Latest / MultiStudios / FORMAÇÃO EM OPERAÇÕES ESPECIAIS COM RODRIGO COBRA, FOUNDER DA BLACK FORCE STRATEGY | BUSINESS BY CÁSSIO PACHECO #91
Transcript
- 0:04Fala pessoal, estamos hoje aqui de novo com multitudes especial.
- 0:10Trouxemos Rodrigo cobra aqui da black force straras.
- 0:13Vamos conversar um pouquinho do sobre treinamento pessoal e um
- 0:18pouquinho de algumas Curiosidades aí que a gente tava
- 0:20falando aqui No No backstage. Seja bem-vindo.
- 0:24Obrigado irmão. Valeu Cássio, pela pelo convite,
- 0:26cara, é um prazer estar aqui com vocês, estar aqui com.
- 0:29Com a com a galera. E tá aqui podendo conversar com
- 0:32o teu público, que eu só vejo casca grossa, só vejo cara bom
- 0:36sentado nessa cadeira aqui. Então vamos, vamos contar um
- 0:40pouquinho. Eu queria, sei que você veterano
- 0:43de operações, operação especial, paraquedista, 30 anos de
- 0:47experiência e tudo isso, eu queria que você contasse um
- 0:50pouquinho como começou a tua trajetória nesse meio.
- 0:52E aí depois a gente vai contar um pouquinho das operações de
- 0:55algumas coisas, treinamento. AA as as peculiaridades do, do,
- 1:01do centro de treinamento, academia, tudo isso?
- 1:03Claro, cara, essa história não é tão, tão, tão rápida assim, né?
- 1:07Mais complexa. Mas agora nos nos bastidores,
- 1:10ali com o Rogério, eu lembrei de várias coisas.
- 1:12A gente estava trocando ideia ali, né?
- 1:13Com relação a tudo começou de verdade com o mundo das artes
- 1:17marciais. E foi esse mundo das artes
- 1:19marciais que me levou para as artes da guerra, no caso, para
- 1:24as operações especiais. Eu era garoto, bem jovem, ainda
- 1:28está novinho, cerca de 14 anos por aí, e eu estava treinando
- 1:31muitas artes marciais na época. Eu fiquei, ó, na verdade eu fugi
- 1:34da escola para virar para virar lutador, né não?
- 1:37Lutador de forma comercial, como hoje a gente vê muitas coisas,
- 1:40mas O Lutador da de forma é é essencial, né?
- 1:44A gente tinha as grandes referências naquela época, Bruce
- 1:46Lee Van Damme, né, Steven segal, essa galera, eu, eu fui tocado
- 1:52ali por essa, por essa, por essa geração, né, geração de aço ali.
- 1:55E nisso é fui treinando com vários mestres.
- 1:59Um desses mestres era 11 rapaz chamado igon, ele era 111.
- 2:04Não era um lutador assim, que tinha características lá, um de
- 2:07Jiu Jitsu ou do kickboxing, mas ele se defendia na ideia de
- 2:11falar assim, eu sou lutador de rua.
- 2:13Então eu como tinha várias, várias, IA pra várias academias,
- 2:17fazia Jiu Jitsu, fazia judô, fazia kickboxing, fazia tudo que
- 2:20vinha krav Maga eu fazia. Ele me me surpreendeu com a
- 2:23ideia e falou assim, eu, ele falou assim, eu te meto a
- 2:25porrada do jeito que você vier, meu, porque briga de rua é outra
- 2:28parada, vale dedo no olho. Eu fiquei com aquilo, eu falei é
- 2:31verdade. E aí eu fui brincar com ele
- 2:33assim, num chute, uma coisa, ele agarrou minha perna, me deu um
- 2:35porradão, falou que eu batia na tua garganta, uma coisa assim,
- 2:37sabe? Eu falei, cara, é verdade, né?
- 2:39A gente tem que esse negócio também não é, não é não, é só
- 2:42assim, briga de rua é outra coisa.
- 2:44E eu tinha, eu era jovem e ele começou AA gente, começou a
- 2:47marcar um horário de treinar juntos, ele era policial civil.
- 2:50E nas horas vagas ele fazia um bico de limpador de piscina No
- 2:55No, no, no é os policiais devido a né?
- 2:58As características dos seus trabalhos ali, de ter plantão e
- 3:01tudo mais, eles faziam. Fazem aí muita coisa, né?
- 3:04Hoje em dia tem mais possibilidades, mas naquela
- 3:06época Oo policial. Nos anos 80.
- 3:08É 90 já no nos noventinha ali ele início dos 90.
- 3:13Eles faziam esses bicos pra poder complementar a sua renda e
- 3:16ele era 11, cara que cuidava da piscina do condomínio onde eu
- 3:19morava. E nisso a gente, eu, eu, ele
- 3:22acabava de limpar piscina 9 horas da manhã e falava 9 horas
- 3:25tu vem treinar aí? Eu já tinha treinado desde às 6
- 3:26da manhã, né? Eu meio eu estava bem, bem
- 3:29aloprado nisso, gostava muito de treinar.
- 3:31E aí ele veio e a gente treinava juntos por mais ou menos 1 hora,
- 3:34né? Aquele treinamento a taparia,
- 3:36né, trocavam uns tapa e ele porra, e eu o cara me dava um
- 3:40calor, meu irmão, o cara forte pra caramba, eu era garoto ainda
- 3:42tinha nessa época, eu acho que eu já tinha uns 15 anos.
- 3:45E aí, cara, ele foi dali que ele falou, um dia ele olhou pra mim
- 3:48e assim aquilo me marcou. Eu tenho até hoje a memória na
- 3:50cabeça aqui, né? Eu nunca mais encontrei ele, né?
- 3:52Mas ele apontou pra mim e falou assim, moleque, você IA ser um,
- 3:56você IA ser um ótimo PQD falou pra mim, aí eu que que é PQD,
- 4:00né? Aquela coisa do que que é PQDE?
- 4:02Eu fui naquele momento tocado por isso, ele me falou, falou,
- 4:04paraquedista do exército, você não sabe, porque eu não era do
- 4:07Rio de Janeiro, eu tinha vindo pro Rio de Janeiro em 1987, eu
- 4:10morava, nasci no Rio Grande do Sul.
- 4:14EOO cara, um jovem daquela época que era carioca, ele já tinha
- 4:19essa cultura de saber o que que é um PQD, né?
- 4:20O cara já tinha passado por Marechal Hermes, mas eu não
- 4:23sabia nada disso, e aí ele falou, PQDE, eu fiquei aquilo na
- 4:26cabeça, ele falou, eu sou comandos, EPQDE, você não sei o
- 4:30que daria um PQD, quando é que tu vai?
- 4:31Tu tem que se alistar. Eu falei, pô, mas eu só tenho
- 4:3415. Ele falou, não tem problema,
- 4:35você pode servir com 16 anos, falou para mim que eu podia
- 4:38servir com 16 anos. E a partir dali, ele e mais um
- 4:40outro, um outro amigo, que é o seu Vanderlan, também me me
- 4:43incentivaram com a ideia de 16 anos.
- 4:45Aí eu comecei a entender o que que era OCPQD.
- 4:47Falei, Ah, entendi, é paraquedista do exército.
- 4:50E aí eu comecei a treinar mais e mais, pensando já nisso.
- 4:53Quando chegou nessa época, eu me alistei, eu tentei me alistar,
- 4:57fui expulso, né, da da da junta de alistamento, porque eu tava
- 4:59fora do do realmente do da idade, né?
- 5:03É? Depois, no outro ano seguinte,
- 5:06voltei de novo e consegui fazer meu alistamento.
- 5:08Na verdade, eu fui servir o exército antes do da minha
- 5:11época. Normal eu fui, eu consegui
- 5:13servir com 17 anos, eu dei o vamos dizer assim, eu dei o
- 5:15golpe, isso é outra história, mas eu consegui, né?
- 5:18Fui, fui, fui aceito, passou minha documentação, passou
- 5:23naquela época era papel, não é igual hoje.
- 5:25E eu fui embora e comecei, aí me tornei, aí eu me tornei o mais
- 5:28jovem naquela época paraquedista da minha época.
- 5:30EE, nisso começou AAA trajetória a trajetória da lido como OPQD,
- 5:35né? Formei PQD naquele período de
- 5:38tempo que demora e depois foi apresentado a mim.
- 5:41A tropa de precursores paraquedistas que são
- 5:45basicamente a as forças, é de elite, forças elite da elite da
- 5:52brigada paraquedista. Então são as operações especiais
- 5:56da brigada de infantaria paraquedista.
- 5:57Foi apresentado a mim numa palestra, eu fui descobrir que
- 6:00aquilo existia. Aqueles caras faziam coisas
- 6:03totalmente fora da da, do, do tradicional, né?
- 6:06É assalto livre, operacional, Montanha, operações na selva,
- 6:10lidavam com explosivos, destruições, missões de missões
- 6:14especiais, dessa, dessa, desse nível.
- 6:16Eu falei, é isso, é o, é o é o algo mais.
- 6:19Aí eu me inscrevi no ano seguinte, eu naquele ano eu já
- 6:24fiz o curso, né? Ainda ainda antes dos meus.
- 6:28É tinha feito 18 anos naquele ano e me formei como também o
- 6:32mais jovem membro ali das operações especiais daquele
- 6:35tempo. Formei, fui destaque do meu
- 6:38curso como destaque das operações aeroterrestres e a
- 6:42carreira começou ali, seguir em frente.
- 6:44Passei 7 anos dentro da das operações de com altíssima
- 6:48densidade operacional. Fiz tudo que podia ser feito pra
- 6:51dentro, pra para minha pra categoria, de um cara que era
- 6:54temporário, né? Tudo que podia ser feito eu fiz.
- 6:57E a partir dali, cara, quando chegou numa Na Na data vamos
- 7:01dizer, prévia da minha, do meu fim de contrato, né, que seriam
- 7:047 anos, eu já tinha uma estrutura totalmente já é
- 7:08desenhada da black force straight.
- 7:10Eu comecei a black force lá em 1996, com logo após eu terminar
- 7:13o curso de precursor paraquedista.
- 7:14Eu terminei o curso e aquilo fez sentido para mim.
- 7:17Eu falei, cara, a gente tem que ensinar isso, que a gente
- 7:19aprende no curso para outras pessoas fora do espectro.
- 7:23Eu já tinha essa visão. Que é, eu sei que é bem difícil
- 7:28para a maior parte do militar entender o que eu vou dizer, mas
- 7:31a minha visão era uma visão estratégica.
- 7:34Vou exagerar agora aqui, tá? Não era o que eu pensava na
- 7:37época, mas hoje é uma visão de país, cara, você precisa ter
- 7:41pessoas Fortes para que você forme um país forte.
- 7:44Então, o forte que eu digo é forte espiritualmente, forte,
- 7:47auto com autossuficiência, conhecimento.
- 7:50Nós temos um país maravilhoso, pô, o país do Brasil é um.
- 7:53É um país que não tem problemas. Se você parar para ver em
- 7:56problemas que eu digo, é de ordem, como outros países têm,
- 8:00né? Terremotos, secas, absurdas e
- 8:02coisas. Naturais, praticamente.
- 8:05Nenhum, exatamente. A gente vive num num clima
- 8:08excepcional, né? Então, o que faz, faz com que a
- 8:11gente realmente, às vezes, e a cultura nossa é muito frágil em
- 8:14relação AA, essa coisa de sobrevivencialismo, essa coisa
- 8:18de autossuficiência. Como o país não passa por esses
- 8:21problemas como guerras, vamos dizer.
- 8:23A ao nível, como passam outros países no leste europeu ou
- 8:28Oriente médio ou coisa assim que não tem nada, só tem Areia,
- 8:31Terra e Pedra. A gente fica mal acostumado, mas
- 8:36o conhecimento que a gente ganha nas operações especiais, o de
- 8:39amplo espectro, esse conhecimento de amplo espectro,
- 8:42você ser um cara capaz de nadar bem, capaz de defender a sua
- 8:46família, capaz de lutar bem, capaz de.
- 8:50De interpretar cenários, de ter uma mentalidade de
- 8:52sobrevivência, mentalidade defensiva, tudo isso.
- 8:56Eu já naquela época eu julgava, falava assim, cara, olha os meus
- 8:59amigos, eu, eu, eu dei um Salto evolucional em 1 ano.
- 9:05Nas operações especiais, eu dei um Salto evolucional, que me
- 9:08distanciou de todos os meus amigos, entende?
- 9:11Assim, distanciou a distância de capacidades.
- 9:14Ela mudou, então, é o de o talvez do do do garoto mais
- 9:18fraco. Mais bunda mole é mais medroso
- 9:22porque eu era assim quando era garoto, eu fui um cara, um
- 9:24garoto que sofri bullying. Eu era medroso, eu tinha um eu
- 9:27não era um cara que tinha, eu não tinha crescido num ambiente
- 9:31é pra ser educado como casca grossa eu fui educado pela minha
- 9:35mãe, não pelo pelo meu pai, não tive pai.
- 9:37Então entende dali, cara, tu vê que como como o Salto
- 9:42evolucional que uma que uma que 11 Globo de instruções como
- 9:45essas dão a um ser humano. Eu falei, cara, isso é legal e a
- 9:49gente pode pode fazer um pacote de informações que a gente possa
- 9:53passar pra essa galera. Eu comecei levando amigos pra
- 9:56ensinar amigos garotos, amigos garotos ainda, porque olha, hoje
- 9:59um garoto de 25 anos e 22 anos, eu falo um garoto, eu comecei a
- 10:03levar essa galera segurizada de 20 anos, 21 anos pra treinar
- 10:07comigo. Vamos fazer um rapel, vamos
- 10:08escalar a Montanha, vamos saltar de paraquedas, vamos mergulhar,
- 10:11vou te ensinar como é que funciona o mergulho e como eu
- 10:13sempre tive essa veia meio, essa veia do instrutor.
- 10:18A veia do do, do, do, do mentor, tudo que eu aprendia, eu tinha o
- 10:22maior prazer em passar o conhecimento.
- 10:25Então qualquer amigo meu, quando eu tinha um conhecimento, eu
- 10:28falava, vem cá, vou te mostrar como é que é.
- 10:30Então já levava essa galera para isso e comecei levando isso em
- 10:3396, eu em 95. Eu comecei a levar essa galera
- 10:37de maneira amadora, brincando em 96, quando eu terminei o com os
- 10:42precursores. Eu já fundei basicamente todas
- 10:46as AAOOA Pedra fundamental do que é a black force extrated de
- 10:50hoje, e ali já foi o plano e ali começou tudo.
- 10:54Dentro da da black a gente tava falando é, tem umas linhas pra
- 10:58pra as pessoas comuns. Queria que você falasse um
- 11:00pouquinho dessas linhas. E pelo que a gente tá
- 11:04conversando, vem de baixo essa ideia.
- 11:07Sua até de levar esse ensinamento para as pessoas
- 11:10comuns, não pra pra quem é militar, pra não pra pessoa
- 11:13comum, pessoa que tá aqui andando no shopping e ter esse
- 11:16nível de instrução e de entendimento.
- 11:18Como é que, como é que são esses programas e como é que você vê
- 11:22isso? É como um apoio à criação até
- 11:25da, da, vamos dizer, do, do, do discernimento desse ampliar esse
- 11:30espectro do empresário, do dono de empresa, do.
- 11:34É diretor, CEO. Todo mundo que hoje, na
- 11:38realidade é o que você falou, acaba não tendo tanta
- 11:40dificuldade. Então eles perdem um pouco em
- 11:42relação a isso. Tanto que a gente tá vendo um
- 11:45movimento no mundo, mas no Brasil, em certas coisas de é
- 11:50treinamentos, cursos, palestras, de um Monte de coisa.
- 11:54Claro que cada um vai atingindo o seu objetivo.
- 11:58Cara, é exatamente isso. Bom, a black, hoje mais de 80%
- 12:02do nosso cliente, quando você olha a black force, as pessoas
- 12:06têm a visão direta de que ali a black force é um centro de
- 12:09treinamento militar. Tudo bem, porque a palavra
- 12:12militar, e não deixa de ser, nós somos um centro de treinamento
- 12:15militar privado. Centro de treinamento militar
- 12:18privado. Eu tenho maior orgulho quando
- 12:20falam isso e é porque as técnicas que nós usamos, elas
- 12:24são de nível militar. Não sei se você lembra há alguns
- 12:27anos atrás se usava Oo esse termo.
- 12:30Essa caneca é de nível militar. Esse notebook, ele é de nível
- 12:34militar. Significava que ele tinha alto
- 12:36nível de resistência à água, que hoje a gente chama de é IP 67,
- 12:40IP 69, essas, essas caracterizações, sim.
- 12:42O pessoal botou códigos. ISO, não sei o que essas coisas
- 12:45exatamente, isso existia, esse nível militar.
- 12:48O que que a gente faz? Logicamente que a black tem aí
- 12:51os seus, os seus treinamentos de nível militar.
- 12:55É levando ao mais alto nível que a gente pode levar.
- 12:59Lógico, pra mas no caso esse que você está falando é pra militar
- 13:02mesmo? Não, não vou chegar lá, eu vou
- 13:04chegar lá. Independente disso, hoje a gente
- 13:06viu. As forças brasileiras têm
- 13:08sofrido muito nos últimos anos com essa perda de qualidade em
- 13:11certas coisas, pela ausência de investimento na nas forças.
- 13:14Isso é normal, vai se perder a força armada.
- 13:17Ela é 11, reflexo direto do que é a sociedade brasileira.
- 13:21A sociedade brasileira é mais fraca, isso é óbvio, a gente
- 13:24sabe disso. Estávamos agora nos bastidores
- 13:26com o Rogério conversando ali sobre é, a gente vê uma geração
- 13:30que tem dificuldade, se você pedir para ele, olha só, tem
- 13:34água normal, AI, mas não tem água saborizada não, não tem
- 13:37água saborizada, neném, tem água da torneira, então o cara não
- 13:40tomou a água da torneira, entende?
- 13:42Então tem coisas que que enfraquecem o ser humano.
- 13:45A gente da minha geração, quando você tinha, você não trocava
- 13:49muito de canal naquela época. Por quê?
- 13:51Porque pra você trocar de canal você tinha que levantar, ir lá
- 13:53na televisão, fazer tuco, tuco, tuco na televisão.
- 13:55Então se eu tinha que fazer isso, eu tinha que levantar.
- 13:58Então o sedentarismo e tudo mais.
- 14:00Até mesmo essas facilidades que eu não tô dizendo que são ruins,
- 14:03mas elas trazem pra gente. 11 nível de acomodação pra ir
- 14:09direto ao ao que você perguntou, 80% das pessoas que vão lá são
- 14:14civis, mas são pessoas que entenderam que existe um pacote.
- 14:21De aplicativos, vamos usar assim, aplicativos internos, que
- 14:24todo ser humano precisa ter independente e antes de de
- 14:29qualquer coisa, esses aspectos, esses aplicativos são
- 14:32aplicativos da categoria de sobrevivência que a gente chama.
- 14:35Vou dar um exemplo. Lembro que eu falei para você
- 14:37que eu fui um adolescente, é um menino e um adolescente bunda
- 14:41mole, que eu falo o termo bunda mole.
- 14:44Eu era fraco, era medroso, eu tinha medo das coisas, mas eu
- 14:47sempre fui positivo. Mas eu tinha medo porque um
- 14:50jovem que era mais, talvez mais, é agressivo, ele IA montar em
- 14:54cima de mim e IA né, me esculachar por quê?
- 14:57Porque eu não tinha autoconfiança, mas essa
- 15:00autoconfiança pode ser construída, a gente sabe disso.
- 15:02Hoje, o que que um Jiu Jitsu faz com o jovem dá autoconfiança
- 15:06para ele, autocontrole, né? O kickboxing, as artes marciais
- 15:09em geral, então você vê que essas pessoas, elas entenderam.
- 15:14Que é o quão importante é conhecer as artes do
- 15:17sobrevivencialismo em geral. Por exemplo, primeira base que
- 15:21eu falo, condicionamento físico. Condicionamento físico é a base
- 15:25de sua sobrevivência. Se você não é 50%, não tem
- 15:28condicionamento físico, está fadado AA 50% de a morrer.
- 15:32Segunda coisa, vem a parte de defesa pessoal, o cara aprender
- 15:35a lutar. Segunda coisa, pô, sei nadar.
- 15:38Não, não sei nadar, não sabe nadar.
- 15:40O Brasil é 50%. Dos brasileiros não sabem nadar
- 15:43no país que mais tem água no mundo, irmão, é incrível isso.
- 15:46Ah, o cara tem medo de altura, o cara tem medo de não sei o que,
- 15:49todas essas, todas essas ausências, né, que a gente tem
- 15:53ali, um jovem que mora no país que mais tem água no mundo, mas
- 15:56não teve acesso a aprender a nadar porque não teve pai ou
- 15:58porque não teve um acesso a uma piscina, sei lá, faz com que a
- 16:02nossa população nesse aspecto se torne frágil.
- 16:05Então a visão da black, de você dar treinamento que se começou
- 16:08lá nos anos 90. É fazer com que o com com as
- 16:11pessoas possam adquirir esses aplicativos e torná las mais
- 16:15Fortes, independente de que elas são.
