Latest / SuinoCast · by PPGVET / Dr. Robson Antunes: A Evolução Genética na Suinocultura | Ep. 271
Transcript
- 0:05Estanoar o primeiro podcast da swinocultura brasileira,
- 0:09o Swinocast. Eu diria que esse animal tem
- 0:13que ser resistente a doenças, então a resiliência
- 0:19realmente tem que ser um animal resiliente, porque o
- 0:22sistema de produção é mais intensivo, tem a dúvida,
- 0:26então a resiliência é importante, e eu acho que
- 0:30todos os programas estão pensando nisso, às vezes
- 0:33alguns falam que é robuste, os outros falam que
- 0:37resiliência, mas todos os programas de melhor MGM
- 0:40estão voltados para isso, fazendo cada vez animais
- 0:45mais resilientes para suportar o sistema de
- 0:48produção. Siga -nos nas redes sociais,
- 0:51YouTube e Spotify para ter acesso a conteúdo técnico
- 0:54atual de qualidade irreverente e gratuito. O
- 1:00Swinocast só é possível através do apoio de
- 1:03empresas inovadoras e que apoiem a educação continuada
- 1:06na swinocultura brasileira. DSM
- 1:08Firminage, moldando o futuro dos cuidados com Swinocast.
- 1:12Top Gen, onde você encontra as
- 1:14matrizes mais completas do mercado, a excelência está
- 1:17no nosso DNA. Alga Prime DHA da Cobion Omega
- 1:213 DHA, a base de algas para a nutrição de
- 1:24swinocast em todas as fases de crescimento. Adicioná
- 1:27-lo às rações e está mais fácil do que nunca. Olá,
- 1:35sejam todos muito bem -vindos para mais uma edição
- 1:37do nosso Swinocast, o meu nome é Guilherme Dretis,
- 1:41sou host do programa. Hoje tenho um convidado muito
- 1:44especial, Dr. Vopson Antunes, o Vopson que é
- 1:48veterinário, eu tenho uma longa caveira na
- 1:52swinocultura, hoje é professor da Universidade
- 1:55Federal de Berlândia. E Vopson, seja muito bem
- 1:59-vindo para o nosso programa. Esse
- 2:01eu sempre gosto de falar que é um programa leve, um
- 2:05programa democrático aberto e para uma grama enorme de
- 2:09assistentes. E a gente está na expectativa
- 2:12que cresça ainda mais com essa tua participação. A
- 2:17gente pensa aqui nos professores, quem está na
- 2:20academia, na academia, nos alunos, nos produtores, nos
- 2:25funcionários diretos, em quem dá suporte a
- 2:29veterinários, agronomos, biólogos, os tecnistas
- 2:32técnicos em agropecuária, toda essa gama de pessoas
- 2:37que dão suporte, os filhos dos produtores, os
- 2:42consumidores da nossa carne e nos nossos não
- 2:44consumidores também. Então, a expectativa é grande,
- 2:48Vopson, fiz uma breve apresentação aqui e gostaria
- 2:52de saber quem é o Vopson Antunes, pelo próprio Vopson
- 2:55Antunes, da onde veio e como foi parar aí, como
- 3:00professor da Universidade Federal de Berlândia, numa
- 3:04cadeira importantíssima que é a sua inputura. Seja
- 3:06muito bem -vindo, Vopson. Obrigado,
- 3:09Vilene, obrigado pela equipe CinoCast, pelo convite, é
- 3:13uma honra poder contribuir com esse podcast de
- 3:17sucesso. Já de antemão eu digo que eu
- 3:21uso os poderes de vocês nas minhas aulas, eu uso
- 3:26bastante. E a aula fica mais dinâmica
- 3:30e sempre bem receptável, muito boa pelos estudantes.
- 3:35Bom, falando um pouquinho da
- 3:36minha origem, eu sou de uma família de agricultores
- 3:42e pecuaristas familiares do interior do Estado de São
- 3:46Paulo. Quatro irmãos, meus pais não
- 3:52tinham diploma universitário, no entanto, meu pai e
- 3:56minha mãe, quis eram que os filhos estudassem. Então,
- 4:00a gente tinha um sítio, a renda da nossa família era
- 4:03um sítio de 12 hectares, perdão, 12 alquires,
- 4:08Paulista, que é a metade do alquirem negro. Então,
- 4:11vai dar 24 hectares, mais ou menos. E
- 4:15a gente tinha café e leite lá. Tinha
- 4:19que estudar, no sinal de semana, no horário que eu
- 4:21não estava estudando, eu tinha que pegar o esterco
- 4:23do gado de lente e levar para o café, e esse era
- 4:26um dos serviços que eu tinha. Mas
- 4:28meu pai sempre liberava para o estudo, o estudo
- 4:32era o primordial, tinha que estudar. E
- 4:37meu irmão conseguiu fazer matemática na Unéssipa de
- 4:40São José do Rio Preto, que é próximo lá da nossa
- 4:42cidade, que é Monte Oprasívio, uma cidade
- 4:44pequena, próximo a São José do Rio Preto. A
- 4:47minha irmã conseguiu fazer direito e eu vim morar em
- 4:52Bernanthia com o irmão que fazia engenharia mecânica,
- 4:56porque senão eu teria que fazer cursinho em São José
- 4:58do Rio Preto e morando junto aqui, a família
- 5:01economizou. Então eu entrei em Bernanthia,
- 5:04ainda no ensino médio, e fiquei por aqui o segundo
- 5:09e terceiro colegial, depois passei na vestibular na
- 5:12Unéssipa de Jambuticabal. Eu fui, eu formei na Unéssipa
- 5:16de Jambuticabal, tive a possibilidade de estudar com
- 5:20o professor, aluno do professor Fernando Carvalho,
- 5:24que é um dos primeiros, daquele primeiro livro,
- 5:26Patologia Crínica Suína, ele é um dos coautores lá
- 5:30junto com o pessoal, aquele primeiro embriãozinho que
- 5:33depois virou o livro, doença dos suminos atual.
- 5:37Então eu fui aluno dele, ele
- 5:39tinha feito uma posdutorado com o Carlos Pirrohan nos
- 5:45Estados Unidos, e tinha voltado de lá e isso foi
- 5:49muito bom. Apesar de que por eu ter vindo
- 5:52do Gado de Leite na família, eu acabei me
- 5:55dedicando na graduação a Gado de Leite. Meu
- 5:57primeiro trabalho foi aqui na região de Bernanthia, na
- 5:59cooperativa Agropecuara Limitada de Bernanthia, a
- 6:02Calu, com o Gado de Leite. E
- 6:06entrando no mestrado na Universidade Federal de
- 6:08Bernanthia, o meu mestrado era com leite, e surgiu
- 6:12uma possibilidade de mudar para suminos, para atender
- 6:15um projeto de parceria da grande resenha da resenha
- 6:17de na época com a Universidade Federal de
- 6:19Bernanthia. Eu acabei mudando para os
- 6:22suminos por causa desse projeto, que tinha uma
- 6:25possibilidade interessante, e aí surgiu o convite no
- 6:30final do mestrado de ficar a resenha, já na equipe de
- 6:34suminos da resenha. Depois eu acabei fazendo o
- 6:37doutorado voltado já para outras problemas na época
- 6:41lá, tentar respostas para alguns problemas da genética
- 6:45de suminos na Belgrândia Resenha. Na
- 6:48resenha eu tive a possibilidade de trabalhar
- 6:49na equipe, uma equipe muito forte, um, um Sam Severo,
- 6:52que foi o primeiro diretor do Centro Nacional dos
- 6:56Suminos e Hávies, em Concorde, doutor Isabel
- 6:59Scheib, que foi da Embrapa e veio para a resenha de
- 7:02implantar a parte central de produção de suminos. E
- 7:07uma equipe bastante forte na nutrição, na sanidade,
- 7:10nos manejos, acho que a resenha foi a grande escola
- 7:14de suminocultura para mim. Da
- 7:16resenha eu fui, passei um ano aqui, de sadia, quando
- 7:22a sadia comprou a grande resenha de um Bernanthia,
- 7:25fiquei um ano nessa transição, e recebi um
- 7:28convite para assumir o programa de inúmero
- 7:31gerêntico da Dalland, no Brasil. A
- 7:34Dalland foi comprada na Holanda pela Stumbuk,
- 7:38Stumbuk e Fomeva, que era o grupo CVZ, e virou
- 7:42tópics. Então, de Dalland, fui para Tóx,
- 7:46e fiquei na Tóx até 2006, quando eu passei no
- 7:53concurso aqui na Universidade Federal de
- 7:54Bernanthia, para a área de suminocultura, e assumi
- 7:57aqui, nessa cadeira de professor de suminocultura.
