Latest / ED Podcast [@arthurdantaslemos] / AS ARMAS DA PERSUASÃO #VI - REJEIÇÃO SEGUIDA DE RECUO (CLUBE DO LIVRO)
Transcript
- 0:05Vamos para mais um clube do livro na área, Bruno Maia
- 0:10Soares, armas da persuasão, Robert aldini, Arthur Lemos, e
- 0:15aí, brunão? Simbora, simbora?
- 0:17Agora vamos falar sobre concessões recíprocas.
- 0:20Essa porrada e a rejeição seguida de recuo é muito boa
- 0:26também, que vem em seguida brunão.
- 0:30Se ele não falar sobre a evidência do favor, não lembro,
- 0:39né? É, me lembra disso aqui no final
- 0:42do capítulo, tá do nosso episódio, mas vamos nessa, vamos
- 0:45direto. Tem muito conteúdo aqui, é
- 0:47concessões recíprocas. Que que é isso?
- 0:49Existe uma segunda forma de aplicar a regra da reciprocidade
- 0:52para induzir alguém a satisfazer um pedido é mais sutil do que o
- 0:56caminho direto de de. Prestar a pessoa a um favor e
- 1:00depois pedir outro em troca, mas em certos aspectos, é bem mais
- 1:03eficaz. Uma experiência pessoal alguns
- 1:06anos atrás me permitiu sentir na pele como essa técnica de
- 1:09consentimento funciona bem, eu estava andando pela rua quando
- 1:12foi abordado por um menino de 11 ou 12 anos.
- 1:14Ele se apresentou e disse que estava vendendo ingressos para o
- 1:16circo anual dos escoteiros que se apresentaria na noite de
- 1:20sábado seguinte, perguntou se eu queria comprar o ingresso por 5
- 1:23USD. Como o último programa do mundo
- 1:25que eu queria para a noite do sábado ele estar com os
- 1:27escoteiros, recusei. Bom, ele disse, se você não quer
- 1:31comprar um ingresso, que tal? Umas Barras de chocolate custam
- 1:34só 1 USD. Comprei Duas Barras e
- 1:37imediatamente percebi algo notável que havia ocorrido.
- 1:40Eu nunca compro Barras de chocolate, dou muito valor ao
- 1:43meu dinheiro. Mas de repente a lista vê eu com
- 1:45aquela compra indesejada e o menino saindo com os meus 2 USD.
- 1:50Para tentar entender precisamente o que tinha
- 1:52acontecido, fui ao meu escritório.
- 1:53Convoquei uma reunião com os meus auxiliares de pesquisa.
- 1:56Ao discutir a situação, começamos a ver como a regra da
- 1:58reciprocidade estava envolvida em minha anuência o pedido de
- 2:01comprar as bases de chocolate. A regra geral diz que uma pessoa
- 2:05que age de certa forma conosco tem direito a uma ação similar
- 2:08como retribuição. Já vimos que uma consequência da
- 2:12regra é a obrigação de retribuir favores recebidos.
- 2:15Outra consequência, porém, é a obrigação de fazer concessões a
- 2:19alguém que tenha feito uma concessão para nós, à medida
- 2:23que. Ou seja, o que que ele tá
- 2:24falando aqui? O menino não me fez um favor,
- 2:26ele não me deu algo, tá? É, mas avançando na leitura,
- 2:30não, não vou estragar a surpresa aqui não, caso o leitor ainda
- 2:33não tenha capturado. À medida que meu grupo de
- 2:35pesquisa refletia a respeito, percebíamos que foi exatamente
- 2:38naquela situação que o Escoteiro havia me colocado.
- 2:41Seu pedido para que eu comprasse barragens de chocolate e 1 USD
- 2:44havia sido feito como uma concessão de sua parte, sendo
- 2:48apresentado como um recuo do seu pedido original.
- 2:53Para que eu comprasse ingressos de 5 USD para obedecer aos
- 2:58ditames da regra da reciprocidade, eu deveria fazer
- 3:00uma concessão. Como vimos, eu a fiz, mudei da
- 3:05recusa para. O consentimento, quando ele
- 3:08passou do pedido maior para um menor.
- 3:10Embora eu não estivesse realmente interessado em nenhuma
- 3:14das coisas que me ofereceu, esse foi um exemplo clássico de como
- 3:20uma arma de influência pode dotar de poder um pedido.
- 3:25Eu fui levado a comprar algo não por um sentimento favorável em
- 3:29relação ao item, mas porque o pedido de compra for apresentado
- 3:32de modo a extrair sua força da regra da reciprocidade.
- 3:36O fato de eu não gostar de baixo chocolate não teve a menor
- 3:39importância. O Escoteiro tinha feito uma
- 3:41concessão pra mim. Clique e zoom.
- 3:43Eu reagi fazendo também uma concessão, ou seja, Na Na
- 3:49interação social e do ponto de vista da regra da reciprocidade,
- 3:53a concessão é vista como um favor que desperta o peso ou a
- 4:00necessidade de retribuição, né? Claro que a tendência a retribui
- 4:07a retribuir com uma concessão não é tão forte a ponto de
- 4:10funcionar em todos os casos e com todas as pessoas.
- 4:13Nenhuma das armas da influência examinadas neste livro possui
- 4:15tamanho poder. Porém, no meu diálogo com o
- 4:19Escoteiro, a propensão foi suficientemente poderosa para me
- 4:21deixar perplexo na Posse de Um Par de Barras de chocolate
- 4:25indesejadas e caras. Por que eu deveria me sentir
- 4:28obrigado a retribuir uma concessão?
- 4:30A resposta está outra vez. No benefício de uma tendência
- 4:34como essa para a sociedade, é do interesse de qualquer grupo
- 4:37humano que seus membros colaborem para a realização das
- 4:40metas compartilhadas. Porém, em muitas interações
- 4:43sociais, os participantes começam com exigências e pedidos
- 4:46que são mutuamente inaceitáveis. Desse modo, a sociedade deve
- 4:50fazer com que esses desejos iniciais incompatíveis sejam
- 4:55desprezados em prol da cooperação socialmente benéfica.
- 4:58Isso se dá por procedimentos que promovam o compromisso.
- 5:02A concessão mútua é um deles. A regra da reciprocidade promove
- 5:06a concessão mútua de 2 formas. A primeira é óbvia, ela
- 5:09pressiona o beneficiário de uma concessão a reagir de forma
- 5:12equivalente, ou seja, com outra concessão.
- 5:15A segunda, embora menos óbvia, é importantíssima como
- 5:18beneficiário de. Como o beneficiário tem a
- 5:20obrigação de retribuir, as pessoas se sentem livres para
- 5:24fazer a concessão inicial e, assim, iniciar o processo
- 5:27benéfico da troca. Afinal.
- 5:30Se não houvesse obrigação social de retribuir uma concessão, quem
- 5:33iria querer fazer a concessão em primeiro lugar?
- 5:37Ou quem queria querer fazer o primeiro sacrifício fazê lo
- 5:40assim mesmo seria arriscar abrir mão de algo sem obterminado em
- 5:44troca. Entretanto, com a regra em
- 5:47vigor, podemos nos sentir seguros em realizar o primeiro
- 5:50sacrifício por nosso parceiro que é.
