Latest / ED Podcast [@arthurdantaslemos] / COISA DE RICO #XXI - O LITÍGIO (CLUBE DO LIVRO)
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- 0:09Senhoras e Senhores, muito bom dia.
- 0:13Boa tarde, boa noite brunão. Eu estou lendo um livro chamado
- 0:17como avaliar sua vida? Como avaliar sua vida o título?
- 0:22Que eu jamais compraria. Mas foi recomendado por um por
- 0:27uma pessoa de muito respeito e muito estima meu velho.
- 0:31É um professor de Harvard meio low profile.
- 0:34Assim, tal caralho velho aconteceu um negócio.
- 0:37Fazia tempo que não acontecia comigo.
- 0:39Eu cheguei no quarto capítulo e disse assim, eu tenho que parar
- 0:42de ler. Eu preciso internalizar esses
- 0:46últimos 2 capítulos. E aí voltei no Kindle tem essa
- 0:50vantagem, não é compre seu Kindle caso você não tenha, aí
- 0:54eu fui naquele modo que as páginas dão zoom out Uhum, mas
- 0:57você consegue ler ainda o que você marcou?
- 0:59Aí eu fui só voltando nas minhas marcações assim, fantástico,
- 1:03bicho. Muito bom e serve para quem é
- 1:05empreendedor e serve para pensar na sua carreira também,
- 1:09inclusive um dos capítulos é que ele fala de planejamento.
- 1:15Fala de estratégia, ele é até um pouco mais focado na carreira,
- 1:19sim, mas para mim serviu muito enquanto enquanto empresário,
- 1:23bicho. Livraço, Livraço, mas vamos por
- 1:27coisa de rico, não é? Vamos.
- 1:28Para o coisa de rico, mas é é um ótimo assunto, não é leituras.
- 1:32Eu particularmente terminei a minha última, então estou à
- 1:34procura de um vou, vou olhar esse e estamos exclamando para o
- 1:36final do coisa de rico, então. Outra pauta aí para a gente
- 1:41discutir qual será o próximo. Qual será o próximo, né?
- 1:44Qual será o próximo rapaz? Eu estava conversando com com
- 1:48meu amigo consultor. Pai de 3 também é e é associado
- 1:57de expansão. Do é departners Jacinto Lanaz
- 2:03não é o rei, é de do Goiás e de Brasília, e ele falou um negócio
- 2:09interessante. Ele disse assim, pô, Arthur, eu
- 2:11tive uma reunião com ele. É lá por conta do departers, e
- 2:15ele disse assim, pô artuzão. Vi até que vocês acho que a
- 2:19gente deve ter mandado um abraço para ele.
- 2:21Alguma coisa assim porra aí eu vocês perguntam lá e tal e eu
- 2:25porra nunca interajo bicho, mas gosto para caralho.
- 2:28O negócio é que eu escuto sempre no trânsito.
- 2:32Então no trânsito, eu ponho EE no caso dele, pegando estrada
- 2:35assim, Eu Não. Eu Não paro para não é responder
- 2:37na hora comentar e tal, mas porra está devolvido o abraço e
- 2:40tal. Então para você que NOS ouve no
- 2:43trânsito e pô, não vou pedir para você interagir para não
- 2:46cometer um acidente, né? No máximo você coloca 5 estrelas
- 2:48ali para NOS avaliar, porque ajuda bastante, mas sinta-se
- 2:52também abraçado por nós. Podemos começar, então brunão.
- 2:56Vamos nessa para o litígio? O litígio.
