Latest / Product Guru's : Produto | Negócios | Carreira / Como Prototipar Agentes de IA Sem Código | Cheila Portela @ Prototipe.Ai
Transcript
- 0:00Então, as 2 coisas que a gente olha é muito isso, a taxa de
- 0:04aprovação dos stakeholders. Ela é importante porque
- 0:07normalmente você tá automatizando processos que a
- 0:10galera tem na cabeça. Ele ele tem o feeling ali de que
- 0:14se aquela resposta é adequada ou não.
- 0:16Mas uma métrica que a gente sempre acompanha, que é a
- 0:19plataforma mensura, inclusive automaticamente é o grau de de
- 0:24outputs que foram avaliados por stakeholders diferentes, porque
- 0:27tem muito viés. Tem muita, não temos como negar.
- 0:31Temos resistência aos processos, temos medo de ser substituído,
- 0:35temos muitas coisas ainda acontecendo que permeiam ali o
- 0:39processo de prototipação. Então é sempre ideal você ter
- 0:43muito mais do que uma pessoa só dando.
- 0:46É feedback para aquele agente, para os outputs daquele agente.
- 0:50E a gente mensura a taxa de, de, de avaliações que foram dadas.
- 0:56Por pessoas diferentes, EE mensura até os os dissensos,
- 1:00porque às vezes 11 pessoa aprova e uma pessoa reprova.
- 1:07Oi, tudo bem com você? Meu nome é Paulo charge e sejam
- 1:09bem vindos a prodity guru, o podcast que é a voz por trás dos
- 1:12produtos, mas que também aborda tecnologia, negócio de peito
- 1:17aberto e com muito bom humor, não é?
- 1:20Hoje vamos falar sobre prototipação e não é qualquer
- 1:24tipo de prototipação. Hoje eu vou conversar com Sheila
- 1:27Portela, cofundadora da prototipe, e AI, hã?
- 1:31É muito difícil esses nomes. Aí 2 é, quem facilita a criança?
- 1:35Prototipe aí aí, não, ó, agora que eu entendi o nome, caramba,
- 1:42gêmeas, porra, agora que eu entendi o sabe quando cai a
- 1:46ficha você fala, Ah, prototipe, aí caceta bom nome.
- 1:54Que Sheila? Quem foi que deu o nome, quem
- 1:56foi que deu o nome? Cara, a gente se pergunta até
- 1:58hoje porque foi um dia tão intenso que a gente não sabe.
- 2:01Talvez eu ou o meu sócio, um dos 2, a gente não sabe direito.
- 2:04Pô, vocês são gênios, tá? É?
- 2:07É tanto nome ruim de produto por aí, mas não vamos entrar nesse.
- 2:11Deixo quieto, deixa quieto. Ou seja, ela é cofundadora da
- 2:16prototip aí que facilita a criação de agentes de a por
- 2:21times de produtos EOX sem. Escrever uma linha de código?
- 2:28Neste episódio, eu vou conversar com ela para entender como
- 2:32prototipar um agente de IA de forma simples, rápida e eficaz.
- 2:37E vamos falar sobre erros comuns, melhores práticas e
- 2:40ganhos reais antes de investir na produção de agentes de IA.
- 2:46Sheila, seja bem-vinda para o antigo grosso.
- 2:48Tudo bem com você? Vem comigo muito obrigado.
- 2:50Uma honra estar aqui, super referência na área, então estou
- 2:54muito feliz de estar aqui falando com você hoje.
- 2:56Não que isso é, é humilde. Podcast, você antes da gente
- 3:01gravar que você viu toda o caos que é pra gravar 11 simples
- 3:08episódio marfim o vamos começar com uma pergunta que é simples
- 3:16que é? O que torna um protótipo de
- 3:20agente de a diferente de um protótipo tradicional de tela?
- 3:25Bom, eu acho que o principal ponto de diferença é a natureza
- 3:31probabilística que você tem envolvido.
- 3:34Quando você está falando de agentes de a, né?
- 3:36Esse é o principal ponto que pega.
- 3:39E essa é uma pergunta muito boa pra começar, porque quando a
- 3:41gente fala de agente de a, parece que a gente está falando
- 3:43de uma coisa mágica, nova, né? Assim.
- 3:47Mas, na verdade, a gente de a é uma camada que nós vamos
- 3:51adicionar aos softwares que a gente já prototipa e já
- 3:55desenvolve para que esses softwares trabalhem com mais
- 3:58autonomia. Então, eu acho que esse conceito
- 4:01de autonomia está um pouco no centro, né?
- 4:03De agentes de IA. Essa autonomia só existe
- 4:07justamente. Por conta da natureza
- 4:09probabilística das respostas que a gente consegue tirar do LLM
- 4:13mas é justamente isso que torna essa prototipação diferente, né?
- 4:17Porque é raramente você vai enviar uma mesma instrução para
- 4:23um LLME obter a mesma resposta. Então essa resposta vai variar
- 4:27mesmo quando você envia, é sequencialmente o mesmo comando.
- 4:31Então é aprender a lidar, a domar com essa natureza.
- 4:35É mais autônoma do LLM? Eu acho que é o principal
- 4:39desafio assim, porque hoje os softwares que a gente tem, eles
- 4:43são quase que páginas em branco. A gente tenta dar a melhor
- 4:46experiência, a melhor usabilidade, mas é o usuário que
- 4:50usa aquilo como ferramenta EE, atua e constrói ali dentro.
- 4:54OA camada agente que ela vai vir para o software justamente para
- 4:58dar mais. É autonomia e pro atividade.
- 5:01Para esses softwares, AA gente vai pouco a pouco assumir
- 5:04tarefas pelo usuário, né? Que hoje ele faz de forma
- 5:07repetitiva. A gente vai introduzir.
- 5:09De pouco a pouco esse essa autonomia do software, mas é
- 5:13justamente essa esse limite, né? Da da questão da autonomia, que
- 5:18traz pra gente o desafio que passa muito pelas questões de
- 5:21redação mesmo, de instrução, exposição.
- 5:24Engenharia de software é comunicação com time,
- 5:28principalmente de engenharia de dados.
- 5:30Back end, né? Porque você está introduzindo um
- 5:32dado. Mais desestruturado no fluxo do
- 5:35produto. Então eu acho que a principal
- 5:37diferença é isso, né? A tela, a gente a essa primeira
- 5:40tela, se clicar aqui, vai para a próxima e quando você está
- 5:44falando de LLM, não é assim, né? Você precisa aprender a domar AA
- 5:47as probabilidades de resposta ali que você obtém.
- 5:51Com essa diferença já posta aqui No No episódio você que está
- 5:56ouvindo pelo Spotify app podcast.
- 5:58Clique no botão seguir e deixe suas 5 estrelas.
- 6:01Isso nos ajuda bastante, bastante mesmo, vocês não você
- 6:04não tem ideia do como isso ajuda é ao PG nas plataformas de
- 6:10podcast. Tá assistindo pelo YouTube?
