Latest / RetinaPro / Live #176: Exames Panorâmicos da Retina: Novas Fronteiras no Diagnóstico Oftalmológico | Dr. Gabriel Botelho
Transcript
- 0:00Salve meus amigos da retina pro boa noite.
- 0:04Meu nome é doutor Gabriel Botelho.
- 0:06Eu sou o médico oftalmologista, especialista em retina e vitro e
- 0:11catarata, sócio aqui da retina pro e hoje eu vou falar sobre um
- 0:15tema muito interessante pra vocês, que são os exames
- 0:19panorâmicos da retina, ou seja, os exames que a gente chama de
- 0:22Grande angular, né? Onde a gente consegue ver a
- 0:25retina como um todo, né? Tanto o centro.
- 0:28Enquanto toda a sua periferia, então são exames bem complexos.
- 0:33E pra fazer uma comparação didática, né?
- 0:37E imagine você fotografar uma paisagem, né?
- 0:40A foto comum, ela só vai ver o centro, né?
- 0:43Então comparando com aquele exame comum que não não vê de
- 0:47forma panorâmica, retina, ele só vai ver área central.
- 0:50Já o exame que a gente chama de grande agular, né?
- 0:53Que é AA, são exames panorâmicos.
- 0:57Ele vê a paisagem toda de uma vez, né?
- 0:59Então, comparando com uma fotografia, é como se você
- 1:02tirasse a, digamos assim, vamos, vamos exemplificar, é uma foto,
- 1:08você vai ter 2 pessoas e uma paisagem, né?
- 1:11Naquela foto, o exame normal, ele vai, digamos assim,
- 1:16conseguir captar só aquelas 2 pessoas, já o exame de grande
- 1:20Goulart, ele vai captar toda a paisagem e aquelas 2 pessoas.
- 1:23Então esses exames que a gente tem, que são os exames
- 1:26panorâmicos que nós temos disponíveis Na Na clínica, a
- 1:30gente consegue captar toda a retina, né?
- 1:32De de maneira, digamos assim, mais completa, né?
- 1:36Então, só para se ter uma ideia, os exames tradicionais, eles
- 1:39conseguem captar de 30 a 50°, de 30 a 50° de visão, né?
- 1:45Na retina. Já os exames panorâmicos vai até
- 1:48200°, né? Da retina da visão, então isso
- 1:52significa. Que nos exames tradicionais a
- 1:55gente consegue ver só 15 a 30% da retina.
- 1:59Já nesses exames panorâmicos a gente consegue ver mais de 80%
- 2:04da retina, né? Então são exames fantásticos,
- 2:06né, que auxiliam no nosso diagnóstico, definir também o
- 2:10prognóstico e o tratamento pro paciente, né?
- 2:13Que a gente precisa de informações naquele caso clínico
- 2:16da estrutura do olho da retina. Pra poder tomar a melhor
- 2:19conduta. Então hoje nós vamos entender
- 2:22quais são esses exames panorâmicos, porque eles são,
- 2:25digamos, mais completos, né? Que os tradicionais são
- 2:28superiores. Conhecer os 4 principais tipo de
- 2:31exames EEO que que cada um deles fazem, né?
- 2:36E a gente vai comentar também aqui de sintomas de alerta que
- 2:39deve se procurar um oftalmologista, né?
- 2:41As doenças que podem ser detectadas nesse exame.
- 2:45E assim sempre motivar, né, todo mundo a fazer aquele aquele
- 2:49agendamento preventivo com o oftalmologista, então esse aqui
- 2:52é o principal. Só lembrando que aqui eu não
- 2:55estou para dar nenhum tipo de conduta do seu, do seu caso, né,
- 2:58da sua condição ocular. Eu estou aqui meramente para dar
- 3:02informações, né? Baseados em ciências, né?
- 3:05Nada aqui é baseado em achismo, então tudo isso aqui é é baseado
- 3:08em ciência documentada, coisas concretas, né?
- 3:11E a gente quer dar informação, ninguém aqui vai dar conduta nem
- 3:14de qualquer tipo de de doença, de de algum paciente, né?
- 3:19Então, quais são os principais principais exames que a gente
- 3:22faz de grande jogo lá da retina, né?
- 3:24Os Panorama o primeiro é a retinografia panorâmica, como o
- 3:28próprio nome diz, é a retinografia, a fotografia da
- 3:32retina, o segundo é uma anjo floresciorografia de Grande
- 3:37angular, que é como se fosse assim fazer um raio x dos vasos
- 3:40da retina, né? Permite ver a circulação dentro
- 3:43do olho. O terceiro, né, é você tem a
- 3:47geógrafe, que é uma tomografia de coerência ótica com a
- 3:50Geografia junto. Só que sem contraste, né?
- 3:52A gente também vê os vasos da retina, só que, ao contrário
- 3:56desse exame anterior que eu falei esse, essa tomografia, ela
- 3:59é sem injeção de contraste 11, tecnologia que detecta um
- 4:03movimento do sangue dentro dos vasos.
- 4:06Então é como se fosse assim, digamos assim, um ultrassom
- 4:09junto com o raio x dos vasos, né?
- 4:10Tudo em um só. Então isso daí é muito
- 4:13interessante. E o último exame, a
- 4:16autofluorecinografia de grande ogular, né?
- 4:18É um nome meio esquisito, mas ele vai detectar a luz natural
- 4:22que as nossas células da retina emitem, sem injeção de contraste
- 4:26também. Então vamos começar falando do
- 4:29primeiro deles, que é a retinografia colorida de grande
- 4:32ogular. Então, como se a gente tirasse
- 4:35uma fotografia panorâmica do fundo de olho, né?
- 4:37Da sua retina. Só lembrando aqui que o olho é
- 4:40igual uma máquina fotográfica, né?
- 4:42A gente tem na máquina fotográfica, a gente tem a lente
- 4:45da máquina fotográfica, que é onde faz o zoom, o foco, que no
- 4:49olho é chamado de cristalino. E nós temos a retina, que é o
- 4:53filme fotográfico do nossos olhos, né, onde são registradas
- 4:57as imagens de tudo que a gente vê, né?
- 5:00E essas a na retina, a luz. Ela é transformada em estímulo
- 5:06nervoso pro cérebro interpretar como imagem, né?
- 5:10E como visão, digamos assim. Então a retinografia colorida de
- 5:15Grande angular vai ser uma fotografia dessa retina, né?
- 5:19Vai fotografar toda a retina de uma vez?
- 5:21Eu vou exemplificar em imagens de slides pra vocês entenderem
- 5:24como é que são esses exames. Então, exame rápido, indolor,
- 5:28não invasivo. Ele não precisa de contraste ou
- 5:31injeção, né? Então a gente tem uma câmera de
- 5:34alta resolução que captura a imagem, né?
