Latest / RetinaPro / #191 Futuro da Visão: Inteligência Artificial e Novos Tratamentos em 2026 | Prof. Dr. Alexandre Rosa e Profa. Dra. Thaís Mendes
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- 0:00Fala galera, boa noite. Sejam todos muito bem vindos a
- 0:04mais uma live aqui da rede na pro.
- 0:06Estamos nesse nosso projeto de trazer conhecimento para pessoas
- 0:10que tenham interesse em uma anteceção de ocular em dia,
- 0:14entender sobre doenças visuais. Meu nome é Alexandre Rossi, sou
- 0:17médico oftalmologista, professora aqui da Universidade
- 0:19Federal do Pará e um dos membros da rede na pro.
- 0:23Então hoje a gente vai falar sobre um tema muito
- 0:26interessante, a gente vai tentar.
- 0:28Olhar um pouquinho para o futuro, ver o que que vai surgir
- 0:32aí nas com essas novas tecnologias que estão surgindo
- 0:35para tratamentos de doenças oculares.
- 0:36Não é inteligência artificial, novos tratamentos para doenças
- 0:41de retina não é? O que é que está vindo aí pela
- 0:42frente? Vamos tentar conversar um
- 0:45pouquinho sobre essas coisas. Então, se você está nos
- 0:47assistindo no nosso canal No No YouTube, seja muito bem-vindo.
- 0:53Não deixa, não. Não se esqueça de deixar o like.
- 0:56Se inscrever? Clica lá no sininho pra poder
- 0:58ser notificados de quando vão começar as Lives.
- 1:01Lembra que essa live também está sendo é transmitida depois para
- 1:06o Spotify, para os agregadores de podcast?
- 1:09Então você está nos escutando uma dessas plataformas, muito
- 1:11obrigado. E se você está nos ouvindo no
- 1:13Facebook e no Instagram, é lembra que a gente está
- 1:16interagindo com as pessoas aqui no chat do YouTube?
- 1:18Então, se você tem alguma pergunta sobre o tema da live de
- 1:22hoje, entra aqui no nosso canal do YouTube, coloca aqui no chat
- 1:25aqui do lado e a gente vai. Poder conversar com vocês um
- 1:28pouquinho a respeito sobre o tema da live de hoje.
- 1:32Então vamos é chamar aqui. Quem vai dividir a live comigo
- 1:36hoje é a doutora Thaís Mendes. Deixa eu ver se ela consegue
- 1:38entrar aqui comigo. Oi, Thaís, tudo bem?
- 1:42Boa noite. Eu vou.
- 1:43Eu vou tentar pelo celular, porque realmente eu acho que é o
- 1:45computador só um minutinho. Tá bom, vou tirar você aqui, tá?
- 1:50É bom, então, pessoal, vamos lá. Hoje a gente vai falar então um
- 1:55pouquinho sobre algumas situações que estão que estão
- 1:59vindo para poder. É, enfim, trazer benefícios e
- 2:06melhorias para o tratamento das doenças da retina, né?
- 2:09Então uma delas que a gente consegue é enxergar com.
- 2:14Um potencial enorme. E a inteligência artificial a
- 2:16gente vai falar um pouquinho daqui a pouco.
- 2:18Outra são as novas terapias ou as novas drogas para tratamento
- 2:22de doenças da retina. A gente vai falar um pouquinho
- 2:24sobre elas também aqui. E mais para frente, vai terminar
- 2:27um pouquinho falando sobre os novos dispositivos, né?
- 2:30Os novos, os novos aparelhos que estão vindo para o mercado aí
- 2:35com tecnologias diferentes para a gente poder operar os nossos
- 2:39pacientes. Então deixa eu ver aqui se é.
- 2:41Se a Thaís já consegue entrar com a gente ou se a gente vai
- 2:45conseguir constar, ainda está indo ainda algum problema?
- 2:51Então vamos, vamos seguindo aqui.
- 2:52Então, pessoal, então vamos lá. Então, a primeira coisa que a
- 2:55gente vai conversar com vocês é sobre a inteligência artificial,
- 2:59né? Então, inteligência artificial a
- 3:02gente está. Aí já acostumado, pelo menos
- 3:06muitas pessoas já ouviram falar do ChatGPT, né?
- 3:08Do Geni, a, enfim, de várias inteligências artificial, né?
- 3:13O grock do do ex do antigo Twitter, né?
- 3:16A gente tem várias formas de hoje interagir com essas
- 3:20inteligências artificiais e na nas doenças de retina não é
- 3:23diferente, né? Então, a primeira vez que eu
- 3:25ouvi falar sobre uma inteligência artificial pra
- 3:28doenças da. Da retina foi em 2018, na
- 3:31academia Americana de oftalmologia.
- 3:34E a gente viu naquela naquela oportunidade, né, uma
- 3:39inteligência social mostrada pela pela uma pessoa da Google,
- 3:43onde ele conseguia, através de uma fotografia do fundo do olho,
- 3:47determinar detetar várias coisas que nós, oftalmologista, ainda
- 3:51não conseguíamos, por exemplo, Oo gênero, né?
- 3:55O sexo de um de um paciente através de uma fotografia, uma
- 3:58coisa que é. É, a gente não consegue
- 4:01determinar. Então ele conseguia através
- 4:03disso, conseguia determinar o nível da Pressão Arterial.
- 4:06Imagina você através de uma foto do fundo de olho, determinar o
- 4:10nível da Pressão Arterial do paciente.
- 4:12É, a outra coisa é se o paciente era fumante ou não, é um a
- 4:18chance dele ter 11 AVC ou um evento cardiovascular nos
- 4:21próximos 5 anos. Tudo isso era possível através.