- 16:17Eu não tô nem aí. Se o cara é motorista de Uber,
- 16:20se ele é médico, se ele é neurocirurgião ou se ele é o
- 16:25cara que trabalha ali no Burger King, não me interessa isso.
- 16:28Interessa que ele vá até a base black force.
- 16:30Ele vai se inscrever no treinamento como qualquer outro
- 16:32cara. Ou se ele é um policial do bope,
- 16:36que é um cara altamente treinado.
- 16:38Essa última edição que nós fizemos agora do hard to kill,
- 16:41ela tinha economistas, médicos, policiais civis, policial penal,
- 16:50policial aposentado lá do do sei lá do quê.
- 16:52Não me lembro o que que era exatamente.
- 16:55Você tem ali um motorista de Uber, vaqueiro, vaqueiro mesmo,
- 16:58de vaca, que mais me ajuda aí, entendeu?
- 17:01Então é gente de todo o espectro da sociedade, mas são pessoas
- 17:06que tiveram o. Pegaram o tic ali de uma de
- 17:081/01/1, de uma palestra minha, de um do, de assistir um
- 17:12YouTube, e viram, cara, isso é legal, eu, eu, eu tenho essa, eu
- 17:15tenho esse instinto. Pessoas que tem instinto
- 17:17heroico, pessoas que tem esse instinto falam assim, cara, eu
- 17:20gosto, eu vejo um problema, eu quero lá ajudar, mas tu não tem
- 17:23as ferramentas pra fazer isso, tu vai virar mais uma vítima.
- 17:26Agora, se você botar a cara lá, o cara, eu sempre costumo dizer
- 17:29assim, um detalhe, quer ver? É, parece que não, mas.
- 17:34Todo mundo tá sujeito a qualquer coisa, cara, tá sujeito a alguém
- 17:37aqui entrar no Na Na tua frente, um maluco ali, e meter a mão na
- 17:41tua cara Do Nada, irmão, e você ficar numa situação ou acuado ou
- 17:45se você não tiver conhecimento lógico nenhum de luta e o cara
- 17:49te dá um tapão à toa, tomar um tapa, um queixo, um soco no
- 17:52queixo e um soco, um soco de baixa potência, mas você não tem
- 17:57preparo, pegou na ponta do queixo, você desmaiou e agora
- 18:00desmaiado. Você é o quê?
- 18:01Agora você está pronto para se tornar realmente uma vítima,
- 18:04porque a partir dali você você é você e Deus, porque você não
- 18:07sabe mais, vai acontecer com você, você apagou, você não tem
- 18:09como se defender mais qualquer queda a partir dali apagado,
- 18:13agora teu corpo está mole, com os músculos moles e não
- 18:16contraídos, um osso que bate com o músculo contraído numa mesa,
- 18:20ele sustenta a massa óssea, o músculo sustenta a massa óssea,
- 18:24mas agora relaxado, se eu bater aqui na Meira da mesa, fratura
- 18:27total, então a partir dali tu vira a bola no chão.
- 18:31Então, a ideia da gente aprender a se defender, aprender a se
- 18:34defender em todos os ambientes, defendendo a água, defendendo a
- 18:37Terra, defender Na Na altura, né?
- 18:39Percepção ambiental, percepção de mentalidade defensiva, não é
- 18:44ser traumatizado. É ser uma pessoa capaz de
- 18:46defender a si mesmo, defender a sua família, seus filhos, as
- 18:50pessoas inocentes, tua mãe, entrar na tua casa, essas
- 18:52coisas. E aí entra num outro aspecto
- 18:55mais, mais alto, eu chamo de esse, eu chamo de esse elemento.
- 18:58É o elemento sangue, né? Sangue é você ter
- 19:00condicionamento físico e saber lutar.
- 19:02Elemento, sangue e tem os outros elementos que a gente chama de é
- 19:06o elemento, por exemplo, água, pô, elemento água tem que ser
- 19:08dominado. Quer ver por quê?
- 19:10Eu, em todos os lugares que eu vou, eu cito esse exemplo, você
- 19:13tem um carro, né? Aí você pilota o teu carro.
- 19:15De repente tu é casado, tem uma filha, um filho.
- 19:18Imagina a seguinte situação, todo o cara dirige um carro hoje
- 19:21na chuva e vai passar por uma estrada, ele pode aquaplanar pro
- 19:24seu veículo e cair dentro de um Rio, sim ou não pode, pode e aí
- 19:27imagina, acontece, aconteceu com muito, milhares de pessoas, já
- 19:29aconteceu, por que que não vai acontecer com você?
- 19:31Ah, porque eu sou um excelente motorista, cuidadoso, OK,
- 19:33excelente, isso também é sobrevivência, você sabe dirigir
- 19:36um carro, bem sei, então você também está no caminho certo, se
- 19:39é defensivo, se é cuidador, OK, mas pode acontecer.
- 19:43Agora imagina a seguinte cena que o carro caiu No No no está
- 19:45você e como você está ativo no volante.
- 19:48Automaticamente tuas reações serão muito melhores do que a
- 19:51tua esposa que tá dormindo ali na viagem.
- 19:52Ela tá dormindo, ela vai bater mole quando ela bater mole, ela
- 19:55vai apagar e vai, vai apagar. Tua filhinha levantou e pulou
- 19:58até lá em cima do carro. Agora você conseguiu sair do
- 20:01carro, você estava acordado, você saiu do carro, teu carro
- 20:03afundou, está a 4 m de profundidade, você vai sair, vai
- 20:06ficar chorando na beira do do na beira do Rio, chorando, vai
- 20:09esperar de quem vai chamar o bombeiro, meu irmão, que
- 20:11bombeiro, onde que o bombeiro? Vai vim, cara.
- 20:13Ah, mas eu tô na CCR nova Dutra. Vai.
- 20:15Não o tempo. Você pode até chamar o bombeiro,
- 20:18mas o tempo não vai. Quando?
- 20:19Chegar lá já vai estar azul, amigo, ou os peixes já vão ter
- 20:21comido, entende? Isso sim, então essa capacidade
- 20:25agora fala assim, mas eu eu sou um cara treinado, eu sou um cara
- 20:27que tenho condicionamento, sou treinado, sei o que fazer, você
- 20:31vai sair, vai respirar, vai voltar com uma Pedra, vai voltar
- 20:34lá, vai quebrar o vidro da tua esposa, vai tirar elas dele, vai
- 20:36tirar tua filha e vai ser o herói da noite e vai ser um cara
- 20:39que vai carregar esse orgulho pro resto da vida e não uma
- 20:41frustração no resto da vida. Então ter conhecimento, ter
- 20:44ferramentas, ter condicionamento, ter capacidade,
- 20:47é isso, é é mudar o destino, mudar destino, que o destino, às
- 20:52vezes ele, ele, ele pode estar te, te, te, vamos dizer te, ele
- 20:55está desenhado para você, alguma coisa ali, vamos dizer assim,
- 20:58mas você é um transformador de destino, então isso serve para
- 21:01tudo, cara. E o que a gente faz na black é
- 21:03dar as para a pessoas de todo o espectro da sociedade.
- 21:06Eu não gosto de chamar essas pessoas de comuns, porque é um
- 21:09termo engraçado, né? Pessoas comuns não, não são
- 21:12pessoas comuns. Comum são as que não vão lá, mas
- 21:15as que vão lá são pessoas incomuns, são pessoas que
- 21:18entenderam que estão à frente do tempo, são inteligentes.
- 21:21O cliente black, ele é isso, ele é um cliente inteligente, ele é
- 21:24um cliente capacitado e ele vai para buscar isso aí.
- 21:27Agora tem um outro aspecto da black force também tem um outro
- 21:31setor, que é o setor de aperfeiçoamento técnico, por
- 21:34exemplo, policial militar, são militares e policiais que, de
- 21:37repente precisam refinar um determinado tipo de atividade.
- 21:42E vão lá para buscar o conhecimento de quem?
- 21:44De uma equipe especial como a nossa.
- 21:46Por que que um militar iria buscar um conhecimento dentro de
- 21:50uma tropa civil, tá, por quê? Primeira coisa, doutrina, a
- 21:55doutrina militar, ela é engessada na grande maioria das
- 21:58vezes, principalmente em tropas que não são especiais, são
- 22:01doutrinas engessadas. Onde tá escrito no manual, o
- 22:04cara vai lá ler o manual e faz tá escrito manual.
- 22:06Só que nem tudo é manual, meu amigo.
- 22:08A operações especiais as operações especiais são
- 22:10caracterizadas exatamente por estar fora do manual.
- 22:12Então, quando um cara quer é ele vai.
- 22:15Ele fala assim, ele é um cara. Vamos dizer que ele é um
- 22:17policial convencional, mas o ano que vem ele quer buscar estar lá
- 22:22na no, no, no bope. Ele busca a black force.
- 22:26Como se preparar? Com um mecanismo preparatório,
- 22:28ele quer se expor aquele aquele ambiente antes, porque ele tem
- 22:32medo de altura como qualquer ser humano.
- 22:34Você não olha para um cara e fala assim, Ah, não, ele é, ele
- 22:36é policial, ele é não sei o que, ele é militar, ele é, ele é
- 22:38imbatível, negativo. Todas as pessoas têm suas
- 22:41limitações, têm seus medos, eu tenho os meus medos, mas eu bato
- 22:45em cima deles todo dia, eu, eu tenho AO meu maior, vamos dizer,
- 22:49a minha maior área de de deficiência, vamos chamar assim
- 22:53devido ao medo, é a área de Montanha, a Escalada da
- 22:56Montanha, tá, mas olha que engraçado, eu Salto de
- 22:58paraquedas, eu me jogo de um avião, que coisa, né?
- 23:01Então isso. Na Escalada, você não se sente
- 23:04confortável. Não me sinto.
- 23:05Confortável, mas saltado, paraquedas?
- 23:07Me sinto totalmente confortável, entendeu?
- 23:09Que coisa engraçada, porque o paraquedas pra mim é uma
- 23:11libertação. Eu tô naquele avião ali
- 23:13desconfortável, porque um piloto tá pilotando pra mim ainda não
- 23:16tá na altura certa, tudo pode acontecer ainda e se essa
- 23:19aeronave parar e se Oo não sei o que?
- 23:21Exemplo, nós já vimos vários acidentes assim e se acontecer
- 23:25isso e aí vou, como é que eu vou sair do avião, beleza, mas
- 23:28quando eu saio eu tô liberto, eu tô voando e agora eu só tenho um
- 23:31momento que eu penso. Só tem um momento depois, aquele
- 23:33um minuto, é quando eu vou botar a mão no para cá e falar assim,
- 23:35será que vai abrir? E aí ele bom, ele abre ou ele
- 23:37não abre também? Esses dias atrás eu tive um
- 23:39problema, não abriu OKE, raciocínio, pá, pá, pá, resolvi,
- 23:42estou vivo, estou aqui, certo, mas no, no, no, no, no espectro
- 23:48geral, a Montanha me deixa desconfortável, não sei porque
- 23:51pode ser algo intrínseco, algo sei lá, uma espécie de trauma,
- 23:55algo que eu nem sei que Eu Acredito que a gente carrega
- 23:58muitas coisas dentro do nosso sangue, como um instinto.
- 24:01Que vem pode vir dos meus ancestrais, isso não sei.
- 24:03Tudo bem aquela sensação de vou cair, vou me quebrar todo nas
- 24:05pedras eu sinto até o gosto do do sangue, mas o que que eu
- 24:09faço? Eu paro e não vou por causa
- 24:11disso não, pelo contrário, é aonde eu vou, eu vou e falo,
- 24:14Bora, Bora, Negão, vai, vai, vai, vai, vai, vai e eu um
- 24:17Barry, Barry, Barry, Barry. O que a gente fala é quando a
- 24:19gente a gente é fica meio meio tenso, eu fico tenso, mas eu
- 24:23faço e faço num nível acima da média, então isso é como
- 24:29qualquer coisa a gente tentar. Bater na tecla do nosso, da onde
- 24:33nós temos a ausência de talento. Eu tenho ausência de talento na
- 24:36Montanha, mas o que que eu faço? Eu bato na tecla do meu, onde eu
- 24:39tenho a ausência de talento. Com isso eu consigo chegar num
- 24:42nível né acima da média razoável e mantenho a minhas taxas de
- 24:47sobrevivência em alta. Essa é a visão.
- 24:50Então, de novo, essas pessoas que eu te falei são policiais,
- 24:54são militares, ó. Nesse último evento, o cara era
- 24:57um policial, tinha um policial civil lá.
- 24:59Cobra eu, cara, eu sou da basicamente da burocracia, cara,
- 25:03eu fiz treinamento básico, eu dou o cara não atira, irmão,
- 25:07porque o estado não investe nesse cara, então o cara vai
- 25:10fazer tiro com quem ele vai aprender?
- 25:12Tiro comigo, porra. Eu vou lá para ensiná lo a
- 25:14atirar, se defender, porque ele anda armado todo dia.
- 25:17Ele é 11 potencial vítima dessa vagabundagem toda que tá aí,
- 25:21então ele é um potencial vítima, ele tem que saber se defender de
- 25:24forma armada. Ele tem que saber fazer 11
- 25:27reação armada a partir do seu carro para defender seus filhos.
- 25:30Ele não anda em carro blindado, ele não tem essa grana pra isso.
- 25:33Então o que que eu faço? A gente mexe nessa balança, essa
- 25:37balança do destino, ensinando e dando conhecimento a essas
- 25:39pessoas como é que você Baliza? As pessoas quando chega pros
- 25:43cursos, tanto pro pro rádio, kill pros outros.
- 25:47Como é que existe essa diferenciação?
- 25:50Porque? Que nem você falou.
- 25:51São pessoa muito variado, sim, de espectro, totalmente
- 25:54diferente. Como é que é essa?
- 25:55Essa eu até boa pergunta tua. Eu, eu, ela, eu posso melhorar
- 26:00essa pergunta. Ela, além de balizar, a gente
- 26:03tem um além do balizamento, nós temos também um aspecto de
- 26:06filtragem, né? A própria black force.
- 26:08Ela é uma grande meio de filtradora da dessas pessoas,
- 26:12porque senão você passa conhecimentos para as pessoas
- 26:14que não, né? Que não deveriam ter o
- 26:17conhecimento. Né?
- 26:18Porém, nenhum dos treinamentos que nós passamos na black, eles
- 26:21não estão acessíveis por qualquer outro meio, para
- 26:24qualquer pessoa, todos eles são acessíveis por outro meio.
- 26:27Exemplo, se um caboclo qualquer aí quiser fazer um curso de
- 26:30rapel agora, agora ele pode ir em centenas de escolinhas de
- 26:35rapel e aprender técnico do rapel.
- 26:37O que eu faço é que eu ensino ela com uma doutrina e uma
- 26:40metodologia da black force stratge, então ela eu eu ensino
- 26:44ela com um refinamento técnico. O tiro qualquer um pode hoje
- 26:48entrar e vai lá e aprende a atirar e compra uma arma e
- 26:52qualquer um que tenha antecedentes criminais corretos
- 26:55pode fazer esse procedimento certo então, certo?
- 26:59Qual o nosso? Nosso filtro, nosso filtro é, em
- 27:01alguns cursos, por exemplo, a gente exige, né?
- 27:03A os antecedentes das pessoas, né?
- 27:06Cursos, por exemplo, com arma de fogo, todos são exigidos.
- 27:08Esses antecedentes criminais que as pessoas apresentam pra gente.
- 27:11E daí, cara, é Oo filtro. Basicamente ele se torna visual.
- 27:16É raramente, a gente não tem, é muito, muito raro.
- 27:20A black, ela tem um filtro muito bom, é energético, vamos falar
- 27:24assim, mas uma vez ou outra, a cada 1000 caboclo que passa lá,
- 27:29tem um que é meio tipo assim, tu olha e tu fala que esse cara
- 27:31daí, mas não vai muito longe, ele vai daqui até aqui, acabou,
- 27:34então ele não sobe, porque a gente carrega muito também. 11
- 27:38aspecto filosófico dentro da black force e a filosofia boa a
- 27:42filosofia boa afasta o cara do. O cara ruim, entendeu?
- 27:47Ele afasta, ela é repelente, é como se fosse um como é que
- 27:50chama a bala de prata pro lobisomem?
- 27:53É mais ou menos assim. Então essa galera, esse filtro
- 27:57que você falou, a gente consegue falar é no mesmo treinamento.
- 27:59A gente tem pessoas que são já treinadas, ó, próximo
- 28:03treinamento agora. Próximo treinamento.
- 28:07Do Harvard to kill nós temos é de novo mais um médico, temos 2
- 28:11policiais, temos um general de divisão.
- 28:15O cara é general de de visão, tá?
- 28:17Então ele tem 11 arcabouço de conhecimento de mais de 30 e
- 28:22tantos anos, academia, militar, aquela coisa toda, não é
- 28:25qualquer um pegou, por mais que ele esteja aposentado, ele tem
- 28:29um conhecimento tá lá latente. E você tem pessoas cara, como
- 28:33OOO, João, aí o João chegou lá. Quem é o João?
- 28:36O João é um cara de 30 anos que trabalha com TI, ele nunca fez
- 28:41nada. Mas aí entra uma coisa
- 28:44interessante da black, que é a mentoria individual dentro de um
- 28:49processo coletivo. A gente conseguiu desenvolver
- 28:52através desses anos uma metodologia sensacional de
- 28:55ensino, que faz com que eu consiga é tocar nos pontos
- 29:00fracos das pessoas dentro de um coletivo, de forma individual e
- 29:03ter excelente sucesso nisso. Pra isso, a gente divide em 2
- 29:06fases, qualquer treinamento. A primeira fase dele é quando o
- 29:09cara vai, por exemplo, para um, vamos dizer um treinamento de 1
- 29:12dia, treinamento de 1 dia, o cara vai fazer rapel operacional
- 29:14nível um, ele chega lá, a gente fala assim, quem tem medo de
- 29:18altura? Quem tem medo de altura já
- 29:19levanta a mão. Então eu já separo aquelas
- 29:21pessoas ali por medo de altura, beleza?
- 29:24Por quê? Eu não vou pegar essas pessoas e
- 29:26colocá las a expor essas pessoas diretamente a um nível de alguém
- 29:31que fala assim, não, eu já fiz rapel, quem já fez rapel?
- 29:34Levanta a mão, essa galera está aqui.
- 29:36Então eu tenho uma galera que já fez, a galera que nunca fez
- 29:38nada, mas não tem medo, e a galera que tem medo, certo?
- 29:41Eu pego um instrutor meu que é o meu melhor instrutor, o meu
- 29:44melhor instrutor para trabalhar com quem tem medo é o Jonas,
- 29:48Jonas comigo, senhores, esse aqui é o Jonas, nosso instrutor,
- 29:51se é assim nível nível 3 da black force, e o Jonas é um
- 29:55excelente acolhedor. Jonas, chega e fala assim,
- 29:57senhores, vem comigo. Jonas leva essas pessoas pra uma
- 30:01torre, uma torre lateral que a gente tem, que é uma torre que a
- 30:03gente chama de escolinha, e ali o Jonas passa.
- 30:06O Jonas tem o talento pra acolher e tirar o medo das
- 30:10pessoas, tá que é um talento de um instrutor, é uma área, assim
- 30:13como o professor de arte marcial, ele pode ter.
- 30:16Ele pode não ser um grande campeão de luta e talvez nunca
- 30:19tenha lutado profissionalmente, mas ele ser um excelente
- 30:21professor. Em compensação, você tem
- 30:23excelentes lutadores que foram campeões, que você dorme num
- 30:26seminário do cara, você fica, meu Deus do céu, eu quero
- 30:28embora. Sim ou não?
- 30:30Por quê? Porque são talentos diferentes.
- 30:32Eu pego o Jonas e coloco ele. Jonas não é o melhor rapelador
- 30:36da black force, mas ele é o melhor para ensinar pessoas, é
- 30:41que tem medo. Então ele vai, as cativa, a
- 30:44coloca confiança, mostra que aquela corda de 1 cm aguenta 4 t
- 30:49e ela por isso, por isso e por isso e por isso e por isso, e as
- 30:52coloca para descer em 2 m de altura e nos 2.
- 30:55Metros de altura, ela ganha. Confiança daqui a pouco elas
- 30:57estão nos 4. E daqui a pouco, daqui 1 hora,
- 30:59quando eu já tô com aquela galera que já fez, eu já
- 31:02coloquei já nos 25 m, o Jonas fala, cobra, a galera tá pronta
- 31:05e aqueles caras chegam lá em cima, cara, como se nada tivesse
- 31:08acontecido, entendeu? Mais ou menos.
- 31:10Então a gente consegue através desse do da compreensão,
- 31:14compreender que as pessoas vêm de origens diferentes.
- 31:17Mas qual o meu objetivo? Eu não quero saber de onde você
- 31:19veio, quero saber pra onde você quer ir, meu filho, e aí eu levo
- 31:22os caras a outro nível. No final do dia a gente tem, sei
- 31:25lá, 2025. Homens e mulheres que chegaram
- 31:29lá com níveis totalmente diferentes, mas agora todos eles
- 31:34estão acima, que a gente chama de nível de sobrevivência.