- 5:37O exame super rápido e ele serve quando a gente chama de Spring,
- 5:40né? Triagem de doenças,
- 5:42principalmente, também a gente usa na clínica para documentação
- 5:46e acompanhamento de doenças oftalmológicas, é, e também para
- 5:50pós operatório e pré operatório, né?
- 5:53A gente tem também. Isso daí pode ser usado como
- 5:56telemedicina, né? A gente pode fazer, se tiver
- 5:58esse exame em algum centro que não tenha a disponibilidade do
- 6:01especialista, a gente pode enviar esses exames para um
- 6:05especialista. E nós temos as principais
- 6:07doenças que vão ser é, digamos, acompanhadas, detectadas, né,
- 6:12com esse exame. Entre elas a retinopatia
- 6:14diabética, onde nós temos sangramentos nos olhos,
- 6:17vazamento de líquido, né? Às vezes descolamento de retina
- 6:20ou sangramentos. Mais graves na cavidade vidra
- 6:23por conta da diabetes. Como a gente não pode tirar a
- 6:26diabética é uma indicação de se realizar esse exame.
- 6:30A hipertensão arterial sistêmica.
- 6:31Nós podemos documentar estritamentos nos capilares da
- 6:36retina, nas arteríolas, né? Principalmente até aumento da
- 6:39tortuosidade ou até cruzamentos alterados desses vasos
- 6:43descolamentos de retina regmatogênicos.
- 6:48Onde nós temos rasgos na retina periféricos, por esses rasgos
- 6:51vem frutar líquido que vai de escolar retina, outros
- 6:54descolamentos de retina, como o descolamento de retina tracional
- 6:57que é secundada, uma atração 111 tração na retina que ela é
- 7:03repuxada né? De escola, e também o
- 7:05descolamento de retina aceroso que é secundaram a infecção
- 7:08introcular ou até mesmo. É inflamações ou tumores
- 7:11intraoculares. A gente tem também documentação
- 7:14de névos ou tumores que são lesões suspeitas na retina, né?
- 7:18E as legislações maculares relacionadas a idade, né, que
- 7:23geralmente pacientes com mais de 5560 anos, ou então até em
- 7:27pacientes que tem alta miopia. Então nós temos diversas
- 7:29indicações, né? E só lembrando, uma dica prática
- 7:32aqui, né? Os diabéticos, e isso pertence
- 7:35também, eles devem fazer esse exame pelo menos anualmente, né?
- 7:39Então agora eu vou compartilhar uma imagem de uma de uma
- 7:42retinografia, né? Que é esse exame que eu estou
- 7:45comentando com vocês. Primeiro eu vou mostrar 11
- 7:50retinografia, é pronto. Então temos aqui AA
- 8:01retinografia. Tá então assim, esse aqui é uma
- 8:05retinografia, a fotografia do fundo de olho, né?
- 8:09Então vocês acompanham com meu mouse, né?
- 8:12Onde eu estou apontando aqui, né?
- 8:14Essa área, o disco ótico, né? Geralmente ele é rosado,
- 8:17amarelado, ele tem essa área central com a escavação e por
- 8:21ele sai os vasos da retina, né, que são as arteríolas e as veias
- 8:25vênulas. E a gente tem, né?
- 8:27Todos esses vasos vão irrigar e nutri a retina.
- 8:30Na área central, nós temos essa área que é a principal da
- 8:33retina, chamada mácula, onde nós temos a, digamos assim, AA
- 8:38definição da onde que é feita AA imagem de melhor definição, né?
- 8:43Onde os raios eles convergem? A gente tem a visão mais nítida,
- 8:47tá nessa área macular também tem a fóvea, né?
- 8:50E é por aí, digamos assim, que a gente vai enxergar com mais
- 8:53nitidez. Então isso aqui é uma
- 8:55retinografia central, né? Uma retinografia comum nós
- 8:59temos, nós estamos vendo somente a área central.
- 9:02Olha só, agora o próximo slide é o que a gente chama de
- 9:05retinografia de Grande angular, o panorâmica.
- 9:08Nós conseguimos ver essa área central que eu estava mostrando
- 9:11anteriormente. Mas também nós conseguimos ver
- 9:15toda a periferia da retina, né? Olha só como é que a gente
- 9:18consegue ver os vasos materiais da área periférica.
- 9:21Então, se o paciente tiver uma rasgadura na retina, alguma
- 9:23alteração periférica, a gente vai conseguir documentar muito
- 9:27bem, né? Com esse exame.
- 9:29Então é um exame fantástico para documentação nós temos
- 9:31disponível na retina pro. Eu costumo usar ele diariamente
- 9:35e é um exame fantástico que eu consigo mostrar para o paciente,
- 9:39olha. Você tem 111 alteração na sua
- 9:42retina e a gente fotografa, né, o olho e mostra pra início, aqui
- 9:45é a sua retina, o seu olho, né? Essa alteração que a gente vai
- 9:48tratar ou vai, no caso, acompanhar.
- 9:51E aí o que é interessante é que essa fotografia, digamos, a
- 9:54gente faz hoje, daqui a um ano, documenta de novo e a gente
- 9:56consegue saber que a se aquela doença, aquela condição ocular,
- 10:00ela está estável, simplesmente está progredido e a gente
- 10:03precisa tratar melhor, tá bom? E.
- 10:09Vamos agora para o próximo exame, pronto, pronto.
- 10:16Então, o próximo exame que eu comentei é uma angioflorence
- 10:22hinografia, né? 11 nome também um pouquinho
- 10:25esquisito, né? Então é como fazer um raio x dos
- 10:28vasos da retina permite a gente ver a circulação dentro de olho.
- 10:33Mostra onde o sangue está ou não está chegando, né?
- 10:36Então onde a gente faz um exame de contraste, que é chamada
- 10:39floresceinografia sódica, ela pode ser tomada via oral, né?
- 10:44A gente dá com um pouquinho de refrigerante por causa do gosto,
- 10:47ou então endovenoso, né? A gente é pega uma é faz 11, via
- 10:53periférica do paciente e infunde, essa floresce
- 10:57hinografia, né? E o contraste, ele vai chegar lá
- 11:00no nossos olhos em segundos. E é uma câmera especial, ela vai
- 11:04fazer fotografia da retina em sequência de duração de 10 a 15
- 11:08minutos, né? E a gente vai analisar depois
- 11:11essas imagens e vai estudar os vasos da retina.
- 11:15Só tranquilijando, gente. O contraste é seguro, eliminado
- 11:19na urina em cerca de 24 horas. Ela pode inclusive, ficar
- 11:23amarela. E pra que que a gente usa, né?
