Latest / SuinoCast · by PPGVET / Dra. Talita Resende: Ileíte na Prática | Ep. 254
Transcript
- 0:05Está no ar o primeiro podcast da suinicultura brasileira, o
- 0:09suinocast. Se o animal ele não performa
- 0:13dentro do potencial que ele tem, às vezes Oo prejuízo ele não é
- 0:19nítido. Mas o produtor não está
- 0:20ganhando. O que ele poderia ganhar com
- 0:23aquele mesmo investimento que ele está fazendo, né?
- 0:26Porque pode não ter um quadro de diarreia, mas a.
- 0:30Saúde intestinal, o desempenho intestinal ele está comprometido
- 0:33durante a infecção. Então, para mim a campo, esse é
- 0:36o principal desafio. Siga-nos nas redes sociais
- 0:40YouTube e Spotify para ter acesso a conteúdo técnico atual
- 0:44de qualidade irreverente e gratuito.
- 0:49Os finnocares só é possível através do apoio de empresas
- 0:52inovadoras e que apoiam a educação continuada na
- 0:55suinicultura brasileira, sempre. Além da saúde animal, DSM
- 1:01firminish, moldando o futuro dos cuidados com os suínos, elanco,
- 1:05alimento e companheirismo, enriquecendo vidas.
- 1:14Olá pessoal, meu nome é Vinícius cantarelli e vamos para mais um
- 1:17episódio do suinocast. E hoje nós temos a convidada
- 1:20Talita Resende, que é professora adjunta da honra e state
- 1:23University. Nós vamos bater um papo bem
- 1:25legal hoje falando sobre doenças infecciosas sublónia, diarreia
- 1:30na creche, crescimento, internação, tema muito
- 1:33importante para cadeia produtiva.
- 1:35Mas, primeiro, Talita, eu queria te agradecer, seja bem-vinda.
- 1:39E, para começar, eu queria que você contasse um pouco da sua
- 1:42jornada, como é que você entrou na sua inocultura e como é que
- 1:46você foi para a vida acadêmica? Como é que está essa esse início
- 1:50aí nos Estados Unidos? Como é que está essa experiência
- 1:53até aqui? Obrigado.
- 1:56Oi, Vinícius. Obrigada.
- 1:57Obrigado pela oportunidade de estar aqui conversando, né?
- 2:00Com você e com os ouvintes, é? A minha jornada na veterinária,
- 2:05na verdade, ela começa pela raiz, pelas raízes, assim dos
- 2:09meus pais, que foram nascidos e criados, né?
- 2:12Em que Minas a gente chama mais de roça, então eles são ali do
- 2:15interior, pequenas propriedades, né?
- 2:18Os meus avós criando ligado vaquinhas de leite, um pouquinho
- 2:23no quintal. Não, sempre tive essa
- 2:25proximidade com o sítio, sempre gostei, fui pra veterinária por
- 2:29causa disso, mas eu não esperava ir pro suinicultura.
- 2:33Eu sabia que eu, apesar de adorar os pequenos animais, eu
- 2:36não IA pra clínica. Eu tinha muita afinidade com os
- 2:39grandes animais, mas acinocultura Ela Foi um pouco
- 2:43maior, surpresa positiva. Nessa cidade, então de onde os
- 2:47meus pais são Piracema no interior de Minas?
- 2:52Tem uma Granja, Granja Campestre e foi lá onde eu fiz o meu
- 2:55primeiro estágio, lá, com toda ali a disponibilidade.
- 2:59Da Rosemary, do Éder, que é Oo gerente geral lá da Granja.
- 3:04Fiz meu primeiro estágio, eu fiquei apaixonada, isso foi no
- 3:07primeiro ano da veterinária. Então eu pensei, poxa, que
- 3:11negócio legal esse destino cultura, e quase ninguém acha
- 3:14legal, né? Então acho acho que dá para ir
- 3:17por aí. E aí fiz outros estágios lá
- 3:20também, fiz estágio na fazenda São Paulo, quem é de Minas aí
- 3:23conhece, e estando junto ali ou pelo menos observando o trabalho
- 3:28do professor Roberto Guedes, de longe, eu fui.
- 3:32Meio que trilhando nesse caminho.
- 3:33E no final da veterinária eu fiz 11 iniciação científica, né, com
- 3:38o professor Roberto e decidi, a partir daquela experiência, ir
- 3:41pro mestrado na patologia. E aí, junto com o professor
- 3:46Roberto, adorei, né? Toda a parte do meu mestrado, eu
- 3:49trabalhei com lausoni. Aprendi a cultivar, lauson, a
- 3:52fazer sorologia para lauson e peguei ali também, infelizmente,
- 3:56né? Mas peguei ali o surto de
- 3:58brakspira não só em Minas, mas no Brasil todo.
- 4:02Então, acompanhei os meus colegas ali de laboratório,
- 4:04naquele no diagnóstico de brakspira, em toda a
- 4:06investigação, diagnóstico e epidemiológica ali também.
- 4:11E realmente me encontrei nessa parte da.
- 4:14Da suinocultura, da sanidade. E por causa dessa afinidade,
- 4:18pensei, acho que vou pro doutorado, né?
- 4:21Nessa vontade, né, de continuar na área acadêmica.
- 4:24Eu fiz o doutorado em Minnesota com a professora doutora cone
- 4:29gebhard, que é, né, super especialista em lauçônia.
- 4:35E trabalhei lá também junto com o professor Fábio vanucci, que
- 4:38foi meu orientador. Então mantive ali Lau Sônia e
- 4:42patologia dentro das minhas atividades.
- 4:46Foi ótima, experiência única, voltei para o Brasil em 2019 e
- 4:51comecei a trabalhar na antiga ipev, né?
- 4:54Hoje em dia são vetit é foco em vacinas autóctoenas, principal
- 4:59cliente suínos, e aí eu expandi muito, né?
- 5:03As minhas as minhas habilidades ali aprendi bastante contacto,
- 5:07muito direto com o produtor, determinado campo, mas estava
- 5:11sentindo falta da área académica e aí fiz 11 concurso para Juiz
- 5:17de Fora. E.
- 5:19E ao mesmo tempo, né? Estava procurando outras
- 5:22oportunidades e acabei conseguindo também essa
- 5:24oportunidade aqui na o high state.
- 5:27Fiquei em Juiz de Fora por alguns meses, foi ótimo, foi uma
- 5:31experiência maravilhosa. É, dei aula de doenças das aves,
- 5:35patologia especial das aves, porque era combinada dentro do
- 5:38meu cargo, mas dei aula também de patologia veterinária na
- 5:42prática, então foi muito bom esse contacto, né?
- 5:44Estar de volta na área académica e resolvi vir para cá para os
- 5:49Estados Unidos, num cargo agora que é bem diferente do que a
- 5:52gente está mais acostumado no Brasil.
- 5:55Um cargo que envolve muita extensão e um pouco de pesquisa
- 5:59sem ensino. Então, um novo desafio, né?
- 6:02Além de ser um novo país, uma nova língua, um novo trabalho
- 6:06também, uma área de atuação bastante diferente, mas estou
- 6:09bastante animada aí, com com os com as novas possibilidades.
- 6:15A elanco é uma empresa global na área de saúde animal, que se
- 6:19dedica a inovar e fornecer produtos e serviços para
- 6:23prevenir e tratar doenças em animais de produção e animais de
- 6:26companhia, agregando valor ao trabalho de produtores, tutores,
- 6:30médicos veterinários e da sociedade como um todo.
- 6:36Legal Talita. Para primeiro, parabéns pela
- 6:39jornada, né? Porque você começa a falar AA
- 6:42nós Mineiros, né? Eu me considero mineiro
- 6:44praticamente, sou Paulista minerado.
