Latest / ED Podcast [@arthurdantaslemos] / Clube Do Livro Nudge #02 - Um Novo Caminho [Introdução]
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- 0:01Augusta. Clube do livro Livro na diz quem
- 0:10fala que é o Artur Lemos Bruno Maia Soares na área e Bruno e aí
- 0:16vamos nessa continua aqui OA introdução ainda não é?
- 0:19Foi tanto conteúdo legal que tem passado na introdução, não é,
- 0:23vamos lá introdução, vamos seguir, acho que a gente
- 0:25consegue finalizar a introdução agora para entrar na primeira
- 0:28parte do livro não é que OA parte um é justamente humanos
- 0:32versus esse homo economicus. Não é?
- 0:36E ele diz assim eu, eu inclusive tenho dessa parte que a gente
- 0:39vai ler. Agora vários trechos a buscados
- 0:42aqui. Que eu achei muito interessante,
- 0:44como Taylor colocou um pressuposto falso e 2 ideias
- 0:48equivocadas. O que é que ele quer dizer com
- 0:49isso? Vamos lá.
- 0:51Muitos que são a favor da liberdade de escolha, rejeitam
- 0:54qualquer tipo de paternalismo. Querem que o governo dê
- 0:57liberdade para que os indivíduos façam suas próprias escolhas?
- 1:00As políticas que nascem dessa forma ou dessa forma de pensar
- 1:05defendem que é preciso dar às pessoas o máximo de opções e
- 1:08deixar que elas escolham a que consideram melhor com o mínimo
- 1:12possível de intervenção. Ou de influência do Governo.
- 1:17A Graça dessa forma de pensar? É que apresenta uma solução
- 1:22simples para vários problemas complexos.
- 1:25É só maximizar o número e a variedade de opções que pode
- 1:29final. Essa política tem sido imposta
- 1:32em diversos âmbitos da educação aos planos de medicamentos em
- 1:37determinados círculos. É só maximizar as opções se
- 1:41tornou a norma. Às vezes pensam que é a única
- 1:47alternativa. Às vezes pensam que a única
- 1:50alternativa, esse mantra, é a intervenção do Governo,
- 1:52eliminando todas as opções e mantendo apenas uma.
- 1:55Que terá que servir para todos. Quem acredita que o 7 maximizar
- 2:00o número de opções não percebe que há uma vasta gama de
- 2:03variações entre essa política e a política do governo, em que
- 2:07não há opção alguma? Os defensores da liberdade de
- 2:12escolha se opõem ao paternalismo ou pelo menos é o que acham e
- 2:18tem um pé atrás com os. Acreditamos que esse ceticismo,
- 2:24que essa desconfiança se baseie em um preço posto falso e em 2
- 2:31ideias equivocadas. Deixou contextualizar o nosso
- 2:35ouvinte leitor. Interessante isso não é que quem
- 2:39acompanha o clube do livro é ouvinte, leitor?
- 2:43É. Ele coloca na introdução.
- 2:48A resposta às possíveis críticas da abordagem que ele sugere no
- 2:54livro e Você vai ver que ele acaba o livro fazendo a
- 2:57mesmíssima coisa, por quê? Essa abordagem que a gente vai
- 3:01encontrar dentro da leitura de. Ela, por mais que alguns
- 3:05momentos pareça simples, ela é tão revolucionária que ela
- 3:10incomodou muita gente. Então.
- 3:14OOA tese torna nobre eu e depois do nó meu.
- 3:20Essa turma, que sofre muitas acusações e muitas críticas,
- 3:25então, mais uma vez na vida real, não é o mundo mágico dos
- 3:28nudes. Tem muita gente dizendo que isso
- 3:31aqui é uma besteira. Tem muitos estudos científicos
- 3:34que tentam refutar os estudos das ciências comportamentais,
- 3:39dizendo que o contexto não foi adequado, que os Estados são
- 3:42viciados e tal. Então, tem todo um contexto que
- 3:45a gente, ao longo da leitura, se aprofunda que.
- 3:49Mas perceba não é que você já acusou o golpe, não é?
- 3:53E ele está a dizer o seguinte, Quem é libertar?
- 3:54Eu criticasse a nossa filosofia de arquitetura, de escolhas de
- 3:57não sei quê, por esse motivo que eu li.
