Latest / Helena, o podcast tá pronto / Você tem medo de quê? #138
Transcript
- 0:00Helena, o podcast está pronto. Dona Helena, eu não te dou esse
- 0:05tipo de intimidade. Me desculpe, dona Helena, a
- 0:09senhora vai querer mais alguma coisa?
- 0:12Ouça o episódio, depois se recolhe pobretona.
- 0:27Olá ouvintes, eu sou a Luana Azevedo.
- 0:30E eu sou a railla Azevedo e preparem o coração que está
- 0:34começando um especial de terror. Ela voltou, A Bruxa está à
- 0:48solta. Antes de começar, a gente quer
- 0:54deixar um recado para você, Pri, que está nos escutando.
- 0:57Na descrição desse episódio tem o link para você se tornar um
- 1:01apoiador, uma apoiadora e entrar para o Clubinho das pris a
- 1:06partir de 10 BRL mensalmente. Você nos ajuda a manter o dona
- 1:12Helena, podcast com tudo em cima e ainda tem acesso a conteúdos
- 1:16exclusivos. São quase 140 episódios extras.
- 1:21Mas para você se deliciar, meu amor, tá achando pouco?
- 1:25O episódio, para geral, vem para o nosso Clubinho das 3.
- 1:29Já vai emendar com uma música de terror que, tipo assim, te dá um
- 1:32medo quando você ouve? Porque eu acho que a trilha
- 1:34sonora, ela faz total diferença em qualquer coisa que a gente
- 1:39assiste. Qualquer filme pode se virar um
- 1:42filme de terror, dependendo da trilha sonora.
- 1:44O meu, que eu tenho muito, às vezes eu tô navegando pelo
- 1:48TikTok, vendo coisas de oceano que eu adoro ver.
- 1:52Aí vem aquela música nossa, essa é é meio de, eu já imagino o
- 2:03fantasma da ópera. É.
- 2:07Essa da mesma. Não.
- 2:10A raíla falou que tem uma música que ela associa com terror.
- 2:14Eu acho zero. Na verdade, eu acho que você
- 2:16fala que é meio aterrorizante porque tem uma coisa de boneca.
- 2:20E boneca, a depender. Pode ser?
- 2:24Considerada. Aterrorizante, mas essa música
- 2:34ela tem é em inglês. Essa música?
- 2:39Eu não sei. Porque eu tenho a impressão que
- 2:41ela tocou no Ah, eu estou vendo aquele American Horror Story
- 2:45aham American horror histure. E eu estou vendo na minha
- 2:49cabeça, está tocando Dominique. Teve algum episódio que tocou
- 2:52Dominique lá No No manicômio? Produção, estou.
- 2:54Errada. Sabe Dominique, Nick, Nick,
- 2:57Dominique, será que é? Dominique, Nick, Nick.
- 3:00Então eu estou. Estou doida, estou desorientada
- 3:04porque eu? Na minha cabeça tocou.
- 3:06Para mim, o que eu lembro muito também, terror é a caixinha da
- 3:09bailarina, né? Ah, quem que?
- 3:11Inventou de associar a caixinha da bailarina que dá cordinha com
- 3:16o terror. Eu quero saber a primeira
- 3:17pessoa, mas deixa eu te. Falar, lembra que tinha lá tia
- 3:20Sônia? Tinha um pianinho aham, mas eu
- 3:22adorava ficar vendo pianinho tocar.
- 3:24É, mas imagina de madrugada? Exatamente.
- 3:27Você está dormindo aí o pianinho começa.
- 3:29A tocar Do Nada você tira a bateria.
- 3:31Vamos encerrar o tópico músicas. Que estão associadas, de uma
- 3:36maneira ou de outra, com terror na nossa cabeça, né?
- 3:40Isso daí. Vozes da nossa mente rayla.
- 3:42Tem uma do Pink Floyd, que para mim, também não é aterrorizante.
- 3:47Eu acho meio e o clipe também eu acho meio aquela.
- 3:51Teacher, aí você a Ana me ensinou gente aqui, no qualquer
- 3:55dos bastidores e. A gente, você vai?
- 3:58Surpreender você? Vai falar a boca?
- 3:59De todo. Mundo, porque essa frase ela é
- 4:02curtinha, dá para você cantar no inglês, no inglês?
- 4:05Ei, Teacher, live the Kiss alon. Aí tem aquela música do Pink
- 4:16Floyd, qual que é? Rei Teacher livekisol, Ah, não.
- 4:2211. Palma, eu.
- 4:23Sou muito inglês. Ah, é quase que o pessoal lá
- 4:26cai. Posso abrir um parênteses?
- 4:28Abra. O tio tidi, né?
- 4:30Nosso tio tidi fazia uma carinha de neném.
- 4:38Eu não vou, eu não vou. Era.
- 4:40Era um neném. Ele falava que era o espírito do
- 4:42neném, que chegou e era o neném. E ri.
- 4:47E ficava assim, fazia uma boquinha.
- 4:49Gente, não é que o Eduardo faz a boquinha do neném?
- 4:52Mas você ensinou? Não ensinei ele que começou a
- 4:54fazer. Aí eu falei assim, caraca, você
- 4:56está fazendo boquinha do neném? Espírito do neném.
- 4:59É o Eduardo que tem. Encarnoado, veio aí o espírito
- 5:03do neném. Porque ele faz igualzinho e a
- 5:07boquinha de capivara? E a gente tinha um milho.
- 5:10Isto de achar engraçado e ficar meio amedropado.
- 5:13Com o neném disso eu? Quero um adulto.
- 5:16Você imagina um erezinho brincalhão chegando, mas.
- 5:19Antes a gente falava. Eu sou o neném o.
- 5:22Neném está aqui, aí a gente ficava.
- 5:24Ficava e o Eduardo faz a boquinha do neném, gente?
- 5:28Ele é o neném. É, eu fiz até uma figurinha dele
- 5:31com a boquinha fazendo a boquinha do neném.
- 5:33E já? Tá, então já que você puxou,
- 5:36porque não tem como a gente falar de medo, pelo menos na
- 5:40nossa experiência de vida, sem falar de espírito e nisso da
- 5:46risada de criança, gente lá, né, Na Na Vovó.
- 5:51Quando a gente fala na Vovó, era a casa que a gente cresceu, quem
- 5:54viveu, morou junto, né? Quando tinha um evangelho aí
- 5:58tava lá o evangelho, quando era, todo mundo participava, né?
- 6:01Aí a dindinha. Nossa madrinha IA e dava uma
- 6:05risada assim. Não pra.
- 6:08Quê? Pra quem é que vai soltar?
- 6:10No mais absoluto nada. Uma risadinha é.
- 6:13Ou então dá aquela aquela respirada, Funda e arruma a
- 6:17cadeira pra mim aqui, ó. Eu já ficava só dela arrumar a
- 6:20cadeira. Eu já falava, Hum, Vovó vai
- 6:21chegar. E é.
