Latest / Helena, o podcast tá pronto / Lição de moral #89
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- 0:00Helena, o podcast tá pronto. Dona Helena, eu não te dou esse
- 0:05tipo de intimidade. Me desculpe, dona Helena.
- 0:09A senhora vai querer mais alguma coisa?
- 0:12Ouça o episódio, depois se recolhe.
- 0:15Pobretona! Olá, ouvintes.
- 0:29Eu sou a Alana Azevedo. E eu sou a Raíla Azevedo.
- 0:32E hoje a gente veio aqui pra dar lição de moral.
- 0:37Ah, obrigada pelo toque, Lucinda.
- 0:39A coisa que eu mais prezo na vida é conselho de mendiga.
- 0:42Essa frase foi muito singela, né?
- 0:44Tantos momentos que vêm na nossa mente quando a Carminha fala
- 0:47isso. Ai, o que eu mais prezo,
- 0:50Lucinda... É conselho de mendiga, né?
- 0:53Porque ninguém merece, gente, ficar recebendo lição de moral.
- 0:58E lição de moral ainda de gente que faz a mesma coisa.
- 1:02Isso. Gente que não tem nada
- 1:04importante pra falar. Mas hoje a gente vai ser
- 1:07hipócrita aqui. Porque nós vamos falar de coisas
- 1:11que nós damos, às vezes, lição de moral.
- 1:15Inclusive, na nossa adolescência, a gente fazia
- 1:18muito isso. Mas é igual você falou, na
- 1:20adolescência a gente vai, né? Na vida adulta também, mas
- 1:24menos, mais consciente. Mas na adolescência, um que a
- 1:27gente, assim, não aceitava, né? Não era nem da nossa conta, era
- 1:33que a gente achava… Que todo mundo… Que todo mundo… Tipo
- 1:37assim, namorou… Tinha que esperar pelo menos dois anos pra
- 1:41poder furunfar. Você ia falar disso.
- 1:43Achei que você ia falar do espírito.
- 1:44Tá, vamos começar pela furunfada.
- 1:46A gente falava assim, porque teve uma colega nossa, né… Que
- 1:50rolou o boato. Saiu falando, nossa… Ela namorou
- 1:53e, tipo, um mês… Ela transou com o namorado dela.
- 1:56E a gente achava aquilo, tipo… Nossa, dois anos.
- 1:59Ela tinha que, no mínimo, dois anos.
- 2:02Ela transou com o namorado dela com um mês.
- 2:04Um mês, você não conhece a pessoa!
- 2:06Ela perdeu a Virgínia. É, ela perdeu a virgindade com o
- 2:10mês e a gente no auge dos nossos quinze anos.
- 2:13Não, eu acho, ó, vamos combinar. Começou a namorar qualquer uma
- 2:17de nós? Começou assim, gente, seis anos,
- 2:20no mínimo. Com quinze anos era seis anos,
- 2:22aí com dezesseis anos foi assim. Não, dois anos é o tempo ideal
- 2:28pra você conhecer uma pessoa. Até que a gente foi ficando mais
- 2:33velha e depois… Ah, depende, né, gente.
- 2:37Depende da sintonia. Mas isso a gente achava… Era
- 2:41tipo assim, a morte. O auge.
- 2:45Nossa Senhora. Isso daí, gente, mente de
- 2:47crianças espíritas, né? Crianças espíritas, assim, que
- 2:51você vai dar dois beijinhos num garoto, você já acha que é o
- 2:54fim. Tinha as meninas também que era
- 2:57igual a gente, tinha o mesmo pensamento.
- 2:59Mas tudo criança de catequese, assim, ó.
- 3:03Porque tudo a gente tinha medo de espírito contar.
- 3:07Inclusive, o medo de espírito, isso daí é um outro tópico.
- 3:12Que entra na gente também, dando lição de moral nos amiguinhos.
- 3:16Do tipo, olha, o espírito… Primeiro que a gente achava que
- 3:19todo mundo tinha que acreditar em espírito.
- 3:21E existia… Espírito de vida pós-morte.
- 3:23Não, e todo mundo tem que acreditar.
- 3:25Você não acredita em reencarnação?
- 3:26Mas a reencarnação, ela existe. E a gente já tentava falar… A
- 3:30Júlia sofreu, a Júlia penou. penúria na nossa mão porque a
- 3:36gente ficava falando Juli e a gente contava as coisas que
- 3:40aconteceu e ela indagava mas assim como que você sabe que era
- 3:44Juli como assim é óbvio que o espírito existe Eu lembro que eu
- 3:49falava, Júlia, tem a legião dos lanceiros de Maria, que existe.
- 3:55Eu acredito. Querendo ou não, existe.
- 3:58Eu acredito que existe. Aí a Dindinha falava, e eu
- 4:02falava, Júlia, os lanceiros de Maria, eles entram assim no
- 4:06local, são jovens, são homens, são jovens.