- 5:53Eu vou colocar as aspas aqui. Obrigado a oferecer um
- 5:57sacrifício em retribuição, então?
- 6:00AO grande take away aqui, né? A grande é é lição é que as
- 6:06concessões contam também, né? E muita EEE nas normas sociais.
- 6:11Elas deveriam trazer algum tipo de equivalência?
- 6:14Por isso que ele fala de concessão recíproca, né?
- 6:16Que quando ele aceita o segundo pedido, é como se ele devolvesse
- 6:22aquela concessão. E aí vem uma coisa parecida, no
- 6:26entanto, diferente. Que é a rejeição seguida de
- 6:30recuo. Como a regra da reciprocidade
- 6:32governa o processo de compromisso, é possível usar uma
- 6:36concessão inicial como parte de uma técnica de persuasão
- 6:38altamente eficaz que que chamaremos de técnica da
- 6:41rejeição seguida de recuo, também conhecida como técnica
- 6:45porta na cara. Vamos supor que você queira que
- 6:48eu concorde com certo pedido. Uma forma de aumentar suas
- 6:51chances é primeiro fazer um pedido maior que eu
- 6:53provavelmente rejeitarei. Depois da minha recusa, você faz
- 6:56o pedido menor no qual estava interessado de fato desde o
- 7:00princípio. Se você estruturou seus pedidos
- 7:02com habilidade, vou ver seu segundo pedido como uma
- 7:05concessão e me sentirei inclinado a responder com uma
- 7:08concessão da minha parte, a anuência ao seu segundo pedido.
- 7:13Será que foi assim que o Escoteiro me fez comprar Barras
- 7:15de chocolate? Se eu recuo de um pedido de 5
- 7:18USD para o de para o de 1 USD teria sido artificial, planejado
- 7:22desde o início. Como alguém que ainda guarda seu
- 7:25primeiro distintivo do mérito dos escoteiros, torço para que a
- 7:27resposta seja negativa. Quer a sequência do pedido
- 7:31grande, seguido pelo pedido pequeno tenha sido ou não
- 7:33planejada, seu efeito foi o mesmo funcionou.
- 7:36Por conta dessa eficácia, a técnica da rejeição seguida de
- 7:40recuo pode ser usada de propósito por certas pessoas
- 7:43para obterem o que querem. Primeiro, vamos examinar seu
- 7:46emprego como um dispositivo confiável de persuasão.
- 7:49Depois veremos como ela já vem sendo usada.
- 7:52Por fim, abordaremos 2 características pouco conhecidas
- 7:55dessa técnica que a tornam uma das uma das táticas de
- 7:58convencimento mais influentes. Lembrem se de que, após meu
- 8:03encontro com o Escoteiro, reuni meus auxiliares de pesquisa para
- 8:06tentar entender o que havia acontecido comigo.
- 8:08Projetamos um experimento para testar a eficiência do
- 8:10procedimento de passar para um pedido desejado depois da recusa
- 8:14a um pedido preliminar maior no primeiro objetivo.
- 8:18Nosso primeiro objetivo, perdão, era ver.
- 8:20Se o procedimento funcionava com outras pessoas além de mim, não
- 8:23há dúvida de que a tática foi eficaz comigo naquele dia.
- 8:26Mas tem um histórico de ser facilmente convencido.
- 8:31Portanto, a pergunta continuou sendo a técnica da rejeição
- 8:33seguida de recuo funciona em um número suficiente de pessoas
- 8:36para torná LA 1 procedimento útil da obtenção de
- 8:39consentimento? Em caso positivo, seria bom
- 8:42ficar de olho nela no futuro. Nossa segunda razão para
- 8:45realizar o estudo era determinar o poder dessa técnica como
- 8:47dispositivo de persuasão. Ela seria capaz de obter a
- 8:50anuência a um pedido realmente grande.
- 8:52Em outras palavras, o pedido menor para o qual o solicitante
- 8:56recuou tinha que ser necessariamente um pedido
- 8:58pequeno. Se nossa conclusão sobre a causa
- 9:01da eficácia da técnica estivesse correta, o segundo pedido não
- 9:04precisaria ser de fato pequeno, precisava apenas ser menor do
- 9:08que o pedido inicial. Suspeitávamos que o aspecto mais
- 9:11relevante quando um solicitante recuava de um favor maior para o
- 9:14menor era sua aparente concessão concessão.
- 9:18Logo, o segundo pedido poderia ser objetivamente grande, desde
- 9:21que fosse menor que o primeiro, porque a técnica para que a
- 9:25técnica continuasse funcionando. Então, basicamente aqui na
- 9:29primeira etapa, ele está explicando nessa questão
- 9:31recíproca das concessões e a concessão seguida de recuo é
- 9:35quando você torna intencional o uso e aplicação dessa coisa.
- 9:38E tem 2 desdobramentos que já já a gente chega neles.
- 9:42Após certa reflexão, decidimos testar a técnica com o pedido
- 9:45que achamos que poucas pessoas concordariam em satisfazer.
- 9:48Fingindo nos de representantes do programa municipal de
- 9:51aconselhamento aos jovens, abordamos estudantes
- 9:53universitários no campus e perguntamos se estariam
- 9:55dispostos a acompanhar um grupo de delinquentes juvenis a um
- 9:59passeio no zoológico. A ideia de ser responsável por
- 10:02um grupo de menores infratores de idade desconhecidos durante
- 10:05horas no local público, sem receber pagamento, não parecia
- 10:07muito atraente para aqueles estudantes, como esperávamos.
- 10:11A grande maioria, 83%, recusou. Ainda teve uns 17% que.
- 10:17Tinha um coração mole, né? É?
- 10:20No entanto, obtivemos resultados bem diferentes de uma amostra
- 10:22semelhante de estudantes universitários quando fizermos a
- 10:24mesma pergunta com uma diferença, antes de convidarmos
- 10:27os universitários a servirem de acompanhamentos, não de
- 10:30acompanhantes não remunerados em um passeio ao zoológico, pedimos
- 10:33um favor ainda maior, que passassem 2 horas por semana
- 10:36como orientadores de menores infratores durante no mínimo 2
- 10:39anos. Somente depois que recusaram
- 10:42esse pedido e aí 100% deles recusaram esse pedido.
- 10:46Que fizemos o pedido menor do passeio ao zoológico.
- 10:49Ao apresentar o passeio como um recuo do nosso pedido inicial,
- 10:54nosso índice de sucesso aumentou substancialmente o triplo dos
- 10:58estudantes abordados. Dessa forma, se ofereceu para
- 11:00servir de acompanhamento ao zoológico.
- 11:02E aí tem uma pesquisa que o próprio celdine está envolvido
- 11:04aqui, onde ele que ele faz referência aqui esteja certo de
- 11:09que qualquer estratégia capaz de triplicar a porcentagem de
- 11:13consentimento a um pedido substancial.
- 11:15De 175050 por cento de nosso experimento será muito usada
- 11:18numa variedade de cenários corriqueiros.
- 11:21Negociadores sindicais, por exemplo, costumam recorrer à
- 11:24tática de fazer exigências extremas que não esperam obter,
- 11:28mas das quais possam recuar para extrair concessões realistas do
- 11:31outro lado da mesa. Aparentemente, esse procedimento
- 11:34seria mais eficaz quanto maior o pedido inicial, já que haveria
- 11:38mais margem disponível para concessões ilusórias.
