Latest / Black&CO / Overview #84: O impacto dos live actions no cinema e nos streamings.
Transcript
- 0:12Olá a todos. Está no ar mais um overview aqui
- 0:15na black company. eSIM, você não está ouvindo errado.
- 0:19Não, eu não sou o Marcelo, mas sim o Thiago.
- 0:21PE eu tenho a tarefa de ser o anfitrião de vocês nesse
- 0:24episódio. Cabeludo e contraditório.
- 0:27Que lança a seguinte pergunta, nós precisamos de mais live
- 0:31actions? Hoje nós vamos discutir o
- 0:34impacto dos live actions no cinema e nos streamings.
- 0:38Reunimos aqui então, né, a bancada mais viva e cheia de
- 0:41ação da podosfera nacional para responder essa pergunta,
- 0:45começando obviamente pelas damas.
- 0:47Então, por favor, Beatriz, se apresente.
- 0:49Olá pessoal, é bom? Sou Beatriz, editora do
- 0:54overview. Estreando no último episódio de
- 0:57pecadores, me diverti muito e voltar para participar desse
- 1:01tema que eu gosto muito e até expandir um pouco essa definição
- 1:05de live action, que eu acho que é muito centrada na questão da
- 1:09animação, mas estou animada para ter esse papo com vocês.
- 1:13Hoje, beleza. Próximo aqui é o nosso famoso
- 1:16jago, meu xará Thiago Jobim. E aí, pessoal, tudo bem?
- 1:19Boa noite. Sou o jago chefe do importante
- 1:22audiovisual. É, já participei do podcast de
- 1:25pecadores, dela é, só foi. Sou minha primeira aqui no
- 1:27overview e é um assunto que eu acho que está muito em alta no
- 1:31momento. A gente está vivendo uma fase,
- 1:34uma fase nostálgica assim num ponto negativo.
- 1:38E vale muito essa discussão que se a gente precisa mesmo de live
- 1:42action hoje em dia ou se daqui a pouco a gente vai ter menos
- 1:45histórias originais. Beleza aí fechando aqui a nossa
- 1:48bancada está o Vinícius. Fala galera, tudo bem?
- 1:53Andei meio sumido, mas acho que já sou conhecedor aqui por
- 1:56alguns. Respondendo essa pergunta sobre
- 1:59os live actions, não sei se precisamos de mais.
- 2:02Será que nós estamos realmente tendo uma?
- 2:05Um momento de criação muito alto ou a gente já está tendo mais do
- 2:08mesmo? Fica aí o questionamento.
- 2:10Exatamente. A gente vai discutir muito sobre
- 2:14isso aí durante essa próxima hora, hora e meia.
- 2:17Aí mais ou menos, né? É, recentemente nós tivemos aí 2
- 2:21liveactions que receberam uma certa aclamação, né?
- 2:23Que foi o lilystith e o como treinar seu dragão.
- 2:27Mas antes disso, porém, rolou, né?
- 2:29O Branca de Neve, que teve uma belíssima é.
- 2:34Ovação aí, né? Pela internet e outros meios e
- 2:38tantos outros aí que foram muito execrados, né?
- 2:40Então é a pergunta que a gente fica aqui, né, e que nós vamos
- 2:44tentar discutir EE destrinchar aí nesse episódio é o porquê que
- 2:49os Dive actions dominam hoje Oo entretenimento, né?
- 2:53E se a criatividade acabou ou se estamos apenas apostando na
- 2:57nostalgia como única fonte de sucesso.
- 2:59Vamos conversar sobre tudo isso a partir do próximo bloco.
- 3:07Bom, galera, iniciando aqui, né? Vamos falar um pouquinho sobre o
- 3:10que é final live action, né? Oo conceito de live action não é
- 3:15nenhuma novidade, né? Desde dos primórdios aí do
- 3:18cinema nós temos adaptações de livros, quadrinhos, peças
- 3:22teatrais e tal. Eles já eram levados para as
- 3:24telas com atores de carne e osso.
- 3:27É, mas foi com o crescimento da animação, né, que o termo de
- 3:31live action passou a ser usado para diferenciar obras
- 3:34interpretados por humanos daquelas feitas com desenhos ou
- 3:37somente o CGI, né? E é difícil a gente adaptar qual
- 3:42que foi o primeiro live action criado, pro cinema ou né?
- 3:46Para o audiovisual em geral? Mas nós podemos facilmente citar
- 3:49aqui é alguns, como o primeiro nosferatu, que é de 1922, o
- 3:52primeiro frankenstein, de 1931. Teve também flash Gordon assim
- 3:59em meados de. Acho que 35 ou 36, se eu não me
- 4:01engano, né? E é, nós temos ainda, né?
- 4:06Um boom que viria aí com o advento da televisão, levando aí
- 4:09a aquela clássica série do Batman com a dom West, né?
- 4:14E o próprio Superman do christpper Reeve ali já nos anos
- 4:1760 e 70, nos anos 90 aqui trazendo um pouquinho mais, né?
- 4:21Pra. Pra nossa realidade aqui, com a
- 4:24evolução dos efeitos digitais e práticos, nós tivemos uma série
- 4:27de produções como o tartarugas Ninja, os flinstones, o Batman
- 4:30do Tim Burton, né? É riquinho, gasparzinho e et
- 4:34cetera. Muitos desenhos, né?
- 4:36Na época tava sendo trazido pra pro live action e né, e por aí
- 4:39vai. E conforme o cidia, ele foi
- 4:42evoluindo, né? Mais obras puderam ser adaptados
- 4:45de forma mais fidedigna, digamos assim, né?
- 4:47A criação original. Porém, eu acho que foi nos
- 4:49últimos 10 anos, aí mais ou menos que a gente viu.
- 4:52Essa grande escassez de produções é 100% originais, em
- 4:56detrimento de várias e várias adaptações pro audiovisual, seja
- 5:00vindos da literatura, dos quadrinhos, dos games ou das
- 5:03animações, ou até mesmo coisas mais esdrúxicas, como, por
- 5:06exemplo, o emoji e o filme que a gente teve alguns anos atrás,
- 5:09né? Eu queria saber aí a opinião de
- 5:12vocês, então. A respeito de como vocês veem
- 5:14essa evolução, né? AA importância podemos dizer,
- 5:17né, dos live actions é desde o início, porque claro, a gente
- 5:21tem uma saturação, mas AA importância deles é enorme.
- 5:25A gente vai ter que discutir sobre isso, por óbvio, né?
- 5:27Mas como que vocês veem essa evolução?
- 5:29E essa é, digamos assim, a proliferação de live actions no
- 5:36com o passar dos anos. Eu vejo muito como uma maneira.
- 5:40Eu acho o live action uma coisa muito boa de você contar uma
- 5:43história para uma geração nova. Mas hoje em dia, pelo menos Eu
- 5:48Acredito muito que o live action seguiu por um caminho de que
- 5:51toda animação que foi popular, a maneira mais fácil de conseguir
- 5:55um dinheiro, né? Você recapitando essa história e
- 5:58aí a gente chega com um ponto que era muito bom, mas hoje em
- 6:01dia já tá ficando muito lucrativo, que é a nostalgia.
- 6:04Então eu imagino pelo menos que a nostalgia hoje em dia é um
- 6:08efeito muito negativo. Porque não importa o filme que a
- 6:11gente assista, animação, animação, mais casa, o que
- 6:15geralmente sai mais live action, e a gente vê muito disso.
- 6:19Então, por exemplo, buana, né? Que lançou não tem nem 10 anos,
- 6:22já tá saindo live action. Agora é a gente teve, agora
- 6:26também. A gente já tem uma outra coisa
- 6:29que é um live action que muda a história do conto original.
- 6:33Então a gente tem Branca de Neve, que lançou esse ano.
- 6:36E a gente chega num ponto, pelo menos que eu me pergunto que é o
- 6:41quanto a gente tá indo no sentido de livection pra mudar a
- 6:45história, porque a sociedade às vezes pede pra mudar essa
- 6:50história. Eu acho que não é de hoje que a
- 6:52gente tem recebido livections que não surpreendem, né?
- 6:56Acho que muito pelo contrário, eles tem decepcionado o grande
- 7:00público cada vez mais. Eu acho que há pouco tempo
- 7:04atrás. Lançou o Madame teia, né?
- 7:08Que foi um fracasso total, total.
- 7:10Assim, total mesmo. Ele ganhou prêmios de pior
- 7:14atriz, pior filme, pior produção, porque realmente foi
- 7:17muito ruim. É, e tem outros exemplos também,
- 7:21né? Só eu só quero aproveitar esse
- 7:24teu gancho, porque assim é. Você falou do Madame teia e eu
- 7:28acho que esse é um ponto muito, muito legal da gente pegar a
- 7:30questão dos live actions, que. É é a pergunta do por que lançar
- 7:36um determinado live action, né? Final cara, Madame teia é uma
- 7:41personagem série d do do Homem-Aranha, né?
- 7:45Dos quadrinhos do Homem-Aranha, assim como teve o morbius um
- 7:48pouco tempo antes também, né, que também foi muito execrado e
- 7:51tal. Por que essa seleção, né?
- 7:54De personagens pra apresentar na tela, teve o craving, né?
- 7:57Faz pouco tempo também, que também nossa, foi é muito.
- 8:02É um xingado, né, da forma que foi feito.
- 8:05EE. É triste da gente ver que, por
- 8:08exemplo, a Sony, né, pegando esses live actions e fazendo
- 8:11simplesmente pra poder manter aquele vivo, aquele contrato que
- 8:15eles têm, que eles seguram já há quase 30 anos ali, dos direitos
- 8:20autorais, né? Do do Homem-Aranha e tudo mais.
- 8:23Então eles acabam fazendo filmes horríveis.
- 8:25Malfeite, né? Mal é.
- 8:28Enfim, mal roteirizados, mal dirigidos, feitos nas coxas
- 8:31mesmo. Simplesmente para manter algo
- 8:33dessa forma, né? Então já temos aí um ponto bem
- 8:35negativo dos live actions, esse ponto, mas desculpa te cortar,
- 8:39pode continuar aí, por favor. Não, mas é.
- 8:41Acho que era só isso mesmo, é. Eu não sei se a criatividade
- 8:44acabou ou se eles apostam muito numa nostalgia como a única, o
- 8:51único, a única fonte de de produção.
- 8:55Assim, não tenho o que produzir. Vou pegar uma coisa que que em
- 8:59em algum outro momento já fez muito sucesso ou também não, né?
- 9:03No caso da Madame teia, é e vou produzir um filme live action
- 9:07daquilo e torcer para que dê certo e normalmente não dá.
- 9:10É tal como também tem filmes que fizeram muito sucesso enquanto
- 9:14animações que não deram certo na nas telas, né?
- 9:18Como live action, que é o caso de.
- 9:22De A Bela e a Fera. Não.
- 9:23Mas cara, se a gente pegar nessa linha, você tem o próprio
- 9:26Aladdin, né? Que teve o é com o Will Smith.
- 9:30Tudo mais tem o. Mulan, né?
- 9:34Teve o mulan, teve a gata, a gata borralheira, que cara,
- 9:37ninguém fala desse filme. Lá, o?
- 9:40Cinderela da Cinderela é desculpa?
- 9:45É que. Eu.
- 9:46Sou uma pessoa velha, daí eu só lembro desses nomes antigos.
- 9:50Mas assim foi o live. Acho o cara totalmente
- 9:52esquecível. Ninguém fala dele nem que ele
- 9:54foi bom, nem que ele foi ruim. Simplesmente só não fala.
- 9:57Cruela também a outro que foi esquecido.
- 10:00Cruela foi esquecido, né? Eu acho que desses aí, né, que a
- 10:03gente tá nesse caso aí, pensando na Disney, eu acho que o
- 10:06Malévola, que foi o que mais fez um certo sucesso, né?
- 10:10É, e realmente assim, eu pelo menos eu achei um filme bem ok
- 10:13assim, então. E agora ele é no Street, né, que
- 10:15também tá? É, continua no cinema e parece
- 10:19que deu bastante certo. É esse eu não assisti ainda.
- 10:23E eu eu tenho um certo receio, porque assim, eu adoro desenho
- 10:27original, né? EE, eu tenho aquele medo, né, de
- 10:31não não querendo ser aquele cara chato que falou, estragaram a
- 10:33minha infância, né? Mesmo porque quando o estile do
- 10:36estity, eu já era adulto, mas é. Mas o é o medo de tipo.