- 4:24De um algoritmo de inteligência artificial, né?
- 4:27Então foi a primeira vez que a gente conseguiu trazer isso ao
- 4:30público, em 2018. De lá para cá, a gente tem
- 4:33várias, várias ferramentas que a gente pode utilizar hoje para
- 4:39nos ajudar ao no diagnóstico de doenças da retina, sobretudo
- 4:43pacientes diabéticos, né? A gente já tá na retina.
- 4:45A gente tem é bastante algoritmos relacionados a isso.
- 4:50É, e aí? Bom, deixa eu só interromper
- 4:53aqui um pouquinho a minha fala para dizer que a Thaís já tá
- 4:57aqui com a gente. Oi, Thaís, tudo bem?
- 4:58bem-vinda. Tudo bem?
- 4:59Dá para me ver bem? Ouvir, me ouvir bem também.
- 5:02Tá tá super ótimo a imagem do taoa boa, o will Walt também tá
- 5:06bem legal, legal, é bom. Então eu estava falando sobre IA
- 5:12em em em tratamentos doença da retina.
- 5:15Thaís, queres comentar alguma coisa sobre esse cena?
- 5:18É, eu acho que eu acho que a Iara veio trazendo muito, veio
- 5:20adicionar pra gente, né? Acho que tem muita gente que
- 5:22fica com medo da intenção especial.
- 5:24E eu acho que principalmente pra gente que faz diagnóstico por
- 5:27imagem, ela veio adicionar coisas pra gente, né?
- 5:30Então hoje em dia a gente consegue comparar exames do
- 5:32mesmo paciente. A gente consegue é detectar
- 5:36alterações, né? Na, nas, nas fotos dos pacientes
- 5:39dos exames, como a retinografia com o próprio oct, e ver
- 5:42alterações é ao longo dos anos, né?
- 5:45E essa, essa inteligência artificial ajuda a gente a fazer
- 5:48essa avaliação de uma forma muito mais rápida, né?
- 5:51Então a gente é, antigamente, por exemplo, conseguiria avaliar
- 5:55um exame a cada tanto tempo. E hoje em dia, com a
- 5:58inteligência artificial, a gente consegue avaliar vários exames e
- 6:01consegue fazer isso com uma otimização.
- 6:03Então eu acho que hoje em dia, a inteligência artificial, ela
- 6:06veio realmente alavancar aí o diagnóstico por imagem, não só
- 6:10em retina, mas em qualquer área da medicina.
- 6:12E também é ajuda a gente AA fazer essas comparações, né?
- 6:16É da do futuro, né, do paciente. Então, se como é que está a
- 6:20doença dele hoje e como é que essa doença, na prospectiva,
- 6:22pode é piorar ou manter a estabilidade de acordo com o que
- 6:26a gente vê hoje no exame dele e daqui a alguns anos, como isso
- 6:29vai se desenvolver? E aí a gente pode conversar com
- 6:33o paciente sobre as as possibilidades, né?
- 6:34Então acho que realmente AA existencial, ela veio melhorar
- 6:38aí o diagnóstico, né? Em retina a nos ajudar.
- 6:42Legal, acho que é isso mesmo. A gente já tem algumas, algumas
- 6:45é plataformas que onde a gente já tem disponível isso, né, e a
- 6:48gente consegue fazer isso que a gente falou, né, essa predição,
- 6:52né? A gente consegue tentar prever o
- 6:55futuro, então basicamente é isso, então saber como é que
- 6:57aquele paciente vai evoluir, né? Se o paciente tem uma dmr seca,
- 7:01por exemplo, que é uma doença que é muito comum, um paciente
- 7:04acima dos 6060 anos de idade, né?
- 7:07A gente sabe como é, pelo menos consegue.
- 7:10Pra Ele dizer como é que ele vai evoluir se ele é um paciente que
- 7:12tem mais chance para determinado tipo de tratamento?
- 7:15Se o paciente tem uma membrana vascular, ele vai é entrar em
- 7:18necessidade de de terapia com anti geogênio.
- 7:20Então tudo isso a gente já consegue com esses novos.
- 7:24Pra esses novos softwares, né? Bom, Taís falando um pouquinho
- 7:27aqui de inteligência artificial, né?
- 7:29E aí seria interessante a gente falar agora um pouquinho sobre a
- 7:33as drogas novas, né? Tem a gente tem várias drogas
- 7:38sendo desenvolvidas pro tratamento de doenças da retina,
- 7:42sobretudo a degeneração macular, né?
- 7:44Que é 11 das. Doenças que a gente, a
- 7:49oftalmologia mais estuda, né? Porque a gente está vendo um
- 7:52aumento enorme de pacientes com esse tipo de patologia, né?
- 7:57Com esse tipo de doença é. E a gente vê que nos próximos
- 8:02anos, 11, número muito grande de novos, novas modalidades de
- 8:07tratamento vão surgir, né? A gente até bem pouco tempo
- 8:10atrás eu tinha basicamente 3 drogas, né?
- 8:12Para tratamento de. É das doenças vasculares da
- 8:15retina, né? Que era o abashim, o
- 8:17negóciosumab, né, o rani bizzumab, que é o lucent e o
- 8:21afliberset OAILE. Aí recentemente a gente ganhou 2
- 8:24novas drogas, né? Que é o faricimab, também
- 8:27conhecido como o abismo, o nome comercial, o vabaismo e o
- 8:31recentemente o afliberset de 8 miligramas, que aqui No No
- 8:34Brasil ficou conhecido como AILA 8, né?