- 11:41Mas isso é verdade e até certo ponto.
- 11:43Então, 2 coisas que eu gosto aqui é.
- 11:45O termo concessões ilusórias porque na verdade é uma
- 11:47concessão, mas que está me levando a um ponto que já que
- 11:50ele está e o que ele vai começar a falar em seguida, que está
- 11:52marcado aqui, na minha leitura, que é isso só é verdade até
- 11:56certo ponto, então tem limites, né?
- 11:58O que é que isso quer dizer? Pesquisas realizadas na
- 12:01universidade bar Island, em Israel, sobre a técnica da
- 12:04rejeição da rejeição seguida de recuo mostram que, se o primeiro
- 12:07conjunto de exigências é extremo a ponto de parecer absurdo, a
- 12:12tática falha nesses casos. Quem fez o pedido extremo
- 12:16inicial é visto como negociador agindo de má fé.
- 12:18Qualquer recurso subsequente àquela posição inicial e real
- 12:22não é considerado uma concessão genuína e, portanto, não é
- 12:25retribuído. O negociador realmente é hábil,
- 12:28então é aquele cuja posição inicial é exagerada apenas o
- 12:32suficiente para permitir uma série de pequenas concessões
- 12:37recíprocas e contrapropostas que irá gerar uma oferta final
- 12:41desejável pelo oponente. E aí tem uma pesquisa aqui que
- 12:44fala disso aqui também, que ele menciona.
- 12:47Presenciei outra forma da técnica da rejeição seguida de
- 12:49recuo em minha observação das vendas porta porta, inclusive
- 12:52daqui que ele tira o nome da técnica porta na cara.
- 12:57As empresas usavam uma versão menos elaborada e mais
- 13:00oportunista da tática, né? Claro que o objetivo mais
- 13:04importante para um vendedor de porta em porta é efetuar uma
- 13:06venda, mas os programas de treinamento de cada uma das
- 13:09empresas que investiguei, enfatizavam que.
- 13:12Uma segunda meta importante era fazer com que os compradores
- 13:16indicassem amigos, parentes ou vizinhos que o vendedor pudesse
- 13:19procurar. Por uma variedade de razões que
- 13:22discutiremos no capítulo 5. A porcentagem de vendas bem
- 13:25sucedidas de porta e porta aumenta substancialmente quando
- 13:28o vendedor consegue mencionar o nome de um conhecido que indicou
- 13:31a visita. Quando realizei os treinamentos
- 13:33para esse tipo de venda, nunca me disseram para fazer com que
- 13:35minha oferta fosse recusada, para eu poder então recuar a um
- 13:39pedido de indicações. Mas em vários desses programas,
- 13:42fui instruído a tirar vantagem da oportunidade de conseguir
- 13:45indicações oferecida pela recusa de compra de um cliente.
- 13:51E a cop, né OOO texto é mais ou menos o seguinte, abre aspas,
- 13:54bom, se você acha que uma boa enciclopédia não serve, não lhe
- 13:57serve no momento, talvez possa me ajudar indicando nomes de
- 14:00outras pessoas que queiram aproveitar a ótima oferta da
- 14:03nossa empresa. Quem você indicaria?
- 14:06Então, isso é é um recuo, né? Uma concessão.
- 14:11Eu fiz uma oferta de um ingresso do cinema de 5 USD, eu faço uma
- 14:15oferta de uma enciclopédia DeX dólares, não, não vira.
- 14:18Tudo bem, que tal então nos apoiar desta outra forma?
- 14:222 barrinhas de chocolate, 2 USD menor do que 5 não precisa
- 14:26envolver muito tempo, não tem que que ir pro pro zoológico,
- 14:30não pro circo no final de semana e aqui é tudo bem, então você
- 14:34não compra a enciclopédia. Que tal você me ajudar aqui com
- 14:37outras pessoas que possam poder aproveitar aqui?
- 14:39Quem você me indicaria, né? Então, esse paralelo que está
- 14:41fazendo muitos indivíduos que normalmente não sujeitariam os
- 14:45seus amigos a isso concordam em fornecer as indicações quando o
- 14:49pedido é apresentado como uma concessão em relação a uma
- 14:52solicitação de compra que acabou de ser recusada.
- 14:57Concessões recíprocas, contraste perceptivo e o mistério de
- 15:02watergate, né? Essa parte ela.
- 15:05Mais interessante para americanos que viveram a
- 15:08história do wargape, né? Mas vamos lá, a gente vai
- 15:11conseguir acompanhar concessões recíprocas, é importante.
- 15:14Contraste perceptivo é extremamente importante.
- 15:16Vamos, vamos chegar neles. Já discutimos o motivo para o
- 15:19sucesso da técnica da rejeição seguida de recuo, sua
- 15:22incorporação da regra da reciprocidade.
- 15:25Essa estratégia de pedido maior seguido de um menor, é eficaz
- 15:28também por vários outros motivos.
- 15:30O primeiro envolve o princípio do contraste perceptivo que
- 15:33vimos no capítulo um. Esse princípio explicava, entre
- 15:35outras coisas, a tendência de um homem gastar mais dinheiro no
- 15:38suéter após após ter comprado um terno.
- 15:42Depois de ter. Depois de ser exposto ao preço
- 15:45do artigo mais caro. O preço do artigo menos caro
- 15:48parece menor em comparação, né? Ele até deu o exemplo do balde
- 15:54d'água. Quem leu conosco aqui vai
- 15:55lembrar. Do mesmo modo, o procedimento do
- 15:58pedido maior seguido do menor, use o princípio do contraste
- 16:01para fazer com que este pareça ainda menor em comparação com o
- 16:04primeiro. Se eu quero que você me empreste
- 16:065 USD, posso fazer um pedido parecer?
- 16:09Posso fazer o pedido dos 5 parecer menor, pedindo antes que
- 16:13você me empreste 10 USD. Uma das virtudes dessa tática é
- 16:17que ao pedir 10 USD e depois recuar para 5 USD, terei
- 16:21simultaneamente envolvido a força da regra da reprocidade e
- 16:24o princípio do contraste. Não apenas meu pedido de 5 USD
- 16:28será visto como uma concessão a ser retribuída, como também
- 16:30parecerá um pedido menor do que se eu tivesse pedido 5 de cada.
- 16:35Então o que ele está falando aqui, que tem 2 coisas, é ao
- 16:39aplicar essa técnica, não é só o invocar da regra da
- 16:43reciprocidade, porque a concessão é vista como um favor
- 16:47que deve ser retribuído ao considerar a hipótese de
- 16:51retribuir quem quer que tenha recebido esse favor.
- 16:54Vai ver o tamanho do favor como um favor que parece menor,
- 16:58porque a percepção, dado o contraste, faz com que ele seja
- 17:02visto dessa forma, né? Então isso aqui talvez seria um
- 17:05bom resumo aqui do que o celdine está nos apresentando.
- 17:09Bem combinadas, as influências da reciprocidade e do contraste
- 17:12perceptivo podem representar uma força poderosa, né?
- 17:16E aí tem um trechinho aqui que eu vou pular porque ele fala de
- 17:19um de um. Capítulo específico da história
- 17:22política Americana, né? Mas vem prum tópico aqui
- 17:25importante que é o azar é todo seu.
