Latest / Rádio Livre com Nonato Lima / Programa Rádio Livre - 15 de maio de 2024.
Transcript
- 0:00A Universitária FM apresenta Rádio Livre conversando nas
- 0:05ondas do rádio. A
- 0:30gente está no ar pra se divertir, pra falar e
- 0:33ouvir, pra dançar e pra ficar feliz pra ser livre.
- 0:37Rádio Livre, Rádio Livre.
- 1:10Rádio Livre, Rádio Livre. Os
- 1:10destaques do Rádio Livre desta quarta -feira, 15 de
- 1:14maio de 2024. Ministério Público Federal denuncia
- 1:20cinco agentes da ditadura pelo assassinato do lÃder
- 1:24polÃtico Carlos Marighella. Petrobras
- 1:27é destaque hoje no noticiário com a queda do
- 1:31presidente e reafirmação de um projeto de perfurar
- 1:35poços no Amazonas, comparecer contrário do
- 1:38IBAMA. A 145 comunidades quilombolas
- 1:43do Rio Grande do Sul foram atingidas pelas enchentes. A
- 1:56apresentação no Nato Lima. Bom
- 2:00dia, estamos começando o Rádio Livre aqui, no
- 2:03Universitário FM 107 ,9 MHz. A
- 2:11Petrobras não pretende atender ao pedido do IBAMA,
- 2:15Instituto Brasileiro do Meio Ambiente, dos Recursos
- 2:18Naturais Renováveis no processo de licenciamento
- 2:21ambiental, que é avaliar a perfuração na voz do
- 2:25Amazonas. O órgão ambiental cobrou
- 2:27análises sobre os impactos para os povos indÃgenas.
- 2:32Você entendeu? Quer
- 2:35cavar os poços? Independentemente
- 2:38da resposta a um questionamento mais do que
- 2:41necessário, urgente, legÃtimo do IBAMA. Qual
- 2:46o impacto da exploração de petróleo no Amazonas para
- 2:49os povos indÃgenas? A exploração do petróleo na
- 2:53voz do Amazonas desperta preocupações de grupos
- 2:56ambientalistas, que veem risco de impactos na
- 3:01biodiversidade. Ãbvio, né? Em
- 3:05maio do ano passado, o IBAMA negou o pedido da
- 3:07Petrobras para realizar atividade de perfuração
- 3:11marÃtima na voz do Rio Amazonas. A
- 3:15Petrobras apresentou um pedido de reconsideração que
- 3:18o IBAMA ainda não respondeu. No
- 3:21mês passado, o IBAMA considerou que a nova
- 3:23soliditação não pode ser analisada sem os estudos
- 3:27relativos ao impacto para os povos indÃgenas. A
- 3:31posição da Petrobras já teria sido apresentada ao
- 3:34Ministério Público no Amapá e à Fundação Nacional dos
- 3:38Povos IndÃgenas. O tema foi abordado durante
- 3:41coletivo de imprensa sobre os resultados financeiros da
- 3:44Petrobras no primeiro trimestre deste ano. Foi
- 3:47registrado um lucro lÃquido de R $ 23 bilhões, mas
- 3:54isso representa uma queda de 37 ,9 % na comparação
- 3:57com o meio do perÃodo do ano passado. Em
- 4:00relação ao quarto trimestre do ano passado, portanto, o
- 4:03final do ano, o recuo foi de 23 ,7%. O
- 4:08principal fator que impactou a redução do lucro lÃquido
- 4:11da Petrobras foi variação cambial. Preste
- 4:16do dólar, né? Dólar sobe, dólar desce, nessa
- 4:19subida de estrelas de dólar houve uma redução aà nos
- 4:24resultados financeiros. O lucro, né? Como
- 4:28sabemos, os lucros na Petrobras são tão altos que
- 4:34essa queda não quer dizer muita coisa e que, até
- 4:37dividendo os extras, dividendo os extras, vira
- 4:41objeto de conflito entre acionistas, direção da
- 4:45Petrobras e o governo. Não por coincidência, ontem o
- 4:54presidente Lula exonerou da presidência da Petrobras, o
- 4:58senador Jean -Paul Prates. Magda
- 5:02Chambriar foi convidada para assumir o cargo. A
- 5:07mudança na direção da estatal ocorre depois da
- 5:10queda de braço entre Prates e o ministro das Minas
- 5:13Energias, Alexandre Silveira. Um
- 5:17mês após a empresa pagar metade dos dividendos
- 5:20extraordinários, posição da defendida por Jean -Paul
- 5:24Prates e pelo ministro da FED, aà cai o presidente
- 5:30da Petrobras, que é o seguinte, o presidente da
- 5:33Petrobras concordou em pagar metade dos dividendos
- 5:36extraordinários, lucros extraordinários, vamos botar
- 5:39a coisa em pratos limpos, tem o lucro e o lucro
- 5:42extraordinário. O lucro extraordinário, o
- 5:46presidente da Petrobras entendia que deveria pagar
- 5:49no máximo metade, até porque é extraordinário,
- 5:52pode, por tanta empresa, optar por investir parte
- 5:57dos lucros em pesquisa, em uma série de outras, em