- 6:12Se inscreva no nosso canal, deixa o joinha, comente,
- 6:15compartilhe, porque hoje a gente vai ter uma aula, porque a
- 6:20Sheila falou que tem uns uns cases pra compartilhar com a
- 6:24gente, então você que tá no YouTube, Spotify.
- 6:27Vai poder ver É Ela mostrando isso pra gente, tá no Apple
- 6:33podcast ouvindo, então vai pro Spotify ou pro YouTube?
- 6:36Desculpa Apple. Esse episódio é um oferecimento
- 6:39da PM. 3 o futuro dos produtos digitais já começou e a
- 6:43inteligência artificial é parte do time.
- 6:46APM 3. Acaba de lançar a formação em
- 6:49gestão de produtos de IA, um curso pensado para Project
- 6:53managers que querem criar, delegar e inovar com mais
- 6:56inteligência. Muito além dos prompts, você vai
- 6:59aprender a liderar produtos baseados em IA, dominar temas
- 7:03como machine learning de pilani e a generativa.
- 7:06E aplicar novas formas de Discovery, experimentação e
- 7:09validação. Prepare se para o mercado que
- 7:12mais cresce no mundo e torna se PM que lidera a transformação.
- 7:16O link está na descrição e tem cupom de desconto pro art gurus.
- 7:22Vai lá e garanta o seu futuro na área de produtos.
- 7:26Ô Sheila. Agora voltando pro para as
- 7:30perguntas aqui. Quais são os primeiros passos
- 7:33para alguém que nunca prototipou um agente de a começar a fazer
- 7:38algo funcional? Eu não vou me né não vou tentar
- 7:44porque eu tentei Oo zapper se eu se eu não conseguir usar ON ou 8
- 7:49n porque eu sou muito burro, imagina prototipar um agente de
- 7:53a. Mas quais são os primeiros
- 7:54passos? Esse ponto que você tocou é
- 7:56muito bom, porque eu acho que a maior parte das pessoas teve
- 8:00contato com o conceito de agentes de a vendo uma postagem
- 8:04de um fluxo do n 8 n em alguma rede social, né?
- 8:09Então por quê? Porque esse termo aqui no Brasil
- 8:12explodiu tem uns 6 meses, só mais ou menos que foi justamente
- 8:16quando zapper n 8 n lançaram. As eles, que já eram líderes de
- 8:23ferramentas de integração, né, entre sistemas, lançaram a
- 8:26possibilidade de integração com open a ou seja, eles permitiram
- 8:31ali a chamada a um LLM, né? E aí pro pessoal que trabalhava
- 8:36com no code, óbvio que isso foi uma grande rutura, porque você
- 8:39imagina você tinha lá um cliente seu rodando numa automação.
- 8:43Só que o que que você tinha integrações, é padrão entre
- 8:47ferramenta e no máximo os infiels ali que você fazia nas
- 8:51automações low code, no o code que era mais rígido, né?
- 8:56E de repente, agora você pode chamar uma API.
- 8:59Que vai ter um LLM que tem a capacidade de interpretação
- 9:03contextual. Então você imagina o tanto de
- 9:06processos que tinham humano no meio da galera que usava no code
- 9:10low code e que era tão simples o que o humano fazia, mas
- 9:14precisava dele lá, porque um infiel, se padrão não resolvia e
- 9:19de repente, da noite para o dia, abre essa nova integração lá
- 9:22dentro, né? E aí a galera começou a colocar,
- 9:26né? Tirar ali os humanos que
- 9:27entravam naqueles pequenos loops.
- 9:29Então, para a galera que vinha de de no code low code, isso foi
- 9:34uma grande ruptura, fez um barulho imenso.
- 9:36Então o pessoal de software entrou em contato com a ideia de
- 9:40agente de a olhando para ON 8 n, por exemplo, o que não
- 9:44necessariamente é um padrão, né? ON 8 n ele continua sendo uma
- 9:48ferramenta. Que não é para prototipação de
- 9:51agente ou nem é especificamente para a gente.
- 9:54Ele continua cumprindo seu papel, né, no mercado agora, com
- 9:58essa nova possibilidade de chamada?
- 10:01Do LLMO, que é excelente para os processos que ele automatiza.
- 10:05Mas é isso não é um sinônimo de que um agente de a passa por
- 10:10integrações ou ferramentas como n 8, n zapper e tudo mais?
- 10:15Não necessariamente, né? Então é, você pode fazer um
- 10:19agente de a sem usar nenhuma dessas ferramentas, só com uma
- 10:22camada de software, introduzindo uma funcionalidade.
- 10:25Agente está no seu software core numa feat Record do seu software
- 10:29ou automatizando alguma parte do BB?
- 10:31Com software puro, sem sem recorrer a nenhuma dessas
- 10:35ferramentas, né? Então é basicamente, se você
- 10:38quer começar, a primeira coisa que você tem que identificar é
- 10:42um processo que ele é muito repetido, né?
- 10:45Que ele é repetitivo mesmo ali que ele é executado.
- 10:49De forma repetitiva ali, seja pelo seu usuário, se você
- 10:52estiver olhando para o seu produto, você quer introduzir e
- 10:56a no seu produto como featur core ali, o que que o seu
- 10:59usuário faz de forma repetida no seu produto que para ele é chato
- 11:04né? Que para ele teria um ganho, ele
- 11:06não ter que repetir aquilo ou se se não é isso que você está
- 11:09olhando, você está olhando para backoffice, né?
- 11:12Alguma automação de backoffice na empresa que você trabalha?
- 11:15Quais são as tarefas que são, é executadas de forma repetida?
- 11:20EE você seleciona uma tarefa que não exija para você começar, que
- 11:25não exija muito, julgamento subjetivo, ético, moral,
- 11:29decisões. Muito é que que tem, né?
- 11:34Situações muito dúbias. Então você escolhe um processo
- 11:37que, por mais que ele não esteja plenamente documentado, mas você
- 11:41sabe que ele é um processo padrão.
- 11:43Né? Então assim é.
- 11:44Vou dar um exemplo aqui de uma situação o RH.
- 11:47Quer automatizar? É leitura de atestado, porque
- 11:50recebe 1 o volume gigante de atestado.
- 11:53Então, numa numa etapa inicial de um agente que vai automatizar
- 11:58AA extração da informação desse PDF ou dessa imagem de atestado
- 12:03que o RH recebeu e fazer um check ali.
- 12:06Se estão presentes todos os itens que eles normalmente
- 12:10olham, se tem carimbo, se tem assinatura, se se tem data, se
- 12:13tem isso até você entrar numa esfera de julgamento que um
- 12:16médico daria, né? Assim, olha esse cid aqui não
- 12:20tem coerência, sei lá. Uma coisa mais subjetiva, então
- 12:24são, são estepes diferentes. Você não precisa pular direto
- 12:27para tentativa. De automatizar uma decisão de um
- 12:30profissional, você pode começar fazendo uma extração daquela
- 12:35informação que já vai tirar um trabalho enorme de digitação do
- 12:38RH e uma checagem da presença de itens básicos, por exemplo.
