nós estamos discutindo prevenção, né?
- 1:07:48A gente está sempre discutindo. Programas promotores de saúde
- 1:07:53não, programas, né, de controle de doenças.
- 1:07:57Quando você consegue inverter esse foco e realmente colocar,
- 1:08:02né? Colocar esses planos em em
- 1:08:05funcionamento, isso tem muito impacto dentro das granjas, né?
- 1:08:10Discutir essa questão? Focada no entérico como
- 1:08:13biosseguridade externa porque nós temos doenças entéricas que
- 1:08:19são transmitidas quase que exclusivamente pelas fezes, né?
- 1:08:23E se você lavar um caminhão adequadamente?
- 1:08:26E você encerra a possibilidade de Transmissão, né?
- 1:08:30E essa questão da biosseguridade tem um tem um componente que é o
- 1:08:35fato gravíssimo que é o facto de ser invisível, né?
- 1:08:39Se você soubesse que você está carreando você não carrearia.
- 1:08:43Se você soubesse que você está levando, você não levaria.
- 1:08:47O problema é que você não sabe que você está levando.
- 1:08:51Então, assim, quando você trabalha contra o invisível,
- 1:08:55esse é um negócio que precisa ser de todas as camadas de
- 1:08:59segurança adicionadas, né? Todas as que você tiver.
- 1:09:03Então aí nos Estados Unidos, vocês trabalham muito bem com
- 1:09:07esses postos de lavagem e secagem de caminhões, né?
- 1:09:10Então tem auditorias para isso e eu acho que esse é um dos pontos
- 1:09:15que aqui no Brasil, aos poucos vai sendo desenvolvido.
- 1:09:18Eu já conheço alguns pontos que as empresas mesmo desenvolveram
- 1:09:21AO seu ponto de lavar. Lava no frigorifico mas com
- 1:09:27antes de ir para qualquer instalação, Lava de novo e
- 1:09:32audita, né? Então, esse, esse procedimento,
- 1:09:35ele aos poucos ele vai ganhando corpo também aqui no Brasil,
- 1:09:39isso é seríssimo. Do ponto de vista de
- 1:09:41biosseguridade externa, esse hoje é é um dos pontos que eu
- 1:09:47apontaria, assim como o mais importantes.
- 1:09:49A gente está migrando para auto reposição em praticamente todos
- 1:09:53os sistemas de produção. Essa é uma tendência brasileira,
- 1:09:57né? Se não entra animal, vai entrar
- 1:10:00sêmen e pessoas e transporte, né?
- 1:10:04Rato e mosca. A gente nem sabe mais o que
- 1:10:07falar a respeito disso, né? Tem que matar e pronto, tem que
- 1:10:11ter, tem que. Profissionalizar isso, né?
- 1:10:15Ponto é, tem como, tem, tem como sim, tem produto, tem
- 1:10:19tecnologia, tem manejo de pragas pra isso, né?
- 1:10:23Aí os caminhões a gente interrompe mais uma parte
- 1:10:27importante do ciclo. Quando vai para a biosseguridade
- 1:10:31interna é a nossa bota, é o programa de limpeza e desinfeção
- 1:10:38é a nossa mão, é AA vassoura, o que você mexe no comedouro lá,
- 1:10:44então assim, você, esse ponto é é um ponto bastante importante,
- 1:10:50porque ele exige uma mudança de modelo mental.
- 1:10:55Então, assim de você é trocar a bota quando entra na instalação.
- 1:11:02O que é que teve no seu pátio do pátio da sua Granja à noite?
- 1:11:08Será que tem javali na sua região que.
- 1:11:12Será que tem as fezes do cachorro, do gato, da do dos
- 1:11:17pássaros? Você pisa e entra.
- 1:11:20Então esse esse procedimento. E é uma coisa extremamente
- 1:11:24simples, né? Troca o seu Calçado.
- 1:11:27Você vai com um Calçado até a porta e é ao lado de até a
- 1:11:31Barreira, né? E troca esse Calçado.