- 6:01reparação ambiental e outras iniciativas. Pois
- 6:06bem, isso desagradou o ministro Alexandre Silveira,
- 6:11isso gerou um conflito entre governistas A,
- 6:17governistas B e acionistas, que estavam acostumados a
- 6:22lucros altos, extratosféricos, no governo
- 6:25de 19 a 2022, que priorizou o lucro da
- 6:29Petrobras nas mãos dos acionistas, o que vem por
- 6:37aÃ, bom, já anteciber aqui essa tentativa de exploração
- 6:42de petróleo nas Amazonas e agora, tratorando o Ibama,
- 6:47se for feito sem o parecer do Ibama, fica feio, aliás
- 6:54é contraditório para um paÃs que está na direção
- 6:58do enfrentamento das mudanças climáticas de forma
- 7:02adequada, vamos esperar para ver, agora a Petrobras não
- 7:06é só posto de petróleo, é também posto de muita,
- 7:12muita grana, é posto também de muito conflito de poder,
- 7:19em todos os governos, no atual governo também está
- 7:25esse conflito aÃ, pelo visto, já se sabe,
- 7:29prevaleceu a posição de Alexandre Silveira, ministro
- 7:33de linha conservadora, pra dizer o básico, 7 e 40.
- 7:52O Hospital do Campanhe
- 7:54instalado em Porto Alegre, capital do Rio Grande do
- 7:57Sul, começou a atendimento ontem e em 24 horas já
- 8:02atendeu 200 pessoas, e a capacidade de área de
- 8:06atendimento é de 200 pessoas, e de acordo com o
- 8:09Ministério da Saúde e do Hospital, na zona de nota
- 8:11da cidade, terá a equipe de 6 médicos, 3 enfermeiros
- 8:14e 8 técnicos, a estrutura foi custiada com recursos
- 8:17da Força Nacional do Sistema Ãnico de Saúde do
- 8:20Sul e do grupo Hospitalar Conceição, o Estado conta
- 8:25com o Hospital do Campanhe, em Canoas, que já registrou
- 8:281176 atendimentos, um está em fase de montagem, São
- 8:33Leopoldo e outro vai ser instalado em uma região
- 8:35ainda não definida, do Rio Grande do Sul vai depender
- 8:37da carência, porque o problema é que os serviços
- 8:40hospitalares, as unidades de saúde do Rio Grande do Sul
- 8:43também foram impactadas pelas enchentes, pelas
- 8:48águas, e muitas não estão funcionando, daà a
- 8:52necessidade de instalação de hospital de campanha para
- 8:56atendimento emergencial. Duas barragens continuam em
- 9:00situação de emergência no Rio Grande do Sul, com
- 9:03risco de rompimento, que pode ser provocado pelo
- 9:07volume de chuvas, esperado, que continua chovendo muito
- 9:12e há uma expectativa de grande volume de chuva, a
- 9:17usina hidrelética, búlgol e barragem salto no municÃpio
- 9:21de São Francisco de Pádua, na Serra Gaúcha, e a Santa
- 9:25Lúcia, em Putinga, há 200 km de Porto Alegre, são as
- 9:29duas barragens em risco. Há as informações foram
- 9:32divulgadas pela Defesa Civil do Estado. Agora,
- 9:41o Rio Grande do Sul tem 145 comunidades quilombolas,
- 9:45todas elas, 145 espalhadas em 70 municÃpios foram
- 9:50atingidas pelas enchentes que assolam o Estado. Esse
- 9:54levantamento foi apresentado pela Coordinação Nacional de
- 9:56Articulação de Quilombos, CONAC, segundo a
- 9:59instituição, 17 .552 quilombolas estão sofrendo
- 10:05os impactos das chuvas, mas nenhum deles compõe a
- 10:10estatÃstica das 148 mortes contabilizadas pela Defesa
- 10:13Civil, conforme o boletim divulgado ontem, mesmo sem
- 10:17nenhuma fatalidade. A situação é grave, 10
- 10:20comunidades quilombolas estão ilhadas, segundo o
- 10:24Ministério da Igualdade Racial. Os
- 10:27quilombos perdem seu corro, as famÃlias se encontram em
- 10:32estado de choque, é o que afirma CONAC, a Coordinação
- 10:36Nacional de Articulação dos Quilombos. O
- 10:42coordenador da instituição da CONAC, Alex Borges,
- 10:46disse que o movimento se reuniu com o Ministério da
- 10:50Igualdade Racial para solicitar polÃticas de
- 10:53combate à fome nos 145 quilombos. O
- 10:58Ministério confirma a informação de que 6 .828
- 11:03famÃlias quilombolas que vivem no Rio Grande do Sul
- 11:06estão em municÃpios que chegaram a decretar a
- 11:08estado de calamidade. E o Ministério disse mais que
- 11:14reconhece que é uma situação grave e que já
- 11:18destinou 18 .000 cestas básicas para os primeiros
- 11:2360 dias, porque as famÃlias perderam simplesmente tudo.
