Latest / Juanribe / O Homem Mau e o Pescador
Transcript
- 0:08Aquele homem não acreditava em Deus, nem acreditava em homem
- 0:15algum. Para ele, Deus não existia e
- 0:21nenhum ser humano prestava. Ele desconfiava de todo mundo.
- 0:28E vivia dizendo isso com clareza.
- 0:31Ele dizia, na minha opinião, Deus não existe, porque se
- 0:36existisse, não permitiria tanta gente ruim nesse planeta.
- 0:42E ao apontar para os homens, para as mulheres, ele sempre
- 0:47achava um defeito, podia ser o homem mais virtuoso do mundo.
- 0:53E ele dizia, Ah, aquele lá não me engana não.
- 0:57Que ele lá não presta, não vale nada.
- 0:59Podia ser a mulher mais meiga e dócil que existisse.
- 1:05E ele apontava, acusando e dizendo, dentro dela está uma
- 1:10fera. Essa mulher não me engana, nem
- 1:14as crianças escapavam do seu juízo.
- 1:18Ele não gostava de ninguém, não acreditava no amor.
- 1:23E achava que amor verdadeiro também não existia, que todos
- 1:28faziam as coisas por interesse. Ele achava que o único poder no
- 1:34mundo que movia as pessoas era o dinheiro.
- 1:40Por isso, ele fez de tudo para ganhar bastante dinheiro na
- 1:44vida. Passou todo mundo para trás
- 1:48porque, na sua opinião, enganar os outros.
- 1:52Era preferível do que ser enganado.
- 1:55E ele, usando este método e esse estilo de vida, conseguiu
- 2:00ajuntar uma considerável Fortuna.
- 2:04E aquele homem que desconfiava de todo mundo, não acreditava em
- 2:09Deus nem no amor, que não gostava de ninguém.
- 2:13Aquele homem que achava que ninguém prestava.
- 2:17Aquele homem comprou um barco, um veleiro.
- 2:22E ele decidiu fazer uma grande viagem sozinho naquele barco e
- 2:29tudo estava correndo bem e ele se gabava, que veleiro lindo que
- 2:35o meu dinheiro comprou. Isso é que é vida.
- 2:38Eu não dependo de Deus nem de ninguém.
- 2:42Eu dependo é de mim mesmo, da minha capacidade, da minha
- 2:45grana. É a minha grana que comprou esse
- 2:48veleiro que me dá esse conforto. É o meu dinheiro que me permite
- 2:52viajar pelo mundo sem dar satisfação a ninguém.
- 2:57Eu não faço parte desse Monte de otário que tem no mundo, desse
- 3:02Monte de malandros que tem no mundo.
- 3:05E assim ele estava se gabando, curtindo seu veleiro em alto
- 3:11mar, quando de repente foi surpreendido por uma forte
- 3:17tempestade. O primeiro vento que bateu fez
- 3:23com que a sua lona caísse e o vento era tão forte e as ondas
- 3:30agitavam o barco de uma tal maneira que aquele veleiro não
- 3:34resistiu e acabou virando de boca pra baixo.
- 3:40Ele apavorar, bebendo água salgada, se agarrou num colete,
- 3:46salva vidas e ficou ali. Pendurado boiando nas ondas,
- 3:52bebendo água salgada de Monte enquanto vento, tempestade
- 3:59açoitavam o mar e ele pensava que iria morrer.
- 4:04Naquela hora ele não tinha condição de dizer, meu Deus, me
- 4:09ajude, porque ele não acreditava em Deus.
- 4:13Naquele momento ele não podia gritar, Socorro, alguém faça
- 4:16alguma coisa. Porque não tinha homem algum ou
- 4:20pessoa alguma ao lado dele. Ele era tão orgulhoso e jamais
- 4:25pediria ajuda a alguém. Ele pensou, eu vou sair dessa
- 4:29sozinho? E ele ficou bolhando a mim
- 4:33naquele colete salva vidas sendo arrastado pelas ondas.
- 4:37E assim ficou a noite inteira bebendo muita água salgada.
- 4:43E assim ficou poliando a noite inteira.
- 4:47E o dia seguinte e sendo arrastado cada vez mais longe e
- 4:52mais uma noite em alto mar e de novo outro dia chegando e ele
- 4:58perdido. Cada vez mais perdido até que
- 5:02desfaleceu de fome e sede de cansaço, ele simplesmente
- 5:10desfaleceu e nessa condição. Continuou sendo arrastado,
- 5:17levado, e quando este olho abriu os olhos, ele viu diante dele um
- 5:31homem simples, de aspeto rude, e ele estava em uma praia e aquele
- 5:39homem simples, de aspecto rude, colocava água.
