Latest / Conexão Geek / A Hora do Mal (Weapons)
Transcript
- 0:01Alô, alô nerd. Eu sou George e Ricardo e esse é
- 0:08o conexão geek, o seu nerd service semanal.
- 0:12Aqui no CG você vai ter a tradicional análise com toques
- 0:17de discórdia e muita cultura pop.
- 0:20Mas antes de começar, eu queria pedir um favor para vocês.
- 0:24Que avaliem esse podcast na sua tocadora de podcast predileta.
- 0:29Se possível, deixa aquelas 5 estrelinhas marotas.
- 0:33Vocês podem também seguir OCG, assim você recebe uma
- 0:37notificação toda vez que a gente lançar um episódio novo.
- 0:52A hora do mal acompanha o misterioso desaparecimento de 17
- 0:56crianças de uma mesma turma, a classe da professora Gandhi,
- 1:00vivida pela Julia garner, numa noite qualquer.
- 1:03Às 2 e 17 da manhã, todos os alunos acordaram, fugiram de
- 1:08casa voluntariamente e desapareceram, com exceção do
- 1:12time do Alex Lily, sem sinais de arrombamento ou violência.
- 1:17A cidade inteira exige respostas.
- 1:20Genji vira alvo do escrutínio público enquanto os pais e
- 1:24autoridades tentam entender o que realmente aconteceu.
- 1:33Vou aqui já já deixar claro, pessoal, pra você que tá
- 1:36chegando aí ouvindo o CG que nós temos aqui divergências e não
- 1:41esperávamos isso, portanto eu vou inverter aqui.
- 1:44Geralmente eu eu falo pros meninos darem as suas primeiras
- 1:46impressões depois, né? Eu eu dou as as minhas aqui pra
- 1:49gente abrir o debate mais amplo, mas hoje não, não vai ser assim.
- 1:53Eu vou até começar Gabi, depois eu passo pro Gabi aqui.
- 1:56Minhas primeiras impressões é que isso aqui é um filme a ser
- 1:59defendido. Assim como a revolução deve ser
- 2:04defendida no Brasil. E eu não vou abrir mão, ninguém
- 2:07falará mal desse filme aqui, enquanto eu estiver presente,
- 2:10enquanto minha conexão estiver inteira.
- 2:12Mas vamos lá. Dito isso, só pra pra atiçar
- 2:15essa chama aí, Gabi, quais são as suas primeiras impressões
- 2:17antes de eu passar para o Mateus?
- 2:20Vamos lá, cara, eu estou. Eu estou ouvindo faz uns 2 meses
- 2:23que esse filme é o é o filme do George, né?
- 2:26Aqui, internamente, o filme do George é aquele filme que é
- 2:28sempre ruim, né? Que sempre faz alguma
- 2:30explicação, merda, que é sempre um filme ruim e bosta é o filme
- 2:35do George, né? Enfim, só que eu comecei a
- 2:38assistir a hora do mal com essa primeira impressão que o Matheus
- 2:41deu pra gente, e eu falei, ué, tem alguma coisa aqui que é
- 2:45muito boa, cara, e realmente acho que tem tem aquele efeito
- 2:48rachomont, né? O filme é diversificado em
- 2:51vários pontos de vistas, né? Então isso isso deixa ele um
- 2:54pouco mais interessante quando se cria atenção.
- 2:57Acho que é um filme tenso. É um filme que cria bastante o
- 3:00suspense e ele estabelece coisas muito legais assim que é o é o
- 3:05ponto lá do da do horário, é o ponto da das crianças correrem
- 3:09de um jeito muito específico. Enfim, eu eu achei um filme bem
- 3:12legal, cara, bem legal. Eu acho que ele que ele discute
- 3:16muitas coisas da sociedade, principalmente a estadunidense.
- 3:21E eu acho que é é botar o dedo numa ferida ali.
- 3:24E eu acho que o filme faz isso muito bem, cara.
- 3:26Eu fiquei bem surpreso com com a hora do mal.
- 3:30Eu tenho que começar por esse nome idiota.
- 3:32A hora do mais foda também, cara, a hora do mais foda é o
- 3:35epons, cara, é o epons armas e acabou, cara, é isso aí.
- 3:39Faz muito mais sentido teteu suas primeiras impressões aí,
- 3:42cara, vamos sentar, não te interromper e não te tirar do ar
- 3:45enquanto você fala vai. Lá, pô, cara, não assim, Oo plot
- 3:49desse filme, né? Sinopse em cima, né?
- 3:50Nunca que ele viu na real, né, pô, tipo 17 crianças desaparecem
- 3:54e você não sabe o porquê. É um bagulho assim que, pô, se
- 3:56você viu a sinopse ou se você viu até sua capa assim, né, do
- 4:00do filme, né? Quando ele tava em cartaz, ele
- 4:01chama, tem que escutar, caralho, sabe?
- 4:03E essa primeira meia hora pra mim, ela é maravilhosa, tipo, a
- 4:05primeira meia hora do filme é foda.
- 4:07Você tipo, não sabe o que está acontecendo, você vai todo mundo
- 4:10preocupado, porque poxa, criança é uma coisa muito é preciosa na
- 4:14nossa sociedade, sabe? São é pessoas a serem
- 4:17defendidas, né? EE, assim você acompanhado de
- 4:20justine, né, que é é o piovi da Julia garner, né, que era
- 4:23professora, né? Ela era professora dessa sala,
- 4:25né, e surpreendentemente todo mundo fica fica em cima dela e
- 4:29eu acho isso bem legal, cara, esse primeiro ponto assim do
- 4:32filme é maravilhoso, é um excelente comentário, como o
- 4:34Gabi falou, só que depois né, cara?
- 4:37Depois, né? Tem tem a galera sonhando com m
- 4:404 a um no céu. Aí o pessoal corre igual Naruto,
- 4:44cara, o filme vai. Ele vai virando uma bagunça tão
- 4:47maluca, cara, isso no tom do filme.
- 4:49Ah, tá. Tão espalhado, sabe?
- 4:51Ele começa com uma proposta bem legal, com um comentário legal,
- 4:53e depois ele vira uma comédiazona, sabe?
- 4:55Ele vira um filme sem pé nem cabeça, ele vira 111 ponto
- 5:00muito, muito esquisito, sabe a gente, eu, eu comecei vendo um
- 5:03filme e fui no meio para filme, vira outro, só que não foi
- 5:06divertido, sabe? Foi só, cara, porra, por que que
- 5:09eu tô vendo isso daqui? Esse filme para mim, ele, ele de
- 5:12novo, né? Ele sofre daquele mal lá do
- 5:13long, lags para mim, cara, ele foi o marketing dele, né, que
- 5:17era um filme de terror e ele não é um filme de terror, sabe?
- 5:20EE, no fim das contas, também é o é o port device, né?
- 5:22A gente vai falar do port device em outro filme, a gente vai ter
- 5:25depois aqui, né, no CG, mas cara, o roteiro é tão
- 5:29conveniente, né, cara? EE, no fim das contas, o
- 5:32Coringa, né? Eu tenho o Coringa no filme
- 5:33também, né? Eu acho que o Jorge adora.