- 6:47Mas criado na roça, né? Uhum.
- 6:50Tem gente que saiu da Zootecnia, da veterinária ou da agronomia,
- 6:54né você falando, aí eu me lembrei da minha jornada também
- 6:57porque. Eu entrei na Zootecnia querendo
- 7:01trabalhar com gado de corte, me frustrei no primeiro semestre
- 7:05porque é, eu tinha um colega que trabalhava, o pai dele
- 7:07trabalhava com cimental e a gente não.
- 7:10Vamos trabalhar com dupla aptidão porque aqui em Minas na
- 7:12época não tinha bovinho de corte no sul de Minas, era só leite,
- 7:15né? A gente pensou na dupla aptidão,
- 7:17então tinha. Fui visitar uma vez uma fazenda
- 7:19de guelbe, tinha parte suíço aqui perto, em Campo Belo, e ele
- 7:24tinha criação de cimental e a gente fez projeto, apresentava o
- 7:27professor na época que já aposentou e.
- 7:30Ele falou, não, não tem jeito não, não tem jeito.
- 7:32Nós tivemos vários nãos. Eu falei Ah, chega.
- 7:35Na semana que eu decidi falar chega e a oportunidade de
- 7:38trabalhar com sorriso que eu nem imaginava em trabalhar com suíno
- 7:42e aí eu, eu, eu, eu recordei aqui da você falando, né, de que
- 7:47isso nem imaginava trabalhar com os sorrinhos, eu também não.
- 7:50E me apaixonei, né? Essa, esse é o esse é o
- 7:53mosquitinho. Mas eu vi também você falando
- 7:55que você começa a ir na roça, né?
- 7:57Vai pra academia, depois vai pro ipevé visanvet, depois volta pra
- 8:03academia, agora vai pra universidade trabalhar com
- 8:05concessionismo. Sim.
- 8:08Muito legal, muito legal. O Talita pra gente começar a
- 8:12parte técnica. Eu queria te fazer uma primeira
- 8:17pergunta provocativa. Na tua visão, você tem uma
- 8:21experiência que você passou por várias escolas bem interessante,
- 8:23que tratam desse tema lá, o sonho.
- 8:27Muito pra hoje. Que que você acha?
- 8:29Quais são os desafios, quais são as demandas e os maiores
- 8:33desafios? Relacionado a lawsonne hoje, não
- 8:36só no Brasil, nos Estados Unidos, mas no mundo como um
- 8:38todo. Uhum.
- 8:40Muito boa essa pergunta provocativa e eu tenho, vou
- 8:45dizer assim, 2 respostas, 2 caminhos de resposta o primeiro
- 8:49caminho é mais relacionado à parte de campo.
- 8:54Acredito que um dos maiores desafios em relação à infeção
- 8:57pelo malsônia, né? Que popularmente a gente chama
- 9:00de leite na academia, a gente chama de.
- 9:03Proliferativa suína é trazer. O conhecimento para os
- 9:08produtores do real impacto dessa doença.
- 9:10E por que que eu estou falando isso?
- 9:13Porque quando a gente tem os casos Agudos de leite e você tem
- 9:18ali um animal de terminação, um amarranco, uma diarreia
- 9:22seminolenta aguda. O animal foi canémico e
- 9:25infelizmente muitas vezes isso acaba, né?
- 9:28Com a com a morte do animal, é muito fácil entender o prejuízo
- 9:32relacionado a esse quadro agudo. Porém, o quadro agudo ele é
- 9:36raríssimo. Eu aí dentro dessa rotina, até
- 9:39trabalhando, né? No laboratório de diagnóstico
- 9:42por aí, 3 anos, se não me engano, eu peguei um caso, um
- 9:45caso de de quadragudo EPCR positivo, a gente tinha, como
- 9:51diz o professor Roberto Guedes, a gente tinha a zóia.
- 9:54Então é o que é que é o principal desafio, é mostrar
- 9:59para o produtor, e aí não só o produtor em si, os os gerentes,
- 10:03os veterinários responsáveis pelas granjas.
- 10:06Que o quadro é subclínico, ele compromete muito o desempenho do
- 10:10animal. Então quando a gente fala hoje
- 10:12em dia, né, de uma atividade econômica em que as margens de
- 10:16lucro, elas são muito pequenas em todo o contexto que a gente
- 10:19sabe. Se o animal, ele não performa
- 10:23dentro do potencial que ele tem. Às vezes, Oo prejuízo ele não é
- 10:29nítido, mas o produtor não está ganhando.
- 10:31O que ele poderia ganhar com aquele mesmo investimento que
- 10:35ele está fazendo, né? Porque pode não ter um quadro de
- 10:38diarreia, mas. A saúde intestinal, desempenho
- 10:42intestinal, ele está comprometido durante a infecção.
- 10:45Então, para mim a campo, esse é o principal desafio.
- 10:48E assim tem toda essa vantagem de da popularização da vacina.
- 10:53Temos 2 vacinas comerciais, né, disponíveis no mercado, tanto no
- 10:57Brasil quanto aqui. Nos Estados Unidos a aceitação
- 11:01tem melhorado muito, porém, de novo, se a gente tem margem
- 11:05económica, né? Os o.
- 11:08A margem é de de ganho econômico.
- 11:09Ela é pequena, o produtor, ele querendo ou não, ele vai começar
- 11:13a priorizar algumas vacinas ali dentro do daquele protocolo
- 11:16vacinal, então, infelizmente, alguns casos, a vacina para a
- 11:21prevenção e controle da leitura é uma das primeiras que sai ali
- 11:25da lista. E segundo que, principalmente
- 11:30quando a gente pensa em vantagem e desvantagem de cada uma das 2
- 11:33versões que a gente tem, uma vacina injetável, então com a
- 11:36quantidade de vacina que o leitão está recebendo, às vezes
- 11:40fica difícil arrumar 111 ponto a mais, né?
- 11:42Para ele receber aquela injeção e a outra vacina, que é via
- 11:46água, todas as as dificuldades de uma vacinação, como a vacina
- 11:50viva atenuada, suspensão de medicamento, né, antes e depois
- 11:54a administração, como que está a qualidade da água, como que está
- 11:58ali o sistema de administração, como que está o encanamento,
- 12:01está limpo? Tem meu filme, não tem, tem
- 12:03outro produto que pode, né? Minimizar a eficácia dessa
- 12:08vacina ou não? Então tem todas essas questões.
- 12:11E aí o outro lado da resposta que eu falei, que né, que eu
- 12:15gostaria de mencionar é a dificuldade é no avanço do
- 12:20entendimento de como que essa bactéria tão única, né, a única
- 12:24bactéria do gênero dela, como que ela causa todo esse problema
- 12:29intestinal, é uma doença que é autolimitante, então infecções,
- 12:33desafios experimentais aí os animais.
- 12:36Eles se recuperam em cerca de 3040 dias, mas o prejuízo
- 12:41gerado? Dentre dentro desses 3040 dias é
- 12:44grande por causa dessa comprometimento no que a gente
- 12:46pensa que eu mencionei. E a gente não sabe muito, não
- 12:52tem muitas possibilidades de desenvolvimento, de alternativas
- 12:56de controle e prevenção, porque é tudo muito obscuro ainda
- 13:01dentro da da que a gente chama de patogênese, né ali?
- 13:04Qual que é O Mecanismo que essa bactéria utiliza para causar as
- 13:07lesões? Que é que a gente consegue
- 13:10observar macro e microscopicamente?
- 13:13Outros autores, né? Pesquisadores já identificaram
- 13:16alterações a nível molecular também que podem influenciar
- 13:20nessa. Função intestinal ótima, porém é
- 13:23uma bactéria. Ela entra celular obrigatória,
- 13:27ela precisa de uma mistura de gases específica.
