Latest / Café com Dungeon / Construindo Vibes e Heroes of Cerulea #0135
Transcript
- 0:01Não sei você, mas eu descobri uma série de maneiras desse mês.
- 0:06Primeira delas, você deve saber qual é o cavaleiro dos 7 reinos.
- 0:08Tá todo mundo falando dela e é isso tudo eles estão dizendo
- 0:11mesmo. Agora tem uma outra que eu vi
- 0:13que eu acho, sei lá, talvez você tenha visto se você for
- 0:17flamenguista, senão acho difícil que é.
- 0:19A série bad Boys do ano de 1995 é sobre o ano de 1995,
- 0:23particularmente no Rio de Janeiro.
- 0:25É um documentário do Globoplay. Sobre aquele Centenário do
- 0:31Flamengo nesse ano, em que bom Flamengo estava comemorando 100
- 0:35anos e queria vencer tudo. E pra isso o Flamengo
- 0:39simplesmente contratou o Romário?
- 0:42Não só o Romário. Ele contratou parte da seleção
- 0:45campeã de 94 Na Na Copa do Mundo.
- 0:48Ele contratou o Romário, que era assim, só o maior jogador do
- 0:51mundo na época. Ele contratou o branco,
- 0:54contratou o ronaldão. Contratou o Wanderley Luxemburgo
- 0:57e já tinha o Sávio, o anjo louro da Gávea, que era um craque e
- 1:01era ali cria do ninho, né? Então, cara, você nesse caso aí,
- 1:07tá falando de um clube meio falido, né?
- 1:10Aquela época de de vacas magras, não tinha dinheiro pra nada, fez
- 1:14se ali um grande marketing esportivo, vários contratos e
- 1:19tal conseguiram viabilizar esse timaço de fato, parecia que IA
- 1:22ganhar tudo. Eu, moleque.
- 1:25Eu gostava de futebol, mas esse ano eu fiquei fanático pro
- 1:28futebol, né? Fiquei um tempo ali.
- 1:31É Na Na rebarba desse ano, ainda que esse ano tenha sido bem
- 1:34desastroso pro Flamengo e a gente vai chegar lá.
- 1:37O fato é que quando o Romário chegou no Brasil, contratado pro
- 1:41Flamengo, ele chegou ali No No avião com a camisa do Flamengo,
- 1:44sacudindo a bandeirinha brasileira e saí em carreata
- 1:47pelo Rio de Janeiro. Uma coisa que hoje em dia a
- 1:48gente acha normal, na época aquilo parou a cidade, o Romário
- 1:53chegando no Rio de Janeiro pra jogar no Flamengo.
- 1:55Eu tinha certeza que o Flamengo IA ganhar tudo e foi legal
- 1:58porque a cidade movimentou tanto que acabou que os outros times
- 2:01entraram na brincadeira e fingiram que tinham dinheiro
- 2:03também. Então Fluminense ali trouxe o
- 2:06Renato gaúcho, que sempre foi o ídolo, né?
- 2:09Inclusive do próprio Flamengo, trouxe também o Botafogo com
- 2:12Túlio maravilha. E se o Romário era financiado
- 2:15ali pela pela Brahma, era o maior contratante dele ali, um
- 2:18maior interessado nessa figura, né?
- 2:20E que movimentou muito a Brahma No No Brasil.
- 2:23O Fluminense trouxe o Renato gaúcho, que tinha ali seu seu
- 2:27acordo de marketing, lá com o porcão e que virou 11 febre no
- 2:31Rio de Janeiro. Todo mundo queria comer Na Na,
- 2:34naquela churcaria especificamente, comer no porcão
- 2:36virou status. Todo mundo que podia comemorar
- 2:39alguma coisa IA pro porcão. Enfim, virou a churrascaria do
- 2:43Rio de Janeiro e bom, pelos relatos, lá deu muito certo.
- 2:46E o Botafogo? Com o Túlio maravilha, que era
- 2:49um goleador, acabou sendo o garoto propaganda da cervenap,
- 2:53que também virou líder de mercado no seu segmento ali por
- 2:57conta desse ano, os 95 ali. E foi cara.
- 3:01Foi muito louco porque a cidade passou a respirar essa energia
- 3:04muito profundamente. Não era só quem estava envolvido
- 3:07com futebol de alguma forma, quem era fanático pelo Flamengo.
- 3:10Acho que todo mundo ficou nessa Vibe e os outros times também.
- 3:14Foi 11 ano de muita, muita zoeira, foi muito legal ver
- 3:17aquilo evoluindo. Jogos vem acontecendo, as
- 3:19pessoas vão se preparando para as finais e tal.
- 3:21E quando finalmente teve a final do campeonato estadual, isso na
- 3:26primeira metade do ano, né? Tem sempre ali a final e teve o
- 3:29Flamengo e Fluminense, o Fla Flu bom é a fama do Fla Flu é, não é
- 3:34à toa, né? Fla Flu costuma ser um jogo que
- 3:36tem uma energia muito eletrizante, é muito doido.
- 3:39O Fla, Flu, eu acho que é meu clássico feito favorito do
- 3:41Flamengo. Por conta disso, eu prefiro até
- 3:42do que o Flamengo. Vasco, que é meio tenso, sei lá,
- 3:45fica 111 rivalidade meio meio estranha.
- 3:47O Flamengo, Fluminense, ela tem uma mítica muito específica e
- 3:51normalmente dá jogos maneiros mesmo de ver, inclusive dá jogos
- 3:55maneiros de ver mesmo. Quando o Flamengo perde o
- 3:56Flamengo, talvez aí seja um, talvez uma memória minha, mas o
- 4:00Flamengo, ele, ele, ele tem sempre dificuldade para vencer o
- 4:04Fluminense, mesmo quando é um jogo.
- 4:06Sei lá que ganha de 4 a 3 com um gol de cobertura do do Adriano.
- 4:10Sei lá. A impressão que eu tenho é que é
- 4:12sempre 11 jogo sofrido ou uma coisa interessante.
- 4:15Naquele dia ali, naquela final ali, o Renato fez um gol de
- 4:20barriga já nos acréscimos do jogo, já no finalzinho do jogo,
- 4:25e decretou a derrota do Flamengo no estadual no ano do seu
- 4:29Centenário. Aquele ali, eu lembro que eu eu
- 4:32fui ver aquilo ali. No No meu clube, que eu fazia
- 4:35parte lá do meu avô, era sócio do clube e tal.
- 4:37Eu fui lá no clube ver num telão, gente pra caramba,
- 4:41criança velho, adulto, todo mundo vendo junto ali naquela
- 4:45final maior gritaria, um zoando outro gol pra lá, gol pra cá.
- 4:51E aquilo ali eu posso dizer que foi a pior, melhor derrota da
- 4:54minha vida, porque foi uma derrota memorável.
- 4:57Eu eu acho que não podia, não podia ter sido melhor aquele
- 5:00desfecho. Daquele estadual ali, inclusive
- 5:02com gol de barriga do Renato, que eu odeio, mas é muito
- 5:05maneiro o que tenha acontecido daquela forma, né?
- 5:08Depois o Renato foi eleito o rei do Rio, o Romário teve que
- 5:10reconhecer isso, tinha uma zoação muito interessante.
- 5:14Acabou que o Flamengo, com essa derrota, ele resolveu dobrar a
- 5:17aposta. Ele trouxe o Edmundo, que era o
- 5:21animal, né? E por conta desse dessa alcunha,
- 5:24ele acabou passando em passeando em carreata também no Rio de
- 5:27Janeiro. Inclusive, eles conseguiram
- 5:29bichos do zoológico. Então tinha tigre, enjaulado,
- 5:32tinha macaco No No colo do Edmundo, tinha rinoceronte, sei
- 5:36lá, elefante. Eu lembro também que foi uma
- 5:38grande loucura isso. O Rio de Janeiro parou de novo
- 5:42por conta disso, e o e o Flamengo continuou fazendo esses
- 5:45factoides, assim, aparecendo na notícia o tempo todo.
- 5:48Meio que cara, era difícil pensar em outra coisa no ano de
- 5:5195 que não fosse o futebol, Flamengo, esses fatos que
- 5:55aconteciam lá e tudo mais. Então eu lembro que teve o
- 5:59Edmundo chegando, teve o Flamengo contratando 11,
- 6:02radialista que nunca tinha treinado futebol para treinar
- 6:05esses caras, porque a briga de água estava forte.
- 6:09Você teve porradaria em campo ali, com porradarias icônicas
- 6:13como o Romário dando uma voadora no maluco, um grandaço do do
- 6:17velho Sassi de uma de uma copertição Internacional.
- 6:20E o cara depois do cara ter dado um soco na cara do Edmundo, o
- 6:23Edmundo ter dado um tapa na cara do cara, cara, uma confusão, mas
- 6:27tão icônica, vê esse documentário me trouxe uma
- 6:30nostalgia desse tempo ali, dos anos 9495, pouco antes, um pouco
- 6:36depois. Eu tenho muitas memórias
- 6:39maneiras dessa época, né? A época de andar de skate ali No
- 6:42No, no bairro Peixoto ali, com aquela galerinha que tinha ali
- 6:45pegar as rampinhas que a gente construia com tapume de obra.
- 6:48Jogar super Mario No No super Nintendo zeldinha, né?
- 6:54O link to the pest eu adorava esse jogo, tinha jogos de
- 6:58computador também, eu também eu tava porra louco do computador
- 7:00ali jogando secret Monkey Island, que eu acho que é de 90
- 7:04o Monkey Island 2 que era de 91, acho tinha jogo de Star Wars
- 7:09tinha é ou aquele Empire strike back, né?
- 7:13Tinha o Indiana jons in the fature of atlant aqueles jogos
- 7:16da da Lucas arte, né? Tinha OOO, outro Monkey Allen,
- 7:19que eu acho que era o the secrets of Monkey Island.
- 7:23Enfim, tinha muita coisa interessante ali 93 teve o the
- 7:27of atenta que eu acabei jogando mais em 94 o Rebel assault que
- 7:31era de Star Wars é x wing cara. Tinha muita coisa maneira ali.
- 7:35Zombies eight, my nabours que tinha No No super Nintendo.
- 7:41É no ano de 94 mesmo que, enfim precedeu Oo fat de 2000, de de
- 7:4795, do do documentário. Tinha o Summer Max hit the road
- 7:51também, que era 11, jogo de de esse de ponte em click, né?
- 7:54Que era muito interessante ti Fighter x wing, porque era muita
- 7:59coisa legal. E eu tenho uma nostalgia muito
- 8:02grande disso aí, né? Lembrar desses jogos cheios de
- 8:04puzzle, que você ficava ali, às vezes dias ali, tentando
- 8:07encontrar 11 jeito de resolver aquele puzzle.
- 8:11Que no caso, às vezes era você pegar uma garrafa de vinho,
- 8:14colocar na máquina do tempo pra ir pro futuro.
- 8:16Quando eu chegava no futuro, ela virava vinagre, aí você usava
- 8:19numa receita que aí você fazia, enfim, a coisa é dando certo
- 8:22assim. Então tinha esses puzzles, né?
- 8:24No, no, no zeldinha, tinha ali a coisa do Boomerang, de você
- 8:27conseguir alcançar um item específico com Boomerang que
- 8:29trazia aquele item de volta, e aí você consegue usar aquele
- 8:33item pra destravar uma outra região que você não tinha ido
- 8:35antes, né? Às vezes você ficava dias e dias
- 8:37atrás dessas soluções, era muito interessante, mas.
- 8:41Todo o resto era interessante, não somente o videogame, o
- 8:43computador tinha Oo Michael Jordan voltando pro Bulls.
- 8:46Eu lembro que eu tentava roubar sinal ali do pra ver a NBA do da
- 8:50UHF, então pegava uma antena especial ali.
- 8:53Ficava mexendo na antena pra tentar pegar o sinal da NBA
- 8:56passando com o Chicago Bulls ou pegar o bivis butter pra ver na
- 9:00TV, né? IA pro fliperama pra jogar esse
- 9:03d Fighter 2 com os moleque viciado.
- 9:06E era muito legal, tinha OA gente jogava DID nessa época,
- 9:09então ADID também era forte ali. A gente tava seguindo a edição
- 9:11do DID, comprando aquelas caixas eu tava ali com, eu lembro que
- 9:14eu tinha acabado de comprar a caixa de forgotten realms, né?
- 9:17EE porra, foi muito maneiro descobrir aquilo, trazer um
- 9:20cenário novo pra galera. Eu lembro do Raposo, que era um
- 9:23cara que jogava muito videogame, EERPG comigo, mas tinha o André
- 9:27também, que era o cara que jogava futebol comigo, gol a
- 9:30gol, né? A gente IA pro Monte Líbano lá,
- 9:33ficava tomando Fanta uva, jogando.
- 9:35Jogando Street Fighter 2 no, no arcade EE, indo jogar paredão,
- 9:41era muito legal, cara. Eu tenho uma nostalgia muito
- 9:43grande dessa época, né? Essa essa experiência de você ir
- 9:46na locadora, pô, eu era praticamente sócio da locadora
- 9:50sócio, porque eu pegava os os, os videogames lá, os jogos, né?
- 9:54Ficava muito tempo, cara. Eu esquecia que eu que eu não
- 9:57tinha mais dinheiro para pagar aquilo ali.
- 9:59Meu pai me dava bronca, então tinha que negociar.
- 10:02Eu chegava lá, falava, pô, mas eu consegui todos os.
- 10:04Os passwords aqui, conseguir anotar, como é que faz, todas as
- 10:07magias do jogo, que às vezes eles pegavam, não sei se
- 10:10contrabando, não sei o que que era, mas não tinha um manual,
- 10:12então a gente meio que tinha que descobrir na unha ali os poderes
- 10:15dos bonecos, né? Do do Street Fighter, então
- 10:17anotava, mandava pra eles. Às vezes eles perdoavam minha
- 10:20dívida e era muito interessante. Cara, eu lembro do do cheiro dos
- 10:26cartuchos do super Nintendo, a diferença pro cartuchos do super
- 10:30Nintendo japonês, que era o famicoon.
