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- InovaTec Update. Um pouco de amanhã no seu hoje. Mecânica. Protótipo finlandês une bateria e hidrogênio para caminhões pesados sem emissões. Da redação do site Inovação Tecnológica, publicado em 27 de outubro de 2026. Fazer um caminhão pesado rodar sem poluir ainda é um desafio. Na Finlândia, um protótipo aposta numa combinação diferente para resolver essa questão. O veículo se chama Escalate. Ele foi fabricado pela empresa Sisu Auto, e o projeto conta com o Instituto VTT, um centro finlandês de pesquisa. A ideia é juntar duas tecnologias que já existem separadamente: o caminhão elétrico, que roda com baterias, e o caminhão a hidrogênio. A diferença está no papel de cada uma. No Escalate, quem move o caminhão é a eletricidade das baterias. O hidrogênio entra como reserva. Ele alimenta uma célula a combustível, um equipamento que produz eletricidade a partir do hidrogênio, sem queimá-lo. Essa energia serve para recarregar as baterias rapidamente durante viagens longas. A bateria guarda seiscentos e cinquenta quilowatts-hora de energia. A célula a combustível chega a cento e vinte quilowatts de potência. Para caber tudo isso, mais os tanques de hidrogênio, a parte da frente do caminhão, aquela que puxa o reboque, ficou mais comprida do que o normal. Agora o caminhão vai para a estrada. Ele deve rodar quinhentos e quarenta quilômetros por dia. O professor Mikko Pihlatie, do VTT, explica que a equipe vai medir quanto de eletricidade e de hidrogênio o veículo consome. Também vai avaliar a confiabilidade das diferentes soluções. Os testes ainda vão examinar as estações de recarga e de abastecimento. Na Finlândia e na Suécia, os caminhões articulados podem pesar até setenta e seis toneladas. No resto do mundo, o comum é algo em torno de quarenta toneladas. Os testes vão considerar justamente essas configurações mais pesadas. O Escalate não vai ser vendido. Segundo Petri Kananen, chefe de desenvolvimento da Sisu Auto, ele é uma ferramenta para testar a tecnologia. Os dados devem ajudar a escolher as melhores soluções para futuros produtos. Também devem ajudar a criar sistemas que gerenciem a energia, para rodar o máximo possível só com a bateria. O motivo é simples: o hidrogênio é o combustível mais caro. Essa notícia foi publicada no site Inovação Tecnológica, um serviço jornalístico especializado em divulgação científica e tecnológica, o maior em língua portuguesa e no ar desde 1999. Você pode ler esse artigo e muitos outros acessando o link na descrição deste episódio. A narração do InovaTec Update usa voz sintética, gerada por inteligência artificial.