- 10:42É o mesmo medo que eu estou com o do Como Treinar o Seu Dragão,
- 10:45que é uma das animações que eu mais gosto no mundo.
- 10:48E já me falaram que assim é basicamente a mesma história, só
- 10:52que só transformado, e daí eu só me questiono do porquê então,
- 10:56sabe? Pois é, eu penso a mesma coisa,
- 10:59porque o live action costuma ser.
- 11:03A ideia seria ser uma releitura da peça da obra original.
- 11:08Só que, né? Com seres humanos, e aí eles
- 11:11pegam exatamente a mesma história e o mesmo molde e só
- 11:14colocam em outro formato. Pra mim não faz sentido, porque
- 11:18é mais do mesmo, né? Eu acho que não tem uma inovação
- 11:23e aquilo ali não, não engaja o público.
- 11:25O público não tá interessado em em sair de casa, pagar caro no
- 11:30cinema pra ver mais do mesmo, né?
- 11:32Eu acho que muitas vezes dá errado por isso.
- 11:34Mas eu acho que assim Oo pior que nós temos.
- 11:37É claro, né? Todo mundo é diferente.
- 11:40Eu acho que tem aquela galera que vai só pelo conforto, que
- 11:45quer ver. É exatamente a mesma coisa.
- 11:46Tanto que, pô, se a gente pensar em várias live actions aí, né,
- 11:52dos anos afora, aí a quantidade de reclamações que a gente tem
- 11:55de fãs de Ah, pô, porque mudaram aquela coisinha, porque, Ah, não
- 11:59era assim na HQ, Ah, não era assim no livro, né?
- 12:03Na animação, isso aqui era diferente, então.
- 12:05Tem a galera que também, né, que se segura muito No No original e
- 12:09queria ver só o original com pessoas novas, né?
- 12:12Talvez aí que como treinar seu dragão, ele ganhe alguma coisa,
- 12:16mas é, mas pra mim pelo menos, né?
- 12:20Uma opinião pessoal é, cara, eu quero ver algo é diferente, eu
- 12:25quero ver pelo menos tipo uma representação diferente, é, mas
- 12:30claro, sem é. Sem deturpar, né?
- 12:34O que já tinha sido apresentado antes e trazendo.
- 12:38Um ponto até que Oo Vinícius comentou que ele falou suas
- 12:41pessoas às vezes não pagarem pra ir ver o filme que já
- 12:44conheceram. As pessoas preferem fazer isso
- 12:46porque o cinema já é caro por si só.
- 12:49E é mais fácil você arriscar num personagem já conhecido ou numa
- 12:53história já popular e pagar o ingresso mais caro que você sabe
- 12:57que é um bom filme. Do que você pegar uma nova EE,
- 13:00eu digo ipê, por isso é muito a dar pra gay, mas uma nova
- 13:02história, novos personagens e você apostar e você não saber se
- 13:07é uma coisa boa ou uma ou uma coisa ruim.
- 13:10Eu acho que é justamente a questão dessa questão que o
- 13:13Thiago falou da da zona de conforto, né?
- 13:16De você se sentir 100% confortável com uma coisa que
- 13:19você já conhece. Eu acho que é menos risco,
- 13:21embora eu particularmente não goste muito.
- 13:24De ver mais do mesmo porque, mas eu abro exceções.
- 13:28Por exemplo, eu queria é quando lançou AA pequena seria.
- 13:31Eu já sabia que o filme seria muito fiel, mas eu quis muito
- 13:34assistir, que foi o mesmo caso de Lilo City.
- 13:37Tinha algumas alguns detalhes diferentes, mas o filme em geral
- 13:42tinha a mesma premissa da animação, eu também gostei
- 13:45bastante, tô animado e eu ansioso pra assistir Como
- 13:48Treinar o Seu Dragão, que eu já sei que né?
- 13:51Pelo que todos estão falando é bem parecido, mas.
- 13:54Acho que são casos bem específicos no meu caso.
- 13:58E essa questão que a gente tá falando da tanto da nostalgia
- 14:02quanto da zona de conforto, a gente tá falando um pouco pelo
- 14:06ponto de vista do espectador, né?
- 14:08Eu também acho que tem por parte das produtoras e os streamings
- 14:13aquela questão de e já que a gente tá falando de livection,
- 14:16não só de adaptação de animação, mas também de livro, HQ,
- 14:20videogame, tem por parte das produtoras.
- 14:24Aquela aposta de bom eu vou estar criando, entre muitas
- 14:28aspas, uma história que já tem um público fiel.
- 14:32Alguns milhões aí já vão querer assistir, talvez pelo carisma do
- 14:36personagem. E entra uma coisa um pouco
- 14:40conflitante para mim, porque eu pessoalmente, não sou a favor de
- 14:44live actions, de animação, porque a gente está falando da
- 14:49mesma mídia audiovisual. Mas eu passo um panozinho pra
- 14:54live action, vindo de livro de HQ de eu não sou a maior
- 14:58jogadora de videogame, mas consigo entender a atração da
- 15:02pessoa que joga um certo videogame e quer ver aquilo num
- 15:06numa outra mídia, né? Então eu acho que tem um pouco
- 15:10de diferença aí. Não sei vocês.
- 15:12O que vocês pensam sobre isso? Eu concordo plenamente com você
- 15:17e acho que. Isso é algo que eu vou tentar me
- 15:19aprofundar, né? Um pouco mais pra frente ali,
- 15:21quando a gente realmente começar na no questionamento da da
- 15:24importância dos live actions. Mas é, é bem isso, esse conflito
- 15:29de é de mesma apresentação, né? O audiovisual, no caso, é o que
- 15:36me pega. Eu entendo assim, por exemplo,
- 15:39né? Quando a gente pensa lá atrás,
- 15:41como eu falei dos anos 90, que saiu o filme do dos flinstones,
- 15:46por exemplo, ou da família Adams.
- 15:49Que era aquela, né? Representação de de desenhos que
- 15:52a gente assistia. É pelo fato da evolução do
- 15:57cinema na época, né? Era que era uma época que é
- 16:01Hollywood estava aprendendo a mesclar os efeitos práticos com
- 16:07CGI, mais crível e tudo mais. Então era legal você ver na
- 16:12tela, por mais que a história fosse ruim assim, pelo menos no
- 16:15caso dos flinstones, o filme da família Adams ainda é é bacana,
- 16:18né? Mas era legal você ver na no ao
- 16:22vivo, podemos dizer assim, né? Na com pessoas, carne e osso,
- 16:26fazendo aquilo que você assistia no nos desenhos lá atrás.
- 16:30Mas aí no na no quesito de animação, eu acho que bate
- 16:35totalmente com que você falou Beatriz, né?
- 16:37Porque já é uma apresentação de um longa metragem, né?
- 16:41Tipo uma animação longa metragem já é um longa metragem.
- 16:45Você simplesmente está contando a mesma história com pessoas.
- 16:48Ou pior, você pode fazer igual Oo live action.
- 16:51Bem entre aspas, né? Do rei leão, que simplesmente é
- 16:55um bando de CGI contando a mesma história de um desenho.
- 16:58Cara, é, e esse pra mim assim foi.
- 17:00Oo é. Foi o momento que eu falei,
- 17:04cara, eu acho que agora vocês passaram de um ponto.
- 17:09EE, contando a história, como você falou, é não, não é um live
- 17:15action, porque é CGI, né? E contando a história de uma
- 17:19forma pior, na minha opinião, porque uma das coisas que eu
- 17:24acho que encantam na animação são as músicas.
- 17:27As músicas estão todas cortadas no rei leão.
- 17:29Eu fiquei muito frustrada que não tem e se preparem do iscar
- 17:33do rei leão. Como assim você corta isso da
- 17:36história? Tudo bem No No prove o roteiro
- 17:43fizer uma parte muito envolvente da nostalgia, então se você está
- 17:47postando na nostalgia, faz isso direito, né?
- 17:51E é uma é. E pior coisa dessa nostalgia que
- 17:55a gente vê agora é que se a gente olhar o top 10, né?
- 17:59Bilheteria, pelo menos no Brasil.
- 18:01O primeiro lugar e o terceiro lugar são live action da Disney,
- 18:04que o primeiro é livek e o terceiro é mufas.
- 18:07É o filme, né? O pico do rei leão e são 3,
- 18:12perdão. São 2 histórias que
- 18:13completamente é feitas e com assim você não precisa.
- 18:18Você só precisa ter o CGI, sabe? Gasto o CGI, mas a história e o
- 18:22roteiro é basicamente o mesmo da animação e.
- 18:26Você consegue um dinheiro tão quanto, senão maior do que o que
- 18:30uma animação original conseguiria nessa quinta-feira.
- 18:33Agora, dia 19 de junho, vai ter o novo filme da Disney pixarra
- 18:36hélio, e eu eu imagino que não vai fazer o mesmo valor do que
- 18:42fez, por exemplo, o filme não faça.
- 18:45Então é uma é uma coisa que a Disney ela em questão de até de
- 18:49empresa, em geral as empresas, elas cada vez mais preferem
- 18:53apostar No No seguro. Que é uma história que já foi
- 18:56conhecida, já foi popular. Ao invés de apostar No No
- 19:00escuro, dar um tiro no escuro e tentar arriscar uma coisa nova,
- 19:04algo que nunca foi feito, algo que ainda não é muito explorado.
- 19:08E a gente chega num ponto que as empresas preferem isso,
- 19:11inclusive os consumidores, alguns preferem isso.
- 19:15Eu eu sou sempre a favor de. Histórias novas, histórias
- 19:19originais e, principalmente, histórias que te catinho, porque
- 19:22não adianta você criar uma história original, 111 história,
- 19:26que seja completamente nova, mas que ela não tem essência, não
- 19:30tem emoção, não te não te prende, não te faz querer
- 19:33conhecer ela porque é um trailer.
- 19:35A maior vantagem dele é te fazer consumir aquilo e falar, pô, ok,
- 19:39essa história é intrigante, gostei, me apeguei e vou dar uma
- 19:42chance se nenhum trilha consegue fazer isso.
- 19:45É muito difícil o filme conseguir uma audiência.
- 19:48É, e esse esse problema é só pra gente fechar esse essa primeira
- 19:53parte. Nossa, é esse problema do
- 19:56apostar no seguro. Não é algo que a gente só sofre
- 20:00No No cinema e no audiovisual, né?
- 20:03A gente tem isso muito na parte de literatura, né?
- 20:06Você vê que os papéis editoras sempre estão apostando os mesmos
- 20:10autores, porque eles já fazem sucesso.
- 20:12Ou lançando livros de pessoas que já fazem sucesso.
- 20:16Não necessariamente que a literatura seja boa, né?
- 20:19Mas é porque já tem um público ali, né?
- 20:21Então é uma venda certa, é. Nos games a gente vê isso muito,
- 20:26né? Tem a galera falando aí, Ah,
- 20:28tomara que o mundo não acabe antes de sair OGTA 6, né?
- 20:31Porque a galera. Nossa, se pensar nessa Sony é
- 20:34rainha nesse nesse quesito aí de gerar mestre, pelo amor de Deus.
- 20:37Não exatamente. Então tem OOGTA 6 o the last of
- 20:40fusk, pô. Cara, jogo da minha vida, mas os
- 20:43caras acho que já estão no 5, no quinto remake deles, skying, que
- 20:48é outro jogo que eu adoro. Todo ano eles lançam o remaster
- 20:51overplus, ponto 2, agora vai, né?
- 20:56Então a gente vê isso em todos, todos os tipos de mercado, né?
- 21:00De de consumo, de entretenimento, infelizmente,
- 21:02porque é no fim, né? As coisas sempre se resolvem no
- 21:09dinheiro aí. Ninguém mais quer apostar,
- 21:12galera tá querendo, só é ir no básico e por né Oo Vinícius
- 21:17tinha comentado ali, tá, Madame teia, foi horrível, foi, é, foi
- 21:22uma bomba, é, mas se eu não me engano, ele se pagou o morbius,
- 21:27que foi outra bomba, ele fez o dobro de dinheiro da produção,
- 21:33sabe? E sendo horrível.
- 21:34Então no fim a galera vai porque quer ver.
- 21:40Os personagens que eles conhecem de outros locais, né?
- 21:42De de outro, de outras mídias e tudo mais.
- 21:44E não necessariamente vai achar algo bom.
- 21:48Mas mesmo que ele não ache, ele já gastou dinheirinho, né?
- 21:52E tem dinheiro. As pessoas é.