- 8:02Então, essa foi a trajetória até
- 8:04o ponto de estar aqui na UFA. A
- 8:09SEVA é um dos principais players no mercado de saúde
- 8:12animal, atuando com inovação e responsabilidade, buscando
- 8:16soluções de saúde inovadoras para todos os animais,
- 8:20contribuindo para o futuro de nosso diverso planeta,
- 8:23moldando cada solução, de acordo com as necessidades
- 8:26e desafios do mercado consumidor, e compartilhando
- 8:29conhecimentos de alta qualidade. Para
- 8:31não perder nenhuma novidade, siga a SEVA Saúde Animal
- 8:34no Instagram, Arroba SEVA SUINOS BRASIL. Que
- 8:40legal! Já notei um ponto aqui, e
- 8:44interessei o teu feedback em relação ao programa. A
- 8:49gente teve uma receta de pesquisa, e aproximadamente
- 8:5240 % do que a assistência do programa são
- 8:57veterinários. E tem um percentual que eu
- 9:01não vou saber agora, que são de professores, mas é
- 9:04interessante esse uso na teoria e na prática. Ao
- 9:08todo, são quantos anos aí? 18
- 9:10anos de professora e ao todo, quantos anos de
- 9:14determinária? Eu fomei 92, lá na UFCB, e
- 9:2092. Então, eu 30 aí, poucos anos já.
- 9:26É bom rever um amigo antigo,
- 9:30Jopsson. A gente participou das
- 9:33discussões, e eu acho legal falar em Dalland, e contou
- 9:39aqui a história da Dalland e Toppings, que nos nossos
- 9:42primeiros encontros, é um alojamento lá do grande
- 9:46projeto que foi Juvento. E também, eu sei ver, depois
- 9:50de vários anos, uma viagem que a gente fez para a
- 9:55Holanda, para pegar o chão de grande mesa, para sujar
- 9:59o pé e pegar na prática. Eu
- 10:02lembro que fomos nós dois, foi a Masaré, e vou fazer
- 10:08alguma injustiça aqui, que eu não lembro, quem mais
- 10:10foi junto com nós, mas é interessante fazer essa
- 10:13discussão. Eu lembro que a gente tinha
- 10:15uma parte de campo e também essa parte da
- 10:19genética. É hoje que a gente vai
- 10:22querer discutir e aprender questões básicas da
- 10:27genética, e talvez associar também questões práticas,
- 10:34que o geneticista não seja um ser assim que está
- 10:38dentro do escritório, e eu sei de uma frase tua, que
- 10:43tu comentou, que eu achei legal, eu já vou fazer uma
- 10:48pergunta e que debate pronto. Uma
- 10:52vez eu ouvi tu falar, eu não sei se tu estava
- 10:55citando, uma frase tua mesmo, e tu falou que o
- 10:58Sil da Ferme, o Sil, ele entra pela boca. E
- 11:05eu achei legal essa associação. Eu
- 11:10te pergunto, a genética entra por onde? Aonde
- 11:13que entra a genética? Obrigado
- 11:18pela pergunta. Eu estava citando meus
- 11:20professores lá de Jambos de Carbal, que eles falavam
- 11:22muito, falavam bastante. Eu acho que os grandes
- 11:28desafios da genética, eu acho que a conversa poderia
- 11:32começar por aí, falar dos desafios que a genética tem
- 11:35que enfrentar. Porque eu acho que isso direciona
- 11:39bastante a conversa. E a genética tem dois grandes
- 11:44desafios. O primeiro desafio é que ela
- 11:49tem que definir os objetivos de seleção com
- 11:54base no futuro, porque vai demorar a mudar os animais.
- 12:00Então, quando você começa a mudar
- 12:01os animais em uma certa direção, você está pensando
- 12:04que é o que o mercado vai querer. Isso
- 12:07demora, demora alguns anos. Então,
- 12:10as decisões que você está tomando agora, esse animal
- 12:13vai ser daquele jeito que você planejou daqui a
- 12:16alguns anos. E se o mercado mudar, e
- 12:19aquele animal não for mais o que você planejou lá
- 12:22atrás. Então, isso é um risco que a
- 12:24genética corre, por isso que ela tem que estar
- 12:26sempre trabalhando com o mercado, gente de campo
- 12:30junto, para realmente tentar assondar o que vai ser
- 12:34importante no futuro. Porque a gente brinca, né? Se
- 12:37lá no futuro estivesse chovendo sopa, se você
- 12:40estivesse de garfo, já era, né? Então,
- 12:44nós vimos isso acontecer. Eu
- 12:46acho que eu acompanhei de perto algo que aconteceu na
- 12:50agricultura. A Resente tinha uma linhagem
- 12:52que era líder de mercado, mas o mercado mudou. E
- 12:57aconteceu isso. As linhagens outras que se
- 13:01adaptaram mais rápido a um mercado, dominaram o mercado
- 13:04de fragmentos de corte. E a Resente na época sofreu
- 13:08com isso. Então, a Resente chegou a ter 70
- 13:11% do mercado de pintinhos de corte do Brasil, os
- 13:14incubatórios de Berlândia mandaram pintinho para o
- 13:16Brasil Impiro, quando essa linhagem era líder absoluta.
- 13:19E conforme o mercado foi
- 13:22valorizando cortes, peito, coxa, sobrecoxa, tal, essa
- 13:26linhagem acabou perdendo o mercado e perdeu rápido. No
- 13:29frango, é mais rápido ainda. No
- 13:32Suíno, a gente tem um outro exemplo que a gente
- 13:34viu também acontecer. Que foi quando a Rússia entrou
- 13:38comprando da gente que nem é uma doida, né? Comprando
- 13:42tudo e a gente que... E os russos não importavam se
- 13:45o animal era gordo, se o torcinho era de 4
- 13:48centímetros, eles queriam... Se
- 13:51fosse magra, eles falavam que era doente, né? Tinha
- 13:53uma brincadeira, não, os russos querem torcinho. Se
- 13:55for magra, eles falam que era doente. Aí
- 13:58tinha uma empresa de melhoramento, que tinha uma
- 14:01linhagem excelente, uma conversão excelente, carne
- 14:04magra muito boa, era competitiva, mas que essa
- 14:08carne magra com essa conversão era a custa de
- 14:10consumo menor. Então ela não crescia tão rápido.
