Latest / Revista Riso / ESCOLINHA DO PROFESSOR CLARIMUNDO - EP02
Transcript
- 0:06Rasga a bola caiu no a cantar eu fui lá recolher cai de sola aqui
- 0:13no queijo o mister que vai aparecer é na escola bagunça
- 0:19começa lá se aprende a correr nessa escola só tem gente boa
- 0:25pra. Tentar aprender.
- 0:28É na escola que o povo me arte, na escola que eu sinto calor,
- 0:34tá? Pifado o ar-condicionado que
- 0:37sequer temos ventilador. Vamos à escola, vou sem
- 0:43camisola, vamos à escola lá eu só vou pra comer.
- 0:50Escolher do professor clarimundo.
- 0:55Eu sou o professor clarimundo, dona puribucha painho, dona
- 1:03puribucha painho Mandacaru já fulorou na sua seca.
- 1:21AI, seu descarado, sem vergonha. Atrevido Tara do biscoiteiro, eu
- 1:28vou mandar a censura de amordaçar, sua agredida.
- 1:35Dona puribuça painho, a senhora já enjoa da boneca.
- 1:40Fique sabendo que eu ainda não enjoei da boneca?
- 1:46Mandacaru, para quem não sabe, é um Cato.
- 1:50Isso é um trecho de uma música, mas mas se for falar em música
- 1:53agora, vou perguntar sobre Paulinho da Viola, o seu
- 1:56minguado, seu minguado, quem é Paulinho da Viola?
- 2:01Olha, quem é assim? Eu não sei, eu não convivo com
- 2:04ele, mas ele é uma figura pública.
- 2:07O senhor deveria saber. Olha, a única coisa que eu sei é
- 2:11que o pai dele mandava ele tomar cuidado.
- 2:16Ah, Ah, é? Mas o senhor não é íntimo dele.
- 2:19Como o senhor sabe disso? Ah, escuta essa música.
- 2:29Nota, zero pro senhor e pro pai do Paulinho da Viola, dona
- 2:35galeica, com bom. Atenção passageiros com destino
- 2:42a cidade de pirarucu do norte, informamos que no nosso voo
- 2:47serviremos uma deliciosa bebida com snacks de pirarucu.
- 2:54A dona galerica é cubom, a senhora já provou snack de
- 2:58pirarucu? Eu não.
- 3:00Como é que a senhora imagina que seja o sabor?
- 3:03Imagino que seja bem apimentado. Nota 5 para a senhora.
- 3:09Pelo menos hoje as minhas lágrimas não vão fazer Pimpão no
- 3:15chão. Ela, ela tem a voz robotizada.
- 3:22Dona bruxa da Taquara murcha, como a senhora consegue
- 3:25enfeitiçar com essa Taquara murcha?
- 3:28Safadinho, Hein? Assim você me deixa sem graça.
- 3:31Eu sou tímida, ó. O poder da minha Taquara não
- 3:36está na lonjura da Vara. Rimou, a senhora está de conluio
- 3:44com Totó, que. Totó.
- 3:47Meu cachorro chama boco moco? Hum.
- 3:50É um imprestável São Bernardo de pedigree britânico, com
- 3:55cabelinho da nuca rapado para não cavocapulga.
- 4:01Nunca vi cachorro de bruxa nota zero para a senhora que, como
- 4:06eu, chegou fora de hora. Olha que uma mordida do boco
- 4:09mocodói, Hein? E enfeitiça também.
- 4:14Eu estou aqui para levar a mordida de boco moco, não é,
- 4:23mister? Mister que levante da sua
- 4:39carteirinha. Levante da sua carteirinha.
- 4:43Respeitem o rato. Mistake.
- 4:45Conjugue para mim o verbo envenenar do presente do
- 4:49indicativo. Por que que não pode ser no
- 4:51indicativo do presente não. Mas por que essa pergunta é que
- 4:58eu gosto de ganhar presente, desde que não seja um veneno.
- 5:04Não é veneno? Então conjugue pra mim, ora,
- 5:07pois eu enveneno, eu enveneno, eu enveneno.
- 5:13Ué, e as outras pessoas? As outras pessoas não envenenam
- 5:16não, o mal aqui sou eu nota zero.
- 5:21Não é veneno, dona jacoronga. Chamou, chamou?
- 5:26É verdade que a senhora sapeca pena com maçarico?
- 5:29É verdade, não só sapeco pena. Como do choque, quem sabe cururu
- 5:36molhado? Seus eleitores sabem disso?
- 5:42É melhor do que ver mandacuru fulorando na.
- 5:49Aliás, eu mandei plantar mandacuru na cidade da
- 5:55calamidade para ver se o povo se espeta e cai na real.
- 6:03Olha, mas olha que quando manda a Carol folorar, a senhora vai
- 6:08ver. Eu, gracindo alegre.
- 6:12Oi, oi, é beco de boi. Hoje eu quero que o senhor conte
- 6:16de um até 10. 1210. 1210 mas cadê o resto?
- 6:24Estou aí. No meio.
- 6:27Que está no meio, eu sei. Eu quero que o senhor conte.
- 6:33E eu vou lhe dar 10 para começo de conversa, ou melhor, começo
- 6:39de contagem, o. Senhor mandou começar do um?
- 6:43Seu lerando Rolo, o senhor consegue contar de um até 10,
- 6:49amado mestre, que infortúnio me causa.
- 6:52Saber que. O senhor contém?
- 6:54Essa dúvida latifundiária. Em vossa massa encefálica.
- 7:02O senhor. Mas o senhor consegue ou não?
- 7:05Claro que consigo, mas enquanto o colega.
- 7:08Gracindo alegre se mostra. Sucinto demais, eu tenho essa
- 7:13característica de nascença de ser prolixo.
- 7:18Então pegue a sua nota e direcione a prolixo prolixo.
- 7:26Ele. Não deixou eu nem começar.
- 7:29Seu pingado, o senhor já sofreu por amor?
- 7:34Não, claro. Que não.
- 7:37Não, mas e a dona? Diz melinguida.
- 7:40Dona, diz melinguida não é sofrer.
- 7:43É só. Prazer.
- 7:48Ah, é, dormiu na cadeira do? Dentista.
- 7:51Acorda para. Cuspir.
- 7:55Teu salário, ó. É cuspido, escarrado, dona
- 8:02mozileia, do Remy, dona mozileia, do Remy.
- 8:07O que é uma flauta doce? Flauta doce.
- 8:10Ah. Flauta doce é é uma flauta que
- 8:15não é salgada. Mas e por que que não devemos
- 8:22deixar uma flauta doce e fora do estojo?
- 8:26Porque? Porque ele dá Formiga?
- 8:31Nota zero para a senhora. Ah, como essa nota me toca?
- 8:59Como essa nota me toca?