- 21:54As pessoas preferem assistir um conteúdo vendo que é meme só
- 21:58porque é engraçado. Então você vai no cinema pra dar
- 22:00risadas de uma coisa e tosca. Isso funciona porque o TikTok
- 22:04faz muito isso. Rede social em geral.
- 22:06Você mostra um filme, Madame tria, por exemplo, que é uma
- 22:08porcaria. Você mostra uma cena e as
- 22:10pessoas falam, pô, OK, vamos reunir todo mundo no cinema e
- 22:13rir dessa cena, dizer que essa cena é espetacular.
- 22:16É, e acontece muito. E aí vende, e aí a empresa
- 22:19entende, pô, o público gosta do filme.
- 22:21Eu vou relançar o filme. Foi o que rolou com morbius.
- 22:23Bom o relançou nos Estados Unidos.
- 22:25Ninguém foi ver o filme. Ninguém foi ver o filme
- 22:27exatamente o que eu eu, sinceramente, eu achei engraçado
- 22:30esse ponto, tá? Mas foi um, inclusive um Belo
- 22:33golpe da galera. Eu fui ver esse filme no cinema.
- 22:37Eu caí nessa asneira. Gente, o filme realmente era
- 22:42ruim. No No tem jeito.
- 22:45Intragável é muito ruim. Bom, galera, a gente já já fez
- 22:51aí o primeiro papo a respeito, né, do no geral aí do dos live
- 22:56actions. Mas vamos falar aqui sobre o que
- 22:59deu certo e o que não foi tão legal ou que foi ruim, né?
- 23:03A gente já deu alguns exemplos aí, por exemplo, falando de
- 23:05mordes, é, então eu queria aí, né, cada um pegue aí umas 2 ou
- 23:093, é obras pra. Ser advogado delas, né?
- 23:15EE é apresentá las como uma boa produção e outras para meter o
- 23:20pau mesmo. Bom, AAO meu primeiro exemplo do
- 23:25que deu certo para mim é é extremamente infantil.
- 23:30Bom, afinal, não, né? Vem de uma animação.
- 23:32A animação não é necessariamente infantil.
- 23:35Mas quando a gente tá falando de nostalgia da do liveation, que
- 23:39vem da animação, então, por exemplo, quando eu era criança,
- 23:42eu era apaixonada por Ursinho Puff.
- 23:45Ainda sou, mas isso é papo para outra hora.
- 23:49É uma coisa extremamente infantil.
- 23:51Como adulto, não cabe muito você assistir aquilo.
- 23:55Mas aí em 2018, eles fizeram o live action do Christopher
- 24:00Robin, a história. É é do Christopher, na verdade,
- 24:04do menino Cristóvão. É porque ele é um adulto vivendo
- 24:08em Londres nos anos 30. Se eu não estou errada e ele é
- 24:13visitado pelo Puff porque os amigos dele, do bosque do sanhá,
- 24:16eles sumiram e o Puff está perdido, querendo encontrar os
- 24:20amigos. Então a história vai se
- 24:22desenrolando e, na verdade, quem está perdido é o Cristóvão.
- 24:26No mundo adulto, ele é um pai de família.
- 24:29É, então eu achei assim que esse deu certo, porque ele brinca com
- 24:34a nostalgia, né? Do fã ali do Ursinho Puff, que
- 24:36ele quer ver de novo, mas ele se comunica com o adulto, né?
- 24:42Que hoje em dia Oo antigo fã criança, que hoje em dia é o
- 24:46adulto, ele tá se comunicando com ele e tá falando algo bem
- 24:50delicado, eu achei. Então eu achei que essa história
- 24:53deu muito certo, apesar de. Ah, é um pouco caça níquel,
- 24:59porque tá brincando com as suas emoções e tal, mas eu acho que,
- 25:02ainda assim, ele conseguiu trazer uma mensagem
- 25:05interessante. É.
- 25:07E eu eu acho até é, não só só aproveitando, porque assim, esse
- 25:11esse teu exemplo é muito bom, porque ele é um live action, ele
- 25:15suga de uma, é de uma fonte de nostalgia, mas ele te apresenta
- 25:21algo novo. Eu IA falar sobre, eu IA falar
- 25:24exatamente isso, ele traz algo diferente.
- 25:26Então, então aí eu vejo um valor.
- 25:28Esse é 111 exemplo de um bom uso, né?
- 25:33De obras adaptados para live action, na minha opinião.
- 25:36Com certeza, porque não é uma história completamente inédita.
- 25:40O que, tudo bem, não vai ser o maior pecado do mundo, mas não,
- 25:45não é a adaptação pela adaptação, né?
- 25:48Porque a gente sabe que dá certo.
- 25:50Então vamos aqui porque a gente vai conseguir dinheiro.
- 25:54Então o meu exemplo ruim, ele, ele é bom e ruim ao mesmo tempo
- 25:59que é a adaptação de Kingsman, o quadrinho.
- 26:04Eu particularmente sou uma fã do primeiro filme.
- 26:07Quando eu vi o trailer, eu pensei, nossa, que filme ruim?
- 26:10Polly first tá com com dívida na praça pra tá fazendo um filme
- 26:14desse, mas fui dar a chance. Aí que eu entendi que era uma
- 26:18sátira, fui apresentado ao mundo porque eu não conhecia o
- 26:22quadrinho, né? Eu fui apresentado ao mundo ali
- 26:25do ex e tal, achei muito bacana. Então até aí deu certo, né?
- 26:31Só que aí eu acho que eles se perderam no personagem,
- 26:36principalmente aquele terceiro, que é uma people, na verdade,
- 26:40que acho que eles já estavam muito investidos naquele mundo,
- 26:45então resolveram criar aquela história aqui.
- 26:48Minha, nossa, acho que cabe até um episódio assim de de bombas
- 26:53do audiovisual, que pra mim, aquele filme é um deles.
- 26:57Porque tudo bem, você não precisa ir assistir ficção pra
- 27:02aprender história, porque a representação histórica é
- 27:05terrível. Mas em termos narrativos, ele
- 27:09ele não se sustenta, ele perde aquela pegada de sátira que ele
- 27:14se proponha tanto no original. Quanto na adaptação do live
- 27:18action, né? Do primeiro filme.
- 27:21Então esse é um caso que eu acho que foi caça níquel.
- 27:24Ah, tá dando certo. Vamos jogar mais dessa história
- 27:27aqui para o público, ainda que seja uma história muito ruim.
- 27:31Ah, e assim kingman tem uma das minhas cenas favoritas do
- 27:37cinema, que é a parte da igreja, né?
- 27:41Quem quem nunca viu só procura Kingsman igreja, o kingman
- 27:44freebourd. Vai, vai por mim, é, mas eu acho
- 27:49que é aquele problema do caça níquel, né?
- 27:51Que a gente comentou um pouquinho aí No No primeiro
- 27:54bloco que viram que deu certo, acharam legal e falou, OPA, dá
- 27:58para ganhar mais dinheiro com esse negócio aqui.
- 28:01Só que daí você começa a fugir, digamos assim, da da essência da
- 28:06obra original para fazer algo que tá na sua cabeça, né?
- 28:10a Lua aí, galera do Game of Thrones também.
- 28:12Então é, eu acho que aí é que mora o problema, né?
- 28:17Então eu tenho alguns, né? Bons é, eu começo com com uma
- 28:25adaptação de uma obra literária que virou um live action, né?
- 28:30Que é O Diabo Veste Prada, que foi muito aclamado e deu muito
- 28:34certo, porque ele é bem fiel. Na verdade, o livro, né?
- 28:39E mas ele foi muito elogiado pelas atuações, pela produção,
- 28:43justamente pela fidelidade. Então acho que foi um filme que
- 28:46deu muito certo e ele acabou virando um.
- 28:49Não sei se já dá pra chamar de clássico, né?
- 28:52Não sei se ele é tão antigo assim, mas é um filme que caiu
- 28:55no gosto popular e eu, particularmente, sempre paro pra
- 28:58ver quando tô assistindo. É não sei se é o mesmo caso de
- 29:02de outros. Em contrapartida, eu tenho como
- 29:06ponto negativo O Último Mestre do Ar, que é muito, muito ruim.
- 29:13E eu, gente, sim, é muito ruim, mas eu gosto.
- 29:15Mas ele é muito ruim, muito, muito, muito ruim.
- 29:18Ele ligou premiação de pior filme, piores, efeitos visuais,
- 29:22piores atuações. É realmente muito duvidoso.
- 29:27É muito engraçado que todas as vezes que eu entrei numa
- 29:32discussão. Sobre live actions ruins, alguém
- 29:36cita Avatar e O Mestre barco é incrível.
- 29:41É tipo, gente, é porque assim, mesmo gostando, não dá para
- 29:44defender, porque não dá, não dá mesmo.
- 29:50Eu gosto também muito de é uma série de livros que virou uma
- 29:55série da Netflix, que é o que é o Hearts top.
- 30:00Que eu também gosto muito. Eu acho a história muito fofa.
- 30:05Ela tem boas atuações, ela é muito fiel aos livros, é, tem
- 30:10química entre os os, os personagens, as as atuações são
- 30:15muito boas. O roteiro é muito leve.
- 30:17Ele trabalha assuntos importantes de uma forma muito
- 30:20bem. Estruturada porque a série é
- 30:23mais teen, né? Pro público ali adolescente.
- 30:27Então acho que eles conseguiram roteirizar muito bem isso.
- 30:31Mas gente, tem outro outra, outro muito ruim, que é cats.
- 30:38Cats é muito ruim pra mim. Aquilo ali é um surto coletivo,
- 30:43é surto coletivo mesmo. E só pra finalizar tem uma.
- 30:50Um live action que é brasileiro, que eu acho assim, quando eu era
- 30:57criança, eu amava, mas eu acho ele bem terrível hoje em dia que
- 31:01é Xuxa e o mistério de feiurinha ela, juro ela, eles, eles, qual
- 31:13é o nome do escritor? Eles adaptaram, né?
- 31:16Uma obra. E é o contástico mistério de
- 31:19feiurinha. E aí eles colocaram um elenco de
- 31:24peso assim, entre aspas, porque? Porque é porque assim colocaram
- 31:31pessoas muito famosas que já tinham carreiras achando que
- 31:34isso seria o suficiente para carregar Oo filme.
- 31:36E não foi, né? Na verdade, foi bem ruim mesmo
- 31:39com esses nomes já famosos, né? O Luciano Huck, Angélica, a
- 31:44própria Xuxa, a Hebe Camargo tiveram pontos.
- 31:47Positivos de algumas atuações, como Zezé Motta, Paulo Gustavo,
- 31:51mas foram pontuais assim. Eu acho que também é um exemplo
- 31:55muito ruim, trazendo assim um pouco para o para o Brasil, que
- 31:59eu acho que live action por aqui não é tão.
- 32:02Turma da Mônica lassos, né? Que é um sucesso, inclusive, né
- 32:06verdade? Mas falando, né?
- 32:11Da. Da do que você comentou.
- 32:13Acho legal você falar do. Diaboveste Prada, porque é até o
- 32:19filme lançar. E o filme fez um grande sucesso,
- 32:21né? Na época é quase ninguém sabia
- 32:24que era o livro, né? Então é legal, porque a obra
- 32:29popularizou, né? A própria escrita, a própria
- 32:34literatura e a eu acho que aí, né?
- 32:37Da mesma forma que AA gente comentou ali, do do exemplo da
- 32:41Beatriz, é aí que o live action ele funciona.
- 32:46Porque você está apresentando. É algo que às vezes é ninchado
- 32:51para um público geral, mas de de uma forma correta, né?
- 32:54Ao contrário do que você falou, né?
- 32:56Aí do mistério do fiorinha, que provavelmente eles só pegaram e
- 32:59escalaram um Monte de gente, mas o roteiro ficou lá atrás assim,
- 33:02ninguém, ninguém se preocupou com isso e tal, só se preocupou
- 33:06em colocar os nomes e fazer dinheiro com isso.
- 33:09Né, exatamente que na verdade eu acho até que é um caso que
- 33:11acontece. Com grandes produções, né?
- 33:18Com certeza. E você, jago, que que você tem
- 33:23pra apresentar? Cara, eu IA ser o Advogado do
- 33:28Diabo e só IA falar mal. Porém, sábado eu assisti com o
- 33:34Dragão live action. E aí, meu mundo.
- 33:37Olha lá. Porque foi o melhor live action
- 33:40que eu já vi até então. E Eu Acredito que esse live
- 33:45action é o melhor, porque primeiro, a universal ela queria
- 33:49fazer isso por motivo de dinheiro, né?