- 5:36EE, cara, No No fim das contas ele ele prometeu muito, não
- 5:39entregou quase nada. EE, vocês estão defendendo
- 5:42porque esse filme tem a cara do Jim Slam.
- 5:45OOO, gato do do eu abri aqui já AA discussão, então o gato do
- 5:49Gabi não se conteve, ficou puto com o Mateus e veio e veio falar
- 5:53aqui. Mas o eu só quero eu.
- 5:55Não vi o Marcelo se falando, aí ele pediu um abraço.
- 5:57É, ele pediu um abraço, ele conformando, eu estou, eu sei
- 6:00como ele está se sentindo. É eu só.
- 6:02Eu só queria falar que tem algumas coisas interessantes
- 6:05sobre, sei lá, talvez metalinguagem, não sei como
- 6:08seria o nome disso. Vocês podem até falar melhor,
- 6:10mas é AAA, é a questão do do horário mesmo, 2 e 17. 2 pessoas
- 6:15da sala não somem e 17 somem. A professora e o Alex são os
- 6:19únicos que não somem dentro da sala, né?
- 6:21E as outras 17 sempre somem. É 17 balas No No rifle que o
- 6:25Matheus falou do sonho também tem um pouco disso também, é?
- 6:29Explica isso aí, por favor. Ele, ele, ele tem um sonho do
- 6:33meio da noite, pô. Um gigante no céu, cara, porra,
- 6:36é. É OAOO.
- 6:39Eu diria que assim é. Tem tem esse esses devaneios de
- 6:42sonho, que é uma questão do do pai.
- 6:44Paranoico, né? É OOO pai, que tipo, não está
- 6:48entendendo por que que o resto da sociedade desapareceu ali?
- 6:53Essa questão do pai mais paranoico, né?
- 6:54O cara que tá, porra, como assim?
- 6:56Ninguém tá fazendo nada nessa merda dessa cidade?
- 6:58Porque esses filmes geralmente tem isso, né?
- 7:00Parece que o policial não está trabalhando, que as pessoas
- 7:03estão seguindo a vida muito normalmente.
- 7:05O diretor da escola lá está tomando seu branding com o
- 7:08marido, enquanto. A cidade devia estar paralisada.
- 7:11Assumiram 17 foco crianças no meio da noite, Do Nada assim, e
- 7:17a gente tem. E o mais Oo, mais alarmante
- 7:19disso dentro no filme é que já passou um mês que isso aconteceu
- 7:22já. Passou um mês já.
- 7:23Passou um mês que isso aconteceu.
- 7:25EEAAA primeira narração do em em off do filme.
- 7:28É feito por uma criança e aquilo é maravilhoso.
- 7:30Sensacional, cara. Abertura do filme é brilhante.
- 7:33É o Alex que que que faz a abertura?
- 7:35É, é é brilhante a abertura? Eu não, não.
- 7:38Eu acho que é uma menina que tá. Parece que parece uma criança,
- 7:40uma menina, alguma coisa do tipo, mas pra mim já é 111,
- 7:44narração muito impactante dentro da trama e já te apresenta, já
- 7:47te jogos, fatos. E aí você começa com aquele
- 7:50negócio da professora ser escorraçada.
- 7:52Já é uma primeira crítica muito feroz.
- 7:56E aí quando as coisas vão para o ponto de vista do policial, aí
- 8:01acho que a crítica é mais escrachada ainda, porque há uma
- 8:04negligência policial muito clara, né, dentro das
- 8:07investigações, daquilo que está acontecendo na cidade.
- 8:10E aí entra também a crítica da dos tiroteios que acontecem
- 8:16diariamente praticamente nos Estados Unidos, sabe?
- 8:18Dentro de uma sala de aula, então.
- 8:20Acho que o filme lidar muito com isso, com o sumiço dessas
- 8:23crianças e a negligência tanto da polícia quanto das de algumas
- 8:27pessoas da sociedade. Assim, Oo diretor da escola,
- 8:30meio que tá cagando assim, sabe? É, é e é 11.
- 8:34São pontos de vistas que que o que o diretor vai colocando?
- 8:37Zé cregler, acho que é Oo diretor também perdeu.
- 8:40Mesmo noites? Brutais é o que também é um bom
- 8:43filme, também acho. Legal, aliás.
- 8:44Aliás. Just long just long é um mister
- 8:47egg nesse filme, né? Quebrou a.
- 8:49Maldição é quebrou a maldição ele tá no filme ou morre, né?
- 8:53Porque ele não aparece quase, né, tipo?
- 8:56Enfim, é, é um é um cara que deve ter trabalhado com com o Zé
- 8:59cregler e gostou. E aí quis fazer uma participação
- 9:01pequena, acho legal. E No No fim das contas, cara, a
- 9:06sociedade está doente, sabe? E eu acho que e isso e isso, ele
- 9:09vai cercando isso em cada ponto de vista, e eu acho isso foda
- 9:13dentro do filme. Esse subtês dentro do filme é
- 9:16brilhante o problema para mim, e acho que acho que o Mateus
- 9:21desgosta do filme é quando você apresenta.
- 9:24Uma bruxa pra resolver todos esses problemas das crianças aí
- 9:28eu acho que ele enfraquece o filme dele.
- 9:30Acho que todo subtexto cai por água abaixo quando você culpa é
- 9:34uma bruxa, sabe? Uma mulher velha que vai lá e
- 9:37faz umas magia negra? EEE controla a cidade, sabe?
- 9:41Acho que esse é o enfraquecimento do filme, no meu
- 9:43ponto de vista. A gente, a gente já perdeu um
- 9:45tempo maior quando a gente for falar dessa questão da da bruxa
- 9:48e tal. Então eu só queria tipo, é falar
- 9:50aqui um pouco sobre essa questão dos capítulos mesmo que o Gabi
- 9:52trouxe, e eu acho bem interessante, é por quê?
- 9:55Porque ele dá aquela questão de mistério e a gente acaba meio
- 10:00que, como espectador, é tentando juntar pistas ali.
- 10:04Eles escondem inclusive essa bruxa assim por algum tempo, né?
- 10:07Ela não é aquela vilã que fica aparecendo desde o primeiro
- 10:10momento você fala, não, ela é a vilã, você fica com um pouco de
- 10:13dúvida até você juntar essa. Das.
- 10:15Peças ela aparece em todos os capítulos, né?
- 10:18Ela aparece nos sonhos da da Justina, aparece no sonho do jof
- 10:21broly também, só que ela tá sempre tipo ou como uma tradição
- 10:25ou como uma criança e essa maquiagem aí do Coringa, né,
- 10:28tipo, ela tá, adoro o Coringa, né, o que tem no desenho do
- 10:31desenho, né? E ela sempre aparece, né?
- 10:33Ela realmente só, só não tem só a explicação, só vai ter depois,
- 10:36quando tem o Wong, né? O Wong ali também, né, o Marcos,
- 10:39né, que é o. Ele é o diretor da escola, aí
- 10:41você tem uma visão melhor, mas pô, cara, é o que o que parece
- 10:45pra mim. Gabi e cara, são 2 filmes, sabe?
