Latest / Indispensável / Como escalar um negócio sem perder essência com Cleber Soares | Indispensável Podcast #09
Transcript
- 0:00Planos são inúteis, mas planejar é fundamental.
- 0:06Por que isso é tão significativo para você, Cléber?
- 0:09Cara, a gente, como brasileiro, tem uma dificuldade muito grande
- 0:12de se organizar. A gente tem aquela cultura de
- 0:15fazendo do improviso. Então é, o brasileiro perde
- 0:18muito tempo no improviso, né? Tem pesquisas aí que a nossa
- 0:23eficiência, ela é 10 vezes menor que, por exemplo, americanos,
- 0:28então. É a minha origem como militar,
- 0:31fez com que eu enxergasse de fato que planos são extremamente
- 0:36importantes. Se você tiver que improvisar até
- 0:40com um pequeno plano, é melhor esse improviso.
- 0:43Entendi você já um ponto que que eu queria saber?
- 0:46Plano é talvez só pra ver se eu falei certa frase, plano é
- 0:50fundamental, mas planejar não é ao contrário mesmo.
- 0:53Planos é planos é, planejar é fundamental.
- 0:57Planos são inúteis, planos são inúteis, planos são inúteis, mas
- 1:01planejar é fundamental. Então eu falei, então assim, as
- 1:04pessoas acham que planejamento é algo inútil.
- 1:09Entendi. Mas quando você tem pelo menos
- 1:12ali 111 esboço, ele é fundamental para a tomada de
- 1:16decisão. Isso é uma frase que eu gosto
- 1:19muito de seguir. É quase como se fosse um.
- 1:22Um mantra, né? Ela é de um general americano,
- 1:25general eisenhower, que eu levo isso pra quase tudo que eu vou
- 1:30discutir com time, né? Que começa a querer desviar
- 1:34aquela criatividade pela criatividade.
- 1:37Eu falo, cara, vamos voltar aqui, vamos começar a colocar a
- 1:39bola no chão, porque isso aqui tem que virar pelo menos um
- 1:43mindmep. Pra ser ali. 11.
- 1:46Planejamento básico. Isso sempre foi assim na sua
- 1:48atuação? Foi a partir de determinado
- 1:50momento da sua vida que você começou a usar isso como mantra,
- 1:53vamos dizer como verdade. Cara, num primeiro momento, você
- 1:57não percebe que você tem esse certo hábito.
- 2:01Você vai fazendo também. Mas conforme você vai evoluindo,
- 2:05você vai olhando para trás. Eu falei, cara, eu sempre fiz
- 2:08dessa maneira. E, lógico, com a evolução, você
- 2:11vai também adquirindo novas ferramentas.
- 2:14E que, no final das contas, vai se somando a um, a uma é a um
- 2:19hábito, a um padrão que você já atua.
- 2:23Então eu sempre tive isso comigo.
- 2:26Cleber, você é um improvável. O conceitua, para mim, Igor, o
- 2:31que que é um improvável na sua ótica.
- 2:33Muito bom. O improvável, do meu ponto de
- 2:35vista, é aquela pessoa que escolheu mudar o rumo da sua
- 2:39própria história. Com certeza, com certeza.
- 2:43Eu sou um improvável é. Eu vou falar algo que eu não eu,
- 2:49talvez você com um psicólogo. A gente às vezes tem alguns
- 2:52algumas travas, né? Mas é, meus pais se separaram
- 2:56quando eu tinha apenas 8 anos de idade, 1900 e 1984.
- 3:00Eu tinha 8, meu irmão 4 anos mais velho. 12 anos.
- 3:07E uma coisa que era muito diferente da dessa cultura do
- 3:11divórcio que existia naquela que estava começando, né, é os os
- 3:16pais separavam, os filhos ficavam com as mães.
- 3:19Nós ficamos com o pai. Minha mãe pegou tudo, né?
- 3:23E foi embora e a gente acabou ficando com com o pai.
- 3:27Então assim, imagina você ser criado aí, você ser ali
- 3:31impactado com um divórcio dos seus pais com 8 anos de idade.
- 3:36É o pai assumir a criação. Então meu pai é o meu herói, mas
- 3:41meu pai é um retirante nordestino, analfabeto,
- 3:45borracheiro. Então Oo que podia ali dar tudo
- 3:50errado. A gente.
- 3:52Eu enxergo que, pelo contrário, foi tudo muito maravilhoso,
- 3:56porque eu vi a atuação de um homem que.
- 4:00Com as suas é dificuldades, assumiu a criação de 2 filhos,
- 4:07uma casa, trabalho, tudo ao mesmo tempo, entendeu?
- 4:10Então é uma disciplina fazer o que precisa ser feito.
- 4:15É o que a gente é, o que o que moveu aquela casa.
- 4:19Você já notou isso então a partir dos 8 anos, como um fato
- 4:22muito dolorido na tua família, mas ao mesmo tempo, ali você
- 4:25conseguiu ver o seu pai como um. Está fazendo melhor que pode com
- 4:29aquilo que tem. Igor, eu lembro do dia assim, ó,
- 4:35é meu pai, abriu a porta da sala, a gente tava, a gente
- 4:39tava, a casa era bem montadinha, então a gente tava sentado no
- 4:43sofá. Meu pai falou, ó, nós vamos
- 4:45estar junto, nós somos amigos. Custo, que custo que custar?
- 4:50Nós vamos estar sempre juntos. Eu com 8 anos de idade, não
- 4:54entendi nada, aquilo ali tal. Eu sei que no outro dia eu fui
- 4:57pra escola, voltei, cheguei em casa, na aquela sala montada,
- 5:02tinha a televisão, aquela televisão de tubo no chão, então
- 5:07não tinha estante, não tinha mais jogo de sofá, não tinha
- 5:09tapete, não tinha mais decoração, não tinha nada.
- 5:12A casa tinha 2 quartos, então um quarto vazio vazio.
- 5:18Extremamente vazio, vazio, só o quadrado mesmo do Quarto 1 outro
- 5:22quarto é a cama e uma a cama de casal, EAA beliche e a cozinha,
- 5:32que tinha vários armários, geladeira, fogão, mesa e tal.
- 5:36Então ficou uma porta de armário, o fogão, a geladeira e
- 5:42a mesa. Então assim esse foi o cenário.
- 5:45Parecia que tinha sido um furacão, tinha passado e a
- 5:48partir dali a gente começou AA 3 moleques ali, 3 homens ali
- 5:54dentro de casa se virar. Então eu era responsável pela
- 5:58faxina da casa, né? Meu pai trabalhava tal, eu era
- 6:02responsável pela faxina, que era o mais novo, e meu irmão 12
- 6:04anos, com 12 anos, ele era o cozinheiro, então essa era a
- 6:08nossa rotina. Foi assim por uns é?
- 6:12385883 anos que depois meu pai acabou casando de novo.
- 6:17Então, dos 8 até mais ou menos 11 anos, foi essa realidade que
- 6:20você teve? Até os 12, até até os 12.
- 6:25Vamos saber que você é improvável?
- 6:27É, eu acho que é ser improvável. No Brasil é mais comum do que se
- 6:34imagina, né? Então a gente tem muitas
- 6:36histórias improváveis que Eu Acredito que.
- 6:40É hoje, é Igor. É uma história que a gente
- 6:44poderia é. Eu poderia estar com ela, né?
- 6:48Carregado de rancor. Mas olha só que engraçado, nada
- 6:52como o tempo. Meu pai e minha mãe se dão super
- 6:57bem. A minha madrasta e minha mãe são
- 7:00as melhores amigas. Uma da outra é isso?
- 7:03Uma da outra. Meu pai morava no nordeste, num
- 7:07determinado momento ele foi para o nordeste.
- 7:10Quando Oo meu pai e minha madrasta vinham para São Paulo,
- 7:14eles não ficavam na minha casa, eles ficavam na casa da minha
- 7:17mãe. Então assim, para quem vê
- 7:21maldade, né? Não entendia isso.
- 7:24Como é que OAOA easy da aisy? Eu falei, gente, para mim, a
- 7:29melhor coisa do mundo, porque eu não tenho rancor das coisas,
- 7:34ainda mais eu sendo casada. Eu sei a dificuldade que é.
- 7:39É manter um casamento, manter uma família.
- 7:42Então é quando você vê uma família se destruir, se separar,
- 7:48é é porque não é só incompatibilidade de gene e tal,
- 7:53é porque essas pessoas não tentaram ao máximo, porque você
- 7:58não é. A gente tem que parar com essa
- 8:01cultura do descartável na vida, não é nada descartável,
- 8:06entendeu? E aí?
- 8:07É né, o consumismo você tá lá, compra um relógio quebrou, não
- 8:12quero mais, você vai e troca né? Então isso não se traz pra uma
- 8:16família, isso não se traz pra uma, pra um, pra um filho, isso
- 8:20não se traz pra um pet e o que a gente vê muito é o contrário,
- 8:26muitas famílias a Na Na primeiro, no primeiro tropicão
- 8:29já separa né, já começa aquela confusão, o filho é meu, o filho
- 8:33é teu, não, eu não quero filho e tal cachorro, então nego
- 8:36abandona. Então, quando a gente entende
- 8:40que algumas instituições, elas são instituições, é
- 8:46fundamentais. É, a gente precisa entender que
- 8:50essas instituições, elas têm falhas.
- 8:53Elas têm falhas, né? Nada é perfeito nessa vida, mas
- 8:57que quando há um alinhamento de propósito, há uma intenção de
- 9:01construção. De crescimento de.
- 9:04Ao invés de você jogar. A essa instituição achando que
- 9:09vai trazer algo novo, totalmente perfeito, diferente, talvez é
- 9:14melhor você gastar tempo, ajustar aquela instituição e a
- 9:18partir daquilo ali, daquela base, você dá um outro Salto,
- 9:22entendeu? Então eu não, eu não tenho
- 9:25rancor nenhum da minha mãe. Eu não tenho rancor nenhum dos
- 9:28meus pais. É lógico que olhando 360, às
- 9:33vezes a gente quer. É, fala, pô, mas se eu tivesse
- 9:39tido pai, mãe, o meu inglês seria muito melhor.
- 9:42Mas eu não tive problema nenhum, porque assim, tudo que eu
- 9:45construí foi com base nos valores que eu vi no pai, na da
- 9:53da mãe, principalmente do meu pai.
- 9:55E depois foi meu esforço e. Quais valores foram esses, cara?
- 9:59Esses nucleares, esses 23 valores que você viu desde seu
- 10:02pai e que colaborou para você estar aonde você está hoje.
- 10:06Eu acho que Oo principal valor e que eu tenho muito com os meus
- 10:09filhos é estar próximo. Proximidade.
- 10:11É estar muito próximo. É é uma coisa que eu não que eu
- 10:17faço, né, que eu evolui, porque assim é.
- 10:20Às vezes a gente tem aquela coisa, né, criar um filho, né?
- 10:23Todo mundo fala assim, pô, não tem um manual?