- 3:00Vamos lá. O advogado pediu uma reunião
- 3:02presencial. Catarina deveria visitá-lo no
- 3:04escritório da faria Lima em dia e hora marcados com a planilha,
- 3:08com os gastos da família. Foi quando o esperado veio à
- 3:11tona gastos, mas Eu Não faço a menor ideia de quanto eu gasto
- 3:15assim, eu sei a vida que a gente leva, mas o dinheiro, dinheiro
- 3:19mesmo. Nunca pensei nisso, nunca pensei
- 3:22nisso, é muito bom, não é velho. Eu tinha parado para pensar
- 3:24nisso. Catarina jamais tinha falado de
- 3:27dinheiro com o marido e não fazia a menor ideia de quanto
- 3:30precisava para viver. Foi então que, seguindo o
- 3:33esquema Classificatório em jogo na sociedade brasileira, Luiz
- 3:37Felipe pediu uma planilha com 2 colunas de valores.
- 3:42De um lado, os hábitos da família do outro, a rotina NOS
- 3:46gastos rotineiros. Catarina colocou o condomínio a
- 3:49Internet ATVA cabo mensalidade do clube, a escola dos filhos,
- 3:52comida, supermercado e hortifruti, gastos com
- 3:54vestuário, academia, personal trainer, cursos extrair
- 3:57extracurriculares às 4 empregadas, o cozinheiro, os 2
- 4:01motoristas, custos trabalhistas, dentista, plano de saúde,
- 4:04nutricionista, combustível, remédio, manutenção da casa,
- 4:06troca anual dos carros e impostos.
- 4:08IPVAIPTUINSS dos empregados, entre outros.
- 4:12Corri com o olho para o valor total 156.
- 4:19É porque? Está sendo um ponto aqui para
- 4:22você também 156000 BRL por mês, um pouco mais de 111 salários
- 4:26mínimos mensalmente em valores de 2024, os custos variáveis se
- 4:31resumiam a gastos com saúde, seguro dos carros, reserva
- 4:35financeira para viagem dos filhos, uma estimativa de 80000
- 4:38BRL de custo para cada ano, matrículas escolares, manutenção
- 4:43dos carros e eventuais multas presentes de aniversário para
- 4:45amigos. De gratificação para professoras
- 4:48materiais escolar, etcétera. A previsão girava por volta de
- 4:51um pagamento extra a ser feito no mês de Janeiro de cada ano,
- 4:55no valor de 193000. Como o advogado me mostrou?
- 4:59Sem nenhuma dificuldade, Catarina conseguiu elencar os
- 5:02hábitos de consumo da família, fez a estimativa de custo e
- 5:05chegou à conclusão de que precisaria de 2000000 de reais
- 5:08por ano para facilitar a vida do ex-marido, Topava parcelas de
- 5:12174000 sem os impostos para garantir o básico a ela e a seus
- 5:17rebentos. Quando o ex marido recebeu a
- 5:19primeira notificação extrajudicial com a planilha de
- 5:22gastos da família, ele pirou. Ligou para a ex mulher, ligou
- 5:28para o ex sogro e para Luiz Felipe.
- 5:31Não resolveu tanto um quanto o outro, falava uma língua
- 5:35diferente da dele. Catarina insistia que tinha
- 5:37pedido apenas o basco, o necessário para garantir uma
- 5:40vida boa, com conforto a ela e aos filhos.
- 5:44O ex-marido dizia que, apesar da rede de restaurantes de sucesso
- 5:49espalhados pelo pela capital paulistana, não tinha como
- 5:52bancar os luxos da herdeira. O conflito escalou era luxo.
- 5:57O conforto ou o mínimo? Joan dejean, historiadora
- 6:02francesa em um século, o século do conforto quanto os
- 6:06parisienses descobriram o casual e criaram o lar moderno.
- 6:12Neste livro NOS conta a história da categoria.
- 6:15A autora faz uma genealogia do termo e revela que a palavra
- 6:18caiu na boca dos franceses só a partir de 1670, quando o
- 6:21Adjetivo Comed Commodo e o substantivo Commodity
- 6:26commodidade começaram a dar conta de tudo aquilo capaz de.
- 6:31Mover o bem-estar abre aspas pela primeira vez.