- 11:31E são inúmeras as campanhas
- 11:33para tentar atender as demandas do povo do Rio
- 11:37Grande do Sul e quanto mais colaboração de todo o
- 11:42paÃs, melhor. Tem as iniciativas dos governos
- 11:45municipais, estadual e federal, mas a sociedade
- 11:51civil, a comunidade, as comunidades de modo geral
- 11:54têm um papel importante nesse momento. A
- 11:57solidariedade é bastante importante. Como
- 12:01também é importante além da solidariedade discutir as
- 12:08questões técnicas de como cada estado e o paÃs devem
- 12:14atuar reconhecendo que as mudanças climáticas estão
- 12:18aÃ. E dependendo de como cada
- 12:21paÃs atua, elas se agravam e os desastres ficam
- 12:27imprevisÃveis. Muitos dos desastres chamados
- 12:32ambientais, eles são, antes de tudo, desastres
- 12:35polÃticos, econômicos e sociais. Nem
- 12:41tudo é natureza, nem tudo é natureza bruta. Tem
- 12:47a brutalidade das polÃticas governamentais pelo mundo da
- 12:52fora, inclusive no Brasil, que agravam a situação.
- 13:00Agora tem também uma coisa que
- 13:03não ajuda muito durante essas situações. Ã
- 13:06atitudes como a do prefeito de Porto Alegre, o senhor
- 13:08chamado Sebastião Melo, do MDB. Ele
- 13:12fez um pronunciamento e levou a associação de
- 13:16juÃzes e juÃzas para a democracia, a JD, a
- 13:20repudiar a declaração desse prefeito, Sebastião Melo, de
- 13:23Porto Alegre. Ele disse que os abrigos
- 13:27destinados à s vÃtimas das enchentes no Estado estariam
- 13:31sendo contaminados por pessoas que cumprem pena em
- 13:35regime aberto. Em entrevista concedida no
- 13:39domingo, Sebastião Melo atribuiu ao Judiciário a
- 13:44responsabilidade pela Segurança Pública do Estado.
- 13:47A atribuição do Poder
- 13:48Executivo Estadual, claro. Sebastião
- 13:51Melo lamentou a ausência de representantes do Poder
- 13:54Judiciário e da Defensoria Pública Estadual em reunião,
- 13:59em que ele discutiu a questão dos abrigos. Ele
- 14:05disse que houve insensibilidade do Judiciário
- 14:07e da Defensoria Pública e em não comparecer. AÃ
- 14:13foi quando ele falou a história da contaminação, as
- 14:19pessoas que cumprem pena em regime semia aberto. Segundo
- 14:21Sebastião Melo, prefeito de Porto Alegre, em plena
- 14:24situação de emergência e de calamidade, ele tem tempo
- 14:27para arrotar para conceito. Pois
- 14:32muito bem. Aà a Associação dos JuÃzes e
- 14:36JuÃzes pela Democracia publicou uma nota de
- 14:39repúdio e ressalta que as pessoas em cumprimento de
- 14:43pena em regime aberto deveriam estar sob a
- 14:46constante vigilância do Estado. Porém,
- 14:49isso não ocorre por omissão do Poder Executivo Estadual,
- 14:54que há 12 anos não oferta vagas nas unidades
- 14:59prisionais para cumprimento das penas em regime semia
- 15:02aberto. E também não disponibiliza as
- 15:05tornozelerias eletrônicas em número suficiente. A
- 15:09Associação também afirma que essas pessoas que estão em
- 15:13regime semia aberto merecem tratamento isonômico em
- 15:16relação aos demais desabrigados. Uma
- 15:18vez que a pena não lhes retira a dignidade prevista
- 15:23da Constituição. E aqui está o ponto
- 15:24fundamental desse conflito. Quando
- 15:28a Associação das JuÃzes e JuÃzes pela Democracia diz
- 15:32isso, a pena não retira a dignidade prevista da
- 15:36Constituição para quem cumpre pena, quando diz
- 15:41isso, está rebatendo uma posição que esse prefeito
- 15:44de Porto Alegre, ao invés de cuidar de fato das
- 15:47pessoas vÃtimas da calamidade, tratou de
- 15:50reforçar. Que é a ideia de utilização de
- 15:54cadeia como lugar de tortura, como lugar para
- 15:59depositar pessoas e deixar lá, para piorar, às vezes
- 16:05morrer e sair em situação pior. Ã
- 16:08uma visão absolutamente retrógrada, absolutamente
- 16:13fora, inclusive, dos parâmetros constitucionais.
