Latest / Café com Dungeon / 12 Agendas Criativas no RPG com Thiago Rosa #0073
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- 0:00Eu já discuti muito sobre diversão no RPG, né?
- 0:03Primeira temporada do café foi cheia de discussão a respeito
- 0:05disso. Muita gente fala que eu sou
- 0:07inimigo da diversão por conta, por conta das das posições que
- 0:11eu firmei. Mas na minha cabeça, diversão é
- 0:15um objetivo óbvio de todo jogo, de várias atividades humanas,
- 0:19né? Mas eu acho que a gente consegue
- 0:21discutir RPG e jogos para além da diversão.
- 0:25A diversão é uma coisa que a gente meio que vai buscar mesmo,
- 0:28né? É, parece que ninguém joga pra
- 0:30se aborrecer. Eu acho que tenha muita gente
- 0:33que que curta aí, jogo de desafio e elden ring, por
- 0:38exemplo, ou jogos Souls. Aí que seja uma coisa que a
- 0:42gente se irrita. A gente, ainda assim, está se
- 0:44divertindo com essa irritação, se a gente tivesse, de fato,
- 0:47aborrecido. De um jeito que a gente não
- 0:49queria, a gente não buscava jogar.
- 0:51É o danring, né? Oo esse jogo os sous aí.
- 0:54Então, no fim das contas, me parece um pressuposto a gente
- 0:57falar de diversão, mas diversão é essencial para ORPG, Eu
- 1:01Acredito que não, porque se fosse essencial não seria RPG se
- 1:06a gente não tivesse se divertindo.
- 1:07E a gente pode ter um jogo chato, tá?
- 1:10Inclusive é um mote meu, né? Uma frase que eu costumo falar
- 1:13que. Eu defendo o direito alienável
- 1:16de todo jogador de RPG ou mestre jogar uma sessão merda, ou seja,
- 1:20não se divertir com aquilo. A gente não tem que Temer, a
- 1:24gente não se divertir com aquilo, porque tem que ser
- 1:26natural que isso aconteça eventualmente, até pra quando a
- 1:29gente se divertir, a gente ter contraste, né?
- 1:33Então o que que é essa diversão? Como é que a gente busca isso?
- 1:38Uma coisa tão subjetiva, uma coisa tão difícil de se
- 1:40discutir, eu mesmo, eu mesmo olhando pra mim.
- 1:43Não sei dizer exatamente como eu me divirto, eu sei o que
- 1:46acontece e quando eu olho eu tô me divertindo, mas eu consigo
- 1:50dizer que eu me divirto por conta do fator AB ou c
- 1:55especificamente, ou 30% de a 20% de BEO resto de c não sei, cara,
- 2:01não sei. Pra mim é muito, é muito viagem
- 2:04ficar dizendo que você sabe fazer os outros se divertirem.
- 2:08O que você deveria se importar muito com isso?
- 2:13Acho que a gente deve se importar minimamente, a gente
- 2:16deve se importar com a diversão dos outros, num esquema de
- 2:19construir condições pra pra que as pessoas busquem a sua própria
- 2:23diversão ali. E pra mim foi custoso chegar
- 2:27nessa conclusão, porque até então eu eu tinha.
- 2:31É me dado muito, muita responsabilidade de divertir os
- 2:35jogadores da mesa, né? Isso vem muito.
- 2:39Dessa pesquisa de cara, quem são os jogadores com quem eu tô
- 2:42jogando, como eles se divertem, né?
- 2:46Quais são os tipos de diversão? Desde dragão Brasil, né?
- 2:49A gente tem lá o jogador que é advogado de regra, que se
- 2:52diverte lendo as regras do livro e buscando do do dos livros mais
- 2:56obscuros, alguma regra para se dar bem.
- 2:59Ah, a gente tem um jogador explorador, a gente tem um
- 3:01jogador ator, a gente tem um jogador que, enfim, a gente tem
- 3:04várias taxonomias que aparecem por aí.
- 3:07O Robin Law traz isso, né? Alguns manuais de RPG trazem
- 3:11isso sempre com essa ideia da gente tentar divertir o jogador.
- 3:15E eu comprava muito isso e eu ficava tentando identificar, né,
- 3:20pô, mas o porra, esse jogador aqui que eu jogo sempre, ele é
- 3:24assim, assim, assado, e no fundo alguma coisa me dizia que isso
- 3:29era difícil demais, cara que eu devia, sei lá, olhar para outro
- 3:32lado. Pra mim fez muito sentido quando
- 3:35eu comecei AA entrar com contato com os textos que criticam a
- 3:38diversão. Não porque não querem se
- 3:41divertir, é claro que querem, mas porque acham que a discussão
- 3:45passa por outros caminhos, que a gente pode olhar pra outros
- 3:47lados, né? Se em primeiro lugar eu entrei
- 3:50em contato com essa ideia de agenda criativa, quando eu tava
- 3:55vendo esses autores que criam essas classificações de
- 3:59jogadores, os tipos de jogadores, né, e olham muito pra
- 4:02esse lado. Quando eu comecei a entender,
- 4:06né, as críticas da diversão, eu comecei a olhar para outra
- 4:10ponta, olhar para os jogos, né? E aí é, eu comecei a entender
- 4:17uma coisa interessante, que muitas vezes a gente buscando a
- 4:21diversão dos jogadores incessantemente, a gente deixa
- 4:24de lado fundamentos de jogo. E jogos são dotados de momentos
- 4:31de frustração. Né?
- 4:35Recentemente, lá no grupo do café, o Kobe linkou um artigo
- 4:38muito interessante chamado the Def of Mining.
- 4:42Tem um ponto que ele fala assim, os jogadores estão entediados.
- 4:45Eles sabem, no fundo, que é tudo uma farsa.
- 4:49Isso não é só no DID, é a cultura de jogo Moderna como um
- 4:52todo. O absurdo drenou tudo da ideia
- 4:56de consequência. Vilões são empáticos, os heróis
- 5:00não são dignos. E as apostas não, não não estão
- 5:03em nada relevante. Nos afogamos em ironia em pós,
- 5:08ironia no meta, comentário em tudo que serve para evitar
- 5:13sinceridade, porque sinceridade ela é perigosa.
- 5:17Sinceridade requer algo de você. Vamos botar em panos limpos
- 5:21isso. A morte da sinceridade não é um
- 5:24acidente. A obsessão com um absurdo, com a
- 5:27ironia, com tudo que é só pra se divertir, é um mecanismo de
- 5:32defesa da nossa parte. Uma forma que a gente encontra
- 5:37pra não encarar as verdades difíceis da vida, pra gente
- 5:41fingir que a gente não liga pra nada.
- 5:44Se você admitir que deve haver algum peso na fantasia e no
- 5:47Wi-Fi, então você tem que admitir que as suas escolhas no
- 5:50mundo real importam também. E isso aterroriza as pessoas.
- 5:56Acho que esse texto, quando eu li ele, ele me trouxe para esse
- 6:02lugar de novo, né? Da gente entender que a gente
- 6:05fica querendo divertir todo mundo e a gente obviamente acaba
- 6:09indo para um caminho de não frustrar as pessoas.
- 6:12E jogos frustram as pessoas também.
- 6:14Faz parte do jogar em algum nível existe isso.
- 6:19Por outro lado, a gente vê não só no RPG, mas nos videogames e
- 6:23em outros jogos. A gente vê os produtos lidando
- 6:27muito mal com essa história do fracasso no contexto da
- 6:31diversão. Por isso que se discute tanto é
- 6:34o the ring e os jogos soul like, porque parece que cara é
- 6:38proibido se frustrar. A gente vive numa sociedade em
- 6:42que se frustrar uma coisa que muitas vezes é contra, vai, vai
- 6:46no sentido oposto da diversão. Do dinheiro, do lucro.
- 6:51E no RPG isso se traduz nesse mestre sobrecarregado que
- 6:55atravessa a experiência da mesa, né, que é o intermediário entre
- 6:58o jogo do game designer e a mesa e a experiência dos jogadores.
- 7:02Então esse mestre, ele acaba se voltando a tudo que ele pode
- 7:07recorrer para divertir os jogadores, né?
- 7:10E se ele olha para o jogo, ele olha e fala, Hum, se o jogo traz
- 7:13frustração, eu vou trazer tudo que não é do jogo.
- 7:18Né? E que pode me ajudar a controlar
- 7:19essa experiência aqui. Então ele vai lá e aposta em
- 7:25tocar banjo, em fazer dublagem, em projetar OVTT na parede, em
- 7:30jogar com as miniaturas em cima da televisão, em fazer cinema 4
- 7:34d em casa, em comprar aplicativo de efeito sonoro, tacar fogo no
- 7:40papel que cobre miniatura para revelar ela em cima do do
- 7:44Tabuleiro. Fazer encenação fora da sessão,
- 7:47trabalhar o hype da galera, fazer própria, fazer PrEP, fazer
- 7:50aula de teatro, estudar psicologia, fazer cosplay.
- 7:54Vale Tudo pra divertir a galera. E nada disso, no entanto, se
- 7:59relaciona com o fundamental do RPGE.
- 8:02Sem ser fundamental, você corre o Sério risco de do banjo virar
- 8:07um showzinho merda aquela dublagem virar um
- 8:11constrangimento. OVTT projetado dá sono, a
- 8:15televisão vira distração, né? Aquela Oo hype que você quer
- 8:21gerar vira encheção de saco, né? A prope vira tralha e a PrEP
- 8:25vira teimosia, a psicologia vira tortura e o cosplay virar um
- 8:30sabe uma coisa meio exagerada para mesa?
- 8:33Aquele trol de 6 m vira uma miniatura de 5 cm.
- 8:40Né? anão ser que você se garanta
- 8:42muito nessas artes paralelas aí nesse metajogo, a ponto de você
- 8:49desarticular o jogo da mesa pra galera focar no seu show
- 8:53particular. Eu acho isso um pouco triste,
- 8:55porque deixa os fundamentos de lado e definitivamente a gente
- 9:01acaba olhando mais pro que é supérfluo do que pro que é base
- 9:05no RPG, porque a gente conhece pouco de RPG.
- 9:08É tudo Mato ainda. O RPG tem pouca autonomia em
- 9:11relação a outras mídias e em relação a outros jogos.
- 9:15Se o witching tem, ele tá certo. E eu acho que ele tá, né?
- 9:19E ele fala que jogos são tão diferentes entre si, que é
- 9:22diferente a gente dar uma definição de jogos.
- 9:26Eu Acredito que RPG ele é tão especial quanto os outros jogos.
- 9:29E por ser tão especial, ele merece autonomia.
- 9:33Mas a gente não tem. A gente pensa jogos, RPG através
- 9:36de outros jogos, através de videogame, através de board
- 9:39game, através de literatura, através de cinema, de teatro.
- 9:44Mas a gente esquece do RPG como linguagem.
- 9:49E eu não tô dizendo que a gente se preocupar com as diversões,
- 9:53com a diversão dos demais, não seja importante.
- 9:56É importante. Mas acho que todo mundo, se a
- 10:00gente se preocupar com com a diversão dos outros, no sentido
- 10:03de não atrapalhar, que todo mundo busca ali naquele jogo a
- 10:07sua diversão, a gente vai chegar num lugar comum, legal, pra todo
- 10:11mundo se divertir, entende? Enesse.eu.
- 10:15Aprendi a olhar menos pro jogador e olhar mais pro jogo.
- 10:19Por isso que a minha concepção pessoal de agenda criativa.
- 10:24Não é agenda criativa do jogador, como como leu o Robin
- 10:28Law, como como a galera costumava interpretar, olhar
- 10:33para o jogo é o que eu vi o pessoal fazer na user net, na
- 10:37naqueles fóruns de discussão lá que acabaram culminando Na Na
- 10:42forj e na teoria GNS do room. Edwards, né?
- 10:46Então se a gente tem ali No No início, né?
- 10:49No nas discussões de RPG no início da internet.
- 10:52Se a gente tem uma galera que começa a deixar de lado uma
- 10:56visão de agenda criativa olhando pro jogador e começa a adotar
- 11:00uma visão olhando pro jogo, aquilo passou a fazer mais
- 11:03sentido pra mim. Eu mergulhei bastante nisso.
- 11:06No caso, lá Na Na usinet, a gente IA ver a Mari kuner
- 11:11propondo essa ideia de agenda criativa e ela trazia essa ideia
- 11:15de agenda criativa como um contrato de grupo.
- 11:19Ou seja, como grupo se alinha para jogar.
- 11:23Mas é se alinhando em torno de um jogo, né?
- 11:26E o Ron Edward também puxa para o lado do jogo, entendendo que
- 11:32agenda criativa não é exatamente dizer como é o jogador.
- 11:36Também não é sobre dizer como é o jogo, mas é dizer como os
- 11:39jogadores tomam decisões dentro dos jogos.
- 11:43E nesse ponto ele traz, é OA tal da GNS, né?
- 11:46O gemismo, o ativismo, sim, o accionismo que a gente conhece,
- 11:48entendendo que de forma fluida, os jogadores decidem as coisas
- 11:52durante os os RPGs. De acordo com essas 3 agendas
- 11:55principais, gemista, narrativista, simulacionista e
- 11:59aquilo ali me abriu o olhar pra essa coisa de olhar agendas
- 12:02criativas, não a partir dos jogadores, mas para as decisões
- 12:06que eles tomam. Isso me levou a trazer pro jogo
- 12:10e tentar entender que pra mim. Hoje em dia eu balby.
- 12:14Eu entendo que jogos de RPG, eles propõem uma agenda criativa
- 12:20principal, e as outras, talvez a gente dialogue com contar
- 12:24histórias, com construção de mundo, etcétera etcétera, mas
- 12:28isso acaba funcionando na mídia e a gente acaba utilizando elas
- 12:32como ferramental pra agenda principal que a gente tem, né?
- 12:36Então, por mais que a gente olhando pelo pelo olhar do room
- 12:40Edwards, né, da Ford, da GNS, se a gente olhar o fiasco, a gente
- 12:44vai entender que o fiasco ele tem uma agenda geral, né?
- 12:48Normalmente os jogadores vão tomar decisões de acordo com o
- 12:50que é a melhor história, né? Narrativismo.
- 12:54Mas de forma geral, a gente vai ver também ali jogadores muito,
- 12:58em muitos momentos disputando recursos narrativos para contar
- 13:01essa história logo. Existe também uma agenda de
- 13:04desafio ali. Existe também uma agenda de
- 13:07simulação olhando pelos olhos do Ron wagers, porque eles estão
- 13:11recortando uma ficção com uma intencionalidade e fazer isso
- 13:15por si só já é uma, já é simular.
- 13:18Então a gente teria a todo momento essas 3 agendas
- 13:21conjugando e eu balby. Acredito que é melhor a gente
- 13:24deixar de lado as agendas, é concomitantes e a gente focar em
- 13:29uma e produzir o jogo em torno dela.
- 13:31Por quê? Porque eu alinho melhor com os
- 13:34jogadores dessa forma. E eu falo, olha só se eu estou
- 13:37propondo o xilowell fantasy. O xilowell fantasy fala sobre
- 13:40desafio, então os mestres desafiarão e os jogadores serão
- 13:44desafiados. Vocês contarão histórias
- 13:47naturalmente dentro do RPG, né? Essas essas histórias são
- 13:50ferramentais para imprimir ou superar.
- 13:53Desafio é O Mestre criando um gancho para que os jogadores
- 13:57sejam atraídos para o desafio, ou os jogadores lançando mão de
- 14:01um caô, por exemplo, para escapar de um desafio.
- 14:04Específico, por exemplo, capturados pelo rei goblin.
- 14:09Eu encaro dessa forma hoje em dia e eu passei a olhar a agenda
- 14:12criativa através do jogo. Não como Ron AdWords, que olhou
- 14:16pra como os jogadores decidem, não como o jogo diz que os
- 14:21jogadores devem tomar decisões na minha cabeça, não como um
- 14:25contrato que os jogadores têm em torno do jogo, como colocou a
- 14:28Mari kuner, mas como. Como o jogo se impõe, como o
- 14:32jogo traz, como o jogo se recorta enquanto simulação e
- 14:37como ele seleciona ferramentas pra ser jogado, eu encaro dessa
- 14:41forma. Com o tempo, porém, eu vim
- 14:44percebendo que a gente não precisa se apegar a uma coisa só
- 14:50e que essa toda essa confusão que tem na comunidade a respeito
- 14:54desse termo agenda criativa, ela não é um problema
- 14:58necessariamente. Trazendo ali a partir do
- 15:01Whindersson, né? De que jogos de RPG?
- 15:03Jogos são especiais porque são muito diferentes entre si e por
- 15:07isso ORPG é tão especial quanto qualquer outro jogo e por isso
- 15:10merece autonomia. Eu Acredito que a gente merece
- 15:14lentes diferentes para analisar diferentes jogos e inclusive
- 15:17para analisar diferentes RPGs. Essa visão eu peguei de um livro
- 15:22chamado book of lensis. Né?
- 15:24Que é um livro de games hign que ele fala que a gente pode trazer
- 15:27lentes diferentes para analisar jogos sob diversos contextos
- 15:30diferentes sobre AA partir de diferentes pontos de vista.
- 15:34E por isso, se a gente pega uma lente para analisar as agendas
- 15:38criativas olhando para o jogador, a gente vai ter algumas
- 15:43respostas interessantes. Se a gente pegar uma lente para
- 15:47analisar o agendas criativas através das propostas dos jogos,
- 15:51a gente vai ter. Respostas interessantes também.
- 15:55Se a gente pegar a lente para analisar a partir das agendas
- 15:58criativas, conforme registros momentâneos, dentro do jogo, a
- 16:04gente vai olhar também para certas respostas interessantes
- 16:07que o olhar do room webbers traria, né?
- 16:10Na GNS, então, a gente pode ter diferentes visões sobre o que
- 16:14que são agendas criativas, é claro, como propôs o Marcos
- 16:18Gonçalves lá no na comunidade do café, a gente poderia até
- 16:22forçar. Uma nomenclatura, né?
- 16:25Agendas pessoais para as agendas dos jogadores, especificamente,
- 16:29o jogador que gosta de que é o advogado de regras, o jogador
- 16:32que gosta de explorar, o jogador que gosta de socializar, beleza,
- 16:36agendas pessoais, agendas criativas, de repente guardar
- 16:40isso para os jogos, né? Agendas de registro, sei lá, sei
- 16:44lá. Botar nomes específicos para
- 16:46essas visões diferentes é possível.
- 16:48É possível, mas dificilmente a gente vai fazer isso.
- 16:50Dificilmente vai aparecer alguém com uma teoria geral, porque
- 16:53teorias gerais são avessas a jogos, né?
- 16:56Como diz o inchenstein. Então talvez seja melhor a gente
- 16:59entender o ponto de partida de cada lenteenesse.eu me deparei
- 17:04um dia com uma notícia, né, que o próprio autor me trouxe.
- 17:08Ele falou para mim, bauber, eu tô fazendo é artigos aqui sobre
- 17:12agenda criativa. Eu tô propondo uma agenda
- 17:15criativa. Minha, minha, não, né?
- 17:18Uma agenda criativa nacional brasileira, que olha os
- 17:23jogadores brasileiros. Por quê?
- 17:25Porque lançar esse olhar é tentar entender que ora, isso
- 17:30aprendi com design, né? Se de certa forma a gente está
- 17:33jogando, a gente joga com pessoas, né?
- 17:35É impossível a gente dissociar esse fato.
- 17:37A gente. Os jogos não se jogam sozinhos,
- 17:40logo. Né?