- 3:58Mas na verdade, essa é uma crítica.
- 4:01Infundada e do nosso ponto de vista, ela se baseia nessa, essa
- 4:06essa, essa crítica, essa desconfiança e ceticismo em.
- 4:10Uma premissa falsa e 2 ideias equivocadas.
- 4:13O pressuposto falso é de que praticamente todas as pessoas
- 4:17quase sempre fazem as melhores escolhas para si ou pelo menos
- 4:20escolhas melhores que outras pessoas fariam por elas.
- 4:24Afirmamos que esse pressuposto é falso, aliás, claramente falso.
- 4:29Na verdade, achamos que basta refletir um pouco para deixar de
- 4:33acreditar nisso. Ele vai dar um exemplo aqui.
- 4:35Mais um exemplo é. Uh Uh uh, o estritamente
- 4:40libertário, não é? Ele não quer intervenção.
- 4:45Paternalismo libertário, ele tem a intervenção que preserva a
- 4:49liberdade de escolha. Então cara que é estritamente
- 4:52libertar, eu falo, esquece essa porra de influenciar e tal tem
- 4:55que dar o máximo de opções possível pronto e as pessoas vão
- 4:57Tomar as melhores decisões. E essa premissa que ele está
- 5:00questionando aqui, já na fala o seguinte, Ó.
- 5:03Essa história de que as pessoas tomam as melhores decisões para
- 5:06si ou pelo menos escolhas melhores que outras pessoas
- 5:08fariam por elas. Não funciona bem assim, ele vai
- 5:10dar um exemplo agora. Imagine que um jogador de xadrez
- 5:13principiante tem aqui enfrentar um jogador experiente.
- 5:16Supõe-se que o principiante perca porque fez escolhas
- 5:21inferiores, escolhas que poderiam ser melhores com apenas
- 5:24algumas dicas úteis. Em muitas áreas, os consumidores
- 5:29comuns são novatos e precisam interagir no mundo infestado de
- 5:34profissionais experientes que estão tentando lhes vender
- 5:37coisas. Da maneira mais geral, quando
- 5:40questionamos quão bem as pessoas fazem suas escolhas, estamos
- 5:44fazendo uma pergunta empírica cuja resposta provavelmente
- 5:48varia de acordo com âmbito. Parece razoável dizer que as
- 5:52pessoas fazem boas escolhas em contextos NOS quais têm
- 5:55experiência. NOS quais têm acesso a boas
- 5:58informações e NOS quais têm feedback rápido?
- 6:02Por exemplo. Como ao escolher um sabor de
- 6:05sorvete, as pessoas sabem se gostam de chocolate, baunilha,
- 6:09café, etc. Mas essas mesmas pessoas não
- 6:13fazem boas escolhas quando se encontram em cenários NOS quais
- 6:16lhe faltam experiência, informações e feedback rápido,
- 6:19por exemplo. Ao escolher entre comer uma
- 6:22fruta ou Tomar um sorvete. Situação em que os efeitos de
- 6:26longo prazo são lentos e o feedback é insuficiente.
- 6:30Ou escolher entre tratamentos médicos ou investimento
- 6:34financeiro? Se você precisa escolher um
- 6:38entre 50 planos de saúde, cada um deles com diversas
- 6:41características específicas, talvez seja bom contar com
- 6:44alguma ajuda. Ai, veja só se as pessoas não
- 6:49estão fazendo escolhas perfeitas, algumas mudanças na
- 6:52arquitetura de escolhas podem melhorar a vida delas.
- 6:55E quando dizemos melhorar é de acordo com suas próprias
- 6:59preferências e não com as de um burocrata qualquer.
- 7:03Como tentaremos demonstrar, não só é possível projetar uma
- 7:07arquitetura de escolhas que beneficia as pessoas, como
- 7:10muitas vezes é fácil fazer isso. Beleza, são parentes aqui,
- 7:15brunão e sábado eu fiz uma sequência de stories.
- 7:18Que eu estava falando justamente sobre AAA função e a importância
- 7:23do feedback. Na Na construção de um bom
- 7:26decisor. A Let's Go, let's go a primeira
- 7:32e aí beleza ele. Ele evidenciou aqui ao
- 7:34pressuposto falso esse. Certas pessoas não tomam as
- 7:38melhores decisões para si sempre e às vezes nem tomam melhores
- 7:40decisões do que as pessoas poderiam Tomar por elas.