- 16:17Coisa que um prefeito, em uma
- 16:19cidade com Porto Alegre, deveria conhecer, talvez
- 16:23conheça, mas, nessas horas, certas posições ideológicas,
- 16:29certos preconceitos, predominam. Agora
- 16:36são 7 .49. A apresentação, Nonato Lima.
- 16:48Operação do Ministério Público do
- 16:50Estado do Rio de Janeiro prendeu 13 policiais
- 16:53militares ontem. Eles só acusados de fazer em
- 16:57par de uma organização criminosa formada dentro do
- 17:01batalhão da PolÃcia Militar de Belfor Rocho, na Baixada
- 17:05Fluminense. Todos estão em prisão preventiva,
- 17:09decretada pela justiça. 13 policiais dentro do
- 17:12batalhão, olha, é muita gente para um batalhão só,
- 17:16né? E mais, muita gente envolvida
- 17:18com uma organização criminosa. Os
- 17:21crimes, corrupção passiva e peculato, praticado pelos
- 17:26militares em Belfor Rocho, ocorreram em 2019 e 2020.
- 17:31E foram descobertos após
- 17:34análise de extração do aparelho celular do
- 17:38denunciado Júlio César Ferreira do Santos, que
- 17:40responde por duplo homicÃdio na primeira vara criminal
- 17:44de Belfor Rocho, com base na análise dos dados do
- 17:48celular do PolÃcia Militar, e esse Júlio César Ferreira
- 17:52do Santos. Foi identificado uma organização
- 17:54criminosa formada por policiais militares, lotados
- 17:58no centro alfa do 39º Batalhão. Os
- 18:03militares estorquiam comerciantes e mototaxistas,
- 18:06moradores de Belfor Rocho, e praticavam o crime de
- 18:09peculato. Eles desviavam drogas, arma de
- 18:15fogo aprendidas, aparelhos celulares e peças de
- 18:19veÃculos aprendidos. Vendiam sem que o material fosse
- 18:23apresentado à delegacia de polÃcia. Um
- 18:27dos integrantes do grupo não foi localizado e é
- 18:30considerado foragino. Em nota, a Secretaria de
- 18:35Estado da PolÃcia Militar do Rio de Janeiro disse
- 18:39que não compactua com os desvios de conduta na
- 18:42tropa, mas não disse o que vai fazer preventivamente em
- 18:46relação a isso. A Secretaria de Estado da
- 18:53PolÃcia Militar do Rio de Janeiro Mais de 50
- 18:58organizações da sociedade civil lançaram, na segunda
- 19:02-feira, uma campanha em favor de um auxÃlio
- 19:05calamidade no valor de um salário mÃnimo que seria
- 19:08pago por dois anos às pessoas atingidas por
- 19:12calamidades climáticas. A exemplo do que ocorre,
- 19:16calamidade no caso, no Rio Grande do Sul, a campanha
- 19:19movida pela plataforma dos movimentos sociais e por
- 19:24outro sistema polÃtico. Reunidades
- 19:29como Instituto de Estudos Socioconomicos, INESC,
- 19:32Movimento dos Trabalhadores de Jurais Sem Terra, MST e
- 19:35União Nacional dos Estudantes e também o Fórum
- 19:38das Mudanças Climáticas e Justiça Social Ambiental. A
- 19:43proposta pede que cada vÃtima das mudanças
- 19:45climáticas receba a quantia mensal de R $1 .412, além
- 19:50de R $150 para cada criança e adolescente no caso de
- 19:57estar na responsabilidade do adulto que vai receber o
- 19:59benefÃcio. Por 24 meses o auxÃlio seria
- 20:02pago aqueles com renda individual de até cinco
- 20:06salários mÃnimos. As mudanças climáticas vieram
- 20:10para ficar e tem gente que quer que elas piorem, tem
- 20:14gente que quer acelerar o fim do mundo, entrar em
- 20:16preçosos que o Estado crie mecanismos pelo menos de
- 20:23garantia da sobrevivência das vÃtimas dessas mudanças
- 20:26climáticas. Sem isso vai ficar difÃcil, né?
- 20:30Ninguém sabe, hoje é Rio Grande do
- 20:32Sul, mas ninguém sabe, amanhã, quem estará na
- 20:37mesma situação. Nós já tivemos várias situações,
- 20:40vários episódios comprovadamente vinculados à s
- 20:43mudanças climáticas, inclusive no Brasil. Então,
- 20:48a medida não é desprezÃvel. Os
- 20:52cálculos feitos para essa medida, esse auxÃlio,
- 20:55chegariam a R $59 bilhões em dois anos. Você
- 21:03imagina, a pessoa que perdeu tudo, perdeu a casa
- 21:06que mora, às vezes tem um pequeno negócio, mas perto
- 21:09também o pequeno empreendimento, como é que
- 21:14fica? O Estado Brasileiro, como os
- 21:20estados todos, os paÃses, vamos dizer assim, para
- 21:24ficar mais claro, precisam de fato ter polÃticas
- 21:28direcionadas para a questão das mudanças climáticas.
