Latest / SuinoCast · by PPGVET / SANIDADE RESPIRATÓRIA EM SUÍNOS: NOVOS CAMINHOS PARA REDUZIR PERDAS - Dener Paulo Tres | Ep. 336
Transcript
- 0:00Primeiro a gente precisa entender como, como nós
- 0:02comentamos o micoplasma, ele é um agente que causa um impacto
- 0:05financeiro significativo, principalmente porque o animal
- 0:08que adquiriu o agente lá na fase de maternidade, ele vai excretar
- 0:12o agente até no pré abate, porque o micoplasma ele é
- 0:16extremamente complexo em funcionalidade e, portanto, ele
- 0:20tem um período de de excreção maior do que 200 dias, né?
- 0:24Então, esse animal, ele vai ter uma perda, né?
- 0:26A gente tem uma doença crônica que ela se estende por toda a
- 0:29cadeia produtiva. Ou seja, o impacto ele chega lá
- 0:32aos 6 USD ou até mesmo aos 10 USD, quando nós falamos do do
- 0:36envolvimento com outros agentes. No swinocast só é possível
- 0:49através do apoio de empresas inovadoras e que apoiam a
- 0:52educação continuada na suínocultura brasileira zoetes,
- 0:57líder global em saúde animal, polinutri nutrição animal.
- 1:03Juntos vamos mais longe paxmart transformação digital para o
- 1:09campo novos. Líder em soluções de nutrição
- 1:15inteligente para o crescimento dos negócios na produção de
- 1:18proteína animal, novo anes, transformando o mundo através da
- 1:23biologia. DSM firmeniche moldando o futuro
- 1:29dos cuidados com suínos, cerva sempre com você, além da saúde
- 1:35animal. Autec soluções nutricionais
- 1:40eficientes e sustentáveis para fortalecer a.
- 1:43Suínocultura, olá, sejam todos muito bem vindos para mais uma
- 1:47edição do swinocast. Meu nome é Guilherme branco.
- 1:50Rosmo. Temos aqui hoje um convidado
- 1:53especial, Dener Paulo. 3 Dener, seja muito bem-vindo para essa,
- 1:58para esse programa. A gente fala que o swinocast é
- 2:02um é um programa aberto, um programa leve e para discussões.
- 2:07É do momento e como como ouvintes ou como consumidores
- 2:13dessa plataforma toda a cadeia de produção.
- 2:16Eu gosto de sempre falar de quem está produzindo e também quem
- 2:19está na dúvida na Futura produção.
- 2:23Academia, né? Os professores e alunos são
- 2:26consumidores aqui dos nossos é conteúdos EE também.
- 2:32Quem está se decidindo pra em em qual.
- 2:35Em qual atividade se se se dedicar?
- 2:39E eu sempre falo também dos nossos consumidores e não
- 2:43consumidores da nossa carne. Swia, o nosso tema de hoje é um
- 2:47tema de sanidade, né? Hoje que é o dia do veterinário,
- 2:50dia 9 de setembro, um dia especial.
- 2:52Parabéns, né? O Dener que é veterinário
- 2:55formado pela universidade do estado de é do estado de Santa
- 2:59Catarina, odesc atuou como extensionista é por por alguns
- 3:04anos. Na parte de campo de de sítio 2
- 3:09e sítio 3. E também os impactos da
- 3:12indústria e atualmente está na área de biológicos.
- 3:15Ele seja bem-vindo. Eu fiz uma leitura fria que eu
- 3:19chamo aqui de currículo e a pergunta é, quem que é o Dener
- 3:22Paulo 3, pelo próprio Dener, OOA plataforma aqui hoje tu AA
- 3:28palavra está curtindo seja bem-vinda.
- 3:31Show Guilherme, primeiramente agradecer ao swinocast pelo pelo
- 3:36convite, é o swinocast é um é um baita parceiro de estrada aí,
- 3:40né? Então pra gente que viaja
- 3:42bastante, acompanhar o swinocast é uma é uma forma de de adquirir
- 3:47conhecimento e bom, quem? Quem que é o Dener?
- 3:50O Dener, ele nasceu numa numa pequena cidade no Oeste de Santa
- 3:53Catarina. Eu sou de cosileira alta.
- 3:57E como acho vários, vários jovens do do interior, a gente
- 4:00entra No No colégio agrícola, né?
- 4:03E aí quando quando se forma no colégio agrícola, fica aquela
- 4:06dúvida se vai fazer veterinária, se vai fazer agronomia, né?
- 4:09Eu sempre gostei muito da área de sanidade animal, então
- 4:12direcionei mais pra pra veterinária.
- 4:15Então me formei na Udesc em Lages, como você comentou, é lá
- 4:19tive a oportunidade de fazer estágios em diferentes sistemas
- 4:22de produção, principalmente aqui em Santa Catarina.
- 4:26E também realizar pesquisas Na Na área de redução de uso de
- 4:29antimicrobianos em suínos, principalmente na fase de
- 4:32determinação. Posteriormente entrei Na Na
- 4:34agroindústria como extensionista, trabalhando em
- 4:37creche e terminação em alguns sistemas de winto finish também
- 4:41EE, posteriormente indo mais pra linha de sanidade.
- 4:46Monitorias sanitárias é monitorias de diferentes agentes
- 4:50respiratórios, também linkando com os dados de abate dados de
- 4:54frigorífico. E que bom.
- 4:57E atualmente eu estou na nas oets, faço parte do time de
- 5:00serviços técnicos. É das oets.
- 5:04Legal bom Cordilheira Alta eu já fui extensionista, já já andei
- 5:09pelos lados de Cordilheira Alta e é legal a gente fazer essa
- 5:12associação do do do AA breve história de vida aqui é um
- 5:17abraço também pra Sandra e pro Zé cristani 2 entrevistados
- 5:21aqui, seguramente que foi passou por eles e.
