Latest / MultiStudios / COMO O ESPORTE GERA INCLUSÃO | ROBSON MONTEIRO, DÉBORA LEITE E ALEX SALES | BUSINESS BY CÁSSIO #108
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- 0:04Fala pessoal, sejam bem vindos a mais uma multitude especial.
- 0:09Hoje estamos com o Robson Almeida, Alex Sales e Débora
- 0:12leite, do projeto esporte mais inclusivo.
- 0:15Eles vão falar um pouquinho de um evento que vai acontecer do
- 0:18projeto, um pouco da carreira de cada um é e contar um pouquinho
- 0:23por trás desse projeto que que quantas pessoas alcança, o que
- 0:27que tá fazendo? Quem pode ajudar?
- 0:29Sejam bem vindos, 3. Obrigado.
- 0:32Obrigado, cara. Queria que aproveitar isso aí e
- 0:36que vocês contassem um pouquinho.
- 0:38É dessa outra parte da vida de vocês até chegar nesse projeto.
- 0:43O que o cada um fez um pouquinho e depois a gente vai entrar e
- 0:47contar. É um pouco do projeto, quem a
- 0:50gente vai assistir sobre o evento, sobre as famílias, sobre
- 0:55todo esse outro lado que as pessoas tanto querem saber.
- 1:00Pode escolher quem começa aí? Boa tarde.
- 1:03Obrigado aí pela pela oportunidade.
- 1:06Meu nome é Robson Monteiro. Eu fui atleta profissional de
- 1:10basquete, né? Sou formado em educação física,
- 1:14tenho especialização em educação inclusiva e comecei com o
- 1:22projeto esporte mais inclusivo através de um aluno meu que eu
- 1:25conheci Na Na academia. Atlética.
- 1:28Na companhia atlética na barra da Tijuca, que é o Vinícius
- 1:33zaca, é, ele é paralisado. Cerebral, né?
- 1:36E o sonho dele sempre foi participar do para desporto.
- 1:41E nas aulas ele sempre me perguntava, Robson, pô, eu quero
- 1:44participar, participar tanto ele falar comigo, fazer 11 curso pra
- 1:49poder estar incluindo ele no para desporto.
- 1:53Mas quando eu cheguei no curso, não era para desporto, era de
- 1:56uma fundação Americana. Né que trabalhava todas as
- 1:59modalidades olímpicas para deficientes intelectuais, né?
- 2:02Que é os autistas, síndrome de down e paralisia cerebral e
- 2:08outras neuro divergências. E comecei esse caminho em 2009,
- 2:12né? Essa caminhada com o Vinícius.
- 2:14Como eu fui voluntário dessa fundação Americana por quase 10
- 2:20anos. E para lá, mente, comecei o
- 2:23projeto, né, em praças públicas, atendendo as famílias, né, em
- 2:27situação de vulnerabilidade. E chegamos até hoje aqui, né?
- 2:33Com com o aumento, né, de da da demanda, né, e fazendo AA
- 2:38centralidade no esporte, né, do projeto.
- 2:41Mas a gente tem uma equipe multidisciplinar e também uma
- 2:45equipe de saúde para atender as famílias também.
- 2:49E você, Débora? Então meu nome é Débora, eu, né,
- 2:53tenho, ao longo da minha trajetória, atuei muitos anos no
- 2:55campo da saúde mental, né, especificamente em serviços de
- 2:59de atendimento à população em sofrimento psíquico.
- 3:02É ao longo desse percurso, né? Eu me identifiquei, né, de
- 3:06alguma forma com o tema da saúde mental, e aí é um tema
- 3:09transversal, porque conversa com várias hoje várias patologias,
- 3:12né? A gente hoje tem uma sociedade
- 3:14muito adoecida com relação a isso e me aproximei de Robson e
- 3:18de Alex ao longo do ano passado. Muito com o intuito de tentar
- 3:22agregar o projeto outros componentes.
- 3:25O Robson já faz 11 trabalho, né? De excelência do ponto de vista
- 3:29do esporte, né? De um cuidado, de um zelo, de
- 3:32uma perspectiva de cuidado muito além do comum.
- 3:35Eu acho que esse é um é 11 das características desse projeto na
- 3:39sua essência, que tava com AO esporte muito centrado nesse
- 3:43desenho, né? E uma população que demanda
- 3:45disso, né, de construir. Potencialidade com relação à
- 3:48convivência, né? E o público, especificamente
- 3:50desse projeto tem essa demanda, né?
- 3:52Da gente ter espaços de inclusão.
- 3:54E aí me aproximei de Robson e Alex muito com a tentativa de
- 3:58trazer componentes que pudesse agregar ao longo disso, né?
- 4:01Trabalhei com alguns projetos sociais e também com trabalhos
- 4:04voluntários no campo, né? Da saúde mental e da saúde de
- 4:07uma forma geral. E aí foi uma oportunidade de
- 4:10poder dialogar sobre isso e me aproximar ainda mais da
- 4:12temática, pensando não só o autismo, mas pensando todos os
- 4:16tipos de deficiência que hoje a gente tem e que são, que geram
- 4:19desafios, né, de inclusão pra essa sociedade, que é muito
- 4:22padronizada. E aí na esteira disso, a gente
- 4:24começa a dialogar e tentar potencializar esse projeto.
- 4:28E aí começa a trazer o esporte, né?
- 4:30Qualificando esse trabalho do esporte acompanhado do
- 4:33componente saúde, né? Que é.
- 4:35Não só pensar a parte de cuidado médico, mas também pensar um
- 4:38cuidado multidisciplinar que envolvesse acolhimento, né?
- 4:42Que envolvesse acolhimento, que envolvesse é potencialidade de
- 4:46cuidado para os sujeitos participantes, mas também para
- 4:49as famílias. E aí, na esteira disso, a gente
- 4:51tem estreitado os laços e ampliado aí o escopo de alcance
- 4:56do projeto, que ainda era um projeto pequenininho, né?
- 4:58Que acontecia na zona Oeste, lá no bairro do Santíssimo.
- 5:01E ao longo desse, do ano passado pra cá, a gente tem alcançado
- 5:04outras populações e outros grupos que tem, né?
- 5:07De alguma forma, abraçada a ideia do projeto?
- 5:09Agora verdade, verdade, boa tarde a todos, né?
- 5:13Eu conheço o Robson, deve ter praticamente uns 10 anos, né?
- 5:17Mais ou menos, né, através do nosso amigo Vinícius, que mora
- 5:19lá no meu prédio, né? E eu sou da área da saúde há 25
- 5:22anos e conheci o projeto. Deve ter uns 45 anos mais ou
- 5:27menos, né? Mas eu já conheci o Robson
- 5:29bastante tempo. Abracei o projeto, achei o
- 5:31projeto muito importante pra população que é largado, tá?
- 5:36E a gente precisa dar um norte pra essa situação, qual é o
- 5:39norte do esporte, mas inclusivo é dar qualidade pros pros, pros
- 5:44alunos, pros familiares, pros pais, para as mães, entendeu?
- 5:48Então nós abraçamos esse projeto junto com a doutora Débora e o
- 5:51hobbes, que é o autor do projeto, né?
- 5:53Ele é o cabeça é é o centro do projeto, né?
- 5:57Então eu tenho orgulho de participar desse projeto aqui,
- 6:00tá? Pegando esse pegando um pouco, é
- 6:04do projeto, é, você acabou começando ele inspirado lá Na Na
- 6:10aula do basquete lá do menino. Ou tinha outra, outro, tinha
- 6:15outro assunto por trás, outra vontade por trás pra você criar
- 6:19esse projeto aí. Como é que veio isso pra você?
- 6:23É, na verdade, assim, pra mim foi, foi.
- 6:26Até foi uma surpresa muito grande que minha área sempre foi
- 6:29a parte de performance, né? E como o Vinícius é, quando eu
- 6:36entrei na academia para dar aula na companhia atlética e sempre
- 6:38ficava do meu lado, né, perguntando as coisas e
- 6:42participando das aulas e sempre falava, né?