- 21:31Agora, o que estava ocorrendo
- 21:33normalmente é que não só não há polÃticas nesse
- 21:37sentido de assistência, as populações vÃtimas de
- 21:39mudanças climáticas, ou pelo menos não há polÃticas
- 21:42adequadas, não há alçamento suficiente, às vezes tem a
- 21:45polÃtica, mas não tem o alçamento, como simplesmente
- 21:47o mundo se reúne para decidir que a forma de
- 21:52atuação da economia é a mesma, né? A
- 21:57perspectiva de economia destrutiva do planeta
- 22:00persiste, sobretudo, pelas mãos das potências mundiais.
- 22:11O Ministério Público Federal
- 22:12ofereceu denúncia contra cinco pessoas que
- 22:18participaram da execução de Carlos Marighella, o lÃder
- 22:22da ação libertadora nacional foi morto, foi assassinado
- 22:27em uma operação policial em novembro de 1969, na região
- 22:31dos jardins na zona oeste da capital paulista. O
- 22:35assassinato do lÃder polÃtico Marighella foi
- 22:38comandado pelo delegado Sérgio Parányus Fleury, a
- 22:41gente da repressão da ditadura militar com
- 22:43participação em diversas execuções e exceções de
- 22:47tortura. Essas pessoas, essas cinco pessoas
- 22:52foram denunciadas e, então aqui os nomes, foram
- 22:56denunciadas, os agentes da repressão, Amador Navarro
- 23:01Parra, Jalma Oliveira da Silva, LuÃs Antônio Mariano
- 23:05e Walter Francisco, que faziam parte das equipes
- 23:09policiais que participaram da operação que tinha como
- 23:14objetivo assassinar Marighella. A
- 23:17procuradoria da República, Ressaua, que é a ação,
- 23:23envolveu diversos agentes identificados, mas a maior
- 23:27parte já está morta. Assim como o próprio comandante
- 23:31do assassinato e de outros crimes da ditadura, o
- 23:36delegado Fleury. Outro denunciado é o legista
- 23:40Anrichi Bata, segundo o Ministério Público, esse
- 23:43médico dava laudo ocultando informações, várias
- 23:50informações relevantes para a aporação do caso. No
- 23:53caso especÃfico de Marighella, Anrichi Bata
- 23:56ocultou informações que indicavam que Marighella foi
- 24:00executado, que era comum na época, eles matavam, depois
- 24:03simulavam uma outra forma de morte. Fizeram
- 24:10isso em várias situações. Vladimir
- 24:14Herzog foi uma das vÃtimas, jornalista, foi vÃtima desse
- 24:19processo, foi assassinado e a ditadura tentou simular
- 24:24uma outra forma de morte, mas ficou comprovado que
- 24:27ele foi de fato torturado e assassinado. AÃ
- 24:31tinha o médico para dar o laudo, a Anrichi Bata. Na
- 24:36época, os policiais apresentaram uma falsa
- 24:39versão de que Marighella teria sido morta e uma
- 24:43troca de tiros, mas em um dos disparos a marca
- 24:51caracterÃstica de que o cano da arma estava
- 24:54praticamente encostado no corpo de Marighella,
- 24:56encostar a arma e matar. Depois
- 24:59simularam a troca de tiros. Como
- 25:02estava desarmado, Carlos Marighella, segundo o
- 25:06Ministério do Federal, Carlos Marighella poderia
- 25:12ter sido imobilizado e preso. O
- 25:16que se verifica é que desde o inÃcio a intenção
- 25:19da repressão era matar Marighella e não prender
- 25:23com vida. Afirmo autor da denúncia no
- 25:26Ministério Público, o procurador André Borges de
- 25:29Mendoza. Hoje se sabe que era uma
- 25:34polÃtica, uma diretriz da ditadura mandar matar os
- 25:40adversários e matou muitos, em 69, mas ainda era
- 25:45ordem. Estão aà os documentos para
- 25:48provar isso. O procurador André Borges de
- 25:53Mendoza sustenta que a morte de Marighella
- 25:56aconteceu em um contexto de perseguição sistemática do
- 25:59Estado brasileiro contra a população civil, configurando
- 26:03crime contra a humanidade sem possibilidade de anestia
- 26:07ou prescrição. O Ministério do Federal lembra
- 26:11ainda que o Brasil já foi condenado por duas vezes
- 26:13pela Corte Inter -americana dos Direitos Humanos, pelos
- 26:17crimes cometidos pelo aparato de repressão em
- 26:201964, o melhor dizendo, entre 1964 e 1985,
- 26:27exatamente o perÃodo da ditadura militar. Por
- 26:29isso, o Brasil deve investigar e responsabilizar
- 26:33os envolvidos em assassinatos, torturas e
- 26:36desaparecimentos forçados nesse perÃodo. Acontece
- 26:42que o Brasil é, historicamente, um paÃs
- 26:44cheio de contradições. à um paÃs muito original, no
- 26:49sentido negativo, em alguns aspectos. Porque,
