Latest / SuinoCast · by PPGVET / Dr. Pedro Filsner: Doença do Edema em Suínos | Ep. 239
Transcript
- 0:05Está no ar o primeiro podcast da suinicultura brasileira, o
- 0:09suinocast. Tem um estudo que a gente fez
- 0:12aqui no Brasil, falamos sobre prevalência, né?
- 0:15É a gente viu, então, que das granjas que a gente avaliou
- 0:20foram granjas em diferentes regiões do Brasil, né?
- 0:24Em diferentes estados e a gente chegou em torno de 40% de
- 0:27prevalência é de colis com o gene que é capaz de produzir AAA
- 0:35achigatoxina. Então, se a gente sabe que 40%
- 0:39das granjas que a gente visitou e fez avaliação tem essa
- 0:43possibilidade da doença acontecer com?
- 0:46Paradox, do de zinco, é o desafio vai aumentar.
- 0:50Signos nas redes sociais YouTube, Spotify para ter acesso
- 0:53a conteúdo técnico atual de qualidade, irreverente e
- 0:57gratuito. Os finocast só é possível
- 1:02através do apoio de empresas inovadoras e que apoiam a
- 1:05educação continuada na sua cultura brasileira.
- 1:08Seva sempre com você. Além da saúde animal, ibrah
- 1:12construindo imunidade para um mundo mais saudável.
- 1:15Elenco, alimento e companheirismo enriquecendo
- 1:18vidas. A seva é um dos principais
- 1:23players no mercado de saúde animal, atuando com inovação e
- 1:27responsabilidade, buscando soluções de saúde inovadoras
- 1:31para todos os animais, contribuindo para o futuro de
- 1:34nossos diverso planeta, moldando cada solução de acordo com as
- 1:38necessidades e desafios do mercado consumidor e
- 1:41compartilhando conhecimentos de alta qualidade.
- 1:43Para não perder nenhuma novidade, siga aseva saúde
- 1:46animal no Instagram. Arroba seba suínos Brasil.
- 1:58No finalcast de hoje a gente tem a honra de receber o doutor
- 2:02Pedro fiuzner, da serva Pedro. Prazer te receber aqui conosco
- 2:06hoje no finalcast. Prazer, Jamil.
- 2:09É um prazer estar aqui com você e com todo mundo que acompanha
- 2:12aí o podcast. Eu também acompanho quando,
- 2:16sempre que possível e a gente sabe que no meio da suíno
- 2:19cultura o pessoal é muito. Desfruta muito aqui das
- 2:22conversas que você traz para o pessoal.
- 2:25Que legal, que legal. Não?
- 2:26Obrigado pelo feedback Pedro e até pra pra gente te conhecer um
- 2:30pouco mais. Se pudesse nos contar um pouco
- 2:33da tua história, da tua carreira, na sua minha cultura,
- 2:35Pedro. Ah, legal.
- 2:36Eu. Bom, então no momento, eu sou o
- 2:39gerente nacional de serviços técnicos da serva saúde animal,
- 2:43a serva. Já é a quarta maior empresa de
- 2:47saúde animal. Quando a gente pensa num negócio
- 2:50de suíno no Brasil, né? Então a gente vem tendo um
- 2:54crescimento muito legal. Eu comecei, na verdade, sou
- 2:58formado em medicina veterinária, né?
- 3:01É, fiz meu mestrado e meu doutorado com a professora
- 3:04Andreia Moreno lá na USP, né? Bem direcionado para a parte de
- 3:10epidemiologia. E eu, mais precisamente, minhas
- 3:15linhas de pesquisa foram mais com resistência bacteriana a
- 3:19antibióticos, então trabalhei um tempo com clostrídeo com cole.
- 3:24É, fiz meu mestrado com interocus, que na verdade nasce
- 3:29no cultura. Não tem muita importância, mas
- 3:31ele é um marcador importante para quando a gente pensa em
- 3:35infeção hospitalar. Então Transmissão de genes aí de
- 3:38resistência e depois meu dovorado com Salmonella, mas
- 3:42sempre nessa área aí de de. Marcadores de resistência a
- 3:46antibióticos, né? Saí da USP, fui trabalhar na
- 3:50área de pesquisa e desenvolvimento numa outra
- 3:53farmacêutica. Acabei indo para a área de
- 3:56assistência técnica a campo. Depois passei um tempo Na Na
- 4:01parte da produção mesmo. Trabalhei um tempo, é em.
- 4:07Uma integradora grande na BRFE. Agora, finalmente na sevana,
- 4:13assim como um Panorama geral, foi mais ou menos isso.
- 4:17Legal, legal, não muito legal saber um pouco mais a tua da
- 4:20trajetória. Pedro e o tema de hoje a gente
- 4:23vai falar sobre tu, tu falou, mencionou algumas bactérias,
- 4:26alguns patógenos. Aí a gente vai falar sobre uma
- 4:28outra bactéria. Que às vezes o pessoal confunde,
- 4:32né? A gente pensa, Ah, doença do
- 4:34edema, né? Como que 11 bactéria que é
- 4:36supostamente só deveria causar diarreia e problemas
- 4:40gastrointestinais? Como é que causa uma doença que,
- 4:43que se chama do edema e gera problemas neurológicos que, que
- 4:48como como que tu, como que tu explica isso para nós, ou para
- 4:51um leigo Peru, ou para quem não é leigo também, o pessoal está
- 4:54semi cultura, sim, como é que isso acontece com a doença do
- 4:56edema? Bom, então a doença do edema,
- 4:59como você mencionou Jamil, ela é causada pela esquerda.