- 13:30Não é que ela é simplesmente microerofílica, ou anaeróbia,
- 13:34como a Brexit, por exemplo. Ela requer um cuidado especial,
- 13:38o cultivo dessa bactéria, ele não permite a utilização de
- 13:42antimicrobianos como a gente faz para vírus, por exemplo, né?
- 13:46Controla contaminações com uso de antibióticos.
- 13:50Na cultura, ela não permite esse tipo de de manutenção.
- 13:54E para piorar ainda, o tempo de multiplicação dela é muito
- 13:58longo. Às vezes a gente demora aí uma
- 14:01semana para conseguir 11 semana. É dando tudo certo para
- 14:06conseguir uma célula altamente infectada que a gente chama.
- 14:10Então são desafios que dentro do laboratório eles, né.
- 14:14Constantemente eles estão tentando ser transpassados.
- 14:19Aí é. A gente tem tentado.
- 14:23Eu nem tanto mais né, porque eu estou um pouco afastada dessa
- 14:26área. Mas existe uma busca constante
- 14:28para tentar entender quais são esses mecanismos.
- 14:31Para que a gente talvez é para que os pesquisadores consigam
- 14:36produzir uma vacina dissibilidade.
- 14:38Talvez um tratamento de prevenção com é micromoléculas
- 14:43nano nanopartículas. Então tudo isso acaba atrasando
- 14:47um pouco. É outras alternativas de
- 14:50controle e prevenção da doença. Então, são esses 2 aspectos
- 14:53assim que eu acho mais desafiadores em relação à
- 14:56doença. E, no caso, assim como solução,
- 15:00mesmo como caminho para evoluir em soluções mais efetivas.
- 15:04Seria vacina? Vacinas mais atualizadas.
- 15:08Vacinas, vacinas de subunidade que talvez permitam combinar,
- 15:13né? Fazer uma vacina polivalente
- 15:14para talvez é minimizar essa impacto que a gente tem de
- 15:18várias vacinas que acontecem ali no período do desmame.
- 15:22Então? Tentar tirar esse essa
- 15:26argumentação, né? Não temos espaço para vacinar o
- 15:29leitão, então uma vacina de subidade que fosse combinada com
- 15:32alguma outra antígeno que já é utilizado ali, a na vacinação ao
- 15:37desmame e hoje em dia existe um. Uma tendência assim, eu talvez
- 15:44uma tendência seja uma palavra boa de desenvolvimento, de
- 15:47alternativas antimicrobianos. Então isso já é.
- 15:51É quase uma realidade para são monela para colhe.
- 15:55Entre la Sônia, infelizmente vou dizer que a gente está bastante
- 15:58distante em relação a isso. Até mesmo utilização de
- 16:03alternativas de antimicrobianos como probióticos e prebióticos
- 16:07existem já empresas, né? Indo para para esse caminho, mas
- 16:11até. Pela dificuldade de entendimento
- 16:13do que AA bactéria faz naturalmente?
- 16:17É difícil de criar um experimento que realmente
- 16:22mimetize ali. Naturalmente, o que acontece no
- 16:24campo para descartar todas as variáveis, né?
- 16:27Que a gente possa ter para interpretação desses resultados,
- 16:31mas seria mais ou menos nesse sentido, eu acho.
- 16:34É vacinas, é com alvo mais. Mas bem determinado e outras
- 16:41alternativas antimicrobianos que a gente sabe também que essa é
- 16:43uma tendência mundial, né? E no Brasil e aqui nos Estados
- 16:47Unidos também. A utilização de antimicrobianos
- 16:50acaba segurando muita os efeitos da infeção.
- 16:54Mas e quando a gente não puder mais contar com isso, né?
- 16:56Como é o caso ali de muitos países da união europeia.
- 16:59A gente tem que começar a pensar nisso também, lá lá na frente.
- 17:03Exato, então aí você. Tocou nesse ponto, né?
- 17:08Em relação a anti microprogramas.
- 17:10Pra mim é um pouco mais familiar.
- 17:14Familiar, né? Como eu te falei, eu não sou da
- 17:16veterinária. Ou.
- 17:19Ali a atuar na área de saúde intestinal, relacionando a
- 17:24microbiota com AA atuação sistémica, né?
- 17:27De nutrientes? E tal que vai repercutindo no
- 17:31desempenho EE ganho económico. Mas, dentro disso, Talita, como
- 17:36é que quais são os desafios, então?
- 17:38E aí sim, fique à vontade para se aprofundar um pouco, né?
- 17:42Que eu acho que é um é, é, eu já esperava que seria um pouco mais
- 17:47técnico e científico, né? Apesar da tua área aí como
- 17:50extensionista e tal, qual que são os desafios da patogenese
- 17:56da. Da da da lawsonne em si.
- 17:59Não é assim. O porquê que, por exemplo,
- 18:01ficaria difícil ou ficaria? Não, mas é difícil.
- 18:04É desafiador. A gente selecionar ou pinçar
- 18:09probióticos específicos pela alstone e que tenham eficácia,
- 18:14né? Que você pode assim ter uma
- 18:16repetibilidade dos resultados são.
- 18:20Acho que repetibilidade é uma ótima palavra pra gente deixar
- 18:24aqui, na nossa, no subconsciente, pra ter essa
- 18:27discussão agora. Exato, porque a gente vê algumas
- 18:30empresas muito bem conceituadas, com tecnologias conceituadas,
- 18:34que muitas vezes fala assim, não, ela pega lá o sonho.
- 18:37Mas eu me questiono, eu acho que vários se questionam, né, de
- 18:40quanto é que se repete que o seu quanto há nela e dizer assim,
- 18:44vou colocar e vou virar as costas, óbvio, não é 100%, mas
- 18:48eu tenho uma garantia de que a grande maioria dos casos serão
- 18:51atenuados com. Essa tecnologia, né?
- 18:54Sim, bom para eu vou começar até o antes de falar de
- 19:00alternativas, eu vou falar um pouco da realidade.
- 19:03Quando o Sony até para as os antibióticos clássicos, quando a
- 19:07gente fala de infecções, é intestinais bacterianas,
- 19:12Salmonella e acolhe como as clássicas, você manda ali a
- 19:17amostra fecal dos seus animais. Para o laboratório, vai
- 19:19acontecer um isolamento bacteriano.
- 19:22A partir desse isolamento, vamos dizer assim, Oo método mais
- 19:26fácil de fazer um teste para a sensibilidade anti-mcrobianos é
- 19:29o animegrama. Então você faz, ele é um cultivo
- 19:32no ága, coloca os seus discos de antibióticos e vai medir o halo
- 19:36ali de ausência. De crescimento da bactéria.
- 19:40Simplesmente isso não é possível.
- 19:42Com lauson ela entra celular. Então, começa por aí a
- 19:45dificuldade. Então, fazer uma análise
- 19:49aprofundada de dissepa circulante.
- 19:53Qual? Quais são as a qual é o perfil
- 19:56de sensibilidade de antimicrobiana dessa cepa?
- 19:58Isso já não é possível. Então, existem aí na literatura
- 20:03alguns poucos artigos que relatam essa esse perfil de
- 20:08sensibilidade. O se eu não me engano, posso
- 20:11estar, posso estar um pouquinho desatualizada aí, mas se não foi
- 20:14o último, um dos últimos artigos, eu participei.
- 20:17A gente colocou cepas brasileiras em cepas, é da
- 20:22Tailândia para fazer esse comparativo.
- 20:25E porque é que a gente, né? O nosso é uma publicação sobre
- 20:28perfil de susceptibilidade, ninguém faz isso para outras
- 20:31bactérias. Por causa dessa dificuldade,
- 20:34então você tem que fazer um cultivo in vitro dessa bactéria.