- 8:38Lá fora, nos Estados Unidos, é conhecido com AILHD.
- 8:42E aí eu queria que a gente conversasse um pouquinho sobre
- 8:44essas novas terapias que estão vindo ainda, né?
- 8:46Que a gente, né, ainda não está disponível.
- 8:48Acho que estão chegando aí pra pro tratamento de né?
- 8:52Doenças vasculares da retina, particularmente a degeneração
- 8:55macular e o demo macular diabético.
- 8:57É, acho que essas 2 drogas vai adicionar também um tratamento
- 9:00da degeneração do do edema macular diabético e de outros
- 9:02edemas, né? E assim o vabismo.
- 9:05Acho que nós fomos uma campioneira nessa.
- 9:07Nesse tratamento, a gente teve. É a possibilidade de.
- 9:10São os primeiros AA fazer esse tratamento em Belém e também o
- 9:14ali a 8, né? Que eu acho que hoje em dia é
- 9:16uma droga que também não dá muita Liberdade no tratamento em
- 9:19termos de de quando fazer essas injeções.
- 9:22Então eu tenho um paciente meu, por exemplo, que antigamente ele
- 9:24fazia injeção praticamente mensal.
- 9:27É com essas novas medicações. No caso dele, o ali a 8, ele
- 9:31consegue ficar até 34 meses sem fazer injeção da medicação.
- 9:36Isso dá 11 conforto pro paciente, né?
- 9:38Então. Essas novas drogas que vão
- 9:40surgindo da retina, elas vão dando essa, esse conforto, essa
- 9:44qualidade de vida para o paciente, sem perder linhas de
- 9:46visão e sem deixar a doença evoluir e também diminuir o
- 9:49risco de uma coisa que a gente chama de atrofia, que é a perda
- 9:54de células da retina por um tratamento muito extenso, muito,
- 9:57muito crônico e muito agressivo. Então, esse essa espaçamento dos
- 10:01das injeções já é uma coisa legal de que é uma evolução, né?
- 10:04Do que já é atual, né? Futuro é.
- 10:06É o que acontece hoje. E eu acho que essas novas drogas
- 10:10que não são as novas drogas, mas novos tipos de de delivery, né?
- 10:13Ou seja, de como essas drogas vão ser injetadas e permanecer
- 10:16dentro do olho. É o grande, é a grande, é grande
- 10:20crista da onda, né? Então a gente conseguir é
- 10:23medicações com liberação lenta, ou seja, que a gente possa
- 10:26injetar e o paciente fica com aquela medicação agindo dentro
- 10:29do olho por um tempo maior ou até mesmo.
- 10:32Ter aquele device, né, que foi criado recentemente pra que você
- 10:35faça injeções mais segurança, né, com menos riscos de
- 10:38infecções, com maior precisão da dose.
- 10:42Então acho que isso já é uma grande evolução nessa área e sem
- 10:46falar nos outros tipos de de medicações que estão pra surgir
- 10:48também, que vão agir em outras linhas de tratamento, né?
- 10:52Complemento entre outras coisas que vão surgir.
- 10:55Então o que que a gente é nós, né?
- 10:57Da retina proe, a gente vê isso No No Brasil como um todo no
- 11:00mundo. É a gente sempre estudando e
- 11:03fazendo pesquisa para conseguir melhorar a vida do paciente,
- 11:07então o objetivo não só de de tratar a doença de uma maneira
- 11:11mais é mais assertiva, mas também trazer uma qualidade de
- 11:14vida para o paciente como um todo, né?
- 11:18É perfeito. Então acho que basicamente, né,
- 11:21a todas essas drogas novas, elas estão vindo com um intuito muito
- 11:26claro, né? É de diminuir a frequência com
- 11:29que o paciente vai no consultório fazer tratamento,
- 11:32né? Então só a gente recordando aí,
- 11:35né, o ranimizzo Mario, que foi a primeira droga.
- 11:39É aprovada para tratamento de degeneração macular?
- 11:43É, surgiu lá por volta de 2006, já estamos aí com 20 anos, né?
- 11:48Então ele era feito o estudo para poder aprovar, ter
- 11:51aprovação dessa droga. Era feito com aplicações
- 11:54mensais, né? Então o paciente precisava fazer
- 11:56as pessoas praticamente todo mês para poder manter ou melhorar um
- 12:00pouco a sua qualidade visual. E aí depois, na sequência, veio
- 12:04OA fliber seft aqui já. Possibilitou o paciente ter um
- 12:07intervalo um pouco maior e todas essas drogas novas, né?
- 12:11Tanto faricinada e quanto OID é de 8000 g.
- 12:13O intuito principal deles é fazer com que esse intervalo
- 12:18entre as entre as entre as aplicações fique maior, né?
- 12:21Então a gente sabe que é nos estudos clínicos, né, que até
- 12:2470% dos pacientes conseguem ficar de de 12 a 14 semanas sem
- 12:31com intervalo entre as aplicações, né?
- 12:33Então isso já permite. 11 Salto de qualidade muito grande.
- 12:38O paciente paciente ir a cada 8 semanas, ou seja, a cada 2 meses
- 12:41aproximadamente, no consultório, fazer aplicação.
- 12:43Hoje consegue ficar 34 meses sem a necessidade de ir no, no, no,
- 12:49no, no consultório fazer as aplicações, né?
- 12:51Isso parece pouco, né? Mas é muito pro paciente, né?