- 6:22E eu sempre assustava. Ou então.
- 6:24Bater a caneta na mesa. É, não.
- 6:28E eu tenho, gente, e eu tenho. São os efeitos sonoros que dão a
- 6:31relação com o eu, eu fui. Eu fui uma vez No No centro de
- 6:35umbanda. Eu não sei, é gira de preto
- 6:37velho. Eu já estava, já estava assim, ó
- 6:40de. Medo.
- 6:40Na hora que não do susto, na hora que chega, o meu problema é
- 6:44na hora que ele chega. É esse que é o meu problema, que
- 6:47é o que me assusta. Depois é, é, fica tranquilo,
- 6:50entendeu? Eu já ficava assim, AI meu Deus,
- 6:52vai chegar agora. Mas aí deu tudo certo.
- 6:55Você sabe que eu eu não tenho a minha mediunidade aflorada pra
- 7:00ver, ouvir. Eu nunca vi um espírito, gente,
- 7:02tanto o quê? Tanto o quê.
- 7:04Quando eu era criança, eu me forçava, eu ficava olhando assim
- 7:07pra debaixo da cama, do tipo assim, pra você falar, ver algum
- 7:11espírito ali. E nunca aconteceu.
- 7:13Eu lembro que teve uma época que não foi um, fiquei muito focada
- 7:17nisso. Mas eu olhava para o quarto lá
- 7:19em cima, tinham 2 quartos, né? Aí o que a gente dormia?
- 7:22O outro. Aí eu olhava para o outro
- 7:23quarto. Eu ficava olhando ali embaixo da
- 7:25cama para eu falar que eu via alguma coisa e nunca.
- 7:28Não, eu não trabalho, mas eu tenho a minha mediunidade.
- 7:32Eu já vi eu trabalhar, eu já vi. Não quero, não quero desenvolver
- 7:37nada. Cada um tem seu livre arbítrio.
- 7:39Mas esses dias eu estava dormindo.
- 7:43E eu até repostei um negócio assim, ó, Ah, como que você
- 7:46descobriu isso? E umas vozes assim falando,
- 7:49porque, gente, eu tenho um negócio que às vezes é, mas não
- 7:54é coisa boa, é só coisa ruim. Tipo assim, teve uma vez que eu
- 7:58sonhei que uma senhora chegou e falou para mim, está desfeito, o
- 8:02que a fulana fez para você está desfeito.
- 8:04E apontou, e eu vi a pessoa claramente e ela falando, pode
- 8:08ficar tranquila que eu já desfiz tudo.
- 8:10E aí acordei. Dessa vez eu sonhei, eu sonhei,
- 8:14não, eu estava dormindo, eu vi uma gargalhada e assim eu não
- 8:19conseguia me mexer. E eu tentava me mexer e eu tava
- 8:22acordada. E aí eu começou uma voz, tipo
- 8:25assim, não era falar, era em pensamento e eu não, eu estava
- 8:30acordada. Meio que entranse ali.
- 8:32E aí eu não e eu tentando me mexer, não estava.
- 8:34Conseguindo. Eu estava lá parada e tipo
- 8:37assim, tentando chamar o Pedro, gritar e assim eu senti.
- 8:42Era uma entidade que ela estava com raiva Hum, porque ela não
- 8:46estava conseguindo me atingir e estava falando assim, então eu
- 8:50vou é já que eu não consigo pegar você, eu vou pegar AE me
- 8:54mostrou a pessoa Hum, aí eu fiquei meio assim, ó, fiquei
- 8:57nervosa e eu IA comecei, chamava a voz Júlia, Maria Vovó Alair,
- 9:01né, meu meu vô que já faleceu e eu começando aí comecei.
- 9:04Atrapalhando. O desenvolvimento espiritual do
- 9:07palco. Que eu falo, lembrei de uma
- 9:10palestra que eu tinha assistido no centro, e aí eu comecei a
- 9:14conversar, falar com aquele espírito que ele não precisava,
- 9:18que o mal que ele estava, que ele IA fazer, só IA voltar para
- 9:21ele, que não sei o que, e fui conversando.
- 9:23Aí consegui me mexer. Acordei, acordei já chamando o
- 9:26Pedro, sacudindo o Pedro, Pedro, Pedro, sem entender nada.
- 9:29Voltei a dormir, sonhei com ele de novo, só que eu não via ele.
- 9:33Mas eu sonhei com ele de novo, correndo pela casa, tipo assim,
- 9:36tentando me assustar, apertando descarga.
- 9:38Você lembra da cara? Não, eu não, não vejo.
- 9:41Hum, eu. Eu acho que eu sou protegida
- 9:43nesse nesse negócio. Porque uma vez também teve um.
- 9:47Eu sempre sonhava com o espírito.
- 9:49E eu sabia que ele era o espírito do obsessor, porque já
- 9:52tinha ido no centro e a senhorinha tinha me falado dele.
- 9:56Só que ele falava assim, no, no, no sonho.
- 9:59Para mim, você tem muita sorte que você tem proteção, que você
- 10:03não consegue me ver de verdade porque você é medrosa.
- 10:06Se você me visse aqui, o como que eu sou, é tipo assim, ele
- 10:09não aparecia na forma dele. Graças a Deus, ele devia ser
- 10:14feio. E aí pra não é medro, tá, meu
- 10:17anjo da guarda, meu protetorzinho aqui ao meu lado.
- 10:20Deixa eu falar que a gente falou de espírito, né?
- 10:24E agora? Isso daqui vai ser muito para
- 10:26quem assista familiarizado com a novela viagem ontem, eu e minha
- 10:30mãe, a gente estava rindo. Que sempre que o Alexandre, que
- 10:33é o obsessor melhor, The Best, o obsessor, chega o doutor
- 10:39Alberto, que é o médium, ele vai e faz a pose clássica dele, que
- 10:44é cruzar os braços embaixo do súba.
- 10:47Com a subaqueira. E aí fica assim, ó Alexandre,
- 10:51você não pode fazer isso, minha mãe.
- 10:53De onde ele tirou isso? De cruzar os braços ali na hora
- 10:56de conversar, de dialogar com aquele espírito obsessor.
- 11:00E aí eu? Postei, né?
- 11:02No meu story, uma gracinha relacionada a isso e uma pessoa
- 11:06foi comentou. Assim, quando eu era criança, a
- 11:09minha vizinha manifestou na minha frente e aí eu via na
- 11:14viagem. Eu fiquei na frente dela.
- 11:17Um. Braço achando que a gente é só
- 11:19fazia isso. EE aí foi isso que eu queria,
- 11:23nem sei se eram parentes, mas eu queria trazer, aproveitando o
- 11:26ensejo. EOO Alexandre, né?