- 17:41A gente, a gente tem que entender as pessoas, não
- 17:43necessariamente pra divertir essas pessoas falando que, Ah,
- 17:46eu tenho que trazer fogos de artifício porque esse cara gosta
- 17:49de fogos de artifício, não. Mas entender que artefatos são
- 17:53esses, esses jogos, como eles surgem e como eles surgem,
- 17:56justamente da interação, do da proposta lúdica com o que cada
- 18:00um busca. É a gente olhar esses jogadores,
- 18:04não enquanto espectadores, enquanto ouvintes, de música,
- 18:07enquanto plateia. Enquanto pessoas que precisam
- 18:10ser entretidas, né? É não olhar eles através do
- 18:15olhar necessariamente da literatura, do roteiro, é do
- 18:19cinema, nem nada. Assim a gente olhar os jogadores
- 18:23através do olhar dos jogos e de como eles se conectam, né?
- 18:28Isso é uma coisa muito interessante que o game design
- 18:31traz pra gente. E o Thiago rosa, da dragão
- 18:35Brasil, foi esse cara. Que resolveu construir 1111
- 18:40lente Pra Ele, Pra Ele analisar jogadores e jogos.
- 18:44Jogadores inclusive brasileiros, porque, afinal de contas, somos
- 18:48diferentes dos jogadores da forj.
- 18:50Somos diferentes dos jogadores dos Estados Unidos ou da
- 18:54Inglaterra, somos diferentes dos jogadores da usinete, mas olhar
- 18:58eles a partir dos fundamentos do jogo, dos fundamentos do RPG.
- 19:04E ele criou uma lente muito interessante que traz pra gente
- 19:0612 agendas criativas, segundo ele mesmo, Thiago rosa, da
- 19:11dragão Brasil, da jambô, que tem esse histórico tão próximo do
- 19:16nosso público e de suas características.
- 19:18Então, vamos lá, vamos conhecer essas 12 agendas criativas.
- 19:25Meu irmão, você quer ir tomar um café?
- 19:28Ainda que eu quisesse ir, minha ajuda apertada não permitiria.
- 19:38Bom dia amigos do café com dângio.
- 19:40Estamos aqui para mais um episódio, seu podcast matinal
- 19:44favorito trazendo sempre muito RPG.
- 19:48Meu nome é Rafael balbi. Hoje o meu café é para aquelas
- 19:50pessoas que gostam de aventura, com um Retro gosto de mistério,
- 19:56que gostam de exploração, mas odeiam problemas lógicos.
- 20:00O meu café. Serve para essas pessoas.
- 20:03Para as demais eu sugiro outros sabores, porque o café ovelha
- 20:07negra tem sabor para todo gosto. Então se você quiser contemplar
- 20:12aí a sua agenda degustativa, você pode ir lá no site da
- 20:17ovelha negra, né? O ovelha ponto café e comprar o
- 20:21café da sua preferência, utilizando aí o cupom para
- 20:23ouvintes do café com dângel, o cupom CCD tudo músculo que você
- 20:29vai ter um desconto. Mas se você quiser um desconto
- 20:31ainda melhor, você pode se tornar assinante do café com
- 20:34dângel, que aí você consegue cupom progressivos de acordo com
- 20:38seu nível de apoio. Então cola lá em apoia.se barra
- 20:42café com dângion e apoie o podcast, que aí você, dependendo
- 20:46do seu apoio, vai ter descontos bem maiores, né?
- 20:49É? Fora isso, você participa de
- 20:51sorteios dos nossos parceiros, inclusive da ovelha negra.
- 20:54Mas também de jogos aí, das editoras parceiras e tudo mais.
- 20:58E além disso, você também recebe cupons.
- 21:01A gente tem cupom aí da caramelo, a gente tem cupom da
- 21:04jambô, tem cupom da também da retropunk, tem da capcat games,
- 21:09a gente tem bastante cupom aí. Então você pode aproveitar e
- 21:13além de tudo, você recebe conteúdo extra e participa de um
- 21:17grupo de Telegram. Muito maneiro que curte trocar
- 21:21ideia sobre RPGA exaustão tem sempre tem uma discussão maneira
- 21:26rolando lá, então cola aí apoia ponto, AC barra, café com
- 21:31dângion e torne se um assinante. Mas vamos lá, vamos para o
- 21:34episódio de de hoje, sem, no entanto, esquecer de passar
- 21:38pelas nossas enquetes. Simbora bom, a enquete é
- 21:44relativa ao episódio. RPG palestrinha em que eu
- 21:48entrevistei o éclisson, grande figura aí do dos grupos de
- 21:52WhatsApp de RPGE, que tem um podcast aí, né?
- 21:55ORPG está palestrinha é um podcast muito duro, show selfie,
- 21:58muito punk e muito interessante é.
- 22:01Eu perguntei pra galera, você já pensou em ter um podcast?
- 22:05E 68,2% das pessoas disseram que sim, a maioria é interessante,
- 22:10né, né? Bom, acho natural isso, né?
- 22:13Todo mundo quer se expressar e podcast é um jeito ali de você,
- 22:17meio que sei lá conversar, né, mas ao mesmo tempo é, sei lá,
- 22:21levar tuas ideias pro mundo, então acho natural isso é que
- 22:25nem tem uma banda. Quem nunca pensou em ter uma
- 22:27banda, né? Maneiro, bom, vamos para os
- 22:30comentários, também teve bastante comentário interessante
- 22:32aqui da galera, é? Se sentindo é, sei lá,
- 22:36identificada talvez com o éclisson, não sei, mas Oo Davi
- 22:40Ribeiro Lima falou, não entendi nada que o éclisson disse,
- 22:44precisava de uma britadeira batendo perto, um carro passando
- 22:47respiração ofegante, outro barulho da rua para melhorar, é
- 22:52isso aí, Davi, é legal, né, cara?
- 22:53Eu acho essa espontaneidade do podcast do éclisson muito
- 22:56interessante, de fato. Ele passa pela rua, vai falando,
- 23:00vai gravando e você vai ouvindo o dia acontecendo em torno dele,
- 23:04que é muito interessante. Você se vê dentro da rotina do
- 23:07cara, né? Isso é muito legal.
- 23:09E por mais que a gente é que a gente tenha esses barulhos, ele
- 23:13se faz entender pra caramba, né? Ele ele é um ótimo orador nesse
- 23:16ponto, então é fácil entender o que ele fala.
- 23:20Então, legal, cara, é maneiro. O bardal, o grande bardal falou
- 23:24que só para dizer que adorei o episódio.
- 23:27Além do ótimo papo sobre RPG, muitas lições de vida, essa
- 23:30dupla rende muitos episódios ou um novo podcast é cara o
- 23:34élisson. Ele já tem o problema de tempo
- 23:36dele, né? Então é difícil chamar o cara
- 23:39para. Pra fazer mais episódios assim,
- 23:42mas obviamente eu vou tentar fazer é chamar ele aqui na
- 23:45agenda dele pra pra pra conseguir mais episódios.
- 23:48Mas também não quero atrapalhar o cara pra gravar a próxima
- 23:51temporada dele, né? É, mas é isso aí, cara.
- 23:54Acompanha o podcast do cara? É bem maneiro também.
- 23:57Então tá recomendadíssimo aí, valeu bardalo.
- 24:00O Diego Emanuel falou que acha interessante que suas que as
- 24:02nossas enquetes aqui no café não são para saber a opinião do
- 24:05ouvinte, são para saber quem está errado na sua opinião.
- 24:09Cara, eu não entendi muito bem. Eu costumo perguntar geral, né?
- 24:12Mas obviamente que. É, sei lá, se o episódio é sobre
- 24:17um tema específico, eu quero saber se o cara concorda, é
- 24:19porque eu quero a opinião dele, mas também acaba servindo pra
- 24:22gente ver se a galera concorda ou não comigo, que é muito
- 24:26interessante pra galera adora discordar, né?
- 24:28É, mas é isso aí cara, discordar é viver, né?
- 24:31Valeu Diego, o Pedro Ferreira falou poder dividir as
- 24:34experiências EE aprender com o diferente foi o que salvou o meu
- 24:38hobby, eu tava bem cansado de RPG, aí abriu um podcast, eu
- 24:42saio da Taverna. E uns 4 meses depois conheci o
- 24:45café. Obrigado pelas conversas nem
- 24:47sempre fáceis sobre o nosso tão amado joguinho.
- 24:50Balbi, pô, tamo junto. Pedro, valeu pela indicação aí
- 24:52do série a Taverna galera dá uma ouvida e legal cara saber que o
- 24:56café te ajudou nisso aí é, acho que a gente ter conversas
- 25:00difíceis mesmo sobre RPG é sempre importante pra gente
- 25:03aprofundar o assunto, né cara? A gente extrapolar a Barreira da
- 25:06diversão é sempre importante. O Bianco Dantas falou, tenho
- 25:11acompanhado a segunda temporada do café.
- 25:13Pontualmente e vem me ajudando muito como jogador e como
- 25:16mestre. Não sou de ficar comentando, até
- 25:18porque meu tempo é bem escasso. Porém, vendo o acerson por aqui,
- 25:21foi obrigado a deixar o meu relato que esperava bem pouco do
- 25:24episódio, já que eu também fui mais um que entrei nas
- 25:27discussões acaloradas com o convidado nos grupos de
- 25:29WhatsApp. Mas te falar que sai com uma
- 25:31perspectiva diferente e obrigado a concordar em alguns pontos,
- 25:37muito bom. Ele acha que somos 3 teimosos a
- 25:40100 km por hora. Tem razão, cara, tem razão.
- 25:43Acho que teimar é. É interessante, né, cara?
- 25:45A gente acaba vendendo caro nossos pontos, mas a gente cria
- 25:48muitos pontos de contato também, de ideias.
- 25:51Quando a gente teima, né? Se a gente simplesmente, sei lá,
- 25:54vai colocar a ideia que aparece na nossa frente, a gente acaba
- 25:57não confrontando as coisas. E eu acho que desse confronto
- 26:00vem muita coisa interessante, inclusive como é quelisson, né,
- 26:03cara? Você vê como é quelisson, é.
- 26:04É um cara aí que que já já viveu poucas e boas na comunidade, né,
- 26:09cara, então é é legal isso, né? Como eu falei, esse cara é
- 26:13chato, mas é um em algum nível. Eu posso dizer que ele é meu
- 26:15amigo, estamos junto, cara, e curte aí Oo podcast do cara que
- 26:20é maneiro, né? É beleza.
- 26:22Vamos lá para o próximo comentário, né?
- 26:25O Leonardo Menezes. Ele falou que veio buscar
- 26:28conteúdo de RPG e acabou saindo com uma nova perspectiva sobre a
- 26:31vida. No início, ele achou que o
- 26:33Éverson fosse apenas um policial da diversão, mas ao longo do
- 26:36podcast ele percebeu que muitas vezes quem critica só tá
- 26:39demonstrando que se importa com o que você criou antes.
- 26:42Quando ele recebia críticas sobre algo que ele não via como
- 26:46um problema, isso deixava ele frustrado ou desanimado.
- 26:48Agora entende de outra forma? Obrigado por esse podcast.
- 26:52É isso aí, Léo, cara, eu acho que isso foi uma das coisas que
- 26:55me chamou a trazer o episson, né?
- 26:56Eu ouvi o podcast dele, achei super legal.
- 26:59É, acho que o último contato que eu tive com ele foi numa
- 27:02discussão. A gente não terminou legal a
- 27:04conversa, mas eu acho muito legal a gente poder trocar
- 27:08ideia, né? EE trocar críticas e discordar
- 27:12mesmo, né? Se a gente fizer isso com.
- 27:14Com com tranquilidade e saber que muitas vezes a gente vai até
- 27:17perder a cabeça, mas que a gente pode tirar algum proveito disso
- 27:21e estabelecer laços. Eu acho isso muito interessante.
- 27:24Então foi com o metrô, me me me moveu a trazer o élison aqui,
- 27:28além de poder divulgar o podcast do cara que eu ouço gosto.
- 27:32EE, acho interessante como eu falo, né?
- 27:34Eu, eu tenho concordado bastante com o élison até.
- 27:39E eu gosto de acompanhar podcasts com com os quais eu
- 27:42discordo. No caso do Edson não tem sido
- 27:44assim, mas ainda assim tenho ouvido.
- 27:46Ele é um dos poucos podcasts com quem eu normalmente concordo que
- 27:50eu tenho ouvido. Então valeu.
- 27:51E o Marcos Gonçalves falou que ele começou a ouvir recentemente
- 27:55o tomos revelados e acha que ele tem uma pegada que todo fã do
- 27:57café vai curtir trazendo. Artigos trazidos para debate é
- 28:02artigos traduzidos para debate lá.
- 28:04Do grupo de assinantes veio meet cast.
- 28:07Do André que ele está adorando acompanhar a jogatina solo do DM
- 28:11dmn e desaventuras do personagem Arnaldo, muito bom, cara, o
- 28:14mitcast que eu recomendei aqui No No episódio do MIT que né?
- 28:17É é muito legal o André jogando sozinho, ele ele também articula
- 28:21muito legal, é legal ouvir o cara é, e o Tommy revelado já
- 28:25teve aqui no café, né? Eu já chamei OOO pessoal aqui
- 28:29pra falar da dângeo deles de dângeo de uma página e pude.
- 28:33Compartilhar que é outro podcast que eu gosto muito, né?
- 28:36Também concordo bastante com os meninos lá e ainda assim ouço,
- 28:40né? Eu gosto muito do da curadoria
- 28:42de artigos que eles fazem e acho que vale muito a pena.
- 28:45A galera que curte o café ouvir. Eu acho que é um podcast muito
- 28:48próximo assim. Então recortar aí a recomendação
- 28:51do Marcos, que eu assino embaixo, mas beleza, vamos para
- 28:54o episódio. Essa que aconteceu lá na
- 29:04Montanha da alcarina. Acho que a Elsa chama aquela
- 29:07Serra de a muralha, mas eu tô falando de um paredão
- 29:12inconfundível, com várias entradas de caverna que faziam
- 29:15um desenho de alcarina. Na época, o lugar era infestado
- 29:20de aranhas e todas as teias que elas espalhavam pela floresta do
- 29:23casulo se encontravam na boca de uma caverna específica, o lar da
- 29:28Viúva Negra. As teias tensionadas entravam
- 29:31uma música triste quando tocadas pelo vento, produziam um som tão
- 29:35melancólico que era capaz de minar as energias até da
- 29:38guerreira mais determinada. Aquele lugar é especial pra mim.
- 29:44Foi por aquelas Montanhas que eu saltitei logo atrás dos
- 29:46calcanhares da Elsa, aprendendo todos os truques que me mantém
- 29:49viva até hoje. E foi por causa dos ensinamentos
- 29:52da magga que eu o lilinha e a pequena companhia de lunáticos
- 29:57que tinham concordado com aquela missão suicida.
- 29:59Tínhamos os ouvidos cobertos por cera de abelha.
- 30:02Isso evitava que a música mais fica produzida por aquela fauna
- 30:05nos abatesse. A missão devia ser simples,
- 30:09entrar na caverna da Viúva Negra, fritar aranha maior,
- 30:13correr pelas nossas vidas antes que as aranhas menores
- 30:16conseguissem nos alcançar. Mas eu precisava que o linho
- 30:19entrasse na caverna comigo. E aquele magu desgraçado é tão
- 30:24genial quanto é covarde. Ou talvez ele só seja mais
- 30:28prudente que eu por passar tempo demais com aquele nariz feio
- 30:31enfiado em livros. De qualquer forma, eu não me
- 30:35orgulho das chantagens que eu fiz para convencer ele a me
- 30:38seguir caverna dentro. O que importa é que eu consegui.
- 30:43Dizem que quando você olha para o vazio, o vazio olha de volta
- 30:47para você. Não tem outro jeito de descrever
- 30:51o que é só sobre o olhar atento da Viúva Negra.
- 30:54Não era a primeira vez que eu enfrentava aquela criatura e eu
- 30:56pude sentir o ódio que emanava dela na nossa direção.
- 31:01Eu tentei um acordo. Caso você não saiba minha
- 31:05devoção, adeus a Maria Joana. Me dá habilidade de conversar
- 31:08com animais. A resposta da aranha foi,
- 31:11silêncio. Predador opressor, assassino.
- 31:19Dei um passo para trás, evitando movimentos bruscos.
- 31:23Depois outro e mais um tem chamando o lilinha a tocar meu
- 31:29ombro. Ele tatiava o ar tão cego pela
- 31:32escuridão do Brasil quanto eu. Você pode até discordar e ele
- 31:39nunca vai admitir, mas a única coisa que impediu que o lilinha
- 31:43saísse correndo de volta pela boca da caverna quando aren se
- 31:46aproximou da gente se chama amizade.
- 31:51O toque dele no meu ombro disse mais que esses poemas frulentos
- 31:54diversos decassílabos que ele adora.
- 31:58Daí a culpa e o medo por colocar a vida dele em risco.
- 32:02Mais uma vez me despedaçaram. Mas eu não tinha tempo para
- 32:08ruir. Eu jamais me perdoaria se.
- 32:14Agarrei a Manga da túnica dele e puxei para baixo, num convite
- 32:17irrecusável e nada gentil para se ajoelhar no chão comigo.
- 32:21A medida que nos abaixávamos devagar, erguei meu escudo sobre
- 32:25nós 2. Fechei os olhos, clamei para que
- 32:29Maria Joana me permitisse canalizar sua luz.
- 32:33Uma calma se espalhou pelo meu corpo.
- 32:35Senti minha cabeça mais leve. Então a luz brotou como uma
- 32:40faísca em folha seca. Sou lurandé.
- 32:44Anunciei meu escudo se iluminou. No instante em que a Viúva Negra
- 32:47avançava para nos pegar, mirinha também gritou alguma coisa que
- 32:51eu não entendi. Ele tinha em Richie a varinha
- 32:54que a calhou que tinha nos emprestado o estampido como por
- 32:57toda a caverna, então, estrondo ensurdecedor e uma descarga de
- 33:00energia gigante fizeram o chão tremer.
- 33:04A escuridão que nos envolvia sumiu, e eu queria dizer que eu
- 33:08fui tomada de euforia. Eu abracei meu amigo, comemorei
- 33:11nossas vidas, mas nós sabíamos que a caverna aguardava outros
- 33:16perigos. Corre, corre, porra.
- 33:21Foi a voz dele que me trouxe de volta do ator do amerd.
- 33:24Nós corremos e vivemos para contar mais essa história.
- 33:28Mas foi por pouco, foi por muito pouco.
- 33:35Esse e tantos outros são rumores vindos do jogo.
- 33:39Do mundo aberto de beergoten. Se você quiser explorar
- 33:44aventuras como essa, pode entrar inteiramente de graça no nosso
- 33:48grupo. Siga o link lá no inscritivo do
- 33:50episódio e jogue beergoden com a gente.
- 34:09Muito bem, vamos ver a minha agenda.
- 34:15Agenda criativa bom, esse tema já teve aqui no café algumas
- 34:19vezes na primeira temporada. Na segunda teve um episódio
- 34:22específico de agenda criativa, mas de forma geral, para quem
- 34:25não está ligado. Agenda, agenda criativa, quando
- 34:28a gente fala é de como a gente vai alinhar expectativas, né?
- 34:32De pessoas, jogos. Produto em cima de uma proposta
- 34:36de jogo ali do que que a gente quer jogar, né?
- 34:38Esse é um tema que foi muito trabalhado em diversos âmbitos,
- 34:42mas a gente aqui no café trabalhou muito a partir ali do
- 34:45que que o Ron AdWords trouxe na GNS big model, né?
- 34:48É uma discussão que começou na usernet lá com a Mari kuner,
- 34:53inclusive é trouxe ali uma ideia de contrato de grupo, ou seja,
- 34:58já trazendo essa ideia de alinhar.