- 5:01Cole, né? E aí?
- 5:03E dentro das colees, a gente tem as que são as interotóxigênicas.
- 5:09Então, o que causa a doença do edema de fato?
- 5:13E essa sintomatologia neurológica não é a bactéria em
- 5:16si, e sim uma toxina que ela acaba eliminando, né?
- 5:21Então essa toxina é pode ser chamada ou de verotoxina ou de
- 5:25xigatoxina essa toxina, ela acaba.
- 5:29Causando 11. Desbalanço é na permeabilidade
- 5:35vascular e inflamação vascular. E aí a gente tem o edema em si,
- 5:40né? Porque por conta da gente ter
- 5:43essa permeabilidade abalada, a gente vai ter aí diferentes
- 5:50sintomatologias clínicas, mas o que a gente consegue ver mais
- 5:53facilmente no campo seria sinais de pedalagem, sintomatologia
- 5:58neurológica, né? Interessante, interessante é é,
- 6:03eu lembro que quando eu comecei, comecei AA extensão no campo, a
- 6:07gente aprendia, né, mas a gente nunca IA.
- 6:11Imaginava que IA se deparar com um quadro neurológico.
- 6:13IA, IA pensar que que acoles se seria, estaria na origem da
- 6:18daquela doença, né? Eu acho que é bem interessante
- 6:22assim, até para jovens veterinários e até para quem
- 6:24está há mais tempo no campo, porque às vezes pensa em, Ah,
- 6:26streptocopos ou até uma intoxicação por sal, porque.
- 6:30O que trancou, trancou Bebedouro e tal, é uma boa.
- 6:35A boa introdução. Assim sobre a doença do edema,
- 6:37certo? Você acabou comentando sobre AA
- 6:41confusão do diagnóstico, né? Então quando a gente vai a
- 6:44campo, realmente a gente teve aí nos últimos 2 anos, 2 anos e
- 6:48meio, talvez 3. É alguns casos.
- 6:54Bem Fortes aí, de. De estrepocoze, né?
- 6:57Então, é a sintomatologia neurológica, o pessoal acabou
- 7:03esquecendo um pouco da cole e acabou só se direcionando.
- 7:07O diagnóstico para isso, então, é bom, a gente sempre acabar
- 7:11revisando, porque as coisas no campo são dinâmicas e algumas
- 7:16doenças acabam reemergindo, né? Não é o caso da doença da e
- 7:19dama, porque a doença do edema sempre teve presente, mas a
- 7:23gente acaba mudando um pouco o nosso olhar.
- 7:25Quando a gente tem algum outro problema mais crítico, né?
- 7:28Hum, Hum, e como que que o produtor seja o produtor quando
- 7:32vai fazer um chamado para o extensionista ou para o
- 7:35veterinário? Para o técnico de campo, como
- 7:37que ele pode? Descrever e como que o
- 7:40veterinário pode começar a cogitar ser um problema de
- 7:43doença do edema assim e começar a fazer aqueles diagnósticos
- 7:46exclusivos, né? Vai excluindo as as?
- 7:48As outras possíveis causas e o que é que o quais são as medidas
- 7:52que os veterinário tem que tomar num caso desses?
- 7:54Pedro? Bom, então assim, para quando
- 7:57você vai tentar identificar o problema no campo?
- 8:00A doença do edema, ela acaba atingindo um número
- 8:04relativamente grande de animais. Quando ela começa a acontecer um
- 8:07surto, tá? Isso pode girar em torno de 30 a
- 8:1140% do rebanho. E desses 30 a 40%, se for um
- 8:16caso grave, até 90% desses animais com alguma cintologia
- 8:20sintomatologia podem vir a óbito, né?
- 8:24Então, lógico, esses números vão variar, mas o é importante a
- 8:28gente ver com que está relacionado é se teve algum
- 8:33stress, a gente sabe que isso tem bastante relação.
- 8:36Então algum stress térmico, alguma mudança de de lote de
- 8:41ração, tá, é. Assintomatologia.
- 8:45É mais aparente, então são os edemas de pálpebra na papada, os
- 8:51animais com sintomatologia nervosa não conseguem caminhar
- 8:54bem, às vezes caem e pedalam. Então aí é o primeiro.
- 8:58Os primeiros sinais que a gente pode pensar na doença do edema.
- 9:03Pensando no veterinário, como que ele pode contribuir aí
- 9:08pensando em em solucionar o problema a.
- 9:12Primeira coisa que a gente pensa que está sendo.
- 9:16É um problema generalizado nas finocultura brasileira.
- 9:19A gente sabe, é primeira coisa. São esses lotes que a gente não
- 9:23consegue ter intervalo entre eles.
- 9:26A gente sabe que isso é uma demanda financeira, a gente
- 9:30acaba colocando a nossa produção numa velocidade muito grande,
- 9:34mas sempre que possível, então. Fazer um protocolo de limpeza e
- 9:38desinfeção muito bem feito e, se possível, o intervalo entre
- 9:43lotes legal. Tá?