- 12:55Porque. Tem que deslocar o paciente,
- 12:57geralmente vai um acompanhante, ele volta no pós operatório,
- 12:59então acaba sendo 11 excesso de idas no consultório, que isso
- 13:04acaba ficando cansativo para o paciente, cansativo pro pro
- 13:07acompanhante também, que é precisa ter todo esse cuidado
- 13:11com o paciente. E aí você lembrou de uma coisa
- 13:13interessante, né? Que é que é o que é OPDF, né?
- 13:17Que esse dispositivo que já tá em fase 3 aqui, tem alguns
- 13:21locais no Brasil que já colocaram esse dispositivo.
- 13:25Que você coloca um implante dentro do olho e você faz o
- 13:28refil desse da modificação dentro do implante, né?
- 13:31E o paciente consegue ficar até 6 meses sem é, ou pelo menos o
- 13:35intervalo, a previsão de ficar 6 meses entre entre as aplicações,
- 13:39né? Obviamente é, não são todos os
- 13:42pacientes que são candidatos a ele, porque tem que fazer uma
- 13:45cirurgia pra poder colocar o implante, né, e depois você
- 13:48fazer o refil. Então é uma cirurgia que o
- 13:50paciente não sabe fazer? Então é.
- 13:53Precisa de um procedimento invasivo pra poder fazer isso?
- 13:56E aí também que nas novas drogas, né, as drogas a
- 13:59principalmente as é os inibidores da tirasinasi, né?
- 14:05Então o que a gente chama de TKI da tirosina kinasi, desculpa é
- 14:10essas drogas estão também algumas delas já em fase 3, e
- 14:15também o objetivo delas é fazer com que os pacientes fiquem
- 14:18atinjam até 6 meses, né? De intervalo entre as entre as
- 14:21aplicações então. A gente vai ver muito em breve
- 14:24essas drogas chegando no mercado, então são coisas que
- 14:29estão estão vindo pra poder trazer maior conforto, maior
- 14:33adesão ao paciente, né? Porque o paciente evita ficar
- 14:37com falei anteriormente, evita ficar indo muito ao médico pra
- 14:40poder fazer as aplicações e acaba tendo intervalos maiores.
- 14:43É bom, mais uma vez, pessoal que está nos nos escutando aí no
- 14:47Facebook, no Instagram e nas outras plataformas, a gente está
- 14:49interagindo com as pessoas aqui no canal do do YouTube.
- 14:52Quem tiver alguma dúvida sobre a live de hoje, deixa aqui que a
- 14:55gente vai tentar responder ao final.
- 14:58Bom, Thaís, falamos aí um pouquinho sobre inteligência
- 15:02artificial, falamos sobre novas drogas, né, novas dispositivos,
- 15:06né, como PDS drogas novas que estão vindo para tratar.
- 15:10E aí eu queria que a gente falasse um pouquinho, a gente
- 15:12falou, essas drogas são basicamente.
- 15:13Feitas para o tratamento da degeneração macular na sua forma
- 15:18neovascular, né? Mas também tem a previsão aí de
- 15:22chegada de novas drogas para o tratamento da forma seca, né?
- 15:25Da da doença, né? Eu queria que a gente
- 15:26conversasse um pouquinho sobre sobre isso aí, sobre o novos
- 15:29tratamentos para a forma seca da doença, da degeneração macular.
- 15:34É, eu acho que hoje em dia assim, eu tive oportunidade de
- 15:36quando eu fiquei nos Estados Unidos, de de fazer um estudo
- 15:38muito grande chamado seven up, em que a gente pegou os
- 15:41pacientes que começaram o tratamento com aquele primeiro
- 15:43antivgf lá em 2006, né? E ao longo do tempo, como eles
- 15:48desenvolveram a doença. Então, a aqueles pacientes que
- 15:51fizeram injeção todo mês daquela medicação, quase 90% dos quase
- 15:57100, na verdade, quase 100% dos pacientes apresentaram algum
- 15:59tipo de atrofia. Que que é essa parte da perda de
- 16:02da das células? Neurológicas da retina, na parte
- 16:04central da visão. Então, hoje, o que que esses
- 16:08tratamentos querem trazer? Eles querem impedir que a
- 16:12história natural da doença que leva essa atrofia aconteça.
- 16:15O que acontece na forma seca, a gente não tem uma feridinha na
- 16:19retina que faz aquele vazamento de sangue e causa o líquido que
- 16:22OA injeção vai lá e resolve a forma seca.
- 16:26Ela vai criando depósitos na retina e essa retina vai
- 16:29oxidando. E chega um momento que ela fica
- 16:31sem aquela atividade que ela tinha antes e começa a perder
- 16:35células. Então, essa perda de células que
- 16:37a gente chama de atrofia, ela pode acontecer nas fases finais
- 16:40da generação seca. Então, atualmente a gente vê o
- 16:44paciente que tem da seca, ele pode ter perda de divisão
- 16:47progressiva sem um tratamento de injeção.
- 16:49Ele não tem um tratamento específico para ele para isso,
- 16:51né? Então eu acho que essas drogas
- 16:54novas vão trazer esse esse tratamento a mais para evitar.
- 16:58Que essas atrofias que acontecem naturalmente na doença possam
- 17:02vir a acontecer e perder mais a visão do paciente.
- 17:04Então proteger AA retina que ele tem e não deixar ele perder
- 17:08células é que enxergam durante OA história natural da doença,
- 17:14né? Ao longo dos anos.
- 17:17É perfeito, né? Então a gente tem pra formar
- 17:20seca, né? Essas essas drogas anti
- 17:23complemento, né? Que é uma.
- 17:25A previsão de chegada talvez ano que vem já acho que desculpa é
- 17:29esse ano. A primeira chega aqui no Brasil,
- 17:32a gente já tem disponível nos Estados Unidos 2 drogas
- 17:34proprietárias da Dr. Seca é que são drogas anti complemento, né?