- 4:09Olha como que a Raíla descreve os lanceiros de Maria.
- 4:12Mas que eles usam o carro sacáprio.
- 4:15Eles usam a calça assim, com a canela, né?
- 4:18E eles vêm sem blusa e com… E eles são fortes.
- 4:23E musculosos. E aí eles vêm, Júlia, com o
- 4:26olho… O olho não, o óleo no… Não, eu não falei óleo.
- 4:31Eu falei só que foi isso que eu ouvi.
- 4:33Que eram homens que chegavam a sair blusa e, tipo assim, tinham
- 4:37uma… Arco e flecha. Arco e flecha.
- 4:40E eles, ó, limpavam o lugar todinho.
- 4:43E a Júlia falava assim, mas eles são bonitos.
- 4:45E eu, Júlia, que falta de respeito.
- 4:48São os lanceiros de Marília. Gente… Mas a Raíla, imagina ela
- 4:52descrevendo. Ô, Júlia, ele vem com calça
- 4:54capra e aí ele tá sem camisa. Não, mas eu não… e aí o peito
- 4:57dele tá mostro aí você imagina os lanceiros I'm too sexy for
- 5:02this world aí o lanceiro, olá eu sou o lanceiro de Maria
- 5:07entendeu? mas não é assim, mas a Dindinha
- 5:10falou que eles que são jovens mesmo que eles têm uma lança Que
- 5:17existe, por isso que é o lanceiro de Maria.
- 5:20Mas eu sei que a gente ficava dando essa lição de moral.
- 5:23E eu explicava pra Júlia, acho que é porque eu queria que
- 5:27entrasse na cabeça dela. O lanceiro, o menino tá aqui e a
- 5:31gente infernizava a vida da Júlia, coitada.
- 5:33Mas com isso, porque qualquer coisa que a pessoa falasse… O
- 5:37espírito não vai gostar disso, Júlia.
- 5:39Vovó Júlia Maria. A gente tem um ponto que é,
- 5:43tinha uma vovó, tem uma vovó que tá aí nessa amizade, nessa
- 5:48sintonia com a nossa família de muitos anos, né?
- 5:51Deve ser de vidas aí passadas que nós acreditamos.
- 5:54E a vovó Júlia Maria. Essa entidade que virou assim.
- 5:59Qualquer momento a gente fala vovó Júlia Maria.
- 6:01Ela veio a família. E aí a gente usava Vovó Júlia
- 6:06Maria, não vai gostar disso Vovó Júlia Maria E na nossa
- 6:10realidade, ok Mas a gente queria Que todo mundo tivesse medo da
- 6:14Vovó Júlia Maria também A gente não tinha medo da Vovó Júlia
- 6:17Maria A gente tinha medo da Vovó Júlia Maria estar ali E contar o
- 6:20que Então a gente não era medo dela, era medo dela, tipo assim,
- 6:24ó, bater um fio lá. E aí por isso que a gente ficava
- 6:27nessas mini lições de moral. Mas lembrei de uma vez também,
- 6:31quando a gente estudava no ensino médio, né?
- 6:34Ensino médio é aquela fase que os adolescentes, eles vão ali
- 6:37descobrindo uma coisinha em outra, né?
- 6:40Fumam o cigarrinho ali, escondido e tal.
- 6:44E a gente não, porque a gente era cagona, não é porque a gente
- 6:47era melhor. superioralmente que ninguém, não.
- 6:50Era cagona, e a gente não fazia nada disso.
- 6:52E aí eu lembro que uma amiga nossa, não vou expor nomes, né.
- 6:56Um eu vou expor, que era a Letícia.
- 6:58Ela ficava infernizando a vida de um colega.
- 7:00Senta perto de mim. Não senta com eles, não.
- 7:03Porque ele tava fumando maconha. Olha, o que você acha de ir na
- 7:06catequese comigo? E ele falava, sai!
- 7:10Sai! Ela ficava assim, Deus te ama!
- 7:13Deus te ama! Olha a luz!
- 7:15Vai para a luz! Mas ela também pernizava a nossa
- 7:19vida quando a gente saía pra beber, lembra?
- 7:22Ela pegava o dinheiro da gente e não dava.
- 7:25A Letícia não dava. E eu falava, me dá meu dinheiro
- 7:27agora que eu quero comprar. Você não vai comprar.
- 7:30Você já está gastando dinheiro demais com a bebida.
- 7:32A sua mãe não vai gostar disso. Bebida alcoólica não leva
- 7:36ninguém a lugar algum. Nossa, Letícia, era uma briga.
- 7:38Quase que a gente saía no tato. Nossa Senhora, mas é isso.
- 7:41Eu lembro de muita lição de moral nessa fase de ensino
- 7:44médio. Da gente também recebendo lição
- 7:48de moral de espírito, porque não satisfeita em colocar o medo nos
- 7:52outros, a gente passava por isso também.