- 5:44Saudável na sua boca, que já estava toda infinidada,
- 5:47ressecada que ele foi reanimando com aquela água que bebia.
- 5:54E ele viu que aquele homem simples e rude que estava diante
- 5:58dele era um Caiçara, um Pescador, um homem daquele lugar
- 6:05deserto, daquele lugar distante, fraco, agradeceu pela água.
- 6:11E o Pescador o levou para a sua cama.
- 6:15E o Pescador lhe disse, o senhor vai ficar aqui até se recuperar.
- 6:20E ali ele ficou sendo alimentado, bebendo água de
- 6:25coco, bebendo água fresca, tendo uma cama para dormir, até que se
- 6:31alimentou bem. Reanimou se recuperou o vigor e
- 6:36ele estava bem. E feliz da vida por ter
- 6:40sobrevivido aquela tragédia, aquele naufrágio.
- 6:43Ele disse para o Pescador, meu amigo, eu quero te recompensar.
- 6:50Eu sou um homem muito rico e você mora aqui nessa praia
- 6:55deserta. Eu quero te recompensar, te dar
- 6:58dinheiro para você comprar um motor de polpa, um barco melhor.
- 7:03Eu quero te recompensar para que você reforme a tua casa.
- 7:07Quanto você quer de dinheiro? E o Pescador disse, eu não quero
- 7:12nada, mas como não, o senhor salvou a minha vida, o senhor
- 7:18merece uma recompensa. Me diga aí quanto é que o senhor
- 7:21quer? Pode falar a quantia que quiser
- 7:24que eu pago. O Pescador disse, eu não quero
- 7:28nada, o que eu fiz, qualquer outra pessoa teria feito.
- 7:34Encontrando o senhor naquela situação, teria lhe ajudado?
- 7:39Não fiz nada de mais. Não quero o seu dinheiro por
- 7:42causa disso. E aquele homem mal avarento que
- 7:48desprezava todo mundo, que sempre dizia?
- 7:52Que ninguém presta, que ninguém vale nada, que todo mundo faz as
- 7:57coisas por interesse. Ele não se conformou com a
- 8:00resposta daquele Pescador e insistiu, que que é isso, meu
- 8:05amigo? Eu estou lhe oferecendo
- 8:06dinheiro. Dinheiro para mudar a sua vida,
- 8:10dinheiro para resolver os seus problemas e depois eu quero dar.
- 8:14O senhor salvou a minha vida. Fale logo quanto que o senhor
- 8:18quer de dinheiro. E o Pescador mais uma vez disse,
- 8:23eu não quero nada, eu não fiz nada demais.
- 8:29Entendo a sua gratidão, mas eu não quero receber dinheiro por
- 8:33aquilo que eu fiz. Fiz o que qualquer outra pessoa
- 8:38teria feito. Eu não quero dinheiro por causa
- 8:39disso. E aquele homem mal desconfiado,
- 8:45sentiu muita vergonha. Muita vergonha mesmo.
- 8:51E ele ficou pensando que talvez as pessoas que moram em praias
- 8:57desertas ou ilhas, ou pessoas simples, não tem o mesmo
- 9:02interesse em ambição das pessoas da cidade.
- 9:06A cultura é outra, a necessidade é outra.
- 9:10Ele queria encontrar algo que fizesse aquele homem se sentir
- 9:15recompensado. Então ele disse, meu amigo, o
- 9:20que que o senhor gostaria que eu lhe desse então pro senhor viver
- 9:24melhor aqui nessa praia deserta? Já vivo bem demais.
- 9:28Eu não quero nada, eu sou muito feliz e o homem mal avarento,
- 9:33disse, mas eu quero lhe ajudar, eu quero melhorar a sua vida.
- 9:37A minha vida já está ótima, eu tenho tudo que eu preciso, vivo
- 9:42bem, tenho paz, não preciso de mais nada.
- 9:46Então me diga o seu nome, vai, me fala o seu nome, tá bom, eu
- 9:52vou pedir uma coisa para o senhor.
- 9:54Então, e o homem rico mal avarento, que desconfiava de
- 10:00todo mundo, que não acreditava no amor nem na Caridade, que não
- 10:04acreditava em Deus, em ninguém? Aquele homem perguntou, muito
- 10:09bem, diga, vai, fala o que é que o senhor quer?
- 10:13E o Pescador disse, eu vou lhe pedir.
- 10:15Uma coisinha só vai, fala, fala o que é.
- 10:22E o Pescador? E não sabia nada da
- 10:26personalidade nem do passado daquele homem.
- 10:31Aquele Pescador disse assim, olha, quando o senhor voltar
- 10:37para sua casa, quando o senhor voltar para os seus.
- 10:43E quando as pessoas lhe perguntarem quem foi que o
- 10:47salvou? Não diga o meu nome, como?