- 33:50Isso aí, na dúvida, pra ninguém. Mas eles fizeram de uma maneira
- 33:54que ficou um pouco mais contida, porque eles chamaram a equipe
- 33:59que produziu animação, pelo menos o primeiro filme.
- 34:02Então a gente tem o diretor, a gente tem roteiristas, os
- 34:06produtores. Então, boa parte da equipe que
- 34:09produziu, né? E sabe da história do contra
- 34:13dragão? A essência dele é uma é, estava
- 34:16no livection e só para contextualizar, é o livection da
- 34:19animação, que a animação é baseado numa datação de livros,
- 34:23que o Gilson é uma porcaria, são livros quase que infantis.
- 34:26O banguela é outra pessoa comparada, né?
- 34:28Nem se chama banguela, lógico, mas é um dragão, soluço é outra
- 34:31pessoa, é, enfim, e é muito legal porque o denim deboá.
- 34:37Quando ele fez uma entrevista, ele falou que a primeira coisa
- 34:41que ele queria era não repetir o erro de trazer um live action
- 34:45que não honrasse as pessoas que assistiram AAA animação na
- 34:49época. Então, ele queria fazer algo
- 34:51diferente. Ele queria fazer uma coisa,
- 34:54queria contar a mesma história, mas ele queria incrementar.
- 34:57E eu, quando eu saí da sessão, eu senti muito isso que o melhor
- 35:01live action, pelo menos na minha opinião.
- 35:03É você contar a mesma história, mas você acrescentar elementos
- 35:07que na época você não podia. Ou por falta de tempo ou por
- 35:11falta às vezes de não ter o conteúdo da época, que
- 35:14incrementa pra e você entende melhor a história.
- 35:17Então, por exemplo, um ponto que eu sempre levanto tudo leve,
- 35:19acho que o nosso dragão é que ele tem 2 horas de duração.
- 35:22A animação tem 1 hora e meia. A animação é perfeita, você é
- 35:26contida. Eles explicam tudo muito bem, 1
- 35:29hora e meia. Mas é visível que 1 hora e meia
- 35:31é muito pouco tempo de filme, ainda mais para hoje em dia, que
- 35:34hoje em dia a gente pô, 1 hora e meia de filme é quase nada.
- 35:37Então você percebe que, às vezes, a história é meio
- 35:40corrida. O personagem tem não tem muito
- 35:43contexto por trás para contar por causa da falta de tempo.
- 35:46Tem que focar a cena em outra coisa.
- 35:48E no live action eles mudam isso.
- 35:50Então eles trazem mais elementos para Astrid, por exemplo, porque
- 35:53que ela é tão rigorosa com o soluço?
- 35:56A gente entende melhor No No live action, porque o motivo
- 36:00dela dela agir assim é os personagens, né?
- 36:03Que são os amigos do soluço, né? O melequento, os gêmeos.
- 36:07A gente tem um contexto deles, né?
- 36:09Um elemento que insere para acrescentar no desenvolvimento
- 36:13do personagem. E principalmente, a gente tem
- 36:16também, como o próprio estoico, então o estoico, que tem às
- 36:19vezes pouco tempo de tela No No animação, ele ganha um destaque
- 36:23maior. Nessa live action, ele ganha 11
- 36:25destaque maior. Inclusive algumas cenas, na
- 36:28minha opinião, são melhores no livecs do que a animação, porque
- 36:31eles trazem de uma maneira que fica mais dramática, deixa mais
- 36:35aqui no entendimento, tipo, cara, ok, ele está irritado, ele
- 36:39está nervoso. Eu percebo isso na animação, não
- 36:41era, era mais aquela discussão de tipo, só estou indignado com
- 36:44você, não estou não estou muito alegre e eu acho que pra mim
- 36:48esses são mais legal, sabe? É porque no geral, a Laís vieste
- 36:51contra essa dragão, ele é um ele é um copia e cola, mas ele é um
- 36:55copia e cola que te faz te assistir o filme, porque a
- 36:59equipe que produziu estava lá. Então a equipe que produziu, que
- 37:02tem carinho pelo filme, pode incrementar novas, novos
- 37:05elementos que melhoram a experiência.
- 37:08E trazendo agora um ponto negativo que eu detestei no
- 37:12cinema, achei horroroso, foi o livet do illustic.
- 37:16Eu Acredito que o vou ser agora vou vou ser ruim, é eu.
- 37:22Eu acho que o livet do illustic é péssimo assim.
- 37:26Ele ficou extremamente infantil, piadas super, super sem graça
- 37:32assim. E a animação, o que mais me
- 37:35irrita, na verdade, é a mensagem que o filme passa.
- 37:38Porque a gente tem aquele clássico, né?
- 37:40O rã significa família, e família significam, nunca
- 37:42abandonaram, deixar para trás. E no live action parece que eles
- 37:46falam ok, essa é a frase, a máxima o papel joga no lixo,
- 37:50porque o eu não vou, eu não vou entregar spoiler do do filme,
- 37:55né, do final, mas o final é o é completamente diferente da
- 37:58animação. Pensa que é o outro lado da
- 38:01moeda do a animação tá tá de um lado, o lado completamente
- 38:04oposto é o que o final do live action é.
- 38:07E isso pra mim, cara, foi o balde de gota, gota d'água,
- 38:11finalizou. Pra mim, naquele ponto que eu
- 38:13falei, ok, aí esse filme não ali do Citi, esse filme não é a
- 38:17proposta dele. E mais chato ainda é porque eu
- 38:22dando isso no spoiler, eles mudam o vilão do livection,
- 38:27então ao invés do vilão da animação, é uma pessoa.
- 38:30Essa pessoa não existe no livection e eles alteram pra
- 38:33outro personagem. E esse personagem?
- 38:37Ele não faz sentido como vilão, porque ele não é para ser um
- 38:40vilão, ele é para ser uma pessoa que tá lá para consertar um
- 38:44erro. E eu acho que isso é o que mais
- 38:48chateia, porque, diferente de como traço o Dragão que eles
- 38:53mantiveram a essência e incrementaram a elementos que
- 38:57melhoram os personagens, no little City, com a Disney foi o
- 39:00contrário. Eles pareceram que queriam
- 39:03contar umas queriam não só avisar, mas queriam.
- 39:06Facilitar o entendimento da história com um roteiro
- 39:09extremamente expositivo. Fala assim, a pessoa parece que
- 39:13fala o que pensa, tipo, quando você pensa na cabeça alguma
- 39:16coisa, você fala em voz alta é você tem é piadinhas pra
- 39:22infantis, para as crianças poderem dar risada.
- 39:25Se enturmar com o Street, você tem cenas que não fazem nenhum
- 39:30sentido. Que são sem graças, que não
- 39:33incrementam em nada, que não trazem nenhum elemento para
- 39:36história para você falar, poxa, ok, OA, Lilo e o City estão se
- 39:40entendendo. O filme live action não traz
- 39:42isso, sabe? Então, no fim das contas, o live
- 39:44action no City é o que, 1 hora e 40 de duração que você não vê
- 39:48nada, você não vê nem um tempo da história, porque no final das
- 39:51contas, o que a gente quer ver, pelo menos eu vejo muito assim.
- 39:54Quando eu vou ver um filme? Que eu quero ir no cinema
- 39:57assistir é assistir uma história.
- 39:59E essa história tem um desenvolvimento.
- 40:01E ela fechar num ponto que as coisas melhoram.
- 40:05E o livette no the Street não mostra esse desenvolvimento.
- 40:08Ele, ele só começa. De um.
- 40:10Não tem evolução. Ele começa de uma forma e
- 40:13finaliza de outra. Mas o mas sabe quando você vai
- 40:16ver um filme e aquilo acontece? Não por não por motivos
- 40:19naturais, não por situação, advento da vida, mas porque o
- 40:23roteiro pede. Você percebe que o roteiro, ok,
- 40:26Oo roteiro tem que pedir pra esses 2 ficarem juntos, mas
- 40:29esses 2 não parecem que eles não vão ficar juntos, mas beleza, a
- 40:33gente tem que ficar juntos, aí rola alguma coisa Do Nada?
- 40:35Eles falam, pô, ok, estamos juntos.
- 40:37E isso é o que mais me incomoda nessa livette no blue City,
- 40:41porque no final das contas, eu eu gosto de eu gosto de rir de
- 40:44piada, sim, eu e rir de algumas piadas do filme.
- 40:48Mas sabe, eu, você sai do temos, eu sei que o livette no blue
- 40:51City com dinheiro jogado fora. Porque eu queria ver uma
- 40:54história de significativa, eu queria ver um desenvolvimento
- 40:57significativo e eu saí com piadinhas de bocó que eu vejo no
- 41:00Instagram no em 1 minuto. É aí mais uma vez, né?
- 41:06A falta do roteiro trabalhar em prol, né?
- 41:10Do que a gente quer apresentar. E é, e é bizarro, nesse caso do
- 41:13do ilustit, né? Porque você já tem uma obra, né?
- 41:17Assim como Beatriz já falou, né? Tipo, já existe ali um longa
- 41:21metragem disso. Só que é uma animação que conta
- 41:24a história de uma forma concisa. E os caras falam assim, não vão
- 41:27modificar um pouco, eles conseguem estragar essa
- 41:30história. Mas eu, como eu comentei antes,
- 41:35eu gosto dos desses live actions que conseguem apresentar algo
- 41:42que é é muito bom, mas é meio nichado e apresentar para um
- 41:47grande público para que se torne mais conhecido.
- 41:51Então, pra mim, os 2 cases de sucesso Na Na minha opinião, é a
- 41:56trilogia do Senhor dos Anéis, né?
- 41:58Que trouxe tipo, toda a história do token.
- 42:01E assim, óbvio, né? Que tinha gente que leu o token
- 42:04antes e tudo mais. Mas depois do filme, cara, aí é
- 42:10até hoje, né? Você tem gente falando de token,
- 42:12apresentando token pros seus filhos e as crianças lendo, né?
- 42:17De volta. Tudo por causa de um filme que
- 42:19foi feito há, né? Acredita em 25 anos atrás e aqui
- 42:22até hoje ainda é muito bom, né? E o outro caso de sucesso é OMCU
- 42:28em geral, né? Talvez não tanto assim
- 42:30ultimamente, mas se a gente pegar lá no começo, né, toda
- 42:34aquela construção com os primeiros filmes e daí tendo a
- 42:37apoteose com primeiro Vingadores, o que trouxe de
- 42:41gente que achava que. HQ que quadrinho de heróis era
- 42:45só coisa de nerd que come xetos, né e tal.
- 42:49É e começou a adorar isso é cara, é, é impressionante, na
- 42:54verdade, assim o nerd começou a ficar legal, né?
- 42:58Tipo nerds de new cool, né? Graças a aos filmes do MCU,
- 43:02sinceramente, assim, tem amigo meu que ele que brinca que fala
- 43:05assim, pô, eu consegui namorada só porque eu sei.
- 43:08Eu sabia as coisas dos filmes do MCUE, elas iam perguntar pra
- 43:11mim, explicava, né? Então é, eu acho que esse é o
- 43:15mérito de de live actions, que são feitos de forma boa pra
- 43:19apresentar algo que é nichado, né?
- 43:21E é e colocar isso, né, pra um grande público, pra esse grande
- 43:27público poder é absorver também essas coisas que são boas.
- 43:31E agora, se eu for falar de live action ruim, cara, a gente vai
- 43:34ficar até amanhã aqui, então é. Eu eu não vou selecionar nenhum
- 43:41que eu vou esperar para meter o pau na nos próximos blocos aí em
- 43:44pontos específicos, tá? Fica só aí com a parte aí por
- 43:48enquanto. E Beatriz, se tem mais algum aí
- 43:51pra falar, né? Que você comentou um só de cada
- 43:54e você pareceu que queria falar mais?
- 43:56Então manda ver. Olha, eu acho que o os casos
- 44:01ruins eu acho que eu vou fazer coro com você e vou guardar pra
- 44:05gente poder. Estraçalhar eles com
- 44:08propriedade. Mas um caso bom é no caso o
- 44:12Vinícius já mencionou, foi o heartstopper, que eu concordo,
- 44:16que é uma série excelente. É, e isso um pouquinho que a
- 44:22gente já falou também, né? De, por exemplo, quando o
- 44:25heartstopper saiu o quadrinho eu já não era o público alvo, né?