- 1:11:35Então a gente tem muita coisa assim e é o fato de ser
- 1:11:39invisível, né? Que.
- 1:11:41É o que mais impacta. Você não sabe que está levando,
- 1:11:45que se você soubesse você não levaria, né?
- 1:11:48Então, oração não sente, né? É quem?
- 1:11:50Não vê essa? Não vê o coração, não sente.
- 1:11:56Que nem isso. Então eu acho que esse, esse é o
- 1:11:58conto assim, né? É, e as nós temos AA sorte, a
- 1:12:03sorte não assim, um pouco de sorte e um pouco de competência
- 1:12:07também, de que não entraram ainda, EEE.
- 1:12:11Talvez não entrem, né, porque nós estamos bastante protegidos
- 1:12:14por canané e é um processo extremamente Sério, né?
- 1:12:18Então, dessas doenças né exóticas para nós, eu acho que a
- 1:12:22gente está protegido, dever do exterior, né?
- 1:12:26Então, se nós temos essa, essas, essa sorte de não ter essas
- 1:12:32doenças de Transmissão tão fácil, né?
- 1:12:36É é uma questão mesmo da nossa competência, de prevenir essa,
- 1:12:42esse levar de um lado para o outro.
- 1:12:44Não, excelente, excelente, a gente tem.
- 1:12:46Tu mencionou essa questão dos caminhões, né?
- 1:12:48Lavação de camião. Uma empresa gigante aqui dos
- 1:12:55Estados Unidos, eles tinham os os postos de de.
- 1:12:58Espalhados de de lavação de caminhão EE um deles era assim
- 1:13:04AA alguns metros. De uma fábrica de ração, ou
- 1:13:10seja, daí daí eu me lembro que a gente estava conversando com um
- 1:13:12produtor, com com o dono da empresa.
- 1:13:14Ele falou, a gente tem que derrubar isso aqui hoje, colocar
- 1:13:17em outro lugar. A gente não pode estar trazido o
- 1:13:19caminhão sujo de fezes para lavar que do lado da fábrica de
- 1:13:22ração não é e então é tu. Veja, já está pensando na
- 1:13:26localização daquela daquela lavação.
- 1:13:29E a gente, eu, eu participo do de um comitê aqui da da que o
- 1:13:33foco é prevenção de introdução da pesquisa africana e eu
- 1:13:37participo do comitê de feed biosafet.
- 1:13:40Então, assim, tudo que pode fazer com que a com que a
- 1:13:43importação de ingredientes possa trazer essa doença para os
- 1:13:46Estados Unidos e o pessoal da IO state lá com o professor Daniel
- 1:13:50Linhares, Oo Edson Magalhães, eles trabalham nessa parte de
- 1:13:53lavação de caminhão EE, eles fizeram uns trabalhos bem legais
- 1:13:58assim de o que é que faz com a água?
- 1:14:00Como é que trata a água, para obviamente não ter aquela
- 1:14:03aparência de que nós, a gente está?
- 1:14:05A sustentabilidade zero, estamos gastando um Monte de água para
- 1:14:07lavar caminhão, então assim, super à frente, assim para para,
- 1:14:11porque assim é tudo é sustentabilidade, né?
- 1:14:14Tudo é sustentabilidade, tudo envolve sustentabilidade, então
- 1:14:17a gente criar esse processo também envolve essa questão de
- 1:14:20como a gente se trata, a água como a gente, os efluentes
- 1:14:23daquela instalação e onde essa instalação fica.
- 1:14:25Então eu acho que é, acho que é um passo que que vai acontecer
- 1:14:28nos próximos anos no Brasil, ou deveria acontecer, né?
- 1:14:31É isso mesmo, a gente começou falando, né?
- 1:14:34Que sanidade é uma das únicas ameaças reais à sonocultura
- 1:14:38brasileira? Sono, cultura mundial e de fato
- 1:14:40é, então isso é. Sustentabilidade, né?
- 1:14:43É a sustentabilidade, é a sustentabilidade maior, é a base
- 1:14:47da sustentabilidade do seu negócio.