- 10:26Como é que você cria um filho? É simples, cria do jeito que
- 10:31você foi criado e aperfeiçoa. Não adianta você querer olhar
- 10:36pro lado, achar aquela outra família.
- 10:38Vou criar meu filho daquele jeito, porque não, não é o não é
- 10:42o teu modelo ali, não é a tua origem.
- 10:46Então eu crio meus filhos do jeito que eu fui criado, né?
- 10:51Meu pai acertou, errou, acertou, errou um Monte.
- 10:55Eu acerto e erro, mas assim eu tenho a consciência de que
- 11:00aqueles valores, né? De estar próximo de de em todos
- 11:05os momentos é, você tá ali para suportar, né?
- 11:11Para estar junto, você mostrar o caminho dos do bem, né, da
- 11:16honestidade. Isso daí eu aprendi com meu pai.
- 11:19Então eu tô sempre junto dos meus filhos.
- 11:22Eu assim, eu falo assim, cara. Você é um cara cheio de amigos.
- 11:26Eu acho que eu encho uma mão, 5 pessoas aí, mas os meus
- 11:29principais amigos. Aonde eu gosto, né?
- 11:33Que eu gosto. Eu amo de estar.
- 11:34É quando eu estou com meus filhos, seja num churrasco, seja
- 11:38numa festa. Eu já fui tudo o que você
- 11:41imaginar de lugar com os meus filhos, então assim, para mim é
- 11:45muito prazeroso e eu agradeço eles.
- 11:48Às vezes os filhos tem aquela questão de puta, meu pai vem de
- 11:52novo. Então assim, eu agradeço a
- 11:53paciência dos meus filhos me permitir que eu seja aquele.
- 11:57Então, lógico, é com muito cuidado para não ser
- 12:02protecionista demais, exatamente porque isso pode ser
- 12:08prejudicial. Obrigado, viu?
- 12:10Eu não sei se as pessoas necessariamente sabem quem você
- 12:13é por completo e por isso que fiz as perguntas de origem.
- 12:16E agora que você está aqui comigo nesse episódio, já ouviu
- 12:19um pouco da origem do Kleber? É importante você saber quem é o
- 12:23Kleber hoje, o Kleber Kleber salus.
- 12:27Ele é cirurgião dentista, empreendedor e cofundador do
- 12:31grupo salos, que é o ecossistema que conecta a saúde, bem-estar e
- 12:35impacto social. Ele.
- 12:39Contribuiu? Ele é formado perdão na em
- 12:41odontologia e construiu uma trajetória marcada pela
- 12:44disciplina militar, ou seja, passou pelo exército e pela
- 12:48visão estratégica dos negócios, sendo peça fundamental para a
- 12:51transformação das sorridentes em uma das maiores redes de
- 12:56franquias odontológicas do Brasil.
- 12:57Então, essa pessoa que você ouviu da origem, das dores, dos
- 13:02valores, dos princípios familiares?
- 13:04Hoje, lidera o grupo salos. Em que uma das marcas é a
- 13:09sorridente minha principal ideia do nosso episódio de hoje.
- 13:13Aliás, muito obrigado pela sua presença, que é pra mim uma
- 13:15honra muito grande. E eu comecei te perguntando
- 13:17sobre se você é improvável, porque eu meu seu objetivo é
- 13:20conversar com pessoas improváveis ou que querem ser
- 13:23improváveis, querem mudar suas vidas, mas às vezes estão ali no
- 13:25meio do meu Deus, está está difícil respirar e gostam de se
- 13:30inspirar em pessoas que ou venceram ou estão vencendo.
- 13:34E você passou por uma jornada muito.
- 13:38Batalhadora, de trabalho, de disciplina, para chegar hoje em
- 13:43liderar as sorridentes e outras empresas do grupo salos.
- 13:47E é por isso que eu que eu tenho maior, muito grande de ter por
- 13:50aqui. Porque a principal ideia desse
- 13:52desse podcast é buscar entender o que que é indispensável.
- 13:56Melhor dizendo, o que que foi indispensável para você estar e
- 13:59chegar onde você está hoje, para de tal forma inspirar outras
- 14:03pessoas a poderem. Pelo menos se basear na sua
- 14:07história, nas suas escolhas, para quem sabe também tornarem
- 14:10se improváveis e vencerem e contribuir de a vida de uma
- 14:13forma geral. Nossa, fantástico, acho que esse
- 14:16teu, esse, essa tua missão de levar é esse tipo de conteúdo
- 14:21para as pessoas. É muito nobre, porque é, no
- 14:25passado a gente não tinha canais como este, né?
- 14:28As pessoas olhavam ali, às vezes era um tio, né?
- 14:30Uma era um circo familiar, né? Falou, pô, aquele tio é
- 14:33vencedor, e aí você acabava. É modelando com com aquele tio.
- 14:38E o que você está proporcionando é uma reverberação aí em nível
- 14:43mundial, porque esse tipo de conteúdo aqui é pra quem quiser,
- 14:48então a pessoa precisa simplesmente querer mudar de
- 14:52vida e modelos, né? Pessoas nesse Brasil, nesse
- 14:57mundo, pra inspirar, não falta aí pra mim é um prazer poder
- 15:02falar, porque de fato. Né?
- 15:04Você falou um pouquinho aí da minha trajetória empreendedora e
- 15:08antes começamos a falar se eu era um improvável e de fato, né?
- 15:13Um moleque da periferia de São Paulo, né?
- 15:15Filho de de de pai nordestino, mãe do interior, borracheiro,
- 15:20uma cabeleireira, né? Se separar, então, assim, ó, se
- 15:23você fosse pegar o começo, era só desgraça, só coisa ruim,
- 15:28entendeu? E que muita gente se abraça.
- 15:33Nesse tipo de problema e fala, eu não venci por causa dos meus
- 15:37pais. Não adianta querer terceirizar.
- 15:40É se você quer ser um improvável, né?
- 15:44Um indispensável, né? Se você acha que é meu, só
- 15:47depende do indivíduo reverter essa situação, porque o mundo tá
- 15:53aí pra pessoas que querem fazer. Cléber eu quero.
- 15:58Eu quero fazer 2 perguntas pra você.
- 15:59Primeiro eu quero saber. Qual é sua realidade hoje?
- 16:02Me conta um pouquinho do seu negócio hoje, qual é o tamanho
- 16:05do grupo salos? Enfim, quais são as os braços do
- 16:09grupo? Uma pessoa agora tem esse Marcos
- 16:11assim, ok, já sei do Kleber de 8 anos e o Kleber de agora.
- 16:14Hoje, o Kleber, ele faz parte de um ecossistema de saúde e
- 16:17bem-estar, né? Nós começamos pelas sorridentes,
- 16:21uma clínica, um consultório. Era assim que era odontologia há
- 16:2530 anos atrás. E nós achamos um modelo
- 16:28alicerçado. É em propósito que é de levar
- 16:32acesso, conforto, conveniência, sem abrir mão de qualidade para
- 16:36o maior número de pessoas. E isso deu muito certo, virou.
- 16:40Acesso quais são os 4 piores de acesso?
- 16:42Acesso? Então, acesso você tem é acesso
- 16:45não só financeiramente, mas acesso as maiores tecnologias da
- 16:49da odontologia, conforto, estrutura das clínicas.
- 16:53Né? É clínicas lindas, maravilhosas,
- 16:55temáticas, conveniência de ter todas as especialidades no único
- 17:00lugar que automaticamente isso transforma a clínica da família,
- 17:04né? Da pediatria, Geriatria, tudo
- 17:06isso sem abrir mão da qualidade. Então, esses pilares, Igor
- 17:10virou. É a base do modelo de franquia
- 17:15que a gente apresentou em 2006. E a gente tem aí hoje mais de
- 17:19500 clínicas aí espalhadas pelo Brasil.
- 17:22O modelo da sua residência deu tão certo, né?
- 17:25É com clínicas aí, mais de 2020 estados, que a gente acabou
- 17:31atraindo atenção de outros negócios.
- 17:34Né? A gente recebeu várias propostas
- 17:36de de de compra de negócios, como lavanderia, como
- 17:40restaurantes, mas a gente sempre teve o cuidado de focar num num
- 17:44único negócio, que é saúde e bem-estar.
- 17:47Então a gente quer tratar das pessoas.
- 17:49A gente é 11 ecossistema que gosta de de, de, de de gente.
- 17:54Então eu digo que é gente cuidando de gente, então nós.
- 17:58Tivemos a oportunidade de montar uma rede de clínicas
- 18:00oftalmológicas chamada olhar certo.
- 18:04Nós temos uma rede de clínicas de estética que é agiu estética
- 18:10avançada. Então vai desde a depilação até
- 18:13tratamentos invasivos com botox, é?
- 18:16Nós temos também uma empresa de imunização chamada amo vacinas.
- 18:21Né? Que depois o brasileiro sempre
- 18:23teve a cultura da vacina uhum, né?
- 18:26Mas quando a gente tem a cultura da vacina, muitas vezes é porque
- 18:29a gente tem um filho pequeno e que a gente tem a cadernetinha
- 18:31de de vacinação. Então a gente é muito atento com
- 18:35as vacinas. Mas a pandemia fez com que os
- 18:38adultos também começassem a buscar.
- 18:40É as vacinas. EE virou um negócio assim
- 18:44fantástico. Hoje a gente tem 50 clínicas aí
- 18:48pelo Brasil, então essa é a vertical franchising.
- 18:51Além disso, nós temos uma operadora de planos
- 18:53odontológicos. Nós temos um hospital aqui Na Na
- 18:56zona sul de São Paulo e Moema, chamado mira hospital
- 18:59oftalmológico. Um hospital oftalmológico.
- 19:01Oftalmológico? Tá bom?
- 19:02Exato, oftalmológico. Nós temos uma empresa de
- 19:05benefícios, nós temos um marketplace, nós temos uma
- 19:08fábrica de alinhadores, ortodônticos, enfim, são é 11 ou
- 19:1312 marcas que sustentam esse ecossistema de saúde e bem-estar
- 19:20é. Esse esse grupo já tem aí um
- 19:25atingiu um valuation aí na casa de um bi, um bi e 200.
- 19:29E a gente agora nesse ano de 2025, a gente está comemorando
- 19:34os 30 anos da sorridentes. Eu gosto de falar dessa desses
- 19:3730 anos, porque infelizmente no Brasil tem alguns indicadores no
- 19:42empreendedorismo que não são tão positivos.
- 19:45Né? 88% das empresas eles quebram
- 19:48antes de completar 5 anos e apenas 12% das empresas no
- 19:52Brasil atinge 30 anos. Então é a gente fica muito feliz
- 19:57com o que a gente vem proporcionando, porque nosso
- 20:00negócio de saúde e bem-estar está totalmente alinhado a essa
- 20:04onda que hoje o mundo está falando da cultura ueones, né?