- 44:30Já estava na fase adulta. Ele era uma coisa mais jovem e
- 44:34adulto. Então eu nem tomei conhecimento
- 44:37que existia. Mas aí a partir do momento que
- 44:39você tem a série na Netflix, é temática LGBTQ, já me chamou
- 44:45atenção. É.
- 44:46Então dei a chance, né? E fiquei surpreendida muito
- 44:50positivamente, porque me apresentou algo que se fosse só
- 44:55pela literatura, eu não teria tido acesso.
- 44:58Então eu acho que nesses casos os live actions acertam
- 45:02bastante, né? É outro exemplo, talvez um pouco
- 45:05na linha do do Senhor dos Anéis. É o Orgulho e Preconceito de
- 45:112005, que já é um clássico. Moderno praticamente, né?
- 45:16O filme, o livro, obviamente é um clássico.
- 45:18É um clássico mesmo. É um clássico clássico que é
- 45:22como um Talking, né? Ninguém precisava ser
- 45:25apresentado a Jane osen em 2005, porque ela já era um Marco na
- 45:29literatura mundial. É, mas eu acho que é um caso que
- 45:35enriquece AA história original, mesmo não tendo Ah, vamos dar
- 45:43tons modernos a essa história, porque já passou muito tempo e
- 45:47tal, mantém os eventos do livro. Mas bom, a sensibilidade sempre
- 45:52vai ser Moderna, né? Sempre vai ser do tempo que é
- 45:55feito. EE, é um filme assim que eu amo,
- 45:58de paixão, e eu acho que é. É um baita, é um baita exemplo
- 46:03de sucesso. Ele e o desejo e reparação, que
- 46:07também é baseado em livros do mesmo diretor, né?
- 46:10O Yan perdão, Yan mach you não é o autor do livro, é o enfim, me
- 46:18fugiu o nome dele agora. Quando não, vou lembrar também.
- 46:24É um outro grande exemplo de live action, na minha opinião.
- 46:29É e isso que você falou, eu também acho que é legal que você
- 46:32pega, por exemplo, né, o Orgulho e Preconceito e traz por 111
- 46:37abordagem ou até mesmo um dinamismo maior, né?
- 46:40Porque querendo ou não, é um pouco difícil você pegar algumas
- 46:44obras mais antigas e falar assim, Ah, não, eu vou, vou ler,
- 46:47né? E às vezes é complicado.
- 46:50Pô, Senhor dos Anéis, se você for ler inteiro, é 1400 páginas,
- 46:54né? E muito descritivo, aquela
- 46:57coisa. Então, era uma literatura que
- 46:59antigamente funcionava muito bem, porque trabalhava muito com
- 47:02o imaginário, mas hoje que a gente tem tantas Fontes de
- 47:06exibição é esse descritivo já não não é tão mais necessário.
- 47:12Lá era muito necessário porque era algo totalmente novo, pô,
- 47:16ninguém sabia direito o que que era a elfo, o que que é, né?
- 47:19É como é que podiam ser as paisagens e tudo mais.
- 47:23Hoje a gente tem isso em qualquer tipo de produção.
- 47:26Então você consegue é trazer um dinamismo pro é pra obra, né?
- 47:33Em em si, pra pra, pra audiovisual, podemos dizer
- 47:38assim, que fique mais fácil, mais palatável pro público que
- 47:42não necessariamente precise ler. Mas de repente gosta tanto disso
- 47:45que vai lá e vai se aventurar na leitura, né?
- 47:48E nesses casos específicos, né, dos livros e tudo mais.
- 47:50Mas funciona a mesma coisa para as HQs, funciona até mesmo para.
- 47:54É animações mais antigas que de repente, né?
- 47:56AAA narração hoje já não funciona tão bem, mas é se
- 48:02apresentando de uma forma mais dinâmica.
- 48:04Você consegue fazer o público entender hoje como é que é a
- 48:08história e ela conseguir o que é mais antigo e ainda apreciar
- 48:12aquilo da mesma forma. Então agora a gente chega no
- 48:27bloco onde a gente vai responder a pergunta que não quer calar e
- 48:32eu sei que né, obviamente a gente não vai ser assim
- 48:34totalmente é, é enfático, né? E dizer que não e tal.
- 48:40Mas a pergunta é, nós precisamos de mais live actions, ou melhor,
- 48:45né? Nós precisamos de tantos live
- 48:47actions, qual que é a opinião de vocês?
- 48:51Cara, eu? Acredito que sim.
- 48:54Precisamos, mas feitos com qualidade.
- 48:58Eu acho que roteiros coesos bem bem feitos, feitos com vontade,
- 49:05com dedicação. Acho que uma boa direção,
- 49:07fidelidade, se for, se for inspirado diretamente em alguma
- 49:13obra que já existe. Eu acho que carinho pelas obras
- 49:17originais, porque eu acho que falta muito isso na grande
- 49:21maioria. Mas eu acho que eu acho que
- 49:25todos entendemos que uma adaptação não precisa ser 100%
- 49:30igual a obra original, mas eu acho que seguindo ali a mesma
- 49:34essência, acho que a qualidade, principalmente o propósito e a
- 49:39proposta da da obra original, eu acho que dá certo.
- 49:44Porque quando? Eu acho que quando vem só com a
- 49:46intenção de lucro. De aproveitar o hype que aquilo
- 49:50já teve ou tá tendo No No momento.
- 49:53Porque, por exemplo, antes do eu sou professor, né?
- 49:57E antes do live action de illustic ser lançado, o Street
- 50:02estava num hype absurdo. Era caderno lápis, era bichinho,
- 50:07roupa, era krock, tinha tudo do Street, estava uma febre
- 50:11absurda. Eu não consegui entender de onde
- 50:13estava vindo aquilo. Logo depois foi anunciado live
- 50:16action. Tem um acho que é tão invisível
- 50:18do mercado. Sim, pois é, cara, tudo vira
- 50:22lucro. E eu acho que quando esse é OA
- 50:24única intenção, eu acho que dá certo, porque nunca tem um bom
- 50:28resultado. E é que é justamente o que
- 50:31ocasiona vários é números exorbitantes, live actions que
- 50:38são sempre muito ruins, a qualidade cada vez mais baixa,
- 50:43eu acho que. Seguir com a Esperança mesmo de
- 50:47que as coisas vão melhorar e que sejam melhores, porque Oo
- 50:53cenário atual tá meio tenebroso. Eu já sou um cara que eu vou pro
- 50:57lado de que não precisa. E eu acho até eu vou até além.
- 51:01Eu acho que o Hollywood, a gente vai sofrer muito se continuar
- 51:05pela investion, porque a Bia trouxe uma matéria.
- 51:08Eu vou deixar depois ela falar melhor, porque foi ela que
- 51:11trouxe. Mas só trazendo um ponto,
- 51:13levantando o que eu quero trazer.
- 51:14É, imagina daqui a daqui a 20 anos, 1020 anos, a gente vai
- 51:19estar no momento que live action, cara, agora é a nova
- 51:23tendência. Cada vez mais tem live action de
- 51:27adaptações de histórias antigas. Onde vai ficar para ver o filme
- 51:30que a gente vai abrir a TV, vai abrir o streaming, vai falar,
- 51:32ok, já vi esse, já vi esse, já vi esse, desliga a TV, vocês não
- 51:37quer ver? Aí você vai repetir o mesmo
- 51:38filme que você já viu e não vale a pena.
- 51:40E eu acho que para mim, esse é um medo do live action.
- 51:44Porque eu acho que a gente tem que, se eu eu boto muito isso na
- 51:48tecla, mas a gente tem que seguir o exemplo do que foi
- 51:50pecadores que a Warner, que a Warner trouxe o run cooler
- 51:54dirigiu. Eu Acredito que pecadores, cara,
- 51:57é a aposta perfeita, porque é um filme feito com carinho, é um
- 52:00filme feito com uma. Ele usa elementos místicos.
- 52:04Mas com base em fatos reais, então ele mistura a ficção com a
- 52:08realidade. Cara, melhora a proposta.
- 52:11É você ver que quando, como o Vinícius falou, quando o filme é
- 52:14feito com um bom coração, quando é feito com a com assim, com
- 52:18paixão, ou o projeto, se tem gostado, quer dedicar, cara, é,
- 52:22é impossível ficar ruim. O Tarantino uma vez já falou
- 52:25isso, você tem paixão, se você vai fazer um filme, é impossível
- 52:27ele ficar ruim, porque é verdade no fim das contas.
- 52:30E o live action em geral, hoje em dia a gente sai da live
- 52:33action muito porcos. Temos contrato dragão, com
- 52:36exceção que foi muito bom, mas eu honestamente acho que não
- 52:40precisava de live action dragão, assim como não precisava do
- 52:43mogle, que eu acho fantástico o mogle live action na Disney.
- 52:45Eu não acho que precisava do rei leão, eu não acho que precisava
- 52:48de nenhum. Até Malévola que precisava já é
- 52:52um caso à parte, mas eu acho que live action ele tem que vir
- 52:57quando a história já não é tão conhecida.
- 52:59Então que eu trouxe Malévola, por exemplo, já era uma história
- 53:02que. Pela já estava achando que já
- 53:05era mais antiga, já estava, já estava cada vez mais, é menos
- 53:09popular. Bela 2 se juntar mais tão em
- 53:11alta, então você retomar esse universo com o foco na vilã do
- 53:16filme da animação? Cara, eu acho que funciona muito
- 53:19bem porque você rejuvenesce uma história e querendo ou não,
- 53:22existem muitas histórias que estão datadas no tempo.
- 53:25E você, a melhor maneira de você renovar ela é você fazer um live
- 53:28action do que fazer uma adaptação de um novo animação.
- 53:31Então, Eu Acredito que hoje em dia, pelo menos, a gente tem que
- 53:34focar em histórias originais e, principalmente, histórias boas.
- 53:37Não adianta a gente fazer uma história que eu volto no ponto
- 53:39que eu falei lá atrás, não adianta você fazer um filme, um
- 53:42filme novo, que não é bom, que não tem graça, que não é e não é
- 53:46divertido, que não te entretém. E você fazer um filme que traz,
- 53:51né? O como foi?
- 53:52Pecadores, que é um filme que bate muito entre ficção e
- 53:55realidade e traz aquela sensação de poxa, ok, eu conheci os
- 53:59personagens agora. Gostei deles, eles são bons,
- 54:03cara. A proposta tá melhorando muito,
- 54:05não tem erro. E eu acho que eu acho que
- 54:07Hollywood precisa tomar essa coragem.
- 54:09Os estúdios precisam tomar essa coragem de de querer fazer um
- 54:13filme novo, de querer fazer uma coisa que é, ok, isso aqui pode
- 54:17ser um clássico até, afinal, o clássico é o nome.
- 54:20O clássico é é clássico por um motivo.
- 54:22Ele ainda existe live action de filmes que são populares porque
- 54:26eles foram populares porque eram bons filmes, eram boas obras,
- 54:29eram boas adaptações, às vezes boas histórias originais.
- 54:33Então, assim, se a gente ficar revivendo os clássicos da época,
- 54:37daqui a 1020 anos, vai poder reviver os clássicos de novo.
- 54:40Porque a gente está revivendo os clássicos dos clássicos.
- 54:42A gente está vivendo mais no passado do que eu, olhando pro
- 54:45futuro e criando novas histórias.
- 54:49É, eu acho, cara, que. É, e esse talvez seja Oo cerne
- 54:55da da motivação, né? De você maneirar nos live
- 54:59actions. Porque a gente tá em um momento
- 55:04de que a gente tem poucas, pelo menos, né?
- 55:08Vamos, vamos colocar da forma correta, mas é poucas obras
- 55:14originais de é é com visibilidade que estão sendo
- 55:19apresentadas, né? E no momento que a gente acaba
- 55:22só tendo roteiro adaptado, roteiro adaptado, roteiro
- 55:24adaptado, é vai chegar um momento em que você não tem mais
- 55:29roteiro original pra adaptar, né?
- 55:31E daí você vai ficar reciclando as mesmas coisas.
- 55:35A gente tem aí é o exemplo de tá indo pro terceiro filme do
- 55:38quarteto fantástico, que os outros 2 não deram certo, né?
- 55:42A gente tem, é. AAO próprio, o Pinóquio eu acho
- 55:48que já tem uns 3 filmes do Pinóquio, se eu não me engano,
- 55:50cada um com uma abordagem diferente.
- 55:53É OA, ideia da Malévola. É legal, né?