- 7:55Só que às vezes a gente olha tão terrível… fazendo malcriação,
- 7:59essas coisas que não era espírito nada, elas fingiam que
- 8:02era espírito, tá é verdade, igual a vovó quando fez a gente
- 8:06arrumar a casa, falando que era a vovó, como que era a vovó?
- 8:09Karate Kid, não, é o general é, o general fez a gente arrumar a
- 8:14casa, não era o general nada, a entidade do general era ela Era
- 8:17ela? Lembro de uma vez que a Raíla
- 8:20tava com a garganta ruim, foi chupar.
- 8:21Não, bronquite. Bronquite.
- 8:23E a minha mãe ficava, você não pode chupar picolé, você não
- 8:25pode… E tinha um geladinho de seu marinheiro, e eu pegava e ia
- 8:28comprar escondido. Aí, chegou o espírito.
- 8:32Engraçado que o espírito sempre chegava quando a gente tava
- 8:35fazendo alguma… Ah, ele chegou, eu chupei o picolé, chegou o
- 8:39espírito pra falar do picolé. Aí chegou e botou uma havaiana,
- 8:43você quer picolé? Amedrontando.
- 8:45Gente, amedrontando. Que espírito tem mais o que
- 8:48fazer? E a gente não vai expor quem
- 8:49fazia isso, né? Espírito tem mais o que fazer.
- 8:52Mas a gente tinha… Mas tem espírito fofoqueiro.
- 8:54Eu já ouvi relatos de Pri falando que o espírito contou
- 8:58pra mãe que tava fazendo merda e a mãe foi e brigou.
- 9:02É, tá vendo só? Mas eu lembro que quando a gente
- 9:04fazia o evangelho em casa, né? Que era o evangelho no lar.
- 9:08Gente, era uma aura do tipo assim, meu Deus… espírito vai
- 9:13contar, que eu colei na prova. Sério?
- 9:15Eu vou levar uma lição de moral aqui, porque eu dei dois
- 9:20beijinhos no menino na Feira da Roça.
- 9:21Gente, e assim, quem já viu, assim, quando um espírito vai…
- 9:27Eu esqueci a palavra. Manifestar.
- 9:29Manifestar. Lá em casa, era assim, ó.
- 9:34Não. Quando faziam… E aí, às vezes,
- 9:37qualquer coisa a gente já ficava com medo.
- 9:38Tipo assim, ó… Se arrastava a cabeça.
- 9:41Olhava pra gente… Já gritava. Era momentos de tensão.
- 9:45Qualquer coisa, assim, eu já mexia.
- 9:48Ô, Pri, mas saindo um pouco desse assunto, espírito, lição
- 9:52de moral… A gente nem começou a falar de um tópico que rende
- 9:58muita coisa. Que é a maternidade.
- 10:01Nem fala. Porque quando… A impressão que
- 10:03eu tenho é de que, tipo assim... A partir do momento que você
- 10:05anuncia uma gravidez, já era. Você vai levar lição de moral de
- 10:09todos os lados. Você não pode falar nenhum A.
- 10:12Igual quando eu tava grávida, eu falava assim...
- 10:14Nossa, tô cansada. Nossa, tô cansada.
- 10:18Aí já vinha. Nossa, você tá cansada?
- 10:21E na minha época... Que eu fazia isso, eu fui de
- 10:25ônibus ganhar, a minha bolsa estourou, eu tive o meu filho na
- 10:29rua, eu que peguei, eu que cortei o cordão, eu que fiz
- 10:32isso. E vira uma disputa, né, do que
- 10:35tipo, quem sofreu mais na maternidade.
- 10:38E eu assim, igual o Eduardo na introdução alimentar, eu acho
- 10:41que a gente tem que fazer o que os médicos falam, só que você
- 10:45também, você que é mãe, você tem que seguir o seu coração.
- 10:48Igual eu tinha medo de fazer aquele método BL, WWBL, sei lá.
- 10:53Método Get Ready With Me. Que é o… de você dar na mão,
- 10:58tipo, ah, o pedaço do brócolis, você não bater, nem amassar.
- 11:02E já ouvi, nossa, você não deve fazer isso, porque você está
- 11:06tirando… você está tirando do seu filho, dele conhecer, que
- 11:10não sei o quê. Só que eu tinha muito medo de
- 11:12engasgar. Até hoje, eu fico com medo de
- 11:14engasgar. Só que então, é muito
- 11:15julgamento, muita liçãozinha de moral, cada um faz o que quer.
- 11:20Eu até entendo a pessoa que, enfim, já vivenciou, tipo, mãe e
- 11:25tal, dá a dica ali, né? Porque já passou por aquilo,
- 11:30então já tem a experiência. Não, mas você dar a dica é uma
- 11:32coisa. Agora, você vir num tom de, tipo
- 11:34assim, repreendendo e apontando o dedo na cara da outra pessoa…
- 11:39E eu sempre fui de boa, cara. Todos os conselhos que a pessoa
- 11:43chega e fala. Mas quando você vai dar uma
- 11:46reclamadinha, você quer que a pessoa fale.