- 9:45A segunda coisa também. Pensar, sempre que possível um
- 9:49manejo em bandas, tá? Por que que eu estou falando
- 9:52sobre esses esses itens aí que vão bastante sobre manejo.
- 9:57Tinha um pouco mais velho. E conviveu com a introdução do
- 10:01circovírus no Brasil ou um pouco depois disso, lembra dos 20
- 10:06pontos de madk que foram assim, foram recomendações que ajudaram
- 10:12muito assim no cultura e o pessoal no campo.
- 10:14Hoje em dia eles estão acabando, se esquecendo, então, quem puder
- 10:18revisar esses 20 pontos de madec, isso se aplica não só a
- 10:21doenças virais. São procedimentos que vão te
- 10:25ajudar com a pressão de infecção.
- 10:27Por que, tipo, eu estou falando sobre manejo, e não estou
- 10:30falando tanto sobre uma vacina ou alguma medicação porque é uma
- 10:36doença. Como eu disse que ela é causada
- 10:39pela toxina, né? Então acolhe ela é uma bactéria
- 10:43que necessariamente ela vai estar no intestino do animal.
- 10:46Ela faz parte da microbiota, só que alguns tipos da da colhe vão
- 10:53ser os que vão causar especificamente a doença do
- 10:56edema, então é muito mais fácil a gente começar por uma.
- 10:59Bem feito, e depois ir subindo. Bom, agora a gente introduz uma
- 11:03vacina ou se não a gente vê como é que está a inclusão dióxido de
- 11:08zinco ou de algum? Outro antibiótico, né?
- 11:14Certo, certo, não, interessante, interessante que tu mencionou o
- 11:18óxido de zinco, né? Hoje a gente também vive uma
- 11:20realidade de que a gente. A gente vai.
- 11:25Daqui a pouco tempo está num cenário sem ele, né?
- 11:28Então é, eu acho que tem um grande risco de dessa doença se
- 11:31tornar um pouco mais prevalente ainda, né?
- 11:33Porque a gente não tem ainda uma.
- 11:35Existem manejos, estratégias, né?
- 11:37Para repor o óxido de zinco, mas, mas para repor essa
- 11:40capacidade que ele tem de de fazer esse frushing do intestino
- 11:44e de não deixar que a que as bactérias façam aderência No No
- 11:48intestino, eu acho que não vai ser mais difícil, claro, a gente
- 11:51trabalha com existem fibras e outras estratégias que podem
- 11:54fazer isso também, mas é. Talvez é uma bengala bem
- 11:57interessante, né? Eu acho que a doença do edema
- 11:58vai vai se tornar mais prevalente se a gente não tomar
- 12:01nenhuma providência. É, com certeza, óxido de zinco é
- 12:04uma baita ferramenta, né? Infelizmente.
- 12:08Infelizmente a gente vai daqui um tempo começar, provavelmente
- 12:12a ter restrições com o uso dele no Brasil, a gente já na Europa
- 12:15é. Ele já foi restringido e a gente
- 12:17sabe que a parte. A parte mais regulatória da
- 12:21produção, né? Das recomendações do que vem de
- 12:25fora, ela é muito baseado no que acontece na Europa.
- 12:28Né? Diferente do que a gente vê
- 12:30também na produção aqui no Brasil, a produção em si a gente
- 12:34está mais próximo dos Estados Unidos do que da Europa, mas as
- 12:37recomendações pra gente vem direcionados de lá, né?
- 12:40Do de da forma de produzir é então, provavelmente vai ser uma
- 12:46ferramenta que a gente vai ter uma limitação grande e aí a
- 12:49gente vai ter que passar. Provavelmente para outras
- 12:52alternativas. Como você falou aí talvez é o
- 12:57acidficação de água ou da ração. É o aumento do uso de fibra,
- 13:03algum equilíbrio mineral dentro da da formulação, e as vacinas?
- 13:08Com certeza, né? Uhum.
- 13:11Então tem um estudo que a gente fez aqui no Brasil falando sobre
- 13:14prevalência, né? É a gente viu, então, que das
- 13:19granjas que a gente avaliou foram granjas em diferentes
- 13:23regiões do Brasil, né? Em diferentes estados e a gente
- 13:26chegou em torno de 40% de prevalência.
- 13:31De colis com o gene que é capaz de produzir AAA xigatoxina.
- 13:37Então, se a gente sabe que 40% das granjas que a gente visitou
- 13:42e fez, a avaliação tem essa possibilidade da doença
- 13:45acontecer? Com aí, tirada do óxido de
- 13:47zinco, é o desafio vai aumentar. Nossa, sobretudo porque aqui no
- 13:52Brasil a gente também tem uma alta inclusão, tanto nos níveis
- 13:57de antibiótico quanto na quantidade de princípios ativos
- 14:01sendo utilizados, né? Então a gente vê aí que vai ser
- 14:04um desafio importante para a gente no futuro.
- 14:06Verdade não, interessante, interessante, até tu tu
- 14:09mencionou antes da da questão dos 20 pontos de madec, eu me me
- 14:13me considero então velho, porque eu me lembrei e aprendi
- 14:17bastante. E na faculdade.