- 11:28É um obsessor mais famoso. Adoro, mais amado.
- 11:33Eu quero uma blusa do Alexandre. Eu tenho, eu tenho uma blusa da
- 11:36viagem luketa moda. Jovem, meu cartão virando faz.
- 11:38Melhor. Meu cartão virando luqueta
- 11:42cartão virando. Um filme de terror chamado.
- 11:45O dia que o meu cartão? O gente, mas aqui, ó, a gente
- 11:50que não é rica, não dá para comprar tudo.
- 11:53No mesmo mês, você compra parcelada, ó, virou.
- 11:55Aí agora eu vou comprar igual. O próximo mês eu estou para
- 11:58comprar uma sanduicheira. Eu quero uma pipoqueira
- 12:00elétrica, eu quero. Você.
- 12:05Lembra que eu ganhei uma? Você ganhou, ficou.
- 12:09Lá na pro nosso núcleo. É.
- 12:12E é boa porque ela não usa óleo e ela sai gostosa.
- 12:16Pipoca, então você não faz. Não, eu também.
- 12:17Mas o Eduardo agora está gostando de pipoca.
- 12:19Porém, só deixa ele comer pipoca quando o Pedro está.
- 12:22Eu sozinha não deixa Eduardo comer.
- 12:24Pipoca não fica com medo de engasgar.
- 12:26O que me dá raiva da pipoca, nem sei por que que a gente entrou
- 12:29nesse assunto. Já entrou mais é que a gente faz
- 12:32no micro ondas a marofa de pipoca que fica.
- 12:35Na casa, mas naquela aquela você sabe que não é saudável, né?
- 12:40Ah, você quer fazer a pipoca? O.
- 12:41Menino. É pipoca saudável, aquela que
- 12:44você bota o milho e você e explode sem nada.
- 12:47Deixa eu só. Abrir um parêntese é realmente
- 12:49um parêntese, porque não vai ter nada a ver com o episódio, mas
- 12:51tem a ver com pipoca. Um livro que eu ganhei da minha
- 12:55prima. Eu acho que eu ganhei da
- 12:56Priscila, minha prima, e o livro que a gente gostava muito, que
- 13:02era a patota da pipoca. Os amigos que eles se reuniam
- 13:06para comer. Não lembro a história no
- 13:08detalhe. Mas eu lembro, mas eu lia muito.
- 13:10Que marcou muito minha infância. A patota da pipoca pode fechar o
- 13:14parênteses, fecha só para concluir as suas experiências
- 13:18com espíritos, as mais recentes. Teve a vez que você estava
- 13:22andando na rua, aí a gente, Ah, ela chegou, vai?
- 13:26Eu estava indo porque eu estou fazendo tratamento espiritual,
- 13:29então eu estava andando até o centro.
- 13:32E aí antes de eu sair de casa, eu já comecei a me arrumar e fui
- 13:35falando em voz alta que se tivesse algum irmão necessitado
- 13:40ali, que eu estava indo pra um lugar onde que ele receberia
- 13:44acolhimento e tal. E fui andando.
- 13:48Só que eu acho que eu fui meio, meio maluca que eu fingi.
- 13:50Eu falei assim, eu não vou falar alto porque eu já ouvi.
- 13:53Já ouvi dizer que é bom você falar em voz alta, porque tem
- 13:58espíritos menos é esclarecidos que eles não conseguem.
- 14:02Ninguém captar AO pensamento uhum, eles escutam, eu não sei
- 14:06se é verdade, já ouvi falar, então o que que eu fiz?
- 14:09Eu peguei meu celular, fingi que eu estava falando no celular e
- 14:11indo para OCE, falando e quem quiser, vem me acompanhar aqui,
- 14:14ó, vem atrás de mim, vem com a mãe e fui, chegou no meu número,
- 14:18fui. Lá na mesa, né?
- 14:21Fui participar do do entrei na salinha, os médiuns lá, pois
- 14:26muito que bem chegou um espírito falando, me agradecendo, porque
- 14:29ele estava perdido e ele ouviu chamando ele.
- 14:33Que então você estava bem e sigam meus bons.
- 14:36Aí eu estava sim, e ele me agradeceu.
- 14:38E aí é, foi acolhido pela espiritualidade.
- 14:42Amiga, eu fiz. Aí me senti, me senti muito.
- 14:49Gente, sentimos eu? Que alma.
- 14:50Caridosa, você está numa Vibe, né, que?
- 14:53Alma. Que alma perfumada.
- 14:56Me senti perfumadíssima naquele dia.
- 14:58Eu já contei da vez que quando eu morava com eu morava ainda
- 15:03moro com o André, mas quando a gente morava Na Na casa que ele
- 15:07vivia antes, né? E aí eu fui morar junto, enfim,
- 15:11aí o carro estava lá, Na Na garagem, era de madrugada.
- 15:15Começou. A buzina, a buzina, a buzina do
- 15:19carro. Buzina nossa aí, porque se fosse
- 15:24o alarme do carro. Não a buzina, a produção foi a
- 15:27buzina, não foi? Então meu namorado aquilo ali.
- 15:31Sem parar? Algum espírito caminhoneiro que
- 15:33estava ali, algum. Exato, eu tenho na minha cabeça
- 15:35que sim, porque eu falei assim das 21 ou assalto ou.
- 15:40Espírito não, porque um gato poderia pensar.
- 15:43Não o vampirinha, ele tem que ser muito Maromba para apertar.
- 15:47Para ele abrir o carro. É e apertar a buzina.
- 15:51E aí isso daí me deixou muito encucada.
- 15:53Nossa, porque eu estava achando que era o alarme, porque assim.
- 15:57Não, não era alarme, me diz, como que uma buzina vai ser
- 16:01buzinada? Tem que ter um contato ali
- 16:04físico para apertar. É é ali o espírito do da
- 16:07caminhoneira ou da caminhoneira e detalhe.
- 16:10Produção já viu também? Produção é ateu, né?
- 16:14Produção é ateu, mas já viu o espírito, explica.
- 16:18Essa dorme com essa, dorme com esse barulho, porque via coisa
- 16:24no quarto. E aí teve uma vez que viu dentro
- 16:26do carro também. Vi uma figura dentro do carro.
- 16:30É o meu amor, aquela casa ali, o que eu rezei aquela casa, o que
- 16:33eu acende de. Vela ali.
- 16:36Ah, que que é isso? Eu falei, e aí, AEAE, tome água,
- 16:39frentificada e vamos. Fazer a purificação do eu eu
- 16:42queria é colocar qual vela que é bom assim, tipo um ambiente para
- 16:47negociar, sabe? Vamos trazer mais histórias para
- 16:52esse episódio, vamos Bora para o nosso.
- 16:54Cafezinho com a audiência. Posso meter um?
- 17:05Deu vontade? De meter um lobo.