- 6:34Havia clientes dispostos a gastar qualquer quantia para
- 6:37comprar conforto. A partir dali, as elites
- 6:42passaram a acreditar que o desfrute de uma vida com
- 6:44bem-estar, com certa informalidade e conforto era a
- 6:48chave do sucesso cotidiano. O apetite por gastar apenas por
- 6:52gastar e por criar em torno de si uma atmosfera de Esplendor
- 6:57para obtenção de status ficou para trás.
- 7:00Dali em diante interessava as elites tornar a vida diária mais
- 7:05prazerosa e agradável. O conforto se tornara o grande
- 7:08luxo com a disseminação da ideologia do conforto.
- 7:12Só interessava o simples, mesmo que custasse caro.
- 7:17O básico suficiente para gozar dos prazeres cotidianos e
- 7:20funcionou. Era engraçado quanto meus
- 7:23entrevistados se apressavam para enfatizar a maneira simples como
- 7:26levavam a vida uma mansão de frente para a praia, para uma
- 7:29praia deserta em Trancoso. Era simples tudo de que
- 7:32precisavam os bons lençóis com milhares de fios de algodão
- 7:36egípcio, também copos de cristal, móveis de design e
- 7:39iluminação indireta, pensada por um escritório de arquitetura.
- 7:42Paredes, recém-pintadas quadros de artistas famosos e banheiro
- 7:45de mármore conformavam esse padrão de vida.
- 7:49Mais sem exagero ter conforto é ter dinheiro para comprar as
- 7:53coisas de rico. Tem até um meme, né?
- 7:56Que é feliz no simples. Bem, a vida simples, boa com
- 8:00conforto é a maneira como os ricos brasileiros se auto
- 8:03identificam, se posicionam dentro da estrutura social.
- 8:06É como se eles reivindicam. É como eles reivindicam os
- 8:11vínculos de pertencimento com os extratos superiores.
- 8:15Catarina só desejava se manter por lá no topo.
- 8:17O conflito em torno dos gastos se agravou por um esquecimento
- 8:20bobo da herdeira. Ela não pusera a troca das
- 8:23próteses de silicone na lista de gastos.
- 8:26E quem vai pagar a troca dos meus peitos?
- 8:28Depois de amamentar os 3 filhos muito antes da separação,
- 8:31Catarina ficou insatisfeita com o volume dos seios.
- 8:35O Stick puxa da amamentação, causara uma flacidez que
- 8:37atrapalhava a sua autoestima e, por consequência, a vida sexual
- 8:41do casal. Com medo, ela postergou a entrar
- 8:44na faca, mas a pedido do marido, deitou se na mesa gelada da sala
- 8:49de cirurgia e saiu com uma bola de 300 ml em cada peito.
- 8:54Certos de que teriam muito tempo pela frente juntos.
- 8:58Ninguém se preocupou com a troca rotineira das próteses recém
- 9:02separados. A pergunta se impôs como uma
- 9:04bigorna de desenho animado na cabeça do casal.
- 9:07Quem vai pagar pelos custos da cirurgia?
- 9:09Deu em mais uma notificação extrajudicial.
- 9:12O argumento era simples, o desejo do ex-marido havia criado
- 9:17um passivo. Assim sendo, Henrique deveria
- 9:21ser responsável financeiro pelas sucessivas substituições até a
- 9:25morte da ex mulher, uma obrigação vitalícia.
- 9:29Os defensores de Henrique reafirmavam que se Catarina não
- 9:33pudesse arcar com o custo, ela deveria tirar as próteses e
- 9:37voltar a ter os peitos murchos. Abre aspas essa mulherzinha sem
- 9:43berço é uma metida a besta, dizia o ex marido.
- 9:46Já sem paciência nenhuma NOS grupos de amigos no sistema
- 9:50classificatório brasileiro, os metidos a besta são indivíduos
- 9:53que têm um estilo de vida descompassado.
- 9:56Eles têm as coisas de rico, mas não tem dinheiro comem sardinha
- 10:01e arrotam bacalhau. Em suma, marcam a diferença
- 10:05sobre bases frágeis. Em geral, vivem a base de
- 10:09crédito, financiamento afundados em dívidas.