- 31:38Eles agora não vão, não são mais mortais, numa técnica tão
- 31:42simples que pode salvar tua vida, como eu disse agora do
- 31:45negócio do do da tua esposa e tua filha no carro, por exemplo.
- 31:49Você está num apartamento, começou a pegar fogo do teu
- 31:51apartamento, um investimento de 1000 BRL hoje 1000 milzinho.
- 31:54Você compra uma corda, compra um equipamento comprando não sei o
- 31:56que comprando, não sei o que tem na está pendurado atrás da porta
- 31:59como um extintor de incêndio você não quer usar, mas você
- 32:02tem, mas você não quer usar como qualquer coisa que você não
- 32:04queira usar, mas você tem, você não tem um plano de saúde?
- 32:06Tenho, mas eu não quero usar, mas tá lá, então uma corda pode
- 32:10ser. Eu moro no quinto andar de um
- 32:11prédio, porra, tem uma corda, cara, mas não adianta ter a
- 32:14corda e não saber usar. Agora tu sabe usar esses caras
- 32:17agora estão no nível de sobrevivência que eu te falei,
- 32:19ó, já estão acima do nível. E aí entra uma coisa
- 32:21interessante, tá? Cobra.
- 32:22Mas espera aí, tu quer dizer que no final do treinamento, aqueles
- 32:25caras que chegaram dizendo que não tinham medo e os caras que
- 32:29é, chegaram com medo, estão no mesmo nível negativo?
- 32:32Claro que não. Seria até injusto, não aquele lá
- 32:35só. Fez porque o cara do medo, o
- 32:37medo não vai passar ele. Ele fez sim, mas ele você falou
- 32:40ele. Aprendeu a.
- 32:41Fazer, mas espera só tecnicamente.
- 32:43Olha que engraçado, o cara com medo.
- 32:45Tem caras que tem às vezes uma, vamos usar essa palavra talento
- 32:50para aprender, tem níveis de inteligência superiores.
- 32:53Tem cara que termina o curso rapelando e fazendo as técnicas
- 32:56melhor do que o cara que não tinha, que não tem medo, irmão,
- 32:59olha bem, que coisa, essa é uma, tá 2 às vezes aquele cara que já
- 33:03chegou num nível é vamos, não vamos chamar de avançado,
- 33:05intermediário, que que eu faço com ele, meu irmão?
- 33:07Eu só refino a técnica dele, então eu não vou ficar falando
- 33:10assim, senhores. OOA técnica do que a gente vai
- 33:14passar aqui. Agora é essa cartilha.
- 33:15Aqui não, não tem essa cartilha, existe uma cartilha, mas se eu
- 33:19vejo que você é bom, eu chego e falo assim, Cássio, vem cá, você
- 33:22vai fazer isso? Isso, isso.
- 33:23Agora eu desafio você, então tem pessoas que estão.
- 33:28Todas, todas as. Pessoas vão ali para serem
- 33:30desafiadas, mas nós vamos desafiá las dentro das suas
- 33:35capacidades para ampliá las. Você já era nota 7, vai sair
- 33:39nota 9. Agora o cara quer, anota um.
- 33:42Se ele sair nota 4, ele está vencendo, irmão.
- 33:43Então a ideia é isso, é isso, é isso, é democratizar
- 33:47conhecimento, isso é democratizar, é isso é realmente
- 33:51interferir na balança? Pegou.
- 33:54Não é você ser como é que fala? É isso, é ser inclusivo.
- 33:59Não é você ser tipo assim, não. No meu curso é excludente.
- 34:02No meu curso aqui é só pra eu conheço vários caras e eu falo
- 34:06assim, meu amigo, continue, continua.
- 34:09Ah, minha escola eu só pego. Eu só pego casca grossa, cara
- 34:11brabo. Continue, Ah, não na minha
- 34:13academia só continue na black force, você olha lá o aspeto da
- 34:17black, você olha aquela caveira, você olha tudo e fala assim,
- 34:19caraca, isso não é pra mim, é pra você, é aquela câmera minha,
- 34:22é, é pra você, é exatamente pra você.
- 34:25A black force, ela tem essa característica, ela tem uma
- 34:28marca forte, ela tem uma coisa, as pessoas passam na frente se
- 34:31benzem, mas ela é pra você, pegou, é pra pessoas que tem a
- 34:36intelecto, pra falar assim, eu preciso ser mais forte.
- 34:39Então é, é e não excludente, muito pelo contrário.
- 34:42Aí as pessoas chegam lá e se surpreendem, elas falam para
- 34:44mim, falam para os nossos instrutores.
- 34:46Elas falam assim, cara, eu nunca imaginei que IA ser assim, então
- 34:49é, é, eu sei que é chocante pensar na primeira vez nisso,
- 34:52mas é o que a gente faz e é o que fazemos muito bem. 30 anos,
- 34:56irmão, tá 30 anos agora em 2026/04/2026, vamos fazer 30
- 35:00anos e outra. Lidando com mais quem conhece
- 35:03ali pode entrar no nosso site. Vai dar uma olhada lá no nosso
- 35:05no Instagram, né? Pode deixar o site Instagram.
- 35:07Instagram arroba black. Force stractge em todas as redes
- 35:10sociais black force stracters ou o meu pessoal é Rodrigo cobra, é
- 35:14cobra black force cobra stracted em qualquer rede social você vai
- 35:17ver. O mais importante é que você vai
- 35:19ver lá. Quando você olha ali, você vai
- 35:23ver coisas excepcionais, né? E pessoas saltando de um avião,
- 35:27pessoas estão de paraquedas, pessoas pulando de barcos. 30
- 35:31anos. Sem um arranhão, irmão, 30 anos,
- 35:35sem um arranhão, porra. Mas não é normal, é normal
- 35:38pessoas morrerem fazendo isso, mas na black force isso não
- 35:41acontece. Isso por quê?
- 35:43Porque do mesmo jeito que a gente leva essas pessoas no mais
- 35:45alto nível, a gente tem muito respeito pela visão de do que é
- 35:49a vida humana. Porque eu na nas operações
- 35:51especiais, já tive que dar notícias a um pai e a uma mãe lá
- 35:55nas operações militares de dizer assim, olha, o teu filho morreu.
- 36:00Então é uma sensação horrível, você dá uma notícia dessa, sabe?
- 36:04E dá uma notícia dessa, por incompetência, por, sei lá,
- 36:07imprecisão, negligência em perícia deve ser muito pior.
- 36:12Então na black a gente tem muito cuidado com a segurança, sabe?
- 36:15É excessivamente é seguro? É, e sem perder, não é ser
- 36:20seguro sem fazer, pelo contrário, mas dando a àqueles
- 36:24caras um nível e subindo de nível de tem aluno que eu chego
- 36:27e falo assim, não, fulano, vem cá.
- 36:29Te chamo no canto, falo, cara, você não deve fazer essa
- 36:32técnica, tá certo? Não faça, pô, mas seu mestre, eu
- 36:35vou fazer, irmão, confie em mim, não faça, tá?
- 36:38Você ainda não tá pronto. O risco de segurança de você se
- 36:41machucar é maior do que o risco de dar resultado.
- 36:43Bom, espera mais um pouco, treina mais um pouco, na próxima
- 36:46edição você volta a fazer essa técnica, tudo bem, o cara
- 36:48respeita e mesmo se ele não quisesse respeitar, ele IA
- 36:50respeitar, porque é uma ordem, porque o mais importante é que a
- 36:54gente nós temos que ter, né, a infalibilidade.
- 36:59Um instrutor, ele não pode ser falível, como pessoas falam
- 37:01assim, Ah, não é, todo mundo é falho, todo mundo, mas que fala
- 37:05é, as pessoas usam aquele termo bem, como é que é AI ninguém é
- 37:09perfeito, discordo todos os os instrutores, pessoas que assumem
- 37:16AA responsabilidade. Quer ver?
- 37:19Tu tem filhos? Não, mas vamos dar um exemplo a
- 37:21alguém que tem um filho pequeno, tá uma filha pensando, imagina
- 37:24você com uma filha de de 45 aninhos.
- 37:27Você acabou de dar a tutela dela para um para uma babá ou para
- 37:31uma escola na responsabilidade. Meu irmão, o que que tu quer?
- 37:34Dessa pessoa, o máximo que. Você quer que ela seja pai?
- 37:37Do teu filho não quer? Claro, uma coisa para as pessoas
- 37:40entenderem como é que a black force trata as coisas.
- 37:42Isso e como eu trato como líder. Todo meu instrutor, ele tem que
- 37:46entender isso. Todo meu instrutor, independente
- 37:48de idade, ele tem que ter a categoria, uma categoria, uma
- 37:53característica de paternal. Ele tem que entender que ele tá
- 37:58tratando ali, por exemplo, com um rapaz de 60 anos, um senhor
- 38:01de 60 anos, e ele tratando com um jovem de 15 naquele momento,
- 38:05ele é pai daquele cara. E o que que um pai faz?
- 38:08Protege de todas as maneiras. Exatamente.
- 38:11Isso é o espírito de você ser um instrutor.
- 38:13É a máxima responsabilidade de tudo.
- 38:15Então tu vê 30 anos sem nenhum arranhão, sem nenhum machucado,
- 38:17sem ninguém com lesão nem porcaria nenhuma, porque
- 38:20cuidadoso. Pegando um pouco.
- 38:23Desse lado das operações esperiais.
- 38:25É especiais, operações especiais.
- 38:28O que que você acha que ela te ensinou que a vida civil nunca
- 38:32ensina? Ah, essa é fácil?
- 38:36Essa é bem fácil. A.
- 38:39Quando a. Gente, vai para um curso de
- 38:40operações especiais. Você tem ali 11 coisa que é, já
- 38:44viu a frase? Já viu aquela frase onde o filho
- 38:46chora e a mãe não vê? Já é?
- 38:48No mundo civil, aqui no mundo. Civil, a gente pode fazer vários
- 38:51cursos desses que a gente faz são maravilhosos, são cursos que
- 38:54que realmente eles. Eles levam a pessoa para um
- 38:57outro nível, mas. Um curso de operações.
- 39:01Especiais. Ele testa você a níveis fora
- 39:05dessa, desse espectro, fora desse espectro.
- 39:08Porque ali realmente aquelas pessoas que estão com você, elas
- 39:12não tem nenhum sentimento sobre você, o sentimento daquelas
- 39:15instrutoras. Eles são ali, são instrutores e
- 39:17o objetivo é realmente levar você a se conhecer.
- 39:22Então a gente fala que é o homem testado.
- 39:24O homem realmente de operações especiais, ele é um homem
- 39:26testado em todos os aspectos, a sua solidão, o momento que ele
- 39:30quis desistir não desistiu, o momento que ele estava machucado
- 39:33e progrediu e conseguiu, porque lá o instrutor na grande maioria
- 39:38vai falar assim, Oo Cássio tá mancando, por que o aluno aí
- 39:44instrutor, eu tô com o joelho machucado, ele vai olhar, AI vai
- 39:47falar pra você. Oda, se machucado pede pra ir
- 39:49embora. Ele não vai fazer um acolhimento
- 39:53com você e falar assim, ô Cássio, cara, se você não puder
- 39:56fazer isso agora, não tem problema para é?
- 39:59Descansa meu amigo, vai para enfermaria, dá uma descansada
- 40:02lá, vamos fazer por favor fisioterapeuta, ninguém vai te
- 40:05tratar bem, então você machucado vai ter que curar?
- 40:09Como um cachorro selvagem vai curar o teu próprio machucado ou
- 40:13você vai ter que voltar só o ano que vem?
- 40:15Amigo, imagina você ter empreendido toda uma jornada
- 40:18para estar ali de 1 ano preparando?
- 40:20E agora você está no terceiro mês já faltando só um para
- 40:22terminar e um machucado do teu joelho.
- 40:25Começa a doer, doer, doer, inflamar, doer demais e você
- 40:29fala assim, cara, ou eu vou agora, faço mais 30 dias, ou eu
- 40:32vou ter que esperar mais 365 dias tudo de novo.
- 40:37Será que eu vou ter esses esse espírito para isso?
- 40:39Será que eu vou conseguir estar aqui?
- 40:42Então isso faz com que você tire homens de uma condição x para
- 40:46uma outra condição, sabe? É, é, é realmente AOO.
- 40:50Oo ganho de um nível de superpoderes, porque tudo são
- 40:54superpoderes. Se você é um cara bom de água,
- 40:55bom na água, desmanivrado a capacidade Extrema é um
- 40:58superpoder, pô, saltado de um avião de paraquedas é um
- 41:00superpoder, você é um cara que escala bem superpoder, tudo é
- 41:04superpoder, mas o que que um custo de operações especiais te
- 41:06dá? Ele te dá 11 pacote de
- 41:10superpoderes e o principal que é OAOO pacote de.
- 41:16O empoderamento mental que você tem de de falar assim, cara,
- 41:19hoje não, eu vou pedir pra ir embora, talvez, talvez ou
- 41:22desista amanhã, mas hoje eu não vou desistir.
- 41:24Então todo dia essa. Parte mental mesmo mental muito
- 41:27forte. Isso você leva pra vida,
- 41:29entendeu, cara? Você leva pra vida, você carrega
- 41:31pra pros negócios, você carrega essa mentalidade.
- 41:34É essa mentalidade de de de raça, né?
- 41:37Tanto é que você tem. Eu tenho uma tatuagem aqui
- 41:39dizendo shivunk com uma letra meio meio esquisita aqui, que
- 41:41eu, eu mesmo fiz de propósito o shivun, que geralmente ele é
- 41:44escrito com CH. Mas quando eu fui fazer a
- 41:46tatuagem eu falei, eu vou escrever assim a naculhão, pra
- 41:48que ninguém fique lendo, não entenda diretamente o que que é
- 41:52chevunk é mais ou menos isso, é raça, é aquele poder além do do
- 41:56do fisiológico que você tem. Então quando eu quando eu fiz
- 41:59tatuagem assim, eu fiz com a simbologia de cara, todos os
- 42:02dias eu levanto todos os dias eu me olho no espelho de manhã
- 42:04cedo, lavo a cara e quando eu levanto e faço assim com a minha
- 42:06cara, que eu lavo a cara, eu olho essa tatuagem, falo é hoje
- 42:09não. Então hoje eu vou levantar com
- 42:10chevunk, hoje eu vou ser mais furioso do que ontem.
- 42:13Hoje, OA minha depressão, seja ela qual for o nível, seja ela
- 42:17uma adversidade, um sentimento negativo, todo mundo passa por
- 42:20isso, irmão, todo mundo tem 100 dias ruins, né, ou horas ruins,
- 42:24mas o que importa é que a gente ajoelha, ruge, levanta e vai.
- 42:28Ponto é isso. Então AAO que eu acho que um
- 42:30curso de operações especiais também te dá isso pra quem
- 42:33passa, né? Por ele, pra quem passa por ele,
- 42:35né? É um grupo muito seleto, só pra
- 42:37você ter uma ideia, em termos de número existem hoje.
- 42:41Acho que 100 e poucos 1000 paraquedistas militares
- 42:44formados, 100 e poucos 1000 tá no Brasil são 100 e poucos 1000
- 42:48não tenho exatamente certeza. Um dos meus filhos, o Ryan cobra
- 42:51que você falou, ele é o 94000 e alguma coisa.
- 42:54O zyan cobra que tá nos bastidores, aí é o 98000 e
- 42:57alguma coisa tá. Os 2 também são paraquedistas e
- 43:00precursores também é, eu sou Oo precursor, 343 e o Ryan 343 e o
- 43:10Ryan. Ele é o 807 e o Zion, ele é o
- 43:14870860. O Zion 860, pra você ter uma
- 43:17ideia, em 70 e o precursor existe desde 1951, são 75, bota
- 43:21100 anos agora tá de existência, de precursores.
- 43:24E você tá falando com o 343. Então olha o quanto tempo esse
- 43:29fórum, uns 20 por ano. Não, eu não tenho certeza, mas
- 43:38eu vi. Cursos que formaram 3.
- 43:40Eu vi o curso que formou. 7 porque não se busca a
- 43:43quantidade, não tem um limite, tem um limite de entrega.
- 43:45Né? Existe de bater o que precisa
- 43:47ser feito, não é isso existe. Não importa se é um, se é zero,
- 43:51não se importa. Importa é que aqueles.
- 43:52Homens tem que bater OOO, eles tem que cumprir o que tem que
- 43:55ser feito. Se vai formar 3, vamos formar 3,
- 43:57você vai formar 7, vai formar 8. Ah, o turno era muito bom,
- 44:00formou 20. Um exemplo, entende?
- 44:02Mas é é uma eu tô vendo que eu o que eu quero dizer é que em 70
- 44:05anos você tem ali um número como esse, é muito baixo.
- 44:09Em compensação, faz uma, pega uma outra força que está aí
- 44:11desde uma outra força que tenha 70 anos de 75 anos de
- 44:14resistência e vê quanto se ela formou, entende?
- 44:16Então é o é o é OA elite da elite pegou e o que?
- 44:21Que você diria que significa ser a elite da elite?
- 44:26Ser esse esse elite da elite não tem limite.
- 44:30Né, irmão? A elite da elite significa que
- 44:32quando você foi, eu bati. Eu falei agora pouco sobre isso.
- 44:36Quando se trata de de tropas convencionais, tá, sejam elas
- 44:40quais forem, a convencionalidade a ideia de convenção, ó
- 44:44convencional, vamos usar a palavra convenção, todas elas
- 44:47estão convencionadas dentro de um manual.
- 44:49Então, homens convencionais, quando um Capitão, um major, ele
- 44:54não sabe o que fazer. Hugo, eu não sei o que fazer,
- 44:56sabe o que ele faz? Ele vai lá no manual, Ah, tá,
- 45:01ele estuda aquilo que vai fazer, porque eu queria fazer.
- 45:04Não faz diferença, amanhã ele vai lá e, senhores, sejam bem
- 45:07vindos ao mais uma aula, vamos seguir o seguinte sumário, fora
- 45:10isso, uma introdução que já foi mesma Ladainha, quando se trata
- 45:14de operações especiais, isso não existe, meu amigo, você tem um
- 45:17manual, existe uma doutrina, mas a doutrina, ela é construída
- 45:20todos os dias dentro da realidade.
- 45:24A doutrina é construída enquanto a gente enquanto a gente
- 45:27caminha. E o membro de operações
- 45:30especiais, o elite da elite, é um cara.
- 45:32Que tem que ter inteligência para mudar o jogo de forma
- 45:37criativa, fora do nível emocional, cuidando do
- 45:41emocional, usando o racional e emocional logicamente, ao mesmo
- 45:44tempo que é quase impossível de desligar, mas sempre com
- 45:47capacidade adaptativa alta. Essa é a diferença.
- 45:50Então o manual ele faz assim, ó blue, ele joga o manual no lixo.
- 45:54Você assistiu? Assistiu Top Gun, Maverick?
- 45:59Lembra da cena que ele chega com o manual dessa grossura?
- 46:02Ele olhou e falou assim, olha bem, essa cena agora eu peguei
- 46:04agora aqui associada exatamente para você.
- 46:07Ele chega e fala, senhores, é esse é o manual do sei lá qual
- 46:11KCF 18. Vocês sabem tudo?
- 46:15Sobre o manual do f 18, aí os caras falam assim, claro que
- 46:17sim, sabemos tudo. Os caras falam, você viu que o
- 46:19cara fala assim? Aham aí ele.
- 46:21Pois é, Bloom, o teu inimigo também.
- 46:25Então, para que que serve aquela?
- 46:26Porra daquele manual, aquela tática toda daquele manual que
- 46:28tá escrito ali para nada, porque o teu inimigo conhece o jogo.
- 46:31O jogo do convencional é isso. Quer ver um exemplo?
- 46:34Vamos voltar um pouquinho, vamos voltar 250 anos atrás, como é
- 46:37que era a guerra 250 anos atrás? Um bando de trouxa de vermelho,
- 46:41um bando de trouxa de azul, um atirava no outro aí e ficava
- 46:51parado lá, igual um idiota parado lá, mas um general sagaz
- 46:54que que ele fazia, negativo, Negão, tropas especiais faz o
- 46:57flanco, o cara vem por trás, cavalaria SO que ganhava o jogo.
- 47:01Você sacrificava aquela infantaria ali, concorda?
- 47:04Sim, esse é o jogo, o jogo de operações especial é exatamente
- 47:07isso, Maverick, manual, boom, joguei no lixo, então coisa
- 47:11também. E o que que fez aqueles caras
- 47:12conseguirem fazer aquela missão do da aeronave?
- 47:15Um cara como o Maverick, que pegou ele e falou assim, esquece
- 47:18o manual, vem comigo, vamos pro voo, e é.
- 47:20Exatamente isso que um. Homem de operações especiais.
- 47:23Isso é elite da elite que faz, e isso a gente faz.
- 47:25A gente pode observar o que que é elite da elite.