- 6:46Como eu já disse ele, o sonho dele era ser para para atleta.
- 6:49EE aquilo foi foi crescendo, foi crescendo dentro de mim.
- 6:54Eu falei, vou ajudar o Vinícius. Aí fez o curso, né?
- 6:57Aí fiquei voluntário da fundação Americana com 10 anos e me
- 7:03descobri. Dei 11360 na minha vida aqui.
- 7:08Da da performance. Fui pra aula na área de inclusão
- 7:11mais específica para deficientes intelectuais, né?
- 7:15Você acha que teve algum caso ou história que te marcou além do
- 7:19além de ser o do Vinícius ou vocês 3 nesse caso, de alguma
- 7:24família algum? Uma pessoa que participou do
- 7:26projeto é o que vocês conhecem, que marcou vocês.
- 7:29Que me marcou, foi assim bastante.
- 7:31Foi no início do ano passado, né, que eu falei pro Alex, é,
- 7:37minha mãe me ligou, né, o falando do do projeto é querendo
- 7:44se inscrever. E ela me contou a história do
- 7:46filho dela. O filho dela é para usar
- 7:49cerebral, né? Cadeirante.
- 7:53E na mesma hora eu liguei para o professor, que é meu amigo,
- 7:59porque me ajuda até hoje dentro do projeto, na parte de esporte.
- 8:02Falei, Fernando, porque a gente ainda não tinha recebido nenhum
- 8:07cadeirante, né? Falei, vamos, vamos tentar
- 8:10incluir ele, vamos comprar uns materiais para tentar dar o
- 8:15fazer o máximo de inclusão dessa criança.
- 8:18Aí a mãe foi lá no sábado, participou e.
- 8:23Beleza, assim foi. A gente fez o trabalho com ele,
- 8:26né? Ele participou junto com as
- 8:28crianças, né? Do jeito que a gente conseguiu,
- 8:30né? E eu até me lembro que eu sou
- 8:33flamenguista, fui assistir o Flamengo e Vasco, tava tomando
- 8:37chopp no Recreio e a mãe mandou um áudio.
- 8:40Era 6 horas no início do jogo e nesse áudio ela começou a contar
- 8:46história um pouco, né? Da história e.
- 8:52Pedindo desculpa porque ela pré julgou o projeto porque ela já
- 8:56tinha passado por vários projetos EEO.
- 9:01Filho dela nunca foi, teve a inclusão verdadeira, né?
- 9:05Que tratava o filho dela como ela colocou no áudio, como fosse
- 9:08um boneco. E pela primeira vez ela queria
- 9:11pedir desculpa, né? Aí me mandou uma mensagem
- 9:14pedindo desculpa. Pela primeira vez o filho dela
- 9:16foi incluído de verdade, então nesse dia é o.
- 9:21Tomei Um gole de chopp, comecei a chorar igual a criança e fui
- 9:24pra casa e liguei logo pro Alex, Alex, tô me sentindo aqui, cara,
- 9:28muito mal. Eu tenho que fazer alguma coisa
- 9:30e tenho que fazer alguma coisa para essa criança.
- 9:33Então foi a parte que mais me foi o dia, que mais me tocou
- 9:36dentro do projeto, que eu me senti muito fraco perante a
- 9:38situação, entendeu? E a ela prejulgou, porque ela já
- 9:43passou por vários projetos e o menininho ficava encostado na
- 9:46parede sem nada. E a gente?
- 9:48Ele deu uma qualidade, a gente deu uma qualidade pra pra que
- 9:52ele tivesse a inclusão e fosse um trabalho é feito, né?
- 9:56De da da parte motora também da parte de inclusão com as outras
- 10:01crianças, né? Foi foi o que mais me tocou.
- 10:06Em relação AO que que vocês acham que falta para para as
- 10:10pessoas com neuro divergentes no Brasil, EEE pra todos esses que
- 10:15vocês hoje estão trabalhando, que que?
- 10:18Eu acho que tem que se ter uma sensibilidade assim, eu, eu, eu.
- 10:21Eu acho que o conceito de consciência é um conceito muito
- 10:23difícil, mas eu acho que a gente precisa estimular a sociedade a
- 10:26ser sensível a algumas temáticas, né?
- 10:28O que vai demandar refletir em políticas, em acesso, em
- 10:32estratégias de cuidado, que é um dos desafios.
- 10:35A gente tem pouca sensibilidade, né?
- 10:37Assim, e aí em cima até um pouco do que você perguntou
- 10:40anteriormente. Eu acho que o projeto ele tem
- 10:43alguns Marcos, toda vez que eu que eu participo, acho que.
- 10:46Eu não não narraria nenhuma nenhuma situação especial,
- 10:49porque parece que o afeto é genuíno.
- 10:52E aí o fato de ser genuíno nos coloca ali a olhar e falar
- 10:55assim, nossa, as pessoas precisam de tão pouco e às vezes
- 10:58a gente acha que precisa de muito e é estar disponível.
- 11:01É estar pensando acolhimento, pensando estratégias, pensando
- 11:04serviços públicos que possam alcançar essa população e
- 11:07ofertar oportunidade. Assim a gente hoje é em vários
- 11:11segmentos, a gente tem demanda represada de acesso a serviços.
- 11:14EE esse é o grande desafio, né? A gente tem hoje uma demanda que
- 11:18é crescente, né, da neurodivergência das patologias
- 11:21associadas a isso, e a gente tem poucas oportunidades de poder
- 11:23dialogar sobre a oferta de serviço com relação a isso.
- 11:26Então acho que esse é um ponto que chama minha atenção, né?
- 11:29Não tem um Marco específico, mas eu acho que é Oo fato do afeto
- 11:32ser genuíno nesses nesses encontros, no sorriso de uma
- 11:36criança que está ali, em muitos momentos numa situação.
- 11:39Né, de vulnerabilidade que a gente está ali e oferta um
- 11:42cuidado, oferta oportunidade. Então eu acho que é é um pouco
- 11:46disso. E aí quando o Robson resgata,
- 11:48né, a história que marca, ele fala de oportunidade, né?
- 11:51Eu acho que pensar hoje a neurodivergência é pensar em
- 11:53oportunidade de inclusão, oportunidade de de potencializar
- 11:57serviços de qualidade para essa população e que essa população
- 12:00possa ter acesso, acesso a espaços que às vezes são é
- 12:04silenciados pela falta de oportunidade.
- 12:07Vocês acham que hoje as famílias estão desassistidas?
- 12:11Muito, né? Esse é um desafio, né?
- 12:13Porque quando a gente pensa no cuidado, a gente pensa sempre,
- 12:16ou em quem está doente ou quem precisa mais.
- 12:19E na verdade, a gente precisa de um cuidado muito maior do que
- 12:22esse é. Tem alguns jargões, dentre eles
- 12:25o cuidar de quem cuida, que parece que está fácil.
- 12:27Cuidar de quem cuida não é tão simples.
- 12:29Cuidar de quem cuida é um desafio cuidar de quem cuida,
- 12:32porque para a gente cuidar de quem cuida, a gente tem que
- 12:34entender o que que o cuidador precisa.
- 12:36E às vezes, a gente acaba centralizando o cuidado no
- 12:38agente que está ali dentro do projeto especificamente.
- 12:42Então a gente sempre tenta, no desenho do projeto, ofertar esse
- 12:45cuidado, né? Para essas famílias, estender
- 12:48esse cuidado para além daquele sujeito que está ali, do jovem,
- 12:51da criança, do adolescente que está participando do projeto,
- 12:54mas potencializar esse cuidado também de quem está cuidando,
- 12:56né? Como é que essa pessoa se sente?