- 17:27O que é que ele quer dizer com isso?
- 17:29Anteriormente, dissemos que a técnica da rejeição seguida de
- 17:32recuo tinha, além da regra da reciprocidade, 2 outros fatores
- 17:35agindo a seu favor. Já discutimos o primeiro deles,
- 17:39o princípio do contraste perceptivo.
- 17:41A vantagem adicional da técnica não é realmente um princípio
- 17:44psicológico, como no caso dos outros 2 fatores.
- 17:46Em vez disso, é um aspecto mais estrutural da sequência do
- 17:49pedido. Digamos mais uma vez que quero
- 17:52lhe pedir 5 USD emprestados, começando por um pedido de 10.
- 17:56Só posso sair ganhando se você concordar, terei recebido de
- 17:58você o dobro do que me satisfaria.
- 18:01Se, por outro lado, você recusar o meu pedido inicial, poderei
- 18:04recuar para o favor de 5 USD que eu desejava de saída.
- 18:07E graças aos princípios da reciprocidade e do contraste,
- 18:10vou aumentar bastante as minhas chances de sucesso das 2 formas,
- 18:14eu me eu me benefício. Dadas as vantagens da técnica da
- 18:18rejeição seguida de recuo, pode se pensar que talvez haja alguma
- 18:22desvantagem substancial. As vítimas da estratégia podiam
- 18:28se ressentir por terem sido induzidas à anuência.
- 18:33O ressentimento pode se manifestar de várias maneiras.
- 18:37Primeiro, a vítima pode decidir não honrar o acordo verbal feito
- 18:40com o solicitante. Segundo a vítima pode passar a
- 18:43desconfiar do solicitante manipulador, decidiu nunca mais
- 18:46lidar com tal pessoa. Se algum desses acontecimentos
- 18:50ou ambos ocorressem com certa frequência, o solicitante
- 18:53pensaria 2 vezes antes de aplicar o procedimento da
- 18:57rejeição seguida de recuo. Mas as as pesquisas indicam que
- 19:01quando a técnica da rejeição seguida de recuo é usada, essas
- 19:06reações das vítimas não ocorrem com mais frequência de forma
- 19:09espantosa. Parece que ocorrem com menos
- 19:13frequência. Antes de tentarmos entender o
- 19:15porquê, vamos examinar os indícios.
- 19:19É, vou seguir a leitura aqui antes de refletir, e aí no temos
- 19:24um caminho no final do capítulo, né?
- 19:25Bruno, não. E aí a gente faz uma reflexão
- 19:28geral aqui, quando chegar no final, veja só, aceito doar
- 19:35sangue. E pode pedir de novo se é outro
- 19:38subtópico. Ele já começa mencionando um
- 19:40estudo publicado no Canadá que diz que havia ali o objetivo de
- 19:45questionar o seguinte aspeto, uma vítima da técnica da
- 19:48rejeição seguida de recuo, honrará o acordo de prestar ao
- 19:51solicitante um segundo favor, além de registrar se os alvos
- 19:55disseram sim ou não ao pedido. Como, por exemplo, trabalhar
- 19:59como voluntário no passeio do zoológico.
- 20:02Esse experimento também registrou se eles apareceram
- 20:05depois para prestar os favores prometidos.
- 20:07Como sempre, o procedimento de começar com um pedido maior 2
- 20:11horas semanais de trabalho voluntário, por exemplo,
- 20:14produziu mais concordância verbal ao recuo para o pedido
- 20:19menor do que o procedimento de fazer o pedido menor sozinho,
- 20:24né? Passamos por isso.
- 20:26O resultado importante, porém, envolveu a taxa de
- 20:29comparecimento dos que se apresentaram como voluntários de
- 20:32fato e, de novo, o procedimento da rejeição seguida do recuo foi
- 20:36o mais eficaz, 85% de presença versus 50.
- 20:41Um experimento diferente examinou se a sequência da
- 20:44rejeição seguida de recuo fez com que as vítimas se sentissem
- 20:48manipuladas a ponto de recusarem quaisquer pedidos novos.
- 20:52Nesse estudo aí ele menciona o estudo que o próprio saldine fez
- 20:56parte. Os alvos foram estudantes
- 20:58universitários a quem se pediu que colaborassem com a campanha
- 21:01anual de doação de sangue no campus.
- 21:04Os alvos de um grupo receberam um pedido de doar sangue a cada
- 21:076 semanas por no mínimo 3 anos. Os outros alvos se pediu que
- 21:13doassem sangue uma única vez aos 2.
- 21:15Grupos que concordaram apareceram no centro de
- 21:18Hematologia. Foi solicitado depois que
- 21:20informassem seus telefones para que pudessem ser convocados para
- 21:22futuras doações. Quase todos os estudantes que
- 21:25iam doar sangue como resultado da técnica da rejeição seguida
- 21:28de recuo concordaram em doar novamente 84% deles, ao passo
- 21:33que menos da metade dos outros estudantes que compareceram ao
- 21:35centro de dermatologia concordaram. 43 ou seja, mesmo
- 21:39para favores futuros, a estratégia da rejeição seguida
- 21:43de recursos mostrou superior. Tudo isso sempre respeitando
- 21:46aquele limite, né? Se você faz um primeiro pedido
- 21:48muito Exagerado, isso é mal visto e aí nada mais tende a
- 21:52funcionar. Os agradáveis efeitos
- 21:55colaterais. O estranho é que parece que a
- 21:59técnica da rejeição seguida recuo, além de incitar as
- 22:02pessoas a concordarem com o pedido, na verdade faz com que
- 22:05cumpram a promessa de satisfazê lo e finalmente se
- 22:08disponibilizem para novas solicitações.
- 22:10De que forma essa técnica torna as pessoas tão passíveis de
- 22:13continuarem cooperando para obtermos uma resposta?
- 22:17Poderemos examinar o ato de concessão do solicitante que
- 22:20está no núcleo do procedimento. Já vimos que, desde que não seja
- 22:24vista como um truque óbvio, a concessão provavelmente
- 22:27estimulará outra concessão em retribuição.
- 22:31O que ainda não examinamos, porém, são 2 subprodutos
- 22:35positivos pouco conhecidos do ato de concessão, que primeiro,
- 22:40é a sensação de maior responsabilidade pelo acordo e,
- 22:43segundo, a de maior satisfação com ele.
- 22:47É este conjunto de agradáveis efeitos colaterais que permite
- 22:50que a técnica faça as vítimas. Sempre que ele fala vítima aqui
- 22:53vamos dar um desconto, né? É cumprirem seus acordos e se
- 22:58envolverem em outros semelhantes, né?
- 23:00É sensação de maior responsabilidade, porque eu
- 23:03aceitei fazer algo menor do que o pedido original, e a sensação
- 23:08de maior satisfação é porque eu tenho de fato a sensação, não é
- 23:11porque o contraste é perceptível, mas eu tenho essa
- 23:14percepção de que fiz 11 negócio melhor.
- 23:17Né? Então eu faço, mesmo que seja um
- 23:20favor com mais satisfação. Signo, a leitura.
