Latest / Helena, o podcast tá pronto / Devolve meu pote #76
Transcript
- 0:00Helena, o podcast está pronto. Dona
- 0:03Helena, eu não te dou esse tipo de intimidade. Me
- 0:07desculpe, dona Helena. A senhora vai querer mais
- 0:10alguma coisa? Ouça o episódio, depois se
- 0:14recolhe. Pobretona! Olá, ouvintes. Eu
- 0:29sou a Alana Zevedo. E eu sou a Raíla Zevedo.
- 0:32Preparem o tanquinho que hoje vai
- 0:34ter lavação de roupa suja. Pela
- 0:38amor de Deus, você não vai falar de seu bolerinho,
- 0:40não? Se eu tivesse falado o meu
- 0:42bolerinho, eu vou falar. Supera,
- 0:45garota. Teve um ouvinte, um pri que ele
- 0:48mandou assim. Alana, supera o bolerinho.
- 0:52Corretíssimo. Se você tivesse visto uma
- 0:55peça de roupa sua, toda esbagaçada, cheia de ovo,
- 0:59gema de ovo, toda ferrada por conta de uma pessoa
- 1:03que usou no trote da faculdade, eu quero ver se
- 1:06você teria essa resiliência que você está aparentando
- 1:10ter. Teve um outro pri que falou
- 1:12assim. Fala para cobrar conjuros e
- 1:15correção monetária. Eu vou fazer isso. Que
- 1:16vai dar um bolerinho em um crópede. Aí
- 1:18eu falei assim, mas você acha que eu vou mostrar
- 1:20essa mensagem para ela? O que você está me falando
- 1:22agora? Mas eu não vou te pagar? Não
- 1:24vai. Mas se eu fosse, agora falando
- 1:26sério, colocar na ponta do lap, gente, tudo que a
- 1:29Raíla pegou meu, e não devolver o barra extra,
- 1:34daria um episódio de 2 horas. Você
- 1:35deu uma aumentada boa. Não é assim que funciona, não,
- 1:38meu amor. São poucas coisas que eu posso
- 1:40contar em três dedos. Então vai. Seu
- 1:42bolerinho. Só lembro disso. Ah,
- 1:46meu crópede branco de manguinha, que era uma
- 1:48gracinha, eu dei poucas vezes. O
- 1:50seu crópede. Gente, ela teve coragem. Deixa
- 1:53eu falar. De pegar um sutiã que eu
- 1:55comprei, era um sutiã bonitinho, né, meu? Ah,
- 1:58sutiã. Ele tinha bojo, meu sutiã era
- 2:00todo bojo -duro. Eu precisei usar como uma
- 2:03blusa, e aquele sutiã cairia muito bem. Mas
- 2:06eu pedi emprestar uma graçinha. Pediu
- 2:08emprestar de uma vez, não devolveu. Depois
- 2:11ficou usando. N vezes seguidas até o sutiã,
- 2:14sabe que a parte de trás dele, que ele virou só um
- 2:17fiapo, ela destruiu, você destruiu o meu sutiã. E
- 2:20o meu pincel que você pegou, você só fala do
- 2:23seu. O meu pincel que tá lá na
- 2:25sua bolsa até hoje. Detalhe,
- 2:27eu comprei esse pincel em 2013, ela é tão porca, que
- 2:30ela usa um pincel de 2013. Mas
- 2:32você acha que tem algum problema? Eu
- 2:34lavo, diferente de você, lavo as minhas coisas de
- 2:35macare. Eu lavo também, você pegou
- 2:37meio esponjinha. Nossa, isso daí... Eu
- 2:39peguei mais esponjinha amarela da Raíla, que foi
- 2:42dessa mesma época, 2013. E aí, eu usando... Não
- 2:45tá isso facilando, não? Não,
- 2:46espera que eu comprei outra. Eu
- 2:48fui sem vergonha na cara, né? Eu
- 2:51usei essa esponjinha, acho que por mais de 10 anos.
- 2:54Aí, um dia, eu vira e falei
- 2:55assim, nossa, essa esponjinha, eu tô lavando,
- 2:57já não tá mais adiantando. Aí,
- 2:59um apri, ou alguém que me seguia, virou e falou
- 3:02assim, é, esponjinha, você tem que trocar de 6 e 6
- 3:04meses. Eu falei, puta que pariu. Ah,
- 3:07mas você também podia comprar uma esponjinha? Mas
- 3:09eu não tenho esse negócio com maquiagem, e eu
- 3:11esqueço, aí eu fui, comprei uma vinhozinha de alguma
- 3:14marca, e marissade, marimaria, não sei. Eu
- 3:17comprei três esponjinhas na Chopi, muito boas. Eu
- 3:20acho que foi R $7 ,00 às três. Você
- 3:22sabe como uma coisa que eu aprendi depois de velha? É
- 3:24que a esponjinha, você tem que dar uma molhadinha
- 3:27nela, né? E aí você aperta. Mas
- 3:28eu não sei se eu molho demais, fica bem ruim. Eu
- 3:31não gosto mais de usar com ela seca. Mas
- 3:33sai o que eu estou reparando, você tá querendo
- 3:35desvencilhar o assunto, porque quando você pega as
- 3:38minhas coisas, aí o assunto vai e vamos pra frente,
- 3:41né? Tá, mas do seu que eu peguei
- 3:42foi a esponjinha, a minha, a minha blusinha, o meu
- 3:45casaquinho preto, fininho, que eu usava pra tudo
- 3:48quanto é lugar, amarrava com os meus luquinhos,
- 3:51amarrava ele, já foi muito nas baladas comigo, esqueci
- 3:54na sua casa, e você, o que você fez com ele? Eu
- 3:57não sei, porque eu nem lembro dessa sua blusa
- 3:59velha. Não é velha não, era muito
- 4:01boa, gente, era um casaquinho maravilhoso. Tem
- 4:03um casaquinho preto que tá lá em casa, é cada minha
- 4:05mãe. Então você pode, eu vou pedir a
- 4:07chamelinha, se ela pode me dar. Agora
- 4:08isso de roupa que você falou de balada e tal,
- 4:11gente, a Raíla, tudo pra ela, tudo pra ela, ou é
- 4:14marrar na cintura, ou é um cintinho. Bota
- 4:16um cintinho. Eu às vezes usava uma blusa,
- 4:19que aí a blusa era mais larguinha, ela vinha, aqui
- 4:21ó, colar com cintinho, aqui eu falei, que na época era
- 4:23tudo cintinho, era bonitinho, era uma gracinha,
- 4:26um cintinho. A gente saía você mais do
- 4:27que eu, com cintinho. Agora eu gosto de usar um
- 4:29cintinho com a calça, né. Acho
- 4:31que isso dá um chance, sabe? Na
- 4:32calça. Na calça. Você
- 4:34tem cintinho? Tenho, comprei. Qual?