- 12:44É que não exige nenhum tipo de julgamento.
- 12:46É, tá ali ou não está ali, né? EE, você começa a trabalhar nas
- 12:52primeiras versões, é do seu agente, né?
- 12:56E aí? É, a ideia é que você escolha
- 12:59realmente uma ferramenta. Claro, você vai ter que ter uma
- 13:01ferramenta, né, se você tiver trabalhando no limite, assim,
- 13:04sem recurso, né? Se você quiser ter alguma coisa
- 13:09meio que improvisada, OK, você pode tentar ON 8 n, né?
- 13:12Você pode tentar Oo próprio GPT customizado, que vai ter suas
- 13:17limitações ali pra você é testar, né?
- 13:21Porque ele não vai seguir um GPT customizado, por exemplo, não
- 13:25vai seguir suas instruções. De forma tão pura quanto seria
- 13:29se você tivesse chamando a API, por exemplo, né?
- 13:32Mas o ideal é que você é escolha uma ferramenta de prototipação.
- 13:36Não quero fazer jabá aqui, mas AA nossa ferramenta, ela é
- 13:40voltada exatamente para isso, né?
- 13:43Para que você não tenha que. Né?
- 13:45Aprender a fazer automações, né? Muito profundas, né?
- 13:49É, você já sai ali com uma v um, porque o grande trabalho da
- 13:53pessoa que vai prototipar é a justa posição das instruções.
- 13:57Esse é o nosso papel principal, né?
- 13:59A arquitetura da das instruções que parece simples escrever um
- 14:03simples prompt, mas não é. Né?
- 14:06Então, assim, você tem que se preocupar muito menos em
- 14:08aprender. Talvez a parte de código sabe
- 14:12assim, porque vai ter um time ali pra como é em software, né?
- 14:15A gente a gente prototipa muito mais o comportamento em agentes
- 14:19de Ah, é a mesma coisa, né? A gente prototipa o
- 14:22comportamento baseado em como a gente organiza as instruções,
- 14:27posição das instruções, como redigir as instruções.
- 14:30Fluxo, quebrar essas instruções em em regras menores, né?
- 14:34Em em chamadas menores é. Então acho que acho que as
- 14:38pessoas de produto estão muito preocupadas com essa coisa do
- 14:40será que eu vou ter que aprender a codar ou será que eu vou ter
- 14:43que aprender ferramentas low code, né?
- 14:45Mas na verdade, não. Assim, a gente a gente só não
- 14:48está ainda com as ferramentas certas na mão, mas à medida que
- 14:51essas ferramentas vão chegando na mão do time de produto, vai
- 14:54ter muito trabalho só Na Na gestão das instruções mesmo, né?
- 14:59Agora eu vou pegar na surpresa aqui, Sheila, você tem como
- 15:02compartilhar tela aí do da sua ferramenta?
- 15:07É só para mostrar algum alguma coisinha, como que pro outro
- 15:10tipo, eu quero aprender, porque mesmo mesmo vendo lá aqueles
- 15:15workflows do enn 8, eu fui tentar replicar, é, não sei, não
- 15:22é para mim, eu acho. Eu sou apenas uma pessoa de
- 15:26produto que sabe escrever história de usuário no gira e
- 15:29puxa card. Bom, essa aqui é a tela inicial
- 15:32da nossa aplicação. Acho que muita gente de produto
- 15:36tem usado Oo lovable, né? Então está um pouco
- 15:40familiarizado com com a experiência do lovable de você
- 15:43pedir a primeira versão com o prompt.
- 15:46A gente tem a mesma lógica, né? Então você pede a primeira
- 15:50versão do seu agente com o prompt e não tem o arrastar.
- 15:53Caixinhas. É, é via prompt, né?
- 15:56Então é, é, é uma outra abordagem.
- 16:00Aqui você basicamente vai colocar o seu briefing inicial.
- 16:04Então aqui a gente tem algumas ajudinhas, né?
- 16:06Tem alguns vídeos aqui em cada etapa que você pode, né,
- 16:11escutar. Mas basicamente a gente, em
- 16:14geral, a gente tem 3 tipos de agentes, né, que a gente cria ou
- 16:17conversacional, que é aquele que assume as tarefas.
- 16:21De atendente, né? Ali que vai falar em tempo real
- 16:24com usuários, é um tipo de agente.
- 16:27Você tem o agente analítico, esse exemplo que eu dei do
- 16:29atestado é um cara que vai receber uma imagem, vai
- 16:32processar análises, né? E você tem é fluxo de agente um
- 16:36pouco mais complexos. Por exemplo, quando você tem o
- 16:39piloto que ele tem que conversar, mas ele tem que
- 16:42chamar, é agentes especializados para fazerem determinados tipos
- 16:46de análise. Então, se você tá começando, eu
- 16:48recomendo começar pelo analítico.
- 16:51A gente em fluxo, ele é o mais fácil de você é organizar que
- 16:55seria esse aqui do meio, né? Então pensa o conversacional ele
- 17:00tem. É uma certa complexidade a mais,
- 17:03porque o diálogo ele é muito imprevisível, né?
- 17:07Então o usuário pode te falar qualquer coisa, então
- 17:10normalmente AA árvore de regras ali do conversacional, ela vai
- 17:14te dar um pouquinho mais de trabalho até você chegar numa
- 17:16boa performance. Mas os agentes analíticos, tipo
- 17:20os crios, né, ou fluxos? Esses são mais simples.
- 17:24É para você começar, então basicamente você vai pedir aqui
- 17:28a as a criação de um agente, né? Vou.
- 17:31Colocar aqui 11 nome qualquer no nosso time é a plataforma.
- 17:37Vai levar uns minutinhos, porque ela vai fazer o entendimento da
- 17:40sua demanda, do que que você pediu e ela vai montar sua
- 17:43arquitetura inicial. Então, as caixinhas lá que você
- 17:46tem que arrastar, você não precisa arrastar.
- 17:48A plataforma já vai fazer essa primeira versão.
- 17:52Eu vou pular aqui para ir mais rápido, porque ela vai levar uns
- 17:543 minutinhos. Então, basicamente, quando ela
- 17:57terminar aqui de gerar é, ela vai passar, né?
- 18:01Ela vai te mostrando é os requisitos que ela está
- 18:04considerando. Você pode ir ajustando esses
- 18:07requisitos na etapa de criação e quando você chegar ao fim desse
- 18:11processo, você vai cair aqui na área de testes.
- 18:15E aqui é onde a gente trabalha de verdade, né?
- 18:18Onde a gente passa mais tempo que basicamente o que que a
- 18:21gente tem que fazer? A gente tem que mandar inputs
- 18:24para esse agente, seja mensagem, se ele for um conversacional,
- 18:28imagem, dados, o que quer que seja.
- 18:31E aí a gente vai é ter acesso a ver os outputs desse agente, né?