- 7:43E agora 2 ideias equivocadas. A primeira ideia evocada,
- 7:46equivocada é de que é possível não influenciar as escolhas das
- 7:51pessoas. Lembra?
- 7:54De certa forma, ele falou isso na Carolina.
- 7:56Lá no refeitório. Hã é é escolher não alterar a
- 8:01ordem. Não significa não influenciar
- 8:05porque qualquer ordem influencia.
- 8:07Então vou seguir a leitura em muitas situações, uma
- 8:12organização ou uma gente precisa fazer uma escolha que afetará o
- 8:16comportamento de outras pessoas nesses casos, de forma
- 8:18intencional ou não. É impossível não orientá-las em
- 8:24alguma direção. E essa influência afetar afetar
- 8:28a escolha delas. Como se viu no exemplo de
- 8:31refeitórios da Caroline, essas escolhas são em grande medida,
- 8:34influenciadas pelo projeto selecionado pela pelo arquiteto
- 8:36de escolhas. Claro que certos não são
- 8:40intencionais, os empregadores de alguns países podem decidir, por
- 8:44exemplo, se vão pagar os empregados mensal ou
- 8:46quinzenalmente, sem com isso querer dar qualquer tipo de.
- 8:50Mais podem se surpreender ao descobrir que as pessoas
- 8:53economizam mais se receberem quinzenalmente, pois 2 vezes por
- 8:56ano elas recebam, elas recebem 3 contracheques no mesmo mês.
- 9:03Também é verdade que instituições públicas e privadas
- 9:06podem aspirar algum tipo de neutralidade, por exemplo,
- 9:10fazendo escolhas aleatórias ou tentando descobrir o desejo da
- 9:13maioria das pessoas. Mas o fato é que no diz não
- 9:17intencionais podem exercer uma influência poderosa e, em alguns
- 9:20contextos, essas formas de neutralidade não são
- 9:23interessantes. Veremos muitos exemplos disso ao
- 9:26longo do livro. Então, é não ser intencional?
- 9:31Não desqualifica uma arquitetura ou um estímulo como um.
- 9:37Eu posso Tomar a decisão de pagar quinzenalmente, sem a
- 9:41intenção de fazer com que as pessoas poupem mais.
- 9:46Mais ainda sim, fazer isso provavelmente vai contribuir
- 9:50para que as pessoas poupem mais. Está então a primeira ideia que
- 9:53invocada é de que é possível não influenciar.
- 9:58Às escolhas das pessoas não é possível não influenciar logo
- 10:04como a gente lida melhor com essa influência?
- 10:09Tá, então esse é o debate aqui. Seguindo a leitura, algumas
- 10:13pessoas estarão dispostas a aceitar esse argumento para
- 10:17instituições privadas, mas vão se opor de forma taxativa.
- 10:21Tentativas estatais de influir ou influenciar nas decisões com
- 10:26o objetivo de melhorar a vida das pessoas.
- 10:28Essas pessoas acham que o Governo não é uma instituição
- 10:32competente ou sequer benigna. Elas temem que os políticos
- 10:37eleitos e os burocratas priorizem os próprios interesses
- 10:41ou defendam os interesses de grupos privados.
- 10:44Essas possibilidades também NOS preocupam.
- 10:47Nós autores está acima de tudo, concordamos plenamente quando
- 10:52essas pessoas dizem que o risco de o governo errar ser parcial
- 10:56ou ir além das suas funções é real e por vezes, muito grave.
- 11:01Em parte por esse motivo, preferimos nas ordens exigências
- 11:09e proibições, ou seja. Empate por isso, o que está
- 11:12falando é que tem um grupo de pessoas que se incomoda com a
- 11:15ideia de arquitetura, de escolhas e de governos.
- 11:18Porque os governos são feitos por pessoas, as pessoas podem
- 11:21usar isso ao seu próprio interesse.
- 11:24Não é um interesse coletivo que deveria ser o que o Governo faz
- 11:27e o autor está dizendo, Eu concordo.
- 11:29Sendo que, inclusive em parte por este motivo, nós preferimos
- 11:34os invés de proibições, exigências e ordens, hã?