- 20:08Então assim. É, não é só mais uma, uma a
- 20:13saúde pontual. Eu não estou cuidando do dente,
- 20:15eu não estou cuidando do do olho, eu estou cuidando do
- 20:19ecossistema humano total. Então vai desde a né do a
- 20:23psicologia desse paciente. Ele tem que estar bem
- 20:26emocionalmente, né? Psicologicamente falando, ele
- 20:29tem que. Ter a saúde da boca, porque a
- 20:32saúde começa pela boca, é a porta de entrada de dos, dos
- 20:36nutrientes, dos alimentos, enfim, cada vez mais a gente
- 20:39olha AA questão da da meve, né? A medicina como estilo de vida e
- 20:45a gente estar inserido nesse setor é algo é muito
- 20:49gratificante porque as pessoas vão viver mais e para viver mais
- 20:53as pessoas precisam trabalhar. É preditivamente para que elas
- 20:59possam. Ter ali 8090100 anos mobilidade
- 21:04e qualidade de vida. E para onde vocês estão olhando
- 21:07agora? O que você está vale valor este
- 21:08de 1,2 bilhões. Para onde você está olhando como
- 21:11empresário? A gente quer potencializar ainda
- 21:15mais, né? O Brasil, ele quando a gente
- 21:17olha o nosso mapa de expansão. Eu estou muito centrado na
- 21:21região sudeste e sul. E o Brasil?
- 21:25Ele está tendo algum tempo o movimento do agro, o movimento
- 21:29da interiorização. Então, é, a gente tem apenas 5%
- 21:35das cidades no Brasil, tem mais de 100000 habitantes, né?
- 21:38Num país de 5000. 400 e mais de 5 muito pouco, muito pouco.
- 21:45Então é o futuro das nossas marcas.
- 21:49É estar cada vez mais próximos. É do interior do Brasil?
- 21:54Então? Parece.
- 21:54Até menores de 100000, aí isso o.
- 21:55Foco? Exatamente.
- 21:57A gente tá para inaugurar uma clínica sorridentes numa cidade
- 22:01que eu eu sinceramente desculpa os moradores da cidade que eu
- 22:04nunca tinha ouvido falar, a chamada Xinguara, que fica no
- 22:08Pará. Entendeu?
- 22:09Então, assim. É a franqueada veio, conheceu a
- 22:13marca, uma baita de uma profissional.
- 22:15E o que que ela tá fazendo? Ela chegou e falou, cara, eu vou
- 22:17levar uma marca do grande centro de São Paulo pra essa cidade
- 22:22aqui, porque eu quero levar o acesso conforto, a conveniência
- 22:27e a qualidade pra esse lugar. Então é isso que a gente pensa.
- 22:32Então assim, todas as nossas marcas, elas têm aderência a
- 22:36serem implantadas em qualquer lugar desse brasilzão.
- 22:39Quais foram as 3 atitudes mentais ou comportamentais?
- 22:44As 3 maiores, vamos dizer assim, que foram indispensáveis para
- 22:48que o negócio de vocês passassem daqueles 5 anos.
- 22:53E tava há 30 anos já. Eu acho que são habilidades com
- 22:57pessoas, entendeu? Liderança.
- 23:01Liderança e liderança é algo é importante porque.
- 23:08Ainda mais falando de negócios, de saúde e do modelo de franquia
- 23:12que a gente tem, que não é alicerçado em produto, ele é
- 23:16numa propriedade intelectual. Então é a capacidade de
- 23:20liderança e de comunicação. Foram algo foram, é, foram
- 23:26pilares fundamentais. Outro que eu gosto muito é a
- 23:31questão da persistência, porque empreender no Brasil requer.
- 23:38Muita fé e persistência. Eu Acredito que muito desses é
- 23:4488% das empresas que que fecham antes de completar os 5 anos.
- 23:49É justamente o fato da da pessoa no primeiro percalço, no
- 23:55primeiro vale do caos. Fala, cara, isso não é pra mim.
- 23:57EEE abandona, entendeu? Sendo que ele esquece que a vida
- 24:01vai ter muitos caos? Tanto na pessoa física como na
- 24:06jurídica. Então, se você tem clareza de
- 24:09propósito e você está empreendendo, cara, tem que ter
- 24:14força e persistência. Resiliência pra pra superar os
- 24:18desafios. Então, liderança?
- 24:20Liderança, liderança, comunicação e.
- 24:24Persistência perfeito entendi. E a pergunta que eu faço a
- 24:28partir disso é, onde você aprendeu liderança?
- 24:33Liderança se aperfeiçoa, né? Então, se a gente, você, como
- 24:37psicólogo, sabe daquelas várias ferramentas de perfil
- 24:40comportamental, agora que a gente tem uma empresa bem
- 24:44estruturada, a gente usa muito dessas ferramentas, mas até
- 24:47então a gente não sabia disso. Então é a liderança.
- 24:52Ela não é só uma questão nata, né?
- 24:55Todo mundo fala AI, só o dominante é o líder.
- 24:58Não, até OA quantidade de dominantes em relação aos outros
- 25:02perfis é menor do que do que os outros.
- 25:05Mas as pessoas têm que entender que existem formas de liderar,
- 25:09né? Então o dominante, ele é mais
- 25:11truculento, então ele vai. EE, existem outras formas mais
- 25:15de tête à tête, de de, de engajamento, de conversação, né?
- 25:20Então é isso. Hoje eu sei falar, mas.
- 25:25A liderança? Ela veio se aperfeiçoando desde
- 25:27o meu primeiro emprego, né? Eu.
- 25:31Tinha 15 anos e eu trabalhava ali como auxiliar de
- 25:36almoxarifado numa empresa de artigos esportivos.
- 25:39Então era um emprego que até tá relatado no filme, né?
- 25:43Depois a gente vai falar um pouquinho do filme.
- 25:45Então eu eu queria meu primeiro emprego e cara, eu fui e ali eu
- 25:50vi a postura do meu líder. Então, assim, se você quer
- 25:53liderar. Eu Acredito que todo bom líder,
- 25:58ele primeiro é um excelente liderado.
- 26:01Então assim, eu olhava a postura do meu líder e teve algumas
- 26:05cenas que eu vi o meu líder brigar pelo time e brigar por
- 26:09mim. Então ali foi 11 lição.
- 26:14Depois eu fui promovido pra pra vendedor, que até foi por
- 26:18orientação desse meu chefe do almoxarifado.
- 26:20Ele falou, cara. Ser esperto e tal, não sei o
- 26:22que. Por que que você não vai pra lá
- 26:24e tal, né? Porque ali tá vendo aquela
- 26:27coisa, tá vendo o Jair? O Jair é vendedor, ele tem
- 26:30carro, tá vendo o Roberto? Ele, ele vem de ônibus, ele tem
- 26:333 casas. Então assim ele mostrou pra mim
- 26:36que aquelas 3, aqueles 2 modelos bem sucedidos, vinham de pessoas
- 26:43que eram do comercial. E aí eu almejei ir pro
- 26:49comercial. Furto comercial.
- 26:51Peguei uma carteira podre, né? Me deram lá uma carteira de de
- 26:55clientes, de clientes que estavam devendo pra empresa.
- 27:00Eu falei, cara, então comecei. O cara me deu uma aulinha e eu
- 27:03fui na persistência. Pra que eles pagassem as
- 27:06dívidas? Pagando, pagando, pagando e
- 27:08minha carteira ficou saudabilíssima e aí eu fiz uma
- 27:13venda que foi a maior venda da da loja num dia.
- 27:17E o gerente queria, eu era moleque ainda, né?
- 27:19O gerente queria a venda para ele.
- 27:22Ele falou, cara, você não é muito novo e tal, isso é muito
- 27:25grande para você. E aí os vendedores e o líder de
- 27:31venda falou, não, a venda é do garotão, o pessoal me chama de
- 27:34garotão lá Na Na loja, lá é do garotão, ele começou, ele vai
- 27:38terminar então, assim, de novo, eu vi uma postura de liderança
- 27:43cuidando do liderado, entendeu? Então, na época.
- 27:49Igor, claro que a gente é jovem, não tem experiência, a gente
- 27:53não, a gente tá vivendo, a gente não tá percebendo isso, eu tô
- 27:56falando isso agora, né, com quase 50 anos de idade, é.
- 28:00E aí a gente tem clareza e eu falo, cara, aquilo foi
- 28:04fundamental na construção da minha liderança.
- 28:06Depois disso, eu fui para o exército, eu fui para o
- 28:10exército, né? Então assim o exército já é.
- 28:14Outra escola de de liderança, né?
- 28:16Muito voltado ao a hierarquia e disciplina, onde eu me encaixei
- 28:23muito bem nisso. Daí porque eu sempre fui 11,
- 28:26cara de muito respeito, né, que aprendi muito isso com meu pai.
- 28:31Então assim é a hierarquia e disciplina fluiu perfeitamente,
- 28:36então rapidamente é. Eu fiz um curso de cabo, eu fiz
- 28:40um curso de sargento. E eu acabei ali tendo que
- 28:44desenvolver ali uma liderança, onde o meu principal desafio foi
- 28:49o fato de eu ter sido muito rápido ali, né?
- 28:52Na minha ascensão, Na Na minha carreira, ali no exército, eu
- 28:55fiquei com muita gente da minha própria turma.
- 28:57Então eu tinha, eu tinha militares da minha turma, né,
- 29:01que entraram comigo. E aí o pessoal falou, cara, eu
- 29:04nunca vou te respeitar. Daí eu falei, não, beleza, não
- 29:07tem problema, é só você fazer o que precisa ser feito.
- 29:10Né? Porque aquela coisa da da mesma
- 29:13turma tem aquela coisa, vamos resolver no braço e tal, beleza?
- 29:17E um dia é 11 sargento tava passando e ele por acaso ele era
- 29:25gaúcho? Olha aí o Ronaldo, ele falava,
- 29:28bah, né, guri, é não, não era guri, ele ele chegou, ó o cabo
- 29:36vem aqui, você vai me dar. 10 nomes daquele grupo E você vai
- 29:44participar? Que que é participar é você dar
- 29:48o nome e solicitar uma punição para determinado por por quebra
- 29:53de por quebra de disciplina. Porque ele viu a cena, né?
- 30:00Eu tinha ali uma menção de cortar ali uma Relva lá de uns
- 30:04matagal lá, e a turma não tava me respeitando.
- 30:09E aí eu era o maior cotador de de Mato que tinha naquele local.
- 30:14Então eu ali com o facão, então assim, uma forma de liderar
- 30:17também pelo exemplo. Então assim, eu não só mandava,
- 30:21né? Eu pedia, mandava, mas eu tava
- 30:24ali junto com a tropa no facão, ali como o sargento, ele viu má
- 30:31vontade por parte da tropa. Ele chegou e falou, se você não
- 30:35me dá o nome amanhã. Você vai ser preso.
- 30:40Então, assim, como é que você não cumpre a hierarquia e a
- 30:45disciplina? Igor, aquela noite eu não dormi,
- 30:49quem que eu IA colocar eu falar, colocava o nome, eu até tinha,
- 30:53até tenho um amigo meu que me ajudou com esse, com essa
- 30:56tarefa. Aí ele falou, bota fulano, eu
- 30:59falei, não, cara, esse cara é muito forte, ele vai me pegar lá
- 31:01na rua, era aquele perrengue, enfim, eu, eu.