- 26:52por exemplo, foi para a Presidência da República de
- 26:5519 a 22 um defensor confesso, sistemático, de
- 27:02torturadores. Da tortura. Como
- 27:07se imaginar que, numa democracia, você tem um
- 27:10presidente que defende crime, crime cometido em
- 27:15nome do Estado com a estrutura do Estado, crime
- 27:18contra a humanidade, como é o caso da tortura. Vocês
- 27:24lembram, né? Uma terrÃvel lembrança que a
- 27:28gente espera que tenha ficado no passado. Ah,
- 27:33se você, por acaso, desconfia dessas informações,
- 27:39procure mais informações sobre a ditadura, a
- 27:44ditadura de 1964 a 1985. Veja
- 27:49lá. Procure um documento chamado Brasil
- 27:51Nunca Mais. Tem muitos documentos, vÃdeos,
- 27:57os documentos da Comissão Nacional da Verdade, os
- 28:00documentos das Comissões Estaduais da Verdade, os
- 28:03documentos das Comissões da Verdade das Universidades
- 28:06Federais. Então, tem muita fonte de
- 28:09informação. Não vá acreditar nesse pessoal
- 28:13que está querendo recontar a história do Brasil, sob
- 28:17o viés criminoso da defesa dos crimes contra a
- 28:24humanidade. Oito horas.
- 28:40Bom, mas eu falei aqui que o
- 28:42de 19 a 22 tinha um presidente que defendia
- 28:45tortura, mas também que era inimigo declarado de
- 28:49indÃgenas e quilombolas. Ele disse, eu não vou demarcar
- 28:56um palme de terra indÃgena, falou grosserias contra a
- 29:01população quilombola. Pois é, ele foi daifenestrado,
- 29:06ele foi jogado fora do poder pelas urnas
- 29:09eletrônicas, urnas eletrônicas que você vota e
- 29:16o voto vai para o lugar certo, do jeito certo. Não
- 29:18tem negócio de, não tem falcatrua como o próprio
- 29:21chegou a ensinuar, né? Pois bem, na eleição limpa, com
- 29:29os votos contados exatamente como eles foram dados pelos
- 29:34eleitores, essa criatura desocupou o plano alto.
- 29:40Claro que várias tentativas de
- 29:42golpe foram feitas até mesmo depois da aposta do
- 29:45eleito, que é o fato do 8 de janeiro, a tentativa de
- 29:49golpe, para tudo em nome do projeto do golpista. A
- 29:56quem interessava o golpe do 8 de janeiro, perguntem.
- 30:00Não vou responder, né? Dá
- 30:02para saber, dá para se confiar, dá? Pois
- 30:05muito bem. Pois agora, preciso lembrar que
- 30:10o Congresso Nacional que foi para lá, tem muita
- 30:12gente que se forjou, nesse processo aÃ, e que
- 30:20representa esse pensamento retrógrado destrutivo do
- 30:26paÃs, que deixou a presidência nas eleições de
- 30:3022. Tô dizendo isso porque tá aqui
- 30:33um fato. Claro, há uma discussão, um
- 30:38projeto de tramitação ligado ao enfrentamento das
- 30:42mudanças climáticas, algo urgente e necessário. Pois
- 30:46bem, ontem o lÃder do governo, o senador Jacques
- 30:48Wagner, do PT da Bahia, teve que fazer um acordo
- 30:52com a oposição bolsonarada para adiar a votação no
- 30:58senado desse projeto de enfrentamento às mudanças
- 31:00climáticas. Essa proposta que complementaria
- 31:04a polÃtica nacional sobre mudança do clima, aguarda a
- 31:08votação desde fevereiro e voltou a pauta do plenário
- 31:12agora com a tragédia no Rio Grande do Sul, que
- 31:16enfrenta as maiores chuvas da história do Estado, mas
- 31:19também uma calamidade pública generalizada. O
- 31:23texto foi retirado de pauta, depois de pressões
- 31:26da oposição bolsonarista. A oposição que eu vi, sabe
- 31:31quem? O setor privado a respeito do
- 31:33projeto. Ora, mas o setor privado. Se
- 31:35o mundo se acaba, o setor privado vai ficar aÃ
- 31:37fazendo o quê? Não vai ficar, né? A
- 31:39destruição do planeta não deixa as empresas nem
- 31:42pequenas, nem médias, nem grandes. Pois
- 31:47bem, a bolsonarada praticamente extinguiu
- 31:50durante o perÃodo de Zé 9 -22 os órgãos de defesa e
- 31:55fiscalização ambiental. E agora se despreocupada com
- 32:01o que está chamando de excesso de poder dos órgãos
- 32:04ambientais com relação às medidas para mitigar as
- 32:08mudanças climáticas. Uma preocupação, claro que é
- 32:15hipócrita, né? A preocupação é mesmo com
- 32:19negócios, lucros, posições conservadoras, não é uma
- 32:24preocupação verdadeira, porque se o planeta não
- 32:28sobrevive, nenhum negócio privado vai sobreviver. Ã
- 32:32óbvio. Ou não é óbvio? Talvez
- 32:38não seja, né? à preciso de olhos para ver,