- 5:24E também graças ou por eles é os os alunos permanecem na ou vão
- 5:30pra área da sua cultura, né? E é legal ver OA importância,
- 5:34né? Do estado de Santa Catarina como
- 5:36exportador, como um diferencial aí dentro da nossa sua cultura
- 5:40do Brasil. Mas vamos lá, Temer.
- 5:44É Oo nosso tema a respeito de doenças respiratórias.
- 5:50É, vamos vamos pro dentro dentro desses teus estudos ou dentro da
- 5:55tua vida de campo e também atual, quais, quais são os os
- 5:59grandes impactos, né? Pra pra quem tá nos nos
- 6:03escutando assim, pô, eu falou do teu desejo aí, da sanidade, né?
- 6:07Pra quem tá nessa da produção, qual qual que é o grande?
- 6:10Quais são os grandes impactos ou os grandes desafios hoje na
- 6:14nossa cadeia é de produção dos filhos.
- 6:18Olha, Guilherme, hoje, quando a gente fala de desafios
- 6:20sanitários, de Campos, sem dúvida algumas doenças
- 6:24respiratórias, elas são as as principais, né?
- 6:27Hoje é o principal impacto. Nós temos sempre o impacto das
- 6:31doenças endéricas e das doenças respiratórias como os
- 6:33principais. Mas Eu Acredito que hoje, né, as
- 6:37doenças respiratórias, elas têm 11.
- 6:39Papel bastante importante, né? E aí se a gente for mergulhar,
- 6:43né, dentro da da desse assunto de doenças respiratórias, nós
- 6:47temos um complexo, né? Nós não temos mais agentes que
- 6:50atuam, é sozinhos, né, não é só micoplasma, não é só influenza,
- 6:55não é só a glacerela, nós temos realmente um complexo, né?
- 6:59A gente vai, nós que estamos no campo diariamente, você vai
- 7:03abrir um leitão de creche e ali você tem inúmeras lesões, né?
- 7:06Não é como no livro, aonde que você tem as lesões separadas e
- 7:11fica fácil. De fazer a interpretação.
- 7:13Então esse é o esse é o primeiro impacto, assim inicial, né?
- 7:16Nós temos diversas doenças atuando em conjunto, diversos
- 7:20agentes atuando em conjunto, né? O que a gente ainda consegue
- 7:25fazer? EEEE até tem que ter 11, certo?
- 7:28Cuidado, mas dá para ter 111. Distinção entre alguns agentes
- 7:33que são um pouco mais comuns em fase de creche e outros mais
- 7:37comuns em fase de determinação, por exemplo, né?
- 7:40A gente vai falar sobre glacerela, parasus, vai falar
- 7:42sobre influenza. É algo mais direcionado para
- 7:46fase de creche, né? Para aquele momento onde você
- 7:48tem a primeira mistura de leitões, é.
- 7:51Então são desafios que se concentram mais nessa fase, mas
- 7:55não que não possam ocorrer em fase de terminação.
- 7:59E quando nós falamos da fase de terminação, o Recreio e
- 8:01terminação OAPPO micoplasma, eles têm um papel também
- 8:05bastante significativo, né? É dentro ainda dessa linha de
- 8:10impactos, né? Nós temos diversos estudos que
- 8:13falam sobre impactos econômicos, né?
- 8:16A gente tem que talvez muitas vezes a gente sai um pouquinho
- 8:19da veterinária e olha para essa parte econômica, né?
- 8:22Oo veterinário, de, de animal, de produção, precisa ter essa
- 8:26visão, né? E quando a gente vai para
- 8:28impactos econômicos, puxando o micoplasma como um exemplo, ele
- 8:33é um agente que ele causa ali de 3 a 6 USD possuindo terminado de
- 8:38perdas, né? E nós estamos falando de
- 8:41complexo. Então, se a gente for falar
- 8:43sobre micoplasma e influenza em conjunto, isso chega a 10 USD
- 8:48porsuindo terminado. Ou seja, o impacto é
- 8:51significativo. Né?
- 8:53Então, e hoje, se a gente for pensar, bom, qual o Granja que
- 8:56não tem influencer micoplasma, né?
- 8:58Então é realmente algo importante, né?
- 9:02Muitas vezes a gente bate bastante na tecla de doenças
- 9:05respiratórias, mas é realmente algo que está impactando o setor
- 9:08e que vale a pena a gente comentar e entender cada vez.
- 9:11Mais na suíno, cultura Moderna, excelência construída nos
- 9:16detalhes e quando o desafio é sanidade, as oetes lidera com
- 9:20inovação. Com um portfólio completo de
- 9:23soluções para todas as fases da produção, oferecemos proteção,
- 9:27desempenho e rentabilidade, zoetes confiança e tecnologia
- 9:33para o futuro da suíno cultura. O dentro dentro é essa tua
- 9:37pergunta, qual grande que não tem os desafios, né OAA gente
- 9:42tem hoje a gente vê algum algumas iniciativas.
- 9:47De, de, de de limpar plantéis que a gente chama, né?
- 9:51De de plantéis com com com inclusão de de leitoas ou ou
- 9:57material é livre, né? E eu eu tive a oportunidade de
- 10:02conhecer algumas granjas fora também.
- 10:04E a gente vê realmente como é diferente AA produção num
- 10:09sistema, vamos dizer assim, controlado, né?
- 10:13EEE dentro dessa tua separação do sítio 2 e sítio 3, já
- 10:18entrando nos controles, né? A gente sempre eu, eu sempre
- 10:22falo, eu tive a oportunidade aqui de de entrevistar.
- 10:26É professores de Imunologia tentando transformar a
- 10:30Imunologia num numa, numa ciência mais clara, né?
- 10:35Não? Não que ela não seja, mas.
- 10:37Muitas vezes de difícil compreensão, né?
- 10:39EE, como que a gente vê isso na prática, né?