- 10:49É esse primeiro, esses primeiros comentários, essas histórias
- 10:52assim, elas são interessantes pra caralho, especialmente pra
- 10:54você ver como o cara é um filho da puta, né, ele o policial né,
- 10:58e ele tipo trai, trai a esposa, faz o caralho a 4 usa Oo
- 11:02distintivo pra pra tipo é humilhar as pessoas e tratar
- 11:06elas mal, mas depois cara, isso é um meio que não tem o playoff,
- 11:08sabe? Parece que do do meio do filme.
- 11:10Fui pra frente e as coisas partem, é lógico, né?
- 11:13Porque quando quando eu tava vendo o filme, né, e juntando as
- 11:15peças mesmo, né, eu fiquei pensando, bom, elas só
- 11:18desapareceram ou foram pro 7 além ou coisa do tipo, o que pra
- 11:21mim seria uma explicação melhor, sabe, do que do que tipo?
- 11:23Ah, tem uma cidade, por mais que seja uma cidade pequena, cara,
- 11:26os Estados Unidos é o país da paranoia, sabe?
- 11:28É o país do do microcesso, é o país da câmera, não, não, eu
- 11:32acho impossível numa madrugada, tipo, só as câmeras de porta
- 11:35terem captado essas crianças, cara, ninguém não viu as
- 11:38crianças entrando na porra da casa, sabe?
- 11:40Mas ele investigou o moleque. Poxa, cara, é tudo muito
- 11:44conveniente, sabe? Nada não.
- 11:46O pai dele pegou o AVC, cara, porra, ninguém, ninguém vai
- 11:48investigar isso não. Tudo bem que a gente tá tratando
- 11:51com essa negligência policial que tá no começo da história,
- 11:55mas meio que parece que o país inteiro é doente, cara que
- 11:57ninguém liga, que ninguém se importa.
- 12:00Se essa foi a crítica, eu acho que tinha que ter sido sido um
- 12:02pouco melhor trabalhada do que simplesmente tipo, Ah, as
- 12:05pessoas não se importam muito aqui com essa criança de 10
- 12:07anos, que foi a única que sobreviveu a eu, esse
- 12:10desaparecimento em massa. Eu eu acho que tem também uma
- 12:13crítica aí AA questão do machismo.
- 12:16Pra caralho. Você pode ver que a que a
- 12:18professora ela é tratada como se ela fosse uma pederasta, cretina
- 12:22vagabunda que não devesse ser ser minimamente levada a Sério,
- 12:26inclusive ela fala, será que você vai fazer esse trabalho
- 12:28policial lá ou eu vou ter que achar as crianças?
- 12:31Porque, mas aí, mas aí, George, eu acho que ele eu eu acho que
- 12:34ele tropeça nessa mesma crítica que ele tá fazendo, porque todo
- 12:38todo entorno que ele constrói, o culpado é uma mulher, sabe?
- 12:42Então ele joga a culpa pra uma mulher.
- 12:45A própria que, se der, é que Queen, a própria a onda.
- 12:49É que você tem? É, você tem uma problematização
- 12:52aí um pouco estúpida na, no meu ponto de vista assim, um pouco
- 12:56até machista. Sabe?
- 12:57Ô, ô Gabi, eu eu vou te eu vou te falar que eu ouvia algumas
- 13:00pessoas falando também isso que ela ela se montava com uma drag
- 13:03Queen. Mas parece que tem um termo que
- 13:05é que é diferente. Eu não vou lembrar agora, mas
- 13:08tem um termo é, é, não, não, mas é 11 mulher que se veste, que se
- 13:13monta, não é uma drag, tem um outro termo que eu não vou
- 13:17lembrar agora, mas enfim, não é. Não é tão importante isso, mas
- 13:19eu também pensei, eu também pensei a mesma coisa sobre essa
- 13:22questão da da montagem, e aí só pra até pro Mateus comentar, já
- 13:26que ele é é o que está mais crítico nessas questões do do do
- 13:30roteiro mesmo, é, a gente tem. É eles dando pistas na nossa
- 13:36cara de que era uma bruxa antes de falar que era bruxa.
- 13:38Por exemplo, a população escrevendo bruxa no carro da da
- 13:41professora. Ou seja, já não.
- 13:45Não é bem uma, né? Não é bem uma dica, né, cara?
- 13:48É o que, porra. Não, não porque eles estavam, é?
- 13:51Lógica, estavam culpando A Bruxa errada.
- 13:53É. Lógica que eles tinham por
- 13:56desaparecimento, né? Porque realmente, né, se não, se
- 13:59se as crianças sumiram, não tem nenhuma explicação, não tem
- 14:02câmera, não tem 11 cão farejador, os cachorro, tudo
- 14:04trabalhando todo final de semana, né?
- 14:06Os cachorro bebendo em vez de ficar trabalhando, né?
- 14:08Ninguém prefere essas crianças. É óbvio que é bruxaria, né,
- 14:10cara? Ou é bruxaria ou é uma abdução.
- 14:12Eu preferi ter ele com abdução, cara, nesse caso acho que seria
- 14:15melhor os alienígenas chegando. Não, mas é, mas é.
- 14:18É incrível como funciona Oo raciocínio de uma cidade
- 14:21pequena, né? Tipo as crianças, as crianças
- 14:24sumiram da própria casa delas. Aí elas vão para as pensam,
- 14:29porra, mas a professora não sumiu, então foi ela.
- 14:32Bruno, tem um moleque lá também, que né, tipo?
- 14:34Qual é o raciocínio, cara? Jorge, eu não, mas veja você, o
- 14:37filme está tão embebido dentro da crítica e eu acho isso legal
- 14:41assim, porque qualquer pessoa que juntasse le com cre IA IA
- 14:45achar a casa lá do Alex, IA ver que tinha alguma coisa errada
- 14:48lá, sabe? Era muito óbvio que tinha alguma
- 14:51coisa errada lá e. Muita criança que não sumiu, né?
- 14:53Expondo, cara, você expondo isso, você expõe como a
- 14:57sociedade daquela, daquela cidade ali, daquele daquele
- 15:00pequeno subúrbio, tá doente, cara?
- 15:02EEE vocês põe isso em cada um nos pontos de vista.
- 15:05Não é que tem um ponto de vista mais enviesado que o outro?
- 15:08Não. Todos deles estão interligados
- 15:12em em fazer a crítica àquela sociedade, sabe?
- 15:15É como como que a sociedade funciona com com um cara que é
- 15:17viciado. EE, ele só vai vai denunciar
- 15:21quando vê uma plaquinha falando que tem uma recompensa pra
- 15:24denúncia, sabe como? Como 11 professora é
- 15:27escorraçada. EE tem problema de alcoolismo,
- 15:29velho. Você, você, você confiaria nessa
- 15:32professora? Sabe ela comprando 2 garrafas de
- 15:34vodka no mercado, então então tem um pai.
- 15:38Que é um pai? Que não queria viver, sabe?
- 15:41Ele deixa de viver para viver o luto do filho há 1 mês.
- 15:43Cara, você vê o Josh broling assim, ele começa deitado No No
- 15:48beliche do do filho dele, sabe? E a e a mulher dele saindo,
- 15:51porra, vou trabalhar, saca? Então você você tem um pouco
- 15:54dessa dessas mazelas, dessa sociedade doente.
- 15:58Acho que é a melhor parte do filme mesmo.