- 4:36Não vi. Você não viu, porque você não
- 4:39tava aqui, né. Foi no dia que eu fui para o
- 4:40rio, com Pedro, aí a Dai, minha amiga, né, tava indo
- 4:45comprar um dela, eu falei, eu não tô achando meu
- 4:46outro cintinho, que eu perco tudo. Que
- 4:48eu usei na aniversário do Eduardo. Aí
- 4:51ela foi, comprou, e aí o cintinho. Olha,
- 4:55nas fotos. Eu fui furar, é um cintinho
- 4:57fino. Eu fui fazer mais um furo
- 4:59nele, eu quase cortei ele, tava uma finurinha, aí ela
- 5:02falou assim pra colar com SuperBounder. SuperBounder,
- 5:05será? Vou tentar. Vai
- 5:07que é tua, né. Mas posso continuar? Pode.
- 5:10Eu ia falar que, realmente, todas essas perdas que eu
- 5:13tive relacionadas a você, eu ainda perdoo pela nossa
- 5:16relação. Não deixou lance acabar com o
- 5:20nosso amor. Eu sempre fez um impossível e
- 5:24você não dava louco. Eu faço tudo e um possível e
- 5:27você não dava louco. Estou ficando louco. Te
- 5:29amo como louco. Meu coração perdendo ao pouco.
- 5:33Estou sofrendo as minhas frases.
- 5:34Então você canta, se você sabe a
- 5:36letra, o que você falou? Ah,
- 5:38a Raiila, canta aquela música. Se
- 5:41você sabe que eu não sei, então você canta. Nossa,
- 5:43mas me admira você não saber uma música, um
- 5:45clássico de raça neve. Você jogou fora O amor que eu
- 5:50te dei Você jogou fora O sonho que você não me
- 5:53atrapalhe O sonho que sonhei Isso não se faz
- 5:58Você jogou fora A minha ilusão A louca paixão Você
- 6:05achou que eu vou ficar com o forri? É
- 6:06tarde demais Que pena. Você sabe como nem achei graça?
- 6:11De verdade? Ah,
- 6:13eu achei porque se eu não rir de mim mesmo, eu não
- 6:16sei o que eu vou fazer. Quem
- 6:16irá? Vou falar agora do lance que
- 6:20eu não supero. Os amigos de Volta Redonda vão
- 6:23se ouvirem esse episódio, vai falar eu também, Alana.
- 6:25Eu não aceito essa sua perda.
- 6:27Que eu, gente, eu emprestei um
- 6:29vestido que eu amava. Hoje eu nem sei se eu usaria,
- 6:33mas naquela época usava. Era
- 6:34bonito. 2011, era um vestido floridinho. Ele
- 6:38tinha uma manguinha bufante. Era
- 6:39um vestido que eu comprei na Herring. Tem
- 6:41até uma foto minha, bem cocotinha indo para o
- 6:43estudo de 54 com bom docentinho, indo para a
- 6:47balada com ele. Uma amiga me pediu emprestado.
- 6:50Mas era uma amiga assim que a
- 6:51gente saía bastante. Tinha uma relação legal. Não
- 6:53era nível raíla. Não era esse nível. E
- 6:58eu fui emprestei na maior vontade. Passou
- 7:01um, dois, três, quatro, cinco, seis meses. Ela
- 7:04não me devolvia o vestido. E
- 7:06você pedia, né? Eu pedi, eu falei, ah, tem
- 7:08como você entregar o vestido para não sei quem?
- 7:10Eu pego com ela. Eu
- 7:11pego com ele e tal, enrolando, enrolando. Eu
- 7:14não sei que fim levou. Não,
- 7:16a gente sabe que fim levou. Porque
- 7:18passou um ano e eu não vi o vestido. Aí,
- 7:22eu não lembro quanto tempo depois do mais absoluto
- 7:25nada, a gente vê uma foto dessa menina com uma outra
- 7:30amiga dela que eu nem conheci a contato. Que
- 7:31você nem tinha contato. E a garota com o meu vestido
- 7:37numa balada. Aí, saiu uma foto e a menina
- 7:40com o meu vestido, eu falei, puta que pariu, né?
- 7:43Tá de sacanagem. E
- 7:43foi, eu acho que assim, não foi no mesmo ano. Foi
- 7:46papo de um ano depois que eu falei, só era. Já
- 7:48tinha morrido o assunto. Ah,
- 7:50mas que dava vontade de comentar, né? Foi
- 7:53assim, querida. Esse vestido aí, fofa. Essa
- 7:56é uma coisa que eu não supero. É
- 7:58diferente da gente pegar um vestido de maracujá, da
- 8:02letícia e não devolver nunca mais. Você
- 8:05que a letícia, que é irmoldade, ela também não
- 8:08vai deixar isso não acabar com a nossa bolsa. E
- 8:10você pegou o vestido e eu peguei de você o futebol
- 8:16do vestido de você. Inclusive,
- 8:17quando eu tava grave do Zei muito, que ele esticou
- 8:19tanto que ele estragou eu nem sei. Nossa,
- 8:24era um vestidinho, gente. Ele
- 8:25era muito bom. E a letícia usava muito ele,
- 8:27mas eu surruphei, não devolvi, foi um V só, tá?
- 8:29E aí, eu fui lá, que foi
- 8:30pra mim e a Rai, ela foi e pegou ele de mim. Mas
- 8:33ela não pode falar nada que eu tinha uma camisa
- 8:35jeans que eu amava. Ela levou, fazer alguma coisa
- 8:39no Rio, passear no Rio, fazer curso, não sei. Levou
- 8:42minha camisa, perdeu a minha camisa, ficou
- 8:44enrolando, eu falei, letícia, cadê minha camisa?