- 11:42E a ele segue, mas os governos, assim como os refeitórios, que
- 11:47muitas vezes são administrados pelo próprio Governo.
- 11:49Precisam ter um ponto de partida e isso é inevitável.
- 11:55Como salientaremos mais adiante, isso é.
- 12:00Feito todos os dias, de acordo com as regras que eles mesmos
- 12:03estabelecem, de maneira que inevitavelmente afetam escolhas
- 12:08e resultados nesse sentido, ser contra todo e qualquer noite e
- 12:12um de serviço é um entrave que está colocando aqui.
- 12:16Os estímulos e a influência. São inevitáveis, logo melhor e
- 12:22independente da discussão no âmbito Público privado.
- 12:26Discutir e aprender como lidar melhor com isso.
- 12:29E aqui a gente vai para a segunda ideia que evocada, que é
- 12:33a de que o paternalismo sempre envolve com o ação.
- 12:37No exemplo do refeitório, a escolha da posição dos alimentos
- 12:39não força ninguém a seguir uma dieta específica, mas Caroline e
- 12:44outras pessoas com cargos semelhantes.
- 12:46Pode decidir onde cada alimento ficará utilizando argumentos
- 12:50paternalistas no sentido em que empregamos o termo.
- 12:54Será que, no caso do refeitório, alguém seria contra colocar
- 12:58frutas e saladas na frente dos doces, sabendo que isso
- 13:01induziria as crianças a comer mais maçãs e menos junk food?
- 13:06Essa questão é fundamentalmente diferente se invés de crianças
- 13:11forem adolescentes ou até mesmo adultos.
- 13:16Tendo em vista que não há co ação, acreditamos que
- 13:19determinados tipos de paternalismos.
- 13:22Devem ser aceitos mesmo por aqueles que mais valorizam a
- 13:27liberdade de escolha. Ã a em áreas tão distintas como
- 13:33poupança, doação de órgãos, casamento e serviços de saúde,
- 13:37oferecemos sugestões específicas de acordo com nosso enfoque
- 13:41geral e acreditamos que. Por NOS posicionarmos com contra
- 13:47toda e qualquer restrição nas alternativas, o risco de
- 13:51arquiteturas incoerentes ou até corrompidas acaba sendo
- 13:55reduzido. A liberdade de escolha é a
- 13:57melhor salvaguarda contra uma má arquitetura de escolhas.
- 14:01Tentando traduzir que é o seguinte.
- 14:04O que ele está falando aqui? Há uma vantagem muito grande em
- 14:08a incluir naquilo que se entende, como é a
- 14:13impossibilidade de veto, que é o mesmo que preservar a liberdade
- 14:17de escolha. Então volta, por exemplo, do
- 14:18refeitório para ficar muito didático.
- 14:20Quando eu coloco a salada na frente, Eu Não obrigo salada nem
- 14:24proíbe junk food. Então eu mudei a arquitetura.
- 14:29Essa posição é um incentivo. Mais se aquela pessoa quiser
- 14:34pegar só batata frita, ela pode. Porque esse é um exemplo de
- 14:37humana, de um boné de mas imagina exatamente o oposto.
- 14:41A pessoa que, intencionalmente ou não, porque naquilo que não
- 14:44tem intenção, o estímulo continua acontecendo.
- 14:46Exemplo do salário quinzenal que a gente falou, então você tem à
- 14:49disposição onde você primeiro atendente food e depois frutas e
- 14:53verduras? Ao preservar a liberdade de
- 14:58escolhas, alguém pode ainda com essa disposição, que é ruim e
- 15:04não é benéfica para a saúde? Passar pelo junk food e pegar a
- 15:07maçã. Então aqui está a dizer aqui, é
- 15:10importante preservar a liberdade de escolha, porque ela é a
- 15:14salvaguarda. Ela é o grito de liberdade que
- 15:17NOS garante que a gente não vai se render.
- 15:22Há as arquiteturas ruins porque elas inevitavelmente acontecem
- 15:26ou por arquitetos de escolhas pouco experientes que vão fazer
- 15:29arquitetura. Com a intenção de ser boa, mas
- 15:32ela vai ser ruim no final das contas ou pela não
- 15:35intencionalidade, mas que vai NOS levar a arquitetura juiz
- 15:39também. Então, vamos lá, como é que
- 15:41funciona arquitetura de escolhas para que a gente finalize aqui
- 15:43essa super introdução a este super livro?