- 10:42Quando a gente fala em origens, né, dimensão de origens ou ou ou
- 10:46classificação. AA, piramidalização tudo isso
- 10:50aí. E eu sempre falo que a questão
- 10:52de vacina e vacinação é um capítulo sempre atual, né?
- 10:57Nas nas nossas abordagens e. Mas vamos lá, vamos só dar uma
- 11:02pincelada. Eu eu falei algumas coisas aqui,
- 11:05dessas questões de controle, nós vamos dar uma pincelada no que
- 11:08que a gente pode fazer em relação AAA, manutenção dos
- 11:12plantéis, mais afastados ou ou convivendo de uma maneira mais
- 11:16harmônica com essa, com esses desafios aí do não, das não da
- 11:20doença específica. Mas como tu fala do complexo
- 11:23respiratório, do desafio aí do complexo.
- 11:27Bom, é pensando em em controles, né?
- 11:30Guilherme, sem dúvida alguma existem diversas estratégias,
- 11:34né, que a gente utiliza, que a gente lança mão a nível de campo
- 11:37pra tentar reduzir um pouco o impacto das das doenças
- 11:42respiratórias, né? Sem dúvida alguma um ponto que
- 11:45tu comentou em relação à vacinação, né?
- 11:47Vacinação hoje já é uma obviedade que realmente ela tem
- 11:51um impacto bastante significativo.
- 11:53Né? Hoje nós temos praticamente 100%
- 11:57do sistema vacinado para micoplasma e para circo, vírus
- 12:00que são 2 agentes do complexo respiratório.
- 12:04Quando nós falamos de APP, né? Ele é muito direcionado para
- 12:07granjas que possuem desafio. Né, para sistemas que possuem
- 12:10desafio, hoje existem já sistemas livres de de APP,
- 12:14inúmeros sistemas livres de APP, alguns sistemas que trabalham
- 12:17positivo, porém controlado, né? Então não são todos os sistemas
- 12:22que vacinam. Então é uma vacinação mais
- 12:24pontual, é influenza. Hoje também nós nós já temos
- 12:29diversos sistemas de produção vacinando para a influenza.
- 12:33E principalmente, controlando em cima do sistema de produção de
- 12:37de matrizes, né? O sistema de produção de
- 12:39leitões, ou seja, as granjas de matrizes, a gente direciona
- 12:42normalmente a vacinação de influenza para as matrizes,
- 12:46porque é ali que nós temos a produção de leitões e muitas
- 12:50vezes ele já sai positivo, né, ao desmame e esse leitão saindo
- 12:55positivo ao desmame para influenza, os impactos.
- 12:57Eles serão vistos em fase de creche, em fase de determinação.
- 13:01E tudo mais, né? Então esse ponto de vacinação de
- 13:04influenza é importante, principalmente pensando em
- 13:06plantel reprodutivo do plantel das matrizes, tá?
- 13:11É quanto a agentes secundários é a mesma situação?
- 13:14É, é bastante, é. É bastante importante a gente
- 13:17avaliar o desafio de cada sistema para posicionar a vacina
- 13:21de acordo com cada desafio. Para entender se eu vou fazer a
- 13:24vacinação para glacia, se eu vou fazer a vacinação para estrepto
- 13:28APP, pastorella e assim por diante.
- 13:31Então acredito que vacinação é um ponto importante.
- 13:33Um outro ponto que tu citou, EEE, sem dúvida alguma é causa
- 13:38um impacto significativo. É a mistura de origens, né?
- 13:42Mistura de origens é, sem dúvida alguma, é o principal fator de
- 13:45risco. EE, é um fator de risco que
- 13:48acaba impactando para todos os agentes, né?
- 13:51Nós lembramos, muitas vezes a gente fala, por exemplo, de de,
- 13:54de influenza. Nós estamos misturando
- 13:56diferentes subtipos de influenza, né?
- 13:59Mas a gente precisa lembrar que existem diferentes subtipos de
- 14:01glacer também, né? Diferentes cepas de glacer.
- 14:04Cepas de estrepo micoplasma, muitas vezes o pessoal esquece,
- 14:08mas existem diferentes cepas de micoplasma, né?
- 14:11Então, quando nós misturamos origens, é Guilherme, o impacto
- 14:15acaba sendo bastante significativo no sistema.
- 14:18Nós visitamos diferentes sistemas de produção e quando
- 14:21nós nós vamos no sistema piramidado e no sistema não
- 14:24piramidado é a diferença, ela é. Ela é muito, muito grande.
- 14:28Tá, e um outro ponto de controle, né, que você comentou
- 14:32também é em relação à erradicação de agentes, né?
- 14:36É, Eu Acredito que que nisso os Estados Unidos está evoluindo
- 14:40bastante e a gente precisa levar isso como um exemplo.
- 14:43Eles eles iniciaram isso com Pierce, né?
- 14:47Mas aí de carona, você consegue erradicar outros agentes.
- 14:50Né? E hoje eles evoluíram muito em
- 14:52relação a micoplasma, né? EE, Eu Acredito que esse é o
- 14:55caminho. Pensando nesse agente aqui do
- 14:57Brasil, nós já fizemos algo bem significativo pensando em APPE.
- 15:02Agora Eu Acredito que chegou a vez do do micoplasma.
- 15:05A gente entendeu um pouquinho mais esses processos de
- 15:08erradicação e tentar executar dentro do nosso sistema, que sem
- 15:11dúvida alguma vai ser mais uma medida de controle que a gente
- 15:14vai ter para trabalhar e tentar reduzir o impacto dessas dessas
- 15:17doenças respiratórias. Legal, vamos, vamos entrar na
- 15:23vacina. Então agora, né, é, vamos supor
- 15:29que eu que eu esteja começando um processo agora, uma produção
- 15:33independente, que eu eu vou decidir por mim o que eu vou
- 15:37usar. EEE mantendo aí uma.