- 11:25A gente usa pra ver a circulação da retina dos vasos.
- 11:29Ver se aquele paciente ele pode ter, por conta de uma
- 11:31retinopatia diabética ou uma oclusão, uma isquemia, ou seja,
- 11:34falta de vascularização de perfusão no olho, né?
- 11:38Aquela retina, ela está sofrendo.
- 11:40A gente pode também ter ter que dar vazamento por esses vasos,
- 11:44né? Esses vazamentos, eles, eles tem
- 11:46que ser observados em Geografia. Identificar também a vasos
- 11:51anormais, que são o que a gente chama de neovascularização
- 11:54retiniana, né? São vasos do mal, que às vezes é
- 11:57de forma, por conta, inclusive, dessa isquemia que eu comentei
- 12:00anteriormente. E a gente vai planejar o
- 12:02acompanhamento e o tratamento desse paciente, inclusive se ele
- 12:05tem alguma condição que leve uma isquemia muito grande da retina,
- 12:08a gente vai fazer laser, né? Então, quais são as doenças que
- 12:12a gente vai as estudar? Nesse caso é a retinopatia
- 12:17diabética. É a principal, né?
- 12:19É, a gente tem sangramentos, vazamentos ou até seja, vasos
- 12:24anormais que a gente vai conseguir estudar com a com a
- 12:28andiofrulicenografia oclusões vasculares são polamente
- 12:32conhecidos, né, como derrames na retina.
- 12:35E aí esses derrames a gente pode é estudar com esse, com essa
- 12:39anjo. Eu gosto muito, porque a gente
- 12:41consegue ver a isquemia da retina e a partir daí tratar
- 12:44melhor esse paciente com laser. A degeneração relacionada à
- 12:48idade, né? Que é uma condição que acomete a
- 12:50retina, principalmente nos mais idosos, e a gente vai usar
- 12:54principalmente na forma estudativa, para a detectar esse
- 12:57vazamento macular. Tem uma doença que eu gosto, que
- 13:01a gente vê bastante no nosso dia a dia, que é chamada coro a
- 13:03etnopatia serosa central, né, que é um do espectro do uma
- 13:07outra condição chamada Pak coroide, né?
- 13:09São nomes muito, digamos assim, diferentes.
- 13:12Mas em resumo, assim, didaticamente falando, é um
- 13:15líquido se acumula embaixo da retina e causa baixa divisão,
- 13:20causa distorção na imagem. E esse líquido, né?
- 13:23Ele às vezes precisa ser tratado, né?
- 13:25Com com um laser que a gente chama de micro pulso.
- 13:28E aí pra programar melhor esse tratamento, a gente vai fazer
- 13:31esse exame com contraste, que é a anjo florescer, enografia, pra
- 13:34gente ver onde está esse vazamento e poder tratar.
- 13:37Nós temos também indicações nas UVITS, que são inflamações
- 13:41intraoculares. Essas UVITS, elas podem cursar
- 13:44com inflamações nos vasos da retina, que são as vasculites,
- 13:47né? E aí essas UVITA gente pode
- 13:50detectar com esse exame, que é a chamada angiofricenografia.
- 13:54Podemos também caracterizar melhor tumores vasculares, né?
- 13:58Eu tive um caso de um paciente jovem ano passado, que ele tinha
- 14:01um tumor vascular e a gente usou esse exame pra poder fazer o
- 14:05melhor tratamento, né? Então são muitas indicações, né,
- 14:09que a gente tem, são, é um exame fantástico, eu vou mostrar uma
- 14:13imagem agora a seguir pra vocês pra vocês entenderem o que que a
- 14:16gente enxerga, né? E assim a gente tem algumas
- 14:18contra indicações, né, que seria alergia ao contraste.
- 14:21A floresterina não é alergia a todo o contraste, né?
- 14:24Isso daí vai ser muito individual, o paciente
- 14:27consciência renal grava, a gente tem que ter muito cuidado, né?
- 14:31E a gente tem que estar ligado também nos efeitos colaterais
- 14:33comuns, né, que é náuseas. O paciente pode ficar enjoado de
- 14:3710 a 15% dos casos, mas lá na clínica a gente faz com
- 14:40anestesista, né? E aí o anestesista detexo na
- 14:42hora já faz a medicação, o paciente fica super bem isso daí
- 14:46não é nada pra gente se preocupar.
- 14:47A urina pode ficar amarela por 24 horas, né?
- 14:50Quando a pessoa for ao banheiro fazer xixi, ela vai ver que a
- 14:52urina está amarela e a pele amarelada também.
- 14:55Temporária ela pode. Acontecer, né?
- 15:00Então agora eu vou mostrar uma imagem de um exame contrastado,
- 15:04né, que é essa angioflicinografia, deixa eu só
- 15:07colocar aqui pra vocês, perfeito, então já estamos aqui.
- 15:12Bom, então vou colocar. Então isso aqui, gente, é o
- 15:15exame, é a imagem que a gente vê do exame, né?
- 15:17Depois que o paciente realizou o exame, a gente fez as
- 15:21fotografias do olho, isso daqui vai pro meu computador lá na
- 15:24clínica e eu vou mostrar pro paciente.
- 15:26E ele vai entender o que que a gente vai fazer, né?
- 15:29No caso dele, então isso aqui é uma paciente diabética, né, de
- 15:32longa data, é descontrolada, né? Então a gente pediu esse exame
- 15:36pra estudar melhor, a retinopatia diabética dela e a
- 15:40gente consegue ver, né, que é aqui na área central do exame,
- 15:44onde tamaos é um nervo ótico e os vasos, eles saem aqui e a
- 15:48gente consegue ver toda a retina, né?
- 15:50Estudar toda essa retina desse paciente e a gente consegue
- 15:54perceber. Que ele tem diversos, diversas
- 15:57áreas de vazamento que a gente vai ver nesse próximo slide, né,
- 16:01que são essas áreas brancas, parece uma fumaça, né?
- 16:04Então esses vasos aqui são neovasos, são, é a
- 16:07neovascularização retiniana secundária, é a retinopatia
- 16:10diabética. Então a gente tem aqui é um caso
- 16:12grave, né? É um caso que evoluiu com essa
- 16:15nervascularização e a gente tem que tratar isso aqui, né,
- 16:19fazendo fotocoagulação retiniano a liso, ou seja, destruindo, né,
- 16:23o tecido retiniano. Que tá com muita isquemia, um
- 16:26tecido que não tem viabilidade, ele só tá causando dano pra
- 16:29nossa retina, então a gente vai é fotocoagular, né, um
- 16:33procedimento ambulatorial também, muito seguro.