- 14:15E ela foi penalizada, porque
- 14:16os russos queriam ser para vender para a Rússia, todo
- 14:19mundo queria velocidade, porque eles não importavam
- 14:21com a gordura. Então queriam fazer animais
- 14:23rápido, pesado, para ter carcaça para vender para a
- 14:27Rússia. Isso foi de 2001, 2003, talvez
- 14:30de 2001 até 2005, ali. A Rússia entrou comprando
- 14:34tudo. E essa empresa sofreu e
- 14:36acabou também sendo muito penalizada. Então,
- 14:40só por exemplo, ficar a questão de que uma empresa
- 14:44que hoje pode ser líder, está com um baita produto,
- 14:47mas se o mercado mudar e ela não acompanhou essa
- 14:49mudança, nesse caso foi uma infelicidade, né? Esse
- 14:52caso das árvores, eu acho que o mercado estava
- 14:55sinalizando. Mas isso não, foi uma
- 14:57infelicidade da empresa, porque é algo que você não
- 14:59prevê. Quem ia prevê que a Rússia ia
- 15:02entrar comprando desse jeito. E
- 15:05aí fica a dica também para a gente começar a reavaliar
- 15:08as questões de mercado hoje, por exemplo. Porque
- 15:11a mesma Rússia que comprou desse tanto, de repente, em
- 15:14um determinado momento, ela virou alto o suficiente e
- 15:19de importadura virou até exportadora, né? Já
- 15:21está exportando lá para os vizinhos. Para
- 15:25a China. E aí vem a pergunta, a China
- 15:28realmente vai ser importadora mesmo? Porque
- 15:32nós tivemos a presença aqui de um consultor
- 15:36internacional muito famoso aqui num curso de
- 15:39especialização de ciências avícoles. Mas
- 15:42ele é especializado em carnes, né? E
- 15:46ele falou que ele estava numa consultoria na China e
- 15:51os chineses falaram assim, ó, nós vamos ser alto o
- 15:55suficiente em carne de suína. Mas
- 15:58por um exercício acadêmico, se a gente não for, o que
- 16:01a gente tem que fazer? E isso ele estava aqui em
- 16:04Bernanth em 2012, num simpósito aqui em Cairno da
- 16:07U. E ele falou assim, ah, eu
- 16:10falei para eles que eles tinham que comprar as
- 16:12empresas de produção de carne ao Eduardo Mundo para
- 16:15mandar para lá, para abastecê -los. E
- 16:18foi engraçado, porque ele foi ouvido, os cineses
- 16:22ouviram o que ele falou e fizeram. E
- 16:23naquele 2013 eles começaram brincando de comprar a
- 16:27Smithfield, né? O banco chinês já comprou a
- 16:30Smithfield em 2013. Quando a gente abriu, eu e meu
- 16:33colega de sala, quando nós abrimos o computador, ele
- 16:36viu uma notícia, eu vi na Cinecultura Industrial e ele
- 16:39viu na Cinecultura Industrial e ele falou
- 16:42assim, nossa, ele falou isso que aconteceu, hein?
- 16:46Olha só, ele falou em setembro,
- 16:49eu acredito que foi que ele teve aqui. Eu
- 16:51acho que as notícias apareceu da compra em
- 16:54março, abriu do outro lado. Então
- 16:57assim, realmente. E ele explicou, né, que a
- 17:01China não será, não será autossuficiente, porque gasta
- 17:05muito água por produção de carne de swing e eles não
- 17:07têm essa água. Só que a gente tem que
- 17:10perguntar, será que eles sabem disso? Será
- 17:13que eles não estão correndo atrás de economizar água?
- 17:16Será que esses prédios verticais
- 17:19não são para isso também? Sabe?
- 17:23Conversando sobre isso, sobre os prédios verticais
- 17:26na China, eu conversei com um dinheiro civil, colega
- 17:32aqui da UF, e contei para ele, ele não é da área,
- 17:35ele falou assim, olha, o custo de produção de
- 17:38prédios verticais não é tão mais alto quanto era no
- 17:42passado. No passado, para cada andar
- 17:44que você construía e aumentando lá,
- 17:47assustadoramente, ele falou hoje não, hoje é 15%. Dá
- 17:51para fazer com 15 % só. A mais. Eu
- 17:56falei da água, ele falou, olha, a água de, que eles
- 17:59chamam de água cinza, que é água de reúso, falando
- 18:02no prédio vertical, há uma otimização dessa água de
- 18:05reúso. Utiliza muito, por vários motivos
- 18:08da construção e tal. Então, será que eles não estão
- 18:12pensando nisso para resolver o problema da sanidade?
- 18:15Porque no prédio vertical, você
- 18:17fecha ele, se entra via quarentenário, você controla
- 18:21as pessoas que estão entrando, põe um filtro de
- 18:23ar, as peças fina africana não vai atingir esses
- 18:26animais lá, né? Eles vão segurar essa sanidade.
- 18:31E essa água de reúso ajuda,
- 18:34né? Sem contar a logística que a
- 18:36gente vê eles falando nos vídeos lá, que vem da
- 18:39China, né? Mas a pergunta, e eles estão
- 18:41fazendo transposição também, eles fizeram transposição de
- 18:44rios lá, por mais de mil quilômetros de transposição
- 18:46de rios. Então, será que eles estão
- 18:48correndo atrás desse problema da água? E
- 18:51eles falaram que eles, eles falaram, nós vamos ser
- 18:53autosficiente, mas se não formos, o que a gente vai
- 18:56fazer, né? Ele estava, e o consultor aqui
- 19:00falou, olha, eles deram o braço a torcer, eles sabem
- 19:03que eles não vão ser. Mas será, né? Eles
- 19:05estão substituindo aquele suíno, aquela genética
- 19:08caipira por genética moderna, né? Em
- 19:11grande escala. E aí a gente tem que
- 19:15perguntar, será que eles não vão ser igual a
- 19:17Rússia? Daqui a pouco, eles estão
- 19:18esportando lá pros vizinhos, pra Coreia, pros Filipinos,
- 19:21etc. Então, precisamos nos perguntar
- 19:24sobre isso. E termos plano de contingência
- 19:27também, mercadôlogico. Abre pra BCS, precisam fazer
- 19:32planos de contingência pra isso também, não é só pra
- 19:35sanidade, mas que planos de contingência mercadôlogico
- 19:38também, né? Pegando esse teogancho do futuro,
- 19:43agora é pensamento do geneticista aí do futuro.
- 19:47Tem esse cenário da China, que
- 19:52ele é controverso, né? Se vão conseguir ou não
- 19:55produzir, eu tive a oportunidade de ir lá e vi
- 20:00grandes empresas falando que eles não têm condição
- 20:02mesmo, né? E a gente vê esse programa
- 20:05da água e do taposolo. E pegando o crescimento
- 20:10mundial. Fazendo uma... esses
- 20:15dias eu vi o crescimento ano após ano, e o mundo
- 20:19crescendo aí 80 milhões de pessoas por ano. Ontem
- 20:24eu fiz uma pesquisa aqui, o mundo cresceu em uma
- 20:26Alemanha, a Alemanha inteira em um ano. Então,
- 20:30às vezes a gente vê números assim, não, 80
- 20:32milhões, 70 milhões, passa, mas é um número... É
- 20:37considerado. Qual que é o animal do futuro?
- 20:42Considerando o mundo vai crescer, tem
- 20:45toda essa questão das novas alternativas, né? Mas
- 20:52pensando em consumo ou pensando em produção, qual
- 20:56que é o animal que está sendo modulado hoje
- 20:59geneticamente? Pergunta de um milhão, né? Mas
- 21:06eu diria que esse animal tem que ser resistente a
- 21:13doenças. Então, a resiliência realmente, ele
- 21:16tem que ser um animal resiliente, porque o sistema
- 21:19de produção é cada vez mais intensivo, tem a
- 21:22dúvida. Então, a resiliência é importante.
- 21:26E eu acho que todos os
- 21:27programas estão pensando nisso, né? Às
- 21:29vezes alguns falam que é robustez, outros falam que
- 21:33é resiliência, mas todos os programas de imediatamente
- 21:36estão voltados para isso, fazerem cada vez animais
- 21:41mais resilientes para suportar o sistema intensivo
- 21:44de produção. Tem que ter mais as fêmeas, a
- 21:47linha fêmea tem que ter mais tetas, tem a dúvida
- 21:51que tem que ter mais tetas. Uma
- 21:56parência aqui, quando tu estava lá na resena, no
- 21:59começo, quantos tetos tinha? Só
- 22:04ia para a reprodução se tivesse seis pares. Doze.
- 22:09Os dois primeiros, os dois peitorais. E
- 22:12os quatro peitorais tinham que ser íntimos. Os
- 22:15dois pares. Se ela tivesse 14 tetas, mas
- 22:19tivesse um peitoral cego, não ia. Não
- 22:23ia para a reprodução, era descartada. Tinha
- 22:25que ter os quatro peitorais. Vamos
- 22:26lá, robustez, tetos. Conversão
- 22:32alimentar, na linha paterna, conversão alimentar cada vez
- 22:34vai ser mais necessária, não tem a dúvida. Porque
- 22:41essa questão das induças de etanol para a produção de
- 22:46etanol de milho, isso faz com que o milho controla a
- 22:51oferta de milho. Se está sobrando milho, você
- 22:54joga na indução de etanol e soma com ele do mercado.