- 8:46Ah, ela encassem, pularam. Não
- 8:48foi de coro, não? Não, camisa jeans. Aí
- 8:51depois de uns meses, ela falou, ah, amiga, preciso
- 8:54confessar que eu esqueci sua camisa num lugar, num
- 8:57hotel, nem lembro mais qual que foi. Safada,
- 9:01sem vergonha. Safada, mas eu perdoo porque se
- 9:03bobear lá em casa até hoje deve ter coisa dela que eu
- 9:06bobei. Eu nem falo, nem falo nada,
- 9:08aquele vestido de balarina que a gente usava dela,
- 9:10branco. Qual? Que tinha umas pérolas aqui
- 9:12em volta. Menina, aquele vestido, eu usei na
- 9:16minha colação de grau. Nossa,
- 9:18eu usei com um cintinho casamento de um cidermi.
- 9:22Não, era um vestido chiquérrimo.
- 9:24Ela ainda tem aquele vestido.
- 9:26Eu sei que devolvemos.
- 9:27Devolvemos o vestido. Menina,
- 9:30só mais uma coisa, o vestido da Jassa, a gente
- 9:33devolveu aquele longo. Qual vestido da Jassa? Que
- 9:35ficou na tua casa um vestido de casamento. Ah,
- 9:39deve ter pegado, porque não está comigo. Eu
- 9:42também não lembro. Mas aí, assim, tem várias
- 9:44coisas que é só ver aqui entre a gente, né? E
- 9:46acaba que chega uma época que a gente até esquece o
- 9:49que aqui emprestou pra outra. Mas
- 9:50esse lance de roupa, a gente puxou a Tiamelinha
- 9:54com questão de roupa, a gente não é muito apegada
- 9:56não, né? Depende. Sou sim. Você
- 9:59pode ser, mas eu sou. Eu não sou, gente. Se
- 10:01você pega uma mistraga... A não ser que tem certas
- 10:04ocasiões que a gente fica bolada. Mas
- 10:07a Tiamelinha é uma pessoa que ela impresta, né?
- 10:09Desapegada. Desapegada nisso. Só
- 10:11a concha dela. Que até hoje ela não superou.
- 10:15Pelo amor de Deus. Pra
- 10:16mim, isso é assunto já de jornal de enrolar peixe.
- 10:20Jornal mais que velho. É,
- 10:22mas quem bate esquece, mas quem apanha não esquece.
- 10:27Hoje mesmo, a gente falando dos
- 10:28temas dos episódios, eu falei, ah, vai ter um que
- 10:31devolve o meu pot pra gente falar de coisa que
- 10:33emprestou e não devolveu. Ela
- 10:34já começou. Minha concha de nox. A
- 10:37minha tampa de panela, o meu não sei o que, mas
- 10:40meu cedez a gente vai falar de todos esses. Mas
- 10:41realmente, aí, depois de muitos anos, eu paguei a
- 10:44concha. Eu dei uma outra concha pra
- 10:46ela de presente, falei, toma. Mentira.
- 10:49Juro por Deus. Eu falei, aqui termina essa
- 10:51nossa dívida de décadas. Ela
- 10:53queria aquela concha. Aquela concha. E
- 10:55ela estava especifica. Chorando,
- 10:57lamentando. Cara, esses dias eu lembrei, eu
- 11:00precisei, porque eu não sou uma pessoa de secar o
- 11:04cabelo com secador. Não tenho paciência, eu deixo
- 11:06secar natural. Mas aí, teve um dia que eu
- 11:08precisei. E eu falei assim, caraca, eu
- 11:11lembro que eu emprestei pra alguém meu secador. Não
- 11:15sei quem, não lembro quem, e a pessoa não me
- 11:17devolveu. E era um secador bom, tá?
- 11:20Que eu ganhei de, acho que foi
- 11:22de natal da minha sogra. Não
- 11:25sei onde foi parar o secador. E
- 11:27emprestou pra alguém? E emprestei pra alguém. Eu
- 11:29acho que isso daí é o universo. Porque
- 11:32eu já estraguei o secador da Tchamelinha. E
- 11:34ao contrário de você, eu não dei outro. Mas
- 11:37não foi minha culpa. Eu tava secando o cabelo,
- 11:40gente. Vê se pode, ó. Tava
- 11:41secando o cabelo. Acabou a luz, a luz, tipo, pagou
- 11:45tudo. Eu coloquei ele numa
- 11:47bancadinha, numa bancadinha, e fui perguntar o que que
- 11:51aconteceu, gente. Saii, quando eu voltei, a luz
- 11:54voltou. E aí ele começou, ele ligou
- 11:56sozinho, eu não tinha desligado, ele começou, e
- 11:58caiu no chão. E estragou. Você
- 12:02nem levou pra arrumar? Eu era desempregada, como é
- 12:04que eu ia levar? Nossa, que safado. A
- 12:06minha mãe sofre muito na sua mão, sabia? Porque
- 12:09você é abusada demais. Você é mais abusada com a minha
- 12:12mãe do que eu. Eu sou abusada com a
- 12:13Tchavaléria. Hoje mesmo, virou e falou assim,
- 12:15Tchamelinha, gente, a fazer roteiro lá, né? Fechar
- 12:17um roteiro. E prepare uma boa mesa de
- 12:20café da manhã e um café forte. Não
- 12:22quero café do tio Miguel não. Abusada.
- 12:25Gente, café é café apresente, tem que ser
- 12:28forte. Não vem com café não. Mas
- 12:30a Tchamelinha é coitada realmente. O
- 12:31secador bijuda minha mãe que você pegava. As
- 12:34bijudas Tchamelinha eu perdi muito. Isso
- 12:36me fez lembrar da época que eu era viciada.
- 12:41Obcecada, é a palavra. Em
- 12:42mágoa escolar, gente, eu ia passar na Maralpexotas e eu
- 12:47ia só pra isso, só pra comprar. E
- 12:49eu tinha uma gaveta, tem a Camilla Loades falando
- 12:53assim, você sabe que o terceiro andar é todo meu,
- 12:55né, gente? E além de mostrar, era uma...
- 12:57Você está falando, eu não...
- 12:59Você anda nos lugares da
- 13:01internet que é muito distante pra mim, sabe? Meu
- 13:02amor, é o site lá que eu sigo os Instagrams de tudo,
- 13:07de fofoca. Ela tem uma casa dela, o
- 13:11terceiro andar da casa é só o quarto dela. Gente,
- 13:15Camilla Loades, se você ouve esse episódio, se você
- 13:18ouve o podcast, fãs da Camilla Loades, eu não
- 13:21gostei daquela decoração, eu vi um vídeo. Meu
- 13:24Deus, o banheiro, é uma banheira que tem que sofá.