- 32:42né? à preciso de capacidade mÃnima
- 32:45de pensar, né? Exerce tal a crÃtica, né? Muito
- 32:52bem. E aà eu falei aqui sobre os
- 32:54órgãos do área ambiental e está aà o servidor do
- 32:57IBAMA em luta por uma negociação com o governo. O
- 33:03governo apresentou de fato contraproposta, mas
- 33:06contrapropostas que não atendem minimamente as
- 33:10posições, o que é reivindicado pelo pessoal do
- 33:15IBAMA, começar pela situação da carreira mesmo, uma
- 33:19proposta central é a reestruturação da carreira,
- 33:23a Associação Nacional do Pessoal do IBAMA, que é a
- 33:26entidade que representa os profissionais dessa área,
- 33:29corda e não assembleza em todo o paÃs e recusou a
- 33:34proposta do governo e quer sim negociação, mais uma
- 33:38negociação que de fato reconheça sobre tudo a
- 33:43importância de valorização dos trabalhadores do IBAMA.
- 33:46Isso passa por reestruturação de
- 33:49carreira, passa por equilÃbrio salarial entre os
- 33:53ativos e aposentados e passa também por uma série
- 33:56de outras medidas que fortaleçam a atuação do
- 34:00IBAMA como órgão de fiscalização ambiental. Olha,
- 34:13a Dulce está convocando a Assembleia Geral dos
- 34:16professores e professoras das universidades federais,
- 34:20o ILAB, Federal do Carilhe e o FC, Assembleia Geral
- 34:24para amanhã, quinta -feira, 16 de maio, Assembleia
- 34:30Geral presencial, vai ser aqui em Fortaleza, no
- 34:33Jardins da Reitoria, na série, onde estão os
- 34:37comandos de greve da dos professores e dos servidores
- 34:41técnicos administrativos, mas também em todos os locais
- 34:46onde estão os professores e professores associados, o
- 34:49caso Sobral tem Campos da UFC, Quichada, Crateus,
- 34:54Russas e Tapagé, são o Campo da UFC, José do
- 34:59Norte, Crato, Barbália, Brejo Santo, são o Campo
- 35:04da Federal do Carilhe, a Carap, Campos dos Palmares
- 35:10que é da Unilab, para outras três universidades,
- 35:14em seus próprios locais de trabalho, vão se reunir,
- 35:19Assembleia Geral, amanhã às duas da tarde, na primeira
- 35:23convocação e às três da tarde, em segunda
- 35:26convocação. A Assembleia de Amanhã vai
- 35:29avaliar as negociações com o governo federal em mesas
- 35:34setorial e especÃfica. Ah, pelas notÃcias que tem se
- 35:41divulgadas aÃ, uma negociação hoje com o
- 35:45governo, entre o comando de greve dos professores e
- 35:48professoras e o governo, ah, até quem espere uma
- 35:52posição nova do governo, ninguém sabe nova em que
- 35:56sentido, mas claro que o otimismo ajuda, né? Vai
- 36:04que o governo resolveu pensar seriamente no que
- 36:08está sendo discutido pelos servidores e poucos federais
- 36:12da educação e vai rever sua posição de, a posição
- 36:17do governo foi zero, 2024, como se não houvesse
- 36:23inflação e como se não houvesse amanhã, né? Nos
- 36:27reajustos salariais, há uma desestruturação, digamos
- 36:31assim, há um desequilÃbrio muito grande na carreira
- 36:34doocente, que o Ãndice de Cato Nacional, o comando de
- 36:38greve, pretende negociar com o governo para reequilibrar,
- 36:43é uma reestruturação de carreira. Há
- 36:47outros, um terceiro ponto importantÃssimo é a
- 36:50recomposição salarial, não, orçamentária das
- 36:54universidades, tem que ter orçamento para as
- 36:57universidades, recompor orçamento que foi cortado,
- 37:03precisa ter equilÃbrio e valorização do professor no
- 37:06aspecto salarial e uma carreira que vale a pena
- 37:11seguir, né? Pelo menos esses seis pontos são
- 37:14importantes e o que se espera é que essa
- 37:17negociação de hoje se acontecer apareça como
- 37:22resposta do governo amanhã para a Assembleia Reral dos
- 37:26doocentes, certamente que essas Assembleias aqui,
- 37:28estou falando da Duciará, mas deve ser em todo o
- 37:32paÃs para dar resposta, algo que, supostamente, pode
- 37:35sair dessa negociação com o governo. Negociação
- 37:42com o ciarrar, a greve já está aÃ, completou um mês,
- 37:45né? Greve de professores aqui no
- 37:47Ciará, das federais, e é preciso que o governo tenha
- 37:53algum tipo de posição minimamente irrasoável,
- 37:56porque negociação não pode ser um com zero ou outro
- 38:00com 100, né? Se bem que não tem ninguém
- 38:03com 100, né? A proposta dos doocentes para
- 38:06a negociação com o governo é uma proposta modesta, né?