- 14:20E tu mencionando a questão neurológica, né?
- 14:24Voltando uns passinhos atrás na questão de sintomas, sempre vai
- 14:27ter sintoma neurológico ou pode ser que tenha mais um edema de
- 14:30pálpebra, algum outro sinal? Então, e às vezes os animais não
- 14:35não apresentam sinal algum, né? São os animais que eles vão
- 14:38ficar subclínicos que esses vão ser os ladrões de desempenho.
- 14:42Você não vai ter uma sintomatologia aparente, mas
- 14:45esses animais vão estar com algum grau de edema ou ou no
- 14:49mês, emitério no colo. Ou algum grau de edema,
- 14:53inclusive no sistema nervoso central, mas que não seja o
- 14:56suficiente para causar algum sinal aparente.
- 15:00Tá, mas é, a gente pode ter. Então é ou sintomas bem sutis
- 15:07que a pessoa não identifica no campo ou o animal está
- 15:10subclínico EE não conseguir EE não ter forma de identificar
- 15:16isso, não é? Certo, certo, EE eu lembro que
- 15:19essa escutava muito no campo. Sempre vai ter diarreia
- 15:22associada a 2 do edema, porque é, colhe ou não?
- 15:26AA diarreia não está associada necessariamente.
- 15:29Você pode tá ter um quadro de diarreia, mas ele não é
- 15:33necessariamente é. Ele não irá acontecer
- 15:36necessariamente junto com com os edemas, tá?
- 15:41A questão da gente ver a doença do edema ou já da gente ter uma
- 15:45colhe que vá produzir a doença do edema ou vá produzir as
- 15:50diarreias e está muito mais relacionado com as filínrias,
- 15:54né? Então é por isso que é bom a
- 15:56gente ter. Quando chamar o veterinário
- 15:59também, ou se você é um colega veterinário anormalmente a gente
- 16:03para naquele primeira parte do diagnóstico de que, Ah, é uma
- 16:07columolítica, né? Então a gente manda o material
- 16:10para o laboratório. A gente pode coletar material ou
- 16:14coletar um segmento completo do intestino ou fazer uma coleta
- 16:18com um swab ou uma coleta de fezes.
- 16:21E mandar pro laboratório e salvei lá Selma colemolite e não
- 16:24hemolitica isso pra gente. A gente tem que pensar que o
- 16:27diagnóstico ele funciona como um funil ou como uma escada, né?
- 16:31Então a gente vai do mais simples para o mais complexo é
- 16:35se a gente falar coligolítica isso pode dizer alguma coisa,
- 16:39mas não diz quase nada. Isso era uma a gente separar
- 16:43encolhimolítica ou não emolítica assim era importante há 2030
- 16:47anos atrás. Hoje em dia, como a gente tem
- 16:50mais recursos diagnósticos no laboratório, a gente pode pedir
- 16:55a identificação das fibras. Então, por exemplo, uma fibra é
- 16:59f 18 AF 18 é a fibra, é a responsável.
- 17:03É. É uma adesina, né?
- 17:05Então que ela tá muito relacionada com a doença do
- 17:08edema. Então se eu mando pro
- 17:10laboratório e eles acham a fim, breve 18, é bem provável que
- 17:16essa cole vá produzir axiga toxino e eu posso pedir para o
- 17:20laboratório também identificar quais são as toxinas que elas
- 17:24estão produzindo. Então, se ela produz a
- 17:26xigatoxina, então aí eu vou ter aí o diagnóstico praticamente
- 17:30fechado, que é uma é é acolhe, causadora da doença, do edema
- 17:34que está meus causando o problema dentro da Granja.
- 17:36Legal, legal, não, interessante, interessante esses detalhes.
- 17:39EE Pedro, como tem, tem alguma sazonalidade?
- 17:43Eu eu vi que antes tu mencionou estresse térmico.
- 17:46É mais comum no Brasil, no ex-deema, no inverno, no verão,
- 17:49tanto faz. Na verdade, ela está mais
- 17:53relacionada à variação de temperatura quando começa a
- 17:56esquentar, realmente, a gente pode ter um aumento, mas o
- 18:00stress térmico e variação de temperatura.
- 18:03Então, se eu não estou fazendo um manejo correto, de de
- 18:06cortina. É, se variou bastante a
- 18:09temperatura no momento de primavera ou outono, né?
- 18:12Que a gente tem aquela variabilidade muito grande.
- 18:14Eu posso notar, então, aí o aumento de casos, tá?
- 18:18Importante também para qualquer doença bacteriana, então seriam
- 18:23os níveis de umidade, né? Então é.
- 18:27O manejo também é não só a gente pensar, começa a chover.
- 18:32Pode ser que eu tenha um aumento de casos pela a umidade em geral
- 18:36ali no ambiente, mas eu pensando também na humidade, nas baias,
- 18:40se eu estou com vazamento, nos nippons nos bebedouros aí.
- 18:45Também é uma coisa importante para a gente ficar atento, né?
- 18:47Então, sempre manter as regulagens aí da estrutura.
- 18:51É bem feitas. Legal, não, interessante,
- 18:53interessante deixar o ambiente úmido, né?
- 18:55Por um vazamento ou por sim, é um.
- 18:58É um ambiente que geralmente vai estar com uma unidade um pouco
- 19:00mais alta, né? Sim.