- 16:00E eu acho que o filme cai quando você apresenta o ponto de vista
- 16:03do Alex, que é do menino, aí eu acho que o filme vai para para.
- 16:07Baba OOO. O Alex, que é a criança mais
- 16:10inteligente, mais burra, ao mesmo tempo.
- 16:12Assim, eu, eu, eu, eu, ele, ele. Ao mesmo tempo que ele tem o dom
- 16:16de só observando, ele aprende a fazer a feitiçaria, tá ligado?
- 16:19Ele também, tipo, não tem o mínimo de senso de pensar, cara,
- 16:24e se eu contasse para alguém? Como adulto que é adulto, se
- 16:28talvez assim eu contasse pra polícia, será não.
- 16:33Eu vou viver aqui a minha vida enquanto os meus pais apodrecem
- 16:36e meus amigos estão no porão porque eles faziam bullying
- 16:39comigo. Pô, cara, mas aí já tem um
- 16:42problema muito grande para mim, cara, porque é AA gladis, né?
- 16:46Que é a véia, a véia, a véia drag gay, de acordo com vocês.
- 16:49Ela chegou tipo na família um mês atrás, né?
- 16:52EE, desse um mês até as crianças aparecerem.
- 16:55Ela era parente deles ou não? Mateus, porque eles falam que
- 17:00ela é parente, né? Que é uma tia.
- 17:01Ela fala que é uma tia distante, que ela nunca viu na vida, que
- 17:04ela não conheceu, mas ela pediu ajuda.
- 17:06É, não é explicado também, cara. Tipo, talvez fosse tia, mas
- 17:10provavelmente não era. É tipo, é.
- 17:12E outra coisa, cara, que eu vai tomar no cu os black regular,
- 17:16cara, o cara vai no Twitter explicar a porra do filme dele.
- 17:19O cara vai falar que ela é uma bruxa, que ela está se
- 17:21alimentando da força brutal das crianças.
- 17:23Porra, Mano, porque eu quero saber disso, tá ligado?
- 17:26É. Engraçado que essa parte eu
- 17:28fiquei um pouco na dúvida, porque assim eu não entendi o
- 17:30ela estava doente, tá? Porque ela é velha, só ela
- 17:32estava morrendo de velhice. E ela?
- 17:34E aí? Caralho.
- 17:35Ela, ela pega um Monte de criança.
- 17:37Ela falou que estava se alimentando dos pais do moleque,
- 17:39só que não estava dando conta, né?
- 17:40Só que ela nenhum momento fica mais jovem.
- 17:42Ela só coloca peruca e sai. Não, não é.
- 17:44Porque não terminou de fazer o ritual, né, cara?
- 17:47O genial o que ela queria fazer? Explicou no Twitter.
- 17:49Cara o genial diretor. Ó do genial filme o Apple.
- 17:53Ele explicou no filme que ela não ela não suba a Juventude,
- 17:56ela suga só a força vital. É só isso, Jorge.
- 17:59Não é o não, é o furo. Ele ele tá falando que não é o
- 18:01furo, né? Então a gente vai acreditar no
- 18:03que o Zack werger falar, né? Então ela não ficaria mais jovem
- 18:06de qualquer forma, é isso. Né não, ela não fica não fica
- 18:08igual uma bruxa da do filme A Bruxa, né?
- 18:10Que ela fica gostosa, né? Tipo ela só ela só fica, fica,
- 18:15ganha mais mais alguns anos de vida aí o que, cara, não faz
- 18:17sentido logisticamente, sabe o moleque tá indo toda semana ou
- 18:20todo dia ir comprar sopa, sopa de de de caixa, tá ligado pra
- 18:24levar pra alimentar. Ele alimenta todo mundo, ele
- 18:26limpa todo mundo. É, é muito bizarro, né, cara?
- 18:29Tipo EE, assim ninguém se dá conta, Ah, esse moleque de novo
- 18:32vindo comprar um Monte de sopa, o dinheiro do moleque não acaba
- 18:34tudo bem, é tipo, como é que tem a gente pique ele?
- 18:36Já estou sendo chato, mas cara, é, é, é, tinha muitas pessoas
- 18:40lá, sabe? Tinha as crianças estavam todas
- 18:42lá e ele meio que era o responsável por limpar as as
- 18:45crianças, alimentar todo mundo. EE, poxa, nunca.
- 18:48Nunca isso, nunca adereçava. Sabe como algo, algo, algo é que
- 18:53ninguém repara ali sabe, ninguém fala, pô, aquele moleque.
- 18:56Tá, eu acho que eu acho que isso faz parte da negligência que o
- 18:59filho tá querendo construir, até porque tem um, tem uma.
- 19:03Tem uma cena que o Wong, ele fala pra pra Julia garner, pô,
- 19:07você tá sendo muito amável com as crianças, dando carona Pra
- 19:10Ela, tá? Abraçando as crianças nossa.
- 19:12Hein? É, provavelmente ela.
- 19:14Ela tava. Ela tava querendo se aproximar
- 19:16muito do Alex pra entender. O que que aconteceu?
- 19:19Já que eles são o 2 e 17 lá que faz essa rima do do do horário,
- 19:24né? Então, pô, você vê essa
- 19:27negligência? Ela, ela, ela tava correndo
- 19:30atrás disso e foi barrada pelo diretor da escola.
- 19:34Não tem, tem. Tem uma conversa com Wong, da
- 19:37Júlia garner, lá com com Wong, cara, que é que é maravilhosa,
- 19:39que tipo eu fiquei? Caralho, ele não percebe o
- 19:41quanto isso é absurdo que ele. Essa é a mesma conversa do
- 19:43abraço. Ele fala assim, você levou uma
- 19:45criança em casa? Ela falou, tava chovendo e não
- 19:48tinha. Ninguém.
- 19:49Os pais deles não vieram. Você quer que eu deixasse isso
- 19:51na rua? Sim, não é problema, seu cara.
- 19:54Que ridículo. Isso é então isso?
- 19:56Isso é uma negligência muito pesada, que faz parte do
- 20:01universo do filme, não é? Eu não acho nem que seja um
- 20:03erro. Eu acho que que é 11 crítica
- 20:06formal as coisas que acontecem naquele subúrbio.
- 20:10Isso, na verdade, é uma crítica estadunidense mesmo, né?
- 20:12Porque, cara, tipo, é você abraçar uma criança que não seja
- 20:15sua filha biológica. É quase crime, tá ligado?
- 20:19Você não pode. Você não pode ter contato físico
- 20:21com uma criança mais próximo que você seja tipo, a gente não pode
- 20:25dar dar um abraço na Alice aqui, por mais que a gente conheça,
- 20:27porque isso é um absurdo nos Estados Unidos, sabe?
- 20:29Então ele meio meio que esse comentário, ele não é tão forte
- 20:32lá quanto é kira, porque aqui a gente é mais caloroso com.
- 20:35Umas crianças no geral, e obviamente, se a gente vê um, a
- 20:37gente vê uma criança na rua precisando de algum tipo de
- 20:39auxílio, a gente vai auxiliar sem pensar muito, né, cara?