- 35:00Né, as vontades das pessoas. Mas o Edwards trouxe já uma
- 35:04questão que não é pra alinhar, é exatamente contrato de grupo E
- 35:08tal. Era sobre decisões, né?
- 35:10Ele ele abordava com foco nas decisões.
- 35:12Não é exatamente sobre pessoas e não é exatamente sobre sistema,
- 35:15é sobre sobre como elas decidem. Ele fala lá de 3 modos
- 35:20diferentes, que as pessoas tomam decisões e que veem seus
- 35:24objetivos durante o jogo. Isso foi muito bem abordado
- 35:27recentemente. Nantragão Brasil em 2 artigos,
- 35:31aí na edição 209 e 210 11. Grande Thiago rosa, que olha só
- 35:37que Felicidade está voltando ao café com dânjão pra tomar um
- 35:40café comigo? Fala aí, Thiago. bem-vindo,
- 35:43cara. E aí o balbby sempre foi um
- 35:45prazer estar No No café com dângel, então tipo anos de
- 35:48história No No RPG assim é um é um Marco.
- 35:51Tô muito, muito feliz de estar aqui de.
- 35:54Morreu? Pô, volte sempre, já convidado
- 35:56pra voltar, porque assim? Assim a gente vai.
- 35:59A gente tem muito assunto para trocar, né, cara?
- 36:01Muita ideia para trocar a respeito de RPG e essa é uma
- 36:03delas que já estava engavetada há muito tempo, né?
- 36:06Tipo essa coisa de agenda e tal. A gente sempre sei lá, eu
- 36:10lembro, eu tenho memória da gente em Brasília.
- 36:11A gente foi convidado lá para é pro joga Brasília, que a galera
- 36:17do chinchila levou a gente. E no quanto a gente tava falando
- 36:21de de agenda criativa, de Ford, de não sei o que eu falo, cara,
- 36:24eu tenho tanta é é quando eu encontro com o Thiago, é tanto
- 36:26assunto de RPG que dá pra trazer pro café, né?
- 36:28Então esse é um deles. Agenda criativa, cara, como é
- 36:32que como é que você você abordou a agenda criativa na da g no
- 36:36Brasil? Você primeiro começou na 209
- 36:39dando noções gerais, né, de agenda criativa e trazendo
- 36:42momentos gringos, né? Como é que foi esse rolê aí?
- 36:45É primeiro a gente No No primeiro artigo é assim, o que
- 36:48eu o que eu decidi. Eu falei, eu quero falar sobre a
- 36:50vida criativa dentro do nosso, fazer uma coisa brasileira nesse
- 36:54sentido. Só que eu pensei, cara, pra
- 36:57fazer isso eu tenho que dar pro pro pro público, né?
- 37:00Pros nossos leitores, uma base pra eles entendendo o que que eu
- 37:03tô falando, não posso chegar no hora e falar, isso aqui é isso
- 37:06aqui, tipo, porque eu sei isso, sabe?
- 37:08Então eu fui atrás, tipo, é explicar, é as visões, é de
- 37:13agendas criativas que a gente tinha antes, né?
- 37:15Aí até peguei uns teve. Durante a pesquisa, eu peguei
- 37:19uns exemplos que eu nem tinha, tipo coisas que eu li no agora
- 37:24esqueci o nome do livro. Putz grila tem um dragão na
- 37:27capa. O lusiff shift.
- 37:30É, é lousef shift esse. Esse aí?
- 37:32Não. Na lousef shift, eles falam de
- 37:34uma discussão que teve nos anos 70.
- 37:37Na Na different words que eles estão com, estão falando sobre
- 37:41isso e tipo, quando eu li o livro, eu não vi isso como uma
- 37:44discussão de de agenda criativa, porque ele não não Oo franding
- 37:48que ele usa o livro não é esse, né?
- 37:49Ele está falando que é falta de gerações e tal, mas sabe olhando
- 37:53pessoa falando, Ah, eu falei, cara, esses caras não usam esse
- 37:55nome, mas o que eles estão discutindo aqui é agenda
- 37:58criativa. Eles estão diferenciando
- 38:00falando, Ah, esses grupos assim são desse jeito, cada jogador
- 38:03que é uma coisa diferente. E aí eu fui pelo pô assim, isso
- 38:06aqui pode ser o que mais? Não, não pode ser, né?
- 38:08Havia as leis do Robin veloz, que essas são é é a agenda
- 38:12criativa mais famosa que tem. Acho que os livros de dendê
- 38:15adotaram, né? Então você vai lá nos livros do
- 38:18mestre, das edições mais recentes, e tem alguma versão.
- 38:21Ele sempre mexe um pouquinho, né?
- 38:23Mas tem alguma versão das das leis, do, do.
- 38:27Tanto que ele é ter um ditado em todo o livro, ele tem acreditado
- 38:29ali na quarta. Edição, inclusive, ele tem 11.
- 38:32O nível, o nível, o volume 2 da MG dele, não é, se não me
- 38:36engano, na quarta edição. É ele é um dos autores, não sei
- 38:38se é um dos. Autores, né?
- 38:39Autores, né? Então tem tem toda essa pegada
- 38:43assim. De tipo ter algumas ideias que
- 38:46vão passando, né? Tipo de de 11 pra outra e sempre
- 38:49você vê sempre 11 viés do que cada um faz, acho que é o mais é
- 38:54é coisa que a gente tem que determinar, descobriu esse
- 38:56motivo de eu achar que a gente precisa fazer uma dessa, uma
- 38:59versão brasileira, é que tudo tem viés, né?
- 39:03Então, Oo Los, o Los tem 11 histórico de teatro, né?
- 39:08Então um dos dos exemplos dele, uma das agendas que ele põe, é
- 39:11um ator de método. Aí ele vai no metro,
- 39:14stanislavski e tal pra dizer, que tipo, esse cara, esse jeito
- 39:18que é uma coisa que não vai passar pela cabeça daquela
- 39:21galera dos anos 70 que mal tinha contato com o teatro, com
- 39:26atuação de fato, né? Então, tipo, a gente viveu esse
- 39:30esse tempo todo até agora, né? Com essas divisões que a gente
- 39:34está, é é uma coisa meio colonizada, né?
- 39:36Tipo, a gente recebeu, os caras dividem, assim, a gente vai
- 39:39dividindo igual. Eu durante muito tempo também,
- 39:41eu só só seguia indo, seguindo Na Na linha dos dos caras,
- 39:44porque eu sou muito fã do do role Andrews, né?
- 39:46Então AO esquema dele, o big model, eu usei durante muito
- 39:51tempo, baseei muita coisa que eu escrevi em cima dele, mas aí eu
- 39:55acho, o tempo vai passando, né? A idade vai se sentindo, a
- 39:58responsabilidade das coisas. Eu fico pensando, cara, eu acho
- 40:01que não, não tá muito certo a gente fazer isso, sabe?
- 40:05Porque eu eu entendo as divisões que Oo édote fez.
- 40:09E é muito reflexo da época dele, do viés dele, né?
- 40:14Mas a gente, a gente não é assim.
- 40:15A nossa cultura de jogo não é essa nunca foi.
- 40:18Sabe sim. A minha, a minha ideia era
- 40:20representar essa base para depois poder desenvolver alguma
- 40:23coisa que eu acho que é mais próxima do nosso, sabe?
- 40:26É eu. Eu achei.
- 40:27Eu achei fenomenal porque inclusive a tua fala de falar de
- 40:31de de trazer o viés, né? Porque cara, é isso, né?
- 40:34É a gente falando de game design de forma geral, é.
- 40:37É muito viés, né? A gente, a gente não, a gente
- 40:40meio que abraça que a gente tem viés mesmo, né?
- 40:43A gente tem proposta justamente por conta disso.
- 40:45A gente propõe em cima do que a gente acha, do que a gente tá
- 40:47entendendo, do que a gente tá vendo, do que a gente
- 40:50experiencia. Então é é a gente poder trazer
- 40:52isso para nossa realidade. Faz todo sentido, né?
- 40:55E por mais que a gente seja influenciado também por todos
- 40:57eles, a gente tem nossas questões, né?
- 40:59EE pô, você, você é um é um cara da dragão Brasil, né?
- 41:04E é dragão Brasil, acho que é, é isso, né?
- 41:06É, se tem um epicentro do RPG, né, nacional, ele é dragão
- 41:11Brasil, então passar por isso, passar por todo esse histórico
- 41:14do dragão Brasil, tipo assim, né, não sei se todo mundo sabe,
- 41:17mas pô, o Thiago rosa desde criancinha, ele já escreve pro
- 41:20dragão Brasil, cara, então é um cara completamente integrado
- 41:24essa cultura, né, dragão Brasil, e que traz muito dessa, dessa,
- 41:29dessa herança, né, pra essa visão aí do.
- 41:32Dessas agendas criativas nossas. Agora, uma coisa interessante
- 41:36que que eu acho que acontece nesse nesse nesse papo de
- 41:39agenda, né, é que tem essa essa evolução.
- 41:44Então não sei nem se é uma evolução, porque não parece ser
- 41:46é linear, uma coisa que tipo vai, sabe?
- 41:49Parece que são algumas coisas pipocando, mas essas discussões,
- 41:52como você falou, elas existem desde o início do hobby, né?
- 41:54Desde os anos 70 já tava lá. O shift traz bastante isso.
- 42:00EE, é legal ver que. Os assuntos meio que se repetem,
- 42:03mas também as as visões vão mudando, né?
- 42:06E junto com isso, a própria noção de agenda criativa, né?
- 42:10Muito. Muitas vezes você vê as pessoas
- 42:12ali tentando entender o que que as pessoas querem quando jogam,
- 42:16né? O que que elas estão buscando.
- 42:17É a partir daquilo. Depois, você tem uma ideia de
- 42:20alinhar a vontade do jogador com com o que se tem dentro daquele
- 42:25jogo ali, né? Será que esse jogo cabe no que
- 42:28esses jogadores querem jogar? Né?
- 42:30E depois aí No No ronwell, você tem isso até mais focado ali na
- 42:34questão de como se toma decisão dentro desse jogo, né?
- 42:38E que dialoga, não, ele até fala que não é sobre o jogador
- 42:41integralmente. Não existe o jogador na
- 42:43ativista, mas jogadores que tomam decisões estão tomando
- 42:47decisões ali dentro de um, de um espectro na ativista ou
- 42:50guemista. Enfim, como é que você vê essa
- 42:53evolução, dessa desse conceito de agenda, né?
- 42:56É uma, é uma coisa curiosa assim.
- 42:58Como que você enxerga essa evolução?
- 43:00Do tema é, eu acho que é assim. Quando eu vi no o caminho Oo,
- 43:05que abriu muitas lojas do blue shift, eu estava procurando,
- 43:08tipo assim, entender a eu estava procurando, lendo o livro, né?
- 43:11Tentando ver justamente onde era esse ponto, né, que é isso.
- 43:14O cara fica procurando o livro inteiro e fala, não sabemos,
- 43:17ninguém sabe qual é o. E que mudou de uma coisa pra
- 43:20outra, se existe um ponto de mudança maravilhoso, tudo é
- 43:23perfeito, né? Porque é exatamente isso que é
- 43:25Oo livro inteiro. E aí eu tava é então não tava
- 43:28prestando muita atenção a ao as funções em si, né?
- 43:32Mas aí depois, quando eu fui ler, tipo, eu voltei nesse livro
- 43:34várias vezes, principalmente por causa da do dragão, né?
- 43:36Agora, pô, eu tive teve um não vou, eu vou fazer um Assad
- 43:40rapidinho, que eu eu tinha a minha coluna no dragão era a
- 43:44caverna do saber, né? Caverna do saber a gente fazia.
- 43:47É regras alternativas para protocolota 20 e tal.
- 43:50E aí teve 11, dia que o trivisam, o editor chegou esse
- 43:55Flu só eu vou te passar o dica de mestre.
- 43:58E aí eu gelei, tá ligado? Porque olha, eu lembro, eu,
- 44:03moleque, nem sabia quem que era mestre RPG lendo dicas de mestre
- 44:07do cassaram e eu pensei, pô, é, eu fiquei assim, pô, mas não sei
- 44:12se eu devia fazer dicas de mestre, como?
- 44:15Assim. Eu falei, eu não, eu acho que
- 44:17não tem coluna um tempão. Eu falei, pô, eu tenho uma minha
- 44:19coluna que a Vera não sabe fazer uma regra, fazer regra eu sempre
- 44:22fiz, né? Com 14 anos eu fiz reles de
- 44:24Dragon Ball pra Dragon, mas pô, dá a dica de mestrar, o espaço
- 44:28que o cassaro deu é porque eu não sei se eu não sei se eu
- 44:32consigo, cara, quanto tem mais você vai se repetir um mês, tem
- 44:362 mesas semanais na no canal editora e tal.
- 44:39Aí eu fui acalmando assim, aí antes de eu assumir eu fiz uma
- 44:43só para testar. Aí eu fui ver, ó, eu vou fazer
- 44:46assim, vamos ver se o pessoal não reclama e aí você, Ah, então
- 44:51eu vou, vou assumir. Aí eu fui me soltando, né?
- 44:53Essa essas inscritivas. Eu falei, eu não decidi fazer um
- 44:55negócio mais diferentão mesmo, e eu acho que isso representa
- 45:00porque, porque eu vi que eu vi nesse necessário, eu acho que
- 45:03isso representa o que estava acontecendo lá, sabe?
- 45:06Tipo as as discussões que vão elas vem nessa parada, tipo,
- 45:09será que a gente deve discutir isso?
- 45:11Será que isso é uma coisa que vale a pena?
- 45:14Se é assunto de discussão, porque é OOA base que a gente
- 45:18tem na Los of shift, né? É o que é publicado nas nas
- 45:21revistas do exines da época. São cartas que eles mandam
- 45:24artigos respondendo as coisas e tal.
- 45:28É e tipo, não, a gente não tem como saber o que as pessoas
- 45:32estavam discutindo na época. E essas coisas não são um
- 45:36retrato completo de tudo, né? É só um recortezinho.
- 45:40A gente tem esse recorte ali. E então eu tenho certeza que
- 45:43coisas que Oo Edward está discutindo você já no começo do
- 45:47século 21, a gente já já já tinha pensado, tipo, pelo menos
- 45:52era o papo que tinha na nas mesas antes, sabe?
- 45:56Só que isso não era era posto de um, não era considerado
- 45:59importante ao ponto de de ir pra discussão, como é com com todas
- 46:07as questões que o Aras faz depois, porque é muito.
- 46:10Uma variedade muito maior de jogos que permitia fazer essa,
- 46:15essa coisa. Então o que você tem no nos anos
- 46:1870 é é uma questão de você tem é 2 grupos muito díspares que
- 46:23surgiram praticamente juntos, né?
- 46:25Que é o pessoal da ficção científica e o pessoal do War
- 46:27game. E eles batendo cabeça e a
- 46:29discussão dele, entendeu? O jogo é sobre entender o porquê
- 46:33aqueles outros caras, eles jogam igual a eles.
- 46:37É, é, é uma visão diferente que eles têm, né?
- 46:40Mas se a gente vê essas sementeszinhas aí, do que vai
- 46:43virar AA escultura mais tarde, né?
- 46:45Tem um, tem um outro Brother que é antes, é entre o os caras dos
- 46:50anos 70 e é o barton, é. E aí, Oo, nesse meio tempo tem a
- 46:55discussão do do barton. A discussão do barton não é de
- 46:59RPG, né? Ele ele fala de mood, fala de
- 47:02jogos OOO barton em em videogame ele ainda é.
- 47:06Estudado hoje, né? Que tipo de jogador que ele
- 47:09definiu que ele não chama de agenda criativa?
- 47:11Até porque em videogame eu acho que Oo nome não cabe muito bem,
- 47:16né? Porque o seu contato com o
- 47:18videogame não é tão transformativo quanto seu
- 47:20contato com o RPG. EEOO alguns dos assuntos dele,
- 47:25né? Alguns pontos que ele põe são
- 47:27muito próximos do que o pessoal dos anos 70 fala, por isso que
- 47:30me chamou atenção. Que tipo nos anos 70 você falava
- 47:33assim, Ah, não, porque o problema é o pessoal do
- 47:35organismo só quer saber de matar.
- 47:37E aí vai vai botar que ele fala que tem um tipo de jogador que é
- 47:40tipo assassino, que ele quer destruir tudo aquilo que ele
- 47:43encontra. Então tipo é, é, é um site,
- 47:45gaste que vai, vai, vai passando, né, vai tipo 3
- 47:48passando o esse período. Então eu eu acho que é bem, é
- 47:54bem, é bem coerente nesse sentido.
- 47:56A gente vai aí, vai encontrando essas, esses detalhezinhos
- 47:59vendo, né? É cara, e tem uma tem uma coisa
- 48:03interessante também, que durante o que você tava falando, que me
- 48:07que me alertou aqui que foi a coisa dos jogos, né, cara?
- 48:11Tipo, a gente nos anos 70, a gente teve ODED saindo, depois
- 48:15teve um boom de jogos imenso, né?
- 48:17EE, aí teve jogo pra tudo, pra tudo que é tipo ali surgindo.
- 48:22É até os anos 80, ali no 80, então mais ainda no Brasil.
- 48:27A gente, a gente demorou a ter uma grande diversidade de jogos
- 48:30também, né? Em comparação, e me parece que o
- 48:33momento agora que a gente tem no Brasil, um Monte de jogo indie
- 48:36nacional, né, também parece pedir esse momento da gente
- 48:40entender um pouco melhor as nossas agendas, né, Caio?
- 48:44Nossa, com certeza eu tenho. Tenho uma coisa sobre sobre a
- 48:46cena brasileira de RPG, eu estava pensando hoje, estava
- 48:50tipo lavando louça e pensando nisso que faz faz pouco tempo
- 48:54faz, sei lá assim. Um pouco mágico.
- 48:57Vamos pensar lá em 2018, na onde estavam no jornal Brasília, eu
- 49:01eu sabia todas as editoras brasileiras que comentavam RPG.
- 49:04Eu sabia e se duvidar de trabalhar para todas elas já.
- 49:10E eu? Eu sei que é impossível saber
- 49:12tudo e tipo, estar em contato com tudo, porque eu cresceu
- 49:16muito. A variedade é muito grande.
- 49:19E tem tipo, tem gente fazendo isso que eu sei que são boas,
- 49:22né? Eu, eu encontro depois que Oo
- 49:24vejo que tinha feito com cuidado, é feito com atenção, é
- 49:27feito com tipo, tem qualidade e que eu só não sabia que estava
- 49:30acontecendo. Eu acho isso muito maneiro, que
- 49:32quer dizer, a gente cresceu a gente, pô, nesse período de
- 49:35tempo a gente cresceu muito, muito mesmo.
- 49:37É e aí traz aqui um pouco aquilo, né?
- 49:40Cara de que mercado, de um jeito ou de outro, no mundo que a
- 49:42gente vive, infelizmente, o mercado que puxa um pouco a
- 49:46teoria, né? A gente acaba teorizando muito,
- 49:48muita conta dessa existência, desse mercado, né, dessa
- 49:51variedade e tudo mais, né? Não, com certeza.
- 49:54E é um é um pouco também do que era No No dessa divisão dos anos
- 49:5870 para depois, né? Porque como quanto maior o
- 50:01mercado, mais gente a gente tem discutindo, se interessando, né?
- 50:05E aí pessoas diferentes das perspectivas diferentes vão ter.
- 50:08Sabe, vão ter posições diferentes, só 2 grupos
- 50:11diferentes, como você tinha lá no começo dos anos 70, você vai
- 50:15ter uma variedade muito grande. Ora, tipo, a gente gosta de
- 50:17específico de jogo, e então pra gente tem o no século 21 a gente
- 50:20tem os os grupos começam a fugir que não se se distanciam tanto
- 50:24que nem é mais RPG, né? O cara do story game não meu, o
- 50:27negócio é outro, o pessoal do lado não é RPG mais é, o outro,
- 50:31é. Brinquedo não é não é jogo, é?