- 47:28Anderson Silva no mundo da luta. John Jones, no mundo da luta, é
- 47:33um cara que ele se tornou. Ele se torna imprevisível assim
- 47:36ou não, ele joga tanto com o mental quanto com com com uma
- 47:40ferramenta que ele nunca chegou. Não sei se você lembra, você
- 47:43acompanha lutas, não acompanha. Você lembra de uma luta que o
- 47:46Anderson vem e ele vem com uma cotovelada, sem dente e pega o
- 47:49queixo do cara. Ele uma semana antes ele viu
- 47:52aquilo, uma semana antes ele estudou aquilo, se eu não me
- 47:55engano, e ele foi lá, apresentou aquilo, essa ele.
- 47:58Falou isso quando ele teve aqui. Ele, na verdade, o filho dele
- 48:02tem. É esse caso.
- 48:04E o caso do chute ou do é do do? Da cotovelada?
- 48:08Da giratória, ele viu num num jogo e num filme legal, legal e.
- 48:12Ele e ele. Começou a pensar como ele
- 48:15poderia treinar isso, e ele fez em alguns treinamentos.
- 48:18Aí todo mundo, quando ele mencionou ele, riram um dele que
- 48:22acharam. Pô, tu vai tirar do do
- 48:24videogame, do videogame uma cena dessa?
- 48:26Só que aí ele. Que nem você falou?
- 48:28Claro, ele tem uma habilidade, elite da elite.
- 48:31E foi lá e fez na. Luta e ainda acertou o cara e
- 48:34deu, não tudo. Aí entra a frase que é assim,
- 48:37tudo que a mente pode conceber e que um filme pode conceber, você
- 48:41pode conceber. Na vida real, muita gente chega
- 48:43para mim vendo aqueles comentários de haterzinho
- 48:46bundão, que está ali falando besteira em vários, na tanto,
- 48:49numa publicação nossa, uma publicação dos outros, e fala,
- 48:51Ah, eu quero ver isso não sei o quê.
- 48:53Só que é aquela coisa, cara, é, é, esses caras têm uma limitação
- 48:57mental porque, na verdade, realmente tudo o que tá vendo
- 49:01num filme, uma coisa que fala assim, que tu fala, cara, isso é
- 49:03isso aí, é, é Ah, o cara atirando de uma maneira muito
- 49:05rápida, amigo, você vai ver que tem gente.
- 49:09Tu acha que o filme foi baseado em quê?
- 49:10Só em mentira. O filme muitas vezes é baseado
- 49:13num cara que tá no bastidor lá, que não é ator, mas que tá
- 49:16mostrando pro ator como fazer. E o ator fez um laboratório com
- 49:20caras que são excepcionais. Só que aquilo as vezes não
- 49:23aparece, aparece uma no filme. Lógico que nem um filme dos anos
- 49:2680 precisava ter um pouco mais de, né?
- 49:29É de né, de de, de, de pra, pra exagero, exagero né?
- 49:33Precisava ter um pouco mais de exagero, assim como hoje existem
- 49:36outros formas de exagero, né, que se faz hoje, mas realmente
- 49:40existe um fundo de verdade, lógico, existem vários filmes
- 49:43mentirosos que a gente vai fala meu, vou, vou perguntar um.
- 49:45Então, sabe aqueles que vou perguntar, John Wick, qual o
- 49:48nível de mentira se eu disser para você?
- 49:50Ó, se eu disser para você que eu nunca assisti John Wick, tu
- 49:52acredita? Não, nunca.
- 49:54Assisti John Wick, tem. Que assistir então, pra gente?
- 49:56Voltar, entendeu? Discutir.
- 49:58Eu as pessoas falam isso. Porque?
- 50:00Assim, tudo bem que ele é. Ele faz o treinamento no aham,
- 50:04no Terrence, que é lá em Las Vegas, você vê muita coisa.
- 50:07Uhum é que nem você está dando o exemplo aí.
- 50:09Uhum, existe uma manejabilidade, vamos dizer sim, com a arma, mas
- 50:13tem coisa que tu fala assim, pô, será que esse cara faz isso
- 50:16mesmo com a arma? É, eu acho.
- 50:17Será que. A velocidade.
- 50:19É, é assim, eu acho que é lógico que o.
- 50:20Que o que o filme eu posso imaginar o que você está
- 50:22falando, tá, porque eu conheço o que tu falou do Terry, mas eu
- 50:25posso imaginar, tá? Exemplo, pô, alguém preciso de
- 50:30um carregador, o cara joga o carregador para mim e eu pegar
- 50:32no ar e jogar a minha arma no carregador e entrar a arma no
- 50:34carregador, tá, é, é tipo assim, porra, dá beleza, não, esse aí
- 50:39não exagerou. Né, exagerou?
- 50:40Não, não, eu acho que esse. É uma coisa que nem você está
- 50:43falando, pode acontecer. Claro que pode acontecer exato
- 50:47agora. O que o?
- 50:48Vou te dizer Oo exemplo, aham, o cara pega sozinho, vamos dizer,
- 50:52no carregador dele tem. Eu acho que na Glock tem 17, né?
- 50:55Parece que ele tá dando uns. 50 não ele, ele não hoje em dia.
- 50:58Os filmes é, já melhoraram isso aham.
- 51:00O cara anda com 2 carregadores e mais o dele, só que ele pega o
- 51:03Mato. Primeiro que uma coisa que eu
- 51:06por acompanhar eu vi, ele tem 11, situação que eu acho que é
- 51:10de nível de elite, que é o quê? Ele atira meio que no nível do
- 51:13peito e na cabeça sempre. Então isso eu já sei que tem
- 51:17treinamento, doutrinas. E aí tu vê que só que a
- 51:20velocidade com o carati é pá pum.
- 51:23E assim, só que o cara mata 17 caras.
- 51:25É numa velocidade que se a gente aí eu eu entendo o que você está
- 51:30falando aqui. Uma coisa é você estar
- 51:33vivenciando. É que nem a história eu vejo a
- 51:36guerra, pô, sentado no meu sofá. É, é uma coisa.
- 51:40Aí você participou de uma situação de guerra, tu já tem
- 51:44outra coisa. Times igual o pessoal subir no
- 51:45morro, existe times de coisa. Então a gente começa a imaginar
- 51:49em casa que muita coisa pode ser mentira, porque você não tem
- 51:53aquela realidade. Mas.
- 51:54Mas eu acho que o. Filme o filme ele tem, ele tem
- 51:56essa. Como é que não chama isso quando
- 51:58você licença poética, licença. Poética.
- 52:01Você não acha que ele tenha, não?
- 52:02Eu acho que ele tem que ter a licença poética, mas eu também
- 52:05penso um pouco igual você, eu acho que tem.
- 52:07É muitas coisas que a gente não acredita porque a gente não viu
- 52:11como como igual você está dando exemplo é eu por acaso essa área
- 52:16que a gente trouxe você aqui porque um sócio meu era diretor
- 52:20de segurança da Globo e eu vivenciei algumas coisas do que
- 52:23a gente está falando. Então algumas coisas eu sei que
- 52:27é verdade, eu sei porque, porque eu já sentei com pessoas igual
- 52:31você está me contando e algumas coisas eu já vi.
- 52:34Outra coisa é, quando você não viu, você não consegue acreditar
- 52:37algumas coisas. Você fala assim, pô, aquilo ali
- 52:39é meio surreal, é que nem você está falando, você olha um
- 52:41negócio de guerra, se você não participou, não está sentado.
- 52:44E viu, falou assim, é mentira, o cara não faz aquilo.
- 52:47EE existem outras coisas também. Importantes que colocar que é
- 52:49assim é, eu vejo. Eu conheço pessoas que no
- 52:51treinamento, em treinamento, isso a gente já viu em vários
- 52:55cenários. Na luta tem muito isso também,
- 52:57né? Já viu aquela aquela coisa que
- 52:58fala no mundo da luta, no mundo de alto nível, que fala assim,
- 53:01cara, o cara na academia é um leão.
- 53:03Né, aí quando vai no dia da luta, o cara vira um gatinho,
- 53:05por exemplo, já viu, acontece, não acontece, o cara mina a tua
- 53:09própria mente, ele, ele, ele começa a drenalizar antes da
- 53:11luta, essas coisas, exemplo, ele tem medo, né?
- 53:14Ele mexe com o íntimo dele também acontece com pessoas que
- 53:18treinam demais, por exemplo, tem eu conheço atiradores, cara, que
- 53:21são assim que nem esse valor tá, ele bota um dentro do outro, tá
- 53:23bom aqui ó, um dentro do outro, o cara vai e ele atira um dentro
- 53:27do outro, tu, tu, tu lá dentro. Por exemplo, o que é um atirador
- 53:31olímpico? É um cara que bota um tiro
- 53:33dentro do outro. Agora não tem nada a ver com o
- 53:36que a gente tá falando? Sim, até porque é.
- 53:38O que Oo instrutor fala? Eu, eu fiz, eu fiz tanta aula
- 53:42porque que nem você contou lá atrás.
- 53:44Eu eu sempre tive 11 respeito muito grande com a arma, que eu
- 53:48acho que a arma não é uma brincadeira e algumas pessoas
- 53:51não tem isso. Então eu ainda tenho aquele
- 53:53negócio, eu ainda tenho um pouquinho a adrenalina de quando
- 53:55eu vou atirar igual. A gente tava conversando, mas
- 53:59várias vezes e eu e eu tive e. Treinamento com pessoal da Swat
- 54:04a gente teve um funcionário do pessoal do bope, de de então eu
- 54:08passei um pouco e ele falava uma coisa que sempre eu relembro que
- 54:12é isso que você tá falando. Uma coisa é eu atirar igual a
- 54:14gente tá aqui sentado, sem barulho nenhum, sem nada.
- 54:18Outra coisa é tiro rolando, é não sei o que gritando, o cara
- 54:22te dando tiro e você IA atirar aqui existe, é o que a gente tá
- 54:26falando. Existe várias situações dentro
- 54:28desse mundo e aí que elas. Você vai escalando Ah, o cara é
- 54:32bom nisso que nem você falou, o cara é bom por quê?
- 54:34Porque ele está em combate. É que nem a gente fala, Ah, o
- 54:36americano era bom numa guerra e foi para o Vietnã e perdeu no
- 54:40Vietnã, mas ele era bom em outro tipo de guerra, ou então no é
- 54:45Afeganistão, que é uma guerra dentro de Areia, ou o pessoal
- 54:49que é que nem você falou o pessoal da água.
- 54:51Então eu acho que é uma característica que todo mundo
- 54:53vai essa, essa coisa do do. Do que nem tu falou do tiro e do
- 54:56John week, por exemplo, que é mentira ou não, né?
- 54:59É, eu conheço caras muito habilidosos, tá?
- 55:00Tem caras muito habilidosos com com, com armas e tá, eu vou te
- 55:04falar, vou dar um exemplo, eu, eu manejo a arma, manejo a arma
- 55:07de uma determinada maneira, com uma determinada velocidade,
- 55:11acaba que a gente consegue não pensar mais na arma.
- 55:14Por exemplo, eu não fico pensando, vou tirar o meu
- 55:17carregador, o botão está aqui, assim como por exemplo, a gente
- 55:20que vem de uma origem de dirigir um carro manual.
- 55:23Você que acostumou de carro no alma, tu vai ligar o carro, tu
- 55:26não vai ficar pensando então na segunda, na terceira, essa
- 55:28embreagem agora é a embreagem, o cara que começa atirando ou
- 55:31começa com a com com o carro, como é que ele faz?
- 55:33É embreagem, passa a primeira, agora eu vou acelerar e vou
- 55:37tirando. Não é assim, sim, mas depois não
- 55:40fica não, fica automático, fluído e automático, o tiro é
- 55:43igual, você começa com a arma, tenso, depois você começa a
- 55:46fazer as coisas assim, depois você não olha mais para arma e
- 55:48só olha para o alvo, ó. Só é pro alvo do meu olho, está
- 55:51no alvo e eu estou me movimentando, eu vou pro lado
- 55:53mexendo no carregador já eu comi a tua mão, está certo?
- 55:56Então isso é treinamento, sabe? Eu fiz um vídeo agora, esses
- 55:59dias agora falando sobre estresse, né, que você falou que
- 56:01uma coisa é da tiro, outra coisa, a gente apresenta vídeos
- 56:04na internet que são flashes, são cortes de um vídeo grande onde
- 56:10você explicou por que que estamos fazendo aquilo, as
- 56:12pessoas vão lá e vê aquilo e fala, não, mas olha só, para que
- 56:14que serve isso? A gente apresenta.
- 56:17Exercícios para as pessoas então, por exemplo, ó, tem um
- 56:20treinamento que eu fiz agora é, eu faço bastante no meu
- 56:23treinamento, eu tenho um treinamento chamado Deng yousoni
- 56:24e aí o nome já diz, né? Deng youzone zona de perigo, que
- 56:27é um tramento voltado, chama protocolo Rio de Janeiro, ela é
- 56:30feita para o Rio de Janeiro. Foi desenhada pelo cenário que a
- 56:33gente tem, um cenário, né, dinâmico, totalmente atípico, é
- 56:37um cenário. É, é, as ameaças são
- 56:40assimétricas, não é como numa guerra normal que dá pra tu
- 56:43medículo ali. Ah, não, a ameaça tá aqui, não,
- 56:45não dá aqui no Rio de Janeiro, pode vir por trás, pela frente,
- 56:48tu vai ter que usar várias técnicas de tiro diferentes, tu
- 56:51vai ter que juntar tudo numa grande sopa de conhecimento e
- 56:53isso é o denggerzone. Então com arma, com armas é o
- 56:57que que eu faço, por exemplo, tem um exercício, é um exercício
- 57:00de todo um espectro de uma de uma imersão, de 3 dias de
- 57:04treinamento de tiro, então 3 dias ele atirando, tá?
- 57:07Então um exercício que demora ali, sei lá, 2025 minutos para
- 57:11os alunos fazerem, todos eles fazerem.
- 57:13Eu boto uma viatura de lado assim de lado e os vidros todos
- 57:17baixados e abertos de um lado do outro.
- 57:18Então eu falo, senhores, atenção, vocês tem que dar um
- 57:21tiro e buscar uma posição, uma vou pra lá pra pra traseira do
- 57:25carro, vou pra traseira do carro e busco encontrar o alvo.
- 57:28Encontrei o alvo perna, a perna correta.
- 57:30Semiabrigado, né? Porque o carro não é considerado
- 57:33um abrigo, ele é considerado uma coberta.
- 57:35Só tá cobrindo você um pouco, mas a munição, né?
- 57:38O projétil vai passar pelo carro, anão ser que você esteja
- 57:40no motor ali ou numa roda. Que vai poder segurar alguma
- 57:43coisa mesmo assim, não é disso que a gente está tratando.
- 57:46O que eu quero dizer que esse exercício é, eu busco uma
- 57:48posição, ele dá um tiro EE. Ó bom, atirei e aí eu?
- 57:52Mudo de posição, sou obrigado a mudar de posição, não importa.
- 57:54Vou lá para frente do carro e às vezes eu fico gritando com o
- 57:57cara, deita, eu eu obrigo o cara quando ele está em deslocamento
- 58:00lá para frente do motor, ele deitar no chão e atirar por
- 58:03baixo do carro. Bora ele já ele deu um tiro para
- 58:06se ele acertou ou não, não me interessa ele, você quer a
- 58:08movimentação. Eu quero a movimentação.
- 58:11E o estresse? E agora eu falo assim por
- 58:13dentro, ele tem que atirar por passando pela janela, um janela
- 58:182 e alvo. Isso daí gera nele um nível de
- 58:21estresse mental, porque ele não quer acertar o carro, porra, ele
- 58:25não quer acertar o carro do cobra.
- 58:26E eu falo para ele assim, ó, se acertar, meu carro tá fodido.
- 58:30Então alguém já acertou? Não, nunca ninguém acertou.
- 58:32Tu veio. Aqui com AE olha bem, olha que
- 58:33legal, olha que legal. Isso é o mais legal.
- 58:36Acho que é o maior, meu maior orgulho.
- 58:38Não é o cara não ter acertado meu carro é que já passaram por
- 58:41mim. Nesse treinamento, acho que umas
- 58:47250, 300 pessoas no Danger zone tá com esse nome.
- 58:52Ele é um treinamento novo com esse nome, tá?
- 58:53Então 300 pessoas passaram por ali nesses últimos tempos.
- 58:57E, cara, tu acha que essas pessoas que não atiraram no
- 59:01carro e que fizeram toda essa pista, elas eram o que é membros
- 59:05do do do bope, membros da Swat? Não, cara, pessoas comuns,
- 59:09cozinheiro. É.
- 59:11É o cara que que que pilota Uber, o cara que que é que é
- 59:14jardineiro, o outro que é médico, o outro que é que é é, é
- 59:18trabalha aqui como você aqui com com esses projetos intelectuais?
- 59:23Então, são pessoas caras comuns, civis?
- 59:26Não são? É.
- 59:27Não são comuns. São pessoas extraordinárias fora
- 59:30do mundo militar que a gente. Fala comum é porque não é civil,
- 59:33não é militar, não é, não é. Militar são pessoas
- 59:36extraordinárias fora do mundo militar, cara.
- 59:40Mas por que que elas conseguiram fazer isso?
- 59:4211 excelente instrução de base. Elas foram, foram lá para
- 59:45aprender e receberam não grito, não grito, não bobeira.
- 59:49Baboseira. Não é encheção de linguiça, não
- 59:52deita, levanta só nada dessas babaquices tem na blackford,
- 59:55black force não tem isso é só técnica, então é receber o que?
- 59:58Uma excelente fundamentação. Quem aqui já tirou a mesma
- 1:00:00coisa, quem aqui já tirou? Quem aqui tem algum problema com
- 1:00:04armamento tem medo de arma, quem aqui tem vai pra escolinha com o
- 1:00:09Zion, Zion, escolinha o Zion pega da escolinha tranquiliza
- 1:00:13usando o que você me perguntou eu lembro que tu me perguntou no
- 1:00:16bastidor é quais são os tipos de equipamentos que a gente tem?
- 1:00:19Sim, de armas, de. Armas, né?
- 1:00:21É que a gente não. Chama de arma, mas porque o que
- 1:00:24que é arma? Arma de fogo, né?
- 1:00:25Você tem arma de fogo, é arma normal, você tem também a arma
- 1:00:28branca, as airgans airgans são as armas de fogo, desculpa, arma
- 1:00:33de fogo são armas que tem o mesmo peso, né?
- 1:00:36A zergans ou a zero softs às vezes, mas as airgans são mais
- 1:00:39assim. E os simulacros, eles têm o
- 1:00:41mesmo peso de uma arma normal, fazem a mesma movimentação, tá?
- 1:00:46Executam o mesmo disparo às vezes, só que tem ar comprimido.
- 1:00:49Cara, são extremamente potentes, mas não tem um poder letal.
- 1:00:54Como amar de fogo, porra? Então o cara consegue ali.
- 1:00:56Por exemplo, quando eu pego uma, quando o cara começa a fazer
- 1:00:59esse. Treinamento, você vai fazendo
- 1:01:01AAA progressão dependendo da pessoa.
- 1:01:04Assim, dependendo, tá? Por exemplo, ó, é você.
- 1:01:07Concorda que é quem já assistiu mais filmes de ação?
- 1:01:11Aquela aquela moça ali de 30 anos de idade?
- 1:01:14Tá ali ou você? Provavelmente eu.
- 1:01:17Exatamente. Certo, uma mulher não assiste
- 1:01:19filme de ação com armas, ela não sabe mexer com armas, mas um
- 1:01:22homem, mesmo que ele nunca tenha pego numa arma, ele sabe que o
- 1:01:26carregador coloca por baixo, ele sabe que tem que manobrar, ele
- 1:01:29sabe, e essa memória ela vai, ela, Ela Foi associada a quantas
- 1:01:33vezes ele viu isso? Então muita gente que nunca
- 1:01:35pegou numa arma sabe, muita gente que nunca fez sabe porque
- 1:01:39viu um filme, viu ou coisas, qualquer um que viu um filme
- 1:01:41sabe. Então essas pessoas são
- 1:01:43diferentes. Mulheres não, quando se pegam
- 1:01:46mulheres, a maioria delas nunca pegou numa arma na vida ela não
- 1:01:49tem nem a mão pra isso, ela fica querendo, é esquisito, é
- 1:01:51estranho, é como aquelas pessoas que nunca lutaram, que fala dá
- 1:01:54um soco, ela faz assim ó, ela fecha OA mão assim já viu, é
- 1:01:58esquisita, faz assim, é feio de ver, é a mesma coisa, pessoas
- 1:02:02que nunca tiveram esse tipo de coisa, então o que que a gente
- 1:02:03faz com essas pessoas? Você tem que pegar um excelente
- 1:02:06construtor, você pega um quê, um garoto bom, um jovem, um jovem
- 1:02:09instrutor bom, que fala calma, calma para.
- 1:02:11E às vezes é mais fácil você ensinar quem não sabe nada é
- 1:02:14porque ele está começando nada você.
- 1:02:15Vai ensinar do jeito certo, exato do que você pegar os.
- 1:02:18Viciados em posições. Mas beleza, aí eu pego as moças
- 1:02:21que que eu faço com mulheres que dão, às vezes a mulher, por
- 1:02:23exemplo, tem menos força no braço.
- 1:02:25Então você pega uma arma, por exemplo.