- 23:24Os efeitos colaterais desejáveis de fazer concessões durante uma
- 23:27internação com outras pessoas são evidenciados nos estúdios de
- 23:30como as pessoas pechincham. Tá certo?
- 23:33Isso aqui não pechincham um experimento, e ele menciona, o
- 23:37experimento aqui, conduzido por psicólogos sociais da
- 23:39universidade da Califórnia, oferece uma demonstração
- 23:42bastante adequada. Um voluntário foi instruído a
- 23:45negociar com o oponente a divisão entre eles de certa
- 23:47quantia de dinheiro fornecida pelos pesquisadores.
- 23:50Ele foi também informado de que se os 2 não chegassem a um
- 23:53acordo mútuo após o período de negociação, ninguém receberia
- 23:57valor algum. Sem que o voluntário soubesse, o
- 24:00oponente era na verdade um auxiliar da pesquisa que havia
- 24:03sido previamente orientado a negociar de 3 maneiras com
- 24:07alguns dos voluntários. O oponente fazia uma exigência
- 24:09inicial Extrema. Atribuindo quase todo o dinheiro
- 24:12a si mesmo e persistindo naquela posição durante as negociações
- 24:15com outro grupo, o oponente começava com a exigência
- 24:18moderadamente favorável a si mesmo.
- 24:20Ele também se recusava a mudar de posição durante as
- 24:22negociações. Com um terceiro grupo, o
- 24:24oponente começava com a exigência Extrema e depois
- 24:27recuava aos poucos para uma moderada.
- 24:29No decorrer da negociação, 3 constatações importantes
- 24:32ajudaram a entender porque a técnica da rejeição seguida de
- 24:35recuo é tão eficaz. A primeira foi que, em
- 24:39comparação com as 2 outras abordagens, a estratégia de
- 24:43começar com a exigência Extrema e depois recuar para uma mais
- 24:46moderada foi a que mais dinheiro gerou para quem a empregou.
- 24:49Esse resultado não é muito surpreendente, à luz dos
- 24:52indícios que vimos do poder das táticas de pedido maior seguido
- 24:55de um menor para obter acordos rentáveis.
- 24:58São as 2 constatações adicionais do estudo que mais impressionam.
- 25:03Primeira responsabilidade. A concessão do solicitante
- 25:08dentro da técnica da rejeição seguida de recuo, além de levar
- 25:12os alvos a dizerem sim com mais frequência, também faz com que
- 25:15eles se sintam ou se sentissem mais responsáveis por haverem
- 25:20determinado o acordo final. Desse modo, a capacidade incomum
- 25:25da técnica de fazer seus alvos cumprirem seus compromissos se
- 25:28torna compreensível. A pessoa que se sente
- 25:30responsável pelas cláusulas de um contrato fica mais inclinada
- 25:33a cumprir aquele contrato. Extremamente verdadeiro é e
- 25:41apontado aqui a partir desses experimentos, né?
- 25:43Então a coisa é a responsabilidade e a satisfação.
- 25:46É, vamos lá? Embora em média, tenham dado
- 25:49mais dinheiro ao oponente que usou a estratégia das
- 25:52concessões, os voluntários alvos dessa estratégia foram dessa
- 25:57dessa estratégia, foram os mais satisfeitos com o acordo final.
- 26:01Parece que um compromisso forjado por meio das concessões
- 26:04do oponente é bastante satisfatório.
- 26:06Com isso em mente, podemos começar a explicar a segunda
- 26:09característica da técnica da rejeição seguida de recuo, a
- 26:13intrigante capacidade de levar suas vítimas a concordar com
- 26:16novos pedidos. Como a tática usa uma concessão
- 26:20para obter o consentimento. Como resultado, a vítima tende a
- 26:24se sentir mais satisfeita com o acordo com o acordo.
- 26:27É lógico que pessoas satisfeitas estão mais predispostas a
- 26:31aceitar acordos semelhantes. Como mostrou um estudo de vendas
- 26:34varejistas, sentir se responsável por obter um acordo
- 26:37melhor levou à satisfação maior com o processo e com e a mais,
- 26:44como mostrou um estudo de vendas varejistas, sentir se
- 26:47responsável por obter um acordo melhor levou a uma satisfação
- 26:51maior com o processo e a mais recompras.
- 26:55Do produto. E ele menciona uma pesquisa aqui
- 26:57que fala sobre isso. Com isso, brunão, chegamos no
- 26:59final aqui do capítulo, onde ele fala um pouco de técnicas de
- 27:03defesa, técnicas de defesa. Quer tocar essa leitura aqui?
- 27:07Vamos simbora falar agora sobre defesa ante um solicitante que
- 27:10emprega a regra da reciprocidade?
- 27:12Você e eu enfrentamos um inimigo poderoso ao nos apresentar um
- 27:15favor inicial ou uma concessão inicial, ele terá mobilizado um
- 27:19forte aliado na campanha por nosso consentimento.
- 27:22A primeira vista, nossa sorte numa situação desse tipo
- 27:24pareceria desoladora. Poderíamos satisfazer o seu
- 27:27desejo e com isso, sucumbir a regra da reciprocidade?
- 27:31Ou poderíamos nos recusar a concordar, sofrendo o impacto da
- 27:34regra sobre nossos sentimentos profundamente condicionados de
- 27:37justiça e obrigação render se ou sofrer Fortes baixas?
- 27:41São perspectivas nada animadoras.
- 27:44Felizmente, essas não são nossas únicas opções com a compreensão
- 27:48apropriada da natureza do nosso oponente.
- 27:50Podemos sair do campo de Batalha, da persuasão, incólumes
- 27:54e às vezes até em melhores condições do que antes.
- 27:57É essencial reconhecer que o solicitante que invoca a regra
- 28:00da reciprocidade ou qualquer outra arma de influência para
- 28:04nos convencer não é o verdadeiro oponente.
- 28:06Ele só optou por se tornar um lutador de Jiu Jitsu que se
- 28:09alinha com o poder arrebatador da reciprocidade e depois libera
- 28:13esse poder a oferecer um primeiro favor ou concessão.
- 28:17O verdadeiro oponente é a regra. Se não quisermos sofrer seu
- 28:20abuso, precisamos tomar medidas para neutralizar sua energia.
- 28:24Rejeitando a regra eu tenho uma de campo de Batalha, tá?
- 28:27Eu vou, eu vou ler essa aqui rejeitando a regra, ou seja,
- 28:29como é que você faz para rejeitar a regra?
- 28:32E é legal esse conceito de que é o oponente não é Oo inimigo, ele
- 28:37usa esse esses termos, né? Porque é, é, enfim, é a forma
- 28:42dele de explicar. EE, ele tá nessa analogia com o
- 28:44Jiu Jitsu, né? Mas o que ele está dizendo aqui
- 28:47é que, na verdade, o seu inimigo aqui não é outra pessoa, né?
- 28:50É a regra em si, então você tem que neutralizar a regra, né,
- 28:53para que você não carregue essa pressão de devolver.
- 28:56Se não é, é o seu objetivo, então o que eles chamam de
- 28:59estratégia de defesa, então veja só, rejeitando a regra, como
- 29:03fazer para neutralizar o efeito de uma regra social como a da
- 29:06reciprocidade? Uma vez ativada, ela parece
- 29:08generalizada demais para escapar e forte mais para dominarmos.