- 16:36A periferia da retina, né, que tá com esses, com essas áreas, é
- 16:41isquêmica, né? Fora isso, nesse exame eu vou
- 16:43dar um zoom aqui só para vocês entenderem o que que é isquemia.
- 16:46A gente tem o vaso, ele vem aqui, né, vocês estão
- 16:49acompanhando o mouse, e aí, e. Ele chega e essa área preta aqui
- 16:54escura, né? É uma área que não tá chegando
- 16:56vascularização, né? Então é uma área que não tem
- 16:59viabilidade, tá produzindo o que a gente chama de VGF, que é um
- 17:03fator contribuinte aí pra prolifração desse neovasco.
- 17:07E aqui é uma área aqui que tá um pouquinho irregular, mas ainda
- 17:10tem vascularização, né? Então o exame que a gente estuda
- 17:13muito é um exame que eu considero essencial num paciente
- 17:16que tem gente não pode diabética.
- 17:18Isso daqui é é o que eu chamo de basiline, né?
- 17:21Eu falo pro paciente, olha, a gente precisa fazer esse exame,
- 17:23isso é muito importante pra gente começar o teu tratamento,
- 17:26pra eu poder fazer uma programação do que que eu vou
- 17:29fazer com o teu caso e ter o melhor defeito possível, né
- 17:31gente? A gente precisa ter informação,
- 17:33saber como é que é a gravidade daquela.
- 17:36A gente não pode tirar diabética e isso daqui vai se estender pra
- 17:39diversos outros pacientes que tem muitas doenças, né?
- 17:42Sendo um exame indolor, né, que tem Oo contraste, mas lá na
- 17:46clínica, quando a gente faz o contraste endovenoso, a gente
- 17:49faz sempre com anestesista, né? O que a gente não abre não,
- 17:52porque se você estiver de qualquer tipo de efeito
- 17:54colateral, ele vai ser tratado na hora, vai ficar super bem,
- 17:57né? Então agora a gente vai pro
- 18:03próximo exame, né? Então formamos muito bem, né.
- 18:08Sobre a anchi, eu fui de cenografia.
- 18:11Dos olhos eu uso bastante. Hoje mesmo eu indiquei para 2
- 18:14pacientes, né? E o legal é que lá na clínica a
- 18:16gente consegue mostrar isso Na Na televisão, lá no consultório,
- 18:20e o paciente, ele ele consegue ver como é que está o olho dele,
- 18:23né, ao vivo, digamos assim, né? Como é que está aquela condição
- 18:26ocular dele naquele dia? A gente consegue explicar para o
- 18:30paciente o paciente, ele entende a doença dele, né?
- 18:32O que eu falo para os pacientes lá na clínica eu gasto muito
- 18:35tempo, né, explicando os pacientes sobre as condições
- 18:38oculares dele. Pra gente não ficar procurando
- 18:40depois da internet. Claro que é bom se formar na
- 18:42internet, mas tem que ter cuidado, né?
- 18:45E aí o paciente ele sai dali entendido, né?
- 18:48Ele tem aquela informação, porque pessoas bem informadas
- 18:50acabam tomando a melhor conduta possível, ou não só Pra Elas,
- 18:54mas pros parentes e tudo mais. E aí a gente é, trabalha dessa
- 18:58forma, né? Bom, o outro exame, né, que é
- 19:02uma novidade, inclusive. É a tomografia de coerência
- 19:07ótica com a Geografia de grande Goulart panorâmico.
- 19:10A gente é está com esse exame há uns 3 meses lá na clínica, né?
- 19:13Uma novidade. É um negócio assim que eu estou
- 19:16muito empolgado, porque tudo que é é novo, né?
- 19:19A gente gosta de ter ir lá na clínica pra poder dar Oo melhor
- 19:23em termos de tecnologia e informação pro paciente, né?
- 19:26Então uma novidade, a gente está redescobrindo várias doenças com
- 19:31com esse exame, né? E aí, só pra vocês terem uma
- 19:33ideia, a gente só tem 3 aqui no Brasil, né?
- 19:35Um deles tá aqui na clínica, né? Então a gente tem esse
- 19:37privilégio de trabalhar com esse dessa forma.
- 19:41Então como é que funciona a tomografia de coerência ótica?
- 19:43Não é um tomógrafo igual de hospital, que o paciente, ele
- 19:46vai entrar naquele tubo lá, não é um exame que fica lá No No
- 19:49consultório, a gente só vai encostar o colocar o rosto dele
- 19:52lá no aparelho, é um exame indolor, né?
- 19:56Não é invasivo, ele é rápido, então é como se fosse o raio x,
- 20:01né? Da da retina associada a um
- 20:04ultrassom que seria, digamos assim, AA essa parte aí da da
- 20:09angiografia e não tem contraste, né?
- 20:12Uma tecnologia que detecta o movimento dos vasos sanguíneos,
- 20:16do movimento do sangue dentro dos vasos sanguíneos na retina,
- 20:19né? Então uma luz, né, que que vai
- 20:22captar essas imagens dessa tomografia, ela vai é construir
- 20:26uma imagem 3D, né, desses vasos. E a gente vai ter imagens também
- 20:30como se fosse é, é. Como se fosse assim, 11 corte,
- 20:34né? Da retina, é por conta dessa
- 20:37tomografia, então não tem contraste, não tem efeito
- 20:39colateral, pode repetir o exame quantas vezes precisar e a gente
- 20:43vai estudar todas essas camadas da retina, né?
- 20:47É de forma separada e além disso, vai ter uma Geografia
- 20:51junto. Então eu brinco com o paciente,
- 20:52são 2 exames em um, né? É, ele não substitui a Geografia
- 20:57em 100% dos casos, mas ele ajuda em muitos, né?
- 21:00Então. Como é, quando é que a gente vai
- 21:02usar? Principalmente no paciente com
- 21:04retinopatia diabética, né? É um exame muito preciso pro
- 21:09edema macular, tá? Então a gente vai detectar o
- 21:14inchaço na retina, que é o chamado edema macular, é e com
- 21:18esse inchaço a gente vai poder programar o tratamento, saber o
- 21:21que que a gente vai fazer e acompanhar esse paciente.
- 21:23Esse paciente, ele vai repetir esse exame é diversas vezes, né?
- 21:30Durante o segmento dele, ele é um exame assim, digamos assim,
- 21:33fundamental pro pro acompanhamento dele.
- 21:39Tá, e aí, o que que acontece além do a gente não pode tirar
- 21:42diabética? A gente tem esse exame.
- 21:43Ele é usado pro paciente com degeneração macular relacionada
- 21:50à idade. É, e esse paciente?
- 21:56Ele tem 2 tipos de degenerações, né?