- 31:08Fiz o documento e o sargento puniu os 10 e aí os 10 ficaram
- 31:16doido comigo, mas aquilo ali foi me aliviando, porque é de fato,
- 31:22existe um papel institucional. O líder, ele, ele ele vai se
- 31:26aperfeiçoando, ele precisa ter é mentores.
- 31:31Então assim, hoje é muito comum essa palavra, mas aquele
- 31:35sargento ali. Ele foi o momento e é um Gauchão
- 31:39que ele ele é de Santa Maria e é um Gauchão que ele já está
- 31:44aposentado. Inclusive EE esses dias eu
- 31:47encontrei ele. Eu falei, cara, obrigado,
- 31:50obrigado, porque ele nem lembrava.
- 31:53Eu falei exatamente essa cena, mas tava lá nos princípios e
- 31:57valores. Ele deve ter feito isso com um
- 31:59Monte de gente, mas aquele cidadão.
- 32:03Deu uma modelada na minha liderança, entendeu?
- 32:06Então, assim, EE, pelos quase 10 anos que eu fiquei dentro da
- 32:10força, dentro do exército, várias cenas a gente acaba vendo
- 32:14em relação a isso, né? As coisas às vezes muito
- 32:19pesadas, forte, muita camaradagem.
- 32:22Às vezes você para liderar também.
- 32:24Você tem que ter bom senso, porque às vezes você até vê a
- 32:29coisa errada. Mas dependendo daquela pessoa
- 32:33que fez a coisa errada, às vezes só foi um desvio.
- 32:37Então você tem que dosar também, porque é a educação, a liderança
- 32:43e o desenvolvimento. Ele é de longo prazo.
- 32:46Então é como se você plantasse uma árvore, ela vai ter um, vai
- 32:51ter 11 vento que vai derrubar, você vai e ajusta, então é.
- 32:57Cultivo liderança é o exercício do cultivo.
- 33:00Entendi que liderança é um dos pilares que você traz, um dos,
- 33:04um dos, dos das atitudes, perdão que fez você e a empresa está
- 33:08onde está hoje. EEO exército contribuiu muito
- 33:12para você a dúvida que eu tenho é, se o exército não existisse
- 33:15na sua vida, você, vamos dizer assim, retirou essa parte da sua
- 33:19vida, você consegue enxergar? Um outro lugar para o
- 33:24desenvolvimento da liderança que você é hoje, do líder que você é
- 33:27hoje, ou você tem que não? Ali foi indispensável.
- 33:29Tipo, a liderança que eu sou hoje é por causa do exército.
- 33:33É difícil você extrair coisas que que você já adquiriu, né?
- 33:37Ainda mais quando é tão marcante.
- 33:40Como foi essa escola para mim. Mas se eu não tivesse entrado no
- 33:43exército, o meu caminho seria o caminho das vendas, né?
- 33:49Então eu tava indo tão bem nas vendas que.
- 33:52Quando eu resolvi entrar no exército, é o meu patrão ainda
- 33:57tinha falado, cara, eu tô te dando um carro, eu tô te dando
- 34:01uma área, eu IA pegar área de Ribeirão Preto, aquela coisa, e
- 34:04você iria ser um vendedor regional de tal lugar ali.
- 34:09Então assim é, sinceramente, eu não sei como é que seria a minha
- 34:14escola, né? Meus modelos, né, as pessoas que
- 34:17eu iria modelar, mas eu estava ali no caminho, né?
- 34:21Então eu acho que. O exército foi é 111 vírgula
- 34:27ali. Naquele momento que falou, cara,
- 34:29beleza, você aprender um pouquinho aqui do meio civil
- 34:31começou bem. Agora eu vou te dar mais uma
- 34:34carga de um outro tipo de liderança.
- 34:36Eu acho que o maior, maior desafio foi quando eu saí, que
- 34:40voltei para a vida civil, foi trazer aquela rigidez, aquela
- 34:45iraquia. E disciplina.
- 34:47De novo para o mercado civil. Aonde eu tive que adequar esse
- 34:51tipo de liderança, né? Porque no começo a gente tem a
- 34:55gente tem muitas formalidades, EAE as pessoas.
- 34:59Hoje não tem mais essas formalidades, as pessoas não tem
- 35:02mais, é tanto compromisso, então você tem, né.
- 35:06EE, isso piorou ou evoluiu demais, né?
- 35:09Porque hoje é. Falou uma.
- 35:11Geração z, né? Como?
- 35:12Como você consegue liderar a partir de agora essa geração
- 35:17atual? Não dá para falar aqui, né, que
- 35:20senão é censura Vega, né? Mas assim é, eu acho que é muita
- 35:24conversa, é muita, é muita comunicação, entendeu?
- 35:28EE entender o alinhamento de propósito, você precisa gastar
- 35:34hoje muito mais tempo na contratação das pessoas, porque
- 35:39é as empresas dessa geração, elas meio que viraram uma curva
- 35:43de Rio, né? Eu falo que as pessoa tá ali na
- 35:46escola. Não está com tanta atenção, as
- 35:48pessoas saem, vão arrumar um emprego, elas não estão tão
- 35:52dedicadas, elas é, elas não, não querem pagar o não querem passar
- 36:00pelo fogo do combate, né? Eu falo muito que é é, é igual
- 36:04ferro, né? Para ele virar uma espada, ele
- 36:07passa pelo fogo e os melhores combatentes é isso, né?
- 36:11Os melhores combatentes são os que passam pelo fogo do combate,
- 36:13então. É, eu só cheguei no onde eu
- 36:16cheguei e eu acho que todo improvável e é indispensável.
- 36:21Se você quer é evoluir na sua vida, na sua carreira, você vai
- 36:26passar pelo fogo do combate, você vai pagar, você vai passar
- 36:30pelo vale do caos. E as e a questão é, como que
- 36:33você vai passar? Porque você só vai passar melhor
- 36:37da próxima, da próxima crise se você passou pela última bem.
- 36:41Porque o erro, as pessoas hoje tem medo de errar, tem medo.
- 36:46O erro não é nada mais, nada menos do que o aperfeiçoamento
- 36:50dos do do que era pra estar certo.
- 36:52Então assim, você fez, tentou e tal, errou, cara, a próxima vez
- 36:56eu não vou errar esse erro, entendeu?
- 36:59Você vai tá aquele naquele buraco que você não trupica
- 37:03mais, entendeu? Então eu acho que essa geração,
- 37:07ela, ela tá muito. Ela está se preservando demais
- 37:11de de não sei o que entendeu é, não põe a mão, não é curioso.
- 37:18É lógico que ela tem outras habilidades, né?
- 37:21Então, nativo, tecnológico e tal.
- 37:25Mas acho que falta um pouco de ousadia, de ousadia, um
- 37:30pouquinho mais de de calo, talvez.
- 37:34Você trouxe liderança, comunicação e persistência.
- 37:39Como você diferencia persistência de burrice?
- 37:43Tipo, sabe, eu estou insistindo demais aqui, ao invés de
- 37:46persistir. Teimosia, né?
- 37:48Persistir é teimosia, melhor dizendo.
- 37:50É, e isso é um desafio, né? Porque como?
- 37:53Você diferenciou isso na sua história?
- 37:56Porque eu tenho comigo o seguinte, tudo que a gente
- 38:01perseverou, tudo que a gente persistiu, ele é mais
- 38:06estruturado, ele. Deixa legado.
- 38:10Ele vem de 11, construção e ele vai ter caos e ele vai balançar,
- 38:18mas não vai cair. Então é uma linha muito tênue.
- 38:24Não existia. Na verdade.
- 38:25Existe uma ideia de legal. Existe um propósito, porque eu
- 38:27tenho sim. Teimosia é o propósito.
- 38:29Sim, você. Você tem que ter um pensamento,
- 38:32você tem que ter uma visão igual a fé.
- 38:35Né? Fé você acredita sem ver a visão
- 38:38é a fé das empresas, então é precisa ter um tempo, né?
- 38:45Como a fé que você enxerga sem ver, é aí que você tem que
- 38:50gastar. Persistência, entendeu?
- 38:51Porque a teimosia ela tá ali, muito próximo também, mas é,
- 38:57você vê que a teimosia é mais ou menos você plantar algo que sem
- 39:01base. Você querer investir em algo que
- 39:04não tem base e aí sim a teimosia, porque aquilo vai
- 39:09ruir. Eu costumo dizer na minha
- 39:11experiência, que a nossa mente, a minha mente, a sua mente.
- 39:14Ela é uma ótima comentarista e uma péssima conselheira que nós
- 39:20temos que tomar decisões importantes na vida.
- 39:21É muito importante que nós tenhamos conselhos que sejam
- 39:23fora da nossa mente. Pode ser com a esposa, pode ser
- 39:26com o mentor, pode ser com um líder.
- 39:29Pode ser. Ou vendo um podcast de alguém
- 39:31que já está lá, como nós estamos fazendo o nosso aqui.
- 39:35Você acredita que faz sentido isso que eu digo?
- 39:37Ou seja, na tua experiência você decidia muito mais pela sua,
- 39:41pela sua convicção ou nas decisões importantes.
- 39:43Você compartilhava com alguém pra chegar no denominador comum?
- 39:47Quanto mais você cresce, quanto mais você vai evoluindo, você
- 39:52vai ficando cada vez mais solitário.
- 39:55Você vai tendo menos gente pra. Compartilhar, ainda mais no meu
- 40:02caso, que eu não tive um pai bem sucedido, né?
- 40:07Meu pai me ensinou coisas ali. É diferentes do mundo
- 40:13corporativo, porque Oo empreendimento do meu pai era um
- 40:15negócio muito simples, era uma borracharia.
- 40:17Então a partir do momento que eu montei uma clínica, o meu meta
- 40:25modelo já era outro, entendeu? Então é, a gente tem que tomar
- 40:29muito cuidado e de não se isolar, porque o empreendedor,
- 40:35ele tem esse esse cacoete, né? Não é, não é nem o cacoete, mas
- 40:39é a vida. Vai levando ele para o
- 40:41isolamento e aí a carga vai ficando muito pesada, ela vai
- 40:46ficando muito pesada. Ele acerta certa, certa, certa,
- 40:48certa, mas. Né?
- 40:50A ciência já diz que tem negócios que Oo empreendedor foi
- 40:54tão importante pra a construção do negócio, mas aquele
- 40:58empreendedor também foi tão importante na destruição do
- 41:01negócio que ele criou. Então, esse é o maior desafio
- 41:04que eu acho que a gente tem que ter.
- 41:06É na questão de compartilhar ou estar na solidão.
- 41:12Hoje eu acho que o mundo evoluiu muito.
- 41:16Né? Então a gente vê muito essa
- 41:18questão das mentorias, a própria antes das mentorias, a
- 41:21informação, porque você que é 111 gestor mesmo, solitário,
- 41:27você não pode fechar os olhos para informação.