- 11:48É mesmo, é cansado. É, não sei o quê.
- 11:50Não quero ouvir lição de moral que você fazia da pirueta
- 11:54grávida e corria e fazia crossfit, meu amor.
- 11:58Eu fico vendo, às vezes, comentários, né?
- 12:01Sei lá, internet e tal. Nossa, gente, na moral.
- 12:04Você, enfim, é artista, às vezes é influenciador.
- 12:09Que fica compartilhando as coisas do filho.
- 12:12E às vezes compartilhando a experiência.
- 12:14O tanto de gente. Não vira nenhuma troca.
- 12:18Apenas no intuito de se meter. De falar que você está fazendo
- 12:22errado. E às vezes são pessoas que nem
- 12:24são mães. nem tem, sabe, filho e fica lá, então assim, é foda dá
- 12:29uma segurada mas como que você lida com isso de tipo, hoje de
- 12:35alguém vir dando lição de moral de maternidade ou eu deixo a
- 12:38pessoa falando sozinha ou eu falo, ah tá eu não estendo o
- 12:42assunto, porque eu não perco meu tempo é desgastante, né gente, a
- 12:48minha rua é uma rua que é movimento aí eu tenho que
- 12:52segurar a mão do Eduardo porque o Eduardo tá um foguete ele sai
- 12:55correndo, sai parado e tem carro que entra rápido aí sempre tem
- 13:00uma pessoa que fica larga o menino, deixa o menino sair
- 13:03correndo, criança tem que correr porra, eu vou deixar a criança
- 13:06correr assim pra moto vir pegar meu filho Aí já tá me irritando.
- 13:09E aí essa voz, você vai ficar mais rouca ainda.
- 13:11Aí eu vou perder a minha voz, que eu tô rouca.
- 13:14Que Deus quiser, isso vai passar.
- 13:15Eu acho que isso daria um episódio inteiro, né?
- 13:18Falar dos desafios da maternidade.
- 13:21Você ficaria falando aqui por horas.
- 13:23Ficaria uma temporada inteira. Por isso que eu vou já
- 13:28interromper, vou puxar pra um outro tópico.
- 13:30Sair de maternidade e falar sobre… Não que a maternidade não
- 13:34seja um trabalho, mas sobre ambientes de trabalho, sabe?
- 13:38Ambientes corporativos ali, que você também às vezes recebe
- 13:43lição de moral de quem não tem moral nenhuma ali pra falar com
- 13:47você, sabe? Nossa, gente, quem acha que é o
- 13:50chefe… Entendeu? É, tem isso.
- 13:52Por exemplo, você chega atrasado.
- 13:54Já aconteceu o caso de eu chegar atrasada e a pessoa… Tem pessoa
- 13:58que ela te dá a lição de moral só no olho, tipo assim.
- 14:01A pessoa tá lá. Você chegou, a pessoa tá tomando
- 14:03o cafezinho dela e só olha pra você, tipo assim.
- 14:05E faz aquela carinha, tipo assim.
- 14:07Ai, você tá chegando atrasado… Eu sou a favor da pessoa ficar
- 14:11puta com o atraso da outra, se o atraso da outra significar
- 14:16sobrecarga no teu trabalho. Ou atraso, não.
- 14:19Ou morcegação. Eu sou a favor.
- 14:21Tipo, você quer morcegar? Dá a sua morcegadinha, dá o seu
- 14:24migué. Agora, se a sua morcegadinha, o
- 14:26seu migué, virar trombolho pra mim, aí eu vou ficar puta.
- 14:30Não, mas agora todo mundo chega atrasado.
- 14:33Às vezes você chegou um pouquinho… É, gente, na moral… E
- 14:37aí, tipo, se alguém tiver que falar alguma coisa, é o seu
- 14:41chefe. Não a pessoa que tá ali
- 14:43trabalhando. Ê, atrasada de novo, hein.
- 14:46Ou então você é bom dia. Aconteceu alguma coisa?
- 14:49Boa tarde! Ah, e outro tipo, não sei se
- 14:52chega a ser lição de moral. Mas você vai dar um bom dia pra
- 14:55pessoa. E não é bom dia, é boa tarde.
- 14:57A pessoa já chega, bom dia, boa tarde, né.
- 15:00Você já olhou a hora? Já olhei, mas eu quero falar bom
- 15:03dia. Você falou… Que rolava muita
- 15:06lição de moral também entre funcionário de concursado versus
- 15:12funcionário… O que que significa o RPA?
- 15:15Ah, agora você me pegou. É funcionário que é contratado,
- 15:18né? Não é cargo público.
- 15:21É, não é. É concursado, quer dizer.
- 15:23É contratado, é contrato. E tem muita gente funcionária,
- 15:26né, que te olha assim, tipo… E aí se acha no direito de falar
- 15:31com você da forma que for… Porque é concursada.
- 15:35E acha que é o teu chefe. É.