- 22:58Então, não vai ter mais milho
- 23:01barato, igual teve no passado, e a base da nossa
- 23:04produção é milho. Então, a conversão realmente vai
- 23:08ter que continuar sendo foco mesmo. E
- 23:13lembrar que aí vem os problemas, porque o
- 23:17terminado, metade dele, vem da mãe. Então,
- 23:21a mãe também contribui para essa conversão. E
- 23:25aí, quando você coloca pressão de seleção na linha
- 23:28fêmea para conversão, pode ser que você crie problemas
- 23:34de reprodutivos. Aí vem o segundo desafio, eu
- 23:39tinha falado do primeiro desafio, o que é previou o
- 23:42futuro. O segundo desafio é exatamente
- 23:46as respostas correlacionadas. Porque
- 23:50não pinge, você mexe em uma coisa e tem a resposta
- 23:53correlacionada. Então, por isso que as empresas
- 23:57estão tentando fazer ínsides de seleção cada vez mais
- 24:00equilibradas. Porque se você seleciona para a
- 24:04resposta correlacionada desfavorável ao mesmo tempo
- 24:07também para corrigi -la, é possível ser evoluir o
- 24:11animal equilibrado, de maneira equilibrada. E
- 24:15algo que as empresas estão fazendo, por exemplo, é
- 24:18nasce mais só que morre mais. Então,
- 24:21todo mundo vive esse problema. Eles
- 24:24estão colocando índice seleção para características
- 24:28que os leitões sobrevivam mais. E
- 24:32isso está avançando. Então, se consegue um animal, são
- 24:35caractícios antagônicos, você quer que nasce mais, mas
- 24:38que sobreviva. E elas são antagônicas. Então,
- 24:42assim, tem uma resposta correlacionada desfavorável.
- 24:45Mas se colocar no índice, dá
- 24:47para fazer progresso nas duas ao mesmo tempo. Na
- 24:51linha paterna, eu citaria, esse exemplo desse seria a
- 24:56questão da gordura intramuscular. Porque
- 24:59as empresas continuam selecionando para aumentar a
- 25:02carne magra? Por quê? Porque
- 25:03a meta de peso sempre está aumentando pela indústria. A
- 25:07indústria nunca... Ela fala, eu quero um suíno de
- 25:11130 kg, com a mesma gordura do suíno de 120 kg
- 25:15e com a mesma conversão. Aí,
- 25:18a genética, os melhoristas têm que deslocar a curva
- 25:21de crescimento. Para que esse animal, a curva
- 25:24de crescimento atenda essa nova meta da indústria. Só
- 25:28que quando a empresa diminuir a meta atende 130
- 25:32kg, aí a indústria fala assim, não, eu quero 135
- 25:35kg. E com a mesma gordura e com
- 25:40a mesma conversão da minha parada. Aí
- 25:42eles têm que deslocar a curva de novo. E
- 25:46quando chegar a 100kg, eles dizem, eu quero 140kg. E
- 25:48esse negócio não para, porque sempre vai diluir o
- 25:51curso lá na indústria e sempre vai aumentar o peso.
- 25:54Mas tem que entregar o peso
- 25:56mais elevado com a mesma conversão e com a mesma
- 26:00gordura. Então, não pode sobre a gordura
- 26:01lá, panha, na indústria de ação. Deixa
- 26:05eu pegar dois pontos aqui. Quando
- 26:09a gente começa a falar de número de história, é
- 26:11interessante ver o passado, né? Eu
- 26:14lembro que a gente fazia palestras aí, falando que a
- 26:17gente tinha desmamado 24, 25, e os produtores não
- 26:22apresitaram, achavam que era isso. E
- 26:26fazendo um levantamento, esses dias eu fiz um
- 26:28levantamento dos dados da Agnes, de 2008 até agora,
- 26:33até os últimos. E o peso de nascimento do
- 26:372008 para cá, a leite é gada. E
- 26:40a média perdeu 100g a cada leitão. E
- 26:46infelizmente, esses 100g não é 100g, cada um perde
- 26:49100g, né? A gente tem o leitão que
- 26:51nasce aí, 600g. Com 200g, por exemplo. É,
- 26:55com muito... E os nascimentos são bem
- 26:57pequenos. E o número, e tu falou isso
- 27:02na questão da prolificidade, tem essa dicotomia que é
- 27:07de prolificidade e de viabilidade. Qual
- 27:10é o limite? Vou te dar duas questões
- 27:14fáceis. Qual é o limite dessa conta aí,
- 27:19de prolificidade ou de prolificidade por ano mesmo,
- 27:25né? Do animal e a viabilidade, com
- 27:28qualidade da indústria, pegando o ponto de sigo.
- 27:30Esse seria um ponto. E
- 27:32o outro ponto que tu comentou, em respeito do
- 27:35Mar Moreio, na pandemia e no ano passado, o consumo
- 27:44do suíno aumentou bastante, muito em função do aumento
- 27:49da carne bovina. Do preço, né? Do
- 27:52preço, né? O consumo, é, do preço, do
- 27:56preço da carne bovina. Eu sempre digo, o brasileiro,
- 27:59ele comeu mais, hoje está a 20 ,5kg, né? Ele
- 28:03comeu mais porque ele gosta mais de carne suíno, porque
- 28:06é barato, né? Quando que nós vamos ter essa
- 28:11certeza de... De dizer, não, o meu produto,
- 28:13ele é saboroso, né? Esse Mar Moreio, ou... Como
- 28:20é que faz essa conta aí, Jops? Pois
- 28:24é. As empresas de melhoramento que
- 28:26atuam no Brasil, né? Essas transnacionais, elas têm
- 28:31niagens voltadas para mercados japonês, por
- 28:34exemplo, que têm gordura intranuscular alta. E
- 28:39suculência e carne mais vermelha. Assim,
- 28:43isso é antigo, né? Já tem a... de
- 28:46longa edada. Na época da Resende, a Resende
- 28:49teve um crescimento rápido, um determinado momento da
- 28:52integração, que ela comprou muitos animais de uma
- 28:55determinada empresa genética, e eu fui para os Estados
- 28:59Unidos visitar lá os lucros de melhoramento dessa
- 29:01empresa, tive a oportunidade de visitar lá. E
- 29:06comprou aqui no Brasil, né? Mas
- 29:07como tinha essa parceria, então, eu visitei. E
- 29:10visitei. E nessa época, foi final de
- 29:13ano, eu me lembro, e teve uma festa lá na empresa do
- 29:17Fraldaneiro, eles serviram churrasco de longo,
- 29:22grelhado... Estados Unidos? É,
- 29:24nos Estados Unidos. Eu estava lá, passei o Natal
- 29:26lá, e antes do Natal ali, foi servido um longo
- 29:30grelhado. E, nossa, eu fiquei bobo de
- 29:33vir aqui lá. Era um suculento, um gordura
- 29:37intranuscular alta, saboroso, e grelhado, só são grosso
- 29:42mesmo, igual a gente faz com um contrafelebo ovinho.
- 29:45E recentemente, antes da
- 29:46pandemia, eu tive... em 2019, antes da pandemia, eu
- 29:50tive no Canadá. E também o pessoal do Canadá
- 29:54me serviu lá, longo, grelhado de novo, nós
- 29:58fizemos churrasco no final de semana, e longo grelhado
- 30:01de animais, de linhais que vão para Japão. De
- 30:04novo. É suculento, mais... o
- 30:08carne mais vermelha, suculento, você pode só
- 30:11poçar o grosso, jogar a grelha, que ela não perde
- 30:13a água, a água fica retida, o gordura é
- 30:16muscular alta. Então, assim, essas empresas têm
- 30:18linhagens. Na Europa, também, eu tive
- 30:21essa oportunidade de consumir carne suína lá, e
- 30:24de... e vai para Japão. Sento
- 30:26que você consome longo, que desses linhagens que vão
- 30:29para Japão, é outra carne. Elas
- 30:31não estão no Brasil ainda. Elas
- 30:33não estão. Então, essas empresas têm. É
- 30:36possível fazer a seleção para... de
- 30:38novo, né? Para aumentar a carne magra,
- 30:42mais manter a gordura intramuscular num patamar
- 30:46que é... que... que é o que a gente quer
- 30:50no consumo, que o consumidor sente uma textura
- 30:54boa e um Panadar boa na carne suína. Isso
- 30:57aí já está bem pesquisado. Tem
- 30:58uma pesquisadora de um instituto da Dinamarca, que
- 31:02é, tipo, uma Embrapa lá da Dinamarca. Essa...