- 41:31Tá aí a informação, então você jornais, né, no passado,
- 41:37jornais, matérias, o que que você consome, né?
- 41:40Então, ao invés de você ficar lá comprando revista, caras, pô,
- 41:42ler, lia uma revista. Exame PME e tal.
- 41:47Então sempre eu tive isso, de ver caderno de negócios e tal,
- 41:52ver quem fazia e tal. Então a gente modelava, né?
- 41:55Quem eram os empresários da época?
- 41:57Abílio Diniz, aquela, né, os os tradicionais.
- 42:01Aí Silvio Santos é um cara que eu amo, né?
- 42:03Amava, né. Então assim, eu sempre modelei.
- 42:08Outros empresários e automaticamente, né?
- 42:11Na medida da informação que a gente tinha, a gente, cara,
- 42:14trazia um negócio aqui, uma fala ali e tal, com a internet, isso
- 42:19daí tomou outra proporção. Então hoje você com o seu
- 42:23celular aqui, você no YouTube, no Spotify, você tem mentorias,
- 42:29cursos, conselhos absurdos, né? Você tem hoje você.
- 42:34Tem que fazer o contrário, você tem que fazer uma curadoria que
- 42:37senão você entra em parafuso de tanta de tanto milagre também
- 42:40que tem. Então eu acho que hoje está
- 42:43muito mais, é muito mais acessível para o empresário,
- 42:48entendeu? Então ele tem que fazer a
- 42:51curadoria para não entrar em parafuso.
- 42:53Mas quem é a pessoa próxima, cara, não é muita gente, são
- 43:00pessoas que você tem que. É admirar, você tem que
- 43:04verificar quais foram de fato os resultados que aquela pessoa
- 43:09proporcionou, ter um alinhamento de valores, entendeu?
- 43:14Pra aí sim você ir lá e tomar um café e pedir um conselho, uma
- 43:19visão, né, porque você também já é um cara riquíssimo de você, já
- 43:25fez muita coisa, entendeu? Então é, a gente não vai dar o
- 43:29pulo do gato. É, às vezes é um detalhe, é um
- 43:34detalhinho que pode fazer o teu negócio triplicar, né?
- 43:41Ou multiplicar OOO negócio. Isso sim aconteceu com a gente
- 43:46muitas vezes. Você falou de visão de fé, né?
- 43:49No sentido de visão empreendedora, quando você,
- 43:54vocês tiveram o primeiro sorridentes, já era sorridentes
- 43:58ou era uma outra marca? Primeira clínica era uma outra
- 44:00marca. Era um consultório, era um
- 44:02consultório, né? Como é que era odontologia lá no
- 44:04final do dos anos 90, né? Era cara o clássico, um dentista
- 44:09se formava, ele montava um consultório em cima de um.
- 44:13Se ele fosse mais humilde, ele montava na periferia um
- 44:18consultório em cima de uma padaria, em cima de um açougue,
- 44:21e assim que foi que a sua residência nasceu, consultório
- 44:24odontológico da Vila cisper. Onde?
- 44:27A doutora Carla, minha esposa, veio de Alfenas.
- 44:30Ela se formou em Alfenas, tentou trabalhar em outros
- 44:34consultórios, convênios, não se adequou e montou o consultório
- 44:37dela, né? Comprando um consultório de um
- 44:39protético, inclusive. E a partir do momento que ela
- 44:43comprou ali, com o próprio atendimento e tal, ela deu o
- 44:47ritmo dela, entendeu? Então, esse era o modelo
- 44:50clássico de odontologia, o grande pulo do gato para nós,
- 44:56né? O.
- 44:57O comecinho foi a via comercial que a Carla teve.
- 45:02Tem, né? O fato dela ter vindo de família
- 45:06de de de do comércio, varejo. Então ela tinha um tino, ela tem
- 45:11um tino comercial gigantesco e ela trouxe esse tino comercial
- 45:17para a prática laboral dela na odontologia.
- 45:20Então, o que muitos dentistas, né?
- 45:24Gostam de falar tecnicamente com a população, falar da causa do
- 45:30esteptococus, multas, ação. Então, então assim, a cara, de
- 45:34um jeito simples, ela falava a língua do povo, ela fala a
- 45:37língua do povo, que é o que a pessoa precisa entender.
- 45:41Então acho que esse é o grande, é o é o é o grande ponto de
- 45:46início da surridentes foi cara, a gente é uma solução para este
- 45:51público que precisa saber. Isto sobre a saúde bucal dele.
- 46:00Exatamente, e uma comunicação simples, uma comunicação que
- 46:05comunique, né? Quantas vezes você vai numa
- 46:08consulta no psicólogo, no médico, você vai lá e fala puta,
- 46:11ele falou isso, o que que ele quis dizer, né?
- 46:12Ele acha que ele é Jesus para falar em parábolas, né?
- 46:15Então assim não é, você precisa falar a língua do povo, então
- 46:22isso foi. Fundamental que entra na questão
- 46:25da comunicação das 3 das 3 coisas aí que você anotou aí,
- 46:30entendeu? Então, a comunicação clara com o
- 46:32cliente fez com que a sua residentes de fato nascesse a
- 46:38sua ela, a sua residência. Ela nasceu quando o consultório
- 46:41da doutora Carla mudou de endereço para poucos metros do
- 46:45consultório inicial, onde nós tivemos a oportunidade de
- 46:49construir 1 MB clínica, né? Nós.
- 46:52Financiamos um imóvel por 30 anos na época, a família inteira
- 46:57achando que a gente era maluco, né?
- 46:59Eu dei o meu carro, a Carla deu carro.
- 47:01Então assim, a gente deu tudo que a gente tinha de mais
- 47:03valioso na época e falou, cara, nós vamos montar o nosso sonho.
- 47:08Então, a partir daquela clínica é.
- 47:11Surgiram os pilares do acesso, do conforto, da conveniência, da
- 47:14qualidade. E virou é.
- 47:17Algo extremamente diferenciado para aquela população, aquele
- 47:20tipo de clínicas. Eram clínicas dignas dos bairros
- 47:24mais Nobres do Brasil, né? Então a gente IA na zona sul de
- 47:27São Paulo e tal, olhava aquela clínica, aquele hospital, e
- 47:30falou que a gente IA lá e construia na zona leste.
- 47:32Então, na zona leste a gente fez uma clínica que as pessoas as a
- 47:36vizinhança não acredita. Isso a primeira, primeira
- 47:40clínica. Saímos do consultório e montamos
- 47:42a nossa mega clínica. Essa mega clínica era tão
- 47:45impactante naquela comunidade que as pessoas falam, achavam
- 47:48que aquilo não era aquilo tudo, não era Pra Elas e não, né?
- 47:53Quando a gente fala, dê acesso, não é acesso a coisa ruim, é
- 47:57acesso a coisa boa. Você merece uma experiência
- 48:01diferente. Então aquela clínica deu tão
- 48:03certo, tanto para os clientes, mas principalmente para os
- 48:06dentistas que trabalhavam dentro dela.
- 48:09Então os dentistas, eles começaram a desejar.
- 48:12Uma clínica como aquela. E aí foi que começou a se montar
- 48:16a segunda, terceira, tudo baseado naquele modelo.
- 48:19Então a clínica da sorry, da Cisp, que a gente tem até hoje,
- 48:22graças a Deus, É Ela. É a célula Mater de todo nosso
- 48:27modelo de franquia. Quando foi que vocês tiveram?
- 48:32Foi foi um momento. Eu sei que a Carla sempre
- 48:34trabalhou muito. Dá para ver que era o filme.
- 48:36Aliás, logo mais quero falar um pouco sobre o filme, mas.
- 48:39AA, doutora Carla sempre trabalhou, sim, mas quando foi o
- 48:42momento que foi assim, vamos ter uma clínica?
- 48:46Teve a ver com a agenda de mais lotada dela ou já era uma ideia
- 48:50antes mesmo? Cara, aí aí de novo é só olhando
- 48:53para indo para frente. EE olhando para trás para ver se
- 48:57a gente fez. É tudo planejar.
- 49:01E digo, não foi acontecendo. Eu acho que aí entra aquela
- 49:06questão da fé e da visão. Você montou um consultório, seja
- 49:12ele do tamanho que for. A gente tinha avisando que
- 49:16aquilo era a maior empresa de odontologia que o Brasil já
- 49:19tinha, entendeu? Não é porque estava na
- 49:22periferia, não era porque estava na periferia.
- 49:25Era ali para atender aquele pessoal mais humilde, não.
- 49:28Aquilo ali era sinônimo de realização de orgulho, aquele
- 49:34consultórinho feio. Era uma empresa, então, a
- 49:39mentalidade que a gente tinha em torno daquele negócio e o e a
- 49:43energia que a gente colocava dentro daquilo para comprar os
- 49:47melhores produtos, para treinar as pessoas, para buscar
- 49:51tecnologia, todo esse movimento. Porque é, se você quer evoluir,
- 49:57você tem que criar 11 movimento enérgico ali de energia
- 50:02positiva, entendeu? Porque aí as coisas vão
- 50:04acontecendo, então. Essa essa energia, Igor, foi o
- 50:09que, cara, pô, precisamos vamos montar outra clínica e é no
- 50:13boteco ali que você vai na padaria, no café da manhã,
- 50:15nossa, tá tão bem, tá tão bem e tal.
- 50:18Eu vi uma clínica na zona sul, tão linda, AI se a gente tivesse
- 50:21isso lá, a gente IA AI, por que que então a gente não monta uma
- 50:26Ah, vamos, vamos, então era assim, entendeu?
- 50:29Então assim, a energia, Deus vai falando com você, se você tem
- 50:34uma energia positiva. Você atrai coisa boa, entendeu?
- 50:38Então é muito importante que é o empresário, os empreendedores.
- 50:42Independente do do fogo, do combate, você tenha uma
- 50:47mentalidade de peso positiva. Positiva.
- 50:49Você falou de fé e agora falou de Deus.
- 50:53Deus é indispensável para você. Cada vez mais, cada vez mais, e
- 50:59isso também é outra coisa que. É, eu fiquei muito longe de
- 51:04Deus, muito longe, né, porque, pô, minha mãe não me mandou eu
- 51:07fazer catecismo, né? Ela Foi embora antes, meu pai
- 51:10muito menos entendeu, mas nada como a experiência.
- 51:14Por isso que a persistência pra mim ela está relacionada ao
- 51:18longo prazo. Hoje com 49 anos, pai de 2, tive
- 51:23filho muito novo. Eu tenho 2 filhos lindos,
- 51:25maravilhosos. De 2223 anos, estudaram fora do
- 51:28país. Meu, já eles conhecem mais
- 51:31países do que eu. Eles eu já rodei é Igor, quase
- 51:3570 países, ele já tem quase 80 países aí então é, eu fiquei
- 51:42muito, eu não tinha, eu tinha fé, mas eu não tinha aquela
- 51:45coisa organizada, né? Eu não tinha, é, as coisas
- 51:50aconteciam e de uns tempos para cá.
