Latest / Os Agilistas / Transformando informações fragmentadas em valor tangível
Transcript
- 0:03Os relacionados à criação de flags na hora do laudo, às vezes
- 0:06esbarram na adesão do profissional.
- 0:08Você vê que a adesão é um problema crônico, tanto das
- 0:10vezes do paciente como do médico, para fazer alguma
- 0:13iniciativa para fluir o sistema. Mas a informação está no
- 0:16relatório. Quando a gente tentava resgatar
- 0:18essa informação, era humanamente impossível, porque você
- 0:20precisava ler o relatório. A gente tem uma quantidade muito
- 0:23grande de relatórios feitos por mês, humanamente impossível.
- 0:26Um radioluz tem lá, olha bom, deixa eu pegar todos os laudos
- 0:29que eu fiz dessa. 6 meses atrás e ficar olhando de 1 a um, qual
- 0:32eu vou ter recomendação para saber para pegar na agendinha,
- 0:35ligar para esse paciente ou ligar para o médico para fazer
- 0:37esse cara lembrar que ele precisa voltar para fazer exame?
- 0:39Do ponto de vista individual, era impossível, sim.
- 0:41Do ponto de vista sistêmico, na empresa também era difícil,
- 0:45porque as ferramentas de NLP, né, de processamento de
- 0:48linguagem natural, não são tão novas assim.
- 0:49Você já tem sistemas que fazem ANLP há muito tempo, mas em
- 0:52compensação, a qualidade da estação do dado de NLP para essa
- 0:56tarefa específica também apanhava muito.
- 0:58Eu lembro de até tentado fazer esse.
- 1:00Projeto 4 anos atrás e não conseguia porque o jeito que o
- 1:03radioluxo escreve tem muita variação.
- 1:05Variação entre a informação é a mesma, mas às vezes um escreve
- 1:08de um jeito, o outro escreve do outro, o outro dá um Rodeio para
- 1:11colocar a lógica quando você lê a mesma.
- 1:13E aí o sistema de NLP mais tradicionais, por mais que
- 1:16tivesse uma performance razoável, não conseguia ter uma
- 1:19performance tão grande. E aí Oo cenário mudou quando
- 1:21surgiram essas LMS, né? Porque ficou muito além da
- 1:25assertividade de entender o contexto, ficou muito mais fácil
- 1:28a capacidade do. Time que a gente fala de
- 1:31negócio, time médico de parametrizar.
- 1:33Uma boa engenharia de prompt é muito mais simples do que
- 1:36antigamente. Você tentar fazer tudo aquilo
- 1:38com um baita no regex, tentando bolar 1000 possibilidades da
- 1:42cabeça. Hoje, com uma boa engenharia de
- 1:43prompt você consegue resultados que você precisava de um de um
- 1:46projeto de 6 meses, um ano para fazer ano passado.
- 1:48Impressionante, né? Então quer botar o recado Na Na
- 1:51história, né? Nosso arquiteto, né arquiteto lá
- 1:53da DTI? Do ponto de vista técnico, né,
- 1:55qual é o desafio? Ou seja, ele disse, AAO Helen me
- 1:58facilitou pra caramba, você consegue fazer uma?
- 2:0011 boa engenharia de prompts em relação ao LLPE aí, só para
- 2:03deixar bem clássico pro ouvinte, ou seja, com isso você tem
- 2:05sempre uma possibilidade de sempre ler todos os os laudos,
- 2:08né? A informação está lá, você
- 2:10sempre lê os laudos e pronto, né?
- 2:11E além de tudo, sei lá, aquele é ser um flag, né?
- 2:14Mas pode ter +1000 situações, aí você vai ter 1000 flag, né?
- 2:17Já é difícil o cara aderir a um flag, né?
- 2:18Eu vou ter que marcar 20 coisas do laudo para transformar o
- 2:21laudo num banco de dados estruturados que alguém possa
- 2:24exatamente. Eu sei que a gente também atua
- 2:26no senhorito, preparando todo uma ínfra para poder comportar
- 2:29este desafio. Você pode falar um pouquinho
- 2:31mais? Claro.
- 2:31Então como o doutor Bruno trouxe, né?