- 10:32Dos piratas, né? É, é experiência toda com som,
- 10:37cores, com a Pixel art dos jogos, né?
- 10:39A interface. As interfaces dos jogos eram
- 10:42muito interessantes, né? Também com coisas similares
- 10:46entre si, com tropos que iam se repetindo ali e que você meio
- 10:49que saía de um jogo, entrava em outro e que sabia mais ou menos
- 10:53que aquele tropo, que era lógica ali IA se repetir, né?
- 10:56Esse nos RPGs de videogame, que era muito diferente do que eu
- 11:00jogava. No No ADED ali, mas de de certa
- 11:03forma me influenciou. Eu lembro que quando eu comecei
- 11:06a jogar RPG EE da Jose Dragons, é, eu lembro que tinha uma coisa
- 11:11de porra, você encontrou o inimigo para o jogo, para tudo,
- 11:14transporta pra Pedreira do jaspmann, vamos jogar aqui agora
- 11:17com com com os inimigos, vamos jogar com com os monstros que
- 11:21apareceram e não tem mais o que fazer é, a gente tá numa bolha
- 11:24aqui, a gente vai ter que terminar essa luta, isso é uma
- 11:27lógica de videogame. No RPG, né?
- 11:29E eu lembro que eu era influenciado por isso, então
- 11:31comecei jogando assim, é, e eu acho que a gente acaba tendo uma
- 11:36nostalgia não somente daquilo, mas de uma época toda, né?
- 11:41Então não tem nostalgia só ali do do do zelder, né, do do link
- 11:47to the pest. Eu tenho saudosismo da da Vibe
- 11:51toda, de tudo aquilo que tava em volta do jogo também.
- 11:55E essa identificação, ela vale ouro.
- 11:57E isso gera uma autenticidade que eu acho tão, tão
- 12:01interessante, né? Que a gente vai ver até gente
- 12:04que não viveu essas épocas, que de repente nasceu décadas depois
- 12:08ou anos depois, se identificando, mesmo sem ter
- 12:11vivido com aquilo. Porque ver você falar, associa
- 12:14com a tua experiência, lembra, sei lá, de de contos ou de
- 12:18imagens do mundo daquela outra época que acaba associando e
- 12:21construindo na sua cabeça também vibes que bebem.
- 12:26Do que você sente a respeito daquilo?
- 12:29Recentemente eu fiz um episódio, né?
- 12:31O episódio retrasado, o episódio sobre vibes, dizendo que
- 12:35mecânicas também são vibes. Foi um artigo que eu traduzi tá
- 12:38no blog do café com dângel. E eu acho que ele passa muito
- 12:42pela lógica do MDA, né? Que é o mekenix, the namics e
- 12:47staerix, que eu já abordei aqui também no café com dângel.
- 12:51Mas que é 11 modelo de ler os jogos a partir de é muito
- 12:55voltado pra videogame, de que você entende as estéticas do
- 12:58jogo. É a partir do espaço dinâmico
- 13:01onde os jogadores tomam suas decisões, que é construída
- 13:03através das mecânicas do jogo. Mas a gente sabe que ORPG, ele
- 13:07constrói esse espaço dinâmico pra com muitas influências, pra
- 13:09lendas mecânicas, né? É.
- 13:11E quando o artigo fala mecânicas também são vibes, eu me pergunto
- 13:16também porque o que mais são vibes, né?
- 13:18Lendas mecânicas? E parece claro, né?
- 13:21Quando a gente pensa em vibes, eu até citei isso no episódio,
- 13:25pra mim eu sempre associei a ao School, a usr e as aos nsrs da
- 13:30vida em que a gente começa a entender, que bom, a gente tá
- 13:33trabalhando com uma base muito particular do DD clássico, né?
- 13:35A gente sai daqui da usr nsr, a gente vem da mesma origem ali,
- 13:39os DID clássicos, a gente tem muitos retroclones inclusive e
- 13:43que são muito semilares, similares entre si.
- 13:44O que que muda? Às vezes mudam as vibes, não as
- 13:47mecânicas, então. O que que seriam além das das
- 13:52mecânicas que transmitem as vibes?
- 13:54Eu acho que é isso, né, a gente falar, a gente tentar investigar
- 13:57tudo que permeia essa essa influência das vibes, né, da da
- 14:01coisa estética para além da mecânica, mas também, né.
- 14:06O artigo explora como as mecânicas podem trazer vibes,
- 14:09né? É, e eu acho que isso, de certa
- 14:11forma, a gente meio que já tem, né, meio que já estava dado ali
- 14:14no MDA e, bom, acaba que a gente vai aqui na conversa de hoje.
- 14:20Investigar a natureza das vibes e tudo que ela pode construir
- 14:23através de um fio. E esse fio é um jogo tá sendo
- 14:27lançado agora no Brasil, né? Tá em financiamento coletivo,
- 14:30que é o Heroes of serulia, que é um jogo que se debruça nessas
- 14:34vibes, né? Dos anos 90 lá dos jogos de 8
- 14:37bits, né? Da também ali, umas influências
- 14:40de jogo, 16 bits e não dá pra ver que é um jogo que bebe muito
- 14:45de Vibe e a gente vai entender. Como ele constrói suas vibes
- 14:49tanto pelos caminhos mecânicos quanto não mecânicos e vai
- 14:51ajudar a gente a analisar essa questão.
- 14:55Vamos lá, oi, quero café, café, Hum, o que café com o Dungeon?
- 15:10Bom dia, amigos do café com dângeo.
- 15:12Estamos aqui para mais um episódio.
- 15:13O seu podcast matinal favorito, trazendo sempre muito RPG.
- 15:17Meu nome é Rafael balbi e hoje não tô bebendo café não, eu tô
- 15:20bebendo minha Fanta uva em homenagem às vibes que eu tinha
- 15:24quando eu jogava Street Fighter 2 lá no clube, lá no arcade e
- 15:28apanhava pro maluco que era viciadasso e jogava, me batia
- 15:31com d'alsin, me batia com Honda e eu jogando com quem?
- 15:34Com o Rio. Mesmo assim eu apanhava Pra Ele.
- 15:37O gostinho é esse, é bom? É, eu queria passar aqui.
- 15:43Né? Aproveitar aqui é que a gente tá
- 15:45falando de de vibes e falar de 2 jogos, que cara, são jogos que
- 15:50trazem vibes muito Fortes, tá? Que eu vou recomendar aqui para
- 15:54vocês, porque são jogos sendo trazidos pela nossa parceira que
- 15:58tá oferecendo esse episódio que é a tri editora, né?
- 16:02E eles estão com os 2 lançamentos, muito vibes assim
- 16:05que eu achei muito interessante. AA Vibe deles o primeiro.
- 16:08É o Odisseia do gigante que tá em financiamento coletivo agora,
- 16:11tá? Já bateu a meta da 2851%.
- 16:15É um jogo solo, né? Pra quem curte jogo solo, a cria
- 16:18tá começando a esquentar aqui, né?
- 16:21Vem mais lançamento solo, mas esse foi esse, foi um bom
- 16:23lançamento solo deles, e esse é um RPG solo em que você escolta
- 16:28o último gigante do mundo. Após um cataclisma que abalou os
- 16:31reinos. Esse tema é super Vibe, né?
- 16:33Então EE, ele tem ilustrações ali meio Aquarela que são
- 16:36lindíssimas, então é é um jogo muito das vibes assim, recomendo
- 16:40muito. E ele é meio rup com uma rude
- 16:42trip, cara, ele é uma rude trip, você vai entendendo como lidar.
- 16:45Com o gigante vai jogando ali nos oráculos, nas tabelas para
- 16:48ver os problemas que vocês encontram, né?
- 16:50E você meio que vai, vai meio que é, né?
- 16:54Fugindo desse grande cataclismo aí, lidando com esse grande
- 16:57cataclismo, sendo o guardião da Esperança.
- 17:00É, você vai ali fazendo o jogo Hexágono por Hexágono, né?
- 17:04É vai como no Gold trip você vai encontrando npcs, você vai
- 17:08enfrentando os desafios, você vai interagindo com o que restou
- 17:12da magia No No Reino, né? E com isso você vai desvendando
- 17:16alguns mistérios e segredos, num clima bem de sei lá, pode ser
- 17:20até quase lá. Isso flive assim, eu achei muito
- 17:22interessante com uma rejogabilidade muito boa, né?
- 17:25Você consegue passar de novo? Por pelo mesmo tema, assim
- 17:28encarando de outras formas, né? Tem ali 11 Vibe pastoral que eu
- 17:33achei interessante, né? E com um pouco de sobrevivência.
- 17:36Então, cara, jogasse um financiamento coletivo aqui pela
- 17:38tría, recomendo o epdf já tá liberado para os apoiadores,
- 17:42então jogasse aí. Interessante dar uma olhada,
- 17:45beleza, é. E também é falar para vocês do
- 17:48Heroes officerulia, que é o episódio que a gente vai falar
- 17:50aqui hoje No No café. Né?
- 17:53E ele tá em financiamento também, já bateu 372% da meta,
- 17:58começou essa semana, então corre lá, o PDF já tá liberado pros
- 18:01apoiadores. A meta foi batida em 80 minutos.
- 18:05Tem muita coisa interessante aí, tá?
- 18:07Inclusive o mapão, os D4, cara, tem muita coisa legal, ficha
- 18:11super vibes também, então cara, material muito legal.
- 18:16Está em financiamento, você pode ir lá conferir, tá?
- 18:19Eu vou deixar o link tanto do do Heroes of seruler quanto do se é
- 18:22gigante no descritivo do episódio para você seguir, tá?
- 18:26Eu não vou apresentar mais aqui do seruler que eu vou falar dele
- 18:29hoje, né? Abordando justamente o seruler
- 18:31como fio condutor para a gente entender esse assunto das vibes.
- 18:35Beleza? Então já, já a gente vê, vamos
- 18:38começar o episódio, mas eu queria aqui dar uma passada
- 18:41antes no assunto do episódio de anterior, que foi mestres
- 18:45comissionados. É um pouco de treta?
- 18:47Não tanto. Mas deu treta, deu, deu muita
- 18:49movimentação, deu para sacar que os grupos estavam inflamados.
- 18:52Aí, além do do grupo do café, que teve discussão a respeito,
- 18:55mas outros grupos aí deu para sentir os ecos, né?
- 18:59De de discussões a respeito disso.
- 19:01Participei de um de um grupo, outro que também apareceu essa
- 19:04discussão, então. Foi legal ver o episódio
- 19:06sacudindo aí a comunidade com os assuntos, né?
- 19:09Teve gente interpretando errado o que eu falei, por um lado teve
- 19:12gente interpretando errado o que eu falei pro outro.
- 19:14Teve algumas pessoas que sacaram ali, que foi o teor da crítica
- 19:18que eu trouxe e foi, e é muito legal ver como a gente acaba
- 19:22dentro dessa, dessa discussão, aprofundando, mas teve tanta
- 19:25participação. Eu acho que nunca teve um
- 19:27episódio com tanta participação nos comentários, tanto no
- 19:30YouTube quanto aqui no Spotify que eu guardei.
- 19:34Tá, eu não vou fazer a leitura da enquete hoje, tá?
- 19:37Eu vou fazer um episódio, o episódio que vem somente
- 19:40comentando os comentários de vocês, estabelecendo essa
- 19:43comunicação, porque eu acho que vale o debate, vale o
- 19:45esclarecimento, vale a gente aprofundar um pouco isso.
- 19:48Teve até fundador lá do mesa Quest comentando, é mais de um,
- 19:51né, deles aí comentando. Então é, teve gente falando a
- 19:55favor, a gente falando contra a mesas comissionadas, então vai
- 19:59ser um debate que eu acho que é interessante a gente aprofundar,
- 20:01beleza? Então vamos para o episódio.
- 20:04Vamos lá, lá chrubel saiu com vida.
- 20:13Meus pés já estavam congelando, meus olhos já estavam
- 20:18acostumando com a escuridão. Finalmente as árvores, o Sol, o
- 20:24azul do mar, sobrevivíamos. Aí calma, silêncio, olha para o
- 20:34chão. Está vendo as folhas?
- 20:37O que que tem é a mata, é as planta, é a vida.
- 20:44Não são folhas as ripas do Pier. Elas não são de de madeira.
- 20:51É tudo, tudo, tudo. Carta, são cartas a Dan.
- 20:56João continua, com licença, cavalheiros, pelos meus estudos
- 21:02e conhecimento. Trata se de um novo
- 21:04desdobramento do perigo. Depois de enfrentarmos a
- 21:08masmorra e o gelo, recuperamos tesouros e segredos arcanos e
- 21:15tivemos de usar os portais para sairmos de lá nesse processo.
- 21:19As dungeons of cards, que são modulares, te expandiram em
- 21:24Docas e florestas, que é o que estamos vendo na nossa frente, e
- 21:29estão se recombinando. Em inúmeras possibilidades de
- 21:34configuração espacial para um novo desafio, e isso.
- 21:38Caderneta é agora? A boa notícia é que vamos ter
- 21:42que chegar ao portal negro e derrotar outra monstruosidade,
- 21:46provavelmente. E o lado bom é que podemos
- 21:49encontrar mais tesouros equiparmos a nós mesmos, equipar
- 21:54melhor os nossos pets, além de tudo, conseguir mais riquezas no
- 21:59processo. O dobro do desafio, o dobro da
- 22:03recompensa. Pessoal, todo mundo quieto, tão
- 22:08vendo ali. É uma armadilha pelos astros.
- 22:13Tem novos monstros também e não estamos a sós com eles.
- 22:18Olha só, pelo gosto da sola de sapato.
- 22:26Tem novos heróis na jogada também, amigos.
- 22:30Devemos tentar rumar para o sul os registros históricos.
- 22:35Naquela direção encontraremos o antigo Império Sukita e
- 22:39provavelmente teto para descansarmos os pés.
- 22:42Vamos para lá. Vamos, vamos.
- 22:48Eu só queria pegar uma praia. É isso mesmo, pessoal.