- 31:05ela chama Patricia Bartonguide. Na
- 31:09Patricia Bartonguide, ela fez uns... várias
- 31:11pesquisas nessa área, e ela determinou que o consumo,
- 31:15tanto em termos objetivos quanto sensorial, tem que
- 31:20ficar entre 3 e 4%. O... a gordura intramuscular tem
- 31:24que ficar entre 3 e 4%. Se
- 31:26ela ficar entre 3 e 4%, o consumidor adora, e ela
- 31:30carne que o consumidor gosta muito. Então,
- 31:33ela tem esses... essas pesquisas, mostra isso. E...
- 31:38Aqui no Brasil, a gente tem testado o Kimberlund no
- 31:41laboratório com aquela metodologia softlet, que é
- 31:45a mais... é a mais conceituada, mais
- 31:48respeitada, né? Porque receita e tira o... o
- 31:52rudura com o étor de petróleo. Então,
- 31:55a gente tem dosado aqui, e as linhagens nossas que a
- 31:57gente tem no Brasil está dando um... um
- 32:00vírgula... abaixo de 2%. Abaixo
- 32:04de 2%. Então, assim, tá longe desse...
- 32:08desse 3 % a 4 % de gordura
- 32:10intramuscular. Então, isso é... isso
- 32:13é complicado. Agora, é possível fazer seleção
- 32:15para aumentar a carne magra, ou seja, baixar a
- 32:17gordura de cobertura, e ao mesmo tempo aumentar a
- 32:20gordura intramuscular, é possível. Tem
- 32:22um trabalho da dissertação de mestrado da Luana
- 32:25Ribeiro, foi me orientado aqui na Ufo, e a gente
- 32:30mostrou isso, que inclusive o gênero lotano, por
- 32:36exemplo, não... ele não interfere na gordura
- 32:40intramuscular. Ele interfere na gordura de
- 32:43cobertura. Não interfere na gordura
- 32:45intramuscular. Então, pegando apenas um gênero,
- 32:47por exemplo, ficar. Esse gênero lotano não interfere.
- 32:52Então, é possível, mesmo em
- 32:53animais recessivos, para o lotano, você conseguir
- 32:55aumentar a gordura intramuscular. É
- 32:58possível isso, com seleção. E
- 33:01hoje em dia, tem tecnologia que permite você traduzir a
- 33:08imagem de ultrassom do animal vivo real -time, e
- 33:12engordura intramuscular. Então,
- 33:14teve uma tese doutorada feita em Armin, há algum
- 33:17tempo já, onde eles fizeram os algoritmos que traduzem
- 33:21esses pontos lá da imagem, da imagem de real -time,
- 33:26engordura intramuscular. Então,
- 33:27não precisa bater o animal, fazer teste de projéreo
- 33:30para dosar a engordura intramuscular, porque isso
- 33:31aí, atrasaria o programa de engordamento. Dá
- 33:34para fazer na testagem dos animais mesmo. Já
- 33:36vai... o animal que está na medida
- 33:38conversão alimentária, eficiência alimentar, ganho
- 33:40de peso, tudo, e mede torcinho com real -time para
- 33:43estimar a carne magra, e já mede a engordura
- 33:46intramuscular também. Isso já existe, essa tecnologia.
- 33:50As empregas de engordamento têm
- 33:51acesso a isso. Então, elas conseguem fazer...
- 33:54Continuar selecionando para aumentar a
- 33:56carne magra, mesmo a peso mais elevado, e manter a
- 33:59engordura intramuscular alta. Então,
- 34:01acho que... talvez não foi... essas
- 34:04niagens não foram introduzidas no Brasil, por
- 34:07essas empresas transnacionais, porque a
- 34:11gente não exporta tanto para Japão, não sei, talvez
- 34:14isso, né? Alguma coisa assim. Mas
- 34:18os apelos... claro, a conta final é preço e
- 34:23ganho, né? Mas uma das coisas que o
- 34:26Brasil mudou muito, é o consumo... a
- 34:29carne fresca, né? O consumo da carne... e
- 34:33a nature, e que tenha crescido bastante. Então,
- 34:37são opções, aí, são alternativas ainda. Eu
- 34:41gostaria de ver contigo o Robson. Pestões
- 34:45práticas de... às vezes eu discutir com os
- 34:51geneticistas, que nem sempre o animal que o geneticista
- 34:56desenha, é o animal que está na grande. A
- 35:00gente considerar aí uma taxa de retenção ruim, mas
- 35:04nós temos... as nossas taxas de retenção
- 35:06não são boas, por adaptação de eleitor, seja lá por
- 35:10perdas do primeiro parque, seja o que for. Mas
- 35:13o que a gente poderia ter de questões práticas dentro
- 35:17da grande para otimizar aí o macho de alto valor
- 35:23genético, em uma central de CME, e falando do lado
- 35:30macho, do lado rendimento e conversão, basicamente, e
- 35:35como que eu consigo ter coisas práticas para dentro
- 35:41da grande instalação ao plantel. Uma
- 35:47pergunta prática para o geneticista, vamos lá, vamos
- 35:51lá. Vamos lá. Vamos
- 35:51ver se o geneticista faz o papel da produção que está
- 35:55bem feita aqui na prejeta. Aqui
- 35:57na prejeta, é o geneticista. Mas
- 35:59defendendo um pouco a genética, uma coisa que se
- 36:07faz no melhor momento genético, é não selecionar
- 36:09mais para aquela conversão alimentar clássica, aquela
- 36:13que é consumo de ração dividido pelo ganho de peso
- 36:16na fase, mas sim pelo consumo residual, que eles
- 36:21chamam de residual feed intake, que é aí o animal
- 36:26que chega naquela curva projetada com menos menos.
- 36:29Aí os animais de residual feed
- 36:31intake negativo, quanto mais negativo, melhor. E
- 36:35como que esse animal, para chegar nessa eficiência
- 36:41alimentar dessa forma, ele está tirando energia de
- 36:45algum lugar, sabe? Então, assim, esse animal não vai
- 36:50ser mais aquele animal que aguenta tanto desafuro,
- 36:54vamos dizer assim. Porque ele tirou de algum lugar
- 36:56para manter a curva, então dentro do projetado com
- 37:01menos ração. Esse que é o animal ideal.
- 37:07Então, defendendo um pouco a
- 37:08genética, a gente precisa, as grandes precisam adotar
- 37:14manejos aí que consigam melhorar a taxa de
- 37:18retenção. Então, se a meta é pela 70 % da
- 37:22semsa até o terceiro parque, mais ou menos isso
- 37:25que o pessoal fala, como é que está casco? Então,
- 37:29assim, dá para fazer casqueamento nessas semsas.
- 37:31Hoje já tem bretis que levantam
- 37:32a fema pelo meio do corpo e o casco fica solto, que
- 37:36facilita as pessoas casquearem. Então,
- 37:39assim, a gente sabe que muito problema de sistete
- 37:42ascendente que leva uma metrite, vem do problema da
- 37:46fema não estar tomando água. E
- 37:48ela não está tomando água porque está por meio de
- 37:50casco, ela levanta do óleo, ela deita, e aí não urina
- 37:55aquele ciclo conhecido. Então,
- 37:58assim, pode fazer um tratamento de casco, a
- 38:01gente pode fazer isso. Já que eu vim do leite, na
- 38:03época do leite a gente tinha isso. O
- 38:05repânio de holandês muito avançado em produção, mas
- 38:08com problemas de casco. E a gente tinha que fazer
- 38:10casco dos animais. Tinha que casquear para poder
- 38:13manter esse animal em produção, porque senão ia
- 38:15ser descartado para o planeta de casco. Então,
- 38:18assim, dá para as grandes fazer alguma coisa para...