- 1:02:26Ah, tudo. Eu vou dar uma pra mulher tirar
- 1:02:27com 45, pô, cara, vai pular da mão dela, irmão.
- 1:02:30E uma 12. Também vai machucar.
- 1:02:33O ombro dela, se ela não não souber, entende?
- 1:02:35Então, o que que a gente faz? Eu pego num primeiro momento.
- 1:02:38Até por segurança, porque não é o tiro só, cara 200 e aí tu dá?
- 1:02:43Os o que que é só não é só o. Tiro escuta bem, eu acompanho
- 1:02:46sempre meus alunos de forma individual.
- 1:02:48No treinamento, eu vou à frente junto, porque é a reação pós
- 1:02:51tiro. Ela Foi lá, deu os tiros, eu
- 1:02:53acertei e vira a arma para trás, por exemplo.
- 1:02:55E pode. E é isso aí.
- 1:02:57Tem vários. Ensinamentos.
- 1:02:58Que as pessoas esquecem que você é aquela história.
- 1:03:00Esquece que você está com uma arma na mão, né?
- 1:03:02Exato. Você deu o tiro, cara.
- 1:03:03Ela pode. Ela pode tirar o próprio.
- 1:03:05Pé ela pode tirar na própria cabeça, ela pode fazer, você
- 1:03:07viu, e botar a arma, plantar para si mesma.
- 1:03:08A gente chama de varrer, se varrer, é a pessoa acertar,
- 1:03:11então o instrutor de tiro, ele tem que estar muito atento a
- 1:03:13isso. Então o que que eu faço para eu
- 1:03:15medir as reações de uma pessoa que não sabe nada sobre armas?
- 1:03:18Eu dou para ela uma airsoft, uma airsoft, que é uma hergan dessa
- 1:03:22daí que trabalha com ar comprimido.
- 1:03:24Tá que ela tem o funcionamento exatamente igual ela cicla,
- 1:03:28igual uma pistola assim, ó, ela vai, volta o blue back dela, vai
- 1:03:31a frente e volta, ela tem um, ela tem um barulhinho de tiro,
- 1:03:35tá? E ela sai os chumbos, é bem
- 1:03:37legal, bota carregador, tiro o carregador, ela faz tudo, depois
- 1:03:40disso, sabe o que eu faço? Eu dou para ela uma arma 22, um
- 1:03:43calibre 22, uma pistola 22, agora é arma de fogo, eu já vi
- 1:03:46que ela não vai virar para mim, ela já entendeu, ela não vai
- 1:03:49varrer ela mesma, a gente coloca tipo.
- 1:03:52É uma coisa que eu uma ferramenta que eu gosto de usar
- 1:03:54é colocar um laser na ponta da arma pra pessoas de iniciante.
- 1:03:57Um laser mesmo. Se aquele laser falar assim,
- 1:03:59cara, imagina isso, se laser passar na tua perna, vai cortar
- 1:04:02tua perna no meio. Então a pessoa mesmo com aquilo
- 1:04:04na cabeça mesmo. Usando uma arma que é de.
- 1:04:06Brinquedo que ela não vai fazer. Se aquele laser passou no teu
- 1:04:09pé, perdeu o pé, viu. Como é que é perigoso?
- 1:04:12Ó, passou, viu então essa essas regras de segurança mostradas
- 1:04:15como se um laser tivesse na ponta.
- 1:04:17E aí a gente vai indo. Eu passo por 22, é um denominado
- 1:04:20impacto. Aí depois a gente passa por um
- 1:04:22calibre 380, que é um determinado impacto, pra depois
- 1:04:24sempre azar uma arma maior com uma 9 mm ou coisa parecida,
- 1:04:27entende? Então a pessoa se acostuma com o
- 1:04:29barulho, com um recuo, e aí com a técnica apropriada do tiro, ó,
- 1:04:33segurando a arma corretamente, esse recuo, esse pular da mão,
- 1:04:36não vai acontecer mais, é lógico.
- 1:04:38O dengerson, o que? Que o que que está contido nesse
- 1:04:43treinamento dengerson é um é? Um ele é um treinamento de é
- 1:04:47basicamente de tiro. Mas que envolve, além do tiro, a
- 1:04:52você estimular o aluno a entender o que é mentalidade de
- 1:04:55combate. Mentalidade de sobrevivência,
- 1:04:58né, e mentalidade defensiva são 3 tipos de coisa.
- 1:05:02O que que é uma mentalidade de sobrevivência?
- 1:05:05É você ter ali a ideia de de, juntamente com mentalidade de
- 1:05:09combate, é a ideia de você, cara, eu fui baleado e agora
- 1:05:14faço o quê? Choro não, meu amigo, você foi
- 1:05:16baleado, mas você não tá morto ainda.
- 1:05:18Pô, tomei um bala na perna, então eu tenho que ter fúria
- 1:05:21suficiente para sacar um torniquete e colocar na minha
- 1:05:24perna e mesmo assim eu estou aqui, ó, ó, com uma mão só e
- 1:05:28olhando o cenário vindo, ó, e a mentalidade é de de de combate.
- 1:05:32A mentalidade de combate é isso, eu estou aqui, ó, olhando o
- 1:05:34cenário, será que vão me cercar, pô, o maluco vai me cercando por
- 1:05:36ali, ó, o que que eu faço, ó, bumbum Bum, vou mandar bala aqui
- 1:05:39nele, ó, para poder fugir dessa, desse cenário, estou falando de
- 1:05:42cenário atípico, como Rio de Janeiro, tá sim montando 11
- 1:05:45visão, uma visão é aqui, então eu estou aqui me torniquete aí.
- 1:05:48Tá, vai doer a perna, vai vai doer a perna.
- 1:05:50Perdi um pouco de sangue, perdi um pouco de sangue, mas eu agi
- 1:05:53de maneira anão morrer daqui 1 minuto.
- 1:05:56Sabe quantas pessoas já morreram que eu vi já morrer por causa de
- 1:05:58um de ser baleado ou porque foi atropelado por bateu de moto e
- 1:06:02morreu? Porque ninguém fez o torniquete
- 1:06:03amigo, porque ele poderia estar vivo, mas o quê?
- 1:06:06Ficou olhando o sangue sair e ficou assim, não, tá tranquilo,
- 1:06:08é liga pro bombeiro, não espera. Então conhecimento sobre também.
- 1:06:13É dentro do as variáveis, né? As variáveis dentro do
- 1:06:16dangerzone tem também o conhecimento de ensinar o cara
- 1:06:18torniquetear a própria perna, torniquetear o próprio braço,
- 1:06:21né? Se ele for baleado, como ele vai
- 1:06:22agir? Essas coisas assim?
- 1:06:23Mas a ideia do do dangerzone, ele é um conjunto de 44 cursos
- 1:06:28dangerzone que a gente chama de combate pistol, o combate
- 1:06:31carbine, combate rifle e o combate shot Gun, que que são
- 1:06:35isso como os de arma? Tipos de arma diferente o cara?
- 1:06:37Trabalha com a pistola, com a carabina, que são as antigas
- 1:06:40submetralhadoras, né? É armas menores, calibre de 9
- 1:06:43mm. Essas ponto 40, o fuzil, para
- 1:06:45ele aprender a manejar o fuzil de maneira correta, e também a
- 1:06:47chatgun, que são as calibre 12, que é uma arma que eu gosto
- 1:06:50muito. Por acaso?
- 1:06:50Gosto muito, acho. Nunca atirei com 12, é uma.
- 1:06:52Ótima arma, você? Vai adorar, mas eu tenho, eu
- 1:06:54tenho esse. Esse negócio do recall, mas você
- 1:06:57tem que atirar. Comigo a gente tem que sair pra
- 1:06:59atirar. Vai gostar.
- 1:06:59Você vai marcar, vai gostar. E aí, cara?
- 1:07:01A chatgun uma ótima arma para você ter na tua casa, para você
- 1:07:04defender mesmo. É uma arma poderosíssima.
- 1:07:06E por que que ela é uma ótima arma?
- 1:07:07Primeiro, porque ela tem a maior variedade de.
- 1:07:11A maior variedade de tipos de munição diferentes você pode ter
- 1:07:15uma munição que tem 150 balinhas dentro dela, você pode ter uma
- 1:07:17que tem só 3, você pode ter uma que tem só um, então cada um
- 1:07:20você pode usar em cenários diferentes, entende coisas bem,
- 1:07:22você pode ter precisão a 7050 70 m com uma arma dessa e você pode
- 1:07:27também abrir um chumbo aqui, você arrebenta tudo, então você
- 1:07:31pode usar ela de maneira extremamente versátil.
- 1:07:32E é, ó meu amigo, é o poder em ação, né?
- 1:07:35É o baita arma, mas tem que saber usar.
- 1:07:38Então o dangerzone, ele é esse, esse esse conjunto de cursos que
- 1:07:42você pode pegar eles todos juntos.
- 1:07:44Por exemplo, a gente chama de dangerzone multigun, o
- 1:07:47dangerzone multigun tem o dangerzone Triple Gun.
- 1:07:50Quando a gente não tem ali, não tem fuzil dessa vez, mas é o
- 1:07:53dangerzone. É um protocolo, ele é um
- 1:07:55protocolo. Quando a gente chama de
- 1:07:56protocolo o Rio de Janeiro, né? Porque a ideia é que o Rio de
- 1:07:58Janeiro, amigo, na minha visão, o cara que faz combate urbano no
- 1:08:01Rio de Janeiro. Ele é o rei em qualquer lugar do
- 1:08:04mundo. Pega um cara do bope hoje aí,
- 1:08:05que é um cara de combate urbano, o cara que entende.
- 1:08:07Aí usamos o bope, a core, né? Esses caras que são altamente
- 1:08:11treinados nessa linha. O cara entende o que é um
- 1:08:13combate em favela, o combate em localidade como aquilo, amigo,
- 1:08:16esse cara é o rei do mundo, por isso que a gente vai lá pra
- 1:08:17fora, o cara olha pra você e pergunta sobre o bope, a fama.
- 1:08:21Rodou. Abriu realmente expandiu
- 1:08:24Fronteiras. Mas ele é um cara
- 1:08:25especializadíssimo nisso, porque você pega um cara que faz isso
- 1:08:28todo o Santo dia. Mas calma aí.
- 1:08:32O cara do bope faz esse cenário do é da favela, é muito bem
- 1:08:37feito. Nem todo cara ali às vezes que
- 1:08:39tá que tá na polícia militar hoje, por exemplo, numa polícia,
- 1:08:42ele tem a intimidade com 1111 combate veicular a partir da
- 1:08:47pistola. Então, o que que ele tem que
- 1:08:49fazer? Ele busca um dente de ozônio
- 1:08:51muitas vezes para poder refinar essa técnica, porque ele passa
- 1:08:55mais tempo nisso. Ele passa mais tempo.
- 1:08:59Nisso, às vezes, de repente no seu carro é né?
- 1:09:02Por exemplo, mas não atirando, indo e.
- 1:09:03Voltando para para o. Trabalho, né?
- 1:09:05As maiores mortes de policiais são fora do serviço.
- 1:09:08Então aí entra ter esse. Treinamento para andar não é
- 1:09:12fora do, vamos dizer, para portar sua arma de.
- 1:09:14Segurança e tá fora da força. E aí entra o seguinte, não é que
- 1:09:17o policial não vai ter, cara, o estado não dá.
- 1:09:20O que esse cara precisa, irmão? O estado não não protege seu
- 1:09:23próprio policial. Irmão não tem o que fazer,
- 1:09:25entende? Então, o que ele mesmo, o que
- 1:09:26que ele faz? Ele tem que fazer um
- 1:09:28investimento nele mesmo, por isso a gente tem lá linhas de de
- 1:09:32crédito para policiais para ajudar os caras.
- 1:09:35Então o cara vem falando, pô, eu sou policial, dá para fazer o
- 1:09:37tramento? Dá.
- 1:09:39Dependendo do tipo de tramento, eu faço a preço de custo para o
- 1:09:42cara, porque eu quero que o cara treine, porra, porque realmente
- 1:09:44é é crucial para a sobrevivência dele, né?
- 1:09:47Que ele consiga esse. E como eu disse, o cara trabalha
- 1:09:50ou vai entrar na favela, tu não vai entrar na favela com a
- 1:09:52pistola na mão, porra. Tu vai invadir um complexo com
- 1:09:55um fuzil na mão, concorda? Então o cara treina muito com
- 1:09:57isso, mas o cenário do carro, da do veicular, é outro cenário,
- 1:10:02ele precisa praticar mais, e eles sabem disso muitas vezes.
- 1:10:05Por isso eles vão treinar quem, por exemplo, fazem muita
- 1:10:08segurança de autoridade, muitas vezes numa folga, um policial
- 1:10:11faz muita segurança de autoridade, então ele precisa é,
- 1:10:15é, vamos dizer, se capacitar melhor nisso, que às vezes o
- 1:10:19mundo privado, até mentalmente. Porque eu acho que são 2, é o
- 1:10:22que você está falando. São 2 pegadas diferentes, uma
- 1:10:25está no meio do tiroteio, outra tu tem que saber se portar.
- 1:10:28É poder manter segurança. Mas essa essa galera.
- 1:10:30É muito fácil de treinar. O pessoal de operações especiais
- 1:10:34é muito fácil, sabe de treinar, porque são como o cara, já ele,
- 1:10:37ele, ele tem, já essa vivência, né?
- 1:10:39É, não é nem isso, ele tem, é cara assim, sobre.
- 1:10:43Balaria comendo solta, o cara consegue fazer o que eles fazem.
- 1:10:47É óbvio quando você traz ele para o cenário, desse para
- 1:10:49aquilo ali. É piada, entende?
- 1:10:51É só refinamento técnico mesmo, entende?
- 1:10:53Eu eu recentemente fiz um treinamento, agora para alguns
- 1:10:55policiais é que trabalham com segurança privada de um de um
- 1:10:58amigo, tá? E aí eles foram lá, fizeram o
- 1:11:00treinamento completo, você vê que tem alguns ali que já
- 1:11:03estavam realmente enferrujados, porque enferrujados com a
- 1:11:07pistola bem enferrujados, fomos lá, melhoramos e desverrujamos,
- 1:11:10cara, treinamos. Outros garotos jovens, ele que
- 1:11:12treinam bastante, porra. Fiadíssimos é um grupo de de 9
- 1:11:16ou 10 policiais, então TV de policiais de todas as forças,
- 1:11:19cara do penal, polícia civil, polícia militar, mas todos foram
- 1:11:24em busca de refinamento. E cara, não existe no tiro, como
- 1:11:27qualquer outra área. Igual luta, O Lutador não pode
- 1:11:30ficar muito tempo sem lutar, meu, ele não pode ficar 2 anos
- 1:11:32sem lutar, ele tem que arrumar um lutinha para ele, só para ele
- 1:11:35manter, manter aquela mente, a mente do do tigre acesa.
- 1:11:39A mesma coisa, OOO, policial, ele não pode, o atirador, ele
- 1:11:43não pode ficar, Ah, 6 meses, qual a última vez que você
- 1:11:46atirou? 6 meses atrás, não pode, porra,
- 1:11:48ele tem que atirar toda semana e aí você vai pra América, né?
- 1:11:52Aí você chega lá, vai numa tropa fazer uma visita igual a gente
- 1:11:55fez agora esses atrás. Aí eu perguntei pro cara, e mas
- 1:11:57como é que funciona aqui pra vocês treinarem?
- 1:11:59Não, a gente vai ali e atira, pega a munição e atira.
- 1:12:02Então o cara tá lá no expediente dele assim, não tá fazendo porra
- 1:12:05nenhuma, tá de folga, ele vai lá.
- 1:12:07Pega uma caixinha com 50, 100 tiros, vem pra Baia, pega sua
- 1:12:11própria arma, vai no Instagram e atira, porra, e o estado dá Pra
- 1:12:15Ele? Isso de forma é gratuita, porque
- 1:12:18treinamento faz parte do trabalho aqui, não aqui.
- 1:12:22O cara tem que pagar por isso. Hoje a gente paga, pra tu ter
- 1:12:24ideia, hoje você paga um tiro, é por munição, um tiro, 5 BRL,
- 1:12:28imagina, você fala assim, cara, vou descarregar 3 carregadores,
- 1:12:313 carregadores, são 50 tiros, 5 × 5 25, o cara vai ter que
- 1:12:34desembocar ali 250 pila Pra Ele botar pra fora.
- 1:12:37E não dá para fazer muita coisa. É especial.
- 1:12:41Dá para fazer um bom treinamento?
- 1:12:42Dá. Mas pô, o cara vai tirar do
- 1:12:44bolso dele, entende? Sim.
- 1:12:45EE 200 e. 50 para ele é uma, é para um cara que tá aqui, tem um
- 1:12:49salário. Ali que não é lá essas coisas, é
- 1:12:51isso aí, meu irmão, falando um pouco de.
- 1:12:53Mentalidade? Você acha que dá para ensinar
- 1:12:56mentalidade forte ou isso já vem pronto?
- 1:12:59Eu acho que os 2. Eu acho que tem gente que tem um
- 1:13:02já 111 níveis. É de de de de autoconfiança
- 1:13:07níveis de de. Não desisto, tem pessoas que são
- 1:13:11enjoada, irmão nasceu enjoado, teimoso, entendeu?
- 1:13:14Você vê um bebê, já é assim, dá para tu ver isso, você vê de um
- 1:13:17bebê, tu vendo um cachorro, quando você a gente tem
- 1:13:20cachorro, né, de de você pega um cachorro e sai uma ninhada, vai
- 1:13:23ser uma ninhada de cachorro, você começa das situações, tu vê
- 1:13:25o cachorro que ele pega, tu joga um frango, ele já é dominante
- 1:13:29por natureza e ele às vezes é o menorzinho, cara.
- 1:13:32E ele está lá pequenininho, tem 1 mês, o cachorro, ele já está
- 1:13:35em cima do frango e já mordida em todos os outros cachorros,
- 1:13:38fala, caralho, que isso, cara? Aí ele vem um outro cachorro que
- 1:13:41já tem um, sei lá, 16 meses, ele já bota para dentro do cachorro,
- 1:13:45ele fala, caralho, esse cachorro tem alguma coisa, então é um
- 1:13:47drive que ele usa no mundo do cachorro, chama de drive, né?
- 1:13:50Eu acho que os seres humanos também tem isso, mesmo que a
- 1:13:52gente queira afastar isso da gente e dizer assim, não somos
- 1:13:55humanos, somos diferentes. Essa animalidade dentro da gente
- 1:13:58está lá. A selvageria, o primitivismo e
- 1:14:01eu. E eu acho excelente que ele não
- 1:14:03desapareça. Tem que estar lá.
- 1:14:04A única coisa que a gente faz é o quê?
- 1:14:07Assim como você quer um cachorro?
- 1:14:08Eu não quero um cachorro que eu pegue ele.
- 1:14:12E ele seja incontrolável. Não esse cachorro, meu mão.
- 1:14:15Sabe aqueles cachorro que tu conhece?
- 1:14:16Tu tem que trancar o cachorro, porque realmente tinha muito
- 1:14:18isso. Não tinha.
- 1:14:19Muito isso eu tenho. Um primo que tem 2.
- 1:14:20Dogma aqui é, ele quer fazer do cachorro?
- 1:14:23O um matador entra, só, entra um.
- 1:14:25Exato, você não quer isso de um cachorro?
- 1:14:26Você quer um cachorro o quê? Equilibrado com a capacidade de
- 1:14:29entender que o teu filho é para ser defendido e que se alguém
- 1:14:33pular o teu, o teu quintal, ele consegue ler que aquele cara não
- 1:14:37é bem-vindo ali. Ele sabe isso.
- 1:14:39E existem cães que são assim, se ou não você tem várias raças que
- 1:14:42tem essas características e muitas vezes você pode ensinar
- 1:14:45isso, essas coisas, né? Pastoras alemães.
- 1:14:48Vários. É o rottweiler, tudo tem essa,
- 1:14:50todo cachorro tem. O que eu quero dizer que você
- 1:14:53perguntou é, se dá para ensinar? Não eu, não eu, eu.
- 1:14:56Acho que tem até um certo ponto, porque, por exemplo, você falou
- 1:14:58do cachorro. É difícil você ver assim.
- 1:15:00Eu tenho um Golden hoje. É.
- 1:15:02Difícil ver um Golden que tenha necessidade, um que eu já tomei.
- 1:15:05Uma corrida de um Golden, um abraço pra você, Dentinho que
- 1:15:08quase morri teu cachorro querendo me pegar, tô é o
- 1:15:11cachorro dele. Ele tinha um Golden que parece
- 1:15:13que era misturado e foi o único Golden na minha vida que a gente
- 1:15:17toma uma corrida. Mas é difícil você ver, é você
- 1:15:20pegar o Golden e fazer ele ter uma mentalidade, vamos dizer, de
- 1:15:23pitbull, mas mas isso é a. Criação, né?