- 55:56Porque, pô, traz uma disrupção, não é exatamente aquela história
- 55:59você vê por um outro ponto de vista bacana, ainda é um roteiro
- 56:02adaptado? É, mas está contando algo
- 56:04diferente e esse o problema de sempre contar as mesmas coisas
- 56:08ou. É coisas parecidas, mudando uma
- 56:11coisa ou outra, ou contando AA história, tentando modificar um
- 56:14pouco mais com o roteiro. Porco simplesmente pra poder
- 56:17vender bonequinho, né? Igual o Vinícius falou, é, esse
- 56:23é o grande problema dos live actions.
- 56:25A gente ainda estaria fazendo esse programa, discutindo aqui,
- 56:28se fosse apresentado somente obras que fossem de qualidade.
- 56:31A gente já falou de várias aqui. EE, é óbvio, né?
- 56:35Pela saturação dos live actions que a gente teve aí nos últimos
- 56:39anos é que se tornou um sinônimo de coisa ruim.
- 56:42Mas se você parar e pensar lá para trás, cara, tem muita coisa
- 56:46boa e muita coisa inovadora. Coisas que modificaram o que a
- 56:50gente tá tendo hoje, né? Não teria.
- 56:51Eu falei do MCU, né? Não existiria OMCU se não
- 56:54tivesse o filme dos x Men lá dos anos 2000.
- 56:57Né? Cara, eu adoro.
- 57:00Pra mim, OA abertura DeX Men 2 é uma das melhores aberturas de do
- 57:05cinema assim que é OA invasão do noturno na Casa Branca e tal com
- 57:09a música clássica, né? Orquestrada, pô, aquilo lá é
- 57:13coisa linda. E não existiria OX Men dos anos
- 57:172000 se não existisse o Batman do timbur todos nos anos 90, que
- 57:21não existiria se não tivesse o Superman do Christopher rive.
- 57:24E por aí vai, cara, então, querendo ou não é.
- 57:29Óbvio, cada vez mais difícil de se criar algo 100% original,
- 57:32porque querendo ou não, né, na, na arte, aí nada se cria, tudo
- 57:36se copia, mas a gente precisa de coisas mais, é originais pra
- 57:46poder contrapor com outras coisas que precisam ser
- 57:49apresentadas, como live action, por exemplo.
- 57:52É, mas principalmente, como eu já bati na tecla aqui, né?
- 57:56A Beatriz também falou a respeito de.
- 57:59A gente apresentar, usar o live action para apresentar obras
- 58:03nichadas para um grande público, obras que merecem ser
- 58:06apresentadas, né? Para mim, o maior exemplo
- 58:09recente aí é the last of fun, né?
- 58:11Como eu falei, tipo o jogo da minha vida.
- 58:13E fizeram a série para apresentar a história, que é
- 58:16incrível. A primeira temporada ficou
- 58:18perfeita com esse Monte de gente que nunca tocou no videogame e
- 58:24achou incrível. Só que daí é aquele negócio, né?
- 58:27Que começo a abusar. Já viram uma segunda temporada
- 58:30que podia virar uma terceira, podia virar uma quarta e foram
- 58:32lá e estragar no roteiro? Então.
- 58:38Pois é, ainda que eu tenha gostado da segunda temporada,
- 58:40mas eu só gostei. Tipo, eu não asmei, né?
- 58:43Então é, esse é o grande. Esse é o grande problema de
- 58:50trabalhar com live action também, né?
- 58:51Que é o caso do kimsman que a gente comentou, né?
- 58:54É? Começa a crescer os olhos aí da
- 58:58galera falou, não dá pra ganhar dinheiro com isso daí vamos
- 59:00espremer, vamos espremer até o máximo e cara, chega 1 hora que
- 59:05satura que não dá certo. E é pra mim o grande problema,
- 59:10tipo OOOO maior de todos, é que live action custa caro, né?
- 59:19Claro. Assim, se a gente pegar, por
- 59:20exemplo, hard stop, né? Eu acho que é um ótimo exemplo
- 59:22de. É live action que nossa, eu não
- 59:24preciso de uma superprodução e tal, porque é algo muito pé no
- 59:28chão. Mas se a gente pensar na maioria
- 59:30dos live actions, aí cara, é Sid i pra tudo quanto é lado, né?
- 59:33É, é, é custo de pós produção e etcetera.
- 59:36Então é, são é custos que estão tirando.
- 59:42É dinheiro de outras obras que poderiam ser produzidos pelas
- 59:46mesmas produtoras, né? Obras originais, obras que
- 59:49poderiam. É fazer sucesso com uma boa
- 59:52apresentação, só que daí às vezes o que acontece exatamente
- 59:55por essa necessidade de ser de lançar coisa nova, EE lançar
- 1:00:00rápido e lançar o próximo sucesso, que daí ultimamente a
- 1:00:04gente tem visto né? Um Monte de de filmes com uma
- 1:00:07pós produção terrível que parece que foi feito nas coxas porque
- 1:00:11tá todo mundo, ou sendo muito apressado ou enxugando dinheiro
- 1:00:16pra não pra poder. Apresentar esses grandes
- 1:00:19blockbusters aí, que na verdade são reciclagens de outras coisas
- 1:00:23que já foram feitas. E na direção do Bob iger, que é.
- 1:00:27Pra quem não sabe, Bob iger é quem cuida da da Disney, né?
- 1:00:30É o CEO da da Walt Disney em geral, é o Bob iger.
- 1:00:35Ele falou que ele queria focar em histórias já conhecidas para
- 1:00:40adaptar para o live action, porque já entrava na recuperação
- 1:00:43financeira, estava com muito pouco dinheiro, tinha que
- 1:00:45recuperar. E aí Na Na hora, pelo menos eu
- 1:00:48pensei, eu falei, poxa, é, eles devem estar fazendo isso live
- 1:00:51action beça agora, porque eles querem recuperar um dinheiro,
- 1:00:54sabe? Vai, vai fazer muito dinheiro.
- 1:00:55Essas histórias clássicas já vão arrecadar bastante.
- 1:00:58Vai ser um custo mais baixo, porque o roteiro já está pronto
- 1:01:00e você vai poder lançar e vai poder ganhar mais dinheiro com
- 1:01:04esse dinheiro, vai poder fazer mais histórias originais.
- 1:01:06Só que eles meio que esqueceram né, esse esse contexto e falaram
- 1:01:10OK, live action deu certo e vamos continuar jogando.
- 1:01:13Live action, taca live action, taca ali história, taca ali com
- 1:01:16a história já antiga, agora adaptação e vai seguindo e eu
- 1:01:20tenho um Sério medo inclusive que eles adaptem live act de up
- 1:01:23cara, aí eu tenho medo porque é muito fácil de torcer esse
- 1:01:26filme, apagar a mensagem, falar que é só um velho que quer pegar
- 1:01:29um balão pra pra Cachoeira, é, sabe, eu tenho muito.
- 1:01:34É. E cara, outra coisa, né?
- 1:01:37Se a Disney tá mal de dinheiro, é quem dirá eu, né?
- 1:01:42Pelo amor de Deus, gente, tô. Mal de dinheiro quanto está um
- 1:01:47bilhão? É só só ganhei um bilhão esse
- 1:01:50ano. Putz.
- 1:01:51Porra, não troco do pão? Mas vai lá, Beatriz, sua
- 1:01:56opinião? É eu, eu vou dar uma volta, mas
- 1:02:00eu vou chegar na resposta. Devemos ter leve AIDS ou não?
- 1:02:04É, você falou da questão de esses filmes de live shoes,
- 1:02:07geralmente envolvem um gasto muito grande.
- 1:02:10Aí me lembrou do Oscar de 2024 que o Court Jefferson, ele fez
- 1:02:16um discurso, ele ganhou por roteiro adaptado e ele fez um
- 1:02:20discurso defendendo o os filmes de baixo orçamento em baixo
- 1:02:25orçamento. Em Hollywood.
- 1:02:26A gente tá falando 10000000, né? E ele ganhou por American Fish,
- 1:02:30que é baseado no livro. Um filme excelente é.
- 1:02:36E ele defende esses filmes de baixo orçamento, que são isso
- 1:02:40que a gente tá falando. Eles propõe algo novo, eles se
- 1:02:43arriscam mais do que ficar No No mais do mesmo, no refazer
- 1:02:48histórias já contadas e tal, mas eu acho irônico pela questão de
- 1:02:52ser baseado no livro. Então já tinha.
- 1:02:56Não é a mesma coisa que refazer rei leão, mas já tinha aquele
- 1:03:00público cativo que leu o livro. Né?
- 1:03:04Então eu geralmente sou uma pessoa comedida nas minhas
- 1:03:08opiniões, mas eu acho que aqui eu vou concordar com o jago e
- 1:03:11dizer que não devemos ter mais live actions.
- 1:03:15É porque deveria ser A Exceção, mas não é.
- 1:03:20Virou uma muleta pra ganhar dinheiro.
- 1:03:23Então talvez se abrissem mão dessa tendência de não, não
- 1:03:27vamos ficar recriando, vamos pensar em coisas novas, como
- 1:03:30você falou na arte. Nada necessariamente vai ser
- 1:03:34novo, né? Vai, é, mas vai ser. 11 visão
- 1:03:39nova sobre um tema antigo e é isso que a gente precisa, eu
- 1:03:43acho, No No cinema, histórias que que arriscam é, às vezes
- 1:03:49vai, vai arriscar e vai ser. Não deu muito certo para mim.
- 1:03:54É o risca, né? Exatamente, é.
- 1:03:56Arrisca. Às vezes é ruim, né?
- 1:03:59É apresentar algo novo, né? Apresentar algo novo, porque eu
- 1:04:03acho o jago, ele mencionou um artigo que eu tinha
- 1:04:05compartilhado no nosso grupo mais cedo.
- 1:04:09É que o artigo ele fala do soulas, né?
- 1:04:13Os AA crescente sem alma dos livections.
- 1:04:18E eu acho que a gente essa tendência dos livections, ela
- 1:04:23reproduz uma tendência que está acontecendo socialmente, que é o
- 1:04:27uso da inteligência artificial. E por mais que falem que a
- 1:04:31inteligência artificial é o futuro, não sei o que a
- 1:04:34inteligência artificial é um modelo estatístico que só
- 1:04:37trabalha com coisas que já existem.
- 1:04:39Ela não vai bom, pelo menos por enquanto, ela não vai inovar.
- 1:04:43Ideias é, e eu acho que o live action é isso, ele não vai
- 1:04:48inovar, você pode fazer 11 mulan, que eu acho que ficou
- 1:04:52muito ruim no livection ele mudou a mensagem do original da
- 1:04:58pior, na minha opinião. Mas ainda assim, contando a
- 1:05:02mesma história com os mesmos beats, é.
- 1:05:06Então eu não vejo porque continuar nessa tendência.
- 1:05:10Eu acho que é como essa escritora falou, é uma tendência
- 1:05:13sem alma. Não, não tem.
- 1:05:17Não tem uma verdade ali, sabe? Eu eu acho até né que o já
- 1:05:22comentou de pecadores. Eu acho que o sucesso de
- 1:05:26pecadores fez é um ótimo filme. É e tal, né?
- 1:05:30É isso, é inegável. Mas eu acho que o sucesso do
- 1:05:34pegadores veio muito dessa coisa da galera ir assistir e falar
- 1:05:39assim, caramba, velho, é isso. Tipo, quanto tempo faz que a
- 1:05:43gente não não vê algo assim, né? É.
- 1:05:47Então eu acho que é é muito de ser.
- 1:05:50A gente mesmo acabou ficando num num piloto automático que a
- 1:05:56gente foi guiado mesmo pela própria indústria.
- 1:05:59Né? Ah, se a gente pensa eu, se eu
- 1:06:01for pensar assim nos últimos filmes, nos últimos anos que eu
- 1:06:05assisti assim dos melhores filmes, Ah, eu vou pensar em
- 1:06:08dona dona live action, né? Que tipo foi uma subprodução, um
- 1:06:13filme é bacana e tudo mais, mas é querendo ou não, né?
- 1:06:17Roteiro adaptativo, voltamos a falar, né?
- 1:06:21É, vou, não vou falar de de ler, só fãs de volta.
- 1:06:25Foi uma série que pegou muito, é.
- 1:06:29Se a gente for um pouquinho mais para trás, a gente vai acabar
- 1:06:32falando de MCU, né? Vamos falar de Vingadores,
- 1:06:34ultimato, fervor que foi assistir no cinema todo mundo,
- 1:06:39né? Continua sendo live, acho.