- 20:37Em Placas micro Placas, você tem que fazer uma série de
- 20:42adequações ali e cálculos, né? De concentrações para fazer um
- 20:47teste de atividade intra e extracelular.
- 20:51Então, numa placa, por exemplo, você vai colocar o antibiótico
- 20:55em contacto com a lázônia antes de infectar a célula.
- 20:58Esse seria atividade extra celular.
- 21:00O que que a gente quer ver? Atividade extra celular, pra ver
- 21:03se o antibiótico que está no lúmen é intestinal.
- 21:06Ele vai agir contra a bactéria que já tá ali, né, que tá
- 21:09entrando ali em contato com as células.
- 21:12E a gente ainda tem que fazer uma outra parte do desse teste,
- 21:15que é pra ver a sensibilidade intracelular, então é a célula
- 21:20está infectada com a bactéria. Se eu colocar o antibiótico ali,
- 21:23ele tem alguma ação intracelular ou não, e isso para fazer uma
- 21:28rodada de experimento dessas são semanas.
- 21:31Né? E aí entra a questão da
- 21:32repetibilidade, pra gente liberar um resultado desse, tem
- 21:36que fazer em triplicata? Tem que repetir o experimento de
- 21:40maneira independente? Então, nesse estudo, por
- 21:42exemplo, que a gente publicou, são várias cepas, cepas de
- 21:46diferentes países isoladas em anos diferentes.
- 21:50E para conseguir ter uma ideia melhor do que acontece, a boa
- 21:54notícia é que não tem grandes variações.
- 21:57Aparentemente, até o momento. Nosso n.
- 22:00Amostral, né? Em relação a essas, essa
- 22:03susceptibilidade aos antimicrobianos ON é
- 22:06relativamente pequeno, mas dentro dessas cepas testadas a
- 22:09gente ainda não vê nem grande, é não vê o aparecimento de
- 22:13resistência. E aí a gente tem que diferenciar
- 22:16o que que é resistência, aparecimento de resistência, de
- 22:19resistência natural, pela característica da bactéria, né?
- 22:22Então a gente não vê, não existe essa tendência em aparecer uma
- 22:28resistência que cause preocupação, porém, a gente tem
- 22:31que tomar como verdade o que está ali.
- 22:33Até que, né, novos pesquisadores tragam aí novos resultados.
- 22:38Então, considerando, e eu, eu sei que é, pode ser até meio
- 22:42tedioso, né? Falar sobre tantos detalhes?
- 22:45Mas isso é importante para que, quem estiver ouvindo, entenda
- 22:48como que é complexo avaliar probiótico e prebiótico.
- 22:52Olhos essenciais, todas essas outras alternativas a campo.
- 22:58Será que essas empresas fizeram algum teste in vitro que eu fiz
- 23:01alguns testes in vitro durante o meu doutorado, né?
- 23:03Como trabalhos paralelos. Infelizmente, alguns desses
- 23:07compostos eles são tóxicos e eles matam as células do cultivo
- 23:11invi, então é claro que ele vai, AA bactéria não vai sobreviver,
- 23:15porque ela não tem onde ela crescer, né?
- 23:17Ela precisa, ela é ultra celular obrigatório, então.
- 23:20Primeiro, esse viés testou in vitro, OK, funcionou in vitro
- 23:24considerou todas essas variáveis.
- 23:26Como que a gente transforma o que a gente viu in vitro para o
- 23:29in vivo? Que aí outras variáveis, né, são
- 23:34é adicionadas dentro desse desse teste.
- 23:38Tem repetibilidade dentro daquela mesma propriedade.
- 23:42O teste foi feito mais de uma vez, então, assim teve.
- 23:46Vamos dizer que sim, né? Teve repetibilidade dentro
- 23:48daquele contexto, dentro daquela propriedade em diferentes lotes,
- 23:53será que a gente consegue resultados semelhantes em outras
- 23:56propriedades, com outros desafios sanitários e
- 23:59ambientais? E de manejo genética ou né,
- 24:04outras doenças? Então, se a gente pensa, que
- 24:06desafios nos Estados Unidos a gente tem Piers.
- 24:10O quão PIS, por exemplo, pode tem até trabalho sobre isso.
- 24:13Do grupo de IEL, qual PIS pode estar relacionado à lauçônia?
- 24:17Mas e qual o nível de detalhes que a gente tem sobre isso no
- 24:21Brasil? A gente não tem Pearl, a gente
- 24:23tem outros desafios, né? Temos outras doenças
- 24:26respiratórias desafiadoras, também tem trabalho sobre isso
- 24:31é, a gente sabe. Doenças microplasma crónico, né?
- 24:35O quão o quão nocivo pode ser essa relação entre doenças
- 24:39diferentes é intestinal e respiratória, porque o animal em
- 24:43si ele já não está bem, se ele tem uma doença respiratória, né,
- 24:46então. O quão importante?
- 24:51É para o animal estar bem nos outros sistemas extra
- 24:54intestinais, para que aquela microbiota intestinal.
- 24:58E aí é mais a sua área do que a minha, né?
- 25:00Para aquela microbiota intestinal esteja aomeostas.
- 25:03Ela está equilibrada? Tem.
- 25:06Que tem toda essa questão também da microbiota intestinal em
- 25:08relação à infeção polusónia que a gente não entende muito bem.
- 25:12Então é muito desafiador. E não é que eu duvide, né, das
- 25:16alternativas antimicrobianas. Mas eu acho que falta um
- 25:20pouquinho. A gente ainda precisa um pouco
- 25:22mais de de resultado científico, de experimentos bem planejados e
- 25:28estruturados para ter certeza de que a gente pode adicionar esse
- 25:32componente. E uma outra coisa que eu acho
- 25:34importante e vale até para outros assuntos, vale para
- 25:38doença respiratória e vale pra gente, vai falando de
- 25:40biosseguridade, por exemplo. Talvez o antimicrobiano, o
- 25:44alternativo antimicrobiano por si, não vai ser suficiente pra
- 25:49poder impedir infecção ou pra melhorar, entanto, esse ganho de
- 25:54peso. Mas e se, além desse
- 25:56antimicrobiano? A gente não faz um
- 25:57acompanhamento melhor de nutrição, um acompanhamento
- 26:01sanitário melhor. Então é tudo falo que são, são
- 26:03as camadas, né, as camadas que vão proteger a saúde intestinal
- 26:08desse animal, então, talvez seja mais nesse sentido, então, ao ao
- 26:12usar as alternativas de animais. Se a gente conseguir reduzir.
- 26:18O uso de antibióticos de antimicrobianos já é uma
- 26:20vantagem, então eu não vejo como sendo uma alternativa única de
- 26:25controle, mas no futuro, uma das alternativas que em simbiose vai
- 26:31auxiliar a gente no controle da doença.
- 26:34Excelente é. Apesar de complexo, eu já
- 26:37imaginava que seria um pouco esse caminho.
- 26:40Então vamos lá ver se você concorda comigo.
- 26:44Nós temos que continuar na linha, na trilha.
- 26:48De desenvolvimento de vacinas atualizadas, né?
- 26:53De subunidades. Concordo contigo.
- 26:56Uhum. Até mesmo pra.
- 26:59Reduzir esse desafio de campo, que você falou que é o cara
- 27:05produtor não ter como prioridade a vacina.
- 27:08Então esse é um caminho? A outra linha sim, a redução de
- 27:12antibióticos, usando como alternativas antimicrobianos.
- 27:18Mas vem esse desafio que você explicou muito bem agora.
- 27:22E aí eu acho que, na grande maioria, não sei se você
- 27:24concorda carlita, mas na grande maioria, um dos na grande
- 27:28maioria, mas na maioria dos agentes como um todo, né?
