Latest / ED Podcast [@arthurdantaslemos] / Clube do Livro: Nudge #06 - Enquadramento [Vieses e Asneiras]
Transcript
- 0:09Bom nessa mais um episódio do clube do Livro Podcast Segredos
- 0:12financeiros, livro qual livro? Não, não e como Tomar melhores
- 0:17decisões sobre saúde, dinheiro e Felicidade Zinho?
- 0:20Mas antes do empurrãozinho, esta gente seguir aqui com.
- 0:24A estamos gravando no mesmo dia que a gente gravou último
- 0:28episódio. Não sei se você ouviu o último
- 0:30episódio, onde a gente falou de acesso.
- 0:33Confiança, aversão. A perda havia esta de estar
- 0:35Decor e vamos falar de um conceito muito, muito
- 0:38importante, muito importante, nao deu que me dá muita ênfase
- 0:42para ele, que é enquadramento, vai ser um introdução esse
- 0:45conceito, mas é a pauta desse nosso episódio aqui.
- 0:48Mas eu expliquei eu e o Bruno explicamos no episódio passado
- 0:53que agora a gente tem a participação do ouvinte, tá?
- 0:56Eu Não vou explicar em detalhes de novo, mas a gente ainda não
- 1:00tem nenhuma participação de ouvinte para colocar aqui.
- 1:02Não é porque acabamos de gravar. Como é que funciona isso?
- 1:06E a torre forçando aqui, está, se você quiser.
- 1:11PA compartilhar. Um relato tem um depoimento, tem
- 1:15o principalmente. A experiência que você teve ao
- 1:19produzir conteúdo a partir do conteúdo que a gente leva para
- 1:22você aqui no clube do livro. É manda uma Mensagem para mim em
- 1:27arroba Artur Dantas Lemos lá no Instagram me chama lá.
- 1:31É manda um áudio contando a história e eu vou tocar esse
- 1:34áudio aqui e você vai participar junto comigo e com o Bruno aqui
- 1:39do clube do livro. Beleza então está explicado
- 1:41aqui. Por enquanto, ainda não temos
- 1:42participações de ouvintes, mas estamos ávidos pela sua
- 1:45participação. Gente, quer te ouvir?
- 1:47A gente quer trazer sua voz aqui procurando livro, então me manda
- 1:49lá essa Mensagem pelo Instagram e com isso dito por não podemos
- 1:53começar, podemos sim, vão entrar agora em enquadramento como
- 1:56nessa vamos supor ao já começo, destacando tudo aqui.
- 2:02Toda essa parte está sublinhada. Vamos supor que você sofra de
- 2:05uma doença cardíaca grave que seu médico tenha proposto uma
- 2:08operação arriscada. E esse é um exemplo clássico.
- 2:11Está esse exemplo clássico? Está lá na teoria do caos.
- 2:13Não sei se está exatamente assim, mas é um exemplo que há
- 2:16muitos académicos usam para explicar.
- 2:20A diferença e a importância do enquadramento, então vamos lá.
- 2:24Vamos supor que você sofra de uma doença cardíaca grave e que
- 2:27seu médico tenha proposto uma operação arriscada.
- 2:29É normal que você queira saber quais são as suas chances, então
- 2:32o médico diz o seguinte, abre aspas de cada 10 de cada 100
- 2:35pacientes que fazem essa operação, 90 estão vivos após 5
- 2:40anos, o que é que você faria? Se interpretarmos os dados por
- 2:45determinado ângulo, a resposta do cirurgião é tranquilizadora e
- 2:50você provavelmente fará a operação.
- 2:53Mas vamos supor que o médico responda de uma forma um pouco
- 2:56diferente. Abre aspas de cada 100 pacientes
- 3:00que fazem essa operação, 10 estão mortos após 5 anos.
- 3:05Se você é como a maioria das pessoas, vai considerar a frase
- 3:08alarmante, talvez não se submeta à operação.
- 3:11O sistema automático pensa. Um número considerável de
- 3:15pessoas morrem e eu posso ser uma delas, logo estou fora dessa
- 3:19operação. E aí só observação, não é NOS 2?
- 3:25A taxa de sucesso de 90% de insucesso é de 10%, mas a forma
- 3:30como o médico falou mudou. Ele enquadrou de uma maneira
- 3:34diferente, não é? Então seguinte a em diversos
- 3:38experimentos, as pessoas reagem de forma muito diferente ao
- 3:43saber que 90 em cada 100 estão vivas, em comparação com 10 em
- 3:50cada 100 estão mortas. Embora o conteúdo das 2 frases
- 3:55seja exatamente o mesmo. A taxa especialistas estão
- 3:59sujeitos aos efeitos do enquadramento quando o médico
- 4:03recebe a informação de que 90 em cada 100 estão vivas, é mais
- 4:06provável que recomendem operação do que se descobrissem que 10 em
- 4:10cada 10 estão mortas e tem uma pesquisa que respalda isso aqui
- 4:14está, Eu Não tenho anotado no meu livro.
- 4:15Quem é que fez essa pesquisa aqui?