- 20:42Mas e também não tem muita ideia dessas questão de predação
- 20:45mesmo. E lá nos Estados Unidos é uma
- 20:46maluquice, cara. Eu não acho tão fora do do
- 20:50cotidiano dos caras, não. Eu, eu, eu, eu acho que assim é
- 20:53é. Por mais que seja exagerada essa
- 20:55negligência da cidade inteira, ela é uma crítica que ela
- 20:58funciona até como artifício de roteiro No No no seguinte que a
- 21:01gled, por exemplo, você vê que a gled, quando ela começa, quando
- 21:03a gente descobre que a gled está, está no.
- 21:05O centro ali da média toda, ela pega e fala, pô, Alex, eu falei
- 21:09pra você nunca comentar sobre mim, por quê?
- 21:11Porque ela sabe que ninguém tá cagando ali pra já esqueceram
- 21:15aquilo ali passou é ninguém vai, ninguém vai atrás.
- 21:18Por por exemplo, o Josh browling, que é um dos é o único
- 21:22obcecado dos pais ali pra pra saber o que aconteceu, ele é com
- 21:27as câmeras, ele traça um caminho reto onde as crianças poderiam
- 21:31ter ido. E aí precisa a professora ver?
- 21:34A professora era a única que sabia que o Alex morava naquela
- 21:37reta, bicho, ninguém OFBI, sei lá quem.
- 21:40Quem que investigou essa merda não pensou nesse, nessa
- 21:43possibilidade? Ninguém foi na casa do.
- 21:46Alex OFBI não tava no filme, né? Isso ainda conta como
- 21:50negligência também? Cara, os aparelhos feitos assim,
- 21:54tipo que vai que comem o país inteiro?
- 21:56Provavelmente iria comentar. E não, não tem aqui não.
- 22:00É, então é porque é porque isso é porque isso é só mais uma
- 22:03quinta-feira pros caras velho, isso acontece todo dia e um
- 22:06Monte de lugar velho. Acho que acho que columbine meio
- 22:11que tirou o impacto disso, porque columbine é um negócio
- 22:14que saiu meio que da bolha, sabe?
- 22:16Mas dentro da bolha dos caras lá, gente, isso acontece todo
- 22:19dia. Todo dia tem um tiroteio, tem
- 22:21um. Eu vi um vídeo muito
- 22:22interessante no TikTok que pintavam os estados do do.
- 22:25Dos Estados Unidos, assim, estado por estado, EE fazia 11
- 22:29número e esse é o número de tiroteios que teve um ano assim,
- 22:32né? Na cidade e algumas, algumas,
- 22:34alguns estados, teve 13 tiroteios no ano.
- 22:37Cara, isso é muita coisa, bicho, em cada estado, sabe?
- 22:42Porra, quando você começa AA pensar nisso, você vê que a
- 22:45sociedade dos caras tão muito doente mesmo assim, sabe?
- 22:49É, tem. É outro ponto aqui.
- 22:51Gabi. Até IA até perguntar isso para o
- 22:53Gabi, porque o Gabi que é mais conhecedor aí dos diretores, o
- 22:56creger é. Falou aí nas redes sociais
- 22:58também que ele se inspirou em Magnólia, do Paul Thomas
- 23:01zenderson. Você acha que dá para captar
- 23:03isso aqui? Da é, tem, tem uma, é, é, é que
- 23:08tem aquele efeito rachomon, né? O rachomon É o Fim do cruzal lá
- 23:11do da década de 50 que ele fez. Ele foi o primeiro que que
- 23:15introduziu isso, né, introduziu isso, pontos de vista de no de
- 23:20uma mesma história, sabe, por personagens diferentes, então
- 23:23virou efeito rachomon por causa disso.
- 23:25É o Magnólia, é 111. Grande epopeia sobre isso
- 23:29também, né? Só que Magnólia expande para
- 23:31mais personagens, né? Tem mais histórias e mais
- 23:33personagens pra concluir num numa chuva de sapo, né?
- 23:37Acho que Magnólia é é um dos melhores efeitos racho ao mão
- 23:40que existe depois do próprio racho ao mão.
- 23:42E eu acho que aqui ele ele. Ele cerca, ele vai cercando o
- 23:47que tá acontecendo na cidade e vai causando mais tensão.
- 23:50É aquilo, eu acho assim. Eu acho que o ponto de vista do
- 23:54do Alex é o piorzinho de todos, sabe?
- 23:56Porque ele entrega ali AA bruxa do do local que tá acontecendo
- 24:01de fato. Então acho que o ponto de vista
- 24:02dele se tivesse sido coditado da história.
- 24:06Talvez você economizaria tempo de um filme que eu acho longo
- 24:09demais. 2 horas e 10 de filme, eu acho um pouco cansativo para
- 24:14te dizer a verdade. Acho que poderia ter sido
- 24:17enxugado exatamente no ponto de vista do Alex EEO.
- 24:21Ponto de vista do do Alex é um pouco também curioso, porque AA
- 24:25própria gledys ela, depois que ela já vê ali que vai dar merda,
- 24:29que ela pensa em fugir, ela pensa em levar o Alex junto, não
- 24:32vai se desfazer dele, tipo, não entendi se apego AA criança,
- 24:35sabe? Como se ela, tipo, tivesse
- 24:37alguma coisa com ele? Não, não entendi.
- 24:39Só só é. Manipulação mesmo, né, cara?
- 24:41Ela não vai ser. Vai ser o ajudantezinho dela,
- 24:43sabe? Tipo?
- 24:45É o deixa ela entrar. É aquela manipulação do da
- 24:50figura assim mais velha, que geralmente é uma bruxa, né?
- 24:53Que o algabi estava reclamando, fazendo essa manipulação com
- 24:56corrompendo, né? Essa essa Juventude.
- 24:59E tem, é e tem 2 pontos de vista também.
- 25:02Que que acho que o ponto de vista do bened qwong e do do
- 25:06viciado cara é, são 2 pontos de vista também que servem só para
- 25:11você fazer cenas impactantes, sabe?
- 25:13É o duong, obviamente, com a cena dele matando namorado
- 25:17zumbi, correndo atrás, é correndo atrás da Júlia Garden.
- 25:20Eu acho essa cena maravilhosa, inclusive, mas ela só o ponto de
- 25:24vista dele só serve para essa cena, só para fazer essa cena.
- 25:28E eu tô viciado também, é certo? Só pra pra Pra Ele descobrir o
- 25:32que tá a trama ali da casa do Alan.
- 25:33O do viciado, até diria Gabi que tem um tem.
- 25:36Tem uma função ali da gente ter a confirmação de que o policial
- 25:41é um policial merda. Porque assim o policial ele ele,
- 25:45ele não é. Porque o policial ele é um
- 25:47policial tão merda que ele teve. Ele passou várias vezes ali
- 25:50perto de desvendar Oo mistério, mas ele tá tão focado em foder
- 25:55com um viciado. Que ele não consegue resolver o
- 25:58bagulho, tá ligado? Ele não enxerga, tá na frente
- 26:01dele. O cara vira e pergunta, você tem
- 26:03AIDS, Mano? Você tem AIDS tipo, tá ligado?
- 26:05É muito bizarro. Né, cara?
- 26:07Exatamente, Mano, é tipo então, mas.