- 27:32Se a gente for tratar antimicrobianos alternativos,
- 27:36né. Mas tem que vir associado a um
- 27:39pacote tecnológico. Exato.
- 27:42É manejo, manejo ou não manejo sanitário, manejo ambiental como
- 27:47um todo. Isso não é de ontem que nós
- 27:51estamos falando, né? Uhum, não é, não é.
- 27:55Não é um palestrante, um consultor, um professor, um
- 27:58pesquisador que estou falando. Eu acho que é uma massa.
- 28:02E assim a gente entende, né? A dificuldade relacionada à mão
- 28:06de obra, a investimento em infraestrutura, ambiência, uma
- 28:10série de coisas, mas não tem como a gente evoluir se a gente
- 28:14não mexer nesse ponto chamado. Né que eu fico pensando assim,
- 28:20você tratou muito bem o assunto. Eu, eu e você, foi falando, eu
- 28:23fui me lembrando do trabalho da Jéssica, um bracpira, né, com
- 28:28disenteria lá no Canadá, em parceria com o professor Mateus
- 28:32Costa. E a gente tentou entender no
- 28:36primeiro momento o que é que era os gatilhos da microbiota para
- 28:39saber o que é que a gente pode pinçar de oportunismo de
- 28:43oportunistas ou de possibilidade de probióticos.
- 28:47Tem sim, ótimo, é um passo interessante.
- 28:51Mas a complexidade disso, ela sempre está ali no entorno para
- 28:55a gente ser, para a gente tentar buscar algo que possa realmente
- 29:01ser inovação tecnológica. Sem esquecer do básico bem
- 29:07feito. Aí que tá, isso que eu queria
- 29:09somar, né? Que você falou muito importante,
- 29:11porque dependendo do agente, nós temos que ter metodologia.
- 29:14Na hora que você falou assim, poxa, vamos pra um teste in
- 29:16vitro, o óleo essencial, ele danifica a célula, e aí não
- 29:22cresce. Aí qual interpretação se você
- 29:24não souber interpretar corretamente, você chega no
- 29:26resultado, numa conclusão que vai para o outro caminho.
- 29:31A solução efetiva? Uhum, né, então.
- 29:34O resumo da ópera é, sim, nós precisamos da ciência investir
- 29:37muito em ciência, né? Mas ao mesmo tempo, o trabalho
- 29:41paralelo de que nós precisamos avançar na redução de
- 29:45antibiótico obviamente, né, até mesmo para cuidar dessa
- 29:49microbiota intestinal. Né?
- 29:52Exato. Vermelho, tive a vários agentes,
- 29:55mas ao mesmo tempo, é aquela aquele velho ditado de fazer o
- 29:59arroz com feijão. Benfica.
- 30:01Né? Como eu falei, eu adoro esse
- 30:03assunto e poderia falar por horas, mas coisa que eu não
- 30:06mencionei, aí entra dentro desse pacote que você falou de manejo.
- 30:11É no meu mestrado. A gente fez uma investigação
- 30:12epidemiológica. Com é fazendo soro, o perfil pra
- 30:16la o Sony. Nós coletamos amostras de 30
- 30:19granjas uhum. Isso foi, em 2012 2013, 30
- 30:24granjas em Minas. Nenhuma Granja usava vacina,
- 30:28todas as granjas tinham histórico de exposição dos
- 30:31animais. Ela ao sonho, então já começa
- 30:33por aí. Então pode ser, melhorou isso,
- 30:36né? 10 anos depois.
- 30:37Agora acho que existe uma consciência maior em relação a
- 30:40essa circulação da bactéria, mas um outro ponto importante entra
- 30:44dentro desse pacote de manejo, é o papel de roedores na
- 30:48Transmissão da doença. Então, se tá tá lindo, vou
- 30:53vacinar a vacina. Ela é as 2 vacinas comerciais,
- 30:57elas são excelentes, elas têm resultados ótimos, mas se você
- 31:00está criando mais rápido do que porco, vai ficam.
- 31:04Vai chegar num ponto de que a vacina não vai dar conta, né?
- 31:06De de controlar essa pressão de infeção que os os roedores em
- 31:10geral camundongos, ratos, ratazanas, eles têm essa
- 31:15capacidade de disseminar lá o sono pelas fezes e eles circulam
- 31:19ali. Infelizmente a gente sabe, né,
- 31:21por todos os cantos da Granja, então o controle de roedores né
- 31:25não é importante. Para uma ou outra doença, ou
- 31:28leptospira. É para tudo.
- 31:30Então como a gente mencionou tem que vim com um pacote
- 31:34adicionando essas alternativas aí de controle para todas as
- 31:37doenças infecciosas, né? Em geral, eu poderia dizer.
- 31:40O talite? E aí essa questão dos roedores
- 31:44de sistêmica? Os 3 semanas atrás eu fui a
- 31:46Santa Catarina rodar o Marco grande.
- 31:49E numa me chamou atenção em relação à organização, né?
- 31:53Então realmente o controle de roedores era muito bem feito,
- 31:56mas não é porque tinham ações que normalmente são feitas, né?
- 32:01É roedores, era organizada a grande vida, mencionou muito bem
- 32:06e falou, olha a limpeza dessa grande, olha o entorno dos
- 32:10galpões, então não tem onde. Olha, olha a gama, parecia que
- 32:13você, você podia jogar bola na grama entre uhum, né, e isso é
- 32:18uma coisa que me chamou. A atenção, porque?
- 32:21Será que nós realmente estamos instruindo, estamos treinando ou
- 32:27treinam a metodologia correta e global mais holística, uhum,
- 32:33planejos, por exemplo, como a questão do controle de roedores,
- 32:38né? Pois é, acho que às vezes a
- 32:40gente fica um pouco impressionado e tanta gente da
- 32:43área académica quanto quem está ali na.
- 32:45Mas na realidade do campo, a gente fica um pouco
- 32:47impressionado com a tecnologia, com todos os avanços que a gente
- 32:51tem, né? Hoje em dia até.
- 32:53Inteligência artificial para tantas coisas.
- 32:55Mas tem coisa que a tecnologia não vai substituir.
- 32:59Então, e falando desse controle de roedores, é um exemplo
- 33:03típico, né? Até até que ponto, como você
- 33:06mencionou, a gente precisa controlar o roedor, porque se a
- 33:09gente fizer, se a gente aprende. Escola, doutora Ana casélice o
- 33:13trabalho muito em biosseguridade em grandes.
- 33:17De frango. Se tem água, tem abrigo, tem
- 33:21alimento. Vai ter roedor.
- 33:24Então o que você mencionou nessa, nesse exemplo que você
- 33:26deu? Uma propriedade bem cuidada,
- 33:28onde as coisas estão organizadas, não tem essas,
- 33:32esses 3 a SES disponíveis. Não precisa controlar o redor.
- 33:37Ele não vai ter um ambiente que ele gostaria ali, né?
- 33:40Pra Ele é colonizar EE, ter todas ali toda a reprodução e
- 33:46dominar o ambiente, digamos assim.
- 33:48Com certeza. Já pensou estar no top 1% das
- 33:54minocultura? Acesse academia suina.com.br e
- 33:57invista no seu conhecimento. O sinocast só é possível através
- 34:02do apoio de empresas inovadoras e que apoiam a educação
- 34:05continuada na silicultura brasileira polinutre nutrição
- 34:09animal. Juntos vamos mais longe.
- 34:11Giga alta performance sem esforço top gem, onde você
- 34:16encontra as matrizes mais completas do mercado.
- 34:18A excelência está no nosso DNA. E muitas vezes é isso, né?