- 13:27Eu vi um vídeo só que
- 13:28apareceu no meu Twitter, eu achei muito assim. Eu
- 13:31sou via a parte do terceiro andar e ela
- 13:32entrou, depois eu vou verificar. Até
- 13:35porque a nossa casa é muito mais bonita de
- 13:37Camilla Loades, nossa decoração, né? Pri,
- 13:39honestamente, eu quero que você veja, eu não vou
- 13:42falar mais nada. Pri também, vejam esse terceiro
- 13:45andar da casa da Camilla Loades, e opinem, se vocês
- 13:47acham bonito e se teriam uma decoração nesse estilo.
- 13:50Eu, a Alana Zevedo, pessoa
- 13:52física e a pessoa jurídica não teria. Entendeu?
- 13:55É isso. Eu vou opinar mesmo que a
- 13:56minha parede da minha casa descazcalou, com infiltração.
- 14:01A gente só vai opinar, só
- 14:02vai falar. Mas enfim, eu posso continuar.
- 14:05A gavetinha dela de Max
- 14:06Colar, meu Deus. Aí eu tinha, gente, uma
- 14:08coleção, e eu tinha um prazer, todo mundo chegava
- 14:11e eu falava, olha aqui, aí eu abria, tipo mal, de
- 14:14joias abrindo assim. E aqui era Max Colar, pra
- 14:17tudo quanto é lado. Max Colar, se bobear a única
- 14:20coisa de seu quarto, se a limpava, era só na cabeça
- 14:23de Max Colar. Eu ia passar, passava, que
- 14:24ficava o dia inteiro colhindo. Ai,
- 14:26gente. A primeira vez, eu não me
- 14:28lembrava disso, cara. Eu emprestei muito Max Colar,
- 14:30e não me devolveram. No dia que a gente tava
- 14:33fazendo, fazendo chamada de vídeo. E
- 14:35aí fechando, né, lembrando de história, fechando
- 14:38roteiro. Aí não sei o que eu falei, e
- 14:40aí, eles diziam aqueles seus Max Colar. Aí
- 14:42a Raíla foi me contar dessa história das gavetas,
- 14:45e eu não tava me recordando. Juro,
- 14:47eu tive uma crise de riso, porque eu fiquei imaginando
- 14:49aquela cômoda dela, cheia de Max Colar, cara. Cheia?
- 14:53Era a primeira gaveta, tudo de Max Colar, que você
- 14:55puxava assim, que eu me achava rica. Você
- 14:58já tem algum? Não, hoje em dia eu não se usa
- 15:01mais Max Colar, não se usa. Não
- 15:04faz meu estilo, aquele de Max Colar. Tem
- 15:05gente que usa Crocs. Teve uma ouvinte que falou
- 15:09assim, olha só, Prie, algum vídeo de Crocs que você
- 15:14tava querendo dar pro Eduardo. Eu
- 15:16falei, até os 5 anos é válido. Você
- 15:19usar Crocs até os 5 anos, eu acho que é tudo ok.
- 15:22Passou disso. Você
- 15:24percebeu que só me deixou sem palavras, né? Eu
- 15:26queria te ofender o nenhum que eu falei, ela não
- 15:28precisava ter falado do Crocs. É,
- 15:29porque eu jogo o seu jogo. Esse
- 15:30cinza, realmente, só teve um noite de sessungo. Você
- 15:33nem me colocou. Esse cinza, ele não é o mais
- 15:36bonito, mas ele é confortável. Eu
- 15:39vou comprar um preto de plataforma que aí você vai
- 15:41ver. Esse é bonito. Juro?
- 15:43Ele é bonito. Clocos pretos de plataforma. Ele
- 15:46é bonito. Eu vou te mostrar. Eu
- 15:48tô falando sério. Não vai ser madrinha do meu
- 15:50filho. Não vai ser. Pode
- 15:52continuar? Pode. Você falou da minha mãe e
- 15:54eu vou puxar que lá em casa tem umas brigas por
- 15:57conta de coisa emprestada e eu entendo, em alguns
- 16:00pontos as nossas chis ficarem chateadas porque é
- 16:03um que pega a caixa de som e leva pra casa do
- 16:07amigo e não devolve. Aí fica sem a caixa de som.
- 16:10É igual a Din Din. Eu
- 16:11compro um negócio para perder gordura localizada na
- 16:15época. Um equipamento, né? Tipo,
- 16:17bicicleta. Era um equipamento que você
- 16:21subia e ficava balançando tudo. Aham.
- 16:24E aí, na época, ela pagou caro. Levaram
- 16:28emprestado. Levaram embora e tipo assim. Ficou
- 16:31elas por elas. Olha só, nesses casos eu também
- 16:34ficaria puto. Agora tem umas brigas menores que
- 16:37eu falo assim gente, é só uma sombrinha. Brinda,
- 16:40lá em casa, uma casa de vocês. Agora
- 16:42vou falar sério. O que é isso? A
- 16:44sombrinha é um item que parece um item valiosíssimo.
- 16:47É uma joia, um macs colar.
- 16:49Parece uma macs colada raíla.
- 16:50Porque assim, não pode pegar a
- 16:52sombrinha. Você pega e já fala que, ó,
- 16:54devolve minha sombrinha. Então
- 16:55tá até molhado. Você tá entrando aí no portão,
- 16:58na chuva. Me dá aqui. Pessoal,
- 17:01tem uma pego com sombrinha. Tem
- 17:03gente que perde, né? Cacha de ferramenta, mas isso eu
- 17:06entendo, tá? Eu não sabia, antes de você
- 17:08ser uma pessoa adulta que cacha de ferramenta era uma
- 17:11coisa cara pra caramba. É, né? Mas
- 17:13é chave. Você abrir uma ferramenta, você
- 17:16vai precisar de uma chave... É...
- 17:18Inglês? Uma chave holandesa de genivá.
- 17:23Você pega uma chave... Você
- 17:24sabe o que é? Uma chave holandesa de genivá.