- 4:16Mas tem uma pesquisa que respalda a até mesmo os médicos,
- 4:20sendo influenciados pelo enquadramento nesse exemplo
- 4:23aqui. O conceito de enquadramento é
- 4:26importante em diversas áreas, quando os cartões de crédito
- 4:29começaram a se popularizar na como formas de pagamento NOS
- 4:32anos 70, alguns comerciantes queriam ou quiseram cobrar
- 4:36preços diferentes em dinheiro. Cartão.
- 4:38As empresas de cartão de crédito costumam cobrar um pequeno
- 4:42percentual de cada venda do comerciante na cidade.
- 4:44Mas não é isso. Então, para evitar esses preços
- 4:48diferentes, as empresas de cartão adotaram regras proibindo
- 4:51essa prática. No entanto, quando o Congresso
- 4:54americano apresentou ali para proibir a regra imposta aos
- 4:57comerciantes, essa regra de ter que cobrar o mesmo preço.
- 5:00O lobby, das empresas de cartão de crédito dirigiu sua atenção
- 5:04para a linguagem e propôs que se uma loja cobrava preços
- 5:08diferentes, o preço no cartão deveria ser considerado o
- 5:12normal. O preço padrão e o preço em
- 5:16dinheiro ou desconto. E não que o preço em dinheiro
- 5:20fosse normal e que no cartão houvesse um acréscimo na
- 5:23cobrança. Às empresas de cartão de
- 5:26crédito. Tinha uma boa compreensão
- 5:27intuitiva do que os psicólogos denominariam enquadramento.
- 5:32A ideia de que as decisões dependem em parte da forma como
- 5:36os problemas são apresentados. Isso tem consequências
- 5:40importantes para as políticas públicas.
- 5:43Veja o seguinte exemplo. Sabendo que a economia de
- 5:45energia é um Tema muito atual, qual frase a seguir caberia
- 5:49melhor numa campanha informativa?
- 5:52Primeira opção utilizando métodos de economia de energia
- 5:55você poupa 350 USD por ano ou opção B.
- 6:00Sigo uma opção não utilizando métodos de economia de energia.
- 6:04Você desperdiça 350 USD por ano. E aí você que estava aqui no
- 6:09último episódio? Você sabe que a resposta diz
- 6:11aqui não é? Então, evidenciar ou não aversão
- 6:14à perda? É uma forma de enquadramento.
- 6:19De tal maneira que você pode até afirmar que o arquiteto.
- 6:22É um enquadrador. Está.
- 6:25Mas vamos lá a campanha de Conscientização B, né?
- 6:29Da segunda opção que evidencia que você vai desperdiçar 350
- 6:33USD. Enquadrada em termos que
- 6:36destacam a perda é muito mais eficaz que a campanha número 1.
- 6:41Se o Governo quer encorajar AA economia de energia, a opção B é
- 6:45um mais efetivo. E aí vem uma parte que eu
- 6:49destaquei. O enquadramento funciona porque
- 6:52as pessoas tendem a Tomar decisões de maneira desatenta e
- 6:56passiva. Seu sistemas reflexivos não
- 7:00procuram verificar se já expostas seriam diferentes.
- 7:03Caso as perguntas fossem reformuladas.
- 7:07Um dos motivos. É que não saberíamos como
- 7:10interpretar contradição. Na prática, isso significa que o
- 7:14enquadramento e um na diz poderoso e deve ser utilizado
- 7:18com muito cuidado. E aí a gente vai para o último
- 7:22tópico aqui desse primeiro deste primeiro capítulo, então ele
- 7:25passou por heurísticas na por várias coisas que conduzem à
- 7:29processo decisório ineficiente. E porque é que ele acontece?
- 7:33Também na forma que existe 11 esquema 2 como é que funciona o
- 7:35nosso processo de pensamento? E aí ele fecha o capítulo
- 7:38perguntando assim e dai. Na.
- 7:42E esse primeiro parágrafo da resposta do e daí, né?
- 7:45Inclusive eu também destaquei, ele diz assim.
- 7:47O nosso objetivo neste capítulo foi oferecer um breve panorama
- 7:51da fala, habilidade humana o quadro geral mostra pessoas
- 7:56atarefadas tentando ser bem-sucedidos em um mundo em um
- 8:01mundo no qual não podem se dar ao luxo de refletir sobre cada
- 8:04escolha que fazem. As pessoas, então adotam regras
- 8:07básicas que às vezes as deixam desorientadas, como são pessoas
- 8:13ocupadas e dispersas, aceitam passivamente as perguntas
- 8:16feitas, invés de tentar de tentar determinar se suas
- 8:19respostas seriam diferentes, caso as questões fossem
- 8:22formuladas de outra maneira que a questão do enquadramento que
- 8:24acabou de ver. Em suma, ou seja, em resumo,
- 8:28segundo o nosso ponto de vista, as pessoas são influenciadas
- 8:32por. Suas escolhas, mesmo as mais
- 8:36importantes, são influenciadas de formas imprevisíveis em um
- 8:42enquadramento económico padrão. Eis aqui um último exemplo para
- 8:46ilustrar essa situação. Uma das vias urbanas mais belas
- 8:51do mundo é a lakeshore Drive de Chicago, que percorre a orla do
- 8:56Lago Michigan. O limite oriental da cidade.