- 15:38Aquele olhar de… Você faz qualquer coisinha, já te olha.
- 15:42Você já foi contratada, não já? Já, já fui.
- 15:44E já trabalhou com gente que era concursada.
- 15:47Já. E aí tinha… E mesmo que não
- 15:50trabalhava com a gente. Gente de fora.
- 15:53Gente. Como assim?
- 15:54Tipo assim, de outros setores. Que vem e… Pra falar o quê no
- 15:58teu trabalho? Não.
- 15:59Que vem fazer alguma coisa, vem conversar com você sobre o
- 16:03trabalho. Porque é um setor, puxa o outro.
- 16:05Só que a pessoa não trabalha ali com você.
- 16:08E vem, ué, mas aí… Ih, esse documento aí, mas como que fica?
- 16:11Por quê? Que não foi dado até agora, que
- 16:14não sei o quê. Mas vindo num tom… Isso daqui
- 16:16não pode acontecer. Vindo num tom, tipo assim, de
- 16:18vontade de falar. Meu filho, você tá no mesmo
- 16:20parco que eu, meu amor. Tá achando que é o quê?
- 16:23Tá achando que é o prefeito? Se liga.
- 16:26Agora deixando, porque a gente tá falando muito de lições de
- 16:29moral, que a gente vai falar lições de morais.
- 16:32Lições de moral que a gente recebe.
- 16:35Mas eu ainda sei que eu sou uma pessoa que às vezes é
- 16:38inconscientemente, eu vou falar de um jeito que vai soar como
- 16:42uma lição de moral. É, você tem um pãozinho.
- 16:44Tipo, eu com você falando do teu cartão, do teu gasto.
- 16:48Eu falo dando lição de moral de você.
- 16:51E você fala, Raíla, você precisa organizar, você precisa anotar
- 16:54as suas coisas. Mas, na verdade, gente, vocês
- 16:56têm que me entender que é o seguinte.
- 16:58Trinta e dois anos, são muitos anos acompanhando o disco
- 17:01arranhado, o disco se repetir. Então, eu dou choque de
- 17:06realidade. Então, você fecha os olhos, meu
- 17:07amor, e toma conta da sua vida. É.
- 17:10É o choque de realidade. Porque se eu não falar, ninguém
- 17:13vai falar. Então eu tenho que ser essa
- 17:15pessoa que vai colocar, que vai ter a boca pra falar com ela e
- 17:17falar assim, ó. Meu amor, não tá funcionando
- 17:20dessa maneira. E eu não tô falando nem do tipo
- 17:23assim, ó. Eu querer que você te introduzir
- 17:27numa realidade que você ainda não tá.
- 17:29Do tipo... Raíla, igual, ah, estou com
- 17:31dívida Raíla, não tenha dívidas ou então gaste com o Eduardo
- 17:35Raíla, pare de gastar com o Eduardo eu não falo isso, porque
- 17:38eu não sou idiota, imbecil mas assim, você sabe onde a pessoa
- 17:42tá ali, ó dando o mole, aí você tem que dar aquela liçãozinha do
- 17:46tipo não é nem lição de moral, gente, é o aprendizado de falar
- 17:50anota a porra dos seus gastos, faz uma planilha.
- 17:54Já falei com ela mil vezes. A Nath Finanças, ela tem uma
- 17:58planilha de controle de gastos que eu já usei durante uma
- 18:01época, foi muito boa. É ótima pra você ter uma
- 18:04visualização. Fala de planilha não, que eu já
- 18:06estou nervosa. Cara, a planilha é automática.
- 18:09Você coloca ali e ela faz o cálculo.
- 18:12Você não tem que calcular nada. Você tem que colocar só os
- 18:14valores. E dessa planilha da Nath, então,
- 18:16como começar a usar? E aí é isso que eu falo com a
- 18:18Raíla. Você precisa se organizar pra
- 18:21você parar de me mandar ou tá aí.
- 18:25Quanto tempo que eu não te mando?
- 18:26Ou tá aí? Verdade, faz um tempinho.
- 18:29Não é, bocuda. Bocuda.
- 18:31Tá bom? Não, mas é nisso.
- 18:32Isso daí que eu falo e eu sou chata mesmo com isso.
- 18:34Eu não te dou muita lição de moral.
- 18:36Porque, como eu já te disse, eu cuido mais da minha vida do que
- 18:40da sua. Você dá sim.
- 18:42Quando eu falo alguma reclamação de São Paulo e você vira e fala
- 18:45assim, ué, não foi você que quis mudar?
- 18:47Isso daí é uma lição de moral. Igual aquele...
- 18:50Aquele menino, Diego Cruz. Escolhas e consequências.
- 18:55Escolhas e consequências. Você não quis, então...
- 18:59Uma coisa que eu tenho reclamado muito, posso falar de São Paulo?
- 19:02Sobre esse parênteses aqui. É que São Paulo, gente, eu não
- 19:05sei o que acontece, mas é uma carga energética.