- 17:07Só isso? Eu vou começar com a do Murilo
- 17:10leite pris. Quando eu era criança, fiquei
- 17:13brincando uma vez de fazer sombra na parede com a vela e
- 17:17meu pai tinha alertado para parar de brincar com isso.
- 17:21Pois bem, continuei durante a noite.
- 17:24Quando foi madrugada, eu dormia com a porta do quarto aberta e
- 17:29vi a sombra de um homem parado na porta.
- 17:33Não conseguia ver olhos, nariz nem nada.
- 17:36Mas ele deu um sorriso super branco igual o gato da Alice no
- 17:41País das Maravilhas. E eu comecei a gritar muito.
- 17:45Quando a sombra percebeu que vinha, alguém saiu dando tchau.
- 17:50Até hoje sinto arrepio quando eu lembro dessa história e desde
- 17:54então nunca mais brinquei com as.
- 17:57Nossa. E você vê que é brincalhão, né?
- 18:00Porque ele estava vendo, chegando aqui, ó, ainda deu um
- 18:03tchauzinho, é? Às vezes eu fico pensando, né?
- 18:06Os espíritos, na minha visão, eles estavam aqui fora para lá.
- 18:12Às vezes eles querem brincar. Quer dizer, eu, quando eu fizer
- 18:15minha passagem, estava falando isso com a minha mãe.
- 18:16Hoje vou ficar um tempo por aqui com vocês.
- 18:19Vai, eu vou. Eu vou lá na sua casa, eu vou
- 18:22deitar, qual que é o problema? Sou eu, Raí, ela.
- 18:24Eu vou estar lá em espírita. Não.
- 18:26Você vai sentir medo? É óbvio que eu vou.
- 18:29Eu já falo no meu sonho. Falo assim, Vovó tia Sônia, que
- 18:32apareça para mim só em sonhos. Se aparecer eu Caio durinha.
- 18:35Mentira, eu Caio, menina, não dá.
- 18:38Já estou te avisando, tá? Se eu morrer antes, eu vou.
- 18:42E eu já estou te avisando, vou chamar é como que é o.
- 18:46Doutor Alberto. Doutor Alberto.
- 18:48Battisti, cara, qual que é o problema de eu ter contato com
- 18:52você, não? Quero, eu vou, vai ter.
- 18:54Contato eu vou. Ficar Ah, vai brincar, vou.
- 18:57Levar o Eduardo para a escolinha?
- 18:59Não. Sério.
- 18:59Se um dia eu deitar lá na sua cama, você vai ter medo.
- 19:02É óbvio, óbvio, se eu vou? Muito medrosa.
- 19:04Que eu vou ter medo? E outra coisa, cada um no seu
- 19:07quadrado, meu amor, já foi seu tempo, já foi, vai seguir a luz,
- 19:10ó, vai me dar o. Da espiritualidade pra lá.
- 19:13Não. Ah, é bom você andar em boa
- 19:15companhia, na companhia dos legais dos mais mais é.
- 19:20Vai, vai virar 11 boa de uma obsessora, vai?
- 19:23Sim, uma boa de uma vai ser o nome do meu meu filme, uma boa
- 19:28de uma obsessora. Aí vai ser nossa, olha que ideia
- 19:32boa. É, vai, brinca Audi isso?
- 19:35Tá perdendo uma oportunidade, uma boa de uma obsessora.
- 19:39Vou escrever essa série. Vou escrever.
- 19:43Podemos continuar confiança. Volé do João Pedro Nigri.
- 19:48Cris, nos meus primeiros dias no Japão, morava em um apartamento
- 19:52bem antigo, parecia a casa de ogrito.
- 19:55Como trabalhava à noite, dormia durante o dia.
- 19:58Como o apartamento só tinha um quarto e morava com uma amiga,
- 20:02ela ficou com um quarto. Fiz a sala de quarto e tinha
- 20:06visão pra cozinha. Acordei no meio da tarde um dia
- 20:09e vi uma menina de preto em pé na cozinha.
- 20:12Não tinha nada parecido lá que desse para confundir minha
- 20:15visão. O Japão é famoso por ter muitos
- 20:19fantasmas, espíritos. Está repreendido, Samara.
- 20:24Samara detalhe que Samara, do filme o chamado é uma produção
- 20:30japonesa, né? A Samara, né?
- 20:32Oo chamada. E eu tenho pavor da Samara, é um
- 20:35filme que eu não vejo, gente. Outro filme, eu não sei se é
- 20:38japonês ou tailandês. Depois a gente pode fazer essa
- 20:42pesquisa no instituto Massachusetts.
- 20:45É espíritos? A morte está ao seu lado, que é
- 20:47aquele da corcunda. Que sobe na corcunda a gente,
- 20:52eu, eu, eu já teria me mudado, voltado pro Brasil na hora antes
- 20:56de lidar. Mas é Oo obsessor do Brasil.
- 20:59A gente sabe lidar agora de lá, ó, não sei, não falo nem a mesma
- 21:03língua, tá doido? É, mas esses 2 filmes, o chamado
- 21:06é um que você tem muito. Medo, né?
- 21:08Eu tenho. Porque você me colocou trauma,
- 21:10né? Porque ela não.
- 21:11Tinha um cabelo enorme preto, igual da Samara, e ela ficava
- 21:15fingindo que era a Samara e corrida, você é muito.
- 21:17Metrozinha. Eu não posso fazer nada, é?
- 21:19É o meu jeitinho de ser. Eu vou fazer o quê?
- 21:22Não vou ser muito tudo te e aí você vê série de terror é
- 21:27documentário, Sério, documentário.
- 21:29Eu vejo, mas sempre com o Pedro, não vejo sozinha e depois eu
- 21:35posso ver. Qual que é aquela que você tava
- 21:36vendo o outro que você tá falando no início do episódio?
- 21:39American Wood é. Não, pra que que vê isso?
- 21:41Mas depois eu boto pepa pra pra rolar de noite, antes de.
- 21:44Dormir, sabe? Uma estratégia que eu tinha
- 21:46quando era mais nova, do tipo vi um filme de terror que eu fiquei
- 21:48com muito medo. Aí eu colocava para ver
- 21:50bastidores. Ah, vamos agora ver Oo making of
- 21:54aí pintando a cara. Eles rindo aí, eu.
- 21:57Vou, vou, coloco nos atores e vejo igual.
- 21:59Eu tava vendo o do Ed guin e aí eu fui pintar o da série
- 22:04monstros. Ele é é um serial killer.
- 22:08É diguinho. E aí eu fiquei com muito medo da
- 22:11série. Depois eu fui, pesquisei o nome
- 22:13do ator e aí eu e o Pedro, Ah, ele fazia outra outra série
- 22:17muito legal. E aí eu fiquei vendo fotos dele.
- 22:18Entrei, vou entrando no Instagram e todo mundo para ver.