- 34:22O cara lá, né? Eu estou com a vacina agora,
- 34:24então, teoricamente tem que gerar resultado.
- 34:27E os doidores estão fazendo a festa, disseminando a gente.
- 34:32Bem, vamos lá. Em relação a diagnóstico da
- 34:37doença, né, é. Eu vou falar a experiência que a
- 34:42gente teve no nosso centro de pesquisa, lá em partes, animal
- 34:45muito que. A.
- 34:48Gente, tem? Direto tem demandas, inclusive
- 34:50tem conversas vezes com. Com Guedes para nos ajudar.
- 34:57É sobre alsonia, Braga, espira. É um pouco complicado, né?
- 34:59Mas Lau, Sonia tem. E me lembro uma vez, acho que
- 35:03foi o ano passado, o ano retrasado, que nós fizemos uma
- 35:07avaliação prévia ao experimento tá de.
- 35:12Fazer coletas e enviar para o laboratório.
- 35:15E eu lembro que um técnico da empresa foi lá e falou assim,
- 35:17não, realmente está característico se é lá o Sony e
- 35:20nós enviamos para o laboratório. Não tinha o sonho, só tinha
- 35:23salmonela. Né que que se me fala em relação
- 35:28a esses desafios de diagnóstico, seja ele a campo, seja ele
- 35:31laboratorial, essa questão também de observar um a campo e
- 35:36na hora que você tem o diagnóstico, os seus resultados
- 35:38de laboratório, diagnóstico fica um pouco distorcido.
- 35:43É num bate, né? Não bate.
- 35:45Aprendi muito isso com o professor Roberto.
- 35:48Diarreia, quadro de diarreia, em paz de recriterminação.
- 35:53Na verdade, vale para todas as fases, né?
- 35:55Mas sendo mais específicos aqui, pensando um pouco mais no quadro
- 35:58da de infecção polarsónia. A diarreia não tem, não tem
- 36:01muita característica. Claro, você vê uma diarreia muco
- 36:05hemorrágica. É você vai mais para o lado da
- 36:09Brexit, mas isso é 11. Diarreia um pouco mais amena,
- 36:13digamos assim. Você não sabe se é lauçônia, se
- 36:16Salmonella, se tem uma branca pelos e cole ali dando uma
- 36:20piorada no quadro não dá para saber.
- 36:23E aí é claro que tem uma série de fatores, né, que leva o
- 36:27profissional ali a campo, que está fazendo aquela abordagem
- 36:30clínica, a crer que seja lá o sónia mas.
- 36:34E as e as coinfecções pode até ser.
- 36:37É que ele aceite, seja lá o sonho.
- 36:39Mas e se a gente tiver uma salmonela junto ali?
- 36:41Postar, né, gravando o quadro? Então, o diagnóstico é
- 36:46laboratorial. Ele é indispensável nessas
- 36:50situações, entender se tem um quadro de coinfecção ou não e
- 36:57associar-lhe àquele histórico clínico com os resultados,
- 37:00principalmente PCR quantitativa para saber se o animal está
- 37:04eliminando fezes na eliminando, lauçando pelas fezes naquele
- 37:08momento. Como eu mencionei, a infecção
- 37:10por lázónia, ela é autolimitante.
- 37:13E mas ela pode ser intermitente. Então, se o animal ele está
- 37:18infectado, ele deu negativo. Não quer dizer que nas fezes de
- 37:21amanhã ele vai estar negativo. Então o ideal é fazer aí uma
- 37:25amostragem ampla, coletando vários animais do mesmo lote pra
- 37:30tentar verificar esse animal eliminador, né, naquele momento.
- 37:33E ter cuidado a interpretar o resultado negativo.
- 37:36Também, se possível, associar a sorologia pra lá, sono entre os
- 37:41celulares. E aí vai ter todo um trabalho,
- 37:44né? Do do laboratório, do do do
- 37:47veterinário responsável ali pelos exames e auxiliar o
- 37:50submissor das amostras. Na interpretação desses
- 37:53resultados, usa vacina ou não ou ou não usa vacina, pois
- 37:58soropositivo ou soro negativo. Qual a idade desse animal?
- 38:02Deu PCR positivo ou negativo? Se for positivo, qual que foi
- 38:06OCT né desse desse PCR? Se OCT é baixo, muita bactéria,
- 38:12se OCT é alto, pouca bactéria, será que o animal já está na
- 38:15fase final de infecção? Quando que esses animais estão
- 38:18sendo realmente infectados? Então é isso.
- 38:22É considerado como um desafio. Eu escuto isso com alguma
- 38:26frequência. Ah, o desafio no diagnóstico
- 38:28para lá, o sonho. Mas quando você tem ali 11
- 38:32relação de parceria com o laboratório de diagnóstico, Eu
- 38:37Acredito que seja mais uma oportunidade do que um desafio,
- 38:40sabe? Nem o laboratório interpretar os
- 38:43resultados sozinhos, porque não vai ter acesso a todas as
- 38:46informações do campo e nem o profissional que está atuando
- 38:49ali a campo. É tentar interpretar, porque
- 38:53pode ser que se a gente isolar, né, cada um ali no seu nicho,
- 38:57fique um pouco mais complexo. Mas trabalhando junto, eu acho
- 39:00que a oportunidade entender melhor quais serão as.
- 39:05As alternativas mais eficientes para tratar e controlar a
- 39:07doença. Então acho que eu falei muito,
- 39:09nem sei se eu respondi sua pergunta, mas não me foi me
- 39:12vindo tudo isso à mente assim. Sim, respondeu.
- 39:14Sim, é, eu acho que sim. Na verdade, eu tenho um cuidado
- 39:17maior no diagnóstico, né? Não é ficar uma coisa solta.
- 39:21Isso coleta, possivelmente é isso, vai para o laboratório,
- 39:24não o laboratório, resultado é esse, então pronto, não é
- 39:27averiguar mais, tem uma visão mais holística, né?
- 39:31Eu também defendo isso não só na medicina veterinária, mas na
- 39:34medicina humana, né? Eu fiquei impressionado.
- 39:37Por exemplo, quando eu vou num médico e ele já suspeita de
- 39:40algo, sem fazer uma avaliação bem feita, né?
- 39:44Ah, provavelmente é isso, prescreve algo e pronto.
- 39:47Essa medicina a gente tem que começar a repensar ela, até
- 39:51porque, veja só, dependendo da. Tomada de decisão é muito
- 39:54dinheiro que você tá gastando, né?
- 39:57Ou deixando de investir, né em alta?
- 40:01E como você disse, não vem, né aí.
- 40:03Este é algo subclínico, que é o que impacta mais, então.
- 40:08É, então o diagnóstico tem que ser muito bem feito, né?
- 40:11Essa e é diferente, por exemplo, de 11.
- 40:14PCR ou um isolamento positivo para salmonela, né?
- 40:17Não necessariamente aquela salmonela.
- 40:19E, claro, a gente está falando do sorotipos que impactam os
- 40:23sumos, a tifimuri, monofase com o não e acelerações, uma infeção
- 40:28mais sistêmica do que intestinal.
- 40:30Mas simplesmente detectar salmonela, por exemplo, não quer
- 40:34dizer que ela é a causadora. Por outro lado, o animal.
- 40:39O animal infectado por lá, o sono.
- 40:40Ele não é cronicamente infectado, né?