- 17:38Então elas impedem a nesse tipo de paciente né?
- 17:42Com forma seca, que tenham uma lesão característica chamada
- 17:46atrofia geográfica. Então quando o.
- 17:49Paciente, tenha se fove, né? Se fove e o iservei, né iservei?
- 17:54Isso exatamente o é, sair fobre ou sair fobre e o easer veio ou
- 17:59ou isiser veio é e aí assim. OC 3 e outros c 5 são 2 tipos de
- 18:06complemento. Exatamente.
- 18:08Então é, mas são estão indicados pra pacientes que tem essas
- 18:13atrofias No No fundo do olho, né?
- 18:16E aí a diferença básica entre essas 2 drogas, uma precisa
- 18:20fazer todo mês, a outra pode fazer até a cada 2 meses, né?
- 18:24A gente já tem liberação disso nos Estados Unidos, deve estar
- 18:27chegando aqui no Brasil esse ano, provavelmente, e a
- 18:31expectativa da gente oferecer isso também para os pacientes a
- 18:34partir desse ano, assim que foi liberada no Brasil.
- 18:38Só que diferente da dos pacientes com.
- 18:41Neovascular, né? O tratamento para forma seca, o
- 18:45objetivo principal é anão progressão da doença.
- 18:48Então é uma coisa que tem sido bem conversada com o paciente é
- 18:52que ele vai ter um procedimento, né?
- 18:55E o objetivo principal é com que ele não evolua, né?
- 18:59Não não perca mais a visão com o tempo, não, a doença não
- 19:02acelera, então ele vai, ele vai manter a sua visão.
- 19:06É com o tratamento, então é. O estudo mostra aproximadamente
- 19:1025%, aproximadamente 25% dos pacientes já consegue uma
- 19:14estabilidade, né? Só que a gente tem que avaliar
- 19:17esses pacientes mais de perto, porque também 15% dos pacientes
- 19:21podem evoluir para forma neovascular, então podem sair de
- 19:23uma forma seca e evoluir para forma neovascular, então.
- 19:26Tem que ser muito bem conversado, muito bem orientado
- 19:28com paciente, né? Cada caso é um caso, mas são
- 19:32novas possibilidades que vão surgir aí ao longo desse ano
- 19:35para o tratamento da da mnn forma seca, né?
- 19:37Desde que o paciente tenha essa lesão específica, que é a
- 19:41atrofia geográfica, né? Então não adianta para paciente,
- 19:44por exemplo, que só tem blusas no fundo do olho, né?
- 19:47Então a gente tem que avaliar bem é cada caso e propor para o
- 19:52paciente a droga melhor para ele, né?
- 19:54Então cada paciente. Tem que ser tratado de forma
- 19:58individual. Hoje a retina está se as
- 20:01doenças, a retina estão ficando cada vez mais complexas EE
- 20:07difíceis de lidar que os especialistas de retina cada vez
- 20:11mais vai ter que avaliar individualmente cada paciente,
- 20:14determinar o que que aquele paciente precisa, né?
- 20:17Então, por isso que é muito importante, eu acho que vou
- 20:19frisar bem isso, que o paciente seja acompanhado por alguém que
- 20:23tem é. Não, não diria habilidade não é
- 20:27o melhor termo, mas eu diria é costume ou pelo menos frequência
- 20:32de ver aquele tipo de paciente. Porque a gente vai ter a partir
- 20:34de agora, tantas opções terapêuticas que o paciente, que
- 20:38o médico vai ter que olhar para aquele exame, né?
- 20:40Os exames de oct do paciente olhar para a retnografia.
- 20:43Olhar para outra florescência e determinar, a partir daquele
- 20:46momento, qual é a melhor droga para o paciente, né?
- 20:49Então, AAAO. Estudo da retina o estudo das 2
- 20:52tem avançado tão rapidamente que a.
- 20:57Se você escolher a droga certa, você consegue fazer o tratamento
- 21:01correto? EE, essa coisa do tratamento, eu
- 21:04sempre gosto de explicar muito isso no meu paciente.
- 21:06O tratamento hoje é é muito matemático, né?
- 21:10Então você tem que fazer x aplicações com intervalo de 4
- 21:13semanas na dose de carregamento, dependendo da medicação, você
- 21:16vai fazer 3 doses. Dependendo da medicação, que
- 21:18pode ser 4 doses, que é a dose de carregamento, o intervalo vai
- 21:22ser vai ser adaptado, né? Então.
- 21:24Meus pacientes saem com com a agenda toda programada pro que
- 21:27ele vai fazer. Então isso faz muita diferença,
- 21:30porque a gente consegue sim manter a visão do paciente por
- 21:33um longo período. Um paciente que já trata comigo
- 21:36a 1015 anos e consegue manter a visão por tanto tempo.
- 21:40Se a gente não consegue fazer o tratamento da forma correta,
- 21:43isso é uma coisa que eu sempre explico para o paciente.
- 21:45A gente não sabe que depois o desfecho lá na frente foi porque
- 21:49a doença tava evoluindo de uma forma ruim ou porque o.
- 21:52ESIM, sinceramente, o paciente não conseguiu fazer as as
- 21:55aplicações no período correto. E aí tem várias motivos, né?
- 21:59Desde o plano de saúde não liberar, o paciente não
- 22:01conseguiu vir na data correta. Mas eu sempre coloco, olha, a
- 22:03sua próxima aplicação tem que ser nesta data aqui.