- 15:49Os ataques de escolhas podem melhorar a vida das pessoas
- 15:51concebendo ambientes favoráveis para o usuário, muitas das
- 15:55empresas mais bem sucedidas têm ajudado as pessoas ou deram
- 15:58certo no mercado ou deram certo no mercado.
- 16:01Exatamente por essa razão, às vezes, a arquitetura de escolas
- 16:05é bastante visível, algo que agrada consumidores,
- 16:07empregadores, o iPod e o iPhones são bons exemplos disso, não só
- 16:12pela pela elegância, como também pela facilidade de uso.
- 16:17Às vezes negligenciamos a arquitetura, mas vale a pena dar
- 16:20uma atenção especial a ela. Vejamos o exemplo da instituição
- 16:24para a qual trabalhamos a Universidade de Chicago.
- 16:26Como muitas outras grandes empregadoras, todo mês de
- 16:29Novembro é época de revisão das condições de trabalho e os
- 16:31funcionários podem reavaliar as escolhas de benefícios, como
- 16:34plano saúde da aposenta e da aposentadoria.
- 16:38Essa revisão deve ser feita online e aqueles que não têm
- 16:41acesso à Internet podem usar computadores públicos
- 16:43disponibilizados pela própria universidade.
- 16:45Os funcionários recebem pelo correio o material explicando as
- 16:48opções, oferecendo instruções sobre como acessar ao sistema
- 16:51para fazer as escolhas. Além disso, recebem cartas e
- 16:54e-mails para lembrar, lembrá-los de acessar o sistema.
- 16:58Como os funcionários são humanos, alguns esquecem.
- 17:02Portanto, é fundamental decidir quais são as opções padrão para
- 17:06os atarefados ou esquecidos. Para simplificar, vamos supor
- 17:10que haja 2 alternativas a serem consideradas, nesse caso,
- 17:13aqueles que não escolhem podem ficar com a mesma escolha que
- 17:17fizeram no ano anterior ou sua escolha pode voltar para entre
- 17:21aspas zero? Imagine que ano passado uma
- 17:24funcionar GE Net. Janete para nois.
- 17:28Tenha feito um aporte de 1000 USD em seu plano de
- 17:32Aposentadoria. Se ela não Tomar uma decisão
- 17:35para o próximo ano, as alternativas seriam repetir o
- 17:38aporte de 1000 USD ou não fazer a porta algum.
- 17:42Vamos chamar essas opções de está Tusk, o que é repetir a
- 17:48porta? E zará que é não fazer a porta
- 17:52algum está nesse caso, qual alternativa?
- 17:55O arquiteto de escolhas devem reconhecer como alternativa
- 17:59padrão. Os paternalistas libertários
- 18:03estabeleceriam o padrão se perguntando o que funcionários
- 18:07ponderados na posição de Janet preferiam?
- 18:12Embora esse princípio nem sempre conduza uma decisão clara, é
- 18:16certamente melhor do que escolher um padrão aleatório ou
- 18:19simplesmente optar pelos Estados com Oo usará como padrão para
- 18:22tudo. Exemplo, seria um bom palpite
- 18:26dizer que a maioria dos funcionários não gostaria de
- 18:29cancelar um plano de saúde que conta com um grande subsídio do
- 18:32empregador. Por isso, no caso do plano
- 18:35saúde, o padrão está Tusk. O que é o mesmo do ano anterior?
- 18:40Parece bem mais razoável do que o padrão zerar que na prática
- 18:44significa perder o plano de saúde.
- 18:47Compare o exemplo anterior com um.
- 18:50Compare o exemplo anterior com o Dilma entre aspas, conta de
- 18:54gastos flexíveis. Na qual funcionário reserva
- 18:58mensalmente uma quantia para certos gastos como médicos que
- 19:02não entram na cobertura do plano ou gastos com a creche dos
- 19:05filhos. O dinheiro que entra na conta
- 19:08precisa ser gasto anualmente. Do contrário, será perdido e os
- 19:11gastos previstos podem sofrer enorme variação de 1 ano para
- 19:15outro. Por exemplo, o gasto com a
- 19:18creche cai quando a criança entra para a escola.