- 22:22Que. Uma pessoa real.
- 22:24Quando ele foi uma encenação, entendi, vou agora para da Carla
- 22:28de Farias. Meu avô faleceu em casa,
- 22:31enfartou no banheiro, e eu tinha vários sonhos, reais ou não, do
- 22:35espírito dele me pedindo papel higiênico.
- 22:38Isso me assombrou por anos. Quando fez 7 dias que ele
- 22:41morreu, o box do banheiro explodiu sozinho, sem falar que
- 22:47eu ouvia constantemente em locais da casa que ele costumava
- 22:51ficar. Mas toda comunicação que ele
- 22:54conseguia ter comigo era pedindo papel higiênico.
- 22:59Gente, acordava de madrugada, falava para minha avó, rezávamos
- 23:03por ele e para que ele achasse o papel higiênico sem precisar que
- 23:07eu levasse. Tinha 7 anos.
- 23:10Achava incrível eu ter sido a escolhida para conversar e ver
- 23:14espíritos. Eu achei assim muito.
- 23:16Específico, né, o? Papel higiênico, uma experiência
- 23:19muito individual. E tipo assim, ela estava
- 23:22sonhando várias vezes, né? Não foi uma.
- 23:24Vez, o lance do papel higiênico me pegou de uma tal maneira, do
- 23:28tipo uma coisa que você, se você, quando você desencarnasse,
- 23:32foi antes de mim, você seria o espírito que eu me pedia, papel
- 23:36higiênico, papel higiênico, você.
- 23:38Seria a sua forma se eu? O respeito é bom, tá?
- 23:42Porque eu não não faço mais, não tô assim.
- 23:46Se eu fosse um espírito de obsessor, eu IA obsidiar.
- 23:49Sabe o que chamelinha pedindo um cafezinho porque eu não posso
- 23:53ver chamelinha que eu falo, passa o cafezinho pra gente e
- 23:56inclusive falei Pra Ela passar, ela não passou, você deu o
- 23:58recado Pra Ela. E ela ignorou, meu amor.
- 24:00Mas quando eu chegar lá, ela vai ter que fazer esse cafezinho.
- 24:04Eu já sei qual que seria o meu. Meu estilo de obsessão, que é
- 24:09ser a massagem, a massagem, mas é uma massagem aqui.
- 24:12Na nossa AI, AI, AI, aperta aqui, ó, só aqui, ó, a Lana IA
- 24:15falar aqui, ó, está vendo que eu tenho aqui um carocinho aqui, ó,
- 24:17aperta esse carocinho aqui. O André, o André, esses dias
- 24:21ficou debochando de mim, ó, tá sentindo como que tá, amor?
- 24:24Craquelando. Olha como que craquelá.
- 24:27Posso abrir um parêntesis rapidinho lá no trabalho,
- 24:30quinzenalmente tem uma massagem itinerante, né?
- 24:33Vai uma de uma empresa, né? 2 pessoas vão ficam fazendo
- 24:37massagem naquelas cadeiras, sabe massagem.
- 24:39E aí da última vez foi um cara que ele também era quiroprata.
- 24:43Você já fez quiropraxia? Pra quem não sabe, gente, é
- 24:46aquele. É que vai, instala.
- 24:49Todo aí ele perguntou, já fez? Não, não autoriza, sim, e é uma
- 24:53coisa mais, é tipo uma amostra, né?
- 24:56E é bem rápido. Ele estalou minhas costas que
- 24:59fez, não dói, eu fiquei um pouco nervosinha.
- 25:02Que. Chegou no pescoço, menina.
- 25:06Tá sendo igual uma galinha, né? Pega assim.
- 25:08Tra, tra, tra parece ser tão leque, mas eu adorei quando ele
- 25:12terminou falando. Que é muito bom.
- 25:14Tinha onde instalar. Aí ele virou e falou assim,
- 25:16seria bom você fazer de 15 em 15 dias.
- 25:19Estou pensando. Aí eu só consigo estalar o dedo
- 25:22do meio aqui, ó, é o dedo do meio e o do lado aqui, ó, só
- 25:27esse. Mentira, e.
- 25:28E para trás é só o do meio. Esse aqui eu já não ó, é só o do
- 25:32meio, não consigo instalar mais nada.
- 25:34Eu consigo até o dedão. Esse ossinho debaixo do dedão eu
- 25:37consigo. Eu consigo instalar.
- 25:40Isso. Foi um parênteses.
- 25:42E aí eu vou abro parênteses dentro de um parênteses, que é
- 25:44uma mania que você tem. Eu sou muito observadora, né?
- 25:47Ah, fala. Que é a seguinte, às vezes eu
- 25:49falo, é, eu tô pensando em fazer aí você responde aí, aí, ó, aí.
- 25:56Tipo assim faz? É uma boa, você fala aí?
- 25:59AI, AI. É uma boa, agora eu vou ficar
- 26:02reparando. É só o aí repara, pode fechar o
- 26:05parênteses duplo. Vou pro da Maria Antônia.
- 26:08Quando eu era criança, a gente foi no cemitério por flores, no
- 26:11túmulo do meu bisavô. Quando chegamos, eu falei, olha
- 26:15lá, uma mulher dando oi pra gente.
- 26:17Minha avó e minha tia falaram que não tinha ninguém e riram.
- 26:20Eu respondi, ela tá ali acenando.
- 26:23Minha avó saiu correndo com os vasos de flores e minha tia, com
- 26:26o recém nascido dela no colo, foi atrás.
- 26:29Eu imagino a correria dentro do do cemitério, mas gente, criança
- 26:34também. Assim, eu não vou falar que eu
- 26:35porque eu nunca pesquisei, mas já ouvi falar que criança eles
- 26:39é. Vinham coisas, né?
- 26:42E no espiritismo? Tem uma mediunidade mais
- 26:44aflorada, né? No espiritismo falam, né?
- 26:48Que a criança até os 7 anos, ela está mais ligada ao mundo
- 26:52espiritual do que ao mundo terreno, mundo físico, então
- 26:57assim, terrestre, mundo terrestre, terreno terrestre,
- 27:00tudo a mesma coisa, tudo, tudo está na Terra.
- 27:04Allan Kardec, que falou, se alguém discordar, vai lá e
- 27:10reclama com homem, vai lá reclamar com homem.
- 27:13Eu IA puxar alguma coisa? Ah, que a gente nunca foi.
- 27:18É de ir no cemitério colocar flores, né?
- 27:21É, não faz parte, não. É, eu acho que é mais a nossa
- 27:26religião, porque a gente acredita na vida após a morte.
- 27:29Tipo, não tem espíritos que vão, né?
- 27:32Mas a. Gente, às vezes é mais como um
- 27:33ritual de cuidar ali do. Mundo.