- 21:59A gente tem uma degeneração macular relacionada à idade de
- 22:01forma seca, né, que é uma condição que dá na mácula, que é
- 22:04a área central da retina, é que não cursa com sangramentos ou
- 22:09com com acúmulo de líquido. E a gente tem a degeneração
- 22:12macular relacionada à idade, forma estudativa, forma úmida,
- 22:16né? E aí essa degeneração macular
- 22:18relacionada à idade forma úlida. É que uma é uma degeneração que
- 22:22cursa com um acúmulo de líquido, né, na retina.
- 22:26Ou às vezes liquido embaixo da retina.
- 22:29Então, OA tomografia de coerência ótica com a Geografia,
- 22:32juntos são exames. É um exame fundamental pra pra
- 22:35gente poder avaliar esses pacientes com a degeneração.
- 22:39Além disso, tem umas indicação fantástica, que é o paciente com
- 22:42glaucoma, né? Que é uma condição que afeta o
- 22:44nosso nervo ótico, que pode estar associada ao aumento da
- 22:48pressão metrocular. Então, os pacientes que têm
- 22:50glaucoma, eles têm um benefício muito grande de de.
- 22:55De utilizar esses exames para o diagnóstico e precoce para o
- 22:58acompanhamento, né? A gente estuda muito bem o nervo
- 23:00ótico, as oclusões, venosas. A gente consegue estudar tanto
- 23:04as camadas da retina, né? Se tem inchaços, se tem edema,
- 23:08ou então também a vascularização mostra áreas de uma percussão.
- 23:12A gente tem os tumores entre oculares, né?
- 23:14Os névos de corodia ou melanoma de corodia, a gente pode
- 23:18estudar. Também com a tomografia, os
- 23:21pacientes com VIT, né? Então a gente tem diversas
- 23:23condições oculares que a gente pode lançar mão desse exame, que
- 23:28é um exame 100%, né, é seguro, né, e a gente vai estudar muito
- 23:32bem no caso desses pacientes. E aí, qual é a vontade de fazer
- 23:35esse exame de grande regulagem? A gente vai chover a retina como
- 23:38um todo, né? Não vai ver só aquela área
- 23:40central. Então é algo que a gente tá
- 23:42reaprendendo, né? Algumas doenças, aprendendo AA
- 23:46ver mais detalhes das doenças, como é que as doenças funcionam,
- 23:49porque até ano passado a gente não tinha, né?
- 23:52Esse essa tomografia com a Geografia de Grande angular, a
- 23:56gente tinha a tomografia com a Geografia tradicional, né?
- 23:59Então esse exame de Grande angular, o panorâmico, ele é uma
- 24:02novidade pra gente, então está muito empolgado.
- 24:05Agora eu vou mostrar umas imagens pra vocês da tomografia,
- 24:10é? Da retina, então vamos lá.
- 24:13Primeiro, esse aqui é um corte, né, que a gente tem da
- 24:17tomografia da retina. Então a gente tem o estudo aqui
- 24:22é acompanhando com o mouse da área central da retina.
- 24:25Essa depressão aqui é o nervo ótico, né?
- 24:29E a partir daqui a gente tem a retina como um todo, né?
- 24:33As camadas dela. E a gente tem regularidades
- 24:36aqui, né? Esse paciente é uma paciente que
- 24:37tem uma degeneração macular. Então essa área externa da
- 24:40retina está cheia de regularidades e drusas, né?
- 24:43Então 111 tomografia que tem uma alteração, né?
- 24:47E a gente tem na superfície tem uma membrana hiper refletiva que
- 24:50eu estou apontando com o mouse, né, mas é muito discreto.
- 24:53Então esse aqui é a topografia da retina que a gente estuda.
- 24:58Esse a imagem aqui, né? É muito similar àquela exame que
- 25:02eu mostrei da angiofroricenografia.
- 25:05Só que essa aqui é uma tomografia de coerência ótica
- 25:08com Geografia, né? Então é o exame que a gente tem
- 25:12da tomografia, só que sem o contraste, né?
- 25:15Comparando com a angelflericenografia, então
- 25:17repetindo, gente, essa imagem aqui é muito similar, aquele
- 25:21exame que eu mostrei com contraste anteriormente chamado
- 25:24angelfloricenografia. Já essa essa imagem que eu tô
- 25:27mostrando é uma tomografia de coerência óptica com Geografia,
- 25:31sem o contraste, né? Então a gente tem uma tecnologia
- 25:34que vai estudar o movimento do do sangue nos vasos e vai ter
- 25:38que detectar essa mudança no movimento e vai formar essa
- 25:41imagem. E essa imagem é uma imagem
- 25:43panorâmica da retina, né? A gente tá vendo a retina como
- 25:46um todo. Por coincidência, isso aqui é
- 25:48uma paciente diabética, é a mesma paciente.
- 25:51Dessa imagem que eu mostrei anteriormente, né?
- 25:54Essa esse exame com contraste que eu tô mostrando agora, então
- 25:57é a mesma paciente, né? Então a gente consegue ver a
- 26:01similaridade, né, nas imagens. Então a gente tem os vasos da
- 26:05retina, tem essas áreas que a gente chama de mapa e fusão
- 26:08capilar, que eu tô dando zoom, essas áreas escuras, né?
- 26:11Que não tem vascularização retiniana.
- 26:14Essas áreas são secundárias. A retinopatia diabética.
- 26:17E a gente tem também os neovasos, né, que são esses
- 26:20vasos enovelados aqui, todos os tortuosos, né?
- 26:23E isso daqui tudo é secundário, a gente não pratia diabética.
- 26:27Qual é a vantagem desse exame se de repente o paciente, por
- 26:30alguma vontade dele, olha, eu não quero usar contraste, eu
- 26:32tenho um problema renal meu, médico nefrologista não quer que
- 26:35eu use qualquer tipo de contraste.
- 26:37Hoje a gente pode né, usar AOOCTA geógrafe, né, a
- 26:41tomografia de corencial com Geografia sem o contraste, e
- 26:45pode estudar, né? AA doença desse paciente de uma
- 26:49forma tão boa quanto, só vai perder no caso, a gente não
- 26:52detecta aqui na nesse exame de tomografia, o vazamento, né,
- 26:57desses neovasos, então, mas é um exame que nos dá muita
- 27:01informação, digamos assim, né? Tá então uma novidade que a
- 27:08gente tem, né? Eu estou particularmente muito
- 27:10empolgado, já comentei bastante, então vamos agora para o quarto
- 27:15e último. Exame, né, deixa eu tirar aqui
- 27:18da tela da minha frente. Bom, então o quarto e último
- 27:22exame é autofluoricenografia de Grande angular, repare que o
- 27:26homem é alto, né? Não é anjo, então
- 27:28autofluoricenografia de Grande angular é um exame sem
- 27:31contraste, né, sem injeção, é indolor, rápido, né?