- 29:12Talvez a resposta seja impossibilitar a sua ativação.
- 29:14Talvez possamos evitar um confronto com a regra, impedindo
- 29:17que o solicitante mobilize sua força contra nós desde o
- 29:19princípio. Ou podemos evitar o problema
- 29:21rejeitando o favor inicial do solicitante ou suas concessões.
- 29:26Para conosco, talvez sim, talvez não.
- 29:28Rejeitar sempre a oferta de um favor ou sacrifício inicial do
- 29:32solicitante funciona melhor na teoria do que na prática.
- 29:35O problema principal é que, quando inicialmente é
- 29:37apresentada, é difícil saber se a oferta é honesta ou se é o
- 29:41primeiro passo de uma tentativa de exploração.
- 29:44Se toda vez pressupomos o pior, não será possível receber os
- 29:48benefícios de qualquer favores ou concessões legítimas
- 29:50oferecidos por indivíduos sem nenhuma intenção de explorar a
- 29:53regra da reciprocidade. Fora que é difícil mapear isso
- 29:55no dia a dia, né? Você não fica assim, Hum, isso é
- 29:56um favor, isso é uma concessão, né?
- 29:59É o cara quando recebe lá coca, ele não, não, né?
- 30:02Tipo, no dia a dia você não é isso, tá no teu sistema
- 30:08automático, né? Você vai recebendo esses
- 30:10favores, enfim. Um colega lembra com ainda
- 30:13indignação como os sentimentos de sua filha, 10 anos, foram
- 30:17feridos por um homem cujo método para evitar as garras da regra
- 30:19da resposta cidade foi recusar a bondade da menina.
- 30:22As crianças da turma dela estavam promovendo uma festa
- 30:25para seus avós e a função da filha era oferecer uma flor a
- 30:28cada visitante que chegava à escola.
- 30:29Primeiro homem que ela abordou com a flor grunhiu fique com
- 30:33ela. Sem saber o que fazer, ela a
- 30:36estendeu de novo ao homem. Que perguntou o que teria que
- 30:39dar em troca, quando ela respondeu baixinho, nada é um
- 30:42presente, ele afetou com o olhar increto, reiterando o que
- 30:45conhecia bem aquele truque, e se afastou apressado.
- 30:49A menina ficou tão abalada com a experiência que não conseguiu
- 30:52abordar mais ninguém e teve que ser liberada de sua função que
- 30:54ela aguardara com tanto carinho. Fora que é isso, né?
- 30:58Tipo, acho que ele traz esse exemplo para mostrar que, pô,
- 31:00vai ser 11, cuzão, né? Se você não quiser receber uma
- 31:05gentileza de ninguém nunca, né? Então é é difícil na prática.
- 31:12E aí ele vem com a leitura, né? É difícil saber quem é o maior
- 31:14culpado, o homem insensível ou os exploradores que, de tanto
- 31:17abusar de sua tendência de retribuir a um presente, fizeram
- 31:20com que sua reação mudasse para uma recusa grosseira.
- 31:23Não importa quem você considere o mais culpado, a lição é clara,
- 31:26sempre encontraremos indivíduos generosos de verdade e, assim
- 31:29como muitas pessoas que tentam seguir honestamente a regra da
- 31:31reciprocidade, invés de explorá la.
- 31:34Elas, sem dúvida, se sentirão insultadas por alguém que
- 31:37rejeite seus esforços, e isso poderá resultar em atritos e
- 31:40isolamento social. Uma política de rejeição
- 31:43indiscriminada, portanto, parece desaconselhável.
- 31:47Outra solução parece mais promissora.
- 31:49Ela nos aconselha a aceitar as ofertas dos outros, mas apenas
- 31:53pelo que são, não pelo que simulam ser.
- 31:57Se alguém oferece um favor de boa fé, podemos muito bem aceitá
- 32:00Los. Aceitá lo, né?
- 32:02Aceitar o favor, reconhecendo o compromisso de retribui lo em
- 32:05algum momento no futuro, envolver se nesse tipo de acordo
- 32:08com outra pessoa não quer dizer ser explorado Por Ela por meio
- 32:10da regra da reciprocidade. Invés disso, significa
- 32:13participar de maneira positiva de uma rede honesta e de
- 32:15obrigações que também tem nos servido, tanto no nível
- 32:19individual quanto social, desde os primórdios da humanidade.
- 32:22No entanto, se o favor inicial se revela um mecanismo, um
- 32:25truque, um artifício, visando especificamente estimular a
- 32:28nossa anuência a um favor. É retribuidor maior.
- 32:32A história é bem diferente nesse caso, nosso parceiro não é um
- 32:35benfeitor, mas um aproveitador, e devemos reagir a ação
- 32:39exatamente da mesma forma, tendo concluído que a oferta inicial
- 32:42não se trata de um favor e se nenhuma tática de persuasão,
- 32:45precisamos apenas reagir de forma correspondente para nos
- 32:48livrarmos da sua influência. Na medida em que percebemos a má
- 32:51intenção, o ofertante não tem mais a regra da reciprocidade.
- 32:57É como aliada, a regra diz que favores devem ser retribuídos
- 33:00com favores, ela não exige que truques sejam retribuídos com
- 33:03favores. E aí você pode se questionar,
- 33:07né, tá, beleza, mas como é que eu vou identificar?
- 33:10Então vem aqui a continuação da leitura, que ele fala o
- 33:12seguinte, desmascarando o inimigo.
- 33:14Um exemplo prático pode tornar as coisas mais concretas.
- 33:17Vamos imaginar a seguinte história, uma mulher telefonou
- 33:19pra você um dia se apresentou como membro da associação de
- 33:21prevenção de incêndios domiciliares de sua cidade.
- 33:24Ela não perguntou se você estaria interessada em aprender
- 33:27sobre prevenção de incêndios, de incêndios domiciliares,
- 33:30verificar os riscos de incêndio em sua casa e receber um
- 33:33extintor de incêndio. Tudo de graça.
- 33:35Você se interessou por essas ofertas e marcou uma visita com
- 33:38o inspetor da associação. Quando ele chegou, entregou um
- 33:40pequeno extintor e começou a examinar possíveis riscos de
- 33:43incêndio na sua casa. Depois, passou algumas
- 33:46informações úteis, embora assustadoras, sobre os riscos de
- 33:49incêndio em geral. Além de uma avaliação de
- 33:52vulnerabilidade do seu imóvel. Por fim, sugeriu que você
- 33:55obtivesse um sistema de alarme de incêndio e partido.
- 33:59Esse conjunto de eventos não é implausível.
- 34:01Várias cidades Americanas possuem associações sem fins
- 34:04lucrativos, em geral formadas por bombeiros trabalhando no
- 34:07tempo livre, que oferecem esse tipo de inspeção tubicinear
- 34:09gratuita de prevenção a incêndios.
- 34:11Se fosse o caso, você teria recebido um favor do inspetor?
- 34:15De acordo com a regra da reciprocidade, estaria mais
- 34:18propenso a prestar um favor em retribuição.
- 34:20Se o vice necessitando de ajuda em algum momento futuro, uma
- 34:24troca de favores dessa espécie estaria, dentro da melhor
- 34:26tradição da regra da reciprocidade.