- 18:36Aqui é um agente, é para criação de post no LinkedIn, por
- 18:39exemplo, né, de de exemplo. Então o que que esse agente
- 18:43recebeu? De input, ele recebeu um áudio
- 18:46aqui com o brainstorm e ele é produziu aqui um determinado
- 18:50conteúdo. Então qual que é o trabalho
- 18:52mesmo da pessoa de produto? Ou ou mediar isso com as áreas
- 18:56de negócio? Aprovar, reprovar e dar
- 18:59feedbacks para esses para esses outputs do agente?
- 19:03Né? Então é muito menos.
- 19:05É por isso que eu tava falando. Parece que tudo é subscrever
- 19:08código e montar fluxo, mas na verdade o que dá trabalho é
- 19:11afiar a resposta que sai Pra Ela ser precisa o suficiente pra
- 19:15você introduzir ela no seu produto ou num processo que seja
- 19:19muito cor, né? Ou ou significativo da sua
- 19:22empresa. Então aqui basicamente você vai
- 19:26ter essa área é de ajustes, né? É onde você pode editar essas
- 19:33regras, né? De forma manual.
- 19:37Então você vem lembra um pouquinho o código.
- 19:39Então você pode ajustar essas regras manualmente, mas você
- 19:43também pode fazer ajustes na plataforma de forma automática,
- 19:47então. Por exemplo, a kit ou esses
- 19:50daqui já tem algum feedback? É, então eu tenho aqui um
- 19:54determinado feedback. A pessoa de produto, lógico, ela
- 19:57vai ler para ver se aquele feedback faz sentido, porque
- 19:59normalmente ela compartilha isso daqui com o volume de pessoas
- 20:02nas áreas de negócio para testar.
- 20:04Então tem uma curadoria da pessoa de produto para entender
- 20:07se aquele feedback faz sentido ou não faz sentido.
- 20:10E aí ela vai optar por beleza, eu vou lá nos na manualmente e
- 20:15vou fazer esses ajustes ou eu vou pedir aqui uma correção.
- 20:19É com IA, né? De corrigir com IA que a própria
- 20:22plataforma, ela vai olhar o que que entrou, o que que saiu, qual
- 20:25foi o feedback e ela vai fazer os ajustes.
- 20:29É de forma automática. Mas você ainda tem uma
- 20:32importância aqui do trabalho de produto na curadoria, porque não
- 20:35dá para simplesmente você colocar no piloto automático
- 20:38tudo que vem da área de negócio. A área de negócio não tem muita
- 20:41noção assim. É de como estruturar
- 20:44perfeitamente esse feedback. Ela nem sabe o que que aquilo
- 20:48ali vai virar, né? Então ainda tem um trabalho aqui
- 20:51de produto, né? Por isso que a gente não colocou
- 20:54no modo automático total, né? Mas basicamente é isso.
- 20:58E aí no conversacional é é muito similar assim AAA lógica, mas
- 21:04não é um prompt simples, né? Porque esse daqui você cria
- 21:07vários prompts simples e encadeia eles eu vou mostrar ali
- 21:11no fluxo. Aqui no conversacional ele ele
- 21:15tem um pouco mais de é, digamos, de de complexidade por por conta
- 21:23dessa natureza. É imprevisível, né?
- 21:27Do que que o usuário te fala? Então o conversacional, ele é
- 21:31estruturado no que a gente chama de máquina de estados, então
- 21:34cada estado pensa nele como um pedaço de prompt.
- 21:38Então você quando você tem um agente conversacional, né?
- 21:42Ele, ele é normalmente gigantesco.
- 21:44Você vê esse daqui, é um agente, ele é enorme.
- 21:46As instruções dele, então, gigante, não dá para você cada
- 21:49chamada. Você mandar tudo isso aqui pro
- 21:51serviço que você tá usando, porque o custo vai ficar um
- 21:54absurdo, né? Não tem como.
- 21:56Então o que que você faz? Você quebra isso em estados.
- 22:00E aqui também tem um papel muito importante da da galera de
- 22:03produto, que é o que a gente sabe já fazer muito bem, que é
- 22:05você mapear essas demandas. Então, assim, no estado inicial,
- 22:09que é a primeira interação do usuário com esse agente, quais
- 22:13que são as informações que não podem faltar ali pra você tratar
- 22:17essa mensagem inicial? E aí é um jogo mesmo, é um mapa
- 22:21mesmo. Então cada estado puxa o outro.
- 22:24Então se ele veio perguntando nesse caso aqui, informações de
- 22:27exames, o próximo estado vai ter as instruções específicas para
- 22:31lidar com o exame. Então é é muito menos sobre a
- 22:36criação de código e muito mais sobre essa organização
- 22:42hierárquica e lógica dos das instruções.
- 22:46Porque quando você está falando de mundo real, não é uma
- 22:48caixinha de prompt que te resolve.
- 22:50Você vê aquelas ferramentas assim, que tem um espaço para
- 22:53você colocar um prompt só ali. É para agentes mais simples, né?
- 22:56E tudo mais é quando você está falando de agentes mais
- 23:00complexos, mesmo os conversacionais, eles vão ter 1
- 23:03o volume grande de instruções. E aí é muito mais uma
- 23:06organização lógica, né? Da da pessoa de produto, é.
- 23:11Pra pra justapor isso de uma forma que você obtenha a
- 23:15precisão a um custo. Bom, né?
- 23:18Aqui o que você tava falando, do arrastar a caixinha depois que
- 23:20você treina lá naquela área de teste, que o seu agente tá ok,
- 23:24ele pode entrar no fluxo aqui, porque normalmente, por exemplo,
- 23:28aqui a gente usa, esse daqui é nosso que a gente usa de
- 23:31verdade, né? A gente dá nome pra eles, esse é
- 23:33o jing to sempre tem o nome de um personagem do The Office,
- 23:36nossos nossos agentes internos aqui que a gente gosta, então
- 23:40esse daqui é o que cria. Slides então, na verdade, para
- 23:43criar o slides, a gente quebrou ele em 3 agentes, né?
- 23:46Um que faz uma extração inicial, outro que faz a definição, outro
- 23:49que monta os slides. Mas basicamente aquele aqui é só
- 23:53você trazer ele mesmo para o fluxo.
- 23:56E aí você, lógico, você tem algumas configurações que você é
- 24:00como pessoa de produto, você vai precisar fazer também nesse
- 24:03agente, por exemplo, o modelo que ele vai usar.
- 24:07É se tem alguma condicional, né? Que é a questão da orquestração
- 24:10de agentes, então você pode colocar uma condição nele aqui.
- 24:14Então você vem e adiciona uma condição que se esse agente aqui
- 24:18gerar um atributo x, ele chama um outro lá na frente, né?
- 24:22Então essa questão das condicionais de chamar agentes
- 24:26ao longo do fluxo é, você vai é organizando aqui, mas sem
- 24:31necessidade de código, realmente você só vai configurando.
- 24:35Então aqui eu tenho esse elemento.