- 1:15:27É uma engenharia genética. A engenharia genética ela fez
- 1:15:29isso. Você vai pegar cães, por
- 1:15:30exemplo, você pega, já viu, já viu, por exemplo, aqueles cães,
- 1:15:3311 cão de de de aponte que chama, por exemplo, um pointer,
- 1:15:38já viu, já ele para com a pata assim, cara, você não ensina
- 1:15:41aquilo para o pointer, ele tem filhotinho um mês, ele sai
- 1:15:44fazendo assim que a pouco ele para e fica ali olhando, porque
- 1:15:47veio aonde no sangue da mãe, concorda, passou na mãe, passou
- 1:15:51pelo pai. O dobe é uma que nem você falou
- 1:15:53dobe. É um exemplo que ele para e fica
- 1:15:55igual uma estátua. Sim, paradinha.
- 1:15:57O instinto pode ser passado. Aí a gente fala, somos
- 1:16:00mamíferos, iguaizinhos ao ao cachorro, não somos mamíferos.
- 1:16:04Você acha que esses instintos meus, instintos ao qual eu
- 1:16:07trabalhei pra caramba pra criar, eu treinei, eu fiz muitas artes
- 1:16:10marciais, eu treinei muita coisa.
- 1:16:12Você acha que quando eu meu espermatozoide saiu e virou
- 1:16:18aquilo dali que tá ali, ele não pegou isso aí você acha que não
- 1:16:21tem um Monte de coisa dentro dele?
- 1:16:23É óbvio que tem. E sabe como é que a gente sabe
- 1:16:26quando você expõe o cara ao meio?
- 1:16:28Você expôs ele AAA um determinado adversidade vai
- 1:16:31aparecer às vezes uma habilidade que soube de desenhar, que é eu
- 1:16:36chamo, que é um talento nato. Esses talentos natos podem
- 1:16:39incluir a mentalidade, então, a mentalidade de não desistir, uma
- 1:16:43mentalidade de de, de de, vamos dizer, de resiliência, de
- 1:16:47resistência, de é é como é que fala de indestrutibilidade?
- 1:16:52Não só, porra, eu não aceito irmão de eu não vou.
- 1:16:54Eu acho que isso também pode ser passado.
- 1:16:56Tá, e aí? Ela vai aparecer ou não?
- 1:16:59Se a pessoa se coloca nessas situações, se você tem uma vida
- 1:17:02muito morna, muito fácil, e aí você vai pro Golden, né?
- 1:17:05Você pega um sim, você vai ficando.
- 1:17:07Mais tranquilo que pega um Golden?
- 1:17:09Desde pequenininho e fala assim, você vai ser o matador.
- 1:17:13Ninguém faz isso exatamente, então, mas se talvez se você
- 1:17:16acha que OOO. Ambiente te ajuda eu acho que o
- 1:17:18ambiente também ajuda a. Aflorar a soma dos. 2 a soma dos
- 1:17:212. Você pode ter Oo genético, mas
- 1:17:23você tem um fenótipo. Algo que possa vir a ser
- 1:17:26transformado pelo ambiente. Sim, pode.
- 1:17:28E aí, cara, essa parada falou de mentalidade, eu acho que isso aí
- 1:17:31é até bom tu ter tocado nisso. Eu não esperava que tu IA tocar
- 1:17:34nisso, mas grande parte do que a gente hoje trabalha vamos chamar
- 1:17:40de vend, né? Vend, as pessoas esperam muito,
- 1:17:44é tact, call training, né? A black force não é uma escola
- 1:17:49de tact, call training exclusivamente ela não é só
- 1:17:51isso. A gente ensina filosofia, a
- 1:17:53gente ensina as pessoas isso aí a ajuda, que elas desenvolvam
- 1:17:57suas mentalidades de uma maneira mais potencialize essas coisas.
- 1:18:01E quem é fraco, cara? Quem é fraco realmente, pô, eu
- 1:18:03sou fraco, vamos falar assim, eu sou fraco, eu não falei agora
- 1:18:06que eu tenho meu ponto fraco, que é a Montanha.
- 1:18:08O que que a gente faz? Se expõe a criar calos nessas
- 1:18:11áreas, então eu eu tenho um calo de Montanha meu eu vou e foda se
- 1:18:14eu vou e foda se então eu sou fraco em em eu sou preguiçoso.
- 1:18:20Amigo, você vai continuar sendo preguiçoso se você chega lá que
- 1:18:22nem é um clichê, talvez no mundo de hoje falar sobre isso, né?
- 1:18:27Se tocar o despertador e você ligar a soneca de 10 minutos,
- 1:18:31então todas essas coisas vão reforçando a nossa preguiça.
- 1:18:34Então você tira aquela porcaria e faz o quê?
- 1:18:36Levanta, se desafia. Toda vez que a gente é aonde nós
- 1:18:41somos ruins, a gente tem que se desafiar, né?
- 1:18:44Ruim? Se desafia, ruim se desafia.
- 1:18:47Se você puder botar e escrever essa porcaria no braço, a gente
- 1:18:49faz uma tatuagem, eu não falei que eu fiz uma tatuagem?
- 1:18:52Então exemplo, tem pessoas, por exemplo, tu tá gordo, tá tá
- 1:18:55gordo, tu quer emagrecer? O que que te motiva mais é
- 1:19:00lembrar quando você era magro ou ver uma foto de você gordo, não
- 1:19:03sei, tem pessoas diferentes em todas as coisas, então o que que
- 1:19:05você faz? Você pega, você coloca.
- 1:19:09Tem pessoas que vão se motivar muito para ficar olhando.
- 1:19:11Vão se motivar muito mais. Falar assim, cara, olha, eu
- 1:19:13magrinho aqui numa geladeira e elas vão todo dia lá na
- 1:19:16geladeira e fala, não, eu tenho que me manter.
- 1:19:19Ela escolheu a visão positiva dela, dela magro, concorda, e o
- 1:19:22outro vai ficar. E tem outro que eu IA falar
- 1:19:24assim, bota ele, gordão com a cabeça desse tamanho assim, fala
- 1:19:26assim, cara, olha que escroto, eu vou embora, você entendeu ou
- 1:19:28não? Então o problema é teu, cada um
- 1:19:30que busque agora existem, cara. Centenas, inúmeras coisas
- 1:19:34motivacionais. Quer ver, pô, você pode se
- 1:19:36motivar olhando pra tua família, pro teu filho falar assim, cara,
- 1:19:38meu filho, não vai ver 11 bunda mole outra, você pode se pegar
- 1:19:41uma música lá que seja foda pra você o poder que a música faz na
- 1:19:44cabeça da gente. Você não vê os lutadores muitas
- 1:19:47vezes no UFC, o cara bota um fone e ele vai, não normalmente
- 1:19:51os. Esportistas têm esse momento de
- 1:19:53mentalidade, sim, antes de entrar numa prova decisiva, a
- 1:19:56gente tem que criar. Isso no mundo hoje chama
- 1:19:58gatilhos, né? Esses gatilhos de a de de
- 1:20:01ferocidade eu tenho vários, tá? Eu tenho vários gatilhos pra
- 1:20:04vários cenários. Então quando eu tenho uma parada
- 1:20:07que eu falo puta bunda mole, tô, tô é, eu me auto xingo, né?
- 1:20:11Primeiro eu me auto xingo, Bora seu bundão e Bora seu não sei o
- 1:20:14quê. E aí Oo segundo é eu, eu, eu, eu
- 1:20:16pego gatilho, o gatilho de uma parada, por exemplo, pego 11
- 1:20:19música ou aquele dia eu cansei daquela música, o cara eu pego
- 1:20:22um podcast, alguma coisa de 11 ou 11, daqueles daqueles vídeos
- 1:20:26motivacionais, tem palavras muito legais.
- 1:20:29Você botou ali e falei, esse sou eu.
- 1:20:30E aí você acordou, amigo, e depois que você começou aqui o
- 1:20:33sangue fluiu, né? Ou então você fala assim, cara,
- 1:20:36eu sou movido pela coisa diferente, porra, eu não consigo
- 1:20:38fazer musculação todo dia, tá, cara, então bota musculação num
- 1:20:41dia, bota corrida no outro, bota boxe no outro, mas você não pode
- 1:20:45aparar, meu irmão. Então é aquela coisa,
- 1:20:48mentalidade também. Dá para ser treinada com o quê?
- 1:20:50Com desafio. Se desafie aonde você é, é
- 1:20:53frouxo, né? Onde você é fraco e não é, não é
- 1:20:56não é pejorativo quando eu falo assim onde você é frouxo, onde
- 1:20:59você é bundão, cara, todos nós somos frouxos e bundão em algum
- 1:21:02momento, o que a gente tem que tentar é diminuir uma das coisas
- 1:21:06da black, a gente bota muito lá, é tentar o homem, o guerreiro,
- 1:21:10sem pontos fracos, não precisa, cara, eu ó, vou usar uma frase
- 1:21:15aqui, porque pode servir para você que tá aí.
- 1:21:20Eu não tô nem. Aí eu não tô em busca de nenhuma
- 1:21:23faixa preta, mas eu tô em busca de diversas faixas marrons, eu?
- 1:21:29Tá. Então eu quero ser faixa marrom
- 1:21:31no tiro eu quero ser faixa marrom pilotando o carro eu
- 1:21:35quero ser faixa marrom pescando eu quero ser faixa marrom
- 1:21:39fazendo podcast eu quero ser faixa marrom em tudo eu não
- 1:21:42preciso ser faixa preta em porra nenhuma, mas se eu tô marrom eu
- 1:21:45já sou já sou casca grossa pra caceta agora depois que eu sou
- 1:21:48faixa marrom em tudo. Na vida, eu vou buscar a preta
- 1:21:51agora. Eu falo assim, cara, o.
- 1:21:53Meu apetite, tipo eu amo tal coisa.
- 1:21:55Agora eu vou fazer o seguinte, eu vou lá.
- 1:21:57O problema é que tem muitos especialistas é e às vezes o
- 1:22:02especialista ele é foda tu olha e fala, caraca, foda, o maluco é
- 1:22:06foda mas aí tu expõe ele a um meio onde ele é ele não é mais
- 1:22:10foda o que que é o que que é o antônimo de foda bosta, não é?
- 1:22:16Aí então, ele é, ele é foda numa coisa, não é?
- 1:22:19Porque aí fica muito. É, vamos dizer assim, como o
- 1:22:21cara é muito foda num negócio, se qualquer coisa que ele não é
- 1:22:25perto do foda, não, não, eu não digo isso.
- 1:22:27Eu digo. O cara é ser ridículo mesmo numa
- 1:22:28coisa, por exemplo, exemplo assim, pô, o cara é campeão
- 1:22:31mundial de surfe. O cara é surfe.
- 1:22:33É admirável. Meu Deus, olha esse cara surfe
- 1:22:34aí, tu bota ele aí, tu dá? Aí tu dá uma arma na mão dele.
- 1:22:37Ele aí eu não consigo. O cara eu não consigo.
- 1:22:39Não é demais. Ele pode não atirar bem.
- 1:22:41Ele pode ser um faixa azul na arma, mas ele não pode falar
- 1:22:44assim não. Não consigo ir largar a arma.
- 1:22:46Entendeu? Eu quero chegar, entendi.
- 1:22:47Então eu eu sou a favor das pessoas serem a nota 7 em tudo,
- 1:22:50construírem essa nota 7 em tudo, tentar pelo menos.
- 1:22:52Eu acho que isso é bom para para tudo, porque você pode ser um.
- 1:22:55Todos nós somos mentores, irmão, estamos caminhando na mentoria o
- 1:22:58dia inteiro. Você pode não falar muito, mas
- 1:23:01talvez você tenha uma pessoa que olha para você e admira você.
- 1:23:04Então todo mundo admira alguém e tem sempre alguém que te admira,
- 1:23:07cara, pessoas que você nem nem espera que te admiram.
- 1:23:10Tá, então, se você puder, tá numa determinada área e aquela
- 1:23:14pessoa, sei lá, eu sou o cara que faço excelente café, pô, eu
- 1:23:18sou uma faixa marrom de café, irmão, eu não sou aqueles maluco
- 1:23:20faixa preta que faz aqueles cafés sinistro, sabe qual é?
- 1:23:22Não, eu nem quero, eu quero ser o cara faixa marrom do café, pô,
- 1:23:26aquele cara que toma café com Chico todo dia, tu pode ensinar
- 1:23:28para ele, pô, sei lá, meu irmão, tá entendendo?
- 1:23:30Então eu tenho essa mentalidade da gente ser melhor generalista.
- 1:23:34Ampliar o generalismo em forma de uma maneira global e tentar
- 1:23:38se tornar especialista em algo pra mudar e a pra pra ampliar as
- 1:23:42capacidades daquilo ali é é uma maneira de pensar, não é não?
- 1:23:45Também não sou o dono da verdade, né?
- 1:23:47Onde o homem? Moderno está falhando mais você
- 1:23:50acha física mentalmente na área do espírito?
- 1:23:55Cara, meu irmão, aí tu tá de? Sacanagem, né?
- 1:23:57Tu tá querendo fazer 11 zoeira, né?
- 1:24:00Tá pecando em todos os aspectos, cara.
- 1:24:01A gente tá. O pessoal tá esquecendo muito da
- 1:24:03ideia do do. Eu acho que o espírito, ele vai
- 1:24:06ser um. O espírito é um resultado dos 2
- 1:24:09outros que tu falou, tá? Uma mente fraca com corpo fraco
- 1:24:14gera um espírito fraco, porque assim um corpo fraco, um corpo
- 1:24:19fraco, frágil, um corpo intoxicado por uma nutrição
- 1:24:22ruim, um corpo ele é 11 mau ambiente.
- 1:24:27Até para você ter um pensamento cara, porque você tá tendo
- 1:24:30pensamento baseado numa ambientação, é como.
- 1:24:33É como você falar. Quer ver um exemplo cara?
- 1:24:35O que que você vai esperar de uma criança com 8 anos de idade
- 1:24:40que vive num ambiente caótico, sem o esgoto, sem anão sei o que
- 1:24:44o que que tu vai esperar dela? Com pessoas falando gírias,
- 1:24:47horrorosas, com pessoas falando palavrões, com pessoas com
- 1:24:52baixos valores Morais, muitas vezes elas vendo a criminalidade
- 1:24:56acontecendo, EEE, se dando bem EEO.
- 1:24:59Que que tu vai esperar desse ambiente?
- 1:25:01Você vai esperar algo ruim, concorda?
- 1:25:03Sim, você vai esperar, tá? Tem tem pessoas ali que cara são
- 1:25:06exponencialmente, elas saíram daquilo ali, são mais admiráveis
- 1:25:09a trilha que qualquer coisa, mas não é disso que a gente está
- 1:25:11falando. Um pensamento dentro de um
- 1:25:13corpo, um corpo intoxicado e fraco também é um pensamento
- 1:25:17baseado na, na, na, na, nos teus limites.
- 1:25:22Então, se você está baseado no limite, tu limita teu corpo a um
- 1:25:25corpo, é? Fraco, frágil, seja ele estando
- 1:25:30mais gordo ou mais magro, não importa, porque tem muita gente
- 1:25:32que fala assim, Ah, o maluco, ele tá gordo, mas aquele maluco
- 1:25:35ele tá gordo, tá acima do peso, mas ele de repente tá muito mais
- 1:25:38saudável em termos de nutrição do que determinados magros que
- 1:25:41tem por aí. Irmão tá magrinhos, eu tô
- 1:25:44falando determinados magrinhos. Tem muita gente desnutrida então
- 1:25:47a desnutrição ou então intoxicado que come só porcaria.
- 1:25:50Um exemplo. Então aí que eu entra na ideia
- 1:25:53do físico que você falou, eu gosto de abranger o físico.
- 1:25:56Pra essa parte também, né? Não só OA ginástica em si.
- 1:26:00Então é, é um corpo? Fraco, pensamentos ruins e logo
- 1:26:03aí vem desencadeando tudo em vem uma reação em cadeia, um corpo
- 1:26:07ruim, um corpo sem treinar, uma mente fraca.
- 1:26:10E o mais importante, quando a gente tratada da mente que eu
- 1:26:13vou levar pra mente também, é um baixo, baixíssimo nível
- 1:26:16intelectual. As pessoas, elas estão
- 1:26:20consumindo esse negócio assim, ontem eu tava num restaurante.
- 1:26:23Comendo eu fiquei abismado com a mãe, a mãe assim, rindo, o pai
- 1:26:28assim, idiotizado, e as 2 crianças, já o menino, o menino
- 1:26:33assim, sem sacanagem, assim assim, sacanagem assim na mesa,
- 1:26:37o menino com a cara na mesa e o outro, a criancinha devia ter
- 1:26:40uns 2 anos de idade também, com uma tela pendurada no pescoço,
- 1:26:42assim, um negócio assim, tipo um negócio pendurado no pescoço,
- 1:26:45nunca tinha visto aquilo. Então que que eles estão jogando
- 1:26:49joguinho, jogando joguinho, a mãe dando risada, então, cara,
- 1:26:52assim. Eu não estou dizendo que isso
- 1:26:54aqui a gente vai fugir disso, está aqui, mas o maior segredo
- 1:26:57hoje é a gente controlar, é isso aqui de tela, é o tempo de tela
- 1:27:01mesmo, tem que controlar. Agora você pode ter tempo de
- 1:27:03tela, mas tempo de tela com o quê?
- 1:27:04Que que tu está vendo aqui, cara?
- 1:27:06A gente nunca na história da humanidade, nunca na história da
- 1:27:08humanidade, o conhecimento esteve dentro de um aparelho que
- 1:27:12tem 20 e 15 cm por por 7 irmão, 15 por 7.
- 1:27:16Tu tem conhecimento da humanidade aqui dentro?
- 1:27:17É a pergunta certa. ChatGPT inteligência artificial,
- 1:27:21meu Deus do céu. Tu pergunta qualquer coisa e tá
- 1:27:24ali respondido AAA biblioteca da Babilônia, tá aqui, meu irmão,
- 1:27:27mas você não acha que por isso? Aí eu IA até fazer outra
- 1:27:30pergunta, mas vou ter que aham, você não acha que por isso, como
- 1:27:33tá tão fácil? Acho que é.
- 1:27:35É aquela história do fácil. A gente tem uma geração que não
- 1:27:38quer conhecimento porque tá fácil ali é o que a gente fala.
- 1:27:41Antigamente você tinha que estudar pra caramba, você pô,
- 1:27:44livro, não sei o que você não lesse, não tinha, não tinha um
- 1:27:47negócio que você aperta e te dar a resposta agora.
- 1:27:50Sempre reparar, pergunta qualquer coisa pra alguém.
- 1:27:53A gente tava falando de idade ali, o que que eu fiz?
- 1:27:56Eu abri ali e falei assim. Sim, eu vi então.
- 1:27:59A gente tem esse. Instinto de de pegar ali, só que
- 1:28:02agora você vou te perguntar. A pergunta quantos anos tem o
- 1:28:04Kadu militerno o Kadu? 73.
- 1:28:07Exatamente. Você foi lá e agora tu tem esse
- 1:28:10conhecimento. Você não.
- 1:28:11Isso daí não tem nada a ver com com com isso ou não quer ver um
- 1:28:14exemplo? Vou te dar um outro exemplo.
- 1:28:16Isso é característica tua, isso é excelente.
- 1:28:19É, eu sou assim também, tá? Por isso que eu tô falando e eu
- 1:28:20brigo com a minha pessoal, meu, eu falo assim, cara, por que tu
- 1:28:23não pesquisa essa porcaria aí? A gente até tem um tem um termo
- 1:28:26eu não posso falar agora aqui lá em casa, que é o tema assim, tá
- 1:28:28bom seu e tem um nome pra isso, que a pessoa, quando eu tipo
- 1:28:31assim, ela espera que alguém faça Por Ela quantos anos, cara,
- 1:28:33tu tá com a parada na mão, pergunta logo resolve, agora tá
- 1:28:36aí na mão, quer ver um exemplo? É pessoal pergunta e fala assim
- 1:28:40do fisiculturismo, por exemplo, vou dar um exemplo, usar um
- 1:28:42fisiculturismo, se é não existisse os esteroides
- 1:28:46anabolizantes, já viu aquela parada?
- 1:28:49Que que seriam os campeões, os mesmos caras?
- 1:28:52Os mesmos caras seriam? Campeões sem o anabolizante
- 1:28:55porque não há anabolizante que fez os campeões.
- 1:28:57O que fez os campeões foi o que a mente, a mente, a
- 1:28:59determinação. Academia.
- 1:29:01Talvez eles fossem menores em tamanho.
- 1:29:03Sim, ganhassem menos. Alguma coisa, mas com certeza
- 1:29:06eles estariam ali. Não existia anabolizante, não.
- 1:29:07Existe anabolizante? Não.
- 1:29:08Então eles eram. Menores em.
- 1:29:10Tamanho não vão conseguir todo aquele físico, mas eles seriam
- 1:29:13os mesmos campeões porque a mente do campeão.
- 1:29:15Então isso responde, acho que essa pergunta que eu estou
- 1:29:17dizendo. É, cara, a geração hoje é mais
- 1:29:20preguiçosa, cara, se já imaginou.
- 1:29:22O meu avô era muito um consumidor de informação, cara.
- 1:29:26Você já imaginou isso? Aquele lia enciclopédias, sim,
- 1:29:29enciclopédias também, né? Enciclopédias.
- 1:29:30Eu fui uma criança, para quem não?