- 34:28Um conjunto semelhante de acontecimentos, mas com um final
- 34:32diferente também é possível. Em vez de partir.
- 34:35Após recomendar um sistema de alarme contra incêndio, o
- 34:38inspetor inicia uma apresentação de vendas para convencê lo a
- 34:42comprar um cara sistema de alarme acionado pelo.
- 34:45Calor fabricado pela empresa que ele representa.
- 34:48Empresas de alarme contra incêndio domiciliar com vendas
- 34:51de porta a porta costumam recorrer a essa abordagem
- 34:54normalmente. Seu produto, ainda que eficaz,
- 34:55estará com o preço Exagerado. Confiando que você não esteja
- 34:59familiarizado com o valor do mercado de um sistema desses e
- 35:03que você vai se sentir em dívida com a empresa que oferecer um
- 35:05instuitor e uma inspeção domiciliar grátis, esse essas
- 35:10empresas irão pressioná lo para uma venda imediata.
- 35:14Usando esse estratagema de informações e inspeção grátis,
- 35:18organizações de vendas de proteção contra incêndio tem
- 35:20florescido nos Estados Unidos. Pois bem, se você encontrasse
- 35:26uma numa situação dessas, se encontrasse numa situação dessas
- 35:30e percebesse que o motivo principal da visita do inspetor
- 35:32teria sido de vender um sistema de alarme dispendioso, sua
- 35:35próxima ação mais eficaz seria uma manobra simples e privada.
- 35:38O ato mental de redefinição. Defina aquilo que você recebeu
- 35:42do inspetor. É não como presente, mas como
- 35:45dispositivo de venda, e você estará livre para recusar a
- 35:48oferta de compra sem violar a regra da reciprocidade.
- 35:52Um favor. Ele até fala recusar ou aceitar,
- 35:55mas você não tá mais com peso ali de ter que dizer assim, né?
- 35:58Um favor, e não uma estratégia de vendas deve gerar outro
- 36:00favor. Se o inspetor reagir a sua
- 36:04recusa, pedindo que você faça ao menos que você, ao menos forneça
- 36:07nomes de alguns amigos para que ele possa visitar, volte a usar
- 36:11sua manobra mental. Reconheça esse tipo, esse recuo
- 36:14como um pedido menor. Reconheça esse recuo a um pedido
- 36:19menor como aquilo que realmente é uma tática de persuasão.
- 36:22Feito isso, não haverá pressão para fornecer os nomes como uma
- 36:25concessão e retribuição, já que o pedido reduzido não foi visto
- 36:28como uma concessão real. A essa altura, sem o estorvo de
- 36:32uma sensação inadequada de obrigação, você poderá de novo,
- 36:35cooperar ou não, conforme desejar.
- 36:37Se for sua vontade, você tem a possibilidade até de voltar a
- 36:40arma na influência contra o próprio inspetor.
- 36:43Lembre se de que, segundo a regra da reciprocidade, uma
- 36:47pessoa que agiu de certa maneira tem o direito tem direito a uma
- 36:50dose do mesmo remédio. Se você constatou que os
- 36:53presentes não foram usados como ofertas autênticas, eSIM para
- 36:56lucrar, poderá usá Los para obter lucro também.
- 36:59Simplesmente pegue o que o inspetor está disposto a
- 37:02oferecer, informações de segurança, instituto de seio,
- 37:05agradeça e dispense o. Afinal, a regra da reciprocidade
- 37:08afirma que, para que haja justiça, tentativas de
- 37:11exploração devem ser exploradas. O que é que eu gosto muito mais
- 37:15da abordagem do do do queiman, né?
- 37:19É nessa linha que aqui o que ele está dizendo é que se você
- 37:24perceber que a pessoa tem segundas intenções e é
- 37:27interessante até essa expressão aqui ao longo do livro, a gente
- 37:29vai ver, mas que a intenção não era legítima, né?
- 37:32De ajudar, não era um favor. É que tinha uma finalidade
- 37:37comercial e que ela tentou, de certa forma se aproveitar.
- 37:40Então você pode se liberar do peso, né?
- 37:42Porque o melhor resumo dele é que é é esse, ó.
- 37:45A regra diz que favores devem ser retribuídos com favores.
- 37:48Ela não exige que truques sejam retribuídos com favores.
- 37:53A grande questão é que é no dia a dia.
- 37:57É difícil pegar isso na hora, né?
- 38:02Então, Oo que me agrada mais é simplesmente o kenman.
- 38:07Ele fala o seguinte, eu não consigo fugir.
- 38:10É dos vieses, né? Mas eu dou um passo importante,
- 38:13que é perceber que eles estão ali.
- 38:15Então é até engraçado, porque recentemente eu vi 11 discussão,
- 38:21né? Na empresa que uma pessoa ela
- 38:24fez isso, ela fez um pedido, é como uma concessão seguida de um
- 38:28recuo. Então ela fez um pedido muito
- 38:30alto, certo? E as pessoas, porra, disse, é
- 38:33esse aqui, putz, esse aqui tá fora, né, velho?
- 38:35Ele tá. Então, já que isso aqui tá fora,
- 38:38ele fez um outro pedido que era muito alto, né?
- 38:41E uma das pessoas que tava tava participando dessa discussão,
- 38:44nessa que eu participei, só como como observador, É Ela, ela
- 38:48evidenciou a âncora, né? Então ela pegou e disse assim,
- 38:53cara, se tá colocando isso aqui como uma coisa menor, porque a
- 38:57gente tá comparando com aquela outra coisa ali.
- 39:00Né? Então a gente está se ancorando
- 39:02nisso aqui, mas na verdade esse pedido ele também é um pedido
- 39:05alto e por mim é um não, né? Então, o fato de você perceber
- 39:11ponto um, mas evidenciar pro teu interlocutor é é uma estratégia
- 39:15de defesa, né? Então é o aqui, a gente talvez
- 39:20não tenha um bom exemplo, né, porque eu vou pegar aqui a
- 39:22história da da Barrinha de chocolate, né?
- 39:24É, mas OOOO, não da Barrinha de chocolate.
- 39:29Que seria visto mais como uma coisa é, pô, ingrata, era um
- 39:34moleque, um Escoteiro, era mais pra ajudar ali, né?
- 39:36Mas tentando trazer como se o objetivo fosse dizer não pra
- 39:39Barrinha de chocolate, era cara. É nesse meu exemplo, né?
- 39:44É, é ruim o exemplo, porque o cara não vai conversar assim com
- 39:49um menino de 11 anos, né? Mas é, é assim.
- 39:52Isso aqui parece mais razoável, porque você está comparando com
- 39:55eu dedicar no sábado à noite e te entregar uma quantia maior,
- 39:59né? Mas é comprar as Barras de
- 40:02chocolate, pra mim também não funciona, até porque nem de
- 40:04chocolate eu gosto mais ou menos isso, né?
- 40:07Mas na prática isso funciona melhor como 1111 estratégia de
- 40:11defesa do que é tentar perceber a coisa.
- 40:15Quando é um truque, às vezes é muito difícil decifrar, né?
- 40:18Mapear se é um truque, se é legítimo ou não, né?