- 15:42O recebimento de várias origens, né?
- 15:44É uma vida real aí hoje, hoje, só pra gente dar uma pincelada
- 15:48aqui nós temos vacinas associadas, nós temos diferentes
- 15:52doses, uma dose, 2 doses, dá uma dá, nos dá uma pincelada aí do
- 15:57que tem disponível hoje no mercado em relação a as opções,
- 16:01né? De de tu tu falou das cepas ou
- 16:05do do? Mas vamos lá de uma maneira
- 16:08geral, né? Nós temos é vacinas conjugadas,
- 16:12vacinas é específicas, né? EE, também a questão das da, da
- 16:17das aplicações. Show em relação a essa questão
- 16:23de vacinação e leve um ponto importante, como eu comentei, a
- 16:27gente entender um pouquinho o que que circula em cada sistema,
- 16:30né? Então isso isso auxilia muito a
- 16:34gente entender como posicionar as vacinas.
- 16:36Obviamente, nós não temos esse cenário bonito dentro da dos
- 16:40sistemas de produção, né? Não são todos os sistemas que
- 16:43sabem exatamente quais são os agentes, quais são as cepas,
- 16:46quais são os subtipos, né? Então, a gente precisa partir de
- 16:49uma premissa, né? Como você comentou, é pegando
- 16:52muitas leitões de várias origens ou recebendo leitoas de
- 16:56diferentes origens. A gente parte de uma premissa
- 16:59que que existe um desafio basal ali pra pra agentes
- 17:02respiratórios, né? Quando nós falamos de vacinas
- 17:05conjugadas ou vacinas monovalentes, hoje a gente
- 17:08observa que realmente não existe uma diferença muito, muito
- 17:11grande, né, entre entre você usar uma vacina conjugada ou uma
- 17:15vacina monovalente, né? As vacinas hoje, no geral, elas
- 17:19performam muito bem, tá? Então esse esse é um ponto
- 17:22importante. 11 característica de de vacinação, uma metodologia de
- 17:27vacinação que nós estamos observando. 11 diferença
- 17:31significativa e resultados bastante promissores.
- 17:35É, é a vacinação de dose, reforço para micoplasma, tá?
- 17:38Então hoje praticamente 100% dos sistemas eles são vacinados para
- 17:42micoplasma ao desmame, né? É, porém, o que nós estamos
- 17:47observando é que os sistemas desafiados sistemas que misturam
- 17:51muitas origens, principalmente, né?
- 17:53Sistemas que possuem desafio de micoplasma no 1/3 final de
- 17:56terminação bastante significativo, tendo que tratar
- 18:00diferentes lotes, ou seja, uma taxa de tratamento.
- 18:03Interminação bastante alta, né? Um IPP também significativo.
- 18:08O que nós estamos observando é que o posicionamento de uma
- 18:11dose, reforço ou na saída de creche ou no 1/3 inicial,
- 18:15determinação, ela vem se mostrando bastante efetiva, tá?
- 18:19Então esse é um ponto relativamente novo, existe
- 18:23alguns sistemas que já fazem isso desde 2018, 2019, mas é um
- 18:28ponto que hoje eu entrando em um sistema novo, já seria uma
- 18:31metodologia que que eu. Buscaria colocar como um
- 18:34protocolo, né? Colocar como algo realmente
- 18:37contínuo dentro do sistema, devido aos resultados que a
- 18:40gente vem observando no campo, né?
- 18:43Mas, de modo geral, vacinações pensando em circo, vírus,
- 18:47micoplasma APP, se caso esse sistema adquire, principalmente
- 18:53recebe leitores de várias origens.
- 18:55E vacinação massal e matrizes, também pensando circovírus
- 18:59micoplasma influenza. Eu Acredito que seria crucial
- 19:02para a gente ter um sistema aí que que rode bem em relação às
- 19:06doenças respiratórias, então seria um protocolo relativamente
- 19:09robusto. Só pra, só pra só pra
- 19:14contextualizar aí EEA gente entrar Na Na discussão, no nos
- 19:20de uma maneira geral. As as as vacinas.
- 19:24É pensando aí no app micoplasma ou nas vacinas de maior impacto
- 19:28na fase de determinação. E elas têm que manter AAA
- 19:33imunidade alta até o até a fase final.
- 19:37Efetivamente qual? Qual que é AAA proteção é de
- 19:45bula, das das vacinas, aí de micoplasma.
- 19:49Hoje, pensando em micoplasma, é Guilherme.
- 19:51E as vacinas? Elas variam de 23 até 26 semanas
- 19:55de proteção, né? Então elas possuem 1111 tempo de
- 20:00proteção bastante significativo, né?
- 20:03Que duraria desse desmame desse animal até a fase determinação,
- 20:08né? Então esse é um ponto importante
- 20:10da gente ressaltar. Porém, quando nós falamos de
- 20:13micoplasma, nós estamos falando de de um agente.
- 20:16Onde que nós possuímos vacinas que reduzem os sinais clínicos,
- 20:19né? Hoje, nenhuma vacina tem
- 20:21tecnologia de inibir a infecção pelo micoplasma.
- 20:25Então os animais, eles tendem a se infectar.
- 20:27O que a gente busca via vacinação é reduzir a
- 20:30sintomatologia clínica e reduzir também a área pulmonar
- 20:34lesionada. Um ponto importante, né?
- 20:37Quando nós falamos desses protocolos de dose, reforço,
- 20:40bom, mas por que utilizar uma dose reforço se as vacinas elas
- 20:44possuem um tempo, né? 11 a gente chama do ration of
- 20:48Unity de 2426 semanas. Ok, mas e aí, por que que eu vou
- 20:53realizar uma dose reforço? O que nós estamos observando,
- 20:57Guilherme, primeiramente, é que nos pontos a gente já citou, né?