- 22:59As danças dos of cards se desdobraram se com a edição
- 23:03masmorra e gelo você já tinha uma rejogabilidade imensa com
- 23:07muita modularidade e Liberdade de modo de jogo, seja arena cope
- 23:12ou solo. Agora a gente tem mais 2
- 23:15expansões, Docas e florestas e deserto e fogo Deco paga e tirou
- 23:19do forno agorinha para enriquecer a sua mesa.
- 23:22Você pode expandir a masmorra e gelo se você, a gente tiver, ou
- 23:26qualquer uma das expansões também podem ser jogadas de
- 23:28maneira autônoma, mas o legal é mesmo a gente combinar elas.
- 23:33Cada caixa vem com 2 baralhos de 55 cartas contendo novos
- 23:36monstros, heróis, tesouros, armadilhas e tudo mais dentro do
- 23:40tema, além de miniaturas, 2 dados, 2 cenários completos por
- 23:45caixa e o manual de regras. Feito com muito carinho pelo
- 23:49Eduardo Santini. Quer garantir o seu?
- 23:52É só chegar no descritivo do episódio e apoiar quem apoia
- 23:55café com danjo, cerulha e a injeção de vibes.
- 24:21Que ela cria, como é que como é que o jogo é Heroes of serulia
- 24:25trabalha com vibes, né? Serulia, é um jogo aí do Lucas
- 24:29falk, trazido aí pela black fisk publishing, né, que é?
- 24:32Tria tá tá traduzindo, trazendo material no Brasil, fazendo a
- 24:36localização, e ele é um jogo evocativo, a começar pelo nome,
- 24:40né? É Heroes of serulia tem muito
- 24:42nome de de jogo, de videogame, né, de RPG, aventura.
- 24:47Dos anos 90 mesmo, eu consigo. Quando eu olhei a capa aqui, né,
- 24:50do do, do livro, que é feito em cima de um é, parece um cartucho
- 24:55de Nintendo, né? É?
- 24:57Eu olhei e falei, putz, isso aqui é um jogo de Nintendo.
- 24:59Até fui ver se era uma versão, se tinha esse jogo ali, se tem,
- 25:02eu não achei, mas assim não, não estranharia se tivesse, porque
- 25:05cara, é é muito a Vibe daqueles jogos ali, né?
- 25:09Então acho que é um ótimo, é um ótimo jogo pra gente investigar
- 25:12esse assunto que eu comecei em outro episódio ali atrás.
- 25:16Então ele traz já esse diferencial de trazer vibes, né?
- 25:18Muito já começa pelo design gráfico, ou seja, vê a capa,
- 25:21você já entende, né? É essa capa que você não há um
- 25:24cartucho de não entendo 8 bits, seja, saca?
- 25:28Se você não sabe, se você não é do mundo dos videogames retrô,
- 25:31se você não nasceu na época e tal, de repente você não sabe
- 25:34exatamente do que se trata, que aquilo ali é uma.
- 25:37É um cartucho, né? Mas certamente você vai pegar a
- 25:40Vibe também, porque o próprio cartucho ele ele ele ele traz um
- 25:44pouco isso. Mesmo que você me identifique
- 25:46com o cartucho, ele parece uma coisa um pouco, um pouco de uma
- 25:48época, parece um pouco datado, né?
- 25:50O cartucho não entendo. Eu acho que ele ele talvez tenha
- 25:53participado, né, da construção de todo esse imaginário visual
- 25:57dos anos 80 e 90, né, relativos a videogame.
- 26:00Então acho que mesmo que se você não tenha vivido e não seja
- 26:03ligado a cultura, provavelmente você associa, né?
- 26:06É isso é muito interessante porque o design gráfico
- 26:10influencia nas vibes, né? E o esse jogo prova isso.
- 26:13A diagramação toda interna, né? O mapa OA construção do mapa
- 26:17dele parece um mapa desses jogos de RPG japoneses ou jogos de RPG
- 26:23dos videogames mesmo. Até pela definição, pelo jeito
- 26:27que constrói a arte é meio pixelada, né?
- 26:30Então é Pixel arte, inclusive, que aqui são as ilustrações do
- 26:34do livro, são em Pixel arte. E eu acho isso muito
- 26:37interessante, os displays, a tipografia, né, Oo Hood, né?
- 26:42E a interface do jogador, tudo isso remonta muito claramente
- 26:47aos videogames daquela época, então isso também vai trazendo
- 26:51as vibes, isso vai construindo essa Vibe.
- 26:52Como você vai jogar esse jogo? É isso que você tá vibrando, é
- 26:56assim que você tá vibrando, você tá com com isso no teu, na tua
- 26:59cabeça, você tá sentindo isso? Essa é a Vibe, é o sentimento.
- 27:02São canais, pouco objetivos muitas vezes, né?
- 27:05A paleta de cores, a definição e a renderização da tipografia,
- 27:09né? Com contorno ali.
- 27:12Uma tipografia mais grossa, às vezes é com uma com uma tarja
- 27:16atrás, a hierarquia de informação, usando pequenas
- 27:19setas ali, EE tópicos, né? Então isso remete muito a esses
- 27:23jogos AA às interfaces desses jogos.
- 27:25Eles trazem isso pra um manual de jogo, de de RPG analógico,
- 27:30né? Isso é isso, é um direcionamento
- 27:34muito importante. Então, se a gente tava falando
- 27:36ali atrás de mecânicas, a gente tá falando aqui de assim, por
- 27:39mais que você seja mecanicista, eu acho que não tem como dizer
- 27:41que essa parte do design gráfico ela não é definitivamente
- 27:44mecânica, né? Pelo menos no sentido de
- 27:47mecânicas de jogo, né? Certamente não é.
- 27:50Ele usa também asset visuais e lúdicos muito interessante, por
- 27:53exemplo. A sua vida no jogo é um são
- 27:57coraçõezinhos, isso a gente vai ver em outros jogos também, mas
- 28:00ele usa isso de um jeito muito interessante, né?
- 28:03Ele coloca ali também a energia do jogo em raiozinhos então AA
- 28:07interface, né? Os asset visuais que ele usa são
- 28:09familiares para quem joga esses videogames antigos e que herda
- 28:13para jogos atuais. Retrô também, né?
- 28:15O jeito de perder e recuperar também a magia, o coração e
- 28:19energia. Também se associam a isso, né?
- 28:22Então você recupera a energia comendo ali é itens de comida,
- 28:26você ou comendo banquetes e receita recupera tudo.
- 28:29Você pode tomar uma porção para recuperar energia, mas o fato é
- 28:32que se você cai inconsciente, você volta para fora da dângio,
- 28:36né? Então não tem morte mais ou
- 28:37menos como vários desses jogos, aí você volta para o início da
- 28:40dângio vai ser meio chato às vezes eles ter que voltar para o
- 28:42ponto que você estava antes, mas você não morreu, você não perdeu
- 28:45todo o seu progresso, você perdeu o progresso dentro da
- 28:47dângio, né, que é muito clássico também.
- 28:50Mas isso já é mais mecânico, eu vou trazer depois, né?
- 28:53Eu estou falando a forma com que os asset visuais começam a se
- 28:56relacionar com os outros aspectos, inclusive com os os
- 28:58próprios aspectos mecânicos, né? É, a gente tem, é os itens que
- 29:04você vai guardar pros lotes, então é slot de item, como do
- 29:08videogame costuma ser também. Fora isso, você tem, se você tem
- 29:12os itens, eles ocupam slots, eles ocupam esses.
- 29:15Esses espaços de ficha, os fragmentos da Trindade, que é
- 29:1811, outro símbolo evocado aí do do Zelda, né, que é a triforce.
- 29:23Quem tem esses fragmentos da Trindade?
- 29:25Esses fragmentos não ocupam espaço, então eles não contam,
- 29:28eles não valem do teu inventário, né?
- 29:30É? E esses fragmentos você acaba
- 29:33usando lá pra regolar um dado, alguma coisa assim.
- 29:35Então é também se relaciona de alguma forma com a mecânica, né,
- 29:39do jogo ali, mas o fato é que você tem todo um desenho dos
- 29:42slots de de itens que lembra também.
- 29:44AA interface gráfica eu tô falando aqui de design gráfico,
- 29:47né? Então lembro a interface gráfica
- 29:50dos jogos antigos, então a ficha de personagem como um todo, né?
- 29:53Desenho de peixe pra você marcar tua comida, as chaves que você
- 29:57tem. Então tem ali a sequência das
- 29:58chavinhas pra você marcar e aí você vai escolher teu
- 30:02personagem, quem é, com quem que você vai jogar.
- 30:05Você pode jogar ali com com elfo, né?
- 30:07O nome que você vai escolher, uma espécie e o poder especial.
- 30:10Que essa espécie tem gastando energia.
- 30:12Então se você você pode ter assim um elfo, você pode ser um
- 30:14aviano que dá pequenos voos, você pode ser Oo geodo, que é
- 30:18uma criatura de Pedra ali você pode ser aquariano, que é uma
- 30:21criatura aquática, é. Então é bem interessante esse
- 30:24tipo de coisa ali, como é construído.
- 30:26E quando você está construindo o personagem, você também escolhe
- 30:29muito. Em especial, pode ser um
- 30:30bumerangue, uma capa mágica, invulnerável, uma parada assim.
- 30:34Você sorteia, né? O bomerang, inclusive, ele tem
- 30:36toda aquela cara do bomerang que o link usa no Zelda, né?
- 30:39Você joga o bomerang, ele volta com item ou ele paralisa a
- 30:42criatura que você acertar é capa mágica é invulnerável, né?
- 30:46Então um clássico que você fica vulnerável durante um tempo ali
- 30:49é, tem também tabela de nomes para trazer nomes evocativos
- 30:53dentro da dessas vibes, né? Você sorteia na tabela para ver
- 30:57a cor do seu cabelo, então pode ser aí com cabelo curanil,
- 31:01cabelo curto. Claro, escuro, enfim, vários
- 31:03tipo de cabelo e também cor da roupa.
- 31:05Isso tudo vai construindo essa questão de Vibe, né?
- 31:08Vai construindo um pouco de Vibe em torno do tema, né?
- 31:11Aqui que a gente tem a partir da agenda de jogo, quem parece uma
- 31:15agenda de desafio mesmo, né? Ele não, não tem grandes
- 31:18construções, construções narrativas ali.
- 31:20Inclusive, eu acho que ele bebe muito da narrativa do Zelda, né?
- 31:24Ele coloca ali OA parte de tema mesmo, acaba trazendo.
- 31:27Ah, você é o herói da vez depois de reencarnações dos vilões, et
- 31:31cetera, então você é o é, o é, você é, é é encarnação do herói.
- 31:36Então é a tua vez de agir, né? E meio que você vai lutar contra
- 31:41a influência AA influência desse desse grande vilão, né?
- 31:46Então você traz todo ali o kit, né, pra você, pra você construir
- 31:50esse personagem e já construir essa ambiência, né?
- 31:53Construir. Toda essa estética aí em torno
- 31:56do em torno do do sei lá, do do zel daí esses esses jogos como
- 32:01esse é, então você tá lá, você tem ali.
- 32:04A sua agenda de jogo é construída por algumas ideias
- 32:07que eles trazem expressamente, né?
- 32:09No No livro, que é explorar a cerúlia, ajudar os habitantes,
- 32:13encontrar masmorras, eliminar monstros e lutar contra a
- 32:16influência maléfica do rei das sombras.
- 32:19E isso é trazido. Praticamente num, num, num
- 32:22esquema de Vibe mesmo, porque você não tem uma, não tem XP,
- 32:25uma progressão vertical muito, muito acentuada.
- 32:29O que você tem é que tipo explorar cirulha vai trazer em
- 32:32novos lugares pra você encontrar novas, mais morras, desbloquear
- 32:35alguns segredos, algumas coisas assim, né?
- 32:38É você ajudar os habitantes, pode trazer um item, outro pode
- 32:41trazer dinheiro, né? Aquela aquelas joias ali que
- 32:44você usa pra comprar mais mais itens, você.
- 32:48É, tenho novos monstros pra pra, pra eliminar e lutar contra a
- 32:52influência maléfica do rei das sombras de maneira geral,
- 32:55através dessas dângers, né? Através desses pequenos
- 32:58desafios. Aí outro elemento que a gente
- 33:02tem além da construção de personagem e do tema, né, em
- 33:05torno da agenda de jogo é o texto mesmo, né?
- 33:08É. E aí eu vou trazer uma parte que
- 33:10eu acho muito importante do jogo ao trazer as vibes dele.
- 33:13Ele tem uma caixa de texto em que ele coloca assim.
- 33:16Resolução de problemas está com dificuldade de iniciar o jogo?
- 33:22Tente assoprar a poeira do livro antes de recomeçar a partida.
- 33:26Quem viveu a época dos cartuchos aí do Nintendo, do super
- 33:29Nintendo, né, sabe que, pô, assoprar a fita, era o clássico
- 33:33pra pra quando a fita não entrava.
- 33:35Isso que eu acho tão poderoso em termos de Vibe, né?
- 33:39É ele falar disso, isso evoca uma memória?
- 33:43Isso, ou seja, o texto do jeito que ele colocado, o jeito que
- 33:46ele é escrito, ele também evoca essas vibes.
- 33:49Mas não para por aí, ele também traz vibes por vias mecânicas.
- 33:54Como tá lá no artigo né? Que eu li no episódio anterior
- 33:57No No a 2 episódios atrás aqui no café, e que eu vou trazer um
- 34:00pouco aqui de como o serulia constrói também vibes através de
- 34:05mecânicas de tabelas EE outras coisas um pouco mais.
- 34:08É um pouco mais artefato, né? Por assim dizer.
- 34:11Vamos lá, vamos dar uma olhada. Ei, você já viu o YouTube do
- 34:21café com danjo cola lá que tem conteúdo, viu?
- 34:24Toda quinta às 20:00 a gente tem feito conversas com mestres de
- 34:28mesas abertas inspiradas em all fantasy.
- 34:31Por exemplo, tem o Cássio que foi falar sobre canção da manhã,
- 34:35que é um Rex krall inspirado em hot Spring Island.