- 12:58Em muitos momentos, existe um esgotamento significativo dessa,
- 13:01desse grupo que é o cuidador. E poucos são os espaços que a
- 13:04gente pode estar ofertando esse cuidado, porque é muito
- 13:07represado a demanda com relação a isso, então acho que esse é o
- 13:10desafio. Mas esse represado é porque já
- 13:12está aí, está vindo uma quantidade grande ou o pessoal
- 13:16não conseguiu atender e vai acumulando?
- 13:19Em todos os sentidos, porque tem pouca oferta para o cuidador.
- 13:21A gente tem oferta às vezes para para a pessoa em específico, não
- 13:25para o cuidador. Geralmente os serviços, eles são
- 13:27pontuais. Se a gente pensar a lógica dos
- 13:29atendimentos, boa parte é ambulatorizada.
- 13:32Você atende individualmente e aí encerrou aquele atendimento,
- 13:35você não oferta um serviço de cuidado para além disso, né,
- 13:38para esse grupo, para as famílias, né, pensar a própria
- 13:41dinâmica da família, quem é o principal cuidador, se é a mãe,
- 13:44aí tem 11, questão de gênero que envolve isso, o lugar da mulher
- 13:47dentro dessa dinâmica do cuidado, se é o pai, como é que
- 13:50esse pai pode estar ali? É contribuindo também nesse
- 13:53nessa construção desse cuidado. Eu acho que é represado por
- 13:56vários, vários motivos deles que a gente não tem oferta de
- 13:59serviço que alcança essa população.
- 14:01É e quando tem, não dá conta do tanto de situações que a gente
- 14:05precisa é ofertar de cuidado com relação a isso.
- 14:08Puxando um pouco mais para o para o projeto na prática, é
- 14:12como é que funciona em si na prática, Oo esporte mais
- 14:16inclusivo. A gente tem 2 momentos, tem um
- 14:20momento, que é o momento. Né?
- 14:22Para o participante que é a criança, o adolescente ou o
- 14:25jovem que está ali vinculadas as atividades de esporte.
- 14:27Então tem todo um cuidado de entender a história dele antes
- 14:30de chegar ali. Quem é esse?
- 14:32Quem é esse jovem, quem é essa criança, quem é esse adolescente
- 14:34que está chegando para poder ao mesmo tempo, identificar ali
- 14:37habilidades para que ele possa participar das atividades
- 14:40físicas e dialogar um pouco com a clínica que ele possui e uma
- 14:44parte que é para as famílias, que vai desde o momento de uma
- 14:46atividade de escuta e de reflexão sobre o que que é
- 14:49cuidar. De uma pessoa com deficiência,
- 14:51de uma pessoa com autismo, de uma pessoa com algum tipo de
- 14:54comorbidade. Como é que a gente cuida disso,
- 14:56né? Como é que é o zelo desse
- 14:57cuidado, mas ao mesmo tempo é potencializa espaços para
- 15:00relaxamento, para uma sensibilidade de escuta,
- 15:04pensando é atividades que são de práticas integrativas de
- 15:08cuidado, de práticas terapêuticas dentro do grupo, da
- 15:11equipe multi, da equipe médica. Que tipo de atividade são feitas
- 15:16assim que a gente pode estar aqui para quem está acompanhando
- 15:19a gente? Não, a gente pode falar um pouco
- 15:23de cada um? Tanto do.
- 15:24Esporte quanto para as famílias a gente, né?
- 15:27Para o pessoal entender um pouco mais.
- 15:29A ideia é que sempre a gente é fornecer informação para quem
- 15:33ainda não conhece. Entendeu como depois a gente vai
- 15:36falar, como participar, entre outras coisas.
- 15:39Então, nós, a parte esportiva, né?
- 15:42Nós fazemos 10 modalidades esportivas, né?
- 15:46Basquete, a minha área. Vôlei, futebol, natação,
- 15:52ginástica artística é bocha. Me ajuda aí que eu é muita
- 16:01coisa. Eu esqueço handebol, futebol.
- 16:05Não tem? Futebol, falei, EE, dependendo
- 16:09da da complexidade, né? Do?
- 16:11Da da criança, né? Do jovem.
- 16:13A gente faz também a parte de desenvolvimento motor, né?
- 16:16De psicomotricidade, das crianças, né, que são.
- 16:19São 3 níveis, né, de de ideia. E é é bem bem voltado, né?
- 16:27Pra nessa situação aí de das modalidades, né.
- 16:31E das crianças, com com a complexidade maior, a gente faz
- 16:35o trabalho motor e psicomotricidade.
- 16:38E antes de de você falar da dessa outro lado das famílias.
- 16:43Como adaptar tudo isso para cada estilo de pessoa e para cada
- 16:45pessoa e em esportes tão diferentes?
- 16:49Então é, é, eu estou. Perguntando porque eu não tenho
- 16:51muita noção. Então, o que acontece?
- 16:54A gente sempre tem o acolhimento das famílias.
- 16:57A gente faz uma anamnese, tem um primeiro questionário, depois do
- 16:59questionário é 11 anamnese, né? Tem.
- 17:02Tem todo o conteúdo do do assistido ali.
- 17:06E a gente vai dividindo. Por por exemplo, eu vou citar o
- 17:10basquete, o basquete, que é, que é que é sempre o meu foco, né?
- 17:16Então, dentro dessa fundação tem tem OOO desenvolvimento do
- 17:20basquete propriamente dito, normal.
- 17:22E para as crianças, que têm uma complexidade maior de
- 17:25desenvolvimento, motor, né, mais debilitada.
- 17:28Ela não vai fazer o gesto motor normal, não vai fazer o jogo
- 17:31normal, elas vão fazer. Vão caminhar até uma sexta numa
- 17:35altura, né, menor, menor, e vai colocar a bolinha ali, entendeu?
- 17:40Então, então tem a gente, tem vários tipos de adaptações pra
- 17:43todas as atividades esportivas, entendeu?
- 17:46Então, independente do do do grau de complexidade da criança,
- 17:52a gente consegue assistir. É colocar pra criança pra
- 17:57participar dentro das modalidades esportivas, né?
- 18:03Com relação às famílias, a gente é tem um trabalho direcionado
- 18:06tanto para atividade de roda de conversa, que são atividades
- 18:09horizontais, que tem característica troca entre as
- 18:12famílias para que elas possam compartilhar um pouco as
- 18:14experiências. Tem atividades vinculadas as
- 18:17práticas integrativas, né? Que são atividades de
- 18:19auricoloterapia, atividade de relaxamento.
- 18:22São atividades que de alguma forma é auxiliam muito essa
- 18:25relação, essa questão do cuidado.
- 18:27E tem as atividades de grupo já com o foco mais no campo das
- 18:30terapias, né? A gente ainda não tem ainda
- 18:33atividades individuais para todo o bloco de pessoas assistidas
- 18:37pelo projeto, por conta da própria dinâmica, né?
- 18:39Um projeto que conta com trabalho voluntário.
- 18:42Então a gente tem ali algumas atividades que são planejadas
- 18:45para dar conta desse dessa equipe que a gente tem, que é
- 18:48uma equipe de voluntários. Então tem atividades.
- 18:50Tanto atividades vinculadas o escopo do relaxamento e a boa
- 18:54parte das atividades estão vinculadas a atividades em
- 18:56grupo. Até porque a gente ainda não
- 18:58consegue ofertar atendimentos individuais em todos os, né?
- 19:03O desenho do. Projeto é quantas, quantas
- 19:06pessoas tem hoje é pessoas sendo atendidas, quantos voluntários?
- 19:12E para quem quer ser voluntário, qual o canal de informação que a
- 19:17pessoa é procura? Tá?
- 19:20A gente hoje deve ter aproximadamente em torno de 200
- 19:23a 250 famílias assistidas pelo projeto.
- 19:26E aí a gente fala em Jacarepaguá e em Santíssimo, incluindo os 2,
- 19:31as 2 localidades em que o projeto acontece.
- 19:33E aí quando a gente fala 250? Lembre se, né?
- 19:36É 250 crianças assistindo as mais.
- 19:39As famílias. As famílias, dá 1000 pessoas
- 19:41mais ou menos. É, é uma.