- 22:07Então eu eu estou programado para a gente poder fazer nesta
- 22:10data, então vamos nos programar para a gente poder fazer nessa
- 22:13data. Se ele não teve alguma
- 22:15intercorrência que ele não conseguiu fazer, isso vai
- 22:18prejudicar. O tratamento dele, né?
- 22:20Então eu sempre comparo muito com, por exemplo, com com
- 22:23antibiótico. Você tem que tomar o remédio nos
- 22:25dias certinho para poder fazer o melhor efeito.
- 22:27Se você não tomou os remédio no dia certinho, a gente não sabe
- 22:30se no final das contas não melhorou, mesmo porque você não
- 22:33tinha que melhorar ou porque a droga não foi feita da melhor
- 22:36forma. Thaís, aí vamos falar um
- 22:40pouquinho, acho que tem tem mais 2 coisas que a gente poderia
- 22:43tentar é abordar, né, que são questão aí das.
- 22:48As novas a modalidades de cirurgia, né?
- 22:51Temos novos aparelhos. A perspectiva de de é aparelhos
- 22:57novos chegando também é microscópios novos também, novas
- 23:02formas de visualizar as doenças da retina na cirurgia é, e aí se
- 23:06a gente conseguir falar um pouquinho talvez de dessa visão
- 23:09artificial desses novos chips pra retina, isso se puderes, dar
- 23:13uma pincelada sobre isso, eu acho que legal a gente.
- 23:17Poder dar uma olhadinha aí pra pra gente conversar sobre isso
- 23:19também, então vamos, vamos, vamos trocar uma ideia?
- 23:23Eu sou eu sou fã da da cirurgia 3D, né?
- 23:26Então hoje em dia a gente já opera a retina pro é com a
- 23:31cirurgia 3D. Então imaginem que antes a gente
- 23:34usava o microscópio diretamente é nos nossos olhos pra olhar o
- 23:39olho do paciente 11 área menor, né?
- 23:41Então hoje a gente usa o óculos 3D.
- 23:44E a gente olha numa numa televisão em 4K, um grande
- 23:46aumento e vê tudo ampliado. Então eu, por exemplo, sou
- 23:49suspeito para falar, porque eu gosto muito de usar o ingenuite,
- 23:52que é uma das marcas que tem, sem empresas comerciais que a
- 23:55gente já faz a cirurgia em 3D, né?
- 23:58Então isso é uma coisa muito legal, que já é uma inovação
- 24:00presente, né? No dia nosso dia a dia, né, Alê?
- 24:02A gente fica mal acostumado com a tecnologia.
- 24:06A outra coisa que a gente sabe que já tem alguns serviços
- 24:09utilizando algumas plataformas que estão em em teste, né?
- 24:13É principalmente nos Estados Unidos que são AA cirurgia com
- 24:16aparelhos da OCT acoplado. Então a gente imagina que você
- 24:19faz a cirurgia de uma de uma doença de macro, que é o centro
- 24:23da visão. EE você faz o exame de
- 24:25tomografia dentro do do microscópio e você consegue ver
- 24:28como é que está a situação atual na hora da cirurgia, logo após a
- 24:31resolução. Ou então durante a resolução do
- 24:34problema de macro ou com a pinça que a gente usa, a gente
- 24:36consegue ver até o movimento do cirurgião no OCT.
- 24:39Isso também ajuda a gente fazer 11 tratamento.
- 24:42É muito mais personalizado, né, para cada cirurgia?
- 24:45EE, eu sempre falo que a medicina vai evoluir a ponto de
- 24:48eu vou chegar na minha idade em que eu vou para robótica.
- 24:51Então já existe alguns, alguns também modelos, agora para
- 24:55cirurgia robótica de catarata, que já estão sendo testes
- 24:57também. Inclusive um grande amigo meu do
- 24:59Canadá estava testando esses dias e postou, mas que vai
- 25:03chegar para retina, né? A gente vai conseguir aí, se
- 25:06Deus quiser, ter essa, essa tecnologia, porque imagine você
- 25:10operar a retina. 3D já é maravilhoso.
- 25:13EE robótica, você conseguiria ter diminuir quase zero o tremor
- 25:16da mão no cirurgião, né? Então a gente vai chegar nesse
- 25:20nesse mundo da robótica. Eu espero eu estar viva pra ver
- 25:23e usar bastante, né? Eu acho que a gente tem essa
- 25:26essa personalidade de estar sempre escutando a tecnologia,
- 25:29utilizando o mais rápido possível e tendo disponível pros
- 25:32nossos pacientes. Então isso é uma coisa muito
- 25:35legal e eu tava até conversando ontem na reunião da nossa
- 25:37clínica, que a gente faz toda semana.
- 25:40Falando sobre AO uso do campo visual de unidade aumentada, né?
- 25:44Então é unidade virtual. Então imaginem que muitos
- 25:47pacientes têm grande dificuldade de fazer esse exame de campo
- 25:49visual, porque é uma cúpula escura e que você tem que olhar
- 25:52numa luz, centralizar o olho ali, e é desconfortável a
- 25:56posição. E aí a gente já usa lá na
- 25:58clínica essa esse aparelho de realidade virtual para fazer o
- 26:02campo visual. Deita naquela cadeira do spa
- 26:04ali, linda, maravilhosa. E os pacientes elogiam muito e
- 26:08sempre falam assim, doutor, é muito melhor fazer campo visual
- 26:10aqui, porque a gente tá usando tecnologia pro conforto e pra
- 26:13pra precisão do exame, né? Então opção de aqueles pacientes
- 26:17que tem lá o como é avançados, mais idosos amam esse aparelho
- 26:20porque realmente é muito fácil de usar, EOO exame fica muito
- 26:23mais rápido, prático. EE, muito mais confiável, né, do
- 26:26que o paciente ficar cansado ali naquela cúpula fazendo e daqui a
- 26:29um tempo a gente vai ter, né? Eu acho que o futuro é é o
- 26:32autoexame, então a gente vai ter.