- 27:36Todos os exames que eu falei hoje, esses 4 exames são
- 27:38seguros, tá, gente? E aí ele detecta a luz natural
- 27:41que as células da retina elas emitem, né?
- 27:44Então ele avalia. Muitas vezes depósito de de é,
- 27:48digamos assim, de substância na retina.
- 27:50Então a gente tem uns filtros, né, no aparelho e eles vão
- 27:54detectar o que a gente chama de lipofuxina, que nada mais é do
- 27:58que um pigmento que a gente tem na retina.
- 28:01E ele emite uma luz, né? Então a gente tem uma câmera que
- 28:05captura essa fluorescência natural, né?
- 28:08Essa, essa, digamos assim, essa, essa, essa emissão de luz, né?
- 28:13Então, o acúmulo excessivo, né? Ele significa células de
- 28:17sofrimento, né? E a falta desse dessa
- 28:21lipofuxina, né, ou seja, baixa é é autofluorescência, né, hipo
- 28:26autofluorescência significa que essas células já morreram, né,
- 28:29então pra que que ele serve? Ele vai avaliar a saúde das
- 28:32células da retina, né? Principalmente OAOEPRE.
- 28:36Muitas vezes ele detecta doenças antes que os sintomas apareçam,
- 28:40né? Isso é um exame muito bacana,
- 28:42né? Ele pode diferenciar tipos de
- 28:44lesões? Ele vai acompanhar a progressão
- 28:47de doenças, né, que a gente vai ver essas células, né, que estão
- 28:50em sofrimento. A gente vai ver se elas estão
- 28:52sofrendo progressivamente ou se elas estão em Sá.
- 28:55Então ele vai é ajudar no diagnóstico, o acompanhamento de
- 28:58muitas doenças, entre elas a degeneração macular relacionada
- 29:01à idade, que eu eu comentei, né? Eu eu gosto muito de de pedir
- 29:06esse exame dos pacientes que tem essa degeneração, a gente vai
- 29:09ver na área central da retina. Essa alteração.
- 29:13Toxicidade por medicamentos a gente tem medicamentos
- 29:16sistêmicos que são usados, né, que são muito seguros, como a
- 29:19hidroxicloroquina, que veio aí na pandemia, todo mundo conhece,
- 29:23né? Um medicamento muito seguro,
- 29:24excelente para pacientes que tem lúpus e outras condições
- 29:27rematológicas. Mas esse paciente, ele precisa
- 29:30de um acompanhamento oftalmológico, com avaliação
- 29:33desses exames e outros, né? A tomografia da retina que eu
- 29:36comentei, a autofluencinografia, a retinografia, além disso, um
- 29:40campo visual. Pra gente poder detectar é se
- 29:44esse medicamento ele está causando algum dano e se por
- 29:47acaso causar algum dano, a gente vai ver isso daí pra cocemente,
- 29:50né? Então todo ano o paciente que
- 29:52usa hidroxicloroquina ou qualquer outro tipo de paciente
- 29:55e tem que ir ao oftalmologista, ele precisa fazer esses exames
- 29:58que eu comentei, né? Que é a autofrícionografia, o
- 30:01campo visual, a tomografia da retina e a retinografia.
- 30:04Por quê? Se a gente tiver algum tipo de
- 30:06problema por conta dessas medicações.
- 30:08A gente vai detectar, vai suspender esse medicamento e o
- 30:11paciente não vai ter qualquer tipo de prejuízo, né, gente?
- 30:14Só lembrando que eu não estou aqui para dar qualquer tipo de
- 30:16conduta, né? Mas serve somente de alerta para
- 30:19gente ter essa informação, né? É uma medicação segura, é uma
- 30:23medicação fantástica, né, para o uso de doença hematológica, mas
- 30:27isso daí é os remotologista, inclusive eles sabem de rotina
- 30:30que é uma medicação que precisa do oftalmologista ali do lado
- 30:34todo ano, realizando esses exames para a gente poder ter.
- 30:38Um tratamento seguro, né? Dessa doença hermantológica nós
- 30:42temos distrofia retiniana, que são doenças genéticas
- 30:45progressivas, né? E a gente tem também Oo uso
- 30:48dessa autofilocinografia pra gente acompanhar essas doenças
- 30:51nós temos também nas UV ites, né, na inflamações
- 30:54intraoculares, principalmente se as corodites são doenças que eu
- 30:56gosto muito de de usar, então exames, fundamental, né, pra
- 31:01essas condições que eu comentei, e aí, só pra vocês terem uma
- 31:04ideia, né, a gente. Hoje em dia a gente tem um
- 31:07conceito em oftalmologia, que eles chamam avaliação
- 31:09multimodal. O que que é multimodal, multi de
- 31:12vários, né? A gente tem às vezes, o paciente
- 31:14que ele chega com distrofia, suspeita de distrofia na retina
- 31:18ou degeneração macular. E a gente pede esses exames, né?
- 31:22Todos com indicação, claro. Autofluoricenografia a
- 31:25tomografia, às vezes exame de Geografia e a retirografia.
- 31:29E a gente vai avaliar esse esse paciente com esses 4 exames em
- 31:33conjuntos. E a partir daí dá o diagnóstico
- 31:36dele, o prognóstico, né? E tem o melhor tratamento, né, a
- 31:40melhor conduta possível para aquele caso e a partir daí
- 31:43acompanhar então, para esses pacientes que tem doenças
- 31:46retinianas, né? Principalmente essas que eu
- 31:49comentei, né, as litrofias retinianas, essas toxicidades
- 31:53retinianas ou até mesmo regiopatia diabética.
- 31:56Existe essa avaliação, que a gente chama de avaliação
- 31:58multimodal, que tá muito, muito em alta, né?
- 32:02Na Na. No meio dos congressos, né, que
- 32:05a gente estuda uma doença com todos os exames e dá o que a
- 32:08gente tem de melhor para o paciente, né?
- 32:11Então eu vou mostrar agora um exame de alta ofludes cenografia
- 32:14para vocês, só para vocês terem uma ideia, como é que ele
- 32:19funciona, né? Então a imagem, né, de um
- 32:22paciente, tá, então olha só comparando, né, com o exame que
- 32:27eu ontem mostrei anteriormente, né, que é essa aqui a ou você
- 32:30tem a geógrafa. Essa aqui agora que eu estou
- 32:33mostrando na tela é alto free cenografia.
- 32:35Ele vai medir a lipofuxina, né? Das células da retina.