- 50:34E sabe, tem toda essa, essa questão.
- 50:36Então a gente vai é, eu acho muito bom, sabe?
- 50:40Tipo, sim. Eu eu lembro que tipo, quando
- 50:42quando eu era mais novo, eu pensava assim, Ah, eu acho que a
- 50:45gente tem que chegar num ponto que as pessoas entendem.
- 50:47É, é muito a mesma simboleca. Vocês chegam num ponto que as
- 50:49pessoas entendem o que que é bom, e aí todo mundo vai fazer a
- 50:51mesma coisa, só que. Não existe isso, não existe o
- 50:54que que é bom, né? Mas você sempre é tipo vários,
- 50:58vários tipos diferentes de coisa.
- 51:00E aí hoje em dia o moleque pode chegar e escolher o que ele
- 51:03gosta, com muito mais, muito mais veredado assim, tipo eu, eu
- 51:07entendo. Eu lembro quando eu fiz, Oo eu
- 51:12lembro o Dragão de fogo, que é o meu, o meu jogo, que saiu pela
- 51:14segunda edição pela Jean Paul, agora tenho 24.
- 51:18Eu eu fui fazer ele porque eu falei, Brother, não existe esse
- 51:21jogo que eu quero aqui, eu quero jogar ele.
- 51:23Então tem que fazer. Hoje em eu acho, tipo, muito
- 51:26raro você chegar numa posição dessa, porque você tem uma
- 51:29variedade muito grande de jogos que você pode jogar.
- 51:32Isso não é um dia pra você não fazer o seu, né?
- 51:35Esse tipo. Fazer, pegar e fazer o seu
- 51:37jeito, do jeito que você do jeito que você pegar a sua
- 51:40abordagem para o negócio que já já existe e tal.
- 51:43E fazer jogos cara mais fechados.
- 51:44A quantidade de jogo fechado, muito, muito, muito fechado.
- 51:47Propostas muito, muito doidas que estão é surgindo e estão
- 51:52vindo com uma qualidade. É é editorial altíssima e ganhou
- 51:56o prêmio prêmio estabelecido. De de RPG eu acho maravilhoso,
- 52:01eu acho que é. Eu fico muito feliz sempre que
- 52:03eu vejo um é tipo, eu sei que tipo.
- 52:06Alguns alguns anos atrás, se fosse aparecer a proposta do
- 52:10fogo até o cria do conte, as pessoas iam falar, Ah, eu não
- 52:14preciso desse jogo, posso só jogar 3 DET, porque a gente vem
- 52:17de uma cultura em que o jogo ele tem que suprir a necessidade que
- 52:21a gente vai precisar. É, tem de.
- 52:23Tudo, né? É, tem que o primeiro jogo por 3
- 52:25foi grande, né? Então ele escreve que ela não,
- 52:28não, não. Quanto vale esse jogo?
- 52:30Em quantos jogos eu vou usar, né?
- 52:32Isso limita muito a forma como você, como você, consome.
- 52:36A gente tem a coisa de adaptar, né?
- 52:37É tipo, tudo bem, tudo bem, esse jogo tem o seu cenário, tem e
- 52:40tal, mas o que mais eu posso jogar com ele, né?
- 52:43Sim. EEO fomento.
- 52:45Eu queria ele tipo é, é agressivamente, não, meu amigo,
- 52:47você vai jogar aqui esse ano de 90 que nunca foi, e você vai ter
- 52:51um robozinho e é isso, o jogo é isso, tá ligado?
- 52:54Sim, é focadão, né? Focadão na experiência, né?
- 53:03Que livro bonito é esse aí? O Leopoldo, esse é o livro do
- 53:07mq, não o vintage, que legal é essas coisas de joguinho, né,
- 53:14que você rola os dados tudo e os dados age, é isso?
- 53:18É, acho que é isso também. Mas é esse lance do vintage,
- 53:22jogo antigo, né? Porque quem e quem agia era o
- 53:25jogador e não os dava em si. E esse jogo joga como é?
- 53:31É é tipo RPG, é diz aqui que é recriação com os personagens
- 53:38gerado, que ele chama tu gera o personagem EE joga com ele, mas
- 53:43que que é vintage? O Leopoldo é essas coisas aí que
- 53:48tem 20 anos já, coisa das antigas, que vai que volta, o
- 53:51pessoal traz de volta e depois deixa +20.
- 53:54É isso aí, Ah. É que nem eu, então que eu sou 2
- 53:58vintage de idade, né? Coroa?
- 54:00Já é, só que no caso do livro é 11 de 20 só porque é de vintage,
- 54:07né? E tu tem esses dados aí, o
- 54:09Leopoldo, mas mas, é claro, eu ando sempre aqui com meu
- 54:13saquinho com 2 kits de dados de RPG.
- 54:15Olha, então Bora jogar, porque eu fiquei me coçando de vontade
- 54:20de aprender a jogar isso aí, como os antigos faziam.
- 54:23Só que hoje em dia, né? Vamos embora?
- 54:33Saiu pela caramelo. Jogos OD vintage RPG do DM kirau
- 54:37edição impressa completa punida com as mexidas do kirau em cima
- 54:42do DID zero do DIDBXDID clássico de forma geral, explorando uma
- 54:46jogabilidade ferramental usr bastante influenciada.
- 54:51Pelo café com dângio, inclusive, então você vai estar mais do que
- 54:54familiarizado com essa jogabilidade.
- 54:56Se você é nosso ouvinte, é excelente para aplicar com el
- 55:00fentes e bolso. É os truques preferidos aí da
- 55:03blobosfera osr, desde que você não se esqueça de antecipar os
- 55:07perigos. Relógios da dângeon, relógio dos
- 55:10ermos e muitas outras ferramentas com a famosa
- 55:12didática do quiral, quem quer dar uma chance para ORPGO do scu
- 55:17não pode perder. Essa é uma excelente pedida.
- 55:19Ou agora? Se você já é Cascudo, mas quer
- 55:21evoluir ainda mais a sua jogabilidade com Liberdade e um
- 55:25pacote robusto de ferramentas, esse é o que é o jogo.
- 55:28Confere lá no site da caramelo jogos no adjetivo do episódio
- 55:33para esse e outro lançamento de RPGO School aqui no Brasil.
- 55:45Muito bem, vamos ver a minha agenda.
- 55:49A gente teve essa conversa sobre agendas e o momento e tudo mais,
- 55:53mas é agora vamos pra pra carne da parada, vamos analisar essa
- 55:57proposta que você trouxe na dragão Brasil 210, que a gente
- 56:02sai um pouco dali da 209 dos gringos e vem agora pra uma, pra
- 56:06uma agenda, pra proposta de agenda criativa nossa, né?
- 56:11Vamos lá, você fala de esferas e abordagens dos jogadores, né?
- 56:15Conta aí, como é que como é que você concebeu esse modelo que
- 56:19você propõe no dragão no Brasil? É as esferas.
- 56:21Eu estava pensando que é tem umas coisas que me incomodam.
- 56:24Eu gosto muito do sistema, da do do big model, do do nomedoras,
- 56:29mas tem umas coisas que me incomodam nele e acho que a
- 56:31principal eu fui identificando isso conforme eu estava
- 56:33trabalhando nessa é você tratar é jogo como 11, sinônimo de
- 56:38desafio. Né, eu acho que é essa, essa é
- 56:40uma visão tipo, é extremamente Americana da coisa, é tipo, é
- 56:44nossa, você tá pingando, sabe OOA pessoa, o cara fala isso,
- 56:49você é o grito da águia passando por trás dele, é aquela pegada
- 56:53Americana que tudo tem que ser disputa e guerra e tal, não sei
- 56:56o que, e é isso, é isso que é 11 jogo, né?
- 57:00E a gente pode ver é, tem tem umas definições de de jogo, né.
- 57:05Mas, em geral, a gente fala de objetivo, e um objetivo não
- 57:09necessariamente impõe um desafio.
- 57:12Então você tentar colocar as 2 coisas juntas e falar que o cara
- 57:15que procura a graça do jogo é o mesmo cara que procura o
- 57:19desafio, eu achei, pô, isso aqui, isso não, não tá coerente.
- 57:22Isso não combina com a as definições e acho que não,
- 57:26principalmente dentro da RPG. Não, não orna o que a gente
- 57:29entende como como jogo, né? Então eu quis fazer 11 divisão
- 57:34aí e nisso estava pensando muito, tipo, no, no, no, no
- 57:37meio, como o RPG funciona, né? Que é uma coisa que a gente é.
- 57:43Agora tem visto mais, né? Agora tem mais, é mais manuais
- 57:46de RPG que que tratam disso diretamente.
- 57:49Mas é falar que o jogo é uma conversa, né?
- 57:51Isso isso é uma coisa que eu só fui reparar, tipo isso em termos
- 57:55recentes, que nunca me disseram isso quando comecei a jogar RPG.
- 57:58Eu peguei, eu li o livro de Paranoá, eu comecei a mestrar
- 58:01para os meus amigos e nenhum desses manuais.
- 58:04Ele falava, não, não, não, não. Isso aqui o jogo acontece, como
- 58:07vocês estão falando. Eu ficava o jogo, o jogo tá
- 58:11dado, o jogo me lembra uma coisa do do de quando OA Laura Tracy
- 58:18Hickmann tem a história folclórica do Dragon.
- 58:20Lance deles que ela não busca ele no trabalho porque ficou é o
- 58:25jogo. E ele chegou e falou, mas cadê o
- 58:27jogo? Aí ela falou, Ah, pô, não, eu
- 58:30não quero o Tabuleiro, aí ela não tem Tabuleiro.
- 58:32Ele, quais são as regras? Elas são flexíveis.
- 58:34O maluco que eu estava fazendo, né?
- 58:37E eu acho que funciona muito a gente falar, tipo, onde está o
- 58:40jogo, né? ORPG está conversa, porque é
- 58:42esse é o meio a partir da qual ela eles se desenvolvem, né?
- 58:45Independente da forma como você vai jogando, né, você vai
- 58:47jogando RPG no. Online, isso jogando RPG
- 58:51presencialmente, jogando RPG por fórum, continua sendo através da
- 58:55conversa que as coisas vão vão acontecer, né?
- 58:58O jogo está acontecendo ali. Então essa foi umas esperas que
- 59:01eu que eu coloquei a conversa, porque tem jogos que vão se
- 59:05concentrar nisso mais ou menos. Tem jogadores principalmente que
- 59:09vão gostar mais desse aspecto que de outros, né?
- 59:13Porque e outra coisa que eu percebi nisso também é que eu
- 59:16conheço muitas pessoas. Que gostam da parte da conversa?
- 59:20Né? Eles querem estar, querem
- 59:22participar do jogo e as pessoas não necessariamente querem
- 59:25participar do jogo em outros sentidos.
- 59:27Desafios, elas não querem, não estão preocupados com quantos
- 59:29pontos de vida o mundo tem ou com a estratégia que vão usar
- 59:32pra fazer aquilo. Elas querem estar ali, elas
- 59:33querem pensar na resposta, ver o jeito como vão falar pro médico,
- 59:37pra atração, esse tipo de coisa, né?
- 59:39Então pra mim é, essa é uma das esferas.
- 59:41Isso. Isso.
- 59:42Sabe quem me me lembra esse papo da conversa, cara, que você
- 59:45falou, agora não posso estar equivocado, mas a Nina, Nina
- 59:47Bichara, e quando ela tinha mesmo online, Era Ela era.
- 59:51Puxava muito pra esse lado, não puxava, cara.
- 59:53Sim, sim, com certeza, com certeza.
- 59:55Ela tinha um programa com o Rafa Cruz que era compensação.
- 59:59Então? Ah, é verdade, é verdade.
- 1:00:02Essa base aí, outra esfera que tinha era do desafio que é a é a
- 1:00:07parte que Oo Edward chama de de jogo.
- 1:00:11Que é esse é o cara, que tipo, ele quer ganhar recompensas, ele
- 1:00:15quer é sabe melhorar, ele quer vencer.
- 1:00:18O desafio é isso, né? O cara quer vencer, esse eu faço
- 1:00:22de de é aí tem uma outra, uma outra coisa que é a gente ouve
- 1:00:28muito, que é que OORPG é um jogo de contar histórias, que acho
- 1:00:32que é uma coisa. É discutível, né, mas.
- 1:00:35É hegemônico, né? Ela é bem hegemônica, né?
- 1:00:39Então, e tipo o, então o. Se o objetivo do jogo é ou não
- 1:00:42contar histórias, isso é, é discutível.
- 1:00:44Mas que histórias acontecem enquanto você está jogando?
- 1:00:47É ilegal sem. Dúvida é, sem dúvida.
- 1:00:50É daí a fábula é essa. Essa parte, tipo, o cara tá
- 1:00:54preocupado, o jogador, que tipo se interessa por fábula?
- 1:00:58E o jogo que se interessa pelo aspeto da fábula.
- 1:01:01Ele vai tentar construir histórias satisfatórias.
- 1:01:04De, de sua, de de vários sentidos possíveis.
- 1:01:06É parecido com o narrativismo do do é Dodge, né?
- 1:01:10Parte do narrativismo, do é do fica aqui e parte fica na
- 1:01:11conversa também, né? Porque na principal é é.
- 1:01:14É engraçado isso, né? Porque Na Na GNS do é Dodge, a
- 1:01:17coisa menos definida é a que ele mais gostava.
- 1:01:20É que ele é assim, ele puxava muito a sardinha, né, cara?
- 1:01:24Você você consegue identificar muito mais realmente um jogo que
- 1:01:27seja, é gay mista ou joguista ou um jogo simulationista, mas o
- 1:01:31jogo narrativista é a quantidade de rups pelo qual.
- 1:01:34Tinha que passar para um jogo, pô, sabe?
- 1:01:36Ganhar a aprovação da da galera na arte vista era era enorme,
- 1:01:41sim. E aí fica no fábula e no na
- 1:01:44conversa e fábula, é isso? Acho que são jogos que vão te
- 1:01:46ajudar a montar 11 estrutura, um jogador que gosta de pensar, pô,
- 1:01:50isso que faz sentido, tipo, Ah, nossa, é essa coisa que a minha
- 1:01:53ficha está me incentivando a fazer.
- 1:01:55Vai tornar a história mais interessante.
- 1:01:57É o cara que faz a coisa? Não.
- 1:01:59Muitas vezes o cara que fala assim, Ah, não vou fazer isso
- 1:02:01aqui porque é vai fazer. Vai ser mais legal e seja.
- 1:02:06Uma falha, né? Isso e esse esse cara tá tá
- 1:02:10dentro da da fábula. E o último é o concentro mundo,
- 1:02:16né? Cada, cada mundo ficcional.
- 1:02:19Eu não lembro quem é, quem fez um artigo, faz não faz muito
- 1:02:24tempo, faz uns 6 meses. Teve algum artigo de algum,
- 1:02:28algum autor estabelecido de RPG falando que o cenário de RPG não
- 1:02:32não existe? Né?
- 1:02:35Que AA ficção do do não, não, não existe um cenário você não
- 1:02:39tem como delimitar porque a história só acontece.
- 1:02:41Na mesa. Depois me passa porque eu não
- 1:02:44vi. Mas eu fiz um episódio chamado
- 1:02:46seu mundo de jogo não existe agora.
- 1:02:47Eu fiquei curiosíssimo de quem? Escreveu.
- 1:02:49Isso eu vou, eu vou procurar e depois eu depois eu te passo.
- 1:02:53Mas eu não lembro, cara, eu tô eu tô pensando no Monte culto,
- 1:02:55mas isso não é o tipo de coisa que eu escreveria.
- 1:02:57Então acho que não foi ele, que ele note cult, tem uma Louis
- 1:03:00letter, né? E a Louis letter dele, volta e
- 1:03:02meia tem umas ideias, pô, maravilhosa, e aí, tipo, isso é
- 1:03:09isso. Eu acho um conceito
- 1:03:09interessante, você pensar tipo, pô, né, tipo, Oo jogo só existe
- 1:03:14enquanto você tá jogando, né? Mas sempre você vai jogar,
- 1:03:18sempre ou não, mas pô. Muitas pessoas quando vão jogar
- 1:03:20RPG, ainda mais agora que a gente está com o hobby tão
- 1:03:22estabelecido, com tanto tempo de distraio, em tantas variedades
- 1:03:25de jogos possíveis. A pessoa não quer tipo, o cara
- 1:03:28não quer jogar, só DID ele quer jogar?
- 1:03:31DID em favor de não. Ele não.
- 1:03:33Quer jogar o jogo do super-heróis?
- 1:03:35Ele quer jogar o jogo no universo cinematográfico da
- 1:03:37Marvel, né? E aí isso é uma outra dimensão
- 1:03:42para onde AA história acontece com algum tormento.
- 1:03:44A gente vê muito isso, né? A gente vai fazer.
- 1:03:48É tipo uma coisa que eu peguei muito quando o mestran tormenta
- 1:03:51No No tramo de jobô, é que primeiro eu eu tinha muito,
- 1:03:55muito receio de colocar personagens famosos e pensar,
- 1:04:00pô, eu vou, eu vou dar um take aqui no personagem que o cara
- 1:04:02não gosta, vai ficar chateado e tal, não quero que isso
- 1:04:05aconteça. Então eu evitava um pouco.
- 1:04:07Só que aí a primeira campanha que eu mostrei nada de jobô, não
- 1:04:09é nem era de tormenta, mas 3 tem textos que no cenário de
- 1:04:11tormenta eu já estava lá mais de tudo.
- 1:04:13E nessa primeira acabou que tipo os jogadores levaram ela pra um,
- 1:04:16pra um lado que eu não podia evitar, que eles estavam
- 1:04:19interagindo com os dragões reais, que são tipo personagens
- 1:04:22muito antigos e muito queridos do cenário.
- 1:04:25Então o Oscar, né, eu evitei o máximo, aquele é Oo maior deles,
- 1:04:28eu, eu, o Oscar quase não aparece.
- 1:04:30Eu evitava o máximo colocar por causa disso, mas os outros eu só
- 1:04:35fiz o meu, o meu negócio com eles, e o pessoal adorou.
- 1:04:40Isso aqui é coerente com aquela aparição de não sei onde e tal,
- 1:04:43não sei o que, Ah, você, pô, isso é isso, é isso é legal, né?
- 1:04:46Tem gente que gosta disso, tem uma, tem uma CXP que eu fui, Ah,
- 1:04:53não foram 2 CXP, olha só, foi esse foi a desse ano e a do ano
- 1:04:56passado, na do ano, não, a do ano foi do ano passado e o ano
- 1:05:00retrasado é isso, foi 2024 e 23, em 2023 é, a gente estava lá,
- 1:05:05tipo. Na no meu estranho, é uma
- 1:05:07correria essa Espanha, muita coisa, muito entendimento, e aí
- 1:05:11chegou 11 menina, que ela era leitora antiga, extormenta e ela
- 1:05:15não, ela não vem falar comigo, eu nem sabia quem eu era, mas
- 1:05:18ela alguém, Ela Foi procurar alguém pra responder sobre os
- 1:05:21dragões reais, ela tinha mais dúvida sobre dragões reais e aí
- 1:05:24falaram, Ah, pô, Tiago aqui tá mexendo com isso, fala.
- 1:05:28E ela veio falar comigo e ela tava com uma pegada assim, Ah,
- 1:05:30não, porque é, eu quero saber onde está a Hanna, que é tipo a.