- 9:00Ela oferece vistas fantásticas do horizonte deslumbrante de
- 9:04Chicago. E um trecho da pista tem uma
- 9:07perigosa sequência de curvas em s.
- 9:10Muitos motoristas não levam a sério o limite de velocidade de
- 9:1440 40 km por hora e causam graves acidentes.
- 9:18Recentemente, porém, a cidade começou a empregar um novo
- 9:21método de estimular os motoristas a reduzir a
- 9:24velocidade. No começo da curva perigosa, os
- 9:28motoristas encontram pintadas na pista, uma sinalização
- 9:32advertindo sobre o limite de velocidade.
- 9:34Depois, uma série de listas brancas, as listras não oferecem
- 9:39qualquer informação tangível. Hã não são quebra-molas, são
- 9:44apenas listras. Mas elas enviam um sinal visual
- 9:49aos motoristas. Às primeiras listas são bem
- 9:53espaçadas entre si, mas quando os motoristas chegam a parte
- 9:57mais perigosa da curva, as listras ficam mais próximas uma
- 10:00da outra, dando a sensação de que a velocidade está
- 10:04aumentando. Quando na verdade não está?
- 10:08O instinto natural do motorista diminuir a velocidade.
- 10:12Ao dirigir nesse trecho específico, a impressão é de que
- 10:16as linhas estão conversando conosco, pedindo delicadamente
- 10:20que 10 aceleremos antes de chegar ao ápice da curva.
- 10:25Isso contribuiu para reduzir os acidentes, porque reduziu a
- 10:30velocidade. E isso nada mais é do que um na.
- 10:36E aí. Esse parágrafo aqui finalizamos.
- 10:39O primeiro capítulo de noite está Bruno, esse parágrafo que
- 10:43ele começa a respondendo e daí ele fala que velho a gente quis
- 10:46aqui mostrar que as pessoas estão ocupadas, confusas, que
- 10:49não, não, não, não questionam as perguntas que chegam e tal, não
- 10:52sei por isso, por tudo isso a gente é.
- 10:55É toma. Muitas decisões equivocadas que
- 10:57nós podemos NOS beneficiar de um.
- 10:58Quando ele está falando isso, eu anotei para mim o seguinte.
- 11:02O seu ponto de vista? Depende da vista.
- 11:08Que muitas vezes não é controlada por você, apesar de
- 11:13ser o seu ponto de vista. Então fica aqui um grande final
- 11:18e para esse belíssimo capítulo. E para a gente finalizar esse
- 11:23belíssimo episódio, vou deixar aqui com o Querido Bruno, a
- 11:26responsabilidade trazer aqui qual é a frase do episódio de
- 11:29Hoje? Eu acho que essa frase daí essa
- 11:32frase aqui SIM 1 vamos lá, o seu ponto de mas essa aqui não é de
- 11:37Richard Taylor, mas vamos nessa. O seu ponto de vista depende da
- 11:42vista. Que não é controlada por você,
- 11:46não é, é? Deixa eu ver se tem alguma coisa
- 11:51que que não essa aqui, essa que dá para essa que é uma boa
- 11:54frase. Esse aqui dá para produzir
- 11:55conteúdo? Não, não, sim, sim.
- 11:57Com certeza. Pois bem, então temos uma frase
- 12:00do dia, a nosso convite é que você.
- 12:03Em cima dessa frase. E produza não é algum conteúdo,
- 12:08não precisa um conteúdo de venda, pode ser um conteúdo.
- 12:10Nutrição não é? É compartilhar um pouco do que
- 12:14você aprendeu nesse episódio somada com conhecimentos e
- 12:17conteúdos que você já tem e depois também manda um áudio
- 12:21para mim lá contando. Essa experiência se teve alguém
- 12:23que interagir com vocês foi bacana, se não for se foi
- 12:26frustrante se gerou a venda, se gerou cliente e traz seu
- 12:30depoimento, manda um áudio para mim lá em arroba, Artur Dantas,
- 12:33Lemos que quem sabe NOS próximos episódios aqui do clube do.
- 12:36Livro no momento da participação do ouvinte, que é no início do
- 12:39episódio, não colocou seu áudio aqui você efetivamente participa
- 12:43do nosso podcast é isso? Bruno, é isso?
- 12:47Daí vamos agora para o segundo capítulo do livro, que tem como
- 12:51título resistir à tentação. Muita coisa boa a cana aqui a
- 12:56gente fala de ingenuidade temperamental, que é um conceito
- 12:58super importante do George Lowenstein e também sobre
- 13:02problemas de autocontrole. Está então para quem gosta de
- 13:05finanças comportamentais? O capítulo número 2 é imperdível
- 13:09e nós vamos começar a conhecê-lo a partir do próximo episódio.
- 13:12Forte abraço, obrigado pela sua companhia até mais.