- 10:13Assim como as moscas, não como as formigas rondam as mesas
- 10:17fartas. As taças de champanhe, as
- 10:19iguarias mais ao redor, todos sabem que são estranhos, são de
- 10:23fora. Henrique perdeu na primeira
- 10:26instância, seguiram aos tribunais a decisão final,
- 10:29dividiu o problema. Cada um pagaria pelo custo de um
- 10:32peito. A mulher decidiu recorrer da
- 10:35decisão. A partir de então, os peitos em
- 10:38risco eram um problema dos Ministros de Brasília.
- 10:42Perturbada com a guerra também Catarina começou a difamar o
- 10:46ex-marido nas rodas de amigos. Como sabia que dinheiro não era
- 10:49problema? Ela danou a rotular Henrique
- 10:52como um exemplo clássico de mão de vaca, mais uma rodada de
- 10:55notificações extrajudiciais. Talvez não haja estigma, pior
- 10:59posição mais desvalorizada na sociedade brasileira do que ser
- 11:02chamado de mão de vaca ou mesquinho.
- 11:04Por aqui ninguém deseja ser filho casado ou ter de conviver
- 11:08com o avarento. Eles são párias.
- 11:11Afinal, a única posse que interessa aos mãos de vaca é a
- 11:14do dinheiro. Eles podem comprar as coisas de
- 11:17rico, mas decidem poupar parte do estigma enfrentado pelos mãos
- 11:21de vaca. Vem do fato de quebrarem a
- 11:22lógica classificatória dos padrões de vida e, por
- 11:25consequência, burarem a operação da diferença brasileira.
- 11:30Se nós classificamos os indivíduos a partir da
- 11:32correlação entre dinheiro e coisas, ou seja, o padrão de
- 11:35vida. Quem se nega a comprar com os
- 11:37recursos que tem e nega a lógica social se coloca fora do jogo
- 11:42classificatório e, por consequência, é estigmatizado
- 11:45tenso com a confusão, o herdeiro mandou áudios aos amigos.
- 11:48Um deles foi incorporado ao processo, dizia ele aos gritos,
- 11:51o que essa mulher está pensando que eu vou continuar?
- 11:55Pagando os luxos dela, vai trabalhar, Madame vai trabalhar,
- 12:00ela está louca, está louca, está achando o quê que eu sou rico.
- 12:04Anjo ninguém é. Pensei em voz alta e a gente vai
- 12:08para o próximo, que é o 31 chamado Overedicto.
- 12:11Seguimos. Vamos nessa história, está boa?
- 12:14Né é a dificuldade das elites locais em assumir a riqueza
- 12:19deve-se a um axioma básico tão simples, que talvez o leitor se
- 12:24arrependa de ter enfrentado tantas páginas para descobrir.
- 12:28E eu vou ler Axinoma axioma entendendo como 111 lei não é
- 12:32uma regra geral. No Brasil, ser rico não é uma
- 12:37condição, é uma relação do ponto de vista nativo.
- 12:41Ninguém é rico, mas está rico em relação a alguém.
- 12:46Sei se é uma característica? É a brasileira.
- 12:54Exclusivamente, né? No entanto, se a gente voltar,
- 12:58quer quer comentar. Bruno é é porque muitas vezes é
- 13:03eu a gente enxerga isso no Brasil porque a gente está no
- 13:05Brasil, não é? Mas se se atribui
- 13:08características aos brasileiros, mas eu penso que são
- 13:12características humanas ouvi ontem, inclusive por acaso no na
- 13:15rádio. É justamente uma discussão sobre
- 13:19educação financeira e tudo mais. E aí o.
- 13:23O apresentador lá da rádio perguntou a um dos convidados.
- 13:25Ele foi assim e essa história do brasileiro é é é o brasileiro
- 13:30gosta mesmo de gastar, de de de usar crédito essas coisas.
- 13:33E aí o cara respondeu lá assim que que realmente?