- 19:08Não, brincadeira. Mas é uma parada que parece que
- 19:11você... Não sei nem como explicar o
- 19:15lance da atividade física. Parece que aquela cidade, ela
- 19:18funciona de uma maneira pra você não ter o seu tempo de cuidar do
- 19:23teu corpo, entendeu? É só trabalho, trabalho,
- 19:25trabalho. É, não é nem que é só… E quando
- 19:27não é o trabalho, é o momento que você, tipo, não quer pensar
- 19:30em se exercitar, sabe? E é isso que eu senti.
- 19:32Você quer descansar. É, então assim… Mas sabe o que
- 19:35eu acho? Porque as pessoas vão até chegar
- 19:38no trabalho. Eu acho que não chega rápido.
- 19:42Então você tem que pegar metrô, tem gente que pega ônibus.
- 19:44Aí demora pra chegar no trabalho, volta.
- 19:47Aí tem que fazer esse caminho todo.
- 19:48Chega em casa, só quer descansar.
- 19:50Mas enfim, eu acho assim, que às vezes dependendo da cidade que
- 19:53você tá, você tem um estímulo maior pra fazer atividade
- 19:57física. Eu vejo muitos amigos que estão
- 20:00em São Paulo com essa preguiça sabe, de tipo, e eu não tô
- 20:03falando nem dando de lição de moral não, do tipo vá se
- 20:05exercitar, não, é uma coisa que meio que, ai meu Deus do céu
- 20:09vira como se fosse uma tarefa super obrigatória, algo que
- 20:12antes era mais prazer você vai lá pro Rio, você vê o pessoal
- 20:15correndo na aula, ela te dá aquela vontade de viver, gente e
- 20:19eu acho que também é uma falsa sensação de que tipo igual
- 20:22quando eu tava no Rio eu vou morar no, e se eu morasse no Rio
- 20:25meu amor Era seis horas da manhã todo dia na orla ali, ó.
- 20:29Acordando, Eduardo, vamos jogar futebol aí, meu filho.
- 20:32Vamos lá que o Eric Johnson tá esperando a gente.
- 20:35A gente sabe que não é assim que a banda toca, né?
- 20:37Se você não morar ali perto, vai ficar difícil de você sair lá
- 20:40de… Sei lá, se você mora numa cidade que é mais… Num bairro
- 20:44que é mais afastado. De você criar essa rotina, vai
- 20:47ser cansativo também. Mas São Paulo dá uma canseira de
- 20:51trabalho, sabe? Parece que você só respira
- 20:53aquele ar de… De falar de trabalho, de estar trabalhando.
- 20:57Eu, na minha mente, São Paulo é trabalho.
- 20:59Porque todo mundo que eu conheço… Ninguém nunca mudou pra
- 21:02São Paulo porque quis se mudar pra São Paulo.
- 21:04Não tô falando mal, gente. Não tô falando mal.
- 21:07Tô falando o que eu vejo. Que é, tipo assim, oportunidade
- 21:11de emprego. Conseguiu e foi.
- 21:14Porque se a pessoa… Por exemplo, se você conseguisse uma
- 21:16oportunidade de emprego no Rio ou aqui em Volta Redonda… Em São
- 21:21Paulo, você ia escolher a mesma oportunidade.
- 21:23Você ia escolher Volta Redonda. Quente disso, meu amor.
- 21:26Você ia escolher Volta Redonda. Eu ia escolher o Rio.
- 21:29Eu tô gostando de morar lá, mas é só esse ponto que parece que
- 21:33você fica numa coisa que você não consegue colocar a atividade
- 21:38como parte da tua rotina, sabe? Pelo menos comigo tá sendo
- 21:42assim. Espero que mude.
- 21:43É uma meta minha a médio prazo. Voltar fielmente, porque me
- 21:47fazia um bem danado pras minhas atividades, entendeu?
- 21:51E, levando em consideração que também fazer atividade física em
- 21:55São Paulo, dependendo, não é uma coisa barata, entendeu?
- 21:58Assim, não é uma coisa que é... Óbvio que você pode fazer
- 22:02coisas, sei lá, correr, tudo bem.
- 22:03Ai, correr na rua e tal. Mas eu tô falando assim, você
- 22:06quer fazer uma natação, é caro. Eu vi uma academia, tava
- 22:09passando no Instagram, uma academia caríssima lá, que eu
- 22:11acho que a mensalidade dela, eu acho que era dois mil reais.
- 22:15Mas a academia dava até whey. Tinha lá uma geladeirinha pra
- 22:18você pegar whey, pra você pegar um monte de coisa, dava toalha.
- 22:22Você podia até dormir lá, eu acho, se você quisesse.
- 22:25É, e se tem oferta, porque tem demanda.
- 22:27Verdade. Deve ter gente lá.
- 22:30Isso aí é fichinha. Pode fechar o parênteses.