- 19:43É um número bem variado. Trabalho totalmente voluntário.
- 19:46EEA gente hoje conta com aproximadamente 2025 pessoas
- 19:50voluntárias. É ativas, né, porque também tem
- 19:53isso, tem os voluntários aí, tem os ativos, os inativos.
- 19:56São inativos. Tem mais, né?
- 19:57É, tem um pouco mais, mas ativos a gente tem um grupo um pouco, é
- 20:01menor, mas oferta qualidade, né? Assim, tem ofertado qualidade e
- 20:06se disponibilizado AA participar disso.
- 20:09O que o que o esporte realmente muda nessas pessoas que a gente
- 20:13consegue assim detectar aqui é tão.
- 20:17Eu acho que é o potencial de fala, o potencial de
- 20:19convivência, a construção de autonomia é entre o próprio
- 20:23grupo E construir uma identidade.
- 20:25Na verdade, você constrói uma identidade que é coletiva.
- 20:28E essa identidade ela se dá pela relação com o esporte.
- 20:32Vocês acham que existe uma evolução que é visível pra todo
- 20:34mundo? Assim você, você, você consegue
- 20:37diferenciar quem tá participando do projeto visivelmente?
- 20:42Conseguimos, a gente até já já não te coloca como?
- 20:46A gente tem alguns atletas, a gente chama de atleta líderes,
- 20:49né? Que eles, que que que são os
- 20:53monitores dos professores de educação física que eles
- 20:56comandam AA criançada, né? As crianças, os jovens,
- 21:00entendeu? E eles têm têm a essa questão de
- 21:05liderança, entre eles EEE, os assistidos respeitam essas esses
- 21:10alunos líderes, né? Isso é muito importante.
- 21:14Quais? Quais são os resultados que a
- 21:16gente poderia falar aqui? Seriam mais emocionantes ou
- 21:19assim que geraram mais impacto todo mundo quando olha, porque
- 21:24às vezes que nem você deu o exemplo dessa dessa mãe, ela
- 21:27gera um impacto que às vezes faz outras pessoas entrarem no
- 21:30projeto ou faz mais pessoas olharem pra isso.
- 21:34Ô, doutora, eu acho que eu vejo essa essa abertura que ele
- 21:37deixou aqui pra gente. É, eu tive.
- 21:40Nós tivemos um exemplo daquele paciente de.
- 21:44Mas foi da nem sei da onde que foi, não tinha o conhecimento de
- 21:47tratar o filho. Da.
- 21:50Medicação, ele não entendia como chegar no filho.
- 21:53É, é, não fala 3 anos de idade. E aí chegou pra gente uma
- 21:57situação, cara, o cara falou, você é esse é o projeto, olha
- 22:02como é que é? Olha a situação que o projeto
- 22:05leva. Não.
- 22:06Então é por isso que é porque às vezes é o que você está falando.
- 22:09É, você doa uma, vou fazer um. Puxar aqui mais cedo, 1 hora, e
- 22:15às vezes muda tanto na vida da pessoa ou de de alguém ou ou de
- 22:20alguém no processo, que as algumas outras pessoas olhando
- 22:23pra isso, olha e fala assim, pô, eu tenho condição de doar 1 hora
- 22:27que às vezes, quando você olha num tudo EE, você olha no
- 22:30projeto inteiro, todo mundo vai lá e não disso, mas acaba sendo
- 22:35sugado no bom sentido de mais horas.
- 22:38Mas se é aquilo que a gente eu tava falando aqui no programa
- 22:41anterior. Que se eu tiver 1000 pessoas,
- 22:44cada um der 1 hora, eu já eu já consigo atingir o lance é às
- 22:48vezes ter as 1000 pessoas, é é ter pessoas, é nesse círculo.
- 22:52Então quando eu pergunto isso é até pra para as pessoas que que
- 22:55podem estar vendo a gente e querem ajudar, né?
- 22:58Sim, como elas podem ajudar? E às vezes é com hora, às vezes
- 23:02é com outras coisas, aí eu não sei, é esse lance e também o
- 23:07lado. De outras pessoas viverem essa
- 23:10evolução, EE ajudar porque deve ter alguma coisa que precise
- 23:13ajudar financeiramente e outras coisas, porque esses projetos,
- 23:17querendo ou não, tem um movimento que precisa é ter um
- 23:20custo, não não de vocês em si, mas um custo pra poder montar.
- 23:25E aí eu vou emendar. Outra pergunta é, vocês tem
- 23:28estrutura própria onde acontece tudo isso?
- 23:31Você falou natação, basquete, futebol, futsal, não sei aonde.
- 23:35Então é Oo iniciozinho. Foi bem entre aspas.
- 23:39Assim é complicado porque eu eu fazia em em praça pública, né?
- 23:46E fui enxotada de algumas em praças públicas, né?
- 23:51Então hoje em dia a gente tá numa numa igreja, né, que o que
- 23:55o pastor cedeu e lá é menorzinho a.
- 23:57Gente, mas pode falar o nome dele, aí, agradecer.
- 24:01O pastor Elias, a nossa gratidão, né, que nos recebeu
- 24:04porque foi até numa numa situação que a gente também
- 24:07perdeu um espaço e ele nos acolheu.
- 24:11E lá a gente faz o trabalho. Lá, como é pequenininho, a gente
- 24:14não consegue desenvolver as modalidades esportivas.
- 24:17Então a gente faz a parte mais de psicomotricidade, né?
- 24:21Do dos circuitos funcionais, né? Aí dá pra fazer o atendimento da
- 24:26das famílias, né? E lá no Campestre, como é um
- 24:29clube muito grande, né? Agradecer também o presidente
- 24:31Lourival. Lá a gente tem uma estrutura
- 24:35completa pro projeto, né? Lá tem um ginásio com 2 quadras
- 24:40Poli esportivas, temos piscina, temos campo de futebol, temos é
- 24:47a estrutura pra pra equipe multi.
- 24:50Aí é consultórios pros médicos, temos restaurante, lavanderia,
- 24:56parquinho para as crianças, então no Campestre a gente
- 24:59consegue desenvolver o projeto no na sua plenitude, né?
- 25:05Mas sempre foi assim ainda. O projeto é voluntário, né?
- 25:10Sempre saiu do do meu bolso, das praças públicas e até hoje, né?
- 25:14Mas hoje eu conto a ajuda, com a ajuda do Alex e com a ajuda da
- 25:17doutora Débora, né? E.
- 25:19De de outros voluntários também, né, EE?
- 25:24Quem quer ser voluntário, como é que funciona?
- 25:28Os os voluntários podem entrar no nosso diretamente no nosso
- 25:31Instagram. Pode falar aí, é esporte mais
- 25:34inclusivo. Tem um link, vai abrir o link,
- 25:37tem um WhatsApp que vai vai ser direcionado e lá eles podem
- 25:42mandar currículo. E independente da da questão
- 25:47profissional, é o que eu sempre falo.
- 25:50É querer ajudar, é estar lá pra ajudar.
- 25:52Eu sempre falo pros meus voluntários que eu tenho certeza
- 25:55que eles sempre vão sair melhor do que do que entraram naquele
- 25:58dia lá de de projeto, entendeu? E além dos voluntários, qual o
- 26:03outro tipo de ajuda que o pessoal pode dar em tem, tem
- 26:06algum? É alguma coisa específica de
- 26:09material de esporte? É doação, estrutura, o que que
- 26:14que que é é hoje. É, poderia ajudar.
- 26:18Isso aí é um momento aberto pra vocês.
- 26:19De repente é falarem pra quem tá acompanhando o projeto e
- 26:24chegarem em outras pessoas. Alex, pode?
- 26:28Cara, eu acho, eu acho. Eu acho que é livre, né?