- 27:36Eu. Tinha o túmulo do da Vovó, deve,
- 27:38tá? Certinho.
- 27:40Mas a gente, mas eu mando flores todo mundo, todo dia.
- 27:45Flores online. É, eu mando flores Pra Ela, eu?
- 27:48Fui lá em Pinheiral como a cidade aqui perto que tem nós
- 27:51temos x que moram lá e aí a gente estava passando em frente
- 27:55ao cemitério de Pinheiral. E atrás do cemitério tem umas
- 27:59casas. Aí você quem comentou assim,
- 28:01nossa, eu não IA querer acordar, abrir a janela e dar de cara
- 28:05para um cemitério, não, nossa. Senhora também não, porque com
- 28:08certeza eu IA alguma hora eu IA ver alguma coisa.
- 28:11E você sabe uma coisa que ainda rola no lá em Pinheiral que não
- 28:15tem em Volta Redonda, porque a Capela de Volta Redonda nem é
- 28:20perto dos cemitérios que a gente tem aqui, tanto municipal quanto
- 28:23particular. Lá em lá em Pinheiral, a Capela
- 28:26é do lado, é integrada com o cemitério municipal, e aí que
- 28:30que faz vela na Capela e a entrada do cemitério é por trás,
- 28:37então passa. Aquele cortejo das.
- 28:40Pessoas é carregando o caixão e ali vai cantando, né?
- 28:45O as músicas da religião que for e tal.
- 28:48Até vai pela rua E sobe e entra no pro cemitério.
- 28:54Na parte de trás da. Capela eu quando vier falecer,
- 28:58eu quero todo mundo cantando, mas é claro que o Sol vai voltar
- 29:05a eu. Tenho.
- 29:06Você tem essa música. Minha mãe tem a dela, que é o
- 29:09clarinete. Sei lá.
- 29:11Eu ainda não eu. Vou cantar Martinho e normento
- 29:16da amore. Do da chamele.
- 29:17Morteiro não imagina e a alma delas?
- 29:21AI que coisa linda, daqui a uns bons anos, Hein?
- 29:24Muitos anos eu pra. Lá de pra lá de 120.
- 29:28Vou agora pra da Letícia Nonato pris eu sempre tenho um
- 29:32relatinho. Halloween de 2023.
- 29:35Fui numa festa, numa casa, num dado momento da noite, fui no
- 29:39banheiro e pensei ter trancado a porta.
- 29:43Mas de repente, ela abriu e um menininho vestido de duende azul
- 29:48entrou e saiu correndo, fechando a porta.
- 29:53Pois bem, saí do banheiro e comentei com os amigos porque
- 29:56essa porta dava para o lugar que a festa tava rolando e perguntei
- 30:01se eles viram que o menino abriu a porta.
- 30:03Ninguém viu nada. E depois constatamos que não
- 30:07tinha essa criança na festa, só um de chucky.
- 30:11E outro, sei lá de fada, Ah, gente, todo mundo brincando.
- 30:16Espírito também quer brincar? Quer se divertir, né?
- 30:21É OOO erezinho, não é brincando também, sabia?
- 30:25Eu vi, eu vi, li em algum lugar que se um erê.
- 30:30Não é sempre, mas que teve uma menina que contou um relato que
- 30:34Ela Foi num num centro de umbanda e aí um erê virou e
- 30:38falou que foi dar um presente Pra Ela e ela aceitou.
- 30:42Aí quando ela tava saindo, a amiga dela falou, você aceitou,
- 30:45É Ela por quê? E ela falou.
- 30:47Hum, vai vim neném aí. E passou um tempo.
- 30:50Ela tava grávida. Não sei se é verdade, mas dizem
- 30:53que pode ser. Quando você aceita um presente
- 30:57de um erê, que pode ser uma criança.
- 30:58Eu ouvi falar a menina que falou o relato.
- 31:01Dela eu nem sei quantos eu ouvi falar, mas.
- 31:05É porque eu ouvi falar, não é não é de de minha alçada, não
- 31:09foi de minha vivência, é? Ela tava falando no o relato
- 31:13dela que aí ela ficou grávida. Detalhe, agora saindo.
- 31:17Disso quando a gente tava fazendo, né, escolhendo as
- 31:20histórias, fazendo esse esse episódio, roteiro desse episódio
- 31:25aí tava na minha casa e vai lá na dela, a gente fazendo por
- 31:28vídeo chamada. E aí a medrosa, juro.
- 31:32Eu tava. Sozinha, se você fizer alguma
- 31:34graça, eu vou desligar. Porque você ficou fazendo
- 31:37fingindo que tipo, Ah, quem que tá aí?
- 31:40Eu só brinquei assim que eu estava deitado na cama, devia
- 31:42estar comendo na cama, aí eu virei e falei assim.
- 31:46E é isso na cortina. Aí já ficou com medo, aí entrou
- 31:49um mosquito para, para já. Dei um grito e coloquei Peppa
- 31:54Pig na televisão para me sentir assim, acalentada.
- 31:58Eu sou medrosa, você sabe que a Peppa, a Peppa Pig, ela tem
- 32:01também. Mediunidade.
- 32:04Uma história, então, a gente. Conversa com a Peppa?
- 32:06Quem que é que é? Ah, a Galinha Pintadinha, que é
- 32:09comunista, né? A Peppa Pig, eu não sei.
- 32:12Também não sei. A Galinha Pintadinha é.
- 32:15É camarada Pintadinha? Ela é.
- 32:18Eu vou agora puxar a da Débora Aleixo.
- 32:21Quando eu era criança, fui na casa do meu avô, que morava no
- 32:24Sertão da Bahia. Lá, ouvi a história da mula sem
- 32:28cabeça e de como minha mãe e minhas tias já escutaram a mula
- 32:32dar coice na porta. Querendo entrar.
- 32:35Um dia, à noite, eu vi pela janela lá longe, uma luz amarela
- 32:40vindo em nossa direção. Importante deixar claro aqui que
- 32:44a próxima casa era muitos quilômetros de distância.
- 32:48Eu jurava que a mula tava vindo atrás da gente, quando chegou
- 32:52mais perto era só um carro. Ah, também, né gente?
- 32:55A imaginação da criança ouve a história, já fica, é até
- 33:01treinando, Oo olhar pra ver. Eu já vi de madrugada, tava
- 33:06dormindo naquela época que dormia todo mundo junto na casa
- 33:10da Vovó e eu sempre escutava barulho.
- 33:12De grampo caindo toda não e eu escutava barulho de panela, acho
- 33:16que era na minha cabeça. Porém, um dia eu acordei, ouvi
- 33:20uma gargalhada, abri a janela e eu vi uma bruxa passando pela
- 33:24lua cheia. Eu vi, eu era criança, eu vi com
- 33:28esses olhos que até rádio comer você lembra que a gente.