- 26:10Esses pontos de vista de vista aí, da do Marcos e o e o do do
- 26:13menino aí viciado, né, cara? Eles entregam demais, né, cara?
- 26:17Fala mostra demais, tipo o cara entra na casa, o cara vê as
- 26:20crianças, o cara vê os pais de novo, meus zumbis, né?
- 26:23EE os e assim a excelência. Ela é bem legal, ela é bem
- 26:25feita, mas é. O bem, é muito estranho, cara,
- 26:28porque, poxa, a gente meio que meio que espera isso acontecer e
- 26:31o Marcos, coitado, tipo ele entrega, a gente entrega tudo,
- 26:34cara, agora está lá, você vê o ritual e você vê ele virando
- 26:37tipo a armazinha, né, que a ideia, Jorge, do a ideia é essa,
- 26:41né, Jorge? Eles, eles viram armas, né?
- 26:43Eles viram mísseis, tele guiados, humanos em volta das
- 26:46pessoas, o que eu. Acho é tirando, é pra dizer mais
- 26:49do do além do dessa estética de Magnólia.
- 26:53Eu acho que ele ele tem uma estética kubrickiana muito.
- 26:57Interessante, cara, que é filmar portas EE.
- 27:00Vai a gente conseguir ver o que está acontecendo através delas.
- 27:03Assim, muito de longe, com 1.1, ponto de vista muito longe.
- 27:08E você vê AA aproximação das pessoas chegando pela porta
- 27:12assim, eu acho takes muito, muito sofisticados, cara.
- 27:16É inclusive na nas corridas das crianças, cara, aquilo é é algo
- 27:21que fica na minha, na minha cabeça.
- 27:22E a corrida do até do Benedict Wong também acho, acho que que
- 27:26são. Acho que são pontos de vista
- 27:28muito interessantes assim, de direção mesmo, de imagem, de
- 27:31impactar, tanto que é uma das cenas.
- 27:34Desculpa, gente, mas uma das cenas ela faz referência,
- 27:38completa ao iluminado. Cara, é, é uma referência.
- 27:40Acho que claríssima. Ali Na Na porta AAA, mãe do Alex
- 27:44tentando entrar pela porta assim, e você vê a cara dela
- 27:47saindo, porra, eu acho do caralho assim.
- 27:50Acho que é uma estética. Kubit que Ana, que é difícil de
- 27:53de de replicar. Eu acho muito difícil um diretor
- 27:56replicar. E o Zé kegler, quando ele
- 27:57conseguiu fazer isso bem cara. Abrindo parênteses aí, né?
- 28:00No pecadores eles tentam fazer meio que a mesma cena, né?
- 28:03Só que com Oo Grammy lá, né? Ele enfia a cara na parede.
- 28:06E ele? É então, aí, aí você vê, aí aí
- 28:10você. Então aí você vê a qualidade dos
- 28:12diretores na hora de de replicar uma cena do cubic?
- 28:15É, você vê a dos pecadores, que é horrível.
- 28:18E você vê aqui a do Zé kegler, que é muito eficaz.
- 28:22E tá. Eu, eu eu diria que esse
- 28:24diretor, ele tem uma característica nesse filme.
- 28:26Eu eu não parei para analisar também.
- 28:28Uma noite no trás, ficar tentando pescar de novo na
- 28:32memória, ele. Tem um programa aqui, cara.
- 28:34Não, sim, eu falei. Eu falei que agora eu não parei
- 28:37pra pra pra olhar esse ponto, pra rever esse ponto.
- 28:40Então não vou falar, eu vou falar desse filme em específico
- 28:42que é ele te dá, é várias. É referências do que vai
- 28:47acontecer no final. Então tem a questão da da bruxa
- 28:50No No carro, que eu acho que é uma coisa ali que é de
- 28:52propósito. E tem também 11 conversa da da
- 28:55gled com o Aras, que ela fala, se eu quisesse, eu podia fazer
- 28:58os seus pais um comerem o outro. Isso não é à toa, não é jogado
- 29:02ali. Eu acho que tem uma assinatura
- 29:05muito, muito presente dele, tanto No No noites brutais,
- 29:09quanto aqui. Acho acho que dá para
- 29:10identificar muito bem os maneirismos do diretor, por
- 29:14exemplo, as histórias fragmentadas.
- 29:16A outra história também tem alguns pontos de vista, né?
- 29:20É menos é, mas tem. É menos, mas tem e ele construir
- 29:24críticas sobre sociedade, mesmo, sobre as coisas que assustam na
- 29:28sociedade e depois disso culminar num num funil de uma de
- 29:33um, ele não consegue encaixar direito.
- 29:36Oo Sobrenatural, né? Acho que é lá No No no noites
- 29:40brutais, isso também ficou claro, né?
- 29:41Ele consegue fazer as críticas da sociedade.
- 29:44EE na hora de encaixar o Sobrenatural é que ele dá uma
- 29:47tropeçada. Acho que noites brutais também
- 29:49tem um pouco disso. Não, noites brutais, ele meio
- 29:51que tem mais no final, cara, No No, no final do noites brutais,
- 29:54é uma mulher monstro, né? Ele pelo menos só um pouco mais,
- 29:57sentiu que a mulher monstro, meio que ela é só o músculo, né?
- 30:00Que o vilão de verdade do filme, um outro abusador lá que também
- 30:04estuprou desse monstro, né? E aqui, aqui não, aqui a gente
- 30:08não tem esse Balanço, né, cara, é só a Gladys e porque sim, né,
- 30:11cara, é só a Gladys que com a maquiagem de Coringa e a e a
- 30:14peruquinha do panwise, e aí. Vamos falar um pouco AA gente,
- 30:19tá tá com um pouquinho avançado do programa, então acho que
- 30:21acaba a gente já falar da da da cena que talvez seja mais
- 30:24polêmica aqui, da do filme que é o final, onde o Alex, né?
- 30:29Ele é, a gente tá falando de dessa bruxaria.
- 30:31É meio que um vudu, né? Ela pega um pauzinho lá, amarra
- 30:34um cabelo, mistura com sangue e quando ela quebra os os bichos
- 30:38tem que fazer o que eles quiserem.
- 30:40E o Alex faz isso de uma maneira meio burra, porque ele cruza lá
- 30:43AA linha de sal só por cruzar ele não.
- 30:47Precisava ter cruzado, mas ele cruza, né?
- 30:49Aí os pais dele vai pra cima dele.
- 30:51Ele, ele rapidamente pega um Monte de de coisas das crianças,
- 30:55enrola no pauzinho, corta o sangue dele e faz as crianças
- 30:59perseguirem a gleds e devorarem ela como canibais.
- 31:03Que que vocês acharam desse penal chocante?
- 31:05Vocês acharam que bateu bem? Cara, que que cena, que cena bem
- 31:09filmado, Hein, cara? Da nossa correndo, né?
- 31:12Não. E aí você faz 11 paralelo com o
- 31:15que as crianças fazem, né, que é quebrar a vida de janela e tal.
- 31:18É, é até Exagerado isso todo, todo espaço.
- 31:21Eles quebram o vidro, né? Então tem tem esse negócio da
- 31:24infância, né, que a gente quebra de muita janela e não sei o que.