- 38:21A gente vê muito isso, uma
- 38:22fema muito moderna, é extremamente leiteira, então
- 38:27ela é extremamente exigente para produz muito leite.
- 38:29Meu colega Bruno, que é
- 38:31professor na Federal de Minas Gerais no Campos de
- 38:34Monde Esclárus, meu Bruno falava assim, ó, essa fema
- 38:37de hoje ela é uma vaca de perna curta. Ela
- 38:41produz leite para caramba. E
- 38:44aí, para atender essa exigência desse animal, eu
- 38:47tinha alunos no campo aqui medindo consumo na região,
- 38:50na maternidade, grandes não climatizadas, não consegue
- 38:53comer seis quilos. Como cinco quilos e meio. Tá
- 38:58num teste de momento, né? Aí
- 39:00fica difícil manter a taxa de retenção. Então,
- 39:04o que poderia ser feito defendendo ainda a genética?
- 39:08Vamos climatizar a granja. Eu
- 39:09acho que hoje a climatização caiu de custo,
- 39:12caiu um custo da climatização. Então,
- 39:15poderia climatizar já. Climatizar
- 39:18a gestação, climatizar a maternidade. Nós
- 39:21fizemos uma tese doutorada aqui com... Teve
- 39:24um produtor que comprou uma granja em Santa Vitória, e
- 39:28ele estava climatizando. Aí a gente aproveitou o
- 39:31momento, falava, podemos comparar enquanto você não
- 39:33climatizou tudo, podemos comparar o barco que ele
- 39:36estava climatizando na gestação. Podemos
- 39:38comparar a gestação não climatizada com a
- 39:41climatizada enquanto você está durante o período, no
- 39:44momento. Aí ele deixou e gerou uma
- 39:47tese doutorada, muito bonita, do Gabriel Labecca.
- 39:52Bonitos dados do Gabriel Labecca.
- 39:53Então, mostrando que vale a pena
- 39:55que climatizar a gestação. Aí
- 39:57esse mesmo produtor tem granjas ali em passos. Aí
- 40:01ele falou assim, lá em passos, eu vou fazer a
- 40:02mesma coisa na maternidade. Querem
- 40:04testar lá enquanto eu estou climatizando a maternidade?
- 40:07Aí nós somo e testamos. Gerou
- 40:09uma outra tese doutorada, que é a tese do Evandro
- 40:12Rigo, professor da Fazu de Uberaba. Excelente,
- 40:16também mostrando que compensa a climatizar os
- 40:18dados. Muito bonitos, mostrando que
- 40:20compensa a climatizar. Então,
- 40:22assim, quando climatiza, já ajuda muito. Essas
- 40:27grães climatizadas, a taxa de... Fica
- 40:28mais fácil atingir essa taxa de repensão em 70 %
- 40:32até o terceiro parque. A fêmea com menos já ajuda
- 40:36bastante. Algumas cenas que seriam descartadas
- 40:39por alguns problemas, já não são descartadas. Então,
- 40:43assim, eu defendo que a climatização hoje é
- 40:46fundamental. Nós somos um país tropical, né?
- 40:49Se os animais sofrem com esse
- 40:52clínico, então, a climatizar vai ajudar. Vai
- 40:55ajudar a genética, a potencial da genética, a se
- 40:58manifestar. Pegando a tua frase, então, o sil
- 41:02entra pela boca e a genética também, né? A
- 41:06genética ajuda. Também. Já que você falou de
- 41:10nutricão, posso falar de um trabalho que nós fizemos
- 41:13aqui? Sim, vamos lá. Vai
- 41:17ajudar a genética? Então, vai ajudar a genética. É
- 41:22outro detalhe, né? Eu acho que as empresas de
- 41:26melhoramento aprenderam muito com a genética chinesa em
- 41:30termos de capacidade terina, por exemplo. Então,
- 41:34comparando lá a Meixan, aquelas niagens chinesas, o
- 41:36pessoal descobriu que a placenta da Meixan não é
- 41:40uma placenta muito grande. É
- 41:42uma placenta mais eficiente, e ela é mais irrigada. Ela
- 41:45tem mais vários sanguíneos, ela é mais irrigada. Então,
- 41:48a gente começou alguns trabalhos nessa linha, né?
- 41:51E quando a gente vê aqueles
- 41:53trabalhos lá do VU, nos Estados Unidos, que
- 41:56mostrando que... que tem um embalanço de
- 42:01aminoácidos ali na gestação, né? Quando
- 42:04ele mostra lá o perfil de aminoácidos ideal para a
- 42:07fena gestante, traduzindo os trabalhos dentro, a gente
- 42:10teria que ter um perfil ideal para a primeira fase
- 42:15da gestação, um perfil ideal para a segunda fase,
- 42:19para a fase final da gestação, e teria que ter
- 42:23para primipras, um perfil e para multiplas outros, pelo
- 42:27menos. Então, assim, daria quatro rações
- 42:31de gestação, no mínimo, né? E
- 42:32daria até para explodir para seis, se for para
- 42:34levar os dados deles mais a cedo. Mas
- 42:37quando a gente sabe que isso aí e praticava nas
- 42:40granjas, eu não sei que seja com ração
- 42:41computadorizada, aquelas estações, poderia até se
- 42:44viabilizar, né? Mas como a gente viu essa
- 42:47possibilidade dessas estações computadorizadas, a gente
- 42:49começou a pesquisar isso também, na ação de precisão
- 42:52e tal. E um dos aminoácidos que mais
- 42:56chama atenção lá é a arginina. A
- 42:58arginina chama muita atenção. Então,
- 43:00a gente fez uma pesquisa aqui com a arginina, numa
- 43:03granja aqui da região, e colocamos arginina on top
- 43:06na ação de gestação, que era o que daria para
- 43:09fazer. E a gente queria que
- 43:12aumentasse o nascido, tal, mas não conseguimos isso
- 43:14não. No entanto, a gente conseguiu
- 43:16melhorar eficiência placentária e os leitores
- 43:19nasceram mais uniformes. Então,
- 43:21é isso que foi um dado que nos chamou atenção. É
- 43:24a dissertação de mestrado da Carolin Osado. E
- 43:28algo que nos chamou atenção foi que o grupo controle,
- 43:31as cêmias do grupo controle, elas pariram mais,
- 43:35eram leitores. A gente fez um leitor, porque
- 43:37é mais desafiador, e as leitores do grupo controle
- 43:40ficaram mais leves no primeiro quarto. Elas
- 43:43chegaram mais leves. As outras que estavam recebendo
- 43:46arginina suplementadas chegaram mais pesadas.