- 40:22É, se for muito legítimo é, é difícil, e se não for legítimo,
- 40:26e se for um truque? Mas a pessoa é muito treinada, é
- 40:28difícil igual, né? E nas relações, às vezes tem
- 40:31pouco espaço pra isso. Ficaria um inferno na nossa vida
- 40:35se a cada favor, se a cada concessão eu ficasse tentando
- 40:38supervisionar. Assim é um truque, se não é e
- 40:40tal, então particularmente pra mim funciona mais a evidência da
- 40:46coisa, né, pra tentar neutralizar esse pedido anterior
- 40:50do que essa. Quase como uma investigação que
- 40:54é sugerida pelo cealdini aqui no final, mas bem, vencemos o
- 40:58princípio persuasivo da reciprocidade.
- 41:01Engraçado que é, por exemplo, essa essa técnica de é entregar
- 41:1011111 brinde ou 11 agrado um presente, né?
- 41:17É. E depois voltar e entregar um
- 41:19presente maior. Isso é, é, é.
- 41:22Surte mais efeito, é uma coisa que eu achei que tava no livro e
- 41:24não tava, né? Lembra que eu dei o exemplo do
- 41:27garçom, like ele deu uma balinha 2 balinhas, depois ele volta,
- 41:29não, espera aí, vocês foram muito agradáveis e tal, vocês
- 41:33vocês merecem mais uma, pois explodia lá.
- 41:35A quantidade de gorjeta é, e uma outra coisa é a diferença entre
- 41:39presentes e recompensas, né? Então é, eu achei que isso tava
- 41:42nesse capítulo, talvez esteja em algum outro momento do livro,
- 41:45mas é o os presentes, ou seja, dar primeiro e não dar em troca,
- 41:50isso também aciona. É um amplificador da regra da o
- 41:55do princípio pessoas vivo da reciprocidade.
- 41:58Bruno Maia Soares seus comentários aqui pra gente
- 42:01fechar esse nosso episódio de hoje.
- 42:03Muito massa é vencermos o primeiro capítulo aqui, né?
- 42:05Sobre os princípios persoas vivos, é uma coisa que eu que eu
- 42:09acho legal assim, e eu estou. Eu estou mais atento agora, né?
- 42:12Com a leitura do livro, é tentar observar essas essas situações
- 42:15no nosso dia a dia, não como 111 é.
- 42:19Com o objetivo de tentar neutralizar ou tentar aplicar e
- 42:22tal. Mas apenas como um observador,
- 42:25né? Por exemplo, ontem eu eu eu vivi
- 42:28uma situação né, referente a reprocidade que eu a medida que
- 42:32a gente tava lendo aqui, eu tava lembrando e que foi um caso,
- 42:35enfim, natural assim do dia a dia, mas que eu consegui
- 42:38identificar ali EEE percebendo. E talvez, né?
- 42:41Isso sirva como um certo treinamento, né?
- 42:44Pra em alguma situação que a gente precisar de fato aplicar
- 42:46por alguma coisa muito importante pra nossa vida e tal,
- 42:48ou ou ou que alguém tá tentando, né?
- 42:50Nos influenciar, a gente vai conseguir perceber.
- 42:53É de uma maneira mais é mais sutil, né?
- 42:55Mais tranquila. Tem um lado aqui que quando fala
- 42:58do você vê que até as expressões, né?
- 43:00O oponente, o truque, o aproveitador, a persuasão e tal.
- 43:04Não sei o quê. Isso nos leva a uma
- 43:06interpretação que ele briga muito pra que não seja por aí,
- 43:09mas. A própria linguagem que se
- 43:11utiliza leva a esse tipo de percepção, né?
- 43:14É tentando mostrar o lado bom da da coisa.
- 43:17Tem aquela máxima, né, que é assim, pô, o cara fez uma
- 43:19doação, é, mas ele fez essa doação porque ele ele queria ser
- 43:27reconhecido pela doação. Então é válida essa doação,
- 43:32doação mesmo, certo? Grana para 111, instituição de
- 43:35Caridade, é, há quem diga que. A doação da pessoa que ela não
- 43:42quer, a divulgação disso, ela talvez seja uma doação mais
- 43:46nobre. Assim, no final do dia, se você
- 43:49perguntar para quem tá tocando O Abrigo, é, ela quer doação,
- 43:52velho. Então assim é se se o motivo que
- 43:58ou parte da decisão das pessoas que que vão doar é um
- 44:02reconhecimento social ou um reconhecimento espiritual, né?
- 44:06Porque às vezes tem isso, né? Pô, ó, papai do céu aqui ó, quer
- 44:08que seja. É a forma de comunicação aí, no
- 44:11que cada um acredita, pô, eu sou uma pessoa do bem, eu estou
- 44:14ajudando aqui, então, pô, me ajuda aqui também, né?
- 44:16Então, qualquer que seja esse diálogo interno, se isso é parte
- 44:20da decisão pra ajudar o próximo, tá valendo, né?
- 44:23Onde que eu tô querendo chegar? É às vezes essa pequena
- 44:27constatação de que é ao ajudar mais as pessoas, né, porque um
- 44:32favor no final do dia é isso, uma concessão, no final do dia
- 44:34é, isso, é, e você pode dar qualquer coisa, pode ser um
- 44:37presente, pode ser atenção, né? Inclusive nos é AA atenção
- 44:42sincera, é um acionador de reciprocidade.
- 44:46Mas bem, é qualquer qualquer coisa que você se você souber
- 44:51que que dar faz receber de alguma maneira, talvez isso te
- 44:56estimule a intencionalmente estar mais presente para o fato
- 45:02de dar, né? De ajudar.
- 45:05Então. Se isso é parte da tua decisão,
- 45:08que seja, né? Mas todos todos ganham, né?
- 45:11Tô tentando trazer aqui o lado bom da coisa pra sociedade, para
- 45:15as empresas e pra você como indivíduo EE é é quase como
- 45:21falar o seguinte, né? Entender de persuasão tem seu
- 45:25lado positivo também, tem seu lado positivo também, mas bem,
- 45:29um de 6, né? Brunão um de 6.
- 45:32E ainda vou deixar um presente aqui, um de 7, porque não tá no
- 45:35livro, mas tem 1/7, princípio persuasivo que lá no final a
- 45:38gente vai vai chegar nele. Mas estamos avançando.
- 45:42Muito obrigado pelo seu tempo. Temos mais um episódio ou não?
- 45:46Temos. Tem mais um episódio, só um
- 45:47detalhe, né? Esse episódio tá indo ao ar no
- 45:49dia 31 de dezembro, então feliz Ano-Novo aí pra você ir
- 45:51acompanhando. Coisa boa, coisa boa, e assim
- 45:55você tá recebendo aqui um conteúdo maravilhoso desse.
- 45:58Se você quiser retribuir, é só compartilhar o episódio em linha
- 46:02com o que a gente falou aqui. Que seja um se você estiver
- 46:05escutando em tempo, né? 112 1025 maravilhoso para você?
- 46:08Não. Obrigado aí.
- 46:10Mais 1 ano no clube do livro. Simbora.
- 46:12Seguindo aqui, a arma da persuasão a gente se encontra no
- 46:15próximo episódio, seja nesse próprio ano.
- 46:18No ano que vem. É para absorver mais conteúdo de
- 46:21influência a pessoasão em vendas com o Robert Children até o
- 46:23próximo episódio. Feliz Ano-Novo e tamo junto.