- 31:28Não tem casa de madeira, não tem casa de de de concreto, é tudo
- 31:30de vidro, as porra das casas. Bicho, bicho, eu adoro, cara, eu
- 31:35adoro essa cena, cara. Eu, eu gostei muito, confesso,
- 31:38eu acho muito idiota. OOO, Alexa forma que o Alex
- 31:42pega, ele toma controle, eu acho idiota.
- 31:44Mas a cena em si das crianças correram atrás da gledys.
- 31:47Pra mim é uma grande cena, é uma grande cena de de um.
- 31:51De grandes filmes de terror mesmo.
- 31:53Sabe a construção da cena AAO modo como ele filma alguns
- 31:57planos de sequência muito interessantes.
- 31:58Cara, eu acho uma cena brilhante, bicho.
- 32:01Eu acho muito boa mesmo. Concorda ou você vai criticar a
- 32:05cena também? Não, calma aí, também assim não
- 32:08eu. Estou vendo que o Mateus aqui já
- 32:09não, não está criticando o filme com tanta veemência.
- 32:16A cena da gled sendo devorada pelas crianças é do caralho, foi
- 32:19muito boa. Ela tem aquela Vibe do sinister
- 32:22também, né? Só que ao contrário, né, que
- 32:23aqui No No, no sinister, lá as crianças perdem, aqui as
- 32:27crianças entre aspas ganham, né OOO, prólogo não, né?
- 32:31O epílogo do filme ele meio que fala, né, que todas as crianças
- 32:33tiveram. Cerebral, o que eu acho foda,
- 32:35né? Tem uma consequência legal para
- 32:37para os atos, mas cara, tipo, todo esse esse rolê de de
- 32:41manipulação mental, e o Alex, tipo, faz o faz o ritual nas
- 32:45coxa, aí faz, né? E aí tem que tem que ser dessa
- 32:47árvore. Eu acho tudo muito bizarrinho,
- 32:49cara, é muito. Muito Maluquinho.
- 32:51Muito, muito sem, sem pé nem cabeça, sem motivo, sabe?
- 32:54É meio meio seco, né? Eu acho que o pay off não é tão
- 32:56legal exatamente por conta dessa cena de.
- 32:58Antemão, né? Eu acho que não.
- 33:00Eu. Por outro lado, eu acho o pay
- 33:01off maravilhoso, velho. Acho que faz Oo paralelo com a
- 33:04sociedade. Mesmo depois de das crianças
- 33:06terem passado por um trauma, elas elas ficarem resguardadas e
- 33:09algumas conseguirem falar. Eu acho esse final brilhante,
- 33:11não? Eu, eu, eu.
- 33:13Tenho da questão ritual, né? Eu tentei criar ali um paralelo
- 33:19do porque, por exemplo, Josh browling voltou ao normal e eles
- 33:22não. E eu entendi, pelo menos assim
- 33:24na minha cabeça veio que como quem fez o ritual morreu, no
- 33:28caso do Josh browling e dos pais, então eles voltaram ao
- 33:32normal, porque AA gled morreu. Mas quem fez o ritual da das
- 33:36crianças não foi ela. Naquele momento, né, foi?
- 33:39O Alex é isso, implica em outra em outras coisas, né?
- 33:43Por exemplo, quanto tempo as crianças ficaram sob o domínio
- 33:46da Glass? Tem um pouco disso também, né?
- 33:50Se ela como funcionava, ela controlou.
- 33:53Ela controlou as crianças por mais tempo, né?
- 33:55E a gente não sabia também como como ela sugava a energia deles,
- 33:59né? Tipo, se era uma por noite, se
- 34:01era todas ao mesmo tempo, então algumas podem ter sugado mais,
- 34:05outras menos. A gente não tem noção de como
- 34:06que funcionava essa parte também, né?
- 34:09Aliás, por que que ela estava naquela hora No No porão?
- 34:11Lá, elas repararam que ela estava no quarto e ela aparece
- 34:13no porão Do Nada. É para criar uma cena, pô, é
- 34:18para criar uma cena de susto. É para.
- 34:19Criar o jump é para criar o jump quer eficaz?
- 34:24AI meu Deus, mas. Mas tem essa, essa questão.
- 34:27Eu, eu, eu gosto da. Da, da consequência.
- 34:30Eu acho legal, tipo, eu fiquei um bem curioso, tanto é que na
- 34:34hora eu fiquei até achando que talvez fosse o Alex, né?
- 34:35É que estava narrando ali o final.
- 34:38Mas alguém é essa criança que estava narrando e contando a
- 34:41história pra gente. Fiquei curioso de saber quem,
- 34:43quem seria essa criança poderia ter.
- 34:45Não importa, só importa que é uma criança.
- 34:47Isso. Isso cria uma sensação de lenda
- 34:48urbana dentro do filme. E eu gosto.
- 34:50Não importa quem é a criança, o que importa é a lenda urbana.
- 34:53É EE. Vocês acham que de alguma forma
- 34:56A Bruxa, né? AA gled, ela agia de alguma
- 35:00forma para esse esquecimento dos adultos?
- 35:05Porque os adultos? Vai.
- 35:07Estranho, né, AA? Todo mundo tem.
- 35:09Tem esses visões, né, esses sonhos, né, esses pesadelos da
- 35:12real, né, com ela, né? O Josh kroler tem, a joshine
- 35:15tem, eles meio que não estão relacionados, né?
- 35:17Obviamente, fora por pelo desaparecimento das crianças, dá
- 35:20para falar que sim, mas cara, isso nunca é deressado no filme,
- 35:23né? Isso nunca é deressado no filme,
- 35:25então não dá para falar que sim, não é possível.
- 35:34Não, eu acho que não. Acho que não.
- 35:36Se ela se ela quisesse ter controlado, ela talvez teria.
- 35:39Talvez ela não tenha tanta força quanto a gente acha que ela tem.
- 35:42Por isso que ela controlou crianças, que é mais fácil de de
- 35:45controlar e tal. Às vezes tem.
- 35:47Tem um pouco disso também. Os adultos.
- 35:49É muito. Ela.
- 35:50Só controlou 2 na cidade inteira, sabe?
- 35:53Talvez ela não tinha por esse tanto de força que a gente
- 35:55achava que ela tinha. É o princípio do painwise.
- 35:58O painwise faz a mesma coisa, né?
- 35:59Ele ele ataca crianças porque é mais fácil, né?
- 36:01Tipo, e aqui ela ela é muito tirada do painwise, cara.
- 36:04Acho que tanto de aparência quanto do jeito que ela age
- 36:07mesmo, né, de criar essas visões, né?
- 36:09É bem bem influenciado mesmo, é bem similar.
- 36:14Bom, gente, a gente falou bastante aqui agora, então vamos
- 36:17para a parte da erradora. Vou começar com Gabi, claro,
- 36:20aqui, por motivos óbvios, né? A gente quer manter o suspense,
- 36:24então, Gabi, afinal, para você, cara, quantos cafezinhos vale o
- 36:28epons ou a hora do mal? Hoje tem café?
- 36:32Tem, tem. Você quer uva, não quer café?
- 36:36Vale quantos cafezinhos? Assim como as noites brutais, eu
- 36:40gostei bastante também e dei com 4 cafés.