- 26:31Cara? É primeiramente a pessoa que tem
- 26:34que vir de coração, né? Tudo que vem de doação pra gente
- 26:36vir de coração. Não só a pessoa, mas como
- 26:39material também, né? Então a gente precisa de
- 26:42material esportivo, o bola cone, escadinha, tudinho, arco é
- 26:47bambolê, brinquedos, é só para vocês entenderem.
- 26:52Né, tudo e. Tudo nós vamos fazer a Páscoa,
- 26:55né? E hoje nós estamos correndo
- 26:56atrás de parceiros para poder fazer doação justamente de
- 26:59caixas de bombom, ovos de Páscoa, bailinha o que for.
- 27:03Isso já ajuda muito o nosso projeto, tá?
- 27:05Isso aí para hoje. Pra ontem?
- 27:08Não, não, não, não. Eu digo pra hoje assim, mas Oo
- 27:12contínuo normalmente é o que material ligador esportivo tem
- 27:15alimentação. O que que tem é, a gente conta
- 27:19com vários hortifruti, a gente liga né pra poder pedir né?
- 27:22Não tem parceiros fixos, não tem.
- 27:24Não tem nós não. Temos e nenhum, nenhum.
- 27:27Nenhum parceiro. 00. Sai tudo praticamente do nosso
- 27:30bolso. Aí às vezes a gente arruma uma
- 27:32caixa de banana, uma caixa de maçã, uma caixa de uva.
- 27:35Busca num lugar, busca no outro. E aí a gente tem essas
- 27:37dificuldades e não é a dificuldade da gente, né?
- 27:40A gente só sai mais cedo de casa para poder recolher, para poder
- 27:42levar para as crianças e nada descartável, entendeu?
- 27:45Tem sempre frutas que são colocadas para ser vendidas,
- 27:49porque teve gente que queria dar frutas para gente, seriam
- 27:52descartadas para levar para as crianças e nós negamos essa
- 27:55situação que não tem necessidade disso.
- 27:58A gente prefere tirar do bolso, mas deixar as crianças ali com a
- 28:01com o pouco que nós temos. Mas bacana, entendeu?
- 28:05Nós temos lá um parceiro que que todo todo último a sábado, né?
- 28:09Que o projeto acontece No No Campestre.
- 28:12Ele ajuda com são 2. Na verdade o Fábio espinato, né?
- 28:17Ele ajuda com a parte de de refrigerante, a parte de de
- 28:20Biscoito Água, né? E o Dennis, que é meu amigo
- 28:24pessoal, foi atleta de basquete também.
- 28:26Ele tem 11 confeitaria cuffara aqui na freguesia e ele sempre
- 28:30faz o café da café da manhã para os assistidos e.
- 28:34A cozinha do Campestre. Também, né?
- 28:35E a cozinha do Campestre faz cacianinhas do Campestre.
- 28:38Lá faz o café da manhã, também especial.
- 28:41Bota bolo pra gente, as crianças adoram os bolos de chocolate
- 28:43dela. Falando um pouco do outro lado,
- 28:46Oo impacto nas famílias é, como que as famílias chegam até
- 28:50vocês? Muito chega de demanda livre,
- 28:54né? Ou por contatos.
- 28:56Ah, ou conhece alguém que né, que já está participando.
- 29:00E aí você falando disso? Chama atenção o fato de que eu
- 29:03tenho percebido nos nas atividades, né?
- 29:05Assim de como algumas mães mais antigas, elas mais antigas, que
- 29:09estão no projeto há mais tempo, né?
- 29:12Elas têm um protagonismo importante nesse feedback
- 29:15positivo do que a gente tem construído.
- 29:17Eu acho que elas também são, na verdade, multiplicadoras do
- 29:20projeto. Assim, elas acabam é
- 29:23contribuindo para que essa demanda tenha chegado de uma
- 29:25forma mais rápida e mais célere. Assim, eu acho que isso é o fato
- 29:29de que essas mães, elas estão dando valor ao que tem sido
- 29:31ofertado e eu acho que isso tem reproduzido de forma positiva,
- 29:35né? Então, a boa parte da demanda
- 29:36chega à demanda livre. Vi os canais oficiais hoje que a
- 29:40gente tem, que é o Instagram ou o contato de alguém ou a gente
- 29:43realmente divulgando de forma espontânea.
- 29:46Em alguns lugares a gente acaba divulgando, fazendo alguns
- 29:48contatos. Eu acho que isso tem sido é a
- 29:50porta de entrada é para. Esses grupos.
- 29:53Principal. O projeto vocês acreditam que
- 29:56ele só muda a pessoa ou ele acaba mudando a família inteira?
- 29:59Ah, eu acho eu, eu acho que assim.
- 30:01Acho que tanto o Robson como Alex também acho que a família
- 30:04muda, porque eu acabei de não é o que eu acabei de falar, né?
- 30:06A família meio que tem comprado e abraçado.
- 30:09A ideia? Eu acho que isso fortalece não
- 30:11só o que a gente tem feito voluntariamente, mas fortalece
- 30:15uma identidade de que é possível construir algo diferente, então.
- 30:18Vocês acham que existe sobrecarga emocional dos
- 30:21responsáveis? Muita coisa não dá nem para
- 30:24aprofundar, senão a gente vai começar a entrar em sofrimento.
- 30:27Mas é existe porque é existe pouco espaço de fala, existe
- 30:31pouco espaço de escuta, e acho que isso é o grande desafio
- 30:35hoje, né? A gente vive uma sociedade muito
- 30:37acelerada, então as pessoas não estão muito disponíveis para
- 30:40escutar, não estão muito disponíveis para acolher.
- 30:42Então, quando elas chegam no lugar e elas têm a oportunidade
- 30:45de trocar com outras mães que tem um problema similar, isso
- 30:48muda um pouco esse lugar de fala EAA própria construção de uma
- 30:51resposta à história que elas estão edificando no dia a dia.
- 30:54Então acho que é um pouco disso. Tem 2 perguntas um pouco mais
- 30:58aprofundadas, mas é qual é o custo real de um projeto assim e
- 31:03o que que impede mais projetos como esse de existir pela visão
- 31:08de vocês? Eu posso responder a segunda
- 31:11porque esse negócio do orçamento eu.
- 31:12Vou deixar pro não, não. Eu também posso responder.
- 31:14A segunda é. O que acontece, eu?
- 31:17Sou da? Saúde?
- 31:18Não, não, não é real em dinheiro, é o que ele custa e
- 31:22temos de. É, não é só dinheiro.
- 31:24Nós temos, porque tem tempo. É, tem um Monte assim.
- 31:27Isso aí que às vezes o dinheiro é, tem gente que tem.
- 31:30Não adianta você botar o dinheiro e não tem gente para
- 31:32tocar. É isso não descentralizar é.
- 31:34É ter a cabeça a propensa, porque nem todo mundo às vezes
- 31:37está adaptado a poder viver isso.
- 31:40É, é não no sentido, é de tempo e tal, mas emocional é, tem todo
- 31:4511 processo, além de conhecimento todo, é, é, é
- 31:49assim, só é fácil, como diz outra, é igual número, só é
- 31:53fácil no papel, que é no papel qualquer.
- 31:55Ele aceita tudo, tu bota o número, é 1000000 de reais, vai,
- 31:59é. Então o papel aceita tudo, mas
- 32:01quando a gente vai botando é é na vida real e tudo.
- 32:06É o que que acontece. Você tem que ter pessoas
- 32:08disponíveis, tem que ter tempo, tem que ter dinheiro, você tem
- 32:10que ter vontade, o que ele falou tem que ter.
- 32:13Você tem que ter um cuidado porque você tá tratando é de 11,
- 32:17engloba muita coisa, tem sensibilidade, outras coisas.
- 32:20Então quando eu pergunto o que que custa é é que vocês abdicam
- 32:24um pouco da vida pessoal de cada um e todo mundo que tá envolvido
- 32:28de outras coisas. Então assim, isso passa tudo num
- 32:31processo, então é quando a gente fala isso aqui.