- 33:30Ficava falando porque da nossa casa dava vista para uma rádio
- 33:35que tinha. E aí a gente na rádio, a gente
- 33:38falava, ali mora uma princesa e um príncipe.
- 33:40E a gente ficava tentando imaginar, raíla também é dessas.
- 33:44Acho que ela coloca tão na cabeça dela que ela viu e é da
- 33:47tudo mentira. Porque da vez que você também
- 33:50disse que ficou olhando pro morro e viu uma bruxa, você
- 33:54sempre vendo o Jardim das borboletas, A Bruxa.
- 33:58Passando, acho que foi a Caipora que eu vi no morro eu vi.
- 34:03A Caipora 11 criança pisciana meu amor a.
- 34:06História da Caipora a Caipora ela fuma, né?
- 34:09Você sabe disso? Caipora ela é chegada ali no
- 34:12meio azul e aí a Caipora ela ela protege as matas se você entra
- 34:19na mata e aí você fica perdido, né?
- 34:23Porque a Caipora ela tem esse esse poder de confundir ali.
- 34:27Mas se você oferecer um cigarro. Pra Caipora, você consegue achar
- 34:32o caminho, produção? Era isso, não era a história da
- 34:35Caipora. Então, aqui, ó, entrou numa
- 34:37produção. Sempre que de Caipora tem um
- 34:41quezinho, tem. Um não dá um cigarrinho?
- 34:43Mas eu adoro. Eu amo o folclore brasileiro.
- 34:47Nossa, vai parecer aquelas pessoas Halloween.
- 34:49Não vamos falar do folclore brasileiro, mas eu gosto porque
- 34:52a gente tava falando da mula, né?
- 34:53A Caipora. Mas quem que você curte?
- 34:56O Saci, né? A cuca tem a Iara, que é da.
- 35:00A. Cuca é do folclore.
- 35:02Não sei. A cuca é do folclore, né?
- 35:05A cuca. Né, é o.
- 35:06Sítio do Picapau Amarelo. Porque eu tinha medo de entrar
- 35:11na em Cachoeira até quase velha por causa da.
- 35:14Iara. É que ficava lá Na Na beira.
- 35:18Na Cachoeira, sabe qual que é? Eu não estou me recordando agora
- 35:21a lenda da Iara. Não.
- 35:24Não eu. A do Caipora deu o cigarro, ele
- 35:27leva para fora da mata. Ah, agora não tem nada a ver com
- 35:30o folclore brasileiro, mas com figuras que, de certa forma,
- 35:34deram medo na gente. Loira do banheiro, nossa, eu
- 35:38nunca consegui seguir até o final para chamar a loira do
- 35:40banheiro. Tinha alguma coisa, né?
- 35:42Você falava 3 vezes. Aí é, não sei se apertava a
- 35:45descarga. Abria, dava, descargava a
- 35:47torneira e eu não chamava. Eu já tentei fazer, mas eu
- 35:50parei. Na primeira eu falei, Ah, vou.
- 35:52Não, e eu já vi um. Tinha mulher do algodão?
- 35:54A loira do algodão? Tinha alguma coisa?
- 35:57Assim, do algodão tinha a Maria algodão, alguma coisa.
- 36:01Não tô mentindo? Não tô mentindo.
- 36:03Eu lembro. Disso.
- 36:04O Eduardo tem medo do dente podre, mas sabe porque ele um
- 36:08dia viu a foto do cigarro, aquela boca, como que tem a boca
- 36:13lá? Ele viu e ficou apavorado.
- 36:15Aí eu virei e falei assim, é, ó, isso aqui, nunca chegue perto.
- 36:19Isso aqui, ó, é o dente podre aí ele não.
- 36:24Pegou, eu traumatizando meu. Filho.
- 36:27Não, eu fui traumatizado, passando geração para geração.
- 36:31Eu, você sabe que também nunca tive medo do homem do saco.
- 36:35Tá aí, homem de saco. Eu tinha medo da mãozinha de
- 36:38veludo. A mãozinha mas isso da era coisa
- 36:40da Valéria, né? Como que era a mãozinha de
- 36:41veludo? A minha mãe falava que era uma
- 36:43mão de veludo. Eu imaginava uma mão toda
- 36:45peluda, uma mãozona, só a mão. E ela vindo meio cachorra
- 36:50Priscila, ela com pelos de cachorro.
- 36:52A Priscila lembra. E ela entrando.
- 36:55É o chupa cu de Goianinha também.
- 36:57Chupa cu de Goianinha é uma. Chupa cu de Goianinha já ele já
- 37:02era mais adulta num. É, não me causou se.
- 37:04Fosse criança, teria medo? É, mas agora não tem mais não.
- 37:09A deia mandou assim pra gente. Quando eu era criança, tinha uma
- 37:13amiga imaginária e eu realmente via ela.
- 37:16Uma vez minha mãe tava na cozinha e me ouviu gargalhando
- 37:19no quarto. Quando chegou, eu tava rolando
- 37:22na cama e falando, mãe, Fala Pra Ela parar de fazer cócegas em
- 37:26mim. Porém, minha mãe não via
- 37:28ninguém. Hoje, com meu entendimento no
- 37:30candomblé, sinto que era minha erê brincando comigo, tá vendo?
- 37:34Às vezes é o protetor, a protetora, né?
- 37:38Quando criança, porque criança tem o amigo imaginários, que
- 37:41nada mais é. Que um espírito ali que tá, eu
- 37:43acho, né? O Eduardo tem o.
- 37:46Eduardo já. E uma vez que ele falou o
- 37:48Joãozinho ali No No corredor e riu.
- 37:52E vez em quando. Mas é raro.
- 37:54Ele não tem assim. Ah, o meu.
- 37:56Amigo. É não vez em quando, quando ele
- 37:59era bebezinho. É outra coisa que eu queria ter,
- 38:00não tive. Quando ele quando ele era
- 38:02bebezinho, tipo assim, tinha uns 10 meses, ele ficava rindo
- 38:05muito. EE tentando pegar o ar e tipo
- 38:07assim, dava gargalhada e tentando pegar o ar, eu falei,
- 38:10tá brincando? Falei, tá fazendo rir, então tá
- 38:13bom. Por isso então, né?
- 38:15Por isso que eu falei que quando eu morrer, eu vou estar ali para
- 38:17fazer rir. Não vou estar para assustar.
- 38:19Então, meu amor, mas você já é uma cavala velha, você tem que
- 38:21seguir sua vida. Entendeu?
- 38:23Vai te vai te embora. A Daniele velasques mandou, não
- 38:28é uma história, mas eu vi Invocação do Mal na escola com
- 38:32uns 12 anos. Juro que sonhei por dias.
