
“A capacidade europeia de apoiar a Ucrânia vai determinar o futuro de cada português”
A invasão russa da Ucrânia cumpriu três anos na segunda-feira. Sem o aliado (ainda?) americano, Volodymyr Zelensky rodeou-se em Kiev de líderes políticos de países europeus e do Canadá, e contou com Emmanuel Macron em Washington D.C. para lembrar Donald Trump que o futuro da Ucrânia é ucraniano e europeu e não pode ser decidido pelo Kremlin.
Luís Montenegro, primeiro-ministro de Portugal, não esteve na capital ucraniana, nem interveio por videoconferência nos vários eventos realizados naquele dia 24…
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