- 51:55As coisas vieram tomando forma e aí você começa a olhar para trás
- 52:01e falar, cara, que tinha dedo de Deus, aqui tem dedo de Deus.
- 52:04Quando você olha, tudo tem é Deus por perto.
- 52:11Tal coisa aconteceu, cara, isso é coisa de Deus, entendeu?
- 52:14Então é, hoje eu tenho comigo o seguinte, eu estou eu, eu tenho
- 52:18a minha. A minha fé eu tenho a minha
- 52:21rotina espiritual. Todos os dias às 4:00 da manhã
- 52:24eu levanto pra pra é fazer a rezar o Rosário EE, assim tem
- 52:30sido nos últimos 3 anos da minha vida, exatamente todos os dias.
- 52:35Então assim todos os dias nos últimos 3 anos, né?
- 52:39Da maior parte dos dias, né? Não dá pra falar que ele também
- 52:42tem viagem, deslocamento, mas é mudou completamente a minha
- 52:46vida. Mudou completamente e cada dia
- 52:49mais é, as coisas fazem mais sentido tanto pra frente quanto
- 52:56quanto pra trás. Pra trás mudou porque você
- 52:59começou a ter mais clareza, as coisas começaram a fazer mais
- 53:03sentido. É isso ou mudou?
- 53:04Em que sim, acordar às 4 da manhã?
- 53:07Rosário nem todos sabem, porque nem todos são católicos.
- 53:10Mas Rosário são 3/3, né? Exato.
- 53:13Então. É, é uma hora.
- 53:16Exato, ali são, são o Rosário, ele tem AA jornada de Jesus, né?
- 53:21Então ele ali é como se fosse 11 filme, né?
- 53:25Então a gente está ali, ali a gente está evidenciando desde o
- 53:29nascimento, né? Até é OOO final ali da da
- 53:35história que todo mundo já sabe, né?
- 53:37Você sente que essa prática atual faz você ser a pessoa ou
- 53:42profissional que você é hoje, de que forma?
- 53:45Isso colabora? A gente vê muito essa questão de
- 53:47ansiedade, a gente vê muito essa questão de querer resolver, né?
- 53:51O empresário, ele quer ser OE, ele quer ser o herói de tudo.
- 53:55E ele é limitado. A gente é limitada, entendeu?
- 53:58Então, quando a gente tem começa a ter uma clareza de uma força
- 54:02maior, você começa anão deixar de lado, mas assim, ó pai.
- 54:12Eu dei tudo de mim aqui e eu preciso de mais, mas eu não
- 54:19estou encontrando. Eu entrego isso daqui, minha, me
- 54:23orienta, me ajuda, porque no final das contas, você não está
- 54:27sozinho, você depende de você, se depende de um Monte de gente.
- 54:32E aí, aonde? Que que Deus entra?
- 54:34Com muita força, porque é. Ele vai direcionando, ele vai
- 54:39proporcionando. Ele vai pavimentando por onde
- 54:42ir, por onde não ir? Eu Acredito nisso.
- 54:46Que bom, também acredito, sabe? Muito bom, bom, você.
- 54:50Você passou por vários momentos difíceis da sua vida.
- 54:53Sim. Qual dos momentos foi o mais
- 54:56difícil e como você superou ele? Nós tivemos alguns, né?
- 55:01Eu, eu, eu brinco que assim, ó, você pegar aquelas séries de.
- 55:06Do do Discovery Channel, lá que tem, né?
- 55:09Na Na selva você vê aquele leão, aqueles crocodilo.
- 55:14Quando você vai ver aquele crocodilo tem quase 200 anos,
- 55:16ele tem ali cicatrizes, né, porque o macho alfa, né?
- 55:20Tá com sem um braço, sem nada. Então assim, só quem tem
- 55:25cicatrizes sabe a dor e como superou e isso mostra.
- 55:34O quanto tempo você tem no combate, no bom combate.
- 55:40Então, a gente como pessoa, você pergunta como pessoa ou como
- 55:45empresa? Como pessoa, eu vejo você como?
- 55:48Uma pessoa, uma coisa só, né? Uma coisa só.
- 55:50Eu vejo assim, são áreas da vida, mas você é o Cleber.
- 55:53Então na sua vida, o momento mais difícil.
- 55:56E como superou? A gente tem vários, eu tenho
- 56:00desde do do de um irmão que nasceu.
- 56:04É desse segundo casamento do meu pai com uma doença crônica que
- 56:10ele durou 5 anos. E eu fui.
- 56:14É ali muito novo. Assim foi.
- 56:17Ele nasceu em 9090. Eu tinha 1213141313 para 14
- 56:21anos. Minha madrasta do nordeste não
- 56:26sabia andar nada em São Paulo. E aí a gente descobriu que o
- 56:29menino tinha uma doença é e que precisaria ficar num tratamento
- 56:35de longo prazo no hospital das clínicas.
- 56:37Era uma vida que era para morrer em 6 meses e pelo cuidado que a
- 56:42gente teve, ficou 5 anos. Então assim, eu vi aquele meu
- 56:47irmão dentro do do instituto da criança.
- 56:51É no hospital das clínicas. É do lado de várias crianças
- 56:56ali, com problemas que eu nunca imaginei de ter, de ver, de ter
- 57:01visto, né, com 14 anos de idade. Então, aquilo ali me moldou
- 57:06muito. Depois nós tivemos eu, eu tive
- 57:11ali uma cena muito grande de uma fatalidade dentro do exército,
- 57:16né? Numa desinteligência.
- 57:18Então, dentro do quartel é. Nós temos armas e às vezes as
- 57:24pessoas não sabem usar armas. Então houve 11 ataque ali, que
- 57:28também foi na minha frente ali. Então foi um algo é pesado na
- 57:35época, é na empresa. Nós tivemos em 2008, 2009, né,
- 57:43um cenário extremamente favorável.
- 57:46Um pouco antes, a gente expandindo muito.
- 57:50É. E num determinado momento, na
- 57:53crise que teve nos Estados Unidos, lá dos imóveis e tal, é,
- 57:58nós tivemos alguns efeitos colaterais aqui no Brasil.
- 58:02O presidente da época falou que não, no Brasil tá tudo bem, é só
- 58:05uma marolinha. Mas é essa marolinha atingiu
- 58:10exatamente algo importante pra nós, que era um capital, que era
- 58:15um capital que nos ajudava a comprar equipamentos.
- 58:18Pra construção de clínicas, então eu tinha 20 clínicas em
- 58:22obra, já tava tudo engrenado na minha área de implantação, só
- 58:26que aí o gerente chegou e falou, doutor, é, não tenho dinheiro,
- 58:31eu não tenho como pagar os fornecedores não.
- 58:35Felipe se vira, é, arruma esse dinheiro aí, eu não posso parar
- 58:38a minha expansão, né? As clínicas.
- 58:40E eu faturava, tava dando tudo certo.
- 58:42E esse dinheiro ele me dava 6 meses de carência, com uma taxa
- 58:45de juros muito baixinha. E a gente construía a clínica
- 58:50muito rápido, então o tempo quanto mais rápido eu, eu, eu
- 58:53abrisse aquela clínica. Conseguiria pagar?
- 58:56A própria clínica pagava o financiamento e assim a coisa
- 59:00funcionava. E aí o Felipe falou, não, não
- 59:02vai ter esse dinheiro, inclusive, nem existe mais nessa
- 59:04linha de crédito. Foi direcionado pra outro lugar.
- 59:07E aí sobrou dinheiro ruim, que é dinheiro caro, né?
- 59:11Taxas de juros mais altas, com prazos reduzidos, a gente tinha
- 59:16que ter tomado. 2 decisões, pegar o dinheiro ou perder 20
- 59:22clínicas que estavam em obra. E a gente optou em não perder a
- 59:28obra e pegar o dinheiro e montar, porque a gente sabia que
- 59:30o negócio IA rodar. Só que ficou 11.
- 59:34Ciclo financeiro muito ajustado e a gente teve ali um
- 59:38endividamento de 23000000. Essa cena, Igor, ela, essa é tão
- 59:43impactante para nós que nós tivemos.
- 59:46Nós desenvolvemos um filme, nós realizamos um filme para
- 59:49comemoração dos 25 anos da da sua residência.
- 59:52E essa cena é muito forte, porque eu lembro que quando todo
- 59:56empreendedor é assim, eu lembro que eu devia x reais, eu na meu,
- 1:00:02no meu subconsciente. É o seguinte, se eu vender o meu
- 1:00:05carro, eu não devo nada para ninguém.
- 1:00:07E aí a gente vai empreende, empreende.
- 1:00:09Então, aí então é muito comum isso no mundo dos negócios, né?
- 1:00:16Aí eu tinha um carro, depois eu tive um carro em um apartamento
- 1:00:20e automaticamente o negócio precisava de dinheiro.
- 1:00:23Aquela coisa, eu falava, cara, o tanto que eu tô devendo aqui, se
- 1:00:26eu vender meu carro e meu apartamento, eu não devo nada
- 1:00:28pra ninguém, então vamos embora. Chegou num determinado momento
- 1:00:31com 23000000 de endividamento. Nem se eu me vendesse eu pagaria
- 1:00:37aquela conta. Então aquilo ali foi.
- 1:00:40A primeira, a primeira grande pancada de te deixar de de de
- 1:00:45joelho, entendeu? Então nós vendemos nossa nossa
- 1:00:49casa para pagar 13º. Tudo isso está relatado no
- 1:00:52filme, então uma coisa que a gente IA vender essa empresa
- 1:00:55para o concorrente. E a gente IA entregar.
- 1:01:00A gente IA entregar pela dívida. Que bom que vocês decidiram não
- 1:01:03fazer. É, a gente encontrou.
- 1:01:05Naquele momento foi uma decisão de vocês 2.
- 1:01:07Eu fiquei curioso, eu vi o filme.
- 1:01:09Aliás, eu fortemente quero recomendar.
- 1:01:10Assista, a força do sorriso, a força de um sorriso a.
- 1:01:14Força de um sorriso. A força de um sorriso no YouTube
- 1:01:16procura, procura não agora porque tu está vendo o episódio,
- 1:01:19mas acabou esse episódio, procura e veja, é um vídeo muito
- 1:01:22bom e aquela e essa cena realmente me impactou quando
- 1:01:26ofereceram para vocês, não, a gente compra a empresa pelo
- 1:01:29preço da dívida. Vocês.
- 1:01:32Como é que vocês decidiram, não? Ali é Igor foi assim.
- 1:01:36Primeiro foi ter a clareza de que é seria o melhor para a
- 1:01:41empresa, porque a empresa não é o Cléber da Carla.
- 1:01:43E também não era sorridentes. A empresa era todas as pessoas
- 1:01:47que ali viviam, né? As famílias, né?
- 1:01:52Porque uma empresa? Ela é um CNPJ recheado de CPF,
- 1:01:57entendeu? Então aquela empresa já tinha
- 1:01:59muita gente, muitas famílias vivendo daquilo.