- 2:33A gente está falando de 1 o volume bem significativo de
- 2:35laudos, né? Falando de tórax, a gente tem
- 2:37mais de 5000 laudos por mês e além desse desafio de processar
- 2:41os laudos, a gente tem o desafio de integrar esses dados que
- 2:44quando você faz isso de uma forma isolada dentro de 11
- 2:47ambiente controlado, um laboratório, você não consegue
- 2:50uma integração com o ecossistema de dados do Fleury.
- 2:53Então, qual que foi a iniciativa que a gente puxou junto com o
- 2:57case, né? A gente criou 11 plataforma de.
- 3:00Dados batizados de data hub, para trazer todos esses dados
- 3:03para dentro de um ambiente que a gente pudesse manipular eles
- 3:07através de LLME também garantir a integração desses resultados
- 3:13com ferramentas que pudessem ativar o paciente.
- 3:15Então, ou seja, a gente fez o processo de ponta a ponta,
- 3:18garantindo que o laudo chegando, ele seria processado.
- 3:21A gente faria algum enriquecimento ali para
- 3:23garantir, por exemplo, aí a gente identificou que teve um
- 3:26paciente que deveria retornar. Então através da do cruzamento
- 3:29de dados a gente consegue se. Saber se ele foi atendido, se
- 3:31ele não foi atendido, se ele não retornou, a gente consegue saber
- 3:34através das fichas de atendimento.
- 3:36E a partir daí a gente ativa somente os pacientes que
- 3:40precisam ser ativados. A gente não faz aquela ativação
- 3:43massiva. Então, com isso a gente começa a
- 3:45habilitar dentro do Fleury um produto de medicina
- 3:48personalizada. Ou seja, a gente está
- 3:50trabalhando o paciente que precisa ser informado e que não
- 3:54foi informado de uma forma ativa.
- 3:56Interessante, ou seja, a gente garante que aquilo ocorre de
- 3:59forma tomada. Acho que é inconsistente, né?
- 4:01E como é que foi o processo, né? Eu acho que o ouvinte fica muito
- 4:03curioso. A gente sabe assim, desde a
- 4:05ideia até transformar em algo seguro, que vocês confiam.
- 4:08Como é que foi esse processo, como é que se gera esse pronto?
- 4:11Como é que faz o teste, né? Como é que foi essa jornada?
- 4:13Essa parte eu acho muito interessante, porque eu acho que
- 4:16a beleza desse projeto é a interação entre áreas de
- 4:20negócios muito diferentes da empresa, então você tem uma
- 4:22interação muito forte de um time médico engajado ali, que
- 4:26realmente traz aquela aquele conhecimento específico de como.
- 4:30Como fazer a extração dos relatórios com um time de data
- 4:33analítica? CTI, que faz toda o cuidado
- 4:36dessa parte estrutural de integração de engenharia de
- 4:38dados. Se você não une esses 2 times, o
- 4:41projeto não sai do papel. Se você deixa só um time médico,
- 4:44por mais técnico que seja, esse time para fazer a coisa vira um
- 4:48experimento de laboratório. Você consegue provar um
- 4:50conceito, mas não tira, não consegue, não tira da gaveta e
- 4:53não coloca isso em produção. Se você deixa só um time mais
- 4:56técnico do ponto de vista de dados, pode ficar super robusto,
- 4:59mas existe. Falta aquela fineza, aquela fim
- 5:01de grana super específica que deixaria, que pega aquele
- 5:05paciente sim e o outro não. Então realmente Oo que foi mais
- 5:09interessante foi essa interação entre os 2 times e que como você
- 5:12mencionou, foi uma grande escola.
- 5:14Porque esse case específico, o modelo de resolver esse
- 5:17problema, ele replicava para vários outros problemas.
- 5:20Então a partir desse case de tórax, a gente está conseguindo
- 5:24fazer uma esteira de projetos mais complexos agora e aí vai
- 5:27aumentando o nível de complexidade, a quantidade de.
- 5:30Desenvolvidos para jornadas mais mais complexas, seja de câncer
- 5:33de mama, seja de diabetes. Você tem jornadas de cuidado um
- 5:36pouco mais complicadas do que esse que parece simples, que é
- 5:39basicamente um lembrete de uma informação que a pessoa deveria
- 5:43fazer. Mas esse case em si é, apesar de
- 5:45parecer simples, ele não foi nem um pouco fácil de de resolver.