- 19:02Certo, certo, e a gente falou bastante também de esse fator
- 19:07ambiental. É uma questão de manejo, né?
- 19:09EE dar o desmame idade, idades mais avançadas.
- 19:13Aí 2428 dias tu tem visto ajudarem em reduzir a
- 19:19prevalência. Não muda nada?
- 19:23Na verdade, o que que a gente tem visto no campo a gente tem
- 19:25visto que então a doença do edema é característica por
- 19:29acontecer, então ali, nos primeiros, nas primeiras semanas
- 19:32de alojamento da creche, uhum. A gente chegou como a gente fez.
- 19:36Um levantamento epidemiológico legal sobre a doença.
- 19:39A gente está vendo que isso também está começando nas fases
- 19:42de maternidade, tá? A gente tem casos já com a
- 19:46identificação na maternidade, o que não é comum, mas isso está
- 19:50se tornando mais corriqueiro, então.
- 19:53A gente sabe que não só. Para para a doença do edema, mas
- 19:58para saúde em geral, do suíno é os desmames mais tardios, vão
- 20:05facilitar tanto na questão sanitária quanto no desempenho
- 20:09produtivo do animal. Então, animais desmamados com
- 20:122428 dias. De maneira geral, eles vão ter
- 20:17uma sanidade melhor do que animais desmamados mais jovens,
- 20:21tá? E pensando no desmame, não é só
- 20:24a questão também da idade e do desmame.
- 20:27Mas como é que eu faço esse manejo dos leitões ali?
- 20:30Logo que eles nascem, né? Então é não tem tentar
- 20:34movimentar o menos possível as lei pegadas é bom, aí já é outra
- 20:39discussão. Cada um tem uma linha, mais é a
- 20:43sempre pensar na saúde do leitão, não só na idade do
- 20:47desmame, mas dos manejos que a gente faz durante a fase de
- 20:50maternidade, né? Sim, sim, total total é, não é
- 20:53isso, é uma coisa. Uma das coisas que a gente.
- 20:57Como eu trabalhei com bastante cuidado ao desmame, a gente
- 20:59escutava assim, Ah, aumento da idade.
- 21:01Eu vi algumas empresas que aumentaram a idade, mas não, não
- 21:04capturaram todo o benefício, mas é que daí tem?
- 21:07Não, não é só a idade, né? A gente vê às vezes aquele
- 21:10leitão que a gente chama que ele foi meio que reciclado, né?
- 21:13Aumenta a idade média do grupo, mas tem leitões igual, de 1918,
- 21:17porque tem animais mais velhos que na média.
- 21:20Dá aí 25 dias, então é sim. Então é um tem um esse
- 21:23parênteses aí, né? É, não o leitão reciclado ou
- 21:26algumas granjas que tem aquele hábito de homogeneizar as
- 21:31leitegadas. Deixar os leitões todos do mesmo
- 21:33tamanho nas. Fêmeas, então o funcionário fica
- 21:36entrando de baixo, levando uma contaminação de um lado para o
- 21:39outro. Isso afeta também o consumo de
- 21:41colostro dos leitões, né? No momento que isso é feito,
- 21:45então acho que aí o momento da maternidade, apesar da doença
- 21:49não acontecer ali, há um momento muito importante para a gente
- 21:52evitar. É os problemas futuros, né?
- 21:56Uhum, uhum. E como Pedro, que que tu tem
- 21:59visto como que os outros países, aí também players na produção de
- 22:02suínos, tem como que esse assunto, doença do edema, é
- 22:05discutido nesses outros países? É problema, não é o que que tu
- 22:09pode nos dizer sobre isso? Sim, a doença do edema, ela é um
- 22:13problema da sua inocultura assim mundial, né?
- 22:17É na Europa, sobretudo com essas restrições que eles têm e todo
- 22:21esse cuidado com é. Usou?
- 22:26Com uso de antibiótico agora, com a retirada de do óxido de
- 22:30zinco, eles tiveram um aumento de desafio, né?
- 22:34E talvez a solução mais viável seria, então, AA vacinação, né?
- 22:40Então quando? A gente tem a retirada de alguma
- 22:45ferramenta. A gente precisa introduzir outra
- 22:48para tentar proteger. E as vacinas?
- 22:52Elas têm uma boa ação, né? É, é um manejo preventivo.
- 22:58E normalmente, elas vão. Trabalhar é.
- 23:03Pensando é, elas vão ter uma ação contra a toxina, não
- 23:08somente contra o agente, ensina. A gente vai pode diferenciar
- 23:13então, as vacinas comerciais das vacinas autógenas normalmente as
- 23:17autógenas em si vão, vão trabalhar mais com o agente de
- 23:23fato, então no caso seria a colhe e as comerciais elas já
- 23:26vão combinar outras tecnologias para ter uma ação direta na
- 23:31toxina. De fato, né?
- 23:33E Pedro pensando num protocolo assim, quando a gente fala, Ah,
- 23:3611 sistema de produção que enfrenta problemas de doença do
- 23:39edema, um protocolo mais focado em que combine ou não isso, vou
- 23:43deixar teu cargo? Tanto uso de antimicrobianos
- 23:46como o uso de vacinas. Como que seria a recomendação?