- 32:39A gente sabe que nos vasos não tem, então os vasos da retina
- 32:42ficam escuros, né? A gente vê todos os vasos, nervo
- 32:44ótico também, e a gente tem essa área branca aqui, que é a área
- 32:48do polo posterior, que tem a área central macular, né?
- 32:53A gente tem essa essa aí pro alto, que é fisiológica, né?
- 32:57Então a gente tem esse exame, é fantástico, né?
- 33:00Quando o paciente ele tem uma alteração no epr ou uma
- 33:03destruição 11 sofrimento da retina, a gente vai ter essa
- 33:08essa alteração, né, nesse exame, né?
- 33:11Então deixa deixa eu compartilhar aqui, vamos aqui
- 33:16para os nossos minutos finais, né?
- 33:18Então vamos lá, pessoal, é vamos aqui algumas perguntas, né?
- 33:25Boa noite, pessoal. Nosso amigo Valdecir sempre
- 33:29acompanhando a gente, a Nádia praxed também o grande abaixo
- 33:32Augusta Lopes, vamos lá, é Augusto usta Lopes.
- 33:37Deixa eu colocar a pergunta dela aqui, qual o exame para
- 33:40pesquisar se Oo lacombe é de ângulo aberto ou fechado?
- 33:44Fantástico, é só sua pergunta, né, Augusta?
- 33:48Então o exame que a gente faz, né, de rotina, inclusive, toda a
- 33:51consulta fotomológica é chamado gunioscopia.
- 33:55É um exame muito tranquilo, né? Um exame, inclusive, indolô.
- 33:58A gente pinga uma gotinha de anestésico no olho e a gente vai
- 34:01encostar uma lente. E essa lente ela vai dizer se
- 34:04aquele paciente, ele tem um ângulo aberto, um ângulo que tem
- 34:09possibilidade de se ficar fechado e um ângulo fechado, né?
- 34:13E a gente vai classificar aí esse paciente conforme os
- 34:16achados, né? Esse exame, então, em resumo, o
- 34:19olho. É como se fosse uma torneira
- 34:21aberta, né, que fica a água o tempo todo caindo na pia e a
- 34:27gente vai ter o ralo dessa pia por onde vai escoar essa água?
- 34:30Os pacientes que tem o ângulo aberto, ele tem o ralo da pia,
- 34:34digamos assim, é normal, né? Um ralo que está escoando a água
- 34:39tranquilamente. Já os pacientes que tem um
- 34:41ângulo fechado, o ralo dessa pia ele vai ser fechado, vai estar
- 34:44obstruído, né? Então ele não vai.
- 34:47Digamos assim com AAB, então seria esse OOO problema.
- 34:52Vamos aqui para outras perguntas, a Ângela Rondon, né?
- 34:57Ela perguntou, tenho uma falha na retina telegetasia perifovial
- 35:01diopática é ajusta fauveal a 2. Então pessoal, muito
- 35:05interessante a pergunta dela né? A telegetasia folveal né?
- 35:09É uma alteração Na Na retina que se dá na área central, né?
- 35:15Na Na área macular. E a gente vai ter diversos
- 35:18tipos, né? Tipo um, tipo 2 e tipo 3.
- 35:21E é uma condição que geralmente dá a partir dos 4050 anos, né?
- 35:25Uma condição da generativa. E a gente, a gente tem muito
- 35:28benefício desses 4 exames que eu comentei, inclusive algum deles
- 35:32dá até o diagnóstico preciso dessa da enchetasia.
- 35:35E a gente, no geral, a gente tem que acompanhar esses pacientes
- 35:39bem de perto, né? Geralmente a cada 46 meses ou
- 35:43normalmente, se tudo tiver, é. Digamos, estável, né?
- 35:48E alguns desses pacientes, eles podem desenvolver uma membrana
- 35:53neovascular sub retiniana, né? Um sangramento da retina.
- 35:56E esses pacientes especificamente, a gente vai
- 36:00tratar com aplicações intra vitras, né?
- 36:02Se o paciente ele não tem essa membrana neovascular, a gente
- 36:05vai só observar essa telegectasia.
- 36:08É muito interessante, né, a gente falar que a telegectasia
- 36:12perifovial ela não dá cegueira, né?
- 36:14Ela vai. Baixando a visão bem devagar,
- 36:16mas o paciente, ele não vai ficar cego por isso aí eu tenho
- 36:19um paciente que eu atendi uma vez eu dei esse diagnóstico, né,
- 36:22e ele veio encaminhado pra um pra um colega.
- 36:25Ele estava desesperado porque do jeito que falaram Pra Ele, deu
- 36:27entender que ele IA ficar cego. Eu falei, não, você não vai
- 36:29ficar cego, tá? É isso daí, é uma condição que
- 36:32vai baixando a sua visão, uma degeneração crônica, né?
- 36:3611 condição crônica degenerativa vai reduzindo a visão, você vai
- 36:40ter uma dificuldade de enxergar, vai ter algumas limitações com
- 36:43os anos, né, mas não vai. É é ter qualquer tipo de
- 36:51cegueira, digamos assim, né? Nosso amigo emandel mesmo que
- 36:56lesando a retina, mas a macro está boa e não é voótico.
- 36:58Também na cirurgia de catarata é possível colocar uma lente
- 37:01tórica para corrigir MPE astigmatismo.
- 37:03Muito boa essa pergunta, né? Então o que que acontece a
- 37:06cirurgia de catarata? Hoje a gente é, digamos, remove
- 37:10a catarata, que é a pacificação natural do nosso cristalino.
- 37:13E a gente tem que implantar uma lente, né?
- 37:16E antropolar, aí a gente tem diversos tipos de lentes, né?
- 37:19Só pra se ter uma ideia, né, vamos resumir, a gente tem as
- 37:21lentes monofocagem, né, que são lentes que corrigem
- 37:25principalmente a é, digamos, o grau de longe do paciente.
- 37:29A gente tem as lentes multifocais, que são as
- 37:31desfocadas, que vão corrigir o grau de longe, o de perto, né, e
- 37:35a visão intermediária, que é o computador.
- 37:37E a gente tem as lentes de foco estendido que vão corrigir
- 37:40longe. E o computador que é
- 37:42intermediária? E essas 3 tipos de leite, né,
- 37:45que são as principais, nós temos outras.
- 37:47Elas podem ser tóricas que vão corrigir o artigmatismo do
- 37:51paciente se ele estiver a partir de meio zero 75 de artigmatismo
- 37:55na córnea, é ou não tóricas? Quando o paciente ele não tem,
- 38:00digamos assim, um artigmatismo significativo naquela córnea que
- 38:04precisa ser corrigido, né? Então a lei de escutórica, ela
- 38:06vem pra corrigir o artigmatismo. E a pergunta do Emanuel é, sim,
- 38:11você pode sim, na cirurgia de colocar catarata, colocar uma
- 38:14lente histórica, né, que vai corrigir o artigo ativo e a
- 38:17excelente, ela pode corrigir também a sua miopia, né?