- 34:38A gente teve um papo com a Ceci. Com a campanha dela chamada aço,
- 34:42que é um cenário tropical, anticolonial o zanari do Marcos
- 34:46Gonçalves e a gente vai trocar uma ideia sobre essa campanha em
- 34:50que o XP vem da libertação da escravidão.
- 34:53Olha que interessante a gente tem aí, né?
- 34:57Espaço, inclusive para o pessoal, obviamente trazer sua
- 35:00campanha e divulgar suas mesas enquanto eu aqui do café colho o
- 35:04feedback deles e olhar as experiências a respeito do
- 35:07estilo all fantasy. Muito legal, né?
- 35:10Toda quinta, às 20:00, quinzenalmente, também às
- 35:13terças, às 20:00. A gente está aí com o retorno da
- 35:17IBID. Ciclopédia, quinzenal com a
- 35:19tropa clássica, trocando ideias sobre IBID.
- 35:22Em seus 50 anos de conteúdo e dando também uma passada pelas
- 35:26últimas notícias. Então, 100, biano, Brave sword,
- 35:29Luiz do jogo de 20. E eu trocando essa ideia aí,
- 35:32quinzenalmente, às terças, 20 horas, no YouTube do café com
- 35:36dângion. É, então chega lá, assina, dá
- 35:38joinha nos vídeos que você vê, compartilha, troca essa ideia
- 35:41com a gente, que vai ser muito legal.
- 35:43É, fora isso, a gente tem eventuais game plays aí, até da
- 35:46da galera da comunidade aí, do RPG do ojô, é e às vezes até com
- 35:50play, teste de jogos que logo mais vão estar no mercado.
- 35:53Então é isso aí, cola no YouTube do café com danjo, valeu?
- 35:57Te espero lá. Bom, o uso mecânico aqui da do
- 36:20serúlia, na verdade eu vou dar uma passada pela mecânica básica
- 36:23do pelas mecânicas básicas do serúlia, né?
- 36:25É, ele já começa falando ali um como se fossem princípios de uso
- 36:29do sistema, né? Parte um pouco mais de estilo.
- 36:32Ele fala para você usar as mecânicas somente quando o
- 36:34fracasso puder ser justificável e interessante, ainda que
- 36:39interessante. A gente não sabe o que que é,
- 36:41mas dado que é um jogo com vibes muito Fortes, né?
- 36:44E a gente acho que se relaciona com com essas vibes do jogo e
- 36:49com as referências culturais, EE lúdicas que esse que que essas
- 36:54vibes trazem, acho que dá para entender mais ou menos o que é
- 36:57interessante, né? É mais fácil talvez entender o
- 37:01que que é interessante num jogo que é forte em vibes do que num
- 37:04jogo que não é forte em vibes, né?
- 37:06Que é mais o texto ali que tem as as vibes pior trabalhadas,
- 37:11né? Então acho que não é tão grave
- 37:13esse problema. Na verdade é, ele tá indicando
- 37:15pra você, tá reforçando a própria Vibe.
- 37:18É então justificável, né? O fracasso puder ser
- 37:23justificável, acho que é o núcleo interessante.
- 37:25É o que você vai trazer No No mais ou menos na sua agenda
- 37:28pessoal, ali na sua visão estética do jogo, enfim, então,
- 37:32um pouco de janela aí que dá para explorar de grupo para
- 37:35grupo, né? Dentro do que é, do que ser
- 37:37interessante. Mas o fracasso justificava, acho
- 37:40que deixa claro quando você vai jogar dado, né?
- 37:43É? E aí ele continua, né?
- 37:46É quando, quando for uma situação perigosa ou difícil, O
- 37:51Mestre pede uma jogada de ação. E aí, no caso, ele bota uma
- 37:56lista de ações, o que é uma coisa também que talvez seja um
- 38:00cop de de vibes, né? Pra trazer videogame, mas talvez
- 38:04seja fosse desnecessário, né? Ele traz ali atacar, defender,
- 38:10usar item, inspecionar, escapar, falar e outra que é qualquer
- 38:16outra ação que não se enquadra nas categorias acima.
- 38:18E eu acho interessante, porque quando eu olhei isso aqui, eu
- 38:21até gelei. Eu falei, putz.
- 38:24Lá vem com com com ideias de PBTA, de movimento e coisas
- 38:27assim. E depois eu vi que não.
- 38:29O jogo passaria tranquilamente sem você ter um nome, atacar
- 38:33para quando alguém for golpear um monstro, ou destruir um
- 38:36objeto, ou defender para quando alguém for esquivar de um ataque
- 38:39ou evitar uma armadilha, ou usar item para quando alguém for usar
- 38:4211 item especial ou comer algo, o jogo passa tranquilamente sem
- 38:45isso. Então deu para ver que isso aqui
- 38:47é só mais um recurso de Vibe. Talvez perigosamente, até indo
- 38:51até ali, porque pode ser que alguém mais avisado.
- 38:54Leia isso aqui. EE passe a entender que isso
- 38:57aqui também é mecanizado, né? E a gente sabe que não é.
- 39:00O diálogo é muito mais solto do que isso e não importa muito é
- 39:04se você o atacar, é golpear um monstro ou destruir o objeto
- 39:07para atacar. Pode ser várias outras coisas
- 39:09que vão encaixar aqui. E ele mesmo acaba falando sobre
- 39:12isso, né? Mas beleza, eu, eu, eu entendo e
- 39:15eu admito que isso aqui é um cópia que vai trazer alguma
- 39:18relação para as pessoas ali, o negócio que ele é colocado
- 39:21dentro de um espaço mecânico talvez fique um pouco mais
- 39:24temerário assim. Talvez eu não tivesse feito
- 39:27dessa forma. Mas enfim, a jogada de ação, né,
- 39:31que ele cita é, você vai basicamente pegar o atributo
- 39:34mais apropriado, né? Entre força, bravura e intuição.
- 39:38E você vai jogar. É o número de D4 na mesa igual
- 39:43ao número do atributo. Você vai pegar os resultados e
- 39:47pegar o mais alto deles. É, eles sugerem que você use as
- 39:51regras como uma caixa de ferramentas, né?
- 39:53Que você crie novas regras, que você adapte as regras.
- 39:57Não é exatamente um approach de canivete suíço, como a gente
- 40:00propõe aqui no café, por exemplo.
- 40:02É um espaço inflacionário. Então, em teoria, você pode
- 40:04inflacionar o espaço de regras ali.
- 40:06Conforme você quiser, ou mudar o uso de uma regra ou outra ali
- 40:10sem problema, é. Então ele já tá deixando aqui.
- 40:14Ele tá desmecanizando um pouco, né?
- 40:16Uma visão não tão mecanicista assim a princípio, o que é uma
- 40:20coisa que eu olhei e falei, bom, interessante, porque ele tem
- 40:23vibes e ele segura bastante as vibes, então talvez ele não
- 40:25precise amarrar tanto as coisas mecanicamente, então eu fiquei
- 40:28curioso pra continuar explorando o espaço mecânico.
- 40:31E aí eu me deparo com 111 texto na caixa em que ele fala
- 40:36princípio mecânico, né? Ele?
- 40:38Ele fala de um princípio mecânico, que é a lógica de
- 40:41videogame. Ele diz que nesse jogo, uma
- 40:44chave, por exemplo, que você pegue na ficção, ela funciona
- 40:49praticamente em qualquer fechadura.
- 40:52Contudo, ela desaparece após o uso.
- 40:57Ele também fala que os personagens se curam comendo
- 40:59comida e aumentam sua vida máxima.
- 41:01Encontrando recipiente de coração seja lá o que isso for,
- 41:04se eu encontrar durante o jogo, você bom, abriu, pegou um pote,
- 41:07jogou o pote na parede, encontrou um recipiente de
- 41:09coração, pegou. Agora você tem mais um slot de
- 41:12vida ali, né? E ele diz.
- 41:16Por algum motivo, potes aleatórios contêm dinheiros e
- 41:18bombas, e os bumerang podem trazer esses itens até você.
- 41:21Então segue a lógica do Zelda lá também, que você quebra um pote
- 41:25e encontra dinheiro ali dentro, encontra coisas ali que vão vão
- 41:28melhorar o teu herói ali horizontalmente, né?
- 41:32Ele fala também, monstros são malignos, eles vão lutar, né?
- 41:35Independente se não vai negociar com os monstros nem nada, tá?
- 41:38E os npcs, eles só querem falar de uma única coisa, que é um
- 41:42outro traço da lógica de videogame.
- 41:45Masmorras são enigmas projetados para serem solucionados pelos
- 41:48heróis. Então é, é isso, é a masmorra.
- 41:51Ela não, não, não, não precisa de grandes verossimilhanças era
- 41:54uma deft trap, né? Ela contém ali um desafio e ela
- 41:58é feita em torno desse desafio. Você não precisa ter muito pudor
- 42:02em construir muita, sei lá, muito a fan House, né?
- 42:06O tipo de dângeo fan House que a gente conhece, que é uma dângeo
- 42:08que caga um pouco para verossimilhança, aqui está
- 42:11liberado. O que importa É Ela refletir bem
- 42:14o desafio que você quer trazer e o enigma que você quer projetar
- 42:17para que os heróis é resolvam em cada em cada ambiente desse.
- 42:20Então cada dângel É Ela traz armadilhas, puzzle, ela acaba
- 42:25sendo como um todo um enigma, que é um approach muito
- 42:28interessante para dângeo é, e ele coloca, né?
- 42:31Heroes of serole incorpora esses elementos anti realistas para
- 42:35criar um criar um RPG de mesa único que simula videogames
- 42:38retrô. E aqui é muito importante, né?
- 42:40E até fala de simulação, que eu concordo.
- 42:42Ele não emula, né? Porque emular um jogo é você
- 42:45pegar o código desse jogo e reproduzir aqui não, ele tá
- 42:48simulando um videogame retrô e ele traz esses elementos anti
- 42:53realistas pra tal. Eu gostei muito disso.
- 42:58Ele traz um princípio do uso das mecânicas e 1 e 1 princípio que.
- 43:05Também vai nortear aqui o uso da verossimilhança do jogo, a
- 43:08construção da verossimilhança do jogo é um alinhamento estético,
- 43:11achei muito interessante, princípio é uma, é uma forma
- 43:14interessante da gente influenciar o espaço decisório
- 43:17dos jogadores. É ou como O Mestre é, usa sua
- 43:20arbitrariedade? Eu achei isso muito
- 43:23interessante. Bom, voltando lá para mecânica
- 43:26central, né, que eu tinha falado, eu queria complementar
- 43:28uma coisa que acabou ficando para trás.
- 43:31Eu falei, né, que você vai fazer uma ação, vai jogar o número de
- 43:33D4 e se você. Tirar ali o você vai pegar o
- 43:36número mais alto, né? E é ele que vai valer se você
- 43:39tirar 1 e 2, se o teu número mais alto for um ou 2, a
- 43:42situação falha. Você perde um coração se a ação
- 43:45for perigosa, tá? É se for difícil, não.
- 43:49Se você tirar 3, a ação é bem sucedida, mas você perde um
- 43:52coração se ação for perigosa, se apenas.
- 43:57Se você estiver se defendendo, você não perde os corações.
- 44:00Então aqui tá dando sentido para aquela ação lá defender, né?
- 44:04Então você vê como começa a ter reflexo mecânico, né, em cima do
- 44:09nome ali defender. Mas tudo bem, eu acho que é soft
- 44:11aqui. Não chega a me me assustar, né?
- 44:14Não chega a me me criar um problema.
- 44:17Se você tirar 4 dados, aí a ação é bem bem sucedida e para cada 4
- 44:21adicional, a ação tem um sucesso excepcional que pode ser tirar
- 44:25um. Um coração a mais do monstro,
- 44:27uma situação tática mais interessante para você, et
- 44:30cetera. Interessante é uma mecânica
- 44:32central bem stream line, né? Usando as palavras aí da moda no
- 44:37game design gringo há bastante tempo, né?
- 44:40Então acho que é é é uma é uma approach bem interessante do
- 44:43pelas mecânicas, né? E enfim.
- 44:47Voltando aqui, né? O voltando pra coisa da lógica
- 44:49de videogame. Você vê que a lógica de
- 44:51videogame está permeando também é o uso mecânico, como eu falei,
- 44:56né, se você estiver a defender, ou seja, se a sua ação encaixa
- 45:00nesse nessa ideia mecânica de defender, né?
- 45:04É, e você e você tiver 11 ação bem sucedida, né, que é meio
- 45:10termo, né? Uma ação, um sucesso completo.
- 45:13É, você perde um coração, mas se você estiver se defendendo, você
- 45:16não perde, né? Voltando é monstros.
- 45:22Eu achei a parte dos monstros muito interessante também, né?
- 45:26É os jogadores, eles eles fazem os testes ali e eles que parte
- 45:31deles, os monstros não fazem testes, né?
- 45:35Isso é uma coisa que já tem muitos jogos, né?
- 45:37Oo. O black hack, né?
- 45:41O os PPTAS, eles normalmente são assim, quem faz o teste é o
- 45:44jogador, O Mestre, ele ele vai trazer um dano, é que o monstro
- 45:49vai causar o jogador caso ele falha no ataque.
- 45:51Se ele falha no ataque, o monstro vai acertar ali, né?
- 45:54Então vai vai ter o dano correspondente ali, aquilo então
- 45:59bom, aquele voltando àqueles princípios, né?
- 46:01Antirealistas os monstros, eles sempre são malévolos e hostis e
- 46:05nunca fogem do combate, não tem fuga do monstro.
- 46:08Inclusive o jogo traz isso, o grupo todo é teleportado para
- 46:12dentro da sala onde onde vai ser a luta, e a sala só se abre
- 46:16quando o monstro é derrotado, né?
- 46:18Que é uma lógica de videogame. Então é impossível negociar ou
- 46:22dialogar com esse Boss, com esse monstro.
- 46:25É se tem vários heróis ali e vários monstros.