- 21:03Até agora em relação aos fatores de risco, né?
- 21:06Nós nós temos diferentes fatores de risco dentro do sistema de
- 21:10produção que fazem com que o desafio ele seja realmente
- 21:14extremamente alto, principalmente pensando nesse
- 21:18agente e que faz com que a gente muitas vezes lance mão de
- 21:21algumas metodologias. Né, metodologias diferentes,
- 21:25metodologias inovadoras, que façam com que a gente consiga
- 21:28realmente fazer o controle desses agentes.
- 21:31Quando eu falo sobre micoplasma, por exemplo, né?
- 21:34Um dos fatores de risco é a mistura de origens, né?
- 21:37Então, a gente misturar 56 origens em fase de creche é um
- 21:42outro ponto importante. A diversidade genética desse
- 21:45micoplasma, né, que muitas vezes é um ponto que nós não levamos
- 21:49em consideração. A gente pensa em diversidade
- 21:51genética muitas vezes. Somente para influenza.
- 21:54Para glasser, para estrepe, como eu comentei, esse é o segundo
- 21:58fator de risco. Um outro fator de risco está
- 22:00ligado a positividade, é o desmame para micoplasma é, nós
- 22:05temos diversos estudos epidemiológicos, inclusive
- 22:08alguns deles serão publicados agora Na Na próxima braves.
- 22:11São dados ainda não publicados, mas aonde a gente avalia a
- 22:15positividade é o desmame desses leitões.
- 22:18EEE nos nossos últimos dados, agora de 2025.
- 22:22A gente vem. A gente tem observado que a
- 22:24prevalência ao desmame para micoplasma está girando em torno
- 22:28de 21 a 27%, né? Ou seja, a gente tá entrando na
- 22:33fase de creche com praticamente um quarto do nosso sistema
- 22:36excretando micoplasma. Então também esse é um ponto
- 22:39importante quando nós falamos de de fatores de risco e já existem
- 22:43diversos estudos que correlacionam, né?
- 22:46Quanto maior a positividade é o desmame, maior será o grau de
- 22:49lesão no frigorífico. O escore de lesão no frigorífico
- 22:53e também maior será a prevalência de lesões, né?
- 22:57O número de pulmões lesionados, né?
- 23:00Ou seja, é essa prevalência, desmame.
- 23:03É um ponto que nós precisamos trabalhar bastante, né?
- 23:06Então é, esses são alguns fatores de risco que, sem dúvida
- 23:10alguma, eles acabam incrementando bastante o
- 23:13desafio. Sem falar do aumento do peso de
- 23:15abate, né? A gente falava ali 2008 2009 de
- 23:20um peso de abate. De 100 kg, 105 kg e hoje nós
- 23:23estamos falando de 135 140 kg, né?
- 23:25Ou seja, o período de desafio do micoplasma, que é o 1/3 final da
- 23:29eterminação, nós estamos incrementando um pouquinho ele,
- 23:30mantendo esse animal um pouquinho mais de tempo na
- 23:34Granja, ou seja, seria ali 1/5 fator de risco, que é um ponto
- 23:37importante que a gente precisar levar em consideração.
- 23:45Deixa, vamos, vamos. Vamos abrir aqui os fatores que
- 23:51que é 11. Discussão interessante é tu
- 23:54comentou anteriormente No No histórico epidemiológico da
- 23:57necessidade de de a gente AA possibilidade que a gente tem de
- 24:02fazer algum mapeamento dentro dos sistemas pra saber
- 24:06exatamente o que a gente tem. EEE junto disso, da pressão de
- 24:10infecção e dos controles de biosseguridade.
- 24:13Mas quando tu fala de fatores de risco.
- 24:16E cita aí a mistura, os eu, eu, eu pego aqui esses 2020 e poucos
- 24:22por cento de animais no desmame, né?
- 24:24A gente vê lei, pegadas cada vez maior.
- 24:27Assim, a qualidade das nossas maternidades melhorou, né?
- 24:30A qualidade das instalações é é climatização.
- 24:36Se vê uma qualidade física melhor.
- 24:39Acompanhada eu eu vou. Talvez eu vá jogar contra o
- 24:43patrimônio aqui, mas a gente tem uma deficiência de mão de obra
- 24:47em quantidade de qualidade e o número maior de leitão.
- 24:51Então, um desenho, um rascunho mal elaborado.
- 24:56Aqui a gente tem um cenário de de instalações talvez melhores,
- 25:00né? De evolução na, na instalação,
- 25:03evolução na genética, com aumento de.
- 25:05Animais mas por outro lado, às vezes pode a gente estar pecando
- 25:10na questão de colostragem, na questão ou quantidade de animais
- 25:14a ser atendidos e dentro dos fatores aí que falam isso tudo é
- 25:18diversidade genética da da do agente.
- 25:22E a positividade no de Money é, tem um é.
- 25:28Eu gosto de de. De acompanhar.
- 25:30Existe hoje um protocolo Granja, Granja, que eu poderia dizer
- 25:34protogranja. Eu gosto muito da questão de uma
- 25:37deck, das que a gente aprendeu. AA botar um pouco mais de rigor
- 25:43nos protocolos de biosseguridade dos protocolos sanitários.
- 25:47Depois de levar uma cacetada aí de um de um vírus e entrar uma
- 25:51deck com coisas básicas, EEA, gente foi pegando Granja,
- 25:56Granja, pô, do dos dos 20 pontos ou dos 10 pontos?
- 26:00A Granja está mal aqui, aqui, ali vamos vamos dar uma
- 26:03caprichada nesses pontos, né? Oo como que eu classifico os
- 26:07sistemas ou granjas a partir dos fatores de aviso?
- 26:12Olha, Guilherme, o que a gente o que a gente observa, né?
- 26:15Pensando em em fatores de risco, Eu Acredito que a gente precisa
- 26:19olhar como um todo, né? Então, como eu comentei, existem
- 26:24pra doenças respiratórias existem inúmeros fatores de
- 26:27risco, né? Né?