- 24:37Type aqui. Ah, se o elemento type for sei
- 24:40lá, azul, né? Então eu vou chamar um agente
- 24:43específico, senão eu vou deixar, né?
- 24:47Oo fluxo seguir. Então é basicamente você tem
- 24:51aquela questão que você vê ali no N8 n de de puxar os fluxos,
- 24:55né? Que você também precisa fazer.
- 24:58Mas eu te diria que você gasta muito menos tempo arrastando as
- 25:00caixinhas e muito mais tempo colocando input.
- 25:04Olhando o input e fazendo os ajustes nas instruções, isso que
- 25:09acaba sendo o grosso maior do nosso trabalho como produto, que
- 25:12é o que dá mais trabalho mesmo no fim do dia.
- 25:14Assim, não sei se deu para ter uma noção assim.
- 25:18Deu, com certeza, deu e abre para algumas perguntas, é, como
- 25:23que vocês estruturam fluxo? Que fluxos que envolvam, que
- 25:27envolvem memória, lógica de decisão e integração com APIs?
- 25:32Porque é, em muitos casos isso é necessário, né?
- 25:35Exemplo de memória para você não estar sempre ali dando o input
- 25:41que você já deu, como que, como que, como que vocês estruturam e
- 25:45qual as dicas? Que.
- 25:47Que você dá para que as pessoas que estão nos assistindo e nos
- 25:50ouvindo possam estruturar fluxos?
- 25:54Que envolvam esses 3 elementos, Sheila?
- 25:56É memória EE as as tuss, né? Que a gente chama, por exemplo,
- 26:01a chamada AAPIO, que que a gente é, costuma fazer para resolver
- 26:07memória. No momento que a gente faz a
- 26:10chamada OLLMA gente já tem que a gente chama de instruções
- 26:14transversais, que são instruções de orientação do que salvar na
- 26:18memória, e aí a grande dica é, você já salva essa memória
- 26:22organizada? Com um tipo, se ela é uma
- 26:25memória que deve ser recuperada em todas as interações com
- 26:29aquele usuário, ou só a tela ser fechada, ou se ela só é
- 26:33recuperada nessa sessão, por exemplo, se for de atendimento e
- 26:37é, você já salva ela com uma tipologia, uma classificação, um
- 26:41label. Então o momento de salvar a
- 26:44memória é um momento que tem que ser muito organizado e aí a
- 26:48instrução simples mesmo para OLM.
- 26:50Aí você volta para engenharia de pronte, né?
- 26:53Você, né? Posso?
- 26:54Depois, mostrar ali um exemplo de como a gente dá instrução
- 26:57para ele salvar. Então ele já salva tudo
- 26:59organizado. Porque se você já salva a
- 27:01memória organizado, recuperar essa memória vira mais um
- 27:05problema de back end mesmo. Você não precisa fazer uma
- 27:08grande mágica ali para saber o que que você recupera naquele
- 27:12momento, que também não dá para você ficar recuperando tudo que
- 27:15você já salvou para aquele usuário.
- 27:17A vida inteira, né? Então assim, você vai levando
- 27:20sua solução para o inviável financeiramente.
- 27:24Se você não tem uma estratégia de recuperação, então o ideal é
- 27:29que na hora que você salve a memória, você já salve com todas
- 27:32as classificações que o seu back end vai usar para recuperar,
- 27:36então vira uma regra simples. Então o back end sempre vai
- 27:40naquele estado, né? Como você tem organizado por
- 27:42estados naquele estados sempre se recupera memórias que estão
- 27:46ativas. Que são dessa sessão e que tem
- 27:50um determinado label, por exemplo.
- 27:53Então assim, se você salva a memória desorganizada, é muito
- 27:56difícil você conseguir fazer alguma coisa com ela depois.
- 27:59Porque você vai ficar recuperando ela de um e cresce
- 28:02muito rápido. Memória se você não salva,
- 28:04organizado, então essa coisa de você deixar OLLM decidir não dá.
- 28:10Você tem que deixar instruções ali que são transversais do
- 28:13agente, né? Que ele sempre vai saber o que
- 28:17que é memória relevante no contexto daquele agente, como
- 28:20ele salva de forma super organizada, né?
- 28:23Porque senão você fica com uma coisa meio caótica depois.
- 28:27É em relação AA ferramentas. A gente trabalha muito com
- 28:32cliente b to b, que não usa AMCP por conta das questões todas de
- 28:37segurança e tal. É API normal, né?
- 28:39Eles usam chamadas de API normal, como a gente conhece,
- 28:43mas mesmo assim a gente usa uma abordagem muito similar ali a
- 28:47que AMCP propõe. Então, no momento da chamada,
- 28:51vamos supor que seja um agente conversacional de agendamento,
- 28:54por exemplo. Então Oo usuário chegou para
- 28:57você e falou assim, Ah, quero saber para quando tem
- 29:00agendamento de ultrassonografia, sei lá.
- 29:03Então, naquele momento que que você que que o seu agente tem
- 29:06que estar preparado para fazer um óbvio, dar a resposta para o
- 29:09usuário, mas 2 saber se é para ele consultar ou não uma PI.
- 29:13Aquilo ali tem que estar na instrução do agente.
- 29:16E aí quando ele entende, né? Você tem que deixar isso dito.
- 29:20O usuário solicitou horários. Você tem que se chamar API tal.
- 29:25Ela tem que estar nomeada lá no seu back end para que você chame
- 29:29ela para você recuperar os resultados, ou seja, os horários
- 29:33disponíveis. E aí você elaborar aquela
- 29:36resposta com a chamada ou retorno da chamada da API e
- 29:40mostrar para o usuário ali. Olha os horários disponíveis,
- 29:43São Paulo, então. Assim, no fim das contas, tudo
- 29:46você controla por engenharia de pronte.
- 29:48O momento de chamar APIO que vai salvar na memória o momento de
- 29:53salvar na memória é tudo prompt, né?
- 29:56Se o seu prompt não tiver bem arquitetado, inclusive para
- 29:59orquestrar as ferramentas, é, vai ficar caótico mesmo, né?
- 30:04Então, por isso que eu falo que a gente tem se preocupado muito.
- 30:09Com a questão do código, mas tem tanta coisa que depende de
- 30:12engenharia de prompt bem feita, que eu acho que no fim vai ser
- 30:15uma grande responsabilidade de produto, que eu acho que a gente
- 30:17não deveria estar tão preocupado assim com com aspectos mais de
- 30:21código e muito mais de de entender essa lógica de
- 30:24orquestração, assim do comportamento, sabe?
- 30:27E tem um ponto que a gente, quando a gente fala de Ah, que
- 30:31não é muito abordado, a gente aborda muito sobre como
- 30:34construir, como é. Como escreveu, o melhor prompt
- 30:41possível, apesar que Eu Acredito que se alguém está
- 30:46compartilhando na internet um template de prompt matador, é
- 30:52porque esse prompt é ruim. Não vai funcionar.