- 17:27Cadê minha chave holandesa de
- 17:28genivá? Alguém perdoe não devolveu. Isso
- 17:31daí eu acho sacanagem também. Agora
- 17:33eu sou uma safada que eu não posso falar nada sobre
- 17:36isso, de pegar a coisa emprestada, porque eu e
- 17:39Pedro, a minha sogra mora em cima da gente, né
- 17:42gente? Coitada sua sogra, né? A
- 17:43gente faz a som. É o típico do tipo, ó, meu
- 17:45filho e a Nora moram embaixo. Puta
- 17:47que pariu. Puta que pariu, fica pegando
- 17:49tudo aqui em casa. Gente, acabou, vou fazer alguma
- 17:52coisa. Ai, tá faltando três ovos, aí
- 17:54Pedro vai, pega. Pega três... Não,
- 17:56mãe, depois... Eu acho que ela já deu uma
- 17:58granja pra gente. A gente nunca devolveu, papel
- 18:00higiênico. É lá, agora na nossa
- 18:03situação... Me perdoa. Quando
- 18:05eu morava, não tô lembrando. Quando
- 18:07a gente morou... perto. Perto não, no mesmo terreno
- 18:11do pai do André, que a gente morava na casa de
- 18:13trás, que é assim, mesmo terreno. Você
- 18:15roubava alho. Eu não roubava, por quem você
- 18:18falou? Produção, a gente costumava pegar
- 18:20muita coisa na casa do seu pai? Não,
- 18:22pegava, tá, meu amor. Isso aí sabe o que se chama?
- 18:25Independência, né? Porque
- 18:26você mora no mesmo terreno, que você vai ficar pegando
- 18:28toda hora uma coisa, entendeu? Eu
- 18:30já chamo de vergonha na cara, que eu e o Pedro a
- 18:33gente precisa. É, a gente precisa de vergonha
- 18:35na cara mesmo. Mas o Pedro é periguçoso,
- 18:37porque tem um mercadinho na esquina da rua, e ele fala
- 18:40assim, vou pegar com a minha mãe. Eu
- 18:42falo assim, vai lá no mercado. O
- 18:45mercado dele é na mãe dele. É
- 18:47um cavalo velho que precisa de vergonha na cara. Lá
- 18:50em casa, agora que vou falar lá em casa, que eu
- 18:52digo na casa da minha mãe, ia te avaler, e a Dininha,
- 18:55todo mundo é mesmo terreno. Mas
- 18:57a minha mãe, eu já, várias vezes, hoje mesmo, passa
- 19:00alguma coisa, passa pela janela. Nem
- 19:03precisa descer. Aí, alguma pegando. Igual
- 19:05hoje, minha mãe falou, tem que lá no mercado comprar
- 19:07alha valera, é? Precisa ir lá, não, aqui, ó, toma.
- 19:10E tinha também a bolsa, né?
- 19:12E foi muito utilizada na
- 19:14época do Covid. Sim, verdade. Pra
- 19:16botar a comida lá e subir com a bolsa. Olha
- 19:19que coisa. Menina, às vezes eu fico pensando
- 19:22que a Covid foi em 2021. Foi,
- 19:25né? Olha isso. Não,
- 19:26já são 3 anos. Não parece que foi ontem, às
- 19:30vezes? O tempo... Eu
- 19:32acho que do período de 2020 a 2024... Eu
- 19:33sinto que parece que, tipo assim, foi muitos anos
- 19:36atrás. Eu tenho essa sensação. Você
- 19:38tem essa sensação? Sim. O que eu tenho a sensação
- 19:41é que de 2020 a 2024, o tempo meio que deu uma
- 19:44congelada. Até 2023, 2024, não. Mas
- 19:48esses anos de pandemia, você fala isso aí e foi
- 19:50quando? Foi antes da pandemia? É
- 19:52porque tudo aconteceu tudo ao mesmo tempo. E
- 19:55parece que, tipo assim, o tempo mudou. Tipo,
- 19:572019 já faz muito tempo. Não
- 19:59parece isso. Na minha cabeça é isso que eu
- 20:01queria dizer. Que 2019 parece que foi ontem,
- 20:04mas já tem muito tempo. Entendeu?
- 20:06Entendi nada. Você fala muito. Você
- 20:09me deixa tonta. Então vai, continua. Eu
- 20:11estou com vontade de dar uma tucida. Então
- 20:13dá uma tucida enquanto a gente chama o nosso
- 20:16cafézinho com a audiência. Começando
- 20:25com a história da Marina Vala Dares. Que
- 20:28vai lavar roupa suja aqui e pedir de volta o que
- 20:32ela perdeu. Vai, primeira dela. Marina
- 20:33Vala Varis. Vai lavaris. Em
- 20:362010, meu irmão ganhou uma bola jabulane. Eu
- 20:40não consigo falar jabulane sem meu subconceito falar
- 20:45jabulane. Vou abrir o pares agora. Vou
- 20:48abrir aqui. Eu dei uma estilada na
- 20:52mandíbula. Não acho nem nada. Mas
- 20:56não, só que isso fazer uma cena. Vai.
- 20:59Porque você abre a boca para tantas coisas. O
- 21:01que Jesus acharia disso? A bola da Copa do Mundo de
- 21:052010. Muito famosa e muito cara. Ela
- 21:08ganhou essa bola do avô que tinha muito dinheiro e
- 21:11dava presentes bons. Peguei a bola emprestada e levei
- 21:15para a escola para jogar. Aí
- 21:17o meu amigo deu uma bicuda na bola e isolou a bola
- 21:21no prédio ao lado. Nunca mais a vi. Meu
- 21:24irmão lembra disso até hoje. Acho
- 21:26que alguém do prédio achou a bola e pegou para si.
- 21:30Era a bola mais cobiçada na
- 21:32época. Meu amor, você acha que alguém
- 21:34pegou? Eu tenho absoluta certeza. E
- 21:37achei que o irmão dela deve ter ficado puto.
- 21:40Porque era a bola dele e ela
- 21:41pegou e levou para a escola. E
- 21:43o amigo deu a bicuda e a bola sumiu. Não
- 21:46era dela. Minha filha, Mariana, se eu sou
- 21:51seu irmão, eu estou esfregando a jabulana e
- 21:53nessa cara até hoje. Qualquer
- 21:56oportunidade, mínima oportunidade da palavra da
- 21:58Jaba. Ela chegaram ao irmão, minha
- 22:00jabulana. O que era minha jabulana
- 22:03depois de a gente conversa. Irmão,
- 22:04a conta de luz, a jabulana. Desconta
- 22:06na jabulana. Se eu fosse você, Mariana,
- 22:08juro para superar isso. Eu nem sei como seu irmão
- 22:12está em relação a essa história. Mas
- 22:15provavelmente é motivo de eu souber uma terapia. Ele
- 22:16lembra disso até hoje. Então
- 22:18se eu fosse você, eu entrava lá, nesse site
- 22:20Mercado Livre, procurava uma jabulana e dava para ele.
- 22:23Colocava -se em cima da cama dele,
- 22:25sabe? Quem fez um buraco no coração
- 22:27dele. O coração do garoto. Vamos
- 22:29continuar? A Lorena mandou para a gente.