- 46:28Cada monstro ataca um herói aleatório também, que tem jogos
- 46:32que são assim, né? Acho que a inteligência
- 46:34artificial não era tão desenvolvida na época assim, a
- 46:36ponto de eles mirarem. E criarem táticas em cima do
- 46:40mais frágil ou coisas assim, né? É uma coisa interessante também
- 46:45é que quando o monstro morre, as armas dele somem, mas ele deixa
- 46:48um espólio padrão ali. Então você vai pegar o Tesouro
- 46:52do da rolagem de espólio padrão e não um Tesouro que ele tem.
- 46:57Isso eu achei até enfim, vou comentar depois, mas eu achei
- 47:00que sabe, é em alguns momentos eu olho que a eu sinto que é a
- 47:04lógica do videogame anti realista.
- 47:07Ela não precisava ser assim, até porque pode ser interessante,
- 47:10dentro da lógica do videogame mesmo, você derrotar um chefão
- 47:12para pegar a arma dele justamente, né?
- 47:15Mas enfim, eu vou chegar lá. É, tem outras regras também que
- 47:20eu acho que trazem vibes desses jogos, né?
- 47:22Que é. Você, por exemplo, não pode
- 47:24ferir um npc amigável, não pode. Você vai usar a sua ação de
- 47:28atacar em cima dele e não vai acontecer nada.
- 47:31Ele não pode ser ferido. Bombas explodem, pisos e paredes
- 47:35rachadas. Mas não funcionam com pisos e
- 47:39paredes, não rachadas. Isso também é um clássico do
- 47:41Zelda, né? Se você cair num buraco, uma
- 47:44Maria movediça, você perde um nível de coração lá de saúde e
- 47:49você retorna pra onde caiu. Isso aqui também eu acho
- 47:51interessante. No início não gostei, depois eu
- 47:53falei, isso aqui pode dar situações muito cartunescas até,
- 47:56né? De você usar essa questão de
- 47:58você pular no buraco, cair e voltar pra pro lugar onde você
- 48:01estava. Isso facilmente da expoit.
- 48:03Ainda que você tenha menos um de coração, você pode garantir que
- 48:06você tem vários e de repente tentar usar isso pra alguma
- 48:09coisa, não sei o quê, mas certamente é um expot que você
- 48:11vai ver em mesa se se você tiver um grupo minimamente,
- 48:15minimamente com beiro, né? As masmorras também são
- 48:20interessantes, né? Eles colocam aqui 111 texto, né?
- 48:25Um texto lateral falando de recomendações para as suas
- 48:27masmorras. E se você parar pra pensar, elas
- 48:30são muito próximas ali de recomendações que você poderia
- 48:32fazer pra um level level designer de videogame, tá?
- 48:36Ele bota. Crie caminhos não lineares pela
- 48:38masmorra. Isso é uma dica que você vai ver
- 48:40pra galera do dcc também falando sobre isso, antecipe ao menos 2
- 48:44possíveis soluções para certos desafios.
- 48:47Ideias divergentes dos jogadores enquanto eles fizerem sentido
- 48:50com a cena é, fique aberto as ideias divergentes dos jogadores
- 48:54enquanto eles fizerem. Elas fizeram sentido ir pra
- 48:56cena. Isso é uma dica que eu dou no
- 48:58Fenty também, né? Você ter certeza de que a de
- 49:01aquele problema é solucionável. Mas talvez aqui também haja uma
- 49:05discussão, será que é legal você pensar em soluções porque isso
- 49:08pode levar você a se apegar naturalmente a ela?
- 49:11Então ele fala, fica aberto as ideias divergentes.
- 49:14Pode ser que você não tenha pensado em nenhuma solução, mas
- 49:17como ele traz esse essa lógica do game do do, do level design?
- 49:21Então ele fala para você pensar em 2, pelo menos ali que talvez
- 49:24seja. Possa até ser uma boa prática,
- 49:26né? Então acho que é interessante
- 49:29não bloqueie o caminho principal com seu desafio mais difícil.
- 49:32Guarde o para caminhos opcionais e locais com tesouros.
- 49:36Aqui é uma dica que é muito interessante, que serve até para
- 49:38elfendese também. Você não bloquear Oo caminho
- 49:42principal da dângio vai fazer com que o grupo continue podendo
- 49:44explorar a dângio ir buscando uma ficção mais rica e mais
- 49:48variedade de recursos pra pra enfrentar.
- 49:50Finalmente é esse desafio principal, né?
- 49:53Então os caminhos opcionais e locais com tesouros vão fazendo
- 49:56a ficção ficando mais rica e os jogadores tendo mais
- 49:59possibilidades eventualmente de enfrentar o os desafios mais
- 50:02mais Agudos, né? Interessante.
- 50:04O item especial da masmorra deve ser usado pra lidar com alguns
- 50:08dos seus desafios e derrotar o chefão.
- 50:10Aqui esse deve me pega um pouco, mas dentro do contexto faz
- 50:14sentido. É um jogo feito pra pra, pra pra
- 50:17simular essa Vibe dos jogos de videogame, e a gente sabe que
- 50:21isso acontecia nesse tipo de jogo, né?
- 50:23Nos Zelda likes da vida. Então ele faz isso, ele, ele,
- 50:27ele, ele traz pra você um princípio de um jogo, uma boa
- 50:30prática na verdade, né? Uma recomendação pra que você
- 50:33construa o jogo dessa forma, aí a gente vai pra.
- 50:37Use a lógica dos videogames retrô 8 bits, mas tem de ser
- 50:41mais flexível em suas sessões de RPG.
- 50:44Acho que aqui reside tudo que eu tava falando, né?
- 50:47É legal, é legal você ter essa lógica e você ter todas essas
- 50:52dicas e às vezes, né, aquelas aqueles princípios que eles
- 50:57trouxeram, né? Como a chave que você usa e ela
- 51:00some e ela serve para qualquer porta, praticamente.
- 51:04É interessante você trazer isso, né?
- 51:06Mas também. Elas elas alcançam ali no texto,
- 51:10principalmente no próprio cop, uma esfera mecânica.
- 51:13Quando ele fala que é, é tipo quando você encontra um monstro,
- 51:20esse monstro, ele não vai negociar, ele tem que ser
- 51:23derrotado no combate. Ele tá cravando ali uma coisa,
- 51:27um funcionamento. Isso eu identifico como
- 51:29mecânica, ele encara que isso aqui, esse monstro, não funciona
- 51:32dessa forma. Isso é uma constante durante o
- 51:34jogo, objetiva clara. Então o cop do jeito que ele é
- 51:39colocado, né? O texto do jeito que ele é
- 51:41colocado ele, ele, ele pra mim indica uma mecânica.
- 51:45E se você levar dessa forma, eu acho que você constrói um jogo
- 51:49que começa a ficar um pouco pobre dentro dessa, desse
- 51:52irrealismo do videogame que ele propõe.
- 51:55Eu acho que nem toda dinâmica de de videogame, né?
- 51:59E nem muito menos algumas mecânicas do videogame vão
- 52:03funcionar no na mídia RPG. Então aqui eu costumo, eu, eu,
- 52:08eu trago um pouco de questionamento e aí ele traz
- 52:10também, né? Que essa lógica dos videogames
- 52:13tem que ser mais flexível nas suas sessões de RPG.
- 52:16Então talvez aqui eu eu recomende, em vez de você tentar
- 52:19ser flexível de você pegar, né? Esse esse texto que muitas vezes
- 52:25resvala em num, numa Vibe mecânica, né, por assim dizer.
- 52:30De você tentar não trabalhar ele em nível mecânico, mas você
- 52:33trazer ele como um princípio geral, norteador, amplo, mas que
- 52:38não seja, que não crave tanto. Então, em vez de você dizer que
- 52:42bom, eu vou trabalhar com com com chefões e com monstros que
- 52:45não negociam, não tira esse, eles nunca negociam.
- 52:49Tira isso da frente. Constrói isso não como uma
- 52:52mecânica, mas constrói como uma Vibe, como um princípio.
- 52:56Talvez eles não tendem a brigar. Quer dizer, eles não tendem a
- 53:00negociar, eles não têm, mas é possível, né?
- 53:03Então é coloca ali que a sala é trancada atrás dele.
- 53:06Eu acho que não tem problema com isso, né?
- 53:09Mas isso junto com o Boss, nunca, nunca negocia, começa a
- 53:13construir um quadro que eu acho que a gente pode evitar nesse
- 53:16jogo e eu vou abordar o porque mais para frente um pouco.
- 53:20Eu acho muito legal que Oo serulia, ele traz um mapa
- 53:23impresso, ele ele fala para você imprimir os mapas das dângers e
- 53:26recortar. Sala a sala e você colocando
- 53:30proceduralmente conforme o grupo investiga as maismorras, o que é
- 53:33uma também uma dinâmica interessante de maismorra é, ele
- 53:37tem 11 tabelinha, tem algumas tabelinhas ali pra você
- 53:40construir essa dânge de forma procedoral também, e ele coloca
- 53:43ali que você joga pra pra tema e arquitetura.
- 53:46Então pode ser ali caverna da lua, templo do fogo, navio
- 53:50celeste. É sempre uma construção, né?
- 53:5211 arquitetura, alguma coisa assim.
- 53:54EOOOEO tema geral, né? Então tipo o tempo do fogo, né?
- 53:58Uma coisa assim, isso também é é, é um clássico, né?
- 54:02Você também tem o 4 d número de salas, você joga 4 dados ali pra
- 54:06jogar o número de salas, então você joga 4 d, são 4 dados que
- 54:10você vai e aí o número que sair são o número de salas que você
- 54:13tiver. Se você tiver 8 salas ou mais,
- 54:15você vai colocar numa delas um chefão.
- 54:18Cada sala tem um desafio e um item especial pra cada sala.
- 54:22Isso é muito interessante porque.
- 54:23É, é muito como eu construo o desafio no ial fantasy, só que
- 54:26obviamente ele ele coloca isso dentro da Vibe do videogame, né?
- 54:30No ial fantasy, eu digo que o bom desafio ele é composto por
- 54:33riscos e oportunidades. Eu, eu, eu levo o jogador, né, O
- 54:36Mestre e os jogadores a conjugar isso o tempo todo.
- 54:39E ele também faz isso aqui na construção da Dan João dele, que
- 54:41eu achei muito interessante ele ver por essa lente dessa forma,
- 54:45com com essa, com esse olhar que é simples em em relação a como
- 54:48constrói um desafio No No, no âmago, né?
- 54:52E ele ainda coloca ali uma estrutura de jogo, que é, se
- 54:55tiver 8, mais de 8 salas, tem um chefão.
- 54:57E se tiver 10 salas, né, ali você ou mais, né, você tem.
- 55:02Você vai colocar em uma delas, uma loja ou um habitante, um
- 55:05npc, uma coisa ali que que traz recursos para o jogo, traz
- 55:09Riqueza para o jogo, né? O grupo pode comprar itens e
- 55:12coisas assim, é e fala para você adicionar portas à vontade.
- 55:16Ele fala uma coisa interessante aqui sob portas, portas ocultas.
- 55:20Não entregue de uma vez para os jogadores que há paredes
- 55:23rachadas e coisas do tipo. Espere os espere os investigar
- 55:28em um ambiente primeiro. Se eles não fizerem nada, você
- 55:31pode pedir uma jogada de intuição para que eles
- 55:33descubram. Aqui a gente sabe que é um
- 55:37recorte, né? Eu acho que ele começa bem
- 55:39dizendo para você não entregar, para você deixar que as
- 55:41rachaduras sejam investigadas pelos jogadores, né?
- 55:44É, mas ao mesmo tempo, ele ele fala que.
- 55:48Se você não fizer nada, você joga uma jogada de intuição.
- 55:51Então isso provavelmente é vai fazer com que os jogadores, em
- 55:55vez de ficarem parando o tempo todo para perguntar se tem uma
- 55:57rachadura na parede para eles, em vez de ficarem fazendo essa,
- 56:04esse ciclo infinito de pergunta que lerda muito adanjo.
- 56:07A gente sabe disso. A gente perdeu o desculpa,
- 56:09principalmente. Está acostumado a ver isso, né?
- 56:11É, ele fala que você vai jogar uma jogada de intuição, que aí
- 56:14ele aliena a gente dessa, dessa investigação.
- 56:16Então não gosto dessa solução. Por conta disso, acho que o
- 56:18ideal aqui é você entender que se você tem uma passagem
- 56:23secreta, né? Que que vai ser delatada através
- 56:26de uma rachadura. Que talvez essa coisa da
- 56:30rachadura também seja, é esteja sendo encarada como mecânica
- 56:34muito Estanque. Eu sei que a referência é muito
- 56:36direta, uma rachadura te liga, te liga a Zelda e a Zelda te
- 56:40liga é o fato de que se você botar uma bomba ali, você vai
- 56:42descobrir uma passagem secreta. Mas que tal a gente trazer essa
- 56:47rachadura de maneira polissêmica?
- 56:49Não precisa ser uma rachadura de fato, pode ser polissêmico, pode
- 56:52ser uma. Fragilidade pode ser 11 ângulo
- 56:55estranho podem ser detalhes que você como mestre vai construir
- 57:00no seu setup da cena, do da descrição, você vai trazer
- 57:04aquele detalhe ali, você vai falar de maneira ampla aquilo
- 57:07ali para gerar um pouco de interface com o jogador, e aí se
- 57:10o jogador se ligar, ele investiga, mas claramente ele
- 57:13descobre, aquilo ali pode ser bombardeado, né?
- 57:15Eu acho isso mais interessante. É agora um tipo especial de
- 57:20monstro que tem na que tem na dângelo, né, que é o Boss.
- 57:23E bom, pra você entender o que tem o tipo de desafio que tem na
- 57:27danja, em primeiro lugar você vai jogar 2 D4, né?
- 57:30É um ali você tem uma tabela de 11 a 44, né?