- 19:21Nesse caso, a opção zará provavelmente faz mais sentido
- 19:25do que o Estado escolhe. Esse problema não é apenas
- 19:29hipotético. Certa vez tivemos uma reunião
- 19:32com 3 dos principais diretores da universidade para discutir
- 19:34assuntos como esses e ela. A reunião calhou de acontecer
- 19:38bem no último dia do período de revisão.
- 19:41Virá aqui. Das condições de trabalho dos
- 19:44funcionários. Tocamos no tópico e perguntamos
- 19:47se eles haviam acessado o sistema efeito suas escolhas.
- 19:51Um diz que planejava fazer mais tarde naquele mesmo dia e
- 19:54agradeceu a lembrança. Outro admitiu que havia
- 19:57esquecido e o terceiro respondeu que torcia para que sua esposa
- 20:00tivesse lembrado. Em seguida começamos a conversar
- 20:04sobre qual deveria ser a opção padrão para um programa de
- 20:07previdência suplementar, um programa de poupança com
- 20:10incentivos fiscais até então. O padrão tinha sido zerá, mas
- 20:16como usuário poderia parar de contribuir a qualquer momento?
- 20:20O grupo tomou a decisão unânime de mudar para a mesma opção do
- 20:24ano anterior. Temos certeza de que, como
- 20:27resultado, muitos professores esquecidos terão aposentadorias
- 20:30mais tranquilas. E tem uma coisa interessante com
- 20:35algumas provocações das finanças comportamentais que você não
- 20:37precisa a ciência para concordar.
- 20:40Esse exemplo, agora que não é qualquer pessoa dizer, pá.
- 20:44Realmente você torna repetir a taxa de poupança ou, enfim, como
- 20:50opção padrão. Vai realmente fazer com que
- 20:54muitos professores esquecidos têm aposentadorias mais
- 20:56tranquilas? Não precisa fazer um puto estudo
- 20:57para NOS provar isso, tipo. O bom senso.
- 21:02NOS faz perceber que isso é muito legítimo.
- 21:07Esse exemplo ilustra alguns princípios básicos da boa
- 21:10arquitetura de escolhas. As pessoas que escolhem são
- 21:13humanas, portanto, quem consegue essas escolhas deve facilitar
- 21:18nossa vida o máximo possível. Enviar lembretes e depois tentar
- 21:22minimizar os custos para quem, apesar dos seus e dos próprios
- 21:27esforços, acaba esquecendo as coisas.
- 21:30Como veremos mais adiante esses princípios e muitos outros valem
- 21:35tanto para o setor Público quanto para o privado e há
- 21:37espaço suficiente para fazer mais do que já tem sido feito.
- 21:41E aí sobre espaço para fazer mais do que tem sido feito.
- 21:45E aí, de fato, a gente vai finalizar a introdução aqui esse
- 21:47episódio também. Uh Uh Uh Uh, Taylor diz assim um
- 21:51novo caminho, não é? Essa não é uma ressalva, mas é
- 21:56um dos motivos pelos quais a gente vai até adaptar, né?
- 21:59A leitura do livro. E ele explica isso aqui, EE,
- 22:04quem ouviu o primeiro episódio onde revelou o livro vai
- 22:07entender bem o que é que a gente quis dizer agora vai entender
- 22:09melhor, pelo menos. Ao que ele fala.
- 22:11Temos muito a falar sobre os nomes do setor privado, mas a
- 22:15verdade é que grande parte das aplicações mais importantes do
- 22:19paternalismo libertário. É de âmbito, está tal.
- 22:23Por isso, ao longo do livro Faremos uma série de sugestões
- 22:26de políticas públicas e legislação.
- 22:28Estamos torcendo que essas recomendações sejam bem
- 22:31recebidas por ambos os lados do espectro político.
- 22:34Na verdade, acreditamos que as políticas sugeridas pelo
- 22:37paternalismo libertário podem ser adotadas tanto por
- 22:40conservadores quanto por liberais.
- 22:45E vão me entender que ele estava assim?
- 22:48Ou é isso que eu estou falando aqui?
- 22:50Eu Não quero a discussão política, eu quero ajudar.