- 22:33Imprestei um livro, tipo biografia do
- 22:36Robert Pattinson, para uma amiga, e ela nunca me
- 22:39devolveu. Mas depois peguei um livro
- 22:41emprestado com ela, que não lembro o nome, sobre o
- 22:44romancezinho adolescente, e também nunca devolvi. Chum
- 22:48trocado, não é, gente? Chum trocado não dói. Ela
- 22:51colocou, parece premeditado, mas só éramos duas lesadas.
- 22:55Esse lance de emprestar livro é
- 22:57muito delicado, né? Dá problema, tem muita gente
- 22:59que... Nossa! Tem muita gente que acha
- 23:02que emprestou o livro, é meu, você se apega, é
- 23:04isso? Você já meu, então vou ficar
- 23:06com ele aqui em casa. A Juli, que emprestava muito,
- 23:09só que eu devolvia. Juli não vem, abre a boca para
- 23:12falar que de livro ela pode falar, porque eu
- 23:14devolvia. Dinheiro, tudo bem agora. Dinheiro
- 23:18já surrupíamos, porque vai ficar feio, né? Que
- 23:21a gente, eu e Juli, a gente saía muito, e eu era
- 23:25uma desempregada, no tia dinheiro, Juli tinha a tia
- 23:28dela, o espairo dela grava dinheiro, e ela pagava tudo
- 23:31para a gente. Olha, se eu fosse você, juro, eu
- 23:35pagaria um japa para a Juli. Você
- 23:37também! Por todas as domingeiras no
- 23:40comercial, que ela já te colocou. No
- 23:41comercial, não, no porão, e você também, porque ela
- 23:43pagava o lanche do boi para mim e para você.
- 23:46Inclusive, ontem eu fui no boi
- 23:47lanche, e eu disse, oh, pessoal, tudo bem, não sei
- 23:50o quê. E aí o boi virou e falou
- 23:52assim, não, sim, já pode fazer desconto aí para a
- 23:54Lana. Aí eu achei que isso é um
- 23:56desconto, eu tinha um lanche no meu, os dois
- 23:57lanches, minha coquinha, ele falou, não, cobra só a
- 24:00coca, e eu falei, ah, boa, obrigada, porque eu faço
- 24:03muita propaganda. Você é... Eu
- 24:05sou uma divulgadora nacional, em território
- 24:07nacional do boi lanches, aí a gente comia o Itava
- 24:09Regada, tá? Tem um passo que eu não como.
- 24:11Fazia um tempo que a gente
- 24:13também não comia. Tipo, dia aí, mas o negócio fica
- 24:15difícil, né, vamos comer lá. Mas
- 24:17voltando para o assunto do livro, é foda. Eu
- 24:20já peguei um livro emprestado, que eu lembro
- 24:22que eu não devolvi, tá lá em casa ainda, viu, Julio?
- 24:24Eu sei que você ouvi esse
- 24:25podcast, próxima vez que você for lá em casa em
- 24:27São Paulo, você pode pegar ele de volta, que era uma
- 24:29trilogia, né, do... o médico e o... Como
- 24:35que é o nome do livro? Você
- 24:37escreveu aqui no roteiro, o médico e monstro. O
- 24:39médico e o monstro. Aí era Frankstein tinha um
- 24:43outro, era três livros e um só, e a Juli me
- 24:46emprestou, eu li o Frankstein, aí eu comecei a
- 24:49ler o médico e o monstro, aí eu deixei guardado e
- 24:51não devolvi para ela. Vou devolver. Você
- 24:53acha isso bonito? Não acho bonito, por isso que
- 24:56eu estou falando que vou devolver. Aí
- 24:56fica querendo cobrar as pessoas, mas você faz isso
- 24:59com as pessoas. Exatamente. Falo que eu digo, não faço
- 25:03o que eu faço. Vamos para a próxima. O
- 25:05Lea da Gabis. Quando era criança, emprestei uma
- 25:08revestinha bíblica. Gente, essa aqui, eu achei um
- 25:12abuso. Quando eu era criança, emprestei
- 25:14uma revestinha bíblica sobre a história da Páscoa para
- 25:17ver a professora. Na semana seguinte, ela
- 25:20apareceu com um cartaz sobre a Páscoa com vários
- 25:23recortes na minha revista. Chorei
- 25:25muito e ela disse que não era a minha revista e que
- 25:29devolveria a minha no dia seguinte. Ela
- 25:31nunca devolveu. Ela é uma safada porque a
- 25:34revestinha era sua mesmo. Ela
- 25:36pegou a revista, como assim? Muito
- 25:38feio. Aí aparecer é. Muito
- 25:40feio. Eu quero o nome dessa
- 25:42professora na minha mesa. Vamos
- 25:43procurar. Ela no Instagram, ela fala
- 25:45assim, devolva a revestinha bíblica sobre a história da
- 25:49Páscoa da Bá. Da Gabis. Muito
- 25:51abuso. Gabis, manda para a gente uma
- 25:53roupa dessa mulher. Manda. A Ariadne mandou assim. Eu
- 25:59emprestei um vestido lindo para uma amiga. Ela
- 26:01até me devolveu, mas todo estragado. Isso
- 26:04é foda também. Já passei por isso. Já
- 26:05passei por isso. Já passei por isso. Já
- 26:09passei por isso. Ela não tem boca para falar do
- 26:12que ela fazia. Ela não tem boca para falar do
- 26:14que ela fazia. Eu lembro que comprei um
- 26:15tubinho preto na Hennard. Ele
- 26:17foi R $99. Em 2013. Nossa.
- 26:21A Sonia deu para a gente. No
- 26:24dia do meu aniversário, eu ia levar uma costureira
- 26:29para cortar. A Letícia falou que ia
- 26:31emprestar ele. Ele é lindo. Eu
- 26:33não ligo de emprestar roupa que não usei. Eu
- 26:35falei, Letícia, mas preciso levar em uma costureira.
- 26:39Para poder arrumar. Ela
- 26:40falou que a minha avó arruma. Gente,
- 26:43que Letícia chegou na hora para a gente se arrumar
- 26:47para sair para o meu aniversário. Que
- 26:48Letícia chegou. Mas ela usou o vestido. Ela
- 26:51usou o vestido e sabe o que ela fez? Ela
- 26:53cortou com a tesoura sem nada. Não
- 26:56deu banho. Eu sei que o vestido virou
- 26:57uma blusa. Porque ficou super curto. Ela
- 27:00nem usou? Não, ela usou e cortou. Porque
- 27:04ela demorou para me entregar e usar no dia.