- 40:43Ele tem um período ali de eliminação, que pode ser
- 40:46intermitente ou não. Mas você não espera que, por
- 40:49exemplo? É, vamos falar de uma porca já
- 40:52na sua segunda ordem de parto, aí, se ela já teve contato com a
- 40:56bactéria antes, ela não vai ser uma fonte de eliminação
- 40:59constante no rebanho. Então é interpretar esse
- 41:05resultados também por idade, por categoria, então são vários
- 41:08aspectos. De novo, vou bater nessa
- 41:10técnica, o profissional de campo que está submetendo essas
- 41:14amostras, trabalhar em conjunto com o pessoal do laboratório,
- 41:17quantas amostras eu tenho que coletar, posso fazer pool ou não
- 41:21posso, é preciso de coletar de mais de um lote, qual a idade
- 41:25você recomenda? Posso coletar a mosca do chão, o
- 41:28piso não, não coleta a mostra do piso para lá, o sono, né, a
- 41:31lauçônia, ela vive num ambiente ali por um bom período e.
- 41:35A detecção da larsônia não é por lazônia viva ou morta.
- 41:38Por todas as dificuldades que eu já expliquei antes, então eu
- 41:42acho que só tem a ganhar, né? Tanto é a campo, diminuir.
- 41:46Como você muito bem mencionou a tomada de decisão, então tem um
- 41:51problema, ou não preciso entrar com antibiótico, ou não precisa
- 41:55fazer algum ajuste no protocolo vacinal ou não?
- 41:58Tudo isso baseado no relatório, diagnóstico ou no relatório é é
- 42:02do teste realizado ali pelo laboratório.
- 42:06E talvez vai precisar de alguma intervenção?
- 42:09Talvez não, né? E aí a gente encaminha essa esse
- 42:13investimento para outras áreas que talvez tenham mais
- 42:15necessidade. Uhum, ô Talita.
- 42:18E quando a gente fala em em hileite?
- 42:22A gente olha muito para a fase de recrutminação, certo?
- 42:26Mas se e as fases prévias? Nós estamos falando de creche e
- 42:30maternidade, até quanto e o quanto que a gente tem que olhar
- 42:34para elas? Estou te perguntando isso, vou
- 42:36fazer um link mais uma vez com o trabalho que a gente fez,
- 42:39Jéssica, que a nossa intenção, a gente começou AA fermentar a
- 42:45ideia um ano e meio, 2 anos antes, né?
- 42:49Pressione assim. Qual que é o gatilho que
- 42:51acontece da brakspira? E a gente queria levar, lógico,
- 42:54porque não na maternidade. Né, que que vocês têm pensado
- 42:59sobre isso, né? Existe.
- 43:01Eu quero fazer 2 perguntas dentro só tá?
- 43:06Existe. Existe algo?
- 43:07Existe gatilhos prévios possivelmente prévios, as fases
- 43:12que né? Uma creche, maternidade?
- 43:15E se sim, vocês já conhecem alguns, já está claro alguns
- 43:20gatilhos específicos. Ai que boa.
- 43:23Essa pergunta gostaria de ter uma resposta muito boa pra pra
- 43:28você, mas o que que eu consigo te dizer em relação a isso?
- 43:31No meu trabalho de mestrado, no nosso trabalho lá com o
- 43:34professor Roberto, a gente fez soro, perfil.
- 43:37O que que o soro? Perfil de uma Granja não
- 43:39vacinada vai trazer pra gente? O perfil de exposição é natural
- 43:44ao agente e ou presença de anticorpos maternos nos leitões
- 43:50lactentes e a gente viu algo que a gente já esperava, então
- 43:55porcas praticamente todas as porcas soropositivas de novo não
- 44:00vacinadas. Ou seja, em algum momento da
- 44:02vida elas tiveram contacto direto com a gente.
- 44:05Leitões lactentes, as grandes que a gente visitou.
- 44:09Desmamavam, todas desmamavam-se de 1 dias.
- 44:12Leitões lactentes. Positivos.
- 44:17De alguma forma esperado, né? Transferência é passiva de
- 44:21anticorpos ricolosto. E aí o que que a gente viu?
- 44:24Aquela queda que acontece para outros agentes também nas
- 44:28primeiras semanas da creche. Então, o que que acontece ali na
- 44:32creche? E é o verdade para as outras
- 44:35doenças, todo o estresse, o desmame, mistura de lote a
- 44:39adequação da dieta, porém, apesar de todo esse stress, e já
- 44:45a gente ter os resultados que mostrem que a soroconvenção
- 44:48começa a acontecer na creche, a soroconversão maior, o pico de
- 44:54soro conversão nos animais de recria.
- 44:57E aí, né? Tem as classificações, de acordo
- 44:59com a região do país, seria o animal no início da terminação
- 45:01ali, em Minas, a gente fala muito, Recreio é de mostrando
- 45:05pra gente que a maior pressão de infecção ela tá acontecendo ali,
- 45:10durante esses primeiros semanas da recria, então não é tanto ali
- 45:14na creche. Alguns fatores que eu acho que
- 45:17estão envolvidos nisso é são primeiras condições ambientais.
- 45:20Acresce então o piso elevado, talvez um contacto mais indireto
- 45:25com os roedores aí que são possíveis vetores.
- 45:28E a falta de ou o menor acúmulo de água?
- 45:33O piso, né? Creches com piso plástico vazado
- 45:37às vezes ali e a urina, elas são eliminadas para o ambiente.
- 45:40Não tem a criação daquele ambiente microerofílico especial
- 45:45que é o balsona precisa para sobreviver então.
- 45:47Pressão de infeção é baixa quando os animais mudam de
- 45:51instalação e pode ser até que se tenha o piso vazado ou não, mas
- 45:56principalmente em propriedades com lâmina de água.
- 46:00Tem um ambiente ali muito bom pra lá.
- 46:02O Sônia eu não vou. Ela não vai proliferar.
- 46:05Como eu disse, ela entra celular obrigatório, mas vai ter uma
- 46:09manutenção dela, do ambiente. E o animal, pela característica
- 46:12natural que ele tem, né? De deitar ali naquela água,
- 46:16acaba ingerindo um pouco. Mantém a bactéria circulando
- 46:20dentro daquele lote por um período prolongado.
- 46:22Então, esse seria que Eu Acredito.
- 46:24O principal gatilho são as condições ambientais que
- 46:27favorecem a manutenção da bactéria no ambiente.
- 46:30Porém, um outro ponto interessante, eu espero que se
- 46:33algum dia eu voltar a trabalhar com malsonio ou quem estiver
- 46:36trabalhando com malsonia no momento, investigue um pouco
- 46:39melhor. Realmente, a questão da
- 46:40microbiota existe um trabalho antigo, bem antigo, mas bem
- 46:46feito, que mostra que leitões nobióticos os leitões que são
- 46:51livres de de. Patógenos, né derivados de CDCD,
- 46:56sem se é, sem, sem parto normal e sem colosso, eles não
- 47:00desenvolvem. É a infecção e não tem
- 47:04desenvolvimento das lesões intestinais.
- 47:06Então, acredita-se, há essa hipótese de que a microbiota tem
- 47:10um papel muito importante nessa colonização, nessa possibilidade
- 47:15da nossa, entrar em contato com as células e adentrar e causar o
- 47:18problema. Porém, como eu te falei no
- 47:21início, não tenho anão ser essa questão ambiental e
- 47:24epidemiológica da doença. Em termos de saúde intestinal,
- 47:29homeostase, microbiota. Eu acho que tem alguma coisa aí.
- 47:34Precisamos de mais respostas. Muito interessante é aí.
- 47:39Eu acho que a gente deixa a bola quicando, vamos ver aqui pra
- 47:43próxima, pra próximos episódios, mas provocando aí, né?
- 47:46Pesquisadores de várias áreas que existe essa lacuna e essa
- 47:51possibilidade ainda, né Talita? Bem, a minha vontade aqui era de
- 47:57ficar conversando muito, que aí você tocou num tema que agora eu
- 48:00ficaria um pouco mais à vontade. Mais à vontade, porque é
- 48:04extremamente complexo, né? Sim, é na hora que você trata
- 48:07isso. A gente começa a ver essa mais
- 48:09uma vez, essa, esse, esse, essa trabalho que a gente fez com o
- 48:13Brexit, né? Que a gente assim foi, estudando
- 48:16um pouco a microbiota dias antes de estourar.