- 23:49Assim, Oo protocolo pra pra combater com essas ferramentas
- 23:53que eu te falei. Bom, a primeira coisa, então.
- 23:58A gente pensar nos manejos, né? Então é a gente tem que lembrar
- 24:02que que os antimicrobianos eles, apesar da gente poder ter um uso
- 24:07metafilático deles. É, eles vão ser.
- 24:11É uma ferramenta de tratamento, né?
- 24:14Eles são terapêuticos, uhum. Então, pensando nos manejos
- 24:18desde a maternidade. Como a gente já comentou de
- 24:20colostragem, se possível fazer o manejo de banda, quando a gente
- 24:25passa. Para a creche, então, ver como é
- 24:29que está a regulagem dos bebedouros do dos animais, né?
- 24:33Sempre que possível, o monitoramento da nossa ação,
- 24:37pensando em microtoxina que a microtoxina é, ela é um.
- 24:41Algumas microtoxinas tem uma ação é imunossupressora, então
- 24:47são vários fatores, mas quando a gente pensa em algo mais
- 24:52imediato. Densidade dos lotes, isso é
- 24:56importantíssimo. Ah, é lógico, a gente ainda pode
- 25:01usar o óxido de zinco. Mas eu iniciaria com a vacinação
- 25:07é dos leitões e depois aí a utilização de algum
- 25:12anti-microbiano alguma coisa de uma forma mais terapêutica e não
- 25:16preventiva futuramente. Uhum, uhum.
- 25:19Quais são, quais são os tipos de vacina disponíveis no mercado?
- 25:22Mesmo Pedro que tu mencionou. Então vamos ser as vacinas
- 25:26comerciais que elas vão ter. Aí, uma ação mais direcionada
- 25:33para a toxina em si e as vacinas autógenas, tá que aí elas vão
- 25:37ter uma tecnologia é mais direcionada para a cipa de colhe
- 25:42que está causando o problema ou na integração ou na sua Granja
- 25:47ou na região. Aí vai depender da empresa que
- 25:50faz AA vacina autógica. E essas vacinas são aplicadas na
- 25:55maternidade nos primeiros dias. Aí, com a aplicação de ferro.
- 25:58É isso, Pedro? Sim, há as vacinas comerciais.
- 26:02Né? Elas estão.
- 26:03Elas podem ser aplicadas ali a partir do segundo dia, até o
- 26:07quarto dia, né? As vacinas autógenas eu não sei
- 26:11como é que tá? Eu não tô muito por dentro, mas
- 26:14provavelmente aí vai. Elas vão entrar com manejo de
- 26:16vacinação dos leitões, né? Então ali há o desmame.
- 26:20Provavelmente eu não tenho certeza, mas é bem provável que
- 26:24seja dessa forma. Certo?
- 26:25E as comerciais é dose única, 2 doses.
- 26:29Dose única. Dose única, certo?
- 26:31Não, interessante, interessante, é então.
- 26:34Que 11 saída, então imediata, como foi esse cenário que eu
- 26:38comentei contigo se? A empresa, se a Granja não faz
- 26:43ainda a vacinação, vacinar os os leitões da maternidade e o surto
- 26:48ou os casos que estão acontecendo aí, um tratamento
- 26:50antimicrobiano seria esse o plano imediato?
- 26:53Pedro, sim. É em questão de tratamento,
- 26:55seria esse? Mas é sempre pensando também
- 26:58bastante no manejo, né? Certo que que a gente vê com com
- 27:01a vacina normalmente você tem um ganho muito importante no
- 27:06desempenho OGPD dos animais por conta do que é daquela pergunta
- 27:11anterior, que que você fez? Ah, a gente sempre vai ver
- 27:13assintomatologia. Normalmente não.
- 27:16Às vezes a gente tem ali um pensando na nossa Granja.
- 27:21Um grupo de animais que está sintomático.
- 27:23Um grupo que está assintomático e um grupo que não não está
- 27:27doente, né? Então, esses animais
- 27:29assintomáticos, eles também estão perdendo o desempenho.
- 27:32Então quando a gente faz a vacinação, além da gente
- 27:35proteger para uma eventual nível de mortalidade maior, a gente
- 27:39também tem uma proteção que leva a uma melhora de desempenho nos
- 27:43animais, né? Uhum, uhum, interessante,
- 27:46interessante, e a gente falou um pouquinho de de antimicrobiano.
- 27:50Eu quero bater um pouquinho mais essa tecla dos principais que a
- 27:53gente usa. Para no.
- 27:56No caso, a gente está enfrentando aí 11, não um surto,
- 27:59mas a gente está enfrentando um problema, preciso medicar um
- 28:02animal. Como que está a questão de
- 28:03resistência bacteriana? Anti-bicrobianos para os que a
- 28:07gente mais tem usado para a doença do edema.
- 28:10É, a gente tem visto que de maneira geral, as cipas escolhem
- 28:15que a gente vem avaliando. Elas estão multi-existentes, né?
- 28:19Então. É os princípios ativos que a
- 28:23gente usa normalmente, de forma metafilática.
- 28:27Então, para a prevenção é em ração.
- 28:31Normalmente eles têm um nível de de resistência muito grande.
- 28:35Quando a gente vai para o campo e faz essas coletas.