- 1:02:02Então a nossa preocupação, a gente teve esse endividamento,
- 1:02:05mas a gente não deixou de honrar o pagamento de ninguém.
- 1:02:09Tanto é que a cena no filme onde a gente vende o apartamento por
- 1:02:11200000 a menos era justamente o dinheiro do 13º.
- 1:02:15Muitos poderiam chegar e falar o seguinte, cara, isso aqui é meu,
- 1:02:18tá no meu nome, eu vou ver, vou passar isso pro nome de um
- 1:02:21terceiro. EEE dar o calote ali no nas
- 1:02:26famílias não foi nossa cultura. E isso daí a gente tem a
- 1:02:30consciência muito tranquila que AA nossa jornada empreendedora.
- 1:02:35Ela é alicerçada em cenas como essa, né?
- 1:02:38De se sacrificar pelo compromisso da responsabilidade.
- 1:02:42Então é a gente naquele momento. E repete a sua pergunta de novo,
- 1:02:49que? Eu viajei.
- 1:02:50Não foi uma viagem muito boa porque eu adorei, tá, não foi
- 1:02:52tão viagem assim. Mas quando quando ofereceram
- 1:02:55para vocês a eu compro a empresa de vocês apenas pelo dinheiro da
- 1:02:59dívida, tá? Vocês não disseram sim, mas
- 1:03:02tinha uma dívida de 3. Milhões a gente que?
- 1:03:04Fez vocês rezaram, dúvida que vocês falou que é tem fé naquele
- 1:03:08momento, foi uma conversa. Com Deus ou a fé?
- 1:03:11A fé está aprimorada agora. Naquela época, não, a gente
- 1:03:14estava. Vivendo, então, como?
- 1:03:16Mas não pediram, não vamos vender.
- 1:03:18Ali, o não vender é que a gente nunca quis vender.
- 1:03:21Ah, tá. A realidade é que ali a gente
- 1:03:24precisava vender. Agora querer não, porque o
- 1:03:26negócio é fantástico, o negócio é fantástico, mas o fato ali era
- 1:03:31que cara, para o bem das pessoas, para o bem maior, a
- 1:03:36gente vai entregar para o concorrente, porém, é.
- 1:03:39A gente ali tinha a certeza de que se tivesse alguns ajustes, a
- 1:03:44gente IA conseguir também. É consertar o rumo daquela
- 1:03:49história. E foi exatamente isso que
- 1:03:50aconteceu, entendeu? Então, querendo ou não, a gente
- 1:03:55a gente ora orava, né? Porque tá ali No No Espírito
- 1:03:59Santo, tava por ali. Porque mesmo que você não
- 1:04:02consiga falar, mesmo que você é, não consiga parar para orar.
- 1:04:07O Espírito Santo pega a coisa do teu coração, EEEEE resolve.
- 1:04:12Ou seja, ali vocês tinham a sensação de que a gente não quer
- 1:04:14vender. A gente não quer vender.
- 1:04:16E aí era uma fase que a gente tava.
- 1:04:19É muito focado, não ganhava nada.
- 1:04:22Nós ganhamos nesse período uma viagem para Nova Iorque.
- 1:04:28E aí a Carla chegou uma coisa boa no meio do fogo, do do do do
- 1:04:32fogo cruzado ali. Então a gente a gente foi num,
- 1:04:35eu fui num evento de timeshare, essas coisas e tal.
- 1:04:37E no final das contas, a gente ganhou uma viagem pra Nova
- 1:04:40Iorque e nessa mesma semana, AA Carla recebeu um convite de 11,
- 1:04:47placa de de um convite. Primeiro é que ela IA participar
- 1:04:52de 11, não era um concurso de um evento.
- 1:04:56Aonde iriam selecionar alguns empresários como referência, né?
- 1:05:03É como se fosse hoje a Forbes turn underthird, né?
- 1:05:08Que era um evento do Estadão na época.
- 1:05:12Aí, beleza, entre você ir pra Nova Iorque, já que a gente não
- 1:05:16tinha nenhuma sorte anterior, tava tão boa pro cara.
- 1:05:20Ganhei. Eu vou pra Nova Iorque que eu
- 1:05:22mereço. Eram quantos dias lá era uma
- 1:05:24semana. Era uma semaninha.
- 1:05:26Eu vou porque, cara, essa nuvem negra vai sair e tal.
- 1:05:31E na mesma semana veio o convite, beleza?
- 1:05:35A cara chegou falar, tá bom, deixa para lá, vamos para Nova
- 1:05:38Iorque. Passou mais uns 2 dias.
- 1:05:42Aquele convite de papel virou uma placa de aço escovado.
- 1:05:47Que chegou em casa também, é isso?
- 1:05:48Que chegou na empresa reforçando o convite.
- 1:05:52E aí a gente tinha ali assessoria de imprensa na hora,
- 1:05:56né? Eu peguei e abri aquilo ali, daí
- 1:05:58eu falei, ó, Carla, é, e essa cena tá no filme também, é?
- 1:06:03Você é uma das finalistas, não é um convite qualquer, é você é
- 1:06:09uma das finalistas desse negócio aqui.
- 1:06:12Bom, eu EE, eu sempre dei, a Carla é sempre muito forte, né?
- 1:06:15Aí eu deixei ela desse dia, ela ficou aqui aquilo ali que ela
- 1:06:18queria ir para Nova Iorque. Por que que eu falo de por que
- 1:06:21que eu falo isso? É quantos empresários estão
- 1:06:26dispostos a fazer trocas em prol do seu negócio?
- 1:06:32Dentre hoje é muito comum ir pra Nova Iorque, né?
- 1:06:35É muito mais fácil, mas você imagina isso 20 anos atrás?
- 1:06:38E pô, era um glamour pra Nova Iorque.
- 1:06:42E ir para Nova Iorque, ir para um evento desses sociais que
- 1:06:46você vai encontrar pessoas talvez interessantes ou não.
- 1:06:51Ou aquela, né? Vou trocar uma viagem para um
- 1:06:54evento no Palácio do governador. Ela escolheu ir, ela abriu mão
- 1:06:58da viagem. Então a escolha assertiva foi
- 1:07:05para o evento. Ela Foi a grande vencedora,
- 1:07:09deixou. O Cielo da natação é Arezzo,
- 1:07:15então tinha um grupo de empresários que estavam ali
- 1:07:17concorrendo com ela tal. E ela, né?
- 1:07:20O Bolonha, que era o então presidente da LATAM na época da
- 1:07:23Tam, chamou, né? A Carla, né?
- 1:07:26Como referência em empreendedorismo jovem, por
- 1:07:31unanimidade, Carla Sarney, ela subiu no palco.
- 1:07:36Muito emocionada, chorando e tal.
- 1:07:38E não conseguia nem falar direito porque só ela sabia da
- 1:07:43dificuldade do perrengue que estava acontecendo quando ela
- 1:07:47subiu, fez o discurso a Luiza Trajano.
- 1:07:51Ela é muito engajada nessas questões de mulheres
- 1:07:54empreendedoras, mulheres empoderadas.
- 1:07:57A Luiza Trajano com toda humildade que ela tem.
- 1:08:00Ela saiu que ela era uma das juradas.
- 1:08:02Ela saiu de trás da mesa e foi lá recepcionar a Carla, descendo
- 1:08:06do palco e naquela simplicidade falou, nossa, Carla, adorei tua
- 1:08:09história, tá aqui meu cartão, vai almoçar comigo essa semana
- 1:08:12lá na Magazine e assim foi. Então a Carla pegou, foi lá
- 1:08:19almoçar com a com a Luiza e a Luiza chegou e perguntou, cara,
- 1:08:22pô, que legal, né? Se construiu um Império na
- 1:08:26odontologia? Quais são os próximos passos?
- 1:08:28Agora eu falei, é construir, mas eu vou vender para o concorrente
- 1:08:33porque ela contou, ela contou a história, falou, eu estou, eu
- 1:08:37estou devendo. A gente criou um endividamento
- 1:08:41por alavancagem, né? Então, para as pessoas
- 1:08:44entenderem que não foi um endividamento, que o negócio era
- 1:08:47ruim, o negócio era maravilhoso, é maravilhoso crescer.
- 1:08:52Também é um risco, então a gente deu uma pernada um pouco maior,
- 1:08:56né? Então, a gente, o nosso
- 1:08:58desajuste de caixa foi pela expansão, não pelo faturamento e
- 1:09:03o desajuste do fluxo financeiro. Então, o valor que a gente pegou
- 1:09:07emprestado era maior do que a gente estava gerando No No, no
- 1:09:11prazo. E aí é a Luiza falou, mas pô,
- 1:09:14mas é isso que você quer? A ká falou, não, eu só preciso o
- 1:09:18que que você precisa? Eu preciso que um banco acredite
- 1:09:21em mim, porque. Até então, é, a gente já tinha
- 1:09:25ido em vários bancos. E os bancos eles queriam, eles
- 1:09:29queriam garantias. E o que que é garantia?
- 1:09:32Garantia, imóvel, fazenda e tal. E era e garantia, tipo assim,
- 1:09:36150 vezes mais do que o valor que que tinha.
- 1:09:39Eu falei, cara, mas se eu tivesse tudo de garantia, quem
- 1:09:41IA emprestar dinheiro seria. Eu vendia e comprar.
- 1:09:44Então a Luiza, ela não. Ela não nos é, é fiou, ela não
- 1:09:50emprestou dinheiro. Mas ela conectou pessoas certas.
- 1:09:55Ela fez uma simples ligação por um diretor de um banco na época.
- 1:10:00E esse diretor, né? Com o cuidado que a Luiza pediu,
- 1:10:05esse esse diretor do banco, ele pegou todas as contas, né?
- 1:10:09Fez a lição de casa. Deles.
- 1:10:12E as contas de vocês, ele deu uma olhada?
- 1:10:14Todos os empréstimos que a gente tinha, pegou tudo e falou, cara,
- 1:10:18eu consigo te oferecer isso, eu te consigo isso, te dar essa
- 1:10:21carência tal. E foi o que a gente fez.
- 1:10:25A gente repactuou esse banco, pagou todas as dívidas que eu
- 1:10:30tinha. A gente repactuou essa dívida
- 1:10:31com esse banco novo num prazo de 5 anos, com uma taxa.
- 1:10:36Compatível? E o que a gente deveria pagar em
- 1:10:395? O negócio tava tão bom que a
- 1:10:41gente pagou em 3. E aí teve outro momento de de,
- 1:10:45de de inspiração. Então assim eu falo que você ter
- 1:10:50a oportunidade de conhecer, porque a gente vê muita notícia
- 1:10:54ruim, né? Então eu sempre falo, gente.
- 1:10:56Cuidado com o que você consome, cuidado com o que você lê.
- 1:11:00O mundo tem, tem muito mais pessoas boas do que pessoas
- 1:11:05ruins, basta você procurar a fonte certa.
- 1:11:10Então é a Luiza Trajano, é uma bênção para nós, né?