- 1:05:36A esposa do do ri, Dora, eu acho que é incoerente o ri, Dora,
- 1:05:39acho desse desse por causa disso, disso, disso.
- 1:05:41E ficou um tempão, tipo, falando sobre sobre o lora, fiquei
- 1:05:44falando o que que eu achava, porque então fui eu que fiz, né?
- 1:05:46E falou, Ah, eu isso é por causa disso, Bla Bla Bla bla.
- 1:05:49Ficou um tempão falando sobre os os dragões gerais, acho que não
- 1:05:53comprou nada No No estande no, ficou a 1 hora conversando e ela
- 1:05:59falou, Ah bom, deu tudo beleza. Aí depois a gente você vê e aí
- 1:06:01no ano seguinte ela voltou. E ela falou, Ah, não, tipo agora
- 1:06:04eu tô. Acho que ela tinha terminado o
- 1:06:07estágio, alguma coisa assim. Agora eu tô com tempo para jogar
- 1:06:11e não ela, ela tinha, ela tinha, ela tava com tempo e ela tava
- 1:06:14fazendo o estágio porque não tinha dinheiro.
- 1:06:15Então eu tô com tempo para jogar, então vindo comprar e ela
- 1:06:17comprou tudo. Ela.
- 1:06:20Comprou caixa, comprou um Monte de coisa e foi falar a mesma
- 1:06:24coisa, a senhora tava falando do idragões?
- 1:06:26E eu pensei, pô, é muito maneiro, é muito maneiro, porque
- 1:06:29o interesse dela é comum. Ela falou, talvez até falou
- 1:06:33assim, talvez eu nem jogue. Mas agora eu tenho tempo para
- 1:06:35jogar. Eu consigo me verificar, fazer a
- 1:06:38conta, uma. Coisa que que me levou AAAA
- 1:06:41bater um pouco nessa tecla do do mundo não existir em si.
- 1:06:45Era muito essa ideia de que quem gosta desse rolê, de se sentir
- 1:06:49vivendo esse mundo, fala muito da coerência interna dele, né?
- 1:06:53Do sentido. Desse repertório, né?
- 1:06:56Então a pessoa está lidando muito com esse repertório e quer
- 1:06:59sentir esse repertório casando, né?
- 1:07:02Quer sentir esse repertório dando esse sentido maior pra
- 1:07:05coisa, né? Esse é quando é, quando anão é a
- 1:07:08soma. A soma das partes vai além, né?
- 1:07:12É do quer dizer, o todo vai além da soma das partes, então, tipo.
- 1:07:17Dá pra ver a pessoa buscando muito isso, né, cara?
- 1:07:19Dá pra ver que aqui é OA cachaça de quem gosta de mundo é essa,
- 1:07:23né? É o sentido interno daquilo, né?
- 1:07:25É. E você tipo, eu é, é.
- 1:07:27E tipo, eu entendo isso porque depois eu vou parar pra pensar
- 1:07:29em RPG. Eu não costumo buscar exatamente
- 1:07:31isso, né? Mas tem coisas que eu obras que
- 1:07:35eu acompanho e tal. Eu sou muito assim, sabe?
- 1:07:37Sempre que eu vou ver alguma coisa, tipo, então eu vejo todo,
- 1:07:41eu vejo todo, ninguém vai ver filme da Marvel, eu vejo todos
- 1:07:44os filmes da Marvel e eu quero saber, tipo, como eles estão
- 1:07:47tratando esse personagem? Eu tô jogando mais, eu jogo mais
- 1:07:48revels toda semana, né? Oo Overwatch, da Marvel e eu
- 1:07:53odeio jogo de estilo, mas esse. Jogo é é Marvel.
- 1:07:56Sasso é esse gelo. Não tem louco.
- 1:07:59Por quê? Porque ele é gelo da Marvel.
- 1:08:00Ele tem muito cuidado com essas coisas, sabe?
- 1:08:02Então, tipo, tem um cavaleiro da lua, tem um meme, né?
- 1:08:05Não é nem uma coisa do padrinho, tem um meme do cavaleiro da lua
- 1:08:08de Drácula, deve dinheiro Pra Ele, e aí no jogo você olha lá e
- 1:08:11o fuder e fala, Ah, ele ainda não recuperou o dinheiro, é
- 1:08:16muito bem cuidado, sabe? Então dá muita vontade de jogar,
- 1:08:20de fazer parte desse tipo de coisa, e eu entendo que é assim
- 1:08:23pro pro fundmundo também, né? Eu acho que é os tipos mais
- 1:08:26difíceis de você mostrar, é pro pro fundmundo.
- 1:08:30Porque é muito fácil você quebrar, porque é uma ilusão,
- 1:08:33né? Uhum é uma ilusão que existe
- 1:08:35todo porque não tem. É um sentimento, né?
- 1:08:39É um sentimento você tem que tipo, você tem que manter esse
- 1:08:41esse sentimento vivo de que não, não, não, não.
- 1:08:45Oo aquilo que aconteceu no romance também está
- 1:08:47influenciando na sua mesa e tipo, EEO.
- 1:08:50Cara, tem que pensar em em algum lugar dele.
- 1:08:52Que tipo, não, não, não, não. Os os acontecimentos do próximo
- 1:08:54romance podem ser influenciados pelo que está acontecendo aqui e
- 1:08:57não vai. Naquele momento na mesa isso.
- 1:09:01Isso parece real? Isso, pô, isso é muito falido.
- 1:09:04É e é isso, né? A partir do momento que ele joga
- 1:09:07o mundo, o Canon passa a ser dele, né?
- 1:09:09Exato, ele faz o próprio Canon, né?
- 1:09:11Tipo maneira isso. Então é, esses são os 4
- 1:09:16elementos basilares de mídia da RPG, segundo essa visão, segundo
- 1:09:19esse modelo, né, que são é que são as esferas, mas também você
- 1:09:24traz ali 3. É abordagens dos jogadores, né?
- 1:09:30Seria, é, seria mais ou menos como cada jogador também vai,
- 1:09:34vai se confrontar no final das contas, com cada elemento.
- 1:09:38Mas quais são essas esses, essas 3 abordagens a gente tem aberto,
- 1:09:41fechado e pura. Como é que você pensou nessa,
- 1:09:43nessa, nessa divisão? É, eu estava pensando assim,
- 1:09:48porque a gente não tem muita granularidade nesse tipo de
- 1:09:51definição de, quer dizer, em alguns casos tem, né?
- 1:09:54No, no, no bartham tem. Mas muitas das ideias de agenda
- 1:09:57aplicativa que a gente vê, elas são assim, Ah, o cara gosta
- 1:10:00disso e acabou. Ah, não, tipo tem tem formas
- 1:10:04diferentes de de de interagir com determinado elemento, né?
- 1:10:08Aí eu fiquei pensando, quais são as principais formas de de
- 1:10:11interagir com coisas no na EPG, né?
- 1:10:14E aí eu cheguei nessas nessas 33 abordagens, porque a forma como
- 1:10:19o jogador se confronta com a espera que eu acho que são são
- 1:10:23coerentes com o que eu observei nesse tempo jogando, né?
- 1:10:26Tem Oo puro que é o geralmente a visão do é não é bem leiga, né?
- 1:10:32A visão do cara que não jogou ARPG ainda.
- 1:10:34EE muita, às vezes ele mantém, né?
- 1:10:36Tem gente que tipo bate desse jeito e fica até o final, mas eu
- 1:10:40até comento no artigo que geralmente o cara vai sair do
- 1:10:43puro e vai para o aberto ou para fechar depois.
- 1:10:46Aí você tem Oo aberto que é o cara que topa o que o jogo tá tá
- 1:10:52propondo? Né?
- 1:10:53Então, mesmo que seja um negócio meio fora e falar não vamos, é
- 1:10:56isso aí. E é, eu acho que é comum no,
- 1:11:00principalmente no, no pessoal mais indie, ter essa essa é
- 1:11:05abordar as coisas de forma mais aberta.
- 1:11:06Assim, é um cara que, tipo, tem muitos jogos e tal.
- 1:11:08Aqui no Brasil eu acho que é mais fácil do que nos Estados
- 1:11:10Unidos também. A gente tem 11 cultura de jogo
- 1:11:14criada mais a partir de tipo jogar mais um jogo do que o cara
- 1:11:16que só joga uma coisa a vida inteira.
- 1:11:19E tem a fechada que Oo cara não é fechada.
- 1:11:22Não é que ele não queira, é interagir com a esfera, mas ele
- 1:11:25vai se impor em relação a esfera, né?
- 1:11:27Ele vai falar, não, não, não, beleza, que entendi o que você
- 1:11:30quer fazer. Nós vamos fazer isso do meu
- 1:11:31jeito. E aí ele coloca essa identidade
- 1:11:34dele por cima. E naturalmente ele vai, apesar
- 1:11:37de um jogo que comporte que ele, que ele fuja, né?
- 1:11:40Do, do, da, da proposta da parada, né?
- 1:11:43É, é fácil esse cara se frustrar, né?
- 1:11:45A abordagem fechada eu acho que é a mais próxima, mais fácil de
- 1:11:48frustrar, porque além de querer interagir a partir de 111
- 1:11:51esfera, especificamente, você quer que ela seja do jeito que
- 1:11:55você quer. Então são 2 restrições que você
- 1:11:58tá colocando em cima, então vai acontecer de ser ser mais
- 1:12:03complicado de você lidar com com o jogo.
- 1:12:06Às vezes. Eu também queria fazer de um
- 1:12:08jeito que não fosse não caísse no meio que não.
- 1:12:12No maniqueísmo que o mel adote, fazia e tem umas coisas que são
- 1:12:16objetivamente melhores que outras, né?
- 1:12:18Falando desse jeito pode parecer que eu tô dizendo Ah, não,
- 1:12:19fechado é pior, eu não acho que seja pior, tipo só o jeito como
- 1:12:23o cara vai, vai encarar, né? Tem vezes você, você vai é EEE,
- 1:12:29tem várias situações, né? Até em jogo em que você insistir
- 1:12:33em fazer uma coisa do seu jeito, imprimir sua identidade nela é é
- 1:12:36positivo, né? Ensaio pra todo mundo.
- 1:12:40Quando você quando você faz, justamente quando você tem uma
- 1:12:42noção forte do que você está fazendo, então às vezes você vai
- 1:12:46jogar OOO, pessoal de board, é muito comum isso, né?
- 1:12:50Tipo esses não, as abordagens não são pensadas pra board, mas
- 1:12:53você vai jogar com algum tipo de board game com o pessoal de de
- 1:12:57RPG, a regra, a regra é tal, assim o maluco esqueceu AAA vez,
- 1:13:02como faz a como é a ordem que sai e tal, sei lá, beleza, só
- 1:13:05vai pra frente pessoal do bar falar não vou coisar tudo de
- 1:13:07novo. Está vendo o que?
- 1:13:11Tudo errado, né? Então são formas diferentes.
- 1:13:15Tipo, gera experiências diferentes, né?
- 1:13:18Tanto que tipo tem ainda mais esses esses bods muito
- 1:13:21complicados, cheio de regra, se você pula uma etapa, se você
- 1:13:25muda a forma como ele funciona, a experiência vai ser toda outra
- 1:13:28e talvez você não não curta. Né?
- 1:13:32É o nessa coisa OORPG. Ele acaba comportando, às vezes
- 1:13:36um pouco mais de maleabilidade nisso, né?
- 1:13:39É nem tudo RPG, mas vários RPGs sim.
- 1:13:42EE aí é isso, né? Acho que tem gente que curte e
- 1:13:46que que tem esse barato, né, do o barato específico de seguir as
- 1:13:50regras, de seguir a coisa ali de né, essa pessoa vai ficar meio
- 1:13:55puta. Então eu já joguei com gente que
- 1:13:56de fato olhava e falava, não, espera aí, espera aí, espera aí,
- 1:13:59espera aí, isso aqui, assim não, cara, agora vamos voltar, não,
- 1:14:03não, espera aí, não, você você usou, pô, eu, eu tinha, eu tinha
- 1:14:06um round a mais, pô. Mas também eu nunca vi esse cara
- 1:14:10reclamar, pelo contrário, porque ele teve um, porque ele teve um
- 1:14:12round a mais. Ele falou, não, pô, vamos voltar
- 1:14:14porque eu tive um round a mais, é só melhor.
- 1:14:18Só reclama quando ele tem um round a menos.
- 1:14:21Pô, eu não sei se eu vou lembrar, mas naquela vez mesmo
- 1:14:24em em Brasília, a gente foi, a gente estava jogando com com
- 1:14:29visão e aí eu fui usar é eu. Eu estava jogando de Warlock, de
- 1:14:34BD, aí eu fiz uma. Eu, eu não lembro que eu fiz na
- 1:14:36parada, mas eu lancei a magia. E depois é, eu vou usar pra
- 1:14:40minha são bônus, eu vou usar thunderstep, aí eu dou eu rolei
- 1:14:45no máximo era era era 3 10, eu rolei 30 e aí acabou assim, tava
- 1:14:52todo mundo empolgadão. Eu olhei a descrição da magia e
- 1:14:54a magia não era a bolosete. Falei, pô, visão, não podia
- 1:15:01fazer isso ainda não. Deixa aí eu perceber, acontece,
- 1:15:08acontece, tem, tem casos. É total.
- 1:15:26Se tem uma coisa que eu sei é que subestimal desconhecido pode
- 1:15:30ser fatal. A tempestade que vinhamos
- 1:15:33investigar no litoral de Santa Catarina não é nada do que eu
- 1:15:35imaginava. Naufragamos logo na primeira
- 1:15:38noite minha garganta queimava, o sal correndo cada gota de ar que
- 1:15:42eu tentava respirar eu tragava uma dor cruel a cada afogamento,
- 1:15:46um desespero esmagador. Eu quase apaguei, quase não sai
- 1:15:50dessa. Acordei na Costa de um cemitério
- 1:15:53de naufrágios, debaixo de uma chuva torrencial com a minha
- 1:15:56visão embaçada pela Areia e pelo sal, o som do mar se misturando
- 1:16:00aos ecos e estralos dos destroços.
- 1:16:03Fantasmacóricos um aviso das profundezas que tentamos
- 1:16:06desafiar. Cada pedaço de fuselagem é uma
- 1:16:09história de desespero nesse lugar.
- 1:16:13Essa ilha perdida guarda mistérios que podem ser mais
- 1:16:16sombrios que qualquer coisa que eu já enfrentei.
- 1:16:19Aqui é a Laura Nunes de Moura e esse é o relato do início da
- 1:16:22minha investigação dos mitos de Atlântida.
- 1:16:37E aí, sobrevivente, está preparado para o maior desafio
- 1:16:40de RPG que você já enfrentou na sua vida?
- 1:16:44Boas vindas aí a temporada aberta de mitos de Atlântica, um
- 1:16:48jogo experimental de horror e sobrevivência em sessões
- 1:16:51episódicas, onde o foco aqui é o desafio e a imersão total.
- 1:16:56Então você busca desafios intensos, né?
- 1:16:58Você acabou de encontrar o Everest do RPG e a temporada
- 1:17:02aberta chega com mudanças incríveis pra gente.
- 1:17:05Aí, regras mais simples e ao mesmo tempo mais sofisticadas te
- 1:17:09dá mais Liberdade pra ficção, sem se preocupar tanto com
- 1:17:11mecânica. Aplicação de arquétipos, né?
- 1:17:14Que seriam as cartilhas de jogo. Aí os play books e a evolução
- 1:17:17dos personagens sem uso de nível de personagem, né?
- 1:17:20A gente tava fazendo evolução por fato ficcional.
- 1:17:23Pela primeira vez a gente vai ter mits of the Atlantic da
- 1:17:26primeira campanha de how coents, inteiramente mestrado e jogada
- 1:17:29em inglês. Um Marco aí pra expandir a nossa
- 1:17:32comunidade, uma forma de jogar. E pra quem não tem tempo para as
- 1:17:35sessões de voz, né? Não se preocupa não, porque a
- 1:17:37gente tá implementando um sistema síncrono de jogo aí.
- 1:17:40De Telegram, você pode investigar os mitos.
- 1:17:43A aventura está sempre ao seu alcance.
- 1:17:45A temporada aberta de mitos de Atlântica já começou e eu quero
- 1:17:49saber se você está pronta. Se você está pronto para
- 1:17:51enfrentar o desconhecido, junte se a nós aí prove que você é
- 1:17:54capaz de sobreviver ao maior desafio, aí oferta de todos,
- 1:17:59investigue os mitos, venha para mitos de Atlântico.
- 1:18:21Muito bem, vamos ver a minha agenda.
- 1:18:28Bom, agora vamos lá. Agora a gente delimitou as
- 1:18:31esferas e as as abordagens dos jogadores, né?
- 1:18:35E aí, em algum momento você confronta, é cada uma das das
- 1:18:40esferas com. As abordagens dos jogadores, aí
- 1:18:44nascem as agendas criativas que você propôs, né?
- 1:18:47É que eu achei muito interessante, inclusive, né?
- 1:18:50Isso é um jeito de você trazer não somente 11 visão a partir do
- 1:18:53jogo, mas também uma visão, uma visão a partir do do jogador,
- 1:18:56né? Então você consegue alinhar as 2
- 1:18:59coisas aí em algum é de uma forma interessante, mas é isso,
- 1:19:04né, centrado No No jogador, aí você tem as as esferas
- 1:19:07criativas, né? Começa aí o caqueteiro.
- 1:19:10Que é uma homenagem ao caquetas podcast, né?
- 1:19:13Conta aí. É Oo caquetas.
- 1:19:17Eu tenho, eu tenho 11 histórico. Eu adoro caquetas também.
- 1:19:20Eu vi, eu vi muito o caquetas. Faz um tempo que eu não estou,
- 1:19:23que eu não estou ouvindo, porque eu não tenho tempo pra
- 1:19:25praticamente nada. Eu não sou.
- 1:19:26Com os caquetas. Ah, pô, eu quero muito ouvir.
- 1:19:29Eu estou sem ouvir o caquetas assim, ouvindo o café com danjo
- 1:19:31direito, porque eu não tenho tempo para mais nada.
- 1:19:34Cara, tadinho, cara. Mas assim, quando?
- 1:19:38Quando eu tiver mais tempo, eu pretendo voltar a cansar.
- 1:19:41Podia tirar férias? Eu vou.
- 1:19:43Cansar vai maratonar tudo? Isso.
- 1:19:47E aí o tem uma coisa que eles fazem muito no caquetas, que é
- 1:19:51falar qual é desse jogo, né? Tipo, o que que ele está, o que
- 1:19:54que ele está querendo fazer, né? E aí Oo caqueteiro, que é o
- 1:19:58jogador que está na conversa aberta.
- 1:20:00Ele quer entender. Oo que acontece quando você está
- 1:20:04jogado sentado à mesa, né? Qual é a experiência que esse
- 1:20:07jogo vai te proporcionar? Como vai ser a conversa que você
- 1:20:11vai ter? Então o jogador que está
- 1:20:13interessado na conversa e está aberto para para a proposta que
- 1:20:16o jogo, que o jogo vai dar, talvez até não goste no final
- 1:20:19das contas, mas o que ele quer ali é entender o que ele está
- 1:20:23propondo. É, elas fizeram recentemente 11
- 1:20:27autópsia do apocalipse kids, porque, enfim, eu acho muito
- 1:20:31legal é isso, elas experimentam os jogos, né?
- 1:20:33EE, isso é uma coisa interessante que você falou, né?
- 1:20:36A galera é muito índio, costuma vir muito daí, né?
- 1:20:39Dessa conversa aberta de você ter ali um aspecto de, pô, a
- 1:20:43gente vai ser maleável, porque a gente quer se expor a diferentes
- 1:20:46tipos de de experiência que passa, né, como você falou lá
- 1:20:49atrás. O diversos tipo de conversa, né?