- 26:28Até um ponto que você comentou, a gente evoluiu muito nessa
- 26:31questão de genética, nessa questão de número de de leitões
- 26:36por matrizes, né? Mas um ponto que acabou
- 26:39aumentando com o passar do tempo é é a questão de mortalidade de
- 26:44matrizes, né? E quando a gente aumenta a
- 26:46mortalidade de matrizes, a gente aumenta a taxa de reposição.
- 26:50Como consequência, nós temos mais leituas no sistema e
- 26:54pensando nos mais diferentes agentes, né?
- 26:57Aqui nós estamos conversando, focamos um pouco mais no
- 26:59micoplasma, mas a gente sabe que a principal categoria que acaba
- 27:04excretando, micoplasma e, portanto, transmitindo aos
- 27:06leitões são as leituas, né? São matrizes.
- 27:09OOP, um. Então esse esse é um ponto
- 27:12importante, né? A gente melhora o lado da cadeia
- 27:15e acaba fragilizando, né? Um outro lado.
- 27:18Então, quando nós falamos de fator de risco, ele é, Eu
- 27:21Acredito que sim. Hoje a gente já tem formas, né,
- 27:24de de monitorar esses fatores de risco.
- 27:27Mas o principal deles realmente é entender OOO 8020, né?
- 27:33Realmente, quais são os fatores de risco que vão causar o maior
- 27:38impacto? E agora falando em doenças
- 27:40respiratórias, né? Nas doenças respiratórias em
- 27:43fase de creche, posteriormente em fase de terminação, né?
- 27:46E aí quando a gente fala do 8020, o número de leituas dentro
- 27:50do sistema que, portanto, estarão excretando os mais
- 27:53diferentes agentes, não somente o micoplasma, né?
- 27:57E a questão de mistura de origens, Eu Acredito que esses
- 28:01são 2 fatores extremamente importantes para, principalmente
- 28:05para doenças respiratórias. Então esse, esse esse ponto que
- 28:09você trouxe, sem dúvida alguma. Ele é extremamente importante a
- 28:13gente fazer todo esse mapeamento dos fatores de risco, que não é
- 28:16só um, né? São vários.
- 28:18Mas eu eu olharia para essa questão do do 8020.
- 28:21Tem alguns deles que sem dúvida alguma tem um impacto muito
- 28:24maior. EE dentro, agora 11 dentro
- 28:30dessas questões de vamos lá? Vantagens.
- 28:34EE desvantagens. É, tu trouxe aqui essa questão
- 28:39do do desafio maior, do peso maior da idade maior, né?
- 28:44Obviamente, né? EE, dos desafios maiores Na Na
- 28:49fase final e em contrapartida, precisa ter esse Balanço que tu
- 28:55começou a falar, né? Da da questão financeira, de
- 28:58quanto que isso vai me vai impactar, né?
- 29:02É claro que eu tenho que fazer esse Balanço em relação aos
- 29:05ganhos ou ou as perdas que eu tô tendo no meu sistema e mas é
- 29:10esse Balanço, beleza? Em relação a uma nova vacinação,
- 29:15né? Ao ao a hoje, hoje tem muitas
- 29:20empresas que tem as equipes, né? Se se for equipe ou não, é mais
- 29:25um uma manipulação dos animais. É, é, é mais um risco.
- 29:29Né? Tanto de biosseguridade quanto o
- 29:32risco operacional mesmo, né? E a questão de letardia ou
- 29:36eventual uma queda de consumo? Como que tá esse Balanço em
- 29:42relação a vantagens e desvantagens do da da?
- 29:47Sim, essa é uma é uma excelente pergunta, tá Guilherme?
- 29:50Porque hoje OA nossa principal, quando nós implementamos esses
- 29:55protocolos de dose reforço. O principal questionamento e o
- 30:00principal desafio, muitas vezes ele acaba sendo nessa questão do
- 30:03manejo de aplicação, né? Nós estamos falando de animais
- 30:07mais velhos. Animais que normalmente nós não
- 30:10temos aplicação de nenhum de nenhum, nenhum produto, né?
- 30:14Nesse nesse momento, às vezes casa ali com o momento da
- 30:17imunocastração, né? É ou alguns sistemas que vacinam
- 30:21para APPE possui uma vacinação um pouco mais tardia, então
- 30:25também pode e pode estar casando os momentos.
- 30:28Mas a grande maioria dos sistemas é, nós não temos nenhum
- 30:32manejo nesse nesse 1/3 inicial de terminação ou na saída de
- 30:36creche, né? Então, essa questão da aplicação
- 30:41é um ponto desafiador e acaba incrementando o custo, né?
- 30:45Você não tem o custo só do produto, mas você tem o custo da
- 30:48aplicação do produto nesse momento.
- 30:51Hoje nós temos um banco de dados bastante grande em relação AA.
- 30:56Essa metodologia de dose reforço.
- 30:59Como ela ganhou uma atração significativa nos últimos anos,
- 31:02a gente começou captar mais cada vez mais dados, né?
- 31:06Hoje a gente tem praticamente dados entrando ali por mês, de
- 31:10cerca de 700 a 800000 animais abatidos com a metodologia de
- 31:15dose reforço. Então é um banco de dados bem
- 31:18bastante fidedigno e até o momento quando nós estamos é
- 31:23fazendo uma avaliação, a gente ainda tem animais controles
- 31:27dentro do sistema, né? Ou seja, tu tem lotes com dose
- 31:31reforço para micoplasma e alguns lotes sem dose reforço para
- 31:34micoplasma. Então você tem um controle, é e
- 31:38aí você consegue comparar dados. Mas aí você tem um desafio,
- 31:41porque a partir do momento que esses lotes dose reforço vão
- 31:44sendo abatidos. E é percebida essa melhoria em
- 31:48índices de performance, índices de condena.