- 36:43Eu acho que o éptons é um bom filme, é um bom amadurecimento
- 36:47do Zack cregler pra um cara que tem 2 filmes, sabe?
- 36:49Então, porra, eu acho que ele consegue muito bem estipular a
- 36:53narrativa. Ele consegue fazer quebras muito
- 36:56interessantes. Eu eu acho 11 filmaço éphons,
- 37:00apesar dos tropeços, e acho que eles aparecem e são e são bem
- 37:04visíveis, né? Eu, eu, eu dou 4 cafés pro ecos,
- 37:08acho um bom filme, acho que é difícil dizer que ele é o melhor
- 37:12filme de terror, que tem gente falando que ele é um dos
- 37:14melhores filmes de terror do século, sabe?
- 37:16Então tem uma galera que emocionou aí, legal, né?
- 37:20Eu, eu, eu acho, é eu, eu só acho um bom filme dentro desse
- 37:24ano, talvez um dos melhores aí, acho que ele não é melhor do que
- 37:27alguns, mas enfim, eu acho um filme muito legal, muito
- 37:30coerente, bicho, eu acho que 44 cafés está bem dado assim, sabe?
- 37:35Etel, vamos lá, etel, exerça sua democracia.
- 37:38Quantos cafezinhos para você? Ah, cara, assim eu eu vi.
- 37:43Eu vi muitos filmes de terror assim nesses últimos meses aí,
- 37:46cara, EEO Apple, com certeza não, não foi um deles, viu?
- 37:50Eu acho que aí eu achei um filme bem fraquinho, bem choxinho.
- 37:53Eu não, eu não reassistiria o Apple, cara.
- 37:55E o gata que comentou aí, noites, noites brutais, né?
- 37:57Eu gosto muito mais noites brutais do que do.
- 38:00Do Apple. E pra mim, em vez de ter sido um
- 38:02progresso do noites brutais, ele foi um regresso, né, cara?
- 38:05Então, ó, quem? Que é isso?
- 38:07E absurdo e absurdo minha opinião.
- 38:11Absurda. Você deu 2 cafezinhos, é isso
- 38:14mesmo, 2 cafezinhos. Para a hora do mal, cara, é
- 38:17isso. É um pelo pela pelo começo do
- 38:18filme. E o.
- 38:19Outro não. Para mim.
- 38:20Para mim, o Apple é muito mais filme do que noites brutais,
- 38:23cara. Noites brutais é bom também é um
- 38:26filme, 4 cafés, mas. Cara, o Apple Zé é muito mais
- 38:30filme. É um filme muito mais complexo e
- 38:32muito mais difícil de fazer. Cara, pelo amor de Deus, você tá
- 38:35de sacanagem. Bom pra bom.
- 38:43Pra pra mim, a hora AA hora do mal merece 4 cafezinhos e bem
- 38:47quentes. Assim, eu acho que ele é tenso e
- 38:50ambicioso numa numa medida bem bem justa.
- 38:53Eu acho que a Júlia garner e o Josh browling, eles fazem
- 38:58atuações assim que se destacam, não por por maneirismos, mas
- 39:02porque você compra que eles estão fora daquela porra,
- 39:06daquela paranoia paralisante, sabe?
- 39:08Tipo que a sociedade tá tipo, caralho, Mano, que merda que tá
- 39:10acontecendo aqui? Parece que tem 2 pessoas ali que
- 39:12tão. Vivendo sua vida, tipo, como se
- 39:14tivesse um trauma acontecendo. Então uma mulher que está
- 39:17bêbada, carente emocionalmente, um cara que está obcecado e
- 39:20procurando um culpado. Ao mesmo tempo que ele se culpa
- 39:24pela pelo desaparecimento do filho dele, ele chega a falar
- 39:26isso 1 hora, tipo, porra, eu não disse que te amava, eu sou muito
- 39:29duro e porra, agora eu tenho que te achar, eu tenho que achar
- 39:32você vivo. Então são coisas que tornam é, é
- 39:35esse, esse, esse filme real dentro de uma paranoia que não é
- 39:39real, eu acho isso funciona muito bem.
- 39:41Eu eu gosto muito dessa dessa questão dos episódios, porque
- 39:45ele não, porque se fosse, se não fosse, se a gente tivesse vendo
- 39:48de fora e visto tudo desde o começo, ficaria um filme
- 39:50monótono. Mas com acho que com a montagem
- 39:53dos capítulos, mesmo que a gente tenha crítica a um ou outro,
- 39:56concordo que Oo capítulo do diretor lá é basicamente pra
- 39:59utilizar o ator da Marvel numa cena diferente pra falar Ah,
- 40:03caralho, ele aqui tá fazendo um zumbi legal.
- 40:06Mas eu acho que o Zé gregler, ele melhora do noite brutais
- 40:10para cá? Eu acho que ele melhora
- 40:12consideravelmente, eu diria, porque é muito mais fácil fazer
- 40:15noite brutais, porque é uma premissa muito mais simples.
- 40:18E muito mais é fácil de ser maneirão com a com aquela
- 40:22premissa, aluguei um air meet e um cara lá já, e aí, que que
- 40:25você faria? A partir disso?
- 40:27Você cria milhões de possibilidades, que é muito mais
- 40:30fácil aqui é mais difícil, eu acho.
- 40:32Trabalhar com 11 micro sociedade de uma cidade pequena é muito
- 40:36mais difícil do que do que isso. Por isso eu acho que eu dou 4
- 40:39cafezinhos, acho que eles ele escorrega assim em alguns
- 40:42momentos, mas também, gente, vamos ser sincero, né, pelo
- 40:45padrão de filme de terror que a gente tem assistido.
- 40:49Eu acho que ele escorrega muito. Pouco.
- 40:51Então, Oo não. O Mateus aqui colocou Oo Apple
- 40:54no meu patamar do eu sei o que vocês fizeram no verão passado.
- 40:57Eu não. Vi, ainda está de?
- 40:59Brincadeira, cara, ele está de brincadeira, cara.
- 41:03Bom gente, é isso. Fiquem aí com essa turma, com
- 41:06essa polêmica. E vocês, o que que vocês fariam
- 41:09se acordassem descobrissem que a toda turma do seu filho sumiu?
- 41:12Comenta aqui embaixo o que acharam do filme e as suas
- 41:16teorias, né? Tem gente falando que o just
- 41:18long aí é o mesmo personagem na doids brutais.
- 41:21Depois disso, ele separou e foi alugar um Anhembi.
- 41:24Vamos descobrir aí se se existe um craigger versay, não sei, mas
- 41:29aí se inscreva no canal e não esqueça de avaliar o nosso.
- 41:33A gente vai bater nesse ponto, porque a gente quer conseguir
- 41:35sem avaliações até o final do ano.
- 41:37Então avalie o nosso podcast. Nossa tocadora de podcast
- 41:39predileta é simples e fácil, como eu sempre digo, é só você
- 41:42deixar 5 estrelinhas e fazer a gente feliz, tá?
- 41:46Porque o café tá caro, dar cafezinho aqui toda hora pra
- 41:49vocês não tá fácil. O Mateus sai economizando, o
- 41:51Mateus tá dando 2 aí AA torta direito, um beijo e até lá.