- 1:11:14Eu falo o tempo inteiro que Ela Foi uma Fada Madrinha, não só
- 1:11:17para cáli e pro Cleber, mas principalmente para hoje.
- 1:11:21São mais de 12000 empregos diretos e indiretos.
- 1:11:25Entendeu então? É essa empresária, essa essa
- 1:11:29empresária brasileira. Ela teve compaixão, ela teve é
- 1:11:35empatia. E ela ajudou outros empresários
- 1:11:40a superarem o tão desafiador mundo dos negócios, entendeu?
- 1:11:45Então é é isso que é importante de você, cativar bons
- 1:11:51relacionamentos. Que sensacional.
- 1:11:53Cléber, que história. Muito obrigado.
- 1:11:55Muito obrigado pela sua fala. Eu te pedi um momento difícil,
- 1:11:57você trouxe 2 ou 3 momentos difíceis.
- 1:12:00E tem mais, mas aí precisa de outro?
- 1:12:02Episódio teria o maior prazer de poder te receber aqui.
- 1:12:05Se for agradar, para você será uma honra muito grande.
- 1:12:08Mas indo para o final do nosso episódio, eu quero fazer 2
- 1:12:11coisas. Primeira ideia é convidar você a
- 1:12:13assistir sim no YouTube. AA força de um sorriso eu pude
- 1:12:18assistir também. É um.
- 1:12:19É um filme muito bem construído, com roteiro muito bom,
- 1:12:23impactante, é engajador, sabe? A gente realmente te prende do
- 1:12:27início ao fim e conta essa história tanto do Kleber quanto
- 1:12:30da Carla. Com todos os detalhes
- 1:12:33necessários para mostrar o lado bem humano e real.
- 1:12:36Se você puder colocar o link aí na legenda, cara, seria porque
- 1:12:40aí a pessoa que está assistindo o podcast, na hora que acabar,
- 1:12:43já clique e vai ver o. Filme vai estar no link na
- 1:12:45descrição para que você possa assistir, é um vídeo muito,
- 1:12:48muito, muito interessante. É um filme que eu recomendo, é.
- 1:12:53As famílias assistirem, né? Os os profissionais que gostam
- 1:12:58de usar filme para treinar seus times.
- 1:13:00Eu acho que tem muitos insights ali.
- 1:13:02Importante porque é a história de 2 brasileiros empreendedores.
- 1:13:07A Carla vendeu água para se formar na faculdade.
- 1:13:10É, tem cena dela subindo em caminhão de algodão para colher
- 1:13:15algodão. Eu militar, né?
- 1:13:18Carregando Pedra ali no meu primeiro emprego.
- 1:13:21Enfim, depois a construção da nossa família.
- 1:13:25E quando a gente é teve esse essa cena do do, do
- 1:13:30endividamento. A gente tava com os nossos
- 1:13:32filhos numa zona de conforto e nós tivemos que movimentar,
- 1:13:36inclusive é as crianças, entendeu?
- 1:13:40A gente teve que mudar de casa, a gente ficou morando em cima de
- 1:13:44caixa. O meu filho mais velho quis lá
- 1:13:46dar uma. Uma estressada, a Carla teve a
- 1:13:48humildade de ajoelhar ali na frente dele e falar, ó, a mãe
- 1:13:53errou, então assim, ó. O envolvimento familiar nos
- 1:13:58negócios é extremamente importante que tanto é que hoje
- 1:14:01meus filhos, cara, praticamente meus filhos são nossos.
- 1:14:05Eles fazem parte do boarding. Da nossa empresa familiar,
- 1:14:09entendeu? Então tudo isso, mesmo eles
- 1:14:12sendo muito pequenos, eles eles tiveram ali uma lição bastante
- 1:14:15grande de humildade nossa por parte da mãe que assumiu.
- 1:14:18O erro de ter é acelerado demais de ter, né?
- 1:14:22Empreendido demais. Então a cena do filme é muito
- 1:14:25forte. E se você é empreende em casal,
- 1:14:29se você tem um lifestyle empreendedor, assista a força de
- 1:14:33um sorriso. Sabe que essa cena me pegou
- 1:14:35bastante? Eu vir pra pra Alphaville agora,
- 1:14:38eu, nós viemos agora em janeiro para cá faz pouco tempo.
- 1:14:41É um safio mudar de querendo ou não é Brasil, mas é uma cultura
- 1:14:44diferente. Diferente é um investimento
- 1:14:47muito maior também. A realidade financeira do Rio
- 1:14:49Grande do Sul, mesmo pós enchente que teve e daqui é é um
- 1:14:54Salto muito grande e eu vi com a minha família toda por um sonho
- 1:14:57de família. Para que a mentoria a qual a
- 1:15:00qual eu lidero pudesse entrar na mentor e ligue o society?
- 1:15:02E entrou my bis Club, que é a mentoria que eu lidero para
- 1:15:05empresários, entrou. Só que o cuidado que eu tive é,
- 1:15:08eu quero tentar buscar manter a mesma qualidade de vida, porque
- 1:15:11os meus filhos não precisam ser penalizados por uma escolha
- 1:15:13minha mesmo qualidade de vida que eu tinha em Porto Alegre
- 1:15:15aqui e hoje está dando certo. Mas eu tenho grande receio de
- 1:15:22enfim acontecer alguma situação no mercado e que eu não consiga
- 1:15:26manter essa qualidade de vida. E a Carla me ensinou ali que é o
- 1:15:29momento em que eu tenho que, se realmente acontecer, eu vou me
- 1:15:32ajudar e falar para os meus filhos, eu errei, vamos reduzir
- 1:15:35um pouco, mas nós vamos voltar porque aquilo que você e a Carla
- 1:15:39fizeram. Isso é persistência, isso é
- 1:15:41persistência. Isso não é teimosia, isso é
- 1:15:42persistência, porque é Deus. Não falou que a vida IA ser
- 1:15:47fácil? Ele nunca prometeu um mar de
- 1:15:49rosa, ele prometeu força para você superar.
- 1:15:53Então eu acho que isso é o que eu falo muito na questão da
- 1:15:55persistência. E quem tá no jogo vai acontecer
- 1:16:00o público desafio, entendeu? Você só precisa ter a maturidade
- 1:16:03que vai passar. E não adianta jogar a toalha,
- 1:16:07vai passar, porque o cara daqui 1 dia vai vir de novo.
- 1:16:11Então, e cada cada é é desafio desse só vai te transformar num
- 1:16:18cara mais forte. Fantástico para finalizar,
- 1:16:22Kleber tem muitos improváveis nos assistindo agora.
- 1:16:26O que você deixaria de mensagem para essas pessoas que ainda
- 1:16:30estão na área de guerra, estão na zona, talvez no momento
- 1:16:33difícil, talvez esteja neste momento num pior momento, como
- 1:16:37os 23000000 de dívida, ou eles querem realmente ouvir de você
- 1:16:42que tá aí num grupo fantástico com valor eixo de um bi vírgula
- 1:16:462 1,2 bi? Que mensagem você poderia deixar
- 1:16:49para esses improváveis manterem a persistência?
- 1:16:52Não percam a fé, não percam a fé de que é.
- 1:16:57Existem muitas coisas boas. A gente como brasileiro, vira e
- 1:17:02mexe cai naquela Ladainha do da da crise, né?
- 1:17:06Do do, do vira, lata de política, de de, de de cenário
- 1:17:12macroeconômico. A primeira coisa é, Igor, é auto
- 1:17:17responsabilidade. Não perca a fé.
- 1:17:21E saiba que tudo que acontecer é sua responsabilidade, ou é você
- 1:17:29ou é apesar de você, entendeu? Então não adianta achar que a
- 1:17:35vida vai facilitar. Você tem que ter força para
- 1:17:38superar todos os desafios. E isso vem de persistência, vem
- 1:17:42muito de você. É manter a fé.
- 1:17:46Mas hoje existem ferramentas que você pode escolher com quem
- 1:17:52lutar, então acho que é você no combate, né?
- 1:17:57Não existe um exército de um homem só.
- 1:18:00E quando você encontra um grupo de pessoas de alinhamento, de
- 1:18:06valor, um ecossistema que possa, né?
- 1:18:09Um dar a mão para o outro e um ajudar o outro no
- 1:18:13desenvolvimento, porque não? Você é não usufruir dessa
- 1:18:18ferramenta. Então você, tua família, e você
- 1:18:22buscar um ambiente colaborativo, um ambiente produtivo, de de de
- 1:18:28boas ideias. Isso vai facilitar qualquer
- 1:18:32desafio que a vida vai lhe proporcionar.
- 1:18:35Fantástico, muito obrigado, viu? Cléber, como como foi para você
- 1:18:37essa nossa entrevista? Como foi, cara?
- 1:18:39Foi ótimo. Foi quase uma terapia que eu
- 1:18:40estou. É leve?
- 1:18:41É, eu estou, é leve. Aqui foi muito bom.
- 1:18:44Só que eu busco isso, exatamente isso, trazer quase como se fosse
- 1:18:46uma terapia para realmente conhecer um pouco mais de você,
- 1:18:50o lado de você colaborativo e também que possa acrescentar a
- 1:18:54vida das pessoas. Fiquei feliz saber que foi leve.
- 1:18:55Obrigado pelo convite e eu me coloco à disposição, é?
- 1:19:00Sua e do seu público, se precisar.
- 1:19:03Coisa boa, obrigado, viu? E você que está assistindo aqui
- 1:19:07o indispensável podcast e permaneceu aqui aprendendo com o
- 1:19:11Kleber como foi a jornada dele, os passos dele para chegar no
- 1:19:15tamanho desse negócio de pessoa que ele é e também quer crescer
- 1:19:20focando na sua empresa de uma forma a tornar se um improvável.
- 1:19:24Eu quero fazer um convite para você.
- 1:19:26Eu sou como você sabe, eu sou líder de um programa empresarial
- 1:19:29chamado mindbys Club e eu convido você a no link que está
- 1:19:33aqui abaixo digitar no link tem o link do filme.
- 1:19:38O link vai estar aí, mas abaixo do link do filme eu quero
- 1:19:41oferecer para você uma entrevista comigo para eu
- 1:19:44analisar suas metas de vida. O principal objetivo do mindbis
- 1:19:47Club é pegar as metas que você tem na sua vida, no seu negócio.
- 1:19:51E ampliá las de tal forma que elas possam ser impossíveis, mas
- 1:19:55tornando elas prováveis. Então, se você quiser meu
- 1:19:58auxílio para isso, digito no link abaixo do filme que eu vou
- 1:20:01conversar com você. No mais, muito obrigado pela sua
- 1:20:04presença, pelo seu tempo. No próximo episódio, nós teremos
- 1:20:08aqui com mais conteúdo indispensável para você ser o
- 1:20:12improvável que você quer. Eu desejo fortemente que você,
- 1:20:15ao fim desse nosso episódio, seja uma pessoa insubstituível.
- 1:20:20Obrigado. Até mais tchau.