- 1:14:52Excelente, Jane, muito obrigado pelo teu tempo.
- 1:14:55A gente sempre finaliza com as perguntas que não são
- 1:14:59relacionadas ao tempo principal da conversa.
- 1:15:01E eu queria te perguntar hoje se tu sabe quantas suculentas tu
- 1:15:05tem. Eu já tive mais de 230 numa
- 1:15:13sacada, agora eu tenho um pouco menos, eu tenho uma 150.
- 1:15:19Que elas foram morrendo, eu não repus.
- 1:15:22Eu tenho ficado pouco tempo em casa e elas estão sentindo isso,
- 1:15:28mesmo que sejam muito resistentes, precisa de de
- 1:15:32cuidado, então. Mas eu esse, essa é uma coisa
- 1:15:36que eu amo fazer, meu marido que quando a gente vai lá para casa
- 1:15:40dos meus pais, que é no interior do Rio Grande do Sul, né?
- 1:15:44Eu revelo a minha Cruz, a com o tatu, porque você mexendo
- 1:15:49mexendo na Terra. É uma coisa que eu adoro fazer,
- 1:15:53então eu moro num apartamento. Se eu dei um jeito de trazer
- 1:15:56isso bem para perto de mim, né? É?
- 1:16:00É um negócio bom demais, mas já tive muitas, agora estou com
- 1:16:03menos. Tem alguma preferida assim
- 1:16:05alguma? Tem, né?
- 1:16:08Tem. É, tem um, tem algumas que foram
- 1:16:11as primeiras. É, eu não sei falar o nome
- 1:16:14científico, mas assim são as mais resistentes, me acompanham
- 1:16:18há mais de 10 anos, que são as mortes, são são lindas, assim é
- 1:16:24um é, são, e elas são muito, muito resistentes.
- 1:16:29Isso tem um componente emocional para mim também.
- 1:16:32Eu olho para elas assim e eu entendo no tanto que dá que que
- 1:16:37dá para viver com um pouco. Com com pouca arma, sabe?
- 1:16:42Pouca luminosidade são tenho cactos também, mas as minhas
- 1:16:46preferidas são as suculentas mesmo.
- 1:16:49Tem algumas que são as mais antigas assim.
- 1:16:51Sabe que na minha casa a gente não.
- 1:16:53Agora, no inverno a gente tem poucas horas de sol, né, que
- 1:16:57entra nas na sala, né? E a gente tem muita planta
- 1:16:59também e a gente descobriu as as lâmpadas de.
- 1:17:04Que. Auxiliam No No crescimento e
- 1:17:07mais manutenção do que crescimento, não é e está sendo.
- 1:17:11Tem sido um fator, um divisor de águas assim, de programa para no
- 1:17:15começo. Eu no começo eu queria deixar a
- 1:17:17luz acesa 24 horas, daí eu daí eu aprendi que as plantas também
- 1:17:21precisam desse Descanso, entre aspas.
- 1:17:24Daí agora eu já programei para durante as 12 horas de de dia,
- 1:17:28as luzes ficam assim. Isso foi, foi, está sendo.
- 1:17:30Está sendo um aprendizado e parece que funciona bem.
- 1:17:32Então essa é a minha dica aí para quem tem planta.
- 1:17:36Em apartamento. Em apartamento.
- 1:17:39A minha sacada, ela não é grande, é uma sacada
- 1:17:42relativamente pequena. Então, assim, eu tenho muita
- 1:17:44prateleira, né? Só que para a posição solar, ela
- 1:17:47é bem boa. Então, assim, e aqui a gente não
- 1:17:51tem essa essa questão que você tem aí, né?
- 1:17:54Então, mas que legal, eu não sabia que tu curtia também.
- 1:17:58Olha eu, eu, eu eu fui mais pra, tu.
- 1:18:01Consegue ver? Eu tenho 11 trepadeira aqui
- 1:18:03atrás, mas eu, isso é mais influência da.
- 1:18:06Minha mulher, né, a Paula, ela, ela.