- 48:21É da Disney, não é bem, mas infelizmente o nosso tempo é
- 48:27curto e nós não vamos conseguir aqui evoluir muita coisa além
- 48:30disso. Mas eu já achei assim, muito
- 48:32interessante. Acho que foi.
- 48:35Passaram-se 40 e poucos minutos aqui e quase nem via.
- 48:39Fiquei Viviane aqui, o relógio. Eu também estou vigiando e como
- 48:42você falou, poderia ficar mais horas, né?
- 48:45Mas vamos, vamos nos conter. Temos que cobrar da turma.
- 48:48No segundo episódio, Talita. Eu, eu agora acho que a gente.
- 48:54Transitou bem tanto na parte técnica e científica de campo.
- 49:00E eu gostaria de tomar a Liberdade de fazer algumas
- 49:02perguntas pessoais para você, 2. São 2, primeiro, uma aqui.
- 49:08Leitura e uma sobre viagem a. Que livro que você indica para
- 49:14nós, Talita, que te que te que mexeu contigo.
- 49:19Eu? Vou sugerir um livro que não tem
- 49:21a ver com a parte técnica. Mas foi um livro que mudou muito
- 49:26o meu jeito de pensar, sobre várias coisas, que é o sapiens,
- 49:29uma breve história da humanidade.
- 49:32Eu? Devorei esse livro.
- 49:34E já estou sentindo. Se eu não me engano, eu li em
- 49:382021 22 e gostaria de ler novamente.
- 49:43O que realmente me fez pensar sobre, né?
- 49:45Toda a trajetória humana aí fala muito sobre agricultura, então
- 49:49mexeu bastante comigo, me fez pensar em várias coisas.
- 49:52É um livro que eu indico bastante e, ao contrário do que
- 49:55pode parecer, eu tinha um pouco de medo assim, ó, será que é uma
- 49:58leitura pesada, mas não foi muito bem escrito, muito leve e
- 50:03vai aí realmente como se fosse 11 filme, né?
- 50:07Mostrando para a gente a trajetória da humanidade, muito
- 50:10interessante, recomendo. Bom saber.
- 50:12Bom saber. E é um livro que tem quase todas
- 50:14as livrarias. É fácil assim.
- 50:16Enfim, se bem que a livraria é mais fácil, hoje é o próprio
- 50:19celular. Exato.
- 50:22Bem falando em. Em trajetória, né?
- 50:26Acho que viagem. Pelo jeito você gosta também,
- 50:29né? Eu, eu sou eu.
- 50:31Aqui em casa a gente fica assim, já termina uma viagem, já começa
- 50:34a pensar na outra. Hoje de manhã a gente estava
- 50:35pensando em outra viagem já. E eu queria saber de você assim,
- 50:40o que que você pensa em viagem? Qual, qual que é?
- 50:43A vamos lá, vou te fazer uma pergunta, que que está na tua
- 50:45lista? Top 3 aí de viagens para você
- 50:48conhecer e por quê? Muito boa essa pergunta.
- 50:51Eu adoro viajar. Já estive em alguns lugares
- 50:53muito interessantes. O último foi o deserto do
- 50:56Atacama. Impressionante, maravilhoso.
- 50:58Recomendo mesmo em São Pedro do Atacama, né?
- 51:01São. Pedro uhum, São Pedro do Atacama
- 51:05e mas por várias questões pessoais e económicas, eu nunca
- 51:10tive a oportunidade de viajar muito pelo Brasil e eu gostaria
- 51:15muito de fazer 2 viagens no Brasil.
- 51:17Primeira é no Pantanal, com bonito.
- 51:22E a segunda, na amazónia, mais. Há uma viagem mais raiz, sabe?
- 51:26Não é hotel luxuoso, não queria suar um pouco lá na floresta
- 51:30amazônica, pisar no Barro e, vamos dizer um pouco mais, uma
- 51:35viagem um pouco menos raiz, mais Nutella.
- 51:38Eu gostaria muito de conhecer a Itália, eu não conheço, eu adoro
- 51:43macarrão de todas as formas possíveis e estou aprendendo a
- 51:47gostar de vinho, então acho que seria uma boa, uma boa
- 51:50combinação. E associar, né, a parte cultural
- 51:53da Itália também, que é muito rica.
- 51:55É agora. Eu fiquei até com inveja bem a
- 51:57do Pantanal e tô organizando agora bonito Pantanal.
- 52:00É? Pra gente ficar em bonito e
- 52:02depois dá uma rodada no Pantanal.
- 52:04Eu já fui pro Pantanal, mas fui pescar, né?
- 52:06Agora nós vamos com as crianças. Aí você tem que ter um pouquinho
- 52:09mais de conforto, né? É.
- 52:11Agora na Amazônia eu já fui também com conforto e já fui a
- 52:15última a minha. Eu passei até perrengue.
- 52:17Né? Ah não, eu sem perrengue, eu
- 52:19aceito um pouquinho de conforto. Também.
- 52:22Não vamos reclamar não, né? Dá pra andar no Mato e ter um
- 52:25banheiro confortável. Quando chegar, não precisa
- 52:27acampar. Exato.
- 52:28Mas você tocou num, num, num ponto.
- 52:30Muito legal, né, Talita? Acho que assim, a gente que é
- 52:32brasileiro e fica Ah, a gente ouve tanta gente.
- 52:34Ah, porque se pá, dizem princípio da Europa e tal, uhum.
- 52:37O Brasil é tão lindo. Aliás, a América Latina.
- 52:40Né? É tão lindo.
- 52:41Eu voltei agora da da Patagônia, adorei.
- 52:43Mais uma vez tinha ido para Mendonça e agora fui para
- 52:46Patagônia Argentina. Vejo tanto que ao nosso redor,
- 52:51aqui seja o Brasil. Claro que é um país continental,
- 52:53né? Mas tem tanta coisa interessante
- 52:55pra gente conhecer agora, a Itália, a Itália é um mundo à
- 52:59parte, né? É, Ah, ela teria vários.
- 53:02Teria uma lista aí de 30 lugares pra falar, mas esses 3 aí acho
- 53:06que são muito interessantes, né? E que bom que você já foi bom
- 53:09saber que você. Que mais?
- 53:11Não aí vale a pena. Mas então, bonita eu não fui.
- 53:13Ainda não fui ainda, mas acho. Mas tá planejando, é planejando.
- 53:19Anita, muito obrigado. Parabéns pela tua jornada.
- 53:25É desejo aí muitos frutos bons nessa nova etapa aí nos Estados
- 53:31Unidos. Os desafios claro que vem e
- 53:35sempre virão, né? Mas eu gostei muito.
- 53:38EE, aos nossos ouvintes aí, né? O resumo foi bem interessante.
- 53:43A gente falou muito de da lá, o sono, desde o laboratório até os
- 53:49desafios de campo, o dia a dia do que tem que ser feito, o
- 53:53diagnóstico. E espero que vocês gostem.
- 53:56Mais uma vez, obrigado. Espero retornar aqui com você em
- 54:00algum outro momento. Obrigado novamente pela
- 54:02oportunidade. Acho que deu para perceber, né?
- 54:05O quanto eu gosto desse tema, mas gosto de vários outros e
- 54:08tendo a oportunidade, participarei com prazer.
- 54:11Obrigada a todos e até breve. Vamos aproveitar teu
- 54:14conhecimento, obrigado, tá ligado?
- 54:17Abraço.