- 28:40Então assim é. Eu não gostaria de falar de de
- 28:43um princípio ativo em si, porque seria meio responsável, porque
- 28:46isso depende de uma avaliação de fazer um antibiograma que hoje
- 28:50em dia qualquer Granja é. Tem o recurso para fazer isso,
- 28:53né? É uma avaliação que não não é
- 28:55custosa. E auxilia bastante no
- 28:58diagnóstico EE é uma ferramenta importantíssima para o
- 29:01veterinário que está dando assistência ali e direcionando o
- 29:05manejo também mais para frente, né?
- 29:07Mas, de maneira geral, a gente tem um nível de.
- 29:11É de multiresistência, então está resistente a 3 ou mais
- 29:14antimicrobianos muito grande. Nossa, é importante, importante,
- 29:18e eu acho que um ponto que a gente não tocou Pedro a.
- 29:23Laboratório, que material que a gente deve focar e que tipo de
- 29:26exame? Diagnóstico a gente deve
- 29:27priorizar? Bom.
- 29:30Então fez. Ou no segmento do intestino, né?
- 29:34Então sempre mandar isso refrigerado para o laboratório.
- 29:38Porque isso vai ter impacto, vai ter um impacto importante na
- 29:41qualidade do é das análises. A gente pode solicitar primeiro.
- 29:48Uma cultura, né? Para ver se acolhe, vai crescer
- 29:51ali no meio de cultura, no diagnóstico microbiológico
- 29:55simples, daí a gente avançar para OPCRE no PCR, pensando em
- 30:00doença do edema, a gente vinde é desculpa a gente pedir a fim de
- 30:05f 18 a identificação da febre f 18 e da produção de toxina, né,
- 30:11da xigatoxina. Então isso, grande parte dos
- 30:15laboratórios conseguem fazer isso, né?
- 30:17Não são testes. Complexos?
- 30:21E facilitam bastante aí então, AA decisão a ser tomada na campo
- 30:26futuramente, né? Perfeito, perfeito.
- 30:29Excelente. Pedro, se tu tivesse que nos dar
- 30:32uma mensagem assim de a pessoa que nos escutou, aí tava meio
- 30:37que cochilando. Durante o episódio, a acordou.
- 30:39Agora, qual é que é a mensagem mais importante do SDDM
- 30:42atualmente na Sony cultura? Pedro seria a.
- 30:45Prevenção com certeza, né? Então a prevenção ela não passa
- 30:51por. Só por ferramentas, como uma
- 30:52vacina ou a utilização de um acidficante.
- 30:57Mas ela passa também pelo manejo e pelas condições que estão as
- 31:02nossas instalações, né? Então não só pensar na
- 31:06ferramenta, mas pensar no que a gente pode fazer no nosso dia a
- 31:09dia também, né? Que aquilo que a gente faz no
- 31:11dia a dia às vezes pode parecer é que nos toma muito tempo, mas
- 31:16é o que acaba dando mais resultado e é o mais fácil de
- 31:19manter, né? Sem.
- 31:21Dúvida, senhor, não muito bom, muito bom Pedro.
- 31:23Faltou alguma coisa a gente comentar sobre doença do edema.
- 31:26Eu acho que cobrimos Oo principal.
- 31:29Eu acho que de maneira. Geral, a gente conseguiu é
- 31:32cobrir e se o pessoal tiver dúvidas também pode.
- 31:37Podem me acessar aí nas redes sociais, no LinkedIn tem meu
- 31:41contacto. Fiquem à vontade, tá?
- 31:44A serva e eu. Nós estamos abertos aí.
- 31:48Se se precisarem de qualquer ajuda, estamos à disposição.
- 31:52Excelente. Excelente.
- 31:55Tchau. Pensou estar no.
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- 32:01no seu conhecimento. Os finnocares só é.
- 32:06Possível através do apoio de empresas inovadoras e que apoiam
- 32:09a educação continuada na Cine cultura brasileira, Giga alta
- 32:13performance sem esforço, altech soluções nutricionais para uma
- 32:18produção rentável e sustentável. MS shippers, paixão pelo agro
- 32:23dsm firminish, moldando o futuro.
- 32:26Os cuidados com os suínos Pedro, antes a gente fechar nosso
- 32:29episódio, a gente sempre. Vira o disco, assim vira a
- 32:32página e conversa sobre alguns outros temas.
- 32:34Assim que não, não tem nada a ver com doença do edema, por
- 32:37exemplo. Eu queria que isso pudesse me
- 32:39recomendar um livro e 1 e 1 seriado, um livro.
- 32:47Memórias do subsolo do Dostoiévski é um livro curtinho.
- 32:53Ele é meio pesado, mas é um livro muito bom que fala sobre
- 32:57inveja, o comportamento das pessoas.
- 33:00Então é um funcionário público da Rússia czarista que aí ele
- 33:07tem esses problemas psicológicos dele e isso é muito bem descrito
- 33:12no livro e um seriado puzz estão a pensar num seriado aqui.
- 33:17Eu gosto muito de história política, então House of Cards
- 33:21eu adoro. Vikings também.
- 33:24Eu achei um seriado muito legal. Uhum, uhum.