- 38:19Você vai poder ficar com o menor grau possível.
- 38:22A gente, a gente não consegue zerar totalmente o grau, mas vai
- 38:25reduzir esse grau, né? Então o conceito hoje da
- 38:27cirurgia personalizada, né, é, tem esse tipo de de benefício,
- 38:33né. Hoje a cirurgia da catarata a
- 38:34gente só corrige a catarata, a gente vai poder também ter.
- 38:38Esse tipo de benefício. Vamos para as próximas perguntas
- 38:44aqui. Boa noite, boa noite, né?
- 38:48Deixa eu ver aqui. Então não tem mais.
- 38:53Deixa eu só abrir aqui, abrir mais perguntas, só tirar aqui da
- 39:07tela. Sandra Araújo, boa noite, Elsa
- 39:13também boa noite. Um abraço pessoal, os
- 39:15internautas aqui que sempre nos acompanham né?
- 39:17Então estamos indo aos nossos minutos finais da live, né?
- 39:27É bom, então falamos sobre os 4 principais, né?
- 39:32Exames que a gente tem de grande Goulart, né?
- 39:34Ou seja, os panorâmicos que é. Retinografia panorâmica é a
- 39:39fotografia da retina, angioflericenografia panorâmica
- 39:42é aquela que leva o contraste estudos, vasos, EAOOCT
- 39:47angiografia, né, que é a tomografia de coerência óptica
- 39:50com angiografia sem contrate e a autoflexionografia, né?
- 39:54Então o que que a gente tem aí? A gente tem hoje em dia
- 39:56avaliação multimodal, que é usar esses exames pra poder
- 39:59diagnosticar e acompanhar os pacientes que têm doenças
- 40:02retinianas, né? E a gente tem aqui o que que a
- 40:05gente tira de proveito sempre dessa live.
- 40:07Agendar sempre a sua consulta oftalmológica, né?
- 40:10Todo ano para fazer o seu exame preventivo, digamos assim, o seu
- 40:13check up e a partir daí o seu oftalmologista ele vai indicar,
- 40:17é certo. Exame para você é muito
- 40:19interessante aqui, né gente que nem é todo paciente que precisa
- 40:22fazer todos os exames, né? A gente vai indicar cada
- 40:24paciente, ele vai precisar de um exame, 23 exames, isso daí é
- 40:28muito pessoal, né? Então compartilhe com seus
- 40:31amigos para eles cuidarem da visão, né?
- 40:33Fala olha, tentem ir ao oftalmologista.
- 40:36É todo ano que isso daí é, é, é muito interessante, né?
- 40:41Então hoje nós entendemos esses exames, né?
- 40:44De entender porque que o exame panorâmico ele é superior a ao
- 40:49ao exame tradicional, né? É, vamos já aqui a última
- 40:57pergunta só tá ótimo. Cirurgia refrativa pode gerar.
- 41:04É moscas volantes. Existe alguma relação, né?
- 41:09É pessoal, só para lembrar as moscas volantes, né?
- 41:11São Opacidade, geralmente é, são moscas ou fios de cabelo que a
- 41:16gente enxerga na visão, né? Geralmente, às vezes de
- 41:19aparecimento súbito, que a gente deve procurar um oftalmologista
- 41:22na mesma hora, né? 90% das vezes elas são benignas,
- 41:26mas 10% podem estar associado a uma condição ocular.
- 41:31É, e a gente tem que estar ligado.
- 41:33Então assim, o lasika, ele pode estar associado a moscas
- 41:36volantes, é, até pode, mas as a relação não é tão direta quanto
- 41:40parece, né? É interessante é entender os
- 41:44mecanismos envolvidos nas moscas volantes.
- 41:46Tem causas diretas, como inflamação, introcular, estresse
- 41:50cirúrgico, né? Paciente que fez uma cirurgia
- 41:53trações, mecânicos, pacientes que teve um acidente de carro,
- 41:55bateu o olho, né? É, e aí, às vezes a gente tem
- 41:59causas indiretas. Que após o lazique AAA visão
- 42:03simplesmente melhora significativamente né?
- 42:06E o paciente ele vai notar moscas que às vezes já tinham
- 42:08pré existentes né? E existe um fator relacionado a
- 42:11idade né que o que acontece o vidro que é essa gelatina
- 42:15natural do olho transparente, ele se degrada com as idades e
- 42:19vai formando grumos causando essas moscas chamados frotas né?
- 42:23Então às vezes muitos pacientes já tem antes da cirurgia e a
- 42:26visão embaçava até ocultava eles né?
- 42:29E aí o que que acontece? Geralmente é secundária o
- 42:31desprendimento dessa gelatina da da retina, que é o escolamento
- 42:34de Vitor posterior. Não confunda com a descolamento
- 42:37de retina, né? E esse escolamento de Vitor
- 42:39posterior é um processo degenerativo, né?
- 42:42E a gente tem que examinar esse paciente, fazer exame de
- 42:45retinografia panorâmica, fazer ultrassom, pra poder saber se
- 42:49esse escolamento de Vitor posterior não pode também estar
- 42:51associado a uma rasgadura da retina, né?
- 42:54Então a gente tem que estar alerta, 90% dos pacientes que
- 42:57têm essas moscas rolantes são benignos, né?
- 42:59O paciente convive com aquilo. Para Monte a vida é só um
- 43:02desprendimento dessa gelatina que não acontece nada demais.
- 43:06Mas se você tiver um momento súbido dessas moscas rolantes,
- 43:10flash e luz, que são os relâmpagos que dão,
- 43:12principalmente na visão periférica, e também uma sombra
- 43:15escura ou um véu cobrindo parte da sua visão.
- 43:18Uma visão burrada súbita embaçamento, né?
- 43:21Você deve procurar imediatamente seu oftalmologista, que pode ser
- 43:24que tem alguma coisa aí que é pra gente precise, né?
- 43:29É, e no mais é isso, pessoal, é um grande abraço, né?
- 43:34Não esqueçam de nos seguir aqui, dá o seu like nas redes sociais,
- 43:37né? No YouTube, no Instagram, é
- 43:40qualquer dúvida, deixa na nossa caixa de comentários que vai ser
- 43:43sempre um prazer responder vocês.
- 43:45O mais até isso, pessoal, até a próxima, toda quarta às 8:00,
- 43:49nós estamos aqui e qualquer dúvida, nós estamos sempre à
- 43:52disposição. Um abraço pessoal.