- 57:3411121421222324313233441424344 saindo 111, você tem um
- 57:43minichef, né? Que aí você vai na página 27,
- 57:46que tem como você construir ali esse esse minichef pelas
- 57:48tabelas. Na saindo, 12 ou 14 são
- 57:51monstros, então você vai na página do lado e vê ali como
- 57:53constrói 21, sai um enigma do botão, então ache e aperte o
- 57:58botão oculto, pise na placa de pressão no chão pra manter a
- 58:01porta aberta, puxa uma alavanca à distância é se sai 22 enigma
- 58:05de empurrar, 23 enigma do braseiro, 24 enigma do
- 58:08teletransporte, 31 portas ocultas isso é o que eu acho
- 58:11fantástico. Isso aqui ele traz a Vibe de
- 58:13mais dentro de um processo dural.
- 58:18Que pode te inspirar, pode ajudar, você pode usar ali como
- 58:21oráculo, se for o caso. Tem muitos usos que você pode
- 58:23fazer isso aqui é em cima disso, né?
- 58:25Então tem obstáculos de elevação, obstáculos da parede,
- 58:28acho isso fantástico e traz as vibes todas do level design
- 58:31clássico de uma dangeo desses jogos, né?
- 58:34É, e é interessante como a sala do chefão vira um puzzle, né?
- 58:40Então ele traz aqui um exemplo, né, tipo, é uma região com água
- 58:44e ele grifo água, né? Com 6 m de profundidade, cobre
- 58:47toda a sala. Há 4 plataformas no centro,
- 58:52lance de escadas conectando 2 das plataformas no andar
- 58:56inferior ao andar inferior, 4 plataformas menores, uma em
- 59:00cada. Em cada canto, uma alavanca
- 59:03enferrujada grifado em cada plataforma.
- 59:06Puxar uma delas faz a torre emergir, emergir por 2 rodadas,
- 59:11o que drena temporariamente toda água do andar atual.
- 59:15O grande polvo, né? E aí também grifado espreita
- 59:19abaixo da superfície é sul. Uma passagem submersa leva a
- 59:25saída após o chefão ser derrotado.
- 59:27Caso contrário, o herói cai na hora no centro da sala.
- 59:30Se ele for por esse, se ele for por esse buraco no sul, bom,
- 59:35aqui é interessante, né? Se os heróis estiverem na água
- 59:38quando ela for drenada, cada um deve realizar uma jogada de
- 59:41bravura para não serem levados. Pela descarga e perderem um
- 59:45coração no começo da própria rodada, eles caem imediatamente
- 59:49no centro da sala. Dinâmica de videogame, né?
- 59:51Lógica de videogame, fraquezas do do chefão.
- 59:54O grande polvo fica na água, fora do alcance dos heróis.
- 59:58Para causar dano nele, os heróis precisam drenar a água da sala
- 1:00:02usando uma das alavancas enferrujadas.
- 1:00:04Quando a água for drenada, a ação do grande polvo é sempre
- 1:00:08atacar com uma pancada do seu tentáculo ação 2, então.
- 1:00:13Tendo depois a ficha do povo aqui, mas é muito interessante
- 1:00:15como ele constrói isso tudo, né? É, enfim, você vê que tem toda a
- 1:00:20dinâmica do videogame traduzido aqui para o RPG dentro é que é
- 1:00:23plenamente possível, mas também é isso.
- 1:00:26Acho que é importante que tenha mais do que essas 2 soluções e
- 1:00:30que a gente abra mão pra essa pros jogadores construírem, né?
- 1:00:33Outras soluções dentro disso. Então é talvez somente atacar o
- 1:00:38monstro não seja uma solução, mas você tentar ludibriar, né?
- 1:00:41E pra isso talvez. Que seja interessante você não
- 1:00:43encarar ele como esse monstro da Pedreira do Jaspion, que está
- 1:00:47num num local completamente segregado, etcétera, etcétera.
- 1:00:51É bom você poder influenciar o ambiente, você trazer outros
- 1:00:54elementos que possam brincar em cima disso, para além do que a
- 1:00:58gente traz mecricamente no jogo, né?
- 1:01:02É? Enfim, quando você mata o bosta,
- 1:01:04você não pega uma arma dele, você não pega o espólio dele
- 1:01:07direto, mas você pega um espólio genérico, né?
- 1:01:10Que dá, pode dar dinheiro, enfim, várias coisas.
- 1:01:13Ali você vai, como é que é um avanço do teu personagem?
- 1:01:15É um avanço do teu personagem mais ou menos que nem No No no
- 1:01:19link, né? No No, no link to the pass, no
- 1:01:21Zelda, no nos zeldas, né? Você vai comprando itens nas
- 1:01:24lojinhas, então você vai melhorando com esses itens, você
- 1:01:27vai ganhando mais coração, é, você vai pegando itens que vão
- 1:01:31sendo encontrados nas dângels, né?
- 1:01:34E no nos espólios padrão, nos baús de espólios também, então
- 1:01:37você pode encontrar uma fada que vai te recuperar a vida toda,
- 1:01:40garrafa onde você pode botar as fadas EEEEE.
- 1:01:43Portar, então é bem clássico. Isso tudo acaba compreendendo
- 1:01:49uma experiência bem fechada se a gente unir o espaço mecânico que
- 1:01:53ele traz, com todas as vibes não mecânicas que a gente viu antes.
- 1:01:57É uma experiência rica. Eu fiquei muito interessado, dá
- 1:02:00muita vontade de jogar só de ler.
- 1:02:02Né? E você consegue ali montar
- 1:02:04várias dângers, enigmas, armadilhas, Boss com muita
- 1:02:07rejogabilidade, inclusive às vezes da própria dânger.
- 1:02:10Mas é fácil fazer outras dângers e ver é você duralmente isso.
- 1:02:14Multiplicar, então dá potencialmente muito jogo.
- 1:02:17Assim é, ele tem kits legais, né?
- 1:02:20Com tabelas legais, com geradores legais e divertidos
- 1:02:23pra você preparar até a preparação é divertida pra você
- 1:02:26rodar também. Dá pra rolar como oráculo.
- 1:02:30Você não precisa é perder muito tempo na PrEP se você não
- 1:02:33quiser, mas é uma PrEP divertida.
- 1:02:35É esse ele, esse Deezer simulador de aventura 8 bits.
- 1:02:38Ele entrega bastante isso, né? 8 16 bits ali, eu acho que
- 1:02:41alcança os 16 bits do super Nintendo também, é, ele acaba
- 1:02:46entregando uma estética forte AA partir dessas mecânicas que ele
- 1:02:50traz, né? Então o princípio da lógica do
- 1:02:51videogame. Muitos momentos mecânicos ali,
- 1:02:54como esses npc, eles falando sempre é a mesma coisa, isso é
- 1:02:56uma coisa que eu não gosto também, por que que o npc tem
- 1:02:59sempre que falar a mesma coisa, né?
- 1:03:01Eu coloco isso como princípio, né, mas também se tem que você
- 1:03:05tem que como ele mesmo fala, né? Mas eu acho que discretamente
- 1:03:07você tem que é só avisar um pouco isso, então ele como é que
- 1:03:11ele fala sempre a mesma coisa, mas ele pode de vez em quando
- 1:03:14voltar no mesmo assunto, sabe? Ele pode sempre ter umas frases
- 1:03:18prontas ali no meio de outras coisas que ele pode falar.
- 1:03:20É legal que você possa enriquecer o jogo.
- 1:03:22AAAA despeito da lógica do videogame, né?
- 1:03:24É, o RPG é monstros, nunca fogem do combate, também não gosto
- 1:03:28disso, é, acho que a gente consegue é não colocar uma
- 1:03:33mecânica tão forte em cima disso, não fazer isso vibrar de
- 1:03:35alguma outra forma, eles não têm, eles não tendem a fugir do
- 1:03:38combate, mas pode ser que sim, por que não é?
- 1:03:41Bombas só afetam rachaduras, como eu falei, primeiro lugar,
- 1:03:45rachaduras, acho que fragilidades e outras coisas que
- 1:03:47podem ser mais interessantes. E também você pode usar, de
- 1:03:50repente bombas fora dessa aplicação imediata, né?
- 1:03:53Você pode, sei lá. De repente, até nos jogos mesmo
- 1:03:56de videogames, a gente vê que mesmo o videogame sendo uma
- 1:04:00coisa muito amarrada, você usa bomba no inimigo não somente
- 1:04:03para abrir fendas, você usa bombas às vezes de forma
- 1:04:05criativa. E no RPG a gente poderia usar de
- 1:04:08maneira mais criativa ainda. Então talvez é seja um pouco
- 1:04:11infeliz a gente a gente colocar dessa forma, porque pode levar
- 1:04:15alguns grupos a jogarem de forma estrita isso, né?
- 1:04:18E ignorar um pouco uma frase perdida no meio do livro não é
- 1:04:22perdida exatamente, mas acho que é importante a gente botar dessa
- 1:04:25forma. É essa coisa da chave sumir
- 1:04:28quando ela for usada, né? O que acontece se eu pegar a
- 1:04:30chave, em vez de usar ela, eu copio.
- 1:04:35Eu fico aqui com problema, porque se ela for usada, ela
- 1:04:38some, mas, por outro lado, eu copiei.
- 1:04:41Se eu consigo copiar, pô, eu vou ter elas pra usar em todas as
- 1:04:46d'anjo. Né, porque elas servem para
- 1:04:47todas as portas. Um gol que não vai ter chaveiro
- 1:04:51na cidade capaz de fazer o serviço, né?
- 1:04:53Isso pode criar um certo ruído na experiência.
- 1:04:55Eu sei que é bobeira que eu tô falando, eu tô fazendo um need
- 1:04:57peaking assim, mas talvez seja mais interessante você colocar
- 1:05:01ali que simplesmente a chave, ela vai funcionar na próxima
- 1:05:04porta e ela some em seguida, né? EEE, beleza, você não precisa
- 1:05:09ficar pensando muito além disso se se o cara for copiar a chave.
- 1:05:13É, pô, você copia, cara, mas ela vai servir na próxima porta e
- 1:05:17dane se né? Ou talvez ela não funcione em
- 1:05:20nada nenhuma porta, sei lá, você é é bom você não se apegar a uma
- 1:05:23lógica só porque nesse ponto você fica vendido.
- 1:05:26Se você não pode deixar que os jogadores copiem, né?
- 1:05:29Você vai ter que incorrer em em quebra de em quebra de agência.
- 1:05:33Nesse ponto ali, talvez tenha outras soluções que você possa
- 1:05:36brincar em cima disso. Então não parece interessante
- 1:05:39levar isso para um aspecto quase mecânico pelo texto dele.
- 1:05:43Experiência fechada, né? Pouco jogo de cintura, eu acho.
- 1:05:48Acho que isso tudo compreende. Essa questão da experiência
- 1:05:50fechada, compreende e é uma boa experiência fechada.
- 1:05:53Eu acho que se a gente seguir a risca tudo que ele tá botando,
- 1:05:55mesmo sem dinamizar muito, sem é levando bastante ao pé da letra.
- 1:06:00Ainda assim, é um jogo interessante, mas num jogo mais
- 1:06:02curto ou sem jogo mais fácil e tem menos rejogabilidade, se der
- 1:06:07mais jogo de cintura. Ele, ele rende mais, com certeza
- 1:06:11ele vai. Ele vai contemplar uma coisa que
- 1:06:13nos jogos do School a gente vê muito, que é por mais que ele
- 1:06:15tenha uma evolução vertical ou aguda, por mais que o jogo seja,
- 1:06:19é 0,5^(2) em muitas coisas numa forma de ganhar XP, ele se
- 1:06:23espalha lateralmente. E aqui é legal, se a gente puder
- 1:06:26ver o jogo se espalhando lateralmente para além dessa
- 1:06:29lógica do videogame, mas a partir dela.
- 1:06:32Isso pode ser muito interessante, então certamente
- 1:06:35você veria mais campanhas emergindo, campanhas
- 1:06:37possivelmente mais longas, com mais versatilidade e de repente
- 1:06:41trazendo vibes por outros caminhos também e exaltando as
- 1:06:45vibes que não vem por caminhos mecânicos.
- 1:06:48Eu acho que esse exercício de tirar essas influências mais
- 1:06:51mecânicas e duras da nossa frente é muito interessante.
- 1:06:55Ela abre espaço pra gente ver a importância e a efetividade.
- 1:06:59Na construção da Vibe, que tem o design gráfico, a semiótica, os
- 1:07:03princípios até da lógica do videogame também podem trazer
- 1:07:06assim, e não somente pra Vibe e pra estética, mas pro próprio,
- 1:07:10pro próprio espaço dinâmico, na forma de decidir, na forma de
- 1:07:13jogar. Dá pra lembrar o tum, né?
- 1:07:15Em outra época que foi um jogo que trazia a lógica dos cartuns,
- 1:07:19dos dos dos desenhos animados, né?
- 1:07:22E por e eu também achei isso, no fim das contas, de que a parte
- 1:07:25mecânica talvez fosse. Muito determinante.
- 1:07:28O legal era você pensar no princípio e deixar ele emergir
- 1:07:30ali, na no diálogo, de uma forma mais solta.
- 1:07:33Foi onde eu senti que o jogo brilhou mais, é claro, olhando
- 1:07:38de hoje em dia, porque quando jogava tum era muito moleque.
- 1:07:40Mas a minha experiência eu lembro claramente e eu consigo
- 1:07:43ler dessa forma hoje em dia, com mais tranquilidade, né?
- 1:07:46Eu acho que o design gráfico, a semiótica, o princípio da lógica
- 1:07:50de videogame, tudo isso aí a gente consegue fazer funcionar
- 1:07:52melhor se a gente não se apegar tanto ao espaço mecânico, então.
- 1:07:55Se você tomar a coisa da chave como uma coisa mecânica, né, É
- 1:07:59Ela não vai funcionar muito bem. Porém, se você bota aqui é essa
- 1:08:03chave, ela vai funcionar na próxima porta, mas não em
- 1:08:06outras, talvez você já consiga construir.
- 1:08:08Ela não precisa nem sumir, né? É talvez seja uma solução melhor
- 1:08:11para RPG essa chave aqui, né? Ela vai funcionar em uma porta
- 1:08:14só se você copiar ela, ela continua funcionando na próxima
- 1:08:17porta, mas ela não funciona na outra que você for, entende?