- 1:06:41Qual que foi a última produção original que você olhou e falou
- 1:06:44assim, caramba, que coisa boa. Eu aposto que ninguém tem uma
- 1:06:49resposta na ponta da Aninha você não pensar em pecadores agora,
- 1:06:52cara. Na minha cabeça eu fiquei
- 1:06:54maluco, na minha cabeça, ele é mega.
- 1:06:59Olha só isso, cara, filme filmaço cara, mas né, tipo
- 1:07:09assim, eu, eu, pra fazer Oo roteiro, quer me preparar pra
- 1:07:14esse episódio? Eu fiquei pensando assim, tipo a
- 1:07:17nem pegadores, qual foi a última coisa original assim que eu
- 1:07:20assisti, gostei demais. Eu acho que foi the Bear, né?
- 1:07:23A série the Bear, mas. Cara, tá tá difícil mesmo de da
- 1:07:29gente encontrar. É, talvez não pela como eu falei
- 1:07:34antes, né? Não tanto porque não existe, mas
- 1:07:38porque está difícil de encontrar, porque a gente tem um
- 1:07:41bando de live action sendo jogado na nossa cara, todo a
- 1:07:44gente tem um Monte de streaming aí com com coisas um pouco, né?
- 1:07:48Menores de outros lugares, né? Tipo, fugindo de Hollywood e
- 1:07:52tal. É, tem coisa muito boa se você
- 1:07:54garimpar, mas. Tipo, você vai parar e garimpar
- 1:07:58se alguém está apresentando na tua cara e dizendo, ó, assista
- 1:08:00esse aqui, ó, assista esse aqui, assista esse aqui.
- 1:08:03Acho que é esse que é o grande. E as pessoas querem coisas
- 1:08:06originais. Então o pecadores, por exemplo.
- 1:08:09O marketing dele foi horroroso, o marketing dele foi muito
- 1:08:13fraco. E o que o que funcionou muito
- 1:08:15para esse filme foi o boca a boca.
- 1:08:17Então as pessoas foram arriscadas, era uma chance pra
- 1:08:20ver o filme. E na rede social falando, cara,
- 1:08:22esse filme é muito bom. Explicaram o motivo, por que que
- 1:08:24você tem que assistir e aí as pessoas já apoiaram, compraram a
- 1:08:27ideia e foram, e todo mundo foi se encantando.
- 1:08:29Então foi aquele efeito bola de neve, foi cada vez mais gente
- 1:08:32indo ver, o público foi aumentando e o público foi
- 1:08:35aumentando e a galera foi curtindo mais, então assim as
- 1:08:38pessoas. Querem ver histórias originais,
- 1:08:40elas preferem ver o the Bear. O que o Thiago trouxe também um
- 1:08:44exemplo que é uma série que é muito sucesso, muito renomada,
- 1:08:47ganhou prêmios, é, tem muito muitos fãs por aí.
- 1:08:50As pessoas querem de fato uma história boa, original, só que
- 1:08:54as empresas, elas trazem mais e mais e mais clássicos, porque é
- 1:08:58mais fácil de se fazer. O pecadores é também teve o
- 1:09:02marketing de 2 vezes o Michael be Jordan.
- 1:09:06Não dá para negar que isso aí é um senhor Mark aqui.
- 1:09:11Né? Só rosto dele.
- 1:09:13O poster dele era o rosto. Era o rosto dele, era o rosto
- 1:09:16dos gêmeos. Então tu vai falar o que, né?
- 1:09:20E o jago? Ele falou sobre redes sociais.
- 1:09:24Eu tenho um pensamento que assim eu acho que a gente vive num
- 1:09:28momento e vai ficar cada vez maior essa tendência de de
- 1:09:33nichos, né? O Paul McCartney fala que quando
- 1:09:37os Beatles estouraram, existiam 1000 bandas com 1000000 de fãs.
- 1:09:42Hoje em dia existem 1000000 de bandas com 1000 fãs.
- 1:09:46Eu acho que isso é a tendência pra pra cultura de forma geral.
- 1:09:50O cinema vai ser nichado, as séries vão ser nichadas e talvez
- 1:09:55isso seja algo que a indústria tenha que se acostumar.
- 1:09:58Não vai ter mais um rei leão que vai carregar.
- 1:10:02Milhões e milhões. Uma legião pro cinema é nicho e
- 1:10:07tem que aprender a ser rentável, ser sustentável com um nicho.
- 1:10:12Porque a gente tá sendo empurrado pra essa, pra essa
- 1:10:15tendência da gente se fechar no nosso mundo, né?
- 1:10:18Não sei se é bom ou ruim, mas eu acho que o live action talvez
- 1:10:22seja esse último suspiro de tentar trazer legiões pro
- 1:10:25cinema, como se fazia nos anos 90.
- 1:10:30EEE contraste com que a gente falou, né?
- 1:10:33E a gente tava falando de coisas nichadas que o live action traz
- 1:10:37pro grande público, só que daí a só que daí é acaba se tornando o
- 1:10:45caso de que pegam coisas que já estavam pra um grande público na
- 1:10:49antiguidade e refatório pra tentar apresentar pro grande
- 1:10:54público de volta. Então, então o live action tá
- 1:10:59tendo a sua função, mas tá sendo usado de forma errada pelo
- 1:11:03menos, né? É, eu imagino que seja a opinião
- 1:11:06de todo mundo aqui, mas pelo menos é a minha opinião.
- 1:11:21Olha, a gente meteu o pau aqui, né?
- 1:11:23No No. No conceito de live action, teve
- 1:11:27opiniões Fortes aqui dizendo que não chega de live action.
- 1:11:29Não quero ver mais nenhum, mas vamos, vamos acabar sendo de um
- 1:11:34jeito um pouco mais tranquila e esse episódio, e eu vou
- 1:11:37perguntar para cada um de vocês alguns exemplos de live actions
- 1:11:41que vocês ainda gostariam de ver, caso fossem feitos,
- 1:11:44obviamente da forma correta, respeitando a obra original e
- 1:11:49etcetera. Vou de saber, vou começar com o
- 1:11:52Vinícius. Então é, eu gostaria muito de
- 1:11:58rever de uma forma mais. E a palavra surgiu de uma forma
- 1:12:05mais fiel e melhor, né? Produzida As Crônicas de Nárnia.
- 1:12:11E gostaria muito. Reza uma lenda que um dia vai
- 1:12:15ter, mas eu acho que vai ficar só na lenda mesmo, porque eu, eu
- 1:12:18particularmente, sou muito fã. Eu li os livros depois de ter
- 1:12:21visto os filmes e eu. Gosto muito, muito, muito mesmo.
- 1:12:27Então assim, é um sonho que eu tenho, sempre foi um sonho
- 1:12:30também ter Harry Potter em formato de série, né?
- 1:12:33E aí Deus me presenteou com isso e vamos ter graças a Deus,
- 1:12:38porque eu, eu, eu sempre quis mesmo.
- 1:12:41É pra eu acho que pra ter uma coisa mais estruturada é melhor
- 1:12:48produzida, melhor explicada pra quem não lê os livros, né?
- 1:12:52Porque nem todo mundo gosta de ler.
- 1:12:54Eu acho que era um sonho que se tornou realidade.
- 1:12:58E falando sobre sobre um live action que viria de uma
- 1:13:03animação, é A Princesa e o Sapo. É um live action que eu gostaria
- 1:13:07muito de ver, mas sendo muito bem produzido e com roteiro
- 1:13:12muito bom, justamente seria talvez mais do mesmo.
- 1:13:17Mas é 11 que eu gostaria de ver nas telonas assim.
- 1:13:23AOO as crônicas de Nádia, se eu não me engano, tá, é tá um papo
- 1:13:28aí do que eles vão refazer, né? Eles vão fazer uma nova, mas eu
- 1:13:31acho que é filme, né? Não vai ser série, é, eles vão
- 1:13:35fazer uma nova produção de novo, né?
- 1:13:38Reciclando aí, mas se de repente fizer, né, da da forma correta,
- 1:13:42é uma boa. Eu acho que um exemplo que a
- 1:13:44gente pode tomar desse foi a bússola de ouro, né, que foi
- 1:13:47feito um filme lá com a Nicole kirman, que é muito ruim.
- 1:13:51Daí depois é a HBO fez uma série que ficou ok, tipo, a primeira
- 1:13:56temporada é muito boa, depois ela dá uma caída, né?
- 1:13:59É, mas pelo menos honra um pouco mais, né?
- 1:14:01AA obra, eu, eu entendo você, cara, acho que é que é bem por
- 1:14:07aí, é eu, eu queria algo também mais fiel, é, e eu tenho a
- 1:14:11Esperança de que isso aconteça agora, né, aí na frente, que é
- 1:14:15com os x Men, que são simplesmente tipo, meus
- 1:14:18quadrinhos favoritos da vida, cara, cresci.
- 1:14:21É que se assistindo o desenho, né?
- 1:14:23Na TV colosso, aí não sei se acho que ninguém aqui nessa
- 1:14:27bancada tem idade pra isso, mas EE, ler os quadrinhos e tudo
- 1:14:33mais. E cara, por mais que o filme,
- 1:14:35como a gente falou, né? Vinícius, o filmes ali dos anos
- 1:14:392000 é, a gente tem um certo carinho por eles e tal, mas
- 1:14:43depois, cara, foi uma derrocada ali, um filme pior que o outro,
- 1:14:47né? Só pelo que a gente tava
- 1:14:49falando, é só pra ganhar dinheiro, só pelo caça níquel,
- 1:14:52só pra manter os direitos ali com a com a Fox, é?
- 1:14:58Pois é, fiasqueira, né? Então eu espero que agora na seu
- 1:15:04tutelo do MCO que também tá, né? Tropeçando aí faz um bom tempo
- 1:15:10que eles apresentam algo mais fiel, algo mais é.
- 1:15:15E que condiz, né, com o que é apresentado nos quadrinhos, da
- 1:15:19mesma forma que OX Men 97 fez aí no ano retrosar, que foi
- 1:15:23incrível, né? Então essa é a Esperança.
- 1:15:27É, né? E cara, e se eu fosse pegar
- 1:15:32assim alguma história que ainda não foi apresentada e tudo mais,
- 1:15:38eu vou para o lado do videogame e eu queria que contassem de uma
- 1:15:43forma boa. A história do dos jogos do
- 1:15:49horason que é horison zero down e horason for bedon West, que já
- 1:15:54tem um papo aí que que vai rolar e tal.
- 1:15:56IA ter um filme cancelaram ou IA ter uma série cancelaram, mas
- 1:16:01ainda tem um papo? Aí que pode.
- 1:16:02Rolar Netflix era uma série, né? É que eu IA falar que IA colocar
- 1:16:05seid sync como a Elói, né? Que é AA Max lá do stanger
- 1:16:10things, que eu acho que seria um ótimo casting, mas já morreu
- 1:16:14essa história. Então, se forem fazer, porque
- 1:16:16façam mais pelo amor de Deus, que contem a história
- 1:16:20direitinho, que uma história muito bacana, muito legal pra
- 1:16:24apresentar pro grande público, que é aquilo que a gente tava
- 1:16:26comentando, né? Pegar algo nichoado e mostrar
- 1:16:28pra todo mundo como é bom, eu. Eu tenho 2 exemplos de jogos, é
- 1:16:34um deles é que vai sair. Eu fiquei muito alegre, que é o
- 1:16:36filme de go soft estima. Eu eu sempre gostei muito da
- 1:16:40história. Eu achei.
- 1:16:41Quando eu joguei na primeira vez, eu achei espetacular.
- 1:16:44E sempre me dá aquela vontade de ver, cara, essa história bem
- 1:16:47feita no cinema. Pô, vai ficar muito maneira.
- 1:16:51E aí quando eu vi o anúncio, eu falei, ok, tenho Esperança.
- 1:16:55Mas aí eu lancei o filme de um shart e eu fiquei, pô, aí meio
- 1:16:58que desci um pouco as minhas expectativas.
- 1:17:01Mas é, tinha tanto. Potencial, cara, mas pô, Marcos
- 1:17:07Roberto de Sullivan, enfim, sentindo nenhum, mas ok.
- 1:17:11É, mas aí, cara, eu tô com Esperança.
- 1:17:15A Esperança é o último é que morre.