- 38:10Um pouco mais de 22 % de
- 38:11reajuste em três anos, mas começando com alguma coisa
- 38:15agora, um pouco mais de 7%, é algo absolutamente
- 38:20elemental, é mÃnimo mesmo. Proposta
- 38:24de quem de fato está numa situação difÃcil, só falta
- 38:29o governo reconhecer isso. Como
- 38:32o professor não tem a força que tem o Congresso
- 38:37Nacional, né? Os Liras, então, é preciso
- 38:42muito esforço para garantir uma mudança de posição. E
- 38:46veja bem, ninguém está propondo que se discutir as
- 38:50questões dos civis e dos públicos em geral, eu falei
- 38:51que há pouco do IBAMA, estou falando agora da
- 38:53educação, mas há outros setores dos civis para o
- 38:56federal que foram colocados em segundo plano, e é como
- 39:02se não tivessem relevância, como se não fossem
- 39:06fundamentais para a sociedade brasileira.
- 39:09Educação, por exemplo, saúde, meio
- 39:12ambiente, são questões essenciais. Qualquer
- 39:17governo que tenha, de fato, compromisso firme com os
- 39:23interesses da sociedade brasileira, precisa levar em
- 39:27conta essas questões. Valorizar
- 39:29educação não é só valorizar educação num belo discurso,
- 39:33é também na hora de fazer os orçamentos para a
- 39:39manutenção das instituições, para a manutenção do quadro
- 39:43funcional, para, de fato, valorização do serviço
- 39:48público e do servidor. Não tem serviço público sem
- 39:50servidor, né? Ou uma pegadinha do
- 39:56combustÃvel, vocês viram? Eu não sei, não me lembro se
- 40:00eu comentei aqui, e de repente cai 50 centavos nos
- 40:04combustÃveis. Normalmente, quando cai 50 centavos, na
- 40:09próxima etapa, o combustÃvel aparece com um real a
- 40:12mais. à quase isso que está
- 40:15acontecendo agora. O preço do litro da gasolina,
- 40:19segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e
- 40:21BiocombustÃveis, subiu 33 ,7%. Isso,
- 40:30preço médio, né? 21 centavos a mais nos postos
- 40:35de combustÃveis do Estado. Mas
- 40:37isso é média, tem lugar que subiu 50, 60 centavos.
- 40:44Aqui nos arará o valor do
- 40:48produto, gasolina, chega a mais de 6 reais. Tem
- 40:54lugar com 6 reais e 49 centavos, etapa e pouca.
- 41:01Rais reais e 49 centavos no
- 41:04litro de combustÃvel. Então, quando uma baixa grande no
- 41:08preço da gasolina, pode esperar. Uma
- 41:13semana ou duas depois, dobra, o que foi tirado,
- 41:18volta dobrado. Ainda tem um detalhe, se for PIX
- 41:22ou dinheiro, o preço é um. Se
- 41:24for cartão de crédito, o preço é outro. Aquela
- 41:29história da lei que cartão de crédito é a vista, né?
- 41:34Se você não passaria a vista,
- 41:36vale nada. Por quê? Porque
- 41:38tem que pagar taxa do cartão de crédito e a
- 41:42legislação não vale. E você conhece algum posto
- 41:48que foi punido por causa disso? Tem
- 41:50algum caso? Não tem, né? Então
- 41:54continua assim, PIX ou dinheiro é um preço e
- 41:58cartão de crédito é outro preço. Mas
- 42:01todos estão atentos a subir os preços, né? Aqui
- 42:05no interior, quando você vai pelo interior,
- 42:08combustÃvel está fazendo evaporar seu dinheiro. Você
- 42:14encosta no posto, o dinheiro começa a evaporar.
- 42:19Vamos embora, né? A
- 42:22Cislima e eu, vamos partir agora só voltar uma manhã.
- 42:25Obrigado, bom dia. Rádio
- 42:28livre, tem apoio do Cinti -Cécio Ciaral, Cili Cácio
- 42:30dos Trabalhadores, no serviço público federal.
- 42:32Amanhã a gente volta a 7h30 com
- 42:35mais um Rádio Livre. E você acompanha aqui ao
- 42:39vivo, na 7h30, na Universidade FM, ou no
- 42:43podcast Rádio Livre, com o Nato Lima, nas principais
- 42:46plataformas de podcast. Obrigado.