- 30:55É porque. Não é assim, né?
- 30:58Você não copia e cola um prompt e vai ter o mesmo output que a
- 31:02pessoa tá falando que vai ter. Dependendo da ferramenta de AO
- 31:06mesmo prompt, você precisa refinar, você precisa é mexer
- 31:10ali. É então o prompt que você usa no
- 31:12ChatGPT não vai ter o mesmo output que você pegar e jogar no
- 31:17geminai, no coach, enfim, essas aí.
- 31:20Mas tem um assunto que a gente pouco aborda.
- 31:24Que a gente vai abordar aqui, eu principalmente, vou começar a
- 31:26abordar bastante, que é legal. A gente tá construindo muita
- 31:30coisa de IA, muita coisa com IAE, muita coisa de IA, coisas
- 31:39diferentes, né? Conceitos diferentes.
- 31:41Mas a gente ainda não tá falando.
- 31:43Como mensurar o sucesso? É como que são as métricas de um
- 31:49produto de IA. É em algum texto meu, eu já
- 31:53abordei alguma coisa sobre, mas bem por cima é em algum episódio
- 31:58também. Acho que com César taurion, é, a
- 32:01gente falou sobre isso. Mas no caso de um protótipo de
- 32:05agente de AO Sheila, como que você mensura o sucesso?
- 32:10O que que você olha primeiro? O que que você acompanha no dia
- 32:13a dia? Assim é No No nível mais
- 32:17operacional, a gente começa já olhando o custo.
- 32:20Não sei se você viu ali quando eu estava compartilhando a tela,
- 32:23mas o custo ele fica gritando ali o tempo inteiro, que é o
- 32:26custo por execução é. E a gente olha a taxa de
- 32:30aprovação dos stakeholders em cima dos outputs.
- 32:34Né? É lógico que você tem as
- 32:36discussões de Roy, mas que eu estou pressupondo aqui que ela
- 32:38já aconteceu antes de você iniciar a prototipação, né?
- 32:42Então, claro que Roy é é aquilo que a gente estava falando.
- 32:46Você escolher um processo que ele é muito repetido e demanda
- 32:50muito de um humano é o melhor caminho possível pra você obter
- 32:53Roy, porque você vai tirar um humano daquilo ali quando você.
- 32:57Finalizar o treinamento do agente e o Roy vai ser mais
- 33:00fácil de demonstrar, porque você vai tirar a pessoa daquela
- 33:03tarefa, mas exceto o Roy, né? Que é que é algo que eu tô, né?
- 33:08Pensando aqui pré protótipo, mas no pós protótipo o custo ele é
- 33:14essencial de você olhar assim. A gente já viu muitos casos que
- 33:18o time foi remendando prompt para lidar com o feedback, mas
- 33:23esse remendar prompt sem um planejamento.
- 33:27Tem um problema que é aumentar muito o custo dele por execução
- 33:30ou por mensagem, por exemplo, ao ponto de ficar inviável, então
- 33:35você vai enxertando tanta. É tanto remendo de prompt para
- 33:40lidar com situação específica, porque o seu sua engenharia de
- 33:43prompt não está te permitindo lidar com os casos de uma forma
- 33:46mais sistêmica, então você vai chumbando exemplo, exemplo,
- 33:50exemplo para tentar lidar com os feedbacks negativos e você joga
- 33:54esse custo lá em cima e você termina.
- 33:56Ele aprovado pelos stakeholders, mas não viável para ir para
- 34:01produção financeiramente. Então, as 2 coisas que a gente
- 34:05olha é é muito isso, a taxa de aprovação dos stakeholders.
- 34:09Ela é importante porque normalmente você tá
- 34:11automatizando processos que a galera tem na cabeça.
- 34:14Ele, ele tem o feeling ali de que se aquela resposta é
- 34:18adequada ou não. Mas uma métrica que a gente
- 34:21sempre acompanha, que é a plataforma mensura, inclusive
- 34:24automaticamente, é o grau de de outputs que foram avaliados por
- 34:28stakeholders diferentes. Porque tem muito viés, tem
- 34:33muita, não temos como negar. Temos resistência aos processos,
- 34:36temos medo de ser substituído, temos muitas coisas ainda
- 34:40acontecendo que permeiam ali o processo de prototipação.
- 34:44Então é sempre ideal você ter muito mais do que uma pessoa só
- 34:48dando feedback para aquele agente, para os outputs daquele
- 34:53agente. E a gente mensura a taxa de, de,
- 34:57de avaliações que foram dadas. Por pessoas diferentes, EE
- 35:01mensura até os os dissensos, porque às vezes 11 pessoa aprova
- 35:05e uma pessoa reprova a mesma resposta do mesmo agente, né?
- 35:10Então, pra quem está tocando dia a dia de prototipação, é
- 35:14basicamente o que a gente olha, custo, aprovação.
- 35:17Mas dentro da aprovação é dissensos.
- 35:21E o quanto tem diversidade ali? Divisões sobre aquela resposta,
- 35:27porque senão você fica muitos meses também com um protótipo de
- 35:31sem ser aprovado ali pela área de negócios, por outros
- 35:33processos que são mais subjetivos, sabe?
- 35:35O qual quanto eu ganho real na prototipação de um agente de a
- 35:41versus Oo modelo sem prototipação?
- 35:46Porque eu pergunto isso porque a galera que faz as coisas de ar
- 35:52me parece pelo menos a forma que eles vendem.
- 35:55O processo deles é meio maior da caralho, né?
- 35:59Meio que eles vão jogando prompt, aí saiu bonitinho já só
- 36:04que em produção já compartilha um linkedinho, vai, vamos tal aí
- 36:08de repente quebrou a quebrou, nossa, mas qual que é o ganho
- 36:14real aqui? Scherer em prototipar agentes de
- 36:17a antes é de da de fazer, né? Em produção mesmo.
- 36:23E qual que é a diferença? E aí vai ser uma pergunta meio
- 36:27é, vai parecer estranha, mas é porque a gente precisa é trazer
- 36:33para quem está nos ouvindo e assistindo uma base, né?
- 36:37Então, qual que é a diferença da prototipagem na prototip aí,
- 36:43versus criar um agente de a numa outra ferramenta, como então eu?
- 36:48Acho que o primeiro ponto é que muitos do conteúdo que a gente
- 36:51está consumindo esses. Prints que a gente vê, eles não
- 36:55vão para a produção, eles não automatizam de verdade.
- 36:58A gente está construindo, a gente está consumindo muita
- 37:00coisa que a galera posta, mas que não são.
- 37:04É que são é. Muitas vezes a pessoa ela está
- 37:07monetizando o curso, ela está monetizando a venda do template
- 37:11ou ela está monetizando. É engajamento, né?
- 37:16Na distribuição daquele template.
- 37:18Então a gente tem que ter muito cuidado em comprar esse discurso
- 37:21muito fácil de que as pessoas estão fazendo a gente de a em 5
- 37:24minutos do n 8 n, porque assim eu poderia fazer vários.