- 22:33Vamos continuar falando de coisas que a gente dá lição de
- 22:37moral. Vai, sem hipocrisia.
- 22:39Uma coisa do teu dia a dia ou que você já se pegou dando uma
- 22:43lição de moral. Ah, sim.
- 22:45Não que eu seja um alecrim dourado, gente.
- 22:49Eu não sou. Eu comento, eu tenho meus
- 22:50defeitos e minhas falhas, sabe? Mas teve um dia que uma amiga
- 22:54minha veio comentar sobre um artefato usado por uma pessoa.
- 23:00E ela chegou aí, e o que ela queria ouvir era assim, nossa,
- 23:03sério, muito ridícula, que não sei o quê.
- 23:05Um acessório. né? É, e eu virei e falei assim,
- 23:09não, eu super usaria eu acho que isso daí cada um tem que usar o
- 23:14que se sentir melhor, você não tem que pensar no que as
- 23:17pessoas, você tem que ver o seu, como é que fala?
- 23:20Conforto e eu fui falando a pessoa só mandou assim, ah tá eu
- 23:25acho que ela queria, tipo assim, vamos falar mal da pessoa que eu
- 23:28não gosto aí eu dei uma quebrada porque também, eu achei, ué
- 23:32gente Eu não concordei também, ué.
- 23:35Quando eu não concordo, eu vou falar.
- 23:36Eu, às vezes, dou uma lição de moral.
- 23:37O pessoal lá em casa tá vendo televisão, aí, sei lá, tá vendo
- 23:40altas horas. Aí aparece um cantor, uma
- 23:42cantora da época dela. Nossa, como que tá acabada, né?
- 23:46Olha como… Eu olho assim, olha que roupa dela… Aí eu olho e
- 23:50falei, nossa, vocês são realmente, né, as deusas da
- 23:53moda. Vocês são, ó, as pessoas que
- 23:57estão abalando a boca do Bangu pra falar dos outros.
- 24:01Eu falo, gente, as pessoas envelhecem.
- 24:02Vai… Envelhece. Ou então, de roupa, deixa usar.
- 24:07Só porque mais velho não pode usar uma roupa com, sei lá, um
- 24:10paite, não sei o quê, entendeu? A Lana tem fama de chata lá em
- 24:14casa. Às vezes eu tenho uma faminha de
- 24:16chata. Mas não muito, mas eu tenho.
- 24:18Não, você tem. Muito não, você tem muito sim.
- 24:20Não, mentira. Fama de chata não.
- 24:22É porque ninguém fala na sua cara.
- 24:24Pri, agora a gente tá encaminhando pro final do
- 24:26episódio. Mas antes, uma frase de lição de
- 24:29moral que você abomina. Quem quer, dá um jeito.
- 24:33Quem não quer, arruma desculpa. Me irrita.
- 24:36Sabe por quê? Você não sabe a realidade da
- 24:39outra pessoa. Você tá numa realidade
- 24:40totalmente diferente. É até gaguejo.
- 24:43E aí você fica… Ai, se quisesse mesmo ia.
- 24:47Acorda mais cedo. Dá pra fazer isso.
- 24:50Dá pra fazer aquilo. O dia tem vinte… Todo mundo tem
- 24:52as mesmas vinte e quatro horas. Essa eu odeio!
- 24:56Todo mundo… tem as mesmas vinte e quatro horas.
- 24:58Só se for no meio do teu cu, meu amor.
- 25:00Não, não dá. Todo mundo… Nossa, essa daí pra
- 25:03mim é pior do que quem quer dar um jeito, quem não quer dar uma
- 25:05desculpa. Porque você ignora totalmente
- 25:08que existam realidades que é diferente da sua, entendeu?
- 25:11Você acha que o mundo é lindo, bonito pra todo mundo.
- 25:14É, e assim, você vai ter as mesmas vinte e quatro horas de
- 25:17uma pessoa que pega três horas de condução na ida e três horas
- 25:21de condução na volta pra ir pro trabalho?
- 25:22Não vai. Não vai, meu amor, não vai.
- 25:24Então assim, se coloca no seu lugar, não dê lição de moral.
- 25:28Por isso que às vezes a gente tem um ranço de coach.
- 25:32Porque coach, ele vem de uma realidade de vida que tudo, além
- 25:37de tudo virar uma lição de moral, é tudo em torno da
- 25:40meritocracia. Trabalha enquanto eles dormem.
- 25:44É, olha só. O impossível é só questão de
- 25:48opinião. Se tá mais difícil, é porque vai
- 25:52valer mais a pena. Cara, que isso?
- 25:55Você tem que sofrer. Você tem que passar a sua vida
- 25:58inteira sofrendo pra no final você falar, ai, valeu a pena.
- 26:00Aposentei. Aposentei.
- 26:03Morreu. Morri.
- 26:04Ai, mas pelo menos morreu com a...
- 26:06Com a consciência limpa, né? O travesseiro lá.
- 26:10Deitou a cabeça no travesseiro. Se matou de trabalhar, entendeu?