- 1:08:20Então é, você abre um pouquinho mão de ser um pouco Caxias na
- 1:08:24lógica do videogame que é OA dica que ele mesmo dá.
- 1:08:27E você ganha bastante com isso. E isso abre uma janela pra gente
- 1:08:30ver que há soluções melhores pro RPG.
- 1:08:33De maneira geral, elas são as soluções do jogo de cintura, não
- 1:08:37tão mecânicos, né? É você abrandar a mecânica e
- 1:08:40deixar pra mecânica o que for realmente que tem que ser
- 1:08:43imposto. Então o espaço dinâmico
- 1:08:46completo, né? Fica muito claro nesse jogo que
- 1:08:49ele é influenciado com muito sucesso pra outros elementos pra
- 1:08:53além das mecânicas, né? É então as dângeo com salas de
- 1:08:57vapor, buracos, passagens, Lava, et cetera e certas dinâmicas ali
- 1:09:02até certas mecânicas do funcionamento, da, do do nível.
- 1:09:07Eles são interessantes, mas não se você ficar preso aquele
- 1:09:10funcionamento, então melhor você transformar.
- 1:09:13Aquele aquela mecânica e uma ferramenta mais solta, né?
- 1:09:17Dentro do que a gente diz aqui do uso ferramental, né?
- 1:09:20Que é o que a gente prega no well fantasy.
- 1:09:21Então você não precisa de mecânicas tão duras até no level
- 1:09:25design. E é isso vai permitir que você
- 1:09:28abra um pouco mais a experiência.
- 1:09:29É lógica do videogame, né? Por exemplo, você usando para
- 1:09:32você acertar um orbe que faz uma porta abrir.
- 1:09:36Mas que libera o inimigo, então imagina, tem um orbe ali, se
- 1:09:39você acerta ele com uma espadada 11 bumerang, ele abre a porta,
- 1:09:42mas sai um inimigo de dentro, né?
- 1:09:44Então aquele aquele level vai virando um puzzle, né, de
- 1:09:48movimentação e de acertar esse orbe pra você evitar o combate e
- 1:09:51tal, aí você abre pro uso inteligente dos itens pra você
- 1:09:54botar uma bomba ali. Então a bomba, ela não vai
- 1:09:56funcionar somente com fechadura, né?
- 1:09:57Ou com inimigo, sei lá, ela funciona também nesses casos, né
- 1:10:00você? Fazer o uso inteligente da
- 1:10:02própria lógica de videogame, né? É interessante.
- 1:10:05E se eu deixar 3 bombas na orbe, será que essas 3 bombas, elas
- 1:10:08vão explodir a orbe, apesar dela não ter uma rachadura?
- 1:10:11E de repente É Ela faz com que sei lá, com que a porta se abra,
- 1:10:16é EE, não feche mais. Pode ser interessante, né?
- 1:10:20E aí eu acho que isso leva a um entendimento melhor das vibes
- 1:10:23que eu sempre falei aqui, né, que é o que eu sempre falei, que
- 1:10:25eu vim investigando desde o último episódio, então sempre
- 1:10:28falei, apesar do AA partir do penúltimo episódio.
- 1:10:32Que é o episódio. As mecânicas também são vibes,
- 1:10:34né? As vibes, né?
- 1:10:35A gente pode entender ela como a estética que é impressa pelas
- 1:10:39mecânicas do jogo, pode, que é o que ele fala nesse artigo, mas
- 1:10:43esse artigo ele relaciona muito Vibe, a estética vindo muito da
- 1:10:47da do espaço dinâmico construído pela mecânica, isso é o MDA.
- 1:10:51O MDA é uma lógica de videogame também, é, só que na teoria dos
- 1:10:55jogos, né, a teoria do do RPG. Ele não.
- 1:10:59Se não se aplica tanto ao RPG, porque ORPG tem espaços que são
- 1:11:03menos formais, espaços que são menos expressos, espaços que são
- 1:11:07menos duros. E esse próprio livro, né?
- 1:11:09O serulia, ele prova isso. Então é nesse episódio a gente
- 1:11:14pode explorar como o Rio, o Rio usof, serulia.
- 1:11:16Ele constrói as suas vibes para além da das próprias mecânicas,
- 1:11:20né? Pelo pela via de regras, em
- 1:11:22particular as mecânicas. Mas tem outras vias também, como
- 1:11:25a gente viu. É como Oo que faz através do
- 1:11:28layout, né? Então, se a gente for buscar uma
- 1:11:30definição de vibes, é a gente pode tentar.
- 1:11:34É partir de uma de 1/01/1 ideia central, né, que se refere
- 1:11:38talvez a uma coerência estética geral ali daquele jogo, né?
- 1:11:43Daquele do que aquele jogo traz. Então ele a gente vai acabar, é
- 1:11:49priorizando uma atmosfera, é comum percebida ali, né?
- 1:11:54Partido feeling que a gente tem, que a mesa tem, que os
- 1:11:56participantes têm sobre aquele jogo.
- 1:11:58Como evocada pelo game designer, pelo editor gráfico, pelos
- 1:12:03ilustradores e tudo mais, né? Pela lar também, EE.
- 1:12:09E pela simulação que o jogo traz também, né?
- 1:12:12Como o jogo se se constitui como espaço simulado, como o próprio
- 1:12:16seruler deixa como exemplo, ali, que é uma simulação de um
- 1:12:19videogame, não necessariamente de um mundo, ficção, mundo
- 1:12:22aberto, como se fosse ali um como se a gente estivesse num
- 1:12:24mundo realista, não é? Ele é irrealista, né?
- 1:12:27A gente pode dizer que há 11, certo?
- 1:12:32É uma certa vontade da gente de repente.
- 1:12:37Em vez de buscar um lor complexo, né?
- 1:12:40Isso é um traço que a gente vai ver muito na usr e na nsr, que
- 1:12:43puxam muito o debate das vibes, né?
- 1:12:46A gente vai ver que tem talvez 11 ideia da gente não trazer
- 1:12:51todo um Lord dump. A gente trazer várias é é
- 1:12:54vários, várias ideias de cenários e tal, não de trabalhar
- 1:12:57com cenários implícitos que a gente vai percebendo e a gente
- 1:13:00vai co criando junto com o autor.
- 1:13:03Talvez na mesa, né? Fazendo uma curadoria na mesa a
- 1:13:06partir de tabelas, a partir de ilustrações, através de ideias
- 1:13:09que não necessariamente vem por mecânicas.
- 1:13:12E o jogo vai dando ferramentas pra construir esse cenário
- 1:13:15implícito. Então, tabelas, imagens que vão
- 1:13:17sugerindo o mundo, né? Esse mundo percebido
- 1:13:21coletivamente que é construído no fundo é.
- 1:13:24Então esses detalhes vão vindo pela imaginação do grupo
- 1:13:27enquanto vibram. Eu consigo ver uma distinção da
- 1:13:32usr pra NSR nesse ponto, né? A usr ela usa a Vibe, né?
- 1:13:38Passando muito pelo um por um canal de nostalgia dos with
- 1:13:41games, né? Do dos poupe ali, da da da
- 1:13:44literatura que ela que ela evoca, e dos jogos antigos como
- 1:13:47um todo. Já auto referenciais, né?
- 1:13:51Mas é uma pintura estética sobre os sistemas clássicos do DED
- 1:13:54antigo. Então a gente vai ver que os
- 1:13:55retrocolones às vezes dão pequenos toques ali.
- 1:13:58Né, da Vibe e essa Vibe ela cria distinção de uma proposta para
- 1:14:02outra um pouco. Então a gente vai ver, por
- 1:14:04exemplo, o ápice disso, sendo a duplin, ali DCCE lemanthension
- 1:14:07of the flemm Princes que trabalham tudo bem.
- 1:14:09ODCC trabalha não no chassi do DD clássico, né?
- 1:14:12Ele trabalha ali no D20 e o lementations trabalha com o
- 1:14:17trabalha de outra forma, com ODD, mais DD basic, mas acho que
- 1:14:21dá pra entender, né? OOODCC, ele acaba trazendo ali
- 1:14:2411, gonzo muito forte, uma comédia quase.
- 1:14:27Enquanto o lamentations ele já traz ali OODED, né?
- 1:14:31Vibrando ali num num, num terror, num num horrorgótico.
- 1:14:36Enfim, tem 11 gonzo também, mas é um gonzo bem Dark, um Dark
- 1:14:40fentes, né? Já na NCRA gente vê uma minha
- 1:14:45ligação maior com regra mecânica, vai bidta as regras,
- 1:14:50né? Que é uma coisa interessante,
- 1:14:52que não é somente a regra, ditando a Vibe como a gente vê,
- 1:14:55né, nas ideias de MDA, né? Que o autor lá do mecânicas
- 1:14:59também são vibes traz, não, aqui a gente vai ver que as vibes
- 1:15:02ditam um pouco as regras. Como a gente vai usar as regras?
- 1:15:05É como se fosse um estilo, mas vindo por um canal estético
- 1:15:08antes de um canal lúdico, né? Os sistemas são muitas vezes
- 1:15:11reconstruídos do zero, né? Meio que para reforçar um
- 1:15:15determinado humor ou uma experiência única e que a mesa
- 1:15:17vai fazer isso também, reforçar. Dentro da sua interpretação,
- 1:15:20então, um morkborg é muito claro, o motor chip é muito
- 1:15:23claro em relação a isso. Eu estou botando eles mais ou
- 1:15:25menos ali no mesmo balaio, em comparação com o labrence lords,
- 1:15:28por exemplo. Puxando na usr, né?
- 1:15:31É, a gente vai ver também que a Vibe é muito construída pelo
- 1:15:35design gráfico e game e o design gráfico dentro dessa ideia de
- 1:15:39Vibe. Ele também se traduz em em game
- 1:15:42play, né? Então, nesses jogos, o layout e
- 1:15:45a arte, eles não são só decorativos, eles instruem o
- 1:15:47jogador sobre como se sentir e esse sentimento vai dizer também
- 1:15:52como trabalhar com essas Fontes do jogo ali, de como trabalhar
- 1:15:56com com a mecânica, como como tomar decisões dentro do jogo.
- 1:16:00É de como você vai puxar determinadas criações
- 1:16:03indiretamente, né, mestre, tem tal coisa, mestre, existe o
- 1:16:06overlord nesse local. Mestre existe, é é magos que
- 1:16:11andam em trovões, sabe? Esse tipo de evocação você vai
- 1:16:14fazer e às vezes isso vai trazer ali um vai trazer ali 111
- 1:16:22confluência mecânica, ou até nas regras do jogo, né?
- 1:16:25Então isso vai informar o jogo tanto quanto a regra quanto
- 1:16:28tanto quanto a mecânica, né? É, e o designer gráfico também
- 1:16:32influenciando em cima disso. Mecânicas como metáfora também é
- 1:16:36uma coisa que a gente vai ver, né?
- 1:16:38Então, tipo, né? Nesse caso, puxa um pouco ali.
- 1:16:41AA ideia de mecânicas também são vibes, mas também as mecânicas
- 1:16:44representando e não somente elas elidindo, mas elas
- 1:16:47representando, né? Às vezes é, acho que muitas
- 1:16:50vezes trazendo uma elisão grande ou menor, mas mas elas também
- 1:16:54como representação, que é uma esfera muito importante que a
- 1:16:57gente vai ver dentro disso. Né?
- 1:16:59Então a gente pode trazer aí a mecânica, a mecânica central de
- 1:17:02estresse, né, o pânico. Aí que a gente tem alguns jogos,
- 1:17:05é como, por exemplo, no próprio, no próprio modelship, né?
- 1:17:10É e também tabelas aleatórias que a gente não pode deixar de
- 1:17:14deixar de falar, né? Em vez da gente construir uma
- 1:17:17história através do cenário, a gente constrói as vibes através
- 1:17:20dessas tabelas aleatórias que vão construindo esse cenário,
- 1:17:23esse mundo implícito aí. Então, OOO mundo, ele acaba
- 1:17:27sendo comunicado, né? Pelos dados, pelos resultados
- 1:17:30das tabelas e a construção dessa tabela é onde o onde o game
- 1:17:34designer coloca a ideia de mundo que ele traz e a e a experiência
- 1:17:37que ele quer passar, né? Então, por exemplo, você vai ter
- 1:17:41aí a ideia de que até no dayd quinte edição trouxeram né?
- 1:17:45E que é uma prática muito comum hoje em dia.
- 1:17:47Você fala, cara, o seu personagem começa com um
- 1:17:50trinquet, um item. Não tem muita, muita serventia
- 1:17:54de cara, mas que pode ser que se encontre serventia ou pode ser
- 1:17:56que seja só 11 elemento que vai trazer Vibe, vai trazer
- 1:18:00estética, vai trazer um canal de interpretação pro seu
- 1:18:02personagem, etcetera. É só um enriquecimento ali
- 1:18:05daquela ficção, é trazendo nessa, nessa nessa esfera da
- 1:18:09Vibe. Então, basicamente, né, um jogo
- 1:18:11bom de Vibe é aquele que comunica bastante o seu gênero,
- 1:18:15né? A atmosfera que ele quer e tal,
- 1:18:17somente por você folhear o livro ou por você utilizar de repente
- 1:18:21algumas. Alguns gemics que ele vai te
- 1:18:23trazer ali, né? Sem que você sem exigir que você
- 1:18:26é decore 11 número muito grande de mecânicas e que você que você
- 1:18:31vislumbre apenas na mecânica a forma de trazer AA Vibe, né?
- 1:18:35E não às vezes até o contrário, a Vibe, direcionando como você
- 1:18:39usa a mecânica que é como recomendo você utilizar o
- 1:18:41serúlia. Mas que Bela ideia, Hein?
- 1:18:48Caderneta. Aí nesse grimoriozinho
- 1:18:50mequetrefe não tem anotado que o Império Sukita não existe mais e
- 1:18:54que ele foi consumido por fogo e deserto não.
- 1:18:59Bela jogada bruxo. É, é.