- 27:07Ela cortou muito do mal feito.
- 27:10Que ódio. Como
- 27:12mechado na ponta. E você sabe como eu sou.
- 27:14Quando eu penso em uma roupa, se
- 27:17eu for com outra roupa, acabou a noite para mim.
- 27:19Fiquei muito triste. É
- 27:21até uma foto que a gente está bem morena. Bem
- 27:23bruziada. Que a gente pesou no fórum
- 27:26escape. Ah, lá na casa, no fórum
- 27:27escape. Porque eu estou com uma saída de
- 27:29dubino. E eu estou com um vestido
- 27:31branco. Porque ela me emprestou. Porque
- 27:34eu não tinha roupa. Aí ficou por isso mesmo. Não,
- 27:38não satisfeita. Ela me deu a parte cortada.
- 27:42Ela me deu o vestido. E
- 27:43a parte cortada. Faz uma baína junto. Como
- 27:47eu vou fazer? Ela fez isso. A
- 27:50Letícia, às vezes, é muita senoção. Não
- 27:52gostei, Letícia Costa. Melhor.
- 27:55Ela sempre empreste. Inclusive,
- 27:57no próprio casamento da Jássia, eu fui com uma
- 27:59roupa que era minha. Mas eu sou uma pessoa, a gente
- 28:02é uma pessoa que está sempre pedindo coisa para
- 28:04os outros. Sim, a gente não tem. Você
- 28:05tem um acessório, você tem um coisa. Aí
- 28:07ela foi me mandar mensagem. Amiga,
- 28:08eu estou com um vestido aqui. Se
- 28:10você ainda não tiver com roupa, não tiver um prado.
- 28:12Ela é muito boa, Letícia. Me
- 28:13desculpa, Letícia. Eu tinha uma mente safada.
- 28:16Agora, nisso de emprestar e
- 28:18devolver estragado, a Jindinha me emprestou. Aí
- 28:21está vendo? Eu comprovando que eu sempre
- 28:23peço as coisas para os outros, para eventos, para
- 28:26o casamento da Jássia. Ela me emprestou uma sandália,
- 28:29um escapam vinho. Que ela nunca usou. Aí
- 28:31eu usei o escapam. Nem fiquei roletando muito na
- 28:35festa com ele. Fiquei assim, usando normal. Dá
- 28:38mais que era lugar fechado, estava frio, eu fiquei mais
- 28:41sentado do que tudo. E aí está. Aí
- 28:43no outro dia, eu fui limpar a sola. Porque
- 28:47era mato. Então fica ali uma graminha. Sim,
- 28:51uma. Menina, eu fui passar um paninho
- 28:55úmido. O sapato começou a esfarelar,
- 28:58descascar toda. Eu falei, puta que pariu. O
- 29:01que aconteceu? Aí eu falei com a Jindinha.
- 29:04Eu mostrei o sapato para ela.
- 29:06Olha essa situação. Eu
- 29:07não sei o que aconteceu. De
- 29:09verdade, eu não entrei no meio do lago, no fiste
- 29:13nada. A Jindinha tem muito sapato,
- 29:16que fica guardado. E o quarto dela, é um
- 29:19problema úmido. Ela mesmo falou, não precisa da
- 29:22outra. Porque isso era sapato que
- 29:23estava... Eu não usei por muito tempo,
- 29:26ficou no lugar, e a umidade, aí aconteceu isso.
- 29:29Mas é foda, né? O
- 29:30sapato novinho. Mas não foi minha culpa real.
- 29:35Fazer o quê? Vamos
- 29:37para o próximo. Do Alã Castro. Nossa,
- 29:40eu tinha aqueles mini CDs que vinham da Coca -Cola. E
- 29:44tinha um que eu amava, que tinha música do Justin
- 29:47Timberlake. Que... Ah, você bota um negócio
- 29:50para falar de inglês? Que tinha... Que
- 29:54é Rock Your Body. Rock Your Body. Então
- 29:57porque você não ler essas coisas que tem em inglês?
- 29:59Eu não tinha visto, Prie. E
- 30:02de outra contora, Love Me Love Me Say Alana. Eu
- 30:06não vou falar isso aqui não. Eu
- 30:07lembro dessa música. Love Me Love Me Say That Love
- 30:10Me. Você sabe qual é essa? Love
- 30:13Me Love Me Say That Love Me. Vai,
- 30:16continua. Eu não me lembro o ritmo, mas
- 30:18na minha cabeça ela está tocando. Não
- 30:20lembro. Eu lembro. Vai.
- 30:23Não, não é essa. Impresdei para uma colega porque
- 30:27queria ganhar amizade. Ser bacana também. Meio
- 30:30popular, aquela coisa. E ela nunca me devolveu. Eu
- 30:34fui na casa dela buscar e não sei qual feitiço ela
- 30:38me lançou que nunca trouxe de volta. Até
- 30:41a minha... Deve ser até a mãe dele. Até
- 30:44minha mãe falou um dia nossa, tu tiraste na
- 30:47loteria com esse CD de tão bom que era. Até
- 30:51hoje eu sinto. E ainda ficou com a revista
- 30:54minha da jovem pã na época. Enfim,
- 30:57mas vida que segue. Ele depois de desabafar, horror,
- 31:00e de mostrar que está sentindo. De
- 31:02falar que está, não, mas enfim. A
- 31:04vida que segue. Mas é safada. Você
- 31:07sabe o que eu estava falando? Estava
- 31:09tentando lembrar o ritmo. Love
- 31:11me love me say that you love me love me love me
- 31:16say that you love me. É isso, a música. Você
- 31:19não lembra. Pode colocar para cantar na
- 31:21umbral FM, ela é boa. Mas isso do CD, duas pessoas
- 31:25que a gente citou muito nesse podcast para vocês
- 31:27terem uma noção de como a gente pega coisa emprestada
- 31:31dela. De novo vou ter que falar da
- 31:32Letícia. Porque a minha mãe emprestou para
- 31:35ela na época de ensino médio um CD com músicas
- 31:38clássicas. Eu acho que era uma coletânea.
- 31:42E aí tá. E
- 31:43a Letícia devolveu? A porra desse CD para minha
- 31:45mãe. Não devolveu. E
- 31:47a Tchamelinha deixou um detalhe bem importante. Ela
- 31:49frisou o ponto. Nossa, no CD, poxa vida, meu CD
- 31:53de música clássica. Hoje mesmo ela estava se
- 31:55lamentando. Inclusive tem a música que eu quero
- 31:58que toque no velório eu não vou lembrar. É
- 32:00alguma dessas E ela quer saber qual é essa música.