- 26:35E isso ao longo dos anos, chegando pros pacientes de MRIP
- 26:38somente saber como é que tá sua macro, como é que tá sua retina,
- 26:42antes de mesmo de do do dia do da consulta, pra saber se a
- 26:45doença tá apresentando algum tipo de alteração antes que o
- 26:48médico possa ver. Então isso vai realmente dar um
- 26:51pouco mais de alta estabilidade pro paciente, Pra Ele saber como
- 26:55conduzir a sua doença junto com o médico.
- 26:56Isso é muito legal. É realmente essas plataformas
- 27:00novas aí vão cada vez mais chegar.
- 27:03EE, você vai é paciente no caso, né, vai chegar praticamente com
- 27:08diagnóstico pro médico e a gente vai precisar só tomar condutas,
- 27:11né? Então essa coisa realmente da
- 27:13tecnologia 3D, né? Então é uma coisa muito
- 27:15interessante, né? Surgiu já alguns anos na
- 27:19cirurgia de retina e veio pra. Pra mudar o jeito com que a
- 27:23gente interage com as cirurgiões oculares, né?
- 27:27E agora é uma, é uma. É uma tecnologia que nem todos
- 27:32os cirurgiões optam. Nem todos os cirurgiões gostam.
- 27:36Eu, eu e você somos 2. É aficcionados, né?
- 27:39Eu tenho oportunidade de operar num hospital sem.
- 27:43É, e lá na clínica, 100% das minhas cirurgias eu faço com
- 27:47tecnologia 3D, né? E é interessante porque às
- 27:51vezes, no mesmo dia eu apero um num num, num microscópio com
- 27:55outro microscópio com. E aí é nítida para mim a
- 27:59diferença hoje, para mim, cada vez mais é muito mais
- 28:02confortável. Fazer é com AO 3 DE aí é tudo,
- 28:07né? É realmente ergonomia, é o jeito
- 28:10que você interage ali com ele, é.
- 28:12Realmente quando você se adapta muito ao aparelho, né?
- 28:15Do jeito que a gente tá fazendo hoje, né?
- 28:17Eu e você, né? Thaís, que 100% dos casos de
- 28:20baixo é, é muito mais cômodo e é muito melhor.
- 28:23Então pra cirurgias, por exemplo, cirurgias de macro,
- 28:26cara, é inacreditável a qualidade de visão que você tem
- 28:28lá e é muito, muito bacana você conseguir ter.
- 28:32É uma visão muito mais é. Em foco, tudo muito em foco, né?
- 28:38Então, um dia desse estava estava começando conversando com
- 28:41um amigo meu que comprou recentemente também esse
- 28:44aparelho e falou, cara, eu não imaginava a quantidade de vitro
- 28:47que eu deixava numa cirurgia, pensando que tinha eliminado.
- 28:51Tudo hoje, hoje. Você consegue ver, cara, acho
- 28:56que micro fibra ali do vidro e faz uma cirurgia muito, muito
- 28:59mais. Com muito mais elegância do que
- 29:02você fazer no passado, a mente são, você consegue operar 100,
- 29:05consegue, você consegue ter bons resultados, mas isso tudo te
- 29:08traz mais possibilidade de ter uma cirurgia cada vez mais,
- 29:12precisa cada vez mais é entregar uma qualidade melhor.
- 29:17Obviamente que dá para medir isso entre 1 e outra.
- 29:20É difícil, né? Mas eu eu comparo muito com com
- 29:23que a cirurgia robótica trouxe para para a pessoa, por exemplo,
- 29:26o pessoal da neuro, né, o pessoal da da Urologia, hoje,
- 29:30praticamente. Exatamente.
- 29:31Todo o pessoal da Urologia faz cirurgia de próstata, cirurgia,
- 29:34enfim, é urológica. Com com a robótica, isso tem
- 29:38muito menos complicação, a recuperação bastante, muito mais
- 29:41rápida. É, eu acho que fica muito
- 29:44semelhante ao que a tecnologia da cirurgia 3D trouxe pra gente,
- 29:49né? Você tem a possibilidade de ter
- 29:53visualização muito melhor, isso melhora muito o teu
- 29:55introperatório e a tua chance de complicações é diminui
- 29:59absurdamente. Eu acho que é isso, é a
- 30:01segurança que isso te dá, é bom, Thaís, tu queria?
- 30:05Acho que tem uma coisinha que eu queria comentar um pouquinho,
- 30:08esquece sobre. Os chips de retina, né?
- 30:12Toda vez os pacientes perguntam sobre aquela coisa do chip de
- 30:16retina, né? Então a gente teve recentemente
- 30:18uma nova 11 nova onda de de implante de chips de retina.
- 30:24Infelizmente no Brasil não chegou a primeira, a primeira, a
- 30:27primeira leva, né? A primeira leva do chip de
- 30:30retina foram os chips da argos é, e recentemente ele foi
- 30:35descontinuado nos Estados Unidos.
- 30:38E até deu um grande problema, porque os pacientes que tinham
- 30:42os chips implantados ficaram sem é, enfim, não tinham mais
- 30:46assistência da da da empresa que produzia.
- 30:49E aí não sabe como é que vai manter isso aí?