- 1:29:32A galera que está assistindo aí procura Barça, é Barça.
- 1:29:36Ou então Caldas alete era outra também.
- 1:29:38Para mais, é outra enciclopédia também.
- 1:29:40Barça era mais famosa. Não é porque eu peguei só essa.
- 1:29:43Daí que já era, era um tipo, era um conjunto de 48, não sei
- 1:29:47quantos livros. Que tinha conhecido cara de tudo
- 1:29:49quando eu quando eu falo. Para as pessoas, eu falo as
- 1:29:51pessoas, acho que é maluca, mas eu, eu, eu IA quando era
- 1:29:53criança, eu IA para o banheiro, IA para o banheiro com 111,
- 1:29:58enciclopédia da barsa sentado, e eu sempre pegava mesmo o número
- 1:30:011, que era OA, porque tinha animais e eu adorava ver todas
- 1:30:05aquelas figuras de animais. Então às vezes a pessoa olha
- 1:30:07assim, olha bem, como é que o conhecimento é fogo, né?
- 1:30:09Eu tô ali, aparece um negócio, aí eu falo, isso aí é tal coisa,
- 1:30:13isso aí é um tal coisa, aí o cara, como é que você sabe?
- 1:30:16Aí eu falo. Eu sei, então lembra que tu
- 1:30:19falou agora do caso do modo eterno?
- 1:30:20Porque nós somos armazenadores da informação e armazenou uma
- 1:30:24coisa que, Ah, não, eu gostaria. Eu gostaria de ter o poder que
- 1:30:28eu já vi que existe uma pessoa que não esquece o que ela leu,
- 1:30:31aham. Não é bom?
- 1:30:33Também não é bom, né? Mas a gente não tem esse poder,
- 1:30:36então a gente quer igual. Você falou super poder.
- 1:30:38Eu gostaria de ter o poder de absorver tudo realmente mais
- 1:30:41conhecimento. Sim, só que hoje não.
- 1:30:43Dá, porque a quantidade de conhecimento eu acho que ela É
- 1:30:45Ela é surreal. Eu acho que eu acho que até.
- 1:30:47Dá. O problema é que a gente não
- 1:30:49consegue organizar isso em prateleiras acessíveis.
- 1:30:52Não sei se já teve isso aí, não sei.
- 1:30:54É uma opinião minha, assim, eu tenho conhecimentos que às vezes
- 1:30:57voltam num num, num momento que eu tô lá meio sonâmbulo, eu tô
- 1:31:00dormindo, e aí eu. Vem coisas que eu falo, caramba,
- 1:31:03eu sei isso eu não sabia. Eu não me lembrava, mas eu
- 1:31:05consigo lembrar, não, eu preciso ter.
- 1:31:07Eu Acredito assim, eu preciso ter um estímulo.
- 1:31:10Tem coisas que eu estou muito tempo sem usar, você está
- 1:31:12falando assim, por exemplo, igual a gente pegou aqui, você
- 1:31:14falou do celular, eu era o cara que eu sabia, minha agenda
- 1:31:16inteira eu sabia ela de costas, você fala assim, pai, telefone e
- 1:31:20tal, mãe, EEA, gente, com o tempo foi tirando, eu fui
- 1:31:23trocando eu, por exemplo, eu era uma pessoa que se aparecesse um
- 1:31:27ator. Um filme na televisão passou
- 1:31:29assim, uma cena. Eu te dizia o nome do filme,
- 1:31:32claro. Por quê?
- 1:31:34Porque o que você falou de acumular?
- 1:31:36Tem coisas hoje que eu eu li, eu sou uma pessoa que eu já li
- 1:31:39mais, que nem você está falando hoje.
- 1:31:41A minha rotina, ela, ela ainda não é uma desculpa, mas ela não
- 1:31:44me cabe ler como eu lia antes. Então eu leio menos, mas é o que
- 1:31:48você falou. Mas eu gosto de informação.
- 1:31:50Eu gosto de estar ali, estar lendo sobre isso, estar lendo
- 1:31:52sobre aquilo, tá? Então ela fica lá, só que chega
- 1:31:54um ponto, você fala assim, cara, eu queria mais e parece que você
- 1:31:57não consegue o mais. Eu sou a favor do.
- 1:31:59Seguinte, eu vejo muita gente falando em quantos livros você
- 1:32:01leu o neste ano. É o cara nenhum.
- 1:32:04Nossa, você não leu nenhum livro.
- 1:32:07Você vai para o inferno que eu tô cagando.
- 1:32:09Eu não li nenhum livro no ano passado, não li nenhum livro, tá
- 1:32:11certo? Mas talvez eu assisti 200
- 1:32:15filmes. O que interessa é a qualidade
- 1:32:18daquilo que você coloca para dentro de informação.
- 1:32:20Então, se se aquilo veio de uma qualidade boa, Eu Acredito
- 1:32:23nisso, que você botou qualidade, ok, então, espera aí.
- 1:32:26Eu eu pesquisei, pô, mas eu fiz 5000 pesquisas no Google, eram
- 1:32:305000 pesquisas. De quê, então?
- 1:32:32Mas vamos lá. É para só para não dar tiro no
- 1:32:35pessoal que fala do livro, não é?
- 1:32:37Vamos lá. O problema é que normalmente as
- 1:32:40pessoas não vão, que nem você falou.
- 1:32:41O pessoal fala de ler livro. Por quê?
- 1:32:43Porque o pessoal vai procurar assim.
- 1:32:45Nada contra. Mas quem a Virgínia está
- 1:32:48namorando hoje? Exato, mas aí, mas aí.
- 1:32:50De novo, aí nós, quem é o? Cara que fez não sei o que, mas
- 1:32:53aí então, mas não há o. Problema esse aí, nós voltamos
- 1:32:55de novo. Para onde?
- 1:32:56Sim, o problema quem seria os campeões do fisiculturismo?
- 1:32:58Entendeu? Não é isso.
- 1:32:59O problema é aquela coisa, é OOAA, parada a técnica mesmo,
- 1:33:04mas as pessoas escolhem fazer errado, né?
- 1:33:06Tá ali, por exemplo, ó, tu tem o Burger King, tu tem um McDonald,
- 1:33:10mas do lado tu tem ali um bagulho com carne.
- 1:33:12O preço é o mesmo, irmão. Carne normal com arrozinho.
- 1:33:16A pessoa vai e entra na fila do Burger King, porra.
- 1:33:19Então é uma escolha. Eu vou, mas você pegar. 20 anos
- 1:33:22atrás e escolher ao menos o Burger King e o McDonald's?
- 1:33:26Então tem um tem. Um problema?
- 1:33:28Geracional tem um problema de acesso, tem problema de cultura,
- 1:33:32assim, agora a gente não vai. Nós não vamos pegar agora e nós
- 1:33:36não vamos pegar agora. E como é que fala?
- 1:33:39Proibir os carros porque tem gente que dirige acima da
- 1:33:42velocidade e mata os outros, concorda?
- 1:33:43Sim, é a mesma coisa, nós não vamos fazer a mesma coisa não,
- 1:33:46não vamos tirar o Burger King do lugar porque tem gente que tá
- 1:33:48comendo Burger King, come quem quiser, meu filho, cada um que
- 1:33:51se arrebente do jeito que quiser, agora é, é, eu, sou, é,
- 1:33:55aí entra a Liberdade, Liberdade total, tem pessoas que demoram
- 1:33:58mais tempo pra eu já comi Burger King várias vezes, já comi
- 1:34:00McDonald's milhares de vezes, tomo refrigerante às vezes é
- 1:34:03aquela coisa, cara, não é isso não é 11 visão, sabe?
- 1:34:06Mas é igual beber álcool. Tem gente, que porra consegue
- 1:34:10fazer um beber uma, né? Uma heinekenzinha tem que
- 1:34:13consegue e fica de boa e tem gente que se atola, né, cara?
- 1:34:17Até o ponto de virar, de ficar, é um alcoólatra e aquilo vai
- 1:34:20acabar prejudicar a tua vida, então cara, tem caras que e aí
- 1:34:25vou muito longe, tem caras. Hoje nós estamos aqui a black,
- 1:34:28falamos de black force, mas já fomos pra lutra, fomos pra
- 1:34:30fisicultur, mas agora estamos em nutrição, né?
- 1:34:33É porque a black também é isso, a black também é isso o que eu
- 1:34:35te falei que é é um espectro de coisa, é uma.
- 1:34:38É, trabalha em todos esses segmentos, tá?
- 1:34:42Você vê, é diversas situações nessa.
- 1:34:45Eu perdi até o fio da meada aqui na minha cabeça, onde eu estava,
- 1:34:48a gente estava falando separado. Falou do McDonald's falando é
- 1:34:52bom, não importa eu. Vou, vou lembrar daqui a pouco
- 1:34:54de novo. Eu vou lembrar que a minha
- 1:34:55cabeça foi lá. Agora é outro lugar, mas não tem
- 1:34:57problema, é. Então é tudo uma questão de
- 1:35:00escolha, cara. Tem caras que vão escolher o
- 1:35:01lado ruim sempre, irmão. Não tem jeito, né, cara?
- 1:35:03E tem pessoas que se tocam mais rápido daquela coisa.
- 1:35:07Então a gente a gente vive nesse, eu acho que vivi nesse
- 1:35:09cenário de de que nem eu falei da bebida alcoólica, né?
- 1:35:14E tem pessoas que bebem muito, tem pessoas que bebem conseguem
- 1:35:17se controlar, né EEEE aí EE momento, tem um momento aqui, eu
- 1:35:22falei, não falei mal do livro, não, eu acho maravilhoso você
- 1:35:24ler um livro, né, dependendo da situação, os livros
- 1:35:27maravilhosos, mas eu acho também que você pode pegar um livro e o
- 1:35:30mesma coisa tem no livro, né? Não da mesma forma.
- 1:35:33Exemplo, ó, eu não li os livros do Harry Potter.
- 1:35:38Mas eu assisti os filmes do Harry Potter e eu sou um adulto
- 1:35:41de 50 anos, pô, mas o filme do Harry Potter, sim, mas tem uma
- 1:35:45mensagem interessante em alguns filmes, né?
- 1:35:48Tem 1111 que fala uma paradinha, tipo assim que abstrai minha
- 1:35:52cabeça do de um determinado coisa normal.
- 1:35:55É uma mentirada, né? Vamos dizer assim, né?
- 1:35:59Mas é interessante, é um mundo, como é que fala, sei lá,
- 1:36:02paralelo, fantasioso, fantasioso.
- 1:36:05Que pra mim eu talvez seja mais saudável do que certos outros
- 1:36:08mundos fantasiosos mais futurísticos que não me
- 1:36:11interessam tanto. Eu gosto do mundo fantasiosos,
- 1:36:13mas eu sou um cara que gosto do de coisas mais antigas do que do
- 1:36:17que as coisas mais modernas. Um exemplo, mas tudo bem, então
- 1:36:20é o que a gente tem que estar colhendo.
- 1:36:21É sempre uma coisa, pelo menos assim, ou é neutro ou é
- 1:36:24positivo, é igual alimento. Se você fala assim isso aqui ó,
- 1:36:27tem 3 tipos de alimento, OOO, positivo, né?
- 1:36:31O alimento benéfico, o neutro e o maléfico.
- 1:36:34Você sabe tudo isso, você sabe qual é, cara?
- 1:36:37Então, por exemplo, eu vou consumir agora um benéfico, a
- 1:36:39carne vermelha, a carne de boi, sei lá, a carne em geral é uma
- 1:36:43coisa benéfica, ok, vou, vai me nutrir.
- 1:36:45Agora, espera aí, o pão francês, ele é o que maléfico ou neutro,
- 1:36:49bota no neutro. Então se eu comer um neutrinho
- 1:36:51desse aqui, não vai me fazer mal nenhum, porra, não vou morrer
- 1:36:53por causa de um pão francês, pô, agora eu sei que, por exemplo,
- 1:36:57um determinado alimento, sei lá, vamos falar e tomar uísque, tá?
- 1:37:02Vamos botar assim uísque. Porra, ninguém vai me dizer que
- 1:37:04o uísque vai estar no na categoria do benéfico, então eu
- 1:37:08posso olhar e falar assim, cara, isso eu não vou botar para
- 1:37:09dentro de mim, mas tem pessoas que falam assim, não, mas eu vou
- 1:37:12tomar um whiskinho porque eu gosto, vou fumar um charuto
- 1:37:14porque não tem problema também, você não vai morrer por causa
- 1:37:16disso se aquilo tiver colocado de uma maneira equilibrada.
- 1:37:20A mesma coisa que eu falei do livro agora, eu não li nenhum
- 1:37:22livro no passado, mas eu assisti, por exemplo, não tô
- 1:37:25dizendo que eu fiz também bons filmes, eu eu tive bons
- 1:37:28pensamentos, eu tive, criei coisas, sabe porque que
- 1:37:31acontece? Cássio, tem uma coisa também,
- 1:37:32tá? Eu acho que eu quero colocar pra
- 1:37:34ter muita gente que já está no outro patamar, já não é mais
- 1:37:37jovem, já está nos seus 4060 anos, 50 anos aí, já fez muito
- 1:37:42que você fez também, de ler livros pra caramba.
- 1:37:44E tem muita coisa dentro de você.
- 1:37:47Eu tenho um termo. Que eu uso, que chama se
- 1:37:49obesidade intelectual é quando você já está tem tanto
- 1:37:54conhecimento dentro de você, tem tanta coisa já e que você está
- 1:37:57obeso de conhecimento. E como você não usa aquele
- 1:38:01conhecimento, ele acaba ficando ali e você bota mais para dentro
- 1:38:04e mais para dentro e mais para dentro.
- 1:38:05Daqui a pouco está desse tamanho, quase explodindo de
- 1:38:07tanto conhecimento. Então eu acho que as pessoas que
- 1:38:11estão, eu acho que para gente ajudar a humanidade hoje, ajudar
- 1:38:13o mundo a ajudar as pessoas, todos nós precisamos colocar
- 1:38:17essa veiazinha da mentoria, do do, do, da instrução, um
- 1:38:20pouquinho para fora em alguma coisa.
- 1:38:22Então vai lá. Se você tem uma coisa positiva
- 1:38:24para falar, para falar, vai lá na internet, é de graça.
- 1:38:28Você pega o teu fone, abre um Instagram e fala, amigo, não
- 1:38:31tenha medo, você está lá, o eu sou Gago, fala Gago mesmo, o
- 1:38:35pessoal vai dar uma risada de você, normal eu esse dia o cara
- 1:38:37me mandou uma mensagem, o maluco era fanho, maluco, fanho,
- 1:38:41maluco, falando comigo, fanho misturado Gago com fanho com
- 1:38:44mais o que não sei o que que ele era esquisito, maluco, maluco,
- 1:38:47cara, eu não entendi nada do que o maluco falou e não tem
- 1:38:52tradutor para isso, né? Ainda não.
- 1:38:55Aí eu botei no slow. Motion do slow Mont pra tentar
- 1:38:57entender o que que o maluco falou, acabamos que a gente se
- 1:39:00entendeu e eu ri pra caralho. Brinquei com ele e ele achou
- 1:39:02graça também, porque ele tava rindo dele mesmo.
- 1:39:05O que eu quero dizer, meu amigo, é que você vai pra internet e
- 1:39:07fala sobre o que você faz. Ah, o fala sua excelente
- 1:39:09sanduíche, vai lá e ensina a fazer o sanduíche.
- 1:39:12A gente precisa disso pra tentar equilibrar com um bando de
- 1:39:15baboseira que tem na porra da internet hoje, essas coisas que
- 1:39:18nem você falou, quer saber da vida do fulano de tal cara
- 1:39:22inútil não serve pra nada. Então a gente precisa
- 1:39:24contrabalancear ajudando. Então você que tá obeso de
- 1:39:27conhecimento, pô, sei tudo sobre, sei lá, estudei a cultura
- 1:39:30egípcia, abre um canal Egito, BRE começa a falar do Egito,
- 1:39:35cara, eu vou te seguir, eu vou querer saber, acho isso.
- 1:39:38A gente tem que botar para fora um pouco mais, sabe?
- 1:39:41Tá? Falta mentoria, falta pessoas
- 1:39:43querendo ensinar mais o que é bom e não um Monte de porque.
- 1:39:47Cara, essa galera aqui ensina o mal amigo, que ensina só
- 1:39:49baboseira, tem 30000000 de seguidores, 30000000, 50000000.
- 1:39:54Se ou não impacto não impacta e isso reflete no que a gente tava
- 1:39:57falando agora do cara que vai comer mais besteira, mais é
- 1:40:00cara, você é uma pessoa que tem 60000000 de seguidores, 50000000
- 1:40:02de seguidores, e falar assim, fizer uma propaganda do Burger
- 1:40:05King, ela atinge quantas crianças, quantos jovens,
- 1:40:08entende? É, e se ela fizer a mesma coisa
- 1:40:11com uma parada legal, não vai atingir também, vai.
- 1:40:13Agora é muito difícil, eu não consigo, eu, eu, eu trabalho
- 1:40:16para caramba para tentar chegar a 200000 seguidores, entende?
- 1:40:20Então é aí que entra as nossas conexões, nós somos uma equipe e
- 1:40:24precisamos disso. A gente tá chegando nos.
- 1:40:28Finalmente aqui. Eu vou fazer umas umas 3
- 1:40:31perguntas aqui e já vou deixar avisado que a gente vai ter
- 1:40:35parte 2. Tem tem muito conteúdo.
- 1:40:38Que tipo de homem você quer formar nos próximos anos com a
- 1:40:43black? Qual o tipo de homem que você
- 1:40:44quer deixar formando pela black? Cara, a pergunta.
- 1:40:47É ótima EEA, gente pode expandir isso para mulheres, tá?
- 1:40:51De maneira global. Eu entendi assim, eu também falo
- 1:40:52muito isso, porque tem essa coisa também, mas porque homem,
- 1:40:55né? Homens e mulheres é.
- 1:40:58Seres humanos. Né, homem?
- 1:40:59É que a gente fala no, no geral, homens, né, cara?
- 1:41:01OAA visão da black é exatamente essa.
- 1:41:05E eu eu tenho meus meus sucessores ali, né?
- 1:41:08Os meus filhos e os meus sucessores também, que trabalham
- 1:41:10comigo. Meninos jovens que estão lá com
- 1:41:12excelente boa vontade. Os membros da legião black
- 1:41:15force, a legião é uma. É uma é uma comunidade da black
- 1:41:19force. Para quem tem curiosidade de
- 1:41:20fazer sobre a black force, entra no Instagram o melhor canal para
- 1:41:22você conectar com tudo isso. Além disso, vai no YouTube
- 1:41:25também. Nós temos um canal no YouTube,
- 1:41:26tá black force? Deixar Na Na bem.
- 1:41:28Interessante ter muito. Conhecimento lá olha só o
- 1:41:31conhecimento que tem no canal da black force.
- 1:41:33Estratage, cara, só lá, tá? Sei lá quantos vídeos tem lá.
- 1:41:37Se você for maratonando aquilo, você vai ter um vídeo para cada
- 1:41:40dia do ano. Eu te garanto que essa coisa
- 1:41:43essa. Lembra que a gente falou agora
- 1:41:44sobre ler um livro sobre não sei o que faça isso também, cara.
- 1:41:46Assista um bom vídeo, vai lá, coloca na tua, é assistir mais
- 1:41:50tarde ou sei lá o que, cara não. Playlist é.
- 1:41:53Playlist isso a gente. Tá falando sobre agora instrução
- 1:41:55de como melhorar a internet. Quando eu vejo algo que eu não
- 1:41:57quero ver, uma besteira, uma baboseira, sabe o que eu faço?
- 1:41:59Eu aperto aqueles 3 pontinhos e falo não ver mais.
- 1:42:02Ponto é isso. E aí você vai aparecer mais
- 1:42:04coisas legais pra você, como um podcast como esse, como outras
- 1:42:08pessoas maravilhosas e muito inteligentes que passaram por
- 1:42:12aqui. Então tá o conhecimento, tá aí,
- 1:42:14cara, basta o feed, o feed, ele te entrega aquilo que você pede
- 1:42:19Pra Ele, porra, É Ou Não É? É uma inteligência artificial,
- 1:42:22porra. Mas eu, o que que eu quero
- 1:42:24entregar, cara? Eu quero que essa galera, esses
- 1:42:26meninos que estão comigo sabe, gurizada, e também os coroas que
- 1:42:29estão lá, né? Todos nós, toda essa grande
- 1:42:32equipe é que faz parte da black force, ela, ela, ela sabe, ela
- 1:42:36sabe da sua responsabilidade, é uma grande responsabilidade.
- 1:42:40Nós estamos num momento muito importante da história humana
- 1:42:42virando, né? O próprio país AAAO choque de
- 1:42:46culturas é o choque de gerações, né?
- 1:42:50Então a gente quer que essa eu acho que essa grande geração,
- 1:42:52nossa geração que passou minha aqui, geração, a galera, hoje,
- 1:42:55dos 40 para frente tem 11. Grande responsabilidade propagar
- 1:43:01aqueles valores que a gente aprendeu de qualquer forma, seja
- 1:43:06ele ensinando luta, seja ele ensinando sobrevivência, seja
- 1:43:08ensinando. Filosofia, seja ensinando
- 1:43:10qualquer coisa o que eu quero entregar cara ao final disso?