- 32:07Eu não sei. Alguém
- 32:11que tá ouvindo vai saber qual é para nos ajudar. E
- 32:14aí eu falei assim, mãe, supera a Letícia nem deve
- 32:16ter esse CD mais. A gente vai colocar para
- 32:19tocar no Spotify. Tem que ser um que seja pré.
- 32:22pra não ter um anúncio no
- 32:24meio. Ai, fute! Imagina
- 32:26só. Tá dizendo, ai, fute! Aí
- 32:29vai ficar, vai pegar mal. Mas
- 32:31aí minha mãe tá lamentando até hoje, né. Uma
- 32:33alma perfumada, uma pessoa que se diz. A
- 32:36alma perfumada fica tão apegada aí, isso, a
- 32:38matéria. Né, olha só. Quem
- 32:40quiser mandar CD de músicas clássicas para Meli Maní.
- 32:43Fica à vontade também. Eu
- 32:44vou encerrar o Cafézinho com a do Bruno, porque
- 32:46muita lamentação aqui com o episódio só. Meu
- 32:49Super Nintendo ficou com uma ex -minha quando a
- 32:52gente terminou há uns 15 anos. E
- 32:55ela nunca me devolveu. Ela faleceu esse ano, então
- 32:58acho que esse eu perdi pra sempre. É,
- 33:01não tem como. Você viu que eu fiz até uma
- 33:02voz assim, que... Uma voz mais de lamento, né.
- 33:06Faleceu coitada. O
- 33:07Bruno realmente, esquece o Super Nintendo. Como
- 33:09que você vai... Não tem como. O
- 33:11Pedro também. Pedro emprestou um CD, um porta
- 33:16-CD de jogos para o amigo dele, acho que de manhã,
- 33:19de noite, o menino morreu. E
- 33:21ele nunca mais viu o porta -CD. Porto
- 33:24-CD de jogo de Playstation? De
- 33:26jogo de Edge. Nossa. Claro também, né. Ele
- 33:30falou que tinha todos os jogos dele. Ele
- 33:32emprestou e o menino veio a falecer. Ah,
- 33:36nesse caso, se fosse comigo, eu esperaria passar
- 33:39o período do luto. Obviamente
- 33:40ia falar, oh, dona Flana, tudo bem? É
- 33:44que eu deixei um coisa com o CD. Se
- 33:46ainda tá aí. Pedro já deixou notebook, já
- 33:49deixou o luto. Ele não tem boca para falar.
- 33:53Se eu tivesse na vida dele,
- 33:54eu ia cobrar isso. Ai, assim, você ia. Ai.
- 33:58Chegou a hora dele, o nosso momento refletindo
- 34:03enquanto ouvi o Tony Ramos tocar sax numa livraria do
- 34:07Leblon. Quem começa? Posso
- 34:14começar? Vai. Eu tô com fome, e muito
- 34:18tempo, porque não vou no Rodíso de Japão. Juro
- 34:23por Deus, a gente podia ter combinado de ir no
- 34:27Rodíso hoje. Mas agora eu tô pensando que a
- 34:30minha mãe falou que ia fazer pizza nas areias.
- 34:32Você falou pra ela que não
- 34:34precisava. Mas eu falei daquele meu jeito.
- 34:37Você falou que a gente ia
- 34:38chegar à tarde, ela tá achando que você não ia
- 34:39fazer. Liga pra ela, mas você acha
- 34:42melhor o que a pizza nas areias ou o Rodíso? Agora
- 34:44tô meio difícil no Rodíso. Cartão
- 34:47não virou. Meu tomei não virou. Então,
- 34:52próxima vez que eu via, a gente vai. Combinado.
- 34:55O meu momento é o seguinte, produção estava
- 34:57fumando cigarra, eu falei, vamos filmar para mostrar
- 35:01para minha mãe, só de graça, né? Aí
- 35:03eu descobri nessa brincadeira que eu não sei
- 35:07tragar. Aos meus 32 anos de idade, eu
- 35:11acho que eu não sei... Não,
- 35:12mentira, eu sei sim, porque eu sei soltar pelo nariz.
- 35:15Então, quem traga solta pelo
- 35:16nariz. Mas eu me senti ali, o Cleber
- 35:19até apareceu e falou, parece que eu tô no pátio
- 35:21da sétima série com um ensinando pro outro. A
- 35:23única vez que eu peguei um cigarro, eu assoprei. Como
- 35:27é que foi aquele negócio que a gente sobe que
- 35:29alguém falou assim, tá achando que é, não sei o
- 35:31que, aquele negócio de festa de aniversário.
- 35:34Bolinha de sabão. Língua
- 35:36de sogra. Da sopra. Ai,
- 35:40Pri, finalizamos. Finalizamos,
- 35:42Pri. Então, é isso, se você gostou
- 35:44desse episódio, já sabe, compartilha. Se
- 35:46não gostou também, compartilha. Comenta
- 35:48o que achou, fala, se se identificou com alguma
- 35:51parada, utilizando a hashtag... Dona
- 35:53Helena, podcast. Sabe uma coisa que a gente
- 35:56esquece de falar e que é legal? Quem
- 35:58ouve pelo Spotify, tem uma caixinha, o que achou desse
- 36:01episódio. Também dá pra comentar aqui.
- 36:03Várias pris comentem, mas enfim,
- 36:05utilizem mais aqui, tá bom? Durante
- 36:08o momento que estiver ouvindo, se puder, ah,
- 36:11lembrou de alguma coisa, já comenta ali na hora. É
- 36:13demais, agora você foi cirúrgica. Foi
- 36:16cirúrgica, né? E já sabem, o link pra se
- 36:19tornar um orelador, apoiar as suas pris tá aqui na
- 36:22descrição desse episódio. A partir de 10 reais, você
- 36:26tem acesso a conteúdos exclusivos. E
- 36:29é isso, né, toda a terceira episódio novo, é
- 36:32extra... Um brau FM às 6 e quinta
- 36:36episódio pra geral em todas as plataformas. Um
- 36:39beijo, um queijo e uma manteiga. Nossa,
- 36:42você tem que aprender sua autêntica, querida. Um
- 36:54beijo, um queijo e uma manteiga. Nossa,
- 36:57idícula, idícula você.