- 22:53Às políticas públicas, então isso isso pode ser adotado por
- 22:57republicanos e democratas, pessoas de direita ou de
- 23:00esquerda, não importa, está. Algumas dessas políticas foram
- 23:05adotadas por David Cameron. Que é marrom, ex-líder do
- 23:09Partido Conservador britânico, e por Barack Obama, ex-presidente
- 23:12norte-americano pelo Partido Democrática Democrata.
- 23:15O motivo fundamental para isso é o fato de que essas políticas
- 23:18custam muito pouco ou não têm ônus algum, elas não aumentam A
- 23:22Carga tributária dos contribuintes, por exemplo.
- 23:24Atualmente, muitos republicanos tentam ir além da simples
- 23:28oposição ao governo, como mostrou a experiência.
- 23:31No caso do furacão Katrina. Muitas vezes o Governo é
- 23:34obrigado a agir, pois esse é o único modo de reunir, organizar
- 23:38e distribuir os recursos necessários em momentos de
- 23:40crise. Os republicanos querem melhorar
- 23:42a vida das pessoas, só demonstram ceticismo e com razão
- 23:46diante de toda e qualquer proposta que elimine as opções
- 23:49das pessoas. Já os democratas estão dispostos
- 23:53a refrear o entusiasmo e elaborar um plano de governo
- 23:56menos agressivo. Os democratas sensatos
- 23:59certamente torcem para que as instituições públicas melhorem a
- 24:01vida das pessoas, mas em muitas áreas os democratas concordam
- 24:05que a liberdade de escolha é um fundamento bom e até
- 24:08indispensável da política pública.
- 24:10Existe um motivo real para cruzar a linha divisória que
- 24:12separa os partidos. Acreditamos que o paternalismo
- 24:16libertário é um fundamento promissor para o
- 24:18multipartidarismo em muitas áreas, como a proteção ao meio
- 24:23ambiente, o direito familiar e a escolha da escola de um filho.
- 24:28Provaremos que o melhor tipo de governo é que é menos coação e
- 24:32limitações governamentais e mais liberdade de escolha.
- 24:35Se os nodes substituírem exigências e proibições, o
- 24:39Estado se tornará menor e mais Modesto para deixar claro, não
- 24:44queremos propor um Estado maior. Mas SIM 1 Governo melhor.
- 24:49Na verdade, há indícios de que nosso otimismo que admitimos
- 24:53pode ser um viés tendencioso da nossa parte, obviamente.
- 24:57É mais do que pensamento positivo, o paternalismo
- 25:00libertário no âmbito das economias pessoais, assunto do
- 25:03capítulo 6 que nós vamos e aqui recebeu forte apoio de ambos os
- 25:08lados do espectro político no Congresso americano por parte de
- 25:12atuais EE senadores republicanos, conservadores como
- 25:17Fulano Beltrão. E de Liberais Democratas como
- 25:21Sicrano e fulaninho. Em 2006, algumas das ideias
- 25:25chave foram incorporadas à legislação do país sem grande
- 25:29controvérsia entre os partidos. A nova lei ajudará muitos
- 25:32americanos a aproveitar de aposentadorias melhores e não
- 25:35custará nada para os contribuintes.
- 25:37Em suma, o paternalismo libertário não é de esquerda nem
- 25:41de direita, não é democrata nem republicano.
- 25:44Em muitos aspetos, os democratas mais conscientes estão deixando
- 25:48de lado entusiasmo por programas que não oferecem opções.
- 25:52Em muitos outros, os republicanos mais conscientes
- 25:54estão deixando de lado sua oposição automática a
- 25:57iniciativas governamentais construtivas.
- 26:00Apesar de tão diferentes, esperamos que ambos os lados
- 26:03estejam dispostos a se unir para apoiar alguns.
- 26:06Ai, vamos lá. Fechamos aqui a introdução do
- 26:10livro o que é que eu quero falar sobre isso?
- 26:12E mais uma vez, porque é que a gente vai tirar alguns trechos?
- 26:18Há que focam muito em políticas públicas.
- 26:22Quem é o Richard Taylor? É um cara que é considerado o
- 26:26pai da economia comportamental. É um cara que, porra, promoveu
- 26:29movimentos estruturais em políticas públicas, em políticas
- 26:34privadas, com contribuições para áreas muito importantes para o
- 26:38ser humano, como saúde que versa por planos de saúde, escolhas de
- 26:42planos de saúde por planos de aposentadoria, etc.