- 1:43:13Se eu me for, eu posso ir morrer a qualquer momento, né?
- 1:43:16A gente tá sempre pronto pra isso, eu vou morrer e vou morrer
- 1:43:19bem, sem arrependimentos, com a guarda alta essa é a minha
- 1:43:22visão, mas eu tenho certeza que eu deixo, que eu vou deixar
- 1:43:26sucessores, tenho certeza. Eu costumo dizer que o saion tá
- 1:43:29ali comigo, tá, tá aqui o saion, eu falo Pra Ele, cara, você é
- 1:43:34você não é proprietário da blackforce?
- 1:43:37Você não é o assim. Ele e os irmãos, lógico, né?
- 1:43:41Os 23 sempre falei para os 3 isso vocês não são proprietários
- 1:43:44de nada isso aqui. Não, não vale.
- 1:43:47Nada. Se não tiver, é essa, essa, essa
- 1:43:51aura, a causa, porque qual é a causa?
- 1:43:54O que que nós estamos defendendo?
- 1:43:55Qual é a Bandeira, o que que nós estamos buscando, qual o
- 1:43:57objetivo? Então, você não é proprietário.
- 1:43:59Você é um guardião, guardião da filosofia, guardião do bagulho,
- 1:44:03guardião da desse pensamento, do que a gente quer fazer.
- 1:44:07E aí com isso, é obviamente que eu sei que daqui a algum tempo
- 1:44:10nós vamos conseguir. Nós temos hoje é, nós fomos
- 1:44:12tocamos nesses 30 anos, nós tocamos 25000 pessoas, tá?
- 1:44:17São 25000 alunos que passaram pelas nossas mãos.
- 1:44:21Só nesses últimos 2 anos passaram pelas nossas mãos em
- 1:44:24torno de 2800 alunos fazendo curso conosco.
- 1:44:27Eu tenho certeza absoluta que ali uma semente foi plantada.
- 1:44:33E as sementes? Dependendo do tipo de solo que
- 1:44:36você plante as sementes, elas demoram mais ou menos pra
- 1:44:40florescer. Mas é certeza de que ali alguma
- 1:44:43coisa 1 hora vai sair, tá entendendo?
- 1:44:45Algumas demoram mais ou demoram menos, mas a gente tá plantando
- 1:44:48sementes positivas. Então eu já vejo isso
- 1:44:50acontecendo hoje com a propagação do conhecimento com
- 1:44:54as pessoas, com compartilhando as nossas redes sociais, as
- 1:44:57pessoas elogiando às vezes ali, Oo elogiando Oo trabalho, né, no
- 1:45:01né, porra, que legal que você faz.
- 1:45:03Cara, e é um trabalho basicamente, sabe?
- 1:45:07Aquele trabalho que você. Fala é, vem de almoço pra
- 1:45:10comprar janta. É ainda cara porque Ah, não
- 1:45:14cobra. Você poderia ter uma
- 1:45:15lucratividade x claro que sim. Só que como é?
- 1:45:18Como é uma causa? O que que alguém que defende uma
- 1:45:21causa faz com todo o seu lucro? Reinveste reinveste na.
- 1:45:25Causa. É o que a gente faz, cara.
- 1:45:28Entende? Então é e por isso que ainda é o
- 1:45:30almoço, pra comprar a janta, porque podíamos.
- 1:45:33Parar a qualquer momento, mas eu acho que ainda tem que crescer,
- 1:45:36então eu passo o tempo todo fazendo isso, reinvestindo,
- 1:45:38reinvestindo, reinvestindo, nós queremos expandir.
- 1:45:41Falamos agora sobre essa, né? Os mercenários ali, né?
- 1:45:44Por que isso é tão importante? Porque são pessoas de alto
- 1:45:47calibre de peso, que expandem também essa mesma mensagem.
- 1:45:51Isso não é sobre lucro, irmão, isso é sobre transformar o
- 1:45:55mundo. Tenho certeza que isso é é que
- 1:45:58as pessoas também estão aí fora, que às vezes é tem muita gente
- 1:46:02que não. Tá ali naquele ambiente ruim que
- 1:46:04a gente falou, né? Mas elas têm uma baita índole
- 1:46:06boa. Tem gente que tem uma índole
- 1:46:07muito boa. E quando essas pessoas que nunca
- 1:46:10tiveram acesso a esse conhecimento que a gente dá,
- 1:46:12seja ele da arte marcial que nem do dos dos dos irmão Nogueira, o
- 1:46:15que eles projetos sociais que eles têm maravilhosos pelo
- 1:46:17Brasil e os projetos da black force, eles nunca tiveram acesso
- 1:46:21a ver isso. Mas essas pessoas aí, elas têm
- 1:46:2411, aquela índole de boa índole, boa cara, quando aquilo tá
- 1:46:29passando, não é um podcast como esse.
- 1:46:33Aqui, ó, e. Ela pegou de orelha assim, ó, se
- 1:46:35eu, ela faz assim, o que que é isso?
- 1:46:38O radar dela busca aquilo ali, cara.
- 1:46:40E aí a partir dali, o que que acontece?
- 1:46:42Ela assiste 4 horas de podcast, irmão, o que aconteceu do
- 1:46:45estímulo acabou o que agora, agora, agora ela vai falar assim
- 1:46:48que eu nunca tinha visto isso, agora você pode mudar a vida de
- 1:46:50uma pessoa com 11 podcast como esse cara é, é, tem que
- 1:46:55acreditar nisso. Eu mesmo demorei para acreditar
- 1:46:57nisso, mas você muda a vida das pessoas fazendo o que você faz.
- 1:47:02Isso que você faz aqui muda a vida de milhares e milhares.
- 1:47:06Você nem imagina trazendo as pessoas certas aqui.
- 1:47:10É é incrível isso aí. Esse é o objetivo nosso.
- 1:47:14Trazer e mostrar o que vários canais e pessoas não trazem.
- 1:47:18Então eu não. Eu já contei alguns lugares.
- 1:47:22É, na verdade, a ideia daqui foi minha, junto com meu sócio.
- 1:47:26Mas o nosso objetivo não é. Eu não tinha o objetivo de ter.
- 1:47:29Um podcast o objetivo do podcast era trazer pessoas pra
- 1:47:34conhecerem o podcast o inicial, só que depois eu comecei a ver
- 1:47:39igual você está falando aí de. A gente não tem muito.
- 1:47:44Conteúdo que a gente se espere, que eu goste, que nem você está
- 1:47:46falando. Ter tem, mas não é tanto.
- 1:47:49Tem muito mais coisas que a gente não gosta.
- 1:47:51E aí eu comecei, pô, tem muita gente importante.
- 1:47:54Que não tem visibilidade ou não tem lugar para falar, ou você às
- 1:47:57vezes quer escutar daquela pessoa você vê, pô, porque esse
- 1:48:00cara não vai? Porque que.
- 1:48:01E aí eu comecei a ver, pô, eu tenho que buscar essas pessoas
- 1:48:04que não vão em muitos lugares para trazer aqui.
- 1:48:06E aí começou um pouco essa ideia e é o que a gente tem.
- 1:48:10Isso é revolucionário, revolucionário e.
- 1:48:13Também é cara, é. É visionário, sabe?
- 1:48:17Cara, às vezes tem coisas que que que nem você falou agora que
- 1:48:20fez isso. Isso é tão visionário, cara.
- 1:48:22Só que as pessoas enxergam hoje a palavra visionário como Ah, o
- 1:48:25cara que fez tal coisa, que inventou não sei o quê, cara,
- 1:48:29nem Oo ser visionário é muito amplo e isso daí, cara, dando
- 1:48:33essa visão a pessoas, que que cara é aquela coisa?
- 1:48:36Olha bem, a gente não se conhecia, né?
- 1:48:38Agora a gente se conhece e agora forma alguma coisa aqui e daqui
- 1:48:42forma a outra é a é a é a rede e a nossa rede, ela tem que ser
- 1:48:48muito poderosa, ela tem que ser 11 teia.
- 1:48:51Que vai atingindo outros países, que vai EE só e só e só com ação
- 1:48:57isso aqui. Ação é porque AA equipe que joga
- 1:49:02no lado, no lado obscuro, ela fala pra caramba, irmão, os
- 1:49:07caras são bons demais, tá? O mal trabalha muito mais do que
- 1:49:12a equipezinha do bem, a equipezinha do bem tem 2 lados,
- 1:49:15sabe disso, né? Equipe do bem, ela tem muito
- 1:49:16assim, tipo ela, fala. Ah, cara, deixa pra lá.
- 1:49:21E enquanto a galera do mal é negativa, eles são combativos,
- 1:49:25então quando eu digo mal de em forma de amplo espectro, né, a
- 1:49:28visão amplo espectro, então ele patrulha o mal, patrulha, irmão,
- 1:49:32quer ver agora nós saindo daqui, saindo daqui, você acha que
- 1:49:36vamos fazer um, vamos fazer um aqui nessa região, tá essa
- 1:49:38região aqui, quantos vamos chamar de lobo?
- 1:49:41Tá chamar de lobo? Quantos lobos tem que você nem
- 1:49:44viu na saída daqui que estão ali, ó, sentado numa moto, ó, só
- 1:49:49observando, ó, vai passar um otário ali agora vamos embora,
- 1:49:51vamos pra cima dele quantos tá, vamos botar que tenha 100, 100,
- 1:49:55chama assim, patrulhando, é o mal patrulhando, tá, ele tá ali,
- 1:49:58ó, vendo quem é otário, quem é bobo, Ah, lá, lá, lá, lá lá
- 1:50:01então tem desde do ladrãozinho de colar é o cara que vai meter
- 1:50:04a arma na tua cara e tirar teu carro e vai levar pra dentro da
- 1:50:07da, da da comunidade tem todo tipo do cara que sai pra matar
- 1:50:10mesmo e fala assim, pô, eu já vou matar alguém?
- 1:50:12É assim, mas ao mesmo tempo tem 100.
- 1:50:15Não falei que tem 100? Se tu acha que tem 100 heróis aí
- 1:50:17buscando patrulhar, não heróis. Patrulhando.
- 1:50:20Fala assim, eu sou herói, eu sou o cara que vou sair pra
- 1:50:22patrulhar, tu acha que tem não, então como é que vai dar certo,
- 1:50:24porra, entendeu? O que eu tô querendo dizer é, o
- 1:50:27mal, é ativo, o bem é sempre passivo, fala assim, se
- 1:50:30acontecer alguma coisa eu vou estar pronto, entendeu?
- 1:50:33Isso com essa voz mesmo. Então a ideia da black force é
- 1:50:36mais ou menos isso, é a maior escola de heróis do planeta
- 1:50:39Terra. E heroísmo de forma global.
- 1:50:41E não só isso, também. A ideia é a seguinte, outra
- 1:50:43frase, vamos aumentar a densidade demográfica de heróis
- 1:50:47aqui nesse shopping. Agora, aqui eu falo toda vez pra
- 1:50:50minha mulher, quando a gente entra num shopping, eu falo Pra
- 1:50:51Ela exatamente assim, ela tá ali.
- 1:50:53Ela pode te dizer pra você se é real ou não.
- 1:50:56Eu falo assim, eu. Quero que tu fale assim.
- 1:50:58Eu falo Pra Ela, eu pego na mão dela e entro no shopping.
- 1:51:00Eu falo assim, eu quero um o desafio tá lançado aí ela ok.
- 1:51:04Ela já sabe. O desafio lançado é o seguinte,
- 1:51:05ela tem que encontrar um homem. Com a característica, ela fala
- 1:51:10assim, esse maluco aí tem tem cara de que salvaria o shopping
- 1:51:12hoje se um terrorista entrasse nessa porra aqui, sabe o que que
- 1:51:15a gente vê quase 90% das vezes, não acha?
- 1:51:18Você olha, eu acho o cara com cara de bundão, entendeu?
- 1:51:22A maioria moscando, a maioria um cara de Bisonho, a maioria tá
- 1:51:27entendendo porque isso virou o quê, o normal.
- 1:51:30Você não olha o maluco e fala assim, esse maluco aí é Cascudo,
- 1:51:33esse maluco, e não é você ter cara de bronco, não, irmão, não
- 1:51:36é nada disso. É você buscar isso, então cadê
- 1:51:40os heróis aqui, tá, novela a gente olha aí, ó, a parte é
- 1:51:43vítima, são, ó, senhoras, mulheres, crianças, e se nós
- 1:51:46temos muitas pessoas vulneráveis, nós temos que ter
- 1:51:49mais, mais pessoas com capacidade heroica.
- 1:51:53E eu não tô falando só de homem não, tá?
- 1:51:55Tô falando de mulheres também, porque a mulher não pode falar
- 1:51:57assim, Ah, não, quem que fica mais com as crianças em casa?
- 1:52:00O homem e a mulher, mulher, a mulher tem que saber salvar o
- 1:52:02bebê. Ela não pode falar assim, ó, eu
- 1:52:04vou chamar o bombeiro quando o bebê engasgar com a pipoca,
- 1:52:06amiga, se não o teu bebê vai morrer no teu braço.
- 1:52:08Então, se capacitar também é para mulher.
- 1:52:10Pô, Ah, eu tenho uma arma em casa, mas nunca usei.
- 1:52:13Aprenda a Usar. Mulher tem que fazer aula de
- 1:52:15tiro, é isso, é isso. Finalizando.
- 1:52:19Assim. Assim, desculpa, eu vou chamar
- 1:52:22aqui. A black.
- 1:52:24Tá aí pra você, tá aí pra qualquer pessoa, mulheres,
- 1:52:27homens jovens ou pessoas mais velhas.
- 1:52:29Eu não gosto nem de ouvir quando um cara Olha Pra Mim e fala
- 1:52:32assim, pô, já passei da idade, eu falo quantos anos tem?
- 1:52:34Eu falo assim, 95, eu já me respondo assim, tu tem 95 aí o
- 1:52:38cara não, não tô com 50, falo, tu tá de sacanagem, né, irmão?
- 1:52:42Porra, toma vergonha nessa tua cara gorda, toma vergonha,
- 1:52:45safado. Eu brinco com o cara no áudio,
- 1:52:47nem conheço o cara, mas eu mando, tá de sacanagem, porra,
- 1:52:5050 anos, tu tá no auge, rapaz, eu pego um cara de 50 anos hoje,
- 1:52:54qualquer um cara, qualquer maluco de 50 anos aí tá, bota
- 1:52:57assim, no geral, nós não é o extremas.
- 1:52:59Ô com 50 anos hoje se ele pegar e deixar e se eu pudesse pegar e
- 1:53:02falar assim, vem 30 dias, eu boto esse cara um monstro, minha
- 1:53:06família vai reconhecer, ele vai voltar para casa, a mulher vai
- 1:53:08falar assim, quem é você? A mulher vai bater a porta na
- 1:53:10tua cara vai te reconhecer não só fisicamente, mas postura, a
- 1:53:13postura, a tua visão, teu olhar. Qualquer um é transformável,
- 1:53:17irmão, 50 anos é o auge, é só você voltar para uma boa
- 1:53:20alimentação, fazer um bom treinamento, buscar conhecimento
- 1:53:23e fazer acontecer. Não tem essa não.
- 1:53:26Ah, eu sou mulher, grande coisa, a mulher também tem 22 pernas,
- 1:53:30pode fazer tudo, pode defender qualquer pessoa, mas é o que
- 1:53:33vontade. Então é, é, é o convite, fica
- 1:53:37para você que tem. Entendeu o que a gente está
- 1:53:39fazendo aqui? Vem para black force, tem
- 1:53:41diversas maneiras, tem diversos produtos que você pode adquirir
- 1:53:45do mesmo jeito que você faz investimentos, tem pessoas que
- 1:53:48chega no final de semana e aí é uma questão de como é que fala
- 1:53:52os seus valores, o que que para você é importante.
- 1:53:55Tem gente que vê. Um treinamento de 2000 BRL e
- 1:53:58fala AI, nossa, que caro, o caro é perder a vida.
- 1:54:02Na minha visão, isso é caro. O resto você passa no cartão e
- 1:54:05vai embora. Mas as pessoas gastam 2000 BRL
- 1:54:08brincando sábado e domingo, cara.
- 1:54:10Brincando com o quê? Com futilidades, né, com
- 1:54:13besteirol. Então, se você falar, Ah, são 3
- 1:54:16finais de semana de besteirol e um para você investir em você
- 1:54:18mesmo, você que tem um filho aí, de repente 15 anos.
- 1:54:21Pega teu filho, pega teu filho, vai na base do black force, faz
- 1:54:24um tramento você e teu filho já imaginou quantas memórias
- 1:54:27maravilhosas você vai botar pra dentro da tua da tua família?
- 1:54:29Qual vai ser a próxima conversa no próximo final de semana?
- 1:54:32Aquilo que vocês fizeram ontem não vai ser Ah, o teu filho não
- 1:54:35vai ficar mais olhando pro celular igual um bobo, não
- 1:54:37adianta você reclamar do filho, né?
- 1:54:39Reclama, reclama, reclama, mas não dá nada Pra Ele de verdade.
- 1:54:43Sai do celular, moleque, tu passa o dia inteiro aí, vou te
- 1:54:45jogar o teu videogame você que comprou, cara, você comprou o
- 1:54:49videogame pro moleque? Leva, ele, investe nele também,
- 1:54:52vai lá na black, faz um treinamento, faça uma parceria,
- 1:54:54suba uma Montanha juntos, escalem juntos, faça um curso de
- 1:54:57mergulho juntos, amigo, duvido que essa conexão vai ser o resto
- 1:55:01da sua vida, nunca mais vai, nunca mais vai desconectar isso
- 1:55:04do teu, do teu filho, vai aproximar ele de você e a
- 1:55:07próxima é 11, o nosso trabalho é pra todos, então a gente espera
- 1:55:10com todos vocês do tiro, altura, água, qualquer um e agora já vou
- 1:55:15desafiar o Cássio aqui pra ir lá fazer um treinamento comigo, vou
- 1:55:18fazer. Isso aqui é um presente aqui, do
- 1:55:20patrocinador a évora, nosso pra você, évora, évora.
- 1:55:24Évora Pharma, Ah. Tá.
- 1:55:26Eu queria agradecer. Mais uma vez por você ter vindo
- 1:55:29muito legal, Hein, cara? Muito obrigado, obrigado a
- 1:55:32évora. Aí vai ser um prazer conhecer os
- 1:55:35os, os equipamentos de vocês, os produtos, produtos de vocês pré
- 1:55:40workoud. Não posso tomar isso nome irmão,
- 1:55:41se eu mais conto isso aí decolando?
- 1:55:42OPA, então pode subir a Montanha.
- 1:55:45É meu irmão pra subir a Montanha.
- 1:55:46Aí eu já vou vim lá de cima. Já com a Montanha nas Costa.
- 1:55:49Então, queria. Agradecer mais uma vez, deixar
- 1:55:52já avisado que a gente vai ter 111 segundo, porque esse acabou,
- 1:55:57que a gente precisa de mais tempo, tem muito assunto e quem
- 1:56:02quiser acompanhar ele, a gente vai deixar as redes sociais da
- 1:56:05black force, vai deixar a dele, vai deixar o site para quem
- 1:56:08quiser comprar o curso ou indicar.
- 1:56:11E galera, acompanha a gente. Vamos estar no YouTube, no
- 1:56:16Spotify e no Apple Music. Continuem de like, indique para
- 1:56:21outras pessoas e a gente agradece mais uma vez por você
- 1:56:24ter vindo aqui e por todo mundo que está acompanhando a gente.
- 1:56:27Eu que agradeço. Cássio, obrigado pela pela
- 1:56:30oportunidade, cara. Foi uma conexão muito rápida,
- 1:56:31né? Você falou comigo, a gente
- 1:56:32estava aqui e acabou, é isso aí, tá?
- 1:56:34É decisões rápidas e como o Cássio falou a moçada, porra, é
- 1:56:38muito, muito importante a ideia do compartilhamento dessas
- 1:56:40informações. Sigam lá as redes sociais do
- 1:56:43projeto do Cássio e do projeto black force.
- 1:56:45É, é, é importante, não só a gente pede às vezes, né, que nem
- 1:56:48a gente fala no YouTube muito né, dá o like, faz o comentário,
- 1:56:51as pessoas levam na brincadeira isso, mas isso aí se você quer
- 1:56:54ajudar um projeto muito mais do que o próprio dinheiro, uma
- 1:56:57coisa como essa é, não custa nada, mete o dedinho ali, ajuda
- 1:57:00demais, isso aí, propaga os bons, o como é que chama, as
- 1:57:04pessoas estão fazendo Oo bem, tá?
- 1:57:06Obrigado pela oportunidade, eu agradeço muito, foi um excelente
- 1:57:10papo, perguntas, as perguntas foram ótimas, eu terei o maior
- 1:57:12prazer em estar de novo com vocês aqui.
- 1:57:14E vamos combinar para a gente ir lá na base fazer aquele, vamos,
- 1:57:17vamos, vamos fazer aquela? Externa.
- 1:57:19Selva, selva, até mais. Pessoal, tchau, tchau.