- 37:28Agora eu dizer que eu vou colocar um cliente meu pra
- 37:30conversar com uma automação que eu fiz em 5 minutos, eu não vou,
- 37:34porque eu preciso garantir precisão, né?
- 37:38Então você vê muito essa discursa de que OSDR acabou, né?
- 37:41Com a galera de vendas. Toma aqui esse template e demita
- 37:45seus 10 SDRS. É, às vezes eu vou até atrás
- 37:49olhar e vejo que a pessoa tem SDR humano, sabe?
- 37:51Às vezes eu faço questão de ir atrás, olhar assim não para
- 37:55fazer esposit, mas assim, só para ter certeza de que não é
- 37:59por aí. Entre o que as pessoas falam,
- 38:01né? Muita gente está te vendo SDRE.
- 38:03Ele tem 1 ano lá, prospectando para ele, né?
- 38:06Porque ele não tem confiança. Ainda nessa automação que que é
- 38:10feita em 5 minutos, porque, como eu falei, botar automação de pé
- 38:14no N8 n é super fácil, assim como é na prototip.
- 38:17Aí é tranquilo, é rápido. Os 2 vão ser a mesma velocidade.
- 38:21O problema é que ON 8 n vai te dar poucas ferramentas de teste,
- 38:25interação e feedback, né? Você vai ter que trabalhar o log
- 38:29na mão olhando no código ali ela não é uma ferramenta pensada.
- 38:34Para você ver o que que tá acontecendo na execução do
- 38:37fluxo, né? Quando você tá numa ferramenta
- 38:40de prototipação, por exemplo, né, a nossa, você entra lá no
- 38:44ver execução, você consegue ver exatamente o que que entrou, o
- 38:47que que saiu, o que que foi extraído do Jason é onde que,
- 38:51quais foram os os passos que foram pulados.
- 38:54Por que que foi pulado, né? Por que?
- 38:56Que condição que definiu que aquele agente foi pulado?
- 39:00Você tem área para dar o feedback integrado?
- 39:03É, você tem métricas, né? Pra você não precisar ficar
- 39:07catando na mão, você tem métricas por versão que você
- 39:11libera, então é pra te falar a verdade.
- 39:14Assim, colocar de pé a primeira versão vai ser tão rápido em uma
- 39:18quanto na outra, só que a primeira versão que você coloca
- 39:22ela não é uma versão pronta pra ir pra produção.
- 39:24Isso é uma ilusão que as pessoas estão vendendo, né?
- 39:27Você precisa trabalhar o output, principalmente quando você está
- 39:30falando de processos complexos, se for uma coisa muito
- 39:33simplesinha. Ah, vou brincar aqui com alguma
- 39:36coisa pessoal, tudo bem, né? Mas tô falando assim de
- 39:38processos reais de empresas. Você tem que ter uma pessoa
- 39:42trabalhando ali na no ciclo de interação.
- 39:45E aí é onde é, fica mais fácil para quem tá prototipando.
- 39:49Tem uma ferramenta que já organiza métrica, é logs, né?
- 39:54Toda questão de observaridade ou você ter que meio que Catar
- 39:57aquilo ali na mão. Né?
- 39:59Quando você está trabalhando com uma ferramenta que não é pronta
- 40:01para isso. Então eu acho que a principal
- 40:04hoje para te falar um número, né, eu já até estava, a gente
- 40:07estava conversando, discutindo isso semana passada é segundo
- 40:11Gartner, são 8 meses do protótipo para produção.
- 40:13Os projetos de a fora esse barulho que você está ouvindo na
- 40:16internet, pesquisa séria. Gartner, 8 meses do protótipo
- 40:21para produção. Né?
- 40:23É porque os times estão aprendendo.
- 40:25Não tem ferramenta ainda, não tem ferramenta de prototipação
- 40:29ainda bem posicionada, né? Globalmente que todo mundo
- 40:32nascendo agora é e basicamente o tempo é muito longo, então essa
- 40:38ilusão aí de 5 minutos rapidinho é o que você falou pra caralho
- 40:41assim não é o que vai pra produção é a gente tem uma
- 40:45experiência hoje na prototip aí de 1 mês de tá pronto pra pra
- 40:50desenvolvimento assim. É a primeira versão.
- 40:53A gente não gasta tempo nela, né?
- 40:55Ela sai em 15 minutos, que a plataforma sai depois.
- 40:57É teste, interação, que é onde está o trabalho humano
- 41:00necessário mesmo. Tipo de de de um 1000 perfil de
- 41:03pessoas, mas se beneficia desse processo de prototipação com a
- 41:09prototip aí. Olha, hoje, na prática, o que eu
- 41:12estou vendo? Os times de tech, porque eles
- 41:15estão muito sobrecarregados, inclusive a quem mais procura a
- 41:18gente comercialmente assim é sempre City Oo líder técnico
- 41:22ainda não tem muito líder de produto.
- 41:25É sempre uma iniciativa do City. O porque é que que eu acho que
- 41:31está acontecendo com eles. Eles estão super
- 41:34sobrecarregados, recebendo o briefing direto da área de
- 41:37negócio. Aí eu acho que não está bem
- 41:39estabelecido ainda na área de produto como fazer isso, como
- 41:43prototipar isso? Como é o randolver disso, as
- 41:46ferramentas disso? Então meio que produto está
- 41:49sendo pulado, eu vejo isso. E aí cai direto no colo de
- 41:54tecnologia que está se virando como pode?
- 41:56Eles não usam low code no code, eles tentam prototipar direto no
- 42:00código, já já vão fazendo decisões arquiteturais.
- 42:04E aí a coisa vai ficando muito lenta, né?
- 42:06É antes da gente ter a prototip. Aí nasceu porque eu e meu sócio,
- 42:11a gente pegava projeto de agentes de ar junto pra fora e a
- 42:15gente tava tendo uns problemas de lentidão que a gente falava,
- 42:18cara, essa nossa relação é boa. Por que que a gente tá tão
- 42:20lento, né? Assim a gente tava tão devagar
- 42:23assim? A gente olha que a gente se
- 42:24entende bem, mas era a falta da ferramenta, porque tudo que
- 42:27tinha que mudar tinha que martelar no código, né?
- 42:30Então, assim, tornava muito lento o processo.
- 42:33Então, hoje eu vejo que quem mais está se beneficiando é o
- 42:36time de tech, que consegue colocar na mão de produto e
- 42:40negócios uma ferramenta que vai tirar um peso muito grande
- 42:44deles, que está neles hoje. Mas no longo prazo, eu acho que
- 42:48vai ser as áreas de produto, porque eu acho que a gente vai
- 42:50conseguir consolidar nosso papel.
- 42:53É por ter a ferramenta. Eu acho que é uma profissão que
- 42:56naturalmente vai pilotar isso muito bem assim.
- 42:59Eu acho que está No No no core da profissão assim.
- 43:03É pilotar. É esse processo de prototipação.