- 30:52Porque enfim, tem uma bateria, é no óculos que não tem como ser
- 30:58trocada, pelo menos pelo menos agora não sabe se vai ser
- 31:00possível trocar, né? Então isso tudo são coisas que a
- 31:05gente precisa. Conversar com os pacientes pra
- 31:07gente poder falar sobre essas tecnologias, né?
- 31:10Mas basicamente, esses eram implantes que eram colocados
- 31:13dentro do olho, conectados a um a um, a um óculos, e o paciente
- 31:19conseguia ver. É coisas muito incipientes, né?
- 31:23Às vezes o paciente fala, Ah, vou colocar, como é que é essa
- 31:25coisa do chip? Eu vou voltar a enxergar.
- 31:27Então, a visão que se tinha com essas terapias era muito
- 31:31limitada, né? Muito.
- 31:34Muito ruim o paciente que praticamente se fosse enxergar
- 31:36preto e branco e coisas grandes, EE tinham algum vulto na frente,
- 31:42né? Então servia para os pacientes
- 31:44que não tinham visão absolutamente nenhuma, né?
- 31:47Então ainda tem muito o que evoluir.
- 31:50Obviamente, eu sempre falo isso para os pacientes, se a gente a
- 31:52medicina evolui assim, né? AA pequenos passos e colocando
- 31:56essas pequenas mudanças na de Fronteira, né, que mostram que é
- 32:00possível a gente fazer. Depois a gente vai evoluindo,
- 32:02evoluindo, evoluindo. E fazendo com que essas coisas
- 32:05que no início eram bem rudimentares como consigam é se
- 32:10transformar em coisas corriqueiras e modernas lá pra
- 32:12frente, né? Bom, Taís, tem mais alguma coisa
- 32:16que você queira comentar? A gente tá chegando aí aos 30 e
- 32:1933 minutos, a gente para com 3540 minutos.
- 32:23Tem alguma alguma outra tecnologia que a gente queira
- 32:25que você queira falar? Tem alguma coisa que a gente.
- 32:28Ficou faltando falar sobre novas drogas, novos tratamentos que
- 32:32vão surgir aí em 2026? Na realidade, assim, eu acho que
- 32:35a gente abrangeu todos os as coisas mais novas acontecendo
- 32:38que vão acontecer. Eu gostaria de falar uma coisa
- 32:40muito mais profunda aqui pros pra quem tá assistindo, que é
- 32:44que eu ainda me assusto muito com os pacientes sem informação.
- 32:49Então acho que o recado final é, use a tecnologia ao favor da sua
- 32:53saúde ocular, é. Use mais o doutor Google, né?
- 32:58Pra procurar o local certo de de ser examinado, de quando você
- 33:01precisa ser examinado da medicina preventiva, né?
- 33:05Então às vezes, Ah, eu gosto de usar o ChatGPT pra saber se o
- 33:08meu olho tá enfim, mas então usa assim, eu tenho isso, isso, isso
- 33:13é é urgente, oftalmologista, ele vai te dizer, porque realmente
- 33:15hoje em dia a gente sabe que a internet é muito vasta, de
- 33:18informações também boas, então não é só coisa ruim.
- 33:22Então, se você puder usar a tecnologia para saber que você
- 33:24precisa ir oftalmologista, você se questionar o seu médico com
- 33:27os dados que você está pesquisando, se se inteirar da
- 33:31sua doença em achar grupos, né? De WhatsApp, grupos de cursos
- 33:35sobre a doença, nossos próprios cursos, nossos youtuber, estão
- 33:37todos aí disponíveis para vocês. Então usa a tecnologia também
- 33:40para se informar. Eu acho que a gente não pode
- 33:42usar só a tecnologia para diagnóstico, a gente também tem
- 33:45que usar a tecnologia para se atualizar como ser humano.
- 33:48EEE abranger o maior número de pessoas atingidas por essa
- 33:52informação, então utilize a tecnologia para que isso que a
- 33:55gente fala aqui chegue o maior número de pessoas.
- 34:00Acho que é. Isso.
- 34:03Obrigado beijo, boa noite. Bom, pessoal, é bom pra quem nos
- 34:08acompanha aí No No grupo do Facebook no nosso canal do
- 34:11Facebook, Na Na no Instagram, a gente se interagiu com a com as
- 34:15pessoas aqui No No chat do YouTube.
- 34:17Daqui a pouquinho vou responder os comentários que colocaram
- 34:20aqui Na Na no tema da live de hoje é, mas lembra que a gente
- 34:25tem no nosso canal aí basicamente várias Lives falando
- 34:29sobre todos os temas da live que a gente abordou?
- 34:32A gente tem live sobre a igreja nacional macular sobre glaucoma,
- 34:35sobre. Catarata tem várias coisas que
- 34:38vocês podem literalmente dar, uma forçada lá, uma procurada e
- 34:42tem muita coisa live específica sobre cada um desses temas que a
- 34:45gente é trouxe para vocês. Hoje a gente está nesse nosso
- 34:48projeto, já vamos fazer agora 6 anos de Lives diretas todas as
- 34:53quartas-feiras. A gente trás informação de
- 34:55qualidade porque como eu sempre falo, pessoas bem informadas.
- 34:59Tomam melhores decisões e a gente está trazendo esse
- 35:01conteúdo de forma gratuita para todas as pessoas que podem ter
- 35:04interesse sobre esses temas. Então deixa o seu like, se
- 35:08inscreve no canal, compartilha com as pessoas que podem ter
- 35:11interesse sobre isso. E às quartas-feiras, às 20:00, a
- 35:15gente se vê de novo. Um grande abraço a todos e até a
- 35:19próxima.