- 32:34Para que as pessoas que estão vendo elas consigam olhar o
- 32:37outro lado, porque querendo ou não, eu eu dou um exemplo como
- 32:40como é o shopping, o shopping a gente olha aqui e é e tudo que a
- 32:45gente tá fazendo, a gente tá usando internet.
- 32:47Hoje, teoricamente a gente tá gravando, mas num dia normal tu
- 32:50tá em casa 1 hora da manhã, tu tá na internet.
- 32:52Aí o pessoal pô, mas não deveria trabalhar.
- 32:55Mas eu pergunto assim, você acha que se não tivesse alguém
- 32:58trabalhando, como é que tua internet estaria funcionando?
- 33:00Como é que tua água funciona? Então é mais ou menos no lado de
- 33:03vocês. As pessoas veem, muita gente
- 33:05quer ajudar, não sabe como ou não tem coragem de de ajudar, eu
- 33:09digo de meter a mão, mas às vezes essa pessoa ela pode
- 33:12ajudar de um outro jeito que não vai deixar ela num num certo
- 33:15assim é numa sinuca de bico, mas ela vai ajudar e aí é é mais
- 33:20gente que tá ajudando. Então esse outro lado, quando eu
- 33:23pergunto real EE, tudo isso é no sentido de o que ele impacta pra
- 33:27pra que as pessoas vejam é quantas horas que nem você
- 33:31falou? São 25 pessoas?
- 33:33Dispondo de tanto tempo todo esse lado que as pessoas não
- 33:37conseguem ver ali no estalo do do, do evento.
- 33:40Eu acho que se envolve compromisso assim, né?
- 33:43Eu acho que é. A gente fala assim, Ah, eu estou
- 33:46disponível. Acho que quando a gente tá
- 33:47assume esse compromisso de estar disponível por uma causa.
- 33:50Eu acho que isso edifica a nossa alma enquanto sujeitos.
- 33:53Então eu entendo que é é um compromisso que vai além ali, de
- 33:571 hora limitada. Às vezes a gente passa horas
- 34:00conversando, discutindo, às vezes discutindo o que vai ser
- 34:03feito e como a gente vai fazer. Então acho que é um pouco esse
- 34:06compromisso que que que gera um pouco esse ônus, assim, nessa
- 34:10responsabilidade de estar ali, saber da responsabilidade desse
- 34:12compromisso, né? O fato da gente se dispor a
- 34:15acolher exige um compromisso nosso e eu acho que isso gera um
- 34:18tensionamento, que aí é, é isso, né, assim.
- 34:21Está há muito tempo, às vezes discutindo onde às vezes está
- 34:23horas e horas discutindo o que vai ser feito, pensando o que
- 34:26vai ser feito, pensando como é que a gente pode articular para
- 34:29suprir uma demanda que aparece uma intercorrência, uma situação
- 34:32de alguma alguma criança do projeto que está com alguma
- 34:35dificuldade de acesso. Então, acho que são várias
- 34:37estratégias ali. Que acabam é gerando esse preço.
- 34:41Mas eu acho que isso está muito vinculado a esse lugar nosso.
- 34:43Assim, a forma que a gente se disponha a participar EE colocar
- 34:47esse projeto em prática, não só como uma ação de boa vontade,
- 34:51mas eu acho que vai além disso, né?
- 34:52Eu acho que tem um compromisso social é que a gente ali se
- 34:55coloca disponível pra pra atender.
- 34:59É isso, vou entrar para o lado de parcerias e lei de incentivo.
- 35:05Eu queria saber como empresas podem participar.
- 35:09É essa visão de empresas para a gente levar para um outro lado,
- 35:13de pessoas que estão olhando do outro lado e queiram participar
- 35:16de algum jeito ou por lei, de incentivo ou não, se vocês têm
- 35:19projeto ou não é. É, tem, tem alguns projetos
- 35:24menores. Né?
- 35:26Na verdade, a gente é começa com um projeto macro, que é o
- 35:30esporte mais inclusivo, mas. Além da inclusão pelo esporte, a
- 35:34gente automaticamente constrói e edifica estratégias de
- 35:37construção, de autonomia e de convivência.
- 35:39E aí ao longo desse percurso, né?
- 35:41De discutir um pouco essas estratégias de inclusão, a gente
- 35:44viu um nicho que se tinha no sentido de pensar inclusão com o
- 35:47mercado de trabalho. Então a gente tem 2 projetos,
- 35:50quer falar, Rob? Fala.
- 35:51Robson, nós temos 2 projetos. É porque senão eu fico.
- 35:54Falando dentro dentro desse macro que é o esporte, mas
- 35:57inclusive nós temos 2 subprojetos, né?
- 36:00Dizendo assim. Melhor dizendo é que é o auto
- 36:05estéia, é, não é o auto ismovie, né?
- 36:09E o projeto de acolhimento das mães cuidar.
- 36:12Então o auto ismovie é para para para jovens.
- 36:16É como fosse um jovem aprendiz, né?
- 36:18A gente faz toda essa, essa leitura.
- 36:22Da do jovem, né? Pro mercado de trabalho, porque
- 36:26a demanda é muito grande. EE, as grandes empresas não.
- 36:30Não tem acesso AA esses jovens, né?
- 36:33Que eles, dependendo da acho que por lei são é 5%.
- 36:38Né, tem uma participação. São então e as empresas nunca
- 36:41conseguem chegar nesses 5% de né pra pra pra pra esses jovens
- 36:48serem. Não serem encaminhados.
- 36:51Né No No mercado de trabalho. Mas hoje é sendo mais prático o
- 36:56que vamos lá. Qual tipo de empresa que
- 36:59estariam alinhados AA esse trabalho de de entrarem de
- 37:03repente no projeto de lei de incentivo de vocês?
- 37:05Qual tipo de empresa é uma Sony que tem a ver com coisa?
- 37:09É uma Nike que tem a ver com o esportivo?
- 37:12Quais são os tipos de empresa que hoje é podem ajudar no
- 37:16projeto? E quem pode?
- 37:18Qual o tipo de visibilidade? O que que traz para ela é é a
- 37:21gente puxar um pouco mais claro para o pessoal que que assim não
- 37:25tem tanta profundidade no assunto.
- 37:26Eu, eu, querendo ou não, eu já estou 10 anos no nesse meio de
- 37:30projeto incentivado, então eu sei um pouquinho mais, mas pro
- 37:33pro pessoal que está assistindo a gente aqui é entender assim,
- 37:36pô, eu tenho uma empresa que fabrica a bola não sei aonde,
- 37:40pô, eu posso de repente ajoar? Eu não posso dar 1000000, mas eu
- 37:43posso dar. 1000 BRL de bola, é, é nesse sentido que eu tô
- 37:47querendo é pra porque às vezes, e voltando nesse assunto, às
- 37:52vezes a pessoa tem 10 bola em casa, tô dando exemplo e não,
- 37:56não vai mudar Pra Ela, que no outro programa eu falei disso
- 37:59aqui é, e a gente tá falando da comunidade. 50 BRL, pra algumas
- 38:05pessoas é muito dinheiro, mas tem pra outras pessoas. 50 BRL é
- 38:08um lanche no McDonald's que o cara come 5 vezes na semana,
- 38:11então ele tirar 50 BRL na semana.
- 38:13E dar um negócio pro evento de vocês ou pra qualquer coisa, ou
- 38:17tirar algum uma cota, não vai mudar a vida dele, mas vai mudar
- 38:20a vida de muitas outras pessoas. E ele nem que Nem Ela falou, ele
- 38:24nem se toca. Às vezes não tá no raio dele de
- 38:27ação ou não tá por quê? Porque ele acha que precisa de
- 38:30muito dinheiro, porque todo mundo fala de, Ah, o projeto, eu
- 38:32preciso dar 100000 BRL. Eu quero falar, eu não tenho
- 38:35100000 BRL, mas ele tem 1000 BRL em bola.
- 38:37Se você tiver 10 cara que tem 1000 BRL, são 10000 BRL.