- 38:35As tralhas que ficavam em cima do roupeiro viraram espíritos e
- 38:38demônios quando desligava a luz. Até hoje me recuso a assistir um
- 38:43filme de terror. Fiz minha mãe dormir comigo por
- 38:45uma semana e quando eu sentia medo, minha mãe me mandava
- 38:49cantar, entra na minha casa, entra na minha vida.
- 38:55Toda a letra em voz alta. Nossa, gente, eu acho que eu vi
- 39:00esse filme. É o que o?
- 39:03O eu não. Sei se é esse que é um casal,
- 39:06ela até mandou uma foto, mas eu não sei se aparece uma tipo uma
- 39:10imagem de uma freira que é o demônio, eu não sei, mas eu vi
- 39:13que era uma menininha que era numa casa, e aí eles tentavam
- 39:17lá. É tipo exorcizar, sei lá.
- 39:19E ela quase não lembro se ela quase morreu.
- 39:21Eu fiquei com muito medo também. Eu fiquei mais de 1 mês, se foi
- 39:24esse filme que eu tô pensando, eu fiquei mais de 1 mês.
- 39:27Apavorada. E eu olhava para a parede.
- 39:30Eu via a imagem porque eu não sei se é esse que ela passa a
- 39:34sombra na parede. AI não gosta muito de falar.
- 39:36É, você lembra daquela brincadeira que tinha que você
- 39:38olhava para uma figura no papel? É tipo por 30 segundos.
- 39:42Aí, Jesus e a. Gente via Jesus, é?
- 39:47Mas eu acho que pode. Ser por qualquer coisa esses
- 39:49dias eu fiz é que estava No No passando no Instagram e estava
- 39:52falando da Bandeira do Brasil. Aí eu fiz EE.
- 39:55Você pisca ver as cores certinha da Bandeira.
- 39:59Como será? Ainda não sei alguma.
- 40:01Coisa de ilusão de ótica, né? Mas estava falando de cantar
- 40:06música. Não sei quem ensinou pra gente
- 40:08quando era criança o credo, a oração do credo que é, vou fazer
- 40:11a oração inteira aqui, que ela é enorme, né?
- 40:13Creio em Deus pai, todo poderoso, criador do céu, da
- 40:15Terra. Aí eu lembro quando a gente
- 40:16começava a ficar com medo de alguma coisa de espírito.
- 40:19Grande. Os pais estão doeros, criador do
- 40:20Sol da Terra. Não lembro mais.
- 40:23Eu vou ficar aí só até o Sol da Terra.
- 40:26Eu ó, estou com medo. A primeira coisa que eu faço, se
- 40:28a luz tiver apagada, eu acendo na hora que eu já imagino ele
- 40:31saindo. Já imagino.
- 40:34Eu imagino AA entidade lá está acendendo porque?
- 40:37Eu gosto de escuro, meu amor. Eu gosto de escuro, eu gosto de
- 40:40claro. Mas eu acendo EE, faço minha
- 40:43oração e faço às vezes até me embolo, porque quando eu estou
- 40:46com medo. Eu erro a oração.
- 40:49Aí misturo, credo, com pai nosso, com ave Maria.
- 40:52E quando vou, vou ver. Já estou cantando Roberto
- 40:54Carlos, nossa senhora, é difícil na hora do medo.
- 40:57É, encerramos o nosso cafezinho. Encerramos que muito bom momento
- 41:03refletindo, enquanto ouve o Tony Ramos tocar sax numa livraria do
- 41:09Leblon. Posso começar?
- 41:22Pode, menina? Estou com uma espinha que ela
- 41:26está inflamadíssima e olha que eu não cavouquei.
- 41:29E você me deixou no bar que você viu, que eu desejei Boa Viagem
- 41:32para você, para o André e para sua espinha.
- 41:34Você não me respondeu. Não vi, meu amor, não vi mais o
- 41:38que fazer, entendeu do que ver as suas gracinhas?
- 41:41E ela está assim, não sei que fim vai levar.
- 41:44Eu acho que vai ter que esperar desinchar.
- 41:46E não está nem naquele tipo, Ah, vai ficar amarela, só parece que
- 41:50deu um. É interna, nossa, está doendo?
- 41:53Não. Quando eu coloco o dedo assim,
- 41:54sinto mais sensível. Eu vou comprar aquele
- 41:56adesivinho. Uma amiga minha falou para eu
- 41:58comprar. Eu já.
- 41:59Eu já usei uma época. Só que tem os de estrelinha, né?
- 42:03Tem os coiso. Tem aquele mais basiquinho.
- 42:04Não sei. Não sei se eu sou descolada o
- 42:06suficiente para colocar uma Estrela no meu rosto.
- 42:08Olha, o meu momento é que eu estou chateada, que eu perdi uma
- 42:12unha hoje e tinha tempo, que eu não perdi a unha.
- 42:15Perdi ela hoje, menina. Como eu estava tomando banho,
- 42:19fui enxugar. Ela já estava saindo.
- 42:20Não, mas não é unha verdadeira, não eu.
- 42:22Sei, mas dói ou? Não, não dói não.
- 42:24Só se se tirasse junto da verdadeira.
- 42:29Aí eu vou marcar para estar fazendo o ruim da unha de gel.
- 42:32É isso aqui na hora, mas você? Vai marcar para fazer só ela?
- 42:35Não, aí vou fazer a manutenção de todas, porque daqui a pouco
- 42:37está saindo tudo é aí. Você pintou de um Azul-celeste?
- 42:41Eu passei 11 meio azul, verde, não sei.
- 42:46E o da Barbie por cima, hã? Muito bonito o esmalte da Barbie
- 42:50transparente. Entendi, fica lindo AI day.
- 42:54Uma soluçada, né? Uma arrotada aí para dentro.
- 42:57Finalizamos, finalizamos. Se você gostou desse episódio,
- 43:01não esqueça de comentar o que achou.
- 43:03Está ouvindo pelo Spotify? Tem uma caixinha, interage aí
- 43:06com a gente, manda sua história de terror ou comenta.
- 43:09Alguma parte específica que te interessou?
- 43:11Se a gente falou alguma merda, também pode falar, falou errado
- 43:15que eu estou. Aqui, para aprender, errar
- 43:17terramos é fake news, pode não usar.
- 43:20Não existe isso, não existe. Já sabe como funciona?
- 43:24Nossa semana, né? terça-feira episódio para geral.
- 43:27Quinta-feira episódio extra para apoiadores também temos a
- 43:32palhinha, que sai disponível para todo mundo.
- 43:34É um cheirinho de episódios exclusivos que saíram lá atrás
- 43:38para te dar um gostinho, né? De virar um apoiador, uma
- 43:41apoiadora, entrar para o Clubinho das pris.
- 43:43E sexta-feira ainda tem hits aveludados na voz dela, rayla.
- 43:48AZ verde. Beijos e até a próxima.
- 43:52Um beijo, um queijo e uma manteiga e uma abóbora de
- 43:58Halloween.