- 1:20:52É isso, cada, cada RPG limita um pouco a tua conversa, trabalha
- 1:20:55um pouco o teu, o os caminhos que a conversa vai tomar, né?
- 1:20:59Então é legal ver essa essa agenda realmente combinou legal
- 1:21:03com o com os caquetes, aí depois tem o conversa fechada, que é o
- 1:21:08que é meio que também, né, vendo a partir da da esfera da
- 1:21:11conversa, mas agora em vez de aberto é fechado e aí é Oo
- 1:21:15tagarela. Contei aí do tagarela.
- 1:21:17O tagarela, ele quer a conversa, então ele quer jogar, mas ele
- 1:21:22tem alguma preferência e essa preferência vai imprimir no que
- 1:21:26que ele vai jogar. Às vezes é o cara que só joga
- 1:21:29com o mesmo personagem, né? Tipo, tem um maluco, tipo, eu
- 1:21:32sou um pouco esse cara, né? Tipo, quase todo jogo que eu vou
- 1:21:35jogar eu faço um maluco que, tipo, faz um pouco de tudo, mas
- 1:21:38é meio furtivo e ágil, sabe uhum, e isso seria um pouco de
- 1:21:42de conversa fechada também. É você tipo, desse não, beleza,
- 1:21:44vai experimentar aqui. Mas é um pouco os meus termos
- 1:21:47assim, tipo, é legal, mas eu posso ser um mídia do seu jogo e
- 1:21:51se não for, talvez eu não for uma.
- 1:21:52Acho tão legal, sabe? EE às vezes é só, às vezes é vai
- 1:21:56se manifestar de outras formas, tipo, o cara que só gosta de
- 1:21:59fantasia medieval, ele não vai jogar jogos que não não entram
- 1:22:02nessa proposta dele, ou se jogar, ele vai encarar sob a
- 1:22:06perspectiva que ele traz de fantasia medieval, né?
- 1:22:09Então tipo é, é, é o cara que é tá jogando, sei lá.
- 1:22:15Vampiro e falar, não, não, mas o cara não era para a área, ele
- 1:22:17não tem que se meter, não. Tem gente que tá discutindo, não
- 1:22:20tem para a área, é um vampiro e esse tipo de coisa assim.
- 1:22:24Então é Oo tipo de jogador que eu acho que é interessante.
- 1:22:29OOO, tagarela, porque ele presta muita atenção no nos outros
- 1:22:32jogadores, no que eles estão fazendo.
- 1:22:35Tipo, a gente vai deixar os caras?
- 1:22:37É, é é fazerem o que que eles estão tipo, vai deixar as
- 1:22:41pessoas fazerem AA parada delas. Desde que no momento que tenha,
- 1:22:45deixa para abordar a conversa do jeito dele, ele possa chegar e
- 1:22:50brilhar. Agora ele entra, né?
- 1:22:51Agora ele vem. Agora é um momento, sabe?
- 1:22:54Então tem. Tem muito isso para ela.
- 1:22:56Uhum boa, aí depois tem Oo conversista, que é o conversa
- 1:23:00pura. É Oo conversista é, é o pra mim,
- 1:23:04eu tenho. Eu tenho uma jogadora muito
- 1:23:06conversista, né? É a é a beaturba.
- 1:23:08Ela jogou com a gente hoje. Jogou, jogou, jogou a de cair
- 1:23:11fol No No canal do Pedro também. EAAA, Bia é muito comercista
- 1:23:15porque ela quer muito jogar, ela quer muito sentar na miss Bali
- 1:23:20é, mas todo o resto tipo e ela pensando no personagem, ela
- 1:23:23pensa como o personagem vai ser no jogo e tal, mas todo o Regis,
- 1:23:27tipo OOO, cenário em volta, as regras do personagem e tal, tudo
- 1:23:33isso fica muito em segundo plano, você tem que lembrar,
- 1:23:36não, não, não, não, b ó o Deus tal, não, não pensa assim, Ah,
- 1:23:40pô, é, não sabia, não lembrava, não me importa.
- 1:23:44É estar ali e fazer a voz do personagem fazer essa grade.
- 1:23:47Geralmente é muito legal o concursista, porque ele tipo, se
- 1:23:51empolga, né? Geralmente um cara assim e se
- 1:23:53deixa levar pelo pelo jogo. É, eu acho que em mestra, em em
- 1:23:57evento particularmente, deve gostar de forma geral de todos
- 1:24:00os puros, né? Porque tem muita gente que
- 1:24:03aparece lá caindo de paraquedas. É muito gostoso mostrar para
- 1:24:06quem quem cai de paraquedas. Eu acho que dialoga muito com
- 1:24:08esses. Com essas, com com essas é
- 1:24:12agendas do puro, né? Aí depois tem um oleiro que é
- 1:24:15homenagem ao nosso. Ao eufantes aqui do café com
- 1:24:17dângel, inclusive, fiquei muito feliz.
- 1:24:18Obrigado pela homenagem aí ler pela lembrança.
- 1:24:22Mas conta aí o oleiro, como é que é o oleiro?
- 1:24:24É o oleiro. Ele pensa no desafio, né?
- 1:24:27Ele pega essa coisa bem do da OSR, de ser desafiado, ser o
- 1:24:32jogador. Desafiado, né?
- 1:24:34De como superar os perigos que tem naquele mundo que você vai
- 1:24:37fazer. Pra pra resolver?
- 1:24:39Ali você tem que estar preparado.
- 1:24:41Você vai carregar sua Vara de 3 m, então você poderia ativar
- 1:24:44armadilha. Escolheu bem equipamento?
- 1:24:47É, mas é, é sempre do ponto de vista aberto, né?
- 1:24:49É tipo, você pode pegar essa abordagem e aplicar em outros
- 1:24:53jogos, né? Você pode.
- 1:24:54É como tipo, é, houve uma resistência muito grande nisso,
- 1:24:57até tipo em outros no âmbito indie, né, de dizer que você
- 1:25:00podia ter abordagem é OSR, de coisas que não fossem, que não
- 1:25:05fossem assim, não fosse uma presidente Jeová.
- 1:25:07Mas como é que você vai fazer uma coisa com essa
- 1:25:09particularidade, com esse sentimento para sair fire?
- 1:25:12Aí foram e fizeram, foram e fizeram.
- 1:25:16E aí, tipo, fica bem claro que tipo, tendo um conhecimento do
- 1:25:20que você pretende fazer e dos princípios por trás, você
- 1:25:23consegue aplicar em qualquer coisa.
- 1:25:24Eu acho que é essa a ideia pro pro desafio aberto, assim, tipo
- 1:25:27você querer essa coisa, tipo de de ser desafiado, encontrar
- 1:25:31soluções. EE, conseguir vitórias, né?
- 1:25:34Só que tipo, estando aberto, como o jogo vai te propor
- 1:25:37conseguir isso, uhum? Total boa.
- 1:25:41E aí veio Oo mais, Oo mais o famigerado da lista, né?
- 1:25:46Cara que a galera adora bater nesse cara que é o desafio
- 1:25:50fechado que é o bombeiro, conta ele o.
- 1:25:53Bombeiro, né? O bombeiro é o cara que é Oo
- 1:25:56bombeiro é mais específico, né? Ele já decidiu qual é o desafio
- 1:25:59dele. O desafio dele é o próprio
- 1:26:00sistema, é. O desafio dele é um monstro que
- 1:26:05tá impresso. No livro, ele fala como eu
- 1:26:07derroto esse monstro em uma rodada?
- 1:26:09Como eu concilio a maior iniciativa e tal.
- 1:26:12Então ele vai engajar com o jogo, geralmente de uma forma
- 1:26:15muito mecânica, né? Hiperfocado.
- 1:26:18É ele vai dar o jeito dele, dá o jeito dele aí pra chegar, pra
- 1:26:24chegar nesse nesse.eu vejo um pessoal novo que é muito com
- 1:26:28beiro nossa. Cara, é muito.
- 1:26:31Sabe de quem é culpa? Isso aí.
- 1:26:32A culpa é do pedroca, cara. Pois é, né?
- 1:26:36O pedroca, pô. Ainda mais com esse lance de de
- 1:26:38ordem, caralho. A galera de ordem que vem do
- 1:26:40ordem, eu adoro. Adoro um combo, cara.
- 1:26:42A galera se se amar no combo, acho que eu acho que a galera tá
- 1:26:46absorvendo o combo. Tem uma matéria de tipo, tem tem
- 1:26:50uma coluna de ordem no dragão, né?
- 1:26:52E aí teve um, eu fiz uma matéria na psicolona só uma vez, alguém
- 1:26:57não podia escrever. Eu falei, Ah, não, eu tenho
- 1:26:59ideia pra ordem. Aí eu fiz.
- 1:27:01E é um negócio muito fora, nunca, isso nunca vai ser
- 1:27:04oficial, sabe nunca que é. É uma ideia, tipo, tem os
- 1:27:08poderes se Aliança Sobrenatural lá.
- 1:27:10E eu falei não, mas se você se ancorar na realidade, você se
- 1:27:13enclausurar na realidade, você tem os poderes da realidade, e
- 1:27:17esses poderes são muito roubados por é, é.
- 1:27:20Eu peguei a ideia, tipo, essa ideia eu queria fazer, botar na
- 1:27:22matéria de John lixo, fazer uma adaptação de John.
- 1:27:25Pra eu colocar o John Wick como ordem em ordem, para dizer, o
- 1:27:27elemento do John Wick não é sangue, nada do elemento dele é
- 1:27:29o crime, sabe? É natural do crime.
- 1:27:33Só que aí isso não, não coube e fica muito grande.
- 1:27:36E aí eu coloquei nessa, nessa parada EE, são são os poderes,
- 1:27:40são surdos, cara, é muito, muito forte.
- 1:27:43E aí até hoje as pessoas comentam dessa.
- 1:27:45Caralho. Os caras tem tem uns post que
- 1:27:48marcaram na época e divulgaram. Volta e meia eu vejo os caras
- 1:27:51fazendo pergunta, Ah, mas e se fulano que tem isso pegar aquele
- 1:27:55outro negócio e tal? Não sei o que é um negócio.
- 1:27:57Que tipo, não, não, não vai ser canônico nunca, né?
- 1:28:01Tipo? Fazer o proibidão da parada.
- 1:28:04É, está fora dos, mas o pessoal tipo muito nossa, nossa, que
- 1:28:07maneiro e tal. Não sei o que eu lembro que o
- 1:28:09teve jogo falou, mas eu posso ter.
- 1:28:11Se eu gasto 4 pão de esforço, eu posso ter a mesma resistência de
- 1:28:14um anjo do não sei o quê. Caraca, muito maneiro.
- 1:28:16Eu fiquei tipo, cara. É, mas, cara, eu assim, cá entre
- 1:28:20nós, eu acho, eu acho importante esse rolê também, porque, pô, AO
- 1:28:24combino, apanhou muito durante muito tempo, né, cara?
- 1:28:26É muito aquele papo de cara, não, não tem rolly play, se você
- 1:28:30está com bando, não tem jogo, sabe?
- 1:28:33E. E a galera tá desembaraçada em
- 1:28:35fazer isso hoje em dia, aparentemente assim, eu acho
- 1:28:37muito positivo, né? É perceber que o jogo não
- 1:28:40depende. Tipo, você tá interpretando, se
- 1:28:43você tá ali combatendo ou se você tá fazendo outras coisas,
- 1:28:45você tá interpretando também, né?
- 1:28:47Né? E tem alguns casos que tipo é
- 1:28:49AAO, principalmente lá da da da Vibe dos anos 80, aquela
- 1:28:52transição muito assim, Ah, somos todos de Dragon Lens, sabe que
- 1:28:57fica um pouco? Ah, não, meu personagem, ele é
- 1:29:00muito único e ele vai vai entrar em todas as.
- 1:29:04Vamos ter a menina de dragonência, armadura, uma
- 1:29:06armadura improvisada, uma frigideira com arma, meu
- 1:29:08personagem cozinheiro, ele tem uma arma sempre vou usar como
- 1:29:11arma uma Parra de faca de cozinha, que só tem um de 4 de
- 1:29:14dano e esse é o meu roll play. Falei, meu amigo, você está
- 1:29:17lutando pela sua vida, porque você vai usar uma arma ruim só
- 1:29:23porque ele é maneira isso, sabe? Tipo, se você parar pra pensar,
- 1:29:26isso não é de boa interpretação, sabe?
- 1:29:29Ah não, olha só, se eu não usar uma arma decente que eu vou
- 1:29:32morrer, então. Uma coisa mais apropriada?
- 1:29:36É aquela camisa que eu que eu fiz durante um tempo aqui no
- 1:29:38café, que é o herói morto no ganh é XP, né?
- 1:29:43Você já morreu. Todas as falas, você pensou todo
- 1:29:47o histórico que você vai, você vai, morou com o seu personagem.
- 1:29:49Como você vai, tipo, sabe, aproveitar que nem jogo?
- 1:29:52Você vai aprender a porrada e cair.
- 1:29:53É, é exatamente maneiro. Aí depois a gente tem o
- 1:29:57desafiante aí, o desafio puro. Né, que é Oo jogador novato aí,
- 1:30:02Oo que está vindo com a mente fresca e curte um desafio, né?
- 1:30:06O desafiante? É Oo desafiante para mim, ele
- 1:30:10ele tem muita cara de alguém que joga board e um dia vai jogar
- 1:30:14RPD. Caraca, o que?
- 1:30:18Que o que que eu tenho que fazer aqui?
- 1:30:20O que que a gente tem que fazer? Qual objetivo, né?
- 1:30:22A falar não? A gente tem que chegar no final
- 1:30:23do João, beleza? E aí eu, eu já eu já vi isso na
- 1:30:26história em evento, né? O cara que tipo isso que falava
- 1:30:29no final da dangera é um exemplo que eu lembro de um day day que
- 1:30:31era um cara que você jogava board e quando a gente tava
- 1:30:34tentando matar um monstro pra seguir em frente, ele falava,
- 1:30:36poxa, esquece um monstro pra chegar e falar da dange ele
- 1:30:37saiu, onda, não é bem isso que a gente quer dizer acabar com a
- 1:30:47gente chega lá e ele, Ah, pô, quem tem que então tem nessa
- 1:30:51Vibe, né? Então Oo desafio ante ele, tá
- 1:30:53encarando o. O jogo como 11, série de
- 1:30:57desafios que vão acontecer e ele não está tão interessado assim
- 1:31:01na que aquilo vai gerar em termos de narrativa ou no que
- 1:31:04vai proporcionar para o personagem dele no futuro.
- 1:31:06Ele só quer, sabe? Ele quer vencer o monstro,
- 1:31:08porque é legal vencer o monstro. Ele quer pegar o porque OOA
- 1:31:12recompensa de de vencer o monstro é pegar o Tesouro.
- 1:31:15E é uma coisa bem simples. É libertador jogar com com o
- 1:31:18jogador, com essa live, com o desafio.
- 1:31:20É verdade porque. Bem simples, bem legal, bem
- 1:31:22divertido. Né?
- 1:31:23E é engraçado que esse cara, ele está disposto AA interagir com o
- 1:31:27jogo numa esfera até mais abstrata às vezes do que o
- 1:31:30jogador RPG, que às vezes é é tipo, fica muito naquela de não.
- 1:31:34Isso aqui tem que ter 11, ele tem que estar coladinho com a
- 1:31:38ficção, senão eu já fico perturbada.
- 1:31:40As ideias aqui não. Esse cara aceita que o jogo, às
- 1:31:42vezes ele passa por caminhos mais abstratos ali que
- 1:31:45representam. A ficção, né?
- 1:31:47E esse cara, eu, eu, eu vejo ele facilmente entrando nessa e
- 1:31:51falando, Ah, entendi, é, o jogo se estabelece aqui, eu preciso
- 1:31:54fazer isso e isso que eu vou fazer, e beleza, né?
- 1:31:57Então é, é realmente é um frescor, né, cara?
- 1:32:03Aí tem um fanfiqueiro, né, o alfabula aberta, esse cara é o é
- 1:32:07o anti, é o anti combeiro, cara. De certa forma, sim, né?
- 1:32:13Oo fanfiqueiro, ele está interessado na história, né?
- 1:32:18Então ele quer ver o que vai, o que vai acontecer.
- 1:32:21Isso e de certa forma é o muitos jogos menem fanfiqueiro como
- 1:32:26jogador de repetir o essencial, né?
- 1:32:28É o cara que quer saber o que acontece.
- 1:32:29Então 11 jogo índio, principalmente, quase toda AAA,
- 1:32:34porque fala o bodypoker, ele precisa nessa, diz que é nessa
- 1:32:36Vibe. Eu eu acho que é a coisa mais
- 1:32:38espinhosa que isso. É mais de ter.
- 1:32:40É assim, é o discurso é esse. O discurso é esse, e aí, Oo
- 1:32:44falfiqueiro é isso, né? Ele quer, ele quer chegar no
- 1:32:47ele, ele não é que ele não queira vencer o vilão, ele quer
- 1:32:49vencer o vilão, mas ele não quer se importar como é o combate,
- 1:32:52quais poderes usou, quem venceu ele se importa como, tipo, como
- 1:32:56vai ser essa Vitória, o que você pode falar de vão sentir, qual o
- 1:32:59que vai, o que a gente vai lembrar depois dessa mesa,
- 1:33:01depois dessa Vitória do vilão, né?
- 1:33:05E aí muitas vezes, tipo. O nome mesmo, fanfiqueiro, mesmo
- 1:33:08que o cara às vezes escreve fanfiqueiro tem muito jogador.
- 1:33:10Tipo eu não, pô. Escrevi aqui 11 cena sobre
- 1:33:14aquele momento e tal. Expandindo, eu acho.
- 1:33:17Eu acho muito bacana. É e tenho, cara.
- 1:33:19Eu, eu não, eu não conhecia, né? Mas gravando o café na primeira
- 1:33:23temporada ainda, eu eu entrei em contato com essa galera que faz
- 1:33:26OOO, cenar, né? Ah, eu vou cenar com não sei
- 1:33:29quem aí. Eles fazem ali 11 interaçãozinha
- 1:33:33que seja com o WhatsApp não sei o quê.
- 1:33:35Está conversando uma cena paralela ao jogo, né?
- 1:33:37Não é exatamente o jogo, mas eles fazem aquilo ali e aquilo é
- 1:33:40vira 11111 lore do jogo, né? Vira cano, e aí tem tipo guilds
- 1:33:45e guilds eu tive, eu entrevistei a Maia do do entre mundos e
- 1:33:50cara, é isso, tipo, eles têm 24 horas por dia no servidor de
- 1:33:54esporte, gente cenando e fazendo jogo e fazendo assim, velho, é
- 1:33:59infinito, né? Quem, quem, quem curte isso,
- 1:34:01joga infinito, se quiser. Não é louco.
- 1:34:04Tipo, eu quando eu, quando eu era moleque, eu ainda deve ter.
- 1:34:07Quando eu era moleque, tinha tinha muito.
- 1:34:09Era especificamente de Dragon Ball, mas acho que um RPG de
- 1:34:11fora de Dragon Ball, que era isso na real, tipo, era, era
- 1:34:16escrito, então era era na real, com um exercício de escrita
- 1:34:20colaborativa. Mas estava tipo, chamando de
- 1:34:22energia. Alguns tinham regra, outros não
- 1:34:24tinham. Né, em que você estabelecesse o
- 1:34:27personagem ali, usando o que aproveitando o que é as piadas
- 1:34:30do mundo, né? Porque você pega o Dragon Ball,
- 1:34:31que é uma coisa que, tipo, era popular muito ainda é, né?