- 1:17:16Então eu tô com Esperança de que, pô, bem dirigido é o
- 1:17:19diretor do Jean wek o gols, autoestima, então, assim, essa
- 1:17:23de ação, já tenho Esperança que vão ser aquelas mais viscerais,
- 1:17:26aquelas mais frenética, que eu gosto do gols.
- 1:17:28Autoestima nesse ponto. E uma história que eu queria
- 1:17:33muito ver em formato de filme, ou melhor, de trilogia, é Jack
- 1:17:37and Dexter. Que era da época lá do PS 2, né?
- 1:17:41Um dos primeiros jogos que chamaram a dogle lançou o
- 1:17:43primeiro jacking Dexter, se não me engano, lançou junto com Ops
- 1:17:462 na época nos anos 2 que em 2001 por aí e cara, eu acho, eu
- 1:17:51acho que funciona muito bem a proposta de Jack, de Jack Dexter
- 1:17:54pra uma trilogia, porque é uma história que, cara, tem um World
- 1:18:00building muito bacana são é aquele mundo meio fantasioso.
- 1:18:05Então dá para você fazer 11 coisa muito interessante com
- 1:18:09isso. Eu acho também que fica muito
- 1:18:11legal, porque, querendo ou não, é uma história que lembra muito
- 1:18:15de 22 pessoas que não tem nada a ver, se unem em prol de algo
- 1:18:20maior e acabam virando grandes parceiros.
- 1:18:23Eu acho que, querendo ou não, a nossa história consegue vender
- 1:18:25muito. Ela fica muito, é muito boa de
- 1:18:28de se contar. Então eu eu fico com muita
- 1:18:31Esperança de que algum dia, né, eles adaptem esses 2, assim, no
- 1:18:34caso o go, esse time já tá saindo, mas eu tenho muita
- 1:18:37Esperança de que eles adaptem Jack Dexter para as telones,
- 1:18:39porque é uma Franca que já tá já tá no esquecimento.
- 1:18:42A Laura, drogas já meio que deixou ela de lado, assim ainda
- 1:18:45traz referência, nunca esqueceu, bota em vez quando homenagem da
- 1:18:49sua força, por exemplo, primester, saiu o skin do Jack
- 1:18:52Dexter. Mas ainda assim, uma franquia
- 1:18:54que tá pelos fãs já tá meio esquecida.
- 1:18:56Então acho que um filme de repente é uma maneira muito boa
- 1:18:58de reviver, né? De volta, o que essa história é
- 1:19:01muito boa e merece ser trazida de novo.
- 1:19:04É pra mim é indo um pouco na contramão do Vinícius, porque
- 1:19:09ele falou que ele sempre quis Harry Potter pra ter a história
- 1:19:12mais detalhada. Eu gostaria de ver um hobbit, um
- 1:19:16filme, só não. É uma.
- 1:19:17Palhaçada que o Peter Jackson fez.
- 1:19:20Porque eu eu adoro o hobbit. Eu acho que eu gosto até mais do
- 1:19:24que O Senhor dos Anéis, porque não é mais enxuto e tal.
- 1:19:27Mas o filme eu eu saí com grandes esperanças do primeiro
- 1:19:31não vou. Negar, sim.
- 1:19:33Não gostei do segundo, o terceiro eu falei, o que que eu
- 1:19:36acabei de ver, né? Então, talvez.
- 1:19:42Mas eu poderia ter falado com as mesmas palavras, eu concordo
- 1:19:46100% com você. Nossa, então talvez um hobbit
- 1:19:50assim mais mais fiel e mais enxuto, né?
- 1:19:55É, a gente tava falando de da bússola de ouro.
- 1:20:00É, tem um livro do Philip polman, uma série de livros que
- 1:20:04é meio esquecido na festa. Assim, o Sally lakert, que é
- 1:20:09meio que uma história de investigação, é uma jovem.
- 1:20:12É órfã que faz investigações numa Londres vitoriana e tal.
- 1:20:17Então, pela questão da ambientação, eu acharia muito
- 1:20:20interessante de assistir, porque ela é para o público
- 1:20:24infantojuvenil, mas pode ser assistido por adulto
- 1:20:28tranquilamente. É bastante interessante e talvez
- 1:20:33o único desenho que eu fosse gostar de assistir em livette e
- 1:20:37que nunca foi feito, foi feito em peça.
- 1:20:40É o anastácia. Pela pela questão histórica, né?
- 1:20:46E aí também não seria para criança, porque como é que você
- 1:20:48vai mostrar a revolução russa para?
- 1:20:50Criança, né? Mas ela ali, quando existe a
- 1:20:54tomada, né? Do do castelo, a derrocada da
- 1:20:57família real russa. Ela viajando para França com
- 1:21:01esses 2 golpistas, né? Mas golpistas de bom coração.
- 1:21:09Então eu acho que é uma história muito rica.
- 1:21:12É a essa questão da ambientação. Eu acho que traria todo 11
- 1:21:18frescor ver o livection. Mas aí é, é, sei lá, um dos
- 1:21:23poucos desejos que eu consigo pensar que não ganhou o
- 1:21:26livection. Né?
- 1:21:28E na verdade, tem um desenho meio esquecido também, né?
- 1:21:34Eu. Adoro ele, nossa, mas é muito
- 1:21:37bom. Ah, eu concordo sobre bons
- 1:21:41exemplos, inclusive você me lembrou de um dos melhores live
- 1:21:44actions, que né, na minha opinião, aí que já foi feito,
- 1:21:47que é OV de vingança, quando você falou Terra, vitoriano e
- 1:21:51tudo mais, que ele fez um senhor trabalho, né?
- 1:21:54De apresentar algo nichado pro grande público até chegar o
- 1:21:58ponto, né? Que é começaram galera
- 1:22:02revolucionário começou a usar a máscara do v.
- 1:22:05É pra coisas que não tem nada a ver com o ver.
- 1:22:07Então chegou a dar a volta, né? Chegou a deturpar um pouco, quem
- 1:22:12foi, né? Dar a volta e dar errado assim.
- 1:22:14Então você vê o tamanho do do filme, né?
- 1:22:17Mas é um filme assim que sempre que por segunda o Vinícius
- 1:22:22comentou de algum filme que agora acho que foi do diabo
- 1:22:24veste Prada, né? V de vingança é o que se tá
- 1:22:27passando na TV. Eu paro pra ver o que que é.
- 1:22:30Um eu pensei, em outro live action também, eu acabei
- 1:22:33esquecendo de comentar. Que é o menino do pijama
- 1:22:36listrado? É não não parando para analisar
- 1:22:41a obra, porque é uma obra muito triste, mas é é uma obra
- 1:22:44extremamente fiel ao livro, que o livro, inclusive ele é muito
- 1:22:48interessante. Ele é bem fininho, é assim, não
- 1:22:51é cansativo de ler. E é uma obra que eu acho que é
- 1:22:55perfeita assim em questão de adaptação, né?
- 1:22:57Não em questão do que de fato aconteceu, que eu acho que
- 1:23:00também a discussão não é. Mas é um filme que tem 11
- 1:23:05fidelidade muito grande, uma atuação incrível, uma direção
- 1:23:10muito boa. A trilha sonora do filme também
- 1:23:12é muito boa. Eu acho que a obra como um todo
- 1:23:15é muito boa e eu acho que foi é um exemplo de live action que
- 1:23:18também deu muito certo. Não realmente bem lembrado.
- 1:23:24EE, como eu falei, né? Se a gente começar a pensar e
- 1:23:27lembrar das obras antigas, a gente vai lembrar de muitos live
- 1:23:31actions e que. Valendo muito a pena terem sido
- 1:23:33feitos, né? Mas essa saturação que a gente
- 1:23:37tá tendo ultimamente criou um sinônimo, né?
- 1:23:39Que a live action é ruim ou tende a ser ruim, né EAA?
- 1:23:45Gente, meio que é é literalmente.
- 1:23:49Tem que pagar pra ver, né? Então.
- 1:23:53Eu acho que esse é o esse talvez seja OOA grande tristeza do
- 1:23:59legado dos live actions, né? A ideia?
- 1:24:01É boa, interessante, inclusiva de certa forma, né?
- 1:24:05Se a gente pensar a respeito da do que que pode ser apresentado
- 1:24:08com ela, mas que foi ultimamente ter sido utilizado apenas como
- 1:24:13caça níquel. Bom, galera.
- 1:24:18Para encerrar, então, esse bate-papo aí é que foi incrível,
- 1:24:23né? Eu acho que a gente teve ótimos
- 1:24:25pontos aqui. E eu achei legal que a gente
- 1:24:28quase que chegou num certo consenso No No geral, o que eu
- 1:24:32não esperava, eu achei que IA ser mais troca de tiro aí.
- 1:24:36Mas alguma consideração final aí que vocês querem deixar a
- 1:24:40respeito da live action? Eu queria só trazer o ponto de
- 1:24:45volta, que eu bem forcei, que é importante a gente não se apegar
- 1:24:50ao passado, mas a gente olhar para o futuro.
- 1:24:55Porque vamos botar um exemplo aqui meio boba a gente, a
- 1:24:59garotada dos anos 90 teve o seu rei leão.
- 1:25:02A garotada da geração z tem que ter agora o seu novo rei leão,
- 1:25:05não precisa ser igual. Mas deu pra entender o ponto, tô
- 1:25:08dizendo, tem que ter o clássico. Ele se constrói por um motivo,
- 1:25:12porque ele foi um filme muito bom, muito aclamado, fez
- 1:25:14sucesso. E eu acho que a gente precisa
- 1:25:17criar clássicos agora de novo. Então, meu apelo é que as
- 1:25:21empresas, a partir de ano que vem, pelo menos, ou no ano
- 1:25:25seguinte, comecem a olhar, comecem a ver o mercado e
- 1:25:28comecem a tentar dar chance para até diretores menores.
- 1:25:32Porque não é não é uma coisa tipo, estamos com poucos
- 1:25:35diretores, estamos com gente que não consegue investir, não quer
- 1:25:38inovar. Tem cara o tanto que tem de
- 1:25:40diretor por aí no Instagram, fazendo um filme pequeno para
- 1:25:44divulgar nas redes sociais ou no YouTube.
- 1:25:47E cara, é um trabalho muito bem feito.
- 1:25:48É um trabalho com paixão, é um trabalho que é feito com
- 1:25:51coração. Só gosto do personagem, gosto da
- 1:25:54história que construiu. Então, existem pessoas que
- 1:25:57querem fazer esses novos tipos de filmes.
- 1:25:59Eles precisam deter esses holofotes.
- 1:26:01Então acho que o que a gente pode fazer como público é dar
- 1:26:06nome as pessoas que merecem serem vistas.
- 1:26:09Pra que as empresas comecem a entender que o que nós do
- 1:26:12público queremos ver esse conteúdo?
- 1:26:14Queremos ver essas pessoas que estão começando na carreira pra
- 1:26:19fazer seus filmes, pra lançar, né, pra divulgarem pro mundo.
- 1:26:22Porque aí, como eu falei, a gente cria os nossos clássicos
- 1:26:24da geração. Ô galera, então com essa é essa
- 1:26:30declamação emocionada do jago, nós sinalizamos esse episódio
- 1:26:35aqui obviamente, né? Pedindo aí.
- 1:26:38Pra você que está nos ouvindo pra né?
- 1:26:41Se curtiu aí o nosso trabalho, por favor né?
- 1:26:44Deixa aí seu joinha, seu sua inscrição, seja você está
- 1:26:48ouvindo o YouTube no Spotify ou em qualquer outro agregador de
- 1:26:52podcasts aí, né? Considere seguir a gente aí nas
- 1:26:55redes sociais, arroba black company BR underline pra você é
- 1:27:00acessar a gente lá no Instagram e deixar sua opinião lá também.
- 1:27:04O que que você acha? Você acha que.
- 1:27:06É, já chega de live actions, pode mandar mais é quais live
- 1:27:10actions que você gostaria de ver, né?
- 1:27:12Então deixa a sua opinião aí nas nossas redes sociais, deixa aí
- 1:27:16nos comentários, né? No YouTube e tudo mais e ajude
- 1:27:20nos a aparecer para cada vez mais pessoas.
- 1:27:22Para que, né? Os algoritmos aí nos ajudem a
- 1:27:25apresentar a palavra da black companhia pro mundo, beleza
- 1:27:29pessoal? Então agradeço aí a.
- 1:27:32Essa bancada incrível aqui pela discussão, né, Beatriz?
- 1:27:35Jago Vinícius e espero vocês aí no próximo episódio do overview
- 1:27:40aqui na black company, até mais.