- 13:36É um característico. Brasileiro, né?
- 13:38É, mas eu eu fiquei assim pensando.
- 13:40Será que é o brasileiro mesmo? Será que não é o ser humano, né?
- 13:43É isso? É tanto que se a gente for para
- 13:47a psicologia financeira, a capa do livro são lições atemporais
- 13:51sobre é ganância e medo na relação com o dinheiro e tal.
- 13:55Não sei o quê. E aí ele traz um pouco o.
- 13:57Eu Não sei se foi No No no evento lá do Manny Heroes mais.
- 14:02Ou se foi depois da mentoria que a gente fez, mas é.
- 14:07O morganaus ele, ele comenta, isso não é?
- 14:09Ele disse assim, pô, o que eu acho que tornou o meu trabalho
- 14:11especial e muito difundido. É além de um pouco de sorte, foi
- 14:16o fato de conseguir é representar conceitos complexos.
- 14:20É através de histórias. E principalmente esse que é o
- 14:25ponto, Né? É é coisas que funcionam com
- 14:30qualquer ser humano, em qualquer Geografia.
- 14:33Então é é é característica humana.
- 14:36Óbvio que a cultura pode interferir, não é para que você
- 14:41esteja mais ou menos suscetível a algum tipo das influências que
- 14:44a gente viu aqui, mas eu estou contigo nessa brunão.
- 14:46Tem tem até uma pesquisa legal que refut isso aqui também do
- 14:49Carl Richards, do Você e seu dinheiro que ele é fazer a
- 14:53pesquisa de que nos Estados Unidos as pessoas preferiam
- 14:57ganhar. Sei Lá, 60000 USD ano.
- 15:00Enquanto os seus vizinhos vizinhos ganhava 50 do que
- 15:04ganhar 70 e quando ser vizinho ganhava 80.
- 15:06Sei, então, traz muito isso dessa relatividade também.
- 15:10E não do Brasil. Isso é contra intuitivo, porque
- 15:16parece uma bobagem. Mas não é?
- 15:22Porque se. Tá essa, esse livro, inclusive,
- 15:27é bem legal, não é? Mas é quando a gente fala, pô.
- 15:33A gente é decisões irracionais, como a gente se importa com com
- 15:37o status e essa questão da comparação e fala, pô, não faz
- 15:39nenhum sentido, né? Você preferiria ganhar 60 ou
- 15:4270000 USD por ano? Tudo mais mantido, constante 70,
- 15:48sendo que ela revelou que as pessoas preferiram 60, o vizinho
- 15:51ganhando 50 do que 70 Oo vizinho, ganhando 80.
- 15:53É isso 70. E 5, Eu Não lembro os os números
- 15:55exatos, mas aí veja. Se Eu tenho uma diferença muito
- 15:58grande que é pô, 60 ou 120 não é dobrar ou esses 60 de delta a
- 16:05mais para quem ganha 60 é muito relevante, não é para o cara que
- 16:09ganha 500, 500 EE 60 não faz tanta diferença, mas bem.
- 16:14Você prefere ganhar 60 e seus vinhos de 55 ou 120 seus
- 16:19vizinhos 130. Puta merda o cara preferir 60 é
- 16:24bem pouco inteligente agora 60 com os vizinhos a 50 contra 70
- 16:29com os vizinhos a 80. É já não é um sim tão óbvio.
- 16:34Porque vamos imaginar que é em alguma em uma comunidade, certo?
- 16:40É entendendo o poder econômico como uma das moedas de
- 16:44influência. Se na minha comunidade eu tenho
- 16:48mais destas moedas, eu tenho alguns benefícios intangíveis
- 16:52que podem reverberar em. Negócios acesso qualidade de
- 16:59vida não é EEE outras coisas intangíveis, como o status e
- 17:03reconhecimento e networking. Eu Não sei, não é?
- 17:07Então, até aquilo que você vê como é complexa, a discussão não
- 17:10é? E se deixar a gente.
- 17:13Não é se se você muda, a variável é renda.