- 31:51Você perde o controle porque o sistema ele acaba ampliando para
- 31:55100%, né? Então você perde a análise
- 31:57comparativa dentro daquele sistema.
- 32:00Mas até os os primeiros 6 meses de implementação do protocolo, 5
- 32:04a 6 meses que a gente está implementando, a gente ainda
- 32:07possui alguns lotes. Controle contemporâneos, né?
- 32:11E aí a gente consegue fazer essas análises comparativas, tá
- 32:15como nós comparamos? Guilherme, para buscar entender
- 32:18se se tá sendo benéfico ou não essas avaliações de dose
- 32:22reforço, primeiro a gente precisa entender como, como nós
- 32:25comentamos o micoplasma, ele é um agente que causa um impacto
- 32:28financeiro significativo. Principalmente porque o animal
- 32:31que adquiriu o agente lá na fase de maternidade, ele vai excretar
- 32:35o agente até no pré abate, porque o micoplasma ele é
- 32:39extremamente complexo em funcionalidade e, portanto, ele
- 32:43tem um período de de excreção maior do que 200 dias, né?
- 32:47Então esse animal, ele vai ter uma perda, né?
- 32:49A gente tem uma doença crônica que ela se estende por toda a
- 32:52cadeia produtiva. Ou seja, o impacto ele chega lá
- 32:54aos 6 USD ou até mesmo aos 10 USD.
- 32:57Quando nós falamos do do envolvimento com outros agentes.
- 33:01Então o que nós observamos, Guilherme, é fazendo essas
- 33:04avaliações, é realmente um efeito bastante significativo da
- 33:09dessa dose de reforço, principalmente em sistemas que
- 33:13possuem já um desafio é bastante claro pra micoplasma, né?
- 33:17Então primeiro a gente precisa entender se aquele sistema ele
- 33:21passa por um desafio de micoplasma.
- 33:23E como a gente faz isso? Primeiro, com análises
- 33:25epidemiológicas baseada em coleta de material, desde o
- 33:29desmame até o pré abade, né? É, e um outro ponto importante,
- 33:33inclusive foi tema de 1/01/1 dos últimos podcasts, é a avaliação
- 33:38de de lesões pulmonares no frigorífico, né?
- 33:40Então como que tá OIPP, que é o índice para pneumonia desse
- 33:44sistema? A gente chega a encontrar ali
- 33:46sistemas de produção com um 1 e 2, 1 e 3 TEPP, né?
- 33:51Que é um índice bastante significativo e, portanto, já
- 33:54nos acende um alerta, tá? Então esses são alguns pontos
- 33:57importantes que a gente observa no sistema para entender se é,
- 34:02se, se existe talvez uma necessidade da utilização de uma
- 34:06dose de reforço e entrando nesses sistemas EE executando as
- 34:10avaliações. Guilherme, aí os benefícios.
- 34:13Eles, eles são muito claros e eles superam Oo custo de
- 34:18aplicação. O custo da vacina em muitas
- 34:20vezes, né? Alguns sistemas somente a
- 34:23redução no custo com antimicrobianos, somente o que
- 34:26ele reduziu na utilização de antimicrobianos, de intervenções
- 34:30com antimicrobianos via água, por exemplo, já pagava toda a
- 34:33utilização de uma dose. Reforço para micoplasma.
- 34:36E aí nós estamos falando de uma metodologia que é sustentável,
- 34:39né? Que nós não estamos mais atuando
- 34:42na, na, na, no. Realmente no problema em si, né?
- 34:46É tratando um lote que muitas vezes já perdeu alguns dias em
- 34:50relação à performance, né? A gente tá tentando trabalhar
- 34:53mais ligado à prevenção EE. Por isso a gente observa essa
- 34:58questão de de melhoria nas na, na maioria dos índices, né?
- 35:03Também serão alguns trabalhos que nós iremos publicar agora na
- 35:07braves. Mas nós temos uma melhora
- 35:09significativa em GPD, conversão alimentar, mortalidade e um
- 35:13ponto bastante importante são os índices de condena, né?
- 35:17A gente tá falando de um agente que tem um impacto significativo
- 35:21dentro do frigorífico também. Com desvios e condenações, né?
- 35:25Então a gente controlando o micoplasma.
- 35:28São indicadores que a gente precisa analisar também os
- 35:30indicadores de abate, né? Então, IPP desvios condena por
- 35:35causa respiratória. Aí a gente filtra as condenas
- 35:38por causa respiratória para ter um número mais fidedigno.
- 35:42E aí a gente consegue fazer comparações aí bastante,
- 35:45bastante interessantes. E esse pegando aqui, GPD, esses
- 35:523 pontos aí que comenta basicamente campo indústria.
- 35:57GPD é conversão EE os índices é isso, vai estar, é esses, esses,
- 36:05essa diferença significativa que tu fala.
- 36:08Eu não vou te perguntar aqui porque não vai apresentar a Ana.
- 36:11Brave, né? Mas esses números vão ser
- 36:13apresentados, vão ser expostos. Sim, sim, esses números vão vão
- 36:17estar todos expostos. Guilherme, missão de 3
- 36:20avaliações que nós temos, a gente teve 2 avaliações grandes
- 36:25é executadas em 2021, 2022 que foram publicadas no IPVS é do
- 36:31ano passado, né? Então, e essas últimas
- 36:33avaliações mais recentes que nós temos, a gente até gostaria de
- 36:38ter publicado no sinsui, mas não tinha todos os dados prontos,
- 36:41né? Então, para ficar um trabalho
- 36:43bem completo, a gente vai vai estar exposto.
- 36:45Agora eles Na Na abravis eSIM, a ideia que é é o que a gente
- 36:51estava conversando no começo, né?