- 10:51Não vou dizer assim não? Não diga o meu nome.
- 10:55Eu só estou lhe pedindo isso. Não diga a ninguém o meu nome.
- 11:00Quando alguém me perguntar quem foi que te salvou, diga a
- 11:05verdade, diga que foi. Deus e aquele pedido pedido
- 11:15simples de um homem feliz, de um homem que acreditava em Deus,
- 11:23envergonhou mais ainda o homem mau e avarento, porque durante
- 11:30toda a sua vida ele disse que Deus não existia e agora, quando
- 11:35alguém lhe perguntasse, quem? Foi que te salvou?
- 11:41Ele teria que dizer Deus. Ele ficou constrangido na frente
- 11:47daquele Pescador e disse, como assim, Deus, meu amigo, como
- 11:51Deus. E o Pescador, que era um cristão
- 11:55fervoroso, disse, pois saiba o senhor que eu estava na minha
- 12:01cabana limpando um peixe. Orando a Deus em espírito.
- 12:07Quando o senhor me disse, vai andar pela praia agora?
- 12:12E eu não entendi direito. Foi só isso que aquela voz me
- 12:15disse. E eu andei pela praia e te
- 12:19encontrei ali, quase morto. Se o senhor quer falar a verdade
- 12:25para as pessoas, não diga o meu nome nem que lhe fiz algum
- 12:30favor. Nem que lhe fiz algum benefício
- 12:33e muito menos ainda que eu tenha salva sua vida.
- 12:38Mas quando lhe perguntarem quem te salvou?
- 12:42Diga a verdade, responda, foi Deus.
- 12:48E aquele homem que não acreditava em Deus, que não
- 12:54acreditava em ninguém, que não acreditava no amor, que achava
- 12:58que as pessoas faziam tudo por interesse?
- 13:01Estava tendo uma resposta poderosa através dos lábios de
- 13:07um homem simples. Foi a lição que Deus lhe deu.
- 13:12Deus criou aquela tempestade em alto mar.
- 13:15Deus providenciou as ondas, o pento, o naufrágio, Deus
- 13:20providenciou aquela praia deserta.
- 13:22Deus providenciou um servo seu para que aquele homem
- 13:26compreendesse que o amor existe. Que há pessoas boas neste mundo
- 13:33e que, principalmente a Deus. Talvez você esteja entrando
- 13:39agora numa verdadeira tempestade.
- 13:44Em nenhum momento você se lembrou de clamar por Deus ou
- 13:49quem sabe até na tua convicção, Deus não existe.
- 13:54Mas esta situação que você está vivendo eu te garanto.
- 14:00Deus a criou para que você possa clamar.
- 14:04E você está ouvindo isso da boca de um homem simples.
- 14:07Agora, um homem que teve uma experiência verdadeira com Deus
- 14:12e que está lhe dizendo sendo usado pelo Espírito Santo para
- 14:16lhe dizer que Deus te ama, ele existe e ele quer te tirar dessa
- 14:23situação. Não haja como um impio.
- 14:28Que está descrito no Salmo de número 10, versículo 3.
- 14:33O Salmo diz assim, porque o impio Gloria, se do desejo da
- 14:39sua alma, bendiz ao avarento e blasfema do senhor por causa do
- 14:45seu orgulho. O impio não investiga todas as
- 14:48suas cogitações são não a Deus, mas eu quero te dizer que Deus
- 14:56existe. Deixe o teu orgulho de lado.
- 15:01Investigue um pouquinho só, um pouquinho só e você vai ver que
- 15:06Deus existe. Não se glorie na sua própria
- 15:10força nem na sua própria capacidade.
- 15:13Não bendiga, avareza nem tão pouco o dinheiro, mas glorifique
- 15:18a Deus quando você começar a abrir a tua boca para dizer
- 15:23Glória a Deus. Quando você começar a abrir a
- 15:27tua boca para dizer, senhor, socorre me, você vai ouvir a voz
- 15:33do Espírito Santo te respondendo, eis me aqui, filho
- 15:38meu, eis me aqui, filha minha. Que as palavras compartilhadas
- 16:03pelo pastor juanribe paliarin neste episódio de podcast possam
- 16:08ter tocado seu coração e fortalecido sua fé.
- 16:11Lembre se sempre do amor e da graça de Deus em sua vida.
- 16:15Se você deseja mais conteúdo inspirador, fique à vontade para
- 16:19seguir o arroba joanribe nas redes sociais e compartilhar
- 16:24este podcast com amigos e familiares.
- 16:27Que Deus abençoe você e Gui. Seus passos, este episódio foi
- 16:32um oferecimento do Ministério, pregadores do telhado,
- 16:35comunicação a serviço da salvação.