- 17:17Dentro desse desse dessa avaliação, aí interfere tudo
- 17:21porque vai depender justamente disso.
- 17:23Não é? Sim, é.
- 17:26Mas ele ele usou aqui o termo axioma não é AA ideia do axioma,
- 17:29é isso. É uma coisa que é tão nítida que
- 17:32você não precisa validar, né? Sim é Tá Tá Tá posto ali e eu
- 17:36acho que. Que é meio que um oxigênio, mas
- 17:39NOS seres humanos eles se comparam EEEE vão sempre usar
- 17:43essa relatividade ali para para se auto julgar e para julgar o
- 17:46outro também então perfeito. Penso assim EE aí tem um outro
- 17:51ponto, né? Acho que a gente estendeu tanto
- 17:53aqui nessa discussão que foi muito boa, muito válida.
- 17:55De repente a gente pode avançar nesse capítulo em outro, em
- 17:58outro episódio, Ah É, é isso. Deixar o nosso ouvinte aqui com
- 18:02então? Tudo bem, você você comanda o
- 18:05Bruno é o diretor do Podcast aqui, não é ele que manda tudo,
- 18:08é. Só essa questão da da da
- 18:11comparação do ser humano e tal. O cialdini resgatando outro
- 18:16livro que fez quando a gente menciona, porque Lemos aqui no
- 18:18clube do livro, não é que é o armas da persuasão?
- 18:20Ele lá no começo ele fala assim. É, eu acho que ele está tentando
- 18:26se comunicar com um cara que não já entendo de persuasão.
- 18:29Já entendo de vendas, eu tenho desenvoltura comercial e tal,
- 18:31ele fala velho. É, você pode achar aqui o que eu
- 18:36vou falar aqui não funciona, é só para 500 avisados só para
- 18:40quem não entende nada. Mas eu estou falando de
- 18:42questões, é é que ele chama dos princípios persuasivos que foram
- 18:46validadas cientificamente e que funcionam com o ser humano.
- 18:52Aí ele faz analogia do clique zoom lá e tal.
- 18:58Estes sinais do que se veste? Dos elementos da casa é do.
- 19:07Isso comunica o cara querendo ou não é muito forte.
- 19:13Onde que eu estou querendo chegar esse exercício de se
- 19:17comparar? É inevitável é quase que NOS
- 19:21entendendo como bichos sociais, e aí é lógico que tem um cara
- 19:26que é. Ele vê um determinado backbook,
- 19:29reconhece aquele MacBook e isso é um instrumento de avaliação de
- 19:34quem é essa pessoa e de como consequência comparação e tem
- 19:38outra pessoa que não vai entender nem que tipo de MacBook
- 19:42é aquele, mas um outro determinado símbolo.
- 19:45Por exemplo, que a pessoa veste. Vai ser percebido como mas
- 19:48independente do que cada um consegue perceber de acordo com
- 19:51o seu repertório, que você valoriza, essas coisas
- 19:54transmitem informação a essas informações são capturadas e a
- 19:57gente se compara. Beleza beleza então.
- 20:02Está é a gente está caminhando de verdade ao próximo, é o
- 20:05último. É é, temos mais 2 2 capítulos,
- 20:08então. Está bom, mas a gente mata No
- 20:10No. Próximo?
- 20:11Talvez talvez. Vai depender do flor falando em
- 20:14flor. Um abraço aqui aos nossos flor
- 20:15associados do Edepart e os nossos clientes da assinatura
- 20:18flor é muito obrigado pelo seu tempo.
- 20:20Espero encontrar com você no próximo episódio.
- 20:22Se você gostou desse papo e desse projeto marca com 5
- 20:26estrelas aí onde você está NOS ouvindo.
- 20:28Isso fortalece bastante o nosso trabalho e eu espero encontrar
- 20:30com você no próximo episódio, caminhando aqui para a reta
- 20:32final do livro, a coisa de rico forte abraço.
- 20:35Estamos junto.