- 26:47Então, quando você olha assim, do ponto de vista.
- 26:51É. Do propósito, não é essa é uma
- 26:55discussão de um nível mais distante que talvez não seja a
- 27:00briga que nós queremos comprar aqui enquanto construtores
- 27:03financeiros enquanto empresários.
- 27:05Então por isso que eu acho que isso é quase, não sei se é uma
- 27:10crítica, mas é um. Eu percebo que é um.
- 27:13Um ajuste que deveria ser feito não é porque fala sobre finanças
- 27:18comportamentais. E as pessoas que que produzem
- 27:22esses conteúdos são pessoas que têm um impacto tão relevante a
- 27:26ponto de mudar políticas e bicho.
- 27:29Onde que está um impacto maior para a sociedade se os governos
- 27:33aderirem a isso? Hã EEE isso mexe, inclusive com
- 27:38a vaidade profissional, por isso que ele ele inclusive dizer ó,
- 27:41então muito convencido de que o paternalismo libertário é isso e
- 27:45aquilo e tal e lógico, dotados de viesses, aqui ele fala isso
- 27:48não é? É senão que essa não é nossa,
- 27:51não é a nossa guerra, não é nossa briga e às políticas
- 27:55públicas muitas vezes fica fácil.
- 27:56Você entendeu, na verdade, um impacto potencial dele, sendo
- 28:00que a aplicabilidade disso NOS interessa, menos NOS interessa
- 28:04mais a aplicabilidade daquilo que eu posso fazer.
- 28:07Um a um como instituição com um grupo de pessoas com um grupo de
- 28:09alunos com um grupo de colaboradores.
- 28:12Não é porque hã e com nós mesmos, né?
- 28:16E com nós mesmos. Então lógico que os exemplos são
- 28:20válidos inevitavelmente, a gente vai ver e aprender muito com
- 28:24aquilo que foi aplicado em governos, história das políticas
- 28:27públicas. Mais a condução da leitura de
- 28:31vai ser mais voltada para o universo privado do que Público.
- 28:38E com isso dito, nós encerramos a introdução do Livro Bruno
- 28:42Primeiras Percepções e tuas para que a gente possa finalizar esse
- 28:46episódio, partir para o próximo. Acho que eu, eu li recentemente,
- 28:51não é esse essa introdução aqui e relendo agora.
- 28:55Aqui no clube do livro, eu acho que para quem trabalha com com
- 29:00finanças, com histórias financeiras.
- 29:03A gente tem a defesa de que clube do livro é 11 ótima.
- 29:07A opção aí para você ler livros no seu tempo morto, mas se você
- 29:12fizer também desse tempo aqui um tempo ativo, né?
- 29:15E o ví com um caderninho aí fazer anotações, eu acho que
- 29:18pode ser um. Um excelente e uma excelente
- 29:20ferramenta para não só produção de conteúdo, mas como se
- 29:24desenvolver mesmo, não é com com um profissional para, enfim,
- 29:27entender melhor as pessoas e tudo mais.
- 29:30Concordo muito. E vou fechar com a brincadeira
- 29:33aqui, que é o seguinte, se tocou em produção de conteúdo.
- 29:37O nage no clube do livro funcionará como um node para
- 29:43produção de conteúdo de quem foi consultor financeiro.
- 29:46Desde que você faça a sua parte, permita que isso aconteça.
- 29:49Então, qualquer produção de conteúdo inspirada de alguma
- 29:52forma que nesse nosso esforço de de produzir conteúdo para Você,
- 29:56Marques, Conde de um lá arroba, Bruno Maia Soares, Arroba, Artur
- 30:00Dantas, Lemos e deixa que a gente saiba e que a gente veja
- 30:03isso acontecer, até eu gostaria da da Oppo.
- 30:06Olha só a pressão que vai produzir conteúdo.
- 30:09Eu gostaria da oportunidade de contribuir na sua jornada de
- 30:12opinar sobre o seu conteúdo, de parabenizar aquilo que for bem
- 30:15feito e propor ajustes naquilo que eu entendi que pode ser
- 30:18ajustado. Então conte com esse apoio.
- 30:21Vamos crescer juntos e NOS encontramos no próximo episódio.