- 1:34:34Muito popular. Então, tipo, você tinha muita
- 1:34:36gente, já sabia os diferenciais ali.
- 1:34:38Você não precisava explicar pra ninguém que era um saiadinho,
- 1:34:41então você você tinha isso como base e ficava lá fazendo, pô,
- 1:34:45eu, eu joguei um Monte de ficar fazendo.
- 1:34:48Muito em Dragon Ball. A gente fazia, pô, tinha todo,
- 1:34:53tinha todo um rolê e cria uma fação e tal.
- 1:34:55Eu lembro que teve uma época que juntou muito brasileiro e os
- 1:34:58meninos ficaram chateados com os brasileiros, ficam interagindo
- 1:35:00entre eles e, tipo, porque acho que era idade.
- 1:35:04Como a gente era mais novo, entre 12 e 15 anos, os
- 1:35:08brasileiros estavam lá na época, o pessoal era um pouco mais
- 1:35:10velho, tipo uns 2022, sabe? E aí a gente interagia muito
- 1:35:14entre a gente e os caras ficavam puto, pô, nosso negócio.
- 1:35:18Eu nem sabia que o nosso negócio ficava inventando a moda de
- 1:35:20vocês. Então estava, mas eu acho que
- 1:35:23essa essa é a pegada do porqueira.
- 1:35:25Maneiro. E o guaxista, cara.
- 1:35:27E é em homenagem ao ao guacha, né?
- 1:35:29Oo também do podcast do né um muitos paralelos do guaxinim.
- 1:35:35Cara, o guaxista, eu acho que OOO guaxista achou um pouco mais
- 1:35:38assim. Quando eu vi, quando eu quando
- 1:35:40eu preparei o que que era? Eu falei, cara, não, isso aqui é
- 1:35:42do guache. Na hora eu pensei, fábula
- 1:35:44fechada. OOO lance do do baixista é que
- 1:35:50ele ele sabe muito bem qual é AA história que ele quer, né?
- 1:35:57Então isso é quer dizer que tipo, ele vai entrar do jeito
- 1:36:03que for Na Na história, vai se deixar levar pelo jeito como a
- 1:36:06história é, deve funcionar quando ela ela entrar, ela for
- 1:36:09bem determinada nesse nesse sentido.
- 1:36:12EE, é o cara que vai vai meter aquela do tipo Ah, não, pô.
- 1:36:16Isso é que o meu personagem faria nesse momento e tal, pra
- 1:36:18pra ficar adequado, ficar bem, bem bem dentro disso, né?
- 1:36:23EE, pra eu eu pensei no guacha na hora, porque No No podcast
- 1:36:27dele, ele durante muito tempo falou tipo, não, não, não.
- 1:36:30O as histórias são todas isoladas, não tem universo.
- 1:36:35Tem. Universo, nada a ver um com o
- 1:36:37outro e tipo, não é não é bem o mundo, porque elas de fato são.
- 1:36:40Que são isoladas, mas elas têm um fio em comum e é esse tipo
- 1:36:45esse sei lá Oo gênero de histórias do guacha que o
- 1:36:49público decidiu que tinha que existir.
- 1:36:51E falaram esse estilo até o cara de mentir.
- 1:36:53Não existe o guacha aberto, porque as existe.
- 1:36:57E aí eu olho e falo, é, tá bom, o que eu vou fazer?
- 1:37:03É é OOO, eu acho que OOO, esse podcast do guache, eu acho.
- 1:37:09A referência é muito boa aqui no café, já entrevistei, ele
- 1:37:12recomendou todo mundo, porque realmente, cara, tipo, são
- 1:37:15episódios, né, que você ouve do ele.
- 1:37:17Ele tem início meu e fim, não fica 25 episódios da mesma coisa
- 1:37:21e é muito bem trabalhadinho. Você vê que ele tem esse modelo,
- 1:37:24né, na mão. Assim, a história é
- 1:37:26surpreendente, mas ela acontece com essa assinatura dele, né?
- 1:37:29O tempo todo é muito legal, muito legal.
- 1:37:32Na e a com a competência que o guacha tem nesse negócio.
- 1:37:34É incrível, é? Incrível, né?
- 1:37:35Cara? É incrível, né?
- 1:37:37E ele chegou a comunidade dele para participar.
- 1:37:39A galera vai empolgar e o cara é muito doido, cara, muito doido.
- 1:37:42Manda bem mais. É aí o fabulista fabula pura.
- 1:37:45É Oo fabulista. Ele quer descobrir uma história,
- 1:37:51ele vai sentar lá, ele quer ver o que vai, o que vai acontecer.
- 1:37:56Mas é de um jeito, é enquanto outros estão assim, não.
- 1:37:59O que que o sistema estão propondo?
- 1:38:00E o outro fala, não, o que que eu posso propor ao sistema?
- 1:38:03O faulista tá só tipo o que que vai rolar, né?
- 1:38:06Ele não tá se importando muito de onde vem 11 coisa ou outra.
- 1:38:12Eu acho que até por isso Oo faulista que vai enxergar o como
- 1:38:15é que menos dura, porque bem, bem, tá saindo as puras, né?
- 1:38:18Porque o cara chega assim, Ah, vamos ver depois de um tempo, ou
- 1:38:21ele vai para o lado de eu topo tudo que é o moderno, ou ele vai
- 1:38:26desenvolver um gosto pessoal que é o fechado.
- 1:38:28É e tem. E tem uma coisa curiosa, porque
- 1:38:30ele vem pela história, ele vem Na Na.
- 1:38:32História pela história, né? Mas ele percebe que o jogo ele
- 1:38:35pauta alguma coisa, né? Também isso.
- 1:38:38Isso quando ele cria essa percepção, ele, ele, ele.
- 1:38:41Ele tem que tomar uma. Posição, né?
- 1:38:43Ele ele tem que ele tem que se posicionar, agora ele tem que se
- 1:38:46posicionar maneiro. Aí o viajante, mundo aberto,
- 1:38:51viajante, esse eu gosto é o viajante.
- 1:38:54Ele quer descobrir como é que é o mundo da.
- 1:38:56Campanha, né? Qualquer que seja esse esse
- 1:38:59mundo pode ser o pode ser sair fi pode ser, pode ser, pode ser,
- 1:39:05pode ser, sabe, tá falando de. Tormenta tá falando de?
- 1:39:07Prova, tem ver você falando de mundo das trevas.
- 1:39:09Ele quer entender qual é, é desse mundo, quer explorar os
- 1:39:13espaços dele, as coisas, tipo assim, é o cara que é tipo
- 1:39:16geralmente ainda mais é RP já sair faz.
- 1:39:18Geralmente tem uma raça, uma classe que é de frente ou tona,
- 1:39:20né? Uhum, esse é o mundo, esse cara
- 1:39:23vai jogar provavelmente com essa classe.
- 1:39:25E anão falou, eu quero saber o que que a gente fez de legal?
- 1:39:28Aqui, né? E aí ele vai vai ser mulher,
- 1:39:30fazer 11 negócio, aí depois o. Postista o mundo fechado é o
- 1:39:38postista em homenagem ao Quest cast.
- 1:39:41Que é um podcast que eles fizeram.
- 1:39:44Eles estão em hiato agora, né? Mas eles faziam muito esses
- 1:39:47essas mesas em cenários específicos, né?
- 1:39:49É, é game play também, né? Live game play é.
- 1:39:54EE eles fazem e é é editado, né? É daqueles.
- 1:39:57É bem, é bem editado, bem sonorizado e tal.
- 1:40:00É bem inclusive muito bom, né? Muito bem sinalizado, né?
- 1:40:04Então, tipo, é bem bacana você pegar pra pra ouvir assim, tipo,
- 1:40:07é. Os esses podcasts mais tipo de
- 1:40:10Jack show, play assim, eu eu costumo ter dificuldade de pegar
- 1:40:14pra fazer que eu tô fazendo alguma outra coisa assim, tipo
- 1:40:16pegar pra ir, tipo, eu tentei ouvir o.
- 1:40:20O nedcast RPG enquanto estava malhando, até porque eu fiz os
- 1:40:23contos pro pro livro do livro de contos agora, né?
- 1:40:27Aí eu tipo, tinha que o vitro de novo e tal.
- 1:40:30Enquanto estava malhando não rolava porque tipo, eu me
- 1:40:33perdia, era só, era só as vozes, eu me perdia naquilo ali e aí
- 1:40:37não, não, não absorvia, mas o como Oo cashcast que ele tem.
- 1:40:41O tensualizar era bem demarcado assim, as falas muito longas,
- 1:40:44porque tipo, esse cuidado você tem cuidado na edição também.
- 1:40:47Psicolofave tá ficando muito longo.
- 1:40:48Eles põe algum efeito sonoro pra tipo te manter.
- 1:40:51Aí, pô, ficou perfeito, eu consigo.
- 1:40:53EEE. Tem uma parada que a galera do
- 1:40:55do bascast que vai ser tudo é. Muito maneira, cara.
- 1:40:58Você falou, essa galera é maneira velho, não gosta de
- 1:41:01jogar com eles. Eles são muito gente boa, eles
- 1:41:03são muito maneiro, EAE. O qual é, qual é a do peixista?
- 1:41:08Né? Da abordagem do do peixista, ele
- 1:41:11geralmente é tem um quer jogar em algum específico, né?
- 1:41:16Ele não quer jogar fantasia medieval, ele quer jogar em a,
- 1:41:19ele quer jogar em pedras, né? E aí você é é um é um tipo de
- 1:41:25jogador, de de de mostrar, porque você pensa bom, o quanto
- 1:41:30você conhece sobre isso e o quanto eu não vou prejudicar
- 1:41:32essa experiência com o que eu tô trazendo, né?
- 1:41:35Então você tem que sabe ter um jogo de cintura com Oo jogador
- 1:41:41castista aí Pra Ele não sair, não sair frustrado.
- 1:41:47Ele, ele é detalhista, né? Mas é bom que ele traz.
- 1:41:49Detalhes também, né? Isso é uma.
- 1:41:51Isso é você consegue esse esse tipo de jogadores. 2 é o
- 1:41:54pombeiro o. Crexista, se você conseguir
- 1:41:56trazer isso pro seu lado quando você tá mestrando, aí foi muita
- 1:41:59vantagem, porque ele te ajuda com o ré quando você esquece
- 1:42:03ele, pô, eu, eu jogo com o Victor Luck, né?
- 1:42:05O Victor Luck é muito crexista, então é, às vezes tem uma coisa
- 1:42:10que eu quero fazer, uma eu acho que vai ficar pesado para fizer
- 1:42:13o exposition para os jogadores. Aí eu falo, pronto, o que que
- 1:42:17você é um personagem, sabe sobre tal coisa?
- 1:42:19Ele, então eu acho que já ajuda muito você saber.
- 1:42:26E é bom, quando você consegue identificar, tem grande vantagem
- 1:42:28nas ruas criativas. É isso.
- 1:42:29Quando você consegue identificar mais ou menos o que cada jogador
- 1:42:32quer, você consegue não só tipo, é ajudar o cara a se divertir,
- 1:42:37como ajudar ele a divertir todo mundo, porque tipo, você está
- 1:42:41tentando as forças e dos outros e aproveitando, né?
- 1:42:44Muito bom aí, por fim, a gente tem um mundista que é o mundo
- 1:42:47puro, é o mundista. Ele está bem naquela coisa que a
- 1:42:49gente falava, da ilusão, né? Ele quer.
- 1:42:51Sentir aquele mundo como real e tal.
- 1:42:53A gente tem que manter essa ilusão, ele ele gosta disso, né?
- 1:42:57Então eu acho que Oo pior, a única coisa que você não pode
- 1:42:59falar para o mundista eu não sei, você nunca pode responder.
- 1:43:03Quer dizer que não sabe? Acabou AA ilusão dele.
- 1:43:05Você acha que esse cara ele ele vai se importar se alguém fizer?
- 1:43:09Aquele aquele clássico do. Dos RPGs mais modernos, mais
- 1:43:13modernos, índios assim, né? Que é o me conte.
- 1:43:15Você. Você acha que esse cara curte ou
- 1:43:17não curte? Eu acho que curte.
- 1:43:19Eu acho que eu já vi muita gente empolgar muito nessa hora, nessa
- 1:43:21hora. Né, aí você fala assim, AI, qual
- 1:43:24é o nome da? Tabela eu não sei qual é aí o
- 1:43:26cara. Regalou, cara, posso dar o nome
- 1:43:29na tabela? É uma Vibe.
- 1:43:32É uma Vibe legal, legal, mas isso é tipo você, mas você tem
- 1:43:36que sempre manter a bola, a bola no ar, né, manter a empolgação
- 1:43:39dele, a gente sempre você pode, você não precisa de uma resposta
- 1:43:42muito boa também tem que dar alguma resposta, né?
- 1:43:45O cara pergunta, Ah, nossa, é, os mojos são vulneráveis ao
- 1:43:48fogo. Você pode dizer, Ah, seu
- 1:43:51personagem ainda não aprendeu isso, ou então ninguém sabe se
- 1:43:55eles são, mas você, você, pô, eu não sei se eles são, deixa eu
- 1:43:59olhar. Deixa eu olhar aqui no livro,
- 1:44:01talvez segure, talvez segura uma autoridade, mas talvez o cara
- 1:44:07ele perca o interesse nessa hora.
- 1:44:09É total, maneiro, cara maneiro, bom.
- 1:44:13Aí esses foram esses foram os as 12 agendas criativas, né?
- 1:44:18E cara Oo barato do do signo. Isso aí é é, é viagem.
- 1:44:23Conta aí como é que foi sido pecada agenda dessa tem um signo
- 1:44:26associado. É isso do signo, eu tava
- 1:44:29pensando assim, tipo você? Vai pensando isso a matéria, né?
- 1:44:33É um blocão de tempo, o dobro. O que eu estou fazendo, dicas de
- 1:44:36mestre, né? Aí a pessoa, pô, vai ficar muito
- 1:44:38monótono. Você só só tem futuro isso aqui,
- 1:44:42e eu não vou, tipo, sabe? Forçar o pessoal da programação
- 1:44:47a arrumar distração pra isso tudo o que, o que que eu posso
- 1:44:50colocar de algum, algum símbolo que que vai dar alguma alguma
- 1:44:55graça aqui? Eu me liguei, pô, são 1212
- 1:45:00agendas criativas. São 12 signos do zodíaco.
- 1:45:02Pelo menos é pra botar o 11 sinalzinho ali.
- 1:45:06Vai dar uma graça, né? Aí eu falei assim, pô, mas não
- 1:45:08tem absolutamente nada, nenhum das agendas criativas com os os
- 1:45:13signos. Aí eu pensei, bom, Oo crumada
- 1:45:16fez isso e rolou seu dia. Eu digo que você tem Oo
- 1:45:21personagem mais mais calmo, centrado, é o cavaleiro de
- 1:45:25áreas, que é o signo voltado com possibilidade explosão e tal.
- 1:45:30Eu falei, Ah, vou botar assim, vou fazer um, vou fazer um
- 1:45:33negócio doido. Cada signo é uma agenda criativa
- 1:45:38mesmo, e isso não está de acordo com a astrologia que que
- 1:45:41processa o crumada, né? De eu achei muito bom, cara, eu
- 1:45:45achei. Eu fiquei viajando, porque
- 1:45:47depois eu olhei e falei, caraca. O Lira.
- 1:45:49Eu até perguntei pra você, pô, qual é esse símbolo aqui, qual
- 1:45:52é, qual é, qual é esse signo aqui, cara, eu vou ver qual é.
- 1:45:54Achei maneiro, cara, achei legal.
- 1:45:56É esse tipo de de de correlação, né, aquela coisa que mais mais
- 1:46:01dá uma faisquinha pra gente ficar viajando em cima do que do
- 1:46:05do do, que nesse caso explica pra caralho, né?
- 1:46:08Ele é muito mais uma faísca pra gente viajar em cima, né?
- 1:46:11É? E depois você vê, depois tem
- 1:46:13coisas que você vai pensar, pô. Faz sentido?
- 1:46:17Tem relação aí? É, é.
- 1:46:19A gente sempre vai criar, cara. É isso.
- 1:46:21É bom porque a gente cria e ajuda.
- 1:46:22A consolidar. Eu acho muito bom, maneiro e
- 1:46:26cara, agora você? Você quando?
- 1:46:29Escreveu isso. Você tava pensando como game
- 1:46:33designer, como mestre ou como ou como alguém que vai vender um
- 1:46:39produto ou onde que cabe exatamente o uso?
- 1:46:44Dessa agenda pra galera, pra galera entrar agora, pro mundo
- 1:46:47palpável da coisa. É tipo pra gente falar a
- 1:46:50respeito de como você é, de como é o teu, como é que você se
- 1:46:54relaciona com o teu jogo, como é que é a esfera prática disso é.
- 1:46:58Eu pensei mais com uma ferramenta pra mestre mesmo,
- 1:47:01tipo as agendas. Criativas ensine só que tipo.
- 1:47:04Para fazer as agendas criativas, eu tive que montar a base das
- 1:47:07esferas. Eu acho que as esferas funcionam
- 1:47:10bem pra você pensar em design. Então, tipo.
- 1:47:12Pensar se o seu jogo está bom, está tudo em que aspecto ele
- 1:47:15fica? Eu acho que não, não pra guiar,
- 1:47:18mas como um bom checklist assim, depois você faz e fala, bom,
- 1:47:21isso aqui tudo está funcionando. Eu estou deixando de de cobrir
- 1:47:24alguma coisa que é importante pra RPG sem sem olhar essas
- 1:47:27coisas. E mas pro eu acho que as agendas
- 1:47:31mesmo, o grande, a grande intimidade delas é pro mestre,
- 1:47:35né? Você pensar é identificar a os
- 1:47:39desejos e forças dos seus jogadores.
- 1:47:41EE tem várias dicas ao longo do artigo, né, de como você pode
- 1:47:45lidar com isso, tipo, se o se o jogador, o que você não fazer,
- 1:47:50esse jogador é desse jeito, o que você pode fazer de outro for
- 1:47:52desse jeito, que são coisas que tipo você vai ser cada menos
- 1:47:56você mesa, né? Apesar de serem classificações,
- 1:47:59mas cada jogador vai ser um jogador, então nem sempre o
- 1:48:02conselho vai valer. Você pode ter um jogador que é
- 1:48:04muito congressista, mas não aquele conselho específico, não,
- 1:48:07não, não ornou para ele. Mas é um ponto de partida, né?
- 1:48:12E eu acho que a utilidade dessas dessas coisas todas, acho que
- 1:48:17tipo, é por isso que eu tenho agenda criativa No No guia
- 1:48:20doméstico da ID até hoje é, é isso, é você dar, não deixar o
- 1:48:26cara perdido, né? Não deixar O Mestre perdido é
- 1:48:28dar Pra Ele um ponto e a partir daí ele vai poder desenvolver da
- 1:48:32chate dele. Boa.
- 1:48:35Maneiro, cara, muito bom o trabalho, acho que, pô.
- 1:48:38É, ficou muito interessante, ficou bom de ler e ficou muito.
- 1:48:42É isso, né? Você vai passando o tipo, você
- 1:48:44vai lembrando de pessoas que você conheceu, pessoas que você
- 1:48:46conhece, gente caso, causos que você viveu, né?
- 1:48:49Muito legal, maneiro. E bom, é agora, voltando agora
- 1:48:56por uma questão de. De jogo assim, né?
- 1:48:58Você encontra o game designer só pra gente fechar?