- 38:41Então é nesse sentido que eu estou tentando é deixar mais
- 38:45claro para o pessoal que está acompanhando a gente.
- 38:48Então a gente não tem 11 nicho de mercado empresarial definido,
- 38:53né? Até.
- 38:53Porque deixa eu só é corrigir. É que eu falei um pouco nisso
- 38:57por causa de vocês. Falaram que tem projeto e
- 38:59normalmente, às vezes projeto é ligado ao esporte.
- 39:02São empresas ligadas ao esporte, projeto ligado à cultura,
- 39:05cultura. Por isso que eu perguntei.
- 39:07Eu entendo que deve ter parte fora do projeto, mas só para.
- 39:11Deixar um pouco mais? É, a gente não tem.
- 39:13Lógico que quando a gente pensa o esporte, ele acaba sendo um
- 39:16centralizador para a gente, até para pensar as empresas
- 39:18parceiras e pelo potencial de alcance também que a gente
- 39:21consegue, mas a gente também é. Não tem nenhum critério de de
- 39:24exclusão para outras empresas que estejam.
- 39:27É interessadas em fazer isso. Até porque a gente faz uma
- 39:31análise de perfil para pensar essa inclusão.
- 39:33Então, se. Se se a gente identificar ali
- 39:35que é possível fazer alguma estratégia de inclusão,
- 39:37dependendo do perfil da empresa, porque também tem uma demanda da
- 39:39empresa, né? Qual o perfil que de vaga que
- 39:42ela oferta e como a gente consegue edificar isso?
- 39:45Então, a ideia é centralizar, lógico, no esporte, por conta da
- 39:48própria relação do projeto. Mas outras empresas parceiras, é
- 39:51possível a inclusão de estratégias em conjunto.
- 39:56É, continuando, vamos falar um pouquinho do Brasil com a
- 40:02inclusão? O Brasil fala muita inclusão,
- 40:05mas pratica pouco. Você acha que é?
- 40:07É por não, não, não entrando na política, mas você acha que a
- 40:12gente não tem estrutura? É geral.
- 40:15Você acha que falta um pouco de boa vontade ou de conhecimento?
- 40:19É que que vocês acham que acaba faltando?
- 40:23Ela teve no projeto, ela tava dando chato, então eu acho que
- 40:32é. A gente ainda conta com muitas
- 40:34iniciativas individuais. Num num país tão diverso, acho
- 40:39que a gente pode construir outras estratégias para além
- 40:42dessa, para além de para além desse lugar, sabe?
- 40:46Da iniciativa individual? Eu acho que a gente hoje tem uma
- 40:49demanda significativa, que exige construir estratégias de
- 40:53inclusão e que a gente ainda identifica muito, de uma forma
- 40:57muito silenciada, que essas demandas são que essas.
- 41:00Respostas são individuais ou de boas iniciativas ou de
- 41:03iniciativas individuais. A gente podia ter é fomentado,
- 41:07né? Políticas públicas de maior
- 41:09alcance pra essa população. Mas o que a gente ainda percebe
- 41:12são iniciativas individuais que tenta suprimir uma ausência, né?
- 41:17De resposta coletiva pelo poder público.
- 41:20Mas você acha que eles são raro porque falta dinheiro ou porque
- 41:23ainda não é, ou porque é muita quantidade?
- 41:28Porque assim. É, eu já ouvi falar que é os
- 41:31neuro divergentes, EE, as categorias, eles tiveram um
- 41:34crescimento muito populacional, EE assim, e querendo ou não, AA
- 41:39política pública ou privada é não não conseguiu se adaptar, é,
- 41:44não investiu o suficiente pensando nisso.
- 41:47Então é, querendo ou não, a gente vai ter uma, vamos dizer,
- 41:52um crescimento acelerado até o pessoal se adaptar.
- 41:55Querendo ou não, a gente tá. Vamos dizer, trocando o pneu
- 41:58enquanto está acontecendo, mas vocês olhando para frente.
- 42:03Eu tenho visto cada vez mais projetos é e pessoas buscando.
- 42:08Eu não sei se é porque eu estou no meio, mas eu vejo do que se
- 42:12eu olhasse há 10 anos atrás, quando eu conheci é você contava
- 42:172 projetos, hoje eu vejo 304050. Então assim, eu acho que está
- 42:21mudando. Claro que como a gente falou,
- 42:25além da. Parte financeira eu vejo.
- 42:28Sempre tem que ter uma dedicação além, que é o que você falou.
- 42:31É um compromisso e, às vezes, isso ainda não está intrínseco
- 42:35Na Na maioria das pessoas. É, eu acho que hoje a gente tem
- 42:38uma visibilidade do tema, né? Assim, acho que alguns anos ele
- 42:41foi silenciado ou talvez não foi tão abordado.
- 42:44E automaticamente, quando a gente ganha essa visibilidade, a
- 42:46gente também consegue construir, edificar respostas.
- 42:50E aí pode ser na lógica individual, pode ser na lógica
- 42:52do poder público. Mas eu acho que.
- 42:54Esse é o momento. Hoje a gente tem falado mais
- 42:56sobre o sobre isso, pensado mais sobre como dialogar e como
- 43:00construir estratégias de inclusão pra esse pra
- 43:02determinados grupos sociais. Então acho que isso é um pouco
- 43:05reflexo de como a visibilidade do tema ganhou destaque nos
- 43:08últimos anos e ao mesmo tempo, demanda também um aumento de
- 43:12oferta de serviço. É tanto no público quanto no
- 43:15privado pra atender esses grupos que estão em busca de de
- 43:18serviços de atendimento. Olhando um pouco para o futuro
- 43:21do projeto, onde vocês querem chegar com ele?
- 43:25Olha, acho que a gente tem caminhado bastante, acho que o
- 43:29projeto é já já saiu da zona Oeste, tem ganhado outros
- 43:33espaços. Nós estamos fechando uma
- 43:35parceria com uma universidade, né?
- 43:37Também na baixada, na verdade são 2, mas falta assinar os
- 43:44termos, né? É?
- 43:46Somos procurados também em outros estados.
- 43:49Querem conhecer, fazemos algumas meets, né, para para apresentar
- 43:55o projeto e o nosso sonho, né? O meu, que eu estou desde 2008,
- 44:01nessa de praça, em praça. Hoje eu tenho, hoje a gente tem,
- 44:05né? Um clube que dá totalmente a
- 44:07estrutura, né? É a gente.
- 44:11Tem também a possibilidade da eu tenho a parceria do Vasco também
- 44:15um dia, se a gente conseguir com projeto incentivado, eu tenho.
- 44:18Assinatura do Pedrinho todo o projeto é e o nosso sonho é é o
- 44:25Brasil todo. Entendeu?
- 44:26A gente colocar o esporte inclusivo.
- 44:28Na realidade, nosso sonho é virar projeto de lei, porque o
- 44:31nosso projeto tem uma diferença dos outros projetos.
- 44:34Se você for analisar bem o nosso projeto, nós temos vários
- 44:38médicos e os outros projetos assim são é colocados em praças
- 44:43públicas. Aí vem só o esporte, não tem
- 44:46aquele acolhimento da família. Então, nosso projeto se tornou
- 44:48uma situação que a gente tinha, 3570150, passou de 250 famílias,
- 44:55então a gente vê a diferença do nosso projeto, entendeu?
- 44:59Entendi. Então um dos sonhos é, você acha
- 45:01que é virar projeto de lei? E ele acha que é virar uma.
- 45:04Vocês já se consideram uma referência nacional?
- 45:08Talvez. Eu acho que não vou dizer assim,
- 45:11porque eu acho que gera um impacto.
- 45:13É, talvez eu usaria um outro termo.
- 45:16É, eu acho que. Nesse momento, não é um impacto
- 45:20que a gente projeta. Eu acho que é a relevância é.
- 45:23E aí reconhecer a relevância do tema, reconhecer a relevância de
- 45:26de um projeto que pode mudar a história de vida de muitos
- 45:29sujeitos que não tem acesso. Isso acho que já é de grande
- 45:32valor dentro da dinâmica do que a gente construiu, né?