- 43:07Então eu acho que é uma ferramenta que vai contribuir
- 43:09para fortalecer o papel de produto.
- 43:11Mas como o produto tá meio out hoje ainda do processo, eu acho
- 43:15que hoje, na prática, beneficia mais tirar a sobrecarga de tech.
- 43:22Aqui você falou o gartiner, né? O gartiner é maravilhoso. 8
- 43:28meses é dado esse dado. Dado esse dado, dado esse número
- 43:34aí da da garte, né? Que é 8 meses da produção para
- 43:38produção. Como que você equilibra a
- 43:43rapidez e a fidelidade no protótipo antes de de ir para
- 43:47produção? Porque 8 meses tem stakeholder
- 43:50que não consegue esperar 2 semanas.
- 43:54É imagina eu ter que esperar 8 meses?
- 43:56Sim, o grande problema é que. Agentes de a é muito amplo, tem
- 44:02múltiplos casos de uso que requerem é múltiplas
- 44:06arquiteturas, né? Isso que faz o protótipo demorar
- 44:09também, porque às vezes o cara já fez uma arquitetura é pra,
- 44:14sei lá, análise de imagem. Só que o próximo caso de uso que
- 44:17chegou no road map dele é conversacional, que é uma
- 44:20arquitetura completamente diferente Pra Ele.
- 44:23É como se ele tivesse começando do zero, né?
- 44:26Então, o que que é a vantagem do nosso caso?
- 44:29A gente fez, né? Aí muito um ano e meio, mais ou
- 44:33menos de Discovery, de arquiteturas para comportar
- 44:37arquiteturalmente múltiplos casos de uso, para dar conta
- 44:41dessa questão da fidelidade que você perguntou.
- 44:44Então assim, o protótipo que a gente faz, ele é fiel ao nível.
- 44:48Ele chama PI do mesmo jeito que o código chamaria, ele faz
- 44:52reggae do mesmo jeito, ele faz gestão de memória do mesmo jeito
- 44:56toda. Sei lá se você tem Python puro
- 44:59ou Lang Shane, toda a Liberdade que você teria.
- 45:03De fazer configuração no nível do fluxo você também tem na
- 45:07plataforma. Então eu acho que no sentido de
- 45:11agilidade. E aí como a plataforma, a gente
- 45:13tem um modelo proprietário que a gente é, usa mais e agenerativa,
- 45:18mas usa algumas coisas de machine learning um pouco mais
- 45:20tradicional, só pra decompor aquele pedido inicial ali que eu
- 45:24te mostrei pra gente ver qual é a arquitetura adequada pra
- 45:29aquele pedido inicial, então. O que que a gente mata de tempo?
- 45:34Essa parte de colocar de pé a primeira arquitetura e ao mesmo
- 45:38tempo a gente não tira a Liberdade de fazer o que quiser
- 45:41nessa arquitetura. O que que sobra de verdade de
- 45:45trabalho duro? Essa parte cognitiva, de teste,
- 45:49ajuste, teste, ajuste, né? Do do prompt para o caso de uso.
- 45:53Então por isso que a gente reduz muito tempo, porque a gente
- 45:56reduz o trabalho de código. O que a gente reduz é o trabalho
- 45:59de código. A gente pavimenta o terreno,
- 46:02porque eu já a gente já via. A gente viu muitos casos de
- 46:05código que foi pro lixo total, porque, tipo, chumbou uma coisa
- 46:09na prototipação, não passou pelo stakeholder, depois não deu pra
- 46:12aproveitar time, começava tudo de novo e aí a coisa vai ficando
- 46:16lenta mesmo assim. Então o que a gente, a forma que
- 46:21a gente achou de equilibrar foi isso.
- 46:23Fazer uma entendimento é certeiro, do que que você está
- 46:27pedindo, para qual é a arquitetura que você precisa e
- 46:31te colocar nessa arquitetura sem que você tem esforço, com
- 46:34Liberdade. Aí dali, daquela arquitetura
- 46:37para frente é com você, né? É um pouco da gestão de produto.
- 46:41De de fazer o que você falou. O prompt do outro não serve para
- 46:44sua empresa, então ali você tem que ter um trabalho realmente
- 46:47humano ainda, né? Ô Sheila, um ótimo papo é?
- 46:52A gente teve aqui eu aprendi bastante sobre prototipação de
- 46:55de agentes de Ah, eu achava que era só as caixinhas do n 8 n,
- 46:58mas não. É, tem todo mundo trabalho
- 47:01grande aqui é, tem link, como que AA galera é encontra, você
- 47:08encontra prototip aí. A gente tem o link é prototip
- 47:13ponto aí é em português mesmo, não é com y não é com i
- 47:17prototip. Aí é a gente tem LinkedIn
- 47:21também, né? E que é prototip aí também
- 47:24estamos lá, sempre ativos, né? Conversando sobre agentes de a.
- 47:30É. E basicamente é isso.
- 47:32A gente faz muitas conversas com pessoas que que estão ainda.
- 47:36O mercado está muito se entendendo ainda, tipo, as
- 47:39pessoas não estão num ponto assim.
- 47:42Totalmente definidos para os casos de uso que vão fazer
- 47:46dentro das empresas, a coisa ainda está se construindo, então
- 47:50a gente tem relações assim. Nosso ciclo de venda é muito
- 47:53consultivo, a gente vai ajudando ali a pessoa a navegar pelos
- 47:57casos de uso, né? Então, se alguém quiser bater
- 48:00papo, independente de questões comerciais, a gente sempre faz
- 48:04bastante isso, porque é muito novo.
- 48:06Os times de produto ainda estão tentando aprender como navegar,
- 48:09né? Então.
- 48:11É, tem lá meu LinkedIn, Sheila Portela, Sheila com c qualquer
- 48:15necessidade de bater papo, estamos super disponíveis.
- 48:19Então é isso você que viu até aqui, essa aqui os links estão
- 48:24na descrição. Vai lá, adiciona Ana Sheila
- 48:27fala, oi Sheila. Quero saber mais sobre
- 48:29prototipação de agentes de a vamos conversar?
- 48:32É. Leva a Sheila para ir conversar
- 48:35no na sua empresa para que ela possa mostrar os ganhos reais.
- 48:40Que é a prototipação de agentes de a.
- 48:43Então o link os links estão na descrição, compartilha esse
- 48:47episódio. Sheila, muito obrigado por ter
- 48:48participado aqui nesse humilde podcast.
- 48:51Penso imensamente em cheio de fãs, você se eu for tirar todos
- 48:54os recados dos fãs quando eu falei que IA vir aqui, ó, eu vou
- 48:57ficar aqui falando uma lista? Claramente são agentes de criada
- 49:02pela Sheila para criar de forma aleatória.
- 49:06É elogios, né, Sheila? Porque.
- 49:09Eu só tenho 10 ouvintes. Será?
- 49:15Então é isso, muito obrigado, Sheila.
- 49:18Muito obrigado por você. Beijos, tchau, fui.