- 26:13Então assim, não sabe da realidade do outro.
- 26:16Não vem com essas frases prontas, não.
- 26:17Porque se você fala pra mim, você vai ver.
- 26:19E a lição de moral, às vezes, vem de uma pessoa que não tá com
- 26:23a moral lá, sabe? Não tem nem moral.
- 26:26Não tá com uma boa moral pra ficar te julgando.
- 26:29Aí você vai puxar a capivara, meu amor.
- 26:32Não faça isso, entendeu? Te vira, te orienta, te manca.
- 26:35É. E assim nós vamos para o nosso
- 26:39momento refletindo enquanto ouve o Tony Ramos tocar sax numa
- 26:43livraria do Leblon. Posso começar?
- 26:51Pode. Gente, estamos aqui gravando e
- 26:54aí a produção nos deixou só. Ah, nos deixou assim, ó, livres.
- 27:00Porque foi resolver alguma coisa, foi pegar o carro que
- 27:03tava na oficina e falou, ó, tô deixando gravando aqui, se tiver
- 27:07que fazer alguma pausa, fala, né, durante a gravação, ó, vamos
- 27:12pausar aqui, vamos retomar aqui, nananã.
- 27:15Enfim, mas estamos aqui nós duas.
- 27:17E fala, quando voltar, bate uma palma.
- 27:19Tá uma palmanhada aqui, tem uma tosse.
- 27:21Eu tô com essa voz rouca. Minha voz de repente falha, tem
- 27:25que voltar. E esse foi o meu momento, que eu
- 27:29tô aqui. A gente fica numa segurança
- 27:31maior, né? Quando a produção tá aqui junto,
- 27:33acompanhando. É, porque a gente sente, é como
- 27:34um pai. Um acalento.
- 27:36O meu momento é que a gente vai sair daqui, a gente vai lá pra
- 27:40Tia Melinha ou vai parar lá no pai da Andréa?
- 27:43Não, vai direto pra minha mãe. Por quê?
- 27:45Porque eu queria mais pedaços de bolo.
- 27:47Agora eu me arrependi. Não, minha filha.
- 27:49Eu te ofereci e você não aceitou.
- 27:50Então agora a Inês é morta. Mas você pode me dar um pedaço
- 27:53amanhã? Não, não posso.
- 27:54Não posso. Amanhã é outro dia.
- 27:55Você não vai comer aquilo tudo? Eu vou comer.
- 27:57Não vai. Você não gosta nem de doces pra
- 28:00você acabar com aquele bolo todo?
- 28:02É eu, hein. Finalizamos?
- 28:05Finalizamos, Pri. Se você gostou desse episódio,
- 28:08comenta com a gente, compartilha.
- 28:10Deixa ali na caixinha, se você tá ouvindo pelo Spotify, tem uma
- 28:13caixinha de interação. Comenta pra gente qual que é a
- 28:17pior lição de moral que você já recebeu.
- 28:21Ou uma frase que você odeia ouvir quando você tá contando
- 28:24alguma coisa. Te dá aquele que...
- 28:26E aí a pessoa vem pra dar uma lição de moral em você.
- 28:31Compartilha também o episódio se gostou.
- 28:33Utiliza a hashtag Dona Helena Podcast.
- 28:36Pra também comentar nas suas redes sociais, marcar a gente,
- 28:40Blue Sky. Eu estou no Blue Sky, tá?
- 28:42Eu vou fazer. Não sei porque toda vez que você
- 28:45fala Blue Sky, me vem aquela música.
- 28:47Blue Sky, Blue Sky, Sun is calling.
- 28:52Sun, please. Guarda essa vozinha que a gente
- 28:57já tem mais episódio pra gravar. E por último, a gente também tá
- 29:02na Orelo, tá na Apoia-se. Valorize o trabalho da sua
- 29:06expri. Se você aí tiver podendo
- 29:09contribuir com dez reais mensalmente, você apoia o nosso
- 29:13trabalho. E Contrapartida também recebe um
- 29:17episódio extra que sai todas as terças-feiras.
- 29:19Umbral FM, sexta-feira. Detalhe, tá?
- 29:22Apoiando agora, você não ouve só o episódio que sai essa semana
- 29:26pra frente. Você consegue escutar tudo que
- 29:29rolou até o momento. Entendeu?
- 29:31São mais quantos episódios, Pri? Mais de oitenta.
- 29:33Olha só, coisa pra caramba. É, meu amor.
- 29:35Você não vai nem conseguir colocar em dia.
- 29:37Tamanha episódio, tamanha cartela de episódios que tem aí
- 29:41pela frente. Então, ó, chega mais, ó.
- 29:44A roda tá girando. Beijos e até a próxima.
- 29:49One cheese, one kiss e one montague.
- 30:03Vou te mostrar como que fala manteiga.
- 30:05Mas eu quero falar manteiga. Tá.
- 30:07Rayla Azevedo.