- 1:19:02De fato, meus registros precisavam de atualização cerca
- 1:19:06de 200 anos e agora estamos aqui, perdidos em meio ao calor
- 1:19:11e as dunas. 1000 Perdões. Pessoal, pessoal, silêncio,
- 1:19:24silêncio, bombas sem ser chato, mas já sendo as dunas e o fogo
- 1:19:34tão vendo se tirar Areia pro lado, ó ó cartas de deserto e
- 1:19:42fogo. É isso mesmo, pessoal.
- 1:19:50As danças of cards se desdobraram se com a edição
- 1:19:54masmorra e gelo você já tinha uma rejogabilidade imensa com
- 1:19:58muita modularidade e Liberdade de modo de jogo, seja arena cope
- 1:20:03ou solo. Agora a gente tem mais 2
- 1:20:06expansões, Docas e florestas e deserto e fogo decopaga e tirou
- 1:20:10do forno agorinha para enriquecer a sua mesa.
- 1:20:13Você pode expandir a masmorra e gelo se você, a gente tiver, ou
- 1:20:17qualquer uma das expansões também podem ser jogadas de
- 1:20:19maneira autônoma, mas o legal é mesmo a gente combinar elas.
- 1:20:23Cada caixa vem com 2 baralhos de 55 cartas contendo novos
- 1:20:27monstros, heróis, tesouros, armadilhas e tudo mais dentro do
- 1:20:31tema, além de miniaturas, 2 dados, 2 cenários completos por
- 1:20:35caixa e o manual de regras. Feito com muito carinho pelo
- 1:20:40Eduardo Santini. Quer garantir o seu?
- 1:20:42É só chegar no descritivo do episódio e apoiar quem apoia
- 1:20:46café com dângela, cartas de deserto e fogo.
- 1:21:07A conclusão, né? Então é que a gente fala muito
- 1:21:10de estética a partir das mecânicas e a gente fica muito
- 1:21:12preso nessa análise do MDA e nesse tipo de análise que a
- 1:21:15gente faz quando é OOO mecanismo, né?
- 1:21:19E a influência do do videogame no pensamento.
- 1:21:22Se a gente levar pra esse canal dentro do serulha, a gente tá.
- 1:21:24A gente vai perder bastante. Uma experiência mais aberta que
- 1:21:26a gente pode alcançar, que eu acho interessante dentro do
- 1:21:29serulha é quando a usr fala de Vibe já ela não tá falando muito
- 1:21:34do espaço mecânico, né? É, coincidentemente, é o modelo
- 1:21:41MDA mccanix then mix histerics. Ele vem do videogame, mas não
- 1:21:45por isso a gente precisa trazer ele para o serulia.
- 1:21:48Então a gente pode falar da OSE. Quando ela traz as vibes, ela
- 1:21:51está. Ela está falando num espaço não
- 1:21:52mecânico, porque ela é é esse diferencial de sentimento que
- 1:21:55ela provoca e até de interpretação do próprio jogo a
- 1:21:58partir dos de outros elementos que não os mecânicos, né?
- 1:22:02Principalmente layout. É como é a ficha.
- 1:22:05É o tipo de ficção que você vai trazer, né?
- 1:22:09Esse esse tipo de coisa. Então, o jogo, certamente ele é
- 1:22:14influenciado por mecânicas, mas a ideia de vibes permite a gente
- 1:22:17olhar pra outras questões, os asset visuais que o jogo traz,
- 1:22:20os símbolos que o jogo traz, a ficha, os princípios do jogo,
- 1:22:24influenciando o estilo. Verossimilhança, né?
- 1:22:26E acho que, né. Eu acho que seria a parte da
- 1:22:30estética. Que influencia o jogo e não
- 1:22:33somente a estética que o jogo produz, né?
- 1:22:35E isso mostra como os canais lúdicos, estéticos, dialogam de
- 1:22:39forma circular. Eu não consigo ver precedência
- 1:22:41de um em relação ao outro, né? Eles são circulares, até porque
- 1:22:46eu acabo trazendo não somente a Vibe do game designer, eu trago
- 1:22:50a minha Vibe em relação às referências que ele trouxe.
- 1:22:53O grupo constrói a própria Vibe a partir disso e também isso
- 1:22:57acaba modificando a própria experiência.
- 1:23:00Né? Eu Acredito que isso a gente
- 1:23:01possa ver claramente no ADID segunda edição, com o poderoso
- 1:23:05jargão visual que ele criou, com a seleção de artistas, que ele
- 1:23:07tem artistas fabulosos, é 11 direção de arte que a gente vê
- 1:23:11que puxa ali pra pintura a óleo. Muitas vezes isso dá o tom do
- 1:23:14jogo muito, muito, muito, muito. Eu lembro claramente que as as
- 1:23:18ilustrações eram muito evocativas de situações que eu
- 1:23:21queria ver em jogo. Isso era até uma crítica que a
- 1:23:23gente podia fazer ao ADID segunda edição, que ele não
- 1:23:25entregava facilmente algumas cenas que ele pintava ali.
- 1:23:28Né? É, mas construiu um cenário
- 1:23:31riquíssimos também. Aqui era um problema também,
- 1:23:34porque gerava information dumping todo fogoaten helms todo
- 1:23:38é o World of darkins. Isso tudo aí trazia cenários
- 1:23:41riquíssimos, que influenciavam, traziam suas vibes também, mas
- 1:23:45que a gente vê que a gente não precisa também de tanto Lord
- 1:23:48dumping para construir isso, né? Hoje em dia a gente consegue
- 1:23:50fazer isso com tabelas e outras formas e também na construção do
- 1:23:54produto em si. A capa, como é que é o design da
- 1:23:57coisa? Como é que é a ficha?
- 1:23:59Como é que são os os os props que o jogo traz, né?
- 1:24:05De repente, miniaturas e outras coisas, os mapas.
- 1:24:07Isso tudo dialoga com Vibe e traz game play pra além da
- 1:24:12mecânica. E isso no RPG a gente consegue
- 1:24:15perceber como é importante, né? Mais do que em outros jogos,
- 1:24:18talvez, mas obviamente que você vai ver isso em board game, no
- 1:24:21próprio videogame. Tem aquele jogo ali que eu
- 1:24:23esqueci o nome agora. Em que você pega, ele tem um
- 1:24:26manual de jogo que você pode até selecionar para ler durante o
- 1:24:29jogo, mas o manual tá numa língua que não existe, mas ele
- 1:24:32passa a Vibe. Você entende o jogo pela Vibe.
- 1:24:34Isso é uma prova cabal de que cara, você não precisa ligar a
- 1:24:39mecânica, às vezes a coisa para entender o jogo, às vezes
- 1:24:42simplesmente o jogo pelos canais estéticos, ele se comunica
- 1:24:45também, né? Isso é muito legal de ver
- 1:24:48acontecer. Isso ajuda o grupo A fazer a
- 1:24:50curadoria. Né, da da experiência em mesa a
- 1:24:53partir dessas vibes, né? Então, paleta de cores, as
- 1:24:57ilustrações, o marketing, o jeito que o jogo é vendido, né?
- 1:25:00Também é importante e por isso o serulia.
- 1:25:02Eu acho que é incrível nesse ponto, né?
- 1:25:04E você pode usar ele de maneira mais aberta, você pode usar ele
- 1:25:07de maneira consciente a respeito do espaço mecânico que ele
- 1:25:10produz e tirar um pouco do fetiche mecânico que pode é é se
- 1:25:15abater sobre ele. E aí você encara a lógica do
- 1:25:17videogame de uma forma, com um coração mais leve.
- 1:25:20Né? De uma forma mais aberta, que eu
- 1:25:22acho que vai enriquecer a ficção do serulha ali e o e o tipo de
- 1:25:25jogo que você pode encarar. E com isso você não vai trazer
- 1:25:29somente o Zé Aldinha e eu, Nintendo, como influência, você
- 1:25:32vai trazer os bad Boys de 1995, você vai trazer o day of the
- 1:25:36tentaco, você vai trazer a cultura skate lá daquela época
- 1:25:39no Rio de Janeiro, que eu vivi com furacão 2000, quando eu
- 1:25:44tiver jogando serulha. Porque é minha bagagem, são as
- 1:25:49minhas vibes são fatalmente associadas a minha experiência e
- 1:25:53também a experiência de cada jogador.
- 1:25:54Tem ele vivido aquilo ou não tenha aí esteja ele idealizando
- 1:25:58aquela época, esse forma, o caldo estétil que é particular
- 1:26:01daquele grupo, né? E isso vem.
- 1:26:06Se a gente puder adotar uma visão, talvez um pouco menos de
- 1:26:09um mecanicista a um canal serulha, é, e eu não estou
- 1:26:12falando que ele imprime. Mecanicismo, mas que a gente tá
- 1:26:15acostumado no meio do RPG, muito por influência dos videogames, a
- 1:26:20trabalhar de maneira mecanicista.
- 1:26:21Então é bom a gente não confundir esses canais e isso
- 1:26:24ajuda a gente a entender não somente ORPG, mas jogos, né?
- 1:26:29De uma maneira mais ferramental, né?
- 1:26:32Definindo talvez os jogos não como aqueles, os bons jogos, não
- 1:26:36aqui como aqueles que entregam a experiência que o game designer
- 1:26:39que é passar, mas talvez como aqueles que dão.
- 1:26:43Ferramentas e vibes, né? Bons canais para que a gente
- 1:26:48construa a nossa experiência através das nossas referências,
- 1:26:51através do nosso caldo estético, através das nossas vibes,
- 1:26:55dialogando com as vibes que são trazidas pela gente por tantos
- 1:26:58canais. Então é isso, vou deixar uma
- 1:27:00pergunta aqui para você, você prefere jogos que definem as
- 1:27:03vibes nas mecânicas ou que deixam mais soltas por meio de
- 1:27:07outros canais também? Comenta aí suas preferências
- 1:27:11paralelas, suas referências. Paralelas aos videogames de 8
- 1:27:15bits e 16 bits que você quando você pensa em jogos 16 bits, 8
- 1:27:19bits e RPGs eletrônicos, o que mais vem a sua cabeça fora
- 1:27:24dessas referências diretas, tendo vivido nos anos 80 e 90?
- 1:27:29Ou não conta aí pra mim. Bom, é isso, vou deixar o os
- 1:27:33links aqui citados no episódio, né?
- 1:27:34Os os links, inclusive dos financiamentos coletivos da
- 1:27:37tria, nossa parceira. Obrigado novamente a tria por
- 1:27:40oferecer esse episódio de hoje. É, vou deixar também Oo os links
- 1:27:47aí para os anúncios o dungeons of cards é do deserto e fogo
- 1:27:50dungeons of cards, Docas e florestas.
- 1:27:52Deixar também o link para o YouTube do café com dângeo que a
- 1:27:55gente deixou no anúncio também deixar o link mencionado aí para
- 1:27:58o episódio. Mecânicas também são vibes caso
- 1:28:00você não tenha ouvido lembrar que você pode se tornar 11
- 1:28:03apoiador do café com dângeo. É EE ajudar a gente a voltar a
- 1:28:07ter 5 episódios semanais batendo metas, então.
- 1:28:10Considera aí apoiar o nosso projeto lá na nossa expansão lá
- 1:28:12no apoia.se barra café com dânjon se você gostou
- 1:28:16especialmente do café de hoje, você pode deixar uma gorjeta pra
- 1:28:18gente, manda um Pix aí em qualquervalorpracafecomdangio@gmail.com
- 1:28:22a gente conta com você. Se você tem uma empresa ou uma
- 1:28:24marca e quer ter um dia na semana aqui no café com dânjon,
- 1:28:26você pode financiar um episódio semanal aqui, já pensou?
- 1:28:30E assim você faz AA Alegria da Márcia repejista, assim como a
- 1:28:33trilha editora faz com 2 episódios mensais a mais aqui no
- 1:28:36café com dânjon. Então consulta a gente aí em
- 1:28:38café comdanjo@gmail.com que a gente tem uma proposta especial
- 1:28:42para você já agradecendo novamente aí o Bruno pela
- 1:28:45renovação aí da nossa parceria. Consulte aí também a gente sobre
- 1:28:50parcerias e anúncios em spots de áudio, áudio, drama, et cetera.
- 1:28:54A gente trabalha com marcas de RPGE também outros ramos aí como
- 1:28:56café e jogos, tecnologia, mídia, et cetera.
- 1:28:59Se você é um produto de conteúdo, game designer
- 1:29:01independente, acadêmico ou fun e quer participar do projeto,
- 1:29:03manda um e-mail pragentecafecomdanjo@gmail.com.
- 1:29:06Por fim, agradecer os nossos assinantes, a galera do pronto
- 1:29:09que torna possível essa aventura.
- 1:29:10Então obrigado ao pessoal que o apoio que o nível incentivo,
- 1:29:13incluindo aí o enée juzaburu Suzuki grande, mais o pessoal do
- 1:29:16nível de apoio à comunidade, incluindo aí o Rodrigo gesta
- 1:29:19Figueiredo, o Rodrigo Fernandes e o Chico Siqueira.
- 1:29:21Um salvo especial para os assinantes do nível RPG do Jô,
- 1:29:24dentre eles o Diego sexito, Lucas barjudi, o Pedro Oliveira
- 1:29:27obsina e Lucas Ferreira cabreira, e o Thiago da luz
- 1:29:30Gabriel. É um abraço aos membros do
- 1:29:33treinamento, ó, e o fantasy? E eles são Clayton, o Daniel
- 1:29:36Haidar, Henrique Cavalcante, o Léo Gaspar da meninini, o Marcos
- 1:29:40Gonçalves e Vinícius Lourenço. Muito obrigado, gente.
- 1:29:43E um imenso agradecimento aos membros do café com balbi.
- 1:29:45E eles são Thiago Augusto e João Almeida.
- 1:29:47Galera, muitíssimo obrigado. E valeu Thiago aí pelo grande do
- 1:29:521000 que a gente passou aí tomando café e comendo cookie
- 1:29:55aí. Na no centro de São Paulo.
- 1:29:58Muito obrigado. Valeu, galera.
- 1:29:59Um abraço e até a próxima.