- 1:49:01Papo, essa coisa, eu também. Tem gente que tinha identificado
- 1:49:04bastante isso, né? Os elementos basilares ali do do
- 1:49:07RPG e tal, dialogando muito com esse aspecto do jogo em si, é,
- 1:49:11você vê, é isso, tipo, isso é elementos que todo jogo vai ter,
- 1:49:16né? O conversa, desafio, fábula e
- 1:49:18mundo. Mas você vê como game designer,
- 1:49:21quando você tá na prancheta, você você consegue medir legal
- 1:49:25esse tipo de coisa. Eu vou puxar aqui mais pro
- 1:49:27mundo, mais pra fábula. Você você consegue dosar, legal
- 1:49:31isso. EE, por algum motivo, você acha
- 1:49:34que vale a pena focar em um ou como é que você mede esses
- 1:49:37sabores? Esses é, essas esferas?
- 1:49:40Quando você tá na prancheta? É, eu acho que é vai mesmo que
- 1:49:45você não tenha o. Objetivo de fazer isso?
- 1:49:47Você pensar assim, Ah, eu eu vou puxar mais para esse lado e tal.
- 1:49:52Em algum momento depois, alguém avaliando vai dizer em que em
- 1:49:57que contar, sabe? Porque é, é isso, são.
- 1:50:01São os elementos centrais. Mas eles sempre vão estar, não
- 1:50:03vão estar. Dificilmente vão estar tudo por
- 1:50:05igual, né? Sempre vai ter alguma coisa que
- 1:50:07é é privilegiada pelo autor, ou ou ou tipo.
- 1:50:12E quando você tipo pode ter Oo. Autor, professor de um jeito,
- 1:50:15né? Mas no momento que chega, O
- 1:50:18Mestre vai imprimir em cima também aquilo que ele tem de de
- 1:50:22interesse, de de vontade, né? Tipo, eu tenho 11 exemplo que eu
- 1:50:26vejo muito isso, de ter essa diferenciação, né?
- 1:50:28Tipo do que o jogo decidiu enfatizar.
- 1:50:30Pelo que O Mestre decidiu enfatizar, é, é uma campanha de
- 1:50:34mundo das trevas, que eu vivo tentando mestrar e ninguém,
- 1:50:37ninguém quer jogar, porque só que o mundo das trevas não.
- 1:50:40Não gosto de ter a proposta, mas é que é tem muito pouco ORPG em
- 1:50:45inglês, que permite cobrir. É coisa de estoçar esses
- 1:50:50porcentagem, né? Não, não cobre todos os
- 1:50:53elementos, mas o mundo, as trevas, cobre absolutamente,
- 1:50:58porque eles tiveram Oo higiokai, eles tiveram naquele ano que
- 1:51:03eles tem um acho que tem 1 ano de Jade que eles chamam ali,
- 1:51:05então sabe várias coisas orientais, tem roupa gigante do
- 1:51:08do devo André, então eu tenho. Eu tinha todo um plano pra fazer
- 1:51:12e é trocando, né? Em 99, que é usando todos tipos
- 1:51:18de personagem que não, não são. Pra não pra poder ter a coisa de
- 1:51:21transformar, né? Eles não são, não pode ser
- 1:51:24vampiro, não, pode ser lobisomem, tem que ser aquelas
- 1:51:26coisas menos, né, tipo parente, feiticeiro, nessas coisas, e aí
- 1:51:32é isso, mistura com o de jetman, é falar isso aqui só pra sentar
- 1:51:36no mundo das trevas, aí falar, Ah, mas você tá usando o nosso
- 1:51:38sistema. Eu falei, não, não é no cenário
- 1:51:39ou no mundo das trevas, né? No cenário isso não, não, minha
- 1:51:43equipe super sentar e aí tipo, obviamente não é isso.
- 1:51:48Passando pela cabeça dos caras quando fizeram, mas eles deram
- 1:51:52todas as ferramentas para que eu para que eu pudesse fazer.
- 1:51:56Então dá para fazer. É como o eu vejo isso com o meu
- 1:51:59jogo, né? OOOO caril lembra cartão de
- 1:52:02fogo, ele é pensado para você fazer.
- 1:52:04É histórias. Tipo, toda a minha proposta com
- 1:52:08ele era um jogo em que ele fosse bem.
- 1:52:10Tem uma coisa, a coisa da fábula, muito bem definida.
- 1:52:13Porque tem um tipo de história que ele conta e a história vai
- 1:52:15te encaminhar. Você tem vários elementos do
- 1:52:17jogo te encaminhando pra contar esse tipo de história e que
- 1:52:19ainda tiver o aspecto do desafio.
- 1:52:21Por exemplo, ele costuma usar essa personagem, tem todo esse
- 1:52:24tipo de toda essa etapa, né? Então eu queria misturar bem
- 1:52:26essas essas 2 coisas, só que o tipo de história que eu quero,
- 1:52:29que eu quero contar com eles, né?
- 1:52:30O tipo de a estrutura que ela pode contar é é muito parecido
- 1:52:34com outra estrutura que muito do povo prefere, né?
- 1:52:37Ele é feito pra fazer o Manga saining, que geralmente tem
- 1:52:39combates mais curtos. EEE uma ênfase mais minha
- 1:52:43emoção, história sobre menos personagens, uma pessoa pra
- 1:52:45jogar, uma gachona, uma pessoa pra jogar, cavaleiros do zodíaco
- 1:52:49uma pessoa e aí dá pra fazer, né?
- 1:52:52Dá pra fazer a culpa de salve, tanto que na edição nova a gente
- 1:52:55tem um capítulo de regras opcionais.
- 1:52:57O nome do capítulo podia ser tornando seu jogo chony, porque
- 1:53:02que é pra tipo Oo, cadê? Não tem ponto de vida né?
- 1:53:05Não tem coisa mais chonem que o ponto de vida.
- 1:53:08Então tem uma regra lá para você passar a ter pontos de vida,
- 1:53:10esse tipo de coisa assim, porque é igual o guache, né?
- 1:53:14O público dele falou, não, a gente quer uma chavéz, então vai
- 1:53:16ter uma espécie, se o público tô lendo quer tanto assim, jogar
- 1:53:21fome quem? Quem sou eu pra dizer sim, total
- 1:53:26maneiro. É cara, foi um é, você vê o
- 1:53:27trabalho com o. Trabalho do olfantas é muito de
- 1:53:30pegar ODID clássico, entender que.
- 1:53:35Começaram a viajar em cima e adotar umas agendas diferentes
- 1:53:39ali em cima, né? E o wellfen falou, não, velho,
- 1:53:41vamos limpar as as outras agendas.
- 1:53:43Só deixa a agenda do desafio e pau no gato.
- 1:53:47E é isso é tipo, mas é, é isso. Né, é um.
- 1:53:50É um é um estilo que, pô, joga de frente do que a grande
- 1:53:54maioria das pessoas e vem jogando OBD clássico, né?
- 1:53:56Então a gente acaba fazendo uma curadoria pessoal ali em cima,
- 1:54:01né? É ainda mais essa versão 2024,
- 1:54:04né? Tem toda uma pegada de de é, é,
- 1:54:08tem, tem 11. O pessoal chama pejorativamente
- 1:54:12de é Medical, de party, né, que é.
- 1:54:15Só tá todo mundo junto e vamos ver, sabe?
- 1:54:19Fun, fun time, sabe essa, essa pegada sim.
- 1:54:22E não vive de como tá muito nessa pegada sim, ele não
- 1:54:25necessariamente nas regras, entre nisso, mas a estética do
- 1:54:28toda dele é isso, tipo, olha isso.
- 1:54:31É esse mundo fantástico e bonito.
- 1:54:33E tal, não sei o que. Tipo, os orques agora são
- 1:54:35pessoas interessantes, com quem você conhece, fala e interage em
- 1:54:39vez de muitos que você vai lá para matar.
- 1:54:41E isso o é, é claro que tipo, tem todo um lado político.
- 1:54:45O que não é político, né? Sim, e se manifestar contra 111
- 1:54:51autoritarismo bizarro que tá até se antecipou, né?
- 1:54:54Ou 3 bizarro tá morrido e voltou?
- 1:54:58Né? Voltou com força lá lá pra eles,
- 1:55:01né? E quanto mostra que você está,
- 1:55:04tipo, se afastando da origem, né?
- 1:55:07Porque tipo, você não necessariamente precisa pra pra
- 1:55:11ter AOA, pegada de exploração, a pegada de desafio, você não
- 1:55:15necessariamente precisa, tipo, transformar pessoas de pele de
- 1:55:19cor diferente em em um gosto de canhão.
- 1:55:22Sim. Então tem tem um meio termo aí
- 1:55:26que eu acho que. Se perde?
- 1:55:27Sabe? Tipo, ok, os os orques agora são
- 1:55:31um povo muito legal, muito de boa, com várias tipo, parecem
- 1:55:36super simpáticos uma legislação do do ork, mas EE quando
- 1:55:40encontrar 111 dele no meu caminho impedindo com com uma
- 1:55:45agenda contrária, sabe como eu vou interagir com ele?
- 1:55:49A gente não tem mais essa resposta, ele não quer te
- 1:55:53responder. É e fica e fica até um lugar
- 1:55:56111, situação que. Você fala, pô, talvez eu queira
- 1:56:00evitar isso, né? Eu quero evitar esse momento,
- 1:56:04né? Eu não quero, eu não quero
- 1:56:05entender o que acontece. EE é isso, né?
- 1:56:08Um é, somos pessoas e pessoas também tratam, né?
- 1:56:12Então. É, é, é doideira pensar isso,
- 1:56:15cara, né? Mas assim, mas é muito doido
- 1:56:16pensar Oo como ODED evoluiu para diversas agendas de diferentes
- 1:56:20ao longo do tempo, né? Na época da dos rickman, e agora
- 1:56:23é com essa uma agenda diferente, é, a gente vê umas coisas
- 1:56:26acontecendo. EE é, é bem solto, né, cara?
- 1:56:29É o maior produto do mundo. E eu acho que isso isso também é
- 1:56:32um reflexo muito do que. Do que foi se tornando mais
- 1:56:36aceitável e palatável pra pra cultura de massa norte
- 1:56:39Americana, né? É porque violência costumava ser
- 1:56:43vista como uma coisa, tipo, a violência pode ser tipo é, é
- 1:56:46limpa, né, igual a gente via, tipo desenho dos x Men dos anos
- 1:56:5090. Wolverine sacava as garras,
- 1:56:52colocava um chute nele, porque ele não pode mostrar sangue, né?
- 1:56:56Mas se mostrava violência EE tem cada vez menos.
- 1:57:00Né? Tipo, os os desenhos infantis
- 1:57:02têm têm menos violência e tal. Não é uma questão de mostrar não
- 1:57:05a violência, ela é errado. Tipo, é, é completamente sempre
- 1:57:10errado você reagir de forma violenta as coisas.
- 1:57:14E uma coisa tipo, durante muito tempo é na, no, na minha
- 1:57:17geração, tipo, ouvia coisa parecida, mas não era isso, esse
- 1:57:21sentimento que passava, né? Porque esse entendimento de que
- 1:57:24violência é o último recurso, mas é um recurso, né?
- 1:57:27EE na vida, né? Na Na cultura tem hora que você
- 1:57:30você precisa apelar pra pra violência, até pra resistir a
- 1:57:35111 invasor, um estado opressor uhum.
- 1:57:40A gente chega num ponto em que, por causa desse tipo de coisa,
- 1:57:43tem muita gente que entende que é a forma de você se opor a 11
- 1:57:50governo totalitarista. É você falar para as pessoas se
- 1:57:53tratarem bem e terem amor umas pelas outras e tal.
- 1:57:58E que tipo, é muito bonito, é, é lindo, mas não tira nenhum
- 1:58:01ditador do poder. É?
- 1:58:02O maluco vem na malícia e você se fode, né?
- 1:58:05É? É.
- 1:58:06É total. É cara.
- 1:58:07Isso é uma discussão muito. Muito interessante.
- 1:58:10Mesmo. EE, eu acho que a gente vai se
- 1:58:12ver cada vez mais obrigado a pensar, pensar em pensar nisso,
- 1:58:16né? Realmente infeliz.
- 1:58:18Infelizmente a gente já vive nesse momento.
- 1:58:22Muito bom, cara, mas são reflexões muito importantes e é
- 1:58:25isso, né? Como a agenda dos jogos muitas
- 1:58:27vezes refletem não somente o momento, mas às vezes os anseios
- 1:58:31a respeito do momento e a fantasia que a gente quer ver?
- 1:58:34A fantasia às vezes como fuga, né?
- 1:58:36Às vezes como resposta também. Então isso é muito interessante.
- 1:58:39Ver essas possibilidades. É se traduzindo em agenda.
- 1:58:43Maneiro, cara, maneiro. É bom esse assunto eu poder
- 1:58:47ficar. Emendando mais mais perguntas
- 1:58:49aqui, mas eu vou te liberar já 1 hora e 20 de de de episódio.
- 1:58:54Queria te agradecer demais, cara, por ter topado mais.
- 1:58:57Essa é sempre uma honra pra mim ter você aqui, pô, a gente já,
- 1:59:01pô, a gente já dividiu muito, né cara?
- 1:59:03A gente já foi da RP de notícia junto, já foi, pô, já fez evento
- 1:59:06junto, já cobriu coisa junto, então sempre bom ter você por
- 1:59:09perto, cara. Obrigadaço mesmo, pô, é, estamos
- 1:59:12juntas, é só chamar que a gente cola aqui eu fiquei.
- 1:59:14Muito feliz de estar aqui de novo.
- 1:59:16Maneiro. E tem alguma algum recado para
- 1:59:18galera que você queira passar? Alguma, alguma.
- 1:59:20Coisa para galera seguir que você queira, precisa deixar, tem
- 1:59:24recado a cinema? Dragão.
- 1:59:26Brasil, a maior revista de RPG. Cultura RR, país dragão,
- 1:59:29brasil.com.br e se você assinar um nível de conselheiro, você
- 1:59:33leva 2 revistas, que é a revista dragão Brasil e a revista
- 1:59:36tormenta 20, que tem uma aventura 11 campanha, mas o
- 1:59:40nível um até o nível 20 todo mês é uma cultura diferente.
- 1:59:43Eu tô, eu tô escrevendo essa, essa aventura.
- 1:59:46O nome dela é duelo de dragões e inclusive uma coisa que eu
- 1:59:50comentei, eu não vou dizer o que, mas uma coisa que eu
- 1:59:51comentei nesse no podcast aqui, um dos causos que eu comprei,
- 1:59:55esse podcast tem um impacto direto nessa, nessa quem quem lê
- 2:00:00a aventura vai pra assim, fala. Pô, é isso que ele?
- 2:00:02Comentou. Maneiro, maneiro, cara, beleza.
- 2:00:07Então, galera, eu vou deixar o link.
- 2:00:09No ticket do episódio aí para vocês assinarem o Dragão no
- 2:00:11Brasil? E cara, ver material desse desse
- 2:00:14monstro aí, todo nosso RPG nacional.
- 2:00:17Valeuzaço, cara, obrigado. E vamos para o encerramento.
- 2:00:20Valeu muito bem, vamos. Ver a minha agenda é isso aí.
- 2:00:27Vamos encerrando aí. Então é, queria perguntar.
- 2:00:30Pra você é na enquete aqui, com que agenda você se identifica
- 2:00:34dessas 12 agendas que o Thiago rosa trouxe?
- 2:00:37E por último perguntar, como você entende?
- 2:00:40Né, agenda criativa se você tem alguma visão particular, alguma
- 2:00:43lente que você construiu, queria saber de você.
- 2:00:46No mais é, eu vou deixar os links citados no episódio.
- 2:00:50Então eu vou deixar os links dos anúncios, o the 20 GRP de na
- 2:00:54caramelo jogos, o link para apoiar o café com dângel e o
- 2:00:57link para você jogar mitos de Atlântida.
- 2:00:59E também é deixar aqui o link para o elusive shift do John
- 2:01:04Peterson citado pelo. Pelo Thiago, o big model também
- 2:01:08do Ron adwors, também citado pelo Thiago, e principalmente o
- 2:01:11link tá no dragão Brasil pra você assinar essa revista tão
- 2:01:14importante pro RPG nacional que conta com matérias incríveis,
- 2:01:18inclusive as do Thiago rosa. Aí, meu companheirão, que cara é
- 2:01:22um maluco aí que tá muito tempo no rolê, produz muito e tem um
- 2:01:26material muito interessante. Então vamos lá, vou deixar os
- 2:01:30links também. Lembrar que você pode apoiar o
- 2:01:33café com dângel se você quiser. É apoiar a gente, né?
- 2:01:37EE? Ajudar a gente a voltar a ter 5
- 2:01:40episódios semanais. Você pode considerar apoiar o
- 2:01:42nosso projeto. E a sua expansão lá em apoia
- 2:01:45ponto SA barra café com dângel se você gostou especialmente do
- 2:01:48café de hoje, você pode deixar uma gorjeta pra gente, mande o
- 2:01:51seu Pix em qualquervalorpracafecomdangelo@gmail.com
- 2:01:54a gente conta com você se você tem uma empresa ou uma marca.
- 2:01:58Quer ter um dia na semana no café com dângelo?
- 2:02:00Você pode financiar um episódio semanal no podcast e fazer
- 2:02:03Alegria da massa rpgista consulta a gente em café
- 2:02:06comdangion@gmail.com que a gente tem uma proposta especial pra
- 2:02:09você. Pergunta também para gente aí
- 2:02:12sobre parcerias e anúncios. A gente trabalha com spots para
- 2:02:16marcas de RPG. É o de entre os ramos de jogos
- 2:02:19também, mas além disso, cafés, tecnologia, educação, mídia e
- 2:02:24etc. Então manda um e-mail para
- 2:02:26gente. Se você for produtor de
- 2:02:27conteúdo, game designer independente, acadêmico ou mesmo
- 2:02:31fã que quer participar do projeto, manda um e-mail para
- 2:02:34gente aí contando sobre você e como a gente pode colaborar.
- 2:02:38Beleza? É no mais agradecer.
- 2:02:40A galera que torna possível essa aventura, os nossos assinantes.
- 2:02:44Então valeu aí a galera do apoio, incentivo, incluindo o
- 2:02:48Jefferson Antunes. Obrigado professor, valeu demais
- 2:02:52ao pessoal do nível de apoio e comunidade, incluindo aí o
- 2:02:54Alisson Bernardo, o reinald stefans e o Rafael oxossik.
- 2:02:58Muito obrigado galera pelo apoio de vocês.
- 2:03:01Um salvo especial para os assinantes do nível RPG do Jô,
- 2:03:04entre eles o Vinícius Caldas, o André dotepégaso, valeuzaço,
- 2:03:08pégaso. É o Marcos, o Marcos Gonçalves
- 2:03:11Oo, Luiz Guilherme dias de Souza e o Rudolf helbut.
- 2:03:15E um abraço aos membros do treinamento orefentes e o Abílio
- 2:03:19Júnior, César Machado, o Daniel Haidar, Diego cestito, Douglas
- 2:03:22bayense, o Léo gasparuto, Marcos Gonçalves, Mateus piqueira,
- 2:03:26Pablo Rodrigues Lima, Rafael bardal, Bruno Kobe, João bola,
- 2:03:30Mac, Gui providelo e um imenso agradecimento ao pro nosso
- 2:03:34membro café com balbi. Grande amigo Thiago Augusto.
- 2:03:38Valeu, cara. Abração aí.
- 2:03:39Até a próxima. 4 horas, hora de alta compaixão.
- 2:04:154 e meia contemplar o abismo. 5 horas solucionar.
- 2:04:20A fome no mundo, e não. Dizer a solução?
- 2:04:235 e meia Maiara e quartinho, 6 e meia jantar comigo, não dá para
- 2:04:27cancelar outra vez, 7 horas, lutar contra o meu lado bom e
- 2:04:31vencer.