- 43:49Então, o professor da área de
- 43:51nutrição que estava junto na equipe, ele falou assim,
- 43:53para mim isso daí é o seguinte, como a arginina
- 43:56não é o aminoácido essencial, pode ser feita a
- 43:58partir de outros, nem endóginamente. Então,
- 44:01o que aconteceu? A fêmea, para manter a
- 44:03placenta, manter a gestação, ela fez a arginina
- 44:07endógena, as controla. E não cresceu por causa
- 44:11disso, porque elas tiraram para a placenta. Foi
- 44:13essa a minha interpretação. Aí
- 44:16nós repetimos o trabalho agora recentemente, uma
- 44:21outra dissertação de mestrado, só que ao invés
- 44:22de fazer com a arginina, a gente fez com glutamina,
- 44:26porque tem a interconversão de arginina e glutamina. E
- 44:29a arginina, a gente sabe que tem uma disputa muito
- 44:32grande com o mercado de suplementos para humanos,
- 44:34então, é caro demais, né? E
- 44:38a glutamina já tem para assoímos um preço mais
- 44:41excessivo. Então, a gente fez, será que a
- 44:43glutamina também consegue fazer a mesma efeito? Só
- 44:49que a menina que fez a dissertação agora, que é a
- 44:52Géssica Silva Soares, ela estava na graduação na
- 44:57época que a Carolina Osava fez a dissertação dela e
- 45:00acompanhou o trabalho da Carolina. Ela
- 45:02tinha a Incessão Scientifica, ela era
- 45:03polsista. E aí ela leu os trabalhos
- 45:06para o senhor, eu queria testar, em vez da gestação
- 45:09inteira, ela leu um trabalho da Brigitte Van
- 45:13Hens, que foi orientada do Tete Van Der Land lá da
- 45:17Holanda. Foi o lixo trabalho e ela fala
- 45:19que tem momentos de mudanças da placenta, que
- 45:23esses momentos são críticos, constantam -me umificado
- 45:26nesses momentos, por exemplo. Será
- 45:28que, em vez da gente colocar na gestação inteira,
- 45:30a gente coloca só nesses momentos, pontuais? E
- 45:33aí ela desenhou a dissertação dela, colocando
- 45:35um dia antes do momento crítico do lado, de acordo
- 45:38com a publicação da Brigitte Van Hens, um dia
- 45:42antes, no dia do crítico e um dia depois. Então,
- 45:45só três dias ali em cada momento crítico. E
- 45:49conseguiu o mesmo resultado da primeira dissertação da
- 45:51Carolina Osava. Ela diminuiu o coeficiente de
- 45:55variação do grupo tratado. Os
- 45:58animais não seriam muito mais uniformes. E
- 46:01a ideia era que isso refletisse em menor
- 46:03mortalidade. Isso não aconteceu, mas aí foi
- 46:07uma infelicidade nossa, porque a granja que a
- 46:08gente fez era uma granja campeã da Agnes, ali em
- 46:11patrocínio. E o Badeiro de Deus é muito
- 46:14bom. Então, eles salvam -lhe, então,
- 46:17isso pelo madeira. Então, a gente teria que fazer
- 46:19uma granja que tivesse manejo ruim, que aí
- 46:21apareceria. E nem a vantagem de ter
- 46:23maior uniformidade. Mas é muito legal o trabalho
- 46:25dela, o trabalho bonito. Mostrando
- 46:28que a glutamina na gestação poderia ser usada para
- 46:33melhorar a viabilidade dos retões. É
- 46:36a ajudaria genética. O que você falou, Ned? A
- 46:39ajudaria genética, com certeza.
- 46:52O Swinocast só é possível
- 46:54através do apoio de empresas inovadoras e que
- 46:57apoiem a educação continuada na swinocultura brasileira.
- 47:00Seva, sempre com você, além da
- 47:03saúde animal. Giga, alta performance, sem
- 47:06esforço. Polinutri, nutrição animal. Juntos,
- 47:10vamos mais longe. A Giga fabrica o sistema de
- 47:14alimentação de swinocultores autônomo, sem fio, e
- 47:16original, projetado por swinocultores para as
- 47:20swinocultores. Nossos comedores são simples,
- 47:22confiáveis e proporcionam tranquilidade 24 horas por
- 47:26dia, 7 dias por semana, 365 dias por ano. A
- 47:31Giga não é apenas uma empresa de equipamentos, mas
- 47:33uma empresa familiar de produção de suinos,
- 47:35especializada em slat. Estou vendo o nosso tempo aqui
- 47:41voando, eu queria discutir um tema mais futivo. É
- 47:48a grande migração que tem hoje dos plantéis para
- 47:52fêmeas em grupo. O que está sendo levado em
- 48:01consideração e em flulação agenética quando fala do
- 48:03futuro? Ou se isso foi calculado e as
- 48:08empresas declararam lá o mês de 2012, 2015, teve a
- 48:15declaração para que em 2025 ou em 2016, ou pelo menos
- 48:20os grandes grupos e as cooperativas, tem um prazo
- 48:24que foi como um compromisso público, essa migração, e
- 48:30está acontecendo. O que está sendo feito em
- 48:34flulação a isso para evitar as perdas deste novo
- 48:38comportamento, comportamento grupal, as questões de
- 48:43atrumo, as questões de atrumo, como isso está
- 48:50sendo levado em conta em relação aos ganhos genéticos
- 48:55para evitar perdas de ativação genética? Eu
- 49:01acho que eu citei isso quando o pessoal coloca a
- 49:04resiliência, ela vai necessitar, ela vai ajudar
- 49:10esses temas em grupo. Mas já que você falou sobre
- 49:13essa questão, se você me permite, eu queria falar
- 49:15rapidinho sobre a questão do bem -estar. Eu
- 49:20acho que algo que o futuro vai nos cobrar, um futuro
- 49:23breve, tem muitos jovens que estão deixando de comer
- 49:27carne, o pessoal fala que na Europa 25 % dos jovens
- 49:30são veganos e muitos são porque eles veem da
- 49:34produção animal uma curiosidade animal muito
- 49:35grande. Então, uma coisa que a gente tem
- 49:39que levar em consideração é a questão da castração sem
- 49:43anestesia. Nós temos a imunocastração
- 49:46também como opção, mas tem um produtor que não quer
- 49:48fazer castração cirúrgica. Então,
- 49:51acho que é uma coisa humana. A
- 49:53gente tinha que começar a pensar na anestesia, eu
- 49:58pessoal realmente adotar anestesia para defender a
- 50:01sua cultura. Porque se o povo come essa parada
- 50:04de comer carne por questões que acham que é muito
- 50:06cruel, então eu vi na Holanda, por exemplo, grãs
- 50:12que estão fazendo, a grã fica filmando com 24 horas
- 50:17e manda que ele filme lá para o supermercado. Então,
- 50:21o cliente vai comprar e está vendo o que está
- 50:23acontecendo na grã para o produtor. Aí
- 50:25ele vê que não tem maus trates, que não tem
- 50:27realidade animal, que os animais estão bem. Isso
- 50:30é interessante. E você vê o outro lado,
- 50:33pessoas que entram nas grãs infiltradas para filmar e
- 50:37jogar na rede, então as cuidados que acontecem aí,
- 50:41a gente tem que começar. Isso
- 50:43vai acontecer, vai aparecer cada vez mais. E
- 50:48a gente não vai ter como fugir disso, sabe? Então,
- 50:53o produtor hoje tem que se conscientizar. Se
- 50:55ele quer se manter na atividade, para de castrar
- 50:59sem anestesia, começa a castrar com anestesia. É
- 51:02possível de ser feito, só um parênteses rápido. Mas,
- 51:05voltando à pergunta das cêmias, é algo que também
- 51:08não tem volta, vai gestação coletiva. E
- 51:14as empresas de melhora medianético, primeiro que
- 51:18eles começaram a selecionar também já no ambiente de
- 51:20gestação coletiva. Então, assim, quando você começa a
- 51:24fazer esse tipo de seleção, aí os animais estão sendo
- 51:28selecionados da mesma situação das grãs, né? Onde
- 51:32eles vão... O origem destino. O
- 51:33origem destino, isso aí já vai ajudar. E
- 51:36aí as empresas, pensando nisso também, têm que
- 51:41considerar a questão da diferença do lucro. O
- 51:44lucro normalmente é de alto -stato sanitário, SPF, né?
- 51:49Específico patógeno -free. E
- 51:51não é por luxo, é por necessidade. Porque
- 51:55quando a gente vai para a equação de ganhos genéticos,
- 51:57ela é proporcional ao desvio padrão da
- 52:00característica, é proporcional à intensidade
- 52:02de seleção, é proporcional à irritabilidade, ou à
- 52:05curaça, depende do que a gente quer discutir. São
- 52:08equivalentes. Você pode multiplicar a perda de
- 52:11irritabilidade ou pela curaça. E
- 52:13isso está no numerador da equação de ganhos genéticos.
- 52:16E ela é inversamente
- 52:18proporcional ao intervalo geração. O
- 52:20intervalo geração está no denominador da equação.