- 33:28Então seria um. Boa seriam esses, eu não
- 33:31conhecia. Esse livro eu anotei aqui o nome
- 33:33quando a gente for naquela lista, livro que a gente faz, o
- 33:36próximo que eu vou ler tá cheio de nome esse aqui eu, eu, incluí
- 33:39também vamos ver, esse é o pra mim do.
- 33:42Livro é meio pesado, mas é bom, tá muito bom.
- 33:44Muito bom, e. Para fechar, Pedro.
- 33:50O. Que que tu o.
- 33:51Que que tu tem ainda como um sonho que tu gostaria de fazer
- 33:53na tua vida, que tu ainda não fez?
- 33:56Putz aí sempre pegou de. Calça curta, Hein, janta.
- 33:58Vou, vou, vou. Vou tentar até ajudar alguma
- 34:00viagem. Por exemplo, algum lugar que tu
- 34:02queira visitar. Nunca vi, nunca visitou.
- 34:05Eu gosto muito de. Montanhismo, então, acho que
- 34:07talvez tem 2 possibilidades, né? Então, ou a região dos
- 34:13anticentrais que seria ali na região de Mendonça, que dá pra
- 34:16aproveitar, tomar uns vinhos, depois fazer umas caminhadas
- 34:19boas, aham, ou ir pro pra Índia, né?
- 34:24Que tem essa questão tanto de cultura quanto de que é uma
- 34:27cultura para a gente bem exótica, quanto aí também
- 34:31conhecer o Himalaia, né? Legal.
- 34:34Legal, pô. Agora tu falou montanhismo,
- 34:35agora vou ter que fazer mais uma pergunta.
- 34:37Qual foi, qual. Qual foi a tua mais especial?
- 34:41Mais especial experiência no montanhismo.
- 34:45Monte. Foi o Monte Fuji, no Japão.
- 34:48É uma. Caminhada que ela não é uma
- 34:50caminhada difícil, é? Fugi, tem mais.
- 34:54De 4000 m de altura, né? Mas não é uma caminhada técnica,
- 34:59né, que eles chamam e ele só fica aberto um período do ano,
- 35:03né? Então, do meio da primavera até
- 35:06o verão. E aí é uma.
- 35:09Assim, o Monte Fuji. Já eles consideram um lugar
- 35:12sagrado no Japão, então quando abre AO momento de caminhada,
- 35:16você vê desde velhinho subindo o Monte Fuji até atleta de alto
- 35:20nível, né? E assim é um negócio de outro
- 35:24mundo, não muito. Bom, muito bom, eu.
- 35:26Eu recentemente comecei AAA fazer um pouco mais de trilhas e
- 35:31não escaladas más trilhas que envolvem bastante ganho de
- 35:34elevação. EE comecei também a gostar muito
- 35:38dessa área, a gente, eu e minha, minha esposa, a gente foi faz
- 35:41uns 23 meses num num ponto aqui no na rock mountain, no
- 35:45Colorado, tem o. Tem o tem o.
- 35:48Long speak é um. É um pico, ele fica.
- 35:51Acho que ele fica a 14000 pés de altitude, o que daria aí próximo
- 35:57de 5 100 m de altitude e a gente fez 11.
- 36:00Era era um era um trajeto de 15 km, sim e acho que era uns 2000,
- 36:08praticamente um 1 km de ganho. Então subia 1000 m e no outro
- 36:13dia a gente não sentia mais as pernas.
- 36:15Mas é 11 experiência fantástica. Assim, o que o que a gente, o
- 36:19que tem para se conhecer nesse mundo e a e a experiência que é
- 36:22chegar nesses pontos? Que que se?
- 36:25Não são tão são basicamente inóspitos e na maioria, na maior
- 36:28parte do tempo. É porque na verdade.
- 36:30É um desafio físico muito grande, e.
- 36:33Aí a hora que você chega lá, vê à vista?
- 36:37É tudo. Aí você tem uma recompensa tão
- 36:40grande que você fala, putz, não toda essa dor aqui que eu senti
- 36:44esse cansaço, não, não é nada perto do que eu estou vendo, né?
- 36:48É da gente desfrutar o ambiente e tudo mais.
- 36:51Não exatamente. Exatamente AA recompensa ela é.
- 36:54Ela é sempre. Mais do que a gente esperava.
- 36:58EAE aquele esforço vale a pena? Sim.
- 37:01Uma metáfora para a. Vida, né?
- 37:03Totalmente. Doutor Pedro fiuzner da.
- 37:07Da serva, muito obrigado pela tua presença, obrigado teu
- 37:10conhecimento, Pedro, foi um prazer mesmo bater um papo
- 37:12contigo hoje, sempre um prazer. Até mais.
- 37:15Um abraço. Até mais.
- 37:16Um abraço. A jornada de todo.
- 37:24Herói. Tem desafios?
- 37:29Batalhas. E vilões?
- 37:35Mas depois que. A Batalha é vencida.
- 37:39Novos caminhos são. Construídos e é hora de
- 37:42recuperar o fôlego e seguir em frente.
- 37:46Mais forte? E super do que nunca.
- 37:49E você, herói da suinocultura, já preparou sua capa para novos
- 37:53voos? Swing Talks 2. 1023 5 e 6 de
- 38:01dezembro. Juntos somos.
- 38:04Mais super do que qualquer obstáculo.