- 45:36Como é um trabalho voluntário, eu acho que isso já já é um
- 45:39destaque fundamental. E se a gente conseguir alcançar,
- 45:42né? Tanto o projeto de lei quanto é
- 45:45várias é unidades pelo Brasil. Isso é fruto de uma construção
- 45:48coletiva, de um compromisso da sociedade também em olhar para a
- 45:52temática e fazer valer um compromisso social que a gente
- 45:55tá tentando construir. Acho que é um pouco disso.
- 45:58Uma outra coisa que eu queria pedir, a gente vai ter um evento
- 46:01aqui, que é no shopping, eu queria que vocês falassem um
- 46:02pouquinho dele. É o aqui no shopping foi bem,
- 46:08bem engraçado, né? Que nós vimos uma.
- 46:12É a Débora na verdade, viu? 11 anúncio, né, de que o
- 46:18shopping tá emprestando os abafadores para as crianças
- 46:22neuro divergentes mandarem no shopping.
- 46:25E ela ligou pra mim, pro Alex e falou, vocês não querem passar
- 46:27lá no shopping não, pra tentar conversar.
- 46:30Aí fomos viemos aqui, conversamos com a com a
- 46:34secretária e ela passou o contato, o contato, né.
- 46:37Aí a Débora, né, conversou com a.
- 46:42As pessoas responsáveis? Aí marcamos uma reunião e
- 46:45fechamos Oo autismo, o dia da conscientização, o mês da
- 46:51Conceição do atismo, né, que vai ser em abril, a gente vai estar
- 46:54em 3 domingos aqui. Né, começando a partir de qual
- 46:57data? 12. 19 é depois do domingo de.
- 47:01Paz 1219920. E 6 das 9 às 11.
- 47:05É no parque da magia. Para as crianças e ao lado do
- 47:09parque da magia, nós vamos é ter uma estrutura para recepcionar
- 47:13também as famílias. Pegando esse outro lado, então,
- 47:20assim, querendo ou não, acabou trazendo boas, bons frutos aqui
- 47:24no shopping. É qual a expectativa de vocês
- 47:27com isso? Além de de pessoas, é aparecer
- 47:31para para outras pessoas, isso EE tentar.
- 47:35Trazer mais parcerias e coisas nesse sentido, correto?
- 47:38Correto. E para quem quiser participar
- 47:42dessa ação, tem alguma coisa é existe alguma coisa para ajudar,
- 47:46como é que ou não? Ou você já tem tudo pré cetado
- 47:52funcionando e. A gente já tem uma estrutura, os
- 47:56o shopping também vai arcar com os materiais, vão.
- 47:58Vai nos ajudar com essa estrutura, né?
- 48:01É a parte de. Da da inscrição é feito pela
- 48:06pelo aplicativo da Multiplan. Se eu não me engano, vai ser a
- 48:09partir do dia 2 de abril, né? Ou quem quiser já antecipar pode
- 48:14fazer a inscrição diretamente no nosso Instagram, que lá tem os
- 48:17links, tem os canais arroba esporte mais inclusivo.
- 48:23Então, pessoal, vocês que querem participar da ação, a gente vai
- 48:26estar deixando o endereço da multi, tem o arroba do mais do
- 48:30esporte mais inclusivo para vocês, é?
- 48:34A gente está chegando nos finalmente aqui.
- 48:38Eu queria agradecer vocês por por terem participado aqui é e
- 48:42pedir pra vocês deixarem é uma mensagem pra quem está
- 48:47acompanhando a gente é EE, pra quem quer participar e pra quem
- 48:53acompanhou o papo. Às vezes é, a gente está
- 48:55tentando, tá? Sempre tenta dar espaço pra pra
- 48:59todas as áreas aqui, então gostaria que vocês deixassem
- 49:02uma. Ele tem uma fala própria.
- 49:06Na verdade, a gente eu vou fazer só é, vou só fazer um ensaio em
- 49:11cima da fala, que é que vai vir depois, né?
- 49:13Que eu acho que assim é, é é pra gente pensar em inclusão.
- 49:18É num país marcado por uma diversidade gigantesca.
- 49:21A gente tem que tentar reconhecer que esse conceito
- 49:24depende de cada um de nós. Assim, pode ser diverso, mas se
- 49:28eu estou disponível a incluir. A lógica é possível mudar.
- 49:31Então acho que a inclusão ela acontece a partir do momento que
- 49:33a gente passa a reconhecer a necessidade de incluir.
- 49:36Se a gente reconhecer essa necessidade, eu acho que a
- 49:38inclusão, a diversidade é é, ela muda o tom, é dentro de uma
- 49:42realidade totalmente diferenciada.
- 49:44E aí, Alex? Eu acho que ninguém anda
- 49:47sozinho, né? Todo mundo anda de mão dada.
- 49:49Primeiro, agradecer a pai do céu e todos vocês aqui.
- 49:53Eu acho que junto nós somos mais Fortes.
- 49:55A realidade é essa. De você?
- 49:58Eu sempre falo, né, sempre nos finais do, do, dos das nossas
- 50:03aulas, né? De de final de semana.
- 50:06É, é. Foi algo que me tocou em, né?
- 50:10Há quase 15 anos, né? Essa, essa essência do Vini, né,
- 50:16junto comigo, que ele, o Vinícius, é meu aluno e meu
- 50:18amigo. Até hoje ele joga basquete
- 50:21comigo, com meus com meus amigos de basquete.
- 50:26Na verdade, eu jogo até mais do que eu ultimamente, né?
- 50:30E o que eu sempre costumo falar é o seguinte, que as pessoas que
- 50:33vão no projeto, né? Tanto as pessoas que estão
- 50:35conhecendo o projeto quanto os nossos voluntários, que eu tenho
- 50:39certeza que eles vão sair muito melhor do que entraram.
- 50:43Essa é a é a minha visão. Então, gostaria de agradecer
- 50:48vocês mais uma vez. Vocês querem deixar mais algum
- 50:52recado? Rede social, link, alguma coisa
- 50:54assim? Se alguém precisar de alguma
- 50:58coisa na nossa área, lá do nosso projeto na área da saúde, é Alex
- 51:03Salles, ponto saúde no Instagram, tá?
- 51:05Fica à vontade, tá? Beleza.
- 51:07Então, Alex Salles, ponto saúde, pode procurar um amigo aqui que
- 51:10nós estamos à disposição, tá bom?
- 51:14Quer falar? Não acho que é isso.
- 51:16O meu é arroba canal saúde mental o.
- 51:18Meu é ranking underline MVP, né? E arroba esporte mais inclusivo.
- 51:25E que também queria fazer um com que a gente esqueceu, né?
- 51:28Que é o importante. Isso é um apoiador nosso, né?
- 51:34Eu vou falar do que é o doutor Edmundo Santos Silva, que é ex
- 51:36presidente do Flamengo e. A.
- 51:40Gente, tem um artigo semanalmente, né, escrito com na
- 51:47escrito pela Débora e né com apoio no nosso no meio do Alex,
- 51:50né? E do do esporte mais inclusivo.
- 51:53Na Na no jornal tribuna da imprensa, agradecer ao doutor
- 51:57Edmundo aí pelo apoio. Pessoal, vocês estão
- 52:01acompanhando a gente? Curta, compartilhe.
- 52:05A gente vai estar no Spotify, no Apple Music, no YouTube.
- 52:09Gostaria de agradecer vocês sempre por estar acompanhando a
- 52:12gente. A gente vai deixar a descrição
- 52:14aqui deles no canal, vai deixar os arrobas.
- 52:18Quem quiser participar, a gente na nossa página, depois a gente
- 52:21vai fazer um videozinho aqui. Com eles para botar as Datas
- 52:25aqui e agradecer sempre por você estar acompanhando a gente até
- 52:29logo, pessoal.