- 36:53É uma avaliação econômica. Eu acho que qualquer
- 36:56metodologia, né, que a gente for implementar dentro do sistema,
- 37:00ela precisa de uma avaliação econômica.
- 37:02Ela precisa ser viável, né? Então isso é algo que a gente
- 37:06busca sempre nos nossos trabalhos, onde que a gente
- 37:09avalia índices de performance? É, ok, melhorou o performance,
- 37:13melhorou IPP, mas ele se paga, né?
- 37:17Nós temos um Roy em cima dessa metodologia, então acredito que
- 37:21essa é a parte mais rica desses 3 trabalhos que que serão
- 37:24expostos em relação ao ao ao retorno financeiro.
- 37:28Entender se realmente é uma metodologia que é válida ou não,
- 37:32né? Legal, legal.
- 37:36Tá aí a bravo, você tá aí, né? Outubro tá aí.
- 37:40Muito bom, muito bem. Abordamos Oo tema, que é uma que
- 37:48é um tema novo, né? Uma foi apresentado aqui No No
- 37:53sul brasileiro do sul de cultura.
- 37:54Um algumas, umas primeiras impressões, né?
- 38:01E é importante a gente estar estar discutindo isso.
- 38:03EE avaliando na essência. Aquilo que que tem acontecido e
- 38:09como também No No simpósio brasileiro de de de suro cultura
- 38:13é foi falado da nova do nosso novo suíno, né?
- 38:17No nosso novo suíno, não. De toda a evolução que teve, a
- 38:21necessidade de a gente adaptar, né?
- 38:24A gente falou aqui das maternidades, a gente falou dos
- 38:27cuidados, da velocidade de parto, né?
- 38:31Do a velocidade de parte significa a vitalidade de leitão
- 38:34para mamar, colosto associado a vacinas e todo esse pacote aí da
- 38:40da imunidade. E também a gente trata aqui em
- 38:43outros episódios. Então é bom fazer essas
- 38:45amarrações pra gente ver como que a gente tá situado, né?
- 38:48Na nossa produção. E que bom que a gente tem
- 38:51desafios que a gente pode ir estudando e desenvolvendo.
- 38:57Te agradeço, Dener. Agradeço e porque é importante a
- 39:02gente ter essas discussões. É agora uma Oo Dener, fora aí da
- 39:09da da atividade da suinocultura, o que que tem feito aí?
- 39:14Dener, nos nos fala alguma coisa que possa nos recomendar em
- 39:19relação a alguma literatura, algum lazer, algum hobby pra pra
- 39:23gente poder associar a nossa imunidade é produtiva.
- 39:28Não só no trabalho, mas também na vida de uma maneira geral.
- 39:33Olha, Guilherme, eu tô No No meio do meu mestrado agora,
- 39:37então tá um pouco difícil de de achar um tempo por fora, né?
- 39:41Mas o que eu não o que eu não, não, não, não, eu tento não
- 39:46largar é é o hábito de de leitura, né?
- 39:50Então gosto, gosto de ler bastante.
- 39:52EE um ponto em que eu muitas vezes o cara não consegue largar
- 39:57as. A parte técnica, né?
- 39:59Então a gente sempre fala de ler coisas foras da, da, da nossa
- 40:03área, né? Mas eu gosto de de ler artigos.
- 40:07E aí sobre as mais. Diferentes doenças que tem Na Na
- 40:10suinocultura. E então essa parte de leitura é
- 40:14algo que eu gosto bastante. E um outro ponto é praticar
- 40:18atividade física também, pra pra conseguir dar uma espairecida,
- 40:21né? E então são 2 coisas que que o
- 40:24Dener faz, aí quando quando não tá trabalhando, é é estudar e
- 40:28tentar fazer uma atividade física, né?
- 40:30Mas como eu comentei, é, no meio do mestrado é difícil achar
- 40:33esses tempos, né? Legal, muito bom.
- 40:37Dener, muito obrigado pela pela tua atenção aqui, pelas tuas
- 40:41palavras. E deixo aqui, tá um comentário
- 40:44final pra quem nos assiste. Olha Guilherme, eu que que
- 40:49agradeço AA essa essa oportunidade né?
- 40:51De estar conversando aqui com vocês hoje, né?
- 40:54EE como mensagem final, eu Eu Acredito que que fica mesmo essa
- 40:59questão nossa de. De de curiosidade, de entender
- 41:03como novas metodologias performam dentro do sistema, né?
- 41:07Então, de a gente realmente buscar metodologias novas, né?
- 41:11Hoje a gente falou sobre a dose reforço, mas hoje, hoje falar
- 41:16sobre dose reforço é relativamente mais tranquilo,
- 41:18né? Mas quando a gente falava há 34
- 41:21anos atrás, era era meio que uma Barreira, né?
- 41:23Falar sobre dose e reforço bastante pessoas é resistentes,
- 41:27né? Em relação à metodologia.
- 41:29Hoje é é muito mais fácil, né? Então, como mensagem final, eu
- 41:34acho que essa questão de a gente ficar aberto a essas
- 41:37metodologias novas e principalmente algo que que
- 41:40entrega resultado é um é um ponto muito importante.
- 41:44E obviamente não não focar em apenas uma metodologia.
- 41:48A gente tá falando de de agentes aí que eles são extremamente
- 41:51complexos e a gente tem que atuar no sistema como um todo,
- 41:55né? Então, também uma mensagem é de
- 41:57a gente não achar que somente uma metodologia vai resolver
- 42:00todos os problemas, não. A gente tem bastante trabalho no
- 42:04campo e isso é algo que nos empolga, né?
- 42:07Sempre falo com os colegas que, de tédio a gente não vai morrer.
- 42:11Não certeza. Muito bom, te agradeço aí, Dani.
- 42:16E a gente se vê pelo mundo da sua cultura.
- 42:18Um grande abraço. Um abraço, Guilherme, até mais.
- 42:22Até mais muito bom.