- 52:23Então, como nas lucros de melhora
- 52:26pratica -se altas taxas de reposição anual, nas linhas,
- 52:30para manter o intervalo geração baixo, porque
- 52:32conceitualmente o intervalo geração é a idade média
- 52:35dos pais quando nascem os filhos da geração. Então,
- 52:39faz alta taxa de reposição para manter firmes jovens
- 52:43para a idade média ser baixa. O
- 52:46intervalo geração ser baixo promove um vermelho genético
- 52:48alto. Então, toda a lucro de melhora
- 52:50trabalha assim, qual as taxas de reposição? Na
- 52:52linha paterna, por exemplo, trabalha -se com 100 % a
- 52:55120 % taxa de reposição. E na linha materna, com 70%.
- 52:59Na linha materna, você tem que
- 53:01repetir informação na fêmea. O
- 53:04que combina bem, se acaba trabalhando intervalo geração
- 53:07um pouco maior na linha fêmea, porque você é
- 53:10obrigado a repetir informação dos partes.
- 53:12Então, 3, 4 partes, pelo menos,
- 53:14na lucro, para combinar um intervalo geração bom, seria
- 53:2070 % de reposição da linha fêmea. Isso
- 53:23faz com que as lucros de melhoramento sejam... Tem
- 53:26uma estrutura etária que não promove uma imunidade
- 53:30de plantel boa. Então, é impossível se fazer
- 53:34melhoramento com doença, com micoplasma, um pneumônia,
- 53:39com patórios nos presentes. Não
- 53:41tem como, esses patórios de rebom. Então,
- 53:43a lucro são SPF, é obrigatório. Já
- 53:45teve no passado estratégias na Espanha, por exemplo, a
- 53:49Espanha tentou na década de 90, fazer... Não,
- 53:52já tem vacinas. Vamos contaminar a lucro para
- 53:55ficar igual ao estado comercial. E
- 53:57foi um desastre, um desastre total. Eles
- 54:00recuaram, tiveram que depopular as grandes e
- 54:03reporvar os animais livres. E
- 54:04essa estratégia não deu certo. Só
- 54:06que agora existe uma estratégia de todas as
- 54:08empresas de genérico que estão fazendo, que é o que
- 54:10eles chamam de CCPS, Combined Cross -Branded CCP,
- 54:15por Bright Selection. É uma seleção de animais do
- 54:19puro e dos cruzados ao mesmo tempo. E
- 54:21a entrada da genômica ainda ajudou mais ainda a
- 54:24viabilizar isso. Então, o pessoal consegue hoje
- 54:28fazer mais rápido pela genônica e os anodazes dos
- 54:32animais cruzados. Então, tem grandes comerciais que
- 54:37contribuem para o problema de emeuramento. Lá,
- 54:39nessas grandes comerciais, fazem algumas medições que
- 54:42normalmente não se fazem em uma engenharia comercial. E
- 54:44esses dados são usados para calcular o valor genético
- 54:47dos animais que estão lá no Rebanho Puro, ao mesmo
- 54:49tempo. Então, isso para cada vez sendo
- 54:52mais usado e ajuda muito aí. As
- 54:54empresas todas estão fazendo porque essa estatística já
- 54:57está pronta. Já foi bem trabalhada. Então,
- 55:00já tem essa ferramenta estatística para ajudar a
- 55:03calcular o valor genético usando essa ferramenta. Isso
- 55:06ajuda muito a essa evolução ainda durante o quanto
- 55:09tempo, a melhorar para essas características. Legal.
- 55:16Robinson, podia ter um segundo capítulo aqui que
- 55:19eu tinha duas páginas aqui para te perguntar e não
- 55:23fechar a primeira. Falo mais, né? Legal.
- 55:27Eu acho que fica e fica o questões no ar também para
- 55:30a gente refletir, né? E legal que tu fez a chamada
- 55:34aí anteriormente a respeito dos alunos, que as opções
- 55:40também da genética como uma opção dentro da veterinária,
- 55:43independente da raça ou da espécie, principalmente da
- 55:48espécie, que são temas que podem ser explorados. Essa
- 55:54menina que eu citei, a Jéssica Silva Soares, hoje
- 55:56ela está na integração. A Valendo lá, terminou o
- 55:59mestrado, foi para a integração e está fazendo
- 56:01um trabalho bonito lá. A Valendo nas Integradoras.
- 56:06Guilherme, antes de finalizar, se me
- 56:09permitir fazer só um... rapidamente,
- 56:12eu queria pedir desculpa em público de um... Eu
- 56:15citei o consultor que teve a Kimberlandia, em 2012,
- 56:18falei da China, e eu escrevi um livro para
- 56:24ajudar na graduação aqui, um livrinho. E
- 56:27nesse livrinho, eu citei muitas coisas desse
- 56:31seminário dele, Kimberlandia. Ficou
- 56:33um dia inteiro aqui nesse seminário. E
- 56:36aí eu permiti um equívoco. Eu
- 56:38falei que ele cita uma tal de regra do sete dólares,
- 56:42que a regra do sete dólares é o cara que ganha
- 56:45um dólar, dois dólares, porque ele não consegue
- 56:47comer carne. Ele só vai comer carne a
- 56:50partir de sete dólares. Então,
- 56:52até sete dólares, a pessoa não vai comer arroz mesmo,
- 56:56porque não tem condições de comer carne. Então,
- 56:58só a partir de sete dólares por dia que ele
- 57:01vai comer carne. Só que ficou gravada o
- 57:04seminário, ele ficou gravado. Eu
- 57:06fiquei assistindo as gravações, e eu interpretei
- 57:09mal, e acabei escrevendo no meu livrinho de maneira
- 57:13errada. Eu sei porque eu pedi um
- 57:15vídeo dele rodando na internet, e ele falou que
- 57:18o pessoal escreve errado. Deixa
- 57:20eu explicar direitinho o que eu quis falar. Eu
- 57:23queria aproveitar aqui, em público, de pedir desculpa.
- 57:27E na próxima edição do livro,
- 57:29eu corri, que foi uma interpretação errada da
- 57:34minha parte. A gente corre esses riscos
- 57:37quando a gente escreve. É exposto, né? É
- 57:39exposto. Aproveitar que é publicizar isso aí,
- 57:44pedir desculpas pelo erro. É
- 57:47legal. Tá publicado. Jópsson,
- 57:51te agradeço demais pela aula que tu nos deu aqui,
- 57:56chamando a atenção, de pontos importantes aqui para
- 58:00a genética. Não só no desenho genético, mas
- 58:03no pensamento futuro. E para aquela genética que
- 58:07está dentro da grande, como o manteiro que foi
- 58:09desenhado pelo geneticista. Eu
- 58:12acho que são temas de casa para todos nós. E
- 58:16para quem já está tirando des aí nesse tema, eu acho
- 58:22que fica também a provocação que você faz em
- 58:26relação ao sabor, a textura, e ao chamado dos
- 58:30consumidores a respeito da proteína que a gente serve
- 58:33no prato. Eu agradeço demais, Jópsson, e
- 58:37deixo aberto aqui para uma mensagem final tua. Obrigado
- 58:44pela... de novo, quero agradecer pela
- 58:47oportunidade, e já que você deixa um espaço para
- 58:51mensagem final, eu queria dedicar isso que é aos
- 58:55meus estudantes, os orientados de Iniciação
- 58:58Científica, de PCC, de Ministrado e do Torado. E
- 59:03que eu espero com esse prevista, animá -los e animá
- 59:08-los a seguirem aí na área de sincultura, que é a
- 59:11mária, que é muito professora. Tenho
- 59:15certeza que eles não se arrependerão. Obrigado,
- 59:19o mercado precisa muito, e eu aproveito a tua chamada,
- 59:23Jópsson, por falar de quem já está no rumo da
- 59:27sincultura, para quem não tiver o mercado, e que a
- 59:30gente não é tecido, tanto na sua cultura, quanto na
- 59:32sua cultura, são todos muito bem -vindos. Obrigado,
- 59:36Jópsson, e nos vemos por aí. Um
- 59:37grande abraço. Obrigado, Guilherme, um grande abraço.