- 1:18:08E eu comecei a gostar muito, né? AA gente, pegou uma, a gente foi
- 1:18:11num uma coisa legal, aqui é que tem uns viveiros assim, tipo a
- 1:18:14gente. Eu moro numa cidade pequena e
- 1:18:16tem uns 45 viveiros, que é impressionante o número de
- 1:18:20plantas diferentes. E a gente começou com uma.
- 1:18:26Costela de Adão e era um vasinho.
- 1:18:29Assim, hoje a gente tem uns amigos que têm filhos pequenos.
- 1:18:32Eles vão e se e vão embaixo do vaso eles brincam que eles estão
- 1:18:35na floresta. Ficou simplesmente uma floresta,
- 1:18:40então é a. Gente, jurasse a gente, claro
- 1:18:42que. Exato, exato.
- 1:18:45É Jane, pra gente finalizar, eu queria que tu me dissesse 11
- 1:18:50coisa que tu gostaria de fazer na tua vida ainda e que tu nunca
- 1:18:53fez. Nossa, eu não sei se tem alguma
- 1:18:56coisa, tem lugares que eu quero conhecer, lugares que eu quero
- 1:19:00conhecer sim, o restante assim, eu não sou muito aventureiro,
- 1:19:05tá? Eu moro assim a minha família,
- 1:19:07eu tenho um marido e uma filha, sem juízo, então é só meu
- 1:19:11coração para aguentar o que eles fazem.
- 1:19:14De tirolesa e tudo o que tu imaginar de maluquice ajuda ai a
- 1:19:19Júlia me mata do coração porque ama também, mas eu assim, eu sou
- 1:19:23dessas coisas doidas, eu não tenho muitas vontades dessas,
- 1:19:26sabe? Então, mas tem tem lugares sim,
- 1:19:29que eu quero conhecer. Que lugar é que seria esse?
- 1:19:32Eu queria queria ver uma Aurora boreal.
- 1:19:36Ah. Esse ano, esse ano passado, eu
- 1:19:40fui para o sul da Argentina e. Ver os glaciares era uma coisa
- 1:19:45que eu queria muito tempo, né? A gente fez AA viagem dos
- 1:19:49sonhos, assim organizou para fazer tudo o que queria.
- 1:19:53Fomos a Torres, deu. Eu gosto dessas coisas de
- 1:19:55natureza assim, sabe? Aham, cânions, todas essas
- 1:20:00coisas me me chamam bastante atenção.
- 1:20:02Eu gosto de viagens de natureza. Legal, quero.
- 1:20:06A África também são assim, umas coisas mais ligadas a isso.
- 1:20:12Mas uma Aurora boreal é é uma coisa que que eu quero fazer.
- 1:20:16Diane, muito obrigado, foi? Foi muito legal conversar
- 1:20:19contigo, te rever e certamente acho que vai ser.
- 1:20:24Prazeroso para quem? Para quem nos escuta, quem vai
- 1:20:26nos escutar e. Enfim, espero que, como tu falou
- 1:20:29lá no começo do episódio, a gente tenha trazido um pouco de
- 1:20:32valor nesse tema e que tenha sido uma conversa agradável para
- 1:20:36ti, como foi para mim e para quem nos escuta.
- 1:20:38Obrigada, Jamil. Acho que a gente passou bem do
- 1:20:41tempo, aí conversa ampla mesmo, né?
- 1:20:44E eu, eu te agradeço muito, tá? Muito por essa oportunidade de
- 1:20:48estar aqui com vocês, e que que você tenha e todos os nossos
- 1:20:53ouvintes também, né? É um excelente final de ano.
- 1:20:57Que 2024 continue cheio de desafios para que a gente
- 1:21:01continue evoluindo, né? EE, que a gente possa ser
- 1:21:05pessoas melhores o tempo todo. Muito obrigada, sempre, tá?
- 1:21:09É um prazer estar aqui. Prazer é nosso giane.
- 1:21:11Obrigado mesmo pelo teu tempo, por tudo o que tu falou pra
- 1:21:13gente hoje.